The Blood of Olympus
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[RP] - Simon M. Stilinski

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Mensagem por Simon M. Stilinski em Qui Jun 06, 2019 4:13 pm

DRAGONS – PART III.

— Precisamos ir atrás dele. — Falei apressado. — Ele não deve ter ido longe. Nós podemos alcançá-lo.

— Não se alcança um bruxo, filho, se queima. — Ele cerrou o punho, como se fosse dar um soco em algo. — Leo, chame o Sorriso. — Gritou o homem, e logo seu filho apareceu no local, assobiando.

Um dragão majestoso, como Stella, bateu suas asas e surgiu do fogo remanescente. Sua pele era negra com manchas brancas dava a ele uma aparência peculiar, mas a origem do seu nome logo se mostrou presente: uma mancha branca em sua pele, parecia fazer com que o dragão sempre sorrisse, mesmo que ele fosse o dragão mais perigoso para se montar na vila, e apenas Leo o fazia, com a graciosidade de um príncipe.

— Pai, sozinhos não conseguiremos enfrentá-lo. — Disse o jovem, já montado.

— Vamos sim, temos um deus do nosso lado. — Fúria das Estrelas se enfiou pelas minhas pernas e me derrubou em cima dela e eu me segurei de mal jeito nas protuberâncias em suas costas. O homem montou no Banguela, e agora os 3 já estávamos prontos para partir.

— Para onde vamos? — Perguntei, o homem havia sumido em fumaça, poderia ser um problema encontra-lo.

— Nós não precisamos segui-lo, ele vai estar em uma ilha próxima daqui... — O garoto loiro desviou os olhos quando viu os meus o encarando.

— ... e nós sabemos qual. — Continuou seu pai, percebendo que o garoto havia travado por algum motivo.

— Então, liderem o caminho. — Disse, me ajeitando em Stella e acariciando-a, fazendo-a ficar sorridente, como se fosse uma criança pequena.

[...]

A viagem foi feita muito próximo do mar, eu conseguia sentir o cheiro e respingos da água movimentada, voamos com muita tranquilidade e calma, era minha primeira vez em um dragão, ainda estava com medo de cair. Minhas mãos estavam segurando de maneira firme nas escamas que eram projetadas para fora do corpo do dragão, assim como minhas pernas que seguravam com força no corpo do dragão sem cela. Soluço claramente tinha anos de experiência, pois seu dragão parecia conter sua velocidade para nos acompanhar. Leo era mais centrado, não desviava sua atenção do caminho, assim como seu dragão que parecia esperar um ataque pelas costas.

Havia no meio do mar uma ilha, pequena, talvez até do mesmo tamanho de minha antiga cidade, Roswell, e lá um ser vermelho rodeava um pequeno ponto azul, não demorei muito para perceber que aquele era Jafar, o mesmo feiticeiro de Agrabah. Apoiava-se em seu cetro, como uma bengala, e estava de costas para nós, o que parecia estranho partindo do princípio que seu dragão-escorpião certamente havia visto os 3 dragões. Nos aproximamos da costa da ilha, a uns 20 metros de Jafar que acenou para que seu dragão se afastasse, deixando os 4 dragões lutarem enquanto nós lutávamos contra o feiticeiro.

— Meus amigos, não havia necessidade disso, vocês poderiam ser destruídos sem dor se tivessem me escutado. — Disse o Feiticeiro, claramente confiante de sua vitória.

Soluço tirou de algum lugar um pequeno bastão tecnológico, que ao apertar um botão surgiu uma espada que pegava fogo e segurou em sua frente usando ambas as mãos. Leo estava coberto por uma armadura negra de escama de dragão, mas sem o capacete, e sua arma parecia ser seu próprio braço, pois era diferente do restante da armadura, era como se fosse uma luva solta, cuja extremidade em contato com o braço era de borracha e parte que cobria seus dedos pareciam garras. Com os dois já preparados para lutar, e todos em um combate corpo-a-corpo, decidi que era melhor uma arma com um pouco mais de distância e utilizei um plasma colorido para criar um chicote de dois metros e meio em minha mão.

— Acabou seu joguinho. — Disse Soluço com uma voz mais grossa que o normal. — Agora é hora de você aprender o que é a força de um viking! — Disse ele, correndo pela minha esquerda, deixando Leo ir pela minha direita até formar um triangulo em torno de Jafar, o que me fez perceber que o caminho até ele estava livre para o meu chicote.

Firmei o chicote na mão direita, o estiquei para trás em um movimento com o braço e por fim desferi um golpe que iria acertar suas pernas caso ele não pulasse, dando assim espaço para que os dois o atacasse. Porém, o resultado foi diferente, ele sumiu novamente em fumaça, dessa vez aparecendo atrás de soluço, e ao perceber a chegada do feiticeiro, liberou um gás verde para trás de si, da parte debaixo do punho da espada, que logo entrou em combustão ao tocar na chama, separando e machucando os dois.

No céu a luta era um pouco mais intensa, Fúria da Noite arremessava bolas roxas de chamas contra o dragão, mas sem muito sucesso, pois suas escamas aguentava as altas temperaturas. Fúria de Thor, Sorriso, estava distante da batalha, como se não quisesse atacar naquele momento, esperando um comando. E Fúria das Estrelas estava em um combate um pouco mais corporal contra o dragão, se afastando a cada tiro que seu pai dava. Stella tinha uma habilidade corporal extremamente grande e dominava a luta com sua velocidade, sendo o segundo dragão mais rápido da vila.

Fúria da Estrelas estava segurando o dragão com facilidade e se esquivava do ferrão do adversário, de modo a ocupar ele enquanto acabávamos com o feiticeiro. O golpe de soluço havia feito com que Jafar se separasse de seu cajado, de onde ele produzia a maior parte de suas magias. Dentinho voou com toda sua velocidade para pegar o cajado, molhando-o com saliva, e jogando-o em minha mão. Agora que o homem árabe estava separado de tudo e de todos, pude entender melhor como funcionava a arma de Leo. O loiro ergueu seu braço estranho e, como se fosse o sinal que o dragão queria, fez sorriso se levantar de onde estava, encher-se de raios e voar em direção ao seu parceiro, com apenas um toque a manopla se encheu de raios e, antes que saísse do controle, Leo descarregou-a em um único tiro contra Jafar, que de alguma forma conseguiu utilizar de uma última magia.

Ele trocou-se de lugar com Stella, que tomou todo o poder de seu irmão e nem mesmo suas escamas puderam aguentar, desfazendo o corpo do dragão até que ele sumisse por completo. Dentinho voou para onde Stella havia se transportado, e começou a sentir os cheiros a sua volta desesperadamente, tentando encontra-la em qualquer lugar. Sorriso parecia sentir ainda mais desespero, pois o dragão subiu aos céus e voava de um lado ao outro, atraindo diversos raios, como se estivesse se punindo pelo que aconteceu. No entanto, a troca de lugar no momento errado, fez com que Jafar fosse acertado nas costelas pela cauda do escorpião que realizava um golpe contra Stella naquele momento.

Não olhei nem para Leo, nem para Soluço, mas imaginava que os dois estavam paralisados pelo ocorrido. Apertei com força o cajado na mão esquerda e o chicote na mão direita, me virando para onde Jafar estava e observando suas tentativas de se levantar enquanto o dragão recuava, como um pedido de desculpas. Comecei uma caminhada de passos lentos em direção a ele, meus olhos emanavam ira, meu sangue fervia de uma maneira que eu nunca havia sentido antes. Assim que o homem estava ao alcance do meu chicote, realizei um ataque na horizontal, acertando seu pescoço de raspão, sem parar de me aproximar, então puxei meu braço para o lado direito, acertando seu machucado, mas com pouca força. Desferi então um último ataque com o chicote, dessa vez na vertical, acertando seu ombro direito com tanta força que o fez se desestabilizar e cair no chão.

Assim que eu estava perto do homem de joelhos, empurrei-o para trás, ajoelhei-me em cima dele e o atingi com um soco na bochecha, tirando sangue de sua boca. Em seguida realizei outro soco com a mão esquerda, deixando o bastão no chão, de modo que o feiticeiro não conseguisse pega-lo. E iria continuar realizando uma sequência de socos se as habilidades do homem em hipnose não fossem tão boas, me travando pouco antes do terceiro soco sair e dando deixa para ele começar a falar.

— Eu posso te levar para casa. — Plantou a semente em minha mente. — Agrabah possui lâmpadas com gênios, e eu sei onde conseguir uma, basta você me dar meu cajado.

— Simon, não dê ouvidos a ele. — Disse Leo ao perceber que eu estava hesitando.

— Ele está te manipulando, ele quer a sua ajuda. — Completou Soluço.

— Sim, quero, mas em troca... — Ele pareceu pensar. — Estou te oferecendo 3 desejos... eu diria, voltar para casa, saber onde você se encaixa no mundo, e talvez descobrir sobre seu pai? Quem sabe? — As palavras do homem eram muito convincentes, mas realmente era tudo que eu precisava nesse momento: Respostas.

— Me desculpa. — Disse para Leo e Soluço, rapidamente puxando o cajado para o feiticeiro, que nos fez desaparecer em um redemoinho de areia dessa vez.

Continua... A armadilha da Lâmpada Encantada.
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Considerações:

- Tudo tentativa.
- Taylor fala cantando.
- Faca na mochila.
- Frases em inglês são frases cantadas, para combinar com a personalidade de Taylor.



Recompensas E Missão:


Como treinar seu Dragão: Na floresta encantada existe um povo nômade que vive perfeitamente bem entre os dragões. Suas casas são fortes com capacidade para conter, ajudar e treinar tais criaturas com uma riqueza de detalhes impressionantes. Eles não apenas conseguem conviver com os dragões, como também conseguem domesticá-los. Você acabou encontrando esse povo e como um verdadeiro curioso deseja aprender junto a eles. Conquiste a confiança dos nômades e aprenda com eles a como treinar e virar amigo de um dragão.
Recompensas: 8.000 XP e Dracmas + 6 Fragmentos
Observação: Personagens que possuem dragões como mascotes ganham um bônus de 2.000 de XP por aprenderem mais sobre eles. Além disso, essa missão pode gerar uma habilidade sobre conhecimento de dragões.
Requisito mínimo: Nível 7.
Habilidade Gerada

Habilidade: Conhecimento sobre dragões
Descrição: O personagem conviveu e aprendeu com o povo draconiano as características, habilidades e diferenças sobre os dragões e agora já consegue lidar um pouco melhor com eles. Ao obter esse conhecimento o semideus é capaz de conseguir ajuda, domar, ou evitar ser atacado por um tempo pelas feras, desde que essas não estejam sobre qualquer outro tipo de domínio ou magia. Ou seja, se o dragão em questão não possui dono, está com o humor afetado por algum outro fator, ou sendo manipulado por magia o personagem ainda conseguira lidar com ele.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +50% de chance de não ser atacado por dragões. +30% de chance de conseguir que ele te ajude caso o personagem consiga se aproximar. +20% de chance de descobrir um ponto fraco ao lutar contra um dragão.
Dano: Nenhum
Extra: O conhecimento permite ao semideus criar estratégias melhores relacionadas aos dragões, ou seja, ele aprende a lidar com eles de maneira ofensiva ou defensiva.



Habilidades:


Nome do poder: Boa Memória
Descrição: Como filho da deusa mensageira, você tem uma excelente memória para arquivar as mensagens que recebe, bem como os lugares por onde passa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: - 50% de chance de se perder ou esquecer uma mensagem ou profecia
Dano: Nenhum

Nome do poder: Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aparência inofensiva
Descrição: Por serem coloridos e muitas vezes fofos, os filhos da deusa mensageira aparentam ser inofensivos, isso faz com que o inimigo o subestime, podendo até ser ignorado pelo inimigo, se ele não for o alvo principal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode ignorá-lo ou perder um ataque para desdenhar da aparência do semideus.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Flexibilidade Nata I
Descrição: Devido ao arco-íris está ligado as serpentes que se trançam no ar, os filhos de Íris/Arcus podem tornar-se flexíveis. O seu corpo parece moldar a lugares pequenos e suas agilidades podem aumentar. Isso faz com que se desviar dos inimigos, ou golpes seja mais fácil, pois ele se torna mais esquivo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Criações de Plasma II
Descrição: Capaz de criar mãos, pés, chicotes ou garras de plasma multi-colorido. Duração de 3 turno.
Gasto de Mp: 30
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum




Bolsa:

Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Marionete Cantor [Boneco de madeira entalhado e personalizado para reproduzir e se parecer com cantores de festivais – temos todos os modelos, mas em tamanho único – e o melhor de tudo, o boneco vêm com a personalidade de seu ídolo! Como se tudo isso não bastasse para torna-lo realmente incrível, o boneco ainda vem com uma mini espada de bronze celestial (que você não pode retirar de sua mão ou ele para de funcionar, tenha cuidado), e servem para atacar seus inimigos toda vez que ordenado, pois criam certa ligação com seu dono. Os golpes dessa marionete podem retirar até 5 HP de seus inimigos cada vez que conseguirem atacar o inimigo. Ele não é muito rápido, nem muito esperto, mas é um ótimo companheiro, e muito divertido. | Efeito 1: ligação empática com o dono, boneco vivo. | Madeira, engrenagens e bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]


Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS




Stay Beautiful...
The rest of the world was black and white but we were in screaming color...
Simon M. Stilinski
Simon M. Stilinski
Filhos de Iris
Filhos de Iris

Idade : 19
Localização : Roswell, New Mexico

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Mensagem por Simon M. Stilinski em Qui Jun 06, 2019 4:22 pm

THE CONSEQUENCES.

A areia passou pela minha visão em forma de tempestade, mas alguns segundos depois ela desapareceu, me levando a um cenário diferente. A grama verde se tornou em um chão de arenito, as árvores viravam paredes do mesmo material do chão e os integrantes da aldeia dos dragões haviam desaparecido, deixando Jafar e eu sozinhos naquele estranho castelo, mas foi preciso apenas de um espiar pela grande janela no quarto em que estávamos e pude ver a areia, as casas em formato estranho e entender de vez que ele havia nos trazido para Agrabah, a terra que possuía a única chance de eu ir para casa.

— Por favor, me cure primeiro. — Pediu. — A lâmpada está ali. — Disse apontando para uma estante cheia de livros, com apenas uma lâmpada magica na frente. — Basta desejar. — Ele estava desesperado, o ferrão devia ter algum tipo de veneno que estava matando-o.

— E por que eu faria isso? Você matou meu dragão. — Perguntei, ainda com raiva. — Eu não te matei por que queria que você morresse lentamente, eu realmente espero que aquele dragão tenha veneno em seu ferrão. — Me levantei e fui até a lâmpada. — Agora preciso dar o fora desse lugar.

Esfreguei a lâmpada, tirando parte de sua poeira, e como esperado uma fumaça azulada saiu do bico da lâmpada, ela circulou meu corpo todo e como se fosse mágica, braceletes dourados prenderam-se em meus pulsos, os braceletes tinham vários detalhes estranhos e muitas pedras cravejadas, e diferente do que eu esperava, nenhum gênio saiu de lá. O meu corpo então tornou-se uma forma gasosa e adentrou a lâmpada, me lembro da confusão em minha mente, mas a partir daí tudo ficou negro, eu já não existia mais na floresta encantada, ou em lugar nenhum, eu estava preso em um sono profundo, dentro da lâmpada.

[...]

Senti meu corpo ser puxado para fora da lâmpada, e da mesma maneira que eu entrei, eu saí, em fumaça azul, parando novamente na floresta encantada. Eu conseguia sentir a grama em meus pés novamente, mas mais do que isso, eu sentia que eu podia fazer literalmente qualquer coisa, sentia essa energia correndo pelo meu corpo e me atraindo e seduzindo a usá-lo. Também reparei que uma garotinha estava em minha frente, ela não parecia perigosa, mas carregava consigo uma boneca, semelhante à minha, na verdade, assim que a boneca se mexeu sozinha pude perceber que era minha Taylor, que havia ficado na aldeia dos dragões na última vez que eu havia pisado em terra firme.

— Ei, você é um gênio, não é? — Ela perguntou inocente. Seus grandes olhos eram negros, cabelos bem vermelhos e lisos, e sua pele era um meio termo entre o branco e o indígena.

— Aparentemente sim. — Disse enquanto olhava as estranhas roupas que eu estava utilizando.

— Então você deve ser a única pessoa que pode salvar meus dois povos... — Ela disse com uma voz triste, seu rosto estava sujo de terra.

— Bem, você tem 3 desejos, por onde quer começar? Quer outra boneca? Essa daí parece ter dono. — Disse, tentando induzi-la a uma escolha.

— Não, primeiro, eu preciso que você me ajude a encontrar 50 sementes. — O pedido não parecia muito especifico, além de ser bem estranho. — Elas são Gotas de Salgueiro, são extremamente raras e restam muito poucas desde a morte da Rainha Elza. — Continuou.

— Eu posso fazer isso, mas se me permite perguntar, por que você deseja essa planta? — Era curioso, pois geralmente as pessoas pensavam em dinheiro, não em plantas quando encontravam-se com um gênio.

— Como essas plantas não nascem de forma natural, elas não existem mais, e apenas elas podem servir de ingrediente final de uma poção para curar uma praga que abateu sobre meu povo. — Ela me explicou com calma. — Fazem 30 anos que uma doença recaiu sobre meu povo, a única coisa que sei sobre sua origem foi que o paciente zero comeu uma maçã dada por um bruxo e essa maçã tinha uma doença contagiosa e agora ela está afetando todo o solo do reino.

— Plantas em perigo. — Pensei, estranhando o que ocorria, eu não havia visto nada disso ocorrer desde que cheguei a Floresta encantada. — Agradeço sua preocupação com as plantas, minha avó também seria grata. — Esfreguei minhas mãos e abri como se eu segurasse uma esfera. — Eu te darei um pote onde você poderá tirar qualquer tipo de semente que você quiser, até mesmo feijões mágicos. — Sorri para a garota, que abriu um sorriso ainda maior.

— Obrigado, sr. Gênio. — Ela sorriu. O pote se materializou em minhas mãos e entreguei para ela.

— Pode me chamar de Simon. — Olhei para Taylor e finalmente perguntei. — Onde você conseguiu essa boneca? — Eu realmente queria saber como ela havia ido parar na floresta encantada.

— Foi a única coisa que meu pai deixou para mim, antes de morrer... — Ela parecia triste, como se fosse algo recente. — Agora ela me protege. — A boneca havia se apegado a garota, não poderia ser Taylor, ela era fiel a mim e parecia nem me reconhecer.

— Bem, e quanto ao seu segundo pedido? — Perguntei, querendo me livrar dessa missão logo e ir atrás de Taylor.

— Agora eu tenho feijões mágicos, eles também funcionam como meio de transporte. — Disse ela. — Agora eu posso andar por todo o reino. — Ela pensou um pouco. — Mas eu vou te levar em minhas aventuras, para caso algo dê errado. — Ela tirou um feijão mágico e jogou no chão, criando um tipo de névoa multicolorida. A garota, de aproximadamente 10 anos, pegou em minha mão e me puxou junto com ela através do portal.

[...]

Chegamos a um lugar que eu reconhecia muito bem, vários dragões voavam pelo lugar e muitos aldeões andavam por ali, mas diferente de antes, parecia que havia uma quantidade maior de árabes. Estávamos parados atrás de um homem loiro e velho, a garotinha pigarreou, como se quisesse chamar atenção do homem. Assim que ele se virou eu pude reconhece-lo, era Leo, filho de Soluço. Ele me encarou com um olhar como se quisesse enfiar uma espada em minha garganta, e de fato foi o que tentou.

— Bruxos, o que faz em nossa terra novamente? — Sua voz estava mais grossa e furiosa. — Matem ele e a garota! — Sobre as ordens do capitão, todos na aldeia se viraram para nós, preparados com seus dragões para nos matar e destruir tudo que entrasse no caminho.

— Eu desejo conversar com ele sem ser atacada. — A garota disse com astúcia, e com o movimento de minha mão, fiz com que uma luz esverdeada brilhasse por todo o local, paralisando qualquer movimento ofensivo.

— Aprendeu truques novos bruxo, ou sempre trabalhou com o feiticeiro? — Perguntou o homem, se referindo a Jafar. — Não devíamos ter confiado em você, nunca. Veio fazer o que aqui? Matar mais quantos? — Ele não parecia querer nenhum tipo de conversa.

— Leo, o que aconteceu aqui? Por que você está tão velho? — Lembrei-me do garoto que havia me dado uma toalha na cachoeira, dias atrás, que não conseguia me encarar nos olhos.

— Por que pessoas normais envelhecem, apenas bruxos conseguem ficar 30 anos sem envelhecer 1 dia. — As palavras dele me tocaram de maneira chocante, agora tudo fazia mais sentido. Taylor não se lembrava de mim, pois faziam 30 anos, Jafar deve ter destruído Agrabah, depois que me prendeu, e os aldeões deviam ter resgatado os sobreviventes, como fizeram comigo.

— Não que eu queira interromper o caso fofo de vocês. — Disse a garota, chamando atenção para si mesma. — Mas eu preciso do Fogo Fátuo. — Ela falou.

— Você vem na minha aldeia, traz um bruxo e ainda pede a única coisa que os mantém afastado? — Ele ri com ironia. — Isso não vai acontecer.

— Você quer dizer o que vocês roubaram sem se importar com o resto da floresta encantada? — Disparou.

— Nós não roubamos, Aladdin roubou para salvar seu povo. — Ele corrigiu.

— E vocês não devolveram, minha mãe morreu por causa disso, meu pai morreu por causa disso e meus dois povos vão morrer por sua causa. — Ela disse irritada. — E eu vou recuperar de qualquer forma! — Ela estava determinada a encontrar, seja lá o que isso fosse.

— Boa sorte com isso, o único que sabia onde ficava era Aladdin, e ele morreu a anos atrás. — Desafiou.

— Mas um gênio pode fazer qualquer coisa. — Ela sorriu. — Eu desejo...

— Espera! — Eu interrompi a garota e olhei para Leo. — Você quer dizer que tudo que aconteceu foi por culpa do Jafar? — Perguntei. — Então se tiver alguém 30 nos atrás que cure o povo dela e derrote Jafar, a floresta vai estar salva?

— Sim, mas ninguém pode voltar no tempo e impedir isso, e Jafar já morreu, agora é cada um por si. — Ele falou.

— Errado, uma pessoa que não exista no passado, pode voltar no tempo e evitar que tudo isso aconteça sem ter nenhuma complicação. — Olhei para a garota que parecia me entender.

— E um gênio pode fazer qualquer coisa... — Ela sorriu. — Então já sei qual vai ser meu próximo pedido.

— Eu preciso que você me mande 30 anos no passado, na floresta encantada. — Falei para ela.

— Vou fazer melhor do que isso. Se eu te mandar no dia errado e no lugar errado, e você se ver pode afetar a sua decisão no futuro e nunca chegaríamos até aqui. Você precisa de um lugar e hora que você nunca viu, e já que você não esteve presente na destruição de Agrabah, ou quando a floresta encantada sofreu com a doença, significa que você nunca conheceu o povo indígena. — Ela deduziu com precisão. — Tome, você vai precisar disso para impedir que essas coisas aconteçam. — Ela me entregou cinco sementes da gota de salgueiro e um feijão mágico. — Procure por Pocahontas e pela Mérida, minha mãe, elas vão saber te ajudar.

— Eu farei isso. — Acenei com a cabeça e peguei as sementes. — Se cuida.

— Eu irei. — Ela abraçou minha cintura, assim como Taylor. — Boa viagem. — Se despediu com lágrimas nos olhos. — Eu desejo que você volte no tempo durante o ataque a Agrabah e perto de Pocahontas.

Ao estalar meus dedos, eu vi cenas do tempo passarem diante dos meus olhos, cenas que eu ainda não havia vivido, mas que em algum momento aconteceria comigo. No entanto, as cenas passavam em uma velocidade muito alta e eu não consegui identificar nenhum dos elementos das imagens. Eu sentia minha ligação com a lâmpada ser cortada, a energia escorrer pelo meu corpo, até que os braceletes por fim se quebraram, me libertando da vida de gênio, me devolvendo as roupas de viking e me levando de volta para a floresta encantada.

[...]

Dizem que o amor verdadeiro é a magia mais poderosa que existe, que ela é capaz de destruir qualquer obstáculo e nada poderia ficar contra essa força, nem mesmo o coração mais gélido. Era inverno, os navios escoceses atracavam em uma baía ao sul de Arendelle, os viajantes iam e vinham trazendo mantimentos e mercadorias, um dia comum para pessoas comuns. Mas Elsa não era uma pessoa como as outras, ela possuía uma maldição desde pequena, e isso a tornava perigosa, fria, mas principalmente, solitária…

Anna aproveitava uma grande viagem com Krystoff, Sven comia das melhores cenouras, enquanto Olaf brincava em um pequeno campo de neve que a rainha de gelo havia criado para ele. Porém, Elsa não conseguia se divertir, todos haviam a deixado sozinha, e isso a deixou triste, obrigando-se a se isolar em uma floresta pouco longe de Arendelle, um lugar conhecido como Floresta Atemporal, pertencente a terra do nunca. A garota sentou-se no meio da floresta, se recostando em um salgueiro chorão, fazendo nevar em uma pequena área a sua volta.

Em outro lugar, na floresta encantada, havia uma segunda rainha, seu espírito era puro, corajoso e sua mente pegava fogo. A garota sentia que esse era seu dia, que hoje aconteceria algo muito especial, e como de costume, foi caçar, esperando encontrar-se com uma presa ainda maior, talvez um urso, ou um verdadeiro monstro. Seus cabelos ruivos eram cobertos por um capuz branco, a aljava em sua cintura servia para guardar as flechas do arco que empunhava. Alguns tiros pela floresta depois, a garota encontrou uma estranha criatura, uma espécie de lobo, com um capuz vermelho e ela decidiu o caçar.

O lobo era rápido e estava evitando a rainha, e chegou um momento que ele conseguiu, sumiu do campo de visão da caçadora. A caçadora observava a sua volta, mas nenhum sinal do logo, então decidiu seguir um pouco mais a frente, tentando encontrar aquela fera. Alguns passos mais a frente e ela foi obrigada a parar, percebendo que uma brisa gelada passou sobre ela, e então percebeu gelo se formando naquela área.

— Melhor eu ir. — Disse para si mesmo, e antes mesmo de dar seu primeiro passo, percebeu que havia uma garota chorando, sendo epicentro do gelo. — Ela... Eu... Isso... — A garota “pensou em voz alta”, observando toda a situação, por fim se aproximando. — Você está bem? — Perguntou, dessa vez deixando a rainha gélida escutar.

Elsa se assustou com a pergunta e rapidamente se levantou, criando uma cobra, uma grande centopeia e um gorila de gelo, e logo entrou em posição de luta.

— Lacrou, Viado! — Mérida disse, abaixando seu arco e se aproximando ainda mais. — Como você...? — Perguntou maravilhada.

— Eu... — Elsa respondeu, saindo do seu modo defensivo. — As pessoas normalmente tem medo desse poder.

— Medo?! — A rainha respondeu. — Eu coloco medo no medo, não ligo para essas treta aí não. — Respondeu ela, arrancando um leve sorriso de Elsa pelo seu estranho modo de falar. — Mas diz ai, por que tu tava chorando, mina?

— Eu... é complicado. — Coçou a nuca, um tanto constrangida.

— Se não qué fala tudo certo, mano. Mas se precisar de uma amiga tamo junto. — Mérida se aproximou da jovem um pouco mais e estendeu sua mão para ela. — Pode me chamar de Mérida, eu moro num castelo, alguns quilômetros daqui.

— Meu nome é Elsa, sou rainha de um outro castelo, também a muitos quilômetros daqui. — Ela também estendeu a mão, para pegar a da outra rainha. Porém, antes que as mãos se encostassem, Mérida entrelaçou o seu polegar no polegar da outra e envolveu a mão dela com os outros dedos, nisso, ela puxou Elsa mais para perto, dando leves tapinhas nas costas da rainha gélida.

Dizem que um beijo de amor verdadeiro pode curar qualquer coisa, mas não é só isso, qualquer ação de amor verdadeiro é mágico, e naquele momento, envolvida no abraço de Mérida, Elsa pode experimentar o poder do amor. Essa magia circulou as duas e embaixo daquele salgueiro o amor delas foi consagrado, sutilmente todo o salgueiro absorveu a magia de Elsa, se congelando. As sementes do Salgueiro que estavam floridas, puxaram essa magia e criaram um gelo totalmente diferente do gelo comum, um gelo que não derretia, e mesmo congeladas, as sementes estavam germinando e se plantadas, certamente, iriam nascer, e assim nasceu as Gotas de Salgueiro.

Continua... Maldição na tribo dos índios.

Obs: Erros de digitação durante as falas de Mérida foram propositais e sua maneira de falar foi baseada na personagem de mesmo nome de Wifi Ralph.
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Considerações:

- Tudo tentativa.
- Taylor fala cantando.
- Faca na mochila.
- Frases em inglês são frases cantadas, para combinar com a personalidade de Taylor.
- Poderes utilizados durante o tempo como gênio, não foram contabilizados. Afinal, não eram poderes meus e sim da maldição.
- A volta no tempo quebrou a maldição pois foi o terceiro pedido.



Recompensas E Missão:


A armadilha da Lâmpada Encantada: Para que um gênio seja libertado é necessário que outro fique em seu lugar, afinal ninguém sabe, mas na verdade a lâmpada mágica é na verdade a melhor prisão do mundo da fantasia. A lâmpada do gênio foi amaldiçoada e você acabou encontrando-a e bem, como todo bom entendedor de histórias infantis o seu personagem sabe o que acontece ao esfregar a lâmpada. E foi exatamente isso que você fez esperando ter seus três desejos atendidos. Acontece que ao esfregar a lâmpada o seu personagem acabou preso dentro dela e libertando o gênio que tinha bolado uma armadilha perfeita para poder escapar. Agora você é o gênio e precisa atender os três desejos do próximo personagem encantado que esfregar essa lâmpada para poder se libertar dela, quebrando o feitiço que te prendeu.
Recompensas: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.



Habilidades:


Nome do poder: Boa Memória
Descrição: Como filho da deusa mensageira, você tem uma excelente memória para arquivar as mensagens que recebe, bem como os lugares por onde passa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: - 50% de chance de se perder ou esquecer uma mensagem ou profecia
Dano: Nenhum

Nome do poder: Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aparência inofensiva
Descrição: Por serem coloridos e muitas vezes fofos, os filhos da deusa mensageira aparentam ser inofensivos, isso faz com que o inimigo o subestime, podendo até ser ignorado pelo inimigo, se ele não for o alvo principal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode ignorá-lo ou perder um ataque para desdenhar da aparência do semideus.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Flexibilidade Nata I
Descrição: Devido ao arco-íris está ligado as serpentes que se trançam no ar, os filhos de Íris/Arcus podem tornar-se flexíveis. O seu corpo parece moldar a lugares pequenos e suas agilidades podem aumentar. Isso faz com que se desviar dos inimigos, ou golpes seja mais fácil, pois ele se torna mais esquivo.
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Bônus: +20% de chance de esquivar-se de um ataque.
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Bolsa:

Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Marionete Cantor [Boneco de madeira entalhado e personalizado para reproduzir e se parecer com cantores de festivais – temos todos os modelos, mas em tamanho único – e o melhor de tudo, o boneco vêm com a personalidade de seu ídolo! Como se tudo isso não bastasse para torna-lo realmente incrível, o boneco ainda vem com uma mini espada de bronze celestial (que você não pode retirar de sua mão ou ele para de funcionar, tenha cuidado), e servem para atacar seus inimigos toda vez que ordenado, pois criam certa ligação com seu dono. Os golpes dessa marionete podem retirar até 5 HP de seus inimigos cada vez que conseguirem atacar o inimigo. Ele não é muito rápido, nem muito esperto, mas é um ótimo companheiro, e muito divertido. | Efeito 1: ligação empática com o dono, boneco vivo. | Madeira, engrenagens e bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]


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Mensagem por Simon M. Stilinski em Qui Jun 06, 2019 4:26 pm

TAKE THE CURE.

O salto temporal havia me trazido de fato para um lugar que eu nunca havia visto antes, de frente para uma cachoeira, o local me revitalizava por algum motivo. A cachoeira descia em um rio que acolhia grandes pedras e seguia em direção a uma bifurcação, com um caminho largo de um lado e outro que ziguezagueava floresta a dentro, com largura suficiente para passar um bote. Por mais que eu estivesse apreciando a vegetação e o rio, um som me chamou atenção.

— Just around the river bend. (Logo depois da curva do rio). — Ouvi, mas apenas vi um vulto caindo da cachoeira e um bote se esquivando das pedras, até que ele passou por um arco-íris, o motivo de eu me sentir bem naquele lugar. Finalmente pude ver uma figura de cabelos compridos e lisos, com um vestido mula-manca marrom que tampava apenas até suas coxas.

A mulher parou seu bote perto de mim, e eu pude ver que ela estava acompanhada com um beija-flor e um guaxinim. Ela pegou uma lança que estava em seu bote, desceu pelo rio, sem medo de molhar os pés, e se aproximou inocentemente, mas assim que ficou a certa distância ela bateu com o cabo de sua lança na parte de trás das minhas pernas, me obrigando a cair de costas, e antes que eu pudesse me levantar, ela posicionou a ponta afiada de sua lança em meu pescoço, fazendo um corte superficial, mostrando que não era um blefe e que me mataria se necessário.

— Quem é você? E o que faz em minha floresta? — Perguntou ela, com sua voz doce e pacifica.

— Meu nome é Simon, estou procurando Pocahontas. — Respondi apressado, a lâmina era tão afiada que eu imaginava que um espirro dela poderia gerar minha morte.

— Você acabou de encontrar ela, o que é um problema, por que ela não conhece você. — Me respondeu, eu não entendia se o uso da terceira pessoa para se referir a si própria era algum tipo de ironia ou se era por ter nascido na floresta.

— Tem uma praga rondando a floresta, eu estou aqui para te ajudar a sobreviver. — Ela pareceu saber do que eu estava me referindo, pois afastou a lança de meu pescoço com uma cara de espanto.

— Como você pretende ajudar? — Perguntou ela, se afastando um pouco.

— Eu... — Percebi que eu não sabia exatamente o que fazer, não haviam me passado a poção para curar a doença. — Eu estou aqui para ajudar no que você precisar. — Tentei criar uma desculpa, falar que vim do futuro não seria algo muito inteligente.

— O que um homem da cidade poderia fazer para ajudar minha tribo? — Perguntou ela, percebendo que eu não tinha ideia do que eu estava fazendo.

— Eu sou muito bom em... entender as plantas, posso te ajudar a encontrar ingredientes, se você tiver algum tipo de poção caseira. — Arrisquei, não sabia se ela tinha a poção ou se era ela quem iria conseguir.

Um estranho vento passou por nós e eu tinha certeza de tê-lo visto se tornar em um tom de rosa translucido por alguns segundos. O vento mexeu os cabelos de Pocahontas, como se mandasse um recado para a indígena, me dando a impressão de que ela conversava com a natureza. A mulher olhou para o arco-íris por alguns instantes, tocando seu colar, pensando se eu poderia ou não a seguir, ela então entrou silenciosamente no bote e se sentou antes de se dirigir a palavra a mim novamente.

— Você pode vir junto, mas lembre-se... — Disse ela colocando a lança ao lado de seu corpo. — Eu farei de tudo para proteger meu povo. — Ela continuou. Eu entrei no pequeno barco e seguimos pelo rio mais largo.

[...]

No caminho, ela me contou a história de um dos seus companheiros, dizendo que o homem havia comido uma maçã que o deixou doente e poucos dias depois, outros começaram a se infectar, deixando ela como encarregada de salvar todos, como rainha de sua tribo. Já havíamos decido do bote, pois estávamos caçando uma casa dentro da floresta, a casa de uma bruxa que poderia ser a única a ter algo para acabar com essa praga. Apenas após alguns minutos de caminhada, encontramos uma porta em um morro, a porta deveria nos levar a lugar nenhum, mas ao invés disso, ao abri-la, conseguimos ver seu interior, cheio de placas de madeira com desenhos de monstros, livros, pergaminhos e alguns ingredientes estranhos. De frente a uma lareira, havia um caldeirão que estava aceso, pouco a direita, havia uma mesa, onde uma senhora baixinha se sentava, esperando companhia.

— Olha, meus amigos! Vocês chegaram! — Sorriu simpaticamente, mostrando os dentes faltando. Seu cabelo branco estava caindo aos poucos e usava um vestido rosa de bolinhas brancas.

Ela se levantou da cadeira e veio andando até a gente, movendo seus braços para que sua vassoura encantada arrumasse alguns pergaminhos bagunçados no canto da sala. A velha se aproximou de nós e começou a nos rodear, examinando-nos da cabeça aos pés, ela novamente moveu seus braços e dessa vez morcegos começaram a colocar alguma coisa dentro do caldeirão. Outro movimento de braços e agora a vassoura, que possuía um cabo maleável corria para servir chá nas xícaras em cima da mesa.

— Oh minha querida, um chazinho preto vai ajudar na elasticidade da sua pele! — Ela falou para Pocahontas. — E para você, nada melhor que uma pitada de silphium em um chá de anis, hortelã e hibisco para curar os efeitos de viagem no tempo.

— Viagem no tempo? — Pocahontas me olhou confusa. Acenei com a cabeça para ela, sinalizando que explicava depois.

— Mas eu- — Comecei, mas fui interrompido pela velha que me puxava para a mesa.

— Ainda! Mas você foi exposto a todos os momentos da história em segundos, se alguma dessas cenas envolvia você, ela pode ficar em sua mente até te enlouquecer. — Eu não me lembrava de nada do que eu havia visto, mas me parecia verídico e decidi não arriscar.

— Dona Boo, estamos aqui a procura de uma cura. — Pocahontas falou, enquanto sentávamos na mesa e eu bebia o chá apreçado. Os cheiros das ervas eram sobrepostos pelo cheiro peculiar da silphium, planta que eu não conhecia. O chá era doce, mas a estranha planta não fazia muita diferença no sabor, tomei o chá rapidamente, deixando sobrar apenas as ervas no fundo do copo.

— Esses cubinhos verdes, morda eles, é bom e pode prevenir muitas doenças. — Disse a velha em um tom sábio. — E quanto ao que a senhorita quer, a poção está quase pronta. — Mordi alguns cubinhos prestando atenção na velha. — Mas creio que ainda falta um ingrediente.

— Diga, eu lhe consigo qualquer coisa. — Pocahontas falou com convicção.

— Ah meu bem, não vai ser necessário, o ingrediente já está aqui. — A velha disse com malicia, estendendo sua mão para mim, enquanto eu me deliciava com o liquido doce que saia da planta verde, de gosto peculiar.

— É... — Pensei, quase não me lembrava das sementes que eu carregava comigo. — Ah, esqueci! — Disse olhando em meio a minha roupa viking, até achar as sementes em uma bainha de adaga vazia. — Acho que é isso, né?

— Sim, meu querido. — Ela pegou as sementes Gota de Salgueiro, um tipo de semente congelada em forma de gota d’água, se levantou e foi até seu caldeirão.

A velha jogou as sementes dentro do recipiente de ferro, pegou uma grande colher de pau e começou a mexer em movimentos circulares, até que uma fumaça verde saiu da boca do caldeirão, indicando que a poção estava pronta. Um morcego trouxe um pequeno frasco para a bruxa, que o encheu com o liquido verde, ela o tampou com uma pequena tampa de vidro e o mexeu, como se fosse uma cientista, até que o líquido ficou azulado.

— Prontinho! — Exclamou a bruxa. Mas Pocahontas parecia confusa ainda.

— Mas só isso não vai nos salvar. — Contestou ela. — Minha aldeia inteira está doente. — Completou.

— Basta jogar uma gota em uma fonte de água e toda essa água poderá curar. — Ela disse, entregando a poção para a garota.

— O rio, onde vocês bebem água. Se você jogar lá, não apenas sua aldeia estará imune, mas provavelmente vai deixar toda a floresta imune. — Eu disse para ela. — Mas... — Olhei para a senhora sorridente. — Nada disso foi de graça... qual é o seu preço? — Perguntei, novamente o sorriso malicioso da velha surgiu.

A velha se aproximou de mim, dizendo em meu ouvido algumas palavras, para que apenas eu soubesse, como eu havia dito, nada disso era barato e o preço que eu iria pagar iria ser muito caro. Com a poção em mãos, seguimos para a aldeia em silencio, eu não tinha animo para falar, ao saber o que eu teria que fazer ao fim dessa história. Primeiramente paramos no rio, pingando uma única gota nele, que pareceu brilhar intensamente por algum tempo, mostrando que a magia fazia efeito, em seguida, fomo até o vilarejo, e jogamos outra gota na água que havia sido estocada para a tribo, para pôr fim a nossa missão.

[...]

— Obrigado, Simon. — Disse Pocahontas, estávamos em cima de uma pedra, onde conseguíamos ver toda a redondeza, incluindo Agrabah, com as poucas casas que restaram, e Highlands, minha próxima missão.

— Não foi nada. — Respondi, encarando um grande castelo escocês, no centro de Highlands.

— Sobre a sua viagem do futuro... o que aconteceria se você não estivesse aqui? — Ela me perguntou, aparentemente comprando a história da bruxa.

— Não temos como saber, o que importa é que eu preciso achar minha boneca e ir embora desse lugar, antes que algo pior aconteça. — Respondi, já me afastando, ainda de frente para ela.

— Boa sorte com a sua jornada! — Gritou ela, enquanto um vento que eu tinha certeza ter ficado azul passou, mexendo seus cabelos. Dei as costas e acenei com a mão, seguindo para Highlands, para salvar o Fogo Fátuo.

[...]

Um dia depois de Simon desaparecer...

Jafar estava deitado em uma poça de sangue já seca, e de sua ferida saia um estranho liquido verde, mostrando que o veneno fazia efeito e o matava lentamente. O homem estava paralisado fazia um dia, sem comer ou beber nada, apenas agonizando enquanto esperava a própria morte e canalizando todo seu ódio. Uma risada invadiu a sala, ecoando pelas paredes e pelo chão de arenito, e essa risada psicótica que era ao mesmo tempo ameaçadora, foi o suficiente para que ele despertasse. Parado, encarando uma lâmpada mágica, a mesma lâmpada que Simon adormecia, estava um homem de costas para o doente.

O homem então se virou, ainda fixado na lâmpada, e foi possível vê-lo perfeitamente, seus dentes estavam amarelados e alguns até mesmo podres, sua pele era escamosa e amarelada, e ele sorria, tão sordidamente que parecia tramar algo. Ele então olhou para o Feiticeiro no chão, colocou a lâmpada em cima da estante, onde estava antes Simon pega-la, e por fim conseguiu falar.

— Gostaria de fazer um acordou? — Perguntou, mas ele não sabia como o estranho homem poderia ajudá-lo. — Eu posso fazer o que você quiser... por um preço razoável, é claro. — Ele olhou novamente para a lâmpada e seus cabelos sujos e enrolados pareciam tão duros que nem mesmo se mexiam.

— Eu quero que você me cure. — Jafar disse imediatamente, já não estava pensando direito, apenas queria sobreviver.

— Você pode ser mais ambicioso que isso. — Disse o homem, criando em sua mão um cajado, cujo uma de suas extremidades havia um cristal brilhante, certamente mágico. — O que você acha de realizar seu desejo mais profundo? Tornar-se um verdadeiro gênio? — Riu empolgado, aproximando do corpo de Jafar.

— Eu quero... — Jafar hesitou. — Mas qual será o preço? — Perguntou ele, desconfiado.

— Um gênio, por outro gênio. — Ele sorriu. — Eu quero a lâmpada.

— Tudo bem. — Aceitou, sem pensar que talvez estivesse fazendo um acordo com o diabo. O homem se aproximou de Jafar e colocou o cajado nas mãos dele.

— Agora faça sua mágica! — Pediu. Mas Jafar não precisava do pedido, ele já estafa se envolvendo em uma luz azul que o curava, alimentava e matava sua cede, e assim que a luz desapareceu, o homem também havia sumido com a lâmpada, sem dar-lhe um nome. — Agora eu sou imbatível. — Soltou uma risada diabólica.

Jafar começou então com seu plano diabólico: Batendo uma vez o cajado no chão ele enviou uma massa de destruição na cidade, destruindo muitas casas; batendo pela segunda vez fez com que seu palácio se tornasse o maior de Agrabah; e na terceira e última vez, ele surgiu em uma espécie de palco a frente de seu palácio, segurando com a mão esquerda o cajado e com a mão direita o braço da princesa Jasmine, confirmando que agora ele era o novo rei de Agrabah.

Continua... Fogo Fátuo II.
[RP] - Simon M. Stilinski - Página 2 Hp210HP: 270/270 [RP] - Simon M. Stilinski - Página 2 XQKY0MP: 95/270


Considerações:

- Tudo tentativa.
- Taylor fala cantando.
- Faca na mochila.
- Frases em inglês são frases cantadas, para combinar com a personalidade de Taylor.
- Poderes utilizados durante o tempo como gênio, não foram contabilizados. Afinal, não eram poderes meus e sim da maldição.
- A volta no tempo quebrou a maldição pois foi o terceiro pedido.



Recompensas E Missão:


Maldição na tribo dos índios – A tribo de Pocahontas está sofrendo com uma serie de doenças que não conseguem tratar e por isso a princesa índia se aventurou na floresta encantada em busca de ajuda. O isolamento da tribo e a falta de conhecimento em algumas doenças mais novas fez com que eles não soubessem como tratar seus habitantes e, portanto, ela precisa de alguém para curá-los. Pocahontas acabou te encontrando no caminho e depois de atacar você e descobrir que não é um inimigo decidiu que você poderia ajudá-lo. A princesa te levou até sua tribo e explicou o que estava acontecendo, ajude Pocahontas a curar os enfermos.
Observação: Essa missão é válida como aula prática para o curso de medicina da universidade.
Recompensas: 6.000 XP e Dracmas + 3 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 4



Habilidades:


Nome do poder: Boa Memória
Descrição: Como filho da deusa mensageira, você tem uma excelente memória para arquivar as mensagens que recebe, bem como os lugares por onde passa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: - 50% de chance de se perder ou esquecer uma mensagem ou profecia
Dano: Nenhum

Nome do poder: Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aparência inofensiva
Descrição: Por serem coloridos e muitas vezes fofos, os filhos da deusa mensageira aparentam ser inofensivos, isso faz com que o inimigo o subestime, podendo até ser ignorado pelo inimigo, se ele não for o alvo principal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode ignorá-lo ou perder um ataque para desdenhar da aparência do semideus.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Flexibilidade Nata I
Descrição: Devido ao arco-íris está ligado as serpentes que se trançam no ar, os filhos de Íris/Arcus podem tornar-se flexíveis. O seu corpo parece moldar a lugares pequenos e suas agilidades podem aumentar. Isso faz com que se desviar dos inimigos, ou golpes seja mais fácil, pois ele se torna mais esquivo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Cromocura I
Descrição: Ao entrar em contato com um arco Iris, ou ter um sobre o campo, o filho de Iris/Arcus poderá usá-lo para se curar, nesse nível, poderá fechar apenas pequenas feridas. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +10 HP e +10 MP ao entrar em contato com um arco Iris.
Dano: Nenhum




Bolsa:

Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Marionete Cantor [Boneco de madeira entalhado e personalizado para reproduzir e se parecer com cantores de festivais – temos todos os modelos, mas em tamanho único – e o melhor de tudo, o boneco vêm com a personalidade de seu ídolo! Como se tudo isso não bastasse para torna-lo realmente incrível, o boneco ainda vem com uma mini espada de bronze celestial (que você não pode retirar de sua mão ou ele para de funcionar, tenha cuidado), e servem para atacar seus inimigos toda vez que ordenado, pois criam certa ligação com seu dono. Os golpes dessa marionete podem retirar até 5 HP de seus inimigos cada vez que conseguirem atacar o inimigo. Ele não é muito rápido, nem muito esperto, mas é um ótimo companheiro, e muito divertido. | Efeito 1: ligação empática com o dono, boneco vivo. | Madeira, engrenagens e bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]


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Mensagem por Simon M. Stilinski em Qui Jun 06, 2019 4:57 pm

FOGO FÁTUO II.

Eu chegava em Highlands, na parte escocesa da floresta encantada, uma terra longínqua de quase tudo, tendo em sua fronteira apenas o lugar onde ficava a casa da bruxa, que desaparecera assim que passamos pela porta de saída. O reino estava muito pacifico, com apenas um pouco de movimento na frente do castelo de Mérida. Uma multidão estava aglomerada como se estivessem com algum problema, fazendo com que eu escutasse a discussão a procura de alguma pista que me levasse até o rei de Agrabah.

— Isso é um absurdo, como alguém conseguiu entrar e sair do castelo sem ser notado? — Perguntou um homem loiro, com uma roupa escocesa típica.

— Apenas sendo da realeza! Queremos explicações da rainha Mérida! — Disse um ruivo, com a mesma roupa. Todos ali eram homens e estavam agitados, provavelmente pensando que a rainha tinha alguma coisa a ver com isso.

Enquanto eles estavam ocupados olhando para os guardas do portão, uma pessoa que deveria ser menor que eu, se aproximava por trás deles, ela tirava de suas costas um arco de madeira e estava coberta por uma capa branca com capuz. Ela tirou da aljava em sua cintura três flechas de uma vez, mirou, com seu rosto coberto, e atirou no chão atrás deles, acertando as flechas em fileira, atraindo a atenção deles. Quando todos os homens se viraram para entender o que estava acontecendo, a pessoa tirou seu capuz, revelando seu cabelo ruivo volumoso, os olhos verdes e uma expressão séria.

— Vocês queriam a rainha, ela acabou de chegar! — Disse a garota, Mérida. — Quem quer ser o primeiro? — Seu tom era ameaçador, até mesmo eu recuaria antes de falar com ela. — Mas acho que ceis querem saber o que que ta pegando. — Continuou.

— Senhorita Mérida, nos deixe ajudar na busca, podemos ser úteis. — Suplicou um dos homens.

— Não, vocês precisam cuidar das treta do reino. — Ela negou apressada. — Eu estou seguindo um rastro, e se algo rolar aqui enquanto eu estiver fora, alguém precisa proteger o reino. — Ela disse confiante, mas deixando todos os homens decepcionados. — Dispensados. — Concluiu.

Eu me escorava em uma parede de pedras, logo atrás de onde Mérida estava, esperando minha oportunidade para lhe chamar a atenção, mas que não foi necessário, pois a garota virou-se diretamente para mim, quando o último homem saiu do local. Ela mexeu em seus cachos, ajeitando seu cabelo rebelde, colocou seu arco em suas costas novamente e por fim decidiu que era hora de falar algo.

— Você tem sorte que eles não te viram aí. — Ela disse para mim, tranquila, como se eu não representasse nenhuma ameaça. — Um forasteiro em plena crise, eles iam pensar que tu é um grande x9. — Continuou.

— Ainda bem que eu tinha uma rainha aqui para me salvar então. — Falei em tom sedutor, mesmo que sem intenção de conquista-la.

— Não vamos perder tempo, tenho um arrombado para pegar. — Disse ela, tampando sua cabeça com o capuz novamente e me convidando para uma caminhada pela cidade. — O que tu quer, mano? — Perguntou enquanto começávamos a circular o perímetro.

— Eu quero o mesmo que você. Quero pegar esse ladrão e recuperar seu artefato. — Respondi olhando para as árvores que haviam no local.

— Tem certeza que quer se meter nesse bagulho? — Ela me respondeu rapidamente. — Você não sabe quem roubou, só eu posso fazer isso sem comprar uma guerra. — Sua frase me fez notar que de fato ela não tinha nenhum guarda-costas com ela.

— Então que bom que eu não sou daqui e posso comprar qualquer guerra que eu quiser sem de fato prejudicar ninguém. — Minha mão direita coçou minha nuca. — Eu sei quem o fez, só preciso encontra-lo.

— E que garantia eu tenho de que você não irá ficar com o item? — Disse ela, parando para me encarar.

— Você não tem. — Fui completamente sincero. — E eu não estou pedindo para fazer tudo isso sozinho. — Continuei e apontei com a cabeça para o arco dela. — Eu vi o que você fez lá atrás, nós poderíamos nos ajudar.

— É uma boa observação, mas nada vem de graça. O que você ganha resolvendo meus bagulhos? — Perguntou, me pegando desprevenido, eu realmente não tinha motivos para ajudar ela, mas eu precisava de uma boa desculpa para não ter que revelar o real motivo.

— Eu não ganho nada com isso. — Respondi diretamente dando de ombros. — Apenas pego um ladrão que está causando muitos problemas. — Continuei.

— Se você sabe quem ele é, sabe que isso não é verdade. — Respondeu Mérida, continuando a nos guiar para a saída da cidade.

— Aladdin é um ladrão e um rei, é isso que ele faz, se ele não for parado agora as coisas vão piorar e isso pode me afetar num futuro próximo. — Defendi meu ponto de vista.

— Você não vai mata-lo, ele só quer proteger os seus. — A garota levou sua mão direita para suas costas, pronta para tirar seu arco.

— Eu não falei em mata-lo, mas ele precisa achar outra maneira. — Fui sincero. — Se não for o Fogo Fátuo, o próximo passo é o que? Dragões? As flores das fadas? Você consegue imaginar o perigo que seria se ele decide sequestrar uma pessoa e usa-la como arma? — Me justifiquei, vendo tudo que eu havia passado até agora.

— Você ta falando da Elza? — Eu pude sentir uma raiva imensa emanar dela, como se eu tivesse dito algo de errado. — Ninguém toca no meu floco de neve. — E com essa frase, ela estava mais determinada que nunca a pegar ele, mesmo que eu não soubesse do que ela falava.

[...]

Agora estávamos em um local obscuro, uma parte muito distante do reino de Mérida, onde a luz quase não passava pelas folhas das árvores. O local era tão úmido e criava uma quantia tão grande de musgo, que fazia eu me perguntar se isso era um pântano. As árvores eram secas e apenas dava para ver os olhos dos animais que refletiam a iluminação da minha pele, certamente o lugar daria medo se não fosse pelo meu poder, iluminando uma pequena parcela em torno de nós. Um som surgiu em meio as folhas e cipós, nos fazendo parar, olhando para copa das árvores, acho que era a hora de enfrentar o lobo mal.

— O que estamos fazendo aqui? — Sussurrei para a garota, que me mandou fazer silencio com o dedo.

Outro barulho, como se algo caísse nas folhas secas no chão, Mérida armou seu arco, pronta para atacar. Porém, a origem do som não era assustadora e se revelava cambaleando, pisando em folhas e se sujando com a terra molhada. Taylor não estava em seu melhor estado, e eu corri para abraça-la, pegando-a no colo como se fosse um bebê recém-nascido. Abracei-a forte, e pude sentir o cheiro de seu material, misturado com o do solo e outro que eu já havia sentido, mas não reconhecia. A boneca estava um pouco pegajosa e precisava de um banho com urgência.

— Taylor? Como você veio parar aqui? — Perguntei a ela.

— Dragons (Dragões). — Cantarolou para mim, eu havia esquecido o quanto eu amava sua voz. Certamente isso significava que ela havia sido trazida por dragões. — Now I'm pacing down the hall chasing down your street flashback to the night when you said to me nothing’s gonna change not for me and you not before I knew how much I had to lose (Agora eu estou andando pelo corredor, andando pela rua, relembro de uma noite quando você me disse que nada vai mudar. Não para mim e para você, antes de eu descobrir o quanto eu tinha para perder.) — Citou “If This Was A Movie” demonstrando que estava magoada.

— Agora eu estou aqui. — Falei, nada podia mudar o fato de tê-la abandonado com aqueles crápulas. — Me desculpe, eu não tive muita escolha. — Falei com lágrimas nos olhos, arrependido. — Mas de agora em diante, nada vai acontecer com você, nunca mais. — Falei determinado.

— Bebe chorão? — Disse Mérida, quebrando o clima. — Se você não se lembra, tenho uma princesa para salvar. — Sua pressa era notável.

— Me-me desculpe, vamos. — Eu soluçava e minha voz estava pesada demais para falar muito mais do que isso. — Taylor, essa é Mérida, Mérida, essa é Taylor. — As apresentei, percebendo pela cara da ruiva que eu teria que explicar o porquê de eu falar com uma boneca.

[...]

Assim como contei minha história, Mérida me falou que esse lugar era por onde Aladdin estava procurando algo. Andamos por mais algum tempo até vermos uma fogueira, me obrigando a apagar minha luz para não sermos notados. Como esperado, Aladdin estava em volta da fogueira com uma lâmpada na mão, a mesma lâmpada que eu sairia anos depois e isso mostrava o porquê de eu ter sido acordado apenas no futuro. Naquele momento eu poderia ser libertado, o que me deixava confuso, pois eu só acordaria daqui 30 anos.

— Lembra que eu falei sobre ele buscar outros meios? — Perguntei para a garota. — Acho que esse é o meio alternativo. — Se eu não tivesse aparecido, Mérida teria o encontrado mais cedo, teria o parado mais cedo e ele nunca encontraria a lâmpada. Mas se ele me libertasse naquele momento, toda a história mudaria e eu provavelmente não salvaria o reino de Pocahontas, pois não conheceria a Gota de Salgueiro, e novamente o reino estaria condenado.

— Como assim? — Perguntou Mérida.

— Você tem que impedir que ele acesse o gênio dentro da lâmpada. — Falei, observando que ele não estava tentando esfregar a lâmpada, apenas a olhando. — Você precisa atirar nele e distrai-lo enquanto eu pego a lâmpada. — Estávamos prestes a entrar em um looping, Mérida precisava acertar a flecha para que eu não saísse de minha prisão.

Circulei a área para ir para trás de Aladdin, de modo que ele não pudesse me ver, e assim que me posicionei, a garota enviou uma flecha que viajou no ar até que passasse pelo cabo da lâmpada, como se fosse um gancho conseguiu tirar o objeto da mão de Aladdin e a jogou para perto de mim, fazendo o garoto olhar em direção a origem da flecha, me permitindo pegar a lâmpada sem ser notado e enterrando-a às pressas em um buraco no chão do qual o homem devia ter tirado.

— O fogo fátuo. Você precisa me devolve-lo! — Afirmou ela, saindo do meio das árvores, já com outra flecha apontada para ele.

— Você sabe que não posso fazer isso. — Ele respondeu. — Você não precisa disso, seu povo está seguro.

— Até descobrirem que não estão mais. — Ela mirou no chão bem ao lado dos pés descalços dele e atirou uma flecha de alerta. — Eu não estou pedindo. — Eu percebi que ele estava distraído e pensei comigo mesmo que eu poderia ser furtivo para poder desacorda-lo.

— Eu não quero te ferir. — Ele a respondeu. Ao começar minha movimentação lenta, parecia que meu corpo queria que eu o fizesse, pois em pouco tempo filamentos de luz moveram-se pelo meu corpo, me deixando invisível aos olhos humanos.

— Você não vai. — Ela respondeu, tirando outra flecha da aljava e mirando nele. — Se você se mexer eu vou acertar. — Continuou. Ela conseguia ver minhas pegadas no chão molhado, porém, não era possível ver que repentinamente minhas narinas e ouvidos começaram a escorrer sangue. De algum modo eu sabia que isso estava desgastando meu corpo, mas seria a última vez que eu iria usar meus poderes, e eu esperava que meu corpo aguentasse até que eu acabasse essa missão.

Delicadamente coloquei meu braço em torno do pescoço dele, e comecei a estrangula-lo com dificuldade sentindo seu corpo perder força. Ele se debatia e tentava se soltar, mas meu corpo estava muito colado ao dele e ele não conseguia pegar força para de fato me machucar. Pouco tempo depois ele perdeu a consciência e eu não sabia se ele estava vivo ou morto, me tornei visível novamente, e sobrou apenas Mérida e eu conversando enquanto eu vasculhava o corpo a procura do fogo fátuo.

— Como você fez isso? — Perguntou ela. — Ele está morto? — Continuou, parecia estranhar o sangue escorrendo pelo meu rosto, mas não comentou.

— Sinceramente, eu não sei. — Encontrei no bolso do homem um pequeno talismã azul e joguei para ela, que pegou com a mão esquerda. — Agora vá, volte para o seu povo. — Falei para ela, na esperança que ela nos deixasse.

— Não posso, não seria certo te deixar com ele sozinho. — Ela falou. — Você não pode mata-lo. — Ela me olhou com verdadeira preocupação.

— Não pretendo, eu acho que nossos mundos estão conectados. — Falei, pensando nos contos de fadas do meu mundo. — Se eu mata-lo meu mundo pode ser afetado, mas eu também não posso deixar que ele fique por aqui.

— Por que? É só falar com ele, ele vai entender. — Mérida tentou.

— Não é isso. — Engoli em seco, antes de explicar para ela. — Eu tive que salvar outro lugar antes do seu. — Comecei. — Uma aldeia indígena que sofria por uma praga, e para cura-la tive que ir atrás de uma bruxa, ela me disse que Aladdin não vai parar, ele vai atrás de tudo que existir para salvar seu povo. — Continuei. — Seu próximo passo é procurar a bruxa e, assim que ele a encontrar, seu coração irá enegrecer, pessoas vão morrer, e, de acordo com ela, a única chance de ele não fazer isso é se ele morrer. — Eu me tornei um pouco mais sério, pensando em um pequeno detalhe em sua voz. — No entanto, eu posso manter ele vivo, se eu me prender com ele em um outro mundo sem prejudicar nenhum dos reinos.

— Isso quer dizer que você não irá voltar comigo? — Ela me perguntou.

— Infelizmente não. — Falei para ela, tirando da bainha de adaga a última semente restante. — Ah, no futuro eu conheci sua filha. — Falei, assustando-a.

— Como? Filha? Eu terei uma filha? — Perguntou, estranhando o motivo de eu tocar no assunto.

— Ela era uma garota muito inteligente... e se você quiser conhece-la, vá para uma tribo indígena, a casa da bruxa é a metade do caminho. — Continuei, eram as últimas palavras da velha. — Lá você poderá ter ela, com um homem que era capaz de engravidar apenas com seu toque, e ainda manter o seu final feliz com a Elza.

Esmaguei o feijão no chão abrindo um portal multicolorido a frente de nós, peguei o corpo desacordado do rei com certa dificuldade, que deveria pesar quase 50 kg para os seus 1,60 de altura e caminhei com ele até o portal. Taylor foi na minha frente, pulando para dentro, acenei com a cabeça para Mérida e também passei por ele, até o único lugar em que Aladdin poderia viver sem destruir: A internet.

[...]

Pouco tempo atrás...

Taylor estava parada na pedra em que Simon a deixara, não queria sair do lugar pois acreditava que ele voltaria para busca-la, mas um bom tempo se passou e ele não apareceu. A boneca já estava ali a pouco mais de um dia e nem sinal do garoto. E então aconteceu algo que a fez perceber que ele não voltaria. Aldeões da vila dos dragões a encaravam com um olhar estranho, como se ela fosse algum tipo de demônio que traria desgraça para a vila.

— Aquilo é do bruxo. — Soluço certamente estava irritado em descobrir que a boneca ainda estava ali. — Eu vou destruir essa coisa! — Começou a seguir até ela, mas foi parado por Leo.

— Não, aquela coisa é maligna. — Disse ele em alerta. — Se aquilo for inumano pode te matar.

— Então mandamos os dragões. — Retrucou o líder, querendo apenas que aquela coisa sumisse.

— Também não podemos, isso é um objeto mágico, pode estar se preparando para nos matar. — Leo devolveu, analisando a boneca. — Mas talvez possamos enviar ela para onde ela nunca vai machucar ninguém. — Continuou, tendo em mente para onde levaria a boneca.

O dragão de Leo, Sorriso, deixou que o garoto montasse nele, e em uma velocidade absurda alçou voo, pegando a boneca com as patas. Eles sobrevoaram o terreno dos gigantes, Highlands e uma grande extensão de floresta, até uma parte onde ele pôde ver que a copa das árvores ficava cada vez mais escura, era uma floresta que ninguém se atrevia a pisar, conhecida por ser a parte mais escura da floresta encantada, onde Branca de Neve se perdeu ao ser libertada pelo caçador. Ninguém adentrava o local, portanto era o local mais seguro para que a boneca ficasse, longe de qualquer civilização, e foi onde Leo jogou-a, sem saber que ela estava caindo exatamente onde ela deveria estar.


Continua...
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Considerações:

- Tudo tentativa.
- Taylor fala cantando.
- Faca na mochila.
- Frases em inglês são frases cantadas, para combinar com a personalidade de Taylor.



Recompensas E Missão:


Fogo Fátuo II – O fogo fátuo é um objeto mágico do reino de Merida que funciona como o Velocino de ouro e protege o castelo de possíveis invasões. A princesa se tornou rainha recentemente por recuperar esse artefato das mãos de uma bruxa, salvando assim seu reino de uma guerra contra seu maior inimigo, um mago poderoso que insiste em atacar o lugar. Acontece que alguém roubou o objeto mágico do castelo da rainha Merida, deixando-a sem qualquer tipo de proteção. Agora você precisa descobrir quem fez isso e recuperar o fogo fátuo.
Recompensas: 7.000 XP e Dracmas + 5 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 10.



Habilidades:


Nome do poder: Boa Memória
Descrição: Como filho da deusa mensageira, você tem uma excelente memória para arquivar as mensagens que recebe, bem como os lugares por onde passa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: - 50% de chance de se perder ou esquecer uma mensagem ou profecia
Dano: Nenhum

Nome do poder: Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aparência inofensiva
Descrição: Por serem coloridos e muitas vezes fofos, os filhos da deusa mensageira aparentam ser inofensivos, isso faz com que o inimigo o subestime, podendo até ser ignorado pelo inimigo, se ele não for o alvo principal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode ignorá-lo ou perder um ataque para desdenhar da aparência do semideus.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Flexibilidade Nata I
Descrição: Devido ao arco-íris está ligado as serpentes que se trançam no ar, os filhos de Íris/Arcus podem tornar-se flexíveis. O seu corpo parece moldar a lugares pequenos e suas agilidades podem aumentar. Isso faz com que se desviar dos inimigos, ou golpes seja mais fácil, pois ele se torna mais esquivo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Luz no caminho
Descrição: Você se torna capaz de emitir um brilho intenso, que lhe permite iluminar o caminho .
Gasto de Mp: 20
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Invisibilidade I
Descrição: Manipule as partículas e espectros da luz para se tornar invisível por uma rodada.
Gasto de Mp: 20
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum




Bolsa:

Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Marionete Cantor [Boneco de madeira entalhado e personalizado para reproduzir e se parecer com cantores de festivais – temos todos os modelos, mas em tamanho único – e o melhor de tudo, o boneco vêm com a personalidade de seu ídolo! Como se tudo isso não bastasse para torna-lo realmente incrível, o boneco ainda vem com uma mini espada de bronze celestial (que você não pode retirar de sua mão ou ele para de funcionar, tenha cuidado), e servem para atacar seus inimigos toda vez que ordenado, pois criam certa ligação com seu dono. Os golpes dessa marionete podem retirar até 5 HP de seus inimigos cada vez que conseguirem atacar o inimigo. Ele não é muito rápido, nem muito esperto, mas é um ótimo companheiro, e muito divertido. | Efeito 1: ligação empática com o dono, boneco vivo. | Madeira, engrenagens e bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]


Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS




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Mensagem por Simon M. Stilinski em Qui Jun 06, 2019 5:02 pm



Primeiramente gostaria de me desculpar pela quantidade de textos, e gostaria de avisar que estou sob efeito do Duplicador de xp diário:
Duplicador de um dia  [O semideus ganha um bônus de XP, todo e qualquer EXP ganho por ele terá o valor duplicado. | Valido por 24 horas após a troca ser atualizada. | Válido do dia 06/06 ao 07/06 | Evento Um reino de Contos de Fadas]
PS: No meu perfil foi marcado como 06/05 ao 07/05, mas se olhar na loja da pra ver que eu pedi a 2 o 3 dias atrás e foi atualizado ontem.
 








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Mensagem por Cupido em Qui Jun 06, 2019 11:33 pm


Simon M. Stilinski

Valores máximos que podem ser obtidos

O mistério do reino das fadas I: 9.000 XP e 4.500 Dracmas + 4 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS:  8.820 XP e 4.410 Dracmas + 3 Fragmentos.

comentários:
A XP que lhe foi reduzida em Escrita é por algumas frases que ficaram longas demais e algumas curtas demais por uso indevido da vírgula. Eu poderia deixar passar despercebido, mas como espero que você melhore nos próximos RPs fiz um desconto pequeno como forma de incentivo. Vou deixar de exemplo uma das primeiras frases do seu RP:

"Com a minha energia recuperada, eu sabia que era hora de partir, meu lugar não era ali e sim no acampamento, como a senhora havia terminado sua magia, ela sentou-se em uma cadeirinha de balanço, esperando o próximo paciente."

Essa frase ficou exaustiva de ser lida. O ideal seria:

"Com a minha energia recuperada, eu sabia que era hora de partir. Meu lugar não era ali e sim no acampamento. Como a senhora havia terminado sua magia, ela sentou-se em uma cadeirinha de balanço esperando o próximo paciente."

Fica mais fácil de detectar onde vai ponto final ou vírgula se você ler em voz alta. Pausas maiores são pontos finais e as pausas mais curtas são vírgulas. Como dito, os erros não comprometeram o entendimento da missão em si, mas tornou certos trechos cansativos. Se quiser mais detalhes e dicas, pode mandar MP.

Valores máximos que podem ser obtidos

O mistério do reino das fadas II: 11.000 XP e 5.500 Dracmas + 6 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 11.000 XP e 5.500 Dracmas + 6 Fragmentos

comentários:
Notei menos os erros da missão anterior nesta. Também gostei bastante do desenvolvimento, e como vi que foi reclamado você ter problemas para descrever os acontecimentos, queria dizer que tive facilidade em visualizar tudo o que estava acontecendo, então parece que temos uma melhora aqui, hm?

Valores máximos que podem ser obtidos

Como treinar seu Dragão: Recompensas: 16.000 XP e 8.000 Dracmas + 6 Fragmentos + Habilidade

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 19%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 15.840 XP e 7.920 Dracmas + 6 Fragmentos + Habilidade

comentários:
Mesmo problema de frases longas e cansativas da primeira missão, mas a missão foi satisfatória e eu gostei bastante, o que lhe garante a habilidade. O desconto foi simbólico pelo mesmo motivo explicado na primeira missão. Bom trabalho.

Valores máximos que podem ser obtidos

A armadilha da Lâmpada Encantada: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 35%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 8.500 XP e 4.250 Dracmas + 4 Fragmentos

comentários:
O principal desconto foi pelo fato da garotinha agir o tempo inteiro como alguém adulto. Principalmente nas falas, ela em nada parece com uma criança. As palavras que ela usa, a forma que se expressa, o raciocínio rápido pra entender viagem do tempo, nada disso se encaixa como algo que uma criança conseguiria fazer. A missão até foi interessante, mas todo momento que a garotinha se expressava ficou fora da realidade. Pense NPCs como personagens também, tente imaginar como eles falariam. Faz parte da fantasia interpretar adequadamente todos os envolvidos no seu texto.

Valores máximos que podem ser obtidos

Maldição na tribo dos índios: 12.000 XP e 6.000 Dracmas + 3 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: Nenhuma, a missão foi reprovada.

comentários:
Eu li e reli essa missão tentando buscar uma forma de não anular tudo, mas me acompanhe nos motivos. Eu gosto muito de você estar interligando cada missão uma com a outra, e achei astuto utilizar de algo conseguido em outra missão como resolução desta. Acontece que por justamente já ter essa solução consigo a missão se perdeu completamente. Primeiro que sua desavença com Pocahontas foi coisa de quatro frases de diálogo, ou seja, não teve conflito. Segundo, ficou ambíguo se a bruxa fazia parte da tribo de Pocahontas ou era uma bruxa qualquer. No primeiro caso, o enunciado diz que ninguém na tribo sabe resolver, então seria a missão se desviando novamente. Se for o segundo caso, o enunciado diz claramente que Pocahontas te leva para a tribo, o que significa que ela não saberia dessa tal bruxa. Dito isso, acontece que você não teve problema nenhum durante a missão, literalmente só andou de local em local seguindo a Pocahontas e quando eu finalmente pensei que o desafio seria conseguir mais poção, você diz pra simplesmente para jogá-la no rio que o problema se resolve. O texto parecia ser apenas uma continuação direta da missão da lâmpada e não uma nova missão com seus próprios desafios e problemas, por isso ele foi completamente anulado.

Por fim, 25% do seu texto foi uma preparação para a missão que vem a seguir. Isso em si não é um problema, mas a sensação que ficou é que você podia ter se esforçado mais no enredo da missão principal.

Valores máximos que podem ser obtidos

Fogo Fátuo II: 14.000 XP e 7.000 Dracmas + 5 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 35%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 15%

RECOMPENSAS: 9.800 XP e 4.900 Dracmas + 5 Fragmentos

comentários:
Dessa vez teve um desafio, mas ele pareceu fácil demais. Seu atributo força ainda é na média e seu controle corporal é baixo, então ao meu ver você não conseguiria simplesmente enforcar alguém tão astuto como Aladdin tão facilmente. Descontei pontos por isso. A dica é não economizar na narração dos problemas e suas resoluções. É legal você se preocupar em criar uma cronologia nas missões do evento e admiro muito isso, mas parece que você se prendeu tanto em só interligar os acontecimentos que esqueceu de trabalhar melhor as missões individualmente.

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