The Blood of Olympus
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11ª Aula de Arquearia

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11ª Aula de Arquearia Empty 11ª Aula de Arquearia

Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Qui Ago 08, 2019 11:21 pm


Tiro as Cegas
Introdução


Vocês podem pensar que o arqueiro só depende da sua boa visão, porém numa situação em que vocês não pudessem usar os olhos, seja por algum fator ambiental como uma tempestade de areia ou quem sabe uma escuridão que não se possa enxergar a um palmo de distância, ou por algum fator físico, um inimigo de alguma forma prejudicou sua visão, enfim, são diversas as situações que poderíamos estar para que isso acontecesse, o que fariam?. Por isso no dia de hoje vamos desenvolver outros recursos para nos auxiliar num momento em que os exemplos acima acontecerem.

O Instrutor


O carismático líder de Apolo sempre é visto com um sorriso no rosto, seu jeito leve e espontâneo logo conquista aqueles que estão ao seu redor com sua personalidade. Com seus próximos, tende a ser carinhoso e leal, já em batalha, se mostra um guerreiro astuto e inteligente, com uma grande facilidade para a caça e a arquearia. Hans como bom filho de Apolo que é,  tende a ser sincero demais, dizendo o que lhe vem à cabeça, sem pensar nas consequências, mas afinal, ele é filho do Deus da Verdade!

O Cenário


A arena dos acampamentos era preparada de modo que pudesse atender os treinos de arquearia, o stand de tiro com diversos alvos nas mais diversas distâncias, para os semideuses que não possuíssem arco e flechas, alguns poderiam ser emprestados para as aulas. Além disso, quando algum treino especial fosse feito, todo o aparato necessário estava à disposição do instrutor e dos alunos para poder ser usado.

Missão


— O treino de hoje consiste em vocês aprenderem a usar a percepção e a audição como auxiliadoras no uso do arco e flecha. — Começou o instrutor de arquearia. — Numa situação crítica onde vocês não tem a principal ferramenta do tiro: a visão.

Vocês terão que acertar diversos alvos, eles ficaram se movendo horizontalmente e vocês só saberão onde ele está através dos sinais sonoros que ele emite a cada cinco segundos. Acertou um, o próximo entra na área de tiro, serão ao todo quatro tiros. Vocês precisam usar a audição de vocês para saber onde o alvo está e a percepção para saber onde o alvo vai estar algum tempo depois. Esse treino requer concentração, essa é a principal arma do bom arqueiro.

— Ah, já ia me esquecendo. — Hans sorria. — Vocês farão o treino com uma venda nos olhos.

Habilidade da Aula


Nome do poder: Tiro às Cegas I
Descrição: Quando impedido de usar sua visão para atirar com arco, o semideus com essa habilidade usa sua percepção e audição para se beneficiar da situação e conseguir continuar usando sua arma. Com o aumento dessas duas características, o semideus consegue um tiro tão preciso quanto se estive utilizando seus olhos para mirar, agora o ambiente contribui para ele ter sucesso no disparo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de percepção e audição ao usar arco.
Dano: +15% de dano com arco.
Extra: A habilidade deve ser utilizada quando o semideus possui algum limitante (escuridão, fator ambiental ou fator físico) quanto a sua visão.

Instruções:

• Mínimo 25 linhas.
• Cuidado com o template usado, evite cores berrantes, fontes desconfortáveis para leitura ou muito pequenas e, principalmente, não use template com barrinha. Caso descumprida essa regra, descontos serão aplicados.
• FPA não é obrigatória para o treino, mas extremante necessária, recomendo demais que já tenham as suas.
• Fiquem à vontade para interagir com Hans, ele é uma pessoa bacana!
• Dúvidas? Envie MP ou pode perguntar via chat.
• A aula ficará disponível até 08/09/2019
• BÔNUS: Caso 3 ou mais players postem na aula, será dado um bônus que funcionará da seguinte forma: número de alunos x 50xp.


MONTY



Hans Nikolai Kültzer
Hans Nikolai Kültzer
Lider de Apolo
Lider de Apolo

Idade : 19

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Mensagem por Magnólia D'if em Dom Ago 18, 2019 1:11 am


Tiro As Cegas
Aula de Arquearia
☀

Magnólia foi uma das primeiras a aparecer na arena para a aula. O dia estava ótimo para aquele tipo de aula devido à brisa suave que vez ou outra soprava. A semideusa notou um aparato semelhante ao da aula anterior onde os alvos se moviam na horizontal. Imaginou se não teria algo a ver com mira a aula; seria uma boa começar a praticar algo assim.

— O treino de hoje consiste em vocês aprenderem a usar a percepção e a audição como auxiliadoras no uso do arco e flecha. — A voz de Hans fez com que a jovem semideusa, assim como os demais presentes focasse no instrutor. — Numa situação crítica onde vocês não tem a principal ferramenta do tiro: a visão.

Conforme o instrutor explicava sobre a aula, os olhos da semideusa se abriam em surpresa. Atirar sem usar a visão?! Isso fez com que a jovem se sentisse insegura em relação àquele treinamento, encolhendo-se um pouco quando foi chamada para ir ao estande de tiro.

— Lembre-se: concentração. — O filho de Apolo estendeu uma venda para que a colocasse e indicou a posição que deveria tomar.

Magnólia respirou fundo dando uma última olhada nos alvos que se moviam, tentando manter essa imagem na mente antes de pôr a venda sobre os olhos, perdendo seu principal sentido. Os sinais sonoros começaram, mas não eram algo que a jovem estivesse acostumada, então simplesmente pareciam ser um ruído como qualquer outro.

A jovem tentou, de fato, concentrar-se no som suave para se situar. Não era fácil, ainda mais que sempre havia tido os olhos como guia. Seu arco vibrava levemente em sua mão, como se estivesse tão ansioso quanto à arqueira. A corda foi puxada e a flecha liberta. A ruiva esperou alguma reação — não sabia exatamente qual —, mas não houve nada além do sinal sonoro do arco que tocava a cada cinco segundos, conforme o instrutor havia dito.

Okay, havia perdido uma tentativa. Magnólia tentava entender o quão ruim tinha sido o disparo para ajustar o próximo, mas não podia simplesmente tirar a venda, e também não estaria mais lá a sua flecha, já que havia errado.

Respirando fundo, a semideusa tentou concentrar-se novamente, afinal não adiantava se prender em erros passados, fora que ali era o momento para que pudesse errar.

A jovem manteve o arco abaixado conforme ouvia os pequenos avisos, mentalizando a distância que percorriam e focando-se no que havia visto antes de vendar-se. A distância era a mesma, assim como a velocidade. Precisava manter isso em mente quando atirasse.

Lentamente, a ruiva ergueu sua arma, sentindo a ligação que tinha com ele, como se ela quisesse lhe dizer algo. Dessa vez, a filha do amanhecer deu atenção a essa nova sensação, porém manteve os ouvidos atentos.

A mão direita ergueu-se, puxando uma segunda vez o fio invisível, porém manteve a posição. Algo lhe dizia para ter paciência e imaginou que talvez fosse, de fato, seu arco. Nunca antes havia sentido algo assim, mas decidiu seguir o que aquilo parecia lhe dizer.

Os avisos sonoros soaram da esquerda indo para a direita e no intervalo entre os toques, sentiu o arco vibrar; nesse instante a flecha encontrou sua liberdade e seu destino. Mas ainda não tinha acabado. Ainda teria mais três para acertar, entretanto havia entendido que. Além dos sinais, poderia acreditar no arco.

Acostumar-se com os sons era fácil, o que de certa forma era um problema. Pareciam estar em todos os lugares, precisando de mais atenção agora para saber de fato onde estava o alvo. A jovem tentou uma, duas, três vezes. Na quarta tentativa, sentiu que acertou o alvo, pois o aviso demorou mais do que apenas cinco segundos para recomeçar.

Toda sua atenção estava naquela ação que executava. A arma não mais parecia mandar nenhum estimulo para a arqueira, contudo — talvez por sorte — sua primeira tentativa no terceiro alvo foi certeira, animando a semideusa.

Era o último alvo e, após todos os outros disparos, esperar o momento certo para aquele tiro era muito mais fácil. Não se importava se estivesse demorando, afinal aquele treino não envolvia velocidade, mas assertividade e concentração além de tudo — e Magnólia estrava trabalhando isso nos últimos minutos.

Uma brisa suave bagunçou seus cabelos, fazendo-a franzir o cenho, ajeitando seu arco mais para a direita sendo que o vento soprava para a outra direção, isso faria com que, mesmo que ela esperasse o sinal no exato lugar dos outros disparos, não erraria.

Os avisos se aproximaram de onde realmente queria, esperando o alvo chegar à sua linha de tiro. Precisava de apenas mais um som para soltar a flecha e quando ele veio, a seta cortou o ar atingindo o alvo, ouvindo a voz do instrutor a sua direta.

— Muito bem, senhorita. Completou o desafio.

Ao retirar a venda, a jovem precisou piscar algumas vezes devido a claridade, já estava acostumada com as sombras, principalmente por ter mantido os olhos fechados para melhor concentrar-se. Mas o sorriso do loiro parecia tão radiante quanto o sol que brilhava acima de suas cabeças, fazendo o rosto da jovem corar ao entregar a venda, agradecendo baixinho sem ter coragem de voltar a olha-lo antes de dar espaço para a próxima pessoa.        



☀:
Bônus:

Estou dentro do prazo e minha xp deverá ser duplicada.
Passivo

Nome do poder: Perícia com Arcos I
Descrição: A deusa possui uma aparência meiga e jovial, por isso é comum associarmos tal divindade a armas leves e de longa distância – como o arco –. Por isso, seus filhos herdam um tipo de perícia com essa arma, podendo manuseá-la de forma eficaz.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade.
Dano: +5% de dano da arma.

Habilidade Adquirida

Nome do poder: Pericia com Arcos II
Descrição: O seu manejo com o arco melhorou, e agora acertar alvos parados já não é mais um problema, além disso você desenvolveu certa habilidade em atirar contra inimigos em movimento, ou objetos que se encontram da mesma maneira. Mais um pouco de treino e seu personagem se tonara um ótimo arqueiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de assertividade no manuseio de arcos.
Dano: +20% de dano se a arma do semideus atingir o alvo.

Nome do poder: Tiro Instintivo
Descrição: O semideus desenvolveu uma nova técnica de disparo com o arco: o tiro instintivo, que consiste em disparos muito mais velozes, pois o semideus agora consegue avaliar mais facilmente todos os fatores que contribuem para ele obter um bom disparo, sua técnica com arco se tornou mais orgânica e natural.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de destreza ao usar arco.
Dano: +10% de dano com arco.
Extra: Obtêm a vantagem de ataque no disparo contra o oponente, pois tem uma velocidade de movimento superior.

Arco

Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. |  Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]



Magnólia D'if
Magnólia D'if
Celestiais de Èter
Celestiais de Èter

Idade : 20
Localização : Acampamento Meio Sangue

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Mensagem por Natsuki Yamamura em Dom Ago 18, 2019 11:26 am


o sol vai me invadir
aula de arquearia. tiro às cegas. arena.

A aula de tiro instintivo que Hans lecionou havia deixado Yamamura extremamente empolgada com a arquearia. Ela até sentia como se tivesse, instantaneamente após a aula, aprendido tudo sobre arcos. O que não era bem verdade, mas ela estava mais inclinada a participar de todas as aulas de arco e flecha que pudesse participar. Não é para menos que naquele dia acordou antes de todos os seus irmãos, mas tomou sua primeira refeição junto com eles, correndo de volta para o chalé para buscar seu arco. Para ela era engraçado como o arco era quase do seu tamanho.

Caminhando com o arco preso ao seu corpo a fazia dar passos um pouco desengonçados e a japonesa se sentia em um filme de comédia. Yama-chan, queria estar te vendo de fora hoje. Natsuki quase mandou sua chīsana koe se calar, mas ela bem que gostaria de estar se vendo também. Só conseguia imaginar que parecia uma piada em movimento. Oh. Todos estavam assistindo aquilo. Com esse pensamento, ela imediatamente parou e tirou o arco das costas, decidida a carregá-lo até a arena com as próprias mãos. Seu rosto ficou quente, e sentiu algumas gotas de suor se formando em seu rosto. O corpo tremia um pouco e sua cabeça baixou instantaneamente. Yamete. E ela parou, no meio do caminho. Fitando os próprios pés. Levante essa cabeça, Yama-chan. Pediu desculpas à sua própria mente e continuou seguindo de cabeça baixa até a arena. Não sabia se ia suportar os olhares julgadores dos campistas no caminho, não suportaria se estivessem rindo dela.

Quando chegou na arena, a tensão pareceu se esvair de seu corpo. Como se fosse mágica. Yamamura havia encontrado seu ponto de paz no Acampamento, então. Tudo estava preparado para a aula do dia, e a japonesa começou a imaginar do que se trataria aquela aula. Hans preparava algumas coisas para a aula, então a garota apenas se encostou numa parede para aguardar o início da lição.

A arena foi reunindo pessoas, algumas com seus próprios arcos, outras iam direto na estante que disponibilizava arcos para a aula e Hans começou a falar. — O treino de hoje consiste em vocês aprenderem a usar a percepção e a audição como auxiliadoras no uso do arco e flecha. — Explicou ele, fazendo Natsuki se animar ainda mais com a aula, pois poderia treinar seus sentidos. Ela apenas não contava com o fato de que não seriam exatamente todos eles a serem explorados. Quando o irmão falou que eles usariam vendas para o treino, uma pontada de insegurança e medo brotou em seu coração. E se alguém acabasse se machucando, ou machucando outro semideus? O pensamento a assustou. Pare, Yama-chan. Vai dar tudo certo. E a japonesa gostaria muito de acreditar que sim.

Os alvos estariam em movimento, os alunos realmente se valeriam bastante da audição e da percepção para conseguirem atingi-los. Um pouco da confiança que ela tinha havia se perdido, e ela respirava fundo tentando recobrá-la. Não estava muito ansiosa para ser uma das primeiras, então foi esperando outros campistas irem na sua frente. apoiou o arco no chão, mexendo-o para um lado e para o outro. Se o chão fosse de terra ela certamente já teria encontrado o núcleo da terra naquele passo. Talvez metade dos alunos já tivessem ido quando Yamamura decidiu finalmente se aproximar do stand. Hans foi até ela com um pano preto nas mãos. — Posso amarrar ou prefere amarrar sozinha? — Ela então deu as costas ao irmão mais velho, ficando de frente para o stand, até porque talvez ela não amarrasse a venda direito. O que não era o intuito da aula.

Yamamura fechou os olhos assim que o tecido grosso tocou seu rosto. O mais velho apertou a venda atrás da cabeça dela, e então a japonesa havia perdido a visão de tudo. — Quantos dedos tem aqui? — Perguntou ele, sua voz era divertida e Natsuki tentou identificar de onde vinha. — Isso nem tem graça, onii-san. — Respondeu ela rindo, tendo em mente que ouvira melhor o irmão falando pelo seu ouvido esquerdo. Tentou ouvir os passos de Hans se afastando, e quando achou que ele havia parado, ergueu o próprio arco. Lembrando de manter a postura bem ereta, ela apoiou o arco com a mão esquerda enquanto a direita esticava a corda. A flecha surgiu em sua mão, já pronta para o disparo. Yamamura sentiu seu peso e segurou a própria respiração. Com os pulmões cheios de ar, esvaziou a própria mente de outras coisas e pensou apenas no alvo. Ouviu o primeiro sinal sonoro, parecia vir da sua direita. Apontou o corpo para lá, junto com o arco e a flecha. Não vê-lo tornava as coisas bem difíceis, mas ela tentava confiar em seus ouvidos, prestando atenção ao sinal. Soltou a respiração e a flecha ao mesmo tempo. Podia ouvir a flecha zunindo, mas também a ouviu caindo no chão.

Aquilo a frustrou um pouco, e ela suspirou. — Concentração, Natsuki. — Disse Hans, em algum lugar à sua esquerda e ela apenas assentiu. Aprumou a postura mais ainda, puxando a corda do arco mais uma vez. De cinco em cinco segundo o sinal soava, a Arena estava tão silenciosa que se Yamamura quisesse poderia ouvir a respiração de todos que estavam ali. Focou no som que o alvo emitia, avisando de sua localização. Ela tinha certeza que se encontrava à sua direita, o barulho era nítido de lá. Ouviu o som uma, duas, três vezes. Ei, Yamamura, talvez não esteja tão à direita. Nossa… Odeio estar cega. E sua chīsana koe podia estar certa. Sua atenção estava toda voltada para o alvo, e agora, com mais clareza, ela podia perceber que mesmo à sua direita, o alvo parecia estar bem próximo ao centro. Posicionando o próprio corpo em 45º, ela atirou a flecha, que zuniu acertando o alvo. Seu coração aliviou a tensão após o primeiro acerto.

Era a vez do segundo alvo e Yamamura estava determinada a não perder mais nenhuma flecha. O alvo continuava à direita, mas agora parecia estar bem à direita mesmo. Aumentou o ângulo de seu corpo em relação ao centro e respirou fundo. Também parecia um pouco mais distante que o anterior. Esperou o quinto bipe do sinal para atirar a flecha, e dessa vez acertou o alvo de primeira. Tinha quase certeza que não estava acertando o centro dos alvos, mas pelo menos sabia que não estavam caindo no chão. Afinal, ela havia conseguido ouvir as duas flechas cravando o alvo.

Só faltavam dois. Ela parou um tempo para esticar os dedos das mãos, exercitando as juntas que seguravam o arco com força, e se esforçavam para puxarem a corda com firmeza. Também esticou o pescoço, virando-o para a esquerda e para a direita. O alvo já havia emitido o sinal algumas vezes. Dessa vez ele parecia estar bem no meio, o som preenchia o local inteiro. Yamamura posicionou o arco, puxando a corda logo que o bipe soou pela sexta vez. Mal a flecha surgiu no arco e a japonesa a soltou com convicção. Mais uma flecha no alvo, o que significava que só faltava um. O último bipe vinha da esquerda. Era quase como se estivesse vindo bem do canto da arena. Puxou todo o ar possível para dentro do seu corpo, inflando o peito e as bochechas. Tinha certeza que parecia ridícula naquele momento, mas queria ser uma exímia arqueira, então já que não via ninguém, podia imaginar que não estava sendo observada.

Puxou a corda do seu arco de maneira firme. As omoplatas quase se encontravam em suas costas, suas bochechas doíam de segurar o ar. Após o sinal, ela soltou a flecha, junto com a respiração. Naquele intervalo, tudo parecia silencioso. Era como se ela estivesse realmente sozinha. Ouviu a seta zunindo, cortando o ar. Ouviu a própria respiração, pesada depois de ficar presa por tanto tempo. Ouviu a flecha acertando o alvo. — Boa, Nat! — Ouviu a voz de Hans, se aproximando. A japonesa puxou a venda dos próprios olhos e a claridade a atingiu em cheio. Suas pernas ficaram bambas, e ela precisou piscar os olhos rápido e com força, se acostumando com a luz do local. Entregou a venda nas mãos de Hans e sorriu para o irmão levemente. — Estou liberada, onii-san? — Perguntou ela, ao que o mais velho apenas assentiu, chamando o próximo aluno a ir para o stand. E então ela partiu para uma próxima aula.

Informações:
Bônus: Loucuras do Fim de Semana:
Estou dentro do prazo e minha xp deverá ser duplicada.
Poderes:
Passivos

Nome do poder: Arqueiro I
Descrição: A maioria dos campistas iniciantes não tem qualquer tipo de afinidade com as armas, porém, devido a ligação com o divino acabam por receber um instinto natural com as armas ligadas aos seus pais. Apolo/Febo é um arqueiro perfeito, e por isso seus filhos tem uma maior afinidade com a arma. Mesmo sendo novato no acampamento, o semideus possui uma perícia iniciante que faz com que o mesmo saiba o uso básico de um arco, diferente de outros campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio do arco.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Arma:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. | Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]







e todo dia vai ser pra sempre um recomeço ☼



Natsuki Yamamura
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Filhos de Apolo
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Mensagem por Vincent V. Valentine em Ter Ago 20, 2019 8:14 pm

Levava alguns minutos até alcançar a arena do acampamento. Desde que havia chegado tinha escutado os campistas falarem muito bem daquele local, e mais ainda de seus instrutores. Meu arco estava junto a mim, tinha deixado a faca guardada no chalé de Apolo, meu novo dormitório agora que sabia meu progenitor.

Haviam algumas pessoas já presentes, mas pelo que podia perceber a aula não começara ainda, o que me deixou aliviado. Não gostava de me atrasar, nem mesmo de esperar muito quando combinava um tempo estipulado com alguém que fosse me encontrar. Fiquei próximo aos outros alunos, observando o professor e os diversos alvos mais ao fundo. ”Humm, acho que vim para a aula certa.” Dados os objetos que se moviam de um lado ao outro a uma certa distância de nós, percebi que se tratava de uma aula de arquearia.

Após a chegada de mais alguns alunos, o instrutor iniciou sua explicação, finalizando a entrada de mais alguém e iniciando a aula oficialmente. Atentei-me a cada palavra expelida por seus lábios, absorvendo cada detalhe dito por ele afim de entender bem o que estava sendo ensinado.

Fiquei surpreso ao escutar tudo o que ele tinha dizer, perguntava a mim mesmo se seria possível atirar com arco sem ter como enxergar. ”Isso é possível? Acho que ele está brincando.” Por mais descrente que eu estivesse, não deixava transpassar em meu rosto, evitando por a prova as palavras do meu mestre de treino.

Todos ganhavam uma venda dada por Hans, que dava um pequeno sorriso ao entrega-las a nós. Sentia uma certa malicia por parte dele, como se quisesse nos provocar com relação aquele treino. Pegava logo a minha, aproximando-me de um dos alvos que emitia um som a cada cinco segundos. A distância era mediana, mas para mim que nunca tinha atirado com um arco seria complicado, ainda mais sem enxergar.

Sorria, tampando meus olhos com o pano amarrado na cabeça, respirando profundamente para me acalmar. ”Tudo bem, vamos lá, não deve ser difícil.” Empunhei o arco em mãos, puxando a corda logo em seguida. Senti a energia percorrer o objeto e imbuir minha destra, criando uma flecha energética como já havia visto anteriormente a pegar a arma no arsenal do acampamento.

Não atirei logo de primeira, não tinha confiança o bastante para isso. Enquanto isso apenas escutava o som dos sinos a cada cinco segundos. Aprofundava minha respiração, acalmando meus pensamentos e diminuindo meus batimentos cardíacos. Aguardava, analisando o padrão dos alvos ao se movimentarem.

Dei o meu primeiro tiro minutos depois de ter começado, escutando o som da voz de Hans bem ao fundo, me dizendo que tinha errado por muito pouco. A flecha espiritual havia cortado o vento rapidamente, mas não acertara o alvo como eu queria. Até que era um resultado bom, para quem nunca tinha atirado.

O instrutor pedia para atirar mais uma vez, tentando me concentrar um pouco mais e atentar-me completamente ao som que os sinos, presos aos alvos, faziam. — Vince, se concentre mais no som do sino, não atira antecipadamente, procura atentar-se aos padrões. Tente mais uma vez, com calma. Anui para ele, erguendo o arco mais uma vez a minha frente, puxando a corda de mana até sentir a flecha ser criada.

Novamente aguardava, ouvindo o badalar de tempo e tempo. O padrão dos movimentos já estavam em minha mente, mas não era o bastante ao meu ver. Concentrava-me, aguardando por alguns minutos enquanto eu me acalmava.

A calma e concentração era o maior companheiro de um atirador, pelo menos era isso o que Hans dizia ao tentar nos incentivar. — Galera, respirem profundamente, não precisam se afoitar, se concentrem pois a calma e concentração é a maior companheira de nós, arqueiros. Eu concordava com suas palavras, tanto que buscava atirar somente quando me sentisse confiante para tal ato.

Mais um badalar me alertou, apontando o local onde o objeto estava. Larguei a correia da arma, deixando a flecha escapar por ela e avançar contra o alvo. Por incrível que pareça pensei ter escutado o ar sendo cortado, mas logo pensei se tratar da minha imaginação.

Novamente escutei o som da voz de Hans ao fundo, falando o resultado da minha ação. — Mais uma vez quase irmão, passou de raspão no alvo, mais um pouco e você enfim consegue. Apenas se concentre um pouco mais, respire fundo e prenda a respiração logo em seguida antes de atirar, assim você não vai tremer na hora de atirar. Aquelas palavras deram a mim um novo meio para alcançar meu objetivo. Não havia passado na minha cabeça que isso interferiria na minha ação.

Tendo essa sugestão em mente decidi colocá-la em prática, ver no que iria dar. Levantei minha arma na direção dos objetos distanciados, puxando sua corda mágica afim de criar a flecha e assim ter como atirar. Aguardei, enquanto respirava lentamente para assim me concentrar no som feito a cada cinco segundos, e assim saber a posição do meu alvo.

Os minutos se passaram, meu coração batia em um ritmo bem lento, dando a mim uma serenidade momentânea. Enquanto isso escutava o badalar do sino, e após isso respirava profundamente e prendia a respiração, contando até cinco quando teria o próximo sinal do objeto. Assim que o escutei eu simplesmente soltei a corda, deixando a flecha escapar pelos dedos e avançar pelo ar, cortando-o rapidamente.

O instrutor, e também meu irmão, aplaudia ao fundo, elogiando e falando o quanto aquela estratégia fazia a diferença para um atirador. — Está vendo Vince, como faz toda a diferença fazer o que te disse? Pode tirar sua venda, meus parabéns. Baixei meu arco, retirando com a destra o pano que cobria meus olhos.

Lá estava, a flecha de mana presa no objeto que se movia. Certamente eu não havia acertado o centro, o ponto que todos nós almejávamos acertar desde o inicio do treinamento, mas aquelo já era o bastante para mim, que não tinha habilidades.

Não pude segurar o sorriso, aproximei-me de Hans apertando sua mão em forma de cumprimento, e o agradecendo pela ajuda. — Muito obrigado irmão, isto me ajudou bastante. Nunca pensei que conseguiria fazer algo que achava ser praticamente impossível.

Antes de partir do local parei para observar os demais integrantes do treinamento, os vendo se sair bem assim como eu. Permaneci por ali durante alguns segundos, partindo um pouco depois de dar um até logo ao homem que me ajudara durante aquele exercício.

Considerações:

Magias Usadas:
Passivas:
Ativas:
Armas Levadas:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. | Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
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Mensagem por Aprilla Deapryth em Qui Set 05, 2019 6:43 pm

tiro às cegas
aula de arquearia
Depois das aventuras no reino dos contos de fadas, era necessário retomar os treinamentos, ainda que a loja Zoella estivesse em construção. Por isso, assim que soube que o novo instrutor de arquearia havia proposto uma nova aula, April não tardou em marcar presença.

Chegou minutos antes, com Fura Olhos já em seu formato majestoso de arco e aljava. Em uma rápida olhada, constatou a presença de semideuses novos, os quais nunca vira no Júpiter, e por isso sorriu. Era muito bom e satisfatório saber que, apesar de tudo, eles sobreviviam no mundo externo e conseguiam alcançar as proteções dos acampamentos.

Enquanto Hans ditava as regras do treinamento, April se alongava. Queria estar preparada da melhor forma possível para o exercício, cuja estrutura fora erguida lindamente nos Campos de Marte. O desafio real proposto era bastante interessante, e talvez a familiaridade que a garota tinha com o arco não fosse, no final das contas, um grande diferencial. Nunca havia atirado sem os olhos. Eles eram uma peça fundamental da arte do tiro.

Posso ir? — questionou quando o instrutor pediu por um voluntário para começar. Como filha de Victoria, além de dar o máximo para a conclusão de uma atividade, por exemplo, era preciso realizá-la muito bem. Portanto, tendo isso em mente, April se posicionou.

Ela respirou fundo quando o rapaz se aproximou e, por trás, passou o pedaço de pano por seus olhos. Com a confirmação de que estava confortável, ele deu o nó e, assim, a visão da legionária estava totalmente obstruída, escura. Segundo as orientações, deveria desenvolver a audição e a percepção, de maneira substitutiva à visão.

Sendo assim, dedicou-se a enfocar sua atenção ao que ouvia. O primeiro dos apitos soados pelo primeiro alvo veio da esquerda. Ao invés de virar-se para ele, Deapryth permaneceu imóvel. Cinco segundos depois e ele estava mais perto de si, à direita. Outros cinco, à esquerda de novo.

Com calma e silêncio, ela engatou a primeira flecha ao cordel e o estendeu, soerguendo o arco. O braço direito fletido deixava o projétil rente a sua bochecha, pronto para ser disparado. Mas era preciso ter certeza de onde o alvo estaria para, então, atacá-lo.

O padrão que April parecia ter entendido tinha quatro pontos: esquerda distante, próximo a si, esquerda e direita média. Esperou que as movimentações se repetissem mais três vezes para que, na migração do último para o primeiro ponto, o tiro fosse efetuado.

O baque surdo da flecha dourada em contato com a madeira fez com que alguns dos espectadores vibrassem de alegria discretamente. Orgulhosa de si, a meio-sangue deixou que um sorriso tímido brotasse em seus lábios, mas logo o conteve. Ainda tinha outros três alvos.

Ela se virou bruscamente à direção oposta a que estava quando o ruído do novo alvo surgiu. Muniu o arco mais uma vez e fez-se esperar para acompanhar os movimentos. A contagem dos segundos de intervalo, nos quais o alvo mudava de lugar, era essencial. No entanto, o padrão da vez era mais extenso que a anterior e, por isso, ela não conseguiu decorá-lo.

Sentiu certa pressão sobre si por ter passado da primeira parte sem qualquer erro, mas precisava se acalmar. Esperou mais um pouco. Beep à direita. Beep à direita de novo, porém menos distante. Deliberou o cordel em seguida, mas a flecha zuniu ao longe, passando perto do alvo. Para sua surpresa, a pequena plateia acompanhou sonoramente o grito, em um típico uuuh!.

Após engatar outra flecha no arco, reergueu-o. Estirou sua corda, preparando o tiro. Concentradíssima, April conseguiu efetuar o disparo dois milésimos depois que o sinal sonoro foi dado. Tendo o corpo voltado à direita, sem contar a maestria com a arma em questão, o projétil se alojou no alvo, mais ou menos na metade da distância entre o centro e o contorno.

Ela entreabriu a boca para o soltar o ar, visto que o segurara por mais tempo do que de costume, e esse curto espaço de tempo foi suficiente para que o som relativo ao terceiro alvo surgisse. Sem pressa, diferente do que outros semideuses provavelmente fariam, a ex amazona arrumou Fura Olhos e retornou à posição de ataque.

Considerando o sucesso no tiro anterior, no qual ela esperou o exato momento em que o barulho apareceu para atirar, optou por prosseguir com essa estratégia. Entretanto, sua primeira tentativa foi falha graças ao sutil atraso que seu corpo mostrou ao se virar de um lado para o outro.

A segunda tentativa foi parecida, desabrochando o pensamento, à moça, de que ela tivera bastante sorte. A flecha cortou o ar, passando de raspão na placa amadeirada que era o alvo, e aqueles que a assistiam vibraram sonoramente nesse instante. Ela bufou, entendendo o que acontecera, e se preparou mais uma vez.

Lembrou-se, a todo instante, que era preciso se focar em sua audição, porque ela, somada à percepção, proporcionariam sucesso no que a aula propunha. Então, por isso, respirou profundamente e, com certo esforço, ignorou os ruídos que não o bipe, de modo a aproximar-se do êxito.

Mais uma tentativa e, na seguinte, o barulho foi interrompido pelo choque da flecha contra o alvo, bem próximo do centro. April não conseguiu mascarar seu contentamento, saltitando umas poucas vezes em seu lugar antes de continuar.

Venturosamente, a dificuldade de acertar os alvos não era progressiva, ainda que os padrões de movimentos pareciam não existir às vezes. Sendo assim, persistiu na técnica do barulho, deixando corpo e mente trabalharem bem unidas para proporcionar a ação mais correta possível, que desencadeou a comemoração dos espectadores ao ser descrita.

Suspirando, a legionária devolveu Fura Olhos ao seu tamanho reduzido - um par de anéis de falange - e os vestiu, liberando as mãos para tirar a venda dos olhos. Fazendo isso, encontrou um Hans sorridente caminhar em sua direção, aplaudindo com emoção seu sucesso.

Foi mais difícil do que eu pensei... — comentou, em baixo tom. Mesmo trabalhando com sua timidez, ela tinha dificuldade no desenvolvimento de diálogos, independente do tipo. De qualquer maneira, ela se retirou do centro dos Campos de Marte, conforme instruída, e se juntou aos demais alunos, que assistiam o desafio de um por um.

FPA:
item:
• Fura Olhos [Dois finos e lisos anéis de falange que assumem a forma de um arco curto de 1,3m e uma aljava, ambos de adamantino. Os dois itens possuem entalhes simples, dourados e simétricos de ramos de louro, como se estes tivessem se desenvolvido ali. As 20 flechas presentes na aljava, por outro lado, são igualmente divididas entre ferro estígio e ouro imperial. Para auxiliar na escolha, as de ferro estígio possui o cabo mais áspero e fino, já a de ouro imperial é liso. | Efeito mecânico: transforma-se em dois anéis de falange | Efeito 1: As flechas são repostas por uma troca de 20MP (1MP para cada flecha). | Efeito 2: Graças a um encantamento, as flechas possuem mais velocidade quando atiradas, o que consequentemente intensifica a força e, portanto, o dano causado. Dano extra: +25%. | Efeito 3: O responsável pelo efeito teleguiado é outro encantamento, permitindo que, desde que não haja obstruções no caminho (paredes, outras pessoas), as flechas persigam o alvo da semideusa, descrevendo qualquer movimento para isso. | Bônus de forja: +15% de dano; bônus FPA: +30 de dano; bônus lendário: + 8% de chance de crítico. | Ouro Imperial e Ferro Estíge (Flechas); Adamantino (Arco e Aljava) | Alfa (flechas) e Super Alfa (Arco) | Espaço para 2 gemas | Status 100%, sem danos | Lendário | Forjado por Nikolaev]
habilidades aprendidas:
Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Nome: Perícia em Ambidestria
Descrição: Depois de treinar, o semideus é capaz de usar ambas as mãos e pernas em combate, distribuindo força e equilíbrio necessário para já ter a mesma eficiência no uso. Será capaz de, por exemplo, usar duas armas ao mesmo tempo além de equilibrar-se mais fácil por ter ambas as pernas como dominantes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força e equilíbrio.
Dano: Nenhum

Nome: Dia do caçador
Descrição: Com essa habilidade o semideus tornara-se silencioso como um espírito, conseguindo correr em meio a vegetações e terrenos desconhecidos. Conseguem apurar seus sentidos e coordenação ao desenvolver tal habilidade, também notam com mais facilidade o que acontece a sua volta, tendo seus sentidos mais aguçados, a fim de perceber quando estão em problemas dando-os a chance de fugir ou lutar.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de furtividade e percepção
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Pericia com Arcos IV
Descrição: O seu manejo se tornou perfeito, os treinamentos realizados por você lhe trouxeram o resultado esperado. Você se tornou um arqueiro, consegue se mover depressa, atirar, e até mesmo usar o arco para se defender, acertando alvos moveis e não moveis, além de conseguir atirar até duas flechas por vez.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de arcos.
Dano: +35% de dano se a arma do semideus atingir o alvo.

Nome: Pericia em Movimentos com Arco II
Descrição:  Não basta saber atirar uma flecha, manusear um arco ou mirar um inimigo com precisão, também é preciso aprender a movimentar o corpo e descobrir como ele pode influenciar sua batalha no armamento escolhido. Um arqueiro precisa se tornar esquivo, precisa saber saltar, precisa saber cair e rolar enquanto atira, tudo isso sem perder a precisão e a mira, afinal seu inimigo não vai ficar esperando você se posicionar para ataca-lo mais uma vez.  Essa habilidade busca aprimorar exatamente isso, tornando o arqueiro um hábil acrobata, um gatuno esquivo e um atirador de elite em relação a arma em que esta portando. Agora ele será capaz de realizar movimentos mais precisos, pular e atirar ao mesmo tempo e rolar em seguida para buscar uma nova posição e atacar ou contra-atacar seus inimigos.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de agilidade, flexibilidade e precisão ao lutar com arcos.
Dano: +50 de dano se a arma do semideus (arco e flecha) atingir o inimigo.
Extra: Nenhum.
Mayu Amakura
Aprilla Deapryth
Aprilla Deapryth
V Coorte
V Coorte

Idade : 18

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11ª Aula de Arquearia Empty Re: 11ª Aula de Arquearia

Mensagem por Emmanuelle S. H. Henz em Dom Set 08, 2019 10:22 am




AULA
Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz
Nostalgia: do grego antigo... a sensação de saudade originada pela lembrança de um momento vivido no passado.”

A campina ainda tinha o mesmo odor de veraneio aquela hora da manhã. Orvalho pingando, grama molhada e sol. Uma boa descrição para quem não participava de aulas ou as ministrava a tanto tempo e agora invertia o papel passando de professora a aluna em uma aula que ela conhecia muito bem, que era perita.

Era quase desafiador estar de pé naquela campina sem fazer parte do holofote. Era engraçada a sensação, mas fazia Manu se sentir estranhamente bem, como se no agora ela pudesse ser simplesmente ela... Não a caçadora temida pelo poder antigo que possuía, não a filha de Poseidon habilidosa que largara tudo para se juntar as grandes donzelas, não a filha da empresaria mais renomada da Alemanha. Apenas... ela.

E ela estava extremamente feliz com isso.

De pé sobre a antiga arena de arcos ela observava Hans dando instruções sobre a aula. O chalé de Apolo estava em massa sobre o campo como há muito ela não via, o que soava engraçado depois de tanto tempo ensinando alguns deles. O garoto tinha conseguido cativar seus irmãos com seus ensinamentos e isso para Manu era de certa forma fascinante.

Hans explicou os desafios da aula e o que eles fariam no decorrer dele. A tarefa seria ministrada de olhos fechados e o desafio ali era conseguir atingir o alvo sem usar a visão, algo tremendamente complicado até mesmo para alguém como Emmanuelle, cuja vida fora aprender a atirar corretamente.

Vendas foram entregues para todos os alunos, que um a um se prostraram diante do campo para iniciar o desafio. Um deles tomou a frente e outro depois desse para cumprir o desafio, dando chance a filha de Poseidon de acompanhar os comandos e movimentos das criaturas que se moviam para o campo. Cinco segundos... esse era o intervalo de tempo que eles provocavam os ruídos enquanto fugiam dos arqueiros que tentavam atingi-los pelo campo.

Ao perceber isso Manu franziu a testa de leve, então foi em busca de um dos arcos disponíveis na arena, afinal em breve seria sua vez. A jovem optou por um arco longo e curvo, leve em suas mãos e que se fechavam perfeitamente na curva de seus dedos. As flechas eram feitas de madeira, com cabo comum de ferro, algo simples, porém que lhe serviriam para o que pretendia.

Ela podia ter trazido o próprio arco, mas sabia que com ele teria vantagens e queria se desafiar diante da aula de outro instrutor, um que ela admirava e vira crescer em suas próprias aulas ao longo dos anos. Queria agora fazer o mesmo com ele, aprender e desenvolver suas habilidades junto a Hans, que tinha sim muito a lhe ensinar.

A garota voltou a sua posição no exato momento em que o filho de Apolo chamou o próximo aluno, a jovem não perdeu tempo e se voluntariou para o desafio, colocando-se à frente dos demais sem dar a chance de tomarem seu lugar.  De forma breve Hans explicou o desafio mais uma vez, lembrou-a que precisava confiar em seus sentidos e se concentrar se quisesse atingir o alvo, em seguida lhe permitiu colocar à venda.

Manu deu alguns passos a frente e se colocou na linha de tiro, em seguida prendeu a venda aos olhos e inspirou profundamente, deixando que seus sentidos se ampliassem enquanto o garoto iniciava o desafio da aula. A jovem puxou uma flecha e a posicionou no arco, então começou a prestar atenção no campo, concentrando-se em cada odor e cada ruído, sem deixar seus sentidos lhe enganarem.

Ela podia ouvir risadinhas e cochichos as suas costas, frutos dos semideuses inquietos e hiperativos na campina. Podia ouvir o farfalhar do vento sobre a campina e sentir o odor profundo dos morangos que eram plantados no acampamento não muito longe dali. O sol quente lhe tocava a pele, mas o único ruído diferente era aquele sonoro som de passos correndo pela campina e emitindo um tipo estalo sonoro semelhante a um zumbido que se propagava a cada cinco segundos.

Manu se concentrou nesse som, ajeitou os dedos ao redor da corda e relaxou os ombros, contando e calculando mentalmente a distância antes de inspirar profundamente. Ela ergueu o arco, relaxou o cotovelo e soltou o ar junto a flecha, ouvindo o zumbido familiar do disparo percorrer o campo antes de um baque mudo ecoar pelo ar, lhe dando a certeza de que o primeiro adversário tinha sido atingido.

Ela desejou saber onde, desejou poder tirar a venda dos olhos para saber o quão preciso tinha sido seu tiro, mas daquele ângulo e da forma com que se encontrava teria que se contentar com o que sabia. Pela posição em que estava do alvo e a altura com que tinha atirado provavelmente tinha atingido um ponto da cintura, talvez um pouco abaixo ou acima. Não era um tiro letal, mas ainda assim era um tiro e se fosse em uma situação de vida ou morte teria lhe dado a vantagem que precisava para executar um segundo movimento. Saber disso por hora lhe bastava.

O segundo alvo entrou em campo, a fazendo sentir a terra abaixo de seus pés farfalhar com os movimentos. Para outros semideuses devia ser algo imperceptível, mas para ela cujo os sentidos sempre foram ligados aquele elemento devido as habilidades de seu pai isso era algo tremendamente natural. Manu podia sentir qualquer mudança na terra, por mais sutil que fosse e embora a ignorasse com certa frequência seu treinamento como caçadora a impedia de fazê-lo por completo. Certa vez Artémis lhe dissera para confiar em seus sentidos, pois existiam situações em que eles poderiam salvá-la, se estivesse em uma batalha e cega como naquele momento, certamente isso seria uma vantagem.

Manu armou o arco mais uma vez, preparou a flecha sobre a corda e testou a espessura enquanto se concentrava nos ruídos provocados pelo inimigo. Sempre o mesmo som, o mesmo provocar sonoro e baixo que lhe fazia procurar em direções distintas enquanto acompanhava seus movimentos. Ele estava mais longe, percebeu, e estava mais rápido. Hans a estava testando? Provocando seus sentidos para ver até onde ela chegava? Ela se recordava dos outros fazendo o mesmo treinamento, ele não tinha aumentado a velocidade ou a distância para a maioria dos irmãos, mas para ela certamente queria propor um desafio extra.

Manu sorriu... um sorriso simples de canto e discreto de quem adorou a sensação do desafio.

A jovem tencionou os músculos, relaxou os ombros e ajeitou as pernas ao se mover para a direita, apontando o arco e acompanhando seu inimigo com a ponta da flecha antes de ouvir aquele zumbido mais uma vez. Atirou o projétil num ponto a frente, tendo a certeza de que ele atingiria o alvo devido a distância em que se encontrava e o tempo de seus movimentos, um cálculo fácil devido aos pontos em que ela estudara anteriormente.

Outro baque mudo ecoou ela campina. Manu soltou o ar e mais uma criatura entrou em movimento, lhe fazendo repetir o gesto já que essa estava na mesma velocidade e distância da anterior. Como o último ela também acertou esse, restando somente uma criatura para lhe desafiar. Ela estava curiosa com o que Hans faria para lhe desafiar e descobriu que ele era bastante esperto ao perceber o que o garoto tinha feito.

O quarto inimigo tinha entrado em campo, seu zumbido agora familiar estava mais baixo e a distância tinha sido aumentada mais uma vez. Contudo, o tempo em que ele provocava os ruídos estava mais longo, tornando difícil a tarefa de identificá-lo.

Ela usou a posição do vento para conseguir isso.

Ampliou seus sentidos mais, tencionou os músculos e posicionou a quarta flecha no arco, puxando a corda que tinha se tornado familiar entre seus dedos. Era uma sensação confortável, quase um complemento para suas habilidades imperfeitas. Ela inspirou fundo, contou os batimentos e os utilizou para calcular o tempo de movimento entre um intervalo de um ruído e outro, contou como se contasse os passos dele. Então puxou a corda e mirou um ponto a frente, contando e recontando seus batimentos antes de ouvir o ruído mais uma vez. Em seguida atirou, calculando a distância e o ponto enquanto a flecha atravessa o campo em direção a um ponto que ele ainda não se encontrava.

Seu coração vacilou a última batida, mas o baque que ecoou pelo ar lhe deu a certeza de que ela tinha dominado o quarto alvo e com isso, vencera o desafio do jovem filho de Apolo.

Kyra



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11ª Aula de Arquearia Empty Re: 11ª Aula de Arquearia

Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Seg Set 09, 2019 10:39 pm

Tópico encerrado, em avaliação


Hans Nikolai Kültzer
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11ª Aula de Arquearia Empty Re: 11ª Aula de Arquearia

Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Ter Set 10, 2019 7:43 pm


 tiro as cegas avaliação
Modelo de Avaliação
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus (50 XP x nº de alunos): 50 x 5 = 250
Total: 150 exp

Magnólia D'if
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 XP

Natsuki Yamamura
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 XP


Vincent V. Valentine
Criatividade: 40
Ortografia: 35
Coerência: 25
Ações Realizadas: 10
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 380 XP
Spoiler:

Você não cumpriu todo o objetivo da aula, na explicação está que deveria ser dado quatro tiros com acerto ao todo, você só acertou um alvo, deveria ter continuado o texto até ter conseguido executar todos, por isso os descontos, além disso, encontrei alguns erros de concordância verbal na sua escrita, revisão sempre!

Aprilla Deapryth
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 XP

Emmanuelle S. H. Henz
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 XP


Todos Recebem a Habilidade:

Nome do poder: Tiro às Cegas I
Descrição: Quando impedido de usar sua visão para atirar com arco, o semideus com essa habilidade usa sua percepção e audição para se beneficiar da situação e conseguir continuar usando sua arma. Com o aumento dessas duas características, o semideus consegue um tiro tão preciso quanto se estive utilizando seus olhos para mirar, agora o ambiente contribui para ele ter sucesso no disparo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de percepção e audição ao usar arco.
Dano: +15% de dano com arco.
Extra: A habilidade só pode ser utilizada quando o semideus possui algum limitante (escuridão, fator ambiental ou fator físico) quanto a sua visão.
MONTY


Hans Nikolai Kültzer
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Lider de Apolo
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11ª Aula de Arquearia Empty Re: 11ª Aula de Arquearia

Mensagem por Minerva Ontem à(s) 3:26 pm

Modo de avaliação
Introdução: 400 XP
Informação: 400 XP
Personagem: 400 XP
Missão: 400 XP
Habilidade: 400 XP
Total: 2,000 XP
Bônus: +30 XP por aluno.
Dracmas: 500 fixos + 50 por aluno

Hans
Modo de avaliação
Introdução: 400 XP
Informação: 400 XP
Personagem: 400 XP
Missão: 400 XP
Habilidade: 400 XP
Total: 2,000 XP
Bônus: 5x30 = 150 XP + 2.000 = 2.150 XP
Dracmas: 500 fixos + (5x50) = 750 dracmas
Minerva
Minerva
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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11ª Aula de Arquearia Empty Re: 11ª Aula de Arquearia

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