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Central Park

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Mensagem por Mark O'Donnel em Seg Dez 24, 2018 4:55 pm

Um café com o destino
Os olhos viajavam pela natureza do central park naquele dia ensolarado de um sábado parado e tedioso, era como se estivesse trancafiado em uma caixa dentro de um forno a 1000°c. O cantar dos pássaros, uma brisa que as vezes tentava aliviar a temperatura e um refresco em minhas mãos eram o equipamento perfeito para esperar minha namorada para curtir um cinema logo após.

Naquele momento uma mão tocou meu ombro, e vi nada mais nada menos que um moreno que conhecia por ser filho de Poseidon, um irmão grego. Ele sorria como se estivesse vendo uma pessoa que seria uma grande aliada, ou talvez até mesmo fosse me convidar para tomar uma cerveja ou um suco, não sabia ao certo.

--Olá irmão grego, como está? Andou sumido do Júpiter nesses últimos tempos em!

 
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Mensagem por Astaroth Wright em Seg Dez 24, 2018 5:02 pm


Ideais adiante

Estava no Central Park por acaso, era como se tudo naquele dia de temperaturas tenebrosas tivesse me obrigado a ir até lá. Mas como sabemos nem todo mal vem para acabar com sua vida, assim como nem todo bem vem para consertá-la. Ao longe avistei um loiro que já tinha visto em outras ocasiões, sabia que era um irmão romano e talvez iria precisar dele no futuro, já que minha guerra contra o Olimpo não tinha acabado. Estreitar laços e criar novas amizades era extremamente necessário para que meus objetivos fossem realizados.

--Sim, como tem passado... me chamo Astaroth Wright e você?-- questionei, ouvindo a resposta do mesmo, se chamava Mark, um romano filho de Netuno, as coisas pareciam tomar o rumo certo.

-Então. A vida não anda fácil para ninguém, não é mesmo?

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Mensagem por Luxanna C. Montgomery em Qui Jul 18, 2019 11:30 pm




O vento frio em Nova York parecia cortar as bochechas coradas de Montgomery, que caminhava enquanto as pequenas poças d'água que haviam no asfalto gelado abaixo de sua botinha 36 de cano alto pareciam refletir, a canhota segurando um copo de chocolate quente do Starbucks. Os fios loiros voavam atrás de si junto à sua saia preta, a camisa de linho branco estava sob o blazer preto feito de algodão egípcio e o sobretudo preto com algumas plumas no colarinho finalizava o look de mafiosa que possuía.

Estava voltando de um dos clientes de Logan, havia acabado de "negociar" com ele - diga-se ameaçar, na verdade, já que Stewart devia horrores ao seu padrasto e ela, como uma boa filha, feria qualquer coisa para deixar o homem satisfeito consigo sempre. Sorriu em satisfação e pensou em ir até um lugar para relaxar, então nada melhor do que o Central Park para sentar-se por alguns minutos antes de ir para a residência provisória de sua família descansar a cabeça no travesseiro.

Aquele homem havia cansado sua beleza.

Assim que avistou a entrada do local, a garota sorriu pequeno e caminhou na direção do ponto escolhido, a passos largos e decididos. Sentia os olhares em si, então sabia que estava chamando mais do que a atenção necessária mas estava cagando para isso: não se importava com isso.

Caminhou até encontrar um banco o qual logo se largou, deixando sua cara de mau humorada afastar qualquer um que tentasse se aproximar. Não queria papo com estranho no momento.


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Mensagem por Ezreal Lalinc Meastrong em Dom Jul 21, 2019 1:32 am

você se importaria se me sentasse ao seu lado e prometesse lhe dar as estrelas?Hey baby
O que de fato é pior? Saber como encontrar seu grande amor e nunca conseguir conciliar o encontro ou simplesmente não ter noticias alguma da existência do mesmo e viver apenas com as lembranças e peito apertado? Pois bem, o jovem Plumaluz vivia arduamente a primeira opção e jurava para quem quisesse ouvi-lo contar sobre sua história de amor falha que aquela era uma das piores dores para se ter.

Foram os anos mais longos sem pista alguma e quando finalmente tudo começara fazer sentido com o esclarecimento vindo de Hermes, a chegada ao acampamento e o descobrimento do real paradeiro de Luxanna aparentemente o que deveria se tornar mais fácil se transformara em algo extremamente mais difícil pois a menina sempre vivia ocupada e pouco deveria saber que Ezreal também era quem era. O loiro suspirou durante noites e dias pelo acampamento sem conseguir dormir tranquilo, porém nada que fizesse parecia lhe ajudar e estar ali apenas lhe deixava cada vez mais frustrado.

Sem muita demora o mesmo optou por tomar alguma medida para que pudesse distrair os pensamentos e tentar limpar a mente para as novas responsabilidades que a vida de semideus estava lhe trazendo. Ezreal calçou os coturnos e por cima da típica roupa substituiu a jaqueta fina por um sobretudo preto pesado o suficiente para aguentar o frio que faria naquela noite. Em passos largos o garoto abandonou o chalé de Hermes decidido a seguir parar Nova York. Como ele chegaria la? Esse seria um mistério...

[...]


Fora um trajeto tranquilo onde o garoto havia conseguido uma carona muito rápida na beira da estrada mais próximo do acampamento. Pouco menos de uma hora e meia de viagem e o pequeno Plumaluz se encontrava parado diante do Central Park observando a pequena movimentação que ainda existia ali.

Por um momento o garoto suspirou lembrando que seu antigo apartamento não ficava muito longe dali, depois o mesmo procurou um motivo para ter parado ali novamente e fora exatamente nesse momento em que o garoto ergueu os olhos e encontrou uma figura loira sentada de costas em um banco distante de onde estava. O coração do jovem semideus acelerou e poderia facilmente ser confundido com algum tipo de infarto, porém, ele sabia que a palpitação era causada pela figura distante desconhecida mas que lhe lembrava muito da amada.

Ele respirou fundo, enfiou as mãos nos bolsos do sobretudo e caminhou com a falsa confiança que tinha fingindo estar totalmente sob controle para que não perdesse a posse caso aquela realmente fosse Lux.

— Ora ora o que temos aqui. – O rapaz riu se abaixando próximo a orelha da garota ainda parado em suas costas. – Ooh baby, parece que resolveu sair do seu esconderijo debaixo da terra e voltar ao mundo dos vivos...



"Se eu não conheço as regras, como posso estar desobedecendo?"
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Mensagem por Luxanna C. Montgomery em Seg Jul 22, 2019 11:51 pm




Estar sentada em um banco no meio do parque era pedir para ser incomodada, mas esperava que sua carranca enquanto bebia o líquido quente afastasse qualquer um que se aproximasse. Suspirou enquanto seus pensamentos voavam até a Inglaterra, diretamente para seu padrasto, Logan.

Depois que ela sumiu e voltou, a loira descobriu que o homem gentil consigo havia se tornado extremamente paranoico, a ponto de se isolar no escritório e ficar ali por horas a fio planejando coisas e mais coisas para encontrar sua amada enteada. Lembrava-se do abraço apertado que recebeu quando apareceu na Fortaleza Negra, do choro e da comemoração que virou a noite e um pequeno e tímido sorriso surgiu nos lábios levemente rosados, o que causava certa estranheza para quem observasse a garota aparentemente mafiosa sorrindo da forma que estava.

Suspirou em felicidade, erguendo os olhos para o céu enquanto finalizava seu chocolate quente e depositava o copo vazio ao seu lado, pronta para se levantar e encontrar uma lixeira para que, enfim, pudesse voltar para a mansão em Nova York quando deu um pulo de susto no banco: algum engraçadinho havia falado em sua orelha, dando-lhe um susto.

Xingando internamente e segurando sua vontade de socar o rosto do infeliz, Luxanna logo se colocou de pé e virou-se rapidamente, as mãos delicadas sendo colocadas na cintura fina. A sobrancelha levemente franzida demonstrava que não estava nem um pouco feliz com aquela surpresa inesperada do desconhecido.

— Escuta aqui, quem você pensa que é para fazer isso? — perguntou, a voz fina soando suave, mas o tom ameaçador sendo facilmente percebido. A cabeça da loira logo foi tombada de lado ao perceber que conhecia aquele garoto de algum lugar, mas infelizmente seus dias no LedgerDomain lhe custaram alguns rostos da memória, embora se esforçasse para lembrar o nome do rapaz à sua frente. — Vem cá, te conheço?


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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Sab Out 19, 2019 1:30 pm

Demons or Angels

THOSE GREEN EYES turned EVERYTHING in GREY
Demoramos uma hora e cinquenta minutos para chegar no Central Park. Primeiro foi preciso encontrar Sasha no pinheiro de Thalia, mas ela não atrasou quase nada. Andamos cerca de meia hora para chegar até uma velha fazenda no meio de Long Island. Ninguém nos seguiu então soube que tínhamos feito tudo com perfeição. Andamos todo o trajeto em silencio, mas ela parecia curiosa, ansiosa. Eu também não podia negar que estava sentindo um frio na barriga, parecíamos dois adolescentes. Uma parte era a adrenalina de estar fugindo da segurança, outra era a atração. Não consegui tirar ela da cabeça nem por um segundo.

Finalmente chegamos no galpão da fazenda, apesar de não estar abandonada não havia ninguém para questionar nossa presença no lugar. Em vez de respostas, mais perguntas surgiram quando eu tirei uma chave do bolso e abri o cadeado, entrando para o interior da estrutura. No meio do galpão existia uma moto coberta por uma capa. Eu sabia qual moto estava coberta. - Bem, assim que vamos sair daqui. - Falei, encarando os olhos da loira que parecia começar a entender, puxei a capa e encarei a Harley Davidson Breakout com tom clássico de preto e cromado, um banco estendido com encosto para passageiro e dois capacetes no baú. - Uma das condições para que eu concordasse em vir para cá era uma forma de escapar se eu não aguentasse mais. - Falei e subi na moto, entregando o segundo capacete para ela. - Espero que não se importe com isso. - Disse esperando a reação dela com um sorriso irônico. Assim que ela subiu na garupa eu dei partida na moto, tirando nós dois daquele campo.

Eu tinha trocado de camiseta, vestindo uma regata preta com uma estampa de caveira, jeans claro e uma botina de couro negro. Equipamento perfeito para viajar. Dentro do bau da moto guardei minhas coisas e as delas, por sorte eu tinha uma mochila magica que caberia perfeitamente dentro do baú lateral da motocicleta, onde eu podia guardar todas as minhas coisas e as dela. Durante a primeira hora ela se segurou em mim com força, o velocímetro batendo as cem milhas por hora. Depois de um tempo ela começou a confiar, acreditando naquilo que eu estava fazendo. O vento esvoaçava os cabelos dela enquanto Sasha se encostava em mim, o calor do corpo dela contra o meu, o cheiro de mar. Eu estava só uma hora longe da vida semidivina e já estava querendo mais.

Tudo que eu queria era que nós fossemos normais, ela uma estrangeira da Europa, me conhecendo, o clássico patife americano e viajando o país para se apaixonar. Acelerei até o final em uma das retas, sentindo o vento me atingindo com força, sorri ao cortar alguns carros que não deram seta corretamente. - Filhos da puta. - Falei, feliz que finalmente coisas normais estavam acontecendo comigo. Paramos em alguns pedágios e depois de mais uma meia hora entramos na cidade de Nova Iorque.

Foi necessário apenas uma ou duas paradas no farol para chegar até o destino. Central Park. Encostei em uma vaga para motos e sorri para ela com felicidade, uma verdadeira felicidade de estar na minha cidade natal outra vez. - Está vendo? Não demorou muito, foi bem tranquilo. - Falei e desliguei a moto, tirando a chave do contato. - Existe um festival de verão no parque, eu não faço ideia que show eles vão apresentar hoje, então precisamos ir para bilheteria para o caso de não ser gratuito. - Completei, sorrindo e pegando minha mochila no baú, onde a própria mochila dela estava e minhas coisas também.

Poderes:
Nenhum
Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Pulseira de perícia Avançada [Pulseira de couro que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, possui amarras de cordinhas na parte de baixo, então é fácil de equipar-se com ele, se for cortado, ou destruído, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente, só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia de uma arma de sua escolha em +50%, provocando um dano de +30% (Machados) | Couro | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos | Mágico | Loja especial do dia dos namorados]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Trufa do Amor (x7) – Tem formado de coração e licor de morango como recheio, ao consumir a trufa o semideus pode recuperar até 100 HP. (Ao consumir, some do perfil)


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Mensagem por Sasha Pearcy em Sab Out 19, 2019 1:31 pm


Born a goddess and
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Quando eu parei diante da porta do Chalé Três, não abri a porta de imediato. Nas últimas horas era a primeira vez que a minha consciência se manifestava ou a minha razão. Eu mal havia conhecido o cara, sabia pouquíssima coisa sobre ele e me atraquei aos beijos com ele dentro do lago. Agora eu estava prestes a fugir por uma noite do único lugar onde todos diziam ser seguro para mim, com esse mesmo cara que eu havia acabado de conhecer. Eu estava perdendo o meu juízo? Bem provável que sim! Toda a minha vida eu fui o que as pessoas esperavam de mim e para quem dizia querer quebrar as regras eu estava hesitante demais. Levei minha destra os lábios e fechei os olhos, por um breve instante lembrei do beijo do semideus e sorri boba para a porta. Esqueci qualquer possível problema que aquilo poderia causar e entrei no chalé, o tempo já estava passando.

Enfiei em uma mochila um short, umas camisetas, vesti um jeans com cara de mais surrado e uma camiseta branca. Peguei meu anel caso precisasse me defender de alguma coisa e era muito cômodo ele se transformar em uma peça tão pequena. Calcei meu tênis mais confortável e parti para minha aventura. Quando cheguei no Pinheiro de Thalia, vi Damon com sua mochila nas costas e aquele sorriso que me roubava o ar. E nossa aventura começou bem ali! Eu estava nervosa, ansiosa e desconfiada, mas ao mesmo tempo experimentava uma alegria sincera como há muito tempo não sentia. Algumas vezes apertei a mão do moreno involuntariamente, mas ele segurava a minha com força e seguimos em silêncio, eu me sentindo Bonnie e com toda certeza ele era meu Clyde.

Aquele garoto tinha mais segredos do que eu podia imaginar ou tentar desvendar, ele conhecia o caminho perfeitamente e logo chegamos em uma fazenda que parecia abandonada. Fomos até um velho galpão que já estava bem castigado pelo tempo, olhei e antes que eu pensasse em perguntar alguma coisa, ele tirou um chaveiro do bolso. Como ele tinha a chave do cadeado? Eu não fazia ideia! E acho que também nem queria saber. Ele caminhou até o meio do lugar e puxou a capa que escondia uma baita moto. Eu não entendo muito dessas coisas, mas além de bonita, parecia ser bem possante: — Eu deveria ter feito mais exigências antes de ser enfiada naquele lugar. — Respondi com uma pitada de ironia enquanto pegava o capacete das mãos dele: — Mas não sou muito boa com motos e acho que meu pai não liberaria um carro para mim assim tão pacificamente. — Dei um sorriso sacana e entreguei minha mochila para ele. Não perdi tempo e subi na sua garupa.

No começo eu senti medo e eu me agarrei a cintura de Damon com força, eu estava muito nova para morrer em um acidente de moto. Ele por sua vez, acelerava sem um pingo de remorso, fazendo o vento bagunçar meus cabelos que estavam soltos fora do capacete. A sensação era boa e tão boa que eu fechei os olhos. Eu estava livre! Depois de meses eu estava realmente livre e longe daquela loucura. Relaxei meus braços ao redor da cintura do moreno, mas aninhei meu corpo ainda mais ao seu, aproveitando para sentir seu cheiro e o contato do seu corpo ao meu. Eu me sentia tão segura e tão protegida que aos poucos o medo me abandonou e pude curtir cada momento daquela pequena viagem.

Levou quase duas horas até que finalmente chegamos ao nosso destino. Algumas paradas, alguns pedágios, mas nada demais. DE FATO, havíamos fugido do Acampamento Meio Sangue! Não era fantástico!? Sorri sarcasticamente pensando no que estávamos fazendo e olhei para ele. Acho que a minha felicidade era perceptível e o meu alívio também, eu nem conseguia acreditar que aquilo estava de fato, acontecendo. Fechei meus olhos e senti a brisa da noite tocar meu rosto e o meu olfato foi tomado pela mistura de cheiros e aromas da noite nova-iorquina. A minha vontade? Era gritar como uma louca que eu estava finalmente livre, mas apenas me contentei em aproximar de Damon, pegando a minha mochila das mãos dele: — Nos primeiros quinze minutos eu pensei que fosse morrer. — Respondi com uma pitada de sarcasmo: — Mas confesso que depois ficou bem interessante. — Pisquei para ele com um sorriso travesso nos lábios.

Demos os primeiros passos na direção da bilheteria e meus olhos queriam captar tudo, todas as luzes e cores do lugar. Eu queria me deleitar com a mais singela das sensações que aquela noite poderia causar, mas antes havia uma coisa que com toda certeza eu precisava fazer. Interrompi minha caminhada e o puxei levemente pela mão: — Tem uma coisa que eu preciso fazer antes. — Encarei os olhos cianos e quase me perdi, esquecendo do que precisava fazer: — Obrigada por isso. Por essa noite. Pela liberdade. Acho que é a primeira vez que sinto isso depois de muitos anos. — Ao terminar meu agradecimento, dei um terno e breve selinho nos lábios do semideus: — Agora podemos ir. — Puxei-o pela mão para que voltássemos a andar. Eu não poderia estar mais feliz em toda a minha vida.

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• Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]



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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Sab Out 19, 2019 1:32 pm

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Meus olhos vibravam com a cara do festival. Compramos as entradas e entramos para assistir o show, mas ainda tínhamos alguns minutos até o show começar. Eu fiquei com Sasha, aquela apresentação como todas as outras não chamaria tanta atenção assim, não era necessário e confortável ficar na ponta, além disso meus primeiros anos de experiência me mostraram que eventualmente se você quisesse sair do festival, existiam pontos que facilitavam isso. Ela me perguntou sobre o evento e eu não pude deixar de sorrir. - Certo, minha primeira vez eu tinha quinze anos, no festival. Desde então eu venho todos os anos, exceto os dois últimos. - Falei brincando com as palavras, meu sorriso deu uma pequena escurecida quando toquei no assunto dos anos perdidos. - Este ano também achei que não poderia comparecer, mas aqui estamos nós. - Continuei com um tom de voz carinhoso, o sorriso voltando para mim. - Então, basicamente eles juntam uma porrada de gêneros e estilos diferentes no mesmo festival, eu amo isso. Nem sempre eu venho acompanhado, gosto muito de vir sozinho e se possível mais de uma vez por ano. Isso mostra para gente o quanto essa cidade é diversificada. - Terminei e sorri com a resposta da filha de Poseidon. Ela disse mais alguma coisa e eu puxei a loira para um beijo intenso e demorado.

Tudo estava perfeito. O clima, a noite, os sons da cidade. Aquele beijo, os lábios dela tinham gosto de morango e eu não sabia dizer por que, mas seu perfume era de maresia e eu gostava. Ela segurou minha nuca enquanto eu puxava ela para perto, intensificando nosso contato, desde a viagem aquele era o primeiro beijo de verdade da gente. Senti completamente entregue e entorpecido pelo contato. Meu corpo se esquentava perto dela, mesmo sendo verão eu sentia que aquele era o efeito Sasha sobre mim. Ela conseguia arrancar todo meu foco e atiçar o fogo de dentro de mim. Sem precisar fazer esforço.

Quando nossos lábios se separaram eu senti aquele tesão de mais cedo, no lago. - Certo, blondie. - Comecei e olhei para ela. - Se tiver qualquer coisa que você queira saber, qualquer dúvida que tenha sobre mim. Eu vou responder tudo, com honestidade. - Falei e enrolei os dedos em seus cabelos. - Afinal, você não tem nada pelo que me agradecer. - Disse, me referindo sobre a conversa de antes da bilheteria. Ela não tinha, não tinha mesmo. Eu não levei ela comigo por que queria fazer um favor, pois ela estava tão entediada quanto eu. Longe de mim correr um risco assim tão idiota por alguém. Não, eu definitivamente queria, queria responder todas as suas perguntas e saber tudo sobre ela também. Eu queria conhecer Sasha, e muito bem. Além de palavras e mais importante, queria ela ali comigo o tempo todo. Era um privilegio poder apresentar a cidade pelos meus olhos para ela, mas ainda mais era um privilegio poder fazer todas aquelas coisas com ela. - É claro, só se você tiver alguma pergunta. - Finalizei, saindo dos meus próprios pensamentos.

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Mensagem por Sasha Pearcy em Sab Out 19, 2019 1:33 pm


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Eu nunca havia ido em um festival, sempre via muitas coisas pela internet ou pelos programas de televisão. Mas eu nunca de fato havia aproveitado um. Minha mãe e Richard em suas constantes paranoias haviam me privado de tantas coisas que eu nem saberia dizer ao certo. Eu sentia um pouco de raiva deles por isso, mas eu não ia perder meu tempo com isso. Não naquele momento. Eu podia ver nos olhos dele, a felicidade por estar ali, por não ter aquele peso nas costas. Eu também sentia isso e podia dizer que o meu sorriso tinha uma sinceridade que eu não conhecia. Ao lado dele era como se nada mais importasse, como se tudo sumisse em uma espiral e restasse apenas nós dois. Meu Deus! O que estava acontecendo? Como eu podia conhecer aquele cara há tão pouco tempo e ele simplesmente mexer com a minha cabeça daquela forma. Mais do que isso, ele estava mexendo com algo dentro de mim que eu não conhecia.

As músicas eram legais, pessoas de todos os lugares, cheiros e sabores variados. Eu podia perder um tempo curtindo tudo isso, mas é claro que eu não estava. Eu estava enlaçada nos braços do moreno, aproveitando seus lábios e me perdendo neles. Sendo invadida por aquele calor que parecia me consumir de dentro para fora. Eu tinha certeza! Não havia um lugar melhor que eu pudesse estar. Minhas mãos encontravam abrigo em sua nuca e os beijos se revezavam entre calmos e ternos, aos quentes e tórridos e isso criava uma montanha russa de sensações em mim que eu estava adorando! Eu sentia em alguns momentos o clima esquentar, meu corpo mudar e desejar o dele de uma forma irracional e voluptuosa. Cada vez que ele apertava a minha cintura e sentia o tesão percorrer todo meu corpo como ondas de choque. Era nessas horas que eu sabia que precisava colocar o pé no freio.

— Sua cidade é muito legal. Washington é meio morta e se brincar conheço um ou dois lugares legais. De Praga eu me lembro muito pouco. Faz anos que a minha mãe não volta a cidade onde morávamos. — Sussurrei bem próximo aos seus lábios, eu só pensava em roubar mais um beijo dos lábios dele: — Deve ser legal ter contato com tantas coisas. Eu tenho vontade de passar um tempo na Europa. Nunca consegui passar mais do que alguns dias confinada em um quarto de hotel. Você conhece a cidade em que nasceu. Eu lembro de Praga muito mais por fotos e cartões postais. — Havia uma pontada de ressentimento nas minhas palavras. Dei um sorriso fraco e encarei o oceano dos olhos de Damon.

Pensei se eu queria saber alguma coisa sobre ele, sobre seu passado, quem ele era ou talvez quem era seu pai. Mas eu cheguei à conclusão de que não queria saber as coisas que machucavam ele, as feridas que a vida havia lhe infligido. Levei minhas mãos a lateral do rosto do semideus e sorri, deslizei meus polegares de forma carinhosa pelas maçãs do seu rosto. Eu partilharia com ele todos os seus segredos, os mais sombrios até mesmo e também seria um livro aberto se assim ele quisesse. Mas eu queria que ele me contasse tudo a seu tempo: — Damon é seu primeiro nome? — Perguntei em um tom de brincadeira: — Qual sua cor favorita? — Repeti ao mesmo tom na pergunta seguinte, mas então olhei em seus olhos com carinho e atenção: — Eu quero saber de você, o que você quiser me contar. As coisas que te deixam feliz e as coisas que te deixam triste se quiser partilhar. O que me importa de verdade. É o que vamos conhecer daqui para frente. — Roubei mais um beijo apenas para não perder o hábito.


Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]



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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Sab Out 19, 2019 2:13 pm

Demons or Angels

THOSE GREEN EYES turned EVERYTHING in GREY
Meus olhos encontraram os dela, aquele verde profundo e com cor de mar, eu podia jurar que ondas pareciam se mover dentro das orbes dela. Aquela tinha potencial de ser uma das melhores noites da minha vida e não queria estragar tudo. Uma parte de mim queria contar todos os segredos e verdades, colocar tudo na mesa, se eles não terminassem afastando ela então seriam suficiente para aproximar nós dois ainda mais. Suspirei e dei um sorriso. - Meu nome completo é August Damon Wolfstorm, é um prazer senhorita. - Brinquei com tom de ironia, pegando sua mão e dando um pequeno beijo, com um meio cortejo. - Minha cor favorita é preto, mas eu gosto bastante de vermelho também. - Falei para ela com um olhar malicioso, pensando em mais coisas para falar. - E você, blondie? Qual seu nome completo e cor favorita? Deixa eu adivinhar, a cor é verde! - Continuei, perguntando com bastante sarcasmo na voz.

Ela responde as minhas perguntas e eu mordi meus lábios. - Bem, a última coisa que eu gostaria de te falar por agora, é que eu sou filho da guerra sangrenta. - Disse para ela em seu ouvido. Um tom baixo de sussurro e sem dizer propriamente o nome do meu pai, segundo todos os campistas dizer os nomes dos deuses fora do acampamento podia atrair problemas. - Acho que as demais coisas tem seu tempo, certo? - Perguntei com um sorriso. Depois que ela respondeu a apresentação começou. Cortando nosso papo com um DJ subindo no palco. - Vai começar. - Comentei com ela, bem baixinho. O cara começou tocando uma musica eletrônica e hip hop, misturando os dois estilos. O DJ era um jovem negro, por volta da minha idade, vestindo uma calça preta e camiseta branca. Instintivamente puxei Sasha que estava encostada em meu peito para mais perto da pista.


Poderes:
Nenhum
Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Pulseira de perícia Avançada [Pulseira de couro que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, possui amarras de cordinhas na parte de baixo, então é fácil de equipar-se com ele, se for cortado, ou destruído, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente, só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia de uma arma de sua escolha em +50%, provocando um dano de +30% (Machados) | Couro | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos | Mágico | Loja especial do dia dos namorados]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Trufa do Amor (x7) – Tem formado de coração e licor de morango como recheio, ao consumir a trufa o semideus pode recuperar até 100 HP. (Ao consumir, some do perfil)


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