The Blood of Olympus
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[RPs] Eren Leonhardt

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Mensagem por Eren Leonhardt em Seg Maio 20, 2019 11:59 am

This is how you tell a story
Conto de fadas


Missão fixa inicial: Para adentrar no evento de contos de fada é necessário fazer a missão fixa acima, sendo encontrado pelo coelho e guiado por ele até uma toca que o guiara para o mundo mágico. Você deve explicar como foi atraído pela criatura e o que te fez seguir ela, a missão termina com seu personagem caindo em um buraco que parece não ter fim, mas que num piscar de olhos também desaparece, te deixando em uma floresta estranha, onde alguém grita: Bem vindo a floresta encantada.

Recompensas: 500 XP e 500 Dracmas + 1 Fragmento.

Essa é uma história bem estranha, e começa nos meus primeiros dias como membro da primeira coorte. Nessa época eu não tinha feito nada de nota ainda, exceto por matar o Leão de Neméia. Talvez isso possa parecer impressionante se você não tem muita experiência com o assunto, mas o ato não me rendeu muito reconhecimento nas coortes. Nessa época eu ainda era conhecido como “O bastardo”. Meu primo me deu esse apelido quando éramos crianças e nunca parou de me xingar disso, mesmo depois de eu ter salvo sua vida. Sim, ele era um babaca ingrato que estava pra sempre marcado no rosto por uma das garras do leão. Só sofri alguns ferimentos mais internos e não estava tão acabado exteriormente quanto ele.

Aquela tarde decidi dar um passeio agradável pela floresta que circulava o acampamento Júpiter sozinho. Porque eu decidi fazer isso? Bom, já ouviu falar no destino? Eu só estava lá, dando uma volta, e fiquei exatamente no lugar em que precisava estar pra começar a sequência de eventos mais bizarra da minha vida. Coelhos não eram tão raros pela floresta, mas albinos eram. A natureza tende a ser mais cruel com os albinos em regiões sem neve, e esse pobre coitado estava no meio de uma mata marrom e verde.  Eu não era do tipo que caçava, só dava minhas voltas tranquilamente por ai e dava no pé antes de criar qualquer problema, mas havia algo de muito diferente naquele coelho. Além do fato dele ser albino ele estava vestido, e além de tudo isso estava usando um relógio.

Meu bordão hoje em dia pode ser “Não tem nada que eu não tenha visto”, mas veja bem, foi minha primeira aventura de todas, eu ainda não tinha visto nada de realmente extraordinário fora do acampamento. Comecei a seguir a criatura, devagarinho. Ele não pareceu me notar nos primeiros momentos, ou se me notou ficou realmente muito quieto sobre isso e não fugiu de mim… até o momento em que fugiu. Como um pequeno foguete branco e felpudo ele decolou pela floresta. Meu primeiro instinto foi estranhamente o de correr atrás dele.

Eu era uma criança bastante curiosa que nunca tinha colocado os pés fora do acampamento, então como é de se esperar eu era gracioso como um pato. Tropecei diversas vezes nas raízes, arranhei meu rosto e meus braços e sujei minha roupa completamente. Por fim ele entrou em sua toca. Me senti aliviado com o fim daquela perseguição. Eu provavelmente teria as respostas que tanto desejava! Mergulhei no buraco do coelho de cabeça e me vi caindo. O buraco pareceu não ter fundo, e eu gritei pelos primeiros... dez segundos? O impacto contra o chão foi muito mais suave do que eu imaginei que seria. Claro, doeu um pouco, mas não pareceu que eu tinha pulado de um prédio de 100 metros de altura. Primeiro achei que tinha quebrado todos os meus ossos, mas então percebi que podia me mover. Depois achei que tinha quebrado a coluna, mas por fim me levantei. E então achei que estava num buraco bem fundo… e então me apercebi dos meus arredores e reparei que o mundo estava colorido e vibrante, era uma floresta.

Estou morto. — Esse foi meu primeiro pensamento.

Morto não. Bem-vindo à Floresta encantada! — O coelho me respondeu gentilmente... antes de vazar.
Equipamento:

• Queridinha de Apolo [Um relógio de aparência completamente comum e que funciona de acordo com o horário do local onde o semideus se encontra, se ajustando ao fuso dos locais (não funciona no mundo inferior ou tártaro), porém ao ser ativado o mesmo se expande e se transforma em uma armadura completa que se ajusta ao corpo do semideus em questão. | Efeito 1: Tal armadura, caso utilizada em batalhas onde tenha sol (naturalmente precisando ser durante o dia ou na influência de algum poder que faça o dia ser instalado) irá emitir um brilho que pode deixar seus inimigos com dificuldades para enxergar, mas óculos escuros podem ser bastante efetivos contra tal brilho. | Efeito 2: A mesma se transforma em um relógio funcional. | Bronze Celestial. |Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

Eren Leonhardt
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I Coorte
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Idade : 20

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Mensagem por Poseidon em Seg Maio 20, 2019 12:57 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 500 XP + 500 Dracmas + 1 Fragmento

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP+ 500 Dracmas + 1 Fragmento

comentários:
Seja bem-vindo ao reino, boa sorte em encontrar novas aventuras!
Poseidon
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Deuses Olimpianos
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Mensagem por Eren Leonhardt em Seg Maio 20, 2019 1:16 pm

This is how you tell a story
Conto de fadas


PAnimais falantes: Uma das peculiaridades da floresta encantada é que ali a maioria dos animais fala! Isso mesmo, as criaturas conseguem falar e entender a língua humana perfeitamente e Balu, um urso bastante dengoso e viciado em mel é um deles. O peludo está faminto e não consegue alcançar a colmeia de Mel sozinha, mesmo já tendo bolado todos os planos possíveis. Você estava de passagem quando notou a situação do urso. Ajude Balu a conseguir seu mel sem ser atacado por um enxame enraivecido.
Recompensas: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.

Depois de cair no buraco eu fiz algo que faria por todos os dias da minha vida, comecei a correr. Corri como se minha vida dependesse disso. Corri atrás do maldito coelho branco. Ele era ainda mais rápido agora, e eu pude perceber que ele havia feito de propósito. O maldito havia me deixado acompanha-lo antes de cair no buraco. É claro! Pouco tempo depois ele estava fora de vista.

MALDIÇÃO! — praguejei dando um soco forte no chão abaixo de mim. Fiquei realmente horrorizado. Como eu ia voltar pra casa sem sequer saber onde eu estava? Suspirei com indignação e me coloquei de pé novamente.

Uau garoto, você parece irritado. — Me virei e arregalei os olhos, dando um salto para trás. Eu não tinha nenhuma arma, mas tinha minha armadura. Teria que lidar com o gigantesco urso cinzento só com as mãos e uma armadura.

Mas eu tinha ouvido uma voz, alguém tinha falado comigo. Tinha algum humano por ali, certo? Engoli seco, sem saber exatamente como prosseguir e fiz a coisa mais absurda que podia me passar pela cabeça. Dei dois passos na direção dele, o olhando nos olhos tentando manter a calma e a sanidade.

Você... falou comigo? — O urso pareceu perplexo de começo. Ele arqueou a sobrancelha, o que pra mim já foi estranho, mas não respondeu. Ele estava pendurado em uma árvore com uma grande colmeia acima. Claro que o urso estava atrás de mel…

Ué, é claro que falei. — Seria menos aterrorizante se ele tivesse pulado em mim. Entenda que naquela época eu ainda era inexperiente, totalmente inexperiente em tudo. Ainda mais inexperiente com ursos falantes — Por que a expressão?

Minha mente decolou por alguns segundos, indo e voltando inconstantemente. Me perguntei o que devia fazer a seguir. Pedir informação pro maldito urso? Bom, ele falava, então podia me dizer alguma coisa. Não me pareceu tão absurdo na hora.

Sabe... hã... sabe me dizer onde estou? — Ele me olhou como se a resposta fosse a coisa mais óbvia do mundo. Naturalmente pra mim não era nada óbvio ou simples. Eu estava falando com um URSO!

Na floresta encantada oras. Tá tão perdido assim? — Ele tirou os olhos da colmeia e me encarou por um segundo, perplexo. Como ele podia estar mais estranhado com aquela situação do que eu?! — Ei, Humano.

Eren. — Ele balançou a cabeça.

Eren. Eu sei exatamente onde estamos e qual é o assentamento humano mais próximo, mas pra te contar você vai ter que me fazer um favor. — Ele pareceu estar barganhando comigo, usando o tom que eu já tinha visto os vendedores de loja de Nova Roma usar com minha mãe ou comigo.

Certo, e o que você quer?

Ele olhou pra colmeia com água na boca e estrelas nos olhos. Notei que estava ferido em vários pontos do corpo, e que haviam vários tipos de ferramentas rústicas diferentes ali, galhos longos, pedras e todo o tipo de coisa.  Me deu vontade de rir por Ele ser o estereótipo do urso falante. Olhei pra colmeia com curiosidade. Havia uma dúzia de formas de lidar com aquilo, mas apenas uma delas não ia me deixar picado. A vantagem de viver numa cidade de semideuses é que você sempre encontra os mais variados tipos de pessoa. Certa vez encontrei com um apicultor que falou uma ou duas coisas sobre sua profissão.

A informação mais relevante naquilo era o fato de que fumaça era boa pra afastar abelhas da colmeia. Nunca fiz fogo antes, e como filho de Netuno achei que nunca precisaria fazer, mas bem, quando em Roma…

Certo, Urso.

Balu.

Certo, Balu, vou precisar de galhos secos, muitos. Quantos você puder achar. —  Estava ensolarado, oque era bom. Se eu fosse esperto conseguiria fazer aquilo sem muita dificuldade.

Ah não, não , não. Eu não vou fazer nada, só esperar pelo mel. — Ele coçou as costas e se sentou perto de uma árvore, me encarando. — Não seria muito justo se eu tivesse que te ajudar, não é?

Se eu encontrasse com aquela criaturinha petulante hoje em dia provavelmente o jogaria aos tubarões, mas naquela época eu era bem menos poderoso, estava perdido e começava a ficar com fome. Me resignei a procurar galhos secos de árvore e a colocar logo abaixo da colmeia. O montinho estava ficando cada vez maior, era hora de executar a segunda parte do meu plano. O urso me encarou curioso, tentando entender o que eu estava fazendo. Resmungou um “já tentei isso” quando viu os primeiros galhos, mas conforme mais chegavam o urso se aquietou, sentado com os olhos bem abertos pro que viria a seguir.

Bati com uma mão na outra, satisfeito com a quantidade. A minha futura fogueira estava pronta. Agora vinha a parte que havia custado ao ser humano milhares de anos para aperfeiçoar, mas eu tinha o conhecimento acumulado de séculos, então fiz aquilo de uma forma bem mais simples do que se imagina. “Use os recursos que você tem.” A voz do meu tio ressonou em minha mente. Balancei a cabeça de cima pra baixo enquanto procurava um bom ângulo pra luz do sol. Sabe como reclamam de deixar cascos de cerveja pela mata? Sabe porque isso é algo horrível de se fazer? Os incêndios começam em dias quentes e secos como aquele, no qual o sol bate no vidro e o vidro reflete o calor, esquentando demais as arvores secas. Eu estava tentando fazer uma versão bem mais controlada daquilo, claro.

O que você tá fazendo? — Ele perguntou curioso. Me mantive focado em aquecer os galhos secos, ficando naquela posição por cerca de meia-hora, em pé, com o braço levantado em um ângulo estranho.

Não vou negar que quase desisti da coisa toda e simplesmente me coloquei a andar até encontrar um rio que me levasse até a civilização, fosse ela uma vila ou uma cidade, mas o trabalho duro sempre compensa, outra lição que aprendi com a vida. Quando a fumaça finalmente começou a subir me senti aliviado, abaixando o braço e saindo daquele maldito sol quente. Eu ficaria bronzeado pelos próximos dias de um jeito bem desigual. O fogo começou a crepitar baixinho e Balu se agitou, saltando.

FOGO! FOGO! — Ele gritou desesperado. Me aproximei dele com  as mãos erguidas num gesto apaziguador. Ter uma criatura de uns 300 kgs pulando de maneira apavorada não fazia muito bem aos nervos. Era realmente uma cena assustadora, mas eu precisava controlar a situação. Comecei a me aproximar dele.

Calma, calma, eu consigo controlar.

Como? Você estava lá! O fogo está ali! — Ele estava surtando. Foi então que fiz a primeira coisa mais louca da minha vida. Eu dei um tapa no rosto dele. O urso arregalou os olhos e rosnou pra mim. — O que foi isso?

—  É o que humanos fazem quando outro humano está exaltado demais. Calma, Balu. Eu sei controlar o fogo. — Ele parecia visivelmente irritado, mas balançou a cabeça pra cima e pra baixo dando um sinal de entendimento. — Só o que temos que fazer é esperar.

Foi bem como prometido. A fumaça do fogo começou a afugentar as abelhas, matando as que ficavam na colmeia. Não demorou muito até que tudo estivesse pronto. Peguei um galho bem longo que ele havia usado anteriormente e sacudi a colmeia levemente. Nada saiu. Então sacudi com mais força, nada saiu. Dei um sorriso vitorioso e olhei para o urso, que me encarava estupefato.

Está feito. — Me aproximei da fogueira e a apaguei com pisadas, jogando terra encima pra me certificar de que o fogo realmente estava morto.  Balu tirou a colmeia da árvore e colocou as garras pra dentro. Elas saíram meladas de mel e o urso dei uma risada.

Ahh, muito obrigado humano! Meu deus, eu ‘tava’ com tanta saudade! — Assenti pra ele e encarei a colmeia. Eu mesmo estava com um pouco de fome, mas dava pra segurar, já ele... Bom, você já viu um usuário de crack em abstinência? ele estava um pouquinho melhor do que isso. — Bom, nunca poderão dizer que Balu não cumpre sua parte do trato.  O assentamente humano mais próximo fica naquela direção. Você vai encontrar o rio. Só o siga correnteza acima, entendeu?

Claro, obrigado Balu.

Não, não! Eu é quem agradeço.

Eu era inocente demais naquela época, e ainda acreditava bastante no que as pessoas me falavam, ainda mais estranhos. Afinal, que tipo de pessoa faria mal a outra só por fazer? Eu tinha ajudado Balu, e agora ele me ajudou a encontrar outros humanos, certo? Aquela foi a última vez que vi o urso, o que foi algo bom, pois se o visse novamente certamente teria matado-o. Ele me levou pro pior lugar possível... Mas essa é uma história pra outro dia.

Equipamento:
• Queridinha de Apolo [Um relógio de aparência completamente comum e que funciona de acordo com o horário do local onde o semideus se encontra, se ajustando ao fuso dos locais (não funciona no mundo inferior ou tártaro), porém ao ser ativado o mesmo se expande e se transforma em uma armadura completa que se ajusta ao corpo do semideus em questão. | Efeito 1: Tal armadura, caso utilizada em batalhas onde tenha sol (naturalmente precisando ser durante o dia ou na influência de algum poder que faça o dia ser instalado) irá emitir um brilho que pode deixar seus inimigos com dificuldades para enxergar, mas óculos escuros podem ser bastante efetivos contra tal brilho. | Efeito 2: A mesma se transforma em um relógio funcional. | Bronze Celestial. |Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
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Mensagem por Hécate em Ter Maio 21, 2019 9:54 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 2.5000 XP e Dracmas + 2 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos

comentários:
Apesar se encontrar alguns erros gramaticais em seu texto, acredito que não seja algo tão grande para descontar pontos. Além do mais, sua criatividade é realmente muito boa, e a forma simples e objetiva que realizou a missão fez com que levasse a pontuação máxima.


Atualizado por Hades


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