The Blood of Olympus
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A casa Branca

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A casa Branca

Mensagem por Vênus em Sab Nov 15, 2014 11:22 am


A casa Branca.

A Casa Branca é um dos maiores símbolos dos Estados Unidos. Apesar de todos os magníficos monumentos que a cidade tem a oferecer, a Casa Branca continua sendo o mais visitado de todos eles, e atrai multidões todos os dias. É bom lembrar que apenas um dos lados da Casa Branca é visível aos turistas, o outro lado fica escondido para preservar a privacidade dos seus residentes. Além disso, apenas cidadãos americanos podem visitar o seu interior, e em certas datas.
Ao redor da Casa Branca existem vários outros prédios importantes, como o grandioso Eisenhower Executive Office Building, que é um prédio de arquitetura francesa belíssimo, que fica ao lado Casa Branca, construído para abrigar os escritórios de funcionários do primeiro escalão do governo. Se durante a sua visita à Casa Branca você se perguntar quem é a senhora idosa que está acampada na frente da Casa Branca, ela se chama Concepcion Thomas, uma americana que pede o desarmamento atômico de todas as nações do mundo, desde 1981!


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Re: A casa Branca

Mensagem por Halsey Rose Maddox em Ter Jan 22, 2019 3:59 am

FIGHT LIKE A WOMAN
Eu estava no chalé de Hermes, tentando consertar o meu smartphone com seus filhos, já que eles era super ligados à tecnologia, quando aumentaram o volume da TV na propaganda eleitoral. Eu nunca gostei muito de política, mas parecia que um dos garotos indefinidos que residiam no chalé 11 era bem ligado a essa parte do mundo, então ninguém queria importuná-lo. O garoto tinha acabado de chegar ao Meio-Sangue, não queríamos que ele se sentisse – além de estranho por estar adentrando num mundo completamente novo – mal ou excluído. Ou ficasse com uma impressão errada das pessoas com quem ele conviveria a partir desse momento.

Quando virei para reclamar com John e saber porque ele estava demorando tanto para encontrar o problema, uma voz bastante conhecida por mim começou a ecoar dos alto-falantes da televisão. Olhei para a tela e dei de cara com um homem de cabelos grisalhos, sendo acompanhado de sua esposa que tinha a mesma cor dos olhos e dos cabelos que eu. E que o meu pai. Congelei, engolindo em seco. Não consegui escutar o seu discurso, não consegui entender o que as pessoas ao meu redor estavam falando. Eu só conseguia ver o sorriso escancarado na cara daquelas duas figuras idosas na televisão, e uns nomes com as cores da bandeira dos Estados Unidos surgir embaixo da foto do casal feliz. “Maddox para presidente”.

Eu queria vomitar.

{...}

Naquela noite, nada do que eu fazia me ajudava a pegar no sono. Eu tinha passado as últimas duas horas rolando na cama, levantando para ir ao banheiro, andando pelo chalé, sentando na sala, ligando e desligando a TV, organizando o quadro de atividades...Tudo que me foi permitido fazendo pra pegar no sono dentro daquele perímetro, eu fiz. Quando vi que não adiantava, vesti meu roupão e saí pra caminhar pelas margens do lago. Eu estava engasgada com o que vi mais cedo na TV, no chalé de Hermes, e minha cabeça só girava ao redor disso. Meu avô estava se candidatando à presidência dos Estados Unidos, como se a sua família fosse algum tipo de exemplo, e como se a sua vida fosse algum tipo de filme. Pelo amor de Zeus! Ele tinha esquecido tudo o que aconteceu antes de eu nascer? Tudo o que aconteceu com o filho dele? De quem eu era filha? Éris, com certeza, não ia deixar isso passar batido. Muito menos depois de ter sido derrotada na guerra contra Nyx.

Ela era muito filha da puta pra deixar alguém se safar.

Suspirei, sentando na borda do lago e colocando os pés dentro da água, abraçando meu corpo com o roupão para que eu conseguisse me esquentar. Quando menos esperei, um brilho começou a surgir na minha frente, e uma espécie de holograma apareceu junto com ele. Era a silhueta de uma cadeira, que ao se formar por completo, girou, ficando de frente para mim. E, a visão que eu tive não foi nada agradável. Linus Maddox, mais conhecido como meu avô, estava com o seu sorriso falso e sem graça, e olhava diretamente nos meus olhos. Trinquei o maxilar, engolindo em seco. – O que você quer? – perguntei, ríspida. Sua expressão não se alterou, o que me deixou ainda mais irritada. Eu podia ficar extremamente arisca quando queria. – Sei que ficou sabendo da minha candidatura pelo partido dos republicanos. E, vim falar com você por meio dessa...Mensagem, para convocar a sua presença até aqui. – levantei uma sobrancelha, abrindo um sorriso de canto repleto de sarcasmo. Eu não ia dar o que ele queria, sem chance. – Você só pode estar de brincadeira...

As duas sobrancelhas arqueadas no seu rosto me fizeram franzir a testa. Não, ele não estava brincando. – Eu quero minha família toda reunida aqui para celebrar a minha vitória, Halsey. Você é uma Maddox. – minha gargalhada estava cheia de mágoa, rancor e sarcasmo. Eu estava no meu pior modo, o de filha de Éris, e não me arrependia nem um pouco. – Ora, por favor, vovô. Eu deixei de ser da sua família a muito tempo. Desde que você enxotou meu pai da sua casa por minha causa. Eu nunca fui dessa porcaria de família, e pretendo continuar sem ser. – ele fechou a expressão, também trincando o maxilar. Apoiou as mãos em cima da sua mesa e curvou-se em minha direção, os olhos fixos nos meus. Se isso fosse pessoalmente, é bem provável que eu tivesse ficado receosa ou com medo. Agora, eu só sentia raiva. O encarei a mesma intensidade. – Já que você não cooperou por bem, Halsey, eu vou ter que apelar para a parte que eu não gostaria de usar. Todos aqui sabemos como o seu pai morreu. – engoli em seco, suspirando. – E também sabemos que não foi você. Esse seu mundo insano de monstros e criaturas deploráveis matou o meu filho. Mas...As câmeras não mostram isso. Está registrado o seu rosto como assassina do seu pai, e eu fui o responsável por esconder as gravações para protegê-la.

Nada daquilo fazia o menor sentido. Minha cabeça estava latejando, e eu não queria acreditar que estava devendo um favor pro meu avô. Um favor que eu não pedi que ele realizasse. – Eu não pedi pra você fazer isso. – soltei, sentindo o ar faltar por um breve segundo. Ele apenas riu, desdenhando da minha cara. Mordi o canto interno da bochecha, tentando controlar o desespero que insistia em aparecer. – Isso é um problema seu, Halsey. Sabemos de quem você é filha e eu sei da sua capacidade em fazer as pessoas realizarem o que você quer. Você é a minha carta na manga! Com seus poderes, posso ganhar essa eleição mais fácil do que qualquer pessoa imagina. E, se você não vier, todo mundo vai ficar sabendo que você é a assassina do seu pai. E eu acredito que Dionísio não quer o rosto de uma das suas semideusas sendo procurado por aí, certo? – eu gelei, por completo. Sabia que meu avô era capaz de fazer isso, tão rápido e fácil como tomar um copo de água. Eu não consegui dizer mais nada, só fiquei fitando a água do lago, tão parada como eu estava. Movi meus braços apenas para abraçar meu próprio corpo, afim de me proteger do que estava por vir. – Bom, quem cala consente. As portas da Casas Branca estão abertas para você. Boa viagem!

O holograma do meu avô sumiu tão rápido como apareceu. E eu fiquei sozinha, com meus medos, minhas inseguranças, meus devaneios e a minha sensação de fracasso. Mais uma vez, eu era um boneco, que só era chamado quando precisavam. As lágrimas de mágoa e raiva começaram a rolar pelo meu rosto, e meu coração se apertou. Mantive-me na mesma posição durante horas, deixando que o choro tentasse lavar de dentro pra fora o que eu não conseguia mais suprimir.

{...}

Estava parada na saída do Meio-Sangue, com a mochila nas costas, os cabelos presos num rabo de cavalo, e o smartphone na mão. Tinha acabado de discutir com Ariel, pois ela não achava certo que eu corresse um perigo desnecessário e ficasse exposta para o mundo inteiro me ver. O problema era que, de um jeito ou de outro, eu ia me expor. Sendo como mocinha ou como vilã. Segurei o choro e apertei no botão que chamava o táxi das Três Irmãs. Num piscar de olhos, o carro chegou e parou bem na minha frente. Eu já tinha andado com elas algumas vezes, era uma passageira conhecida. Mas, nessa situação, não estava afim de conversa. Sentei no banco de trás e coloquei o cinto de segurança, ignorando a tagarelice que entrava pelos meus ouvidos. – Casa Branca, por favor. – pedi, encostando a cabeça no vidro da janela e suspirando. Provavelmente, as três perceberam que eu não estava muito para o diálogo, e, por um milagre dos deuses, seguiram o caminho inteiro sem dar um pio.

Assim que cheguei à grande construção branca, paguei a corrida e agradeci. Minha gratidão se estendia para além dos serviços delas, mas também para o silêncio que me permitiram viver. Novamente, num piscar de olhos, sumiram da minha vista, indo continuar seu trabalho até em outro continente. A entrada não era difícil, já que o monumento era uma atração turística comum, e costumava receber pessoas de todos os lugares, todos os dias. Caminhei, seguindo as placas, atravessando o mar de gente que insistia em tirar fotos e fazer poses ridículas, como se um dia fossem governar um país. Revirei os olhos e, quando dei mais um passo, fui barrada por dois seguranças enormes, que bloqueavam a passagem para a parte restrita da Casa Branca.

Não é permitida a entrada de turistas nessa ala, senhorita. Favor ficar afastada. – o grande homem da direita falou, dirigindo-se à mim. Se ele soubesse que eu posso estrangulá-lo com a sua própria sombra, provavelmente não falaria com aquele tom ridículo de superioridade. Me afastei alguns passos para trás, mas ficando numa distância razoável para que eles ainda pudessem me ouvir. – Eu não sou uma turista, vim ver meu avô. – o segurança da esquerda levantou uma sobrancelha em minha direção, e eu não o julgava por ter feito isso. Falei o termo “avô” com tanto nojo que eu também duvidaria de mim se tivesse ouvido. – Eu sou neta de Linus Maddox. – suspirei ao assumir, recebendo um outro olhar de desconfiança. – A neta do sr. Maddox já passou por aqui hoje, e ela com certeza não se parece com você. – novamente, o da direta esboçou, e eu sabia que ele estava falando de Charlotte. Lembrar da minha prima me dava um frio na barriga. Ela realmente não parecia nada comigo, pois, tinha herdado a parte feia da família.

Ela é a minha outra neta, Joseph. Esta é a filha de Maxon Maddox, Halsey. – a voz do meu avô me fez estremecer da cabeça aos pés, e ele surgiu atrás dos seguranças, com seu sorriso que eu odiava. Os dois grandalhões me deram espaço para que eu passasse, e meu avô apoiou as mãos nas minhas costas enquanto caminhávamos. Eu apenas olhava para o chão, sem me preocupar com arquitetura ou qualquer coisa do tipo. Eu queria estar em qualquer lugar, menos ali. – Fico feliz que tenha vindo, querida. Sua avó também vai ficar muito satisfeita. – levantei os olhos e o encarei pela primeira vez naquele dia, semicerrando o olhar carregado de ódio. – Me diga, Linus...Eu tinha escolha?

{...}

Eu tinha chegado exatamente no dia que ia acontecer um grande jantar na Casa Branca, oportunidade perfeita pra que eu utilizasse das minhas habilidades – e, segundo meu avô, da minha beleza de família – para que ele ganhasse cada vez mais influência e mais votos na eleição. Minha avó, Caitlin Maddox, tinha comprado um vestido preto tomara-que-caia para que eu usasse na ocasião, e me deu seu camafeu favorito para completar a vestimenta. Pronta, na frente do espelho, eu me sentia uma idiota. Queria muito que Ariel estivesse comigo, pois estaria bem mais segura com ela ao meu lado. Lembrar da mentalista fazia meu coração apertar de saudade e tristeza, por ter partido sem nem conseguir deixar o nosso relacionamento bem. Eu a amava, absurdamente. O problema era que ainda não tinha falado isso pra ela.

Na mão esquerda, o anel brilhante com uma pedra preciosa encrustada no meio reluzia. Arsenal era capaz de transformar qualquer arma minha em outra, sem tirar os seus efeitos. Tirei a faca – que originalmente é uma lança – de dentro da mochila, e prendi com segurança na perna, por baixo do vestido. Precisava estar preparada para qualquer coisa que acontecesse, fosse a aparição de uma fúria, fosse a mão indevida de alguém se encostando à minha cintura. Olhei-me novamente no espelho e abri um sorriso triste. Os cabelos alinhados em um rabo de cavalo baixo, a maquiagem pesada, combinando com o toque sombrio do vestido completamente negro. Aquela não era eu. Sentia falta dos fios loiros soltos e bagunçados, da calça jeans surrada preta e da blusa laranja do acampamento. Respirei fundo, escutando a batida na porta e a voz abafada da minha avó do outro lado da madeira. – Já estou descendo.

O ambiente ornamentado para aquela ocasião era todo clássico. Homens de fraque circulavam pelo salão, procurando seus lugares marcados na enorme mesa que se estendia no meio do local. Não preciso dizer que as mulheres também estavam repletas dos seus vestidos chamativos e das suas joias que custavam mais do que os meus pulmões. Entrar no meio daquela sociedade e fazer com que boa parte acreditasse na minha lábia era uma tarefa difícil. E tornava-se mais difícil ainda porque eu estava receosa em errar, já que meu rosto estampado numa moldura de “procura-se” era a consequência dos meus atos falhos. No final da escada, meu avô já me oferecia o braço, para me levar exatamente às minhas primeiras vítimas. – Quero você sorrindo, causando boa impressão. Não deixei sua avó gastar mais de mil dólares nesse vestido para você usá-lo como se estivesse em um funeral. – bufei, mas abri meu melhor sorriso, como se estivesse adorando aquela festa. – Eu estou num funeral. Cavando minha própria cova.

Depois de muito rodar por entre os convidados, achamos meu lugar na mesa, na frente dos meus avós e do lado de dois importantes nomes políticos: Mike Pence e Orrin Hatch, presidente e vice-presidente do Senado, respectivamente. Convencendo eles, os mesmo se encarregariam de mudar o voto de todos os outros senadores a favor do meu avô. E tudo isso aconteceria graças a mim. Naquele momento, eu me sentia um lixo. Estava colocando a vida de todos os americanos em risco, dando de bandeja a presidência nas mãos de um homem que podia ter tudo, menos princípios. Sentei na cadeira, cumprimentando com um aceno de cabeça os dois homens ao meu lado, e prestando atenção no breve discurso que o anfitrião do evento estava realizando. Após isso, o jantar começou a ser servido, e o jogo estava apenas iniciando.

Pence, Hatch, deixe-me apresenta-los à minha neta, Halsey Maddox. – os dois viraram em minha direção e eu sorri, apertando a mão de ambos, novamente com um aceno de cabeça. Mike Pence, senador do estado de Indiana, cravou os olhos em mim, mas tinha um sentimento de empatia muito grande. Seria mais fácil convencê-lo do que eu imaginava. – Soubemos o que aconteceu com seu pai, garota. Meus pêsames...Sei como é difícil perder um membro da família. – assim que abri a boca para agradecer as condolências, Orrin Hatch interrompeu, fazendo-me virar a cabeça em sua direção e encontrar um olhar de exímia curiosidade. – Pois é, Halsey, meus pêsames. Vocês eram muito próximos? Sei que eram só os dois. – era a primeira mentira que eu tinha que contar na noite. Controlei a respiração e peguei delicadamente o copo de água na minha frente, bebericando antes de responder. – Sim, éramos apenas nós dois, infelizmente não conheci a minha mãe. – a pena nos olhos de Orrin fez meu coração palpitar. Primeira mentira jogada com sucesso. – Meu pai me criou e foi um choque muito grande quando soube que ele havia falecido de uma forma tão cruel. – essa frase não era uma mentira como um todo, o que ajudava na crença dos demais no que eu falasse depois disso. Jogar a verdade no meio de uma grande mentira era sempre a melhor saída.

Onde você estava quando isso aconteceu, Halsey? – a pergunta de Mike me fez virar para ele novamente. Eu não podia parecer apressada para responder, então aproveitei a aparição do garçom para que ele trocasse meu prato. Agradeci seu gesto e voltei minha atenção para Pence, finalmente respondendo-o. – Eu estou numa faculdade integral, morando lá, em Long Island. Infelizmente não consegui sair para participar do enterro, porque estávamos numa época muito conturbada de exames. Não via meu pai fazia um tempo quando isso ocorreu. – ambos os homens afirmaram com a cabeça, extremamente abalados com a minha história. Agora que estavam os dois comovidos e empáticos, eu podia jogar as iscas e esperar que eles pegassem. – Mas, meu avô me deu toda a assistência que podia. Inclusive, foi me visitar durante o meu luto.

Os dois se olharam, surpresos com a minha colocação. Parecia que Linus Maddox não tinha a confiança de todo mundo naquela festa e isso me fez segurar uma risada. Ele só não me queria ali, como precisava de mim. Otário. Sua eleição estava em minhas mãos. – Não esperávamos essa atitude de Linus. Ele sempre coloca a carreira na frente de qualquer coisa. – a frase alfinetada de Orrin fez meu avô trincar o maxilar no meio do sorriso. Eu também sorri, deixando que ele visse o lampejo de sarcasmo que se passou pelo meu rosto. Eu tinha sacado o ponto fraco daquela situação, e usaria ao meu favor. – Também fiquei surpresa, meu avô sempre com tantos afazeres, ocupações, tirou um tempo pra se preocupar com a neta, que não encontrava a vários anos. Isso realmente me deixou...Impressionada. – beberiquei a água para esconder o sorriso por causa da expressão de vovô com a minha frase. O sangue estava subindo pra sua cabeça, assim como o nervosismo. Mas, o sorriso cínico não se desmanchou. – Minha família sempre está em primeiro lugar, sem sombra de dúvidas.

O olhar de julgamento de Linus parou em mim por alguns segundos. Ele queria entender o que eu estava fazendo, e por que, já que só bastava um estalar de dedos para que eu fosse parar diretamente na cadeira. Mas, ele também precisava de mim para conseguir a maioria dos votos no parlamento. Ou seja, era uma via de mão dupla. Nenhum dos dois sairia prejudicado, a não ser que o passo em falso fosse dado por alguém. – Você passou a infância na casa dos seus avós, não foi? Por que foi embora tão nova, com seu pai? – esses caras pareciam saber demais do meu passado. Meu avô pode ter jogado verde pra eles antes, e aí saberiam o que me perguntar. Eu tinha que ser esperta também. – Meu pai queria morar em Nova York desde sempre, e eu era responsabilidade dele, por isso fomos embora. Mas, sempre que podíamos, voltávamos para visitar a família. – os ombros do meu avô relaxaram, ele pensava que eu tinha parado de jogar. Engano dele. – Não que fosse muito agradável retornar.

O olhar do meu avô foi tão fulminante que, se fosse um filho de Hefesto no seu lugar, provavelmente eu teria virado fogo ali mesmo. Linus apoiou o guardanapo lentamente ao lado do seu prato e, mais uma vez, me fitou. – Halsey, querida, podemos ir no meu escritório? Acabo de lembrar que tem uma coisa que o seu pai me pediu para lhe entregar. – Orrin e Mike pareceram bastante curiosos com essa colocação, mas, se iam falar alguma coisa, desistiram ao ver a cara do meu avô. Afirmei com a cabeça, também apoiando o guardanapo na mesa e levantando do meu lugar. – Foi um prazer conhece-los. Agora, se me dão licença... – ambos concordaram, e eu saí no encalço do meu avô, em direção ao seu escritório, que ficava numa ala um tanto afastada do salão onde acontecia o jantar.

Ao adentrar, era nítida a presença de várias fotos com minha avó – no casamento deles, na formatura do meu pai e da minha tia, no casamento da minha tia, na formatura da minha prima – e uma grande foto da família numa moldura no meio do escritório. Meu avô e minha avó sentados cada um numa poltrona, no meio, de mãos dadas e sorriso cínico no rosto. Atrás, minha tia Taylor e o marido, que eu não recordava o nome porque ele era sueco. De um lado, minha prima escrota Charlotte, e do outro, meu pai. Foi um soco no estômago ver a silhueta de Maxon Maddox naquela foto, na qual ele estava exatamente do jeito que eu lembrava. E, o pior de tudo foi ver todo mundo...Menos eu. Sempre soube que eu nunca fui da família, mas ali estava a maior prova.

O que você pensa que está fazendo, Halsey? Querendo arruinar a minha vida e a sua? – a porta bateu com força atrás de mim, e a voz raivosa do meu avô ecoava pelo local. Virei calmamente em sua direção, mantendo as mãos nas costas pronta para pegar minha faca embaixo do vestido. – Sua ameaça coloca a vida de nós dois em risco. Eu precisava garantir que você não ia me passar a perna se eu realmente te ajudasse. – Linus passou longos segundos me analisando para, no final, dar uma risadinha. Franzi a testa, levemente confusa. – Parece que estão te ensinando direitinho as coisas nesse tal acampamento. – revirei os olhos, aproximando-me um passo dele. Meu avô parecia não ter medo de mim e me achar inofensiva. Mas, ele devia. Eu era mais forte do que ele jamais poderia ser, e controlava coisas que jamais ele poderia imaginar. Acabaria com ele em dois tempos, se não fosse tão suspeito. Já bastava de mortes nas minhas costas. – Você pode não acreditar, porque tem uma vidinha perfeita com esses escrotos que você chama de família. Mas, eu também tenho pessoas importantes no Meio-Sangue e sou capaz de fazer qualquer coisa por eles. E, não me pergunte por quê. A resposta é bem simples: eles fizeram por mim o que nenhum de vocês jamais fez.

Outra risadinha apareceu nos lábios do meu avô e eu comecei a me preparar para o absurdo que ele falaria, pronta pra me defender. Ao contrário disso, o homem negou com a cabeça e suspirou. – Ensinaram tudo muito direitinho, só que você esqueceu de frequentar a aula de possessão. – os olhos que eu pensava serem do meu avô receberam nas suas íris uma coloração avermelhada, que emitia um brilho quase imperceptível. Arregalei os olhos, afastando a fenda do vestido e tirando a faca que estava presa na perna, transformando-a em espada assim que a arma entrou em contato com a minha mão. O homem levantou a mão esquerda, e junto com esse movimento, fez flutuar todos os vidros do lugar, lançando-os em minha direção. Abaixei-me, cobrindo o rosto para me proteger dos cacos de vidro, e grunhi. O que quer que fosse aquele troço, com certeza não era o meu avô.

Com o movimento da mão que não segurava a espada, senti o poder da umbracinese entrar pelas minhas veias, e a sombra do meu avô estava sob meu controle. Movi a mão em sua direção, fazendo a sua própria sombra enroscar-se em seu corpo e o prender contra a parede, me dando tempo o suficiente para levantar e andar até onde seu corpo estava preso. Senti minha tatuagem queimar no pulso e os olhos começarem a enegrecer. Fitando-o, perguntei: – Quem é você e o que está fazendo no corpo do meu avô? – mesmo preso, o homem possuído teve a coragem de dar uma risadinha, e eu grunhi, dando um tapa em seu rosto e apoiando a lâmina da espada na sua garganta. – Eu não vou falar mais uma vez: quem é você e por que possuiu meu avô?

Dessa vez, a criatura pareceu ficar assustada, e engoliu em seco antes de responder. – Quando eu era vivo, meu nome era Daniel. Fui assassinado, justamente, porque matei tantas pessoas que jamais seria capaz de computar. Matava por diversão. – não consegui esconder minha expressão de nojo, e apertei mais ainda as sombras ao redor do seu corpo. – Um serial killer. E o que está fazendo no corpo do meu avô? – ele tossiu por causa do aperto das sombras, mas eu não recuei. Estava num total de 100% nem ai para o que ele estava sentindo. Só queria entender o motivo de estar infernizando a minha vida. – Quando fui condenado no Hades, transformei-me num eidolon, e minha diversão é atormentar a vida dos vivos. E eu achei muito divertido tentar possuir o presidente dos Estados Unidos. – revirei os olhos, descendo mais uma vez um tapa no rosto que seria do meu avô. – Eu quero que você saia do corpo dele. Agora.

A criatura soltou uma gargalhada, negando com a cabeça. – Não é assim que funciona, Halsey. Pra que eu vá embora, seja mandado de volta para os Campos da Punição, no Hades, você e seu avô tem que realizar os meus últimos desejos para que eu finalmente descanse. – Eu, sinceramente, não acreditava naquela porcaria. Estava pouco foda-se pros desejos de um condenado, e achava que meu sogro podia cuidar muito melhor daquela alma se eu o mandasse de volta, contando exatamente a confusão que ele causou no mundo dos humanos. Uma confusão desnecessária, que geraria uma consequência grande não só para a minha família, mas para um país inteiro. – Realizar seus últimos desejos? – ri fraco, negando com a cabeça. – Porra nenhuma.

Afastei-me do eidolon que se debatia. Eu sabia que tinha que tomar o máximo de cuidado possível para não machucar o corpo do meu avô, afinal, em algum lugar por ali, sua alma ainda estava viva, implorando para retornar. Mantive a concentração nas sombras enquanto pensava exatamente no que fazer para tirar aquele troço de dentro do corpo de Linus. Concentrei-me em seus pensamentos, e quando tinha seus olhos presos aos meus, amaldiçoei-o mentalmente para que esquecesse por breves segundos quem era ou o que estava fazendo. Assim que seu olhar ganhou um lampejo de perdição e falta de sobriedade, umedeci os lábios, pronta para induzi-lo a fazer o que eu queria. Sua mente estava sob meu controle, e eu me utilizaria disso até desgastá-lo por completo. – Daniel, você entrou no corpo errado, e está decidindo agora mesmo sair dele, pois seu objetivo era possuir alguém que te fizesse uma alma melhor, para diminuir a sua condenação. – ele repetiu debilmente as minhas palavras, acreditando piamente no que eu estava falando.

Mas, eu não contava com o excesso de poderes que estava usando e, quando perdi a concentração nas sombras, e elas começaram a afrouxar, uma coisa levou à outra. Minha cabeça começou a latejar e o eidolon voltou a recobrar sua consciência. Veio até minha direção, pronto para me esmurrar, me queimar, ou o que quer que ele fosse capaz. Fui mais rápida, e desviei do seu soco, segurando uma cadeira do escritório pelo braço e jogando em sua direção. O corpo do meu avô bateu forte contra a parede, e uma fumaça negra começou a sair da sua boca. No lugar de sumir, veio em minha direção, como se estivesse prestes a me possuir. Para a minha sorte, o pingente de camafeu do colar se abriu, e absorveu toda a fumaça, fechando assim que ela foi completamente armazenada, e pesando mais no meu pescoço. Escorreguei pela parede, sentindo o coração palpitar. Quando cheguei ao chão, a porta do escritório se escancarou, e eu vi um semblante desesperado no rosto da minha avó.

Ela correu até o corpo de Linus, que estava apenas desacordado. Olhei para ela, atônita, pois minha avó quem tinha me presenteado com o camafeu que, agora, brilhava no meu pescoço. Ela também me fitou e viu a mudança do pingente, mas não pareceu surpresa. – Eu também tenho os meus segredos, Halsey. – e foi apenas o que ela disse. Fechei a mão em volta do pingente, sentindo-o esquentar na minha palma e fechei os olhos. Eu desejei, por um breve segundo, ter o poder de me teletransportar diretamente para o Meio-Sangue. Eu queria muito não estar naquele escritório, e não estar tão cansada. Preferia a cama do Medusa, ao lado de Ariel.

Nunca desejei tanto isso, como agora.
Observações escreveu:- A escolha do monstro para a possessão de Linus Maddox foi um Eidolon, e sua descrição encontra-se aqui;
- Um trecho da descrição do Eidolon diz que: "é necessário que a vítima da entidade resolva e atenda aos últimos desejos do fantasma, resolvendo seus assuntos inacabados para que a aparição finalmente descanse." Na narrativa, a entidade não descansou, ficou presa no colar, e por isso esse trecho do eidolon foi desconsiderado;
- Os poderes utilizados foram apenas mentais, como dito na resistência passiva do monstro;
- Essa CCFY tem como objetivo o desenrolar da trama pessoal da personagem. Os XPs, dracmas e item que podem ser recebidos como recompensa são apenas um complemento. Favor levar em consideração toda a trama de Halsey e toda a ambientação da sua vida na narrativa.
Observações:
Item desejado:
• Mors continens [Um colar com um camafeu pequeno com um desenho de rosa como pingente, feito de madrepérola prateada, que ajusta-se perfeitamente ao pescoço de Halsey, sendo delicado o suficiente para não chamar atenção quando utilizado. | Efeito 1: Quando o Eidolon deixou o corpo do avô de Halsey, ficou preso no pingente de camafeu do colar, tornando-o um recipiente da alma, sendo completamente inquebrável, imune à magia e à ataques físicos. |Efeito 2: Quando utilizado, a semideusa fica imune à qualquer tipo de possessão. | Efeito 3: Se for perdido, o colar retorna ao pescoço da dona depois de um turno. | Bônus: Quando utilizado, o colar oferece à Halsey um acréscimo de 15% de dano em poderes relacionados às trevas. | Não possui espaço para gemas. | Status 100% sem danos. | Madrepérola prata. | Mágico. | Conquistado em CCFY]
Itens levados:
• Lança Curta [Uma lança pequena, com uma haste e a ponta feita de bronze celestial, essa arma geralmente é usada para estocadas, geralmente com escudos, ou para arremesso, porém você pode sempre criar um novo uso para ela. Sinta-se livre, só não faça nada que irá leva-lo ao hospital depois. | Efeito 1: Tal lança é dotada da capacidade de provocar pequenos choques quando a sua ponta é pressionada, o que geralmente atinge apenas inimigos, afinal é uma ponta pontiaguda. | Efeito 2: A lança possui a capacidade de deixar a ponta mais afiada ou mais arredondada, sendo que deve ser modificada antes de entrar em combate. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

Smartphone Divino [Um smartphone feito especialmente para os semideuses. Ainda é um aparelho tecnológico, sendo necessário ter uma passiva que permita uso de tecnologia ou um item com o mesmo objetivo. O smartphone possui um sistema operacional próprio e mais avançado do que os conhecidos Android e iOS. Ele vem com aplicativos especiais para o meio-sangue: bestiário; mapa de locais mitológicos conhecidos; visão de raio-x; identificador de monstros; locais mais próximos seguros (estabelecimentos ou semideuses adultos que oferecem abrigo); disk taxi das irmãs cinzentas; mensagens de íris ao colocar um dracma contra o sensor de objetos na parte traseira do smartphone; identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades. | Efeitos: Além de ter todos os programas populares de um smartphone, possui aplicativos exclusivos para semideuses; Efeito 1: possui runas de resistência e renovação, permitindo que o celular se reconstrua caso quebrado | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]
Tatuagem:
• Marca do ódio: Tatuagem designada ao filho da deusa da discórdia. Possui o formato de uma rosa-espada marcada em cor preta na lateral do pulso esquerdo. Quando tomado pelo puro ódio, o filho da deusa ganha +30% em força nos seus golpes de curta distância. Seus olhos se tornam completamente negros e intimidadores para o adversário, uma vez que seu efeito é ativado. | Desconhecido | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico [Conquistado em Missão]
Poderes utilizados:
Poderes passivos:
Nome do poder:  Apreciadores da Discórdia
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia são parcialmente conhecidos por serem bastante impiedosos, do tipo que gostam de ver “o circo pegar fogo”, ainda mais se forem eles mesmo que causaram o “incêndio”. (Isso depende muito da pessoa, alguns de seus filhos podem ter não herdado sua maldade.)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Energia
Descrição: Caso haja um clima de discórdia, vingança ou ira no campo de batalha, você irá se sentir mais forte e revigorado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5 de HP e + 5 de MP.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ambidestria
Descrição: Éris/Discórida era braço direito de Ares, por isso - ao menos com armas - seus filhos são ambidestros. Tendo habilidade de manuseio com ambas as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Mesmo estando com uma arma na mão dominante, conseguira usar outra na mão oposta sem qualquer problema.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Bom ator
Descrição: Devido a sua habilidade em contar mentiras, você acaba sendo um improvisador nato e essa habilidade pode lhe ser muito útil para sair de momentos difíceis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em poderes ativos que necessitem de persuasão, ilusão ou mentiras. +15% de chance de sair de uma situação complicada usando tal habilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aprimoramento de força
Descrição: Como Éris/Discórdia acompanhava Ares/Marte em batalha, seus filhos conseguem aumentar sua força de modo que ela se compara a da prole do senhor da guerra, ficando abaixo apenas de tais crias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força em batalha.
Dano:  +5% de dano se os golpes acertarem.

Nome do poder: Estrategista Habilidoso
Descrição: De tanto criar mentiras você começa a se tornar um bom estrategista, sendo capaz de criar estratégias de batalha quase tão eficientes quanto a das proles de Atena.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de que seus planos funcionem conforme o esperado.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Furtividade II
Descrição:  Éris/Discórdia consegui passar por Ládon, roubar uma das maças de Hera protegidas pelas Hesperides, entrar numa festa de casamento divina, cheia de parentes, e ainda causar uma briga entre Afrodite, Hera e Athena sem ser vista. Nesse nível você pode se tornar tão furtivo quanto sua genitora.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de furtividade em luta. +40% de chance de pegar o inimigo de surpresa.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Vingativo
Descrição: Você é frio e calculista, uma habilidade pessoas - geralmente - vingativas. Por isso consegue manter a calma e o foco mesmo em situações de grande pressão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de foco em batalhas, é difícil te tirar do seu objetivo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Extorsão
Descrição: As proles de Éris/Discórdia são ótimas em extorsão de todos os tipos. Inclusive, são algumas das pessoas mais hábeis existentes em extração de segredos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Conseguirão extrair palavras e segredos dos outros com 50% de chance de dar certo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Causador de Discórdia II
Descrição: Agora, além da boa lábia, eles também têm a capacidade de fazer aliados voltarem uns contra os outros. Seus dons de oratória são excepcionais e eles conseguem facilmente enganar o oponente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Torna poderes de ilusão, mentiras e discórdia através de palavras e da mente 25% mais fortes, agora, isso também serve para maldições lançadas por ele.
Dano: +10% de dano se o semideus conseguir fazer com que caiam em sua teia de mentiras, ilusões e maldições.
Poderes ativos:
Nome do poder: Maldição do Esquecimento I
Descrição: O filho de Éris/Discórdia, pode amaldiçoar o inimigo, o fazendo se esquecer de tudo o que estava fazendo, ou de algo que muito importa durante um curto período de tempo, ficando ineficaz e vulnerável em batalha.
Gasto de Mp: 25 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: Dura apenas um turno, nesse turno, o inimigo não se lembrara de como lutar, de onde está, ou o que estava fazendo, lhe dando a chance perfeita para atacar.

Nome do poder: Palavras venenosas III
Descrição: No estágio final desse poder você consegue colocar ideias na mente de quem desejar com muita facilidade, até em seres de inteligência evoluída e durante mais tempo. A vítima desse poder acha que foi ela quem chegou naquele pensamento, a não ser que ele seja extremamente absurdo. Só funciona com cinco pessoas por vez durante três turnos.
Gasto de Mp: 50 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP
Extra: A pessoa passa a agir conforme o desejo do filho de Eris/Discórdia durante três turnos.

Nome do poder: Umbracinese IV
Descrição: Você aprendeu a manipular a sombra do oponente conforme o esperado, e agora, além de conseguir prendê-lo, e manipular todos os movimentos desses – imitando os seus – também será capaz de utilizar-se das sombras de outra maneira. Lançar facas, e outras coisas em direção ao mesmo, pois, seu controle ficou ainda maior, mas lembre-se, quanto mais tempo usar-se dessa habilidade, mais energia você gastara, e em algum momento, tal habilidade poderá acabar falhando com você.
Gasto de Mp: 35 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Já consegue usar mais de uma habilidade ao ativar essa, mas lembre-se, seu oponente será como um espelho, e tudo que você fizer, ele irá imitar.
FPA:
wearing • white house • someday • lot of people
I see that look in your eyes It makes me go blind, cut me deep, these secrets and lies. Storm in the quiet
h
a
l
s
e
y



heiress of chaos
and discord


Halsey Rose Maddox
Halsey Rose Maddox
Líder de Éris
Líder de Éris

Idade : 19
Localização : Acampamento Meio-Sangue

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Re: A casa Branca

Mensagem por Afrodite em Ter Jan 22, 2019 5:12 pm

Halsey


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 20.000 XP  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 20.000 xp e dracmas

Comentário:
Querida,
Eu amei sua narrativa. A sua escrita é excelente e não encontrei erros, além de tudo, a forma como narra prende completamente o leitor. Sua trama é, claramente, um tanto complexa e Halsey é uma personagem muito interessante. No entanto, para fins de jogo, o item pedido sofreu uma pequena modificação e ficou assim:

• Mors continens [Um colar com um camafeu pequeno com um desenho de rosa como pingente, feito de madrepérola prateada, que ajusta-se perfeitamente ao pescoço de Halsey, sendo delicado o suficiente para não chamar atenção quando utilizado. | Efeito de ligação: Se for perdido, o colar retorna ao pescoço da dona depois de um turno. | Efeito 1: Quando o Eidolon deixou o corpo do avô de Halsey, ficou preso no pingente de camafeu do colar, tornando-o um recipiente da alma, sendo completamente inquebrável, imune à magia e à ataques físicos. | Efeito 2: Quando utilizado, a semideusa fica imune à qualquer tipo de possessão. No entanto, ao bloquear uma tentativa de posessão, leva três turnos para recarregar. | Efeito 3: Quando utilizado, o colar oferece à Halsey um acréscimo de 15% de dano em poderes relacionados às trevas. | Não possui espaço para gemas. | Status 100% sem danos. | Madrepérola prata. | Mágico. | Conquistado em CCFY]

Enfim, meus parabéns pelo excelente rendimento! Aurevóir!




Aphrodite
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heartbreaker
Afrodite
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Deuses Olimpianos
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