The Blood of Olympus
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Mensagem por Prowler em Qua Maio 29, 2019 11:36 pm


The rescue of the last soldier
Run against time, guardian, it's time to protect
Dentre os passatempos mais diversos do líder dos guardiões, o descanso parecia ser o menos interessante. Fato era que Prowler era um dos vigias mais atentos que se tinha consciência de existir. Desde que ascendeu ao comando Hespéride, os jardins ganharam reforço em suas demarcações, tal como planos de estratégia subsequentes em tantas contingências quanto se poderia imaginar. Entretanto, mesmo em meio a treinamentos árduos com os recrutas mais inexperientes, ou à vistorias precisas e regulares em cada ponto do recinto, as tarefas, hora ou outra, acabavam de certo modo.  Até onde se sabia, era o momento em que a prole de Ceres parecia ter menos conforto. Em sua mente era nítido o desejo de fixar guarda em algum ponto ou de revisar todas as tarefas, mesmo as analisadas minutos antes. Contudo, Prowler sabia que precisava deixar seus companheiros à vontade para cada função, mais do que isso, o próprio líder precisava estar a disposição, caso alguma ameaça viesse a emergir.

A brasa crepitava ante a fogueira, com as chamas envolvendo a madeira de forma lenta e delicada. Não havia vento forte, senão um pequeno zéfiro que pairava suavemente. As mãos que alimentavam o fogo se atritavam, tentando aquecer-se. A noite havia chegado tinha um tempo, trazendo consigo a delicada sensação do fim do dia.

— As rondas já foram trocadas, os guardiões estão em suas posições. — afirmou o draconiano, aproximando-se devagar de seu mentor.

— Mais pontuais do que de costume. — disse o homem, sem focar os olhos na besta esmeralda. — Relatórios dos céus?

— Nada que deva ter nossa atenção. Sobrevoei todo o jardim e nenhum sinal de perigo encontrado. — deu resposta.

— Ótimo, repita o procedimento dentro de quatro horas. Deve ser o tempo suficiente para um descanso. — Ordenou a prole de Ceres, esquentando-se perante a fogueira.

— É claro. — murmurou o dragão de forma irônica. — Embora pareça que todas suas medidas de prevenção tem sido em vão, visto que nenhum perigo nos assola.

— E Ceres sabe o quão sou grato por isso.

— Que semideus peculiar. — pontuou Lizzard, virando as costas por um momento e deitando-se perto da grama, aproveitando o calor da fogueira, embora o clima natural estivesse agradável por si só.

O suspiro de Prowler pareceu um descanso. Em sua mente, ele sabia que havia sido treinado exaustivamente para aquele tipo de função — e ele a amava mais que tudo. Entretanto, sabia-se também que em tempos de paz e mansidão era necessário aproveitar a tranquilidade, antes que o caos renascesse novamente. De certa forma, a balbúrdia e a guerra jamais adormeciam, apenas espreitavam-se nas sombras, à procura de um lugar para infestar-se.

Ao horizonte, no entanto, o vulto que logo se tornou visível deu vista aos olhos daquele líder. Um dos guardiões trazia em suas mãos um estranho coelho, vestido em trajes humanos, tal como expressões e trejeitos que um animal daquele tipo jamais havia tido. Apresentando-se, o sentinela informou que a criatura havia sido pega perambulando nos jardins, mas o fato que ele contara e os motivos da prisão, não era apenas pelas vestimentas da lebre, como também sua capacidade de falar, o que fez o patrulheiro trazê-lo até seu comandante. Atentos ao animal, Prowler e Lizzard o colocaram perto de uma árvore, ordenando ao guarda voltar para sua posição, ao tempo que eles prosseguiriam com o interrogatório.

— Deixem-me ir, eu já disse que não tenho tempo a perder aqui. — vociferou o roedor.

— Se não tem tempo a perder aqui, o que faz por aqui? — questionou o Líder Hespéride, com seus itens previamente ajustados sobre seu corpo.

— Sou um representante do País das Maravilhas, vim a essa dimensão em busca de ajuda. — colocou o coelho. — Josh, alguém deste mundo, está junto da rainha de Copas, prestes a dominar todo o reino dos contos de fadas, assim como fizeram com meu país.

— Um viajante dimensional? Acredito que isso esteja dentro de sua alçada, Prowler. — comentou o réptil.

— Nunca ouvi falar de tal dimensão, entretanto Dalia me contara sobre o fascínio dos homens pela fantasia. De certo modo nunca imaginei que poderia existir algo parecido. — adicionou o loiro, coçando o queixo por um momento. — Se o que fala é verdade, quer dizer que veio até os jardins Hespérides procurando por auxilio? — questionou.

— Sim, minhas duplicatas também estão a rodar o mundo, procurando semideuses, seja nos acampamentos ou em suas bases espalhadas. — deu resposta o pequeno ser. — Se não pararmos Josh, temo que em breve ele também possa chegar em sua dimensão.

— Isto significa que as fronteiras entre os mundos estão fragilizadas. — pôs o guardião, refletindo por um minuto. — Devemos convocar uma reunião de emergência, averiguar os fatos e vermos qual decisão tomar. — disse o filho da agricultura, dirigindo-se a seu dragão.

— Infelizmente não poderei esperar tanto tempo. O efeito da poção em breve acabará e tudo que sabe sobre mim ficará apenas em sua memória. Assim como as outras cópias, simplesmente desaparecerei. — advertiu a lebre, sorrindo maliciosamente. — Venha comigo e descubra por si mesmo, dou minha palavra que nada acontecerá ao seu mundo. A não ser que Josh triunfe, pois daí eu não posso prever.

— E o que prova que isto não é uma armadilha? — questionou o draconiano.

— Vocês terão de apostar, mas quando me virem desaparecer, tal como uma duplicata, não poderão averiguar tais fatos. — respondeu.

— Se tudo que ele fala é verdade, não podemos correr esse risco. Como guardiões, precisamos estar presentes e evitar que as fronteiras sejam violadas de forma mais rude. Fora que, se ele estiver mentindo, não haverá compaixão e o colocaremos em prisão eternamente. — disse Prowler, tratando de desamarrar o coelho e pondo os fatos de uma provável farsa.

Seguindo o animal, a prole de Ceres e a besta esmeralda souberam de mais detalhes no caminho, com a criatura de paletó explicando os perigos que estavam prestes a encontrar. Quando chegaram perto de uma grande toca, que mais parecia uma caverna, Prowler e Lizzard se encolheram antes de serem sugados e percorrerem o abismo por alguns minutos, até finalmente caírem em uma estranha floresta. BEM-VINDOS À FLORESTA ENCANTADA foi a saudação que ouviram.

Poderes:
Passivos:
-
Ativos:
-

Lizzard:
Passivos:
-
Ativos:
-

Observações:
- FPA

Itens:
• Bindweed [Um escudo leve de metal, em formato circular, de cinquenta centímetros de diâmetro. Em sua frente, alguns espinhos pontiagudos possibilitam ser usado para contra-ataques. Atrás, uma empunhadura fixa o item no antebraço do usuário | Efeito 1: O escudo transforma-se em um relógio, quando não ativado | Efeito 2: Quando utilizado em meio campesino ou florestal, o escudo torna-se mais resistente | Aço | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

Apple Peel [Capa medieval feita de fios de ouro imperial, celulose e seda. Possui uma coloração marrom semelhante ao tronco de macieira, traços de ouro semelhantes a galhos secos de árvore e as bordas assumem a coloração das folhas em cada estação (verão = verde, outono = laranja, inverno = marrom, primavera = verde claro). | Efeito 1: A vestimenta possui capuz e protege o guardião de efeitos referentes ao clima, de modo que eles não sintam nenhum incomodo devido alteração de temperatura. Efeito 2: A capa ainda é capaz de fazer o semideus ficar camuflado em meio a natureza, desde que o mesmo não se mova. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hesperídes.]

Backpack [Mochila escolar feita de couro e com feichos dourados no formato de maçã. O utensílio é capaz de ser utilizado para carregar armas, roupas, cadernos, frascos de poções e o que mais for necessário para a sobrevivência do guardião. | Efeito 1: Ao enfiar a mão no bolso principal da mochila, seu usuário é capaz de retirar de seu interior uma maçã dourada, muito parecida com as existentes no jardim das Hespérides. A maçã pode ser atirada como uma granada, soltando uma fumaça tóxica que faz aqueles que a inalarem ficarem enjoados, não conseguindo efetuar movimentos que não sejam para se defender durante uma rodada. Pode ser utilizado uma maçã a cada três turnos. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hesperídes.]

Burgeon • [Um Katar composto por um bracelete negro e uma adaga dourada. A lâmina pode se esconder dentro do bracelete ou reaparecer quando o usuário faz um movimento específico. O bracelete possui um design atual e pode facilmente passar despercebido em meio a sociedade, como se fosse um acessório de moda. Efeito 1: Resistência a magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolso do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. (Não é possível acrescentar outros efeitos a essa arma). | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | [Épica | Evento Cidade dos Monstros]

Velociraptor linha prime [ Tênis esportivo feito para promover conforto, estimular a movimentação e ajudar o semideus em batalha ou treino. Não têm um estilo específico, já que muda de acordo com as vontades e preferências do dono | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +30% de velocidade ao portador. | Tecido mágico resistente e outros | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

• Oak Twisted [Bastão de adamantino de um metro e meio de comprimento, com quinze centímetros de circunferência. As pontas da arma possuem as imagens de duas tochas cruzadas e um ramo de trigo, desenhadas em cor dourada. | Efeito mecânico: Pode transformar-se em um bastão de dez centímetros, facilitando o transporte. | Bônus de forja: +15% de dano, Bônus Épico: + 4% de chance de crítico.| Adamantino e Tinta Dourada | Super Alfa | Ônix Real: Causa dano baseado na vida do oponente. 4,0% da vida total. – Dano não entra nos multiplicadores de dano, ele é somado depois. | Status 100%, sem danos | Épica | Forjada por Nikolaev]

• Delos [Uma adaga composta por uma lâmina prateada de 20cm, punhal dourado, com várias linhas entrelaçadas. A lâmina emite um brilho intenso ao desejo do semideus, que consegue manuseá-la com perfeição. Sempre volta para o portador e enquanto não é utilizada vira uma pulseira dourada. Na lâmina, está escrito a frase "Que a luz te oriente quando as trevas o encontrarem" em grego antigo. | Efeito 1: Ao ser atingido pela adaga, o inimigo sofre uma paralisação por cinco segundos. | Efeito 2: Uma vez paralisado, caso seja atingido por um segundo golpe, o inimigo ouvirá uma música hipnotizante, deixando-o ao dispor do portador da arma. (Dura 2 turnos) | Outro e Prata Celestial | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status: 100%, sem danos. | Mágico | Presente de Apolo.]




PROWLER • SON OF CERES
Prowler
Prowler
Lider dos Guardiões
Lider dos Guardiões

Idade : 19
Localização : Jardim das Hespérides

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Mensagem por Héstia em Dom Jun 02, 2019 5:10 pm


Prowler 

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento
Lizzard recebe 50XP

comentários:
Bem-vindo ao reino dos contos de fadas.


Héstia...
Some peoples with brave, some peoples something good!
Héstia
Héstia
Deuses Menores
Deuses Menores

Idade : 23

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Mensagem por Prowler em Dom Jun 02, 2019 9:30 pm


An adventure through fairy tales
May the light be with everyone in the battle against Josh
O velho rodopiou por alguns segundos, antes de cair por cima da grama. Às costas, uma enorme capa feita de pele de urso, com um emblema de uma coroa bordado em dourado. Não parecia haver sequer uma brisa, tão pouco o clima tratou de mudar, ocioso e quebrantado. Os olhos de Arthur fitaram ao dragão de cabo à rabo, antes de erguer por um suspiro.

— Visão do inferno! — O herdeiro do trono da Bretanha já não estava em seus melhores anos. Apachorrado, se poderia citar com clareza que não teria menos de cinquenta anos.

— Tenha calma, meu bom homem. — tratou a situação, Prowler. O peito e o dorso cobertos por seu manto escondiam os itens, em posição de manejo, prontos para serem usados, caso fosse necessário. — Eu e meu companheiro dragão não estamos aqui para feri-lo.

— Ousa chamar uma besta alada de companheiro? — indagou, fazendo a fera esmeralda contorcer-se em um sorriso.

— Talvez seja melhor chamar-me pelo nome. Lizzard.

— Fomos trazidos até essa dimensão pelo coelho de paletó. Estamos cientes do que tem havido por todo esse mundo e estamos dispostos a ajudar. — pontuou o guardião, observando atentamente o nobre por cima. Eles haviam se esbarrado segundos antes, pouco tempo depois do roedor de relógio ir atrás de mais semideuses e deixá-los a deriva.

— Ora pois, sou Arthur de Camelot. — o homem possuía robustez, apesar da idade. Seus olhos juntos se emaranhavam com o cabelo grisalho, ao tempo que mais atentamente se via uma armadura brilhante em seu peito. — Odiaria se a lebre trouxesse mais problemas até meu reino. Na verdade talvez tenha trazido.

— De fato. Não há, até onde sei, nenhum critério para as convocações. — pontuou o loiro, reconhecendo o nome do homem pelas histórias que Dalia o contara quando criança. — Sou Prowler, líder dos guardiões das Hespérides, este é Lizzard. — apresentou-se.

— Se não representa perigo, permita que continue meu caminho. Temo que os repteis alados que irei encontrar não são tão amigáveis.

— Existem outros draconianos por aqui? — indagou a fera verde.

— Oh, sim. — arfou por um instante. — Minha espada, Excalibur, era originalmente vigiada por dezenas deles, num recinto conhecido como a pedra do reino mágico. Semanas atrás ela me foi surrupiada e reposta no local, sabe-se lá como. Minha missão é ir até lá e recuperá-la, para só assim proteger meu reino.

— Você é algum guardião? — questionou o semideus. — Não sou de lembrar totalmente sobre contos de fadas.

— Oras, sou o guarda de minhas terras, defensor de minha pátria. Mais que isso, eu sou um rei. — respondeu Arthur.

— Claro. Arthur! — relembrou Prowler. — Um rei justo, por sinal. Um herói para seus servos, um amigo para seus cavaleiros. — adicionou, observando os olhos de Lizzard. — Diga-me, não necessita de ajuda em sua aventura? — Um reino não deve cair sem alguém para defendê-lo, pensou o jovem.

— Se são defensores da virtude e da justiça, eu apontarei o caminho e ficarei mui grato de vossas companhias. — acenou o homem, ajeitando sua capa sobre os ombros e caminhando dali. Os hespérides, sem maiores distinções tornaram a seguir o rei.

Prowler era um jovem bastante afeiçoado na ideia de auxiliar, caso a proposta apresentada realmente o tocasse. Nessa situação em específico, alguns motivos faziam o personagem ter a certeza sobre o apoio a Arthur. O primeiro e mais forte dentre eles era que toda uma cidade dependia do seu rei, um nobre que possuía um sinal de poder em sua arma. Era Excalibur que trazia paz e ordem aos servos e cavaleiros de Camelot. Em contraponto, a prole da agricultura também almejava a vista dos dragões daquele mundo, tendo não só curiosidade, mas também garantindo que eles não fossem devidamente estripados — ou estripassem o velho rei.

O caminho até a pedra do reino mágico se dava por uma pequena colina, nas saídas da floresta encantada. No trajeto, o grisalho contava de suas façanhas ao rapaz e seu dragão, embora muitas delas parecessem exageradas pela visão do semideus. De toda forma, ao que chamou a atenção, fora o conto de que apenas o rei poderia retirar a espada da rocha, coisa que inúmeros cavaleiros e homens de tamanho valor haviam tentado, todos em vão. Ainda assim, para isso, seria necessário demonstrar aos seres que protegiam o item que Arthur era o verdadeiro portador da mesma, do contrário eles não permitiriam que saíssem dali vivos.

— Vejam só. — apontou o nobre para Excalibur, fincada na pedra, com algumas feras a sobrevoarem o item, com uma certa distância do perigo.

— Não parecem ser dragões anciões. Talvez nesse mundo eles tenham divergência do nosso. — pontuou, Lizzard, encolhido por detrás da vegetação.

— Eles são guardas do tesouro, devemos respeitá-los por isso. Não os ataque para matar.

— Preciso que o distraíam, enquanto eu tento me aproximar e puxar a lâmina. — Arthur era corajoso, tal como diziam nos contos. Apesar da idade e da sua falta de poderes ou itens mágicos, parecia não temer seguir por aquele caminho sem qualquer proteção extra. Prowler conseguia sentir tal virtude pelo olhar, apenas acenando positivamente e demonstrando confiar no herói.

— Iremos lutar contra eles e os afastaremos de Excalibur, quando sentir a oportunidade, parta e não pare. — pediu o semideus, com o nobre assentindo com a cabeça. Sendo assim, a dupla Hespéride tratou de erguer ante o horizonte e calmamente caminhava em direção à pedra. Conversaremos com eles e diremos que não viemos o fazer mal, imaginou o jovem, respeitando a função que os repteis estavam a desempenhar ali.

Mas antes que qualquer palavra soasse da boca da prole de Ceres, dois daqueles seres não guardaram suas energias e assim que os avistaram lançaram chamas de suas bocas, obrigando o loiro a erguer uma barreira mágica para proteger-se. — Não são criaturas inteligentes, Prowler. Até verem o dono da espada não cessarão o ataque. Não baixe a guarda por um momento. — alertou a fera esmeralda, erguendo voo e já disparando sua rajada venenosa contra os inimigos.

No ar, Lizzard poderia cuidar de dois oponentes, visto sua potência como uma besta anciã, sobrando um contra o filho da agricultura. Esse último não perdeu tempo para partir em um confronto direto contra a cria de Ceres, tentando a todo custo feri-lo mortalmente. Com suas presas, o draconiano investia, tentando abocanhar ao jovem, que deslizava o corpo sobre o vento, esquivando-se dos ataques em fúria. As ofensivas iniciais saíam retas, com a fera tentando morder o garoto de uma vez só, ao tempo que o legionário corria para os lados e fazia acrobacias laterais, fugindo com precisão dos golpes. Entretanto, em um deslize do hespéride a criatura girou seu imenso corpo e acertou a Prowler com sua cauda, restando apenas ao semideus a oportunidade de erguer seu escudo para diminuir o impacto do golpe, ainda forte o suficiente para jogá-lo alguns metros atrás. A batalha de Lizzard também não parecia ser fácil, com o monstro esmeralda se engalfinhando entre mordidas e arranhões dos inimigos, devolvendo neles da mesma maneira.

Erguendo-se e sem saída, senão lutar com todas suas forças, o guardião tratou de levantar do solo algumas raízes gigantes, que aprisionaram o oponente assim que brotaram. Os vegetais sufocavam ao inimigo, ao tempo que o loiro tratava de aproximar-se dele, com a besta gemendo de dor e fúria. Apontando a palma da mão contra o focinho do dragão,enroscados pelas raízes e portanto impedido de cuspir fogo, o jovem fez com que esporos saíssem de seu corpo e dado a proximidade, adentrasse o corpo do réptil, que a cada respirada sentia-se mais lento e letárgico, até finalmente dormir.

Vendo toda a ação, Arthur imaginou ser a hora de partir em direção de seu item, correndo o campo sem parecer guarnecer qualquer defesa. Percebendo aquilo, um dos dragões que lutava contra Lizzard grunhiu extremamente alto, antes de receber uma forte patada nas têmporas da fera esmeralda e cair zonzo, abrindo uma cratera ao chão ao atingir o solo e fazendo subir uma grande tempestade de poeira. Vendo aquilo, Prowler protegeu o nariz e os olhos, evitando ser pego pela areia, até poder finalmente ver o efeito da fumaça passar. À sua vista, entretanto, mais de dez dragões surgiam no horizonte, provavelmente convocados pelo chamado do primeiro. Todos pareciam em fúria e embora menores que os primeiros, semelhantemente mortais. Se ninguém erguer essa espada, seremos destruídos em um piscar de olhos, refletiu o semideus notando a distância que Arthur ainda se encontrava da mesma. Então, sem delongas, o loiro partiu em velocidade até Excalibur, pegando-a pelo cabo e tentando erguê-la, mas totalmente em vão. A espada sequer pareceu balançar. No meio da lâmina a seguinte frase Aquele que empunhar a espada será o legitimo rei da Bretanha. Naquele instante Prowler entendia que havia apenas um homem no mundo com a capacidade de movê-la dali.

— Lizzard, sopro venenoso! — bufou o líder hespéride, saindo da lâmina e partindo em disparada contra as criaturas aladas. Vendo aquilo, o dragão esmeralda sabia que seu mentor protegeria a chegada do rei a qualquer custo e então puxou de dentro de si o mais feroz de seus gases. Então, em um urro, o draconiano jogou contra os oponentes seu ataque mais poderoso, fazendo que quase todos tombassem no caminho até à pedra.

Porém, cerca de três dragões conseguiam fugir do ataque tóxico, também puxando fôlego de dentro de si, antes de dispararem chamas por todo o vento. Não restou nada ao guardião, senão erguer novamente sua barreira mágica, mais forte e mais resistente de todas. O fogo, entretanto, parecia não diminuir e aos gritos de esforço de Prowler, a cúpula era desfeita e uma explosão o jogava ao chão, ainda queimando um pouco de suas vestes. Com o guardião caído e Lizzard em seu combate aéreo, as bestas aproximavam-se de Arthur, que metros perto da Excalibur, saltava em direção à ela. O rugido das feras era alto e demonstravam que o nobre logo seria estraçalhado. Entretanto, antes das mordidas finalmente rasgarem o corpo do rei, ele tomou sua espada nas mãos e ergueu-a. — Por Camelot! — fazendo uma luz descer dos céus até ele e fazendo todas as bestas retrocederem. A função delas era proteger a espada para o verdadeiro rei e agora, sua missão estava feita, novamente.

— Quem diria que bastava puxar uma espada para evitar uma briga contra uma dezena de dragões. — Lizzard não parecia exausto ao pousar, porém havia de admitir que mesmo mais poderoso que os semelhantes, eles lhe haviam causado alguns ferimentos.

— Na verdade, acredito que senão fosse a valentia de vocês, eu jamais poderia ter recuperado Excalibur. — comentou Arthur, antes de estender a mão e levantar o guardião. — Em toda minha história, jamais vi alguém com tamanha bravura quanto você meu jovem. O fogo poderia tê-lo derretido.

— Meu escudo mágico conseguiu suprir quase que todo o dano, no fim das contas eu recebi menos que cinco por cento do ataque integral. — comentou o semideus, espalmando a fuligem de sua roupa e itens. — Quando percebi que o sopro de Lizzard apenas iria nocauteá-los, já não havia muito o que fazer, senão proteger a sua chegada. Entretanto, já que falamos de valentia, um homem sem qualquer presunção de poder, já longe de seus melhores anos, se dispôr sozinho a enfrentar tudo isso pelo bem de seu reino, merece meu respeito. — pontuou, fazendo-lhe uma reverência.

— Hoje festejarei em seu nome. — bufou Arthur. — Venha até Camelot e ofereceremos a melhor comida e os melhores presentes.

— Seria uma honra para mim, entretanto, sua causa ainda é não cessa aquilo que devemos fazer. Preciso partir e dar um jeito nessa bagunça dimensional, antes que seja tarde demais.

— Sendo assim, só me resta fazer uma coisa. Peço que ajoelhe-se, por favor. — pediu o herói, com o semideus imediatamente a cumprir o mando. — Eu, Arthur, rei da Bretanha, de Camelot, em minhas plenas condições o nomeio como Sir Prowler, cavaleiro da távola redonda e domador das feras selvagens. — falou em alta voz o rei, batendo a lâmina sobre os ombros do romano por vez. — Vá e siga seu caminho, guardião, entretanto sempre que precisar, terá um lugar em meu reino e em meu conselho.

Satisfeito com o desfecho, o jovem tratou de montar a besta alada, despedindo-se de Arthur e voando além do desconhecido.

Poderes:
Passivos:
Mestres dos escudos/barreiras II
Descrição: Os guardiões, treinados para defender os jardins, tem melhor sinergia com magias que envolvem escudos/barreiras. Escudos/barreiras mágicos criados por eles são mais resistentes e duradouros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% resistência aos escudos/barreiras mágicos criados pelo semideus.
Dano: Nenhum
Extra: A duração dos escudos/barreiras mágicos é aumentada em 2 turnos - ainda sendo necessário pagar a mana dos turnos extras.
Ativos:
Barreira mágica I
Descrição: Sendo a proteção uma das funções dos guardiões, eles são capazes de criarem barreiras feitas puramente de magia. A barreira criada com essa habilidade cobre uma área de até 10 metros ao redor do guardião e é estática, não podendo ser movida depois de criada. Atacar de dentro da barreira acarreta na destruição dela, sendo necessário pensar bem se for utilizar a habilidade em uma batalha.
Gasto de Mp: 25
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A resistência da barreira é contada como HP. Cada escudo mágico possui 200 de HP. Somente uma barreira pode estar ativa por vez e ela dura 3 turnos.

Revolta Silvestre
Descrição: Nesse nível, o seguidor das Hespérides se torna capaz de usar a própria natureza para lhe ajudar em suas batalhas. Desde que esteja em um terreno fértil, ele é capaz de invocar raízes imensas de árvores que avançam em uma linha horizontal (que, de ponta a ponta, chega a 30 metros). Se uma ou mais pessoas forem pegas pelo ataque, além do dano massivo pela força dos membros da natureza, também ficarão presas entre as raízes.
Gasto de Mp: 60
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 80

Esporos II
Descrição: Efeito sonífero. Trata-se de um tipo de esporos que quando lançados ganham a característica de uma rala névoa roxa, fazendo com que aquele que a inale seja induzido ao sono profundo por um curto período de tempo. O ataque de esporos não pode ser (naturalmente) direcionado com precisão, sendo assim ele fica a mercê das condições do ambiente podendo afetar inimigos ou até mesmo aliados.
Gasto de MP: 45
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Fica impossibilitado de ação de ataque ou defesa por dois turnos, onde o primeiro descreve o sono e o segundo o despertar.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Barreira mágica III
Descrição: Sendo a proteção uma das funções dos guardiões, eles são capazes de criarem barreiras feitas puramente de magia. A barreira criada com essa habilidade cobre uma área de até 25 metros ao redor do guardião e é estática, não podendo ser movida depois de criada. Atacar de dentro da barreira acarreta na destruição dela, sendo necessário pensar bem se for utilizar a habilidade em uma batalha.
Gasto de Mp: 100
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A resistência da barreira é contada como HP. Cada escudo mágico possui 800 de HP. Somente uma barreira pode estar ativa por vez e ela dura 3 turnos.

Lizzard:
Passivos:
-
Ativos:
Sopro Venenoso II
O dragão jovem pode expelir gás venenoso pela boca em cone que atinge 9 metros de comprimento. O gás venenoso atinge uma área agora de 6m² depois de expelido.
Tipo: Ativo
Dano: 20-40
Gasto de MP: 15
Bônus: Pode causar envenenamento, causando lentidão no corpo e perda de 20HP por 2 turnos.
Extra: Necessário um turno para usá-lo novamente.

Sopro Venenoso IV
Descrição: O dragão ancião pode expelir gás venenoso pela boca em um cone que atinge 30 metros de comprimento. O gás agora cobre uma área de 15m² depois de expelido.
Tipo: Ativo
Dano: 100
Gasto de MP: 40
Bônus:  Pode causar envenenamento, causando lentidão no corpo e perda de 70HP por 2 turnos.
Extra: Necessário um turno para usá-lo novamente

Observações:
- FPA

Itens:
• Bindweed [Um escudo leve de metal, em formato circular, de cinquenta centímetros de diâmetro. Em sua frente, alguns espinhos pontiagudos possibilitam ser usado para contra-ataques. Atrás, uma empunhadura fixa o item no antebraço do usuário | Efeito 1: O escudo transforma-se em um relógio, quando não ativado | Efeito 2: Quando utilizado em meio campesino ou florestal, o escudo torna-se mais resistente | Aço | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

Apple Peel [Capa medieval feita de fios de ouro imperial, celulose e seda. Possui uma coloração marrom semelhante ao tronco de macieira, traços de ouro semelhantes a galhos secos de árvore e as bordas assumem a coloração das folhas em cada estação (verão = verde, outono = laranja, inverno = marrom, primavera = verde claro). | Efeito 1: A vestimenta possui capuz e protege o guardião de efeitos referentes ao clima, de modo que eles não sintam nenhum incomodo devido alteração de temperatura. Efeito 2: A capa ainda é capaz de fazer o semideus ficar camuflado em meio a natureza, desde que o mesmo não se mova. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hesperídes.]

Backpack [Mochila escolar feita de couro e com feichos dourados no formato de maçã. O utensílio é capaz de ser utilizado para carregar armas, roupas, cadernos, frascos de poções e o que mais for necessário para a sobrevivência do guardião. | Efeito 1: Ao enfiar a mão no bolso principal da mochila, seu usuário é capaz de retirar de seu interior uma maçã dourada, muito parecida com as existentes no jardim das Hespérides. A maçã pode ser atirada como uma granada, soltando uma fumaça tóxica que faz aqueles que a inalarem ficarem enjoados, não conseguindo efetuar movimentos que não sejam para se defender durante uma rodada. Pode ser utilizado uma maçã a cada três turnos. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hesperídes.]

Burgeon • [Um Katar composto por um bracelete negro e uma adaga dourada. A lâmina pode se esconder dentro do bracelete ou reaparecer quando o usuário faz um movimento específico. O bracelete possui um design atual e pode facilmente passar despercebido em meio a sociedade, como se fosse um acessório de moda. Efeito 1: Resistência a magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolso do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. (Não é possível acrescentar outros efeitos a essa arma). | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | [Épica | Evento Cidade dos Monstros]

Velociraptor linha prime [ Tênis esportivo feito para promover conforto, estimular a movimentação e ajudar o semideus em batalha ou treino. Não têm um estilo específico, já que muda de acordo com as vontades e preferências do dono | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +30% de velocidade ao portador. | Tecido mágico resistente e outros | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

• Oak Twisted [Bastão de adamantino de um metro e meio de comprimento, com quinze centímetros de circunferência. As pontas da arma possuem as imagens de duas tochas cruzadas e um ramo de trigo, desenhadas em cor dourada. | Efeito mecânico: Pode transformar-se em um bastão de dez centímetros, facilitando o transporte. | Bônus de forja: +15% de dano, Bônus Épico: + 4% de chance de crítico.| Adamantino e Tinta Dourada | Super Alfa | Ônix Real: Causa dano baseado na vida do oponente. 4,0% da vida total. – Dano não entra nos multiplicadores de dano, ele é somado depois. | Status 100%, sem danos | Épica | Forjada por Nikolaev]

• Delos [Uma adaga composta por uma lâmina prateada de 20cm, punhal dourado, com várias linhas entrelaçadas. A lâmina emite um brilho intenso ao desejo do semideus, que consegue manuseá-la com perfeição. Sempre volta para o portador e enquanto não é utilizada vira uma pulseira dourada. Na lâmina, está escrito a frase "Que a luz te oriente quando as trevas o encontrarem" em grego antigo. | Efeito 1: Ao ser atingido pela adaga, o inimigo sofre uma paralisação por cinco segundos. | Efeito 2: Uma vez paralisado, caso seja atingido por um segundo golpe, o inimigo ouvirá uma música hipnotizante, deixando-o ao dispor do portador da arma. (Dura 2 turnos) | Outro e Prata Celestial | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status: 100%, sem danos. | Mágico | Presente de Apolo.]


Missão:
Excalibur: Por direito Arthur é o rei devido a uma espada milagrosa, que estranhamente foi roubada há algumas noites e reposta em seu lugar de origem, ou seja, a pedra do reino mágico. A Bretanha é um local recheado de dragões e a espada era originalmente protegida por eles, acontece que Arthur já não é mais o mesmo, ele não é um herói, é um rei e não pode permitir que descubram que sua espada foi perdida. O povo entraria em pânico e seu trono seria ameaçado. Em sua jornada para encontrar a espada Arthur acabou esbarrando com o seu personagem e lhe pediu ajuda. Ajude o rei a capturar a Excalibur na toca dos dragões.
Recompensas: 13.000 XP e Dracmas + 8 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 35



PROWLER • SON OF CERES
Prowler
Prowler
Lider dos Guardiões
Lider dos Guardiões

Idade : 19
Localização : Jardim das Hespérides

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[RP's] Prowler Empty Re: [RP's] Prowler

Mensagem por Baco em Seg Jun 03, 2019 10:54 pm


Prowler 

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 13.000 XP e Dracmas + 8 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 30%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 10.140 XP e Dracmas + 6 Fragmentos
Lizzard recebe 100XP

Status - Prowler:
HP:
740/840 (740/840)

MP:
610/840 (610/840)


Status - Lizzard:
HP:
190 (190/250)

MP:
180/250 (180/250)


comentários:
Prowler, minha ervinha,

Estou impressionado com o quão longe você chegou! Emocionado também, um pouquinho. De qualquer forma e, sem delongas, vamos lá. Sua missão, no geral, ficou muito boa e teve o toque de personalidade que eu sempre cobro (quando posso, claro). A interpretação do rei foi excelente e a escolha de diálogos para este também. Já na parte das batalhas, senti que alguns parágrafos ficaram um pouco grandes demais e enrolados em certos momentos. Porém, algo me chamou a atenção mais que essas enrolações: uma explicação para o sumiço da espada.

Houve o comentário sobre ela ter sido surrupiada, certo, mas senti que deveria ter entrado em mais detalhes sobre isso. Afinal, era um ponto que explicaria toda a cena (como ela fora parar ali novamente - no local onde os dragões a protegiam). Além disso, reparei em muitos errinhos de concordância, regência de verbos e crases. Você sabe que não é nada pessoal e ninguém aqui quer que vire um professor de português; a cobrança se dá mais pelo seu nível elevado e a expectativa de alguma melhora de sua parte. Se quiser mais detalhes sobre isso, só me mandar uma MP que conversamos a respeito.

Por fim, quero explicar o grande desconto no primeiro quesito: a quantidade de itens que você deixou nos spoilers. Sei que é uma regra recente e poucos estão ligados nela, não obstante já tivemos consequências de atos imprudentes nesse evento por conta disso. Sugiro que leia o manual aqui. Você tinha consigo três itens mágicos, dois épicos e dois lendários! Era para ter enfrentado um monstro a cada passo dado, no mínimo. Brincadeirinha. Mas quase isso aí mesmo. Sua aura estava em pico nessa missão e mais desafios eram obrigatórios.

Espero que entenda o julgamento e, de novo, qualquer coisa basta me procurar ou algum outro deus. Parabéns pela sua missão que, não tendo sido essa confusão maior dos itens, foi ótima e satisfatória!

Atualizado por Macária.


EVOÉ, BACO
"Did someone just call me the wine dude? It’s Bacchus, please. Or Mr. Bacchus. Or Lord Bacchus. Or, sometimes, Oh-My-Gods-Please-Don’t-Kill-Me, Lord Bacchus"
Owl
Baco
Baco
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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[RP's] Prowler Empty Re: [RP's] Prowler

Mensagem por Prowler em Ter Jun 11, 2019 7:59 pm


An adventure through fairy tales
May the light be with everyone in the battle against Josh
A viagem havia demorado alguns longos minutos, com a fera esmeralda a percorrer os céus em grande velocidade. Porém, dado um tempo de voo, os hespérides resolveram descer do alto, afim de descansarem e tragarem algo, visto que desde que chegaram naquele mundo não haviam comido coisa alguma. Uma pequena aldeia de teor oriental, foi a escolhida para que a dupla pudesse cobrir suas necessidades. Imaginando que dragões deveriam ser comuns dentro daqueles reinos, Prowler não se ateve em esconder Lizzard, mesmo que alguns olhares mais absortos pudessem ser vistos com relação ao réptil. Com seu tamanho descomunal, impróprio para o recinto, a besta esverdeada procedeu em ir para o campo aberto, na entrada do vilarejo, ao tempo que o romano trataria de conseguir alguns mantimentos antes de encontrá-lo.

— Você é um domador de dragões?

— Lizzard é meu companheiro, me auxilia por vontade própria. — Prowler estava em um pequeno mercado, observando as peculiaridades do local, que iam de grilos em gaiolas à estatuas de animais, sobrepostas em mesas de madeira. — Diga-me, onde posso encontrar alguns botijões de água? — questionou o semideus a um dos curiosos em sua volta.

— Lee Fan é o único que desce até a nascente e traz vasilhames de lá. O encontrará do lado Sul do mercado. — respondeu uma pequena senhora de olhos marejados.

Sem muita pressa, com os itens devidamente ajustados, o jovem tratou de seguir até o local indicado, onde de longe avistou alguns barris. — O senhor é Lee Fan? — indagou.

— Sim, Lee Fan. — o velho possuía olhos extremamente fechados, de forma que quase não era possível ver suas pupilas. O corpo magro e esguio também revelavam mais de sua ascendência. Em sua loja, uma pequena barraca na verdade, as reservas com água era colocadas sobre prateleiras.

— O que me cobra por dois desses barris com água?

— Dez moedas de ouro para cada um.

— Bem, não possuo moedas para pagar-lhe, porém posso lhe ceder algumas frutas ou vegetais. Na verdade posso criar qualquer tipo de planta. — explicou o rapaz, gesticulando com as mãos.

— Consigo qualquer uma dessas coisas sem muitas dificuldades. — deu de ombros Lee Fan. — Se quer comprar água, provavelmente não deve ter visto rios pelas redondezas, o que é um fato. Nossa água está cada vez mais escassa e eu sou o único que consigo me esgueirar por entre a gruta e trazer direto da nascente. — detalhou o comerciante, revelando o porquê do alto preço de seus itens. — Mas eu estava na loja de incenso, quando o vi chegar com um dragão, estou enganado?

— Não.

— Pois bem, eu sempre quis voar nas costas de um, então meu acordo será... — dizia o chinês, antes de ser interrompido por um soldado com uma trombeta, montado em um cavalo.

As vestes do guerreiro possuíam aspectos duros, como placas sobrepostas sobre o corpo. Sua feição era assustada, tal como havia visto a morte e percebendo o sangue pingado pelo dorso, era provável que tivesse. — Venho em nome do imperador e de nossa mais nobre guerreira, Mulan. — deu voz o homem, abrindo um papiro e fazendo toda a multidão o fixar. — Nossa dinastia tem lutado veementemente contra os demônios que tentam a todo custo invadir nossas cidades. Mais uma vez, os inimigos estão nos atacando, agora pela fronteira do Norte. Os homens de Mulan não foram suficientes para detê-los e se não a ajudarmos, não demorará três dias até que eles devorem suas famílias. — leu a ordem, fazendo a população ouvinte se manifestar em alvoroço. — Qualquer homem que desejar ajudar, deverá seguir até o acampamento, onde nossas forças esperam apoio. O pelotão partirá ao meio-dia e que nossos ancestrais estejam conosco. — finalizou, puxando as rédeas de sua montaria e partindo de ali.

— Parece que seu reino tem tido alguns problemas. — disse o guardião, após alguns segundos de balbúrdia nas ruas do comércio.

— Isto é terrível, se Mulan não conseguir vencer, seremos dizimados. — Lee era um homem de idade e aparentemente não tinha condições de batalhar, o que o fez desesperar-se em sua feição.

— Um plano de defesa é a melhor opção contra desvantagem numérica. — colocou a prole da agricultura. — Minha mestra costumava dizer que o terreno é a vantagem do defensor. De qualquer forma, você estava a me dizer o acordo pelos barris.

— Oh sim. — respondeu o mercante, coçando a cabeça por algum tempo. — Diga-me, é um guerreiro, certo? — perguntou.

— Um guardião, na verdade. Não fui treinado para invadir territórios e sim defendê-los.

— Ótimo, é justo o que precisávamos. Cederei a você quantos barris de água desejar, se ajudar Mulan nas fronteiras, em meu nome. — ofereceu o chinês.

— Não costumo vender esse tipo de serviço. — retrucou Prowler.

— Será uma compensação pelo heroísmo. No fim das contas, estará protegendo aldeias inteiras da devastação, não basta para você? — indagou o velho, apontando o dedo para o rapaz.

— Sim. — bufou o loiro, respirando fundo e relembrando seus deveres contra o caos. — Ajudarei Mulan, em seu nome. Mas antes precisarei de água e já que está a minha disposição, alguma comida também me seria útil. Evitaria que eu gastasse energia cultivando.

— Pegue aquilo que desejar. Apenas diga-me seu nome antes de partir e eu o colocarei em minhas orações. — No fim das contas, o comerciante era alguém de fé. Caminhando rapidamente até o interior de sua barraca, ele trouxe um saco cheio de verduras para o rapaz.

— Prowler. Me chamo Prowler. — disse de forma simples. — Não se preocupe, aliás. Não irei fugir sem pagar minha dívida.

Pegando os mantimentos necessários o jovem percorreu toda a vila, até voltar ao encontro com seu companheiro draconiano. Lavando os vegetais, alimentando-se e relaxando um tempo, o romano explicava a Lizzard sua situação, com a besta esmeralda sem o contrariar de qualquer coisa. No fim de tudo, os hespérides estavam ali para auxiliar os reinos dos contos de fada e sendo assim, tinham de cumprir tal dever, até finalmente retornarem para sua dimensão. Ao tempo dado pelo mensageiro, a dupla saiu da aldeia em direção à área demarcada, chegando lá sem muitas delongas. Os homens pareciam assustados com a situação, alguns até entregues. De qualquer forma, o guardião tratou de ir até Mulan, advertindo aos soldados que seu dragão não era uma ameaça e indo falar diretamente com a guerreira chinesa.

— General Mulan? — bufou o romano, adentrando a tenda da mulher.

— Não sou general, meu jovem. — respondeu. Sobre uma mesa de madeira, algumas peças de madeira talhada davam a visualização das posições de batalha para a lendária oriental. — Veio a convite do mensageiro?

— Sim, venho em nome de Lee Fan, um comerciante de uma vila ao Sul.

— Seja bem-vindo. Caso tenha fome temos arroz e ovos, sirva-se a vontade, temos uma batalha dura pela frente. — colocou a mulher, mexendo os itens sobre um mapa.

— Algum plano de defesa em específico? — perguntou o guardião, aproximando-se da mesa para avistar melhor o "tabuleiro".

— Não parecemos ter algo realmente consistente, mas a melhor defesa é o ataque afinal, certo? — retoricou Mulan, movimentando as peças que indicavam seu exército para frente.

— Bem, na verdade não.

Surpresa pela discordância, a moça fitou o homem por alguns segundos, notando mais atentamente suas vestes e itens, bem diferentes do padrão que estava acostumada. — Você não é daqui.

— Sou Prowler, líder dos guardiões hespérides. — apresentou-se, esticando a mão em cumprimento. — Um coelho de cartola me trouxe até essa dimensão e no fim, estou auxiliando os reinos que precisam. — detalhou.

— Interessante. — bufou a guerreira, refletindo um pouco. — Imagino que seja alguém com capacidades especiais, já que ele o trouxe até aqui. — falou, em tom de indagação.

— Bem, sou um semideus, filho da deusa da agricultura. Tenho controle sobre os elementos também, além de ter ao meu lado um companheiro dragão. — pontuou a prole romana.

— Parece que chegou em uma boa hora então. Veja, não temos tempo a perder. — a mulher possuía cabelos curtos, negros como a mais escura das noites. Seus olhos eram puxados, ao mesmo que tempo que perfilados, além de dificilmente passar despercebido sua beleza. Ainda assim vestia uma armadura leve, de cor vermelha, carregando consigo uma espada longa no lado canhoto. Dado o que os homens falavam a seu respeito, deveria ser a mais formidável das guerreiras. — Os anciões costumam dizer que os demônios são espíritos ancestrais antigos, de criminosos e injustiçados. Eles possuem o tamanho de um homem normal, embora sejam mais rápidos e mais fortes. Não sentem dor, além de possuir uma aparência demoníaca, com garras e dentes tão afiados quanto um punhal. — explicava Mulan, dedilhando os dedos sobre o mapa e desenhando alguns contornos em giz sobre ele.

— Alguma forma específica de neutralizá-los? — indagou o guardião.

— Eles não tem consciência, se alimentam das almas de suas presas, por isso tentam invadir as cidades. Não há como pará-los sem matar, porém degolando a cabeça, estocando seu peito ou mesmo os esmagando são formas bastante úteis de acabar com eles. No fim, eles morrem por qualquer causa humana praticamente. — falou a mulher, voltando a atenção novamente para seu tabuleiro. — Meus homens foram pegos aqui. — apontou para uma região circulada. — O exército deles deve ser duas vezes maior que o que temos agora. Penso que poderemos pegá-los de surpresa, enquanto eles tentam passar pelas colinas. — dedilhou sobre a mesa, traçando um caminhou com suas falanges.

— As colinas são o único lugar pelo qual eles podem passar?

— Pela fronteira Norte, sim. Avançaríamos os homens à frente dela e lutaríamos contra eles, impedindo que passem por esse caminho. — explicou Mulan.

— Essa passagem parece ser bem estreita, quantos metros tem de distância entre as colinas? — perguntou Prowler, fitando atentamente o mapa.

— Algo em torno de quinze metros.

— Minha sugestão é que posicione arqueiros acima das colinas... falava o loiro, antes de ser interrompido pela mulher.

— O caminho até o alto das colinas demoraria ao menos dois dias.

— Meu dragão poderá levar os homens até em cima sem gastar mais que alguns minutos. Permitamos que eles entrem pela via, atacaremo-nos com flechas e eu irei fazer com que alguns pedregulhos caíam por cima deles. Será como porcos vindo ao abate. Não deve ser o suficiente para acabar com eles, mas reduziria provavelmente um terço ou mais do exército deles. — deu o plano, ajeitando as peças sobre a mesa lentamente.

— E depois? — questionou a mulher.

— Não há muita escolha. Como em seu plano inicial, partiríamos para uma batalha franca. — deu resposta o loiro, olhando fixamente para os olhos de Mulan.

— Bem, se conseguir fazer o que diz.

— Dou minha palavra. — pontuou o jovem, de forma dura.

— Certo, faremos do seu jeito. Reunirei os homens, daremos início ao plano em uma hora. — falou a mulher, dando a deixa para que Prowler saísse de sua tenda e fosse em direção a Lizzard.

Quando Mulan convocou seus homens, eles pareciam certos da vitória ao lado da heroína. O semideus podia entender que ela era alguém de confiança, afinal nenhum povo entregava seus corações aos fracos e mentirosos durante tanto tempo. Até porquê, muito daqueles soldados já haviam estado com ela em diversas batalhas, caso ela fosse uma charlatã, não haveriam tantos olhares admiradores à ela. Com um discurso motivante e com a oriental explicando o plano, não demorou para que o guardião e seu dragão posicionassem os arqueiros acima das colinas, ao tempo que os homens ficavam em suas marcas na terra firme. Na maioria deles, a feição de medo, parecia se entrelaçar a de confiança. Eles confiavam que Mulan os levaria à vitória, ao tempo que também possuíam medo por suas vidas. Prowler já havia visto aquele tipo de sensação antes e sabia que não havia mais nada a se fazer, senão lutar com todas as forças.

A trombeta dos arqueiros então tocou, os monstros iniciavam o caminho pela passagem. Era a hora da batalha!

As setas dos soldados ao alto tornaram a descer desenfreadamente, entretanto sem impedir o avanço inimigo, mesmo com dezenas de demônios caindo. Erguendo a mão direita, Prowler então fez com que de uma das colinas, surgisse uma enorme arma, feita totalmente de pedra. O item mágico possuía um pouco mais de dez metros e lembrava um martelo gigante. O guardião sabia que mesmo atacando os oponentes daquela forma, seria improvável causar danos consideráveis, sendo assim, ele usou do ambiente para ter vantagem, tal como sua mentora o havia ensinado. Jogando a arma de pedra com violência sobre uma das paredes das colinas, o semideus fez toda a passagem começar a desmoronar em uma avalanche de pedregulhos. Os chineses começaram a gritar em euforia, vendo boa parte do exército inimigo sendo esmagado. Mas a feição do guardião pareceu não estar tão feliz.

Quando as últimas pedras atingiram o solo, se podia notar o sangue dos monstros escorrendo no chão, em poças tão grandes quanto açudes. Porém, não demorou para que detrás dos objetos, as feras reaparecessem, tão desesperadas e famintas como nunca. Lizzard pousou e manteve-se ao lado de Prowler, ao tempo que o romano fez seu bracelete virar katar e seu relógio virar escudo. O plano havia dado certo, mas ainda estava longe de ser finalizado.

Os primeiros inimigos pareciam ser os mais descontrolados, o que de certa maneira tornava-os presas mais fáceis para o abate. Naquele altura, por si só, o loiro já havia percebido que para completar sua missão não restaria escolha, senão atacar para destruir e definir. Logo, dois demônios surgiam em sua frente, rápidos e enfurecidos, as feras tentavam arranhar ao rapaz, que com extrema perícia bloqueava a ambos com seu escudo. Em um contra-ataque rápido, Prowler girou sua lâmina nos pontos vitais inimigos, atingindo-os duas vezes e os fazendo cair rapidamente. Aproveitando-se desse momento, uma outra criatura mordia a coxa do loiro, o fazendo gemer de dor. Mas com o inimigo tão perto, o guardião o jogou ao chão, batendo o escudo no rosto dele, para depois golpeá-lo com o katar algumas vezes no abdômen, até finalmente tê-lo vencido. Ajoelhando-se para tomar fôlego da mordida, a prole da agricultura viu mais dois demônios saltarem em sua direção, entretanto, uma cauda gigante e verde os atingia e os afastava. Lizzard sorria para o moço, abocanhando os inimigos e os partindo em dois. Erguendo voo, a besta esmeralda esperava adentrar o núcleo da batalha e proteger aos mais expostos, sabendo que seu companheiro poderia se defender de forma solo.

Um dos demônios também parecia estar tendo vantagem contra alguns soldados. Ele era disparadamente o mais forte e o mais ágil dentre os oponentes, sendo também mais calmo e cauteloso que o que se via. Assim que viu a vantagem do Hespéride sobre os demais, a fera pareceu gargalhar antes de iniciar a caminhada na direção do garoto.

Um piscar de olhos foi o suficiente para que o inimigo surgisse atrás do guardião, quase como em um teletransporte. Usando a vantagem momentânea, o monstro atacou ao defensor, usando suas garras afiadas. Os golpes visavam atingir suas costas, mas antes disto acontecer, o rapaz conseguiu perceber a ofensiva e movimentou-se para frente, não antes de ter seu dorso levemente raspado pelo atacante. Com o katar em sua mão destra, Prowler iniciava uma série de movimentos ofensivos, sempre visando atacar os pontos mortais do inimigo, entretanto, cado golpe dado pelo romano era facilmente desviado pela besta, que possuía uma velocidade sobrenatural. Um giro rápido e o oponente lançava a prole de Ceres ao chão, em um chute giratório. Caído, o guardião viu o adversário saltar sobre si e quando preparava-se para ativar sua barreira mágica, o jovem via Mulan surgir em sua frente, golpeando à besta com a espada e evitando o ataque contra o jovem.

A coxa do semideus estava bastante machucada, o que também impedia sua movimentação perfeita. Percebendo isso, a heroína tratou de tomar para si a batalha, demonstrando habilidades em combate que fariam inveja a muitos legionários. Porém, diferente de Prowler, a mulher ainda era uma simples humana e embora fizesse uma batalha de igual para igual, cedia sem delongar-se para a força sobrenatural do oponente. Um chute no quadril a fez ajoelhar-se, antes do inimigo tentar degolar-lhe a garganta com suas garras. Entretanto, desta vez, era o hespéride que surgia à frente da moça, protegendo-a com seu escudo e contra-atacando ferozmente o adversário, fincando seu katar sobre o tórax da criatura. Ainda assim, não adiantava muita coisa, visto que o monstro sequer sentia dor e com uma potente ombrada jogou Prowler e Mulan sobre o chão.

O golpe jogava ambos alguns metros longe, também causando uma fratura na costela da guerreira, que arfou de dor. Mas o que pareceu ser ruim, mostrou-se positivo para o jovem, pois no fim das contas ele não era um lutador corpo-a-corpo, mesmo que se mostrasse quase tão bom quanto um. Com espaço, terreno e tempo, o guardião aproveitou o momento para fazer erguer do chão duas raízes gigantes que se enroscaram no inimigo, sufocando-lhe e lhe constringindo. Neste momento então, Prowler manquitolou até ele, finalmente golpeando no peito, fazendo-o sangrar até a morte.

— Veja, estamos vencendo. — bufou Mulan, tentando sentar-se com as mãos apoiadas no chão. A batalha tomava um rumo inesperado, com o dragão do jovem a golpear inimigos incansavelmente com suas mãos e rabo.

— Ao que parece. — guardou palavras o loiro, observando tudo atentamente.

Naquele ponto da batalha, o exército logo tomou vantagem sobre as bestas e não demorou muito até finalmente acabarem com todos os oponentes. Era verdade que muitos haviam tombado naquela guerra, mais da metade, em exatidão. Mulan não sabia se poderia se comemorar, ainda assim, o dever tinha sido cumprido e os mortos poderiam descansar, sabendo que mantiveram sua honra até o final.

— Vencemos a batalha, mas não vencemos a guerra. Hora ou outra mais demônios surgirão contra essa dinastia. — disse a guerreira, ajoelhada, sendo enfaixada pelos curandeiros do exército.

— Minha mestra costumava dizer que devemos aproveitar a calmaria, mesmo pensando na próxima tempestade. — colocou Prowler, improvisando uma atadura sobre a coxa. — Descanse enquanto pode. Vocês merecem. Tenho certeza que estarão seguros quando os demônios surgirem mais uma vez.

— Como tem tanta certeza? — indagou a oriental.

— Porquê você ainda está viva. — pontuou, virando-se de costas e partindo dali. Muitas coisas poderiam ser ditas daquele garoto, dentre elas, talvez reconhecer outro coração nobre era um dos seus maiores adjetivos. Mulan não havia apenas ganho a luta contra os demônios, mas também havia conseguido conquistar a admiração do guardião e talvez, até ali, tivesse sido a maior honra que Prowler pode ter.

Poderes:
Passivos:
Perícia com escudos II
Descrição: Uma boa defesa, às vezes, garante o sucesso de uma missão. Os guardiões, que na maioria das vezes precisam defender algo, treinam o uso do item em questão justamente para garantir que serão efetivos na defesa propriamente dita.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 20% na guarda utilizando algum escudo (não funciona para os escudos mágicos).
Dano: Nenhum

Corpo acrobático II
Descrição: As Hespérides fazem a dança das horas, no caso modificando o tempo de estadia solar de acordo com as estações. Pelos longos treinamentos e graça natural de seus corpos, os guardiões são capazes de realizar acrobacias com grande esmero, tendo mais chances de desviar através de esquivas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum

Perícia com Katar VI
Descrição: Katar é uma adaga composta de lâminas e um bracelete, para que possa formar uma extensão do braço. Uma arma usada na antiguidade por mercenários para executar vítimas com muita velocidade, precisão e silêncio. Os filhos de Ceres/Deméter possuem uma habilidade natural com essa arma. As chances de erros, apesar de existir, elas são mínimas e quase inexistentes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade
Dano: +50% de dano
Habilidades:
Perícia com escudos III
Descrição: Com essa habilidade você sabe o básico para manusear um escudo. Com prática, isso tende a evoluir.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Extra: +35% de chance de conseguir se defender ao manusear um escudo.
Dano: +30% de guarda ao se defender com um escudo.

Perícia Acrobática - Saltos
Descrição: Treinar a técnica de diversos saltos deu ao semideus a experiência necessária para aplicá-lo nas mais diversas situações, inclusive em combate ou durante a fuga. Com essa aula, você pode justificar movimentos mais complexos em sua narração, além de ter melhorado a sua condição física com o treinamento recebido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% agilidade, flexibilidade e equilíbrio
Dano: Nenhum

Pontos Críticos
Descrição: Ao participar da aula de combate corporal, o semideus aprendeu quais pontos do corpo humano provocam mais danos. Estes locais são chamados de diversas formas, como pontos críticos, pontos de pressão ou pontos de impacto. Ao aplicar um golpe nas áreas como: traqueia, queixo, têmpora, testículos, costela flutuante, diafragma, lateral do nariz, clavícula, parte interna da coxa e a parte interna da junta do cotovelo; o semideus poderá aumentar as chances de crítico e seu dano.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de acertar os pontos mencionados acima, graças ao treinamento; +40% de dano somados ao dano crítico.
Extra: Funciona principalmente em formas humanoides.
Ativos:
Controle elemental III
Descrição: Chegando ao ápice de seu controle, os guardiões conseguem controlar qualquer quantidade de matéria elementar existente em meio à natureza, podendo moldá-la como bem desejar. Podendo ser utilizado para defesa e ataque (fazer uma barreira de fogo, causar incêndio e etc), não funciona infelizmente com os elementos criado pelo próprio semideus, e se restringem aos quatro elementos primordiais da natureza (água, terra, fogo e ar).
Gasto de Mp: 25 por arma criada
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 30 cada golpe da arma
Extra: Ele precisa do elemento em questão pronto no cenário, ou seja, não pode criar água, mas pode controlá-la se tiver água ambiente.

Revolta silvestre
Descrição: Nesse nível, o seguidor das Hespérides se torna capaz de usar a própria natureza para lhe ajudar em suas batalhas. Desde que esteja em um terreno fértil, ele é capaz de invocar raízes imensas de árvores que avançam em uma linha horizontal (que, de ponta a ponta, chega a 30 metros). Se uma ou mais pessoas forem pegas pelo ataque, além do dano massivo pela força dos membros da natureza, também ficarão presas entre as raízes.
Gasto de Mp: 60
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 80

Lizzard:
Passivos:
Linguagem Comum
Descrição: Nesse nível, se a lealdade estiver no mínimo nível 3, o mestre poderá ensinar a língua comum ao dragão e ele poderá falar.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Gasto de MP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Extra: Apenas uma língua. No nível 10 poderá ensinar outra, caso desejar.

Habilidade de Voo
Descrição: Ao atingir esse nível o dragão possui uma habilidade de voo que caracteriza os dragões como terror dos céus. Ele está mais ágil e mais veloz.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Gasto de MP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Extra: O dragão se tornou uma perfeita montaria alada.
Ativos:
-

Observações:
- FPA
- Como não existe uma lista de demônios no bestiário, tratei de bolar as habilidades por mim mesmo.

Itens:
• Bindweed [Um escudo leve de metal, em formato circular, de cinquenta centímetros de diâmetro. Em sua frente, alguns espinhos pontiagudos possibilitam ser usado para contra-ataques. Atrás, uma empunhadura fixa o item no antebraço do usuário | Efeito 1: O escudo transforma-se em um relógio, quando não ativado | Efeito 2: Quando utilizado em meio campesino ou florestal, o escudo torna-se mais resistente | Aço | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

Burgeon • [Um Katar composto por um bracelete negro e uma adaga dourada. A lâmina pode se esconder dentro do bracelete ou reaparecer quando o usuário faz um movimento específico. O bracelete possui um design atual e pode facilmente passar despercebido em meio a sociedade, como se fosse um acessório de moda. Efeito 1: Resistência a magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolso do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. (Não é possível acrescentar outros efeitos a essa arma). | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | [Épica | Evento Cidade dos Monstros]

Missão:
Ataque a Fronteira do Norte – A Dinastia de Mulan sempre esteve em guerra com os demônios, que invadiram a fronteira mais uma vez e precisam ser contidos. A guerreira lendária junto a um grupo de soldados seguiu em direção a ela para impedir que as criaturas adentrassem na cidade, porém eles sozinhos não conseguiriam derrotar todos e por isso ela mandou uma mensagem a aldeia com um pedido de ajuda. Você estava de passagem pelo lugar quando ouviu o mensageiro do rei recitar a mensagem em alto e bom som, e decidiu que ajudaria a guerreira a derrotar os demônios. Siga até a fronteira e ajude Mulan na batalha contra as criaturas para impedir que elas adentrem o reino.
Recompensas: 15.000 XP e Dracmas + 9 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 55.




PROWLER • SON OF CERES
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Lider dos Guardiões
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Idade : 19
Localização : Jardim das Hespérides

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Mensagem por Baco em Qui Jun 13, 2019 11:36 pm


Prowler 

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 15.000 XP e Dracmas + 9 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 15.000 XP e Dracmas + 9 Fragmentos
Lizzard recebe 100XP

Status - Prowler:
HP:
640/840 (640/840)

MP:
525/840 (525/840)


Status - Lizzard:
HP:
160/250 (160/250)

MP:
180/250 (180/250)


comentários:
Prow Prow,

Que susto! Eu já ia reclamar sobre uma crítica antiga minha a respeito de achar suas introduções longas demais e o desenvolvimento menor. Mas, conforme fui lendo o texto, nem percebi quanto tempo já tinha passado desde o início. Ou seja, paguei com a língua (ou seria mente, nesse caso?). De qualquer forma, você se saiu muito bem, rapaz. Foi um texto bastante divertido - para mim pareceu. E que bom também que prestou atenção na questão dos itens!

Meus parabéns pela missão!

Atualizado por Hefesto.


EVOÉ, BACO
"Did someone just call me the wine dude? It’s Bacchus, please. Or Mr. Bacchus. Or Lord Bacchus. Or, sometimes, Oh-My-Gods-Please-Don’t-Kill-Me, Lord Bacchus"
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