The Blood of Olympus
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[OP para Isabella] - O mistério da cachoeira

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Mensagem por Hipnos em Ter Jun 04, 2019 3:49 pm


O mistério da cachoeira


Os curandeiros das enfermarias do acampamento Júpiter descobriram uma nova utilização para as gramas que crescem ao redor da cachoeira da floresta. As águas que escorrem por ela foram abençoadas por Febo e ao chegarem nas margens, regam o solo e transmitem suas propriedades curativas para as plantas.

Ultimamente, no entanto, elas parecem estar diminuindo drasticamente, como se estivessem sendo devoradas de maneira incontrolável por alguma fera. Temendo que não consigam suprir a demanda da enfermaria, os curandeiros solicitaram que você investigue o problema e lhes apresente uma solução.

Local: Cachoeira do acampamento de Júpiter

Premiação: Dracmas e XP.

DIRETRIZES:
• Mínimo de 20 linhas.

• Descrever como foi convocada para o Júpiter.

• Prazo até dia 12/06/2019.

• Seja criativa e se divirta!

• Boa sorte e, qualquer dúvida, fico a disposição.

• Tenha bons sonhos!
Hipnos
Hipnos
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

Localização : Estrela de que se vamo tudo morre minha irmã?

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Mensagem por Isabella Montserrat Hwang em Qui Ago 01, 2019 11:02 pm

fearless facing a hellhound
A truthful smile, a stubborn heart The quiet night is sealed away, hiding every emotion I don’t have to show you Everything I’ve been through Don’t forget your original intentions Even if it’s unclear and muddy, still keep a clear mind Hey, don’t be hesitant, believe you can do it Hey, don’t be apprehensive You either get it or you lose it Hey, see through all the masks See through the puppet games Keep to your original intentions Stay fearless
Abraçada a seu homem, a francesa acordava com o corpo extremamente dolorido. Seus dedos passaram pelos olhos, coçando-os com delicadeza e se virando com cuidado, para não cair da cama, para ficar frente a frente com seu amado. Com o rosto próximo do mais velho, a jovem começou a espalhar beijos sobre a face dele, na intenção de o acordar, que quando ocorreu, com o chinês revelando-lhe seus olhos escuros, apenas o beijou unindo os lábios em um beijo agradável que logo tratou de cortar, sorrindo docemente.

Pronto para sofrer por mais um dia? — Riu, fazendo carinho ao maxilar do maior antes de levantar.

Bom, sofrer não, mas apreciar esse tipo de vista, sempre estou. — Com o torso despido de uma camisa, Jonathan se sentou na cama, vendo sua mulher indo para o banheiro do chalé depois de pegar algumas roupas e a morena revirando os olhos.

A garota assim que finalizou seu banho e a troca de roupas, chegou a ir para o refeitório, onde ela se sentou sobre a mesa do chalé que a abrigava para esperar seu amado, enquanto comia em um silêncio até assustador para aquele local. Ela tinha a sensação de alguma coisa iria dar bem errado naquele dia, mas não poderia prever. Assim que foi devidamente alimentada e acarinhada por seu marido, seguiu para as áreas de treinamento do local, onde estava praticando combate corpo a corpo com seu esposo. A garota tinha certa vantagem, mas nada impossível para o chinês a derrubar.

Algumas vezes, ela o derrubava. Outras, o homem a derrubava. Era engraçado até. Quando não queriam ser interrompidos ou que ouvissem suas conversas, o casal conversava em Mandarim, era isso o que fazia, conversavam sobre tudo o que tinha passado até aquele momento, a expectativa que tinham, se foram atendidas. Afinal, depois de viver em Paris por longos anos sem sequer imaginarem serem parte daquele mundo de monstros e deuses, era um choque. A francesa assim que acabaram o treino acariciava a face do amado.

Wo ai ni, meu amor... — “Eu te amo”, era apenas isso que ela tinha dito.

O casal riu, com a semideusa sendo abraçada pelo marido, deixando a cabeça sobre o peito dele enquanto olhavam para o Acampamento em si. A diferença da realidade sempre gritava quando paravam para pensar. O raciocínio de Bella logo foi cortado, quando viram alguém aproximar-se do casal com uma expressão cansada, por parecer correr. Explicou que a jovem era chamada por Quíron na Casa Grande, ela não sabia bem o que esperar. Afinal, poderia estar muito fodida, ou tinha a chance de ser parabenizada por algo e premiada por algo e tinha a sensação de que estava ferrada. Deixou um beijo no marido e seguiu para o local indicado.

Ao chegar, seguiu direto para a sacada, onde o centauro tinha uma expressão pensativa no rosto, deixando a morena com vontade de descer o cacete em Deus e o mundo, para o que aquele cidadão poderia querer de si naquele momento. Aproximou-se, sentando de frente para o mesmo que estava em uma mesa onde tinha um bule e uma xícara sobre um prato de porcelana onde estava e na visão do mesmo. Será que a matariam se ela esganasse o diretor do Acampamento para que parasse de a deixar curiosa? Provavelmente, e era um defeito dela. Odiava surpresas com todas as suas forças.

Preciso que você vá ao Acampamento Júpiter. Há um problema lá, uma planta curativa deles está sendo destruída e o estoque está baixo. — De modo sucinto, explicou.

Duas perguntas. Uma, porque os gênios não mandam um semideus deles resolver isso e que porra é esse Acampamento Júpiter?  — Questionou. Afinal, se lá tinha semideuses, por que escolher alguém do outro lado do país para resolver o problema deles? Eram idiotas?

O Acampamento há algum tempo, sofreu um ataque de monstros, causado por uma garota, ex pretora, onde a cidade deles foi destruída quase. Eles ainda têm algumas sequelas, mesmo passado um bom tempo. Algumas coisas ainda precisam ser acertadas. Realmente, Isabella. Não sabe o que é o Acampamento Júpiter? — Com uma expressão surpresa, o centauro questionou.

Quíron. Há menos de um ano, se você me dissesse que era um Centauro, eu te internaria num manicômio. Não se surpreenda tanto por eu não saber isso. A única coisa que sei, é que falam que era para lá que eu deveria ter ido, por minha mãe ser Belona, o porquê me escapa, mas seguimos. — Sorriu de canto e o Centauro riu.

Resumidamente, o Acampamento Júpiter abriga os semideuses romanos. Como assim romanos? Se você se lembra das aulas de história da Roma e Grécia Antiga, de uma maneira porca de se dizer, a mitologia romana em sua maioria, é um completo plágio da grega. Os deuses gregos têm suas partes romanas. Dionísio tem Baco, Afrodite, tem Vênus. Hermes, o pai de seu marido, tem Mercúrio. Assim se segue. Você deveria ter ido para o Acampamento Júpiter por sua mãe. Belona, não ter uma parte grega. Ser uma deusa unicamente romana. Você deveria ter ido para a Casa de Lupa, a do conto de Rômulo e Remo, para por fim, chegar ao Acampamento em Oakland Hills. — Explicou com um sorriso bondoso. — Agora, antes que me pergunte da Cidade, os romanos possuem seu município lá, Nova Roma, dentro do Acampamento. Tem excelentes cafés por lá. — Recomendou.

E eu pensando que isso não poderia ser mais louco... Ok, como vou ir de Nova York, para Oakland Hills... Onde fica isso aliás? Sem ser de avião ou de um modo que não me mate? — Questionou.

Califórnia. Vá avisar seu marido e se preparar. Encontre-me aqui em meia hora e te direi como irá. — Com um sorriso zombeteiro o Centauro se afastou e Isabella querendo o matar, concordou e saiu dali.

Chegar no chalé que era abrigado pelas proles geradas pelo pai de seu marido, ir até o mesmo e dizer “Então amor, Quíron vai me mandar para a Califórnia e provavelmente vou voltar toda arrebentada” parecia a coisa mais fácil do mundo, mas assim que foi pronunciada tais palavras, Jonathan amaldiçoou até a primeira geração da família do centauro, até que a mulher quase o deu um bom tapa para que ele parasse de surtar e avisou que iria sim e que meio que não tinha opção de recusar. Apenas pegou sua espada e sua faca, dando um beijo na testa do esposo e o puxou para ir consigo até a Casa Grande novamente. Assim que chegaram onde o diretor os esperava, o casal seguiu o mesmo que andava pelo local, quando Bella viu uma biblioteca e pouco depois, um portal. Deu de ombros, sem dúvida estava chapada. Afinal se centauros existiam, portais também eram possíveis, certo? Se ela morresse, poderia muito bem assombrar o Acampamento.

De olhos fechados, afinal ela não queria ver se fosse morrer, atravessou o portal. Porém, apenas ouviu risos. Como se ela fosse louca, abrindo os olhos e se vendo numa outra biblioteca, diferente da qual estava há alguns segundos. Sem dúvida estava chapada. Só poderia ser. Apenas respirou, buscando a saída daquela biblioteca, que logo a achou, observando melhor. Ela tinha parado numa escola? Não, aquilo parecia errado. Afinal, todos por ali, sem dúvida a maioria, mais de 18, tinham de idade. Era uma faculdade. Se Quíron estivesse em sua frente, sem dúvida o mataria. Como ele podia ter a mandado para o lugar errado? Atravessar um portal e literal, se vira minha filha? Suspirou. Começou a caminhar pelos corredores, até esbarrar numa garota. Suas feições eram delicadas. Seus cabelos negros, junto das feições que pareciam latinas, exibiam um belo sorriso assim que se virou para si.

Você deve ser a garota enviada pelo Acampamento Meio Sangue, certo? — Questionou com um sorriso gentil. — Sou Phoebe Mountbatten, sou centuriã da II Coorte, filha de Ceres, legado de Mercúrio. Bem-vinda ao Acampamento Júpiter! — Sorriu bondosa, e Bella respirou aliviada.

Muito prazer. Felizmente estou aliviada por não ter ido parar no lugar errado ou morrido. Sabe como é, nunca ouvi falar desse lugar e o diretor do meu Acampamento me deixou de frente para um portal e foi tipo “atravessa e se fode aí”. — Deu de ombros, sorrindo de canto. — Sou Isabella Montserrat Blanchard Hwang. Muito prazer. — Curvou-se. Era um costume que tinha criado depois de tanta convivência com o marido e com a cultura oriental, de vez apertar a mão das pessoas, curvava-se.

Você é engraçada. Bom, vou te levar para a Becka, para ela explicar o que você veio fazer aqui exatamente. Ahn sou Olívia Chateaubriand, filha de Plutão e legado em Somnus. Colega centuriã da Phoebe. — Ditou e sem nem questionar, concordou se deixando ser guiada.

Ao sair daquele ambiente, a semideusa observava tudo ao redor. Ela nunca tinha enfrentado um monstro. Entretanto, ainda estranhava aquela situação, como o monstro saberia das plantas curativas justamente ali? Respirou bem fundo. Assim que começou a andar pelo Acampamento, passou os dedos sobre os fios, analisando como tudo ali era diferente, mais militar. Só que sentia que ali não era o seu lugar. Chegando no escritório da pretora, Bella ouviu cada palavra e tudo o que ela precisava fazer. Apenas respirou fundo, seguindo as garotas para onde era o problema que deveria resolver. Como ela daria conta de um cão infernal mesmo? Não sabia bem o que faria. Em sua mente algumas contas daquele problema não batiam. Observava também, as regiões de florestas.

Até que por fim, viu.

Era um cão infernal grande, escuro e parecia estar brincando ali, rolando sobre a grama, fazendo a cria de Belona rir. Se sentia vendo um cachorrinho da sua sogra, brincando. Ainda precisava pensar em como resolver o problema do grande animal e a destruição das plantas para o Acampamento, não entendendo bem o porquê dela ter sido a escolhida para solucionar aquilo. Quíron devia ter batido a cabeça com força. Olivia e Phoebe se olhavam curiosas para a francesa que olhava para as garotas prontas para as destruir, tão sem ideia quanto às centuriãs. Ela lembrava do cão infernal que vivia no local onde morava com quem já tinha brincado, a Srta. O'Leary. As guias apenas discutiam como fariam para derrubar a fera. Até a morena ficar puta e bufar.

Olha aqui, porra dá para pararem de brigar e me deixar falar? Obrigada. — Revirou os olhos quando as garotas a olharam e se calaram. — Sejam menos estúpidas e mais racionais, pensem comigo. Um cão infernal pelo que parece, não é seu habitual ser amigável, dócil, geralmente são mortais certo? — Questionou e ambas concordaram. — Se ele não nos atacou até agora, ele deve ser domesticado, tipo a Srta. O'Leary no Acampamento Meio Sangue. Então ele tem dono. Segundo, como ele sabia que aqui tinha plantas curativas? O que reforça a teoria. Ele é domesticado. — Explicou, pensativa, afinal se o que acompanhou nas Arenas do acampamento era real, as 3 deveriam estar mortas.

Ta! Digamos que esteja certa, o que fazemos agora? — Questionou Olivia.

Se o dono do cão veio justo para essa região, deve ser um semideus de algum deus que tenha relação com fauna e floresta para saber das plantas curativas ou tem conhecimento de vegetação medicinal e sem dúvidas estar ferido. Temos que achar e levar para a Enfermaria e conter o cão para não causar mais perda das plantas. — Explicou. — Phoebe, você acha o dono do cão, eu e a Olívia vamos tentar conter ele. — Pronunciou tranquilamente as olhando e as moças concordaram.

Por ser filha de Ceres e segundo si mesma, como uma filha de Ceres e legado em Mercúrio, poderia sem problema achar o dono do animal. Já Olivia como filha de Plutão, ao menos morta pelo animal elas não seriam, apenas precisavam aproximar-se dele para assim poder pensar direito em como o bicho poderia sair dali. Pela parte do legado, quem sabe não pudesse fazer o cão dormir? Veria isso depois. As semideusas aproximavam-se com cuidado e a passos o mais furtivo que conseguiam parando no ponto mais próximo do cão. Bella respirou fundo, jogando uma pedrinha próxima do animal e saiu correndo. Tinha de criar uma distração para que a romana pudesse pensar em algo. E que melhor distração que ser perseguido por um animal que pode te matar?

Continuou sua corrida, enquanto tentava jogar coisas em direção ao animal, para que pudesse o distrair e ainda assim, se manter viva, afinal tinha um marido para quem voltar. Respirou fundo, escondendo-se atrás de uma árvore cansada, passou seus dedos sobre os fios de cabelo enquanto olhava ao redor para ver se o tal bicho estava perto. Com o fôlego retomado, decidiu voltar a correr, dessa vez na direção oposta, mas fazendo uma curvatura no caminho para que pudesse evitar problemas maiores ocorrerem. Porém, em um ponto da corrida, o cão saltou e avançou contra si, tentando morder a si. A romana se sacudir e com a espada em mãos, fazia vários cortes sobre o cão, como conseguia, também se cortando no processo já que sua posição não era da mais favorável. Ela não soube como, mas acabou por atingir o calcanhar da criatura, e assim conseguiu se soltar dali e saiu correndo novamente.

Merda, Jonathan vai me matar... — Sussurrou para si mesma ainda correndo, mas lentamente daquela vez, devido a seus cortes.

Enquanto corria, ouviu alguns gritos de instruções de Olivía sobre as direções que deveria seguir, mas Bella não questionava, principalmente com o tom autoritário usado pela garota, que parecia não dar espaço para questionamento. Logo, Olivia corria ao seu lado, enquanto observava nas mãos da outra, um pequeno saquinho enquanto parecia cantar algo com uma voz que deixava o animal mais lento. Mesmo com expressão confusa ainda tinha a espada em mãos para tentar se proteger e se cuidar, afinal era apesar de domesticado, uma criatura que poderia a matar. E que ainda não tinha entendido como não matou o tal dono que tinha, como ele o domesticou, mas isso ficaria num outro momento para ser questionado. Durante a correria, o cão tentou atacar a centuriã e a francesa então passou sua arma na pata do bicho que a moveu e a atingiu, fazendo-a ficar inconsciente.

Ao acordar, consciente das suas feridas, sabia que o marido brigaria consigo e bom, que eram reais. Não era uma ilusão ou apenas maquiagem. Observou as facetas familiares de Phoebe junto de Olivia, o cão infernal desmaiado de algum jeito e um garoto de feições orientais, ela conhecia bem aquele biótipo. Era um garoto chinês. Ele era loiro, mais novo que si. Uma expressão cansada e exibia diversos ferimentos. Só restava a dúvida se ele falava inglês. O garoto começou a falar e pela expressão das outras duas garotas, elas não entendiam. A francesa riu baixo.

Ele está perguntando o que aconteceu com o Yifan, o cão infernal dele. — Traduziu com uma expressão serena, olhando as garotas. — Ele está falando mandarim. — Isabella explicou.

E como você sabe mandarim? — Phoebe questionou, curiosa.

Sou casada com um chinês. Seria quase ofensivo eu não saber mandarim. Meu marido adora brigar em mandarim porque podemos ter privacidade por ser difícil de aprender. — Deu um sorriso de canto, olhando o garoto. — Como se chama? — Questionou no idioma do rapaz.

E-eu sou Zhong Yukhei. Sou de Pequim. Sinto muito pelas plantas. É que estou desde... Como é aquela cidade cheia de cassinos mesmo? — Pensou. — Penso que é Las Vegas... Com um machucado na perna que foi se agravando. Foi lá que achei o Yifan. Ele só não me matou porque viu minha bolinha de estresse e começamos a brincar. — Yukhei explicou nervoso. — Como você se chama? — Questionou, tenso.

Huang Meling. — Decidiu se apresentar com seu nome chinês para não o assustar. — Digo. Esse é meu nome na China. Fora da China sou Isabella. Ninguém te fará mal, Yukhei. — Estendeu sua mão e sorriu maternal para o rapaz. — O Yifan foi colocado para dormir e lamento pelos ferimentos dele, afinal tivemos de dar um jeito de o conter, afinal cães infernais nos querem mortos normalmente e meio que o aticei. Mil desculpas. — Pediu, curvando-se em um pedido de desculpas. — O que fazemos agora? — Questionou em inglês, para Phoebe e Olivia.

Precisamos conversar com a Becka. Olívia, leva o Yifan para o Hospital do Fauno. Você é filha de Plutão, pode manter ele sobre controle. — Phoebe comandou e a outra concordou.

Isabella, ao lado de Yukhei, viu o cão infernal sendo levado e o rapaz tinha uma expressão preocupada. Ela tentava acalmar o mais novo, cantando cantigas tradicionais do país Natal do garoto enquanto fazia carinho no mesmo, o guiando para o escritório da pretora. Em um ponto do caminho, ele dormiu e foi colocado sobre as costas da centuriã que com seu legado em Mercúrio tinha mais força que si. Eram apenas detalhes. Assim que chegaram, deixou o garoto sobre o assento ao lado da francesa que tinha se sentado e com tapinhas fracos, acordou o mais novo que agitado, começou a falar atrapalhado, fazendo-a rir.

Não posso te deixar sozinha com ele, porque duvido que você fale mandarim. — Explicou à garota sentada em frente aos dois. — Calma, Yukhei, ela é a responsável por aqui pelo que compreendi. Ela não vai te machucar. — Com seu sorriso gentil, acalmava o rapaz, pronunciando-se no idioma citado por si, nesse ponto, Phoebe tinha saído da sala.

A conversa foi rápida enquanto a francesa traduzia o dito pelo rapaz e pela pretora assim que um acabava de falar. Quando tudo foi esclarecido, com um gesto, Yukhei se retirou da sala. Deixando apenas a morena e a outra mulher ali. Elas conversaram sobre o chinês e o que deveria ser feito, principalmente na questão de barreira linguística. Obviamente no Acampamento Júpiter deveria ter algum semideus chinês que falasse inglês que pudesse ensinar o idioma do país para o garoto. Ela deixou anotado em mandarim algumas frases específicas para que pudesse ser usadas enquanto o idioma não fosse dominado que serviria para todas as ocasiões necessárias. Ao findar daquele assunto, saiu do escritório após cumprimentar a pretora.

As guias a esperavam do lado de fora do escritório, a jovem seguiu até Yukhei, de quem se despediu deixando um beijo na testa, como uma real mãe, garantindo que logo voltaria para ver o mesmo e traria seu marido. Afinal, era bom fazer o garoto interagir também com um outro legítimo chinês. Mandou Olívia e Phoebe cuidarem do garoto e se pegarem, afinal anos de casada, não deixava Isabella lerda de uma tensão sexual, ambas tinham demais só não transpareciam. Apenas sorriu de canto enquanto caminhavam para o mesmo ponto de onde a semideusa tinha vindo, atravessou o portal e viu o Centauro e o marido ali do outro lado.

Eu preciso de uns curativos, um bom banho e dormir o resto do dia. Depois briga comigo, Jon, mas agora eu to acabada. — Saiu dali, sem deixar brechas para seu marido falar alguma coisa.


Adendos:
FPA:
Arsenal:
• Espada do Carrasco [Forjada por acidente a espada possui uma aparência bastante incomum: sua lâmina possui um seguimento principal como os das outras espadas, porém na sua lateral a lâmina se divide em outras pequenas laminas que são capazes de provocar ainda mais dano contra seus inimigos. | Efeito 1: A lâmina é capaz de suportar as mais elevadas temperaturas sem modificar a sua forma, apenas ficando incandescente. |Efeito 2: A espada possui uma espécie de consciência magica e se afeiçoa ao seu primeiro portador e, dificilmente, irá deixar ser portada por outro semideus. | Ferro estígio. |Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Poderes Passivos:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Poderes de Olivia (Legado Completo em Somnus, filha de Plutão, nível 35):
Plutão

Nível 9
Nome do poder: Domador de Criatura
Descrição: Filhos de Hades/Plutão são capazes de se comunicar mentalmente com criaturas do inferno, e por esse motivo também passam a entende-los. Quando se entende um inimigo, é capaz de saber o que dizer, ou fazer, para manipula-los. Assim sendo, os filhos de Hades/Plutão são capazes de domar criaturas como cães do inferno e esqueletos, porém não podem controla-los. Eles ainda podem escolher o que fazer, mas acabam sendo “dominados” pelo filho de Hades/Plutão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Podem evitar ser atacados, ou conseguir informações, porque as compreendem e conseguem manipula-las.
Dano: Nenhum


Somnus

Nível 2
Nome do poder: Dormência
Descrição: Através de sua voz suave o semideus poderá causar uma dormência (uma paralisação) no adversário. Dessa forma os movimentos dele ficarão um pouco mais lentos. Dura dois turnos.
Gasto de Mp: 15 MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: - 10% velocidade do alvo.
Dano: Nenhum.

Nível 22
Nome do poder: Sono Induzido II
Descrição: Ao ativar esse poder em um alvo, o filho de Hipnos/Somnus poderá deixar-lo realmente sonolento. Para isso ele precisa se concentrar em sua vítima, ainda que não precise fazer gestos específicos ou ter contato visual direto. Dura 2 turnos.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Deixa uma pessoa sonolenta atrapalhando a chance de acerto no geral dela em 20%.
Dano: Nenhum.
Extra: Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos.

Nível 34
Nome do poder: Pó do Sono
Descrição: A prole do deus do sono é capaz de produzir um pó mágico especial que funciona como o nome já sugere: por as pessoas para dormir. Eles podem produzir em grandes quantidades para encher alguns saquinhos (cada saco tem 1 uso). Basta alguém jogar o pó em cima do rosto da pessoa para pô-la para dormir. Para critérios de jogo, cada pessoa (incluindo ele mesmo) pode carregar apenas 2 saquinhos consigo por ai (inclusive na mochila/registro divino). Além disso, ele tem que postar produzindo o pó e entregando em ON para alguém, não sendo capaz de fazer isso em batalha, por exemplo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Poderes de Phoebe (Legado Parcial de Mercúrio, filha de Ceres, nível 35):
Mercúrio

Nível 4
Nome do poder: GPS Nato.
Descrição: Nesse nível os filhos de Hermes conseguem facilmente se localizar no globo terrestre. Eles também sempre sabem como chegar a qualquer lugar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá onde está, ou como chegar em determinado local, ou seja, nunca fica perdido.
Dano: Nenhum

Ceres
Nível 25
Nome do poder: Rastreador Inato III
Descrição: Não há rastreador melhor, em ambientes naturais, do que um filho de Ceres/Deméter. Ele poderá, nesse nível, notar sinais que destoam do quadro normal do ambiente, podendo descobrir qual caminho alguém seguiu mesmo depois de dias, além de dizer informações mais refinadas, diferenciando os rastros, definindo tamanho etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +80% de chances de encontrar pistas em ambientes naturais
Dano: Nenhum
Extra: Uma vez por missão, poderá solicitar ao narrador que evidencie pistas bem difíceis de encontrar ou diga diretamente qual caminho seguir (fica a critério do narrador).
wearing without glasses or  bag ••• Begin a momma ••• phoebe & livie & yukhei
Isabella Montserrat Hwang
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Filhos de Belona
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Mensagem por Minerva em Sex Ago 09, 2019 3:12 pm

Isabella



Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000 xp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 20%

RECOMPENSAS: 3.600 xp e dracmas

HP: 70/120
MP:  120/120     

Comentários:
Isabella,
Vamos por partes. No começo de seu texto você narra dividir a cama com seu companheiro, o que não acontece nos Acampamentos (não nos chalés e não quando outras pessoas podem ver) já que esse tipo de contato é proibido pelas regras do AMS. Ainda assim, não lhe descoontei pontos por esta parte porque penso que sendo você e seu marido, algum tipo de negociação pudesse ter sido feita.  

No entanto, eu notei algumas coisas ao longo de sua narrativa como ponto final onde deveria ter vírgula e vírgula onde deveria ter ponto final. Falta de concordância entre uma palavra e o restante da sentença como por exemplo:
"Hermes, o pai de seu marido, tem Mercúrio. Assim se segue. Você deveria ter ido para o Acampamento Júpiter por sua mãe. Belona, não ter uma parte grega. Ser uma deusa unicamente romana. Você deveria ter ido para a Casa de Lupa, a do conto de Rômulo e Remo, para por fim, chegar ao Acampamento em Oakland Hills."
"De olhos fechados, afinal ela não queria ver se fosse morrer, atravessou o portal. Porém, apenas ouviu risos. Como se ela fosse louca, abrindo os olhos e se vendo numa outra biblioteca, diferente da qual estava há alguns segundos."
"Ela tinha parado numa escola? Não, aquilo parecia errado. Afinal, todos por ali, sem dúvida a maioria, mais de 18, tinham de idade. Era uma faculdade. Se Quíron estivesse em sua frente, sem dúvida o mataria. Como ele podia ter a mandado para o lugar errado? Atravessar um portal e literal, se vira minha filha?"
Há muitas outras coisas em seu texto que eu poderia listar aqui, mas creio que já tenha dado para compreender.

Embora Isabella tenha se descoberto semideusa mais velha do que a maioria dos semideuses, é estranho que Quíron não a tenha repreendido pela falta de modos já que, apesar de muito calmo e compreensivo, o centauro exige respeito. Há, também, uma falha de coerência na narrativa quando - aparentemente - ninguém está esperando Isabella naquele momento e ela cruza o portal incerta sobre o local para onde foi levada, mas no segundo seguinte acaba esbarrando em duas centuriãs.

As delhas de sua narrativa continuam quando você é levada para o escritório da pretora e ela, aparentemente, lhe dá a resposta ao invés de lhe dizer para investigar. Então, há todo um caos que foi, no meu ponto de vista, particularmente desnecessário, para conter um cão infernal domesticado - já que havia uma filha de Plutão com vocês, ela poderia muito bem ter conseguido acalmar a criatura -.

Você deu voltas e voltas para resolver o problema que lhe foi passado, sendo que poderia ter optado pelo simples. Talvez você devesse ter investido mais tempo investigando o problema - e seguindo uma das diretrizes da missão - ao invés de investir tanto tempo e esforço para resolvê-lo do modo mais difícil possível, seu rendimento tivesse sido melhor e sua narrativa tivesse sido mais compreensível.

Espero que possa usar essas críticas em futuros textos para melhorar e obter melhores resultados.
Minerva
Minerva
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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