The Blood of Olympus
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Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel

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Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel Empty Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel

Mensagem por Seel C. García em Sex Jul 05, 2019 9:41 pm


Sabedoria e Amor



Contextualização:
• Esta CCFY ocorre após os acontecimentos narrados em Strikeforce, na qual Maisie foi capturada pela Seita.
• Os fatos narrados aqui acontecem cronologicamente antes do evento O Fim do Império.

Informações sobre Murphy'Ranch

OffgameO Murphy Ranch é um rancho construído em Rustic Canyon, Los Angeles na década de 1930 por Winona e Norman Stephens, que eram simpatizantes do anti-semita Supremacia Branca e Silve Legion of America . Projetado como uma base para atividades nazistas nos EUA, foi planejado para ser capaz de ser auto-sustentável por longos períodos. O complexo tinha um tanque de armazenamento de água, um tanque de combustível, um abrigo antiaéreo e várias dependências e bunkers. O portão principal da propriedade foi projetado por Paul Williams, um conhecido arquiteto afro-americano da região sul da Califórnia.

A partir de 1990, foi abandonado e coberto de pichações. Atualmente é de propriedade da cidade de Los Angeles e no início de 2016, muitos dos prédios da fazenda foram demolidos, por serem considerados inseguros. Alguns edifícios permanecem, incluindo a casa de força, um edifício totalmente de concreto que continha os geradores a diesel. Todas as entradas foram seladas.

Ongame: Após as primeiras bases da Seita terem sido destruídas, os organizadores optaram por fazer algumas pequenas para chamar menos atenção e, quando fosse preciso, enviavam os presos até a principal e maior das bases. Murphy's Ranch sofreu algumas alterações e atualmente foi transformada em uma pequena base para triagem dos capturados devido ao seu tamanho geográfico ser pequeno. Entretanto, esta base tem um gerador próprio de energia elétrica e dois tanques, sendo um para água que é sugada de um poço artesiano e um de combustível que tem manutenção mensal.

A base conta com um time pequeno de soldados, cientistas e médicos que moram pelas redondezas e no próprio complexo que fica abaixo do laboratório onde os semideuses são torturados e, testados e, muitas vezes, mortos.

Em 2016 a base teve alguns prédio demolidos pelos próprio infiltrados da Seita, assim ninguém perceberia que ali estava abrindo um laboratório administrado pelo governo americano que, por desejo, queria destruir os semideuses. Com a informação que os prédio estavam em estado precário e com risco de desabamento, nenhum turista ousava em chegar perto, assim os responsáveis pelo lugar não teriam problemas para executar as suas tarefas.

Protagonistas:

Maisie K. Blackwood
Seel C. García

OBS: Apenas eles estão autorizados a postar.

Objetivos:

Seel tem como objetivo se tornar Centurião da IV, Coorte que o recebeu tão bem. Maisie, por outro lado, só busca ser resgatada, onde seu post só seria avaliado para questões de trama.

NPC

Ralf é filho de Vulcano e legado de Júpiter. Pertence à IV Coorte e tem 20 anos de idade. É aluno de Engenharia Mecânica & Mecatrônica na Universidade de Nova Roma. Está no acampamento Júpiter desde pequeno, então conhece muito bem o local. Bissexual, mas no momento está solteiro. Não gosta de manter muito o contato com pessoas, mas com Seel a coisa é diferente, pois o legionário veterano enxergou no García uma amizade que valeria a pena investir.



Seel García
if i could make amends with all my shadows, i'd bow my head and welcome them. but i feel it burning, like when the winter wind stops my breathing; are you really gonna love me when i'm gone? i fear you won't, i fear you don't.
Seel C. García
Seel C. García
Centurião da IV Coorte
Centurião da IV Coorte

Idade : 16

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Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel Empty Re: Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel

Mensagem por Maisie K. Blackwood em Seg Jul 08, 2019 11:48 pm

Chain reaction, it's so electric
Poltergeist


A primeira coisa que senti foi minha respiração, como se ela estivesse presa há tempos e eu só voltasse a respirar naquele momento. O movimento do meu diafragma era intenso para retomar a respiração, pois a sensação que eu tinha é que havia sido sufocada. Levando a mão ao peito, abri os olhos e me deparei com um cenário totalmente diferente do que eu poderia esperar.

“Onde eu estou?”, perguntei-me, começando a me dar conta que as minhas memórias estavam confusas e ausentes em alguns momentos.

Minha cabeça doía de um jeito que eu nunca havia imaginado ser possível, como se algumas partes do meu crânio estivessem prestes a rachar com a pressão. Então, ao me levantar, fiz isso devagar e mantendo ambas as mãos na cabeça, pois o meu equilíbrio também estava prejudicado. O espaço ao meu redor estava oscilando de um lado para o outro, nada parecia se manter no mesmo lugar por mais que dois segundos. Tentei dar um passo à frente, mas minha perna fraquejou e me fez cair novamente sobre uma superfície acolchoada.

Eu nunca havia sentido um mal-estar tão intenso e incômodo. Será que aquela era a dor que Zeus sentiu quando Athena estava prestes a nascer de sua cabeça? Porque eu também concordaria com uma machadada na cabeça se fosse para aquela dor cessar.

Totalmente atordoada, tentei reconhecer algo do local em que estava e buscar alguma memória que me fizesse entender porque eu estava ali e porque estava com tanta dor. A sala, no entanto, não poderia me dar nenhuma pista. Era totalmente branca, continha apenas uma cama e uma porta de vidro, de onde se enxergava apenas um corredor vazio após a divisória da sala. As paredes pareciam metálicas, mas como minha visão ainda estava embaralhada, era difícil compreender muita coisa além disso.

– Bom dia, Maisie - alguém disse em um tom que soou irônico e provocativo. A voz, no entanto, pareceu distante devido à dor latente em minha cabeça, ou talvez pelo isolamento do vidro.

Ergui os olhos tentando localizar aquela voz, deparando-me com um rosto levemente familiar do outro lado da porta.

– Você… - pensei alto, começando a me lembrar de onde eu conhecia aquele rosto e aquela voz. Aquele homem havia falado comigo em um estacionamento… Sim, eu me lembrava disso…

– Você está no jornal, sabia? “Competidora desaparece antes da final do Strikeforce - ele disse, me mostrando uma página de algum jornal.

Com a visão embaçada e a cabeça doendo, eu não era capaz de ler muita coisa além da manchete, mas reconheci a minha foto junto à matéria, vestindo exatamente a mesma roupa que eu usava agora. Então tudo começou a voltar à minha memória…

O ginásio, a competição, a preocupação de meu pai com meu ferimento, minha ida até o estacionamento… E o momento em que dois agentes da Seita apareceram e me atingiram com algum tipo de dardo tranquilizante. Agora eu lembrava de tudo.

E, mesmo com a dor lancinante que estava sentindo, avancei contra a porta de vidro e tentei golpeá-la com toda a força possível para tentar quebrá-la e esganar aquele desgraçado. Sua expressão não mostrava um pingo de preocupação com isso, no entanto. Mantendo as mãos no vidro, tentei de alguma forma usar a telecinese para afetá-lo, manipulando algum item em seu corpo para feri-lo. Mas, ao fazer isso, a dor de cabeça se tornou ainda mais insuportável.

Após um grito atordoado, caí com ambos os joelhos sobre o chão, levando as mãos à cabeça e tentando amparar minimamente a dor que estava sentindo. Enquanto isso, o agente mantinha uma postura despreocupada, seu rosto demonstrava até um sorriso ao me ver sofrer com tamanha dor.

– Não adianta, querida. Você está presa.

(...)

Após um tempo indeterminado, as dores diminuíram até se tornarem suportáveis. Não sei se a causa da dor havia sido alguma substância injetada em minha corrente sanguínea ou a desistência do uso de poderes, mas o importante é que agora eu conseguia pelo menos raciocinar. Mas, até o momento, não havia encontrado nenhuma forma de me livrar daquele lugar.

Era difícil dizer quanto tempo havia ficado trancafiada ali, pois não havia relógios ou janelas que me permitissem ter uma noção de tempo. Era da mesma forma que shoppings ou mercados, que usam daquele recurso psicológico de uma forma comercial. A Seita, no entanto, fazia daquilo uma forma de tortura mental ao nos tirar a noção de tempo. Quantas horas eu havia ficado desacordada? Há quanto tempo meu pai e minha irmã não tinham notícias minhas? Quanto tempo eu ficaria presa ali? Era impossível saber…

Ficar presa naquele local não me assustava. O tempo poderia ser o meu aliado, pois com certa observação, eu poderia elaborar um plano de fuga eficiente. Mas os soldados não se contentavam apenas em ter semideuses presos em suas bases. Eles tinham atividades assustadoras para me ocupar e me fazer esquecer da passagem de tempo no local.

A primeira tortura pela qual passei não causou nenhum ferimento no meu corpo, sequer um mísero arranhão. Em contrapartida, deixou meu coração apertado e me fez gritar como uma criança assustada.

– Reconhece aquele garoto, Maisie? - um dos agentes perguntou com um tom provocativo. Sua mão pressionava meu queixo com muita firmeza, fazendo com que eu mantivesse os olhos em uma televisão.

– Isso é um vídeo tutorial sobre o quanto vocês são desprezíveis? - alfinetei, com o olhar furioso em sua direção. Isso fez com que ele pressionasse minha mandíbula com mais força.

– Desprezível é você, bruxa poltergeist - devolveu ele em um tom raivoso. – Veja o que vai acontecer com você - falou, forçando o meu olhar para a tela.

Um garoto romano aparecia na imagem, com a tez encharcada de suor e olhar assustado. E eu o conhecia. Era James, que foi dado como desaparecido do Acampamento há dois meses. Equipes de busca foram enviadas, mas nunca retornavam com qualquer notícia. Até que, semana passada, desistimos das buscas e queimamos uma mortalha com o símbolo de Febo para homenagear o semideus. Era um menino enérgico e cheio de vida, sempre bem-humorado, mas nunca mais pudemos ver o seu sorriso.

– O que vocês fizeram com ele?? - perguntei visivelmente alterada, abandonando o tom de voz satírico.

Forcei as mãos para tentar agarrá-lo pelo colarinho com raiva, mas nada que eu fizesse me libertava das amarras. Elas prendiam meus pulsos, meus tornozelos e meu tronco contra uma cadeira metálica posicionada em frente à grande tela. O agente da Seita apenas riu com a minha reação, enquanto continuava segurando meu queixo com força e direcionando meu olhar para as gravações de James.

O pequeno semideus estava preso em uma grande caixa de vidro, semelhante àquelas que mágicos usam em suas apresentações. E tal como eles, estava preso por correntes pesadas que seguravam seus pulsos e tornozelos. Ao som de um bipe, o espaço começou a ser preenchido por água em uma vazão que rapidamente cobriu boa parte da caixa. James batia contra o vidro tentando quebrá-lo, tentava em vão nadar para cima ou usar qualquer um de seus poderes para se libertar do afogamento. No entanto, nada funcionou.

A água preencheu o local e, por algum tempo, o garoto conseguiu conter a respiração e suportar a ausência de ar. Mas, embora sua condição física fosse de um atleta, sua consciência começou a fraquejar e, inevitavelmente ele acabou inspirando a água para dentro de seus pulmões. Sua face mudava de cor em meio àquilo, indo à palidez total para então adquirir alguns tons de roxo. E ninguém estava ali para ajudá-lo. Soldados e cientistas estavam ao seu redor estudando seus sinais vitais e comentavam sobre o tempo em que James aguentou sem respirar, deixando-o se afogar como se sua vida fosse irrelevante. O garoto se debatia na água tentando se libertar a todo o custo, mas logo foi perdendo as forças e começou a se mover mais devagar.

No último segundo possível, um cientista pressionou algum botão no computador próximo a James e o local começou a se esvaziar. O semideus, no entanto, havia perdido a consciência e estava desmaiado no fundo da caixa quando a água deixou o espaço.

Na cena seguinte, James estava visivelmente fraco e quase perdendo a consciência. Ele foi amarrado seminu sobre uma cadeira sem fundo e estava acompanhado por dois algozes com chicotes. Pela ausência de um assento na cadeira, o traseiro e parte das coxas do semideus estavam presas para baixo do banco. Praticamente sem roupas, fraco e com partes sensíveis de seu corpo expostas aos chicotes, os agentes se divertiam ao atingi-lo em diferentes partes do corpo e provocar gritos agoniados de dor.

As cenas iam ficando cada vez piores e mais apavorantes, principalmente porque a vítima era alguém que havia conhecido no Acampamento. Seus gritos de dor chegavam aos meus ouvidos e ingressavam na minha alma sabendo que seu sofrimento era incalculável. O sangue dele ia se espalhando pelo chão em ferimentos horríveis. Os algozes não tinham piedade alguma com ele, não se importando em ferir até mesmo suas partes íntimas para tortura-lo. Então seus gritos se misturavam ao seu choro, enquanto as lágrimas em seu rosto se mesclavam ao sangue.

Mesmo tentando fechar os olhos para não assistir àquilo, o agente que estava comigo não permitia. Sua mão mantinha-se firme em meu queixo e ele se certificava que eu iria manter os olhos abertos. – Ah, essa é a melhor parte! - ele dizia, apertando ainda mais meu queixo e me dando a certeza que eu estaria com hematomas ali em breve.

– Pare com isso! - pedi, sem qualquer autoridade na voz. Era quase uma súplica, enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas ao ver o quanto o legionário estava sofrendo enquanto nenhuma das nossas buscas tivera resultado. Eu me perguntava se ele havia sobrevivido, mas não queria terminar se assistir para saber a resposta.

A filmagem terminava com o garoto ferido e sem consciência sobre a cadeira, enquanto uma grande poça vermelha estava no chão abaixo dele. Depois disso, ele não voltou a aparecer nas gravações.

A Seita me fez assistir a vários vídeos onde semideuses que eu conheci no Acampamento Júpiter eram torturados até desejarem a morte, onde gritavam estridentemente de dor e choravam pedindo por misericórdia. Enquanto isso, os cientistas da Seita mantinham-se despreocupados fazendo anotações sobre os resultados de seus testes e experimentos. Os soldados eram frios e desumanos, divertindo-se com cada tortura que aplicavam naquelas crianças.

– Aposto que você desejaria ir embora daqui - disse o soldado depois de inúmeros vídeos, colocando-se diante de mim com uma proximidade desnecessária.

Ele havia apoiado as mãos sobre os encostos da cadeira e inclinou o corpo para frente até colocar o rosto diante do meu. Certamente queria ver mais de perto as lágrimas que haviam se acumulado em meu rosto e a expressão assustada em meus olhos. – Mas você não vai resistir à triagem. Você é fraca igual a eles - ele disse quase em um murmúrio, mantendo os olhos frios contra os meus. Sua fala se referia aos semideuses que eu havia assistido serem torturados nas imagens, fazendo eu ter certeza que eles haviam morrido ali…

Meus punhos se cerraram com uma mistura de sentimentos ruins. O medo e o pavor tornaram-se os principais, sendo sucedidos pelo ódio que aquilo causou em mim. Eles não tinham qualquer compaixão, qualquer senso de misericórdia, e orgulhavam-se em mostrar as atrocidades que haviam feito com crianças.

Eu sentia minhas mãos trêmulas e uma amargura indescritível dentro de mim após assistir o sofrimento e a morte de outros semideuses que passaram ali. Meu coração palpitava com o medo de ser a próxima, sem saber o quanto aguentaria naquele lugar. Mas a raiva alimentou uma última reação, da qual eu poderia perfeitamente me arrepender depois.

Apesar das lágrimas em meus olhos e do pavor, mantive o olhar no agente à minha frente. Preenchi meus pulmões com ar e atrevimento para dar a resposta que ele merecia. – Eu quero… - comecei, percebendo que minha voz estava fraca e tão fragilizada quanto eu. – que você morra!

E, ao dizer isso, levei a minha cabeça para trás para então impulsioná-la para frente com força. Consegui atingir o nariz do agente ao fazer isso e causar um pequeno atordoamento nele. Com o golpe, foi possível provocar um sangramento em seu nariz. Em contrapartida, o homem atingiu o meu rosto com uma forte bofetada. Forte o suficiente para fazer com que a cadeira se desequilibrasse e caísse, levando-me para o chão junto com ela.

– Levem ela para o laboratório!


(...)



A Seita coletou diferentes tipos de amostras genéticas do meu corpo, como saliva, suor, sangue, até unhas e cabelos. E não adiantava resistir quando os cientistas aproximavam suas mãos impiedosas e seringas perto de mim, pois quanto mais eu resistisse, mais eles me machucavam. E minha teimosia não ajudava nenhum pouco no processo, resultando em um profundo corte na nuca quando a tesoura desviou de meu cabelo e hematomas provocados pelo uso da força para me conter. A boa notícia é que eles conseguiriam coletar lágrimas com facilidade se quisessem.

Após as coletas, fui submetida a testes que eram uma outra forma de tortura, onde novamente pude experimentar o quanto aquelas pessoas eram desprovidas de humanidade. Assim como James, fui colocada em um tanque de água por um período indeterminado, até desmaiar pela ausência de oxigênio e com alguma quantidade de água em meus pulmões. Ainda com o corpo úmido e semiconsciente, inúmeros choques percorreram meu corpo. No começo, foi com uma tensão baixa, que provocava apenas formigamentos e um certo incômodo na epiderme, mas logo se tornaram fortes correntes de energia que causavam uma dor muito mais acentuada.

Minha mente fragilizada não percebeu o motivo pelo qual faziam tudo aquilo, pois parecia apenas crueldade gratuita. Depois compreendi que eles estavam testando minhas capacidades para saber do que eu era capaz e, tratando-se de uma triagem, teriam que me classificar de alguma forma dentro dos critérios que usavam. No entanto, eu não era capaz de respirar debaixo d'água, não resistia aos choques elétricos, fiquei fortemente atordoada com o vídeo que assisti anteriormente e não demonstrava a resistência física elevada dos filhos de Marte…

Apesar dos testes não indicarem qualquer coisa conclusiva, os detectores deles ainda me classificavam como “alerta amarelo”. Então, eles se perguntavam: o que era eu? Do que eu era capaz? Eu era perigosa?

– Vamos tentar algo diferente - uma das cientistas disse, retirando os óculos por um momento enquanto massageava a sua fronte. Ela demonstrava certo esgotamento mental naquele exercício, onde se seguiram horas a fio de testes inconclusivos. – Desliguem o inibidor por dois minutos.

Fez-se silêncio no recinto pelos segundos seguintes à sua fala. O outro cientista e os soldados na sala pareceram não crer no que ela havia dito, mas a mulher tinha alguma autoridade irrefutável entre eles. Alguém esteve prestes a contrariar e perguntar se aquela realmente era uma boa ideia (spoiler: não era), mas o tom da cientista foi duro e incontestável. Restou aos subordinados a atitude mais sensata diante de uma mulher poderosa: obedecer.

A sensação que veio após isso foi como um cão que estava preso a uma coleira por muito tempo ou um cavalo que estava com um cabresto, ou seja, estava me sentindo repentinamente livre. O poder da minha mente voltou com intensidade total, como se eu fosse capaz de sentir cada terminação nervosa se conectando com as minhas habilidades semidivinas. Era difícil de descrever, mas era algo surrealmente bom. Meus poderes haviam voltado. A dor de cabeça havia cessado.

Aqueles homens estavam lascados, mas ainda não sabiam disso.

Com um olhar curioso e inquisitivo, a cientista se aproximou de mim com passos calmos. Ela me avaliava através daqueles olhos castanhos e o fazia de uma maneira fria e calculista. Parecia que eu era o exemplar único de algum brinquedo que ela não pôde ter quando criança e estivesse pensando como iria brincar comigo primeiro. Aquilo me fazia achar que outros filhos de Athena nunca haviam sido capturados ali, afinal, eram muito inteligentes para cair em armadilhas. Mas eu estava ali para provar que para tudo há uma primeira vez.

– Belos brincos - comentei com a voz fraca, observando as duas pedrinhas que adornavam suas orelhas. Embora esgotada e muito machucada, consegui esboçar um fraco sorriso de escárnio após aquelas palavras.

Aquele foi um comentário totalmente aleatório e inesperado para a cientista. Mas, embora os brincos realmente fossem bonitos, ela se arrependeria de estar utilizando-os naquele momento. Através da telecinese, puxei ambos os brincos dela em direção ao solo, rasgando uma de suas orelhas no processo e fazendo-a se abaixar até o solo para evitar ferir a outra.

Ao perceber que as coisas estavam dando errado, um dos soldados apontou sua arma em minha direção, esperando que eu não tivesse para onde me mover. Afinal, permanecia imobilizada sobre uma cadeira. Mas, para o azar deles, eu não dependia das mãos, do corpo ou de alguma arma para machucá-los seriamente. Tão logo o soldado se preparou para disparar a arma, usei a telecinese para mover o objeto bélico para a direita, onde a cientista havia caído sobre o chão com as orelhas sangrando.

“Boom!”, ele disparou antes de poder frear a sua mão. O projétil cortou o ar em uma fração de segundos e atingiu a cabeça da mulher.

Aproveitando os segundos em que todos ficaram em choque, utilizei aquela vantagem para retirar do uniforme do soldado uma faca de caça que estava embainhada em sua cintura. Ele havia utilizado aquela lâmina para fazer cortes em meu corpo durante uma das sessões de tortura, então nada mais propício que fazê-lo experimentar de seu próprio remédio. O objeto levitou pelo ar e moveu-se apenas com o poder da minha mente, fazendo um percurso em que ficou rubra de sangue.

A lâmina foi levada inicialmente em direção à jugular do soldado, enterrando-se em sua carne sem delongas. A seguir, o objeto levitou até ir de encontro a outro cientista que estava aterrorizado próximo no canto da sala. Aquele foi um alvo fácil e, preciso admitir, eu não me sentia mal em acabar com as suas vidas. Não depois de ver e presenciar tudo o que eles eram capazes de fazer sem nenhum pingo de misericórdia ou empatia.

Ainda mantendo a faca suspensa pela telecinese, fiz com que ela se aproximasse para cortar as amarras que prendiam meus pulsos e tornozelos. E, a partir daquele momento, estava fazendo a minha tentativa de fugir daquele lugar, apesar do esgotamento que eu sentia. A adrenalina percorreu o meu corpo ao perceber a chance que eu tinha de escapar agora que meus poderes haviam voltado ao normal.

Após me libertar das amarras, levantei-me rapidamente e, mesmo descalça, disparei em direção ao corredor e ingressei na primeira entrada à direita. Eu não sabia onde havia uma saída, mas tinha certeza que tinha que correr para longe da cela em que me prendiam, então foi com esse parâmetro que comecei a traçar um caminho dentro daquela pequena base.

Durante aquele trajeto em que pude correr e me distanciar do laboratório, pude constatar que realmente não havia nenhum outro semideus naquele lugar. Eles não estavam blefando quando disseram que eu estava totalmente sozinha. Então ficava claro que tudo o que faziam ali era uma triagem dos prisioneiros. Ou seja… eu poderia ser enviada para outro lugar depois dali?

Sem tempo de raciocinar uma resposta para esta pergunta, um disparo rapidamente correu o ar e atingiu minha panturrilha em cheio. O golpe foi tão certeiro que fez com que eu me desequilibrasse e caísse no chão. Eu havia sido atingida por um dardo sedativo, que havia se instalado profundamente na minha carne. Mas, diferente da outra vez, esse sedativo era mais intenso e eficiente, fazendo minha vista escurecer rapidamente…

Enquanto minha consciência se esvaía, eu me perguntava se havia escapatória para mim ou se eu seria mantida presa ali por incontáveis dias. Minha memória trazia a lembrança de meu pai e da forma como me prendia em seu abraço de urso. Amber veio à minha lembrança em seu fardamento policial, jogando um disco para mim enquanto brincávamos com Watson. Capitu e Caspian correndo pelo alojamento vieram logo em seguida, e eu conseguia ouvir minha própria voz mandando-os parar. Lembrava-me de Enzo tranquilamente em nossa sala de estar enquanto maratonávamos uma série…

E minha mente ainda trouxe a lembrança de Seel García, o já não tão novato na quarta coorte e seus belos olhos castanhos. Minha memória o trazia primeiro em uma cena noturna sobre um dos fortes dos Jogos de Guerra, para então o cenário se transformar em um shopping e relembrar a sensação daquele beijo roubado.

Eu queria vê-los de novo...



Infos:


Passiva de cura (atenção!):

Nível 47
Nome do poder: Regeneração III
Descrição: A deusa também é bastante conhecida por ser uma importante divindade da guerra, o que faz de seus filhos os dos últimos a caírem em guerra. Certamente menos resistentes do que seus primos filhos de Ares/Marte, os descendentes dessa deusa não deixam a desejar quando em combate. Para cada inimigo derrotado em combate, parte do HP e MP do adversário é transferido para a prole de Athena/Minerva.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A cada inimigo derrotado em batalha +100 HP e 100 MP são restaurados em sua barra de status.
Dano: Nenhum
x3 inimigos derrotados

Passivos de Athena:

Nível 5
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Sabedoria em Combate
Descrição: Os filhos de Atena conseguem descobrir os pontos fracos de seus inimigos, fazendo com que seus golpes sejam mais efetivos. Em monstros que já conheçam, ou tenham lutado, eles já saberão o ponto fraco.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de chance de acertar um ponto crítico em batalha.
Dano: +10% de dano em monstros que já tenham enfrentado anteriormente.
Extra: Precisa avisar ao avaliador quando enfrentou o monstro.

Nível 17
Nome do poder: Memorização
Descrição: A mente do semideus é capaz de arquivar informações com mais facilidade, lembrando-se de caminhos percorridos, dados sobre coisas que já viu ou conheceu. A boa memória do semideus o faz capaz de lembrar informações importantes sobre o cenário ou sobre inimigos que já enfrentou.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência e +30% de capacidade memorial
Dano: Nenhum
Extra: Caso o semideus já tenha enfrentado determinado inimigo ou passado por alguma situação, se lembrará de detalhes que o ajudem a superar o problema.

Nível 18
Nome do poder: Visão de batalha
Descrição: Com o decorrer dos anos e a inteligência avançada, vem a visão aprimorada de uma batalha. Essa visão permite ao semideus entender a forma como os outros lutam mais rapidamente, e conseguir identificar e se adequar às diferenças. Por exemplo: um romano e um grego não são soldados da mesma maneira, assim como um humano também não o é. Ao compreender isso e adquirir essa visão, o semideus também consegue achar meios mais eficazes de se defender e de derrotar um inimigo, apenas o estudando.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acertar o alvo em pontos críticos.
Dano: + 15% de dano se o golpe acertar.

Nível 26
Nome do poder: Foco
Descrição: Com uma das mentes mais apuradas, é difícil distrair um filho de Athena quando este está dedicado a suas ações.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 40% de foco em combate ou atividades.
Dano: Nenhum.

Nível 31
Nome do poder: Racionalidade
Descrição: Apesar de não serem frios e calculistas, filhos de Athena/Minerva possuem como uma de suas principais características a suas capacidades cognitivas apuradas. Graças a isso, eles conseguem ser mais racionais e até mesmo camuflar algumas emoções sentidas. Conseguem captar facilmente traços ou dicas que os ajudem pensar logicamente perante uma situação.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 33
Nome do poder: Campo de visão
Descrição: Tão ligados a coruja, símbolo de Athena/Minerva, os filhos da deusa desenvolvem a capacidade de enxergar o campo ao seu redor como uma coruja que pode virar seu pescoço a quase 360º graus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +50% de chances de perceber um ataque surpresa.
Dano: Nenhum.

Nível 35
Nome do poder: Resistência mental III
Descrição: A mente é uma das armas dos filhos da deusa da guerra e sabedoria. Agora se tornou bastante difícil enganar ou atacar a mente de um descendente de Athena/Minerva. Ele perceberá facilmente o truque, mesmo que precise ainda lutar contra ele para recobrar o controle de si ou de sua mente.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 60% de resistência a golpes mentais.
Dano: Nenhum.

Nível 40
Nome do poder: Perícia com Lâminas IV
Descrição: O semideus filho de Athena se sente completamente confortável para atacar e defender-se com lâminas. Espadas, adagas, armas de arremesso como facas, qualquer lamina de curto ou longo alcance pode virar uma arma mortal na mão do semideus filho de Athena. Por serem inteligentes, aprendem a manuseá-las mais rapidamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de chance de acerto no manuseio de lâminas de mão (facas, espadas, adagas, punhais, lanças, etc)
Dano: + 35% de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.

Nível 45
Nome do poder: Agilidade III
Descrição: Os filhos de Athena/Minerva podem não ser tão fortes quanto os de Ares/Marte, mas possuem um controle corporal ainda mais aprimorado. A agilidade da prole da deusa é apurada, permitindo movimentos cada vez mais elaborados e complexos.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nível 46
Nome: Aprendizado apurado IV
Descrição: A inteligência de um filho de Athena é um dos pontos mais fortes do semideus, quando bem desenvolvida e estimulada. Ao estudar algo, o filho da deusa da guerra estratégica ganha mais domínio sobre o assunto do que qualquer outro semideus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de bônus em habilidades aprendidas.
Dano:  +20% de dano em habilidades aprendidas.
Extra: Necessário colocar essa habilidade em destaque, para que narrador esteja ciente do aumento no bônus e dano.

Nível 48
Nome do poder: Estratégia III
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nível 50
Nome do poder: Corpo Perfeito, Mente Perfeita
Descrição: Você atingiu um estado incrível de suas habilidades físicas e psíquicas. Conheces seu corpo e sua mente como ninguém jamais se conheceu. Pode usar seus poderes com certa perfeição raramente errando um ataque.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de chance de dar certo ao usar poderes mentais.
Dano: + 50% de dano se combinado a um ataque mental.

Passivos de Belona:

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Ativos de Athena:

Nome do poder: Telecinese III
Descrição: Consegue levitar qualquer tipo de objeto com peso até 100 Kg aproximadamente. Esses objetos podem se mover pelo ar com o controle da telecinese do semideus com mais precisão, pois seu controle já está mais aprimorado.
Gasto de Mp: 50 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 20 a 85 dependendo de como for utilizada. (Dano a critério do narrador).
Extra: Nenhum

Habilidades Aprendidas:

Nome: Inteligência Lógico-matemática
Descrição: Quem possui a inteligência lógico-matemática bem desenvolvida tem a capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações, discernindo as suas relações e princípios subjacentes. O semideus é hábil para o raciocínio dedutivo e solução de problemas lógicos, além de possuir mais facilidade para lidar com números e matemática.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de inteligência, raciocínio lógico e elaboração de estratégias
Dano: Nenhum

Nome: Atleta olímpico
Descrição: O triatlo é um esporte olímpico de origem grega que compreende natação, ciclismo e corrida. O atleta desta competição precisa exercitar suas habilidades motoras para um bom desempenho nestes esportes, que exigem resistência física, velocidade e controle do corpo. Portanto, após experienciar o triatlo, o semideus terá desenvolvido sua condição física tal como um atleta deste esporte.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de resistência física, velocidade e controle corporal
Dano: Nenhum

Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Nome: Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Nome: Perícia Corporal II
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a resistência corporal. Irá se cansar mais dificilmente, estando preparado para realizar exercícios físicos mais complexos. Assim, possui um melhor desempenho em combate, podendo permanecer lutando mais tempo que outros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em resistência física.
Dano: Nenhum

Nome: Pontos Críticos
Descrição: Ao participar da aula de combate corporal, o semideus aprendeu quais pontos do corpo humano provocam mais danos. Estes locais são chamados de diversas formas, como pontos críticos, pontos de pressão ou pontos de impacto. Ao aplicar um golpe nas áreas como: traqueia, queixo, têmpora, testículos, costela flutuante, diafragma, lateral do nariz, clavícula, parte interna da coxa e a parte interna da junta do cotovelo; o semideus poderá aumentar as chances de crítico e seu dano.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de acertar os pontos mencionados acima, graças ao treinamento; +40% de dano somados ao dano crítico.
Extra: Funciona principalmente em formas humanoides.

Nome: Magnificência Semidivina
Descrição: Após um longo dia de treinamento, no qual as capacidades físicas do semideus foram postas à prova, o resultado apareceu. Assim sendo, o aprimoramento de seus atributos corporais - força, constituição, destreza, controle corporal e velocidade - agora é evidente.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +10% nos atributos corporais.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Inteligência Intrapessoal
Descrição: Quem possui a inteligência intrapessoal bem desenvolvida tem a capacidade de se conhecer e compreender a si mesmo, desde seus medos, fraquezas a capacidades. Dentre as sete, é a inteligência mais rara que alguém pode desenvolver, pois está ligada à capacidade de neutralização dos vícios, entendimento de seus limites, preocupações, estilo de vida, autocontrole e domínio das emoções. Com esta habilidade, o semideus é capaz de conhecer suas fraquezas e superá-las, através de autocontrole e concentração.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência; +20% de autocontrole e concentração.
Dano: Reduz em -10% os danos que visem afetar as emoções do semideus.

Itens:

Nenhumzinho.



Make a wish change to reality


Maisie Blackwood
intelligence is the only way we have to master our instincts.
Maisie K. Blackwood
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Centuriã III coorte
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Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel Empty Re: Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel

Mensagem por Seel C. García em Ter Jul 09, 2019 11:23 am



I want to find you in an instant!

Já havia perdido as contas de quantas foram as vezes que sonhei com aquele homem de terno negro que lembrava um comandante de alta patente do exército, a única diferença era a cara de sem vergonha que este não possuía. O moreno ficava sentado em um trono feito de ouro e me observava de forma esquisita ao ponto de me fazer desviar os olhos, mas quando isso acontecia, ele pigarreava e me fazia voltar a encará-lo, como se esperasse que eu fizesse algo.

Depois de tantas noites mal dormidas, tomei coragem e o repreendi: — Quem é você e o que quer? - Em resposta ele riu e voltou a me olhar, mas dessa vez era como se estivesse me estudando ou aferindo as minhas medidas que não eram as de um soldado, até porque eu nem tinha idade para tamanha estrutura. — Qual é, eu devo ter algo muito especial, não é mesmo? - Você já disse alguma coisa a alguém e depois se arrependeu? Pois é, eu acabara de fazer.

— Você tem sim, mas eu ainda estou tentando descobrir o que é, agora saia! - Ordenou o musculoso, mas minha língua foi mais rápida do que a minha vontade de desaparecer dali. — Quem você pensa que é para falar assim comigo? - Agora minha voz saía num tom mais alto e mais sério. O homem arqueou a sobrancelha e em seus lábios surgiu um sorriso malandro. — Marte, agora saia! - Ele falou e eu despertei com o corpo encharcado de suor.

— Eu achava que só a Maisie te deixava molhadinho, mas já vi que Marte também tem esse dom. - A voz de Ralf, seguida de uma risadinha sarcástica foi a primeiro coisa que ouvi assim que abri os olhos. — Do que está falando? - Perguntei e ele riu mais uma vez. — Você fala quando dorme. - Foi então que ele me jogou uma toalha e disse para eu tomar um banho, pois nosso primeiro dia de academia começaria em algumas horas.

Meu banho foi rápido, então aproveitei o tempo que me restou para caprichar mais no café da manhã. Entretanto, Ralf já havia usado a internet para encontrar um cardápio perfeito para quem gostaria de ganha massa magra, então o nosso café da manhã já estava separado em um canto da mesa da quarta coorte.

— Cara, você tem sonhado bastante com Marte nos últimos dias, não? - Perguntou o filho de Vulcano antes de colocar uma colher de abacate com castanhas para dentro da boca. Minha primeira intenção foi esconder, mas ele já deixara claro que eu mesmo dissera, enquanto dormia, que estava sonhando com o deus em questão. — Eu venho sonhando sim, mas só descobri essa noite que era ele. - Goleei o café preto sem açúcar. — Você já deve saber que nossos sonhos, muitas vezes, não são apenas sonhos. - Comentou o legionário e eu assenti. — Mas eu não sei o que esse sonho quer dizer. Marte disse que eu tenho algo especial e que ele não descobriu, mas está procurando. - Encarei o café que já estava acabando. — Isso quer dizer alguma coisa? - Perguntei, mas o caucasiano não soube me responder, por isso deixamos o assunto de lado.

Terminamos de comer e ainda aguardamos algum tempo à mesa, o que me fez pensar que foram as Parcas que traçaram aquilo em meu destino. — Seel, aquela não é Capitu? - E apontou para uma corujinha que batia as asas com bastante esforço, até que pousou na mesa. A ave focou meu rosto com seus grandes olhos  e piou algumas vezes, mas a coitadinha estava fraca demais para continuar e cambaleou, o que me fez pegá-la no colo, seguindo meus instintos de instrutor. — Ralf, encontre Maisie e diga que estou indo para o Hospital do Fauno! - Antes que eu corresse, o semideus segurou meu braço e me informou. — Maisie não está no acampamento, eu a vi assinando uma papelada para sair do acampamento por alguns dias. - As palavras do filho de Vulcano acertaram meu peito de forma tão agressiva que eu jurei ter sentido uma vertigem, algo que definitivamente não aconteceu.

— Procura na internet, com algum membro da terceira, faz qualquer coisa! - Novamente tentei sair, mas ele interveio. — Qual o nome dela? Maisie... - Perguntou e eu precisei pôr minha mente para trabalhar sem ter a mínima condição. — Bla... Ble... Blackwood! É Blackwood o sobrenome dela, agora, por favor, me deixe levar Capitu até minha irmã! - Disse com os olhos lacrimejando, eu só não sabia dizer se era por conta da preocupação com Maisie ou com a corujinha.

Eu nem sei em quanto tempo eu fiz o trajeto, mas sei que eu corri feito um louco dentro do acampamento e nas ruas da cidade, rumando até o Hospital do Fauno, construção que ficava bastante próxima da UNR. Capitu suspirava como um bebê, mas minha preocupação continuava aumentando, mas agora eu sabia que era por causa da centuriã.

— Moça - cheguei à recepção com o tom de voz alto — eu preciso falar com Elena, ela está? - A recepcionista me encarou com uma expressão confusa, mas a silhueta feminina de minha irmã apareceu de uma das salas assim que ouviu seu nome sendo proferido por mim. — Seel? - Os olhos brilhantes da veterinária acompanharam o seu sorriso abrindo ao me enxergar, o que quase me fez chorar, contando com toda a carga emocional que eu carregava. — Elena, Capitu precisa de ajuda! - Expliquei e Elena me colocou para dentro da sala logo depois de checar e ser informada que não havia outro paciente aguardando atendimento.

A rainha amazona colocou a coruja em uma maca especializada para aves e tratou de cuidar da criaturinha. A pedido da García mais velha, fui até um armário e peguei um pequeno frasco com um remédio que ajudava na recuperação. Abrimos o biquinho da coruja e a própria Elena pingou duas gotas do líquido curativo dentro dele.

Capitu mexeu algumas vezes, até que pareceu voltar a si, mas estava cansada demais para dizer frases complexas, por isso apenas deu alguns pios fracos, mas que serviram perfeitamente para que a veterinária entendesse. — Seel, quem é Maisie? - Perguntou minha irmã, mas meus olhos tristonhos haviam voltado e eu deduzi que ela soubesse a resposta, até porque ela conseguia perceber sentimentos. — Maisie foi sequestrada pela Seita... - Disse a rainha olhando para o chão e eu não consegui controlar a raiva que surgiu em mim, então acertei um soco numa bandeja de inox que estava numa mesa e isso ocasionou alguns equipamentos no chão. — Seel, calma! - Ordenou Elena, mas minha ira estava tão aflorada que eu não entendi porque o charme que ela usou não funcionou. Talvez ela não quisesse usá-lo em grande escala.

— Mana, cuida dela! - Sem esperar uma resposta da latina, abri a porta do consultório e saí do hospital, mas confesso que ouvi Elena pedindo para que eu voltasse e me acalmasse. A questão é que não acatei e voltei para o acampamento Júpiter.

...

Estava com meus itens guardados na mochila e alguns pelo corpo quando Ralf e Becka apareceram no alojamento masculino da quarta coorte. — Vai sair? - Perguntou a pretora e a minha resposta foi sim, mas do jeito mais seco que consegui. — Eu não vou tentar te deter... - Respondeu a filha de Baco. — Obrigado! - Falei, mas minha mente estava tão avoada que nem percebi sua ironia. — Mas aqueles arqueiros que fazem ronda estão autorizados para abater qualquer um que tente sair do acampamento sem a autorização.

Meus olhos pairaram sobre o filho de Vulcano, mas Becka deixou bem claro que Fora Elena quem lhe informara. — Maisie é centuriã da terceira coorte, porque não deixa que um membro desta resgate-a? - Perguntou a garota e eu não consegui controlar minha fala. — Os romanos são preconceituosos em relação à Atena, quem vai querer salvar uma filha dela? - A pretora franziu o cenho. — Você é romano e quer ir buscá-la, então não generalize! - Ela respirou fundo e voltou a falar. — Você não vai!

— Becka, por favor! - As lágrimas já estavam rolando assim que minha mente produziu uma cena que eu nunca gostaria de ver. — Eu não consigo ou aceitar que Maisie seja machucada ou mor... - Minha voz falhou e eu engoli o restante da palavra. — Me deixe ir buscá-la, ou eu vou me sentir culpado se algo acontecer com ela.

— Becka, eu vou junto com ele. - Interveio Ralf com sua experiência. — Se as coisas complicarem, eu trago Seel de volta, independente se a missão não for concluída!

— E se vocês dois forem mortos antes disso acontecer?

— Aí você pode preparar e queima três mortalhas em nossos nomes! - A frase final de Ralf também me atingiu, mas me mantive firme. — Vocês têm trinta minutos para saírem deste acampamento! - Exigiu.

~ ~

— Por quê Los Angeles, Ralf? - Perguntei assim que entramos na auto estrada que ligava São Francisco à cidade dos anjos. O filho de Vulcano que dirigia o sedan nem mesmo tirou os olhos da US-101. — Foi a coruja quem falou. - Informou o moreno enquanto pronunciava a mesma quantidade de piados que Capitu soltara quando pousou na mesa da quarta coorte. — Maisie, Seita, Murphy's Ranch. Pelo menos foi o que eu entendi. - Falou o caucasiano focado no volante e nos retrovisores.

— Por que não me disse isso antes? - Indaguei, agora estava com a cara amarrada, como se fosse um garoto mimado. — Porque você não me deixou? - Ironizou. — Você pegou Capitu e saiu correndo como um louco desvairado, como queria que eu te avisasse? - Era engraçado ver ele dando explicações, pois ele realmente não era culpado. — Espere um pouco, como você entendeu o que ela falou? A coruja só piou e piou até desmaiar. - Ele riu e retrucou. — Você é que não tem ouvidos para aproveitar o que há de mágico no mundo. - Deu uma breve pausa e notou minha cara de insatisfação com a resposta. — Deve ser algo relacionado ao meu avô.

Pensei, repensei e depois o encarei. — Você está falando de Júpiter? - Ele esboçou seu sorriso branco e fez que sim com a cabeça. — Como sabe do meu avô se eu nunca te falei? - Revirei os olhos. — Qual é, Ralf, você é filho de Vulcano e todos sabemos que ele é filho de Júpiter. - A gargalhada do motorista ecoou no momento em que falei. — Qual foi a piada?

Pela primeira vez dentro de uma hora, o legionário me encarou e abriu o livro de sua vida, informando-me que sua mãe foi uma filha de Júpiter que lutou bravamente na guerra em que Chronos travou contra o Olimpo. Segundo Ralf, sua mãe também ajudou Jason no Monte Otris, mas fraquejou contra os monstros que foram liberados do Tártaro nas cidades de Nova Iorque e São Francisco.

Com o herói abrindo seu passado para mim, me senti na obrigação de contar a minha também, só que meu passado contava com uma troca de sexo. — Eu preciso ser sincero com você. Eu não sou o que você pensa. - O semideus me observou com o canto do olho. — Não vai me dizer que esse sorriso tem presas de vampiro. - O bom humor da cria de Vulcano era algo que me fazia querer estar ao seu lado, era como se Ralf me ajudasse a manter a sanidade num momento como aquele. Talvez o único amigo que eu formara em todos meus dezesseis anos de vida. — Não, seu idiota, é que eu já fui mulher.

O rapaz me observou com o canto dos olhos. — Eu já sabia, para ser sincero. Elena sempre foi filha única e, assim que tornou-se rainha ela ganhou uma irmã desaparecida. Depois da guerra com Nox, ninguém sabe o que aconteceu com Selena, então a rainha ganha um irmão com quase o mesmo nome da sumida. - Meus olhos estavam cravados nele — Sem falar que você substituiu tão rápido a instrutora de perícias com mascotes. - O olhar dele sorria junto aos lábios. — É impossível não conhecer os seus olhos... - Insinuou o motorista. — Como assim? - Perguntei assim que ele interrompeu a fala. — Nada não, deixa para lá.-

Durante um longo percurso as bocas ficaram serradas, muito diferente dos pensamentos que gritavam. — Ahm. O que acha de ligar o rádio? - Perguntei, quebrando o silêncio e levando a mão no rádio do automóvel. Pela primeira vez o legionário retirou a mão do volante e impediu que eu ligasse o aparelho. — As ondas magnéticas do rádio vão atrair criaturas indesejáveis. - Explicou ele. — Mas quando você usa a internet no acampamento não tem esse mesmo problema? - Ele colocou a direita de volta ao volante e concluiu sua explicação. — No acampamento temos uma barreira que nos protege desses indivíduos, assim como eu consigo controlar o sinal para não ser alçado, mas enquanto dirijo eu não conseguiria manter o controle, entende?

Com sinal magnético, ou não, uma criatura cabeçuda acertou a traseira do carro com uma machadada. A criatura foi tão rápida que Ralf nem percebeu sua aproximação. O sedan preto rodopiou na pista até que quase caiu em um barranco, sendo suportado apenas pela grade de contenção. Tirei o sinto de segurança e saltei para fora do carro com Warrior na destra.

Meus olhos entraram em contato com monstro esquisito que deixara o carro com uma marca horrível no porta-malas. — RALF! - Gritei e me assustei ao ver o legionário ao meu lado com um machado na mão. — Estou bem, obrigado! - Sem que pudéssemos manter o diálogo, o Equiceph avançou em nossa direção e mirou seu machado em minha direção. Girei minha adaga na mesma mão onde estava Arsenal e fiz com que ela se tornasse um machado de vibranium, material que era resistente o suficiente para suportar a arma do homem cavalo.

Diferente de mim, Ralf partiu para o ataque, usando seu machado de dois gumes com maestria. Contudo, a armadura do monstro era espessa o suficiente para abater nossas lâminas. Foquei no traje alheio e estalei os dedos com o intuito de modificar quela armadura por um vestido curto e bastante apertado. na região do diafragma, dificultando na respiração. — Imundo! - gritou a criatura mitológica com raiva.

Aproveitando o equilíbrio de peso que o machado ganhou, corri na direção do animal. Astuto, o filho de Vulcano atacou e conseguiu alcançar a arma do Equiceph e desmontá-la com apenas o toque dos seus dedos. O lado bom de estar lutando entre dois é que o inimigo acabava por se atrapalhar, principalmente quando estava sem arma e sem defesa, sendo o couro equino sua única salvação. Todavia, conseguiu acertar uma cabeçada em meu companheiro de corte, fazendo ele ser jogado à alguns metros.

Ergui minha mão esquerda e fiz com que roseiras crescessem até a altura de seu pescoço e, também, moldei as plantas que estocassem galhos na pele do infeliz. Sem esperar que eles destruísse as roseira com as patas, avancei em sua direção e usei o machado para destruí-lo, por isso que usei a lâmina da arma no peito do Equiceph e transformei-o em pó.

~ ~

O restante da viagem foi tranquila, ou quase isso. Um bando de Pássaros de Estinfália passou por nós, mas o som alto que o radio do carro fez, junto de algumas buzinadas, foi o suficiente para que eles debandassem para leste em busca de refúgio ou de alguém menos qualificado que o rádio do sedan preto de Ralf.

— Eu vou precisar dar uma geral nesse carro depois de salvarmos a Mai. - Comentou o filho de Vulcano, observando a traseira do carro destruída. — Alias, posso desligar o rádio? - Meus ouvidos se atentaram ao que soava no aparelho e fui obrigado em me opor. — Por favor, deixe ligado, vai que os pássaros voltem. - Ralf riu e deixou ligado.

Atraindo ou não os monstros, o aparelho transmissor de músicas continuou ligado enquanto viajávamos. — Seel, pega a minha mochila e coloca o pendrive que tem nela no radio, vou te mostrar umas músicas bacanas que eu gosto de ouvir. - Acatando seu pedido, peguei o objeto pequenino na mochila e coloquei no rádio, deixando as músicas tocarem.

At first, I was afraid, I was petrified

Rapidamente olhei para o filho de Vulcano e este enrubesceu, ficando da cor de sua camiseta. — Vou mudar... - Disse ele, mas desta vez foi eu quem interferiu. — Não, eu gosto! - Foi aí que começarmos a Gloria Gaynor.

Kept thinkin' I could never live
Without you by my side
But then I spent so many nights
Thinkin' how you did me wrong
And I grew strong
And I learned how to get along...

A música soava alta, mas nossas vozes eram mais ainda e, como se não bastasse, fazíamos "carão" e também deixávamos os lábios muito tortos na hora de cantar, assim imitávamos as protagonistas de Priscilla, a rainha do deserto. No nosso caso era Priscilla, a rainha do porta-malas arrancado.

And so you're back from outer space
I just walked in to find you here
With that sad look upon your face
I should've changed that stupid lock
I should've made you leave your key
If I had known, for just one second
You'd be back to bother me

Você pode me julgar, eu não ligo, mas se soubesse o que realmente estava sentindo por estar indo buscar minha... Namorada numa base da Seita, onde ela podia estar sendo torturada ou morta, com certeza não acreditaria. Meu coração estava em frangalhos.

Well, now go! Walk out the door!
Just turn around now
'Cause you're not welcome anymore!
Weren't you the one
Who tried to hurt me with goodbye?
Did you think I'd crumble?
Did you think I'd lay down and die?

Antes que o refrão começasse, me acomodei melhor no banco e intensifiquei mais minha voz, aproveitando mais daquele momento com um amigo que acreditara em mim desde o primeiro momento em que fui reconhecido no acampamento Júpiter. Estava triste, mas a presença de Ralf me alegrava e me motivava, era como a Elena, só que sem os cabelos longos e a pose "marrenta" de rainha.

Oh no, not I! I will survive!
Oh, as long as I know how to love
I know I'll stay alive!
I've got all my life to live
I've got all my love to give
And I'll survive! I will survive!
Hey, Hey!

— Obrigado! - Pensei comigo mesmo enquanto sorria observando as caretas que o filho de Vulcano fazia e, mesmo que ele evitasse demonstrar, eu sabia que era alguém especial para ele.

...

Desde que fora descoberto por Nyx e ela tendo me ajudado a chegar ao acampamento, eu nunca havia viajado por um longo tempo ou ter aproveitado a vida com alguns amigos, muito pelo contrário, vivi num templo que mais parecia um convento, mas sou uma pessoa estranha e gostava daquilo na mesma proporção que gosto dos festejos e jogos do acampamento romano.

— Ralf, se nós sobrevivermos à essa loucura, vou chamar Alice em um combate e o vencedor fica com o cargo de centurião. O que acha? - O moreno me olhou e sorriu. — Acho que a quarta coorte terá um comando melhor que o atual.

Ralf parou o carro para abastecer e logo continuamos a viajem, chegando em Los Angeles depois de quase sei horas andando de carro e sendo atacados por pássaros endoidados e um equiceph idiota. Contudo, nosso maior problema se aproximava e eu percebi isso depois que Ralf entrou numa outra estrada que o GPS informou, onde uma placa informava que Murphy's Ranch estava à poucos quilômetros dali.

Por fim chegamos em uma cancela onde a placa que estava pregada dizia "Perigo! Risco de desabamento". Meus olhos observaram a informação de um jeito esquisito. — Será que você ouviu Capitu falar a coisa certa? - Perguntei, pois não acreditava que ali era o local que estávamos procurando. — Sim, eu lembro perfeitamente dela falando "Murphy's Rach". - comentou e destravou as portas e desligou o radio.

Quando fui sair, Ralf pegou minha mão. — Cara, me promete uma coisa - falou ele enquanto me olhava — Não banca o herói, estamos nessa juntos! - Ele só soltou minha mão quando concordei, foi então que descemos do carro.

Fui até a placa e reli, mas desta vez em voz alta. — Cara, agora que eu lembrei, estamos perdendo o primeiro dia de academia. Me promete não deixar que eu treine sozinho? - Quando me virei para responder, só consegui enxergar uma sombra que cobria Ralf e o carro. Olhei para cima, buscando uma resposta para aquilo, mas a única coisa que consegui enxergar foi uma grande coisa rosa que despencava. Agora a placa fazia sentido...

— RALF, CUIDADO! -O semideus saltou para o lado e quase caiu num barranco, mas o bom é que a porca gigante que pousara sobre o carro não havia lhe acertado. — Meu carro... - Disse ele tristonho ao ver aquele animal alado sobre a lataria completamente destruída.

Porca Camoniana. Era exatamente isso o que eu estava precisando: Um suíno voador que destruía tudo o que pisava, sendo o carro do filho de Vulcano era a prova disso. Rapidamente ativei a magia que minha blusa possuía e logo a peça de roupa se tornou uma armadura prateada que me deixava como um verdadeiro guerreiro. No primeiro momento, evitei de sacar Warrior de primeiro, alguma coisa no meu interior pedia que não assustasse a focinhuda logo de cara.

— Oi, garota, tudo bem? - O animal piscou algumas vezes e grunhiu, o que não achei educado. Ralf correu para o meu lado e a porca proferiu sons esquisitos novamente. — Eu tive uma ideia, mas é perigosa. - Disse o garoto das forjas. — Ideia perigosa? Era exatamente isso o que eu precisava ouvir. - Ironizei.

Não, a ideia não era perigosa e sim suicida. Assustar uma das criaturas mitológicas mais perigosas do mundo e depois correr na direção da suposta base, algo que nada indicava que era verdade. — Tudo bem. - Concordei.

Saquei minha adaga encantada e coloquei diante do meu corpo enquanto fazia um barulho alto que imitava alguma criatura medonha, mas me senti como Pilgrim que rugia de uma maneira tão fofa que dava vontade de pegar no colo e apertar. Todavia, a porca recuou um passo e borrifou um gás pelas narinas e isso nos atingiu em cheio, nos fazendo tossir e quase vomitar.

Saltei a cancela e corri, algo que o inventor da ideia também fez. O animal destruiu a cancela e usou suas asas para alçar voo  e pousar metros a nossa frente. A bandida borrifou mais veneno pelas narinas e boca, mas conseguimos ser rápidos para entrar entre as árvores que haviam pelo local e correr para nos afastar da criatura que, de imediato, não nos atrapalhou.

Caminhando algum tempo no meio do mato, Ralf e eu nos mantínhamos em estado de alerta e de olhos atentos, tanto no céu quanto no chão. — Seel, deixe-me te dar uma coisa. - O semideus abriu a mochila e pegou um relógio e me entregou. — Isso é um inibidor de sinal para os bloqueadores que a Seita criou - Explicou o jovem enquanto colocava um idêntico no pulso.

Adornei-me com o objeto ganhado e voltei a caminhar na direção que a estrada, que ficava à direita, nos levava. Depois de uns quinze minutos caminhando, nos deparamos com um local abandonado onde possuía uma pequena usina e dois grandes tanques. O cheiro de óleo denunciava que alguém trabalhara naquele local há poucos dias. — Tem computadores por perto, posso sentir as frequências. - Disse Ralf, e foi então que um grande barulho pôde ser ouvido, como se alguma coisa estivesse causando estragos.

Curiosos, saímos do mato e nos direcionamos até a entrada, mas a maldita porca reapareceu e deixou um buraco no chão que pousou. Enquanto ouvia o som da energia zunindo na usina que ficava ao lado, uma ideia foi surgindo em meus pensamentos. — Você trouxe explosivos, não é mesmo? - Perguntei.  — Como sabe? - Retrucou, mas manteve os olhos na suína. — Eu vi quando peguei o pendrive, mas isso não importa. Eu vou distrair essa fedorenta e você vai colocar os explosivos naquele tanque onde está escrito "combustível". Explodimos o lugar assim que pegarmos Maisie. - Ralf concordou.

A porca não esperou que terminássemos nosso plano, tacou aquele fedor horrível em nossa direção, mas novamente esquivamos ao correr na direção dos tanque e da usina. A maldita voou e aterrissou sobre o ranque de água que estava pela metade, mas que serviu para molhar-lhe o corpo rosa. Corri na direção da usina, mas ela pareceu estar mais interessada no filho de Vulcano que acoplava as bombas no tanque de combustível, este que parecia alimentar a própria fonte de energia e os carros que chegassem ali.

Estiquei a mão na direção da porca e evoquei cinco abutres, mesmo que isso me custasse uma dor tremenda nas entranhas. — Ei, sua porca feia, suja e fedorenta! - Gritei enquanto os pássaros bicavam as costas da gorducha. O meu chamado pareceu ser atendido, mas não só pela criatura alada. Do outro lado da base, três homens apareceram com armas em punho. Ralf cuidou deles, mas não pude ficar olhando o que ele fazia, pois a porca avançou bem próxima de mim e levantou uma pequena camada de poeira. Usou novamente o gás e saltei para longe dele enquanto colocava a mão no nariz, evitando inalá-lo.

O local onde me encontrava era uma pequena usina, onde era possível encontrar torres grandes que conduziam eletricidade para o maldito prédio que Maisie estava presa, mas a julgar pelo estado daquilo, era fácil prever que não faziam manutenção há meses, talvez anos. O material que fora construída já estava corroído pelas chuvas ácidas que Los Angeles ajudava a criar e outras variáveis que o clima do país proporcionava: Neve, sol, ventos e etc.

Empunhei minha adaga com a canhota e juntei uma pequena pedra do chão e atirei na fuça da porca, forçando que a mesma corresse em minha direção e a retardada cumpriu meu desejo. Ela alçou voo e logo desceu usando todo o seu peso para fazer o que melhor sabia: Destruir. Entretanto, acertou parte dos cabos que ligavam a estrutura metálica aos geradores de energia. A minha maior sorte foi sair do caminho e ficar há metros de distância da primeira torre, pois a quadrúpede, molhada, atingiu aquela fonte energética e recebeu uma carga extremamente forte, esta que serviu para transformá-la em pó.

Os abutres que pairavam por ali foram me seguindo na direção do filho de Vulcano que acabara de abater três soldados, estes que ele havia roubado as armas. Demos a volta no prédio e encontramos a entrada sendo guardada por dois homens armados. Ambos miraram suas armas em nossas direções e atearam fogo, acertando uma bala em meu peito, mas graças a armadura não acertou minha carne, só que o impacto me jogo para cima de um carro estacionado, me deixando um pouco tonto.

Três dos abutres foram abatidos, mas os dois restantes conseguiram pegar o maldito que havia me acertado e, agora, almoçavam a carne do atirador. Ralf veio ao meu encontro e pude notar um ferimento de bala em seu braço, algo que não me deixou ver direito. — Precisamos tirar Maisie daqui urgente! - Ele pegou meu braço e sincronizou seu relógio ao meu, marcando dez minutos que haviam começado a contagem. Um cronômetro. — Esse lugar vai ir para os ares quando chegar em zero.

Ouvindo as informações do legionário, corri na direção do segundo guarda que levou um tempo para carregar arma depois de ver o colega ser devorado por abutres. Nunca pensei que fosse aproveitar tão bem as aulas de anatomia que tive na universidade, pois consegui enxergar falhas grandes no traje do soldado, essas mesmas que usei para enterrar minha Warrior em sua costela flutuante, local que dava acesso ao pulmão do filho da puta. Quando tirei a lâmina, a mesma deixou um buraco sangrando. — Quando que sua adaga virou adamantino? - Perguntou o filho o conhecedor de armas, mas minha resposta foi mostrar o dedo. Não, eu não fui mal educado, apenas mostrei Arsenal em meu anelar, culpado pela mudança de material.

O lado de dentro com certeza fora reformado, pois era tudo muito novo, principalmente a tecnologia presente. Entramos num corredor e descemos as escadas. Apareceram outros três homens armados, mas com um movimento rápido pude fazer roseiras enrolarem ao redor dos corpos deles, fazendo dois vomitarem enquanto Ralf atirava sem dó de espalhar sangue por todos os lados. — Me dá cobertura! -

A mistura nojenta de sangue e vômito foi ignorada, mas só porque eu precisava encontrar Maisie logo, do contrário eu vomitaria junto. Arrombei um aporta e encontrei apenas um cientista arrumando coisas dentro de uma mala, possivelmente fugiria se a cria das forjas não tivesse espalhado seu cérebro pela sala. A porca havia acabado com a iluminação do lugar, deixando apenas as de emergência funcionando. Arrombei outra porta, mas era um laboratório sem ninguém. Estávamos nos aproximando de um corredor que dava acesso a outro quando outros dois homens armados surgiram. Acertei um com um soco, mas o segundo conseguiu golpear meu nariz com o cabo da arma, fazendo com que eu visse as coisas girar e cair no chão. Ralf atirou, mas acertou o ombro do infeliz e isso serviu para que eu voltasse ao normal. Apliquei uma rasteira no que havia me machucado e consegui enterrar Warrior na garganta dele.

O caucasiano abateu o outro soldado com mais três tiros, até que encontramos uma porta diferente de todas as outras. Eu não percebera, mas estava completamente ensanguentado. As mãos eram vermelhas, meu rosto estava em estado crítico e meu nariz quebrado com a ponta torta. Guardei a lâmina na bainha em minha cintura e voltei-me ao nariz. Tranquei a respiração e coloquei as mãos ao redor do local enquanto, mentalmente, contava até três — AAAH! - Não reprimi quando coloquei a cartilagem no lugar. Saiu mais sangue, mas agora eu estava respirando melhor. Ralf rasgou parte de sua camiseta e me deu, então usei para limpar o sangue em meu rosto e um pouco das mãos.

— Quando foi que me tornei um sanguinário? - Em meio aquele caos, minha mente insistia em querer respostas, mas ignorei totalmente o que estava pensando, era como se meu corpo estivesse agindo por impulso, não se importando com a cabeça.

Meu aliado já sabia que meu corpo se recuperava bem com rosas, por isso correu na escada e destacou algumas para me entregar. As flores eram tão vermelhas quanto o sangue que escorria, mas consegui esmagar umas e sentir o cheiro se espalhando através das minhas mãos. O meu corpo revigorou um pouco e até o sangramento cessou em meu nariz.

De repente, um homem grisalho com um traje hospitalar saiu de uma porta e nos encarou. Um soldado também apareceu e, por alguns segundos nos entreolhamos. — Não deixe que entrem na sala, precisamos da garota! - Ralf atirou, mas os dois caras se protegeram em vãos que davam acesso à portas. Um deles revidou os tiros, o que me fez pegar a arma de um dos mortos e ajudei atirando na direção deles, o que era bem complicado porque nunca havia pego uma arma de fogo nas mão, apenas fiz o que o outro legionário fazia.

Adicionei mais um pente de munição na metralhadora e apontei num pé que consegui enxergar. Disparei mais de dez tiros, mas, possivelmente, consegui acertar um ou dois. O vagabundo desequilibrou e tombou, tempo suficiente para que o caucasiano fizesse uma peneira em seu corpo.

O primeiro homem estava desarmado e encurralado, pois a porta onde estava não dava acesso a lugar importante, era só um almoxarifado, algo que ele não conseguiria sobreviver por muito tempo. O filho de Vulcano arrombou a porta e desacordou o bem vestido com um golpe certeiro da coronha da arma em sua têmpora.

Entrar na sala de onde o médico e o soldado havia saído não foi fácil, alguma coisa trancava ela, mas com bons cutes a porta de arrebentou, dando acesso em uma sala cheia de equipamentos, mas um vidro blindado e com película fosca separava as duas. A porta de vidro se abriu e lá dentro pude enxergar Maisie desacordada sobre uma maca e outros quatro médicos ao seu redor. Também haviam três soldados e dois deles apontaram suas armas para nó, enquanto o terceiro havia apontado para a cabeça da semideusa.

Senti meu coração pulsar mais forte e eu apertei mais o objeto em minha mão. — Você está maluco, ela é muito importante, vira essa merda para lá! - Disse um cientista empurrando a arma. Dessa vez foram eles que atiraram primeiro, mas nos escondemos atras do blindado. — Seel, precisamos revidar, mas como fazer isso com a Maisie lá dentro? - Minha mente estava concentrada nela e na maca onde estava deitada e amarrada. — No chão!

Miramos o chão e atiramos, acertando alguns pés no momento exato em que os homens armados estavam repondo a munição. Eles caíram e alguns tiros bastaram para que todos não respirassem mais. — Seel, dois minutos! - Ralf ficou de guarda na porta enquanto eu usava Warrior para cortar as amarras das mãos e dos pés da loira. Conseguindo libertar a cria de Atena, desativei a armadura e peguei a mesma no colo, entregando uma pulseira ao filho de Vucano. Respirei fundo e concentrei minha energia vital nos lábios, estes que usei para passar uma quantidade de energia vital para a centuriã, assim ela seria transformada em vida para a garota desacordada. Foi então que lhe beijei os lábios

Antes que ele pudesse abrir o portal para voltarmos para casa, ouvi o barulhos o barulho de passos e, quando percebemos, a sala estava com mais pessoas e todas armadas. Quatro soldados e o cientista que Ralf havia desacordado. — Vocês estão encurralados! - Disse o homem que colocava gelo na têmpora. — Larguem a garota e coloquem as mãos para cima! - Como ele pedira, coloquei Maisie sobre a maca e levantei as mãos, mas Ralf manteve a arma na direção deles. — Vocês estão fodidos comigo! - Faltando menos de um minuto, o homenzarrão aliado apertou com força no gatilho e peneirou os infelizes, causando uma algazarra. Eles não atiraram, estavam querendo muito a filha de Atena, por isso fomos poupados, mas não tínhamos a mesma preocupação, pois ela estava conosco.

Meio minuto!

— Pra onde? - Perguntou o legionário e eu rapidamente respondi que direcionasse o portal para o hospital de Asclépio. Quando a contagem regressiva acertava o número dez, atravessei o portal com Maisie nos braços, onde encontramos uma equipe semidivina prontos para nos atender. Ralf passou pelo portal e o fechou no momento exato que tudo explodiu, mas nem mesmo o barulho pôde ser ouvido.

Coloquei a filha de Atena numa cama e observei de longe os curandeiros fazendo o trabalho de curá-la, Ralf apareceu ao meu lado e colocou a mão em meu ombro. — Nós conseguimos e eu já entrei em contato com a família dela, acho que o Sr. Blackwood deve estar chegando  meia hora com a irmã mais velha dela. - Meu olhar sorriu junto aos lábios e eu me obriguei em lhe dar um aperto de mão e um abraço. — Obrigado! - Falei e voltei a encarar Mai dormindo enquanto os curandeiras manipulavam energia em diferentes locais: Mãos, costela - local que ela machucara na luta - e, principalmente, na cabeça.

— Ela ficará bem! - A voz feminina chegou aos meus ouvidos e eu rapidamente me virei para encontrar a dona. — Adélia? - Disse com um sorriso. — Precisamos parar de nos encontrar assim, não é mesmo? - Ela sorriu e me abraçou. — Maisie sofreu algumas torturas psicológicas e físicas, mas acredito que ficará muito bem com um bom descanso.

Adélia tratou alguns ferimentos do filho de Vulcano e depois foi minha vez. Cuidou do meu nariz e depois de alguns machucados supérfluos, mas que ela julgou ser de extrema importância.

Depois de um tempo, fui autorizado a entrar no quarto, mas ainda estava desacordada. Dei-lhe um beijo na testa e me sentei na poltrona que ficava ao lado da cama. Eu não sei quanto tempo fiquei acordado observando-a. só sei que adormeci ali mesmo.


Informações:
  • Não esqueça do meu bônus relacionado à universidade +30% de XP e dracmas duplicados.

Itens levados:
• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Warrior [Adaga de cinquenta centímetro feita de ouro imperial. A lâmina é reta em ambos os gumes, sendo eles extremamente afiados e donos de um entalhe único que os antigos espartanos desenhavam em armas. O cabo tem dez centímetros e é feito do mesmo material que a lâmina e couro, possuindo a imagem de um elmo com chifres na divisa entre empunhadura e lâmina, mostrando a grandiosidade da arma. Possui uma bainha feita do mesmo material que o cabo e os mesmos detalhes presentes nele, tornando rústica sua aparência. A bainha tem um engate que pode ser preso em cintos e calças, facilitando o transporte da adaga. Graças a runa Gebo que proporciona equilíbrio, a arma é balanceada com o peso perfeito para que nao seja leve ou pesada demais. | Efeito 1: Sempre que a espada causa dano em um inimigo, ela suga 25% da vida inimiga e passa para o portador, caso este esteja ferido, assim restaurando a vida dele. | Efeito 2: Banhada em poção hemorrágica, a lâmina agrava os efeitos de seu corte e impede que o sangue coagule na velocidade normal, causando um dano de +25 HP por turno em que estiver sangrando. | Efeito 3: A arma sempre retorna ao dono, caindo ao seu lado. | Ouro Imperial e Couro | Sem espaço para gemas | Beta | Mágico | Encantado por Adélia]

• Amuleto de portal [ Uma pulseira feita de bronze sagrado e pedras pequenas água marinha em formato circular irregular. A pulseira possui várias pedras água marinhas ao seu entorno, a do meio possui uma runa de mudança que auxilia o semideus a abrir um portal por tempo o suficiente para que a sua passagem e mudança de ambiente se realize com sucesso, podendo levar consigo até duas pessoas. | Efeito 1: Abre um portal para qualquer lugar que o semideus deseja ir, por dois turnos, dando tempo para levar consigo até duas pessoas. | Efeito 2: Caso o semideus perca a pulseira, após um turno ela retorna para o mesmo. | Efeitos duram dois turnos. | Gasto de MP: 50 MP por uso. | Após uma ativação deverá esperar quatro turnos para poder ser ativado novamente. | Água marinha e Bronze Sagrado | Resistência Gama | Mágico | Comprado no Tea Drop ]

Shooting Star [Armadura leve em modelo masculino que se adapta perfeitamente ao corpo do usuário. É composta por uma cota de malha que veste o semideus até o comprimento de suas pernas, deixando como única exceção parte do pescoço e da cabeça. Acima da malha estão as peças da armadura: o peitoral, as ombreiras, as manoplas, as perneiras e as grevas. Além disso, inclui um sistema mecânico que proporciona o encaixe perfeito para o uso de elmos, podendo proteger a parte superior do corpo por completo, caso seja a vontade do semideus. A parte de baixo da armadura é composta por uma espécie de saiote, feito de material mais maleável, e na lateral da cintura existem duas bainhas feitas de tecido que conseguem suportar uma arma média cada, dando assim para carregar armas de porte médio e pequeno. Todas as peças são predominantemente num tom prateado, com detalhes em reluzentes, e foi desenhada de modo a dar impressão de que o semideus tivesse um aspecto angelical. Por ser uma armadura leve, não impede a movimentação do semideus e nem prejudica sua agilidade ou uso de poderes que dependam desta, já que também inclui um mecanismo de dobradiças maleáveis que facilitam os movimentos do personagem, principalmente com as pernas e os braços. | Efeito 1 — Reduz 50% de danos físicos; Efeito 2 — Aumenta a Agilidade do semideus em 40%; Efeito 3 — Mecanismo de Transformação — se transforma em uma blusa de moletom cinza com capuz para facilitar na hora de carregar | Arandur | Gema de Resistência: Tem o formato e a cor de uma pedra âmbar, mas é mais resistente. Ao ser combinada a armadura torna o usuário 30% mais resistente a ataques de poderes relacionados à magia. Reduzindo ataques lançados contra o personagem na mesma porcentagem, fazendo com que o dano também seja menor no momento do impacto. O efeito só funciona enquanto o semideus estiver vestindo a armadura em questão.  | Alfa | Status: 100% sem danos | Épico | Evento de ano novo]
Passivos Afrodite:
Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Passos de Cisnes
Descrição: O semideus possui uma capacidade natural de se movimentar sem fazer barulho. Seus passos são leves, graciosos e charmosos, o que permite ao semideus se mover com facilidade sem ser detectado pela audição normal (audição aguçada ainda poderá captar o semideus se ele provocar ruídos através de folhas e galhos por exemplo).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será detectado por inimigos que não possuam audição elevada.
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Eterna Boa Forma
Descrição: A boa forma que você possui não confere apenas belas curvas, no caso das meninas, ou músculos definidos, no caso dos meninos, mas também confere certa agilidade e destreza para se esquivar de alguns ataques. Isso permite que você ganhe certa facilidade em se esquivar, ou defender em ataques diretos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de defesa, esquiva e agilidade.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Perfeccionista
Descrição: Não é apenas beleza, mas também perfeição. Você tende a ser perfeccionista, mas não apenas com você e sua aparência, mas em tudo o que faz. Isso significa que sempre será exigente consigo mesmo, se esforçando para sempre melhorar. Isso será recompensado em seus golpes, que serão praticamente perfeitos com a arma que você adotar, e o dano será consideravelmente maior para seu inimigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques com uma arma de sua escolha ganham um bônus de força de +20% durante 3 turnos.
Dano: +10% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nível 17
Nome do poder: Rosas curadoras II
Descrição: Agora o semideus já consegue usar as rosas vermelhas para curar uma parte maior do seu HP e MP. Lembrando, outros tipos de rosa não têm efeito de cura sobre o semideus. Você está melhorando, e ganhando mais poder conforme se desenvolve.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera + 25 MP e +25 HP
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Pericia com Adagas III
Descrição: Você andou treinando! Sua guarda melhorou muito e atacar para você com essa arma se tornou algo natural, você sempre teve talento, mas isso se mostrou ainda mais evidente. Você agora também está conseguindo se defender com essa arma, apesar de não ser capaz de acertar pontos letais e destrutivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano: +25% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 26
Nome do poder: Perfume
Descrição: O semideus possui um perfume natural, que exala de seu corpo, e atrai o oponente. Esse perfume não é algo que controle, já nasce com ele, e faz com que o inimigo se sinta atraído, pois, produz uma endorfina diferente, que terá o cheiro daquilo que mais lhe agrada no mundo, o deixando levemente confuso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Deixa o oponente levemente tonto de prazer, se sentindo atraído por seu personagem, mas sem saber explicar o porquê.
Dano: Nenhum

Nível 29
Nome do poder: Empatia
Descrição: Essa habilidade permite que saiba os que os outros estão sentindo no momento. Não envolve nenhum tipo de controle, apenas o conhecimento dos sentimentos do outro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite que sejam capazes de entender o que se passa com inimigos e aliados, e possivelmente, usar isso para trabalhar ao seu favor. Por exemplo, se usarem o poder ativo “charme” e combinarem com o empatia, podem acabar convencendo inimigos e aliados através do sentimento que se passa com eles no momento.
Dano: Nenhum

Nível 31
Nome do poder: Elasticidade Natural III
Descrição: A elasticidade de tais semideuses atinge seu ápice, sendo tão perfeitos quanto dançarinos profissionais. Seus movimentos são bem pensados e precisos, assim como os músculos parecem responder ao mínimo comando. É quase impossível para um guerreiro mediano e iniciante acertá-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 50% em esquiva e flexibilidade
Dano: Nenhum
Ativos Afrodite:
Nível 10
Nome do poder: Controle sobre a Moda II
Descrição: Basta estalar os dedos para mudar a roupa do oponente. Você pode vesti-lo com roupas nada ágeis, atrapalhando-o. Caso você mude a sua roupa, durará quanto tempo você quiser. Mas se mudar a roupa do oponente, durará duas rodadas. (Só pode ser usado duas vezes por missão ou evento).
Gasto de Mp: 20 MP por peça de roupa
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O inimigo vestindo uma armadura, pode ter isso também trocado por um vestido e saltos, por exemplo, mas o efeito só dura dois turnos, não é permanente, depois disso, o inimigo voltara ao normal.

Nível 24
Nome do poder: Beijo Doador de Energia
Descrição: Dominado o beijo que suga a energia alheia, o semideus agora consegue doar a própria energia para salvar a pessoa que recebe o seu beijo. Ele passa a própria energia através do contato com dos lábios, fazendo com que essa energia passada seja transformada em pontos de vida para a pessoa.
Gasto de MP: O quanto quiser doar, sendo o máximo de 50 por turno.
Gasto de HP: 15HP
Bônus: Os pontos doados de energia são transformados em pontos de vida para a pessoa.
Dano: nenhum.
Extra: Caso passe mais de 50% de sua energia através dessa habilidade, poderá acabar inconsciente.

Nível 31
Nome do poder: Controle das Rosas III
Descrição: Agora já consegue criar uma quantidade razoável de roseiras, tanto pelo campo (raio máximo de 50 metros), quanto para prender o inimigo até o pescoço. Rosas brotam por todos os lados, e o perfume deixa o inimigo tonto e enjoado durante dois turnos, podendo deixa-lo confuso, e fazer seus movimentos ficarem mais lentos.
Gasto de Mp: 80 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 50 HP
Extra: O perfume deixa o usuário tonto e enjoado durante dois turnos, durante esse tempo, a chance de que o oponente erre os golpes é de 50%.

Nível 33
Nome do poder: Charme III
Descrição: Você sempre soube que poderia conquistar a perfeição, e que era um dominador nato, com um charme natural. Agora já consegue fazer as pessoas fazerem exatamente aquilo que você quiser, podendo engana-los com mais facilidade, pode fazer amigos se voltarem contra amigos e inimigos contra inimigos, sabendo usar as palavras, qualquer um entra no seu jogo.
Gasto de Mp: 40 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum
Extra: Dura no máximo 3 turnos, depois as pessoas começam a ficar sem entender o porquê de estarem fazendo aquilo. Já consegue confundir qualquer um, independentemente do nível.
Passivos Marte:
Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Pericia com Machados I
Descrição: Filhos de Ares/Marte têm certa facilidade em trabalhar com armas violentas e o machado sempre foi visto como algo macabro. Sua força sempre foi superior, portanto, nas mãos desses semideuses essa arma se torna ainda mais letal. Mesmo sem nunca ter empunhado um machado, sentirá certa facilidade em manejá-lo, mesmo que ainda cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acerto no manuseio de machados.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte ou de sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de suportar mais peso que os demais campistas, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque do semideus atingir o adversário.

Nível 5
Nome do poder: Mãos trocadas
Descrição: Graças à natural facilidade no manuseio de armas, as proles do deus da guerra conseguem manusear com extrema perícia duas armas ao mesmo tempo, sendo ambidestros por natureza. Seus golpes são potentes independente de com qual mão esteja segurando a arma, além de conseguir utilizar armamentos pesados de duas mãos utilizando apenas uma, como espadas montantes, machados de guerra, lanças e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirá manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Ativos Marte:
Nível 2
Nome do poder: Nuvem de abutres
Descrição: O abutre é um dos símbolos de Ares/Marte, o pássaro carniceiro que degusta os restos mortais de animais e humanos falecidos. Os filhos do deus da guerra podem erguer uma de suas armas em direção aos céus, e cinco abutres completamente negros irão aparecer, sobrevoando em círculos a prole de Ares/Marte. Cada um desses animais possui 25 HP, podem atacar os oponentes com bicadas e arranhões e principalmente agirem como distração. Pode ser usado duas vezes por missão.
Gasto de Mp: 10 MP por abutre invocado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP por abutre que atacar o oponente.
Habilidades Universidade:
1º Semestre
Nome do poder: Desenvolvimento Motor
Descrição: Aprender sobre o desenvolvimento do corpo e seus movimentos é crucial para um estudante de educação física. Agora saberá os limites e possibilidades, além de ganhar uma noção maior sobre si próprio.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: +30% coordenação motora.

2º Semestre
Nome do poder: Anatomia
Descrição: Por ser um curso que lidar com o corpo, aprender sobre o mesmo é fundamental para um bom profissional. Neste semestre, o estudante deverá saber tudo sobre o corpo humano.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: Por ter um grande conhecimento sobre anatomia, tem mais facilidade de atingir pontos críticos de um corpo humanoide. +30% de chance de atingir o ponto crítico.



Seel García
if i could make amends with all my shadows, i'd bow my head and welcome them. but i feel it burning, like when the winter wind stops my breathing; are you really gonna love me when i'm gone? i fear you won't, i fear you don't.
Seel C. García
Seel C. García
Centurião da IV Coorte
Centurião da IV Coorte

Idade : 16

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Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel Empty Re: Sabedoria e Amor Ω CCFY de Maisie e Seel

Mensagem por Hefesto em Qua Jul 10, 2019 9:03 pm


Maisie K. Blackwood


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 2.000 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 2.000 XP e Dracmas

Comentários:

Senhorita Blackwood, devo admitir que, durante vários momentos da leitura de seu texto, fiquei aflito com o possível destino de sua personagem. O modo como você tratou o perigo que a Seita representa para os semideuses foi excepcional. Como seu post era apenas algo para enriquecer sua trama, sua recompensa seria mínima, mas a qualidade de sua escrita merece a recompensa recebida. Parabéns.




 Seel C. García


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 8.000 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 10.192 XP e 15.680 Dracmas + cargo de Centurião da IV Coorte

Comentários:

Senhor Garcia, admito que, ao inicio da leitura de sua CCFY, receei ter que ler a mesma coisa, mas pelo ponto de vista de seu personagem. Contudo, a sua trama se desenvolveu de forma surpreendente, não simplesmente reaproveitando a narração de Blackwood e sim criando um texto todo seu. Os pequenos descontos se devem a pequenos erros ortográficos que poderiam ser corrigidos com uma revisão e quanto ao esquema de cores nas falas dos personagens, que em alguns momentos não estavam configuradas em um padrão. Contudo, esses erros não são suficientes para tirar a recompensa almejada. Parabéns pelo seu novo cargo, Centurião Garcia. Ave

Ambos não sofrerão descontos de HP e MP por terem ido ao Hospital no fim da missão.
Atualizado


Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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