The Blood of Olympus
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RPs - Shin Dak Ho

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RPs - Shin Dak Ho - Página 2 Empty Re: RPs - Shin Dak Ho

Mensagem por Shin Dak Ho em Sab Maio 25, 2019 4:33 pm




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Definitivamente foi alívio me ver livre mais uma vez. Embora tenham sido apenas algumas horas acorrentado naquela lâmpada, eu me senti completamente apavorado e tive até um pequeno surto nos primeiros momentos. Não é o tipo de experiência que eu quero ter, tampouco é como quero lembrar dessa mágico quando ajudar o Coelho Branco e finalmente poder sair dele. Definitivamente quero ficar marcado somente pelos bons momentos, então balancei a cabeça tentando afastar os pensamentos ruins e logo já estava pronto para continuar minha procura pelo belo coelhinho.

Quando me dei conta estava em algum tipo de fazenda no meio do nada com uma enorme torre no meio. Na esperança de conhecer mais algum personagem fantástico de contos de fadas eu me aproximei. Me colocando em perigo porque uma fazenda dessas podia ser o lar de um vilão tenebroso? Talvez, mas a minha curiosidade foi maior que a paranoia então simplesmente bati na porta da casinha esperando alguém me atender. Minhas mãos tamparam imediatamente minha boca quando consegui pelo vidro transparente da porta eu consegui ver quem se aproximava.

— Em que posso ajudar? — disse o garoto com vestes esverdeadas se encostando na lateral da entrada. Sua expressão facial estava neutra, o que por si só já era algo incrível porque até em todas as ilustrações dele que vi quando criança ele estava sorridente. De quem estou falando?

— Meu deus, você é o Peter Pan? Tipo O Peter Pan?

— Bom, eu acho que sim.
— comentou ele abrindo um sorrisinho, e foi aí que me derreti todo porque era exatamente como nas ilustrações. Um anjo desses, bicho.

— Bom, eu sou Dakho. Sou filho do deus do sono Hipnos e cheguei nesse mundo há pouco tempo. É um prazer de verdade te conhecer, você é tipo top 5 personagens personalidades mais icônicas de onde venho.

Peter pareceu tomar um susto quando mencionei ser filho de Hipnos, até perdeu o equilíbrio por uns instantes, mas depois voltou a se encostar na lateral da porta como se nada tivesse acontecido. Foi meio estranho, mas não necessariamente algo ruim, então simplesmente levei na esportiva, até porque não é todo dia que ele recebe a visita de um semideus, ao menos eu acredito que não.

— Filho de Hipnos, é? Isso é... Hãn, incrível. Temos vários deuses nesse mundo, mas normalmente não rola de aparecerem filhos. Acho que só lembro do Hércules.

— Não é um tipo de fantasia muito explorada, né? Parando pra pensar agora...

— Mas eu ainda acho que já te vi em algum lugar...

— Vish, nem sei, já fiz tanta coisa desde que cheguei por aqui. Já fui pra todo lado.

— Já sei!
— ele gritou apontando pra mim, o que foi suficiente para eu me assustar desta vez e dar um passinho para trás por puro reflexo. Ele estava sorrindo de uma forma meio estranha agora, mas deve ser seu jeito, né, até porque não entram muito no mérito das nuances emocionais dos personagens — Eu te vi saindo da Ilha dos Perdidos enquanto voava lá perto.

— Ah, deve ter sido eu mesmo, eu estava por lá há alguns dias.

— E eu vi o que você fez.


Bem aqui eu já começo a ficar preocupado. Peter Pan é um ícone das histórias como herói. Se ele me viu entrando no castelo da Malévola e ainda infernizando a vida de algumas pessoas com a varinha da Fada Madrinha com certeza ele iria ficar decepcionado agora. Comecei logo a pensar em uma desculpa, e não perdi tempo com rodeios quando pensei na ideal.

— Ah, aquilo? Érrr, eu posso explicar.

— E precisa? Você foi sensacional.


Me permiti suspirar baixinho como forma de demonstrar meu alívio. Se ele gostou das coisas que fiz então ele não viu minhas travessuras e sim meus atos benevolentes dos dias anteriores. Sendo assim, acho que estou com muito crédito positivo com ele. O que acontece a seguir são coisas desinteressantes que não valem a pena mencionar demais nesse texto, mas ele me convidou para entrar e tomar um café com ele, coisa que não recusei. Em dado momento me convidou para o celeiro, onde começou a mencionar a vida de fazendeiro que ele leva nos momentos de folga. Ele pediu que eu cortasse algumas cordas, e eu prontamente fui correndo atender ao pedido. Saquei minha foice do bolso ainda na sua forma de canivete e mesmo desengonçado a fiz ficar no seu tamanho total afim de usar a lâmina desta para cortar a corda.

— E essa foice aí? — perguntou Peter se aproximando devagar. Parecia interessado.

— Ah, isso? Foi um presente. Ela me foi útil algumas vezes desde que cheguei, mas evito usar ela pra lutar porque não sei usar muito bem.

— Tô vendo, até sua empunhadura está errada.

— Ué, você sabe usar uma foice?
— até o momento estava sendo uma surpresa, né, nunca foi mencionado que Peter sabia utilizar esse tipo de armamento.

— Ah, a gente se vira com o que tem, né.

— Justo.

— Quer que eu te ensine? Adianta de nada ter uma arma dessas se não vai saber usar.

— Ai eu quero umas aulinhas, sim, não vou mentir.

— Chega aí.


Eu nunca imaginei que estaria em um celeiro treinando com Peter Pan, tampouco imaginei que um treinamento com ele seria envolvendo uma arma tão incomum e macabra quanto uma foice. Mas imaginação por imaginação nunca me vi como um semideus também, e olha eu aqui. Os ensinamentos de Peter foram bem básicos logo de início, afinal ele notou que eu não sabia muito bem o que estava fazendo. A forma de segurar a foice foi o passo mais importante, afinal sem ele não conseguiria prosseguir para os ensinamentos mais avançados. A dica foi imaginar uma linha no centro do cabo e então colocar as mãos em uma distância igual desse centro, uma mais à frente e uma mais à trás. O movimento para atacar com uma foice para poder aproveitar sua lâmina, então o movimento feito com os braços normalmente seguia esse mesmo princípio. Ele chamou isso de swing, quando você move os braços de um lado para o outro para realizar o movimento cortante com a foice.

O segundo ensinamento foi justamente da melhor forma de se balançar tal arma. Foi uma foice de fazendeiro em mãos, Peter fez uma demonstração de um ataque em X, com cortes diagonais de cima de para baixo que se cruzam. Eu estava praticamente em êxtase durante todas as dicas, completamente absorto na ideia de estar sendo aluno por um dia de Peter Pan. Mas continuando com as aulas, esse movimento em X foi o que ele pediu que eu aprendesse para aquele dia. Segundo ele era uma sequência básica com troca de apoio no cabo da foice, então se eu aprendesse isso certamente teria masterizado a forma de segurar.

Não deu outra, e eu fiquei a tarde inteira aprendendo métodos e táticas de como fazer aquilo. Peter continuou seu trabalho no celeiro e só de vez em quando aparecia para ver se eu estava indo bem, além de claro dar mais dicas ainda. Ele parecia realmente interessado em me ensinar aquilo, o que me fez achar que eu estava indo muito bem na minha estadia na Floresta Encantada. Estava deixando um dos heróis mais famosos muito feliz, e isso pra mim foi o suficiente.

Enquanto treinava consegui observar que Peter cobriu um tipo de sótão com feno, o que me deixou curioso para ver o que tinha para além daquela portinha, mas deixei quieto por não ser do meu trabalho. Também notei que na minha frente ele estava com uma expressão mais amigável, porém durante seus afazeres ficava mais sério e emburrado. Talvez pelo tédio de provavelmente fazer aquilo com frequência, então novamente observei, mas não disse nada.

A noite se encerrou com a aula de como realizar uma manobra legal chamada Dança do Ceifador, onde eu me lançava para frente e então girava meu corpo como uma bailarina para atingir em um ângulo de 360% com a foice. Segundo Peter isso é capaz de ferir muita gente de uma vez, todas pegas desprevenidas. Fiquei até tarde tentando aprender isso e levei muitas quedas no processo, na real até me cortei com a ponta da foice embora fosse um ferimento aparentemente superficial.

Tinha sido um dia superdivertido, mas quando deu em torno de meia noite Peter disse que eu precisava ir. De verdade eu poderia dormir ali no próprio celeiro, mas o verdinho parecia ser super contra a ideia de eu dormir por lá. Bem, não podia me aproveitar demais da hospitalidade dele, né, ele já tinha até me ajudado a entender mais da arma que ganhei quando fui reclamado. Por aquele dia acho que era o bastante... E eu nem estava com tanto sono assim. Ele me pediu para que retornasse depois quando ele não tivesse mais muito trabalho, e eu concordei.

Por agora, me resta vagar pela floresta mais uma vez.

missão realizada:
Peculiaridades do mundo mágico – Todo personagem do reino da fantasia possui alguma peculiaridade escondida, uma arma que sabe dominar e não contou a ninguém, um estilo de luta diferente, um saber escondido que não quer compartilhar. Você acabou cativando um desses personagens e ele decidiu te transformar no pupilo dele. Aprenda uma habilidade peculiar com algum personagem do mundo mágico.
Ex: Aprender arco e flecha com a Merida, aprender uma luta marcial com o príncipe Adam, aprender a rugir com um dos monstros de monstropólis. Podem aprender qualquer habilidade, desde que essa possa ser passada a frente, ou seja, não é permitido desenvolver habilidades que não possam ser aprendidas.
Observação: Essa missão pode gerar uma única habilidade e você quem descreve ela, porém ela passa por avaliação e pode ser modificada.
Observação 2: Essa missão só pode ser feita uma única vez por personagem.
Recompensas: 5.500 XP e Dracmas + Habilidade + 3 Fragmentos.
Requisito mínimo: Nível 1.
duplicador de xp:
Duplicador de um dia – O semideus ganha um bônus de XP, todo e qualquer exp ganho por ele terá o valor duplicado. Valido por 24 horas após a troca ser atualizada. (Valido de 25/05/2019 até 26/05/2019 as 17:00h).
habilidade desejada:
Habilidade: Dança do Ceifador
Descrição: O semideus treinou diretamente com um Ceifador de Thanatos deposto embora não soubesse disso. Como tal, adquiriu conhecimentos de como manusear uma foice da maneira mais adequada, e isso voltado para o combate principalmente. Ele pode tanto atacar quando defender com tal arma utilizando um estilo parecido porém não igual ao dos ceifadores.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 30% de assertividade quando lutar utilizando uma foice.
Dano: +20% de dano quando for atingido pelo ataque da foice desse semideus.
poderes utilizados:
Nível 6
Nome do poder: Memória Perfeita
Descrição: Poucos são aqueles capazes de se lembrarem de tudo, inclusive de quando e como um sonho começou. Filhos de Hipno/Somuns nunca se esquecem de nada justamente para saber interpretar seus sonhos e até mesmo sonhos alheios. Isso acaba valendo para o dia a dia, possibilitando que em uma única leitura bem feita consigam gravar todo um mapa, por exemplo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
considerações:
Ficha de Atributos: no link abaixo do avatar
*Essa missão é como uma grande introdução para a missão a seguir. Mais detalhes nas considerações do próximo post.
*O poder acima foi o responsável pela facilidade em compreender o que foi ensinado, pois Dakho conseguia ver o que Peter fazia e então a imagem ficava gravada na sua memória, facilitando a repetição.
equipamentos:
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.]

Foice Curta [Embora pareça com o instrumento agrícola comum, essa foice é balanceada e reforçada para o combate, sendo que sua lamina é capaz de se alongar. | Efeito 1: A lâmina, feita de bronze celestial e capaz de alongar, ganhando até doze centímetros e, da mesma forma com que alonga, pode também diminuir, ganhando a aparência de um canivete. | Efeito 2: A arma nunca é perdida, sempre retornando para seu dono na forma de canivete caso seja perdida. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]




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Mensagem por Shin Dak Ho em Sab Maio 25, 2019 4:36 pm




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De uma forma ou de outra eu estava começando a me acostumar com aquele mundo. Já faziam o quê? Quatro dias que eu estava ali? Muita coisa aconteceu, muitas confusões, muitas coisas incríveis e muito aprendizado também. Eu cheguei muito assustado ao acampamento e antes disso tudo não tinha experiência alguma com meus poderes de semideus. Mesmo pensar em ter algo do tipo me deixava aterrorizado, e até dois dias atrás eu ainda ficava da mesma maneira. Acontece que depois de tudo o que aconteceu eu estou cada vez mais acostumado com essa ideia. Apesar de não ter realmente um instrutor que me ajude a compreender as nuances dos meus poderes eu não sou nenhum tonto e já compreendi o funcionamento de alguns deles. Não só os que herdei de Hipnos, meu pai, mas também o que herdei de Afrodite, minha avó. Deus dos sonhos e deusa do amor... Uma combinação e tanto.

Ter esses devaneios me ajudava a não pirar enquanto vagava sozinho, mas vira e mexe aparecia algo encantado na floresta para me distrair de verdade. Cheguei em um tipo de clareira onde brilhos flutuavam por entre as árvores. Não percebi até me concentrar, mas os brilhos na verdade eram fadas. Nunca fui muito de ler histórias de fadas — estranhamente falando, já que estamos em um mundo de conto de fadas de verdade —, mas o conto do Peter Pan eu já tinha ouvido algumas vezes e, claro, era impossível não relacionar uma fada com a icônica Tinker Bell. Sem medo, continuei seguindo em direção à clareira, passando por entre as fadas até que uma se atrapalha e vem de encontro ao meu peito. Nem doeu em mim, afinal era um ser pequenininho, mas o brilhinho foi descendo até o chão.

Estendi as duas mãos juntas para segurá-la, e imaginem minha surpresa quando percebo que a fada nas minhas mãos é Tinker Bell em pessoa. Ainda atordoada, a fadinha se levanta ainda em minhas mãos e começa a levantar voo com alguma calma. O seu balançar para um lado e o outro indica que ela ainda está tonta, então mantenho as mãos abaixo dela em forma de concha para que, caso necessário, pudesse pegá-la novamente sem muita dificuldade.

— Wow, como que eu não vi você aí. — ela pareceu reclamar, mas eu interpretei mais como um pedido de desculpas informal. De qualquer jeito, a fadinha claramente sentiu mais o impacto que eu, então de verdade não tinha muito pelo o que pedir desculpas.

— Tá tudo bem, eu que não devia ter me metido no meio de vocês. Estão procurando alguma coisa? São muitas fadas, talvez eu possa ajudar. — depois de quase meio dia inteiro andando sem ter o que fazer eu estava quase implorando para que me pedissem para fazer algo, nem que fosse procurar por uma flor.

— Sim, estamos procurando uma forma de... Espera. — Tinker Bell faz uma cara de desconfiada e coloca as mãos na cintura, enquanto me encara — Quem que é você?

— Sou Dakho, semideus filho de Hipnos.
— pela primeira vez não estranhei falar isso em voz alta, e fiquei sorrindo bobo quando notei isso.

— Um semideus? Deve ser um daqueles que o Coelho Branco foi atrás, certo? Graças, não acredito que encontrei um logo bem aqui. É seguinte, filho de Hipnos. — parece que vem uma grande explicação pela frente, e eu já me concentro para mostrar que estou mesmo empenhado naquilo — Estávamos seguindo o rastro do Peter Pan. Sabe, o pó de pirlimpimpim deixa um grande rastro quando é usado, então estávamos seguindo a pista. Acontece que seguimos até aqui, onde o rastro sumiu. Precisamos encontrar o rastro de novo urgente, antes que o Peter faça uma besteira.

— Ué, por que ele faria uma besteira? Vocês não são os heróis?

— Ué, eu sou. Mas o Peter na real não é bonzinho não. Terra do Nunca? Bobagem. Ele leva as crianças para lá e as sacrifica para ficar vivo pra sempre.

— É o quê? Que surto é esse?
— eu estava completamente em choque, isso colocava todo o conto do Peter Pan em um novo contexto completamente macabro. Eu simplesmente não podia acreditar mesmo sendo Tinker Bell em pessoa me falando isso. Quer dizer, eu literalmente acabei de sair da fazendinha dele e agora vem essa bomba?

— Mas deve ter algum engano, eu encontrei com ele ontem mesmo e ele foi super amigável comigo.

— Espera, você sabe onde ele está?
— Sininho parecia desesperada, e logo eu mesmo comecei a desesperar.

— Se ele não tiver saído do lugar, sei sim.

Não perdi tempo e nem a Tinker Bell. Ela e as outras fadas voando e eu correndo em direção à fazenda. Era uma comitiva brilhosa liderada por mim, fazendo as curvas necessárias e todo o caminho de volta até a cabana. Em partes eu ainda não estava acreditando na história contada por Tinker Bell, então na minha mente eu estava levando-as até lá para provar que aconteceu de fato um engano. Tem que ser um engano, certo?

Errado. Antes mesmos de nos aproximarmos encontramos Peter. Ele parecia tão abalado e nervoso com o que estava fazendo que não nos percebeu, mas junto ele estava voando com o pó mágico enquanto uma criança devidamente amordaçada e amarrada era carregada por ele. O seguimos então até a mesma fazenda de antes, mas desta vez ele foi direito para a torre no centro, entrando por uma janela bem no topo. Sendo uma torre digna do conto de Rapunzel, assim que nos aproximamos o suficiente as fadas simplesmente foram barradas por um tipo de campo de força invisível. Eu, por outro lado, nem notei tal proteção e simplesmente a atravessei. Mais atrás, todas as fadas ficaram reclamando de como era ultrajante ele fazer isso com elas, mas para mim foi quase que uma confirmação de que algo muito errado estava acontecendo.

Procurei pela entrada térrea e então subi toda a escadaria até chegar ao último andar. Pelo desespero, acabei sendo descuidado e abri a porta a batendo na parede e fazendo muito barulho. O lugar era um cômodo bem parado que, mudando o que eu disse antes, estava mais para torre da Fiona que da Rapunzel. Dito isso, tinha uma cama em um canto e todo o restante estava vazio exceto por algumas ripas quebradas no chão. Ou bem, não tão vazio. No outro canto do quarto estava Peter Pan com sua roupa tão característica. Ele estava agachado mexendo em algo e quando se levantou eu consegui ver que estava terminando de amarrar as mãos e pés da tal criança raptada.

— Pode parar com a palhaçada que agora eu cheguei pra te arrasar. Eu não acredito que você fez isso comigo. — nem eu estava botando muita fé nessa ameaça, mas Peter parece que levou. Ele se virou na minha direção com uma expressão vazia e macabra no rosto, a mesma expressão de quando não estava perto de mim, mas que eu notei mesmo assim.

— Do que está falando? Anda, me ajuda, as fadas não vão conseguir entrar aqui.

— E o que te faz achar que eu te ajudaria nessa atrocidade? Respeita a minha história.

— É isso que vilões como nós fazem, vai dar pra trás agora? Eu vi que o você fez com a varinha da Fada Madrinha, não vem bancar o bonzinho agora.


E foi aqui que minha ficha finalmente caiu. Eu simplesmente paralisei, e o próprio Peter parece que se tocou do que estava acontecendo. Ele me viu agindo como um vilão por diversão, com travessuras simples que não machucaram ninguém de verdade. Ele realmente acreditou que eu estava fazendo aquilo por ser alguém com coração ruim, mas de verdade eu só estava curtindo minha estadia por ali.

— Você me enganou. — falamos juntos, finalmente compreendendo por completo o que estava acontecendo.

Duas adagas deslizaram das mangas de Peter Pan, que flexionou os joelhos em uma pose típica de um ladino. Minha resposta foi fechar os olhos e me concentrar. Quando abri os olhos fiz o mesmo truque que o verdinho na minha frente, com adaga surgindo diretamente dos meus sonhos para a realidade. Até então eu estava optando por armas que lembrava facilmente de ter sonhado, porque na minha concepção era um sinal de algo bom. Assim como empunhar as correntes no dia anterior eu me senti muito confiante empunhando as adagas.

— Quer tirar um mano a mano franco então?

— Quem é que tá de ladainha agora, hein?


A minha provocação pareceu surtir efeito, no que Peter finalmente resolveu fazer seu primeiro movimento. Minha resposta? Tentar acompanhá-lo com movimentos espelho. O combate foi intenso desde o início, porém ninguém conseguiu se ferir até então. Com golpes e bloqueios realizados mesmos que com certa dificuldade por ambas as partes, o máximo que aconteceu foram pequenos arranhões. Eu estava começando a me acostumar quando Peter sorrateiramente alternou o golpe com as adagas e me passou uma rasteira. No chão eu estava um alvo fácil, e embora estivesse pronto para rolar para o lado para esquivar eu fui surpreendido mesmo assim.

A criança anteriormente amarrada de algum jeito conseguiu ficar de pé e quando percebeu que eu estava com problemas jogou seu corpo contra Peter. Nem eu e nem o vilão esperávamos por essa, no que uma adaga de Peter caiu no chão e da mesma forma só consegui recuperar uma única também depois da queda. Ele até tentou se virar contra a criança, mas foi seu erro porque sem me levantar eu dei um impulso na sua direção e finquei a adaga que restou nas minhas mãos em um dos seus pés.

Peter urrou de raiva, e tentou me atingir no chão novamente. Desta vez mirou no rosto, no que movi a cabeça para o lado, mas ainda assim fui atingido com um corte na bochecha. Estava ardendo embora não doesse de fato, então tentei continuar com o ritmo e dar um soco com a minha mão desarmada bem no seu rosto — afinal ele se abaixou para me cortar —. Foi certeiro e o suficiente para o fazer cair para trás soltando sua última adaga. De costas no chão ele até tentou se levantar, mas eu engatinhei rapidamente para cima dele e o segurei pela camisa. Ele conseguiu virar e ficar por cima de mim, no que meteu a mão no meu bolso onde eu guardava a foice.

Ele foi mais forte que eu e conseguiu tomar o canivete. Ele simplesmente abriu com muita facilidade o equipamento, como se já tivesse feito aquilo antes, e liberou a foice. Eu estava completamente abalado até então, e ele levantou a mão com a foice pronto pra me atingir bem no meio do rosto. Minha reação foi simplesmente colocar uma mão na frente e fechar olhos.

Um barulho de ferro batendo contra ferro foi o que ouvi momentos depois e enquanto abria os olhos devagar notei um travesseiro em cima da minha mão. Ué? O que estava acontecendo? Não podia ver o que aconteceu com o travesseiro tampando a visão, mas a mão de Peter que me segurava estava mais frouxa então virei meu corpo o tirando de cima de mim e então me arrastei para longe dele.

O loiro se levantou e empunhou a foice da mesma forma que me ensinou. Eu, por outro lado, só tinha um travesseiro para me defender. Mas se ele me defendeu antes podia me defender agora, certo? E foi na mosca. Posso não ter muita habilidade com armas, mas sei bem brincar de guerra de travesseiros. Comecei a colocar o travesseiro na frente dos golpes que ele aplicou na minha direção. Novamente mais barulhos de ferro batendo com ferro, até que ele resolveu ir para um golpe mais baixo. Até bati o travesseiro na ponta da foice para tirá-la de perto de mim, mas ainda assim ele conseguiu fazer um corte na minha coxa.

Continuamos o embate e em dado momento ele baixou a guarda o suficiente para levar um travesseiro bem na cara, o que o fez soltar a foice e cair no chão. Como finalizei? Não sou forte e não pretendia matá-lo de qualquer maneira, então o segurei pela camisa e bati sua cabeça contra o chão repetidas vezes até ele desmaiar. Rendido ele não teve muito o que fazer e acabou caindo desacordado. Os momentos seguintes foram eu utilizando minhas próprias adagas para cortar a corda que prendia a criança e conseguimos fugir da torre sem mais problemas. As fadas se encarregaram de levar o pequeno de volta para os pais, e eu, bom, pude continuar seguindo meu caminho.

missão realizada:
O ceifador I: A maioria das histórias retrata o jovem Peter Pan como um herói que não queria crescer, quando na verdade a realidade pode ser um tanto macabra. O herói da terra do nunca é na verdade um antigo ceifador que tornou sua alma negra o suficiente para ser rejeitado por Thanatos e para se manter imortal captura e mata crianças do mundo real a fim de consumir sua essência e sua alma. Dessa forma o garoto fica jovem para sempre. Peter Pan está prestes a capturar mais uma criança e você precisa impedi-lo antes que isso aconteça. Conte-nos como descobriu que o herói de contos de fada é na verdade um vilão e o que fez para salvar um órfão, impedindo Peter Pan de ceifar sua alma.
Recompensas: 4.500 XP e Dracmas + 3 Fragmentos.
Requisito mínimo: Nível 3.
duplicador de xp:
Duplicador de um dia – O semideus ganha um bônus de XP, todo e qualquer exp ganho por ele terá o valor duplicado. Valido por 24 horas após a troca ser atualizada. (Valido de 25/05/2019 até 26/05/2019 as 17:00h).
considerações:
Ficha de Atributos: no link abaixo do avatar
*Para o caso de não ter ficado claro, Peter se confundiu por ter visto Dakho realizar uma das suas primeiras missões, que era da lista de vilões. Como Dakho não falou muito por vergonha e o outro não falou mais por achar que estava claro do que estava falando, a primeira interação deles foi um sucesso. Peter tinha a esperança de fazer um novo aliado vilão, e Dakho estava animado demais por conhecê-lo para se ligar demais nos detalhes. No fim de tudo ele descobriu a verdade por Sininho e mesmo desconfiado acabou por pegar Peter no ato.
poderes utilizados:
ativos filho de hipnos:
Nível 8
Nome do poder:
Travesseiro de Aço
Descrição: O filho de Hipnos/Somnus pode invocar um travesseiro de tamanho normal feito de aço que não pesa para ele. O item pode ser usado como quiser, seja para bater em alguém ou enganar em algum tipo de armadilha/truque.
Gasto de MP: 10 MP.
Gasto de HP:  Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: 20 HP cada golpe do travesseiro.

Nível 15
Nome do poder:
Arma dos Sonhos
Descrição: O filho de Hipnos/Somnus é capaz de invocar uma arma com a qual ele tenha sonhado antes. Uma curiosidade é que ela é invocada com a aparência original, ainda que não tenha os poderes de fato servindo apenas para golpe físicos normais. É uma boa forma de intimidar alguém e, se usado em conjunto com uma ilusão para simular os poderes, até mesmo amedrontar seus oponentes.
Gasto de MP: 30 MP.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: 30 HP cada golpe da arma.
passivos legado de afrodite:
Nível 5
Nome do poder:
Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus possui certa afinidade com as adagas, uma arma delicada, simples, que em suas mãos se torna mortal. O filho de Afrodite/Vênus costuma repelir armamentos mais pesados, por isso a adaga o atrai com mais facilidade. E mesmo que ele nunca tenha se utilizado de uma, conseguira maneja-la com certa facilidade. Nesse nível, ainda apresenta alguns poucos erros.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manejo de Adagas.
Dano:+5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.
equipamentos:
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.]

Foice Curta [Embora pareça com o instrumento agrícola comum, essa foice é balanceada e reforçada para o combate, sendo que sua lamina é capaz de se alongar. | Efeito 1: A lâmina, feita de bronze celestial e capaz de alongar, ganhando até doze centímetros e, da mesma forma com que alonga, pode também diminuir, ganhando a aparência de um canivete. | Efeito 2: A arma nunca é perdida, sempre retornando para seu dono na forma de canivete caso seja perdida. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]




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Mensagem por Shin Dak Ho em Sab Maio 25, 2019 4:39 pm




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Tanto andei sem rumo que acabei parando onde eu menos esperava: Auradon. Para minha surpresa todos os reinos eram realmente ligados com a floresta de alguma forma, e era possível simplesmente vazar da Ilha dos Perdidos e com alguma sorte parar em Auradon diretamente. Bom, eu estava procurando pelo Coelho Branco, né, mas como quando cheguei aqui eu queria mesmo dar uma volta pela parte dos heróis também eu pensei um pouco e decidi ficar por aqui mesmo. Queria conhecer o Rei Ben, porque sempre achei ele uma graça e nos filmes ele é bem acessível, talvez conseguisse mesmo um autógrafo.

Infelizmente para mim eu andei esse tempo todo com as "roupas de vilão" que consegui na Ilha dos Perdidos e chamei atenção imediatamente assim que pisei no pátio da escola. Os outros príncipes e princesas pareciam claramente incomodados comigo ali, e não demorou muito para que guardas aparecessem e me levassem até a sala do rei. Eu tentei explicar a situação sobre eu não ser um invasor, mas acho que isso deve ser algo muito recorrente porque eles estavam muito sérios com a situação. Resolvi então ceder um pouco à agressividade deles para evitar maiores problemas. Simplesmente me empurraram quando chegamos à frente do trono, no que caí de joelhos e isso sim me irritou um pouco porque até então eu tinha colaborado.

Respirei fundo e voltei a ficar de pé. Para minha surpresa e alegria, era Ben quem estava ali no trono bem na minha frente. Esbanjando seu carisma, ele estava com sua coroa e pediu para que os guardas explicassem o que aconteceu. Eles simplesmente disseram que eu era um fugitivo do Ilha, e foi aí que eu resolvi interromper e falar por cima deles. Precisava me defender, certo? Mas não pude. Ben foi bem mais implacável do que eu esperava pelos filmes, sendo amistoso com seus guardas e completamente agressivo comigo. Mandou que me prendessem. Oi? Eu não podia ficar preso ali, tinha coisas importantes para fazer.

— Espera, eu não sou desse mundo. Sou um semideus. Rei Ben!

— Um semideus? Mas isso são lendas que minha mãe me contava. Essa coisa não existe.

— Ah pois, eu também não acreditava nisso até descobrir que eu próprio sou um. Eu juro, não quero o mal de Auradon. Na verdade, eu sou até seu fã.
— tentei apelar para o emocional, e Ben pareceu amaciar um pouco no que os guardas pararam de me arrastar para fora da sala e eu aproveitei para me desvencilhar deles um pouco — Rei Ben, você acredita em mim?

— Não muito, mas você realmente não parece ser um vilão. Se fosse não chegaria pelo meio de todo mundo se mostrando tão facilmente.

— Ai, obrigado.

— Mas ainda é um intruso por não ser do nosso reino. Não irei prendê-lo, mas lhe darei um castigo. Acha justo?

— Justíssimo. Melhor que ficar preso.

— Desde que meu pai assumiu o trono anos atrás ele se descuidou do jardim que cultivou por boa parte da sua vida. As rosas tão especiais dele estão morrendo e eu queria lhe deixar feliz cuidando para restaurá-las. Ele pediu para que eu liberasse o jardim para que alguns locais fizessem a gentileza de cuidar das rosas, mas eles simplesmente as roubaram dizendo ser para guardar de recordação. Infelizmente entre as aulas e meus deveres de rei não sobra muito tempo para que eu cuide desse problema, mas acho que você vai ter muito tempo livre pra isso. Consegue cuidar do jardim pelos próximos dias?


Eu não queria realmente perder dias naquilo. Pensei em ser franco e mandar a real, mas então teria a chance de ser preso o que seria ainda pior. Pesando na minha balança mental o que seria melhor, optei por apenas concordar com as condições dadas pelo Rei de Auradon. Definitivamente não era a tour que eu estava esperando, mas podia ficar pior e eu não pretendia arriscar. Além disso, enquanto cuidava do jardim eu podia pensar em um plano. Agora que sei que tenho asas posso procurar por alguma brecha e escapar, só precisava de uma situação vantajosa para isso.

Os guardas me guiaram até o lado de fora do castelo, como se fosse um quintal. Claro, aos níveis de rei que aquilo tinha. Existiam várias plantas por ali, mas eles me indicaram um canteiro específico de rosas como o que eu deveria trabalhar. As rosas realmente pareciam que não eram adubadas há bastante tempo. Sendo sincero existiam poucas rosas ali, era mais o terreno claramente sem ser tocado e algumas pétalas murchas de prováveis outras flores dali que morreram com o tempo. Eu sempre achei que eles tinham um jardineiro para isso, mas não podia questionar demais.

Os guardas saíram de perto, mas continuaram fiscalizando com atenção. Ali próximo de mim eu tinha alguns baldes, dois sacos com adubo e uma fonte para conseguir água. Nunca fui muito da área de plantar e tal, mas minha tia sim e eu já a vi fazendo isso algumas vezes, então tinha certa ideia de como aquilo funcionava. Adubei tudo bonitinho, preparei toda a terra para enfim trabalhar as mudinhas que me cederam momentos depois. Era um número razoável de mudas, então levaria algum tempo para plantar todas da forma adequada.

Estava por volta da quinta rosa quando senti aquela mesma sensação estranha de familiaridade quando empunhei as correntes e as adagas, e mesmo sem entender o motivo acabei deslizando um dedo por onde eu iria plantar a próxima muda de rosa. Senti um calafrio antes de um caule espinhoso começar a sair do solo. Animado. porém ainda sem entender, continuei me concentrando naquela sensação até que uma rosa em seu estado mais esplendoroso brotou da ponta do caule. Não só isso, mas o corpo espinhoso se estendeu por boa parte do canteiro.

Não parecia algo que Hipnos faria. Por outro lado, fazia todo o sentido ser algo herdado de Afrodite. Estendi agora as duas mãos na direção do canteiro, como se mandasse energia para o solo. Fechei os olhos e imaginei várias rosas por ali. De início só pareci um tonto, mas passados alguns segundos várias flores começaram a aparecer ali como se tivessem sido cuidadas por meses por um especialista na área. Acabei caindo sentado no chão quando comecei a rir de satisfação. Os guardas ficaram claramente chocados com aquilo, e um deles foi rapidamente chamar o Rei Ben. Este, por sua vez, começou a aplaudir com um grande sorriso no rosto.

— Isso é esplêndido.

— Eu falei que tinha poderes divinos.
— tentei me gabar, no que recebi um aperto de mão em resposta.

Ben explicou que estava muito satisfeito com o trabalho e que seu pai, a Fera, ficaria muito feliz. Como estávamos nesse momento descontração, aproveitei para questionar se estava liberado agora. Ben pensou por alguns segundos, mas disse que sim. Eu que não sou bobo nem perdi tempo e já comecei a me curvar em despedida, pronto para sair. Ah, mas claro, não antes de pedir meu autógrafo.

missão realizada:
O jardim de rosas da fera: Ao se casar o príncipe Adam (A Fera) também acabou se descuidando do seu jardim, um marco na história que acabou lhe rendendo uma noiva. Acontece que com isso o local passou a ser invadido e suas rosas passaram a ser roubadas, destruindo parte da magia do jardim da Fera. O príncipe Adam frustrado com a situação solicitou ajuda ao povo do vilarejo, onde por ventura, você estava hospedado. Ao saber da situação seu personagem decidiu bancar o detetive e ajudar a fera. Descubra quem está roubando o jardim de rosas do príncipe Adam.
Recompensas: 3.500 XP e Dracmas + 3 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.
duplicador de xp:
Duplicador de um dia – O semideus ganha um bônus de XP, todo e qualquer exp ganho por ele terá o valor duplicado. Valido por 24 horas após a troca ser atualizada. (Valido de 25/05/2019 até 26/05/2019 as 17:00h).
considerações:
Ficha de Atributos: no link abaixo do avatar
*Tentei não seguir pelo óbvio e usei novamente o mundo de Descendentes na missão, desta vez do lado dos heróis. Como Ben é filho da Fera e atual rei, optei por seguir as diretrizes da missão porém a transformando em um pedido de Ben para surpreender o pai. Espero que não tenha problema quanto a isso.
poderes utilizados:
Nível 4
Nome do poder: Controle das Rosas I
Descrição: O semideus é capaz de fazer crescer pequenas roseiras, nesse nível as roseiras apenas se enroscam nas pernas do inimigo, e uma única flor brota, os espinhos causam leves arranhões, e prendem os tornozelos do oponente do semideus, mas não fazem muito mais que isso.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP
Extra: Nenhum
equipamentos:
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.]

Foice Curta [Embora pareça com o instrumento agrícola comum, essa foice é balanceada e reforçada para o combate, sendo que sua lamina é capaz de se alongar. | Efeito 1: A lâmina, feita de bronze celestial e capaz de alongar, ganhando até doze centímetros e, da mesma forma com que alonga, pode também diminuir, ganhando a aparência de um canivete. | Efeito 2: A arma nunca é perdida, sempre retornando para seu dono na forma de canivete caso seja perdida. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]




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Mensagem por Shin Dak Ho em Qua Maio 29, 2019 3:37 am




man muss noch chaos in sich haben um einen tanzenden stern gebären zu können
dracarys




Eu gostaria que essa missão servisse como a Avaliação Prévia para que eu me torne Líder de Chalé. Das regras:

O candidato deve solicitar avaliação de uma missão não-narrada para ser considerado apto a ser instrutor ou avançar para a próxima fase do teste. Para esta etapa, é válido missão fixa de evento, missão one-post ou CCFY. Esta parte do teste é autônoma e não precisa ser solicitada no tópico de pedido de missões.
A avaliação desta fase será realizada por um deus ADM e pode ter a recompensa em XP reduzida. Essa avaliação será muito mais rigorosa;

Agora que tínhamos liberado o labirinto, salvado prisioneiros e roubado equipamentos de grande importância, parecia que finalmente o ataque frontal iria acontecer. Passaram-se alguns dias sem muita agitação e eu pude tentar essa coisa de meditar para me conectar com meu interior. Com o tempo eu entendi que meus sonhos agora eram uma ferramenta das minhas habilidades de semideus se manifestarem, por vezes me mostrando novos poderes, por vezes apenas relevando conhecimentos sobre o mundo divino que eu nem sabia que possuía. Até então tinha sido uma experiência fantástica, mas voltar para a rotina e ficar apenas deitando depois de tanta correria dos últimos dias me deixava satisfeito. Tinha melhorado, no fim das contas, precisava do meu tempo para descansar e refletir no que aprendi.

Dito isso, foi ideia do Coelho Branco me levar para conhecer essa outra parte do reino. Eu me apossei de um livro qualquer que encontrei jogado pelo acampamento. Daí, ler suas páginas era a única coisa que eu tinha feito recentemente fora dormir e comer, ele achou que seria do meu interesse aprender mais sobre os seres daquele mundo fantástico. Eu já tinha conhecido personagens ilustres de histórias atemporais. Para ele, era a hora de eu me aprofundar em um conto mais recente.

Eu relutei bastante em sair da minha tenda porque, como dito, eu me reacostumei rapidamente a essa vida de evitar a fadiga, mas o Coelho foi tão insistente que eu mais aceitei como forma de fazê-lo parar de me chamar do que outra coisa. Alice foi avisada, inclusive, e o fato dela não ter dado muita bola foi o suficiente para eu entender que não agiríamos tão cedo assim. Isso me tranquilizou por um lado, mas me deixou inquieto por outro, afinal de contas quanto mais o tempo passa, maiores são as chances de Josh conseguir armar algum truque para definir sua vitória. Não temendo de minha parte até porque não sou daquele mundo, mas só de pensar na possibilidade das kitsunes perderem todo o seu poder para sempre era aterrorizante. E foi com esses pensamentos super animadores — só que não — que eu segui por todo o trajeto até chegarmos no nosso destino e eu ficar de queixo caído.

Acho que esse é bom momento para introduzir a informação de que eu pretendia cursar Arquitetura antes de ter que me mudar para o Acampamento Meio-Sangue. Dito isso, eu tenho algum interesse nessa coisa de construção e projetar casas, tenho até uma pasta no pinterest só com isso. Mas por que estou comentando isso? Porque eu posso não saber que lugar é esse, mas eu simplesmente amei as casas suspensas. As árvores daqui pareciam mais altas por algum motivo, além dessa parte da floresta ser mais aberta. Nisso, as árvores todas tinham uma escadaria em espiral ao redor do tronco que levava até o meio do tronco (o que era bem alto, vários metros se quer saber) e nisso uma plataforma sustentava as casas.

O Coelho Branco precisou me puxar para que eu voltasse a andar de tão perdido e deslumbrado que fiquei com aquilo tudo, eu só não sabia que ia ficar mais em choque ainda. Não precisaram de muitos passos adentrando aquele novo território para que fôssemos recebidos por uma recepção bem calorosa, e dito isso no sentido literal da palavra. Nada menos que um dragão soltou uma bola de fogo ao nosso lado enquanto voava em nossa direção. Eu já estava pronto para puxar minha foice e começar uma luta épica quando percebi que uma pessoa estava montando aquela fera, e como se fosse um mero cavalinho a tal pessoa puxou uma corda presa ao redor da cabeça do dragão e o fez parar o avanço.

— Opa, Coelho, não tinha visto que era você. Achei que era algum soldado perdido do Josh tentando dar uma de doido e invadindo aqui.

Agora mais próximo pude notar mais detalhes. Primeiro, que o dragão era dourado e tinha praticamente o triplo da minha altura, além parecia ser maior ainda de comprimento. A pessoinha montada nele era um anão loiro e de olhos azuis que eu facilmente diria ter saído diretamente do Acampamento, chutaria até um filho de Apolo.

— Que nada, a essa altura todos os soldados do Josh devem estar se reunindo pra decidirem o que vão fazer para saírem por cima.

— Os planos estão indo tão bem assim?
— a voz do anão era forte e imponente, o que me fez apenas ficar calado pelo choque... E porque ele estava montado em um dragão, eu ainda estava processando a ideia. Enquanto isso, a conversa entre ele e o Coelho continuava.

— Felizmente, sim. Trouxe até um dos garotos para conhecer o lugar.

— Ora, mas o que temos aqui. — ele deslizou por um tipo de escorregador na lateral do dragão e veio se aproximando de mim. Ele era baixinho, no máximo até a altura da minha cintura, o que me obrigou a olhar para baixo para poder manter contato visual. Fiquei entre o me abaixar ou só olhar, optei pelo segundo porque parecia menos desrespeitoso.

— E aí, rapaz, como se chama?

— Eu sou Dakho, é um prazer.

— Ih, o prazer é nosso. Olha, eu sou o Linguado e esse é o Decapitador.
— aqui eu tive que segurar a risada, porque os nomes eram realmente caricatos e, no fim das contas, o dragão se chamava decapitador. Boa coisa aquilo não significava e eu não pretendia provocá-lo.

— Bom, eu vou indo resolver umas coisas, volto mais tarde.

— Como assim mais tarde?

— Ué, não quer aprender a montar um dragão? Precisa se acanhar não.


A situação toda me pegou de surpresa porque apesar de eu querer muito ficar e conhecer melhor o lugar, principalmente as casas, eu não estava me sentindo muito confortável com aquele dragão bem na minha frente. Pior que isso, porque naquele momento eu finalmente notei que as variadas sombras rodando acima de mim não eram pássaros gigantes, eram mais dragões, e sabendo o que sei deles por filmes e coisas do tipo, eu sei que são feras absurdamente agressivas e isso era o suficiente para tirar meu sossego.

— Eu adoraria, é só que eu tô com um livro e... — tentei inventar alguma desculpa, porém Linguado me interrompeu mostrando uma pouco de hiperatividade.

— Sim, temos bastante livros sobre dragões para você ler. Você vai amar aprender e eu amo ensinar, olha só, vai dar tudo certinho.

— Vou indo então, divirtam-se.


E foi nesse instante que eu percebi que não teria saída e apenas aceitei a minha atual situação. Não me entendam mal, eu não sou ranzinza, é só que eu estava simplesmente assustado demais com aquilo tudo para ser amigável como costumo ser. No fim das contas só respirei fundo e esperei que Linguado me dissesse como prosseguiríamos. Ele primeiro pediu para que eu montasse o Decapitador, mas eu inventei qualquer coisa sobre medo de altura e disse que preferia ir subindo pela escada. Não fez o menor sentido porque eu subiria a mesma altura independentemente do método, mas o anão não forçou muito a barra e eu fingi demência.

Chegando no topo, percebi que aquelas casas se ligavam e existia uma verdadeira cidade suspensa ali. As casas eram realmente incríveis embora simples, e eram enormes no que eu interpretei que eram assim para poder comportar ou suportar esses dragões. Falando em dragões, aqui de cima dava para ver melhor e acho que chegava na casa de dezenas o número desses bichos fantásticos aqui presentes. Se só um foi o suficiente para me deixar assustado, tudo isso me apavorou, mas eu não queria perder a pose então segui em frente mesmo me tremendo — e abusando da desculpa do medo de altura — até chegar numa construção um tanto diferenciada.

Era uma pequena biblioteca, basicamente. A supervisora do lugar se apresentou como Dona, e Linguado parecia ter algum tipo de desavença um tanto amigável com ela porque eles ficavam se atacando sutilmente. Foi o que me bastou para quebrar o clima de tensão e me distrair um pouco mais. Dona me arranjou um livro chamado Dragões para Idiotas, no que eu não sabia se ficava ofendido ou só começava a rir. Na dúvida, apenas abri o livro e comecei a ler. Não era um livro extenso, até porque Linguado disse que queria mostrar muita coisa e que aquilo era só para eu me situar melhor.

Sobre as informações no livro, era realmente algo para contextualizar a existência daqueles seres magistrais. Claro que considerando ser um mundo onde cartas de baralho tem vida e usam armas, existir dragões não era algo assim tão absurdo. Só que, ainda assim, imaginem minha surpresa quando eu li que mesmo naquele mundo eles não eram tão numerosos. Nas palavras no livro "não poucos o suficiente para serem raros, porém não numerosos o suficiente para serem considerados comuns". O livro seguia então explicando a personalidade padrão de um dragão, começando pelo fato de serem em sua maioria bastante orgulhosos.

Quando começou a adentrar mesmo nisso de personalidade começaram explicações sobre diferenças de raça. Algo que eu já esperava, mas foi bom confirmar é que cada raça de dragão apresenta habilidades diferentes e comportamentos diferentes. Foi citado o Dragão Azul, de natureza Elétrica e bastante territorial. Nem todo dragão cospe fogo, basicamente, eles podem ter jatos de gelo e ácido também. Ler isso foi o suficiente para me deixar tenso de novo.

— Então o Decapitador é um Dragão de Latão? — perguntei para Linguado assim que achei uma descrição que batesse com o dragão que ele estava montado.

— Opa, você aprende rápido. — ele sorriu animado, se aproximando — Vamos então?

— Só mais dez minutos, quero checar só mais uma coisinha.


Acelerei a leitura para conseguir chegar logo na parte que mencionava sobre o treinamento desses seres. Eu tinha certeza absoluta que Linguado ia me fazer montar no Decapitador, e eu simplesmente não tinha confiança alguma para fazer isso. Olha o nome do bicho, meu principal medo era que ele me arremessasse e comece minha cabeça só porque não sentei direito. Imaginem meu desespero quando li que dragões são mais fáceis de serem domados quando mais jovens e percebi que teria que montar em um dragão adulto que não aceita ser comandado por qualquer um?

Eu praticamente saí chorando da biblioteca quando Linguado começou a me puxar em direção a outro lugar. A cidade suspensa era formada basicamente por anões e, por algum motivo, não deram muita atenção para o fato de eu estar perambulando por lá. Alguns acenavam e outros falavam com Linguado perguntando quem eu era, mas no geral ocorreu pouca interação diretamente comigo. Talvez isso fosse mais comum do que pensei? Enfim.

— Pra treinar e ficar amigo de um dragão o melhor mesmo é tentar amigar com um dragão jovem, quanto mais jovem melhor, de preferência saindo do ovo. Eles são altivos por natureza e meio teimosos, mas se você pegar um desde pequeno dá pra ensinar a trabalhar em equipe.

— Deve ser horrível de fazer um dragão grande obedecer então.

— Aí que está, jovem, nem o dragão recém-nascido obedece. Você não os obriga a fazer algo, você os ensina a fazer o que você quer. Parece doideira, mas é assim que funciona. O Decapitador, por exemplo, respeita meus amigos e não os ataca, mas ela precisa ver esse meu amigo sendo legal comigo e vice-versa, entendeu? É por isso que você vai montar nele.

— Ai, moço, por deus, não...

— Relaxa, filho, vai ser tranquilo. Vamos lá.


Estávamos numa ponta que dava como fim da cidade. Um passo além e você despencaria até o chão. Decapitador estava esperando e comendo alguns pedaços de carne que Linguado tinha deixado para ele, mas o que importa é que assim que chegamos o bichão começou a me encarar com cara de poucos amigos. Não me atacou, no entanto. Linguado me obrigou a subir, e mesmo relutante eu o fiz. O anão instrutor subiu junto e sentou logo atrás de mim.

Assim sendo, o dragão não foi tão agressivo, porque com Linguado segurando minhas mãos era praticamente como se eu não estivesse ali. Mas eu estava. Eu fiquei aterrorizado nos primeiros segundos de voo, mas logo entendi o que Linguado estava querendo me ensinar. A forma de segurar na guia, a forma de girar o braço e movimentar as mãos para dar os comandos, bem como a forma adequada de manter os pés e apoiar o corpo quando for subir e descer. No fim de tudo acabou sendo uma ótima experiência e no fim do dia até arrisquei dar carne pro Decapitador. Spoiler: ele comeu sem me atacar.

Um outro anão apareceu em determinado momento e se interessou em participar de uma das, segundo ele, famosas aulas do Linguado. Aparentemente eu estava o dia todo com algum tipo de especialista ou no mínimo professor sobre o assunto, então de certo eu estava aprendendo coisas importantes e corretas de fato. O outro anão se apresentou como Sonhador, no que eu automaticamente me identifiquei e ele simplesmente desafiou Linguado para que fizessem um combate amistoso entre o Decapitador e o Soneca, seu dragão. Eu estava ansioso para ver algo do tipo, no que meu instrutor por um dia aceitou com o pretexto de ser educacional. O Soneca era um Dragão Azul e tinha uma cara de bravo bem maior que a do Decapitador. Eu inconscientemente tomei mais distância quando os dois anões montaram seus dragões e então fiquei atento.

As regras do combate amistoso impedia de usar os sopros elementais e o vencedor seria o primeiro que conseguisse machucar o outro. Uma briga de gigantes, de fato. A luta se iniciou com os dois se analisando, no que Sonhador parecia mais provocador e foi o primeiro a dar uma investida. O bater das asas daqueles dragões em combate era o suficiente para fazer as árvores próximas balançarem e chamar a atenção de outros anões que pareciam muito interessados em ver o embate dos dois. Comentários de “lá vão eles de novo” me fizeram entender que aquela era algum tipo de rixa antiga, o que tornou tudo mais especial.

O combate durou longos minutos e se encerrou com a vitória de Decapitador, que depois de ser pego pelas garras de Soneca acabou se enfurecendo e mordendo a pata do outro o suficiente para sangrar, lhe dando o ponto e a vitória. Ficou meio tenso porque Soneca não gostou nada de ser ferido  assim e precisou de vários outros anões para conseguir contê-lo e acalmá-lo. No fim, Linguado se desculpou pelo temperamento do seu dragão e se aproximou para dar uma última lição. Na real, ele só reforçou o que disse antes agora que eu tinha um exemplo visual.

— Como eu disse, um dragão não se manda, se ensina. Você precisa ter paciência, porque eles não são malvados e você precisa ensiná-los isso. Tudo que é selvagem é imprevisível, né, mesmo que você faça amizade nunca dá para ter certeza absoluta de como será uma reação.

Quando o Coelho chegou eu estava me divertindo contando sobre minhas últimas aventuras para Linguado. Ele deitou e rolou quando contei do encontro com Gaston e como enganei ele, e acabou me entregando um presente de despedida.

— Um exemplar do livro de mais cedo, rapaz, pra você aprender ainda mais quando voltar pra casa.

— É sério? Assim do nada?

— Ah, só não chora, okay? Faço isso com todos os meus alunos.


Apesar de ter sido somente um dia eu realmente me dei muito bem com Linguado e a gente estava se divertindo juntos, então apenas comecei a rir da brincadeira e saí agradecido pelo livro. Eu certamente continuaria a leitura quando voltássemos pro acampamento, estava ansioso para conhecer mais sobre aqueles seres incríveis que eram os dragões.

missão realizada:
Como treinar seu Dragão: Na floresta encantada existe um povo nômade que vive perfeitamente bem entre os dragões. Suas casas são fortes com capacidade para conter, ajudar e treinar tais criaturas com uma riqueza de detalhes impressionantes. Eles não apenas conseguem conviver com os dragões, como também conseguem domesticá-los. Você acabou encontrando esse povo e como um verdadeiro curioso deseja aprender junto a eles. Conquiste a confiança dos nômades e aprenda com eles a como treinar e virar amigo de um dragão.
Recompensas: 8.000 XP e Dracmas + 6 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 7.
considerações:
Ficha de Atributos: no link abaixo do avatar
*Se acharem a missão boa o suficiente eu tenho interesse na habilidade.
*Sendo uma missão voltada mais pra adquirir conhecimento eu a fiz pautando realmente em informações teóricas e um pouco de prática no final, espero que seja o suficiente
habilidade que pode ser gerada:
Habilidade: Conhecimento sobre dragões
Descrição: O personagem conviveu e aprendeu com o povo draconiano as características, habilidades e diferenças sobre os dragões e agora já consegue lidar um pouco melhor com eles. Ao obter esse conhecimento o semideus é capaz de conseguir ajuda, domar, ou evitar ser atacado por um tempo pelas feras, desde que essas não estejam sobre qualquer outro tipo de domínio ou magia. Ou seja, se o dragão em questão não possui dono, está com o humor afetado por algum outro fator, ou sendo manipulado por magia o personagem ainda conseguira lidar com ele.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +50% de chance de não ser atacado por dragões. +30% de chance de conseguir que ele te ajude caso o personagem consiga se aproximar. +20% de chance de descobrir um ponto fraco ao lutar contra um dragão.
Dano: Nenhum
Extra: O conhecimento permite ao semideus criar estratégias melhores relacionadas aos dragões, ou seja, ele aprende a lidar com eles de maneira ofensiva ou defensiva.
equipamentos:
Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial.]

Foice Curta [Embora pareça com o instrumento agrícola comum, essa foice é balanceada e reforçada para o combate, sendo que sua lamina é capaz de se alongar. | Efeito 1: A lâmina, feita de bronze celestial e capaz de alongar, ganhando até doze centímetros e, da mesma forma com que alonga, pode também diminuir, ganhando a aparência de um canivete. | Efeito 2: A arma nunca é perdida, sempre retornando para seu dono na forma de canivete caso seja perdida. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]




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Mensagem por Hécate em Dom Jun 02, 2019 7:26 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 46.000 XP e Dracmas + 13 Fragmentos + Habilidade



Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 20%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 33.300 XP e Dracmas + 13 Fragmentos + Habilidade desejada

STATUS:
HP:   400/400
MP: 400/340


comentários:
Apesar de sua bela escrita, a impressão que me passa é que você deseja acabar logo com a missão e partir para a próxima. Mal dá tempo de degustar o que nos é apresentado em sua narrativa e eu gostaria de ver muito mais de você. Por causa disso, sua missão do Peter Pan (O Ceifador I) levou desconto de 20% em realidade de postagem. Já a outra missão que ganhou desconto foi a do jardim de rosas. Mesmo que tenha sido interessante introduzir o filho do príncipe Adam com Bella, você fez totalmente diferente do enunciado. Queria poder ver quem havia roubado as rosas e os motivos coerente para isso, mas novamente você correu com a missão e ficou tudo muito vago. Eu poderia tê-la anulado e quase o fiz, mas resolvi lhe dar uma chance e avaliá-la. No mais, parabéns por conseguir sua habilidade e ter nos mostrado um pouco mais sobre Peter, assim como na missão de Aladdin. Parabéns.E sua missão do como treinar seu dragão será avaliada por um ADM, fique no aguardo.

Atualizado por Macária.








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Mensagem por Macária em Dom Jun 02, 2019 9:37 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 8.000 XP e Dracmas + 6 Fragmentos + Habilidade



Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 7.200 XP e Dracmas + 6 Fragmentos + Habilidade

STATUS:
HP:   400/400
MP: 400/340


comentários:
Após a leitura de sua missão, eu só posso dizer que ela estava muito boa e, sendo assim, pode dar prosseguimento ao teste de liderança e avançar para a segunda etapa.





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