The Blood of Olympus
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Central Park

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Re: Central Park

Mensagem por Kalel Levitz em Sex Ago 31, 2018 5:22 pm

Thunderboy

My love is on fire. Now burn, baby, burn.

Kalel recuou alguns passos com a reação do outro. Seu semblante ficou um pouco tristonho, começava a pensar no que podia ter feito de errado. A ação do outro, a pergunta, fez com que o semideus ficasse se sentindo muito estranho. Abraçou seu próprio braço em sinal de desconforto total.

Estava sentindo uma enorme vontade de transar com aquele cara, mesmo que achasse isso desnecessário e só conseguisse fazer com quem tivesse uma relação afetiva muito grande. Seus olhos se desviavam do rapaz tentando procurar outra coisa para focar, estava totalmente bugado com os seus sentimentos.

— Nesse momento, eu quero você mesmo. — As palavras começavam a sair sem ele pensar. — Agora você está me fazendo ter uma enorme vontade de foder com você... Mas eu não gosto disso, nem consigo sentir isso por alguém que eu mal conheço... Antes eu queria continuar conversando com você por que te achei super interessante... Agora não sei se quero mais.

Kalel se sentou novamente no banco, apoiando seus cotovelos nos joelhos, ficava olhando para o chão.

— Desculpa ter te segurado. Não sou ninguém pra fazer isso, pode ir se quiser.




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Re: Central Park

Mensagem por Gideon Cox em Sab Set 01, 2018 3:51 am

Lonely Road
A sinceridade forçada do rapaz fez com que Gideon engolisse em seco. Ele tinha procurado por aquilo, mas por que não conseguia evitar se sentir pecaminoso e errado? Ou talvez fosse seu companheiro em sua mente, distorcendo seus valores e ideias, nunca o permitindo saber ao certo como se comportar.

O demônio conseguia entender o que Kalel queria dizer com aquelas palavras. Ele mesmo, no pouco tempo que se recordava, não tinha se sentido atraído de maneira alguma por outra pessoa. Aquela era a primeira vez (pelo menos do que podia afirmar) em dúvida sobre o que realmente queria. Tanto é que chegou a esboçar uma resposta, mas sua boca se abriu em silêncio.

Não havia o que fazer. Aquilo seria impossível.

Sinto muito falou tão baixo que mal pôde ouvir a si próprio.

Querendo não chorar, Cox se virou e rapidamente partiu dali.




vitu


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Re: Central Park

Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Qua Nov 21, 2018 3:53 pm

▬ Premonição


Mais uma vez mamãe estava atolada de trabalho e não pode me atender. Eu não a culpava por isso, mas não conseguia esconder a sensação de inquietude que sempre se apossava de mim. Um caos tinha se instalado em meu peito fazendo com que sentimentos novos dominassem meu corpo, eu precisava desabafar e aquela mulher seria perfeita pra isso, se tivesse tempo pra mim.

Foi difícil conseguir um tempo para deixar o hospital de Asclépio e me aventurar no mundo mortal, mas fora fácil chegar a New York, afinal tínhamos passagens pelo mundo todo devido as circunstâncias do grupo. Nós salvávamos pessoas e era isso que nos motivava a ter uma ampla capacidade de locomoção, mesmo em um lugar que a principio pode parecer tão pequeno. Infelizmente esse tipo de privilegio não me dava mais tempo... não com ela.

— Eu sinto muito Charlie — Ergui a cabeça ao ouvir a voz de Joy, a enfermeira que estava no turno da minha mãe. Sorri para ela, tentando lhe dizer que tudo estava bem, mas a verdade é que bem não estava a algum tempo.

— Eu volto mais tarde, talvez na hora do lanche ela ainda esteja disponível, vou caminhar pela cidade enquanto isso — Dei de ombros, a pedir desculpas com o olhar antes que eu me retirasse dali, buscando maneiras de me distrair pela cidade.

Eu poderia passar despercebida por um longo tempo, era filha do deus sol, mas possuía equipamentos o suficiente para parecer apenas uma mortal comum. O colar inibia minha presença e eu era pequena demais para ser notada pela maioria dos humanos, mesmo tendo uma beleza peculiar e reluzente.

Sai do hospital sem um rumo certo, invadindo as ruas da cidade e as lojas para poder olhar pelas vitrines, me distraindo com imagens e odores que deixavam aquela cidade tão viva. Nova York respirava, e era isso que eu tanto gostava nela, outrora vivi em um mundo diferente, onde as coisas e pessoas não pareciam tão vivas e tão alheias ao mundo ao seu redor. Ali ninguém notava o quanto tudo parecia diferente, reluzia de dia e brilhava durante a noite, resplandecente como algo invisível em um novo mundo.

Já passava da hora do almoço quando invadi o central Park para comprar água e comida, eu ainda estava com a mente longe, com olhos claros preenchendo minha mente e um sorriso bobo cobrindo minha face. Famílias se reuniam ao meu redor, crianças gritavam e corriam e os pássaros circulavam em busca de migalhas. O vento era fraco e as folhas pareciam dançar sobre ele de uma maneira delicada e quase gentil. Sorri ao perceber a imagem e permiti sentir e fazer dela, terminando meu lanche antes de mais uma vez me levantar.

Eu estava pronta para deixar o final do lugar quando estranho se apossou do meu peito, me fazendo estagnar no lugar e olhar ao redor para ter certeza de que o mal não me rondava. O perigo parecia estar a espreita, mas o parque, as pessoas e o lugar ainda parecia o mesmo. Confusa, busquei olhar mais a fundo e segui o instinto deixando que a sensação tomasse conta de mim, então passei a andar através dela enquanto meus pés me levavam para um lugar diferente, desconhecido.

A sensação ficou mais forte assim que atingi determinado ponto do parque, um aberto, mas discreto também. Algo iria acontecer ali, mas o que era eu ainda não sabia. Inspirei fundo, fazendo o ar adentrar meus pulmões junto a um odor forte e desconhecido, com isso eu senti o medo, ouvi o grito e sentir o corte de uma lâmina atingir parte de mim.

As imagens se tornaram borradas e meus olhos perderam o foco antes de serem levados para outro lugar. O dia deu lugar a noite e o cenário bonito se transformou em um tremendo pesadelo. Dois corpos se moviam durante o campo que agora era o cenário de uma batalha, sangue manchava a grama e a máscara de ódio no rosto de alguém me consumiu por inteiro. Batidas frenéticas tomaram conta de meu peito, e então o pesadelo terminou e a menina morta caiu aos meus pés.

Agoniada deu um passo para trás e sufoquei um grito, levando a mão ao peito onde a sensação tinha começado e então as imagens mudaram mais uma vez e o parque tomou uma forma diferente. Quando, onde, como? As respostas preencheram minha mente, inundando-as como um saber oculto que eu sabia possuir, mas pouco escutava.

Hoje à noite, a qualquer hora, nesse mesmo lugar.

Não era uma sensação qualquer, era um saber que aquela menina estaria morta se eu não fizesse algo, era a certeza de que uma vida dependia de mim e que se eu tinha a chance de salva-la, faria isso sem pensar duas vezes.

Conferi as horas rapidamente antes de disparar para fora do parque, tendo a certeza de que precisava impedir um desastre e que tinha poucas horas para isso acontecer. Corri em disparada, gravando na mente aquele ponto antes de voltar para o hospital, onde encontraria o portal e o usaria para conseguir meus equipamentos e pedir reforços, afinal se entraria em uma batalha, não seria sozinha.

Poderes utilizados:

Nível 27
Nome do poder: Previsões III
Descrição: Você se tornou parte clarividente, e apesar de não conseguir adivinhar o futuro, pode prever algumas coisas que irão acontecer, e se antecipar com elas. Nesse nível o semideus consegue fazer previsões de ataques a um local antes que aconteça. Ex: Prever que o acampamento será atacado. Porém, não pode dizer quando, ou como irá acontecer. Só pode ser usado uma vez por evento, missão, ou algo semelhante.
Gasto de Mp: 50 HP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 21
Nome do poder: Relógio Diurno
Descrição: Desde o primeiro momento que os primeiros raios solares aparecem até o último que se põe, os filhos de Febo/Apolo saberão com uma precisão assustadora que hora do dia é.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum




Charlotte Aimée Blackwell
One of the happiest moments is when you find the courage to let go of what you can’t change.
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Re: Central Park

Mensagem por Giotto di Bondone em Qui Dez 06, 2018 5:16 pm

Let me feel as hurt as you
Giotto caminhou lentamente em direção à clareira no centro do parque, usando a mão esquerda para parcialmente interromper os raios de sol antes que eles chegassem em seu rosto, obscurecendo-lhe a visão. Hoje era um dia particularmente bonito, na opinião do semideus. O céu estava quase que completamente desprovido de nuvens e o sol ardia no horizonte, emitindo seus raios de luz deslumbrante que iluminavam a terra. Ele preferia o inverno, é verdade, mas era impossível não sentir-se em paz num lugar tão verdejante e colorido quanto o Central Park.

Um vento morno soprou em seu rosto, bagunçando-lhe levemente os cabelos castanhos. Eles estavam um pouco desbotados, por conta da tintura, e o garoto suspirou pensando no dinheiro que teria de gastar para refazer o procedimento. Não que fosse algo novo. Giotto nunca se considerou uma pessoa vaidosa, mas cuidava do próprio cabelo com mais cuidado do que muitas garotas que conhecia. Exceto as próles de Afrodite, é claro.

Procurando um canto mais vazio no parque, Giotto sentou-se na grama. Apesar do sol que brilhava alto no céu, algumas gotas de orvalho ainda cobriam o campo verdejante, umedecendo levemente a calça jeans que o adolescente usava. Em suas mãos estava um livro de brochura em perfeitas condições, provavelmente novo. Era uma coletânea de poemas que Giotto adquirira numa livraria pouco antes de ir até o parque.

“Aqui é muito mais tranquilo do que no acampamento, uma pena que…”, ele pensou com um suspiro, fechando brevemente os olhos. Tinha ido até o parque para descansar um pouco, livrar-se da pressão que era ser um ser semi-divino por apenas um dia. Torcia para que nenhum tipo de criatura o atacasse naquele momento especial e relaxante.

Balançando a cabeça para afastar os pensamentos ruins, Giotto abriu o livro e, depois de ler a dedicatória e a breve introdução escrita pela pessoa que compôs aquela coletânea, começou a ler, cantarolando bem baixinho uma melodia suave.


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Re: Central Park

Mensagem por Choi Hee Yong em Qui Dez 06, 2018 6:45 pm


Considerações:
aaa.
Arsenal:
Poderes Ativos - Mércurio:
Poderes Passivos - Mercúrio:
Poder Ativo - Legado:
Poder Passivo - Legado:

Conhecendo o crush do livro


Heeyong estava sentada em um dos bancos, observando todas as pessoas que passavam por ali. Por alguma razão o asiático sentia que o seu dia iria ser bom, talvez por como ele estava de um modo geral com sol, bastante pessoas caminhando, a brisa refrescante batendo em seu rosto. Todo parecia combinar para fazer com que o dia fosse agradável.

Apesar de já ser um adulto de vinte e dois anos, o jovem Choi se permanecia como uma criança quando o assunto era doces. Por isso assim que ele viu o homem do algodão doce, o sorriso brotou em seus lábios de imediato. Retirou a carteira do bolso, pegando uma nota de dez dólares e correu todo abobalhado atrás do vendedor para que pudesse comprar o que tanto desejava naquele momento.

— Me vê um algodão doce? — Sorriu entregando o dinheiro para ele.

— Eu estou sem troco para essa nota, não quer levar dois? Assim contigo de devolver.  

— Com toda certeza! — Exclamou ele ainda mais empolgado com aquilo.

Com o troco guardado no seu bolso e dois algodão doce na mão ele saiu dali, todo contente com sua nova aquisição alimentícia. Foi então que ele notou de longe um garoto, sentado na grama lendo um livro de brochura que parecia ser novo. Por alguma razão Heeyong travou, seu sorriso sumiu dos lábios e ele ficou fitando o menino de longe. Havia achado ele extremamente fofo e parecia ser inteligente, um pontinho a mais no que ele achava de interessante nas pessoas.

Por conta disso ele usou toda a sua cara de pau, mesmo que suas bochechas estivessem completamente coradas, e se aproximou do outro, se sentando ao lado dele.

— Hey! Eu te vi de longe ali... Posso ter a honra de te fazer companhia? — O asiático sorri de forma simpática para o outro.





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Re: Central Park

Mensagem por Giotto di Bondone em Qui Dez 06, 2018 7:26 pm

Let me feel as hurt as you
“ Quero ignorado, e calmo
Por ignorado, e próprio
Por calmo, encher meus dias
De não querer mais deles.”


Os lábios de Giotto mexeram-se inconscientemente, sua voz suave dando vazão ao poema impresso no papel. Combina comigo, ele pensou. De fato, o semideus geralmente preferia ficar sozinho, acompanhado apenas de sua própria companhia, de seus pensamentos. Acreditava que o contato com outras pessoas de forma prolongada só iria acabar prejudicando-o no final, em sua timidez e insegurança. Pois é verdade que o adolescente não era cego à suas próprias falhas; ele sabia muito bem que tinha problemas de autoconfiança e que isso apenas o prejudicava. Quantas vezes não perdera um combate de treino no acampamento simplesmente por duvidar de si mesmo?

“Não é como se eu gostasse de lutar, de qualquer forma”, ele pensou, mordiscando o lábio inferior rosado. Sua boca era surpreendentemente vermelha para um menino, pequena e adorável, acentuando perfeitamente o ar delicado que o envolvia. Não parecia um guerreiro, tampouco um semideus.

Estava distraido, perdido em seus próprios pensamentos e divagações. Embora o ambiente estivesse saturado pelas vozes de uma infinidade de pessoas que preenchia o parque, Giotto estava perfeitamente contente em ignorar todas elas. Portanto, ele encontrou-se surpreso ao sentir outra pessoa sentando-se ao seu lado, bastante próxima. A voz — evidentemente masculina — soou em seus ouvidos, distraindo-o brevemente de sua leitura. Giotto pensou em ignorar o estranho, inconfortável em conversar com uma pessoa que sequer conhecia e sem saber o que ele queria, mas acabou descartando essa ideia. Ele era, acima de tudo, um menino educado.

— Eu… eu suponho que você possa ficar aqui, caso queira — ele respondeu num tom de voz suave, virando o rosto e fixando o olhar no estranho. Era um garoto asiático, um pouco mais velho do que a si mesmo e, se Giotto fosse ser sincero consigo mesmo, bastante bonito. Então, ele continuou. — Embora eu não tenha certeza de porque você gostaria de fazer isso, meu nome é Giotto.

Ele fez menção de erguer a mão para cumprimentar o outro garoto, mas acabou desistindo. Não sentia-se exatamente confortável em tocar outras pessoas, especialmente estranhos, por mais que bem intencionadas. Não acreditava que ele fosse um monstro disfarçado ou algo do tipo, mas Giotto não tinha ideia do porque aquele garoto gostaria de falar com ele.



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Re: Central Park

Mensagem por Choi Hee Yong em Sex Dez 07, 2018 2:09 pm


Considerações:
aaa.
Arsenal:
Poderes Ativos - Mércurio:
Poderes Passivos - Mercúrio:
Poder Ativo - Legado:
Poder Passivo - Legado:

Conhecendo o crush do livro


O asiático sorriu para o menino que aparentemente o permitiu sentar, mesmo que se sentisse incomodado com a fala dele, pois pareceu que ele não deveria se sentar, mas o tom com que foi dito fez com que ele se quisesse de fato ficar ali. Já sentado do lado dele, abriu um dos algodão doce e pegou um pedacinho o colocando na boca, sentindo o açúcar derreter pela sua língua enquanto saboreava o maravilhoso gosto doce. Fitou o menino que estava lendo para poder se apresentar.

— Eu me chamoi Choi Heeyong. Mas se quiser, pode me chamar só de Hee. — Ele mantinha o sorriso nos lábios enquanto colocava mais um pedaço do algodão doce na boca. — Perdoa minha intromissão. Eu vi você de longe, lendo sozinho e resolvi ver se precisava de companhia ou algo assim, sabe? Eu já passei muito tempo sozinho por falta de amigos ou de pessoas que me compreendiam, até mesmo da família... Por isso eu prometi a minha mesmo que tentaria sempre ajudar as pessoas.

Se Yoonjin visse ele sendo meigo com alguém ela iria zoar o garoto pro resto da vida. Ela estava acostumada com ele sendo inconsequente e quebrando regras, então ver ele sendo gentil seria algo extremamente novo e diferente para a Choi cinco minutos mais velhas. Heeyong pegou o outro algodão doce fechado e estendeu para o menino.

— Quer um? Tipo, é meu doce favorito! Então, ficaria feliz se aceitasse.





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Re: Central Park

Mensagem por Giotto di Bondone em Sex Dez 07, 2018 6:24 pm

Let me feel as hurt as you
Giotto aproveitou para esticar um pouco o corpo, vendo que muito provavelmente ele não teria a oportunidade de continuar lendo em paz por enquanto. Não que isso o incomodasse muito. Ainda que preferisse sua própria companhia, o outro garoto parecia ser educado o bastante e talvez não fosse uma experiência tão ruim conversar com ele. Ainda sim, o italiano permaneceu com um pé atrás, sem saber se deveria acreditar totalmente em Heeyong ou não. Erguendo os braços e esticando as costas, o adolescente soltou um suspiro de contentamento.

— Então é um prazer te conhecer, Heeyong — Giotto assentiu com a cabeça, abrindo um pequeno sorriso para sua nova companhia inesperada. — E quanto a isso… geralmente eu prefiro ficar sozinho, porque não costumo me dar muito bem com outras pessoas e tenho um pouco de dificuldade em fazer amizades. Eu também estava um pouco estressado com o rumo que as coisas estão tomando ultimamente, então decidi vir até esse parque para relaxar um pouco e apreciar a natureza. — O adolescente estava sendo surpreendentemente sincero com Heeyong, para a surpresa até dele mesmo. Não costumava ser tão aberto, principalmente com estranhos, mas sentia-se confortável ali. Ou, ao menos, não incomodado.

Giotto inclinou ligeiramente a cabeça para a esquerda, piscando enquanto olhava para o algodão-doce nas mãos de Heeyong. Parecia ser apetitoso o bastante e ele adorava esse tipo de doce. Lambendo os lábios rosados e parando pra pensar por um instante, o italiano cedeu à tentação e apanhou a vareta de algodão-doce das mãos do mais velho com cuidado.

— Obrigado, Heeyong. Quanto foi? — Ele perguntou imediatamente, tendo toda a intenção de pegar o que devia ao mais velho. Não gostaria de se aproveitar da boa vontade de ninguém.

Levando o algodão-doce até a boca, Giotto mordiscou um pedaço e puxou o palito para trás, tirando um bom tufo da guloseima. Começando a mastigar, ele fechou os olhos com prazer ao sentir o açúcar derretendo em sua língua.

“É mesmo bem gostoso…”, pensou.




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Re: Central Park

Mensagem por Choi Hee Yong em Dom Dez 09, 2018 5:59 pm


Considerações:
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Por alguma razão o asiático se sentiu bastante incomodado com a resposta do outro, mesmo que este tenha aceitado o doce. Ele revirou os olhos de forma clara para que outro visse, arfando com certo nojo logo em seguida. Retirou o palito com algodao doce da mão do menino com certa agressividade, se levantando logo em seguida.

— Pra você? Não é nada não. Pode ficar ai lendo seu livrinho, foi mal atrapalhar seu precioso tempo de ficar mais sozinho do que já fica. Falou.

Se retirou do local em seguida.





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Re: Central Park

Mensagem por Giotto di Bondone em Dom Dez 09, 2018 6:46 pm

What did you bring me?
A key, so you can unlock the moon.

Giotto ficou um pouco confuso com a partida abrupta do outro garoto, ao ponto de ficar observando ele partir durante algum tempo. Em seguida, deu de ombros, não entendendo mas não ficando particularmente incomodado. Estava acostumado a não se entender com outras pessoas, só achou um pouco curioso ele sentar-se ao seu lado para partir desse jeito logo em seguida.

Lembendo os lábios repentinamente secos, Giotto voltou a ler, ficando no parque até o final da tarde. Em seguida, levantou-se e foi embora.
MOONLIGHT
There are three things all wise men fear: the sea in storm, a night with no moon, and the anger of a gentle man.


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Re: Central Park

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