The Blood of Olympus
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Mensagem por Sage Edwin Lockhardt em Sab Jun 01, 2019 8:49 pm



Tópico referente ao evento "Um Reino de Conto de Fadas", onde será postado tudo referente ao mesmo. Sage, filha de Éros, estará individualmente percorrendo o mundo da fantasia em busca de novas aventuras.

;la fille de l'amourTextos por Sage Edwin Lockhardt



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Mensagem por Sage Edwin Lockhardt em Sab Jun 01, 2019 9:13 pm

Missões da Sherlock Sage I


Missão fixa realizada escreveu:Missão fixa inicial: Para adentrar no evento de contos de fada é necessário fazer a missão fixa acima, sendo encontrado pelo coelho e guiado por ele até uma toca que o guiara para o mundo mágico. Você deve explicar como foi atraído pela criatura e o que te fez seguir ela, a missão termina com seu personagem caindo em um buraco que parece não ter fim, mas que num piscar de olhos também desaparece, te deixando em uma floresta estranha, onde alguém grita: Bem vindo a floresta encantada.

Recompensas: 500 XP e 500 Dracmas + 1 Fragmento.

A lua estava brilhante e cantava o céu de um jeito integralmente sensual. Minhas virtudes me levaram a me cobrir entre minhas cobertas diretamente da beliche de meu chalé para me encontrar num livro velho de romance adolescente. — Será que é agora que o Roan descobre que a Annabelle está o traindo? — Mais parecia um livro de novela mexicana que sequer um livro de romance. O clima não estava frio, apenas úmido. Mas como uma pessoa dramática, pouco resistiria em deixar de sentir um frio na nuca por mais ameno que estivesse. O que não faltaria? Obviamente, um chocolate quente. Mesmo que concentrada, meus irmãos adoravam conversar entre si e isso me fazia achar que o romance estava ficando tedioso.

— Fiquem quietos, por favor! — Gritei, franzida. Meus balbucios não foram suficiente para fazer com que se calassem, apenas atiçando cada vez mais seu instinto infantil denominado personalidade. — Vamos pegar seu livrinho besta! — Ameaçaram-me, tirando meu precioso artefato de minhas mãos agora pálidas de nervosismo. — Devolva! — Recitei, fazendo meu famoso biquinho amedrontador. — Nos obrigue, palhaça! — Me sentia muito madura para cair numa lábia inferior daquelas, mas quando se tratava dos meus livros prediletos, o assunto era diferente!

Os jovens, pouco se importando com o perigo que a noite exibia para semideuses como nós, correram. Pude segui-los até uma pequena floresta um pouco distante do chalé e do acampamento. A lua, que parecia sensual, se tornou um manto de escuridão ao ser engolida pelas nuvens negras. O sorriso que era plantado em meu rosto se tornou de desespero ao me sentir verdadeiramente ameaçada pela escuridão ao meu redor. Mesmo vendo meus irmãos recuando a dentro das densas folhas, minha vontade de retornar a meu oásis era bem maior da de ter meu livro de volta. — Será que eu volto? — Certas perguntas assombravam minha mente.

Barulhos provindos dos arbustos a metros de mim me denunciaram um animal branco, de porte médio e de olhar preocupado. Seria normal o mesmo se deleitar de paletó e relógio? Acho que não. Minhas sapatilhas de plástico faziam um barulho alto sobre o solo inteiramente molhado pelos pingos de algum líquido não identificado. O bicho, provavelmente assustado, também pode correr com suas patas desesperadas. Sem saber para onde ir ou o que fazer, movimentei-me, com o olhar sangrando mostrando que eu realmente era uma vítima da noite. Pensando que tudo aquilo era culpa dos meus meio-irmãos, pude me sentir mais confortável caso voltasse para o acampamento e fosse pega pelos monitores.

— Para onde o coelho foi? — Indaguei. Tudo o que sentia e ouvia era o clima ameno e os ventos gritantes em minha pele, me dizendo para recuar. Éolo estaria me mandando alguma mensagem?

Minhas sapatilhas foram arrancadas a força pela física e as suas regras a partir do momento em que me vi cair num buraco ou fenda sem fim definido. Lá o ar era quente e o vento mais forte, a queda só me fazia abrir a boca para vomitar ou gritar, ou até ambos? Minha mente tampouco pensava, só gritava suspirando o resto de oxigênio que restava para si. Meus olhos se fecharam e tudo ficou negro.

Minha cara estava suja com lama quando percebi que havia caído. Seria mesmo lama? Eca!

— Bem-vindo a floresta encantada! — Disseram-me. Ali estaria eu, Sage, filha de Éros, num mundo totalmente desconhecido.
(C) Ross



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Mensagem por Sage Edwin Lockhardt em Sab Jun 01, 2019 9:58 pm

Missões da Sherlock Sage II


Missão fixa realizada escreveu:Animais falantes: Uma das peculiaridades da floresta encantada é que ali a maioria dos animais fala! Isso mesmo, as criaturas conseguem falar e entender a língua humana perfeitamente e Balu, um urso bastante dengoso e viciado em mel é um deles. O peludo está faminto e não consegue alcançar a colmeia de Mel sozinha, mesmo já tendo bolado todos os planos possíveis. Você estava de passagem quando notou a situação do urso. Ajude Balu a conseguir seu mel sem ser atacado por um enxame enraivecido.
Recompensas: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.

Após eu ter dado de cara com um mundo totalmente diferente do qual estava acostumada, me perder numa floresta não era algo tão incomum. — Por onde fui parar, meu deus?! — Minhas paranoias estavam começando a me aborrecer. Coloquei minha mão na cintura e parei para pensar: — Se eu continuar andando, vou me perder mais ainda. Então o correto seria eu retroceder meu caminho! — Havia sido uma ideia genial. Após dois passos para trás, rochas se soltaram e fizeram com que eu caísse direto a um vale e numa caída sem fim. Quando gritei como se não houvesse mais chance de sobreviver, notei que a queda era muito pequena e só tinha me causado alguns arranhões. Meu drama me assustava, certamente. — Para onde vou agora? — Fechei os olhos, suplicando mentalmente por auxílio dos deuses.

Passos lentos contudo graves me trouxeram a vista um grande ser, aparentemente um urso. A tal situação me levou a um grito apavorado, pelo resultado de que ver um urso não é algo tão comum quanto parece. — Quem é você? — Balbuciei, gaga de medo. — Sou Balu, o urso. — Balu, aquele era seu nome. Ele parecia ser um urso gentil, mesmo que eu tivesse desconfiada em relação a isso. — O que faz aqui, Balu? — Mesmo com o sentimento de amedronte, não neguei a me entregar a minha curiosidade. Arrumei meus cabelos cacheados em um grande coque mal-feito para poder enxergar o animal alto com mais nitidez. — Estou faminto, preciso de mel! — Ele exclamava, com a barriga roncando.

— Então porque não pega, Balu? — Oras, seria tão óbvio! — Pois tem bichinhos que me picam e isso dói muito! — Ele gritava, com medo. Fiquei chocada vendo um urso com medo de pequenas... Abelhas? De fato, são insetos que causam uma dorzinha insuportável mas não são tão difíceis de lidar, creio eu. — Vou cuidar delas para você conseguir seu mel, Balu! Me leve até essas pequenas e eu vou tentar cuidar disso. — Topei a missão, acenando com a cabeça enquanto falava. Minha coragem e autoconfiança estava num nível consideravelmente alto, o suficiente, pelo menos, para que eu me sentisse uma heroína de quadrinhos animados. A selva era um ambiente inóspito e, obviamente, selvagem para uma semideusa mimada como eu.

Seguimos uma longa trilha lamacenta até chegarmos a uma grande colmeia, com favas que se demonstravam eternas e lotadas de um mel dourado e apetitoso até para quem não gostasse. Meus olhos, no mesmo momento, se encheram de amor e paixão por notar que aquela obra de arte havia sido criada por um inseto trabalhador. — Elas me machucam! — Ele recuou, colocando seus braços peludos sobre sua face. Eu, em contrapartida, me aproximei da colmeia para tentar falar com as dóceis abelhas operárias. — Com licença? — Pedi, esperando resposta. Afinal, animais ali falavam e parecia cada vez mais comum para mim. Cheguei a um ponto de implorar por atenção, todavia, sequer importavam com minha presença e só ligavam para si mesmas. — Nossa, ignorantes! — Gritei, de forma redundante.

Com meu agouro, elas pararam e voaram em minha direção, algumas até me ameaçaram com seus ferrões. — Se afaste! — Elas proferiram, com raiva. — Porquê tanto ódio, meninas? — Estava precisando entender o porque de tanto nervosismo vindo de minhas novas e aparente amigas. — Não deixaremos com que o urso roube nosso mel! Precisamos dele para nos abastecer e para que nossa rainha fique bem alimentada! — Elas insistiram. Cocei minha cabeça antes de pensar em algum plano para que elas permitissem que Balu se deliciasse de seu generoso mel. — Balu, tive uma ideia. Me coloque encima da sua cabeça para que eu fale com a rainha, pois acho que tenho uma grande proposta! — Falei. Chegando na parte superior da colmeia, pedi a atenção da rainha e com sorte, pude receber.

— Pois não? — A rainha profetizou, com pose magnífica. Ela tinha muito poder e eu admirava isso nas mulheres, ou fêmeas, se preferir. — Olha, eu tenho uma proposta. Eu vi um canteiro lotado de flores, das mais belas com abundância de pólen! Mas só digo a localização se vocês permitirem que meu amigo, Balu, coma um pouco de seu Mel todos os dias. — Havia jogado as cartas na mesa e com certeza deixado ela em dúvida. — Podemos sim aceitar sua oferta, mas ainda vamos ficar de olho nele mesmo assim! Fechado! — Balu estava feliz e eu também. No final pude guiar a rainha e sua colmeia para o grande canteiro que tinha visto durante o caminho para lá e vi as abelhas voarem felizes em busca de pólen. Todos estariam ganhando e Balu poderia comer seu mel a vontade todos os dias. — Obrigado moça! — Ela me lambeu, com sua boca toda cheia do mel delicioso da rainha. Pude me sentir lisonjeada seguindo minha trilha para longe dali, mas com uma mensagem importante e quem sabe vários amigos.
(C) Ross



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Mensagem por Sage Edwin Lockhardt em Dom Jun 02, 2019 9:26 am

Missões da Sherlock Sage III


Missão fixa realizada escreveu:Cadê o nariz?! : Como de costume, Olaf sempre se metia em confusão. Durante os passeios feitos por Arendelle, depois de uma grande queda de um barranco, o boneco de neve perdeu seu nariz feito de uma cenoura. Olaf insistia em dizer que Sven, a rena, tinha papado a sua cenourinha. Convença Olaf de que ele foi o responsável pela perda do próprio olfato e ajude-o a achar!
Recompensas: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.

Após ter dito adeus ao Balu e suas amigas abelhas, pude continuar minha trilha para fora da floresta para viver novas experiências. Minha face de espanto claramente foi notada quando percebi que o clima tropical tinha se transformado num outro ainda mais frio. O mundo encantado parecia te levar aonde você precisava ir, como um fantoche controlado pela magia. — Onde estou agora, meu deus? — A típica frase de sempre. Meus olhos saltitaram de alegria ao ver que um boneco de neve fofinho vinha em minha direção. Por um momento não notei uma grande besta de gelo vindo atrás dele, logo, corri. E o boneco? Sinceramente, nem ligava para ele já que ele era de neve e eu, por outrora, de carne e osso. A breve corrida me fez desabar em meio a um morro de neve extenso, onde rolei até formar uma bola de neve ao meu redor.

Com dificuldade, tentei me soltar do que parecia ser aquele casulo gelado, mesmo que fosse difícil tocar em gelo tão... Frio! Por fim, quando consegui realmente me livrar da neve queimante que me assombrava, me esbarrei de cara com o bonequinho de neve sacana da ultima vez. — Por que aquela besta estava lhe seguindo? — Ela devia ter o perdido de vista após essa mini avalanche. — Eu joguei uma bola de neve nele, mas juro que foi sem querer! — Pronunciava, com seus bracinhos de graveto fazendo movimentos engraçados. Estava numa situação difícil, num mundo estranho, com muitos perigos e mesmo assim, alguém conseguia me fazer rir. — Prazer, Sage! — Ofereci minha mão num ato de cumprimentar a criaturinha.

— Sou Olaf, o prazer é todo meu! — Pronunciou, em contrapartida. — Eu preciso do meu nariz de cenoura, mas vivem pegando ele de mim! Poderia me ajudar a encontrá-lo? — A voz de Olaf era fofa demais e faria qualquer um aceitar seu pedido. — Por mim tudo bem. — Aceitei, visando que não haveria sequer mais escapatória a não ser ajudá-lo para que saísse daquele aparente inferno congelante. Conforme seguimos a dentro da neve, encontramos uma cabana de madeira abandonada, onde, por sorte, pude acender uma fogueira. Olaf, por outro lado, se manteve distante por conta de ser claramente feito de neve. Mas eu, também, pude me manter aquecida por um tempo.

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A cabana, não muito grande mas com um espaço razoável, continha dentro dela uma pequena chaminé e um reservatório de água aquecida pelo solo. As paredes, claramente de madeira como o exterior da mesma, tinham em si penduradas casacos de pele super quentinhos para futuros viajantes. Tanto eu quanto Olaf mal sabíamos ou conhecíamos o morador ou dono da casa. — Quem será que mora aqui, Olaf? — Indaguei, sem ceder a curiosidade. — Não sei não, Sage. — Respondera. Com pressa, vesti um dos casacos de pele e agarrei Olaf pelos braços, ou gravetos, para que enfim, seguíssemos em busca de seu tão aclamado nariz de cenoura. A neve se encontrava densa, profunda. Meus passos, diferentes do boneco, afundavam feito presa em areia movediça.

— Vou te ensinar um truque, Sage! Pisa com as pontinhas dos pés, está vendo? — Ele saltitava, demonstrando que pisar sem fazer muita força ajudava a se dirigir sobre aquele ambiente. — Vou tentar. — Proferi. Durante a floresta, encontramos o que aparentava ser uma trilha limpa, sem muitos resquícios do inverno. — Vamos por ali, vai ser mais rápido. — Não parecia, mas tinha pronunciado de modo imperativo para que ele claramente obedecesse. A trilha não era tão diferente da floresta mas facilitava a locomoção. — Ei, aonde viu pela última vez esse nariz? — Necessitava perguntar, já que se não iriamos perambular pela neve para sempre. — Eu estava perto do lago, e dai sumiu! — Será que ele tinha deixado seu nariz cair na água? Seria uma clara possibilidade.

— Me diga o caminho, quem sabe não está lá ainda! — Recitei, entusiasmada por pensar que tudo aquilo estava chegando ao fim. Meus pés voltavam a prender na neve, mas começavam a escorregar conforme nos aproximávamos do manto aquático. Uma clara burrice minha de pensar que havia caído na água, já que ela estava toda congelada!

(...)

Nossas visitas e reviravoltas pelos lugares por fim nos levou a uma equipe de homens, que por um acaso, retiravam cubos de gelo do lago para sei lá o quê. — Ei, vocês viram alguma cenoura por aqui? — Os interrompi, para logo desvendar o mistério. — Olaf? — O homem loiro exclamou, largando seu instrumento para pegar Olaf nos braços. — Abraço quentinho! — Ele consentia. Parecia um encontro de velhos amigos e eu só parei para olhar com um olhar debochado mostrando que aquela não era hora de reencontros inesperados. — Me perdoe, olha... Sou Kristoff! Sou um velho amigo de Olaf. Ele perdeu seu nariz novamente, não é? — Do jeito que falava, parecia ser algo muito frequente. — Sim, foi isso mesmo. — Confirmei. — Tente olhar por trás do bumbum dele. — Ele ria, mas com um tom aparentemente sério.

Seguindo sua ordem, virei Olaf de costas e vi uma pequena ponta laranja em seu aparente "bumbum" de gelo. Puxando, vi que era sua cenoura. — Olaf! — Pausei, em um grito raivoso. — Eu revirei essa neve toda para isso aqui estar com você o tempo todo?! — Eu me enraiveci, o encarando com cara de mãe dando sermão. — Relaxe. Olaf é sempre assim e nunca vai mudar. — As gargalhadas do loiro Kristoff me deixava sem jeito em relação a situação. No final, só pude começar a rir tanto quanto eles. — Ora, parece que então achou sua cenoura. Toma. — Entreguei o artefato ao boneco levado, para que colocasse a mesma em seu devido lugar. Finalmente a missão tinha acabado e antes que eu pudesse me movimentar, fui levada de volta para a floresta encantada.

— Ah não, de novo não!

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Mensagem por Sage Edwin Lockhardt em Dom Jun 02, 2019 9:51 am

Treinamento Rigoroso (Aprendiz da vida I)


Missão fixa realizada escreveu:Peculiaridades do mundo mágico – Todo personagem do reino da fantasia possui alguma peculiaridade escondida, uma arma que sabe dominar e não contou a ninguém, um estilo de luta diferente, um saber escondido que não quer compartilhar. Você acabou cativando um desses personagens e ele decidiu te transformar no pupilo dele. Aprenda uma habilidade peculiar com algum personagem do mundo mágico.
Ex: Aprender arco e flecha com a Merida, aprender uma luta marcial com o príncipe Adam, aprender a rugir com um dos monstros de monstropólis. Podem aprender qualquer habilidade, desde que essa possa ser passada a frente, ou seja, não é permitido desenvolver habilidades que não possam ser aprendidas.
Observação: Essa missão pode gerar uma única habilidade e você quem descreve ela, porém ela passa por avaliação e pode ser modificada.
Observação 2: Essa missão só pode ser feita uma única vez por personagem.
Recompensas: 5.500 XP e Dracmas + Habilidade + 3 Fragmentos.
Requisito mínimo: Nível 1.

Meus passos de desespero até uma vila eram necessários para demonstrar o medo apavorante que nutria por aquela floresta. Não precisava de motivos para correr, apenas de estar em um mundo encantado louco já seria suficiente. — Espero conseguir sair desse lugar viva. — Pronunciei, respirando fundo pelo fato de estar me recuperando de uma crise de paranoias vindas da minha mente. Estava agora em frente a uma pequena vila com… Índios? Sim! Logo, cercaram-me com várias lanças me encarando com um rosto amedrontador. — Volte já! — Falavam, como se eu fosse um claro parasita em sua morada. — Acalmem-se, não irei fazer mal a vocês! — Assustada, tentei confortá-los. Estava presa num momento em que só via lanças e lâminas afiadas me encarando, com certeza: Amedrontador!

— Esperem! — Uma voz rouca e sofrida ecoou e fez com que os homens recuassem. De longe, avistei uma velha senhora com roupas de animais e com um cachimbo em sua boca. Ela me puxou com força pelo braço, uma força que imaginei que ela não teria por conta de sua idade. Os outros habitantes da vila sussurravam um com os outros e me observavam com um olhar sério enquanto eu era guiada pela velha senhora. Entramos numa tenda, onde ela se sentou e me deu um gole de água para tomar. — Jovem dos cabelos redondos, da onde vens? — Ela indagou. — Eu não sei mais, sinceramente! — Falei, na mais pura sinceridade.

— Você foi enviada para nossa vila por um propósito. Geralmente muitos jovens aparecem para se tornarem mais fortes, ou em combate com armas ou físico, ou com cura ou até com magia. Quem sabe se você não seria uma destas? — Proferira. — Eu sempre me interessei por treinamentos, mas nunca tive coragem de aprendê-los com alguém competente. Acho que é porque não existe alguém que se interesse em me ensinar. — Minhas palavras comoveram certamente a senhora, que se levantou imediatamente. — Venha. Sou Batsuera, a anciã médica mais forte dessa aldeia, criança pequena. Se ninguém nunca quis lhe treinar, agora é sua chance. — Ela pegou em minhas mãos, com um olhar dócil. — Vamos para os campos começar imediatamente!

Aprendiz da Vida: O começo de uma jornada médica! (Constituição e esquiva)

[RPs] Sage E. Lockhardt ♀ Tarifas-em-Tiradentes-Pousada-Campos-dos-Holandeses-em-Campos-do-Jord%C3%A3o

Em um campo, separou-se três objetos. Uma pedra pequena, média e grande. — Esse treinamento levará um tempo considerável, minha querida. No fim, você aguentará bem mais a dor e saberá conhecimentos medicinais suficientes para curar seus aliados, apenas. Eu jogarei em você cada uma dessas pedras encantadas várias vezes. O intuito disso? É ver o quanto de dor você conseguirá suportar com o tempo. Está pronta? — Ela perguntou. — Estou! — Ao mesmo momento que respondi, ela jogou a pedra pequena em direção a minha cabeça que mesmo sendo pequena, causou um dano considerável. Ela sabia que aquela pedra não faria dano a mim, só arranhões.

Como no acampamento havia treinado muito minha constituição, era comum que as coisas não me surtissem tanto dano quanto em pessoas comuns. Diretamente ela jogou a pedra grande em minha cabeça, que me fez, obviamente, desmaiar. Quando acordei, me encontrava na tenda em que tínhamos conversado anteriormente. — Você quer me matar? — Enraivecida, assenti. — Estou lhe testando, jovem. — Ela balbuciou, dando tragos em seu notório cachimbo. Com suas ervas e fogo, ela me curou com certa facilidade e me preparou para outro "round". Fui levada novamente ao campo, onde, a senhora, num ato rápido, desferiu um soco de força imensurável dentro de meu estômago. — Você precisará levar os golpes, isso lhe deixará mais forte! — Ela sorria, dizendo ao me ver dedicada ao treino.

Após vários e diversos socos de força incrivelmente alta, eu estava muito machucada. — Vamos parar por aqui. — Ela finalmente tinha acabado de se decidir, me levando de volta a tenda para que eu fosse cuidada de acordo com minhas necessidades. Após muitas horas, quando por sucesso estava recuperada, me juntei a noite com os habitantes da vila para me deleitar da fogueira. — Então você é a novata da Batsuera? — Riram, me encarando, logo tomando uma face séria em questão do assunto. — Batsuera é uma forte e incrível guerreira da tribo, que negou a vida de mãe e preferiu a guerra. Mas após uma derrota cruel, se aposentou e se exilou para aprender as artes médicas ancestrais. Hoje é anciã médica mais forte das tribos e nunca teve nenhuma aprendiz. Você é a primeira. — Pausou.

— Mas ela me disse que várias pessoas procuram sua tribo para reforçar suas habilidades. — Confirmei o fato. — Realmente, mas sempre reforçam suas habilidades físicas e nunca suas habilidades medicinais, já que não visam ser algo importante. Mas é bem importante. Valorize esse reforço, moça. — Advertiu. — Está na hora de dormir, vamos. — Todos falavam, apagando suas fogueiras e subindo para suas tendas. Logo eu, fiz o mesmo. A manhã, no dia seguinte, era uma das mais belas que eu já havia visto. Batsuera insistia em me acordas as quatro da manhã para começar seu treino. — Ontem treinamos um pouco sua constituição, mas hoje será um pouco diferente. Você se pergunta: Batsuera, minha mestra, se estou aqui para reforçar meus aprendizados como uma futura médica ou curandeira o que vou ganhar apanhando? Simples! Uma curandeira nunca, digo nunca, pode se ferir! Eles vão precisar de você no combate para curá-los e você não pode dar mole. Precisa se esquivar ou aguentar os socos e por isso, estou te ajudando com isso. — Ela estava certa.

Começamos o treino com o reforço na esquiva e o objetivo era simples: Se esquivar de todos os ataques. A velocidade da senhora era muito mais avançada que a minha por isso havia levado muitos golpes na tentativa de me defender. Em um, ela pode movimentar sua mão e concentrar uma energia mágica em seu punho, que reforçou sua força em 2x mais potência. Como um instinto, cruzei meus braços para bloquear o ataque. — Muito bem! — Ela me disse. — Continue assim e lembre-se: Nunca morra, apenas desvie ou aguente a dor! (...) O dia inteiro foi seguido do mesmo roteiro, até eu ficar totalmente exausta. Era uma rotina cansativa, treinar todos os dias a constituição e a esquiva era frustante mas eu continuava a persistir. Muitos dias que pareciam eternidades muito rápido sem que eu percebesse, passaram-se.

Aprendiz da vida: O quase fim de uma jornada médica! (Herbalismo e conhecimentos medicinais)
[RPs] Sage E. Lockhardt ♀ Plantas-medicinais

A senhora me sentou em uma cadeira, aonde em minha frente colocou uma esteira de palha com várias plantas diversificadas. — Aqui você aprenderá uma parte muito essencial de seu treino: sua etapa final. O herbalismo é uma parte que precisa de decoração pois não é um estudo prático. Vou lhe ensinar o fundamento de cada erva medicinal principal que você precisa saber. Quando você estiver na natureza, deverá valorizar muitas plantas, mas dentre elas: Vulnerária, Cavalinha, Bordo-azul, Figo de nascente e Rosa vermelha. A vulnerária, como você observa a sua frente, é uma grande aliada quando o assunto é queimaduras e ferimentos superficiais e intermediários pelo seu grande poder de cicatrização. — Ela ensinara, colocando a planta em minhas mãos e me dando um pote de madeira com um tronco para moer.

— Moa a planta, mas com seus olhos fechados. Enquanto estiver moendo pense na natureza e foque sua atenção para o ambiente ao seu redor. Pode parecer impossível numa guerra, mas com o tempo você irá conseguir. — Ensinava, enquanto me via e corrigia o jeito de moer. — Moa sempre num movimento oval, como se fosse misturar uma massa. — Segurava minhas mãos, forçando para que eu conseguisse fazer corretamente. — Uma mistura curativa é como uma cor, quando se mistura arruma uma potência maior se for com a planta certa. Então sempre que você misturar vulnerária com cavalinha, terá certeza de que elas serão ótimas para queimaduras avançadas, (primeiro, segundo e terceiro grau) falta de apetite (uma gota na água ou líquido) e até para estancar alguns sangramentos básicos! — Era maravilhoso conhecer esse universo.

— Eu vou aprender só essas plantas? — Tal pergunta fez a senhora rir redundante. — Mas é claro que não. Você aprenderá não só a moer, mas a usá-las em alimentos, em líquidos, para lavar roupas e vai estudar seus efeitos até para transformar uma lâmina em não oxidável! — O mundo das plantas era intrigante e eu estaria disposta a gastar mais tempo na aldeia para conseguir aprender tudo. (...) Nossa rotina do dia a dia era ficar da manhã a noite vigiando as plantas, conhecendo-as. Eu mais parecia filha de Démeter do que de Éros. Conhecer os chás, os sucos, aprender a fazer curativos e usar isso como benefício próprio era maravilhoso. Mas eu só poderia curar meus aliados e por algum motivo nunca guardar esse conhecimento para eu mesma.

Os dias eram longos, eternos. Minha constituição estava ótima e minha habilidade de esquiva muito melhor. Meus conhecimentos médicos eram ótimos e a Batsuera tinha ciência de que eu já não era mais a mesma garota de quando entrei na aldeia. Num dia, enquanto reforçava meus conhecimentos médicos, um soldado muito ferido caiu em meus braços. — Rápido, pegue a folha de louro para mim. — Sabia que o louro, apesar de pequeno, quando mordido tinha certas enzimas que diminuiriam a dor. — Vamos cuidar dele! — O levei para a tenda, onde cuidei para que ele sobrevivesse.

Batsuera se aproximou de mim, ao ver que já tinha cuidado do sobrevivente do combate do jeito adequado. De um modo dócil, deixou que uma lágrima caísse de seu rosto enrugado. — Você está pronta. — Disse. — ãhn? Não estou não, só estou aqui a pouco tempo, não aprendi tudo! — Eu já tinha todos como minha família mas sabia que tinha ficado ali muito tempo, especificamente, quatro meses. — Querida, eu finalmente preparei você para o que lhe aguarda lá fora e você sabe que tem potencial para se tornar uma ótima curandeira, faz parte de você! Siga seu caminho, porque ele não é mais aqui e nós duas sentimos isso. — Ela estava mais do que certa. Chorei, desabando meus cabelos nos ombros claros da senhora, que havia me acolhido como sua aprendiz durante esse tempo maravilhoso. Reuni minhas vestes que tinham sido dadas por eles e as minhas originais, para que tivesse que dizer adeus para esse povo maravilhoso.

— Adeus, Sage. — Ela pronunciou, sorrindo. — Adeus, mestra Batsuera. — Curvei perante a ela, demonstrando respeito antes de colocar meus pés para fora da aldeia que teria orgulho de ter chamado de lar. Quatro meses de treinamento eram muito tempo já no mundo encantado. Para onde eu iria?

HAB + OBS:

TÔ utilizando esse negócio ganho aqui, ó:
Zangado [Parabéns você acaba de ganhar um bônus e durante duas postagens de sua escolha ganhará +50% de XP (0/2)]


Habilidade adquirida escreveu:Habilidade: Reforço Físico-Medicinal
Descrição: Ao passar seu tempo na tribo de Pocahontas, a semideusa pode desenvolver suas habilidades e conhecimentos medicinais com uma curandeira anciã da tribo, assim também aprendendo um jeito especial de absorver a dor sem sofrer muito impacto e como tratar ferimentos de níveis básicos/intermediários com a ajuda de ervas e da natureza.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de constituição, 20% (+5% c/ objetos de medicina arcaicos) de assertividade com instrumentos/ervas/remédios/artefatos medicinais e +15% de velocidade de esquiva.
Obs: Poderes curativos da personagem ganham +5% de efetividade.
Dano: Nenhum

obs: pretendo ganhar essa habilidade pois a personagem será uma futura curandeira



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[RPs] Sage E. Lockhardt ♀ Empty Re: [RPs] Sage E. Lockhardt ♀

Mensagem por Hécate em Dom Jun 02, 2019 5:03 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 16.500 XP e Dracmas + 10 Fragmentos + Habilidade



Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 14.150 XP e Dracmas + 10 Fragmentos


comentários:
Senhorita Sage, sua escrita é excelente e não há como negar isso, mas a forma como descreve as situações é muito rápido. Os acontecimentos que você nos conta poderiam ser melhor explorados para que nos desse uma vontade de ler cada vez mais. Por conta disso estarei recusando a habilidade pedida e alguns pontos de suas missões. A única que não foi descontada é a sua inscrição no evento, no mais, todas as outras sofreram perda de 20% em realidade de postagem. Não hesite em escrever bastante e nos apresentar melhor as situações em que se encontra e nem a personalidade de sua personagem.

É nóiz que tah!







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Mensagem por Sage Edwin Lockhardt em Qua Jun 05, 2019 6:11 pm

Uma aventura digna de contos de fada


Missão fixa realizada escreveu:OP - Uma aventura digna de contos de fada (Liderança do chalé de Éros)

Introdução

Aquela noite estrelada, que gentilmente abençoava a gravidez da rainha, foi a mesma causa da chegada de uma linda garotinha de cabelos loiros. Olhando as estrelas, a mãe e certamente responsável pelo povo além de seu castelo, pariu um bela jovem de olhos verdes e brilhantes como um diamante pintado refletido a luz. — Ela é linda. — A mãe podia segurá-la em seus braços, enquanto penteava seus pequenos e poucos fios de cabelo que foram presente de seu ventre. O rei e pai, alegre, festejou mais que nunca o nascimento de sua prole. Assim, luzes das mais caras e brilhantes, voaram como pássaros no céu para que sempre recordassem aquela noite redundante em festejo.

Por mais que não soubesse, a cria de cabelos claros descendia de um dom absolutamente maravilhoso: Curar com seu canto. Esse dom, peculiar, seria ativado quando ela cantarolasse uma canção.

Brilha, linda flor
Teu poder venceu
Trás de volta já
O que uma vez foi meu

Cura o que se feriu
Salva o que se perdeu
Trás de volta já
O que uma vez foi meu

Uma vez foi meu

Quando pronunciasse, curaria o que estivesse em contato com seu cabelo. Mas havia uma regra: Nunca cortar jamais para que eles não percam sua habilidade. — Precisamos dormir. — A moça, rainha do castelo, pronunciou ao colocar sua filha diretamente no berço para que deitasse em sua cama macia e se colocasse para dormir, finalmente. O homem, pai da pequena, pode fazer o mesmo para que voltasse a governar um reino tão abundante no dia seguinte. A noite era longa, como doce em boca de criança. Mal imaginariam que da moita para o castelo surgiria uma dócil senhora, que por ironia, não agiria tão docilmente quanto aparentava ser pela sua face de idade. Seus passos, turvos e calmos, fizeram com que saísse certamente ilesa da guarda, que por incompetência, adormeceram feito galhos mortos pelo cansaço eminente.

Com calma e serenidade, ao abrir a porta de aspecto velho e antigo, pegou a criança em seus braços, que sequer nenhum barulho fez por estar certamente adormecida e mergulhada em sonhos de profunda tranquilidade. A noite logo se transformou em dia, bem mais lentamente do que o normal. — Onde está nossa filha!? — disse. Seus gritos de agonia claramente atiçaram a guarda e todo o castelo, que clamou insanamente e de modo depressivo a perd ada princesa, que por azar, sumira na noite passada. — Será que vamos achá-la, meu amor? — indagais para seu marido, esperando consolo. — Não sei, querida. Sinceramente, não sei. — A face aparentemente desgastada do mais velho denunciara o quão preocupado um pai poderia se tornar. O receio e medo, que dominava e causava um sentimento de mistério a todos no castelo, fez com que a data do aniversário da princesa se tornasse claramente fúnebre.

A senhora, aparentemente velha, buscava a juventude que seria presente do dom da jovem garota, sempre penteando seus cabelos para viver eternamente juvenil. Dali, poderia viver eternamente mantendo a princesa longe de família, mentindo para que a mesma achasse que o mundo lá fora fosse perigoso.

(...)

Longe, distante. De uma grande janela de madeira, a jovem Rapunzel, conhecida como a garota dos cabelos dourados, observava as luzes pairarem sobre a noite mais uma vez. Um ciclo, que ironicamente, se repetia todos os dias de seu nascimento. Quando criança, teve a chance de achar uma folha trazida pelo vento a sua torre, que claramente demonstrava um homem moreno de porte alto e com uma barba vulgar. Tanto a imagem quanto o homem amoleciam o dócil coração da adolescente. — Será que um dia vou tê-lo? — Sua pergunta fora breve, enquanto levantava-se da borda de sua janela onde apreciava a vista para diretamente se olhar no espelho.

— O que eu sou? — indagou. — Quem você é, Rapunzel? — Tanto parecia uma briga de ideais do que uma vista ao reflexo, como aparentes personalidades longamente se confrontando. — Rapunzel, Rapunzel, jogue suas tranças! — Tão pouco negaria um favor a uma voz tão conhecida como a de sua mãe. Ao mesmo instante, longos cabelos largos e claros desceram rapidamente sobre o muro gélido da torre, acolhendo a mãe de Rapunzel para dentro do quarto de sua filha.   — Ufa, achei que nunca conseguiria. Venha, tome sua sopa! — A mesma rotina de sempre, a sopa todas as manhãs e todas as noites de fato havia se tornado costume para a jovem.

Dedilhando com a colher as ervilhas a metros de si, a princesa perdida pouco desconfiava que sua mãe se aproveitava dela. Com o pente, sentava sua prole num banco e penteava seus cabelos, cantarolando a música que atiçava seu dom. —Brilha linda flor, seu poder venceu, trás de volta já o que uma vez foi meu, uma vez foi meu. — Luzes douradas encantavam o único cômodo e fazia a juventude da mulher resplandecer como uma rosa a se abrir. — Prontinho! Agora logo vá dormir, se não os monstros entraram pela janela e pegaram você! — Mesmo com maturidade suficiente, Rapunzel tinha sido criada sabendo que tudo ao seu redor seria perigoso, por isso acreditava e nutria pavor pelo mundo a fora. — Estou indo, mamãe. — afirmou, se dirigindo a sua cama de cetim que era tão macia quanto pelo de unicórnio.

Bem longe de si a princesa nunca imaginaria que uma mulata estaria prestes a entrar em sua torre e que iria ajudá-la a conquistar um dos maiores sonhos de sua vida.


Inicio

Meus passos curtos me trouxeram a uma floresta densa e muito estranha, mas com certeza nada incomum comparado ao que já tinha presenciado. — Eu e minhas manias de ir para longe! — questionei, para que cruzasse meus braços em tom lastimável. Os arbustos eram enormes e as vegetações cobriam meu rosto de forma quase que integral, algo que nada facilitava para minha convivência ali principalmente a noite. Os barulhos de rastejo me guiaram até um local com uma cachoeira e uma torre quase impossível de não ser notada. — Meu deus, que enorme! — Esboçar uma reação assutada foi a única opção.



(C) Ross



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Sage Edwin Lockhardt
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Idade : 21
Localização : In your heart, baby.

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