The Blood of Olympus
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10ª Aula de Arquearia

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Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Qua Jul 03, 2019 8:45 pm


Tiro Instintivo
Introdução


A técnica do tiro com arco vem sendo desenvolvida através dos séculos e cada vez mais a tecnologia se entrelaça com essa arma milenar. Mas chega um ponto em que devemos confiar nos nossos instintos e agir como os primeiros caçadores que se utilizavam do arco para obter suas provisões. O tiro instintivo acontece quando o arqueiro passa a avaliar cada disparo dado e faça as correções necessárias para o próximo disparo, deixando o tiro com arco cada vez mais orgânico, pois numa situação real de combate, o alvo estará quase sempre em movimento e se um arqueiro tenha uma técnica desse tipo, precisará de menos tempo para disparar contra seu oponente.  
 
Personagem


O carismático líder de Apolo sempre é visto com um sorriso no rosto, seu jeito leve e espontâneo logo conquista aqueles que estão ao seu redor com sua personalidade. Com seus próximos, tende a ser carinhoso e leal, já em batalha, se mostra um guerreiro astuto e inteligente, com uma grande facilidade para a caça. Hans como bom filho de Apolo que é,  tende a ser sincero demais, dizendo o que lhe vem à cabeça, sem pensar nas consequências, mas afinal, ele é filho do Deus da Verdade!

Missão


— Sempre foi ensinado para vocês o padrão do tiro com arco. — Hans iniciou sua aula depois que os campistas já estavam preparados e atentos em sua fala. — Postura reta, corpo a noventa graus em relação ao seu alvo, um olho fechado e outro mira.

Hans puxou uma flecha de sua aljava e disparou sem ter feito o que havia acabado de falar.

— Em uma situação real, o disparo olímpico (da onde vem todas essas técnicas) é muito mais difícil de se executar pelo tempo em que você leva para passar por todas essas etapas.

"O tiro instintivo é como os primitivos executavam o disparo com arco e flecha, basicamente é você se adaptar ao ambiente, ao seu arco e saber exatamente onde precisa atirar. Para conseguir dominar esse tipo de tiro, vocês vão precisar de prática, treinamento, essa aula aqui é só uma introdução dessa técnica. Aqui o objetivo da aula não é o dano e sim a velocidade aliada a eficácia do disparo"

Hans passou então a explicar a maior diferença do tiro instintivo: a mira.

— Experimentem olhar para seu alvo com os dois olhos, a visão periférica vai tratar de te informar onde está posicionado o alvo, o seu arco, seu braço fazendo a ancoragem. — Hans falava com entusiasmo. — Então disparem. Avaliem quais pontos que você precisa corrigir, se foi muito baixo, suba um pouco o arco e vice-versa e então repitam o tiro.

• ☼ • ☼ • ☼ • ☼ •

O treinamento consiste em duas partes, primeiro é adaptação ao tiro instintivo em alvos fixos, vocês vão descrever as correções necessárias que tiveram que fazer para o próximo disparo, qual foi a sensação de usar ambos os olhos e a visão periférica para fazer a mira. Após isso, cada semideus terá que fazer uma sequência de cinco disparos em alvos móveis e a cada alvo acertado, o próximo ficará mais veloz que o anterior.

 
Habilidade da Aula


Nome do poder: Tiro Instintivo
Descrição: O semideus desenvolveu uma nova técnica de disparo com o arco: o tiro instintivo, que consiste em disparos muito mais velozes, pois o semideus agora consegue avaliar mais facilmente todos os fatores que contribuem para ele obter um bom disparo, sua técnica com arco se tornou mais orgânica e natural.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de destreza ao usar arco.
Dano: +10% de dano com arco.
Extra: Obtêm a vantagem de ataque no disparo contra o oponente, pois tem uma velocidade de movimento superior.

Instruções:

• Mínimo 25 linhas.
• Cuidado com o template usado, evite cores berrantes, fontes desconfortáveis para leitura ou muito pequenas e, principalmente, não use template com barrinha. Caso descumprida essa regra, descontos serão aplicados.
• Fiquem à vontade para interagir com Hans, ele é uma pessoa bacana!
• Dúvidas? Envie MP ou pode perguntar via chat.
• A aula ficará disponível até 03/08/2019
• BÔNUS: Caso 3 ou mais players postem na aula, será dado um bônus que funcionará da seguinte forma: número de alunos x 50xp.

 
MONTY



Última edição por Hans Nikolai Kültzer em Dom Jul 14, 2019 6:29 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Correção do texto da introdução)


Hans Nikolai Kültzer
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Mensagem por Georgine Huet em Sab Jul 13, 2019 8:08 pm


A GOOD START
Era aquele tipo de dia que uma autêntica filha de Apolo gostava; o sol vigorante brilhando lá no alto e um Acampamento Meio-Sangue movimentadíssimo, tanto de campistas quanto de criaturas mitológicas. Semideuses veteranos começando a cumprir seus deveres diários e outros recém reclamados perdidos e visualmente perplexos com todas as novidades.
     — Gigi! — enquanto caminhava, após deixar o chalé de número sete, alguém gritou.
     — Oi, Clay! — respondeu a garota ao se virar na direção da voz.
     Clay era filho de Hermes e tinha um carinho especial por Georgine, que gostava da sua companhia, porém, sabia que não era apropriado ficar perto do garoto por muito tempo, não se quisesse manter seus pertences consigo. Certa vez a filha de Apolo o convidara para um encontro casual depois do almoço. Gigi rira bastante naquele dia, Clay era notoriamente um menino muito bem-humorado. Porém, mais tarde, quando retornara ao chalé destinado aos filhos de Apolo, percebera que não usava mais seu tão querido anel... Aquele foi um dia trabalhoso para Hans, o conselheiro e quem apresentara o acampamento à menina; como ainda era uma novata, o loiro — que conhecia bem as tramoias de Clay — se encarregara de recuperar a joia que ela ganhara de sua mãe. Graças aos deuses e à Hans, no mesmo dia Georgine a usava outra vez.
     Quanto à Hans, era ele quem Gigi encontraria dentro de minutos. Há algumas semanas o líder havia anunciado que lecionaria uma aula na arena do acampamento. Huet se interessara pela proposta, mesmo não sendo tão experiente com o manuseio de um arco, participar da aula lhe ajudaria a adquirir mais experiência e ainda lhe ensinaria novas estratégias de combate. Ainda assim, mesmo inexperiente, Gigi sentia que possuía certa afinidade com a arma. Aprender mais sobre ela, além de essencial, seria prazeroso.
     Minutos mais tarde, ao adentrar o local, Georgine se deparou com uma arena pouco cheia — talvez por conta do horário —, mas com uma estrutura demasiadamente bem elaborada para receber a aula. A filha de Apolo se dirigiu até um grupo de semideuses reunidos no canto direito do local, onde estantes de aço disponibilizavam alguns arcos e flechas para quem ainda não dispunha do seu próprio. Gigi segurou um simples, parecia composto por madeira em algumas partes e fibra de vidro em outras. Pousada ao seu lado, da mesma forma que se apresentava com os demais arcos, estava sua respectiva aljava, abastecida com flechas que pareciam feitas do mesmo material. Huet a prendeu nas costas e caminhou para perto de Hans, que ajeitou a coluna e sorriu, então começou a falar quando todos atentaram-se à sua pessoa.
     O instrutor estava tão empolgado que, enquanto se pronunciava, Gigi e os outros alunos automaticamente municiaram seus arcos com uma flecha e, seguindo suas recomendações, esperaram até que o loiro os induzisse a atirar.
     — Podem começar! — gritou por fim.
     De olhos bem abertos, Gigi descarregou o primeiro disparo, que passou bem... bem longe do seu alvo de madeira e quase acertou o alvo da colega ao seu lado.
     — Desculpa — pediu enquanto apetrechava uma nova flecha.
     Concentração. Era disso que Gigi precisava. Claramente, atirar com os dois olhos abertos não era um costume, já que — das poucas vezes que usara um arco e flecha —, o utilizara da maneira tradicional. Mas Huet tinha certeza que podia melhorar sua mira, portanto, aspirou o ar à sua volta e, ao expirá-lo, disparou a segunda flecha.
     O objeto cortou o ar velozmente e quase furou o alvo certo. Por pouco não acertou a cabeça do boneco de madeira.
     — Droga — vociferou, irritada consigo mesma.
     — Não desista, garota — gritou Hans, que observava o empenho dos alunos por trás.
     Gigi encaixou uma nova flecha ao arco e o levantou, prestes a dispará-la. Se eu pudesse ao menos fechar um dos olhos, pensou. Então, antes de afrouxar a dedeira e lançar a flecha ao ar, uma ideia lhe ocorreu à mente. Primeiro a garota mirou em seu alvo com os dois olhos abertos, depois fechou o direito e percebeu que o boneco já não estava mais na mira e que a mira apontava alguns centímetros para a direita do mesmo, ou seja, para atirar com os dois olhos abertos, ela precisava primeiro apontar e, quando encontrasse a mira falsa, deveria mover o arco alguns centímetros para a esquerda, desta maneira conseguiria o resultado de um tiro preciso, mesmo ao usar a visão periférica.
     — Isso! — gritou, animada, ao ver a ponta da flecha fincar-se no centro do rosto inexpressivo do escopo.
     — Boa, garota! — gritou Hans de volta.
     Huet sorriu em resposta e continuou atirando novas flechas. Precisava melhorar, mas estava feliz com a recente descoberta. Contudo, acertara mais do que errara, esse era, obviamente, um ótimo começo. Estava na vigésima sexta disparada quando Hans pediu a atenção de todos e anunciou a segunda parte da aula, mais complexa, porém, bem mais interativa e similar à realidade, já que fora do acampamento os semideuses ali presentes não encontrariam inimigos imóveis e isentos de poderes.
     — Todos, recarreguem suas aljavas e aguardem sentados nos bancos alia atrás. Você, Georgine, venha até mim, por favor.
     — Okay — concordou a garota antes de caminhar até o conjunto de estantes outra vez. Um pouco nervosa, mas, confiante.
     Aljavas recarregadas, todos distanciaram-se alguns metros para atrás do professor e de Georgine, que se posicionou ao lado de Hans e frente à um mecanismo apropriado para movimentar bonecos-alvos, onde uma fileira estreita na lateral direita do equipamento expunha vários novos deles. Hans explicou que, ao atirar uma flecha, acertando ou não o alvo, o mesmo seria derrubado e, logo em seguida, outro seria recomposto, esse mais veloz que o anterior.
     — Mova-se à vontade dentro desse perímetro — falou enquanto apontava para um grande círculo envolta dos dois, criado com pó de magnésio. A garota ficou surpresa por não ter visto a limitação antes, quis perguntar se ela estava ali havia muito, mas preferiu ficar calada e focar no seu objetivo. Hans aumentou o tom da sua voz para que todos pudessem escutá-lo com mais clareza. — Para cada alvo, há a chance de uma flechada. Não procrastinem com os disparos, não foquem em postura e sim em derrotar seus inimigos e, por último, mas não menos importante: mantenham seus dois olhos bem abertos, portanto, boa sorte, senhorita Huet!
     Gigi afastou o pé direito do esquerdo e por pouco não esticou a coluna. Não foquem em postura, lembrou. Lento, o primeiro alvo começou a se movimentar de um lado para o outro. Gigi encaixou uma flecha no arco e, instintivamente — após dar um pequeno passo para a esquerda — disparou-a contra o escopo. A flecha acertou o peitoral do alvo, na direção do coração. O boneco caiu para trás e foi automaticamente arrastado para a esquerda, onde um braço mecânico o livrou da flecha e uma esteira de aço o devolveu à fila de alvos localizada no outro lado. Como fora informada segundos atrás, um novo boneco tomou seu lugar, esse não tão lento quanto o primeiro se apresentara.
     — Vamos! — apressou Hans, excitado.
     Sem pensar muito, Georgine lançou a segunda flecha, essa rasgou a lateral do ombro de madeira do escopo. O mesmo caiu para trás. Gigi fitou o rosto do instrutor, preocupada com a validação do disparo.
     — Valeu! — falou ele.
     Ao olhar para frente outra vez, um novo boneco já se movia, ainda mais veloz que o anterior. Além disso, aquele exibia um novo impasse que consistia em — hora ou outra — travar e retomar rapidamente seu movimento bilateral.
     Gigi aguardou até que ele corresse para esquerda e o seguiu com passos largos. Após exibir uma curta travada, a garota atirou em sua direção. A terceira flecha cortou o ar tão velozmente que teria sido um tiro perfeito se tivesse acertado o local correto e não os fundos da arena.
     — Ah, não! — gritou, infeliz e com a testa molhada de suor.
     — Sem problemas, está se saindo bem, garota! — gritou Hans.
     Georgine queria acreditar, mas lembrou que aquele era um alvo inofensivo, e que se fosse, por exemplo, uma dracaena, talvez ela já não estivesse mais com vida naquele momento. Essa cobrança a fez lembrar-se de Charlotte, sua melhor amiga, que perdeu uma das pernas ao salvar Gigi da criatura enquanto garantia a entrada da filha de Apolo para além dos limites do acampamento, onde nenhum monstro podia incomodá-la.
     Tomada por rancor, Huet dedicou mentalmente o disparo à Charlotte e atirou a quarta flecha. O objeto perfurante acertou o umbigo do boneco, que caiu imediatamente para trás. Evidentemente, Georgine conseguira extrair um novo aprendizado com os disparos feitos no início da aula, afinal, mesmo com seus olhos abertos e o alvo em constante movimento, acertá-lo naquelas condições se tornou uma tarefa menos complicada, ainda que houvesse tensão em certos momentos.
     O quinto e último disparo foi o mais trabalhoso de todos. Gigi ansiava acertar o escopo, mas a velocidade com que ele se movia era atordoante e frenética demais. Ela também sabia que não podia perder muito tempo parada ou calculando uma estratégia para atingi-lo, era atirar ou atirar, aquele era o propósito da aula. Depois do primeiro exercício realizado lá no início, tudo o que ela precisava fazer naquele momento era mover-se e efetuar um bom disparo com base no que aprendera.
     Antes que o instrutor a apressasse novamente, Huet começou a correr envolta do círculo, com a parte anterior do corpo virada para frente a todo tempo e atenta para não pisar fora da linha. Então, ao ver-se diagonalmente posicionada em relação ao boneco, Gigi realizou a puxada, a mais forte das cinco, e, logo em seguida, efetuou o disparo.
     A flecha foi lançada ao ar com tanta velocidade que, ao atingir o alvo na direção da costela, o objeto o atravessou, espalhando farrapos de madeira para todos os lados.
     — Esse vai precisar de sérios reparos — brincou Hans ao se aproximar. — No final da aula comentarei o que for necessário com cada um de vocês — dirigiu-se à todos. — E, irmãzinha, mais cuidado onde pisa, se esse fosse um abismo você estaria morta nesse momento.
     Seus olhos azulados fitaram o chão próximo da menina. Gigi olhou para aquela direção e se lamentou pela falha. Diante de toda tensão, acabou ultrapassando a linha delimitadora envolta de si.
     — Paul, sua vez — chamou o conselheiro o próximo a realizar os cinco disparos.
     Georgine se afastou dos dois e caminhou até o bebedouro mais próximo. Após hidratar-se, juntou-se aos demais e esperou até que Hans enunciasse as considerações finais. Estava receosa, porém, gostara bastante da aula. Estava se sentindo mais segura e, consequentemente, ansiosa para sair por aí matando criaturas malignas do Tártaro, especialmente as malditas dracaenas.

☀☀☀

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when: thirteen years old
where: arena
with: alone


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Georgine Huet
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Filhos de Apolo
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Mensagem por Peter C. Gallagher em Qua Jul 24, 2019 12:41 am



 
 
  
bow
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J
á havia um tempo que praticar com arco deixara de ser só uma obrigação para se tornar um hobby. Minha inclinação natural com a arma me fazia sentir bem quando treinava com ela. Ainda que já tivesse alcançado certo domínio na prática — pelo uso constante que fazia do arco e flecha —, era sempre bom manter o treinamento em dia e, esporadicamente, aprender coisas novas. Nós nunca nos tornamos perfeitos, afinal.

Eu escutei o filho de Apolo falar com atenção, internalizando o objetivo e os fundamentos da aula. Tiro instintivo. Tudo bem, era uma boa modalidade; condizente com as circunstâncias mais comuns enfrentadas por um semideus. Nós não tínhamos muito tempo para pensar no próximo disparo quando há cães infernais te cercando. Assim que Hans terminou de falar, eu comecei a praticar. O começo era relativamente fácil porque eu já estava acostumado; já conhecia a força necessária a ser aplicada por meus braços e peito, reconhecia a tensão que a corda mágica do Droigheann necessitava para realizar um bom disparo; compreendia os resultados que iria alcançar.

Para estar condizente com o desafio, eu tentei disparar o mais rápido possível. Mesmo que existisse a opção de me alongar mais na preparação de cada disparo, já que os alvos estavam parados e não pediam por ações urgentes, eu me esforcei para apenas armar a flecha e atirar. Eu errava com mais frequência do que o normal, obviamente. Era especialmente difícil quando eu mudava meu alvo. Assim que a ponta das flechas do Espinho atingiam um alvo, eu já estava com um próximo projétil pronto. Era apenas o tempo necessário para girar meu tronco e então disparar. Essa velocidade gerava muitas falhas, mas eu apenas continuava até me acostumar a isso. Alternava entre cada um dos alvos, mas eventualmente minha mente já havia decorado suas posições, o que foi tornando a atividade fácil ao ponto de não ter mais objetivo.

As coisas só se complicaram novamente quando parti para a parte com os alvos móveis. Eles eram como bonecos de madeira, palha e tecido que se moviam magicamente. Realizavam os mais diferentes movimentos, todos ao mesmo tempo, em um caos completo. Ziguezagueavam, se afastavam, se aproximavam, giravam. Era difícil porque tudo o que faziam parecia muito aleatório, além do mais eles mantinham uma boa distância entre si, o que tornava bem complicado acertar um deles acidentalmente. Eu estava observando seus movimentos quando a voz de Hans se fez ouvir a alguns metros de mim.

— Tiro instintivo, lembra, Peter? Não fica olhando demais; apenas mire e atire. Rápido, rápido, rápido! — Eu sorri para ele após girar levemente a cabeça.

Ele tinha razão. Eu estava pensando demais, estudando demais, esperando demais. Era preciso apenas agir. Puxei a corda do arco. O primeiro a ser acertado me pegou de surpresa e foi, de certa forma, uma sorte. Ele se destacou dos outros e veio se aproximando rapidamente em minha direção. Eu só ergui o arco e disparei em dois movimentos consecutivos. No último instante, quando a flecha iria acertar em cheio o centro do seu corpo, ele se moveu para o lado. A ponta cravou-se à lateral do que seria sua barriga; foi um tiro quase falho, mas não deixou de ser um acerto. Logo em seguida, ocorreram algumas falhas. Não era nada muito específico. Eu apenas disparava os tiros antes de entender direito qual era o movimento de cada boneco — compreendi que eles tinham um padrão, só que o da maioria deles era bastante confuso —, então acontecia muito de o boneco apenas se afastar do seu caminho no instante em que a flecha ia atingi-lo.

Dessa maneira, os segundo e terceiro acertos vieram um atrás do outro, depois de umas cinco flechas atingirem o chão. Eram bonecos que estavam em um mesmo padrão de ziguezague e que haviam cruzado um o caminho do outro a cerca de dezoito metros de mim. Eu atirei as duas flechas com apenas o intervalo necessário para que pudesse armar a segunda. O acerto seguinte foi só depois de um tempo relativo. Os bonecos tinham ficado muito mais velozes naquele momento, mas um deles tinha o adicional de se mover como se estivesse zonzo, esporadicamente mudando sua velocidade — hora ele estava tão rápido quanto os outros, andando em círculos, então diminuía e se movia para o lado, só para acelerar após alguns segundos e realizar um movimento totalmente inesperado. Prendi meus esforços a ele, confiante de que iria conseguir acertá-lo, até que finalmente tive sucesso. Gastei mais de dez flechas para conseguir acertar sua cabeça, era uma sorte que o Droigheann gerasse seus próprios projéteis. O último foi mais fácil que este, mas nem por isso menos complexo. Eu tentei em vários, mais ao meio, no centro da minha visão. Foi quando estava pronto para atingir um um pouco mais à minha esquerda que percebi na minha visão periférica um corpo marrom se aproximando. Movi rapidamente o tronco e soltei a corda. O boneco mudou seu movimento, voltando rapidamente para trás, mas a flecha ainda conseguiu acertar a parte baixa do seu corpo.

Assim que o último deles foi atingido, todos os bonecos pararam ao mesmo tempo. Eu sentia meus braços doloridos devido ao esforço. Olhei para o lado, na direção do loiro, apenas para vê-lo confirmar com a cabeça que eu havia concluído o exercício. Suspirei e me distanciei do campo.

Coisas para levar em consideração:
Habilidades Passivas de Eros

Nível 8
Nome do poder: Mira do Cupido
Descrição: A principal arma de Eros/Cupido e sua mais famosa era o arco-e-flecha, no qual Eros/Cupido acertava os deuses e mortais, criando e desfazendo casais. Por conta disto, os filhos de Eros/Cupido possuem uma mira muito boa, comparada a dos filhos/seguidores dos Gêmeos Arqueiros. Isso não funciona apenas com flechas, mas com facas, e armas de arremesso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de acertar pontos críticos em lançamento de armas, arremesso de armas, como facas, adagas, lanças e flechas.
Dano: Nenhum

Nível 43
Nome do poder: Pericia com Arcos IV
Descrição: Você se tornou um mestre no manuseio do arco, seus movimentos são impressionantes, atira mais de uma flecha simultaneamente, e acerta alvos que estão atrás de outras coisas, podendo acertar pontos críticos em batalha sem qualquer problema.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio do arco.
Dano: +45% de dano se a arma do semideus acertar.

Habilidades Aprendidas

Nome: Perícia em Mira
Descrição: Mirar é a capacidade de usar de seus movimentos corporais e visualização de um objeto para atingi-lo. Ao fazer essa aula, o campista possui o treino o básico para acertar um alvo parado ou em movimento com diferentes objetos, desde armas a qualquer item corriqueiro. É necessário atentar-se para a equação de: quanto mais concentrado, mais precisa é a mira.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% em mira
Dano: Nenhum
Extra: Uma vez por missão, você pode solicitar o Acerto Perfeito, acertando o alvo caso ele esteja a menos de 100m de distância. O post também deverá conter a narrativa de como foi realizada a mira. Ações como “mirei e acertei” serão invalidadas.

Nome do poder: Pericia em Mira de Arcos II
Descrição: O semideus ao executar certo treinamento, acabou aprimorando sua mira, de forma que, atirar em alvos com um arco se tornou muito mais fácil. O tempo com essa arma é um inimigo, mas agora que possui o conhecimento adequado, a vantagem está a seu favor e sua mira, está muito melhor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de mira com arcos, tendo facilidade em atirar em alvos em movimento.
Dano: +25% de dano se o inimigo for atingido pelo arco do semideus.
Extra: Nenhum





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Peter C. Gallagher
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Mensagem por Liz Smith em Ter Jul 30, 2019 1:10 am

É hora de treinar, ou quase isso


Minha última experiência com meu arco havia sido um desastre. Meus tiros, em grande parte, só acertaram o alvo, pois eu havia tido muita sorte. Gnomos não eram exatamente criaturas competentes em combate, ainda que tivesse arrancado alguns tufos do meu cabelo. Ou seja, precisava urgentemente aprender como manusear um arco de verdade, de preferência com um instrutor que saiba o que está fazendo.

Ao chegar à arena do Acampamento, um semideus que aparentava uma beleza nórdica, principalmente pelos seus longos cabelos loiros, estava pronto para começar a explicar os fundamentos da aula.

Indo contra o que eu esperava, Hans começou a descrever o objetivo de sua aula, que não era nos ensinar como ficar em uma posição perfeita para o tiro, como os atletas olímpicos ficavam. O objetivo era que aprendêssemos a atirar de forma instintiva. Que foi mais ou menos o que havia acontecido comigo na floresta do acampamento.

Seguindo as instruções do filho de Apolo, fiquei a uma distância considerável dos alvos estáticos e puxei meu arco. Ainda não havia me acostumado com seus pequenos sussurros em minha mente, mas foi graças a esses sussurros que havia sobrevivido aos monstros.

Segurei o arco com delicadeza, puxando-o para mim, enquanto a flecha élfica se materializava em meus dedos. Por instinto, fechei um dos olhos para mirar melhor, mantendo-o assim até que minha visão se clareou e eu pude ver o alvo nitidamente. Soltando a corda, a flecha foi impelida até o alvo. Um sorriso brotou em meu rosto, mas logo foi apagado com um olhar de reprovação de Hans.

— Belo tiro, mas um tiro calculado não é o propósito dessa aula. — A voz de Hans estava calma, exatamente como um professor quando mostra que estávamos fazendo algo certo, mas não do jeito que ele havia solicitado. — Você tem que aprender a atirar em qualquer situação. O inimigo não vai esperar você assumir uma posição de tiro e mirar para acertar o alvo. Tente ser mais rápida do que isso. Olhe com os dois olhos. Foque apenas no que importa e deixe o resto para depois.

— Certo. Vou tentar, obrigada. — Sorri, um pouco envergonhada com a atenção que havia recebido e tentei mais uma vez realizar a primeira parte do treinamento. Dessa vez, primeiro olhei para os alvos a minha frente. Eram apenas bonecos de treino. Então, rapidamente, puxei a corda do arco. A flecha voou em direção ao alvo, acertando-o. Não havia sido um tiro perfeito, mas finalmente havia começado a pegar a ideia da aula.

Sorrindo mais ainda com o sucesso, dei alguns passos e então, de maneira natural e espontânea, ergui o arco, puxei a corda e a soltei mais uma vez, deixando que a flecha viajasse até seu alvo.

A seta encontrou o boneco, quase o atravessando completamente. Atirei mais algumas flechas de forma instintiva, para fixar ainda mais o aprendizado. Meu pai sempre dizia que aprendíamos mais quando repetíamos as coisas nas quais estávamos focados. E, nesse caso, realmente parecia que estava dando resultado. Conforme atirava, minha mira ficava mais certeira, atingindo os bonecos com maior facilidade.

Após isso, me encaminhei para outro campo da arena, onde havia cinco bonecos dispostos em uma linha horizontal. Hans havia explicado que os bonecos se moveriam, e eu deveria acertá-los para concluir a segunda parte do treino. Assenti com a cabeça quando estava pronta e o primeiro boneco começou a se mover.

De forma bem lenta, quase como alguém que se move com alguma dificuldade nas pernas, o boneco andava para lá e para cá. Respirei fundo e, com um movimento rápido, atirei uma flecha no boneco. O projétil acertou o peito do objeto de treinamento, e após isso, deu lugar a um segundo boneco, que se movia de forma mais dinâmica do que o anterior, como se fosse apenas uma pessoa manca andando.

O segundo tiro encontrou seu alvo de forma tão fácil quanto o primeiro. Por sua vez, o terceiro boneco se movia de forma ainda mais rápida, começando a dificultar as coisas. Sem fazer cálculos, me movendo de forma totalmente instintiva, atirei mais uma flecha. Dessa vez, porém, o projétil passou rente ao boneco, mas não o atingiu.

Não deixei que isso me abalasse, afinal erros eram comuns. Eu não era uma expert em arquearia. Para ser bem sincera, não era expert em nada. Então me recompus e voltei a praticar. Precisou de mais dois tiros para que eu finalmente acertasse o terceiro boneco.

O quarto já parecia alguém correndo. Era rápido demais para o que estava acostumada. Então comecei a me mover também, tentando igualar meu movimento ao movimento do boneco, atirando flechas enquanto isso. Foi preciso muito mais do que três flechas, mas depois de um tempo o quarto boneco também havia sido liquidado.

Meu braço começava a sentir os efeitos do exercício repetitivo, mas, devido à adrenalina, ainda não sentia as dores em sua totalidade. O quinto boneco se mexia tão rápido quanto a harpia que havia me recepcionado quando cheguei ao Acampamento. A lembrança daquele encontro ainda era recente, então tive grande dificuldade em acertar a flecha final.

Estava quase desistindo do treino quando uma voz soou em minha mente, dizendo que eu precisava terminar aquilo, pois iria me fortalecer. Era uma voz conhecida, que já havia me ajudado antes. Por isso, e apenas por isso, decidi continuar o treino. Atirei a primeira flecha: passou raspando. Atirei a segunda: passou muito longe. A terceira: nem chegou perto. E assim foi indo, até que, pela décima flecha, finalmente acertei o alvo.

A euforia de finalmente ter terminado o desafio foi substituída pelas dores imensas causadas pelo treino. Meus braços pareciam feitos de chumbo. Consegui apenas levantá-los para colocar o arco em volta de meu corpo. Então, com um cansaço muito além do que jamais senti, me arrastei para o chalé de Éolo.


Equipamento:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. |  Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento].

:fleur-de-lis:
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Mensagem por Magnólia D'if em Ter Jul 30, 2019 2:53 am


Tiro Instintivo
Aula de Arquearia
☀

As mãos da jovem ruiva tremiam levemente ao segurarem o arco. Estava nervosa por estar junto de tantas pessoas tão melhores que ela. O medo de fazer algo errado era grande e apenas piorava ao ver todo o cenário montado na arena para aquela aula. Alvos estavam espalhados por todo o local, inclusive alguns móveis, deixando claro que o desafio não seria simples e isso a assustava.

A aula era protagonizada por um filho de Apolo carismático. Suas instruções abriram os olhos da semideusa para uma realidade que até então não havia de fato pensado sobre: não teria tempo em uma luta para se preparar corretamente antes que fosse tarde demais. Ainda tenho muito que aprender, pensou ao se afastar dando lugar aos outros para que dessem seus próprios tiros.

Focando em si, a semideusa se moveu até encontrar alguns alvos disponíveis. Fechando os olhos por alguns segundos, Magnólia se concentrou em diminuir seu nervosismo para que pudesse aproveitar de fato a aula. Respirando fundo, a garota esperou até que sua respiração encontrasse um ritmo lento e as mãos parassem de tremer. Ela conhecia seu arco, era ligado a ele, então sabia que dependeria apenas dela fazer aquilo.

Quando mais calma Magnólia ergueu seu arco puxando a corda o suficiente para a flecha se materializar e, sem se importar com a postura, atirou. O primeiro tiro mal acertou o alvo, mas deu o espaço de tempo necessário para a garota perceber que, apesar de parecer ter duas flechas ao focar apenas no alvo, sua seta havia acertado próximo, sendo que antes não tinha levado em consideração nenhum outro fator.

A segunda seta foi dispara após um rápido ajuste para a esquerda. Dessa vez a jovem teve uma melhora no tiro, vendo a haste fincada a cinco centímetros para baixo do centro do alvo. A constatação disso lhe rendeu mais um movimento de ajuste e novamente sentiu o sibilo da corda com seu ouvido. O baque da flecha cravada no centro do alvo provocou um sorriso na ruiva que decidiu testar mais alguns tiros agora que sabia a posição correta dos disparos, acostumando como compreender a equação necessária sem uma mira fixa.

— Já pode ir para o próximo desafio, senhorita.

A voz do instrutor fez a jovem se sobressaltar. Tão concentrada nos seus tiros que nem mesmo notou que ele havia se aproximado. O rubor era nítido em suas bochechas quando a jovem concordou com a cabeça baixa e se encaminhou para onde os alvos móveis estavam montados.

Mesmo sabendo que agora era o foco da atenção de, no mínimo, uma pessoa, Magnólia tentou ignorar tudo ao redor e focar-se no novo desafio. A sua frente os alvos foram para seguir uma sequência inexistente, então não valeria a pena perder tempo os observando. Precisava pensar como o filho de Apolo havia dito no inicio do treino: instintivamente.

Erguendo o arco, a garota lentamente puxou a corda da arma e esperou até que se acostumasse com a velocidade do primeiro alvo para aliviar a pressão na corda. O tiro certeiro desencadeou um efeito nos outros alvos, os tornando mais rápidos.

Não mire, apenas atire.

Os músculos das costas da semideusa começaram a trabalhar assim como seu braço direito em movimentos repetitivos e rítmicos entre os disparos. O segundo alvo precisou de apenas três tentativas para que fosse deixado de lado para o próximo.

Magnólia não mais pensava, apenas agia. Não havia tempo para distrair-se, afinal a velocidade e dificuldade apenas aumentava. A jovem mal conseguia acompanhar os demais alvos, sentindo-se tonta com a velocidade anormal da qual o mecanismo corria. Suas flechas por vezes se perderam fora do local de treino, mas por sorte não teria acertado ninguém.

Foco.

Era impossível simplesmente tentar mirar enquanto o quarto alvo se movia para praticamente todas as direções. Os músculos da semideusa já ardiam pelo esforço repetitivo, mas continuava a atirar suas flechas. O silvo da corda tensionada parecia um grito de alívio alto que era engolido pela respiração de Magnólia. Apesar de mais complexo, o corpo da jovem já começava a habituar-se aos disparos sequências e foram necessários  cinco tiros para que o alvo tivesse seu fim.

Instinto.

Quando se faz uma coisa tantas vezes, ela se torna automática. Após uma sequência de tantos disparos efetuados, o corpo da semideusa já agia de forma natural ao puxar a corda invisível de seu arco para que a flecha surgisse e fosse lançada à frente. Magnólia agora agia através do seu instinto. Nenhum pensamento lógico guiava seus movimentos, apenas a necessidade de acabar com aquilo. Suas costas, braço, quadril e dedos ardiam com o esforço; seus olhos já não mais focavam; sua mente estava limpa.

Magnólia segurou a flecha por alguns segundos a mais que o último disparo. A sensação da corda escorrendo pelos seus dedos; sua mão acariciando a pele da bochecha ao continuar o movimento fluído de puxar o arco; seu olhar focado no borrão que era o alvo. Tudo pareceu acontecer devagar, mas — para a surpresa de D’if — efetivo.

A haste de madeira estava enfincada no centro do último alvo.

— Foi um ótimo tiro, parabéns! — Disse animado o instrutor apertando levemente o ombro da jovem que o encarou ainda descrente.

— Obrigada. — Sorrindo para o instrutor, a ruiva se permitiu relaxar, deixando os ombros caírem ao abaixar o arco.

Mesmo com seu corpo pedindo descanso, Magnólia ainda permaneceu às margens do local onde o treino acontecia, atenta a como os outros lidavam com o desafio.   

☀:
Sorry, eu tentei.
Nome do poder: Perícia com Arcos I
Descrição: A deusa possui uma aparência meiga e jovial, por isso é comum associarmos tal divindade a armas leves e de longa distância – como o arco –. Por isso, seus filhos herdam um tipo de perícia com essa arma, podendo manuseá-la de forma eficaz.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade.
Dano: +5% de dano da arma.



Magnólia D'if
Magnólia D'if
Líder dos Celestiais
Líder dos Celestiais

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10ª Aula de Arquearia Empty Re: 10ª Aula de Arquearia

Mensagem por Natsuki Yamamura em Qui Ago 01, 2019 10:25 pm


o sol vai me invadir
aula de arquearia. tiro instintivo. arena.

Já havia se passado alguns dias desde que Natsuki fora reclamada por Apolo e ela ainda estava se adaptando a nova casa. Seus irmãos eram calorosos e alegres, e apesar de evitar a companhia dos rapazes, sentindo o corpo tenso sempre que se encontrava na presença de mais do que um deles, ela tentava sempre manter-se tão alegre quanto todos eles aparentavam ser.

Naquele dia em especial todos pareciam estar em polvorosa pois o líder do chalé, Hans, daria uma aula específica em relação à arquearia. Natsuki decidiu bem às pressas sobre ir assistir a aula. O caminho inteiro até a Arena, onde haviam indicado que seria a aula, Yamamura se questionava se deveria ir mesmo ou não. Mas ela não tinha nada a perder de qualquer forma, e arco e flecha lhe parecia uma arma interessante. Além de tudo, pelas histórias que ouvira era melhor que realmente estivesse preparada para o pior sempre.

A Arena já estava cheia quando a japonesa finalmente alcançou o local. Colocou seu melhor sorriso no rosto e adentrou o local, apenas para perceber que Hans já estava explicando o assunto da aula. Seu corpo travou um pouco, mas lutou consigo mesma para manter seu sorriso firme. Seu primeiro impulso era pedir desculpa pelo atraso, mas deixaria para se desculpar com o irmão ao final da aula. Era visível a empolgação dele ao ensinar o tiro instintivo, passar as instruções de como fazê-lo. Yamamura não conseguia se aproximar muito dele, assim como de todos os seus irmãos homens, mas de longe era impossível não gostar dele.

Ela saltitou até a estante onde se encontravam diversos arcos e aljavas repletas de flechas, tomando um par para si e afastando-se da estante em seguida. Quando Hans deu o sinal para que começassem a colocar em prática suas instruções, Yamamura se deu conta de que nunca havia pegar num arco antes. , Yama-chan, como você vai fazer isso? A voz era questionadora e tinha um tom divertido, mas Natsuki apenas a ignorou bufando. Deu uma rápida olhada ao seu redor, admirando a pose das pessoas segurando seus arcos com certa maestria. Mas também haviam aqueles que, assim como ela, pareciam não fazer a menor ideia do que estavam fazendo ali. Posicionando-se de frente a um alvo livre, Natsuki tentou imitar a pose das pessoas que aparentavam saber o que faziam, e posicionou uma flecha no arco. A corda era firme, e seus braços não tinham força suficiente para puxá-la. O resultado fora que a flecha simplesmente caíra aos seus pés. Não importavam os olhos abertos ou fechados.

Natsuki — chamou por ela a voz de Hans, vindo de suas costas e involuntariamente seu corpo travou. — Kültzer-oniisama… — Respondeu a japonesa, baixando a cabeça. A falta de habilidade era um tanto vergonhosa para ela. — Você não precisa ter medo de mim — disse ele, aproximando-se ainda mais e tocando seu ombro. — Veja. Erga sua postura. Seus ombros estão caídos, isso compromete a firmeza de seus braços. Também tente erguer um pouco mais a flecha. Atirar para baixo fará com que ela vá para baixo. É a lei natural. — Hans lhe direcionava um sorriso tranquilizador, não era o suficiente para relaxar o corpo de Natsuki por completo, mas apenas para que ela sorrisse de volta para o irmão. — Obrigada, oniisama — fixando o olhar no centro do alvo, ela expirou ar o suficiente para preencher seus pulmões completamente e o segurou lá dentro enquanto posicionava mais uma flecha no arco. — Erga os ombros — instruiu Hans, dando passos para trás, afastando-se do cotovelo da garota. E assim ela o fez. Ergueu os ombros, levou o braço da flecha até a altura da bochecha e buscou força em seu interior. Com a flecha apoiada sobre a mão que segurava a parte rígida do arco, puxou a flecha para trás, forçando a corda o máximo que conseguiu e por fim soltou-a, junto com todo o ar que prendia. Seu rosto já estava vermelho de segurar o ar por tanto tempo, e uma leve tontura a alcançou, o que a fez vacilar no equilíbrio mesmo parada. — Muito bom, Natsuki. — Era seu irmão mais uma vez. A flecha alcançara o alvo. Não o centro. Na verdade nem perto do centro. Mas de alguma forma a japonesa conseguira fazer com que a flecha se mantivesse firme no alvo. Cravada nele. Se sentiu vitoriosa. — Continue treinando assim por mais um tempo. — Disse ele e se afastou para instruir outros semideuses.

Aquela pequena conquista lhe parecia enorme e seu corpo finalmente relaxou. Sō hai, Yama-chan! Você conseguiu. E aquilo fez Yamamura sorrir para si mesma enquanto atirava outras flechas no alvo. Embora nenhuma tenha alcançado o centro, para ela era suficiente que todas tenham sido espetadas no alvo de alguma forma. O próprio Hans deu o sinal de que ela estava pronta para a segunda parte da aula, com alvos móveis. Yamamura respirou fundo. Toda a musculatura que ia do pescoço à ponta de seus dedos doía de uma forma que ela não conseguiria explicar nem mesmo se fizesse muito esforço.

Os alvos se moviam devagar, mas para Yamamura aquilo não seria tão fácil assim. Instinto era a alma do negócio, mas como ela poderia atirar instintivamente se mal conseguia atirar usando toda sua força e concentração? Não podia sair atirando sem direção. E com esse pensamento, sua primeira flecha passou longe do alvo o que a fez suspirar. , não desista agora. Você já veio longe para desistir aqui. E Yamamura assentiu. A sua chīsana koe tinha razão. Não podia desistir agora porque um flecha não encontrara o alvo. Sequer fazia sentido que desistisse. Arrumou a postura mais uma vez, inspirando todo o ar necessário. Tentou não pensar muito ao disparar a segunda flecha, mas não alcançou melhor resultado. Apenas sua terceira tentativa galgou sucesso. E então os alvos aceleraram um pouco. — Kuso ̄… — Praguejou num sussurro, quando notou a nova velocidade dos alvos. Perdera as contas de quantas vezes já havia respirado fundo para não gritar de frustração. Era ruim que estivesse sendo péssima.

Por sorte, ou não, sua quarta flecha acertou o alvo seguinte e mais uma vez os alvos aceleraram seu movimento. Natsuki não estava gostando nada daquilo. Para ela ficava mais claro que realmente precisaria confiar em seus próprios movimentos, em sua esperteza e agilidade, mas ela não tinha certeza de que conseguiria. Errou os três tiros seguintes. Estava ficando sem flechas e sentia a frustração tomando conta do próprio corpo. O que custava acertar o alvo, caramba? Ichi, ni, san, shi, go. E soltou a flecha, que zuniu acertando o alvo, mais próximo ao centro desde que ela começara a atirar. Roku, shichi, hachi, kyuu. A flecha zuniu. Fincou no alvo quase em seu limite. Uma única flecha repousava na aljava. Posicionou-a no arco, inspirou e expirou lentamente. Juu. Soltou. Foi seu único tiro certeiro. Ela não conteve um saltinho de contentamento.

Quando todos pareciam ter terminado o treinamento, Hans os dispensou e Natsuki já saía da Arena quando o irmão se aproximou. Seus longos cabelos loiros emoldurando seu rosto. Natsuki havia notado que todos os seus irmãos tinham alguma semelhança, mas ela tinha a pele pálida e os cabelos negros como a noite. Provavelmente se parecia com a sua mãe. — Se saiu bem, viu? — Disse ele sorrindo para ela, ao que Natsuki sorriu de volta já sem hesitar pela presença do rapaz. — Arigato. — Disse ela e saiu correndo. Não percebera como estava suada e tudo que queria naquele momento era um belo banho.


Natsuki Yamamura
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10ª Aula de Arquearia Empty Re: 10ª Aula de Arquearia

Mensagem por Cassandra Herondale em Sab Ago 03, 2019 9:26 pm



Aula
Aula


Arquearia




Durante meu tempo no acampamento, eu não fizera muita coisa. Tive alguns treinos, sai em um encontro às cegas, e fiquei vagando sozinha pelo lugar, onde não conhecia ninguém, bom não me lembrava de ter conhecido. Desde que chegara ao acampamento, eu não tinha qualquer noção sobre o meu passado, as únicas coisas que sabia, era minha idade, meu nome, e onde eu nascera ou no caso onde vivi por um tempo, mas isso não ajudava, ainda mais porque em momento algum sai do acampamento. Com todos os problemas que estávamos enfrentando sair era ainda mais perigoso, e isso de certa forma me deixava mais assustada.

Como o único momento que eu saira fora para o encontro, eu meio que não tive como pesquisar nada sobre quem sou, e esse vazio as vezes me esmagava de uma forma indescritível, tinha até procurado a ajuda de alguns metalistas, mas nem um deles fora capaz de descobrir, o motivo de eu ter perdido minhas memórias, a única coisa que me diziam era que ao que parecia um grande poder, as impediam de voltar, algo muito velho e antigo, mas não eram capazes de descobrir o que era. Por conta disso comecei a aceitar, o fato de que nunca descobriria quem eu era, ou quem eu fora no passado.

E assim como várias outras manhãs, nesta que parecia ser a mais bonita de todas, eu me encontrava sentada em minha cama no chalé, olhando para a janela enquanto abraçava minhas pernas, estava decidindo se sairia ou não, e pelo decorrer da briga em minha cabeça aquele parecia ser mais um dia em que eu estaria novamente enfiada no chalé, saindo apenas para comer. Respirei fundo, vendo várias pessoas irem e virem, ocupadas com o que quer que estivessem fazendo, e eu me perdi completamente vendo toda aquela movimentação – Até que enfim te encontrei – disse uma voz masculina ofegante, olhei para a entrada do quarto e ali estava Jordan, um meio irmão que por algum motivo adorava me tirar do meu sossego – O que quer agora Jord? – Após a pergunta, soltei minhas pernas já começando a puxar a coberta, mas a mesma logo fora arrancada de minhas mãos. Encarava Jordan com raiva do mesmo por vir me incomodar – O que você quer seu idiota? – gritei indo em direção ao mesmo com raiva, eu não estava bem naquele dia, o mesmo sorrira correndo pelo quarto para que eu não o pegasse – Olha irmãzinha, desculpa mas você está há muito tempo enfurnada aqui dentro, precisa sair, conhecer outras pessoas, arrumar um namorado ou namorada tanto faz, só saia e viva um pouco – disse o mesmo enquanto desviava dos travesseiros que eu jogava nele, até que um acabou o acertando – Eu não quero sair, não quero ver ninguém já que não conheço ninguém daqui, nem mesmo você – falei apontando para o mesmo e voltando a sentar na cama – Não ter minhas memórias, é a pior coisa do mundo.

Logo que as lágrimas começaram a cair, acabei por abraçar minhas pernas novamente me entregando ao choro mais uma vez. As lágrimas não paravam, não queriam parar e eu não fazia questão de força-las a isso, a dor e o vazio que eu sentia já eram suficientemente grandes, e ter que suportar mais isso iria me quebrar – Cass? – chamou meu irmão encostando sua mão sobre a minha – Não fique remoendo isso, só irá te fazer mal – as palavras do rapaz acabaram me fazendo olhar para ele que sorria de forma meiga – Olha o melhor a fazer agora, é continuar seguindo sua vida, mesmo que suas memórias não retornem, você ainda pode continuar vivendo, acho até que sem elas, você possa fazer escolhas que te levem para um caminho diferente e até mesmo bom – ele dizia o que eu precisava ouvir, enquanto secava minhas lagrimas de forma gentil – Agora levante-se e vá se arrumar, você irá para uma das aulas comigo, e não aceitarei um não como resposta. –

E foi por isso que agora eu estava ali, no meio da arena com um arco em minha mão direita, e uma aljava presa as costas enquanto observava ao instrutor - um rapaz muito bonito diga-se de passagem - que estava dando as dicas e instruções do que deveríamos fazer na aula, eu é claro não estava entendendo nada nunca tinha treinado com arco e flecha na minha vida, aquela seria a primeira vez, ou talvez não. Bom agora também não importava o bom e que pelo menos Jordan parecia muito interessado no que o filho de Apolo explicava, ou talvez estivesse interessado era no próprio instrutor. A aula consistia de treinar nossa habilidade de resposta na hora de dispara, o quão rápido poderíamos fazer isso, ou foi pelo menos o que eu consegui entender. Me posicionei junto dos outros integrantes da aula, o incômodo que vinha sentindo todos os dias parecia ter aumentado, mas não queria ser atrapalhando por aquilo agora, respirei fundo me forçando a me esquecer por algum tempo de meus problemas e focar apenas na aula.

‘Como ele tinha explicado mesmo? ‘  Perguntei -me mentalmente relembrando dos passos que ele mostrara e que era usado nas olímpiadas. ‘Postura reta, corpo a noventa graus do alvo, um olho fechado e o outro mira’ enquanto repetia mentalmente cada um desses passos fui repetindo eles, e quando fechei meu olho esquerdo para mirar com o direito, notei que o alvo mesmo que parecesse um pouco mais focado, estava diferente de quando eu o olhava com os dois olhos, talvez fosse o fato de que minha visão, tinha sido limitada, o que também tirava parte de meu desempenho no campo já que aquilo parecia gerar um ponto cego, no qual eu não teria nem uma noção do que estaria acontecendo. Desarmei o arco na hora, assim como também voltei a minha postura original, aquela que estava me incomodando também, fazendo com que o peso da aljava me fizesse inclinar então decidi apenas deixar minhas costas retas e voltei a armar o arco para disparar. Tentei encaixar a ponta da seta no centro do alvo e quando a mesma entrou no ponto que eu queria, soltei a corda fazendo o projetil cortar o ar com uma certa velocidade, mas o mesmo acabou subindo de mais e passando por cima do alvo.

Bufei ao ver meu erro , mas logo puxei outra flecha da aljava e a coloquei na arma a armando novamente, fiz a mira só que dessa vez optei por abaixar a mira, não tentar encaixar a ponta da flecha no centro do alvo, mas sim um pouco mais embaixo, para evitar que a mesma suba de mais, respirei fundo e novamente soltei a corda da arma, mais uma vez disparando a flecha que dessa vez não passara por cima do alvo, consegui o acertar, mesmo que em seu círculo maior, na hora que vi a flecha acertar o alvo, nem liguei de não ser a onde eu queria, só o fato de ter conseguido aquilo me deixou animada ao ponto de dar pulinhos de alegria, o que acabou atraindo a atenção de todo mundo e por conta disso acabei ficando vermelha de vergonha.

Depois de quase disparar todas as flechas, sabia que era hora de ir para os alvos moveis. Dei uma última olhada para o alvo que eu vinha usando até agora, o chão próximo a ele estava com no mínimo sete flechas, que foram parar lá por conta do meu posicionamento na hora dos disparos, tive que corrigir  a altura de meus braços até começar a acertar o alvo, de forma mais constante. No mesmo tinha uma única flecha que parecia ter acertado na linha divisória do último círculo, e do penúltimo, e nos círculos maiores, uma em cada, sorri mesmo sabendo que não fora muito bem, por conta da quantidade de erros cometidos, mas estava feliz de ter ido para aquela aula.

Assim como Hans tinha dito, os alvos se movimentavam mais rápido conforme íamos os acertando, e nesse momento eu já tinha esvaziado por completo duas aljavas tendo apenas acertado um único alvo, e já ia para a terceira – Acho que está fazendo errado senhorita – disse o instrutor logo atrás de mim, o que me assustou e me fez perder completamente a mira e assim mais um flecha perdida – Veja bem, por mais que sua postura esteja boa, seu braço direito ainda está um pouco baixo, tente mantê-lo um pouco mais elevado – dissera o rapaz ao mover o mesmo demonstrando em que altura eu deveria manter o mesmo, assim que ele soltou meu braço acabei liberando a flecha e assim acertando o segundo alvo em movimento o que fez o terceiro ir ainda mais rápido. Por fim após ter gastado mais duas aljavas no treino, comecei a sentir que tinha me saindo até que bem, mas quando coloquei o arco sobre o suporte, um forte dor de cabeça me atingiu, tanto que precisei me apoiar para não cair, alguns dos alunos que estavam ali próximos me perguntaram se eu estava bem, simplesmente assenti para eles e fui me retirando da arena de volta para o chalé.  


note # note # note

Cassandra Herondale
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Filhos de Perséfone
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Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Dom Ago 04, 2019 12:08 am

Prazo encerrado, em breve postarei as avaliações


Hans Nikolai Kültzer
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Lider de Apolo
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Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Dom Ago 04, 2019 12:34 am


 tiro instintivo avaliação
Modelo de Avaliação
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus (50 XP x nº de alunos): 50 x 6 = 300
Total: 150 exp

Georgine Huet
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 300
Total: 450 XP

Peter C. Gallagher
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 300
Total: 450 XP

Liz Smith
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 300
Total: 450 XP

Magnólia D'if
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 300
Total: 450 XP

Natsuki Yamamura
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 28
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus: 300
Total: 448 XP
Natsuki:

Num geral foi um bom texto, só faltou explorar um pouco mais o objetivo da aula, como sua personagem lidaria com a situação colocada.

Cassandra Herondale
Criatividade: 40
Ortografia: 38
Coerência: 28
Ações Realizadas: 18
Aparência: 20
Bônus: 300
Total: 444 XP
Cassandra:

Você precisa entender o que a aula pede, durante a leitura do texto, parecia uma simples aula de arquearia, o objetivo da aula era diferente da forma que você o descreveu.

Todos Recebem a Habilidade:

Nome do poder: Tiro Instintivo
Descrição: O semideus desenvolveu uma nova técnica de disparo com o arco: o tiro instintivo, que consiste em disparos muito mais velozes, pois o semideus agora consegue avaliar mais facilmente todos os fatores que contribuem para ele obter um bom disparo, sua técnica com arco se tornou mais orgânica e natural.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de destreza ao usar arco.
Dano: +10% de dano com arco.
Extra: Obtêm a vantagem de ataque no disparo contra o oponente, pois tem uma velocidade de movimento superior.
MONTY


Hans Nikolai Kültzer
Hans Nikolai Kültzer
Lider de Apolo
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Idade : 19

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10ª Aula de Arquearia Empty Re: 10ª Aula de Arquearia

Mensagem por Héstia em Dom Ago 04, 2019 11:42 pm


Modo de avaliação
Introdução: 400 XP
Informação: 400 XP
Personagem: 400 XP
Missão: 400 XP
Habilidade: 400 XP
Total: 2,000 XP
Bônus: +30 XP por aluno.
Dracmas: 500 fixos + 50 por aluno

Hans
Introdução: 400 XP
Informação: 400 XP
Personagem: 400 XP
Missão: 400 XP
Habilidade: 400 XP
Total: 2.000 XP
Bônus: +30 XP por aluno. = 2.180 XP
Dracmas: 500 fixos + 50 por aluno = 800 Dracmas


Héstia...
Some peoples with brave, some peoples something good!
Héstia
Héstia
Deuses Menores
Deuses Menores

Idade : 23

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10ª Aula de Arquearia Empty Re: 10ª Aula de Arquearia

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