The Blood of Olympus
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♠Udgard Saga♠

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Mensagem por Marte em Seg Out 21, 2019 8:32 pm

Avaliação

Máximo de recompensa a ser obtida:  5.000 xp e 4.000 dracmas + 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%*

Realidade de postagem + Ações realizadas – 35%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%

Recompensa obtida: 3.500 XP + 2.800 dracmas + 6 Ossos.

Comentário:
Ymir, sua CCFY está bastante rasa em informações, principalmente quando se refere ao modo que conseguiu. Sua missão não possuiu nenhum desafio e foi isso que fez eu negar o pedido da mascote. Você inicia a missão depois de uma batalha e o principal motivo de ter ganho a égua era por ter "vencido". Confesso que se você tivesse narrado a batalha teria chances muito maiores de conquista seu objetivo.


Atualizado



"Eu sou o deus de Roma, criança. Eu sou o deus da força militar usada para uma causa justa. Eu protejo as legiões. Eu fico feliz em esmagar meus inimigos sob meus pés, mas eu não luto sem razão. Eu não quero guerra sem fim."

Marte Ultor

by @Ronny
Marte
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Deuses Olimpianos
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Mensagem por Ymir W. Fritz em Sab Nov 02, 2019 10:13 pm

This is how you tell a story
Grendel


O grande salão que usávamos de refeitório estava cheio sob  o céu estrelado de Godheim. Todos os membros da caçada aparentemente estavam ali para comemorar alguma vitória. Lorkhan e mais algum grupo de soldados foram lutar contra gigantes e, aparentemente, venceram um combate. Mais uma vez os Aesir estavam em guerra com os gigantes de gelo, uma ocorrência normal do jeito que aqueles homens falavam.

Parece complicado, mas não é muito. Existem, de acordo com os antigos nórdicos, nove reinos em Yggdrasil. Um deles é Godheim, o reino dos deuses ou, como alguns podem conhecer, Asgard. Na verdade Asgard é apenas um dos castelos do lugar. Pense em cada um dos “nove reinos” como um planeta próprio, se preferir… Bom, pensando bem é até meio que mais complicado, não é?

Todos pareciam estar despreocupados ou extremamente animados para a guerra, mas nenhum deles estava tão feliz quanto Thorkell. O gigante dançava as danças, cantava as músicas e até mesmo tentou se arriscar com o alaúde e a flauta. Todos pareciam adorar aquele homem e provavelmente o seguiriam até os portões do inferno. Eu mesmo não podia dizer que o odiava, ele havia me ajudado com várias coisas desde que eu cheguei ali, principalmente na adaptação.

O hidromel era delicioso e eu já estava no terceiro copo, o que já me deixava para lá de “tontinho”. Tomei a decisão sábia de parar de beber quando me vi cantando os versos com os homens bêbados. Aquele era o outro lado da guerra; a antecipação. Aqueles homens iriam para Valhalla quando morressem e levariam aquela vida pela eternidade, comendo bebendo e lutando.

Eu não sabia ao certo o que ia acontecer comigo caso eu morresse. Será que se eu ficasse na caçada haveria a possibilidade de eu ir para Valhalla ao invés do Hades? Apesar de odiar lutar eu sentia que beber e comer pela eternidade parecia ser melhor do que o elísio. Me perdi nesse pensamento por algum tempo, o que provavelmente era só mais um efeito colateral de se estar bêbado. A festa continuou por muito mais tempo, provavelmente já tinha amanhecido quando o hidromel finalmente acabou.

Você pensa que depois disso a festa teria terminado, não?

A noite seguinte foi quase a mesma coisa, Alcool ,canções e muitas brincadeiras. Quando soube que haveria uma terceira eu decidi me ausentar. Eu já estava cansado de tanta bebedeira e duvidava que meu fígado fosse aguentar por muito mais tempo. Aquela noite foi diferente.

Amanheci no dia seguinte em minha tenda. As coisas por lá já estavam mais bem arrumadas. Só me levou uma tarde de puro esforço para que a tenda ficasse habitável e agora eu até começava a gostar dela. Ouvi um rebuliço do lado de fora e me levantei com um salto, ansioso para ver o que havia sido feito pelos vikings na noite anterior. Saí da tenda com um sorriso no rosto que morreu bem rápido.

Corpos estavam sendo arrastados para fora do salão, todos mutilados. Qual era a lógica daquilo? Corri até o salão e olhei para o seu interior que agora estava completamente banhado de sangue. Thorkell estava sentado em um canto, sem um olho e cheio de arranhões, mas apesar disso ele estava rindo loucamente. Uma curandeira fechava suas feridas, mas ele nem parecia incomodado em levar alguns pontos

— O que aconteceu aqui? — Perguntei para ele. Thorkell apenas me encarou e riu ainda mais. Ele parecia estar feliz.

— Poxa! Bem na noite em que você não veio! Um monstro conseguiu entrar no acampamento e atacar o salão! Ele matou uns vinte homens em um piscar de olhos. Você tinha que ver, Ymir, tinha que ver! — Dei um suspiro de alívio. Ele ainda era o mesmo, pelo menos. Um monstro tinha atacado o salão, aquilo era estranho.

— E você sabe o motivo?

— Na verdade eu não faço a menor ideia! Ele fez um estrago e tanto, hm?! — Ele perguntou, sorrindo. Assenti lentamente e olhei para os corpos que haviam sobrado ali dentro. Alguns haviam sido cortados ao meio, outros estavam mastigados. Era o cenário de um filme de terror.

Decidi ajudar com o que podia, ajudando a tirar os corpos do salão e ajudando as curandeiras a deitar os feridos em camas e tratar deles. O entardecer chegou rápido naquele dia fatídico e todos se prepararam para entrar no salão uma vez mais. Aquilo não fazia o menor sentido! Todos estavam sob ameaça de morte e ainda assim pretendiam continuar festejando?!

Passei a mão pelos cabelos enquanto via todos entrarem para mais uma noite de bebedeira e festança. Todos exceto Thorkell, que estava com seu grande machado do lado de fora, em guarda. Por incrível que pareça ele era a pessoa mais sensata naquele buraco. Fenrirtönn estava na baínha em minha cintura, pronta para ser usada. O viking estava sentado em um banco, olhando para os portões da paliçada.

— Thorkell. — Cumprimentei, me sentando ao lado dele. Ele deu um sorrisinho para mim e voltou o olhar para a sua vigia.

A festa estava alta naquela noite, eles pareciam estar comemorando mais do que nunca. Fosse pela morte dos seus companheiros na batalha da noite anterior contra o monstro, fosse por causa da guerra, eles ainda comemoravam. E era alto, muito alto. Lá de dentro não seria possível notar, provavelmente porque eu estaria bêbado e provavelmente faria parte do barulho.

— É bem barulhento. — Thorkell limpou a orelha com o dedo e me fitou com seu único olho castanho — Certeza que prefere ficar aqui? Provavelmente vai ser mais divertido para você lá dentro. — Dei um suspiro e neguei com a cabeça.

— Eu não conseguiria festejar sabendo que um monstro pode entrar no salão a qualquer momento. — Ele me deu um olhar rabugento.

— E o que faz você pensar que ele me venceria? — Não ousei explicar o motivo, mas o fato é que ele já tinha perdido um olho e, quando o encontrei hoje de manhã, estava totalmente arranhado, dos pés a cabeça.

— Nada, nada. — Ficamos olhando para o horizonte. Era como se tivessem caixas de som no grande salão, pois o som ecoava por todo  acampamento. Eles realmente não se importavam pelo fato de um monstro ter atacado eles na noite anterior? — Nunca vou entender vocês…

Aquele pensamento escapou pelos meus lábios enquanto um vento frio passou pelo meu corpo. Os ventis naquela área eram bem selvagens, provavelmente porque não estávamos em midgard. Soltei um suspiro triste, Aquela criatura tinha que vir para cá denovo? Os homens dentro do salão provavelmente queriam ir para Valhalla ou alguma bobeira daquelas, então não deviam se importar, mas eu…

— Ymir. — Thorkell acabou completamente com meu raciocínio. Olhei na direção em que ele apontava. Uma criatura horrenda entrava por uma falha na paliçada. Ele tinha três metros de altura e dois olhos vermelhos que nos encararam com uma fúria incontrolável.

Me levantei e toquei minha adaga, girando-a na mão. Thorkell também parecia estar bastante animado, pegando seu grande machado. Para ele aquilo era um motivo enorme de empolgação. Ele começou a correr na direção da criatura e eu engoli seco. Aquele cara era louco! Os dois monstros se enfretaram. As garras da criatura passaram pela armadura de Thorkell e penetraram sua carne. O homem gritou de dor mas logo acertou a criatura no peito com seu machado.

Acontece que o monstro era rápido demais para Thorkell. Eu já tinha enfrentado o grandão uma vez. Ele era rápido, claro, mas não conseguia me acompanhar. A luta entre ambos acabou com o gigante sendo chutado para longe. E com gigante eu me referia ao meu aliado, óbviamente. Dei um suspiro, era minha vez. A criatura rugiu para mim e deu um sorriso macabro.

— Eu sou Grendel! Nenhuma lâmina pode me ferir! O que um garotinho como você pode fazer? — Eu era menor do que a média ali, claro. Mas ei, todos eles tinham tipo 1,90 para cima, me dá um desconto! Respirei fundo e avancei na direção dele.

Meus reflexos estavam bem mais apurados do que da última vez que eu tinha lutado contra alguma coisa. Só tinha um problema. Ele era tão rápido quanto eu, e aos poucos começava a aumentar sua velocidade.

O acertei no peito uma vez, e não causou nenhum sangramento. O corte, na verdade, nem pareceu ter acertado. Ele devolveu com um soco. Seu punho era do tamanho da minha cabeça e passou bem próximo dela. Me esquivei a tempo inclinando meu corpo para a direita e o arranhei no braço com a adaga. Saltei para trás e me coloquei em posição e luta. Aquela troca intensa só tinha me dado cansaço e ele não parecia ter recebido nenhum dano.

— Isso vai ser mais difícil do que parece. — Meu aliado já estava sangrando no peito, o chute havia aberto o ferimento anterior. Dei um suspiro. Como fazer aquela coisa sair dali? Engoli seco. Eu não podia usar meus poderes. Se lâminas não podiam feri-lo, talvez magia pudesse. Respirei fundo. Aquele era um grande desafio, e eu não tinha a opção de resolver na conversa.

Avancei novamente na direção do monstro, me esquivando de um dos golpes de seu punho enorme abaixando meu corpo enquanto corria em direção às pernas da criatura. Fiz um corte em sua perna e rolei para longe. Não houve efeito algum. A criatura virou seu corpo, tentando me acertar um chute giratório. Consegui me afastar dele a tempo e saltar para uma distância segura. Grendel se virou e rugiu. O som de seu rugido atravessou meu corpo e descompassou meus batimentos.

Ele veio para cima de mim tão rápido quanto eu. O monstro tentou me acertar um gancho e eu, como não sou bobo nem nada, apenas me esquivei do golpe com um salto para trás. Ele não parou, vindo em minha direção novamente com um soco direto. Meus saltos e esquivas iam atrasá-lo, mas não resolveriam o problema.

— VOLTE AQUI, HOMEM PEQUENO! — Aquilo já era ofensivo. Me afastei dele com os maiores saltos que consegui e, por fim, pulei no telhado do grande salão. A criatura me olhou com fogo nos olhos. Thorkell a essa altura já tinha se levantado e apenas observava nossa luta.

— ESTAMOS SOB ATAQUE! — Gritei usando todo o ar que eu tinha nos pulmões. O som no salão parou. Ouvi um grande rebuliço. O monstro, que se parecia muito com um troll, rosnou irritado. As portas do grande salão se abriram e vários guerreiros saíram. Talvez não estivessem tão distraídos com a própria situação.

— O monstro! É ele! Acabem com ele! — Eles começaram a gritar. Era comum que andassem com espadas e machados pelo acampamento, por isso algum deles estavam armados, embora nenhum estivesse usando armadura. A criatura começou a rugir para os homens que permaneceram em seus lugares, semicircular o monstro. Dei um suspiro de alívio, ao menos eu não tinha que fazer aquilo sozinho, não é?

— CALEM A BOCA, MOLEQUES! — Thorkell gritou. Era incrível o respeito que ele impunha em todos aqueles guerreiros. Nem mesmo um ousou fazer algum tom. — A luta é de Ymir. — Ele me encarou sério. Eu estava sendo testado. Grendel não se moveu, Ele ficou parado enquanto esperava seu próximo oponente. Aquela coisa suja parecia estar gostando de ter que enfrentar mais inimigos.

Eu saltei de volta para o chão. Tinha que lutar, pelo menos por tempo suficiente até que a criatura fosse embora. Respirei fundo, irritado. O que eu precisava fazer para tirar aquela maldita coisa do meu braço? Caminhei até o troll com minha adaga favorita em mãos. O monstro sorriu. Talvez eu não pudesse usar os poderes da mesma forma, mas o meu corpo estava lutando tão bem quanto sempre.

As últimas semanas haviam sido repletas de desafios e treinamentos complicados com um homem que usava uma arma que podia me partir no meio, eu devia estar melhor em combates, não é mesmo?

— Vai ter que me enfrentar, pequeno homem? — Ele tinha dentes podres e caninos enormes. Aquilo não era nem remotamente humano. Eles gostavam de me provocar por eu ser menor, mas sinceramente, TODOS eles tinham mais de 1,80, eu não era baixinho, todo mundo ali que era ridiculamente alto. Meu oponente em particular tinha 3 metros de altura, até Thorkell parecia pequeno em comparação.

— Vai aprender logo que tamanho não é documento. — mas como eu faria isso, exatamente? Sem meus poderes era inútil.

— É aquele garotinho que treina com o Thorkell, não é? — Um dos guerreiros perguntou para um colega. Pude sentir seus olhos em minhas costas, eu estava sendo avaliado por todos eles. Eles queriam saber se eu era ou não um guerreiro digno.

Fui  em direção a ele mais uma vez, montando um pequeno plano em minha mente. Sua pele podia ser invulnerável, mas seriam seus olhos? Ele tentou arranhar com suas garras e eu inclinei o corpo para a esquerda,  e por pouco consegui esquivar meu rosto. Um enorme corte se abriu em minha bochecha. Joguei a adaga em seu olho em um movimento rápido e reto. Aquilo funcionou como se esperaria. A adaga se enfiou no globo ocular e o monstro começou a gritar, chacoalhando seus braços para todo o lado. Aquilo foi tão distrativo que nem vi seu chute. Ele me acertou na boca do estômago e a força do impacto me fez cair alguns metros para trás.

Não conseguia respirar, mas eu não precisava. O problema era a dor. Ergui a mão e Dente de Fenrir saiu do olho de Grendel, voando até minha mão.

— Eu… EU VOU…! — Ele cobria o olho em vão, ele estava sangrando bastante. Entretanto o bastardo ainda não estava morto. Longe disso, na verdade. — CONTAR PARA MINHA MÃE! — Ele se virou e saiu correndo. Ninguém tentou pará-lo, todos surpresos demais com o que tinha sido dito.

Eu mesmo não acreditei, mas não ousei rir. Meu peito estava doendo bastante. O primeiro a rir foi Thorkell, acompanhado de outros e, então, todos estavam gargalhando. Me coloquei de pé, sentindo minha bochecha queimar. Aquilo definitivamente ia virar uma cicatriz. Só consegui me esquivar daquele golpe por conta do treinamento. Respirei fundo, sentindo o pulmão doer. Se eu tinha quebrado alguma costela ela não tinha penetrado o pulmão.

—OHOHOHOHO! Você fez ele gritar pela mamãe! — Lorkhan, meu antigo companheiro de caçada bateu no meu ombro. O som de risadas preenchia o acampamento, todos estavam rindo exceto eu. Bom, eu e um velho estranho no meio da multidão. Um seer?

— É... O que será que isso quer dizer? — Me mantive sério, olhando para a floresta. O corte não era profundo o suficiente para que ele morresse, não é? Poderíamos esperar mais daquela coisa no futuro. Eu provavelmente deveria procurar um curandeiro.

Aquela noite terminou da mesma forma que começou; com bebida e comemoração. Estávamos prestes a entrar em uma guerra, e isso era animador para os que queriam entrar em Valhalla. Não que eu pudesse participar daquilo, afinal de contas a curandeira do acampamento da Caçada Selvagem era uma mulher bastante séria quanto ao seu trabalho. Eu só poderia comer sopa e descansar na tenda por pelo menos uma semana.

Mesmo da enfermaria era possível escutar a comemoração. Ao mesmo tempo, tudo parecia tão calmo...

Foi do nada que senti uma presença estranha no quarto e abri meus olhos. O mesmo velho de antes estava parado ali, no canto do meu quarto. Me levantei, sentindo uma dor nas costelas que sou incapaz de descrever e fiquei encarando aquele cara. O que ele queria? Peguei a adaga na cabeceira e a ergui na direção dele.


— Quem é você? — Ele só tinha um olho, uma barba branca e um olhar cansado. Engoli seco encarando a entidade. O ar de autoridade era incontestável, ele com toda a certeza deveria ser alguém muito poderoso.

— Você me conhece por Wotan, ou Odin, o pai de todos. Estive observando você por algum tempo, Ymir. Desde seu retorno. — Engoli seco e encarei o homem. — Você superou bem até agora os testes que foram lançados à você. Vim adverti-lo que o pior ainda não passou. A sua luta contra Grendel foi só a primeira de muitas.

Eu tentava reunir informações sobre Odin em minha mente, mas não eram muitas. Estaria ele relacionado de alguma forma com o destino? Algo me dizia que sim. Engoli seco.

— O que é o Grendel, exatamente?  

— Você já deve ter ouvido a lenda de Beowulf. Ele e Grendel foram inimigos séculos atrás. Beowulf o derrotou usando apenas a força física. Arrancou-lhe o braço, o que ocasionou em sua morte.

Assenti devagar. Beowulf era um conto inglês, mas considerando que naquela época a inglaterra estava sendo invadida constantemente por nórdicos não me surpreenderia saber que aquela história tinha um pé na escandinávia. Eu nunca tinha ouvido a história partindo de um deus, então me mantive atento. Nada além de “ahs” e “mhhmns” saiam de minha boca enquanto o Pai de Todos contava para mim a história de Beowulf.

— Ele é só o primeiro dos três inimigos que você vai enfrentar. — Ele disse num tom bem enigmático. Eu não queria enfrentar todas. — Preste bastante atenção, Ymir. Você enfrentará inimigos muito poderosos e, caso falhe, talvez o próprio Fenrir seja libertado de seus grilhões. A lua e o sol serão devorados e todos os deuses perecerão.

Me remexi, eu queria levantar e começar a resolver meus problemas instantâneamente, mas com meus ferimentos não era possível. Só pude acenar para o deus de uma maneira positiva. Eu faria o que ele quisesse me mandar fazer.

— Ao leste daqui estão os campos de caça favoritos de Tyr e de seu escudeiro. É para aquela direção em que deve ir. — Ele andou dois passos em minha direção e tirou uma moeda de ouro do bolso, atirando-a em minha direção. — Entregue isso ao Seer. Desejo-te sorte, Karlsefni

— Claro, mas e como eu... — Ergui os olhos da moeda e ele já não estava lá. Era tão típico dos deuses me deixar com mais perguntas que respostas! Aquilo era independente de qualquer mitologia, pelo visto.

Poderes passivos:
Nome do poder: Ginasta IV
Descrição: O semideus se tornou ainda mais forte. Seus treinamentos lhe deram certas vantagens e agora além de conseguir saltar de grandes altitudes sem se machucar, também se tornou um exímio lutador e combatente. Consegue realizar movimentos corporais mais precisos em batalha - seja armado ou não - sem correr o risco de se machucar com o próprio armamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de Agilidade e +40% de altura em saltos (+8 metros). Ao cair de uma altitude de até 10 metros não se machucam.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Laminas Pequenas IV
Descrição:  Os filhos de Éolo sentem-se familiarizados com laminas pequenas em geral, além de terem uma pontaria excelente. Isso permite que manipulem qualquer armamento pequeno com mais facilidade do que a maioria dos semideuses.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de assertividade no manuseio de laminas pequenas.
Dano: +30% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Baguazhang
Descrição: Baguazhang é uma arte marcial chinesa cujo enfoque central é a utilização da palma em vez do pulso, do caminhar e do giro para alcançar o domínio das artes de luta. Essa técnica é mais utilizada para movimentos de defesa do que de ataque, embora os filhos do deus do vento a utilizem das duas maneiras. Os filhos de Éolo aprendem desde muito cedo a utilizar-se dessa técnica para garantir o sucesso de seu domínio de ar, já que muitas das habilidades utilizadas por eles exigem movimentos específicos das palmas da mão e do corpo. Assim sendo adotam um estilo de combate único que lhes permite atacar o inimigo de maneira imprevisível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força na palma das mãos. +50% de equilíbrio. +10% de conseguir bloquear ataques utilizando a técnica.
Dano: +10% de dano quando seu inimigo é atingido pela combinação de combate + vento.

Perícia com facas e adagas IV
Descrição: Uma habilidade primordial para se entender bem como usar essas armas leves e afiadas, melhorando uma habilidade nata ou dando uma habilidade por prática para quem não tem intimidade com tais..
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Extra: +50% de assertividade.
Dano: +30% de dano.

Nome do poder: Velocidade IV
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de Velocidade
Dano: Nenhum

Bônus:
• XP Full Time – Ao adquirir este pack, todas as suas postagens terão XP dobrado por sete dias. (Válido até: 08/11/2019)

”Habilidade desejada”:
Karlsefni — Viver entre os membros da Caçada selvagem fez com que o corpo do semideus tivesse que se adequar a uma carga de trabalho física descomunal. Isso fez com que Ymir conseguisse uma força média maior, assim como reflexos mais apurados. Isso, somado às suas habilidades natas como semideus fizeram com que ele fosse reconhecido como um “homem de valor” entre seus colegas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de velocidade, +30% de controle corporal, +10% de força
Dano: Nenhum

Ymir W. Fritz
Ymir W. Fritz
Filhos de Éolo
Filhos de Éolo


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Mensagem por Hades em Qua Nov 06, 2019 3:02 am

Avaliação

Máximo de recompensa a ser obtida:  5.000 xp e 4.000 dracmas + 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%*

Realidade de postagem + Ações realizadas – 38%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 13%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%

Recompensa obtida: 3.550 XP (x2) = 7.100 XP + 2.840 dracmas + 6 Ossos.

Comentário:
Em diversos pontos da narrativa encontrei erros, como o uso excessivo de "e" no lugar de vírgulas e até mesmo erros de digitação. Além disso algumas partes do texto me pareceram bastante desconexas, principalmente os demais personagens narrados. Afinal há descrições que determinam o personagem como homem e depois como monstro, criando uma confusão. A batalha também me pareceu fora de sequência e precisei ler algumas vezes para conseguir compreender exatamente o que você queria passar. Mas toda a estrutura do texto foi muito bem feita e a sua trama parece bastante interessante. Infelizmente é necessário fazer algumas modificações na habilidade e você poderá tentar conseguir uma II parte dela, pegando apenas uma porcentagem por vez.


Karlsefni I — Viver entre os membros da Caçada selvagem fez com que o corpo do semideus tivesse que se adequar a uma carga de trabalho física descomunal. Isso fez com que Ymir conseguisse uma resistência maior. Isso, somado às suas habilidades natas como semideus fizeram com que ele fosse reconhecido como um “homem de valor” entre seus colegas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de resistência física.
Dano: Nenhum


Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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