The Blood of Olympus
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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Qua Jul 24, 2019 7:11 pm

from UNDERWORLD ㅡ M · 玫! the red ) love & lust ♡


Este tópico está destinado às postagens referentes a trama pessoal de Madison Blanc-Faure também conhecida como Maddie.

the start ㅡ I · 起源! means origin ) rose & dove ♡


Ela nasceu e cresceu em Paris, mas sua família é originária de Hong Kong, algo que ela só descobriu muitos anos depois de sua vida ter início. Nascida em 18 de julho de 1996, filha de um imigrante com a deusa da primavera, ela não saberia dizer, exatamente, como tudo isso começou. Mas sabe que, a partir daí, começou a experenciar diversas aventuras até ser levada por seus pais adotivos, semideuses, para o Acampamento Meio-Sangue.




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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Qua Jul 24, 2019 10:58 pm



In a land of gods and monsters I was an angel Living in the garden of evil Screwed up, scared Doing anything that I needed



the start ㅡ I · 起源! means origin ) rose & pain ♡


ㅡ ♡ · treze anos antes)


Não há muito o que se pontuar sobre a vida de Madison. Ela nascera de uma forma que nem mesmo ela saberia dizer. Seu pai biológico a havia abandonado na porta de um chalé no meio de uma floresta com um bilhete que dizia algumas informações básicas sobre ela. Como nome e local de nascimento. Mesmo agora, vinte e três anos depois, ela ainda tinha aquele bilhete para lê-lo e tentar encontrar algo que a fizesse feliz.

Seus pais de criação eram, para sua sorte, semideuses. Eles tinham auras fracas para monstros e puderam se mudar com a bebê gordinha de bochechas rosadas para a Cidade Luz, onde ela recebeu uma excelente educação e pôde desenvolver-se muito bem. Teve uma boa educação, aprendeu a ler e escrever, tomou gosto por artes de todos os tipos e, também, mostrou-se uma excelente jardineira.

Devia ter uns sete anos quando percebeu que não era normal. Nem seus pais. Eles simplesmente chegavam em casa com roupas rasgadas e sussurravam pelos cantos sobre deuses e monstros. Deuses e monstros sobre os quais ela havia lido, tentando sorver para si o máximo de informação que conseguia. Não que conseguisse muita, mas ela tentava dar o seu melhor. Um pequeno suspiro passou por seus lábios quando lhe contaram que ela era adotada.

Havia desconfiado. Sempre desconfiara. Sua, até então, mãe tinha pele cor de oliva, cabelos castanhos e olhos amendoados, sua feição era selvagem e pequenas sardas pontilhavam todo seu rosto. Mas ela não se parecia em nada com Maddie, absolutamente nada. Então, havia seu pai. Cabelos loiros como o sol, olhos âmbar e pele bronzeada. Era esguio e musculoso, o nariz até podia lembrar o dela vagamente, mas a mínima semelhança parava por ali mesmo.

As coisas ficaram mais críticas quando ela atingiu sua primeira década de vida. A casa onde moravam pegara fogo depois de matarem uma dupla de ciclopes jovens. Maddie, desde que descobria ser uma semideusa, vinha recebendo treinamento. Seus olhos grandes e seus lábios sorridentes eram, no entanto, sempre os mesmos. Por isso, não havia razão para que ela não conseguisse o que queria. Inicialmente, seus pais pensaram que ela poderia ser uma filha de Afrodite, mas não havia certeza sem reclamação.  Só naquela noite ela havia sido contrariada e, mesmo a contragosto, viajaram para os Estados Unidos onde a menina acabou por ser levada para o Acampamento Meio-Sangue.

O caminho do aeroporto para o Acampamento fora brutal. Haviam derrotado dois cães infernais quando conseguiram uma faca para Madison que, até aquele momento, só havia se escondido e tentado não chorar. Mas ali, ao pé da colina, quando se encontraram rodeados de mulheres-serpentes, a pequena Madison revelou ter potencial para batalha. Mesmo que o tivesse feito apenas nos instantes finais.

Três das quatro mulheres haviam sido reduzidas a pó. Os olhos escuros da menina focaram-se nas costas da criatura quando esta pulou sobre o único pai que a garotinha conhecera. Sua mãe, ferida e desacordada, não poderia salvá-la naquele momento e, temendo perder o homem que amava como sua própria carne, ela apertou o cabo da faca de bronze celestial e avançou profusamente contra a criatura. A primeira facada causou alguma agonia no corpo pequeno. Sentir músculos e tendões sendo cortados como geleia era, no mínimo, desagradável. Mas não tardou para que a adrenalina preenchesse completamente o corpo minúsculo.

Madison passou a golpear a criatura, puxando e enfiando a faca tantas vezes quanto pôde. Nem mesmo se dera conta de ter sido atingida no pelas unhas afiadas da mulher e não houve hesitação ao encarar os orbes vazios que eram o lugar onde os globos oculares da criatura deveriam se encontrar. A corajosa Blanc-Faure perfurou o peito da mulher no mesmo instante em que as longas garrafas adentraram seu corpo.

Usou toda a força de seus braços magros e infantis, torcendo a lâmina ainda cravada no ferimento. Mas não foi ela quem matou a estranha mulher apesar de tudo. A dor a fez se urinar. Uma criança de dez anos, assustada e tentando provar algum valor. Sempre protegida. Vivendo apenas de correr e se esconder. Não era nenhuma surpresa que ser perfurada a fizesse molhar as calças. Surpresa mesmo, ao menos para Madison, foi acordar dias depois e perceber que ainda não estava morta.

Haviam conseguido salvá-la a tempo. Assim como sua mãe. Agora, ela só precisava mesmo tomar cuidado com seus passos e decisões. O futuro parecia brilhante. Se assim ela quisesse que ele fosse.

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.
Poderes e Habilidades:

Poderes Ativos (Perséfone):

Nenhum.
Poderes passivos (Perséfone):

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum.

744 words • 001 • Arrival


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Mensagem por Athena em Sab Jul 27, 2019 10:58 am

Avaliada

300 XP e 300 Dracmas recebidos

Comentário:
Você escreve bem e é criativa, mas acaba pecando nos detalhes, então deixo como dica explicar um pouco melhor as batalhas, por exemplo, você escreveu o seguinte:

"Três das quatro mulheres haviam sido reduzidas a pó. "

Mas não explicou como fez isso. Também recomendo que altere a cor da fonte no template para que fique em um tom mais neutro (algo como #666666) já ajuda. A fonte dele não é das melhores, então ter um tom mais claro evita prejudicar a vista de quem está lendo.

No mais é isso.


Palas Athena...
Sometimes the power must bow to wisdom. You can be strong, may have power, but if you are wise, you are all well. And more than that, yes you can defeat them. Once warned that to save the world destruiri you-your friends, maybe I was wrong.
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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Ter Ago 06, 2019 1:36 pm



In a land of gods and monsters I was an angel Living in the garden of evil Screwed up, scared Doing anything that I needed



the deads ㅡ II · 殭屍! means undead ) life & death ♡


ㅡ ♡ · nove anos antes)

Madison sentia dor pelo corpo e estava sentindo-se desgastada pelas batalhas que já havia traçado naquele dia e enquanto a adrenalina cedia, esvaindo-se de seu corpo, ela podia se sentir cada vez mais lenta e preguiçosa.

Não sabia muito bem o que devia fazer agora ou como deveria proceder. A perda de sangue, por um corte que lhe fora infligido enquanto ela tentava escapar do caos que havia acontecido no parque, estava afetando sua capacidade de raciocínio e julgamento. Franziu a testa, mordendo o lábio enquanto se sentava no chão do beco sujo, apoiando as costas na parede.

Arriscara a própria vida para salvar a de um estranho quando aquele maluco apareceu com uma faca. Aquilo não era do feitio dela, não era o tipo de coisa que ela costumava fazer. Ainda assim, ela tinha feito e, talvez, graças à ela, ele tivesse uma vida plena e feliz. Mas Madison devia receber o prêmio de adolescente mais burra do planeta.

Sabia que aquele tipo de maluquice nos Estados Unidos era como mato: acontecia em qualquer lugar. Em geral, com armas de fogo. No entanto, ela não estava mais tão preocupada desde que conseguira se afastar para um lugar seguro. De todo modo, aquela situação em um todo era estressante, além do mais, ela precisava urgentemente de um médico. O sangramento parecia parar gradativamente, mas ainda assim, ela parecia o tipo de pessoa que necessitava de uns pontos.

Se colocou de pé, caminhando devagar. Agora que o sangue havia esfriado, sua perna também doía e ela mancava minimamente.

Continuou zanzando pelas ruas, um tanto distraída, tentando se livrar da dor que sentia espalhada pelo corpo das trombadas que dera em algumas pessoas e das quedas que levara por escorregar no próprio sangue. Seu aniversário de 14 anos estava sendo uma completa porcaria. Um suspiro pesado de pura surpresa passou por seus lábios quando sentiu uma mão gelada segurando seu pulso com uma força absurda, arrastando-a para um novo beco. Tentou protestar, mas ele aproximou o rosto da face da semideusa, que sentiu o estômago se embrulhar em nojo, o zumbi parecia querer realmente morder o rosto de Maddie, mas a menina só se esquivou, sentindo seu corpo bater contra alguém.

Alguém que tinha sérios problemas estomacais e lhe fez sentir o estômago vazio dar voltas e voltas com o nojo do cheiro putrefato de sua boca, o hálito de morte de alguém que nunca vira uma escova de dentes e creme dental mentolado. Sentia nojo e precisava se soltar, de verdade, não de um, mas sim de dois zumbis. Usou toda a força que tinha em seu corpo para se soltar. Puxou o pulso esquerdo no exato momento em que o zumbi-um tentava abocanhar seu pescoço. Fazendo os gêmeos fedorentos chocarem-se um contra o outro.

Esquivou-se e alcançou a faca de bronze celestial, presa em sua cintura, partindo para cima do morto vivo que ainda mantinha seu pulso direito de refém, ela podia sentir a mão adormecer tamanha era a força que a criatura aplicava contra seu braço. Prendeu a respiração quando eles abriram a boca outra vez, rezando aos deuses para não vomitar ao passo em que pisava nos pés deles como se sapateasse, tentando se livrar daquelas criaturas esquisitas.

Cortou fora a mão que mantinha seu pulso preso com um único golpe limpo, suspirando de forma pesada antes de dar uma rasteira no segundo e se erguer, cravando a faca afiada e brilhante em cheio em sua testa. Ela não saberia dizer ao certo onde havia adquirido tamanha energia, mas de repente, tinha se rendido à vontade de sobreviver e deixado a adrenalina e seus reflexos de batalha assumirem o comando.

O zumbi já estava de pé e, por desespero, Maddie deu-lhe um soco na face, ouvindo um estalo no osso do mesmo ao passo em que uma dor aguda cobria sua mão, fez uma careta de nojo quando sentiu a textura da carne apodrecida, mas não ligava, ele era mais lento do que ela. Embora ela também não estivesse muito diferente de um zumbi com o sangue quase-seco e a sujeira que cobria seu corpo.

Ainda sentia seu estômago doer, mas não era hora de se importar com aquilo, tentou cortá-lo com a faca e, para sua surpresa, ele desviou, novamente, avançou contra ele, passando - dessa vez com sucesso - a faca pelo pescoço do mesmo. Ele pareceu não ligar e, possivelmente, não ligava - já que seu sistema nervoso era totalmente não funcional - e foi por isso que ela só pôde ver a gosma preta que um dia fora sangue descendo pelo corte.

Então a faca se cravou no peito do mesmo com uma precisão digna de alguém que fosse perito em lâminas, mas na verdade ela estava apenas tendo muita sorte. Ele finalmente explodiu em pó, como seu companheiro havia feito quando Madison fincara a faca em sua testa, e ela desabou no chão, vomitando tudo que havia em seu estômago visto que aquele odor horroroso ainda a deixava nauseada.

Seu corpo estava dolorido e ela não precisou de um aval ou qualquer coisa do tipo antes de se levantar e terminar de chegar ao hospital mais próximo porque, no fim das contas, ela ainda precisava de uma mãozinha.

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.
Poderes e Habilidades:

Poderes Ativos (Perséfone):

Nenhum.
Poderes passivos (Perséfone):

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de conhecimento sobre flores.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Foices I
Descrição: Os filhos de Perséfone/Proserpina se sentem familiarizados com as foices e portanto ao lutarem com elas mostram-se mais habilidosos do que os demais. São capazes de executar movimentos precisos e rápidos ao lutarem com essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade ao lutarem com a arma.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus atingir.

900 words • 002 • MvP Solo


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Mensagem por Minerva em Sex Ago 09, 2019 1:49 pm

Madison



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 2.500 xp e 3.000 dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 2.500 e 3.000 dracmas

HP: 85/120
MP: 120/120          

Comentários:
Madison,
Não tenho o que pontuar em sua narrativa. Foi clara, sucinta e coerente de modo que eu facilmente compreendi o que estava sendo passado. O texto também foi coerente com a idade e o nível da personagem, de modo que não houve nenhum desconto. Sugiro, no entanto, que poste na enfermaria ou procure um curandeiro para se curar.
Minerva
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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Sab Ago 10, 2019 10:29 am



In a land of gods and monsters I was an angel Living in the garden of evil Screwed up, scared Doing anything that I needed


O conteúdo a seguir não é indicado para menores de 18 anos por conter nudez, cenas de sexo e violência. Ao seguir com a leitura você o estará fazendo por sua conta e risco. Também não se recomenda a leitura em caso de pessoas sensíveis a temas como incesto e assassinato.


the truth tea ㅡ III · 毒! means poison ) desire & lust ♡


ㅡ ♡ · sete anos antes)


Madison olhou o homem da cabeça aos pés. Dezesseis anos. Ele era seu pai. Naquela vida, ele era o homem que a criara e ela devia se comportar. Mas não conseguia reprimir a ideia de que ele deveria ter sido seu amante. Ele parecia confuso e persuadido pela garota que vira crescer. Seus olhos estavam escuros, tamanho era o desejo de tocá-la.

As mãos pequenas da garota roçaram pela barba cheia que ele tinha e ela simplesmente não sabia porque estava dando razão para aquele mesmo sentimento que dominava a aura do outro. Ela sabia disso. Sabia que iria acabar mal quando ele apertou sua cintura, lhe arrancando um gemido. A mão calejada pelos trabalhos de reforma que vinha fazendo em casa desceu por suas costas, apalpando sua bunda quando ela, calmamente, selou seus lábios aos dele.

Aquela mesma mão atrevida puxou a perna de Madison para sua cintura, deixando que ele pressionasse a própria ereção o quanto quisesse por entre suas pernas. O beijou, cheia de lascívia e desejo. Sedenta por sentir como seria se entregar a um homem. Se entregar pela primeira vez. O coração estava acelerado e não houve pudor quando ele rasgou a peça fina de renda com os dedos quando o ar se fez necessário e suas bocas se separaram.

Ele deslizou os dedos pelo pequeno espaço entre seus corpos a tocando descaradamente, sem pensar muito sobre o assunto. A perna da jovem ao seu redor o apertou contra si e um gemido alto escapou de sua boca quando a barba dele roçou por seu pescoço. Ele a preencheu com um de seus dedos, pouco se importando se ela era virgem, a excitação do proibido sendo suficiente para que ele deslizasse o dígito por completo, sentindo-a se apertar ao seu redor.

As mãos dela se apoiaram na mesa atrás de si e ele não pareceu se importar em puxar a alça do vestido de verão para baixo, abocanhando um dos seios da adolescente como se necessitasse daquilo para viver. Era vulgar. Por vários motivos. Por ele ser seu pai. Por ela sequer ter a maioridade. Por ela estar gostando tanto que os suspiros e gemidos quase contidos não deixavam de preencher o espaço entre eles.

Ele se afastou e a olhou com a pele vermelha onde ele a havia tocado com certa brutalidade. Por um segundo, pareceu duvidar do que estava fazendo. — Por que parou? — ela perguntou em meio a respiração entrecortada. — Continue. — ordenou e ele a virou de costas para ele bruscamente. Forçou o corpo magro e pequeno contra o tampo polido da mesa, usando de força para que ela se mantivesse daquele modo.

Abriu a própria calça e subiu a saia do vestido que a própria filha usava. Ele apertou uma das nádegas da garota, lhe arrancando um dos mais adoráveis gemidos que já ouvira. Madison ainda tinha as mãos apoiadas na beirada da mesa, só que dessa vez, seus dedos polegares estavam por baixo do tampo. Não se fez de rogada, gemendo tão alto quanto lhe dava vontade, sentindo a ardência em sua pele com os apertões que recebia e a brutalidade com a qual ele se movia em seu interior era suficiente para fazê-la estremecer sem machucá-la.

Revirou os olhos quando ele achou o ponto exato e seus gemidos se tornaram manhosos. Foi apenas quando ele gozou e ela sentiu a porra quente descendo por suas pernas que Maddie conseguiu focar em algo que estava exatamente na sua frente. Sua mãe. Parecendo chocada e pálida como quem via um fantasma. A risada melodiosa da deusa do amor surgiu bem próxima de seu ouvido. — Muito bem, Maddie. Agora, mate-os. Mas lembre-se. Comece pelo seu pai.

[...]


ㅡ ♡ · nove anos antes)


Madison tinha acabado de sair do hospital depois de ter enfrentado aquele psicopata com a faca e os dois mortos-vivos. Seus pais chegaram para buscá-la e pareciam completamente aliviados que ela estivesse bem. Agradeceram aos médicos e esperaram pelos papéis da alta, não tardando a fazê-la entrar no carro para voltarem ao apartamento.

A filha de Perséfone ainda sentia dor quando entraram no lugar. Pegou alguns analgésicos que haviam sido comprados em uma farmácia qualquer e seguiu diretamente para a cozinha. Ingeriu os comprimidos juntos a um grande copo com água e adormeceu.

Teve um sonho esquisito. Uma mulher loira sorria para si, era um sorriso amigável e muito doce. — É bom conhecê-la, Madison. Eu pedi Morfeu para nos conectar nesse seu sonho. Tenho algumas coisas para lhe contar. E um pedido para lhe fazer. — a mulher sentou-se em uma espécie de trono prateado, ela parecia uma modelo. Do tipo que só se vê em capas de revistas.

E quem é você? Mãe? — perguntou ingenuamente a criança de Perséfone. — Não, minha menina. Nessa vida, eu sou sua avó. Um dia você foi minha filha. Eu sou Afrodite. — o sorriso de dentes brilhantes da deusa a deixou minimamente confusa.

Afrodite? Minha avó? — a garota balbuciou, tentando compreender. A deusa riu, deleitando-se com a visível ingenuidade de sua neta. — Ah, minha jovem. Há tanta coisa que eu devo lhe contar.

[...]


Madison se colocou de pé, pouco importando a forma como parecia. — Christian- — a voz de Helena, a esposa, sumiu. Ela parecia incapaz de processar o que havia acontecido enquanto uma Madison sorridente e, aparentemente, fora de órbita mexia nas gavetas da cozinha. — Ela é sua filha- Como você pôde?! — gritou exasperada, colocando as mãos na cabeça. O homem ainda lutava com o próprio zíper enquanto balbuciava que podia explicar.

É claro que Madison seguira fielmente tudo que Afrodite havia lhe pedido. Nunca contara para ninguém de seu legado. Nem do que fora incubida de fazer. E muito menos que era a reencarnação de Kiara. Enviada pela própria deusa do amor para tomar seu homem para si e depois destruir o objeto de obsessão de Helena. Madison pegou a faca e aproximou-se de Chris por trás.

A faca ainda não era visível a nenhum dos dois. — Mamãe! Por que não conta ao papai o que fez com a antiga namorada dele? — ela perguntou com um sorrisinho diabólico.  — O que? Que namorada? Do que você está falando, Madison?

Kiara? — agora era o homem quem parecia confuso enquanto o rosto de Helena se tornava lívido. — O que tem ela? Ela… faleceu há tempos, filha. Foi um acidente. A propósito, como soube dela? — Maddie sorriu de forma um pouco mais insana. — Pergunte a mamãe. — ela voltou-se para a mulher que lhe criara. — Vamos, mamãe. Conte ao papai como você a matou. Como você me matou. Tudo porque o queria. Tudo por estar obcecada por ele, não é? Você me esfaqueou enquanto eu dormia e disse que foi um acidente durante a maldita missão! — àquela altura, a filha de Perséfone já gritava.

Helena, o que ela está falando é verdade? — o homem agora parecia minimamente irritado em meio à confusão. — Ela enlouqueceu, Christian! Vocês dois enlouqueceram! — a outra acusou e Madisson ergueu a faca, fincando-a com força no peito de seu pai. Ele pareceu chocado e Helena gritou. Madison puxou a faca e ele caiu no chão, tentando cobrir a ferida o que, é claro, foi em vão. Ela se sentou sobre ele, enfiando a faca em seu tronco quantas vezes foi possível. O sangue que respingava da arma molhava seu rosto e ela só sabia rir enquanto Helena implorava para ela parar.

E ela parou. Quando Christian já não movia um músculo sequer. Se afastou, vendo Helena arrastar-se até seu amado. Ela parecia tentar conter o sangue enquanto chorava sem nada dizer. Ela parecia engasgada sem saber o que falar. Madison riu baixinho e se ajoelhou ao lado da mulher. — Isso está doendo, vadia? — a risada começou a soar mais alta.

Helena virou-se para olhar nos olhos de sua filha. Dezesseis anos. Madison levara dezesseis anos para descobrir certas coisas. Dois anos de planejamento calculado. Dois anos com Afrodite, sua avó, sua mãe de outra vida, lhe contando tudo que precisava da melhor maneira possível apenas para induzi-la até aquele momento. Dois anos de enlouquecer.

Por quê? — perguntou a filha de Atena entre soluços. — Por que me matou Helena? Por um homem? Ele era assim tão importante que você traiu sua melhor amiga? A arrastou para uma missão e matou a sangue frio. Você é uma vadia, Helena. Por quê? Bom, Helena, eu vou te dizer o porquê. Pra você sofrer. Piranha.

E antes que Helena pudesse rebater, Madison cortou sua garganta. Agora, ela estava livre. Ou quase isso. Só precisava culpar Helena pela morte de seu pai e então, usar a morte de Helena como um ato de legítima defesa.

Muito bem, querida. Você sabe exatamente o que fazer agora. — Afrodite sussurrou em seu ouvido e ela sorriu em concordância por alguns segundos antes de pegar o telefone e chamar a polícia.

objetivo:

Olá, avaliador(a)!
Meu objetivo é que, através dessa missão, Madison desperte seu legado para Afrodite (o legado comum mesmo).
Desde já,
Obrigada!

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Colar de contas do Acampamento.
Poderes e Habilidades:

Poderes Ativos (Perséfone):

Nível 6
Nome do poder: Luxúria I
Descrição: Perséfone/Prosérpina foi uma donzela bastante cobiçada e cortejada antes de se casar com Hades/Plutão. Nesse nível, com o uso do toque e contato visual, seus filhos conseguem total atenção e - quase total - manipulação de seu alvo. Poderão com poucas palavras, seduzir o alvo, distrai-lo, um toque, e um olhar, bastam para que ele caia no seu jogo.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 10% de chance de seduzir seus alvos, fazendo-os acreditarem em você.
Dano: Nenhum
Extra:  Se persuadidos o efeito do filho de Perséfone/Prosérpina sobre seu oponente durara dois turnos, causando atordoamento e confusão.
Poderes passivos (Perséfone):

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de conhecimento sobre flores.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Foices I
Descrição: Os filhos de Perséfone/Proserpina se sentem familiarizados com as foices e portanto ao lutarem com elas mostram-se mais habilidosos do que os demais. São capazes de executar movimentos precisos e rápidos ao lutarem com essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade ao lutarem com a arma.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus atingir.

Nível 4
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com espadas, tanto curtas quanto longas, e mesmo sem nunca ter usado uma espada em batalha, saberá o que fazer, mesmo que cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de espadas.
Dano: +5% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nível 5
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Conseguem se comunicar com animais de pequeno e médio porte como pássaros, esquilos, raposas e etc. Eles se entendem perfeitamente e podem ajudar o semideus com informações, além de nutrirem certo respeito por ele.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem entender e se comunicar com animais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Cura Noturna I
Descrição: O semideus fica mais forte durante a noite, mesmo que de dia seja tão habilidoso quanto. Sendo sua mãe a rainha do submundo, no entanto, é durante a escuridão que você consegue se curar. No mais tardar da noite, suas feridas começam a se fechar lentamente, mas nesse nível, apenas pequenos cortes conseguem se regenerar. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 20 HP e 20 MP
Dano: Nenhum
Poderes Ativos (Afrodite):

Nível 3
Nome do poder: Charme I
Descrição: Os filhos de Afrodite/Vênus têm grande capacidade da persuasão, afinal, é impossível resistir aos pedidos de alguém tão carismático.  Neste nível o poder está começando a se desenvolver, portanto só funciona com semideuses e monstros mais fracos.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode usar para enganar ou persuadir alguém a fazer o que você quer, por exemplo, fazer um inimigo se voltar contra um aliado dele mesmo. Porém, só funciona com pessoas de nível inferior ao seu.

Nível 5
Nome do poder: Sentimentos Conturbados
Descrição: O semideus consegue fazer com que seus oponentes troquem os sentimentos do momento, ou algo semelhante, assim sendo, uma pessoa com raiva pode ficar calma, e uma pessoa feliz pode sentir um ciúme incomodo. Isso pode atrapalhar ou ajudar na batalha, depende da forma com que o semideus o utilizar.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: O efeito dura em média um turno, então o poder precisa ser ativado novamente para continuar funcionando.
Poderes passivos (Afrodite):

Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Fluência em Frances
Descrição: Não importa se você nunca teve contato com o idioma, mas por ser a língua do amor, você pode fala-lo fluentemente, lê-lo e escrevê-lo com perfeição, como se esta fosse sua língua materna.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Comunicação com Pombas e Cisnes
Descrição: Ambos são animais regentes da deusa do amor, logo, seus filhos podem se comunicar com as mesmas, podendo pedir pequenos favores e principalmente informações. Os pássaros não te obedecem, mas têm respeito e admiração por você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através deles, e com seu charme natural, até consegue que eles te ajudem.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Chicotes I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus possui um manejo elevado com chicote e, além disso, é totalmente hábil em fazer manobras incríveis e incomuns com o mesmo, podendo envolver um membro específico do corpo de seus adversários com o chicote para comprometer sua respectiva movimentação. O semideus será bom com o manejo da arma, mesmo sem nunca a ter utilizado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no Manejo de Chicotes.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 4
Nome do poder: Resistência
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus, é um sedutor nato, que conhece a magia por trás do charme, e da sedução. Isso faz com que se tornem invulneráveis a poderes envolvendo a beleza do oponente e magias com amor, essas não atingem o seu personagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a enganação do coração, charme, sedução e beleza não surtem efeito na prole da deusa do amor.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detecção.
Descrição: Como filho de Afrodite/Vênus o semideus consegue detectar os sinais de charme/poções do amor em outros indivíduos, assim como ilusões relacionadas ao amor. Lembrando que ele não terá acesso as memorias do semideus/criatura/monstro atingido, apenas saberá se o mesmo foi atingido por algum poder de tal natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus possui certa afinidade com as adagas, uma arma delicada, simples, que em suas mãos se torna mortal. O filho de Afrodite/Vênus costuma repelir armamentos mais pesados, por isso a adaga o atrai com mais facilidade. E mesmo que ele nunca tenha se utilizado de uma, conseguira maneja-la com certa facilidade. Nesse nível, ainda apresenta alguns poucos erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nome do poder: Símbolos
Descrição: Como prole de Afrodite/Vênus o semideus consegue identificar qualquer símbolo ligado ao amor e seus derivados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

1502 words • 003 • Trama Pessoal


What's your color?
「R」
Madison Blanc-Faure
Madison Blanc-Faure
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 23

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Mensagem por Hefesto em Qua Ago 14, 2019 8:34 pm

Madison



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 2.000 xp e 2.000 dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 2.000 XP e 2.000 dracmas. 1.400 XP e 2.000 dracmas + Legado em Afrodite

HP: 85/170
MP: 125/170          

Comentários:
Senhorita Blanc-Faure, por mais que sua narrativa tenha sido deveras pesada em termos de conteúdo, a obtenção do Legado foi bem justificada. A única dica que eu dou é para que tome cuidado com a repetição da palavra "ele" em alguns trechos. Parabéns pela sua recompensa.
Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Qui Out 31, 2019 5:17 pm



In a land of gods and monsters I was an angel Living in the garden of evil Screwed up, scared Doing anything that I needed


O conteúdo a seguir não é indicado para menores de 18 anos por conter nudez e cenas de sexo. Ao seguir com a leitura você o estará fazendo por sua conta e risco.


the new girl ㅡ IV · 性别! means sex) sick & crazy ♡


ㅡ ♡ · sete anos antes)


Na delegacia, a policial que recebeu Maddie fechou a porta com delicadeza. ― Querida, eu sei que já lhe perguntaram isso, mas pode me contar o que aconteceu? ― Maddie mordeu o inferior e engoliu em seco. Estava fingindo, é claro. Quando a acharam com um seio de fora e a marca da boca de seu pai em seu seio, assim como o sêmen que escorria por suas pernas... foi fácil para ela contar uma triste história de anos de abuso em que o homem em questão sempre a convencia de que deveria deitar-se com ele. Então, um dia, naquele dia, sua mãe havia descoberto e ameaçara matá-la.

Eu só... só fiquei com medo. Eu a matei porque ela tentou vir para cima de mim e depois que eu cortei a garganta dela, ele tentou... tentou... ― começou a chorar copiosamente, de modo que a policial apenas lhe estendeu um lenço. ― Tudo bem, tudo bem. Se importa de tirarmos algumas fotos? ― a filha de Perséfone negou com a cabeça. Os exames no hospital foram demorados, logo depois, ela foi encaminhada para uma instituição de crianças órfãs. Ficaria lá até sair o resultado.

O lugar era católico e ela recebeu algumas mudas de roupa. Ficou em um quarto pequeno com outras três garotas. Elas olharam para a asiática com visível interesse. Até que uma delas, alta e magricela, com cabelos pretos cacheados e volumosos se aproximou e se apresentou. Maddie sorriu fraco, ainda encenando seu papel de vítima ao dizer o próprio nome. As outras duas garotas apenas olhavam-na com curiosidade. Os olhos âmbar de Molly, a garota que havia se apresentado, tinham uma faísca que Maddie quase podia pontuar como curiosidade. ― Podem sair? ― ela pediu às demais e a garotas se retiraram. ― As freiras já te explicaram como funciona?

Você já beijou garotas? ― perguntou sem rodeios, fazendo Molly piscar algumas vezes. ― O que? ― parecia incrédula ao perguntar, de modo que Maddie apenas mordeu o inferior e colocou as próprias roupas sobre a cama que estava vazia quando ela entrou no quarto. ― Você já beijou uma garota? ― Molly fez que não e Maddie abaixou a cabeça. ― Eu também não. ― agora a garota de cabelos pretos parecia confusa. Quando a Faure se aproximou, no entanto, Molly não recuou e deixou que as mãos pequenas da sino-francesa segurassem seu rosto. Madison a beijou, sentindo os lábios macios e quentes sob os seus. Ela precisava sentir aquele tipo de toque lascivo outra vez. Havia apenas alguns dias, mas sentia aquela sensação de calor familiar entre suas pernas, de modo que não hesitou em empurrar a outra contra a parede. As mãos inexperientes de Molly seguraram sua cintura e ela se afastou um pouco, confusa.

O que estamos fazendo? ― perguntou para a cria da primavera que apertou um dos seios da garota por cima da blusa. ― Me deixa te sentir, por favor. ― pediu com um tom de súplica e Molly, ainda parecendo transtornada, não negou. Apenas empurrou Madison sobre a cama e passou a tirar a própria roupa com pressa. Ela estava nua antes mesmo que Maddie se desse conta de que alisava a pele macia e com pequenas sardas de Molly.

Sentou-se sobre o colchão macio, sentindo o corpo da garota colado ao seu, suas mãos apertaram as costas da garota e seus lábios circularam os mamilos amarronzados de Molly. Sentiu o corpo dela se arrepiar quando sugou o mamilo sensível e deslizou a mão pela buceta úmida da garota, pressionando seu clitóris devagar. Moveu o dedo para frente e para trás, roçando no ponto sensível e levemente inchado. Ainda conservava a própria roupa e aquilo pareceu chatear Molly que tentou puxar a roupa de Madison para fora de seu corpo, sem sucesso.

A filha de Perséfone a empurrou na cama, colocando-a por baixo e segurou as pernas da outra bem abertas enquanto descia com os lábios por seu corpo, passou a língua na altura de seu monte de Vênus antes de ignorar completamente a vagina da garota e deslizar os lábios em um roçar suave pela parte interna de sua coxa. A garota afundou os dedos em seus cabelos, arqueando um pouco as costas ao que a filha de Perséfone sugou a pele de sua virilha com delicadeza. O gemido baixo que saiu dos lábios de Molly foi um doce acalento para a francesa que passou a ponta do nariz pelos grandes lábios da outra, sem se importar com os pelos curtos e escuros que havia no local.

Estava prestes a meter a língua na buceta molhada da morena quando alguém bateu na porta perguntando se Madison já havia se instalado. O susto a fez se afastar de Molly que pegou as próprias roupas e entrou no armário. A menina da primavera arrumou o cabelo e limpou o rosto, fungando baixo. ― Eu ainda estou... organizando algumas coisas, as mudas que recebi. Mas quis deitar um pouco antes. ― disse com um tom baixo e meio rouco. Podia sentir a própria região íntima latejar com a vontade que estava de ser tocada. ― Deixe a porta aberta. ― a freira disse com um tom mais ameno ao ver que a garota estava, aparentemente, sozinha. Ela concordou e esperou que a religiosa se afastasse antes de ir checar Molly. ― Pode sair.

A morena se vestiu rapidamente e olhou para Madison assustada. ― O que fez comigo?! ― perguntou com a expressão assustada. ― Não fiz nada! ― disse com firmeza, sendo segurada pela gola de sua camiseta. ― Se contar para alguém o que aconteceu aqui... ― Madison a olhou com os olhos esbugalhados. Sabia que havia induzido a outra com o charme, mesmo que acidentalmente. Mas por ser acidental, sabia que não seria tão boa assim. Se Molly não quisesse mesmo aquilo, teria apenas saído e chamado-a de louca.

Faure sentou-se na cama quando Molly a empurrou para longe. Seus olhos cheios d’água. “Muito bem, Maddie. Mandou muito bem.”

Mais tarde, depois de Madison ter se banhado e jantado com as outras, ela estava deitada na cama ainda em claro. Seu corpo não lhe dava paz e clamava por toques. Precisou reprimir a vontade de gritar quando o colchão afundou e suas costas tocaram alguma coisa que estava atrás de si. ― Onde aprendeu aquilo? ― a voz de Molly soou baixa perto de seu ouvido. Madison não a respondeu e uma das mãos da garota apertou seu quadril com força, arrancando um princípio de gemido da menina. ― Eu... só segui meu instinto. ― Molly mordiscou a orelha da asiática. Ambas usavam a ridícula camisola branca de algodão. ― Por que veio parar aqui?

Matei meus pais depois que meu pai me fez ter relações sexuais com ele. ― disse com um tom baixo criando alguma expectativa enquanto a mão de Molly descia por sua coxa, mas então, a morena parou. ― Você foi abusada? ― o sussurro agora tinha notas de preocupação. Madison não chamaria aquilo de abuso. Estava cumprindo o propósito que Afrodite lhe dera. Mas quase transar com uma estranha não era uma válvula de escape realmente saudável. Abusar dessa mesma estranha sem ao menos se dar conta disso também não era uma válvula de escape saudável. ― Se não for fazer nada, tire essa mão daí. Me resolvo sozinha.

Sentiu o frio da noite tocar a pele onde antes estivera a mão da desconhecida e o peso atrás de si sumiu completamente. Madison abraçou o travesseiro com força, de uma forma quase odiosa. Estava frustrada. Irritada. E mesmo que quisesse se aliviar, obrigou-se a ficar quieta e deitada na cama, pronta para dormir.

Nós dias que se seguiram, Madison se viu fazendo uma série de obrigações. Estava, bravamente, lutando contra seus impulsos e estar exaurida no fim do dia a ajudava de certo modo. Ela ainda pensava em como seria ter consumado qualquer coisa com Molly, mas não podia se dar ao luxo de procurar a garota que vinha tratando-a com frieza desde a noite em que Madison a mandara sair. Havia algo de anormal no modo como Molly a olhava de soslaio sempre que ficavam sozinhas na cozinha para lavar louça depois do almoço. Como se esperasse que Madison explodisse em choro, raiva ou tesão.

A tensão entre as duas era quase palpável, ao ponto de suas companheiras de quarto perceberem e perguntar se ambas haviam brigado, ao que Madison negou rapidamente. Mas passou a espreitar mais atentamente o que acontecia na casa, percebendo onde as freiras ficavam e onde elas quase nunca estavam. O jardim, que desembocava num grande bosque de acesso proibido às trinta e cinco garotas que moravam na casa, era um dos lugares favoritos de Madison.

E foi depois de um mês ali que Molly finalmente conseguiu sair com Madison, escondidas de todo mundo. Era madrugada e ambas estavam na penumbra da entrada do bosque enquanto Maddie resmungava sobre não querer ir e Molly lhe pedia para fazer silêncio. ― Certo. O que é?! ― perguntou com visível irritação. Mas Molly não a respondeu. Não se deu ao trabalho. Suas mãos agarraram o cabelo longo da asiática e seus lábios tomaram ferozmente os de Madison. A semideusa removeu a própria camisola, sentindo os bicos de seus peitos se eriçarem com o ar gelado da noite enquanto a mão apressada de Molly se interpôs entre sua região íntima necessitada e o tecido fino da calcinha. Os gemidos que surgiram nos lábios da Maddie enquanto suas costas estavam apoiadas numa das árvores de tronco áspero eram um misto de prazer e manha, como se ela dissesse que aquilo não era o suficiente. O beijo foi interrompido e a criança primaveril envolvia o pulso magro da garota em questão. A dor em suas costas era uma leve distração e Madison não tardou a remover a camisola de Molly, jogando a garota no chão.

Seus quadris entrando em um modo automático enquanto ela rebolava sobre a mão da morena de pele alva. Puxou a calcinha dela para baixo e livrou-se da própria peça. Sem se importar com o quanto aquilo soava anti-higiênico e sujo, puxou uma das pernas de Molly para a própria cintura e deixou que sua buceta tocasse na da outra. Havia uma diferença mínima de temperatura e umidade em ambas que causou um arrepio delicioso na menor das duas. Sua cintura continuava a comandar movimentos lentos e precisos, gerando um atrito prazeroso entre as duas. As mãos de Molly passaram a apertar e arranhar suas costas, de modo que Madison apenas inclinou a cabeça para trás e o próprio corpo para frente, visando aumentar o contato entre elas.

Foi então que a voz familiar de Afrodite alcançou seus ouvidos. ― Chame-a para fugir com você. Há tempos ela está encantada com sua beleza. Talvez ela até mesmo te ame. ― aquilo seria interessante, e foi o que ela fez. Recebendo um balde de água fria. Molly a empurrou e se levantou, juntando as próprias roupas. ― Você é louca. Não quero saber de você. Eu não quero nada com você. ― o olhar de Madison ficou perdido enquanto ela estava nua, sentada no chão fofo.

Mas eu achei que... ― a garota riu e balançou a cabeça, deixando a filha de Perséfone sozinha. Madison abraçou o próprio corpo e sentiu os olhos se encherem com lágrimas. Ignorou a vontade de chorar e a ardência em sua garganta, vestindo a roupa enquanto caminhava pelo jardim em silêncio. Contemplou os altos e pesados portões de metal.  Por um segundo, hesitou sobre fugir.

Então, ela correu em direção ao portão e pulou o mais alto que pôde, se agarrando às barras de metal. Usou de toda a força que seu corpo tinha para se sustentar e conseguir saltar para fora do local. Ficava numa área isolada do estado, de modo que tudo que ela podia ver era mato. Correu, correu como se sua vida dependesse disso. A sensação de ardência em seus pulmões. Sentia os galhos das árvores cortando sua pele, mesmo quando erguia os braços para proteger, ainda não parecia o suficiente.

Foi então que se viu no meio de uma clareira. Deixou o próprio corpo cair, cansada demais para continuar enquanto chorava copiosamente só perguntava o porquê daquelas coisas terem acontecido consigo. Ela queria seus pais de volta, mas nunca poderia tê-los. Queria não ter feito aquelas coisas com Molly. Talvez ela pudesse ser amigas. O odor adocicado de Afrodite preencheu o ar e Madison não entendeu bem o que deveria fazer. Ouviu barulho de água ali perto e, ignorando o frio, procurou pela fonte. Queria um banho. Queria tirar qualquer resquício de Molly do próprio corpo. Esperava que mergulhar num rio gelado pudesse ajudá-la. As irmãs do orfanato só dariam sua falta na manhã seguinte.

Foi só depois de se lavar e colocar uma roupa quente, que Madison voltou a andar. Àquela época, o corpo da adolescente não era perfeitamente desenvolvido. Ainda havia traços de bochechas rechonchudas, os seios eram pequenos e não haviam muitas curvas, embora elas estivessem dando indícios de que ela seria uma mulher bonita.

O dia já estava nascendo quando ela se cansou de andar e deitou-se no chão, decidida a dormir. Sua barriga doía com a fome e seus músculos queimavam com o cansaço. Madison só não sabia que, na manhã seguinte, seria acordada do modo mais desagradável possível.


Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
Poderes e habilidades:

Poderes (Afrodite):

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Fluência em Frances
Descrição: Não importa se você nunca teve contato com o idioma, mas por ser a língua do amor, você pode fala-lo fluentemente, lê-lo e escrevê-lo com perfeição, como se esta fosse sua língua materna.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Comunicação com Pombas e Cisnes
Descrição: Ambos são animais regentes da deusa do amor, logo, seus filhos podem se comunicar com as mesmas, podendo pedir pequenos favores e principalmente informações. Os pássaros não te obedecem, mas têm respeito e admiração por você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através deles, e com seu charme natural, até consegue que eles te ajudem.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Chicotes I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus possui um manejo elevado com chicote e, além disso, é totalmente hábil em fazer manobras incríveis e incomuns com o mesmo, podendo envolver um membro específico do corpo de seus adversários com o chicote para comprometer sua respectiva movimentação. O semideus será bom com o manejo da arma, mesmo sem nunca a ter utilizado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no Manejo de Chicotes.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 4
Nome do poder: Resistência
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus, é um sedutor nato, que conhece a magia por trás do charme, e da sedução. Isso faz com que se tornem invulneráveis a poderes envolvendo a beleza do oponente e magias com amor, essas não atingem o seu personagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a enganação do coração, charme, sedução e beleza não surtem efeito na prole da deusa do amor.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detecção.
Descrição: Como filho de Afrodite/Vênus o semideus consegue detectar os sinais de charme/poções do amor em outros indivíduos, assim como ilusões relacionadas ao amor. Lembrando que ele não terá acesso as memorias do semideus/criatura/monstro atingido, apenas saberá se o mesmo foi atingido por algum poder de tal natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus possui certa afinidade com as adagas, uma arma delicada, simples, que em suas mãos se torna mortal. O filho de Afrodite/Vênus costuma repelir armamentos mais pesados, por isso a adaga o atrai com mais facilidade. E mesmo que ele nunca tenha se utilizado de uma, conseguira maneja-la com certa facilidade. Nesse nível, ainda apresenta alguns poucos erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nome do poder: Símbolos
Descrição: Como prole de Afrodite/Vênus o semideus consegue identificar qualquer símbolo ligado ao amor e seus derivados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Ativos:

Nível 1
Nome do poder: Sempre na Moda
Descrição:  Você tem um pequeno controle sobre a moda. Onde o lugar é frio, consegue em um estalar de dedos se vestir apropriadamente ao clima, e se for quente também. Esse efeito de roupas para uso próprio dura quanto tempo você quiser.
Gasto de Mp: 5 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Isso permite que você mude de roupas sempre que desejar.
Poderes (Perséfone):

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de conhecimento sobre flores.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Conseguem se comunicar com animais de pequeno e médio porte como pássaros, esquilos, raposas e etc. Eles se entendem perfeitamente e podem ajudar o semideus com informações, além de nutrirem certo respeito por ele.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem entender e se comunicar com animais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Cura Noturna I
Descrição: O semideus fica mais forte durante a noite, mesmo que de dia seja tão habilidoso quanto. Sendo sua mãe a rainha do submundo, no entanto, é durante a escuridão que você consegue se curar. No mais tardar da noite, suas feridas começam a se fechar lentamente, mas nesse nível, apenas pequenos cortes conseguem se regenerar. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 20 HP e 20 MP
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Respiração
Descrição: Os filhos da deusa do submundo não tem dificuldade de respirar em locais com pressão baixa, e herdam essa característica de sua mãe. Assim sendo, lugares fechados, ou abaixo da terra, não o incomodam, seria o mesmo que respirar ao ar livre.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sua respiração não se afeta em locais fechados, cavernas baixas, ou locais como o mundo inferior, muito abaixo da superfície.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhar Facultativo
Descrição: Persefone/Proserpina é uma deusa com personalidades multiplicas, e considerada bipolar, seus filhos herdam a mesma característica da mãe, mas, expõem seus sentimentos através dos olhos. Quando com raiva, por exemplo, os olhos podem adquirir um tom avermelhado, sendo que para cada sentimento seus olhos mudarão de cor automaticamente. No restante do tempo, permanecem normais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Essa mudança de cores pode causar confusão ou fascínio em seus inimigos.
Dano: Nenhum.

Nível 10
Nome do poder: Comunicação com Mortos
Descrição: Consegue se comunicar com espíritos e entende-los perfeitamente, assim como conseguem identifica-los em campo, mas esses, não lhe obedecem, só podem lhe dar informações se forem persuadidos a tal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem extrair informações dos mortos desde que sejam capazes de persuadi-los.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Olhar Infernal
Descrição: Os filhos da deusa do submundo não tem os olhos afetados pela noite e podem enxergar no escuro perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar perfeitamente no escuro, desde que a escuridão não esteja envolvida pela magica de alguém.
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Pericia com Espadas II
Descrição: O semideus se desenvolveu conforme o esperado, ele sempre teve facilidade em lidar com espadas, mas agora, já consegue executar movimentos mais precisos, e os erros se tornaram menores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio de espadas.
Dano: +15% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nível 14
Nome do poder: Pericia com Foices II
Descrição: Os filhos de Perséfone/Proserpina se sentem familiarizados com as foices e portanto ao lutarem com elas mostram-se mais habilidosos do que os demais. São capazes de executar movimentos precisos e rápidos ao lutarem com essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de assertividade ao lutarem com a arma.
Dano: +15% de dano se a arma do semideus atingir.

Nível 15
Nome do poder: Teimosia no sangue
Descrição: Perséfone/Proserpina é uma deusa bastante geniosa e como tal seus filhos também o são. A teimosia dos filhos da deusa da primavera é tão grande que eles tendem a se tornarem mais determinados, lutando por aquilo que acreditam até o final.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de determinação.
Dano: Nenhum

Nível 20
Nome do poder: Esquiva I
Descrição: O semideus é mais ágil do que a maioria dos campistas, e aprende a se esquivar mais naturalmente, sendo veloz, e bastante escorregadio. Isso permite que em batalha, frente a frente com o inimigo, ele ganhe certa facilidade em defender e escapar de golpes de armas diretas contra si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de esquiva e velocidade
Dano: Nenhum

Nível 21
Nome do poder: Fazer Florescer
Descrição: Apenas a presença dos filhos de Perséfone/Proserpina, já faz com que as flores cresçam, e fiquem alegres, ou seja, elas florescem mais rápido, e as pétalas que outrora estavam feias, ficam bonitas, tudo se torna mais bonito na presença do filho da deusa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sua aura faz com que as pessoas ao redor se sintam mais felizes.
Dano: Nenhum
Ativos:

Nenhum.

2279 words • 004 • Trama Pessoal


What's your color?
「R」
Madison Blanc-Faure
Madison Blanc-Faure
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 23

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Mensagem por Macária em Sex Nov 01, 2019 6:17 pm

Madison


Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 5.000 XP e 4.000 dracmas, 10 ossos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 5.000 XP e 4.000 dracmas, 10 ossos

Comentários:
Em alguns momentos do texto senti uma ausência de maior detalhes, porém nada que gerasse descontos. Também não encontrei erros gramáticas e a sua narração é bastante linear e coesa. Parabéns.




this a good death
money and diamonds can't save your soul

Macária
Macária
Deuses Menores
Deuses Menores

Localização : Em qualquer lugar

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Mensagem por Madison Blanc-Faure em Ter Nov 05, 2019 8:09 pm



In a land of gods and monsters I was an angel Living in the garden of evil Screwed up, scared Doing anything that I needed


the scape ㅡ V · 恐惧! means fear) lost & afraid ♡


ㅡ ♡ · sete anos antes)


Madison acordou no dia seguinte com um policial apontando a lanterna para sua cara. Havia dormido o dia todo e já estava, novamente, anoitecendo. Sentia-se confusa enquanto era guiada ao carro de polícia. Sem algemas. Lhe disseram que entendiam que ela não havia superado o trauma e passaria nas mãos de uma psicóloga e uma psiquiatra. Quando chegaram para a avaliação psicológica, no entanto, tentou ser sincera sobre a razão pela qual havia fugido. ― Minha avó mandou. ― a resposta surpreendeu a mulher que a analisava como um bichinho muito interessante.

E quem seria sua avó? ― o tom era comedido enquanto a mulher visivelmente analisava as reações de Madison. Sabia, pelos papéis, que a menina asiática havia sido adotada por um casal que não tinha outros familiares. ― Afrodite. Eu estava com Molly na floresta. E ela me disse que Molly me amava. E que por isso eu poderia chamá-la para fugir comigo. ― a mulher tentou disfarçar, mas Madison leu nas entrelinhas o que ela disse quando seus lábios pronunciaram as seguintes palavras. ― Você está traumatizada, querida. Ser vítima de abuso não é fácil. Também não é fácil matar as pessoas que te criaram. Isso pode ter sido demais para você. Precisa de ajuda.

Louca. Foi o novo termo que passaram a usar para se referir a ela quando pensavam que ela não estava ouvindo.

O diagnóstico dado pela mulher depois de dois meses era esquizofrenia. Ela não se lembrava qual tipo de esquizofrenia lhe tinha sido atribuído. Mas sabia que tinha errado ao tentar falar a verdade. Os remédios a deixavam sonolenta e dopada por todo o dia, apatia era quase seu segundo nome. Madison passava os dias sentada em uma cadeira plástica ou em uma cadeira de rodas quando a dose de calmantes era alta demais em decorrência de algum “surto”. Olhava para a parede sem nenhuma esperança. Estava para completar dezessete anos.

Com as doses altas, ela precisava ser levada de um lado para o outro, banhada e até mesmo carregada. Não era fácil. Para ela ou para as enfermeiras que perdiam a paciência e até mesmo a beliscavam para descontar as frustrações de lidar com outros pacientes. As pessoas que trabalhavam ali não eram boas. Talvez tenha sido seu único ponto de sorte já que elas pareciam afastar os monstros que poderia querer atacá-la.

Mas… um dia, seria uma adulta que urinava nas próprias calças por estar entorpecida demais até mesmo para controlar a própria bexiga. Achava humilhante, para dizer o mínimo, que tudo que tivesse de fazer para se manter sendo, minimamente bem tratada, a fizesse parecer um zumbi. Às vezes, podia colorir. Em dias bons, ela até podia escrever no diário que haviam lhe dado.

Pensou em tirar a própria vida, mas sabia que se falhasse, apenas iriam aumentar a dose dos medicamentos que lhe socavam goela abaixo como se fossem doces. Ela sentia falta do sol tocando sua pele. Os cabelos, outrora longos, brilhosos e soltos, eram mantidos em uma trança opaca e sem vida porque, vez ou outra, seu corpo tentava lutar contra os medicamentos e a faziam vomitar. E seria mais prático se ela não vomitasse no cabelo.

Foi cerca de três meses antes de seu aniversário de dezessete anos que diminuíram sua dosagem. Então, ela era considerada estável. Podia fazer algumas coisas a mais. Passou a observar os arredores. Quem ficava com a chaves, quais janelas não tinham grades e onde ficavam os guardas que tinham armas e, talvez, até dardos tranquilizantes.

Lhe deixaram ajudar na cozinha, como um tipo passatempo. E ela sabia que aquelas janelas poderiam muito bem comportar seu corpo. Não era grande ou gorda. E o tempo em estado vegetativo fora ainda menos generoso com seu peso. Agora, ela era quase como uma tábua. O rosto havia afinado e a barriga estava lisa como nunca, as pernas e braços também estavam finos e ela parecia que iria quebrar com qualquer mínimo contato.

Seus ossos saltavam sob a pele branca de modo doentio. Ela sentia-se doente. Quebrada e sem vida. Tentar invocar uma das pérolas de sua mãe, algo que havia visto seus irmãos fazerem em outros tempo. Mas falhara miseravelmente.

Enfim, sua aparência, no entanto, talvez tenha sido sua sorte. Percebeu que se não tomasse os remédios, conseguiria estar mais alerta. Seus instintos de batalha funcionavam melhor. Ela funcionava melhor sem as drogas. Então, quando vinham lhe dar os comprimidos, ela os escondia sob a língua e depois, quando ia usar o banheiro, os jogava pela descarga. Não era uma das pacientes que eram revistadas para ver se tinha mesmo tomado as pílulas já que ela sempre tomara.

A garota com certeza estava aprendendo a se virar. Foi premeditado roubar um dos isqueiros e entregá-lo à garota piromaníaca da ala cinco. Quando, na hora do jantar, a menina botou fogo em uma das enfermeiras e o caos se instalou, Madison aproveitou para correr até a cozinha e usar uma das panelas de metal para quebrar a janela.

Limpou os cacos com a manga de seu uniforme e desceu por ali, esfolando as mãos no processo. Correu pelo corredor do fundo, se esgueirando pelo lugar e quase foi pega por um dos homens que faziam ronda. Sabia que havia um buraco na cerca atrás da lixeira porque ouvira Gordon, um dos cozinheiros, dizer à Jane que "um dia o buraco atrás da lixeira vai resultar em problemas".

E foi assim que ela rapidamente empurrou aquela caçamba cheia e pesada, movida mais pela vontade de viver e escapar do que qualquer outra coisa, escorregando para fora de sua prisão. Correu, correu até chegar na beira de uma estrada e estalou os dedos, trocando a roupa que usava por jeans, um suéter bege e tênis brancos.

Ela ficou ali, parada por um tempo antes de decidir que precisaria começar a andar para se afastar de vez do manicômio. Seus dedos estavam gelados pelo nervosismo e seu corpo começava a dar sinais de desistência. Ela começava a se arrepender. Madison estava cansada. Cansada de lutar. O último ano vinha sendo um inferno. Se havia sido feliz enquanto Kiara, agora estava pagando por tudo. Tinha perdido seus pais, Afrodite estava certa sobre seu pai ter desejos por si e Molly havia partido seu coração. Em sua atual situação, Maddie não conseguia ver um cenário onde ela seria feliz.

Viu a luz de faróis brilhando às suas costas, mesmo que ao longe. A luminosidade alcançou seus olhos e ela se virou para olhar, fazendo um sinal para que o veículo parasse mesmo sem conseguir ver o motorista. Estava preocupada. Mas estava muito mais cansada.

O carro prata que encostou para lhe dar carona tinha uma mulher grávida ao volante e ela compadeceu-se da menina que dizia ter ido à uma festa com o namorado e este lhe abandonara na beira da estrada. — Para onde vai, querida? — perguntou a grávida. — Pensilvânia.

Oh. É um pouco longe. Seus pais devem estar preocupados. — ela sorriu fraco e começou a contar mais mentiras. — Minha mãe não se lembra de mim. Ela tem alzheimer. E meu pai faleceu. — era uma mentira. Mas ainda era melhor que a verdade.

Ela sentiu-se, aos poucos, confortável com a mulher. Ela era legal e a viagem parecia tranquila, o problema real foi passarem pela barreira. Todos os carros estavam sendo parados e todos os passageiros estavam sendo… conferidos. Suas mãos começaram a suar frio.

Então, ela olhou para trás, surpreendendo-se ao ver Afrodite no banco detrás. — Você não precisa ter medo, querida. Sabe, pode se livrar disso com um pouquinho de… charme. — disse a deusa, Madison respirou fundo. — Você tem algum documento, querida? — a grávida lhe perguntou e Maddie negou com um aceno. A mulher suspirou pesadamente e mordeu o inferior. — Certo, vá para o banco detrás e se encolha ali. — Maddie negou com a cabeça.

Então, tirou o cinto e aproveitou que o carro estava parado, saltando para fora enquanto corria para dentro da mata. O barulho chamou a atenção dos policiais, mas quando chegaram, já não havia sequer um rastro de Madison.

Ela correu, não se importando em tropeçar e cair algumas vezes, fraca demais e cansada demais pelos meses de sedentarismo. Seu corpo pedia por clemência enquanto sua mente a mantinha focada em fugir dali.

Galhos de árvore arranhavam sua face enquanto Madison continuava correndo como se sua vida dependesse daquilo, o que dependia de fato. Parou de correr quando seu peito doeu. Seu coração estava acelerado demais e ela sentia-se tonta, como se não tivesse sangue ou oxigênio o suficiente.

Sentou-se no chão frio. O perfume doce e enjoativo de Afrodite preenchendo suas narinas. — Você precisa saber quem foi, Madison. Precisa se lembrar de como era ser a Kiara. — e então, Madison sentiu-se respirar cada vez mais devagar, até pegar no sono. Um sono que não era exatamente sono. Mas algo diferente.

Madison estava em regressão.

Madison Faure:

Armas e itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
Poderes e habilidades:

Poderes (Afrodite):

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Fluência em Frances
Descrição: Não importa se você nunca teve contato com o idioma, mas por ser a língua do amor, você pode fala-lo fluentemente, lê-lo e escrevê-lo com perfeição, como se esta fosse sua língua materna.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Comunicação com Pombas e Cisnes
Descrição: Ambos são animais regentes da deusa do amor, logo, seus filhos podem se comunicar com as mesmas, podendo pedir pequenos favores e principalmente informações. Os pássaros não te obedecem, mas têm respeito e admiração por você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode conseguir informações através deles, e com seu charme natural, até consegue que eles te ajudem.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Chicotes I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus possui um manejo elevado com chicote e, além disso, é totalmente hábil em fazer manobras incríveis e incomuns com o mesmo, podendo envolver um membro específico do corpo de seus adversários com o chicote para comprometer sua respectiva movimentação. O semideus será bom com o manejo da arma, mesmo sem nunca a ter utilizado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no Manejo de Chicotes.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 4
Nome do poder: Resistência
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus, é um sedutor nato, que conhece a magia por trás do charme, e da sedução. Isso faz com que se tornem invulneráveis a poderes envolvendo a beleza do oponente e magias com amor, essas não atingem o seu personagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a enganação do coração, charme, sedução e beleza não surtem efeito na prole da deusa do amor.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detecção.
Descrição: Como filho de Afrodite/Vênus o semideus consegue detectar os sinais de charme/poções do amor em outros indivíduos, assim como ilusões relacionadas ao amor. Lembrando que ele não terá acesso as memorias do semideus/criatura/monstro atingido, apenas saberá se o mesmo foi atingido por algum poder de tal natureza.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus possui certa afinidade com as adagas, uma arma delicada, simples, que em suas mãos se torna mortal. O filho de Afrodite/Vênus costuma repelir armamentos mais pesados, por isso a adaga o atrai com mais facilidade. E mesmo que ele nunca tenha se utilizado de uma, conseguira maneja-la com certa facilidade. Nesse nível, ainda apresenta alguns poucos erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nome do poder: Símbolos
Descrição: Como prole de Afrodite/Vênus o semideus consegue identificar qualquer símbolo ligado ao amor e seus derivados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Ativos:

Nível 1
Nome do poder: Sempre na Moda
Descrição:  Você tem um pequeno controle sobre a moda. Onde o lugar é frio, consegue em um estalar de dedos se vestir apropriadamente ao clima, e se for quente também. Esse efeito de roupas para uso próprio dura quanto tempo você quiser.
Gasto de Mp: 5 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Isso permite que você mude de roupas sempre que desejar.
Poderes (Perséfone):

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de conhecimento sobre flores.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Conseguem se comunicar com animais de pequeno e médio porte como pássaros, esquilos, raposas e etc. Eles se entendem perfeitamente e podem ajudar o semideus com informações, além de nutrirem certo respeito por ele.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem entender e se comunicar com animais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Respiração
Descrição: Os filhos da deusa do submundo não tem dificuldade de respirar em locais com pressão baixa, e herdam essa característica de sua mãe. Assim sendo, lugares fechados, ou abaixo da terra, não o incomodam, seria o mesmo que respirar ao ar livre.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sua respiração não se afeta em locais fechados, cavernas baixas, ou locais como o mundo inferior, muito abaixo da superfície.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhar Facultativo
Descrição: Persefone/Proserpina é uma deusa com personalidades multiplicas, e considerada bipolar, seus filhos herdam a mesma característica da mãe, mas, expõem seus sentimentos através dos olhos. Quando com raiva, por exemplo, os olhos podem adquirir um tom avermelhado, sendo que para cada sentimento seus olhos mudarão de cor automaticamente. No restante do tempo, permanecem normais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Essa mudança de cores pode causar confusão ou fascínio em seus inimigos.
Dano: Nenhum.

Nível 10
Nome do poder: Comunicação com Mortos
Descrição: Consegue se comunicar com espíritos e entende-los perfeitamente, assim como conseguem identifica-los em campo, mas esses, não lhe obedecem, só podem lhe dar informações se forem persuadidos a tal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem extrair informações dos mortos desde que sejam capazes de persuadi-los.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Olhar Infernal
Descrição: Os filhos da deusa do submundo não tem os olhos afetados pela noite e podem enxergar no escuro perfeitamente bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar perfeitamente no escuro, desde que a escuridão não esteja envolvida pela magica de alguém.
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Pericia com Espadas II
Descrição: O semideus se desenvolveu conforme o esperado, ele sempre teve facilidade em lidar com espadas, mas agora, já consegue executar movimentos mais precisos, e os erros se tornaram menores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio de espadas.
Dano: +15% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nível 14
Nome do poder: Pericia com Foices II
Descrição: Os filhos de Perséfone/Proserpina se sentem familiarizados com as foices e portanto ao lutarem com elas mostram-se mais habilidosos do que os demais. São capazes de executar movimentos precisos e rápidos ao lutarem com essa arma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de assertividade ao lutarem com a arma.
Dano: +15% de dano se a arma do semideus atingir.

Nível 15
Nome do poder: Teimosia no sangue
Descrição: Perséfone/Proserpina é uma deusa bastante geniosa e como tal seus filhos também o são. A teimosia dos filhos da deusa da primavera é tão grande que eles tendem a se tornarem mais determinados, lutando por aquilo que acreditam até o final.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de determinação.
Dano: Nenhum

Nível 20
Nome do poder: Esquiva I
Descrição: O semideus é mais ágil do que a maioria dos campistas, e aprende a se esquivar mais naturalmente, sendo veloz, e bastante escorregadio. Isso permite que em batalha, frente a frente com o inimigo, ele ganhe certa facilidade em defender e escapar de golpes de armas diretas contra si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de esquiva e velocidade
Dano: Nenhum

Nível 21
Nome do poder: Fazer Florescer
Descrição: Apenas a presença dos filhos de Perséfone/Proserpina, já faz com que as flores cresçam, e fiquem alegres, ou seja, elas florescem mais rápido, e as pétalas que outrora estavam feias, ficam bonitas, tudo se torna mais bonito na presença do filho da deusa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sua aura faz com que as pessoas ao redor se sintam mais felizes.
Dano: Nenhum

Nível 22
Nome do poder: Cura Noturna II
Descrição: Agora a noite te deixa ainda mais forte, e feridas mais fundas viram cortes leves, enquanto as feridas superficiais desaparecem por completo. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 40 HP e 40 MP
Dano: Nenhum

Nível 24
Nome do poder: Primavera
Descrição: É na primavera que Perséfone/Prosérpina, fica mais forte, e assim como ela, que vem revigorada para o mundo terreno, e fica por seis meses no monte Olimpo, é nessa estação, que seus filhos também ficam mais fortes. Durante a primavera, os filhos da deusa, sentem seus poderes ganharem uma força maior, ficam mais rápidos, e mais fortes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Todos os poderes ativos e passivos do semideus ficam 40% mais fortes durante a primavera. (Bônus valido entre 01/01 a 15/02 e 01/07 a 15/08)
Dano: +20% de dano em golpes executados pelo semideus durante a primavera.
Ativos:

Nenhum.

1533 words • 005 • Trama Pessoal


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Madison Blanc-Faure
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Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 23

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