The Blood of Olympus
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Mensagem por Ymir W. Fritz em Ter Ago 06, 2019 12:30 am


Mesmo antes de eu começar a me lembrar de qualquer coisa sobre mim sabia que tinha uma história gigante em minhas costas e um futuro ainda mais longo em minha frente. Não é bem uma história de um herói, é mais a história de um homem tentando a todo custo sobreviver e pagar por pecados que nem sequer é capaz de lembrar.

Será que o único destino é o desespero?
Ymir W. Fritz
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Filhos de Éolo
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Mensagem por Ymir W. Fritz em Dom Ago 18, 2019 1:08 am

This is how you tell a story
Guerreiro Verdadeiro


A noite não foi agradável. Se qualquer coisa, a noite demorou demais pra passar. Eu acordei aos gritos, e com eles acabei por acordar o chalé todo. A maioria dos meus irmãos foi ver se eu estava bem, e dado a confirmação de que eu estava eles simplesmente voltaram a dormir aos resmungos. Eu estava com o coração na boca e rapidamente percebi que não conseguiria mais dormir. Passei o resto da noite em claro pensando sobre o que podia estar me atormentando. Quase não percebi quando o sol nasceu. Me levantei da cama e passei por todo processo matutino ao qual normalmente se passava, escovando os dentes, lavando o rosto e fazendo a barba. Ela não crescia de forma uniforme e ainda tinha algumas falhas, o que me incomodava a ponto de me fazer tirá-la todo dia.

O desjejum foi tão monótono quanto a rotina sugeriria que seria, com torradas e ovos com suco de laranja. Se você é americano isso deve soar bem familiar. Eu não estava me forçando a sair da rotina naquele dia, estava confortável até demais a ela. Pense bem, imagine se você fosse forçado a lutar contra monstros sempre, todo santo dia, e então você chegasse em um lugar no qual lutar contra monstros fosse meramente opcional. Você adoraria passar seus dias em paz, lendo e relaxando sobre o sol enquanto esquecia de seus dias de luta, sim? Comigo era mais ou menos isso. Eu tinha o corpo coberto de cicatrizes e não conseguia me lembrar de como consegui nenhuma delas. A vida antes devia ter sido um inferno mas agora estava tudo bem, e eu era capaz de sentir paz interior. Os dias de sol eram lindos, o som dos pássaros e o som das pessoas.

Não quero soar como um daqueles ermitões de Deméter aqui, mas a sensação era maravilhosa. Mantive meu dia agradavelmente monótono lendo alguns poemas de Goethe embaixo de um grande carvalho logo na entrada da floresta. Eu tinha que ficar atento naquela parte em particular do acampamento, pois era na floresta em que algumas criaturas mais perigosas viviam, e elas podiam sentir meu cheiro e vir atrás de mim. Essa parte não era exatamente um problema. Eu era a pessoa mais rápida que eu conhecia, e tinha conseguido correr mais rápido do que qualquer monstro que eu já tivesse visto, então não ligava se uma formiga gigante ou um cão infernal saísse da floresta, eu seria bem mais rápido do que eles.

Eu estava ali justamente por causa do perigo, o perigo afastava as pessoas e deixava o lugar bem quieto. Não podia vacilar de tirar uma soneca ali, mas podia tranquilamente ler o quanto quisesse. O silêncio me permitia ouvir a natureza melhor, eu podia ouvir todo o tipo de pássaros cantando nas árvores e todo o tipo de animal chamando no meio da floresta.

Teria lido até me cansar não fosse pela fome do almoço. Me levantei, guardando o livrinho no bolso do casaco de moletom e caminhei tranquilamente na direção do refeitório, pensando no poema que tinha acabado de ler. Foi quando passei pela arena que ouvi uma comoção. Ao meu ver haviam três tipos de pessoa que frequentavam o lugar, os loucos que queriam ficar mais fortes, os covardes que não queriam morrer e o estranho meio-termo, que queria ficar forte pra não se meter em lutas. Eu era bem mais a segunda opção do que a primeira e só ia até lá pra me certificar de que o corpo ainda estava em forma, mas haviam os que simplesmente queriam espancar alguma coisa e havia uma estranha familiaridade naquilo que me deixava desconfortável. Não gostava de pensar em mim como um daqueles que gostava de brigar, mas por tudo que eu sabia de mim era bem possível que fosse o caso, afinal eu não tinha todas aquelas cicatrizes por nada.

Aparentemente haviam alguns garotos treinando lá, se é que se podia chamar aquilo de treino. Um garoto ruivo estava curvado, tentando não levar nenhum soco em um lugar muito prejudicial enquanto outro o acertava com uma espada de madeira em diversos lugares do corpo. O ruivo tentava bloquear os golpes com um escudo de madeira, mas não obtinha nenhum sucesso com aquilo e, pra completar o clichê, uma turminha olhava aquilo e se divertia. Agiam como animais sem se dar conta de que o faziam, abatendo o mais fraco só pra se divertir.

Não, era um engano chamá-los de animais, animais não fazem isso exceto pelo ser humano. Eu não sabia se devia intervir ou não. Algo em mim dizia que era melhor não, afinal tudo se resolveria. Ainda assim não pareceu ser o certo. Apertei os punhos e me aproximei com o cenho franzido. A turma me notou e pararam por um segundo, talvez temendo que fosse alguém importante. Logo perceberam que era só eu e voltaram com suas atividades repulsivas.

— Ei. — Chamei com a voz num tom mais alto que chamou a atenção deles — O que tá acontecendo aqui?

O agressor chutou o menino ruivo, que caiu alguns passos para trás de bunda no chão. O estado dele era triste, com a boca rachada e sangrando, um olho roxo e provavelmente vários hematomas. Aquilo me deixou irritado, mas não falei nada, simplesmente virei para o outro.

— Eu tava ajudando ele a treinar. — Ele mentiu na cara dura com um sorriso inconsequente. Ele realmente achava que estava fazendo isso? Talvez fosse só um idiota.

— Acho que já ajudou o bastante então, treino encerrado. — falei calmamente enquanto tentava me aproximar do garoto ferido. Quando eu passei pelo brutamontes ele segurou meu ombro e me empurrou pra longe do garoto, com o olhar divertido.

— Ah, eu acho que não. Você parece querer treinar também. — Suspirei com aquilo, já devia ter imaginado que acabaria daquele jeito. — O que me diz? Se você ganhar eu deixo você levar ele... mas tem que ser com lâminas de verdade. Que tal? Vai ser divertido.

— Não vai ser divertido, eu me recuso. — dois dos amigos dele se levantaram, ficando atrás de mim com os braços cruzados. Eram filhos de Ares, com certeza.

— Ah, então você vai apanhar. — Ele pegou uma espada, uma espada de verdade. Aquilo me deixou instantaneamente apreensivo. Peguei minha adaga na cintura por instinto e ele riu — Viu como você tá empolgado com a ideia?

Loucos, até o último deles!

— Okay... eu vou lutar. — Estava tão sério quanto alguém poderia estar. Os dois saíram de trás de mim e me deixaram sozinhos contra meu oponente. — Qual teu nome? — Flexionei levemente os joelhos e me coloquei em posição de luta.

Aquilo pareceu tão natural pra mim quanto a luz do dia. De alguma forma eu me senti em casa, confortável fazendo aquilo, embora nada em minhas memórias me lembrasse de batalhas. Eu estava usando minha memória muscular, aparentemente. O quão bem eu conseguia lutar mesmo sem as memórias?

— Eu sou Jonathan. — Ele sorriu — Filho de Ares.

— Ymir. — Respondi mantendo meus olhos nos dele. Eram os olhos que revelavam a intenção de seu inimigo. De alguma forma eu sabia daquilo, mas como?! — Filho de Éolo.

Com a nossa apresentação deu-se um silêncio súbito na arena. Eu estava só com minha adaga contra um grandalhão uma lâmina maior. Como se vencia aquilo? Todas as aulas sumiram da minha mente quando tentei procurar por uma resposta, e foi só a exclamação da plateia que me trouxe de volta. Me coloquei de pé depois da terceira pirueta para trás e imediatamente voltei para minha posição de combate inicial. Eu voltei a mim nesse momento, completamente surpreso em constatar o que havia acontecido. O garoto tinha avançado na minha direção e eu simplesmente dei aquelas piruetas pra trás. Jonathan pareceu estar bem menos convencido com aquilo, e eu ainda estava completamente surpreso.

Não dava pra ficar pensando. Ele veio mais uma vez, lento como antes e tentou me acertar no ombro direito. Girei o corpo para a esquerda, saindo do alcance de seu golpe e o acertei no diafragma com a mão livre, o que o fez curvar o corpo pra frente por um segundo. Eu não era forte a ponto de deixar ele sem ar, mas o golpe certamente tinha incomodado. Ele tentou me agarrar, mas me afastei rapidamente dele, me abaixando para impedir que me agarrasse e rolando pra longe dele. Com memórias ou não eu ainda era um filho de Éolo até os ossos, até a última fagulha do meu ser, e ninguém pode simplesmente segurar o vento, não é?

— Eu não quero lutar com você. Pode por favor me deixar levar o garoto na enfermaria? — A esse ponto ele estava bem mais do que só irritado.

— Que tipo de guerreiro é você, que tenta fugir de uma luta?! — Ele gritou provavelmente muito irritado por não conseguir me acertar. Olhei para a adaga em minhas mãos e tive um vislumbre nada agradável. Lágrimas quentes no rosto e sangue na adaga.

O chão estava carmesim com o sangue e eu podia ouvir os piores tipos de sons ao meu redor. A memória durou só um segundo, mas foi o suficiente pra mim. Joguei a adaga no chão, com a parte afiada fincada na areia da Arena. Talvez estivesse chorando, como na memória, ou talvez só fosse impressão minha, mas eu encarei Jonathan com um tipo de tormenta interior que eu não conseguiria descrever nem se quisesse.

— Nenhum. — Fiz uma pausa, suspirando antes de voltar a minha posição de luta mais uma vez. — Eu não sou um guerreiro. — Não importa que tipo de pessoa eu fosse antes daquela batalha, antes de acordar no acampamento.

Quem tinha conseguido aquelas cicatrizes? Quem tinha aprendido a lutar daquela forma? O que tinha feito pra ter aqueles pesadelos e sempre acordar gritando? Eu não conseguia me lembrar dele, eu não sabia nada sobre ele e a única coisa que tínhamos em comum era o corpo. Se Jonathan era um guerreiro de verdade, e o Ymir “antes de mim” tinha sido um guerreiro de verdade, eu queria ficar o mais longe possível daquela imagem.

— Não quero lutar com você. Só quero levar o garoto pra enfermaria. Ele sangra. — apontei para o garoto, que apesar de tudo me encarava bem atento. — Gostaria de resolver isso sem violência.

— Só pode estar de brincadeira. — Ele veio de novo, emulando um golpe com a espada. Me preocupei tanto com o padrão já estabelecido que não foquei em mais nada além daquilo. O que funcionou contra mim quando ele me deu um chute forte nas pernas que me jogou no chão.

“Merda!” Praguejei quando ele ficou encima de mim. O que eu podia fazer? Ele me acertou um soco forte no rosto, e então outro, e ai mais um. Pelo visto ele não ia me matar, conseguia ter juízo o suficiente pra saber que não podia me matar. Eu ia acabar apanhando feio se não fizesse alguma coisa, mas o que eu podia fazer? Estava começando a ficar irritado, eu queria tirar ele de cima de mim, eu queria fazer ele parar de ser um valentão imbecil, mas o que eu podia fazer?

— Sai... — um soco — ...de cima... — Mais outro. — ...DE MIM!

Os ventos atenderam ao meu chamado. Jonathan foi atingido no rosto por uma pedra carregada pelo vento. Aquilo o atordoou por tempo o suficiente para que eu o acertasse na lateral do rosto e o fizesse cair para o lado. Eu não sabia ao certo como fazer aquele movimento, mas tentei fazer da melhor forma que o pude. Agarrei o tórax do filho de Ares e tentei me manter preso a ele por tempo suficiente. Eu não sabia nenhuma técnica de combate no chão, mas eu precisava me virar o melhor possível. Rolamos, hora eu sobre ele ou ele sobre mim. Alguns socos curtos foram trocados, mas nada com muita força, a curta distância corporal atrapalhava isso.

Não era uma questão de força, e sim de jeito. Quando ele achou que ia pegar meu pescoço coloquei ambos os braços sobre os deles e fechei as pernas em seu pescoço, girando o antebraço de uma forma que ficaria bastante desconfortável pra ele. Ameacei quebrar o membro, mas apenas o torci. Ele deu fortes tapas contra o chão, gemendo de dor.

— Desiste? — Ele assentiu e eu suspirei. Sai de perto dele o quão rápido quanto foi possível e olhei para o garoto ruivo. Voltei meu olhar a Jonathan — Você não vai mais importunar esse garoto, nos entendemos?

Jonathan se colocou de joelhos, levantando aos poucos. Ele provavelmente sentia uma dor bastante incômoda no braço torcido. Não lutaria mais comigo, pelo menos por hora. Suspirei enquanto encarava para a pequena plateia. Pareciam felizes, bem felizes, alguns até me aplaudiram, mas ao invés de sentir alegria, senti indignação.

— Qual é a de vocês? Acham que estamos num circo? — Falei bem alto de uma forma quase eloquente. Todos eles pararam, talvez por perceber o que faziam, talvez simplesmente pra poder me ouvir melhor. — Fora desse acampamento tem o mundo, e nesse mundo existem os monstros. Acham que serão tão fortes como um ciclope? Ou mais rápidos que uma harpia? Podem até ser, alguns aqui no acampamento são, mas esses não ficam entrando em picuinhas assim. Qual é o problema de vocês? O inimigo está lá fora, ele mata inúmeros dos nossos e não vai descansar até matar cada um de nós, e vocês estão parados ai, comemorando o fato de que dois dos seus entraram em uma luta sem sentido ou razão que não seja a violência pura e simples. Qual é o problema de vocês?

— É o que guerreiros fazem! — Respondeu um deles. Cuspi no chão da arena, mais sangue do que saliva.

— Então eu nunca vou ser um guerreiro. — Devolvi com o tom de voz quase num rosnado e andei até o garoto. Precisávamos urgentemente ir até a enfermaria.

Poderes:
Pericia com Laminas Pequenas I
Descrição:  Os filhos de Éolo sentem-se familiarizados com laminas pequenas em geral, além de terem uma pontaria excelente. Isso permite que manipulem qualquer armamento pequeno com mais facilidade do que a maioria dos semideuses.  
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de laminas pequenas.
Dano: +5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Ginasta I
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, nesse nível apenas movimentos mais simples conseguem ser executados pelos campistas, e saltos só de alturas mais baixas, como uma escada de porte pequeno, ou galhos baixos de uma arvore, alturas mais elevadas ainda poderão machuca-lo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de Agilidade e +10% de altura em saltos (+2 metros). Ao cair de uma altitude de até 4 metros não se machucam.
Dano: Nenhum

Velocidade I
Descrição: O campista assim como o vento consegue ser veloz, e passar despercebido, conforme treina e se desenvolve o filho de Éolo também se torna mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de Velocidade
Dano: Nenhum

Aerocinese I
Descrição: Permite ao semideus controlar, manipular, gerar e absorver o elemento do vento. Nesse nível consegue controlar apenas pequenas rajadas de vento, podendo aumentar ou diminuir a pressão do mesmo em campo, dificultando movimentos alheios, ou fazendo as coisas flutuarem ao seu redor, já que seu domínio sobre os ventos ainda é fraco.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: A critério do narrador.
Extra: Pode usar pra atrapalhar os inimigos, a visão, ou os movimentos, podendo por exemplo, manipular o ar para jogar pedras em seu oponente,

Arma:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Habilidade desejada:
Memória muscular
Descrição: Apesar de sua mente não possuir nenhuma memória de seu passado o corpo de Ymir manteve sua memória muscular, dando ao semideus velocidade e agilidade aprimoradas, dando-lhe reflexos melhores do que a maioria dos campistas novatos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Agilidade e esquiva e +15% em velocidade.
Dano: Nenhum

Evento:
Ymir W. Fritz
Ymir W. Fritz
Filhos de Éolo
Filhos de Éolo


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Mensagem por Letus em Ter Ago 20, 2019 9:52 pm


Ymir W. Fritz


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 4000 xp e dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 49%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3.920 de Xp + Dracmas

Comentários:
Ymir, você foi muito bem com relação ao desenvolvimento da CCFY. Narrou um tanto da personalidade do personagem e tudo mais. Entretanto não poderemos conceder-lhe a habilidade pedida, pelo fato de que você não a desenvolveu. Você praticamente a cita e não há nenhum background muito grande sobre ela e sobre tudo que a cerca, sendo assim, você receberá a recompensa normalmente, mas não terá a habilidade, por hora.

Atualizado por Hefesto
Letus
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Deuses Estagiários
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