The Blood of Olympus
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[MvP SOLO] Arthur Galloway vs Cão Infernal

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Mensagem por Arthur Galloway em Ter Ago 06, 2019 12:18 pm

INFORMAÇÕES DA CRIATURA MITOLÓGICA:

Cão infernal

Grandes cães, de tamanho variável entre o de um grande felino e o de um rinoceronte, dependendo do seu poder e idade.Tem os olhos vermelhos como sangue e pêlos negros e lustrosos. Seus dentes e garras são afiados, possuem sentidos aguçados e a capacidade de enxergar mesmo na mais absoluta escuridão, além da habilidade se locomover pelas sombras, geralmente usando-a para emboscar inimigos com um ataque surpresa e uma morte rápida. Em níveis mais altos, seu rosnado atemoriza quem se aproxima, causando medo em quem o escuta, enquanto que seu uivo pode deixar um inimigo atordoado por até 3 rodadas. Cães infernais são capazes de ver espíritos, e alguns podem atacá-los normalmente devido à sua ligação com o submundo.

Passivas:

► Resistência a medo - criados no Tártaro, resistem a esses efeitos facilmente, apesar de não serem completamente imunes.

► Resistência a trevas e fogo infernal - Novamente, sua natureza faz com que suportem melhor esse tipo de poder, mesmo sem uma imunidade.

► Sentidos aguçados - cães infernais tem um faro e audição extremamente desenvolvidos, conseguindo capitar o mais leve som ou odor e a grandes distâncias.

► Visão no escuro - Cães infernais podem enxergar perfeitamente, mesmo na escuridão total, independente se for mágica ou não.

Ataques básicos:

► Garras e dentes - Cães infernais tem presass e mandúbulas poderosas, capazes de amputar facilmente membros dos inimigos mordidos/ atingidos. Sua força é grande, devido ao seu temanho.

Poderes ativos:

► Viagem nas sombras - Habilidade de se teleportar pelas sombras. A distância é variável, mas quanto mais longe maior o gasto de energia. Podem carregar acompanhantes, em geral apenas um.

Status base: 150 hp/ 150 MP
Nível mínimo: 3
Taxa de variação: Aumento de 15 HP/MP por nível.


MEU NÍVEL:
3 / Comprovação

INFORMAÇÕES PARA ROLAGEM DE DADO

1. DADO PARA O PERÍODO DO DIA (D10):

1 ou 6 : Amanhecer (05:00 - 06:00 horas)
2 ou 7 : Dia (07:00 - 12:00 horas)
3 ou 8 : Tarde (13:00 - 18:00 horas)
4 ou 9 : Crepúsculo (19:00 - 20:00 horas)
5 ou 10 : Noite (21:00 - 04:00 horas)


2. DADO PARA CONDIÇÕES CLIMÁTICAS (D6):

1 ou 4 : Céu limpo (calor)
2 ou 5 : Nublado e ventando (fresco)
3 ou 6 : Chuva com raios e trovões (frio)


3. DADO DO LOCAL EM QUE A LUTA ACONTECE (D6):

1 ou 4 : Arena de Treinamentos
2 ou 5 : Floresta do Acampamento
3 ou 6 : Fronteiras do Acampamento


Here’s your judgement. Here’s reckoning. Write your story down into history, pride and country. You could have everything, so bring home theglory alive
Arthur Galloway
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Mensagem por Arthur Galloway em Ter Ago 06, 2019 12:19 pm

resultado das informações para dados


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Mensagem por Narrador Principal em Ter Ago 06, 2019 12:19 pm

O membro 'Arthur Galloway' realizou a seguinte ação: Lançar dados


#1 'D10' : 4

--------------------------------

#2 'D6' : 4

--------------------------------

#3 'D6' : 6
Narrador Principal
Narrador Principal
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Idade : 24
Localização : Por ai

http://www.bloodolympus.org

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Mensagem por Arthur Galloway em Ter Ago 06, 2019 4:19 pm

high
001
Was it more than it seemed
Incitados a irem até as fronteiras do acampamento, um grupo de novos semideuses - que incluía Arthur - teriam naquele dia a primeira oportunidade de ver de perto o que um patrulheiro fazia. Não sendo um cargo necessariamente fixo para guerreiros específicos, todo e qualquer campista apto para proteger o acampamento podia servir como recruta. Aquele procedimento era considerado natural para os veteranos e nos anos seguintes aqueles que se subordinavam a fazer as primeiras patrulhas estariam prontos para terem seus próprios grupos. Era o ciclo da vida ali dentro. Eram a primeira leva semestral para aquele período e toda a atenção deveria ser depositada nos mínimos detalhes, tal como o líder do grupo havia dito momentos antes de chegarem nos limites do Meio-Sangue.

Owen, o líder e filho de Athena, tomou a frente do grupo e por alguns minutos destinou algum tempo para observarem a beleza retumbante daquela zona. Podiam ver as trilhas para a campina na passagem entre o lago e a floresta, o velocino de ouro protegendo e fortalecendo as barreiras mágicas, o pinheiro de Thalia e o vale dos chalés. Cada um em seu norte geográfico exato. A prole de Deméter chegou a refletir sobre a ambiguidade de uma vida como a sua, onde todos os cuidados maternos lhe foram negados e todo um mundo que sempre existira por debaixo dos panos lhe fora inserido repentinamente ao se reconhecer como semideus. Ao mesmo tempo que não podia se dar ao luxo de viver sob os cuidados de sua mãe, estava ali, num lugar criado para se tornar forte, capaz de sobreviver mediante os perigos que podia enfrentar. Entre abandono e cuidado, deuses e semideuses tinham uma relação estranha.

Retomando os prospectos do que teriam naquela noite, todos os juniores foram separados em quartetos e dentro de cada combinação, duplas foram sendo feitas para cobrirem os perímetros. Em determinado momento, cada um deveria seguir um caminho divergente e tentar estabelecer uma rota clássica de escape e ponto de encontro, além de um método discreto de comunicação. Owen garantiu que nenhum quarteto tivesse em sua composição membros pertencentes ao mesmo progenitor divino ou seguidores de um mesmo deus para impedir uma propagação de poderes em massa. Todos iriam começar do zero, para dominar as próprias técnicas e, quem sabe, formar um combo ideal para um combate rápido e prático.

Atenção, novatos. Vocês estarão sozinhos dentro de vinte e cinco minutos. Estamos fazendo os preparativos finais para que esta noite saia como o planejado. Lembrem-se de que tudo estará sob controle, visto que nós — O filho de Athena distribuiu para os demais algumas mochilas para camping com apetrechos requisitados para uma noite nas fronteiras. — ....Veteranos, estaremos espreitando cada movimento na penumbra. Vamos interferir se necessário, mas até esse ponto, vocês estarão por conta própria. Não se esqueçam do mais importante. — A última mochila foi entregue, e do meio de todos, ele vociferou uma frase que refletiu num mesmo efeito para todos os novatos presentes.

Não estamos numa aula ou treinamento. Um erro pode acabar sendo o fim da linha pra qualquer um de vocês. Comecem com o soar da primeira trombeta e estejam atentos. — Engolindo a seco, cada semideus sentiu o calafrio correr da lombar até o pescoço e a famosa nevasca no pé da barriga.

O grupo do filho de Deméter era composto por ele, um outro cara e duas garotas, como a maioria das outras formações. A paridade de homens e mulheres na mesma equipe parecia ter um sentido padrão, como se o equilíbrio estivesse se fazendo no centro do espaço entre cada um deles. Bastavam apenas coexistir juntos sem nenhum problema. Os patrulheiros mais experientes se afastavam de pouco em pouco, após decidirem quem seria responsável por qual quarteto e enquanto isso, o rapaz pensava em prováveis gestões de controle para o início da ronda. Tinham pouco mais de dez minutos agora, e muita coisa para fazer.

Precisamos pensar no escape e ponto de encontro, além do método de comunicação que vamos usar. Todos estão parados demais, como se fossem esperar que a resposta para isso caia na hora que começarmos a patrulha. Me chamo Arthur, sou filho de Deméter. — Tomou a frente da situação, puxando um efeito de ressignificação se comparado com os demais grupos.

Entre olhares contenciosos e tímidos, cada um foi se apresentando ao concordar com seu discurso. Nenhum queria enfrentar a morte de frente ou retornar da patrulha com membros faltando no corpo. A saída mais inteligente era acertar os ponteiros antes de começarem. Um filho de Eos, Kyle, uma filha de Afrodite, Vicky e uma filha de Hécate e guardiã das Hespérides, Zoey.

Podemos unir o ponto de escape com a rota de tráfego que vamos fazer, colocando no mesmo lugar do ponto de encontro. Assim, adiantamos muita coisa. — Foi Vicky quem murmurou. Seu charme natural estava muito além da aparência belíssima, atingindo-os com certa volúpia sem nenhum esforço. Ao perceber seu efeito, tentou controlá-lo para não prejudicar a missão.

Bem pensado. Desse jeito não precisamos nos locomover para outro ponto. — Após piscar os olhos uma porção de vezes, Arthur concordou com aquela ideia. Economizariam tempo e energia.

Então vamos nos encontrar ali, naquela árvore. Ela é a maior das de sua área. — Enquanto ouvia o diálogo, Zoey observava o ambiente, assim como Kyle. Todos tranquilos e bem centrados. Eram os únicos conversando e dada a chance de se darem muito bem pela boa vivência logo de início, não queriam sujeitar as táticas para que outros semideuses fizessem o mesmo.

A copa é a mais alta e tem uma envergadura para a esquerda, além da raíz estar um pouco para o lado de fora.. É inconfundível. — Todos olharam para a árvore, constatando os pontos citados pelo filho de Eos.

A comunicação deve ser a mais discreta o possível, então podemos fazer o seguinte. A cada meia hora, vamos uivar. Parece loucura, mas lobos são exímios predadores. Podemos afastar o que estiver por perto, e alertar os demais de que está tudo bem. Ou alguém tem uma ideia melhor? — Zoey tomou a frente para dar uma ideia de comunicação, mas não parecia ser tão eficiente.

Estavam nas fronteiras do acampamento, na mira de possíveis criaturas muito mais poderosas do que um lobo. Não podiam arriscar chamar a atenção daquele jeito.

É muito arriscado. — Arthur vociferou, tendo o olhar de Vicky, que estava para dizer a mesma coisa.

Estaremos próximos, então podemos…… — Kyle divagou.

Marcas. — Vicky pensou, tendo o olhar de todos.

Marcas? — Kyle questionou.

Sim. Estamos cercados de árvores, podemos definir um padrão. Duas para caminho seguro, uma para zona misteriosa. Caso alguma coisa aconteça numa zona segura, façam um traço vertical numa das linhas. Quem estiver por perto, vai ajudar ou buscar ajuda com os outros.

A cada meia hora nos encontraremos no ponto de encontro para reportar a situação, assim, podemos dar falta de alguém. Todos de acordo? — Arthur incrementou a ideia, e uma leva de sorrisos orbitou a face dos membros daquele grupo, que assentiram em resposta.

Confiram o que tem dentro das mochilas pra ter uma ideia do que podemos usar no caminho. — Zoey reforçou, muito inteligente.

Posso ir com você? — Kyle se ofereceu para acompanhá-la, recebendo a afirmativa com um gesto de cabeça.

Trocando um olhar com Vicky, Arthur apenas simpatizou com suas garantias de que estaria sempre atenta ao charme para não atrapalhar o desfecho da patrulha, mas ele sabia que nem mesmo ela era capaz de segurar sua capacidade natural de atração. Estava em seu sangue.

Quando a trombeta tocou, estavam preparados para adentrar a zona norte do Acampamento, nas redondezas da floresta. Combinaram juntos para onde cada dupla iria seguir, mas o que não contavam, era com o sinal do início. Kyle parou no meio do caminho e olhou para onde a outra dupla se localizava, alertando-os ao correr de encontro, segurando uma das mãos de Zoey sem dar algum tempo para resposta.

É um sinal de monstro perigoso avistado. Estamos sozinhos. Os veteranos são obrigados a parar o que estão fazendo para cuidarem disso. Não vão muito pra longe e estejam atentos, de verdade. — A pureza estampada em seu olhar atônito era visível e com um aperto no ombro do rapaz, Arthur tomou a frente da patrulha.

Se iam começar com uma situação de perigo bem de cara, que assim fosse.    

x

A primeira ronda foi feita sem muitos percalços. Trazendo consigo as lembranças ditas outrora por Kyle, Arthur tentava conciliar seus movimentos com os de Vicky e patrulhar as zonas com mais vegetação apresentável para terem algum sucesso numa provável emboscada.

A prole de Afrodite estava responsável pelas marcas, enquanto o Galloway averiguava todo o setor próximo de onde sua companheira estava, dando-lhe cobertura. Duas zonas misteriosas foram demarcadas no perímetro percorrido, e enquanto atravessavam os limites para chegarem até o ponto de encontro, ouviram uma trombeta soar três vezes. Trocando um olhar preocupado com Vicky, estendeu para ela uma de suas mãos numa tentativa de permanecerem sempre juntos e seguiram o caminho para onde Zoey e Kyle deveriam estar também.

A surpresa os atingiu quando puderam vislumbrar a dupla agachada na penumbra causada pela posição das raízes da árvore, e muito antes de chegarem até ali, Arthur e Vicky precisaram se afastar de imediato. Uma movimentação estranha quebrava a mesmidade daquele local, e foi o olfato que lhe dera o indicativo de que alguma coisa estava acontecendo ali. Perto demais. O cheiro característico de ferrugem e sal se inseria em grandes propagações nas narinas infladas da dupla, que corria para perto da árvore e longe da visão do que quer que estivesse ali. Mas, no passo seguinte, Arthur tivera seu tênis e parte da calça sujos por uma poça que antes não existia.

Abaixando-se para saber o que era aquilo, constatou o sangradouro misturado a algum líquido negro de origem desconhecida. Kyle e Zoey sinalizavam para saírem o quanto antes daquele ponto, mas quando o filho de Deméter percebeu os motivos por trás do alvoroço, já era tarde demais. Por cima de sua cabeça passava uma massa negra corpulenta que saía de uma nébula espectral também negra com pontos e riscas em vermelho e laranja. Fogo infernal? Quando deu por si, o grito de Vicky para que saísse do lugar lhe trouxe a atenção para a criatura que se aprontava para um ataque. Um cão infernal que pousava graciosamente poucos metros depois de onde estava.

Não era tão grande quanto um cão adulto deveria parecer, mas considerando o conjunto de boca e garras além de sua velocidade e o fato de que podiam enxergar muito bem no escuro, Arthur poderia dizer que estava encrencado, já que era o único na mira do ser submundano. Zoey e Kyle moveram-se do lugar, buscando por Vicky para traçarem uma estratégia de socorro, dividindo-se enquanto as duas garotas iam procurar por qualquer sinal de um veterano para ajudá-los enquanto Kyle permanecia atento ao companheiro de grupo. Não eram grandes conhecidos, nada além de colegas, e não via a obrigação de protegê-lo da morte ao se arriscar para salvar sua vida. Contudo, tinha sido testemunha da determinação de Arthur em formar estratégias para que todos estivessem bem.

Era uma questão de honra estar ali para ajudá-lo, mas, não podia dar qualquer passo sem a mínima experiência em combate ou agir pelo impulso de salvar alguém em perigo. Precisava fazer considerações e enquanto as fazia, orquestrava uma prece para que tudo desse certo para o filho de Deméter.

O cão infernal estava consciente das outras presenças, e quando estava para atacar Arthur, foi atraído pelo som de passos constantes indo na direção contrária da que estava. Tratando-se de um monstro desprovido de raciocínio, não saberia por lógica a equivalência de mais de uma presa afastando-se daquela localidade, mas era dependente de seus instintos selvagens. Uma só pessoa não seria capaz de fazer tantos sons. Seduzido pela possibilidade de alimentar-se com uma quantidade maior de pedaços carnosos, a criatura retraiu o ataque para perseguir o que tentava se esconder na vegetação.

Kyle, ele foi atrás das meninas! — Com pouco tempo para olhar pra trás, Arthur gritou, correndo na direção para qual o monstro tinha se lançado.

Abrindo a mochila, se deparou com uma corda com um nó borboleta na ponta. Era perfeita para aguentar pesos consideráveis numa escalada ou sustentar um corpo robusto num galho forte numa precisão extrema. Não sabia de muita coisa na vida mitológica, mas carregava em sua mala de experiências títulos honorários como bom escudeiro nos acampamentos de verão. Aquela corda poderia servir para muitas coisas além dos propósitos originais.

Para onde foram? — Direcionando a pergunta mental para a zona arbórea, recebeu a informação dos passos seguidos pelas garotas com constante frequência, de muito bom grado. “Esquerda. Direita. Direita. Siga.” Mérito de sua filiação divina e uma habilidade que lhe poderia ser muito útil num momento de caçada como aquele.

Conseguiu vislumbrar com alguma dificuldade as formas apressadas no meio da relva, muito próximo das fronteiras principais. Podia sentir a força das paredes mágicas de onde estava, e de repente bolou uma ideia. Kyle vinha correndo a alguns passos para trás, empenhado em alcançar a perigosa caçada. Arthur diminuiu o ritmo para que ele se aproximasse, e quando estiveram juntos, compartilhou sua ideia.

Você tem uma corda dessa, tente prender daquela árvore até a mais próxima e caso não consiga, espere o meu sinal pra puxar. Vamos tentar derrubá-lo ou ao menos interceptar um ataque.

O monstro era rápido o suficiente para alcançar as meninas, que desviaram do primeiro ataque da melhor forma que conseguiram: Zoey escorregou pelo barranco até cair rente aos espinhos e ter parte das costas danificadas com o impacto. Vicky se jogou para baixo de uma raíz entrelaçada, com espaços deformados que podiam ser sua condenação. O cão viajou nas sombras para apressar sua emboscada e tentou morder uma delas, sem sucesso. Porém, ao reparar a redoma em volta de sua isca mais próxima, teve a chance de se redimir pelo grave erro em tentar pescar a comida que seguia para lados opostos.

Seu rosnar amedrontou até mesmo os veteranos embrenhados na negritude da vegetação coberta somente pela iluminação lunar que parecia estar ao favor deles, como a única coisa agradável naquele instante. Kyle acabava de chegar na área indicada por Arthur e trabalhava nas amarraduras da primeira árvore, nervoso pela ansiedade que corria em suas veias. O cão se aproximava de Vicky, e na primeira abocanhada, conseguiu arrancar um pedaço considerável da redoma de proteção que eram as raízes entrelaçadas. Na próxima mordida, iria virar petisco de cachorro do inferno, e como última tentativa de escape, invocou corvos para distrair seu oponente enquanto se saía da própria cova.  

Arthur concentrava-se para fazer com que caules espinhosos surgissem das árvores e começassem a encurralar o cão infernal, que engolia alguns corvos sem nenhuma dificuldade. A tentativa de utilizar a habilidade falhou e antes que perdesse tempo e energia tentando fazê-la funcionar, aproveitou a ocupação da criatura para arremessar folhas cortantes em sua direção. Quatro delas perfuraram sua carne, fazendo-o tirar a atenção dos corvos para acabar com aquele embate. Vicky havia corrido para próximo de onde Kyle estava, ajudando-o na cobertura que Arthur precisava ao mesmo tempo que procurava pela figura de Zoey, desacordada pela dor e impacto da queda.

Kyle, rápido. A corda, puxe a corda!

Gritou, quando teve para si toda a atenção e fúria do cão infernal, que se teleportou para onde o Galloway deveria estar. Arthur correu, aproveitando os segundos de vantagem com o teleporte da criatura, avançando para onde a corda deveria estar amarrada. Outro rosnado lhe refletiu num calafrio amedrontador, e não ousou olhar para trás ou diminuir o ritmo de seus passos. O monstro correu para cima do semideus, que quase fora o primeiro sacrifício da noite. O plano teria dado errado caso Vicky não tivesse corrido para a outra ponta da corda ao perceber que somente as amarraduras de Kyle não teriam dado certo.

Confiante, a garota esperou pelo momento em que Arthur passou pulando e o cão tendo lhe abocanhado no momento perfeito para pegá-lo no ar. Esticar a corda para cima foi uma estratégia de momento, e apesar da força do cão infernal tê-la arremessado naturalmente para trás - para onde Arthur tinha corrido - conseguiu rotacionar o corpo para puxá-lo de prontidão ao tempo em que caíam bolando pelo chão e Kyle o cegava com sua luminosidade natural. Aquilo não seria o bastante para segurá-lo, mas antes que qualquer ataque repercutisse por parte do cão infernal com a corda ainda na boca, uma saraivada de flechas atingiu o monstro, que ganiu alto antes de virar poeira negra.

Veteranos surgiam por todos os lados, portando armas que Arthur nunca tinha visto antes e até mesmo as que já havia visto nos longas cinematográficos. Momentos antes de perder a consciência, Zoey havia emitido um alerta através de um feitiço de localização que emitiria um brilho em forma de flecha até onde o perigo se apresentava. Conseguindo chegar a tempo de impedir uma tragédia, aniquilaram a ameaça com a ajuda dos novatos, os últimos que poderiam imaginar serem úteis numa situação como aquela.

Eu admito que não esperava por isso. — Owen comentou, quando prontificou sua equipe a recrutar os demais ao redor da fronteira e mandá-los embora. Precisava reportar o acontecimento para Quíron e ao senhor D.

Zoey, ela….

Ela foi resgatada. Temos rastreadores procurando por mais alguma coisa, enquanto outros encontraram-na perto dos espinhos. — Uma outra garota se aproximou. Esta tinha uma cicatriz cobrindo boa parte do rosto, e sua expressão era de puro descontentamento. — Owen, vamos. Temos o que fazer. Vocês, pivetes sortudos, vão para a enfermaria e depois para seus chalés.

Arthur estava sentado no chão, com Vicky e Kyle perto. Tinham a sensação de vínculo criado e estavam preocupados com o estado de Zoey, que por muita sorte não tinha se engajado numa situação pior. Alguns cortes se encontravam no rosto e braços desnudos do semideus, além de Vicky, que tinha muito mais hematomas e escoriações que Kyle e Arthur juntos. Owen assentiu e antes de seguir o braço direito da tenente das amazonas, ponderou tirar uma dúvida.

Nenhum de vocês tentou atacá-lo diretamente. Por quê?  Se não tivéssemos chegado a tempo, as coisas poderiam ter dado muito errado.

Nenhum se deu a chance de responder aquilo por vários segundos, até que a prole de Afrodite se tornou a voz da equipe.

Éramos mais fracos. Nossos ataques não surtiriam efeitos além de um gasto de energia. Cansaríamos mais rápido. Contamos com a chegada de vocês, não sabíamos quando, mas estava na conta. A gente só precisava distraí-lo até esse momento. — O líder teve a impressão de que aquela garota poderia ter um pé em sua ascendência. Filhos da deusa do amor não eram tão bons estrategistas. Ele viu ali uma oportunidade para implantar uma lição importante subentendida nas palavras de Vicky.

E o que isso quer dizer, então?

Que parte da sobrevivência diz respeito ao fato de ser esperto. Se você não tem forças para aniquilar um oponente, o distraia até que isso se torne possível de outra forma. — Foi Arthur quem respondeu.

Owen comprimiu os lábios, assentindo. Os mandou para a enfermaria, certo de uma coisa. Nem todos os novatos deveriam ser subestimados.


poderes utilizados:
passivos:
Nível 1
Nome do poder: Comunicação Vegetal
Descrição: Por ser filho da deusa da Agricultura e plantas, você consegue conversar com as plantas, arvores, e com qualquer vegetação da floresta mentalmente, sendo muito útil em coleta de informações e coisas do tipo. Essa habilidade consiste em fazer com que o filho de Deméter possa se comunicar com espíritos arbóreos mentalmente, podendo pedir informações sobre algo que passou por ali, ou qualquer outro tipo, responderão com vontade e felicidade, pois saberá que estará ajudando o filho da deusa da natureza e agricultura.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
at
ativos:
Nível 2
Nome do poder: Folhas laminadas
Descrição: O semideus filho de Ceres/Deméter consegue criar folhas (máximo de 3 por turno) a partir da palma de suas mãos. As bordas dessas folhas serão extremamente afiadas, possuindo uma resistência de uma arma gama. Essas folhas são usadas como itens de arremesso. Cada folha permanece com suas características biológicas e sua anatomia.
Gasto de Mp: 5MP por folha.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: 15 por folha.
Extra: Apenas folhas pequenas, não é possível usar folhas grandes como as de um coqueiro.



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Mensagem por Minerva em Sex Ago 09, 2019 2:09 pm

Arthur



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 3.000 xp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 3.000 xp e dracmas

HP: 100/120
MP:  100/120     

Comentários:
Arthur,
Não tenho mesmo o que pontuar. Seu texto foi muito bem escrito e muito bem feito, assim como o último que eu avaliei. Espero que você mantenha a qualidade de suas narrativas pois isso irá levá-lo longe!
Minerva
Minerva
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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[MvP SOLO] Arthur Galloway vs Cão Infernal Empty Re: [MvP SOLO] Arthur Galloway vs Cão Infernal

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