The Blood of Olympus
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[RP's] Kagawin J. Ledger

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Mensagem por Kagawin J. Ledger em Sex Jun 14, 2019 3:55 am



A noite, serena e límpida, chegara como uma obra de arte no fundo daquela esbelta paisagem. O fulgor da lua intensificava a vivacidade da floresta do acampamento meio-sangue. Kagawin sentava ali, rente a uma enorme árvore vetusta, apreciando a leitura de um insigne livro sobre seu progenitor: o grande preguiçoso Hipnos. Desde o momento da reclamação, o semideus ansiava por conhecimentos. Tudo ainda parecia muito confuso, caótico. Compreender o que tinha acontecido com ele durante toda a aventura de saída de casa até a reclamação demoraria alguns dias. Vivera quinze anos pensando que o pai tinha morrido e descobrir que o mesmo era um deus grego deixava o garoto com o cabelo em pé. Mas quem não ficaria?

A serenidade daquela densa floresta fazia com que Kagawin fosse um grande frequentador do local. As leituras e pensamentos sempre fluíam melhor quando na quietude. No entanto, constantemente acabava cedendo ao cansaço e preguiça, pegando no sono rapidamente, problemas que os filhos de Hipnos mais sofriam. O semideus manteve-se atento a leitura, gravando cuidadosamente cada conhecimento novo que adquiria, ao mesmo tempo que lutava contra a invasão violenta do sono contra sua pequena estrutura física. Por que precisava ser filho de Hipnos e não de Zeus, ou alguma divindade mais... ativa? No momento em que pousou o pesado livro sobre as pernas, percebeu a figura de um pequeno e exótico coelho lhe encarando. Os olhos animalescos da criatura fixavam no do semideus.

Nossa! Eu já estou sonhando acordado? — Exclamou o garoto para si mesmo. Tinha total consciência que as proles de Hipnos conseguiam fazer tal ato, mas não sabia que os sonhos eram tão esquisitos. Quem sonhava com um coelho vestindo um paletó e que segurava um enorme relógio nas patas?

Desculpe, meu caro. Mas você não está sonhando! — Uma voz gasguita surgiu como uma quebra do silêncio na floresta. O semideus olhou para um lado e logo após para o outro, na tentativa de descobrir a origem daquele som. Porém, não havia nada e nem ninguém em volta, apenas a presença daquela figura animal. — Sou eu mesmo que estou falando. Até parece que nunca viu um coelho falar... E, antes que você diga alguma coisa, preciso que você me siga, pois estou atrasado para minha tarefa. — Kagawin ainda não compreendia tudo o que acontecia. O animal estava atrasado para quê? Por que deveria segui-lo se o acabara de conhecer? Tais dúvidas deixaram o garoto confuso.

O que eu ganho com tudo isso? — Obviamente o semideus faria essa pergunta. Todas as pessoas que o conheciam, sabiam que o menino era egoísta e não fazia nada que não fosse para o próprio benefício. A expressão do coelho mudou ao ouvir o que Kagawin disse. Parecia não acreditar naquelas palavras. Deu mais uma pequena olhada para o relógio, esboçou um leve sorriso e saiu em disparada para uma moita. — Já que não quer ajudar, não precisa. Procuro outro que sirva! — Disse o animal antes de desaparecer.

Kagawin parecia constrangido. Nunca recebera uma resposta tão certeira quanto aquela. Sempre que dizia sobre ganhar alguma coisa em troca, as pessoas diziam o prêmio, falavam que lhe daria o que desejava e não simplesmente o ignoravam e iam embora procurando outro semideus. Por conta de tudo o que tinha ouvido, levantou-se subitamente do rasteiro gramado da floresta e seguiu na direção da pequena criatura. — Volta aqui! Você não sabe o quão boas são minhas habilidades, pois se soubesse não procuraria outro semideus! — Urrava a prole de Hipnos ao atravessar a pequena moita a qual o coelho havia desaparecido. No entanto, quando ultrapassou aquele obstáculo, sentiu o chão ceder e a força da gravidade o puxar para baixo. Havia caído em um buraco.

Aquilo não era possível. Pareciam horas a queda que o semideus tomara. Naquele momento, o aflito e terror já tomara conta de seu corpo. Sabia que quando o corpo encontrasse o solo, não sobraria nenhum osso inteiro para contar história. O por quê teve que seguir aquele maldito coelho? Seria uma vingança do animal por Kagawin ter dito que não ajudaria caso não ganhasse algo em troca? Ou talvez o coelho também caíra no maldito buraco e já teria encontrado seu fim? Essas perguntas rondavam o pensamento do semideus que se arrependia de ter tomado tais ações. Quando cerrou os olhos com intensidade para ver se acordaria daquele maldito sonho, ouviu ao fundo uma voz saudando a chegada em algum lugar.

Seja bem vindo a floresta encantada!


Itens levados:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Foice Curta [Embora pareça com o instrumento agrícola comum, essa foice é balanceada e reforçada para o combate, sendo que sua lamina é capaz de se alongar. | Efeito 1: A lâmina, feita de bronze celestial e capaz de alongar, ganhando até doze centímetros e, da mesma forma com que alonga, pode também diminuir, ganhando a aparência de um canivete. | Efeito 2: A arma nunca é perdida, sempre retornando para seu dono na forma de canivete caso seja perdida. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]


Missão fixa inicial: Para adentrar no evento de contos de fada é necessário fazer a missão fixa acima, sendo encontrado pelo coelho e guiado por ele até uma toca que o guiara para o mundo mágico. Você deve explicar como foi atraído pela criatura e o que te fez seguir ela, a missão termina com seu personagem caindo em um buraco que parece não ter fim, mas que num piscar de olhos também desaparece, te deixando em uma floresta estranha, onde alguém grita: Bem vindo a floresta encantada.

Recompensas: 500 XP e 500 Dracmas + 1 Fragmento.

Kagawin J. Ledger
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Filhos de Hipnos
Filhos de Hipnos

Idade : 20

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Mensagem por Baco em Dom Jun 16, 2019 5:41 pm


Kagawin 

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

comentários:
Kagawin, bichinho preguiça,

Que vocabulário rebuscado! Eu nunca nem tinha ouvido falar na palavra "insigne" (obrigado, aprendi algo novo hoje)! Não sei se eu que sou ignorante ou você que é muito mais rico que eu nesse sentido (quem sabe os dois). De qualquer forma, sua missão foi bastante satisfatória e apresentou todos os assuntos obrigatórios do roteiro. Senti falta de uma pontuaçãozinha aqui e ali, mas coisa besta e não passível de descontos. Só cuidado na hora de escrever substantivos próprios (como Acampamento Meio-Sangue)! Aguardo para saber o que acontecerá ao seu personagem!

Parabéns e bem-vindo ao Reino de Contos de Fadas, semideus!

Atualizado por Hefesto.


EVOÉ, BACO
"Did someone just call me the wine dude? It’s Bacchus, please. Or Mr. Bacchus. Or Lord Bacchus. Or, sometimes, Oh-My-Gods-Please-Don’t-Kill-Me, Lord Bacchus"
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