The Blood of Olympus
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RP - Kano Pitohui

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Mensagem por Kiwi Pitohui em Sab Jun 01, 2019 8:39 pm

Aqui será onde vai ocorrer alguns rp's de Kano Pitohui


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Mensagem por Kiwi Pitohui em Sab Jun 01, 2019 8:47 pm


Missão Fixa escreveu:Para adentrar no evento de contos de fada é necessário fazer a missão fixa acima, sendo encontrado pelo coelho e guiado por ele até uma toca que o guiara para o mundo mágico. Você deve explicar como foi atraído pela criatura e o que te fez seguir ela, a missão termina com seu personagem caindo em um buraco que parece não ter fim, mas que num piscar de olhos também desaparece, te deixando em uma floresta estranha, onde alguém grita: Bem vindo a floresta encantada.  

O jovem havia sido apresentado ao seu quarto no chalé de Éris a poucas horas, ele havia tirado um cochilo, pois tantas emoções passavam pelo seu coração e sua mente que ele simplesmente se esgotava a ponto de sentir cansaço físico. Abria seu olhos vendo o teto diretamente, sua cabeça doía a ponto de constantemente precisar ficar a massageando para que um certo alívio pudesse surgir, inferno de desgaste mental, não aguento mais ficar passando minha mão pela minha cabeça pensaria ainda com certa raiva de seu cochilo não lhe recuperar totalmente. Em meio a lençóis limpos ele se movia de um lado para o outro a procura de uma posição confortável, tentou posições comuns como abraçando um travesseiro, deitar de bruços, reto e de barriga para cima como um defunto e até mesmo tentou cobrir todo seu corpo deixando apenas um espaço onde usa boca e nariz ficavam para fora podendo ter acesso ao ar fresco, nada adiantava, com um movimento energético ele jogava o lençol para o outro lado da sua cama, pegaria seu anel o colocando no dedo polegar de sua mão dominante e partiria balbuciando para si com a voz rouca:

– Eu preciso comer, comida é a única solução para meus problemas.

Caminharia para fora do grande chalé sem ligar muito para os detalhes de onde passaria algum tempo, pois não estava com cabeça para isso a terra batida já alcançava seu pés, ele estava na área externa e até onde ele sabia comum do acampamento, onde será que se come por aqui?, continuaria a andar pelas trilhas, ele tentava focar em seu olfato, assim que sentisse algum cheiro de comida ele seguiria até o inferno se fosse necessário. Depois de alguns minutos de procura, Kiwi havia se esquecido de sua dor de cabeça, ele mantinha seu foco, mas nada o atrapalhava mais, agora ele conseguiria prestar atenção nos lugar em que estava e assim ver o quão mágico e diferente aquilo pode ser, eu sou um semideus… isso ainda é muito estranho, sequer conheço sobre a história da minha mãe direito, tenho que ler sobre ela depois.

O meio sangue se encontrava no pico de um pequeno monte onde conseguiria ver boa parte do acampamento dali, o sol banhava tudo em tons amarelos e laranjas dando uma certo calor e aconchego, ao longo ele via alguns seres com pernas estranhas que se pareciam muito com o cara que o encontrou, um grupo igual o corno… onde será que ele está, ele conseguia ver parte do lago do acampamento e as pedras que compunham tal ambiente e, finalmente, ele via uma grande tenda com grande movimentação onde fumaças se originavam do solo, era possível ver, de forma não nítida, pessoa com pratos em mãos, o garoto sabia onde precisaria ir, se viraria bruscamente e algo lhe chamava atenção, um animal de médio para pequeno porte com pelagem branca passava em grande velocidade por entre as matas um pouco mais altas, olhando de forma estranha, ele se curvaria tentando se esconder, olharia rapidamente se algo perseguia o animal e não encontrava nada:

– Estranho…

Ele tomaria sua posição normal e partiria para o refeitório, o ser de pelagem branca já tinha escapado da visão de Kiwi, seu foco se voltava para se alimentar, deixa eu ir logo comer, porque vai que acaba a comida. Assim Kiwi fez, com uma feição amigável no rosto o garoto pensava estar aberto o suficiente para novas amizades, por mais difíceis que ele ache ter. O refeitório era claramente menor do que outros refeitórios que já frequentou em suas escolas anteriores, mas não parecia atrapalhar o jovem, ele entrava na fila quieto por não saber com quem falar e esperaria sua vez para pegar seu alimento, com um prato cheio de grãos como arroz, ervilhas e milho acompanhado de uma fatia empanada de berinjela ele seguia para a mesa mais próxima, todos estavam falando, mas assim que ele fez sua ação o silêncio tomou conta do local, todos olhavam para ele com uma cara estranha, ele apenas perguntaria de forma despretensiosa já esperando um tipo de resposta:

– Eu posso me sentar aqui?

Depois de alguns segundos de total estranhamento da presença de Kiwi ali, uma pessoa que ele não conseguia ver o rosto respondia:

– Vá sentar com seus irmãos, você nem chegue perto de nós, você traz caos com você, saia agora!

As palavras que Kiwi ouvia quebravam sua força de vontade momentânea para fazer novos amigos, ele apenas se levantaria com sua bandeja e partiria para uma mesa onde pudesse encontrar seus irmãos, que legal, minha mãe me traz má fama de brinde… obrigado mãe que nem conheço, ele não estava contente com sua atual situação, parado no meio do refeitório ele olhava para seus arredores e ao fundo entre muitas pessoas, próximo a uma árvore tinha aquele mesmo animal que viu anteriormente, ele encararia o bixo por alguns momentos que se mantinha parado, mas voltava a correr como se estivesse fugindo ou procurando algo. Durante o momento em que ficava parado um sátiro se aproximava cutucando o ombro do garoto e apontando para uma mesa, sem muitas expectativas ele seguia para ela, se não for essa mesa eu levo tudo para o chalé e como por lá mesmo, está decidido.

Após ficar devidamente alimentado ele decidia ir atrás daquele animal que se assemelhava muito a um coelho, agora que ele teria parado para pensar. Com seu tempo livre ele voltaria para seu chalé para pegar a faca que ganhou ao entrar no acampamento, ele via muitas pessoas trajadas com armaduras e armas das mais mortais, aparentemente, uma faca poderia não ser a com a imagem mais mortal, porém Kiwi não sabia usar nada e uma faca parecia com o mais seguro. Ao chegar em sua cama via que ela havia sido feita, o jovem sequer questionou, suas coisas ainda estavam lá:

– Será que existem camareiras aqui?

Se perguntava o jovem enquanto mexia em suas coisas na procura da sua faca de bronze, assim que pegava a amarrava em seu cinto e a deixaria guardada em sua lombar, com o estômago cheio e devidamente armado ele partia para as trilhas do acampamento em busca daquele coelho que o rondava. Ele seguia a mesma trilha que anteriormente para chegar ao topo de um pequeno monte, mas agora ao invés de subir até seu topo, Kiwi optava por andar em meio a floresta, pois ali foi a região onde ele viu o animal pela primeira vez. Seguia para a mata mais alta, com sua visão debilitada e um pouco de nervosismo batendo junto de seu coração faziam Kano reconsiderar seu objetivo do dia, será que isso vai valer apena, vai ver isso é só uma brincadeira por eu ser novo no acampamento, sua passada começaria a ficar mais devagar, a dificuldade de perseguir seu caminho aumentava, ele realmente não estava acostumado a uma vida no campo, aquilo era tortuoso para ele. Passado a mata alta ele se deparava com uma floresta parcialmente fechada, tinha alguns caminhos que Kiwi conseguia identificar de tão usados que ele foram que praticamente se destacavam do ambiente, sua testa começava a juntar muita umidade, passaria a mãe em sua testa tirando o excesso e continuaria seu caminho, a luz ainda era facilmente encontrada, olharia para trás e via que ainda sabia voltar caso algo desse errado, mas foi aí que algo aconteceu, galhos das árvores acima do semideus começavam a balançar como se algo estivesse se movimentando por ali, com sua mão ele alcançava a empunhadura de sua faca e se mantinha parado a espera de algo, o borrão branco e já conhecido circulava o garoto e partia em seu caminho para ainda mais dentro da floresta, andar não seria o suficiente, por isso ele corria não com toda sua velocidade por se tratar de um ambiente no qual ele estava desacostumado, seu olhar estava mais para o alto do que para chão, alguns leves tropeços aconteceram não ao ponto de cair, mas para o retardar e deixar ele com a sensação de que nunca alcançaria o animal, um passo em falso foi dado e em um buraco Kano caia, ele olhava para o fundo dele nada, então em um momento de pânico e surpresa ele fechava seus olhos e se contraia quase formando uma bola perfeita junto ao som de seu grito:

– AHHHH!

O seu grito se acabava junto de seu fôlego, ao abrir seus olhos ele se via em uma floresta, ele rapidamente se levantaria e bateria a sujeira de suas roupas, ajeitaria elas ao máximo que pudesse e  tossiria para tentar recuperar um pouco de seu fôlego logo ouvindo de todos os cantos da floresta uma voz estrondosa e nada acolhedora:

– BEM VINDO A FLORESTA ENCANTADA.

Ele retrucaria rapidamente:

– Floresta alucinógena, isso sim.


Coisas:
> Trajando calça jeans preta, blusa tie dye galaxia em roxo, branco e preto, cinto preto e tenis confortáveis pretos.
Bolsa de armas:
: Armas e Itens
   • Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

   + Colar de contas do Acampamento.

   • Anel da alma [um anel de madeira negra velha que possui uma escrita cravada em toda sua lateral em uma língua desconhecida | o anel é de uso individual, após colocado não pode mais ser retirado de forma comum, ele tem a capacidade única de deixar a pessoa invisível por 2 turnos podendo ser usado apenas uma vez ao dia apenas dependendo da vontade do usuário para sua ativação| Sem espaço para Gemas| Beta| Status: 100% Sem danos | |Comum | Item Inicial]
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Mensagem por Héstia em Dom Jun 02, 2019 5:10 pm


Kiwi Pitohui  

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

comentários:
Kano, vou te dar algumas dicas. A primeira delas é, aumente o tamanho da letra de seu template, da forma como está dificulta bastante a leitura. A segunda dica é, separe seus pensamentos por aspas, mesmo tendo sido separados por cores ainda ficou um pouco confuso. E a terceira dica é, separe seu texto em parágrafos menores.


Héstia...
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Mensagem por Kiwi Pitohui em Dom Jun 02, 2019 9:35 pm

Chaotic and Mysterious

Kano havia acabado de sair do buraco em que tinha caído a poucos segundos atrás, os sons da floresta voltavam lentamente a tomar conta do local após um grande grito de boas-vindas que ele escutava, daria algumas passadas se afastando do local onde ocorreu seu surgimento. Pela sua feição ele estava claramente perdido, sua natureza mais fria entrava em dominância, começaria a pensar de forma mais lógica do que poderia fazer naquela situação atípica, seu conhecimento em florestas é praticamente nulo ”o que me resta fazer agora… provavelmente ninguém virá me buscar, logo vou procurar algum lugar bom para subir e ter uma visão melhor da área, pelo menos é isso que aqueles exploradores fazem na televisão”, concluiria com base em suas memórias.

A mata era fechada, então ele decidia por andar em uma direção até encontrar algo, ele fecharia seus olhos por um momento e giraria no próprio lugar, ele deixaria nas mãos do universo a decisão de para que lado ir, pararia de girar assim que sentisse que estava para ficar tonto, o caminho a sua frente era regido por duas árvores que se pareciam com todas as outras, ele se colocaria para andar, pois só ele poderia se tirar daquela situação boba na qual se colocou, ”que que eu tenho na cabeça pra seguir um coelho branco, tudo é tão novo, pensei que ele era amigável”:

– Bom, lá vamos nós.

Começaria sua caminhada por entre as árvores da floresta, mesmo com o tempo passando ele não sabia se teria percorrido uma grande distância ou não, tudo parecia muito confuso naquele lugar. Aquilo que não estava legal começava a ficar pior, alguns insetos como abelhas começavam a surgir próximo de Kiwi, ele manteria a calma e tentaria sair da área o mais rápido possível até que ouvia um choro, isso lhe dava uma faísca de esperança, mas nada que lhe deixasse de fato feliz, seguiria o som com cautela, com passos vagarosos ele se escondia atrás de um arbusto alto e apenas com parte do rosto exposta ele via um urso chorando e reclamando da vida:

– Ó céus, por que não consigo pegar mel com aquelas abelhas.

O urso deitaria com um de seus braços tapando seus olhos e ajudando a secar suas lágrimas, o semideus estranhando conseguir escutar e entender o que o animal falava, agora os animais falam também… não sei porque me surpreendo sendo que existem pessoas com pernas de cabra e chifres, ele saia da sua tocaia se aproximando do animal dizendo:

– Com licença senhor urso, qual seria seu nome? Não pude deixar de perceber que você está triste, gostaria da minha ajuda para algo.

O urso pararia de chorar logo se recompondo e ficando sentado no chão, olharia para o jovem da cabeça aos pés em um momento de silêncio temperado com tensão e diria logo em seguida com uma voz ainda triste:

– Sabe, eu estou tentando pegar mel de uma colmeia, mas eu simplesmente não consigo, as abelhas me atrapalham, me picam e não deixam eu pegar aquele líquido grudento tão delicioso. Me chamo Balu.

– Não seja por isso, talvez esteja na hora das abelhas sentirem um pouco de caos e desespero, não? Vamos lá senhor Balu, vou lhe ajudar.

Um breve momento de caos era tudo que precisaria para relaxar depois de tantas surpresas e após ajudar o ser, Kiwi poderia até mesmo cobrar um favor como um caminho ou saber melhor onde está. Colocaria uma de suas mãos em sua cintura mudando o peso do corpo de um pé para o outro a espera do animal se levantar, com o urso andando sobre duas patas ele diria:

– Venha, a colmeia está logo ali.

O jovem seguia o animal agora bípede até a colmeia, eles andaram por menos de cinco minutos foi algo muito rápido, Kiwi percebia isso por lembrar que já estava vendo algumas abelhas voando por aí. Os dois se mantinham afastados da colmeia, ambos conseguiam ve-la de longe, Kiwi agacharia para descansar as pernas um pouco, pois já estava andando a um bom tempo, enquanto isso ele aproveitava para pensar em algum plano, levaria sua mão ao queixo quase fazendo pose como se fosse algum modelo para alguma escultura, depois de um certo tempo pensando em silêncio ele bateria com sua mão na outra e diria para o urso:

– Tenho um plano para conseguir a colmeia para você, fique aqui que te trarei o que deseja.

Ele havia aproveitado do caos entre o urso e a colmeia o bastante, ele se levantava e pensaria em seu anel, seu corpo começaria a ficar invisível junto de suas roupas e itens que carregava, ele caminharia de forma calma para próximo da colmeia, ela não estava muito alta, ele conseguia alcança-la facilmente do chão, sequer precisava ficar na ponta do pé ”muito bem, espero que meu professor de biologia esteja certo, eu só preciso tirar a abelha rainha daqui que o resto irá seguir ela".

Com o auxílio de sua faca ele cortava um cabo que ligava a colmeia ao galho da árvore a pegando em sua mão. No exato momento um enxame de abelhas começava a surgir de dentro da colméia assim como algumas próximas, elas circulavam seu lar, mas não faziam nada pois não conseguia ver o jovem, ele logo começava a balançar a colmeia em ordem de forçar a rainha a sair, mas isso não funcionava, Kano sequer sentia a abelha se chocar contra as paredes, numa medida mais forçada ele quebrava com a própria mão, após guardar a faca devidamente em seu lugar, e quebrava parte da estrutura externa da casa dos pequenos animais, ele olhava rapidamente e via que a rainha estava no centro em um lugar seguro.

”Ai está o motivo de balançar não funcionar”, concluiria ele agora enfiando a mão com cuidado tentando pegar a rainha sem esmaga-la, ele obtinha êxito, pois a própria rainha ficava presa no mel, a mão do garoto estava lambuzada em tal líquido. A rainha estava na mão de Kiwi que usando toda sua força jogava a bola de mel com a rainha presa para longe correndo para direção contrária que seria a de onde o urso estava.

As abelhas pareciam confusas o anel mortal daqueles seres se quebrava, pois grande parte deles foi voando em direção a rainha a outra parte simplesmente se dispersava pela área deixando a colmeia de lado. O garoto se aproximava do urso desativando sua invisibilidade com a colmeia em mãos e diria em um tom quase que heroico:

– Vamos sair logo daqui, isso foi mais caótico do que espera.

O urso se surpreendia com a repentina aparição do garoto, mas não falava nada apenas corria de volta para o lugar onde se encontraram pela primeira vez. Respirando com o auxílio da boca Kiwi entregava a colmeia cheia de mel para Balu, começaria a lamber sua mão que estava lambuzada disso. O animal enfiava sua grande pata e a retirava todo seu pelo carregava uma grande quantidade de mel, ambos se deleitavam de tal alimento.

– Ei garoto, muito obrigado, isso está muito bom.

– Você pode me ajudar com algo, eu preciso saber, tem como sair dessa floresta?

– Tem sim, apenas siga por ali – ele apontava com sua pata carregada de saliva e mel para uma direção em específico – apenas siga nesse sentido que você vai encontrar uma trilha, vire para a direita e siga até não dar mais.

Kiwi consentiu com a cabeça e se despedia do animal com sua mão, felicidade não lhe trazia tanto prazer quanto caos, apenas seguia o caminho indicado sem pestanejar ainda um pouco ofegante, pois não havia recuperado todo fôlego da sua última correria.



Missão Fixa
Animais falantes: Uma das peculiaridades da floresta encantada é que ali a maioria dos animais fala! Isso mesmo, as criaturas conseguem falar e entender a língua humana perfeitamente e Balu, um urso bastante dengoso e viciado em mel é um deles. O peludo está faminto e não consegue alcançar a colmeia de Mel sozinha, mesmo já tendo bolado todos os planos possíveis. Você estava de passagem quando notou a situação do urso. Ajude Balu a conseguir seu mel sem ser atacado por um enxame enraivecido.
Recompensas: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1

Leia:
  > Olá, estou tentando seguir os comentários da deusa acima, super aceito dicas de narração e da formatação usada, obrigado!
> Trajando calça jeans preta, blusa tie dye galaxia em roxo, branco e preto, cinto preto e tenis confortáveis pretos.
> usado anel da alma (02/06)
Armas:

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Mensagem por Kiwi Pitohui em Seg Jun 03, 2019 3:15 pm

Chaotic and Mysterious

Andava pela trilha que tinha acaba de achar graças a um urso falante chamado Balu, sua respiração já se encontrava normalizada, o sol estava se pondo passando a colorir o céu em tons de amarelo e laranja, esse poderia ser uma memória boa que poderia guardar eternamente se ele não soubesse que estava perdido em uma floresta onde animais falam. Sua visão era focada no horizonte onde ele conseguia ver um grande arco velho feito de uma espécie de metal negro envelhecido, mas após isso nada mudava, ele continuava a trilha normal e uma floresta, não havia sinal de nenhuma cidade, castelo ou algo parecido.

Ao se aproximar do arco que já vira ao longe ele passava a mão nele e percebia que haviam escritos estranhos por toda sua extensão, dentre as muitas palavras tinha algumas que ele entendia por algum motivo, uma em particular chamava sua atenção ”Cordis Visum”, ele falaria de forma baixa, até mesmo a pronúncia saia de forma natural:

— Cordis Visum, visão da alma… como eu sei disso, deve ser algo da minha mãe.

Pensando de forma lógica ele chegava que tudo de estranho que pode acontecer na sua vida é por conta de sua mãe, Kiwi sequer tentaria entender mais a fundo, apenas aceitar sem questionar tanto. Após atravessar o arco sua visão toda mudava em um piscar de olhos, isso o espantava por um momento, ficaria parado apenas olhando seus arredores, era um lugar familiar, ”eu conheço esse prédio, esse restaurante é o meu preferido… estou em Nova York novamente, ainda bem, estava ficando de saco cheio das surpresas daquela floresta”.

Começaria a andar em direção a sua casa, o cheiro de urina seca, álcool e poluição compunham o aroma único da sua cidade, colocaria suas mãos nos bolsos de sua calça e andaria um pouco rápido, pois não sabia se podia se deparar com um monstro pelo local. Tudo estava estava muito bizarro, havia uma sensação de segurança que vinha da cidade, tudo ficava ainda mais absurdo quando Kiwi olhava para a face de uma pessoa aleatória da rua e percebia que seus olhos estavam diferentes, botões negros estavam no lugar do olhos, costurado e tudo, além da dor que ele sentia em pensar passar por tal situação o fazia rumar a sua casa tentando passar o mais despercebido possível.

Por mais que as pessoas parecessem mais cordiais aos olhos de Kano, ele via que uma parcela ainda se mantinha indiferente às pessoas a sua volta. Conseguia entrar no prédio onde seu apartamente se localizava, passava rapidamente pelo porteiro entrando no elevador, agora sozinho dentro dele o jovem relaxava deixando a tensão que sentia ao andar nas ruas da cidade, passaria a mão em sua testa soltando uma grande quantidade de ar dos pulmões por meio da boca, o som do elevador o avisava que havia chego no andar desejado, partiria e entraria no apartamento sem nem bater na porta. Assim que fechava a porta o jovem ouvia seu pai gritando da cozinha:

– Filho, estava esperando por você, onde esteve esses dias, a preocupação só crescia em mim.

A cozinha estava toda bagunçada com tigelas, panelas e utensílios de cozinha jogados por todos lugar, Kiwi pensaria já estranhando o ambiente, ”como assim que meu pai cozinha? tem algo muito errado aqui… não pode ser”, se aproximaria de seu pai pegando em seu ombro e o fazendo se virar para que veja seus olhos e para sua falta de surpresa ele via que seu pai também possui olhos de botão:

— Que porra é essa pai? Por que está todo mundo com esses botões pretos nos olhos?

Sua confusão era clara, mas tinha ainda um certo tom de frieza em sua linguagem corporal, por mais mais que sua voz fosse normal, as palavras não soavam como o desejado. Seu pai sorria, outro coisa que deixava o semideus com mais cautela, ele se afastaria de seu pai ficando no outro lado da grande cozinha, cruzaria os braços a espera de um explicação, o jovem estava bem cético com tudo que acontecia naqueles poucos segundos, sua mão até mesmo chegava a suar um pouco de nervoso enquanto aquela resposta não saia da boca de seu pai:

— Vamos fale logo, você nunca demorou tanto para responder algo… ou nunca sorriu também.

— É algo super simples, para ficar nesse mundo onde tudo é mais feliz, tudo dá certo, tudo que deseja acontece basta você abrir mão de seus olhos e colocar os botões negros no lugar. Eu não entendi muito bem, mas como se recusa algo que apenas pode te trazer benefícios, certo?

Soltaria um som pela boca de total descontentamento “buff”, levaria sua mão ao lábio e olharia para o nada, se perdia em seus pensamento pensando sobre a proposta, de fato era algo irrecusável, o garoto diria ao seu pai:

— Vou pensar no assunto pai, com licença.

O pai de Kano voltaria a cozinha feliz da vida, até mesmo ligaria um som, tudo era tão diferente, ele seguia para seu quarto pensar. Deitado em sua cama olhando para o teto branco de seu cômodo, ”isso tudo está muito estranho, ainda mais depois que eu passei por aquele arco… ‘cordis visum’ olhar o coração de quem, para que?”
Levantaria de sua cama se despindo e ficando do jeito que veio ao mundo, nu, suas roupas sujas ficavam jogadas em um canto de seu quarto próximo da passagem para sua varanda, seguia para seu banheiro para se banhar, deixava a sua faca ao lado da pia.

Com a banheiro cheia de água quente o garoto entrava e ali relaxava apoiando os braços e nuca nas bordas, fecharia os olhos e apenas respirava aquele ar carregado de vapor. Uma voz que vinha da porta do banheiro cortava totalmente o clima que buscava depois de correr tanto por uma floresta:

— Filho, já se decidiu, eu estou com os botões aqui, posso colocar agora em você, o que acha?

— Não quero isso, ainda estou pensado, SAI DO MEU QUARTO!

Falaria de uma forma levemente explosiva, pois seu pai nunca invadiu assim sua privacidade, isso o deixava nervoso. Seu pai parecia se afastar, Kiwi tentaria relaxar novamente, fecharia os olhos apenas deixando o tempo passar. Após acordar do seu leve cochilo na banheira ele sentia sua pele enrugada junto da água que já se encontrava na temperatura ambiente, se colocaria para fora da banheira pegando uma toalha vermelha limpa e se secando, com sua toalha enrolada na cintura como uma saia e sua faca em mãos ele saia do banheiro.

Pegaria roupas novas e limpas para usar, agora com uma blusa branca e um casaco fino cinza junto de uma calça jeans e tênis sport, junto de uma cueca amarela do tipo boxer ele se trajava, voltava a guardar a faca na altura da sua cintura, na região lombar, respiraria fundo após pensar mais um pouco sobre a proposta e partia para a sala em busca de seu pai, olharia para seus arredores sem sucesso, chamaria por ele:

— Pai, você está por aí?

Nenhuma resposta era ouvida, o jovem sentaria no sofá e notava que na mesa de centro havia os botões e linha para costura já com uma agulha amarrada em sua ponta, um calafrio subia sua espinha. Seu pai surgia atrás de Kano apoiando ambas mãos em seus ombros, o jovem levantaria em um salto ficando contra seu pai e dizendo:

— Você está muito estranho, muito atencioso… você não é meu pai.

Acusava aquele ser sem ter nenhum remorso, o ser então sequer ligava, apenas responderia:

— Acho que você não está entendendo filho, eu não estou te dando uma escolha.

Ele estalaria os dedos enquanto pronunciava sua frase, o jovem apoiava sua mão em sua faca, ”ó deuses, não me façam fazer isso, eu sei que não gosto do meu pai, mas isso já demais", pensaria enquanto olhava em busca de uma rota de fuga, ele tinha que sair dali. Seu pai não pretendia dar tempo ao garoto, ele pulava o sofá e partia diretamente no garoto em ordem de derruba-lo, Kiwi tirava a faca de sua bainha, mas era pego muito rápido, ele caia de costas com o ser em cima dele, ele manejava segurar a faca ainda no chão.

A adrenalina corria todo seu corpo, seus músculos se enrijecem o fazendo segurar a faca com ainda mais força, com sua mão livre ele tentava afastar o seu que se passava por seu pai, com a mão armada ele tentaria apunhalar sua barriga para fazer ele se afastar. O ser urrava de dor e saia de cima do garoto que estava com seu corpo todo dolorido, se levantaria do chão meio atordoado e corria para porta, entrava no elevador e saia do prédio correndo de volta para o lugar da onde veio.

Guardava a faca assim que saia do elevador, suas costas doíam de um jeito desconfortável até onde sua respiração respiração ficava debilidade por conta disso. Os olhos alheios de botão todos se voltavam para Kiwi que apenas focava em chegar no arco onde havia passado:

— Que desgraça, cidade horrível, inferno.

Chegava na frente do restaurante anterior, o cheiro de massa sendo esquentada no forno lhe trazia certo conforto naquele momento de desespero, ele buscava aos seus arredores, na parede do restaurante, ali tinha uma arte na parede de um arco como o visto quando estava na floresta, se aproxima tocando a parede. Ao fundo Kiwi ouvia seu falso pai gritando por ele, o nervosismo aumentava, tocava na parede vendo que ela era fraca, a frase lida anteriormente praticamente brilhava na parede, ele dava alguns passos para trás e corria para atravessar a parede.

Os tijolos se abriam como uma porta e o semideus se via novamente na trilha daquela floresta, por mais ruim que a situação seja, ela é melhor do que estar naquela cidade.



Missão Fixa
Os olhos de botão : A sorte de Coraline foi que ela conseguiu escapar da outra mãe, descobrindo assim que sua realidade era melhor do que qualquer fantasia que pudesse criar. Infelizmente, você foi parar no mundo secreto, lugar que se adaptou para a sua vida, só que melhor . Porém, a condição para que vivesse nessa realidade melhorada era que costurasse botões em seus olhos. Você precisa escapar daí, antes que fique preso e perca a sua alma para o mundo secreto!
Recompensas: 4.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 3.

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  > Olá, estou tentando seguir os comentários da deusa acima, super aceito dicas de narração e da formatação usada, obrigado!
> Trajando  blusa branca e um casaco fino cinza junto de uma calça jeans e tênis sport cinza gelo, junto de uma cueca amarela ovo do tipo boxer
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          • Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

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Habilidade Nyx:
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

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Kiwi Pitohui
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Filhos de Eris
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RP - Kano Pitohui Empty Re: RP - Kano Pitohui

Mensagem por Cupido em Ter Jun 04, 2019 3:12 am


Kiwi Pitohui

Animais falantes: Uma das peculiaridades da floresta encantada é que ali a maioria dos animais fala! Isso mesmo, as criaturas conseguem falar e entender a língua humana perfeitamente e Balu, um urso bastante dengoso e viciado em mel é um deles. O peludo está faminto e não consegue alcançar a colmeia de Mel sozinha, mesmo já tendo bolado todos os planos possíveis. Você estava de passagem quando notou a situação do urso. Ajude Balu a conseguir seu mel sem ser atacado por um enxame enraivecido.
Recompensas: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1

Método de Avaliação:
   
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 2500 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 10%
Criatividade/Estratégia em combate + Inteligência: 25%

RECOMPENSAS: 2000 XP e Dracmas + 2 Fragmentos

STATUS:
HP: 105/120
MP: 120/120

Comentários:
Tenho alguns pontos sobre a sua forma de escrever. Primeiro de tudo, não sei se é proposital ou apenas um vício de escrita — vou dar o benefício da dúvida e acreditar ser a segunda opção —, mas em uma missão auto narrada você não precisa escrever como se estivesse tentando fazer algo, você pode afirmar. Como exemplo vou usar um dos primeiros trechos do seu RP. Acompanhe:

"Kano havia acabado de sair do buraco em que tinha caído a poucos segundos atrás, os sons da floresta voltavam lentamente a tomar conta do local após um grande grito de boas-vindas que ele escutava, daria algumas passadas se afastando do local onde ocorreu seu surgimento."

Esse trecho ficaria mais fluído se tivesse sido escrito da seguinte maneira:

"Kano havia acabado de sair do buraco em que tinha caído poucos segundos atrás. Os sons da floresta voltaram lentamente a tomar conta do local após o grande grito de boas-vindas que escutou, e ele deu algumas passadas se afastando do local onde ocorreu seu surgimento."

Note o uso de pontos finais e não apenas vírgulas para definir o ritmo da leitura, bem como o uso de termos de afirmação, tornam o texto mais interessante. Outro exemplo é essa parte que ficou incrivelmente corrida:

"Aquilo que não estava legal começava a ficar pior, alguns insetos como abelhas começavam a surgir próximo de Kiwi, ele manteria a calma e tentaria sair da área o mais rápido possível até que ouvia um choro, isso lhe dava uma faísca de esperança, mas nada que lhe deixasse de fato feliz, seguiria o som com cautela, com passos vagarosos ele se escondia atrás de um arbusto alto e apenas com parte do rosto exposta ele via um urso chorando e reclamando da vida."

Tente ler em voz alta e note como a falta de pontos finais torna esse trecho exaustivo. Ele poderia ter sido assim:

"Aquilo que não estava legal começou a ficar pior: alguns insetos como abelhas começaram a surgir próximo de Kiwi. Ele manteve a calma e tentou sair da área o mais rápido possível, até que ouviu um choro que lhe deu uma faísca de esperança. Nada que o deixasse de fato feliz, mas seguiu o som com cautela. Em passos vagarosos ele se escondeu atrás de um arbusto alto e, apenas com parte do rosto exposto, viu um urso chorando e reclamando da vida."

Você não precisa ter medo de usar ponto final. Se sentir alguma dúvida sobre onde colocar cada pontuação tente ler o trecho em voz alta. Onde você fizer as maiores pausas significa ponto final, nas pausas menores significa vírgula. Não vou pontuar todas as situações em que isso ocorreu porque de verdade acontece durante o texto por completo. Também notei erros como não separar o vocativo com vírgula ("com licença, senhor urso" e "vamos lá, senhor balu") e ainda na primeira frase fazer uma pergunta sem utilizar da interrogação. Os descontos por escrita foram por esse motivo.

Eu gostei do seu plano e achei engenhoso porque ficar invisível não te torna um alvo, certo? O lance é que as abelhas não ficariam voando tão sem rumo assim e rondariam a sua colmeia sendo destruída. Algumas delas bateram em partes diversas do seu corpo, principalmente no braço, e instintivamente atacaram mesmo sem verem o que estavam atacando. Você vai ter um desconto de HP por causa disso, e eu gostaria que você indicasse no seu próximo RP dificuldade pelas picadas ainda estarem recentes, okay? Nada demais, só mostrar alguma dor.

Os olhos de botão: A sorte de Coraline foi que ela conseguiu escapar da outra mãe, descobrindo assim que sua realidade era melhor do que qualquer fantasia que pudesse criar. Infelizmente, você foi parar no mundo secreto, lugar que se adaptou para a sua vida, só que melhor . Porém, a condição para que vivesse nessa realidade melhorada era que costurasse botões em seus olhos. Você precisa escapar daí, antes que fique preso e perca a sua alma para o mundo secreto!
Recompensas: 4.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 3.

Método de Avaliação:
 
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4500 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3825 XP e Dracmas + 2 Fragmentos

STATUS:
HP: 105/120
MP: 120/120

Comentários:
Bom, os comentários sobre a forma meio frenética como os textos sem muita pontuação foram escritos se mantém. No entanto, comparado à missão anterior eu senti o personagem mais vivo, talvez pelo teor da missão ser mais tenso que só conseguir um pouco mel. Dito isso, consegui compreender melhor a personalidade de Pitohui.

Na parte de escrita, que novamente descontei pontos, gostaria de frisar mais uma vez sobre o vocativo que deve ser separado por vírgula pelas regras gramaticais. De exemplos dessa missão temos "que porra é essa pai?" que deveria ser "que porra é essa, pai?". Novamente a dica de falar em voz alta para encontrar pausas, como seria possível na frase "vamos fale logo", que deveria ter uma vírgula depois do vamos. Alguns vocativos foram utilizados corretamente, o que me mostrou que não é questão de erro por não saber e sim erro por falta de costume. Sendo assim, recomendo também sempre revisar seus textos antes de postá-los. Descontei também alguns poucos pontos das ações realizadas, apesar de ter narrado tensão no conflito com o pai do outro mundo o problema com ele foi resolvido com certa facilidade.

No mais, espero acompanhar sua evolução, cria de Éris.


Atualizado por Macária.
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