The Blood of Olympus
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Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)

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Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)  Empty Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)

Mensagem por Athena em Qui Maio 09, 2019 5:21 pm


Instrutor de Artes e Oficios

O teste para instrutor de Artes e Ofícios vai funcionar da seguinte maneira: Vocês terão que resolver a situação abaixo SEM UTILIZAR QUALQUER TIPO DE PODER. Deverão ser criativos e desenvolver o desafio da melhor maneira que conseguirem. Essa postagem será avaliada por três deuses, que decidirão quem de vocês está mais apto a assumir o cargo com base na postagem. Portanto, leiam atentamente o desafio e as regras que compõe o mesmo. Boa sorte a todos.

Situação: Seus personagens foram presos no labirinto em uma sala onde a única saída é um desfiladeiro de 20 metros, sem escada, ponte ou qualquer coisa que te permita descer em segurança até lá. Essa sala possui alguns materiais descartados, caixas de papelão, plástico bolha e madeira. As paredes são lisas, porém o chão é repleto de pedras grandes, lajes quebradas e uma fonte de água em pleno funcionamento. Está escuro e a única luz do local vem de uma tocha dependurada em uma das paredes, o que torna difícil para seu personagem enxergar. Para completar você sabe que em breve vai acontecer outro desmoronamento, já presenciou um e não quer ficar para ver outro, portanto tem apenas alguns minutos para dar um jeito de sair dali. Se conseguir fazer isso e chegar até lá embaixo ainda vai precisar encontrar uma saída que te tire do labirinto, afinal todo bom semideus sabe que não é muito seguro ficar ali.

REGRAS

• Para esse desafio o personagem não poderá estar utilizando nenhum poder ativo.

• Os materiais na sala estão descritos na missão, vocês não terão nenhum outro além deles.

• O desafio deve ter, no mínimo, 30 linhas e sabemos que esse é um número insignificante.

• O prazo de postagem é até 11/05/2019 a meia noite (horário de brasília).

• Todos aqueles que desejarem concorrer ao cargo de instrutor de combate corporal devem postar nesse tópico dentro do prazo estabelecido.

• Requisito: Ter pelo menos um conhecimento básico relacionado a aula em questão.

• Boa sorte.




Palas Athena...
Sometimes the power must bow to wisdom. You can be strong, may have power, but if you are wise, you are all well. And more than that, yes you can defeat them. Once warned that to save the world destruiri you-your friends, maybe I was wrong.
Athena
Athena
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)  Empty Re: Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)

Mensagem por Maisie K. Blackwood em Sab Maio 11, 2019 10:20 am

Chain reaction, it's so electric
Arts & Crafts

Minhas mãos passavam pelas paredes da sala de concreto em busca de qualquer truque, qualquer passagem secreta ou mágica que me livrassem dali. Nada. A única possibilidade era sair através do desfiladeiro, o que não seria aconselhável se aquela não fosse a única opção.

Eu também já havia avaliado a descida pelo desfiladeiro e era algo que não poderia fazer de mãos vazias. Talvez você já tenha ouvido falar que em uma descida todo o santo ajuda, e era exatamente aí que estava o problema. Não era possível simplesmente descer e contar com o auxílio da gravidade, pois a descida era muito íngreme e eu não sabia o que poderia me esperar no outro ponto. Além, é claro, de estar com pressa.

Com ambas as mãos apoiadas contra a parede, respirei fundo e evitei a sensação de desespero. O tempo e o local não estavam a meu favor, considerando que a qualquer momento poderia haver outro desmoronamento. No entanto, eu era grata a Athena por ter me proporcionado uma mente sagaz e criativa. Pois era isso que eu precisaria para me livrar daquele lugar: criatividade e improviso.

A sala onde eu estava era repleta de materiais descartados, como caixas de papelão, plástico e pedaços de madeira. Além disso, o chão tinha alguns azulejos quebrados e pedras. Uma fonte estava distante dali e causava o único som frequente no local. Havia também uma tocha presa à parede que seria a única fonte de iluminação do lugar, não fosse a minha capacidade de enxergar no escuro.

– Muito bem, Maisie, vamos começar - disse a mim mesma, apressando-me para sair dali o mais rápido possível.

Caminhei pela sala juntando alguns materiais aleatórios que poderiam me ser úteis, como pedaços de madeira de diferentes tamanhos, pedras e algumas lajotas quebradas e afiadas. Utilizava uma das caixas de papelão para isso, recolhendo ali tudo o que poderia precisar. Na busca, eu queria muito encontrar alguma corda ou item comprido o bastante para sair dali das maneiras tradicionais, como rapel. Se houvesse uma corda, bastaria prendê-la ao topo e descer com segurança. Mas infelizmente não era possível contar com essa alternativa.

Na ausência de uma corda, minha mente buscou uma outra forma para sair dali. Eu precisava formular algum instrumento que me proporcionasse uma descida segura, rápida e eficaz. E era perfeitamente possível fazer isso com o que havia ali, pois a solução que eu havia pensado só dependia de uma prancha, um eixo e dois pares de rodinhas.

Uma madeira retangular era perfeita para começar. Ela tinha cerca de um metro de comprimento, cinquenta centímetros de largura e três dedos de espessura. Não me preocupei em aperfeiçoar o formato da madeira, pois sua forma bruta já me serviria para ter uma base para trabalhar. A etapa seguinte seria a confecção de quatro rodinhas que seriam anexadas aos pares nas laterais para dar forma de skate à minha criação.

Para confecção das rodas, providenciei pedaços pequenos de madeira com formato irregular. O importante é que não fossem muito espessos, então bastaria dar a eles a forma circular. Tal etapa exigiu um pouco mais de habilidade no uso da adaga e agilidade para não perder tempo com detalhes. Não precisava ficar perfeito, apenas exequível. A forma circular ficou razoavelmente aceitável porque eu usei uma parte áspera do solo para ajustar o formato, lixando as bordas para que as rodas pudessem fazer o rolamento. Quem diria que uma criação tão pequena tivesse sido tão revolucionária milênios atrás.

– Agora preciso de um eixo… - pensei alto enquanto meus olhos passeavam freneticamente pela sala em busca daquela solução final. O eixo seria importante para firmar as rodas na prancha para que eu descesse em segurança, mas os objetos ali presentes eram limitados para me oferecer aquilo de maneira prática

Minha primeira ideia foi encaixar uma ripa de madeira na prancha para isso, mas ainda não era uma solução segura, pois não havia com o quê anexá-las ao objeto com firmeza. Então meus olhos foram para o chão e acabaram encontrando meus tênis calçados em meus pés. Mais especificamente, os cadarços. “Bingo!”

Peguei entre as madeiras um cabo de madeira semelhante a uma vassoura, porém mais fino e comprido. Segurando-o entre minhas mãos, utilizei o joelho direito para parti-lo ao meio e obter assim os dois eixos necessários, tendo pouco mais de meio metro cada. Com a adaga em mãos, fiz quatro leves curvaturas na prancha para posicionar os cabos de madeira ali. A seguir, retirei os cadarços dos tênis e cortei-os no comprimento que necessitava. Meu objetivo com aqueles objetos em mãos era atar os cadarços de modo a juntar a prancha e o eixo de modo seguro, atando-os de maneira transversal para isso.

Após concluir mais aquele procedimento, soltei o ar com impaciência, percebendo que meu tempo estava se esgotando e que a qualquer segundo eu poderia sofrer as consequências de outro desmoronamento no labirinto. Então me apressei para anexar as rodinhas à minha criação e concluí-la de modo satisfatório para escapar.

Para isso, foi necessário fazer uma pequena abertura no centro de cada rodinha usando a adaga para tal. Movia a lâmina em movimentos circulares, de modo a retirar o excesso indesejado de madeira no centro, até que obtivesse um buraco no tamanho desejado. A circunferência da abertura tinha que ser suficiente não apenas para encaixar as rodas no eixo, mas também ter espaço o suficiente para executar um rolamento seguro. Concluindo isso rapidamente nas quatro rodas, encaixei-as no cabo de madeira que fazia as vezes de eixo do skate. E, por fim, atei outros pedaços do cadarço nas extremidades dos eixos para que as rodas não escapassem dali e me causassem uma dolorosa queda.

E foi assim que eu construí um skate razoavelmente decente, usando diferentes pedaços de madeira e sacrificando meus cadarços. Era impossível calcular quanto tempo havia gastado naquilo, mas sabia que tinha que sair logo dali.

Antes de me aventurar por completo com meu item na descida, era necessário pensar na segurança que precisava para aquele ato. Então, usando o que havia ali de plástico bolha, envolvi meus joelhos e cotovelos com o objeto de modo a criar protetores. E, claro, precisava improvisar um aparato como capacete também. Para isso, peguei uma caixa de papelão que tinha aproximadamente o tamanho de minha cabeça e forrei-a com mais plástico bolha. E, fazendo uma abertura para os olhos, ela seria suficiente ao menos para amparar uma queda e impedir uma batida fatal.

Feito isso, estava pronta. Posicionei o objeto na beirada do desfiladeiro, sentando-me sobre a prancha e firmando-me da maneira mais segura possível. A descida era muito íngreme para descer em pé sobre a prancha. Mantendo-me sentada, a distribuição de massa no centro de equilíbrio daquele sistema reduziria as chances de queda.

À distância, meus ouvidos captaram um som desagradável entre as estruturas do labirinto, indicando que um novo desmoronamento se aproximava. Então, sem delongas, inclinei-me para frente e iniciei a descida em meu skate improvisado. Minhas mãos seguravam com firmeza a parte frontal da prancha e, conforme adquiria velocidade, um grito inevitável se desprendeu de minha garganta.

Cinco, dez, vinte, trinta metros foram percorridos sobre o mini-veículo improvisado até chegar ao fim do desfiladeiro. E foi tudo o que minha criação aguentou. Pois, ao chegar na descida, as rodas simples de madeira foram gastas e o objeto se desmontou facilmente, fazendo com que eu caísse e rolasse alguns metros à frente. Felizmente eu havia protegido os joelhos e cotovelos com plástico-bolha, sem falar no capacete improvisado.

Um X riscado na parede à minha esquerda indicava que eu já havia passado por ali antes, o que ajudava minha memória e meu conhecimento espacial a reconstruir um mapa em minha mente. Aquele não era um labirinto normal, como o de Dédalo. As paredes eram artísticas, contendo pinturas diversas e manifestações culturais de diferentes épocas. E, até aquele momento, eu não havia encontrado a saída.

Eu estava novamente perto de pinturas helênicas, características do período clássico. A parede era tomada por figuras humanas em cenas quotidianas, com traços firmes em tinta preta. Antes, ainda, eu havia passado por pinturas rupestres e desenhos egípcios. Nisso, acabei me distraindo e me perdi no labirinto, chegando àquela sala do desfiladeiro.

Agora que voltava aos corredores da construção, minha tarefa era sair rapidamente dali. Dessa vez, não podia me distrair com as pinturas na parede.

Seguindo em frente, as pinturas começavam a mudar de estilo. Em questão do uso de cores, foi uma evolução significativa ao aplicar mais variações cromáticas. No entanto, os traços e formatos eram mais modestos que os anteriores. Mais alguns metros à frente, eu teria que escolher entre dois corredores, cujas pinturas na parede eram bastante diferentes. À esquerda, as pinturas eram bizantinas, com figuras religiosas desenhadas com um arco sobre a cabeça. À direita, voltavam as pinturas rupestres e primeiras manifestações da arte.

– É uma linha temporal! - disse a mim mesma, como se tivesse descoberto a América.

As pinturas estavam contando a história e a evolução da arte, então tudo o que eu tinha a fazer para sair dali era seguir essa linha do tempo para encontrar a saída. E, graças ao meu conhecimento prévio e meus estudos no curso de Belas Artes na Universidade de Nova Roma, eu sabia perfeitamente a ordem das coisas e como segui-la.

Segui pelo corredor da esquerda, com as pinturas referentes ao período bizantino, marcada pela questão iconoclástica. A seguir, tinha que seguir pela arte da Idade Média, então segui pelos corredores que demonstravam pinturas pré-românicas. com suas artes modestas e vitrais. Dei seguimento ao meu caminho pelo corredor das artes dos povos germânicos, onde os traços mantinham-se modestos e as cores mais vivas, marcadas por dourado. Logo estava nas pinturas rômanicas e alcancei as paredes pintadas conforme a arte gótica.

Havia uma pintura da fachada da catedral de Tours, que é uma das construções mais icônicas do período gótico. Suas colunas eram altas e ela era rica em detalhes e ornamentos, totalmente diferente dos prédios românicos do período anterior. As demais pinturas tinham traços mais desenvolvidos, mantendo o forte aspecto religioso e as imagens divinas. Mas talvez aquele período fosse mais conhecido por seus vitrais ricamente desenhados e ornamentados.

Após alguns metros, percorrendo a passos rápidos, cheguei ao corredor do Renascimento e tive que frear a minha vontade de ficar ali para admirar as pinturas. Era ali que as figuras do panteão voltavam a aparecer, como a Vênus de Botticelli, e as marcas da antiguidade clássica. Havia nas pinturas uma noção rigorosa e científica sobre a perspectiva, os desenhos eram mais realistas e a geometria era ricamente aproveitada.

A seguir, passei por corredores onde estavam as pinturas modernas com suas novas modalidades. As paredes eram tomadas por pinturas do romantismo, seguidas por artes do período realsita e naturalista. Art Nouveau, impressionismo, cubismo e dadaísmo seguiram marcando os corredores seguintes, conforme as pinturas ficavam cada vez mais familiares para mim e próximas à minha rotina.

Logo as paredes continham Op Art e Pop Art, com suas cores vivas e marcantes junto às críticas sociais que traziam. Passei também por paredes marcadas com grafite e suas expressões diversas e variação de cores.

– Maisie! - ouvi uma voz familiar chamar.

Eu estava finalmente fora do labirinto.



Habilidades passivas:


Passivas de Athena:

Nível 2
Nome do poder: Visão noturna
Descrição: Você enxerga relativamente bem no escuro, graças à ligação entre Athena e as corujas. O efeito de apagar a luz, ou locais desprovidos de qualquer claridade tem menos efeito em você, significa que sua visão será remota, mas não ficará totalmente cego. (Esse aprimoramento não conta para magias, ou poderes de escuridão que exerçam de cegueira temporária).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50 de visão ao enxergar no escuro. A visão ainda será relativa.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Tecelão
Descrição: Assim como sua mãe Athena um dia venceu Aracne em uma competição de tecelagem, você também herdou esse dom. Essa habilidade pode não se mostrar útil até que você precise dela, e pode ser considerado algo completamente inútil por você, mas certamente em uma situação difícil você saberá como usá-la perfeitamente bem. Assim como uma vez uma filha de Athena – que não sabia possuir esse dom – o despertou no momento que mais precisou, você também pode.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de resistência a qualquer coisa que seja tecida pelo semideus.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Construtor/Arquiteto
Descrição: Por aprenderem rápido e compreenderem as coisas com maior facilidade, os filhos de Athena também se tornam bons inventores, cientistas, construtores e arquitetos. Essa habilidade permite que qualquer coisa em campo, simples galhos de árvore, barbante enroscado ou até um tênis velho, vire experimento em suas mãos. Você é capaz de usar qualquer coisa para transformar em arma, ou algo que possa usar em batalha para sair de uma situação difícil. O que por si só, se torna uma grande vantagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance ao criar qualquer coisa. (Armas, objetos, invenções, etc).
Dano: Nenhum

Nível 17
Nome do poder: Memorização
Descrição: A mente do semideus é capaz de arquivar informações com mais facilidade, lembrando-se de caminhos percorridos, dados sobre coisas que já viu ou conheceu. A boa memória do semideus o faz capaz de lembrar informações importantes sobre o cenário ou sobre inimigos que já enfrentou.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência e +30% de capacidade memorial
Dano: Nenhum
Extra: Caso o semideus já tenha enfrentado determinado inimigo ou passado por alguma situação, se lembrará de detalhes que o ajudem a superar o problema.

Nível 24
Nome do poder: Estratégia II
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nível 26
Nome do poder: Foco
Descrição: Com uma das mentes mais apuradas, é difícil distrair um filho de Athena quando este está dedicado a suas ações.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 40% de foco em combate ou atividades.
Dano: Nenhum.

Nível 31
Nome do poder: Racionalidade
Descrição: Apesar de não serem frios e calculistas, filhos de Athena/Minerva possuem como uma de suas principais características a suas capacidades cognitivas apuradas. Graças a isso, eles conseguem ser mais racionais e até mesmo camuflar algumas emoções sentidas. Conseguem captar facilmente traços ou dicas que os ajudem pensar logicamente perante uma situação.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 33
Nome do poder: Campo de visão
Descrição: Tão ligados a coruja, símbolo de Athena/Minerva, os filhos da deusa desenvolvem a capacidade de enxergar o campo ao seu redor como uma coruja que pode virar seu pescoço a quase 360º graus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +50% de chances de perceber um ataque surpresa.
Dano: Nenhum.

Nível 36
Nome do poder: Furtividade III
Descrição: Assim como as corujas, o campista consegue se deslocar pelos lugares sem ser notado com facilidade. Chega ao ápice da furtividade que um filho da deusa pode alcançar, movendo-se com precisão o suficiente para não chamar a atenção, além de saber ler o ambiente para identificar pontos estratégicos que escondam sua presença.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 30% de chance não ser notado
Dano: Nenhum

Nível 40
Nome do poder: Perícia com Lâminas IV
Descrição: O semideus filho de Athena se sente completamente confortável para atacar e defender-se com lâminas. Espadas, adagas, armas de arremesso como facas, qualquer lamina de curto ou longo alcance pode virar uma arma mortal na mão do semideus filho de Athena. Por serem inteligentes, aprendem a manuseá-las mais rapidamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de chance de acerto no manuseio de lâminas de mão (facas, espadas, adagas, punhais, lanças, etc)
Dano: + 35% de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.

Nível 45
Nome do poder: Agilidade III
Descrição: Os filhos de Athena/Minerva podem não ser tão fortes quanto os de Ares/Marte, mas possuem um controle corporal ainda mais aprimorado. A agilidade da prole da deusa é apurada, permitindo movimentos cada vez mais elaborados e complexos.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nível 46
Nome: Aprendizado apurado IV
Descrição: A inteligência de um filho de Athena é um dos pontos mais fortes do semideus, quando bem desenvolvida e estimulada. Ao estudar algo, o filho da deusa da guerra estratégica ganha mais domínio sobre o assunto do que qualquer outro semideus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de bônus em habilidades aprendidas.
Dano:  +20% de dano em habilidades aprendidas.
Extra: Necessário colocar essa habilidade em destaque, para que narrador esteja ciente do aumento no bônus e dano.

Passivas de Belona:

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Algumas habilidades aprendidas:

Nome: Atleta olímpico
Descrição: O triatlo é um esporte olímpico de origem grega que compreende natação, ciclismo e corrida. O atleta desta competição precisa exercitar suas habilidades motoras para um bom desempenho nestes esportes, que exigem resistência física, velocidade e controle do corpo. Portanto, após experienciar o triatlo, o semideus terá desenvolvido sua condição física tal como um atleta deste esporte.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de resistência física, velocidade e controle corporal
Dano: Nenhum

Nome: Magnificência Semidivina
Descrição: Após um longo dia de treinamento, no qual as capacidades físicas do semideus foram postas à prova, o resultado apareceu. Assim sendo, o aprimoramento de seus atributos corporais - força, constituição, destreza, controle corporal e velocidade - agora é evidente.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +10% nos atributos corporais.
Dano: Nenhum.

Nome do Poder: Inteligência Linguística
Descrição: Quem possui a inteligência linguística bem desenvolvida, possui um domínio e gosto especial pelos idiomas, pelas palavras e desejo de explorá-los. Esta habilidade dá a vantagem de usar as palavras com maestria e expressar-se com sagacidade para obter o que deseja.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% em inteligência, +20% de persuasão.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Inteligência Intrapessoal
Descrição: Quem possui a inteligência intrapessoal bem desenvolvida tem a capacidade de se conhecer e compreender a si mesmo, desde seus medos, fraquezas a capacidades. Dentre as sete, é a inteligência mais rara que alguém pode desenvolver, pois está ligada à capacidade de neutralização dos vícios, entendimento de seus limites, preocupações, estilo de vida, autocontrole e domínio das emoções. Com esta habilidade, o semideus é capaz de conhecer suas fraquezas e superá-las, através de autocontrole e concentração.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência; +20% de autocontrole e concentração.
Dano: Reduz em -10% os danos que visem afetar as emoções do semideus.

Nome: Pratyahara
Descrição: Através da Yoga, o semideus aprendeu a prática da Pratyahara e a habilidade de retrair seus sentidos para melhor controle da sua mente. Devido a isso, o personagem é capaz de diminuir as influências externas sobre os seus cinco sentidos e consegue aumentar a sua concentração e controle da própria mente.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% concentração e auto-controle mental.
Dano: Nenhum
Extra: Uma única vez por ocasião, o semideus é capaz de cessar um dos seus sentidos a fim de aprimorar a sua concentração.
Observação: Esta habiliade não o torna totalmente imune a ataques mentais. Ao enfrentar semideuses com poderes sobre a mente, é necessário que o portador dessa habilidade descreva o que aprendeu na aula para explicar como dominou a própria mente e diminuir os efeitos do ataque sofrido. O dano e os efeitos serão amenizados de acordo com a interpretação do narrador.

Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Nome da habilidade: Perícia em lâminas I
Descrição: Uma habilidade primordial para se entender bem como usar armas dotadas de lâminas, melhorando uma habilidade nata ou dando uma habilidade por prática para quem não tem intimidade com tais.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Bônus: +15% de assertividade ao usar qualquer uma das armas citadas nesta habilidade.
Dano: +10% de dano ao realizar golpes com fazendo uso de uma das armas.

Nome da habilidade: Perícia em lâminas II
Descrição: Uma habilidade primordial para se entender bem como usar armas dotadas de lâminas, melhorando uma habilidade nata ou dando uma habilidade por prática para quem não tem intimidade com tais.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Bônus: +35% de assertividade ao usar qualquer uma das armas citadas nesta habilidade.
Dano: +25% de dano ao realizar golpes com fazendo uso de uma das armas.

Nome: Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Nome: Perícia Corporal II
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a resistência corporal. Irá se cansar mais dificilmente, estando preparado para realizar exercícios físicos mais complexos. Assim, possui um melhor desempenho em combate, podendo permanecer lutando mais tempo que outros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em resistência física.
Dano: Nenhum

Habilidades do curso de Belas Artes:

1º Semestre
Nome do poder: História das Belas Artes
Descrição: Aprender o desenvolvimento das artes ajuda a compreender também o desenvolvimento cultural de toda uma sociedade, entendendo as particularidades de cada época. Nesse primeiro semestre o estudante irá mergulhar em uma viagem histórica que irá explorar as artes mais clássicas como teatro, pintura e literatura.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: Saberá reconhecer símbolos históricos, quadros, peças e referências ligadas a Belas Artes. Sabe identificar se é uma obra original ou modificada/replicada. +40% de chance de interpretar sinais e símbolos em missões e eventos.

2º Semestre
Nome do poder: Visão Espacial
Descrição: A noção de espaço é fundamental para as artes, seja para ter noção de como mover-se em um palco ou para calcular espaços em um desenho. Nesse semestre, os estudos serão focados para o desenvolvimento da visão espacial do estudante, tornando cada vez mais natural a sua percepção de espaço e tamanhos.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: Melhora na visão espacial, sabendo lidar melhor com o cenário ao seu redor.

3º Semestre
Nome do poder: Especialização em Artes Cênicas
Descrição: As Artes Cênicas são o conjunto de técnicas utilizadas para criação, direção, montagem e interpretação de espetáculos. O profissional utiliza os movimentos corporais e voz para desenvolver e representar personagens que transmitem uma história, ideias ou sentimentos para o público. Nesse semestre os alunos terão aulas de expressão corporal, intepretação, cenografia e treino vocálico.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de convencer as pessoas quando estiver interpretando. Saberá quando alguém estiver encenando algo, ou seja, mentindo ou omitindo algo. Desenvolve a empatia, lendo mais fácil as emoções das pessoas ao seu redor.

4º Semestre
Nome do poder: Especialização em Artes Visuais
Descrição: Esse semestre o estudante irá desenvolver a sensibilidade e a criatividade. Terá o conhecimento de várias linguagens visuais, técnicas e materiais para expressar as suas ideias. Pode mexer com desenho, pintura, escultura, gravura ou arte digital.
Gasto de Mp: Nenhum
Bônus: Ganha a habilidade de desenhar, esculpir e principalmente a de usar tecnologia sem ser rastreado por monstros, por toda a desenvoltura em técnicas digitais que envolve a criação de arte.



Make a wish change to reality


Maisie Blackwood
intelligence is the only way we have to master our instincts.
Maisie K. Blackwood
Maisie K. Blackwood
Centuriã III coorte
Centuriã III coorte


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Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)  Empty Re: Teste: Instrutor de Artes e Oficios (Interessados)

Mensagem por Puermina em Dom Maio 12, 2019 12:00 am


teste para
instrutora de artes e ofícios

Se havia neste mundo uma situação mais odiosa e angustiante que estar num labirinto eu desconhecia. Com aquela, já era a segunda vez desde que iniciei meus treinamentos no Acampamento Meio-Sangue. Eu estava presa naquela sala e precisava encontrar logo a saída que, por ironia do destino, me obrigava a passar por um desfiladeiro de cerca de 20 metros. Tentava avistar o fundo em vão. Estava escuro o suficiente para me cegar completamente a visão. Não conseguia ver escada ou qualquer outro tipo de acesso seguro até o solo. Por sorte, uma tocha iluminava meu rosto e um cantinho de onde me encontrava. Havia alguns materiais descartados por ali como caixas de papelão, plástico bolha e madeira. Caminhava com cautela entre elas. Tinham algumas pedras grandes e lajes quebradas pelo chão, bem como uma fonte de água. Fui até esta última e verifiquei se era potável pela cor e o cheiro como a tia Dandara ensinou nas aulas de ciências.

Assim que me hidratei, respirei fundo e procurei me concentrar. Parecia que em minutos ocorreria outro deslizamento, assim como o que presenciei ao chegar ali. Tinha pensado em descer usando apenas as habilidades do meu corpo, já agradecendo as deuses por eu ter alguma experiência com paredões, uma vez que treinei na parede de escalada do acampamento. Contudo, a escuridão somada ao risco de outro deslizamento me colocava em xeque. Para evitar ainda estar no local quando isto acontecesse sabia que precisaria usar toda criatividade disponível para chegar lá embaixo sem muitos machucados.

Olhava para as caixas de papelão, o plástico bolha, a água corrente e a depressão abaixo. Logo bolava um plano que parecia ter tudo para dar certo. Selecionava a caixa em melhor condição e procurava uma madeira que o fundo fosse semelhante em medidas. Assim, os envolvia com o plástico bolha pelas paredes externas da caixa, não permitindo ficar espaços sem cobertura. A madeira ficava perfeitamente entre o plástico e a caixa. Tinha pensado em colocar a madeira dentro da forma, porém, um objeto melhor me vinha à mente. Arrematava as pontas soltas do plástico para dentro da minha criação e tirava do bolso minha mais nova aquisição: travesseiros portáteis! Eles estavam no bolso da calça, num chaveirinho mágico adquiridos em uma das minhas visitas à Nova Roma. Foi só apertar os tubinhos roxos que eles fizeram *puff* e expandiram sua forma em dois travesseiros leves e macios. Um deles forrava a caixa e o outro ficava de lado (embaixo do braço) por enquanto.

Montei aquilo que estava diante de mim pensando nos trenós de pet e papelão que meus pais e eu usávamos para escorregar nos morros e colinas, quando visitávamos partes. Ouvia então algo que me assustara. O deslizamento estava começando. Tive de ser veloz e ágil nos meus movimentos. Peguei dois pedregulhos nos braços e desviei o curso da água rumo ladeira abaixo. Feito isso, tomei a tocha em mãos e pulei para dentro no “trenó” que construí e passei a gritar durante toda a descida.

Confesso que ria e chorava, só não sabia se de emoção ou de nervoso. Apenas apertava firme o travesseiro extra e tratava de iluminar meu caminho até lá embaixo. A água, mesmo que pouca, ajudava o plástico a deslizar, mas não era o suficiente. Ouvia os estouros e isso me acalmava. Só me preocupei de verdade quando, pela metade do percurso, o plástico rompeu e somente a madeira agora me guiava no caminho da descida íngreme. Chacoalhava a cabeça - e o resto do corpo inteiro -, ainda segurando firme na caixa, trenó e travesseiro. Estando quase no final, um desnível grande demais fez os materiais se separarem e me lançarem longe. Rolei por poucos metros, caindo com o rosto no travesseiro.

— Se fosse a Tiffany teria quebrado uns dentes. - Me recompus da queda e desativava os travesseiros usando a palavra mágica "soneca".

Por sorte, a chama da tocha sobrevivia. Caminhava até ela e corria dali, vendo o deslizamento tentar me seguir. Me despedia de minha finada criação e tratava de me situar para achar a saída daquele pesadelo de lugar.

Usava dos recursos aprendidos com a Rainha Elena e o romano Romeo no triatlo para correr e saltar, procurando avistar as passagens e os lugares que não davam em ponto algum. Com essa estratégia, pude me guiar por diversos caminhos corretos, antecipando não cair numa passagem falsa que dava para um muro. Em pouco tempo conseguia por fim encontrar minha liberdade!

— Que fique registrado - falava para que me recebia no portal - detesto labirintos!

item:
⊰ Travesseiros [Um chaveiro com um mini dois mini tubos pendurados. Sua ponta tem o botão da vez, em tons de roxo, basta pressiona-lo e a mágica acontece | Ao apertar o botão fará sair de dentro do tubo um travesseiro, dois, nesse caso, porque são dois tubos em um chaveiro. São brancos e simples, muito macios e práticos, para fazê-los voltar para dentro do tubo basta dizer “soneca”. | Indefinido | Sem espaço para gemas | Gama | 100% sem danos |Mágico| Comprada na Pandevie Magie]
passivo de éris:
Nível 13
Nome do poder: Estrategista Habilidoso
Descrição: De tanto criar mentiras você começa a se tornar um bom estrategista, sendo capaz de criar estratégias de batalha quase tão eficientes quanto a das proles de Atena.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de que seus planos funcionem conforme o esperado.
Dano: Nenhum
passivos de amazona:
Nível 7
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: Através da perícia corporal que começa a adquirir, o corpo da Amazona torna-se mais ágil para executar movimentos mais complicados e mais rápidos que o normal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de agilidade
Dano: Nenhum
Habilidades:
Nome: Concentração
Descrição: A capacidade de criar esculturas em argila ou outros materiais, exige concentração o que pode ser fundamental em batalha e ter foco naquilo que se faz no momento. Com isso, você consegue ter um foco maior.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Com tal habilidade você tem uma melhora na sua concentração de 15%.
Extra: Se sua FPA possuir mais de 3 pontos em determinação, a probabilidade aumenta para 20%


Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Nome: Atleta olímpico
Descrição: O triatlo é um esporte olímpico de origem grega que compreende natação, ciclismo e corrida. O atleta desta competição precisa exercitar suas habilidades motoras para um bom desempenho nestes esportes, que exigem resistência física, velocidade e controle do corpo. Portanto, após experienciar o triatlo, o semideus terá desenvolvido sua condição física tal como um atleta deste esporte.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de resistência física, velocidade e controle corporal
Dano: Nenhum



♥️ Puermina ♥️
embaixadora do amor próprio e protetora da infância
Filha de Éris & Legado de Afrodite
Puermina
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Amazonas
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Mensagem por Athena em Qui Maio 16, 2019 8:41 pm

Meninas, nunca é fácil tomar uma decisão como essa com players criativas como vocês. Porém, dado a situação e o teste Maisie acabou se saindo melhor e ganhou o cargo de instrutora. Puermina não desanime! Você tem talento e temos outras vagas que podem se encaixar com sua personagem também.

Ambas recebem 2.500 Xp e Dracmas.


Palas Athena...
Sometimes the power must bow to wisdom. You can be strong, may have power, but if you are wise, you are all well. And more than that, yes you can defeat them. Once warned that to save the world destruiri you-your friends, maybe I was wrong.
Athena
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Deuses Olimpianos
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