The Blood of Olympus
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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Qua Jul 24, 2019 7:11 pm

from UNDERWORLD ㅡ M · 玫! the red ) love & luxury ♡


Este tópico está destinado às postagens referentes a trama pessoal de Madison Blanc-Faure também conhecida como Maddie.

the start ㅡ I · 起源! means origin ) rose & dove ♡


Ela nasceu e cresceu em Paris, mas sua família é originária de Hong Kong, algo que ela só descobriu muitos anos depois de sua vida ter início. Nascida em 18 de julho de 1996, filha de um imigrante com a deusa da primavera, ela não saberia dizer, exatamente, como tudo isso começou. Mas sabe que, a partir daí, começou a experenciar diversas aventuras até ser levada por seus pais adotivos, semideuses, para o Acampamento Meio-Sangue.




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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Qua Jul 24, 2019 10:58 pm



In a land of gods and monsters I was an angel Living in the garden of evil Screwed up, scared Doing anything that I needed



the start ㅡ I · 起源! means origin ) rose & pain ♡


ㅡ ♡ · treze anos antes)


Não há muito o que se pontuar sobre a vida de Madison. Ela nascera de uma forma que nem mesmo ela saberia dizer. Seu pai biológico a havia abandonado na porta de um chalé no meio de uma floresta com um bilhete que dizia algumas informações básicas sobre ela. Como nome e local de nascimento. Mesmo agora, vinte e três anos depois, ela ainda tinha aquele bilhete para lê-lo e tentar encontrar algo que a fizesse feliz.

Seus pais de criação eram, para sua sorte, semideuses. Eles tinham auras fracas para monstros e puderam se mudar com a bebê gordinha de bochechas rosadas para a Cidade Luz, onde ela recebeu uma excelente educação e pôde desenvolver-se muito bem. Teve uma boa educação, aprendeu a ler e escrever, tomou gosto por artes de todos os tipos e, também, mostrou-se uma excelente jardineira.

Devia ter uns sete anos quando percebeu que não era normal. Nem seus pais. Eles simplesmente chegavam em casa com roupas rasgadas e sussurravam pelos cantos sobre deuses e monstros. Deuses e monstros sobre os quais ela havia lido, tentando sorver para si o máximo de informação que conseguia. Não que conseguisse muita, mas ela tentava dar o seu melhor. Um pequeno suspiro passou por seus lábios quando lhe contaram que ela era adotada.

Havia desconfiado. Sempre desconfiara. Sua, até então, mãe tinha pele cor de oliva, cabelos castanhos e olhos amendoados, sua feição era selvagem e pequenas sardas pontilhavam todo seu rosto. Mas ela não se parecia em nada com Maddie, absolutamente nada. Então, havia seu pai. Cabelos loiros como o sol, olhos âmbar e pele bronzeada. Era esguio e musculoso, o nariz até podia lembrar o dela vagamente, mas a mínima semelhança parava por ali mesmo.

As coisas ficaram mais críticas quando ela atingiu sua primeira década de vida. A casa onde moravam pegara fogo depois de matarem uma dupla de ciclopes jovens. Maddie, desde que descobria ser uma semideusa, vinha recebendo treinamento. Seus olhos grandes e seus lábios sorridentes eram, no entanto, sempre os mesmos. Por isso, não havia razão para que ela não conseguisse o que queria. Inicialmente, seus pais pensaram que ela poderia ser uma filha de Afrodite, mas não havia certeza sem reclamação.  Só naquela noite ela havia sido contrariada e, mesmo a contragosto, viajaram para os Estados Unidos onde a menina acabou por ser levada para o Acampamento Meio-Sangue.

O caminho do aeroporto para o Acampamento fora brutal. Haviam derrotado dois cães infernais quando conseguiram uma faca para Madison que, até aquele momento, só havia se escondido e tentado não chorar. Mas ali, ao pé da colina, quando se encontraram rodeados de mulheres-serpentes, a pequena Madison revelou ter potencial para batalha. Mesmo que o tivesse feito apenas nos instantes finais.

Três das quatro mulheres haviam sido reduzidas a pó. Os olhos escuros da menina focaram-se nas costas da criatura quando esta pulou sobre o único pai que a garotinha conhecera. Sua mãe, ferida e desacordada, não poderia salvá-la naquele momento e, temendo perder o homem que amava como sua própria carne, ela apertou o cabo da faca de bronze celestial e avançou profusamente contra a criatura. A primeira facada causou alguma agonia no corpo pequeno. Sentir músculos e tendões sendo cortados como geleia era, no mínimo, desagradável. Mas não tardou para que a adrenalina preenchesse completamente o corpo minúsculo.

Madison passou a golpear a criatura, puxando e enfiando a faca tantas vezes quanto pôde. Nem mesmo se dera conta de ter sido atingida no pelas unhas afiadas da mulher e não houve hesitação ao encarar os orbes vazios que eram o lugar onde os globos oculares da criatura deveriam se encontrar. A corajosa Blanc-Faure perfurou o peito da mulher no mesmo instante em que as longas garrafas adentraram seu corpo.

Usou toda a força de seus braços magros e infantis, torcendo a lâmina ainda cravada no ferimento. Mas não foi ela quem matou a estranha mulher apesar de tudo. A dor a fez se urinar. Uma criança de dez anos, assustada e tentando provar algum valor. Sempre protegida. Vivendo apenas de correr e se esconder. Não era nenhuma surpresa que ser perfurada a fizesse molhar as calças. Surpresa mesmo, ao menos para Madison, foi acordar dias depois e perceber que ainda não estava morta.

Haviam conseguido salvá-la a tempo. Assim como sua mãe. Agora, ela só precisava mesmo tomar cuidado com seus passos e decisões. O futuro parecia brilhante. Se assim ela quisesse que ele fosse.

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.
Poderes e Habilidades:

Poderes Ativos (Perséfone):

Nenhum.
Poderes passivos (Perséfone):

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum.

744 words • 001 • Arrival


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Mensagem por Athena em Sab Jul 27, 2019 10:58 am

Avaliada

300 XP e 300 Dracmas recebidos

Comentário:
Você escreve bem e é criativa, mas acaba pecando nos detalhes, então deixo como dica explicar um pouco melhor as batalhas, por exemplo, você escreveu o seguinte:

"Três das quatro mulheres haviam sido reduzidas a pó. "

Mas não explicou como fez isso. Também recomendo que altere a cor da fonte no template para que fique em um tom mais neutro (algo como #666666) já ajuda. A fonte dele não é das melhores, então ter um tom mais claro evita prejudicar a vista de quem está lendo.

No mais é isso.


Palas Athena...
Sometimes the power must bow to wisdom. You can be strong, may have power, but if you are wise, you are all well. And more than that, yes you can defeat them. Once warned that to save the world destruiri you-your friends, maybe I was wrong.
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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Ter Ago 06, 2019 1:36 pm



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the deads ㅡ II · 殭屍! means undead ) life & death ♡


ㅡ ♡ · nove anos antes)

Madison sentia dor pelo corpo e estava sentindo-se desgastada pelas batalhas que já havia traçado naquele dia e enquanto a adrenalina cedia, esvaindo-se de seu corpo, ela podia se sentir cada vez mais lenta e preguiçosa.

Não sabia muito bem o que devia fazer agora ou como deveria proceder. A perda de sangue, por um corte que lhe fora infligido enquanto ela tentava escapar do caos que havia acontecido no parque, estava afetando sua capacidade de raciocínio e julgamento. Franziu a testa, mordendo o lábio enquanto se sentava no chão do beco sujo, apoiando as costas na parede.

Arriscara a própria vida para salvar a de um estranho quando aquele maluco apareceu com uma faca. Aquilo não era do feitio dela, não era o tipo de coisa que ela costumava fazer. Ainda assim, ela tinha feito e, talvez, graças à ela, ele tivesse uma vida plena e feliz. Mas Madison devia receber o prêmio de adolescente mais burra do planeta.

Sabia que aquele tipo de maluquice nos Estados Unidos era como mato: acontecia em qualquer lugar. Em geral, com armas de fogo. No entanto, ela não estava mais tão preocupada desde que conseguira se afastar para um lugar seguro. De todo modo, aquela situação em um todo era estressante, além do mais, ela precisava urgentemente de um médico. O sangramento parecia parar gradativamente, mas ainda assim, ela parecia o tipo de pessoa que necessitava de uns pontos.

Se colocou de pé, caminhando devagar. Agora que o sangue havia esfriado, sua perna também doía e ela mancava minimamente.

Continuou zanzando pelas ruas, um tanto distraída, tentando se livrar da dor que sentia espalhada pelo corpo das trombadas que dera em algumas pessoas e das quedas que levara por escorregar no próprio sangue. Seu aniversário de 14 anos estava sendo uma completa porcaria. Um suspiro pesado de pura surpresa passou por seus lábios quando sentiu uma mão gelada segurando seu pulso com uma força absurda, arrastando-a para um novo beco. Tentou protestar, mas ele aproximou o rosto da face da semideusa, que sentiu o estômago se embrulhar em nojo, o zumbi parecia querer realmente morder o rosto de Maddie, mas a menina só se esquivou, sentindo seu corpo bater contra alguém.

Alguém que tinha sérios problemas estomacais e lhe fez sentir o estômago vazio dar voltas e voltas com o nojo do cheiro putrefato de sua boca, o hálito de morte de alguém que nunca vira uma escova de dentes e creme dental mentolado. Sentia nojo e precisava se soltar, de verdade, não de um, mas sim de dois zumbis. Usou toda a força que tinha em seu corpo para se soltar. Puxou o pulso esquerdo no exato momento em que o zumbi-um tentava abocanhar seu pescoço. Fazendo os gêmeos fedorentos chocarem-se um contra o outro.

Esquivou-se e alcançou a faca de bronze celestial, presa em sua cintura, partindo para cima do morto vivo que ainda mantinha seu pulso direito de refém, ela podia sentir a mão adormecer tamanha era a força que a criatura aplicava contra seu braço. Prendeu a respiração quando eles abriram a boca outra vez, rezando aos deuses para não vomitar ao passo em que pisava nos pés deles como se sapateasse, tentando se livrar daquelas criaturas esquisitas.

Cortou fora a mão que mantinha seu pulso preso com um único golpe limpo, suspirando de forma pesada antes de dar uma rasteira no segundo e se erguer, cravando a faca afiada e brilhante em cheio em sua testa. Ela não saberia dizer ao certo onde havia adquirido tamanha energia, mas de repente, tinha se rendido à vontade de sobreviver e deixado a adrenalina e seus reflexos de batalha assumirem o comando.

O zumbi já estava de pé e, por desespero, Maddie deu-lhe um soco na face, ouvindo um estalo no osso do mesmo ao passo em que uma dor aguda cobria sua mão, fez uma careta de nojo quando sentiu a textura da carne apodrecida, mas não ligava, ele era mais lento do que ela. Embora ela também não estivesse muito diferente de um zumbi com o sangue quase-seco e a sujeira que cobria seu corpo.

Ainda sentia seu estômago doer, mas não era hora de se importar com aquilo, tentou cortá-lo com a faca e, para sua surpresa, ele desviou, novamente, avançou contra ele, passando - dessa vez com sucesso - a faca pelo pescoço do mesmo. Ele pareceu não ligar e, possivelmente, não ligava - já que seu sistema nervoso era totalmente não funcional - e foi por isso que ela só pôde ver a gosma preta que um dia fora sangue descendo pelo corte.

Então a faca se cravou no peito do mesmo com uma precisão digna de alguém que fosse perito em lâminas, mas na verdade ela estava apenas tendo muita sorte. Ele finalmente explodiu em pó, como seu companheiro havia feito quando Madison fincara a faca em sua testa, e ela desabou no chão, vomitando tudo que havia em seu estômago visto que aquele odor horroroso ainda a deixava nauseada.

Seu corpo estava dolorido e ela não precisou de um aval ou qualquer coisa do tipo antes de se levantar e terminar de chegar ao hospital mais próximo porque, no fim das contas, ela ainda precisava de uma mãozinha.

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.
Poderes e Habilidades:

Poderes Ativos (Perséfone):

Nenhum.
Poderes passivos (Perséfone):

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de conhecimento sobre flores.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Foices I
Descrição: Os filhos de Perséfone/Proserpina se sentem familiarizados com as foices e portanto ao lutarem com elas mostram-se mais habilidosos do que os demais. São capazes de executar movimentos precisos e rápidos ao lutarem com essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade ao lutarem com a arma.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus atingir.

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Mensagem por Minerva em Sex Ago 09, 2019 1:49 pm

Madison



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 2.500 xp e 3.000 dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 2.500 e 3.000 dracmas

HP: 85/120
MP: 120/120          

Comentários:
Madison,
Não tenho o que pontuar em sua narrativa. Foi clara, sucinta e coerente de modo que eu facilmente compreendi o que estava sendo passado. O texto também foi coerente com a idade e o nível da personagem, de modo que não houve nenhum desconto. Sugiro, no entanto, que poste na enfermaria ou procure um curandeiro para se curar.
Minerva
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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Sab Ago 10, 2019 10:29 am



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O conteúdo a seguir não é indicado para menores de 18 anos por conter nudez, cenas de sexo e violência. Ao seguir com a leitura você o estará fazendo por sua conta e risco. Também não se recomenda a leitura em caso de pessoas sensíveis a temas como incesto e assassinato.


the truth tea ㅡ III · 毒! means poison ) desire & lust ♡


ㅡ ♡ · sete anos antes)


Madison olhou o homem da cabeça aos pés. Dezesseis anos. Ele era seu pai. Naquela vida, ele era o homem que a criara e ela devia se comportar. Mas não conseguia reprimir a ideia de que ele deveria ter sido seu amante. Ele parecia confuso e persuadido pela garota que vira crescer. Seus olhos estavam escuros, tamanho era o desejo de tocá-la.

As mãos pequenas da garota roçaram pela barba cheia que ele tinha e ela simplesmente não sabia porque estava dando razão para aquele mesmo sentimento que dominava a aura do outro. Ela sabia disso. Sabia que iria acabar mal quando ele apertou sua cintura, lhe arrancando um gemido. A mão calejada pelos trabalhos de reforma que vinha fazendo em casa desceu por suas costas, apalpando sua bunda quando ela, calmamente, selou seus lábios aos dele.

Aquela mesma mão atrevida puxou a perna de Madison para sua cintura, deixando que ele pressionasse a própria ereção o quanto quisesse por entre suas pernas. O beijou, cheia de lascívia e desejo. Sedenta por sentir como seria se entregar a um homem. Se entregar pela primeira vez. O coração estava acelerado e não houve pudor quando ele rasgou a peça fina de renda com os dedos quando o ar se fez necessário e suas bocas se separaram.

Ele deslizou os dedos pelo pequeno espaço entre seus corpos a tocando descaradamente, sem pensar muito sobre o assunto. A perna da jovem ao seu redor o apertou contra si e um gemido alto escapou de sua boca quando a barba dele roçou por seu pescoço. Ele a preencheu com um de seus dedos, pouco se importando se ela era virgem, a excitação do proibido sendo suficiente para que ele deslizasse o dígito por completo, sentindo-a se apertar ao seu redor.

As mãos dela se apoiaram na mesa atrás de si e ele não pareceu se importar em puxar a alça do vestido de verão para baixo, abocanhando um dos seios da adolescente como se necessitasse daquilo para viver. Era vulgar. Por vários motivos. Por ele ser seu pai. Por ela sequer ter a maioridade. Por ela estar gostando tanto que os suspiros e gemidos quase contidos não deixavam de preencher o espaço entre eles.

Ele se afastou e a olhou com a pele vermelha onde ele a havia tocado com certa brutalidade. Por um segundo, pareceu duvidar do que estava fazendo. — Por que parou? — ela perguntou em meio a respiração entrecortada. — Continue. — ordenou e ele a virou de costas para ele bruscamente. Forçou o corpo magro e pequeno contra o tampo polido da mesa, usando de força para que ela se mantivesse daquele modo.

Abriu a própria calça e subiu a saia do vestido que a própria filha usava. Ele apertou uma das nádegas da garota, lhe arrancando um dos mais adoráveis gemidos que já ouvira. Madison ainda tinha as mãos apoiadas na beirada da mesa, só que dessa vez, seus dedos polegares estavam por baixo do tampo. Não se fez de rogada, gemendo tão alto quanto lhe dava vontade, sentindo a ardência em sua pele com os apertões que recebia e a brutalidade com a qual ele se movia em seu interior era suficiente para fazê-la estremecer sem machucá-la.

Revirou os olhos quando ele achou o ponto exato e seus gemidos se tornaram manhosos. Foi apenas quando ele gozou e ela sentiu a porra quente descendo por suas pernas que Maddie conseguiu focar em algo que estava exatamente na sua frente. Sua mãe. Parecendo chocada e pálida como quem via um fantasma. A risada melodiosa da deusa do amor surgiu bem próxima de seu ouvido. — Muito bem, Maddie. Agora, mate-os. Mas lembre-se. Comece pelo seu pai.

[...]


ㅡ ♡ · nove anos antes)


Madison tinha acabado de sair do hospital depois de ter enfrentado aquele psicopata com a faca e os dois mortos-vivos. Seus pais chegaram para buscá-la e pareciam completamente aliviados que ela estivesse bem. Agradeceram aos médicos e esperaram pelos papéis da alta, não tardando a fazê-la entrar no carro para voltarem ao apartamento.

A filha de Perséfone ainda sentia dor quando entraram no lugar. Pegou alguns analgésicos que haviam sido comprados em uma farmácia qualquer e seguiu diretamente para a cozinha. Ingeriu os comprimidos juntos a um grande copo com água e adormeceu.

Teve um sonho esquisito. Uma mulher loira sorria para si, era um sorriso amigável e muito doce. — É bom conhecê-la, Madison. Eu pedi Morfeu para nos conectar nesse seu sonho. Tenho algumas coisas para lhe contar. E um pedido para lhe fazer. — a mulher sentou-se em uma espécie de trono prateado, ela parecia uma modelo. Do tipo que só se vê em capas de revistas.

E quem é você? Mãe? — perguntou ingenuamente a criança de Perséfone. — Não, minha menina. Nessa vida, eu sou sua avó. Um dia você foi minha filha. Eu sou Afrodite. — o sorriso de dentes brilhantes da deusa a deixou minimamente confusa.

Afrodite? Minha avó? — a garota balbuciou, tentando compreender. A deusa riu, deleitando-se com a visível ingenuidade de sua neta. — Ah, minha jovem. Há tanta coisa que eu devo lhe contar.

[...]


Madison se colocou de pé, pouco importando a forma como parecia. — Christian- — a voz de Helena, a esposa, sumiu. Ela parecia incapaz de processar o que havia acontecido enquanto uma Madison sorridente e, aparentemente, fora de órbita mexia nas gavetas da cozinha. — Ela é sua filha- Como você pôde?! — gritou exasperada, colocando as mãos na cabeça. O homem ainda lutava com o próprio zíper enquanto balbuciava que podia explicar.

É claro que Madison seguira fielmente tudo que Afrodite havia lhe pedido. Nunca contara para ninguém de seu legado. Nem do que fora incubida de fazer. E muito menos que era a reencarnação de Kiara. Enviada pela própria deusa do amor para tomar seu homem para si e depois destruir o objeto de obsessão de Helena. Madison pegou a faca e aproximou-se de Chris por trás.

A faca ainda não era visível a nenhum dos dois. — Mamãe! Por que não conta ao papai o que fez com a antiga namorada dele? — ela perguntou com um sorrisinho diabólico.  — O que? Que namorada? Do que você está falando, Madison?

Kiara? — agora era o homem quem parecia confuso enquanto o rosto de Helena se tornava lívido. — O que tem ela? Ela… faleceu há tempos, filha. Foi um acidente. A propósito, como soube dela? — Maddie sorriu de forma um pouco mais insana. — Pergunte a mamãe. — ela voltou-se para a mulher que lhe criara. — Vamos, mamãe. Conte ao papai como você a matou. Como você me matou. Tudo porque o queria. Tudo por estar obcecada por ele, não é? Você me esfaqueou enquanto eu dormia e disse que foi um acidente durante a maldita missão! — àquela altura, a filha de Perséfone já gritava.

Helena, o que ela está falando é verdade? — o homem agora parecia minimamente irritado em meio à confusão. — Ela enlouqueceu, Christian! Vocês dois enlouqueceram! — a outra acusou e Madisson ergueu a faca, fincando-a com força no peito de seu pai. Ele pareceu chocado e Helena gritou. Madison puxou a faca e ele caiu no chão, tentando cobrir a ferida o que, é claro, foi em vão. Ela se sentou sobre ele, enfiando a faca em seu tronco quantas vezes foi possível. O sangue que respingava da arma molhava seu rosto e ela só sabia rir enquanto Helena implorava para ela parar.

E ela parou. Quando Christian já não movia um músculo sequer. Se afastou, vendo Helena arrastar-se até seu amado. Ela parecia tentar conter o sangue enquanto chorava sem nada dizer. Ela parecia engasgada sem saber o que falar. Madison riu baixinho e se ajoelhou ao lado da mulher. — Isso está doendo, vadia? — a risada começou a soar mais alta.

Helena virou-se para olhar nos olhos de sua filha. Dezesseis anos. Madison levara dezesseis anos para descobrir certas coisas. Dois anos de planejamento calculado. Dois anos com Afrodite, sua avó, sua mãe de outra vida, lhe contando tudo que precisava da melhor maneira possível apenas para induzi-la até aquele momento. Dois anos de enlouquecer.

Por quê? — perguntou a filha de Atena entre soluços. — Por que me matou Helena? Por um homem? Ele era assim tão importante que você traiu sua melhor amiga? A arrastou para uma missão e matou a sangue frio. Você é uma vadia, Helena. Por quê? Bom, Helena, eu vou te dizer o porquê. Pra você sofrer. Piranha.

E antes que Helena pudesse rebater, Madison cortou sua garganta. Agora, ela estava livre. Ou quase isso. Só precisava culpar Helena pela morte de seu pai e então, usar a morte de Helena como um ato de legítima defesa.

Muito bem, querida. Você sabe exatamente o que fazer agora. — Afrodite sussurrou em seu ouvido e ela sorriu em concordância por alguns segundos antes de pegar o telefone e chamar a polícia.

objetivo:

Olá, avaliador(a)!
Meu objetivo é que, através dessa missão, Madison desperte seu legado para Afrodite (o legado comum mesmo).
Desde já,
Obrigada!

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.
Poderes e Habilidades:

Poderes Ativos (Perséfone):

Nível 6
Nome do poder: Luxúria I
Descrição: Perséfone/Prosérpina foi uma donzela bastante cobiçada e cortejada antes de se casar com Hades/Plutão. Nesse nível, com o uso do toque e contato visual, seus filhos conseguem total atenção e - quase total - manipulação de seu alvo. Poderão com poucas palavras, seduzir o alvo, distrai-lo, um toque, e um olhar, bastam para que ele caia no seu jogo.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 10% de chance de seduzir seus alvos, fazendo-os acreditarem em você.
Dano: Nenhum
Extra:  Se persuadidos o efeito do filho de Perséfone/Prosérpina sobre seu oponente durara dois turnos, causando atordoamento e confusão.
Poderes passivos (Perséfone):

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de conhecimento sobre flores.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Foices I
Descrição: Os filhos de Perséfone/Proserpina se sentem familiarizados com as foices e portanto ao lutarem com elas mostram-se mais habilidosos do que os demais. São capazes de executar movimentos precisos e rápidos ao lutarem com essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade ao lutarem com a arma.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus atingir.

Nível 4
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com espadas, tanto curtas quanto longas, e mesmo sem nunca ter usado uma espada em batalha, saberá o que fazer, mesmo que cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de espadas.
Dano: +5% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nível 5
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Conseguem se comunicar com animais de pequeno e médio porte como pássaros, esquilos, raposas e etc. Eles se entendem perfeitamente e podem ajudar o semideus com informações, além de nutrirem certo respeito por ele.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem entender e se comunicar com animais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Cura Noturna I
Descrição: O semideus fica mais forte durante a noite, mesmo que de dia seja tão habilidoso quanto. Sendo sua mãe a rainha do submundo, no entanto, é durante a escuridão que você consegue se curar. No mais tardar da noite, suas feridas começam a se fechar lentamente, mas nesse nível, apenas pequenos cortes conseguem se regenerar. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 20 HP e 20 MP
Dano: Nenhum
Poderes Ativos (Afrodite):

Nível 3
Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático.  Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.

Nível 5
Nome do poder: Sentimentos Conturbados
Descrição: O semideus consegue fazer com que seus oponentes troquem os sentimentos do momento, ou algo semelhante, assim sendo, uma pessoa com raiva pode ficar calma, e uma pessoa feliz pode sentir um ciúme incomodo. Isso pode atrapalhar ou ajudar na batalha, depende da forma com que o semideus o utilizar.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: O efeito dura em média um turno, então o poder precisa ser ativado novamente para continuar funcionando.
Poderes passivos (Afrodite):

Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Fluência em Frances
Descrição: Não importa se você nunca teve contato com o idioma, mas por ser a língua do amor, você pode fala-lo fluentemente, lê-lo e escrevê-lo com perfeição, como se esta fosse sua língua materna.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Comunicação com Pombas e Cisnes
Descrição: Ambos são animais regentes da deusa do amor, logo, seus filhos podem se comunicar com as mesmas, podendo pedir pequenos favores e principalmente informações. Os pássaros não te obedecem, mas têm respeito e admiração por você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através deles, e com seu charme natural, até consegue que eles te ajudem.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Chicotes I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus possui um manejo elevado com chicote e, além disso, é totalmente hábil em fazer manobras incríveis e incomuns com o mesmo, podendo envolver um membro específico do corpo de seus adversários com o chicote para comprometer sua respectiva movimentação. O semideus será bom com o manejo da arma, mesmo sem nunca a ter utilizado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no Manejo de Chicotes.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 4
Nome do poder: Resistência
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus, é um sedutor nato, que conhece a magia por trás do charme, e da sedução. Isso faz com que se tornem invulneráveis a poderes envolvendo a beleza do oponente e magias com amor, essas não atingem o seu personagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a enganação do coração, charme, sedução e beleza não surtem efeito na prole da deusa do amor.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detecção.
Descrição: Como filho de Afrodite/Vênus o semideus consegue detectar os sinais de charme/poções do amor em outros indivíduos, assim como ilusões relacionadas ao amor. Lembrando que ele não terá acesso as memorias do semideus/criatura/monstro atingido, apenas saberá se o mesmo foi atingido por algum poder de tal natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus possui certa afinidade com as adagas, uma arma delicada, simples, que em suas mãos se torna mortal. O filho de Afrodite/Vênus costuma repelir armamentos mais pesados, por isso a adaga o atrai com mais facilidade. E mesmo que ele nunca tenha se utilizado de uma, conseguira maneja-la com certa facilidade. Nesse nível, ainda apresenta alguns poucos erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nome do poder: Símbolos
Descrição: Como prole de Afrodite/Vênus o semideus consegue identificar qualquer símbolo ligado ao amor e seus derivados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

1502 words • 003 • Trama Pessoal


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「R」
Madison Blanc-Faure
Madison Blanc-Faure
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 23

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Mensagem por Hefesto em Qua Ago 14, 2019 8:34 pm

Madison



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 2.000 xp e 2.000 dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 2.000 XP e 2.000 dracmas. 1.400 XP e 2.000 dracmas + Legado em Afrodite

HP: 85/170
MP: 125/170          

Comentários:
Senhorita Blanc-Faure, por mais que sua narrativa tenha sido deveras pesada em termos de conteúdo, a obtenção do Legado foi bem justificada. A única dica que eu dou é para que tome cuidado com a repetição da palavra "ele" em alguns trechos. Parabéns pela sua recompensa.
Hefesto
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Deuses Olimpianos
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