The Blood of Olympus
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♠Udgard Saga♠

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Mensagem por Ymir W. Fritz em Ter Ago 06, 2019 12:30 am


Mesmo antes de eu começar a me lembrar de qualquer coisa sobre mim sabia que tinha uma história gigante em minhas costas e um futuro ainda mais longo em minha frente. Não é bem uma história de um herói, é mais a história de um homem tentando a todo custo sobreviver e pagar por pecados que nem sequer é capaz de lembrar.

Será que o único destino é o desespero?
Ymir W. Fritz
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Filhos de Éolo
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Mensagem por Ymir W. Fritz em Dom Ago 18, 2019 1:08 am

This is how you tell a story
Guerreiro Verdadeiro


A noite não foi agradável. Se qualquer coisa, a noite demorou demais pra passar. Eu acordei aos gritos, e com eles acabei por acordar o chalé todo. A maioria dos meus irmãos foi ver se eu estava bem, e dado a confirmação de que eu estava eles simplesmente voltaram a dormir aos resmungos. Eu estava com o coração na boca e rapidamente percebi que não conseguiria mais dormir. Passei o resto da noite em claro pensando sobre o que podia estar me atormentando. Quase não percebi quando o sol nasceu. Me levantei da cama e passei por todo processo matutino ao qual normalmente se passava, escovando os dentes, lavando o rosto e fazendo a barba. Ela não crescia de forma uniforme e ainda tinha algumas falhas, o que me incomodava a ponto de me fazer tirá-la todo dia.

O desjejum foi tão monótono quanto a rotina sugeriria que seria, com torradas e ovos com suco de laranja. Se você é americano isso deve soar bem familiar. Eu não estava me forçando a sair da rotina naquele dia, estava confortável até demais a ela. Pense bem, imagine se você fosse forçado a lutar contra monstros sempre, todo santo dia, e então você chegasse em um lugar no qual lutar contra monstros fosse meramente opcional. Você adoraria passar seus dias em paz, lendo e relaxando sobre o sol enquanto esquecia de seus dias de luta, sim? Comigo era mais ou menos isso. Eu tinha o corpo coberto de cicatrizes e não conseguia me lembrar de como consegui nenhuma delas. A vida antes devia ter sido um inferno mas agora estava tudo bem, e eu era capaz de sentir paz interior. Os dias de sol eram lindos, o som dos pássaros e o som das pessoas.

Não quero soar como um daqueles ermitões de Deméter aqui, mas a sensação era maravilhosa. Mantive meu dia agradavelmente monótono lendo alguns poemas de Goethe embaixo de um grande carvalho logo na entrada da floresta. Eu tinha que ficar atento naquela parte em particular do acampamento, pois era na floresta em que algumas criaturas mais perigosas viviam, e elas podiam sentir meu cheiro e vir atrás de mim. Essa parte não era exatamente um problema. Eu era a pessoa mais rápida que eu conhecia, e tinha conseguido correr mais rápido do que qualquer monstro que eu já tivesse visto, então não ligava se uma formiga gigante ou um cão infernal saísse da floresta, eu seria bem mais rápido do que eles.

Eu estava ali justamente por causa do perigo, o perigo afastava as pessoas e deixava o lugar bem quieto. Não podia vacilar de tirar uma soneca ali, mas podia tranquilamente ler o quanto quisesse. O silêncio me permitia ouvir a natureza melhor, eu podia ouvir todo o tipo de pássaros cantando nas árvores e todo o tipo de animal chamando no meio da floresta.

Teria lido até me cansar não fosse pela fome do almoço. Me levantei, guardando o livrinho no bolso do casaco de moletom e caminhei tranquilamente na direção do refeitório, pensando no poema que tinha acabado de ler. Foi quando passei pela arena que ouvi uma comoção. Ao meu ver haviam três tipos de pessoa que frequentavam o lugar, os loucos que queriam ficar mais fortes, os covardes que não queriam morrer e o estranho meio-termo, que queria ficar forte pra não se meter em lutas. Eu era bem mais a segunda opção do que a primeira e só ia até lá pra me certificar de que o corpo ainda estava em forma, mas haviam os que simplesmente queriam espancar alguma coisa e havia uma estranha familiaridade naquilo que me deixava desconfortável. Não gostava de pensar em mim como um daqueles que gostava de brigar, mas por tudo que eu sabia de mim era bem possível que fosse o caso, afinal eu não tinha todas aquelas cicatrizes por nada.

Aparentemente haviam alguns garotos treinando lá, se é que se podia chamar aquilo de treino. Um garoto ruivo estava curvado, tentando não levar nenhum soco em um lugar muito prejudicial enquanto outro o acertava com uma espada de madeira em diversos lugares do corpo. O ruivo tentava bloquear os golpes com um escudo de madeira, mas não obtinha nenhum sucesso com aquilo e, pra completar o clichê, uma turminha olhava aquilo e se divertia. Agiam como animais sem se dar conta de que o faziam, abatendo o mais fraco só pra se divertir.

Não, era um engano chamá-los de animais, animais não fazem isso exceto pelo ser humano. Eu não sabia se devia intervir ou não. Algo em mim dizia que era melhor não, afinal tudo se resolveria. Ainda assim não pareceu ser o certo. Apertei os punhos e me aproximei com o cenho franzido. A turma me notou e pararam por um segundo, talvez temendo que fosse alguém importante. Logo perceberam que era só eu e voltaram com suas atividades repulsivas.

— Ei. — Chamei com a voz num tom mais alto que chamou a atenção deles — O que tá acontecendo aqui?

O agressor chutou o menino ruivo, que caiu alguns passos para trás de bunda no chão. O estado dele era triste, com a boca rachada e sangrando, um olho roxo e provavelmente vários hematomas. Aquilo me deixou irritado, mas não falei nada, simplesmente virei para o outro.

— Eu tava ajudando ele a treinar. — Ele mentiu na cara dura com um sorriso inconsequente. Ele realmente achava que estava fazendo isso? Talvez fosse só um idiota.

— Acho que já ajudou o bastante então, treino encerrado. — falei calmamente enquanto tentava me aproximar do garoto ferido. Quando eu passei pelo brutamontes ele segurou meu ombro e me empurrou pra longe do garoto, com o olhar divertido.

— Ah, eu acho que não. Você parece querer treinar também. — Suspirei com aquilo, já devia ter imaginado que acabaria daquele jeito. — O que me diz? Se você ganhar eu deixo você levar ele... mas tem que ser com lâminas de verdade. Que tal? Vai ser divertido.

— Não vai ser divertido, eu me recuso. — dois dos amigos dele se levantaram, ficando atrás de mim com os braços cruzados. Eram filhos de Ares, com certeza.

— Ah, então você vai apanhar. — Ele pegou uma espada, uma espada de verdade. Aquilo me deixou instantaneamente apreensivo. Peguei minha adaga na cintura por instinto e ele riu — Viu como você tá empolgado com a ideia?

Loucos, até o último deles!

— Okay... eu vou lutar. — Estava tão sério quanto alguém poderia estar. Os dois saíram de trás de mim e me deixaram sozinhos contra meu oponente. — Qual teu nome? — Flexionei levemente os joelhos e me coloquei em posição de luta.

Aquilo pareceu tão natural pra mim quanto a luz do dia. De alguma forma eu me senti em casa, confortável fazendo aquilo, embora nada em minhas memórias me lembrasse de batalhas. Eu estava usando minha memória muscular, aparentemente. O quão bem eu conseguia lutar mesmo sem as memórias?

— Eu sou Jonathan. — Ele sorriu — Filho de Ares.

— Ymir. — Respondi mantendo meus olhos nos dele. Eram os olhos que revelavam a intenção de seu inimigo. De alguma forma eu sabia daquilo, mas como?! — Filho de Éolo.

Com a nossa apresentação deu-se um silêncio súbito na arena. Eu estava só com minha adaga contra um grandalhão uma lâmina maior. Como se vencia aquilo? Todas as aulas sumiram da minha mente quando tentei procurar por uma resposta, e foi só a exclamação da plateia que me trouxe de volta. Me coloquei de pé depois da terceira pirueta para trás e imediatamente voltei para minha posição de combate inicial. Eu voltei a mim nesse momento, completamente surpreso em constatar o que havia acontecido. O garoto tinha avançado na minha direção e eu simplesmente dei aquelas piruetas pra trás. Jonathan pareceu estar bem menos convencido com aquilo, e eu ainda estava completamente surpreso.

Não dava pra ficar pensando. Ele veio mais uma vez, lento como antes e tentou me acertar no ombro direito. Girei o corpo para a esquerda, saindo do alcance de seu golpe e o acertei no diafragma com a mão livre, o que o fez curvar o corpo pra frente por um segundo. Eu não era forte a ponto de deixar ele sem ar, mas o golpe certamente tinha incomodado. Ele tentou me agarrar, mas me afastei rapidamente dele, me abaixando para impedir que me agarrasse e rolando pra longe dele. Com memórias ou não eu ainda era um filho de Éolo até os ossos, até a última fagulha do meu ser, e ninguém pode simplesmente segurar o vento, não é?

— Eu não quero lutar com você. Pode por favor me deixar levar o garoto na enfermaria? — A esse ponto ele estava bem mais do que só irritado.

— Que tipo de guerreiro é você, que tenta fugir de uma luta?! — Ele gritou provavelmente muito irritado por não conseguir me acertar. Olhei para a adaga em minhas mãos e tive um vislumbre nada agradável. Lágrimas quentes no rosto e sangue na adaga.

O chão estava carmesim com o sangue e eu podia ouvir os piores tipos de sons ao meu redor. A memória durou só um segundo, mas foi o suficiente pra mim. Joguei a adaga no chão, com a parte afiada fincada na areia da Arena. Talvez estivesse chorando, como na memória, ou talvez só fosse impressão minha, mas eu encarei Jonathan com um tipo de tormenta interior que eu não conseguiria descrever nem se quisesse.

— Nenhum. — Fiz uma pausa, suspirando antes de voltar a minha posição de luta mais uma vez. — Eu não sou um guerreiro. — Não importa que tipo de pessoa eu fosse antes daquela batalha, antes de acordar no acampamento.

Quem tinha conseguido aquelas cicatrizes? Quem tinha aprendido a lutar daquela forma? O que tinha feito pra ter aqueles pesadelos e sempre acordar gritando? Eu não conseguia me lembrar dele, eu não sabia nada sobre ele e a única coisa que tínhamos em comum era o corpo. Se Jonathan era um guerreiro de verdade, e o Ymir “antes de mim” tinha sido um guerreiro de verdade, eu queria ficar o mais longe possível daquela imagem.

— Não quero lutar com você. Só quero levar o garoto pra enfermaria. Ele sangra. — apontei para o garoto, que apesar de tudo me encarava bem atento. — Gostaria de resolver isso sem violência.

— Só pode estar de brincadeira. — Ele veio de novo, emulando um golpe com a espada. Me preocupei tanto com o padrão já estabelecido que não foquei em mais nada além daquilo. O que funcionou contra mim quando ele me deu um chute forte nas pernas que me jogou no chão.

“Merda!” Praguejei quando ele ficou encima de mim. O que eu podia fazer? Ele me acertou um soco forte no rosto, e então outro, e ai mais um. Pelo visto ele não ia me matar, conseguia ter juízo o suficiente pra saber que não podia me matar. Eu ia acabar apanhando feio se não fizesse alguma coisa, mas o que eu podia fazer? Estava começando a ficar irritado, eu queria tirar ele de cima de mim, eu queria fazer ele parar de ser um valentão imbecil, mas o que eu podia fazer?

— Sai... — um soco — ...de cima... — Mais outro. — ...DE MIM!

Os ventos atenderam ao meu chamado. Jonathan foi atingido no rosto por uma pedra carregada pelo vento. Aquilo o atordoou por tempo o suficiente para que eu o acertasse na lateral do rosto e o fizesse cair para o lado. Eu não sabia ao certo como fazer aquele movimento, mas tentei fazer da melhor forma que o pude. Agarrei o tórax do filho de Ares e tentei me manter preso a ele por tempo suficiente. Eu não sabia nenhuma técnica de combate no chão, mas eu precisava me virar o melhor possível. Rolamos, hora eu sobre ele ou ele sobre mim. Alguns socos curtos foram trocados, mas nada com muita força, a curta distância corporal atrapalhava isso.

Não era uma questão de força, e sim de jeito. Quando ele achou que ia pegar meu pescoço coloquei ambos os braços sobre os deles e fechei as pernas em seu pescoço, girando o antebraço de uma forma que ficaria bastante desconfortável pra ele. Ameacei quebrar o membro, mas apenas o torci. Ele deu fortes tapas contra o chão, gemendo de dor.

— Desiste? — Ele assentiu e eu suspirei. Sai de perto dele o quão rápido quanto foi possível e olhei para o garoto ruivo. Voltei meu olhar a Jonathan — Você não vai mais importunar esse garoto, nos entendemos?

Jonathan se colocou de joelhos, levantando aos poucos. Ele provavelmente sentia uma dor bastante incômoda no braço torcido. Não lutaria mais comigo, pelo menos por hora. Suspirei enquanto encarava para a pequena plateia. Pareciam felizes, bem felizes, alguns até me aplaudiram, mas ao invés de sentir alegria, senti indignação.

— Qual é a de vocês? Acham que estamos num circo? — Falei bem alto de uma forma quase eloquente. Todos eles pararam, talvez por perceber o que faziam, talvez simplesmente pra poder me ouvir melhor. — Fora desse acampamento tem o mundo, e nesse mundo existem os monstros. Acham que serão tão fortes como um ciclope? Ou mais rápidos que uma harpia? Podem até ser, alguns aqui no acampamento são, mas esses não ficam entrando em picuinhas assim. Qual é o problema de vocês? O inimigo está lá fora, ele mata inúmeros dos nossos e não vai descansar até matar cada um de nós, e vocês estão parados ai, comemorando o fato de que dois dos seus entraram em uma luta sem sentido ou razão que não seja a violência pura e simples. Qual é o problema de vocês?

— É o que guerreiros fazem! — Respondeu um deles. Cuspi no chão da arena, mais sangue do que saliva.

— Então eu nunca vou ser um guerreiro. — Devolvi com o tom de voz quase num rosnado e andei até o garoto. Precisávamos urgentemente ir até a enfermaria.

Poderes:
Pericia com Laminas Pequenas I
Descrição:  Os filhos de Éolo sentem-se familiarizados com laminas pequenas em geral, além de terem uma pontaria excelente. Isso permite que manipulem qualquer armamento pequeno com mais facilidade do que a maioria dos semideuses.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de laminas pequenas.
Dano: +5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Ginasta I
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, nesse nível apenas movimentos mais simples conseguem ser executados pelos campistas, e saltos só de alturas mais baixas, como uma escada de porte pequeno, ou galhos baixos de uma arvore, alturas mais elevadas ainda poderão machuca-lo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de Agilidade e +10% de altura em saltos (+2 metros). Ao cair de uma altitude de até 4 metros não se machucam.
Dano: Nenhum

Velocidade I
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de Velocidade
Dano: Nenhum

Aerocinese I
Descrição: Permite ao semideus controlar, manipular, gerar e absorver o elemento do vento. Nesse nível consegue controlar apenas pequenas rajadas de vento, podendo aumentar ou diminuir a pressão do mesmo em campo, dificultando movimentos alheios, ou fazendo as coisas flutuarem ao seu redor, já que seu domínio sobre os ventos ainda é fraco.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: A critério do narrador.
Extra: Pode usar pra atrapalhar os inimigos, a visão, ou os movimentos, podendo por exemplo, manipular o ar para jogar pedras em seu oponente,

Arma:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Habilidade desejada:
Memória muscular
Descrição: Apesar de sua mente não possuir nenhuma memória de seu passado o corpo de Ymir manteve sua memória muscular, dando ao semideus velocidade e agilidade aprimoradas, dando-lhe reflexos melhores do que a maioria dos campistas novatos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Agilidade e esquiva e +15% em velocidade.
Dano: Nenhum

Evento:
Ymir W. Fritz
Ymir W. Fritz
Filhos de Éolo
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Mensagem por Letus em Ter Ago 20, 2019 9:52 pm


Ymir W. Fritz


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 4000 xp e dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 49%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3.920 de Xp + Dracmas

Comentários:
Ymir, você foi muito bem com relação ao desenvolvimento da CCFY. Narrou um tanto da personalidade do personagem e tudo mais. Entretanto não poderemos conceder-lhe a habilidade pedida, pelo fato de que você não a desenvolveu. Você praticamente a cita e não há nenhum background muito grande sobre ela e sobre tudo que a cerca, sendo assim, você receberá a recompensa normalmente, mas não terá a habilidade, por hora.

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Mensagem por Ymir W. Fritz em Ter Set 24, 2019 2:40 am

the boy fritz
fritz boy the
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Me revirei na cama durante a noite. Inúmeros rostos que eu nunca tinha visto se amontoavam em corpos mortos, queimados e apodrecidos. Eu não sabia quem eram, mas eu sabia que havia sido eu o responsável por tudo aquilo. O choro de mulheres e crianças inundou meu sonho enquanto eu via inúmeras vilas queimarem sob o som de berrantes. Em minha mão estava uma adaga única, com várias runas gravadas nela. Era feita de um material negro muito parecido com ferro estígio e estava molhada de sangue. Quando olhei para frente de novo inúmeros corpos tentavam se arrastar até mim enquanto gemiam.

Acordei com um salto. Já tinha me acostumado a não acordar gritando por conta dos meus irmãos, que sempre se preocupavam quando eu fazia isso. Respirei fundo e enxuguei a testa. Havia algo me chamando na floresta. Uma força que eu desconhecia estava me atraindo naquela direção. Me levantei e peguei minha adaga. Eu conseguia sentir um peso em minhas costas. A noite estava fria.

Me esgueirei pelo acampamento tentando evitar as harpias que faziam a ronda noturna com sucesso. Meus olhos lentamente se acostumaram com a luz da lua, a única fonte de visão que eu tinha. Fiz meu percurso até a floresta sem saber exatamente o que eu estava procurando. Eram problemas, só podiam ser problemas.

A floresta estava quieta. Não haviam corujas ou grilos, só aquela sensação irritante na minha cabeça, a sensação de algo estar me encarando da floresta, a sensação de urgência. Eu sentia que precisava ir para lá e não conseguia afastar o pensamento. O frio era levemente incômodo, mas não totalmente. Era mais por eu não estar usando nenhum casaco.

Depois de uns trinta minutos eu cheguei em uma clareira. Não qualquer clareira, eu tinha matado um homem ali. Seu corpo não estava mais ali, provavelmente havia sido devorado por algum animal, provavelmente alguém já tinha visto… não importava. Engoli seco.

Eu não queria tirar a vida dele, eu não queria tirar a vida de ninguém. Aquilo pareceu ser familiar demais, e a familiaridade com a morte me deixou com nojo. Quem era eu? As vezes eu queria recuperar minhas memórias apenas para responder aquela pergunta. Apertei meus punhos olhando para o local exato onde tínhamos lutado. Haviam formas de vencer sem matá-lo, e eu sabia disso. Fiquei parado sabem os deuses por quanto tempo. Estava de luto por uma pessoa que eu nem conhecia. Ouvi o som de algo andando em minha direção. Cascos de cavalo.

Havia o tilintar suave de metal e dos cascos batendo contra o chão, produzindo um som macio. Minha mão foi até minha adaga.

— Nem pense nisso... — algo cutucou minhas costas, algo afiado. Provavelmente uma lança. Eu estava perdido. — ...Ymir. — Engoli seco. Ele também me conhecia!

— Como sabia que eu ia voltar? — perguntei olhando pro chão, com a mão se afastando lentamente da adaga.

— Você sempre foi do tipo curioso. — comecei a levantar lentamente as mãos, para mostrar que estava desarmado. — A maldição funciona de verdade, não é? Você se lembra de mim?

Balancei lentamente a cabeça para os lados.

— Tsc. — ele soltou o som pela boca. — Droga, garoto. Meu nome é Lorkhan isso é tudo que precisa saber agora.

— Lorkhan… eu nunca ouvi falar. — tentei não soar exageradamente agressivo. Eu realmente não sabia quem ele era. Ouvi o som de um suspiro.

— Ymir, nós caçamos juntos inúmeras vezes. Sou seu amigo.

— E porque um amigo apontaria uma lança para mim?

Ele não respondeu isso. Ficou parado, em silêncio por alguns segundos. Aparentemente hesitante, ele afastou a lança de mim. Um movimento errado e eu estava morto. A tensão aumentou, eu poderia cortá-la no ar com a adaga. Ergui o pé lentamente como se fosse me virar… e o bati com tudo no chão, dispersando uma onda de choque que o derrubaria.

O cavalo se assustou e ouvi o som de algo pesado caindo. Era o cavaleiro! Me virei imediatamente tirando a adaga da bainha e me preparando para uma luta. Havia algo me dizendo que eu devia correr, mas eu sabia que não adiantaria. Ele se levantou tão rápido quanto caiu, girando a lança em volta do corpo e se colocando em posição de luta. Eu conhecia aquilo. Lorkhan veio em minha direção tentando me espetar com a lança. Um padrão claro se formou em minha mente. Um golpe mirando o fígado, uma estocada em direção ao pulmão, uma finta para a direita, girar o bastão.

Dei um passo para trás, saindo do seu alcance quando ele tentou acertar o fígado e girei a parte superior do corpo quando ele tentou acertar no ombro. Lorkhan recuou a lança para tentar a estocada no pulmão e nesse momento criei uma pressão de ar em meus punhos, fazendo com que um soco de ar o atingisse no rosto, que o fez dar dois passos para trás e me dando chance de fechar a distância entre nós.

Tentei ficar o mais próximo possível dele, tentando atrapalhar seu uso da lança. Quando tentei acertá-lo no rosto levei uma cotovelada na boca do estômago, por pouco não acertando meu diafragma. Me afastei com um salto mortal para trás e me coloquei em posição de luta novamente.

Seu alcance era bem maior, e ele parecia saber bem o que estava fazendo, mas ao mesmo tempo eu sentia que já tínhamos lutado antes. Me aproximei correndo e ele girou a lança, tentando me acertar em um golpe horizontal. Abaixei meu corpo em pleno movimento, dando uma rasteira. Ele virou rapidamente o corpo para me acompanhar e eu me levantei num salto em sua direção. O lanceiro tentou me acertar em pleno ar, mas usei meu controle sobre os ventos para voar e desviar minha trajetória, indo até o tronco de uma árvore. Tomei impulso dobrando os joelhos assim que toquei o tronco e joguei a minha adaga em sua direção. A adaga rasgou o ar e ele foi forçado a dar um salto grande para trás. A lâmina se fincou ao chão e eu aterrissei a alguns centímetros dela. Peguei a arma e me coloquei mais uma vez em posição de luta.

Uma gota de suor percorreu minha testa e Lorkhan sorriu, claramente satisfeito. Um dos cavaleiros segurava um orbe flutuante. O objeto parecia-se com um olho e me encarava freneticamente. Senti um arrepio entendendo um tanto tarde demais que tinha sido atraido para uma armadilha.

— Ainda há um pouco daquele lutador em você. Pés leves, golpes rápidos. Você ainda é o Ymir. — aquela afirmação me incomodou. Ele parecia estar começando a se cansar. Usava uma armadura de placas completa, exceto pela cabeça, que estava exposta. Eu não estava tentando realmente acertá-lo, mas sim deixá-lo cansado. Ainda havia alguma chance.

Entretanto, ele apenas deixou a posição de luta. Lorkhan curvou-se levemente em minha direção com um sorriso triunfante no rosto, fincou a lança no chão e me encarou. Por instinto quase devolvi o gesto, mas me mantive firme. Ouvi o som de mais cascos me cercando aos poucos e engoli seco. Eu estava cercado. Todos eles usavam uma armadura negra muito parecida com ele, todos estavam armados com lanças.

— Solte a adaga e erga as mãos. — Fiz como pediram rápidamente, erguendo as mãos completamente desarmado. Lorkhan dava um sorriso contente para mim. — Você será acusado e julgado por deserção. Soferá julgamento pelos Cinco Comandantes da Caçada Selvagem e sofrerá qualquer punição que estes julguem necessária. Está claro ao senhor, Ymir Weiss Fritz?

—...Sim. — Então o W. realmente era de Weiss.

Poderes passivos e ativos:
Passivos:

Pericia com Laminas Pequenas II
Descrição:  Os filhos de Éolo sentem-se familiarizados com laminas pequenas em geral, além de terem uma pontaria excelente. Isso permite que manipulem qualquer armamento pequeno com mais facilidade do que a maioria dos semideuses.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de assertividade no manuseio de laminas pequenas.
Dano: +10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Ginasta II
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, agora já conseguem fazer movimentos mais precisos, dar cambalhotas no ar, e saltar do telhado de uma casa média sem machucar-se de fato, são peritos e gatunos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Agilidade e +20% de altura em saltos (+4 metros). Ao cair de uma altitude de até 6 metros não se machucam.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Velocidade II
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Velocidade
Dano: Nenhum

Nome do poder: Despercebido I
Descrição: O vento é sentido, mas não é visto, por esse motivo os filhos de Éolo tendem a passar despercebidos pelos demais, conseguem ser furtivos, e os monstros não sentem seu cheiro com muita facilidade, pois o vento o dispersa. Porém nesse nível a aura de energia que os acompanha ainda é fraca, já que seus genes divinos ainda estão em desenvolvimento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de furtividade +20% de chance de passar despercebido por monstros.
Dano: Nenhum


Ativos:

Nível 12
Nome do poder: Provocador de quedas
Descrição: Ao bater o pé contra o chão o semideus será capaz de enviar uma corrente de ar poderosa o suficiente para desestabilizar e derrubar seu inimigo no chão com um empurrão invisível.
Gasto de Mp:  20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Não afeta inimigos com equilíbrio maior ou igual a 100%.

Nível 14
Nome do poder: Voo II
Descrição: O semideus aprimorou seu conhecimento de voo e agora além de se movimentar pelo ar também consegue aumentar sua velocidade, quando está voando se torna mais rápid, podendo dar cambalhotas no ar ou se esquivar mais facilmente.
Gasto de Mp:  20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  +20% de velocidade e agilidade quando estiver no ar.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

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Mensagem por Letus em Ter Set 24, 2019 7:12 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 4.000 xp e 4.000 dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 4.000 de Xp + 4.000 Dracmas para cada

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Mensagem por Ymir W. Fritz em Dom Out 13, 2019 10:04 pm

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Com amigos assim...


Havia uma árvore gigante no centro do acampamento. Não sei como descrever a altura, mas era algo de proporções monstruosas. Ela definitivamente era mágica, nenhuma árvore comum conseguiria ficar daquele tamanho. Havia algo nela que me causou arrepios. Nenhum dos soldados chegava perto dela, não haviam fogueiras perto dela e nem mesmo a grama ousava crescer próxima a ela.

Foi a primeira coisa que pude notar quando me aproximei do acampamento da Caçada Selvagem. A segunda coisa foi a desorganização. Se você acha que o Acampamento Meio-Sangue é desorganizado é porque nunca viu uma coisa daquelas. Eram um amontoado de tendas distribuídas de qualquer jeito com fogueiras e algumas poucas construções fixas. Era claro que planejamento urbano não era o forte deles.

Apesar de parecer com um acampamento temporário eles estavam fixados ali permanentemente. Havia uma paliçada em volta do acampamento deles. Por algum motivo eles estavam protegendo a árvore.

Sentiu saudade? — Lorkhan perguntou de cima do cavalo. Neguei lentamente com a cabeça, sem tirar os olhos da grande árvore.

O que é aquilo? — Lorkhan pareceu curioso com a minha curiosidade.

Aquela é Yggdrasil.

Você quer dizer a...

Não, não é a árvore de verdade. Chamamos ela de Yggdrasil por causa do tamanho. Ela é… um lugar importante para a Caçada.

Porque? — segurei nas barras e aproximei-me dele, fitando-o curiosamente. Ele me olhou por um segundo e ignorou meu olhar, voltando a encarar a árvore.

De acordo com a lenda o Coração de Ymir está lá. O gigante Ymir, não você, óbviamente!  — Eu nem mesmo ia perguntar aquilo. — Você realmente esqueceu de tudo né?

Eu acho que sim. Eu já estive aqui antes?

Ele riu.

Você morou aqui por séculos!

Membros da Caçada não envelhecem? — Ele negou com a cabeça. Eles eram como as caçadoras de Ártemis então? Não parecia ter um deus entre eles. — Somos imortais?

Não, nós só não envelhecemos. É uma benção para que só possamos morrer em batalha. É como uma garantia de que entraremos em Valhalla, isto é, se você não se acovardar quando enfrentar a morte. No seu caso, no entanto… acho que não funciona mais.

AH… E quem lidera a caçada?

Ele coçou o queixo.

As vezes Wotan. Pode chamá-lo de Odin, Wodan ou mesmo Pai de Todos se quiser, mas na maior parte do tempo nós estamos por conta própria. Foi aqui que ele recolheu seus melhores guerreiros em Valhalla. É uma grande honra estar entre nós.

Eh, se já existem os gregos e os romanos… — Olhei para a árvore mais uma vez — E o que… eu tenho tantas perguntas.

E eu não quero responder. Você vai recuperar suas memórias em seu devido tempo, não se preocupe quanto a isso. Só vamos te dar um empurrãozinho…

Então porque a grade e as algemas?

Ymir, eu fui seu irmão por uns... sabem os Aesir por quanto tempo!, te conheço desde que cheguei aqui. Eu sei que perdeu as memórias, mas te conheço bem o suficiente para saber que fugiria nos primeiros três segundos se eu te soltasse.

Ele tinha um ponto.

Me mantive calado até que a carruagem parasse, o que eventualmente aconteceu. Os cavalos pararam de andar e eu prendi a respiração. Não andaríamos mais de carroça. Lorkhan desmontou do cavalo enquanto outro Caçador se aproximou, acompanhado do que deduzi ser um sacerdote. Lorkhan destrancou a jaula em que eu estava. Me senti tentado a voar para longe dali… mas por algum motivo eu estava curioso. Era uma chance de conhecer meu passado, então pra que jogar fora?!

Desci da carroça que me carregava manso como um cãozinho. Não tinha porque tentar fugir, seria muito trabalho de qualquer forma…

Se ajoelhe. — Lorkhan sussurrou para mim quando o sacerdote se aproximou e ficou de joelhos. Fiz como o sugerido, talvez ele fosse o mais próximo de uma figura de autoridade que aquele lugar tinha e eu não queria desagradar mais ninguém.

Lorkhan Filho de Shor, você aceita ser a Testemunha de Ymir?

Sim, vossa graça.

Crê que ainda há honra para ele na Caçada?

Sim, vossa graça. Ele ainda poderá alcançar grandes coisas caso cavalgue conosco.

Você confiaria nele para protegê-lo no campo de batalha?

Tenho total confiança que me protegeria mesmo que seu escudo quebrasse.

Aceita ser responsável por ele?

Lorkhan me encarou por alguns segundos, mas logo olhou para a figura a sua frente.

Sim, vossa Graça. — O sacerdote então olhou pra mim.

Ymir Fritz. — Ele omitiu o nome do meio. —  Estenda o braço.

Como eu estava algemado tive que levantar os dois. Ele pegou uma pulseira, sussurrando alguma coisa para ela e a prendeu em meu braço. Senti meu corpo arder por alguns segundos, mas não foi nenhuma dor excruciante.

Olhei para o sacerdote, que parecia completamente envolvido em algum pensamento. Seus olhos pareciam estar me julgando. Talvez estivesse decidindo o que fazer comigo. Ele parecia ser velho, o que era estranho considerando que ninguém ali envelhecia. Nos encaramos por algum tempo até que ele suspirou e fechou os olhos.

Está proibido de usar qualquer bênção de Wotan. Caso tente sentirá o corpo queimar. Caso se afaste demais de Yggdrasil sentirá o corpo queimar, caso tente lutar com alguém sentirá o corpo queimar, entende isso?

O que são bençãos de Wotan?

Seus poderes.  — Lorkhan respondeu do meu lado. Assenti levemente. Era daquele jeito que chamavam por ali?

Sim, eu entendo…

— Então poderá voltar a vagar pelo acampamento, e somente pelo acampamento até que o julgamento seja passado. — Ele levantou a mão e minhas algemas se desintegraram, ficando vermelhas como que em fusão e simplesmente sumiram no ar.

Me levantei quando o velho sacerdote se afastou. Eu quis experimentar meus poderes, mas como não sabia exatamente o que “queimar” significava, era melhor que eu não o fizesse. Meu “amigo” soltou um longo suspiro de alívio.

Depois dessa eu preciso beber alguma coisa… você vem?

Será que eu tinha alguma escolha?

Item Receibido:
Truthvíst — Um bracelete que Ymir não consegue tirar. O objeto simplesmente anula qualquer poder que o semideus deseje usar, causando uma sensação de queimação incrivelmente dolorida por todo o corpo do semideus. O objeto não pode ser destruído e funciona essencialmente como uma maldição.
Ymir W. Fritz
Ymir W. Fritz
Filhos de Éolo
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Mensagem por Macária em Ter Out 15, 2019 4:56 pm


Ymir

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP – 4.000 dracmas – 10 ossos
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 48%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 4.800 XP – 3.840 dracmas – 9 ossos

Truthvíst [Um bracelete que Ymir não consegue tirar. O objeto simplesmente anula qualquer poder que o semideus deseje usar, causando uma sensação de queimação incrivelmente dolorida por todo o corpo do semideus. O objeto não pode ser destruído e funciona essencialmente como uma maldição. | Efeito: Anula todo e qualquer poder que o semideus tentar fazer uso, provocando-lhe uma intensa dor. | Mágico | Status: 100%, sem danos. | Beta. | CCFY Halloween 2019.]

Comentário:
Ymir,
Apesar do fundo desagradável de seu template e da cor da letra de narração forçar um pouco minhas vistas, não tenho muito o que pontuar. Achei pequenos e poucos erros e o texto foi sucinto e tranquilo de se compreender de um modo geral.



this a good death
money and diamonds can't save your soul

Macária
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Localização : Em qualquer lugar

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Mensagem por Ymir W. Fritz em Qua Out 16, 2019 9:24 pm

This is how you tell a story
Dente de Fenrir


A taverna era uma das únicas construções permanentes no acampamento da Caçada Selvagem, as outras sendo o arsenal, a casa de banho e a área de treino. Já era o terceiro copo de Lorkhan, e eu não estou falando de um copinho americano, aquele copo era enorme. Ele parecia estar sóbrio o suficiente, pelo menos.

— Duas semanas sem essa cerveja e eu me sinto como se tivesse passado pelo Ragnarok duas vezes. — Ele comentou virando a caneca e bebendo aquilo a goladas. Eu não era muito chegado em álcool, então decidi não beber.

— Porque ficou tanto tempo fora?

— Ah, você sabe, procurando você. — O tom dele soou passivo-agressivo e eu suspirei. A taverna estava cheia e todos estavam ficando cada vez mais bêbados. Talvez brigas de bar fossem uma ocorrência frequente ali, porque num canto estavam umas cinco mesas quebradas.

Alguém estava tocando um alaúde com alguma graça, embora não fosse a melhor música que eu já tivesse escutado. Ali não era um lugar tão ruim, no fim das contas.

— Diga-me, Ymir, o que pretende fazer agora que foi recebido de volta? — Ele parou de beber por um segundo e me encarou completamente curioso. Coloquei a mão no queixo, pensativo. Parte minha só queria voltar pro acampamento.

— O sacerdote disse algo sobre um julgamento, não? — Lorkhan assentiu — Eu vou esperar por isso, e depois… não sei. Acho que voltar pra onde eu estava?

— E porque faria isso? Aqui é o seu lar! — Ele bebeu mais um gole de cerveja e eu respirei fundo.

— Eu fiz algumas amizades lá, sabe? Acabou que eu me acostumei... — Meia verdade. Eu também não queria fazer parte de um grupo que matava por prazer, isso era demais para mim.

— Sei… bom, se você quer se juntar aos fracotes… você quem perde. — Dei um sorriso curto para ele e assenti lentamente. — Mas até tirarem a pulseira de você, vai ter que ficar aqui.  Dá para dizer que você tem sorte. Um brinde ao seu futuro de mulherzinha. — Ele bebeu despreocupadamente e eu não pude evitar de rir com o comentário machista. Metade das Caçadoras de Ártemis arrancaria a língua dele por falar algo naquele tom, nem Moros saberia o que as Amazonas fariam com ele...

Ficamos em silêncio por algum tempo, ele bebendo e eu só pensando sobre o rumo que minha vida ia tomar. Talvez eu devesse ficar ali, aquele podia muito bem ser o meu lugar no mundo.

— Bom, eu provavelmente devia levar você para a sua tenda, deve estar cansado.

— Ah, eu tenho uma? — Eu fiquei bastante surpreso, na verdade. O Caçador assentiu com um sorriso alegre.

— Claro que tem! As suas coisas devem estar lá ainda, você pode querer dar uma olhada.

— Na verdade eu quero sim — Minha curiosidade bateu bem alta. Lorkhan terminou sua bebida e se levantou meio tonto.

— OOOOOOKAY, lá vamos nós!

Ele me “guiou” pelo acampamento. Entramos algumas vezes nas tendas erradas e ele tropeçou bem mais do que andou, mas, por fim, conseguimos achar a minha casa. Lorkan se encostou nela de leve, tentando se manter de pé. Sorriu não tão graciosamente assim e estendeu o braço em direção a entrada.

— Lar doce lar. — Assenti. — Vou deixar você sozinho um pouco. Acho que vai querer dar uma olhada nas suas coisas, ainda mais com o lance de não se lembrar de nada e tudo.

— Sim, eu agradeço. — Ele acenou dizendo um “claaaaaaaaaaro!" e saiu bamboleando pelo acampamento.

Prendi a respiração e entrei na tenda. Ela parecia ser completamente normal. Alguns pertences aqui e ali e tudo parecia bagunçado exatamente do jeito que eu costumava deixar minhas coisas. Remexi em algumas coisas, procurando fotos ou qualquer coisa significante, mas só encontrei espadas velhas, um peitoral qualquer e roupas. Decidi me trocar, já estava usando aquelas fazia algum tempo e já deviam estar bem sujas.

Todas as roupas estavam cabendo perfeitamente, mas todas eram pretas e sem graça.

— Meu tipo favorito de roupa… — Reclamei enquanto vestia a camisa e voltava a revirar o quarto. Não tive muita sorte procurando até olhar embaixo da cama. Havia uma caixinha de prata com uns 50 centímetros de largura.

A caixa tinha uma fechadura, obviamente. Não parecia ser mágica ou ter qualquer propriedade particular além de ser uma caixa trancada. Soltei ar dos pulmões, completamente frustrado. Como eu ia achar uma chave naquela bagunça? Talvez eu pudesse arrombar a fechadura. Me sentei e analisei minhas opções. A tranca não parecia ser tão complicada de se abrir… embora eu não tivesse nenhum conhecimento de como arrombar fechaduras. Decidi deixar a caixa ali, com seus conteúdos misteriosos e sai da tenda. Me espreguicei quando a luz do sol tocou minha pele e olhei em volta. Devia ter alguma coisa para fazer, não é? Lorkhan devia estar muito bêbado para me ajudar a explorar o lugar.

Caminhei pelos campos até chegar na área de treino. Alguns lutadores estavam praticando esgrima. Me encostei na cerca e passei a observar. Mesmo que eu achasse que lutas até a morte eram um desperdício minha opinião sobre treinamento era bem diferente. Eles pareciam estar animados, mas deviam ser inexperientes. As espadas balançavam para o lado de qualquer jeito e eles mais se machucavam do que machucavam seu oponente. O instrutor era um homem alto e loiro. Parecia bastante irritado com eles.

— Rápido Sydney! Você tá demorando uns três segundos pra terminar um movimento que devia demorar UM! Alexander, SÓ VAI CONSEGUIR BLOQUEAR SE USAR AS DUAS MÃOS PRA SEGURAR A ESPADA!

Os garotos pareciam estar com mais medo dele do que um do outro. Dei um sorriso de canto e encarei o gigante com mais atenção. Ele revirou os olhos quando um dos garotos deixou a espada cair e me olhou. Pareceu surpreso por um segundo e então sorriu. O gigante correu até mim alegre como uma criancinha e me levantou do chão como se eu fosse uma boneca de pano.

— YMIIIIIIR! — era como ser abraçado por um pedregulho. Senti minha coluna estalar e todo o ar ser expulso do meu peito. “Quem é esse cara?!” Me perguntei quando ele me colocou no chão. Ele devia ter uns 2 metros e alguma coisa de altura e devia ser o pesadelo de qualquer pessoa no campo de batalha.

— Heeey… errr…? — Eu não sabia o nome dele. Ele arqueou uma sobrancelha para mim — Ah, desculpe… bom, eu não consigo lembrar do seu nome, perdi as memórias.

— Oh! Claro, claro, eu tinha ouvido falar disso. Meu nome é Thorkell, o alto. Viking, Comandante, lutador e o motivo de umas 50 cicatrizes suas.

— Ahh… então foi você? — algumas eram em lugares bem perigosos. Me perguntei se ele era responsável por aquelas também. — Bom, é um prazer te conhecer Thorkell.

— Hahaha, o prazer é todo meu garoto. — Ele deu um tapa nas minhas costas que quase me virou do avesso. — Porque veio aqui? Nâo me diga que planeja duelar?!

— N-Não! Na verdade eu só vim ve---- — Ele começou a me arrastar, me puxando para dentro da arena de treino.

— Sydney, o meu machado! Tragam para Ymir qualquer arma que ele preferir! — Ele estava animado demais, droga!

Eu não tinha como fugir daquilo. Respirei fundo e olhei para o gigante, que sorria como uma criança embaixo de uma árvore de natal. Ok, talvez só um treino não fosse me matar. O garoto chegou, arrastando um machado que ele mal conseguia erguer e o deixou aos pés do treinador, que o segurou com apenas uma mão e sorriu para mim, completamente contente.

— Eu vou querer… uma adaga. — Oh bosta, bosta, bosta, bosta! — a minha de bronze celestial havia sido tirada de mim quando fui capturado, e devia estar jogada em algum canto da floresta. Eu teria que conseguir outra arma. Um dos garotos se preparou para buscar minha arma, mas Throkell o interrompeu.

— Espera, espera, onde está Fenrirtönn? — Eu não conhecia aquele nome.

— Oi?

— Dente de Fenrir, sua arma, cadê ela? — Ah, eu tinha uma arma! Era só um palpite, mas talvez estivesse…

— Tem uma caixa de prata logo embaixo da minha cama, ela está trancada. Se fosse para adivinhar eu acho que está ali.

Se você já viu um homem ameaçadoramente grande irritado com um machado na mão você entende o quanto meu corpo quis sair dali. Me mantive firme esperando para saber o que o viking faria. Thorkell respirou fundo e um pouco da tensão se dissipou.

— Vá pegá-la.

— Ahn?

— MANDEI PEGAR A PORRA DA CAIXA!

— AH! SIM SENHOR! — me levantei e saí correndo pra longe daquele maluco. Cheguei na minha tenda e coloquei a mão no peito, respirando fundo. — Esse cara… — Não sei se eu preferia lutar com ele ou recusar a luta e ter que lutar com ele irritado!

Trouxe a caixa para Thorkell, que a esse ponto se apoiava no cabo irrazoavelmente longo do seu machado. Impressão minha ou ele parecia maior agora? Mostrei-lhe a caixa e ele respirou fundo, pegando sua arma e me encarando com um olhar de quem tinha esperado demais por algo que acabou se mostrando decepcionante.

— Sabe, você sempre foi do tipo inteligente, até chegava a irritar as vezes, mas também sempre foi lerdo. — O jeito dele falar era quase ameaçador. Coloquei a caixa no chão e o grandalhão meteu a parte cega do machado nela, esmagando a tranca e o mecanismo. Engoli seco ao ver aquilo.

Ele então pegou a caixa de prata do chão e a abriu, revelando o conteúdo interno. Era uma adaga de 13 cm de comprimento. Haviam gravuras na bainha. Um grande lobo negro acorrentado. Do outro lado estavam escritas algumas runas que não consegui entender. Coube perfeitamente em minha mão quando a peguei. Notei que a lâmina era toda serrilhada, mas as serras eram minúsculas, quase invisíveis. Quem quer que tivesse feito aquilo devia ser um ferreiro e tanto.

— Fenrirtönn. — Murmurei com um sorriso. — Acho que prefiro chamar de Dente de Fenrir. — Thorkell revirou os olhos e tacou a caixinha longe, uma vez que já tinha cumprido seu propósito.

— Eh, você pode chamá-la do que quiser, ela é sua. Foi o próprio Tyr que te deu isso, Recomendo que não perca novamente.

Engoli seco. Quantas vezes eu já tinha usado aquela adaga para…

Atirei a lâmina em uma das cercas da arena com pouca força, o suficiente apenas para que se prendesse, afinal de contas eu só queria testar seu balanço. Ela se prendeu perfeitamente na cerca, cortando o ar com toda a graça que uma arma minha deveria ter até que atingisse seu alvo. Seria eu que estava ficando melhor com adagas ou aquela adaga que era muito boa? Por instinto levantei a mão e ela veio até mim. A balancei na mão algumas vezes, brincando com ela, girando-a entre os dedos e manuseando-a casualmente, como se já fossemos velhos companheiros.

— Não quero interromper esse reencontro lindo. — Thorkell bateu com o machado no chão, parecendo cada vez mais ansioso para me enfrentar — Mas acho que já é hora, não?

Sorri para ele e assenti. Agora eu estava tão animado que me esqueci que as armas que usávamos eram de verdade. Avancei contra o gigante que animadamente balançou o machado horizontalmente na minha direção. Me abaixei antes que aquela coisa me acertasse e pude sentir a pressão que o golpe dele tinha.

Whooooooosh!

Fiz um corte muito leve em sua perna direita e me afastei dele com um mortal para trás, assumindo uma posição defensiva. Não consegui ver nenhuma abertura na defesa dele. Ele estava com uma armadura de couro leve, o que provavelmente atrapalharia, exceto se eu tentasse acertá-lo nas juntas. Era quase como se estivesse lutando contra um ciclope enorme e de armadura.

— Para ser sincero eu achei que te mataria com aquele golpe. Você é bem diferente desses molengas… — Ele olhou para seus alunos, que quase se encolheram. — Que acha de fazermos uma aposta?

— Aposta? — Perguntei, arqueando a sobrancelha. Seu sorriso se alargou.

— Se me vencer, te dou uma égua! O Pedigree mais puro da Caçada Selvagem! — Claro, ele era um Viking da era medieval, cavalos eram ferraris praquele povo. Soltei um suspiro e dei um leve sorriso.

— Ok, mas e se eu perder? — Ele avançou na minha direção e ergueu o machado. O golpe viria de cima. Saltei para o lado e o machado afundou na terra com tanta força que ficou preso. Era minha chance! Avancei em Thorkell e saltei, acertando-lhe um chute na lateral do pescoço.

Foi só por um segundo, mas ele tombou para o lado parecendo estar atordoado. Me afastei dele com o coração a mil. Estava claro que se eu me mostrasse uma decepção para ele não seria deixado vivo. Ele se levantou, irritado e pegou seu machado novamente. Agora a brincadeira estava séria.

Algumas pessoas começaram a se reunir ali. Provavelmente todos entediados com o que quer que estivessem fazendo. Não tive tempo para saber se eu conhecia alguma daquelas pessoas, eu não podia tirar os olhos do meu oponente.

“O Baixinho vai se dar muito mal.” Consegui ouvir da plateia. Eu tinha tamanho médio, claro, mas Thorkell era um gigante. Qualquer um perto dele parecia minúsculo. “Três moedas no garoto!” “Sete em Thorkell!” “Cinco barris de vinho que ele dura mais vinte minutos!” Eles faziam suas apostas com a minha vida enquanto Throkell se preparava para mais uma rodada. Me abaixei e peguei um pouco de areia com a minha mão livre. Eu odiava que brincassem com vidas sem nenhum motivo, aquilo não era um jogo! Comecei a me aproximar de Thorkell com cautela enquanto ele se preparava para dar mais um golpe. Eu não podia usar nenhum poder, mas ainda tinha minha astúcia.

Ele tentou acertar mais um golpe com seu machado monstruoso, e embora a força de seus movimentos fosse enorme ele nunca seria tão rápido quanto eu. Apesar disso eu mal havia sido capaz de acertar um golpe nele, e quando acertei foi muito pouco efetivo. Me aproximei o suficiente e joguei a areia em seu rosto.

— QUE PORRA… — Sua voz trovejou pela área de treino e minha visão ficou turva. Ele deu um chute, isso eu consegui entender. Também consegui entender que tentei acertá-lo antes de ser atingido…

Mas porque o chão estava tão longe?

Flutuei por um momento no ar antes que a gravidade começasse a me puxar novamente. Por sorte filhos de Éolo não se machucavam com quedas de certas alturas, por azar aquela queda era maior do que o que eu aguentava. Fiquei nocauteado por um tempo, sem lembrar o que eu estava fazendo. E então ouvi vozes e risos e vi Thorkell. Me levantei, tentando me colocar em posição de luta mas a minha perna se dobrou de um jeito estranho e eu fui ao chão com a dor.

Thorkell tirou a adaga que estava fincada no antebraço e me encarou, curioso.

— Ainda consegue lutar?  — Esperou alguns minutos antes de me chamar de novo — YMIR! — tentei me levantar antes que ele me matasse, mas não consegui. O homem suspirou, contemplando sobre o que fazer por um momento. — Acho que você realmente está mal, não é?

— Calado! — falei enquanto tentava me levantar pela terceira vez em vão.

Thorkell ficou calado por todo o tempo em que eu tentava me recuperar e suspirou.  Ele se aproximou e tirou Dente de Fenrir, que estava presa em seu antebraço e jogou a adaga bem em minha frente. — Faz muito tempo que alguém me faz sangrar, garoto. AInda mais tempo desde que alguém do seu tamanho tenta bater de frente comigo. — Seu tom foi .Ele se encostou na cerca — Eu me rendo.

Todos pareceram muito surpresos.

”Equipamento desejado”:
•Fenrirtönn [Foi dada a algum ponto do passado de Ymir a ele pelo deus Tyr quando este cumpriu alguma missão para o deus da guerra. A arma possui 13 centímetros de lâmina, sendo esta completamente serrilhada | Efeito 1: Sempre que o dono precisa a arma volta para a sua mão. | Efeito 2: Quando acerta a pele a arma produz um efeito de sangramento extra | Épica|

Ps: Eu não sei fazer armas, ainda não entendi direito como se faz, então peço desculpas se qualquer coisa parecer absurda demais.

Equipamento:
• Truthvíst [Um bracelete que Ymir não consegue tirar. O objeto simplesmente anula qualquer poder ativo que o semideus deseje usar, causando uma sensação de queimação incrivelmente dolorida por todo o corpo do semideus. O objeto não pode ser destruído e funciona essencialmente como uma maldição. | Efeito: Anula todo e qualquer poder que o semideus tentar fazer uso, provocando-lhe uma intensa dor. | Mágico | Status: 100%, sem danos. | Beta. | CCFY Halloween 2019.]

Poderes passivos:
Nome do poder: Ginasta II
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, agora já conseguem fazer movimentos mais precisos, dar cambalhotas no ar, e saltar do telhado de uma casa média sem machucar-se de fato, são peritos e gatunos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Agilidade e +20% de altura em saltos (+4 metros). Ao cair de uma altitude de até 6 metros não se machucam.
Dano: Nenhum

Pericia com Laminas Pequenas III
Descrição:  Os filhos de Éolo sentem-se familiarizados com laminas pequenas em geral, além de terem uma pontaria excelente. Isso permite que manipulem qualquer armamento pequeno com mais facilidade do que a maioria dos semideuses.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de assertividade no manuseio de laminas pequenas.
Dano: +25% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Perícia com facas e adagas IV
Descrição: Uma habilidade primordial para se entender bem como usar essas armas leves e afiadas, melhorando uma habilidade nata ou dando uma habilidade por prática para quem não tem intimidade com tais..
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Extra: +50% de assertividade.
Dano: +30% de dano.

Velocidade II
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Velocidade
Dano: Nenhum

Ymir W. Fritz
Ymir W. Fritz
Filhos de Éolo
Filhos de Éolo


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Mensagem por Hades em Sex Out 18, 2019 1:21 pm

Avaliação

Máximo de recompensa a ser obtida:  5.000 xp e 4.000 dracmas + 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 43%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 26%

Recompensa obtida: 4.400 xp e 3.520 dracmas + 9 ossos

• Fenrirtönn [Foi dada a algum ponto do passado de Ymir a ele pelo deus Tyr quando este cumpriu alguma missão para o deus da guerra. A arma possui 13 centímetros de lâmina, sendo esta completamente serrilhada | Efeito 1: Sempre que o dono precisa a arma volta para a sua mão. | Efeito 2: Quando acerta a pele a arma produz um efeito de sangramento extra | Comum | Status: 100%, sem danos. | Beta. | CCFY Halloween 2019.]

Comentário:
Confesso que em um primeiro momento não entendi exatamente o que estava acontecendo com o personagem, como ele foi parar ali, quais os objetivos dele etc. Apesar de serem informações secundárias, elas pareciam necessárias para a situação já que o personagem está em um ambiente que parece ser em uma outra dimensão. Fora isso não tenho muito o que falar, notei alguns erros, inclusive de continuidade, porém nada grave. Parabéns pela narrativa.


Atualizado
Hades
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

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Mensagem por Ymir W. Fritz em Sab Out 19, 2019 3:51 pm

This is how you tell a story
Cavalos de Guerra


Nunca vi um homem tão grande parecer tão assustado por uma mulher tão pequenininha. Thorkell se encolhia toda vez que ela virava para ele e gritava alguma coisa, o que seria até engraçado se ela não estivesse gritando comigo também. Nossa luta havia quebrado minha perna e se não fosse pela magia dela eu continuaria com a perna quebrada. Quando ela parou de gritar o Viking se desculpou e ela saiu pisando forte no chão, gritando que eu ainda precisava ficar em repouso por alguns dias.

— O que foi isso? — Arqueei a sobrancelha para ele. Thorkell soltou um suspiro de alívio e me encarou

— Você pode fazer o que quiser aqui, mas nunca irrite ela. — Certo, aquilo era mais estranho do que o normal. Dei de ombros com aquilo. Eu provavelmente teria que ficar ali por mais alguns dias. Pelo que eu sabia ele havia me derrotado ao acertar um único golpe, mas ele se rendeu e me declarou o vencedor de nosso duelo.

Haviam muitas perguntas em minha mente, e agora pareceu um momento certo para fazê-las.

— Porque se rendeu? — Ele me encarou por alguns segundos e se sentou.

— Você lutou bem e me deu trabalho, é mais do que todos esses molengas já fizeram em um bom tempo. Eu realmente não estava conseguindo te acertar até ficar próximo daquele jeito. — No fim ele só conseguiu me acertar uma vez e eu não consegui causar dano o suficiente. — Acho que podemos dizer que estamos empatados?

Um chute dele me jogou uns 14 metros de altura, eu acho que estávamos bem longe de estar empatados.

— Claro, o que você preferir. — Era bom ter a minha adaga de volta. Eu não me lembrava muito das vezes que a usei mas pela luta com Thorkell podia dizer que ela seria incrivelmente valiosa no futuro. — Então eu ganhei a aposta?

— Não abusa, garoto… — Ele pareceu muito irritado por um segundo, mas soltou um suspiro. — Claro, porque não? Quebrei a sua perna, você merece algum consolo por ter sobrevivido aquela queda.

Cocei a cabeça sem saber exatamente o que dizer.

— Não vou deixar ela mais irritada do que já deixamos. Assim que ela te deixar sair você pode me procurar e buscar seu prêmio. Por enquanto sugiro que descanse. — Sério, como ele podia parecer tão assustado com aquela mulher? Respirei fundo e me deitei novamente na cama, subitamente me sentindo bem mais cansado do que antes.

Fechei meus olhos e adormeci.

Semideuses são conhecidos por ter sonhos proféticos, comigo não era muito diferente. Podíamos sonhar com coisas que aconteciam a quilômetros de distância ou com eventos passados ou futuro. Naquela noite sonhei com um lobo. Ele estava contorcido e rosnando, mas tudo o que o prendia era uma fina linha. O lobo rosnou e fez força, mas não se soltava não importa o que acontecia.

Ouvi o som de algo se trincando. A corrente não ia aguentar muito tempo.

Acordei no dia seguinte me sentindo estranhamente rejuvenescido. Eu só precisava de uma noite de repouso após os medicamentos que haviam me sido dados. Talvez funcionassem como os medicamentos mágicos que haviam no acampamento. Quando saí da enfermaria dei de cara com Thorkell, o Viking.

— Ora, pirralho! Já melhorou! Pronto para mais uma? — Eu nunca estaria pronto para uma luta com Thorkell. Dei um suspiro cansado e ele sorriu. — Só estou de brincadeira, rapaz. A nossa pequena baguncinha de ontem me deixou satisfeito por algum tempo. Mas só por algum tempo.

Ele pareceu estar me ameaçando. Dei um suspiro e o encarei.

— E quanto ao que me prometeu? — Ele deu um sorriso e meteu dois “tapinhas” nas minhas costas (cada um dele pareceu ter quebrado um osso!).

— Você terá seu cavalo. Eu tenho cerca de quinze, todos com o mais fino Pedigree da Caçada Selvagem. Você só tem que escolher um.

— O que há de tão especial neles? — Ele sorriu sorriu.

— Ah, você não sabe, não é? Esses cavalos são Hestrherja, cavalos de guerra descendentes do próprio Sleipnir, o cavalo de Odin. Eles possuem uma habilidade que é incrivelmente valorizada. Podem viajar para qualquer um dos nove reinos, para qualquer lugar de qualquer um dos reinos.

Aquilo parecia ser incrivelmente valioso! Sleipnir era o cavalo mais rápido do mundo, era capaz até mesmo de voar! Se um daqueles cavalos possuísse alguma daquelas habilidades já seria um animal bastante interessante. Ele me levou até os estábulos. Era outra parte bem organizada da Caçada, já que poucos eram os que conseguiam ter os próprios cavalos, estes eram os mais estimados membros do grupo e, por isso, tinham os cavalos mantidos e tratados em uma área separada.

— Aqui estão eles. Os quinze cavalos mais estimados e cobiçados da Caçada. Terá a honra de montar em um deles, Ymir, mas escolha sabiamente! É um laço para a eternidade.

— Hm… certo, não se incomodaria se eu fosse vê-los, não?

— Claro que não, não tem problema. — Saltei a cerca com facilidade e comecei a caminhar até os cavalos. Alguns garanhões se viraram, prontos para acertar-me um coice, outros apenas me observaram com uma calma estranha. Uma égua ficou parada, me encarando. Como todos os seus irmãos ela tinha os dois olhos vermelhos como rubis e pele negra como carvão.

Me senti especialmente atraído por ela, e ela não pareceu me rejeitar como os outros, me encarando com fixação. Ela era menor que seus irmãos, parecia ser bem mais ágil do que eles. Acariciei sua crina enquanto sentia seus olhos penetraram minha alma.

— Ah não, Ymir, não vai querer essa. — Thorkell disse, se encostando na cerca. — Shadowmere dificilmente é um cavalo de batalha. Não recomendo que pegue ela.

— Tem alguma deficiência? — Analisei seus dentes. Eles pareciam perfeitos. Não parecia ter um problema exceto pelo fato de que todos os outros cavalos eram bem maiores do que ela.  Thorkell riu.

— Você viu os outros cavalos? Ela é pequena. Claro, nenhum deles vence dela em velocidade, creio eu, mas ela não é feita para batalha. Quase não dá para chamar isso de cavalo de guerra!

— Então ela é bem ágil. È o tipo de cavalo que eu queria, para falar a verdade. — O homenzarrão apoiou a cabeça na mão com um olhar decepcionado. — Tem alguma sela?

— Tsc, faça como quiser, pirralho. — Ele olhou para um dos garotos que trabalhava ali. — Você! Traga uma sela para Ymir!

Ela era obediente, isso eu tinha que admitir. Deixou o garoto colocar-lhe a sela sem se mover, parecendo pronta para ser montada. O Viking assoviou assoviou e um dos maiores cavalos que eu já tinha visto se aproximou. Era um animal magnífico, muito parecido com Shadowmere, embora fosse bem mais musculoso. Esse era digno de ser montaria de Thorkell, o alto.

— O que acha de darmos uma volta? Você não pode sair do acampamento, mas certamente pode cavalgar por ele. — Podemos apostar uma corrida.

Aquilo estava ficando interessante.

— Corrida, é? — Sorri interessado sobre onde aquilo levaria. Ele assentiu. Estávamos indo até a enorme paliçada de madeira que protegia o acampamento da caçada. a tenda mais próxima ficava a uns 15 metros de distância dos muros, o que nos dava um bom espaço para correr.

Thorkell ficava ainda mais alto montado em um cavalo, o que não era de se estranhar. Teria que ser uma criatura enorme para que um homem daquele tamanho pudesse montar nela. Andávamos lado a lado.

— Me diz, Thorkell, onde estamos exatamente? Europa, Américas, Austrália…? — Okay, provavelmente não Australia, mas não fazia mal perguntar. Thorkell sorriu para mim, como se eu tivesse feito uma pergunta muito idiota.

— Somos os cavaleiros de Odin, Ymir. Estamos em Godheim, onde mais?! — Aquela informação me deixou bastante confuso — Alguns não queriam ficar em Valhala de bobeira todos os dias, outros não fizeram o suficiente para merecer entrar lá e vieram para cá, outros simplesmente queriam lutar e encontraram a caçada.

— Então esse é o reino dos deuses? — Ele assentiu. — Como isso funciona? Achei que o nome fosse Asgard.

— Ora, você tem a terra, que é… bem, você esteve lá. Os outros reinos são mundos também, com extensões de terra e tudo o mais! Achou o que? Que Asgard fosse um castelo flutuando no meio do nada?

Para ser sincero a explicação dele fazia muito sentido.

— Agora tudo faz um pouco mais de sentido.

— Sim, pois é. Agora, Ymir, devo avisá-lo de que esse mundo é bem mais mágico do que a terra. Se sair para se aventurar por aqui, só os deuses sabem o que pode acabar encontrando. — Aquela informação me deixou animado. Infelizmente eu não podia sair dos limites do acampamento. Era um mundo todo! Eu me senti obrigado a explorar tudo, mas infelizmente ainda não podia.

— Ahh, eu gostaria de ver esse mundo! — Admiti com uma empolgação quase infantil. Thorkell sorriu.

— Quem sabe talvez você não possa, após ser julgado? Por enquanto apenas concentre-se nessa corrida. Só um teste amistoso. O primeiro a completar uma volta no acampamento vence.

Nos preparamos em uma linha completamente arbitrária; Thorkell fincou seu machado no chão e disse que quem o cruzasse primeiro venceria. Ficamos lado a lado e logo ele deu a largada. Nossos cavalos aceleraram com toda a sua velocidade. Shadowmere era pequena e esguia, o cavalo de meu oponente parecia causar terremotos sempre que uma das patas tocava o chão.

Desnecessário dizer que Shadowmere abriu uma margem considerável. Ela era tão veloz quanto eu precisava que fosse. De muitas formas era como se eu mesmo estivesse correndo. O cavalo de Thorkell aguentava manter o ritmo, mas não conseguia competir com a égua, que cavalgava com velocidade e graciosidade.

Sorri de empolgação enquanto a distância entre mim e do comandante aumentava. Algumas pessoas paravam para me observar correndo. Throkell vinha logo atrás, uivando e rindo alto o suficiente para fazer todos pararem o que estavam fazendo. Olhei para o povo, que parava para nos assistir com um sorriso de confiança e empolgação. Claro que tudo isso acabou subitamente, como a maior parte das coisas. Um homem de vestimentas simples estava entre a multidão, e eu não teria dado muita atenção para ele se um corvo não tivesse pousado em seu ombro.

Ele era caolho e seu olhar me causou calafrios. Cruzei a linha de chegada, olhando em direção ao lugar onde tinha visto o homem. Desmontei do cavalo e dei alguns passos em direção a multidão antes de sentir uma mão enorme em meu ombro.

— Ora, Ymir! Eu sabia que era um cavaleiro nato! — deu outro “tapinha” em minhas costas, como se não fosse nada. Eu estava distraído demais com o que tinha acabado de ver para ter qualquer tipo de reação.

— Diga, Thorkell… é possível que Odin venha aqui vez ou outra?

— Hmmm? — Ele colocou a mão no queixo, curioso com a pergunta. — As vezes ele vem como Odin, o Aesir que todos temem e amam… as vezes ele vem disfarçado como mendigo ou viajante e vê como estão as coisas por aqui. Acha que o viu?

—...Sim.

O homenzarrão deu um suspiro.

— bom, isso significa que ele vai falar com você em breve. Não se preocupe, ele quase sempre aparece por aqui. Talvez vá dar-lhe uma ordem ou coisa do tipo.

Ele agiu como se fosse algo qualquer, mas daquele momento em diante eu me senti constantemente vigiado.

”Mascote”:
Shadowmere — Como todos os de sua espécie, Shadowmere é filha do cavalo Sleipnir, montaria do deus Odin. Ela, junto de todos os seus irmãos e irmãs conseguem viajar para qualquer um dos Nove Reinos, sendo estes Manheim, Godheim, Vanaheim, Svartalvheim, Alfheim, Jotunheim, Niflheim e Muspelheim. A égua é ligeiramente menor que seus irmãos e irmãs, porém é mais ágil e veloz do que eles.

Poderes passivos:
Nome do poder: Ginasta II
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, agora já conseguem fazer movimentos mais precisos, dar cambalhotas no ar, e saltar do telhado de uma casa média sem machucar-se de fato, são peritos e gatunos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Agilidade e +20% de altura em saltos (+4 metros). Ao cair de uma altitude de até 6 metros não se machucam.
Dano: Nenhum

Pericia com Laminas Pequenas III
Descrição:  Os filhos de Éolo sentem-se familiarizados com laminas pequenas em geral, além de terem uma pontaria excelente. Isso permite que manipulem qualquer armamento pequeno com mais facilidade do que a maioria dos semideuses.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de assertividade no manuseio de laminas pequenas.
Dano: +25% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Perícia com facas e adagas IV
Descrição: Uma habilidade primordial para se entender bem como usar essas armas leves e afiadas, melhorando uma habilidade nata ou dando uma habilidade por prática para quem não tem intimidade com tais..
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Extra: +50% de assertividade.
Dano: +30% de dano.

Nome do poder: Velocidade III
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de Velocidade
Dano: Nenhum



Ymir W. Fritz
Ymir W. Fritz
Filhos de Éolo
Filhos de Éolo


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