The Blood of Olympus
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XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō

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Mensagem por Noah Blackburn em Qua Ago 07, 2019 3:14 pm

.: Aulas de Combates Corporais :.



XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō Giphy
- - - - - - Introdução - - - - - -
Local: Arenas AMS / Campos de Marte
Horário: 10:00 am
Clima: Nublado, 23°C

Aquela manhã estava tudo no seu devido lugar, mas as coisas poderiam mudar com uma simples aula. Algumas paredes de terra foram erguidas por toda a área de treinamento e elas seriam o foco da aula.

— Muito bem, alunos, hoje não ensinarei um estilo de luta, mas garanto que vão adorar aprender isso, principalmente quando estiverem desarmados e quiserem causar um bom machucado em alguém. -
Iniciei minha aula diante dos alunos interessados na aula.

— Primeiro vocês devem se concentrar. - Falei. — Inspirem e expirem, tentando tirar os pensamentos desnecessários da mente e apenas imaginando que a energia está viajando pelo seu corpo, fluindo como as águas de um rio. - Minha fala cessou por algum tempo, este mesmo que eu levei para fazer o que dissera, respirando fundo e deixando minha energia fluir.

— O segundo passo é canalizar essa energia no punho, amassando a energia para que o golpe flua bem. - Expliquei e senti minha destra formigar.

Com o olhar fixo na parede de terra, fechei o punho que executaria o golpe e corri na direção do alvo, aplicando um soco nele assim que me aproximei.

O impacto com a terra não me afetou, diferente do alvo que se quebrou em vários pedaços medianos e caíram sobre o chão que também sofrera com parte do impacto.

Respirei fundo novamente e me voltei aos alunos enquanto ajeitava os cabelos. — Tudo bem, agora é com vocês.


- - - - - - Instrutor - - - - - -

Noah é filho de Eros, legado de Éris e pertence ao grupo Argonautas de Hera/Juno. Seu temperamento é forte, mas isso não quer dizer que ele seja um carrasco, muito pelo contrário, ele está sempre sorrindo e fazendo piadas, essas que sempre são de duplo sentido, sendo muito safado na maioria das vezes. Contudo, quando está diante de seus alunos, ele toma uma postura mais séria e assume o cargo perfeitamente, ajudando no que for preciso para ensinar perfeitamente sua "matéria".


- - - - - - Missão - - - - - -
• O principal para aprender essa técnica é concentrar energia no corpo, depois canalizá-la para o punho e, por fim, socar um alvo (não vivo) e ver o que acontece. Parece simples, mas não são todos que conseguem fazer isso de primeira, por isso eu peço que tenha bastante coerência em relação a isso.

• Cada post deve ter, no mínimo, uma tentativa falha.

• Vale lembrar que você está fazendo um exercício físico, então se alongue antes de começar.


- - - - - - Regras e Informações - - - - - -

• Mínimo 20 linhas.
• Cuidado com o template usado, evite cores berrantes, fontes desconfortáveis para leitura ou muito pequenas e, principalmente, não use template com barrinha. Descumprindo esta regra, poderá ter um desconto tão desagradável quanto este tipo de template.
• Fiquem à vontade para interagir com Fred, mas não fujam do que foi descrito sobre ele.
• Dúvidas? Envie MP ou pode perguntar via chat.
• A aula ficará disponível até 25/08/2019, às 23:59
BÔNUS: Caso 3 ou mais players postem na aula, será dado um bônus que funcionará da seguinte forma: número de alunos ✕ 50xp.


- - - - - - Recompensa - - - - - -

Nome do poder: Ōkashō
Descrição: Essa habilidade exige uma concentração e controle energético minucioso. Uma imensa quantidade de energia é amassada dentro do corpo e, um momento depois, tudo que é recolhido e enviado ao punho e, então, é liberado para o alvo, gerando mais dano que o normal.
Gasto de MP: 30 pontos de MP por uso
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de força, valendo apenas para quando for utilizado.
Bônus²: Para aqueles que possuam mais de cinco pontos em força, é possível socar o solo, fazendo com que uma cratera se forme, quebrando a terra ao redor do usuário, mas para isso deve-se sacrificar 50 pontos de MP e não 30. A cratera atinge até 2,5 metros de diâmetro e profundidade.
Dano: +10% de dano em socos quando utilizado.
Extra: Exige que uma ação seja perdida enquanto concentra a energia no corpo e passe ao punho. Não é possível fazer isso com ambos os punhos.
Extra²: Após utilizada, a habilidade entra em espera por três turnos, independente se acerte ou não.
Extra³: Depois da energia emitida ao punho, não é mais necessária tanta concentração, podendo perseguir alguém facilmente. Entretanto, a energia se desfaz se precisar defender ou atacar com outro poder ou armamento.


Combate
Corporal

Noah Blackburn
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Argonautas de Hera/Juno
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Mensagem por Luck H. DeLonge em Qua Ago 07, 2019 8:49 pm

- O segundo passo é canalizar essa energia no punho, amassando a energia para que o golpe flua bem. – explicou o instrutor instantes antes de conferir um golpe avassalador contra a parede de terra que estava à sua frente.

Como vou fazer isso?! pensei com prontamente e já observando meus braços finos e pouco definidos. Fazia dias que não ousava pisar na arena de treinamento e dedicara todo esse tempo aos estudos de minhas curiosidades pessoais. Estava fora de forma novamente e nenhum sangue divino me salvaria do desgaste físico de qualquer exercício que eu pudesse fazer.

Ainda assim eu resolvi frequentar a aula de força física. Não conseguia não ceder à pressão criada por Charlotte, a semideusa que me acompanhou durante as primeiras semanas no Acampamento Meio-Sangue. “Pressão” é apenas a forma gentil para definir as ameaças que ela fizera ao entra no meu chalé, quase derrubando a porta, e gritando para eu deixar meu beliche e fazer algo que ela considerava como útil para a minha sobrevivência.

-  Tudo bem, agora é com vocês. – ouvi novamente o instrutor dizer.

As palavras me tiraram de meus pensamentos pessimistas sobre a atividade que deveria exercer e pus-me de frente para uma das paredes posicionadas pelo professor. “Alongue-se e esteja preparado para tudo”, fora o que Charlotte me dissera em nosso primeiro treinamento juntos. Pus-me em movimento, esticando braços e pernas. Felizmente escolhi o pacote de roupas perfeito para o treinamento. Shorts esportivos confortáveis e uma versão regata da blusa do acampamento. O look combinava bem com os 23ºC que faziam, apesar do tempo fechado que pairava sobre o acampamento. Vem chuva por aí? me perguntei estranhando a possibilidade de tempo ruim já que os coordenadores do Meio-Sangue tinham total controle sobre o clima.

Depois de me preparar para socar uma parede de terra (!!!), realizei o primeiro passo indicado pelo instrutor. Respiração e concentração. Talvez eu não devesse ficar tanto tempo acordado estudando, afinal isso requer uma dose grande de cafeína. Concentração não é uma coisa que se consegue fácil quando se está ansioso graças à uma substância que te deixa acordado por horas. Boa Luck!

Olhei para os lados em busca de uma inspiração, de um outro exemplo de semideus que pudesse já estar praticando o poderoso soco destruidor de paredes. Nada. Ainda não haviam tentativas e me restava seguir em frente sozinho. Novamente eu precisava estar em um momento só meu, pois parando para pensar a concentração é parte do autoconhecimento. Refleti então sobre as últimas músicas que escutara e logo me veio à mente a sonoridade de “Euforia”, um som de uma banda brasileira pouco conhecida e que me despertava sentimentos de paz.

A melodia entrou em mim e me fez esquecer toda a dor e ansiedade. Respirei fundo como se o ar fosse acabar e soltei como que parar retirar todo o veneno que havia dentro de mim. Um passo à frente, firmando o pé de traz para dar apoio ao giro do corpo. Concentre-se, Luck.

Minha mão atingiu uma velocidade que minha imagem interpretou como se ela tivesse ultrapassado a barreira do som. O giro de corpo perfeito! Ao menos era nisso que eu acreditava. O som oco me mostrou que eu estava errado. Meu corpo estremeceu e a confiança se esvaiu, como água escorrendo de um jarro quebrado. Retirei a mão da parede com cautela esperando o pior, sague ou até um dedo ou dois inchados devido à uma fratura.
Virei a parte posterior da mão e me tranquilizei ao reparar que havia apenas dedos roxos e ralados, mas sem sangue ou aparentes dedos quebrados. O pulso ainda funcionava e os nós dos dedos, apesar de doloridos, se encontravam em bom estado. Estalei cada parte da mão numa tentativa de acabar com a rigidez adquirida com o soco e o resultado fora o melhor possível.

- Foco na concentração. – resolvi dizer baixinho para retornar com a confiança.

Eu havia sentido algo de diferente naquele soco. Ele foi mais do que um simples murro numa parede de terra, havia energia correndo em minhas veias. Nela também estava alojado o desânimo da falha, mas como semideus eu deveria persistir e aprender com meu erro. Foco na concentração. repeti mentalmente as palavras de segundos antes.

Fechei os olhos numa nova tentativa de concentração e nela tentei fazer algo diferente. ”Euforia” me levava ao vazio, mas não era ele o que eu estava buscando. Concentração não é esvaziar a mente e apagar tudo no que se está pensando. É olhar para um ponto e guiar sua mente para segui-lo. O meu punho deveria esse ponto e nele eu precisava canalizar minhas energias. Os outros pensamentos que me acompanhavam tinham de seguir esse caminho.

A melodia de “Euforia” deu leveza ao meu punho. A ansiedade que sentia ofereceu a ele a impulsão necessária. Meus anseios para novos conhecimentos a resistência para aprender aquele golpe. Assim movimentei meu pé novamente para frente, sustentando o giro do corpo para o golpe na parede de terra.

BOOOM!

O som que viera após o soco fora mais agradável do que eu imaginava. Não com aquela sonoridade oca de antes, mas do rachar da parede à minha frente. Minha mão tornou a dor, mas com uma intensidade infinitamente menor. Sentia ela quente devido ao impacto. Porém, o calor era revigorante. Eu estava ofegante, muito mais do que se tivesse dado um soco normal. Sentia uma energia fluir dentro de mim.

Assim que me ajeitei para atingir uma postura relaxada, o instrutor chegou perto de mim avaliando o resultado. Com um sorriso no rosto e admirando o buraco na parede de terra acabei por dizer:

- Acredito que isso seja um sucesso, certo?
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Mensagem por Pietro Di Giorgio em Sex Ago 16, 2019 2:22 pm

Comrade
The truest wisdom is a resolute determination



Não estava ali unicamente para treinar, na verdade nem havia passado em minha mente treinar no AMS, no entanto as situações me levaram a encontrar meu companheiro, Noah.

Então está interessado em me maltratar? — questionei com um breve sorriso no rosto enquanto alongava o corpo para ouvir o que ele tinha para explicar, a minha atenção era sempre máxima em respeito aos instrutores, mesmo que estivesse ansioso para encontrar Zara. Foi então que Noah iniciou sua pequena demonstração, explicando o passo a passo para todos nós e tudo aquilo me soava parecido com uma técnica que já tinha conhecimento, no entanto parecia mais intensa do que ela, fato que me ocorreu quando o argonauta executou-a.

Interessante.—respirei fundo, isolando quaisquer fossem os ruídos ao meu redor, focando somente na execução da técnica que Noah havia ensinado, deveria deixar a imaginação fluir para que tivesse êxito de primeira, para isso usaria uma mecânica já conhecida para isso.

Imaginei um rio correndo através de meu corpo, esse rio significava toda a energia que tinha disponível naquele momento, no segundo momento demarquei um ponto específico para todo aquele rio fluir, condensando-o no centro de meu peito sentindo a imensa aura de energia adensada se formar rapidamente. Logo após iria deslocar toda essa massa para um outro ponto, sim,  exatamente a minha mão esquerda que seria a utilizada no aprendizado. Abri os olhos lentamente enquanto erguia o braço na altura do rosto, sentindo todo meu esforço valer a pena momentaneamente.

Acho que é isso então. Nunca pensei nessa possibilidade.

Avancei em direção a um alvo humanoide (boneco)  frente a uma rocha, os passos firmes e decididos eram rápidos para qualquer filho de Marte, os anéis na mão reluziram um momento antes de efetuar o golpe. O soco entrou no peito do boneco de tamanho médio, fazendo uma breve abertura do tamanho de um punho normal, porém na saída a cratera feita em seu corpo foi maior que uma melancia, um golpe fatal se fosse em um humano, com toda a certeza.

Então Noah, gostou? Ou ainda preciso aprimorar mais? — perguntei honestamente para ele, enquanto tentava tirar o braço que havia ficado preso dentro do alvo atingido





Adendo:
Pietro acertou de primeira, pois já possui habilidades ativas na lista de Marte que possibilitam conhecer a mecanica dessa.





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Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar.

Pietro Di Giorgio
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Mensagem por Frieryat Börh Hoffmann em Dom Ago 18, 2019 1:15 pm






combate corporal - Ōkashō

A última aula de combate corporal da qual Frieryat havia participado lhe deixou empolgada em aprender mais habilidades físicas. Ficava imaginando quando sairia do Acampamento para realizar algum feito, e queria aprender tudo que lhe fosse possível para se preparar para o tal momento.

Naquela manhã ela acordou tarde, e acabou se atrasando para o café da manhã. Sonhara a noite inteira com as mães e a Floresta, contava para elas como estava sendo a vida no Acampamento. Estava saindo do chalé para correr até o refeitório tentar comer alguma coisa, mas deu de cara com Melinda na porta, segurando uma maçã e uma fatia de pão. — Bom dia, dorminhoca. — A loira cumprimentou sorrindo, entregando as comidas para Frie. — Olha, melhor comer antes que descubram que ando roubando comida do refeitório para você. — Ela disse e gargalhou enquanto a mais velha colocava a fatia de pão inteira na boca. — Danke, Cérebro. — Agradeceu de boca cheia, sentindo o próprio estômago agradecer quando o pão mastigo chegou lá. — Quais os seus planos de hoje, Pinky? — Frie terminou de mastigar o pão antes de responder a irmã. — Então… Hoje tem aula de combate corporal de novo, e eu to bem afim de assistir, sabes? O que me diz? — Perguntou ela, mordendo a maçã. A irmã disse que talvez a encontrasse depois, e Frieryat lembrou que precisava conversar com ela. — Ei, me encontre na praia à noite. Queria conversar algo com você. — A loira assentiu, e saiu depois que Frie pediu que ela não se atrasasse.

Terminando de comer a maçã, a rosada se encaminhou para a Arena e já haviam algumas pessoas esperando a aula do filho de Eros começar. O local estava cheio de grandes paredes de terra, e ela ficou imaginando qual seria o estilo do dia. Uma boa quantidade de pessoas se reuniu no local, e então Noah começou a aula. A moça se surpreendeu ao descobrir que naquele dia não aprenderia um estilo específico, mas uma técnica diferente. Parecia interessante. — Inspirem e expirem, tentando tirar os pensamentos desnecessários da mente e apenas imaginando que a energia está viajando pelo seu corpo, fluindo como as águas de um rio. — Explicou ele, e ao final da explicou, demonstrou o que deveriam fazer, socando uma das paredes de terra à disposição. Ela tomou um susto ao ver como a solidez da parede se desfez em pequenos pedaços com o impacto do toque da mão em punho do instrutor. Frie então achou que não conseguiria.

Tudo bem, agora é com vocês. — Um arrepio percorreu a espinha da filha de Hécate enquanto ela se aproximava de uma das paredes. Esticou os braços para cima, alongando-os. Depois esticou-os à sua frente, puxando uma mão de cada vez para trás. Deu alguns pulinhos e tocou a parede de maneira suave, como se tentasse se conectar com ela. Esvaziar a mente era a parte difícil da concentração. Ela conseguia imaginar energia fluindo como um rio, gostava bastante do movimento das águas, e enquanto observava aquele fluxo era bem fácil para ela esquecer do resto. Mas uma placa de terra não era exatamente um rio. Tentou imaginar um rio. Apenas um rio. Aquele específico no qual era gostava de se banhar, de volta na Alemanha. Pensou nele e em sua mão forte, a esquerda. Tentou pensar apenas naquelas duas coisas. E socou a parede a primeira vez. Um fiasco. Apenas sentiu dor, e uma lágrima brotou em seus olhos.

A verdade era que ela estava com medo de se machucar. Vamos, Frieryat, pare de ser medrosa. Disse a si, em pensamento. Tentando fazer a lágrima voltar para dentro do corpo e não escorrer por seu rosto. Esperou a dor aliviar um pouco, para começar a se concentrar novamente. Pensou que talvez fosse mais fácil se tornasse primeiro o corpo inteiro no rio imaginário, para só depois se concentrar no punho. Fechou os olhos e primeiro se imaginou boiando no rio, deixando que a água a levasse para onde quer que seu fluxo desejasse. Em seguida ela se transformou no próprio rio. Seu corpo inteiro era a água e agora não corria sobre ela, mas junto com ela. Depois, pensou apenas em seu punho, já fechado, como a água corrente. Abrindo os olhos, ela respirou fundo e socou a parede. Ainda doeu, mas dessa vez percebeu que conseguira deformar um pouco a parede. Fora uma belo avanço para a segunda tentativa.

Ela queria muito destruir aquela parede. A segunda tática dera quase certo, mas faltava alguma coisa. Um pouco mais de coragem e algo mais. Algo que transformasse a parede em migalhas. Em pó. Fechou os olhos novamente, se concentrando. Pensou em si como água com mais afinco. Pensou na correnteza dos rios, na força das águas. Sentia o próprio corpo fluindo, algo corria em suas veias e não era apenas sangue. Uma coisa forte surgiu dentro dela. Pensou em sua mão como uma cachoeira. Como a água corria e desaguava com força, para continuar seu fluxo normalmente. Pensou nos arco íris que se formavam quando as águas se encontravam em 90º. Era aquilo. Seu punho precisava ser a cachoeira. Com isso em mente, Frieryat desferiu o golpe na parede. Sentiu uma lufada de ar, e várias partículas de terra voando sobre ela.

De olhos abertos ela pôde ver a parede destruída. Poeira flutuando no ar, alguns pedaços de terra espalhados no chão. Conseguira então. E não doera dessa vez. Aquele era o segredo. Sua mão tinha que ser a cachoeira. — Ei, belo soco. — Elogiou Noah, se aproximando, observando o impacto de seu golpe. — Pode tentar mais uma vez? — A rosada assentiu, aproximando-se de outra parede livre. Seguiu os mesmos passos, mas sem fechar os olhos dessa vez. Olhou fixamente para a parede, lembrou-se da cachoeira e de seu punho fechado. Respirando fundo, jogou o punho sobre a parede, que se desfez mais uma vez. Deixando pedaços ainda menores de terra espalhados pelo chão. — Okay, liberada. Está satisfeita? — Perguntou ele, sorrindo. Frie sorriu de volta, assentindo com a cabeça. — Com certeza. Danke, Noah. — Agradeceu ela, e foi embora da Arena com sensação de dever cumprido. E também com algumas pontadas de dor pelo corpo.

Informações:
Bônus: Loucuras do Fim de Semama:
Estou dentro do prazo e minha xp deverá ser duplicada.









i can't barely feel a fucking thing



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Mensagem por Liz Smith em Dom Ago 25, 2019 9:42 pm

Controle o seu Ki, Liz

A melhor coisa de ter passado dezoito anos no mundo mortal era que você podia acompanhar as novidades do entretenimento com muito mais facilidade. Isso foi de grande ajuda para visualizar qual era o objetivo da aula.

Depois que Noah explicou o que deveríamos fazer, e demonstrou o que era pra ser feito, comecei a me alongar. Preferi dar especial atenção aos meus braços, pois seriam os membros mais utilizados naquele dia. Antes de continuar, enrolei algumas faixas em minhas mãos, como os lutadores fazem.

Após isso, me encaminhei até um bloco de terra e comecei a me concentrar na tal energia que o argonauta havia comentado. Era um pouco complicado essa parte, pois tudo o que vinha a minha mente era um personagem do anime Naruto, mais especificamente o Kakashi, explicando sobre o chakra e como controlá-lo. Obviamente não era a mesma energia que eu possuía, mas já era alguma coisa, pelo menos para imaginar.

Fechei meus olhos e imaginei uma espécie de fogo azul queimando em algum ponto do meu peito e então correndo pelo meu corpo. Com isso, tentei direcionar esse fogo para meu punho direito. Por um momento, senti minha mão formigando, como se alguma energia estivesse se acumulando naquele ponto. Sentindo confiança até demais, acertei um soco no bloco de terra.

Se eu não tivesse treinado como bater em alguém antes, provavelmente teria quebrado minha mão naquele golpe. A dor foi grande, mas ainda assim suportável. De início, não havia entendido porque o golpe não havia dado certo. Uma parte de mim queria simplesmente desistir, mas a outra parte focou em continuar o treino.

Mais uma vez, reuni a energia em minha mão e, depois de canalizada, dei um soco no bloco de terra. Outra vez, sem sucesso. Repeti mais algumas vezes o procedimento, mas ainda assim sem sucesso. Vendo minha incapacidade em dominar o conceito básico, Noah veio até mim, me explicando mais detalhadamente o procedimento.

— Esqueça o que está acontecendo ao seu redor. — Noah fechou seu próprio punho e ficou parado por alguns segundos. — Na maioria das vezes, o caos estará ao seu redor, e será mais difícil se concentrar em reunir a energia necessária para esse poder. Mas tudo se resume em aprender a lidar com isso. Agora, tenta você.

Fechei os olhos, escutando todo o barulho ao meu redor. Realmente, não era nada fácil trabalhar com isso, mas, mais uma vez, senti a energia correndo pelo meu corpo. Mas, dessa vez, aconteceu de uma forma diferente. Eu consegui sentir todo o caminho feito pela energia, da mesma maneira de quando você toma alguma coisa quente, e isso vai descendo pelo seu corpo.

Me aproximei lentamente do bloco, levantando meu punho e o levando para trás, para o impulso ser ainda maior. Então, com um grito alto, soquei o alvo. O que se sucedeu foi uma explosão de terra para todos os lados. Pude sentir a energia saindo de minha mão e se impactando no bloco.

Um sorriso se abriu em meu rosto, pois finalmente havia conseguido dominar aquela técnica. Só esperava que não precisasse gritar a cada soco que eu desse. Agradecendo Noah, corri para o chuveiro, afinal estava cansada, suada e suja de terra.


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Mensagem por Derek C. Starles em Sab Ago 31, 2019 1:52 pm

Treino





Um tempo após a aula de box, acabei por saber de uma nova aula de combate físico, que seria passado pelo argonauta, e por isso decidi parar tudo o que eu fazia naquela manhã para participar dela. Depois de me arrumar por conta de meu trabalho nas forjas fui para a aula, com uma roupa no mesmo estilo da última, uma que permitia meus movimentos mais livres. Já na arena onde seria passada a aula, notei que a mesma tinha sido prepara com alguns blocos de terra no lugar, o que fez eu me perguntar para que eles serviriam, porque não fazia muito sentido eles estarem ali.

Eu não fora um dos últimos dessa vez a chegar na aula o que era bom, pois assim pude fazer um rápido alongamento antes da mesma começar, e também pude amarrar as faixas de treino em minhas mãos. – Muito bem alunos, hoje não ensinarei um estilo de luta, mas garanto que vão adorar aprender isso, principalmente quando estiverem desarmados, e quiserem causar um bom dano em alguém. - Começou a falar o mesmo, enquanto começava a explicar sobre a aula.  

Tudo bem, agora e com vocês. - Com essas palavras a aula se deu início e eu me perguntava como iria fazer aquilo, tudo bem que eu tinha bastante força, e mesmo que recobrisse meu braço com metal eu até poderia atravessar paredes no soco, mas quebrar uma apenas nos punhos limpos era impossível, não para o instrutor obviamente. Segui para uma das paredes de pedra que estavam vazias e fiquei a encarando, pensando em uma forma de como fazer aquilo, tentando entender exatamente como que se conduz um tipo de energia através do corpo, para foca-la em um único ponto e então usa-la para reforçar toda a estrutura, e transferi-la para o alvo em um instante, de forma que dependendo da resistência do mesmo eu também não fosse afetado por aquilo. A parte da energia era relativamente fácil, já que como filhos de deuses nos meios sangues, aparentemente nascíamos com um tipo de energia que nos dava a capacidade para fazer feitos incríveis, tais como criar eletricidade do nada, ou produzir fogo e ou até mesmo manipular grandes porções de água, além de uma infinidade de outras coisas, e colocando e termos práticos, basicamente o que acontecia era um tipo de “refinamento” dessa energia para gerar tais feitos, mas pela forma com que Noah explicara nosso objetivo naquele momento, teríamos que controlar a energia ainda bruta que possuíamos de nossa ascendência e foca-la em um ponto, o que indubitavelmente poderia até certo ponto, proporcionar mais força e resistência no local focado, e ai e que entrava o primeiro problema. Ao canalizar muita energia para um único lugar, se não conseguisse canalizar o fluxo, o “recipiente” em questão iria se destruir, e perder meus braços não era uma opção.

Enquanto encarava a parede e ia pensando em todas essas coisas, eu as vezes coçava a cabeça, ou tampava minha boca com a mão direita e repousava a esquerda em minha cintura, eram manias que eu tinha enquanto pensava, até andar de um lado para o outro resmungando eu estava. Para quem me observava poderia ser uma cena engraçada  –  Está com alguma dúvida? - perguntou o instrutor quando se aproximou de mim, o que me causou um leve susto por estar perdido em meus pensamentos – Talvez. E só que eu estava tentando entender como fazer isso. - Falei para o mesmo – Tente pensar de forma diferente, do que tem pensado até hoje, não se limite a um caminho para fazer as coisas. - Começou a falar o mesmo – Como eu disse deixe sua mente vazia e permita que tudo em você flua livremente sem restrições. - Ao dizer essas palavras, uma memória me veio, de quando eu era mais novo e passava os dias na casa de um colega. A mãe do mesmo era bem diferente das outras mães, ela sempre teve umas crenças estranhas e que naquela época eu até achava engraçado, mas parando para pensar o que ela fazia poderia ser aplicado ali – Acho que descobri uma forma, obrigado. - Falei para o rapaz que saiu andando para ajudar a outros que estivessem com dúvidas.

Respirando fundo, fiquei em posição de combate, os pés levemente separados o tronco relativamente encurvado e firme, enquanto controlava minha respiração fui repassando o que o meio sangue tinha explicado de como fazer, mas ao mesmo tempo me lembrando de como a mãe de meu colega se exercitava em sua casa, como se conduzisse algo invisível. Fechei meus olhos e tentei imaginar essa energia existente em meu corpo, fazendo com que a mesma logo em seguida se focasse em meu punho. Podia sentir minha mão ficando mais quente, como se a circulação sanguínea naquele ponto estivesse mais forte e então quando achei que estava pronto, desferi um soco contra a parede. Uma dor muito forte percorreu meu corpo todo após o impacto com o objeto, ao que parecia crente de que tinha conseguido de primeira, acabei socando a parede com toda força, mas por sorte não parecia ter quebrado minha mão e muito menos deslocado, o que era uma boa notícia.

Respirei mais fundo para controlar a dor que depois de um tempo foi passando, e graças aos deuses eu era bem resistente se não teria quebrado a mão com aquele soco. Enquanto segurava meu pulso eu tentava mais uma vez fazer aquilo – Foco Derek, conduza por seu corpo o máximo de energia que puder, e controle o fluxo com sua respiração, assim como faz quando está lutando. - Falei para mim mesmo em tom baixo, inalando a maior quantidade de ar possível e a liberando lentamente. Eu já tinha conseguido fazer “contato” com a energia agora era conduzir a mesma e isso foi o que fiz. Abri e fechei a mão direita várias vezes enquanto acumulava aquele poder e o focava para deixa-lo ainda mais forte. Em um certo momento quando fechei meu punho, sentir o mesmo tremer como se algo dentro dele o estivesse se acumulando tomando a forma do mesmo e nesse momento desferi mais um soco que dessa vez não me machucara, mas também não tivera o mesmo efeito que o do instrutor – Estou quase lá. - falei me colocando mais uma vez na posição de combate e voltando a puxar aquela energia.

De certa forma eu já podia sentir uma grande fadiga tomando conta de mim, o que poderia indicar que eu vinha gastando muito dessa energia, igual quando usava muitos poderes ao mesmo tempo, eu poderia até desmaiar, mas completaria aquilo. Minha mão direita estava fechada e já começava a tremer novamente pelo acumulo bruto do poder, mas dessa vez era uma grande quantidade tomei folego uma última vez, e antes de o liberar, soquei a parede que na mesma hora se partiu em vários pedaços. Quando vi que tinha alcançado o objetivo da aula, sorri satisfeito com aquilo – Muito bem, se quiser se retirar da aula agora pode ir. - Falara o instrutor. Assenti para o mesmo e fui saindo, queria contar e até mesmo demonstrar aquilo para Carol, porque aos poucos eu estava ficando mais forte por ela.
bichaelson

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XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō Empty Re: XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō

Mensagem por Noah Blackburn em Seg Set 02, 2019 1:26 pm

Aula encerrada, em breve sai as avaliações.
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XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō Empty Re: XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō

Mensagem por Noah Blackburn em Ter Set 03, 2019 1:47 pm

Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 exp

Luck H. DeLonge

Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 exp

Pietro Di Giorgio

Criatividade: 30
Ortografia: 40
Coerência: 25
Ações Realizadas: 15
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 380 exp

Frieryat Börh Hoffmann

Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 exp

Liz Smith

Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 250
Total: 400 exp

Derek C. Starles

Criatividade: 40
Ortografia: 30
Coerência: 25
Ações Realizadas: 20
Aparência: 15
Bônus: 250
Total: 380 exp

TODOS RECEBEM A HABILIDADE ABAIXO.
FPA SOB A IMAGEM DOS AVATARES.
AGRADECIDO!

Nome do poder: Ōkashō
Descrição: Essa habilidade exige uma concentração e controle energético minucioso. Uma imensa quantidade de energia é amassada dentro do corpo e, um momento depois, tudo que é recolhido e enviado ao punho e, então, é liberado para o alvo, gerando mais dano que o normal.
Gasto de MP: 30 pontos de MP por uso
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de força, valendo apenas para quando for utilizado.
Bônus²: Para aqueles que possuam mais de cinco pontos em força, é possível socar o solo, fazendo com que uma cratera se forme, quebrando a terra ao redor do usuário, mas para isso deve-se sacrificar 50 pontos de MP e não 30. A cratera atinge até 2,5 metros de diâmetro e profundidade.
Dano: +10% de dano em socos quando utilizado.
Extra: Exige que uma ação seja perdida enquanto concentra a energia no corpo e passe ao punho. Não é possível fazer isso com ambos os punhos.
Extra²: Após utilizada, a habilidade entra em espera por três turnos, independente se acerte ou não.
Extra³: Depois da energia emitida ao punho, não é mais necessária tanta concentração, podendo perseguir alguém facilmente. Entretanto, a energia se desfaz se precisar defender ou atacar com outro poder ou armamento.


Aguardando Atualização.
Noah Blackburn
Noah Blackburn
Argonautas de Hera/Juno
Argonautas de Hera/Juno

Idade : 23
Localização : Ilha de Argos

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XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō Empty Re: XIII Aula de Combate Corporal -//- Ōkashō

Mensagem por Hefesto em Qui Set 05, 2019 1:31 pm

Avaliação



Valores máximos que podem ser obtidos


Introdução: 420 XP
Informação: 420 XP
Personagem: 420 XP
Missão: 420 XP
Habilidade: 420 XP
Bônus por aluno: + 30XP e 50 dracmas
Total: 2100 XP + 500 dracmas (fixos)

Introdução: 420 XP
Informação: 420 XP
Personagem: 420 XP
Missão: 420 XP
Habilidade: 420 XP
Bônus por aluno: + 30XP e 50 dracmas
Recompensa Total: 2.250 XP + 750‬ dracmas

Atualizado
Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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