The Blood of Olympus
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Central Park

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Re: Central Park

Mensagem por Luna Minn em Dom Nov 12, 2017 2:29 pm




Hallo Ween

Save and run



- Capturados? Dentro do acampamento? Como deixaram isso acontecer? - Minha voz ecoava pela entrada da casa grande. Quíron simplesmente havia me soltado uma bomba nas mãos. Não tinha ideia de como conseguiria passar pela seita sem ser notada. - Aja como eles, Luna. Você consegue fazer isso sozinha. Soube que andou comprando maquiagens na loja de nossa instrutora romana. - Puxo o ar pelas narinas para então soltar pela boca. Quiron parecia não ter entendido ainda que eu estava grávida de gêmeos. E isso sim era difícil de se esconder. Meus lábios se unem firmemente. - Posso me fantasiar? - Uma ideia surge na minha cabeça. A barriga não era assim tão grande, ainda estava no começo do período gestacional. Dava para fingir ser uma bruxa. Meu cajado lembrava bastante as séries que estavam em alta no momento.

Era rústico, dava a impressão de feito à mão. - Acho que já sei. Até mais tarde, Quíron! - Falo baixo e então saio correndo para o chalé de Perséfone. Querendo ou não, aquela era uma corrida contra o tempo, a vida de três dos meus colegas de acampamento estava em minhas mãos. Eu não tinha noção de quem eram eles, mas sabia que estariam no mínimo presos, se estivessem mesmo com a seita. Primeiro eu deveria me trocar, depois que eu me trocasse faria a maquiagem, mudaria apenas o formato dos meu olhos e da boca, apenas para dar uma aparência mais “misteriosa”. Lembro-me de ler nas instruções da maquiagem que o efeito de mudança dura por apenas 3 horas de uso. Era um desafio enorme.

-----x-----

Agarro o meu cajado e arrumo meu cabelo, a armadura de couro apertava minha barriga. - Me desculpem por isso. - Sussurro ao colocar a mão livre carinhosamente em cima da saliência. Quíron havia me arrumado uma boa carona na van do acampamento, o sátiro que a dirigia eu conhecia de quando trabalhei nos campos de morango, foram apenas dois meses de experiência, mas foram o suficiente para me fazer criar novos laços de amizade. - Central park. Pisa fundo. - Falo ao correr para dentro da van. - Mas não tão fundo, não quero ficar enjoada. - Puxo o ar pelas narinas e solto pela boca, tentando acalmar o meu coração que já batia forte com a adrenalina. Coloco o cinto de segurança e imediatamente, quando o Sátiro se posiciona, sai cantando pneus pelo acampamento, levantando terra para o ar.

-----x-----

- Não se atreva a sair daqui. - Falo de forma ameaçadora ao Sátiro que servia de motorista hoje. Abro a porta e saio correndo, precisava parecer animada, e não nervosa ou como se eu estivesse escondendo algo. O Central Park estava cheio de pessoas e todas seguiam para o mesmo lugar, uma área aberta com uma grande tela branca de cinema. Era engraçado como todos se comportavam como pessoas bêbadas que não estavam dando a mínima pra nada.

O espaço todo estava coberto com gaiolas, nos cantos haviam fogueiras parecia uma caça às bruxas, assustados. E por fim, a grande causadora de arrepios da noite, a forca. Meus olhos corriam pelo local, eu procurava pelo menos um sinal dos três semideuses capturados. Até que então, as luz da tela de cinema ilumina o local. O filme que se apresentava era um clássico, realmente o clássico dos clássicos. “Halloween - a noite do terror”. O filme se inicia e todos ficam em silêncio, apenas os estalos das fogueiras podiam ser ouvidos além do próprio filme.

Meus ouvidos se focam em qualquer movimentação suspeita. Passos atrás de mim, cochichos sobre o filme, um rangido de ferro. Olho para a direção do ruído, percebendo que três pessoas foram colocadas dentro da jaula, alguns tentavam escapar mas estavam claramente de mãos amarradas e com as bocas coladas com fita adesiva grossa de cor cinza. Discretamente, puxo o capuz da minha armadura, há uma movimentação na minha barriga. Encaro aquilo como um incentivo dos meus filhos.

Eu passava pelas pessoas que viam o filme ou conversavam em um canto, observando tudo ao meu redor, noto um grupo de quatro pessoas conversando com a pessoa que prender os três semideuses na gaiola. Me aproximo do grupo, era ousado da minha parte, eu sabia disso. Mas era a forma que encontrei para poder observá-los de perto. Toco o homem que prendeu os semideuses no braço, dou um sorriso e então revelo meu rosto maquiado, retirando o capuz. - Com licença. - Falo com confança.

O grupo todo me olhava dos pés à cabeça, me estudando. Dou um sorriso discreto olhando cada um deles nos olhos. - Pode me mostrar onde tem um banheiro por aqui? Ouvi dizer que vocês são os organizadores dessa festa. - Todos eles me olhavam fixamente agora. - Sabem, estou grávida, e essa fantasia é meio desconfortável. Preciso de ajuda, mas estou sozinha. - Dou um sorriso parecendo estar envergonhada, minha mão ainda tocando o braço do homem.

- Vamos, gata. - Ele fala sem pensar duas vezes, e então passa os braços pelo meu ombro. Nojento, mas controlo minha repulsa. Quando estamos longe o suficiente do bando, o puxo para o meio das árvores, segurando firmemente o pulso dele, provavelmente pensando que tinha ganhado a noite. - Você vai me seguir e vai abrir a gaiola para aquelas três pessoas que você acabou de prender. Vai chamar os seus amiguinhos para se unirem à você somente depois que os três saírem.

Não preciso dizer mais nada, mantinha contato físico constante com o homem que agora ia até a gaiola, volto a colocar meu capuz, sobre o rosto, escondendo-o em boa parte. Seguia-o até a gaiola onde os três foram presos, meus olhos buscavam pelos outros quatro “seguranças” se é que podia chamá-los assim. Mordo o lábio inferior e olhando constantemente agora para o computador que controlava o filme que se passava, despejo uma carga de eletricidade escura no mesmo. A tela pisca várias vezes e do computador saía fumaça negra, como se tivesse ficado danificado em algumas partes do sistema. O homem que eu usava como “refém”, já tirava as chaves do bolso e começava a abrir a porta. A movimentação começa a ficar forte entre os humanos, encobrindo o que fazíamos.

Os três semideuses olhavam aquela cena com suspeitas e desconfiança. - Ela quer que vocês saiam. - O homem fala como se eles fossem estúpidos, apenas crianças tolas. Sim, os três eram literalmente crianças. Diria que o menor tinha 9 anos e a mais velha, 15 anos. - Vocês ouviram ele. - Falo pedindo mentalmente para que eles se ajudassem e saíssem correndo para fora daquele lugar. - Vão para a rua. - Falo mantendo minha mão no pulso do meu refém.

Assisto as crianças saírem aos poucos da gaiola, temerosos de enfrentar a forca. - Sejam discretos, mas rápidos. Achem o Tyler Satirista. - Uso o sobrenome como menção à espécie, sátiro. Eles parecem entender o que eu dizia. Então, começo a cantar uma música de ninar. O homem cai ao chão, adormecido, não acordaria tão cedo e me daria tempo de escapar com as crianças. - Obrigada. - Falo baixo e então começo a correr para fugir, seguindo as crianças. Então, quando me dou conta, atrás de mim os quatro outro guardas corriam feito malucos. Tinham algo como uma besta nas mãos. Dardos de veneno.

- Corram até a van. VÃO! - Grito para os três pequenos semideuses que imediatamente começam a correr até o veículo parado do outro lado da rua. O Sátiro Tyler, já esperava com a porta da van aberta, pronto para pegar as crianças e partir. Uso o meu cajado pela primeira vez enquanto corria em disparada junto com as crianças, mas ficando para trás para lançar um feitiço que nunca havia lançado, mas sabia que seria extremamente efetivo. - Floribus cantata! - Entoo em voz alta e o adorno do cajado começa a brilhar fortemente, do chão, roseiras começam a crescer e formar uma parede com espinhos e rosas vermelhas recém desabrochadas. No meio tempo, me desvio de uma das seringas de veneno, mesmo sendo imune, eu não queria levar uma agulhada.

Aperto o passo e corro para a van, todas as crianças já estavam seguras lá dentro e torciam pelo meu sucesso. Me encaravam fascinadas com a situação. Praticamente me lanço para dentro da van, me sentando no chão mesmo antes de me sentar no banco e fechar a porta de correr, e Tyler imediatamente salta para dentro assumindo o banco do motorista e como da primeira vez, pisando firme no acelerador, nos tirando daquele lugar e correndo de volta ao acampamento. Tudo tinha saído como planejado, os três semideuses estavam bem, ninguém foi ferido, mostrando a passividade que eu tinha como semideusa, e como uma forma de mostrar aos humanos que nós podemos sim, fazer apenas o bem, deixando de lado toda a possibilidade de uma teoria de conspiração contra a humanidade, afinal, todos tínhamos famílias humanas, em algum ponto, tínhamos.

- Você foi demais! Obrigada! - A garotinha que parecia ser a de idade média entre os três me fala, ela estava sentada ao meu lado e eu somente havia notado depois de alguns minutos. - Obrigada! - Falo rindo um pouco ainda ofegante, tinha sido loucura fazer isso grávida. Eu somente esperava que meus bebês nascessem bem no final da história, minha mão livre acariciava a barriga como se dissesse que tudo estava bem, que tudo ficaria bem. Agora os comentários sobre a aventura dos três semideuses menores me faziam rir, e preenchiam a van com animação e espírito de aventura, vida.


a lenda do véu da noite



Situação final:
HP: 430/430
MP: 235/430

Itens usados:
Dragon Staff [Um cajado mágico, tendo utilidade apenas para aqueles que possuem o dom da magia. Tem um metro e meio de altura e em seu topo há um adorno feito em ouro imperial em forma de cabeça de dragão. Na boca, há o espaço para ser acrescentado uma gema mágica. O cajado possui runas de proteção e que facilitam o uso feitiços | Efeito 1: O cajado cria um escudo translúcido a frente, com 1,5m de altura e 1m de largura, possuindo um brilho esbranquiçado e círculos mágicos de tons azuis e esverdeados. Esse escudo funciona com a mesma propriedade que teria um escudo de resistência alfa, durando 2 turnos. É necessário um intervalo de um turno para que funcione novamente a capacidade de gerar o escudo; Efeito 2: Aumenta em +30% as chances de sucesso ao lançar um feitiço, auxiliando quando o inimigo for aparentemente mais forte. Esse efeito também diminui o gasto de energia ao usar feitiços em 25% | Madeira Reforçada e Ouro Imperial | Beta Espaço para uma gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Leather Armor [Uma armadura leve unissex, composta mais por tecido reforçado e mágico do que por metais. É uma armadura do tipo leve, propícia para jogadores que buscam mais mobilidade e velocidade em seus movimentos. Ela pode ser considerada completa, por cobrir praticamente todo o corpo do seu usuário e incluir até mesmo um capuz que esconde o rosto. Ela possui muitas aberturas para se esconder armas de porte pequeno, como punhais, facas e adagas. | Efeito 1: Diminui os ruídos de movimento em 70%, tornando mais difícil escutar o portador dessa armadura enquanto se move. Efeito 2: aumenta em 25% a agilidade, equilíbrio e reflexo. Efeito 3: Ao usar o capuz, a presença do usuário reduz em 30%, tornando mais difícil de identifica-lo caso se dedique a ser mais discreto | Tecido reforçado e mágico | Beta | Espaço para uma gema Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Ferreli & García - Mode et style]

Kit Make E.K [ Maleta de maquiagem completa, com batom, sombras diversas, pincéis de maquiagem, rímel, delineador, pó e outros. | Efeito 1: A maquiagem aqui presente foi modificada com genes dos filhos de Afrodite, mais precisamente o poder de transformação, de forma que, se a pessoa passar pó no rosto (da cor desejada, já que tem diversas), pode mudar a cor da pele, o batom pode transformar o formato e os lábios, as sombras mudam as cores dos olhos, o delineador pode torná-los mais atraentes e o rímel alongar os cílios. A maquiagem foi criada para dar ao semideus a mudança radical completa, o fazendo parecer outra pessoa, criando um disfarce perfeito. Efeito 2: Não sai com água, o efeito desaparece magicamente depois de 3 turnos ou 3 horas em on game. | Indefinido | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Sigma | Comprado na Ferreli & García - Mode et style ]

Habilidades Adquiridas:
Nome: Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Nome: Perícia Corporal II
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a resistência corporal. Irá se cansar mais dificilmente, estando preparado para realizar exercícios físicos mais complexos. Assim, possui um melhor desempenho em combate, podendo permanecer lutando mais tempo que outros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em resistência física.
Dano: Nenhum

Rastreadores
Descrição: Habilidade que permite ao semideus encontrar e localizar monstros ou criaturas – como animais e até semideuses – através de rastros, pistas, odores, pegadas ou qualquer coisa que pode ser deixada para trás. Isso também permite encontras rastros que foram apagados, afinal, existem criaturas que conseguem mesclar seus rastros e até mesmo apaga-los ou disfarça-los. Semideuses com essa habilidade dificilmente serão enganados por pistas falsas, tendo mais chance de seguir um caminho certeiro, pois, sabem identificar o que foi forjado e criado do que realmente foi deixado para trás.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +40% de chance de descobrir alguma coisa deixada para trás. + 30% de percepção. +50% de chance de não ser enganado por armadilhas ou rastros falsos deixados por terceiros para desvia-lo do caminho certo. Pode solicitar ao narrador que indiquem pistas do caminho certo a ser seguido.
Dano: Nenhum.

Poderes Passivos - Filhos de Perséfone:
Nome do poder: Olhar Infernal
Descrição: Os filhos da deusa do submundo não tem os olhos afetados pela noite, e podem enxergar tão bem no escuro, quanto no claro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão enxergar perfeitamente no escuro, desde que a escuridão não esteja envolvida pela magica de alguém.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Cajados II
Descrição: O semideus está aprendendo a dominar o cajado conforme o esperado, mesmo que ainda cometa alguns erros. Sente-se familiarizado com a arma, e com ela, consegue executar movimentos de uma forma mais precisa, porém, ainda está aprendendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de assertividade ao lutar com a arma. O semideus que usar o cajado para executar o feitiço, reduzindo o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 10 MP para ser realizado, na posse de um cajado só gastaria 5 MP. (O semideus deverá lançar o feitiço pelo cajado, ou o gasto ainda será o mesmo).
Dano: 10% de dano se for acertado pela magia do semideus.

Nome do poder: Esquiva I
Descrição: O semideus é mais ágil do que a maioria dos campistas, e aprende a se esquivar mais naturalmente, sendo veloz, e bastante escorregadio. Isso permite que em batalha, frente a frente com o inimigo, ele ganhe certa facilidade em defender e escapar de golpes de armas diretas contra si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de esquiva e velocidade
Dano: Nenhum

Nome do poder: Cura Noturna II
Descrição: Agora a noite te deixa ainda mais forte, e feridas mais fundas viram cortes leves, enquanto as feridas superficiais desaparecem por completo. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 25 HP e 25 MP
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aliado da Magia II
Descrição: O semideus aprendeu a controlar parte de sua magia, contudo, não é o melhor dos mágicos, ainda assim agora seus feitiços são mais elaborados e preciso, e o dano relacionado a estes, também aumentou.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força em feitiços (poderes ativos).
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nome do poder: Beleza Incomum III
Descrição: Em tal nível a atração que o semideus, prole de tal divindade, excerce é ainda maior, sendo comparado ao encanto dos filhos de Afrodite/Vênus. Fazendo com que o mesmo ganhe vantagens no campo de batalha.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nunca será atacado de primeira, no primeiro turno, inimigos sempre vão evitar atacar você, lhe dando a chance de começar fazendo estrago. E, inimigos que permanecerem o observando, irão se tornar mais lentos.
Dano: Nenhum

Poderes Ativos - Filhos de Perséfone:
Nome do poder: Eletricidade Escura I
Descrição: Como filha de Zeus/Júpiter, a deusa possui habilidade com eletricidade - e seus filhos herdam uma parte dessa habilidade -. Porém é um tipo de energia/eletricidade diferente, é uma eletricidade negra. A prole da deusa da primavera consegue gerar pequenas descargas de raio negro que podem causar desconforto no oponente.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP
Extra: Nenhum

Nome do poder: Luxúria II
Descrição: Tudo em você se torna mais atrativo ao fazer uso dessa habilidade e suas palavras são como a doce promessa de uma primavera florida após um longo inverno, ainda fazendo uso do contato visual e/ou do toque, você é capaz de manipular até as mais resistentes mentes. Desde que não desvie o olhar ou o solte.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode induzir o inimigo com poucas palavras, a fazer o que você quiser durante dois turnos.

Feitiço: Floribus cantata
Descrição: Várias roseiras com afiados espinhos surgem nos campos de batalha, elas só podem ser destruídas com fogo ou gelo. Tais roseiras dificultam a passagem do inimigo até a prole da rainha do submundo, e os espinhos podem causar perfurações e cortes pequenos.
Gasto de Mp: 100 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Caso seja realizado durante a lua cheia, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: 5 HP por arranhão, e 10 HP por perfuração.
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.

Poderes Passivos - Curandeiros de Asclépio:
Nome do poder: Aura apaziguadora
Descrição: Um bom curandeiro tem que apaziguar o coração dos feridos e familiares, portanto você possui uma aura pacifista que acalenta os corações dos enfermos e familiares.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: O poder irá apenas funcionar caso o indivíduo esteja possuído.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Comunicação dos Curandeiros
Descrição: Não, não quer dizer que sua caligrafia é ruim, mas os curandeiros conseguem comunicarem-se telepaticamente com serpentes e cachorros, símbolos de Asclépio, bem como com outros curandeiros.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% agilidade
Dano:  Nenhum.

Nome do poder: Força aprimorada
Descrição: Carregar pacientes e imobilizar pacientes em estado de eclampsia e epilepsia exige força, por isso, os abençoados do deus Asclépio são mais fortes que o comum.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% Força
Dano:  Nenhum.

Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum

Poderes Ativos - Curandeiros de Asclépio:
Nome do poder: Voz de Morfina
Descrição: O curandeiro poderá amenizar a dor de seus pacientes cantando uma melodia qualquer, inclusive induzir um paciente ao sono e ao coma induzido, mantendo-o num estado de dormência, como se o mesmo houvesse ingerido morfina.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Induz estado de sonolência e inibe a dor.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum


life has made me
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Re: Central Park

Mensagem por Macária em Ter Nov 14, 2017 9:16 pm


Luna Minn


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4.000 XP (+50% por envolver a trama)

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 46%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 5.760 XP + 4.000 dracmas + Doce Roleta

STATUS:

HP:  430/430
MP: 235/430

Comentários:

Embora tenha parecido fácil demais, eu gostei de sua narrativa, Luna. Meus parabéns! Não necessito fazer grandes comentários.





this a good death
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Re: Central Park

Mensagem por Kang Pipper em Sab Maio 12, 2018 1:02 pm

Parte II, (You Make Me) Begin
Explicações e Avisos:
Nessa OP contem preconceito e algumas situações comuns. Se você é sensível a esse conteúdo não leia. <3

1. Essa OP/CCFY é atemporal se passa entre duas CCFY da Hela, que são: http://www.bloodolympus.org/t1469-run-on-gsolne#61926 e http://www.bloodolympus.org/t1469-run-on-gsolne#62898 E é, nada mais, nada menos, do que a primeira parte de um ritual.
2. Tudo aqui se passa depois do evento cidade dos monstros, logo a seita estava engatinhando e eu interpretei isso de uma forma bastante obvia dentro da OP.

- As bruxas e todas essas aberrações devem queimar.

É inútil fingir que ela não escutou a voz elevada da mulher, sendo amplificada por caixas de som instaladas ao longo do parque, ainda que poucas pessoas se reunissem ao redor da palestrante de meia idade, Pipper não consegue impedir que seu corpo se tornasse rígido e uma tensão se espalhasse por dentro do seu sistema como uma doença. Mas a expressão que adornava seu rosto permanece estranhamente vazia e seus pensamentos se perderam em algum outro local distante. O mundo nunca foi um local muito acolhedor.

Ela permaneceu travada na calçada, escutando com precisão o discurso que afirmava existirem indivíduos corrompidos pelo demônio e portadores da doença da humanidade, bruxas, aberrações, homossexuais. O choque impedia que as reações da semideusa se manifestassem, espalhando uma palidez pela pele já clara, assim como um desequilíbrio genuíno. Talvez a própria magia houvesse se descontrolado o suficiente para que as caixas de som caíssem e os cabos fossem arrancados pelo nada ou talvez tenha sido ela a provocar os vidros quebrados e espalhados pelo parque sem que abrisse os lábios, incapaz de demonstrar qualquer resquício de emoção ou arrependimento. Pipper sequer demonstrou uma reação quando policiais a enquadraram sob suspeita de provocar desordem.

Uma coisa era estar numa delegacia com base no trabalho que ofereciam ocasionalmente ─ em meio a uma crise onde a própria família necessitava de mais dinheiro do que deixavam transparecer, onde era necessário que ela buscasse um emprego em tempo parcial e fora do período escolar ─, outra coisa distinta era ser forçada em custódia repentinamente e de forma estúpida. Pipper ainda tentava processar, mas as coisas pareciam mover-se em lentidão, as palavras do policial ainda estavam saltando pelas paredes de sua mente, mas a adolescente ainda não era capaz de compreender nenhuma delas. Confundindo-a e mesclando-se com as palavras pronunciadas pela mulher do parque.

- Você está vindo com a gente, sob suspeita de ser um desses moderadores do blog de conspiração e atentados, não faça isso mais difícil do que tem que ser, certo?!

Em vez de tentar descobrir o que ele quer dizer com isso, ela se pergunta se haverá hematomas visíveis em seus braços mais tarde. Ao invés de tentar decifrar o que o parceiro do homem que a segura quis dizer quando sussurrou para que não causarem cena, que seria ruim se fossem pegos em uma situação daquelas. Pipper se perguntou se ela será enquadrada e morta como os homossexuais no noticiário e teria seu nome esquecido e apagado, atrelada a algum crime que não havia cometido. Em vez de recordar-se da própria natureza anormal e bruxa, confiando sua fé aos próprios instintos e poderes, ela se cala, bloqueando seus sussurros argumentativos e permitindo que eles a arrastem com eles sob pretextos que ela ainda não tem certeza.

O prédio é frio, mais frio do que Pipper se recordava de sentir algum dia. A coloração prateada e azul, colorindo a atmosfera em algo muito intimidante para uma fachada aparentemente tão casual. Ela não deveria estar ali, com algemas ao redor dos pulsos ─ “por segurança”, a informaram ─ e com uma mão que poderia esmagar seu crânio ao redor de seu braço, puxando-a e a empurrando nas direções corretas.

Ela não deveria estar ali.

Ela não queria estar ali.

Ela estava com medo de estar na delegacia.

A sala para onde a levaram não é melhor do que o resto do local ─ na verdade, conseguia ser ainda pior ─, configurada quase do tamanho de um banheiro. O clique na porta a assustou, fazendo-a se encolher, olhando para os próprios joelhos, ser trancada com um homem que parece a odiar a faz tremer em seu assento e, nem mesmo a presença de outro oficial mais razoável pode ajudar para que Pipper mantivesse a calma e pudesse controlar o próprio medo.

- Vamos dar início ao interrogatório. ─ Eles disseram, haviam mencionado o porquê antes, mas ela ainda não é capaz de compreender ou se recordar com precisão.

É difícil falar e responder quando os pulmões parecem se fechar, queimando o ar que se recusa a passar. A batida de mãos contra a mesa, após um longo período de silêncio a faz se sobressaltar, pulando em seu assento e derramando lágrimas de reflexo. Eles querem respostas, ela sabe, mas como iria conseguir responder algo se a própria situação a confundia? Atordoada demais no terror mais cru para que pudesse raciocinar com precisão.

Pipper não percebe quando eles trocam de tática, se sentando e a fitando com mais calma, pedindo que ela refaça seu dia do zero incluindo detalhes. Ela tenta, com as mãos trêmulas e lágrimas secas incomodando a pele do rosto, tentando lhes dar as respostas que são solicitadas, sem saber para o que o seu dia poderia ser útil. A confiança que ela possui é tão baixa que o máximo que a Kang consegue fazer é balbuciar, o resultado final não é algo que ela tenha orgulho. Mas suas respostas parecem os atender, ao menos é o que ela pensa. Pipper nem sabe ao certo quando termina, muito menos se lembra do que dizem ou quando saiu. E quando ela se encontra do lado de fora do prédio, sentindo-se desorientada e não menos confusa do que antes é que ela percebe que há uma sensação latejante ao redor dos pulsos e em pontos específicos dos braços, apesar de não existir mais nada ali.

A adolescente percebe que há uma folha em sua mão ─ uma pequena infração por resistir à prisão com uma pequena multa, mas ela sequer se lembra de ter feito alguma coisa ─. Os próprios pensamentos ainda se mesclando em confusão.

Mas ela está viva, ela supõe. A longa expiração que ela respira é firme, apesar de suas pernas ainda tremerem quando ela finalmente se empurra para frente e para longe do prédio e de suas portas iminentes e ameaçadoras. Pipper se acomoda no banco mais próximo, sentindo-se enjoada. Em algum lugar do seu cérebro há uma voz dizendo que ela deveria ir para casa, para Hela, alguém que não a visse como aberração. A expressão em seu rosto ainda é vazia e pálida, ausente de qualquer vida. Quando ela olha para a multa, incapaz de entender as palavras, não importa quantas vezes ela leia, Pipper suspira. Seu coração ainda acelerado.

- As bruxas devem queimar. ─ Disse aquela mulher, com a voz cheia de despeito e desgosto, a voz soando em seus pensamentos.

Ela ainda está instável e adornada de uma confusão genuína, mas Pipper corre ─ para longe daquelas ruas, longe de tudo que adorna o bairro, longe da situação assustadora em que ela injustamente foi jogada e longe dos olhos que a fitavam como se ela não fosse mais nada do que uma praga a ser erradicada ─. Ela não para até que tropeça em alguma ruela desconhecida, peito arfando e pulmões queimando enquanto ela ofega por ar. Pipper se recusa a chorar quando as últimas horas finalmente e lentamente começam a se encaixar. Mas ela não impede quando os soluços quebram como ondas em forma de lágrimas.

Vozes soam acompanhadas dos soluços de Pipper e a própria magia se descontrolou sem que ela sentisse o fluxo mágico fluir pelo corpo, sequer ouvindo as conversas traçadas por indivíduos desconhecidos.

- Ela é uma semideusa. ─ Foram as últimas palavras que Pipper ouviu em conjunto a um zumbido antes que ela escorregasse para a inconsciência forçada.

Os olhos permaneceram fechados enquanto a mente vagava pela inconsciência ausente de sonhos ou formas memoráveis, Pipper apenas dormia em um sono forçado e que lhe era benéfico. Ela precisava lidar com tudo o que havia presenciado ao longo do dia. E o ambiente que estava naquele momento, adornado de ervas e incensos enviava ondas de calma e segurança que fornecia uma segurança palpável a mente inconsciente da semideusa. Naquele dia em específico Pipper havia deixado a segurança da própria casa – deixando um bilhete, adornado de adesivos de nuvens, para Hela de que iria para Nova York em busca de algo e estaria de volta em menos de quatro dias – durante o início da manhã, pegando uma carona com um semideus que precisava visitar a família mortal. A movimentação feita através de uma moto super-rápida permitiu que Pipper chegasse antes das dez da manhã na cidade, perambulando pelo central park, como se o local fosse lhe oferecer uma dica do semideus que buscava.

Porém as nuances do destino fizeram com que Pipper encontrasse uma ativista religiosa, que pregava a extinção de seres anormais e corrompidos pelo demônio. Durante o decorrer da própria vida a semideusa havia ouvido todo o tipo de discurso, porém na inocência da infância nunca havia tomado discursos preconceituosos como um ataque, talvez por não compreender ainda que era parte de alguns dos grupos que eram atacados diretamente. E, ouvir tudo aquilo, a fez vislumbrar a maldade que rodeava o mundo fora das barreiras dos acampamentos, onde as maiores preocupações eram sempre monstros e ameaças de guerras. Ninguém nunca havia a julgado por possuir magia no sangue ou por amar outra mulher, as pessoas poderiam odiá-la por ser filha de Nyx ou não gostar de quem ela era. Mas nunca haviam julgado nada além da personalidade ou filiação da semideusa.

Quando abrisse os olhos ela iria compreender a própria prisão, ainda que lhe soasse confuso e ela não compreendesse tudo o que lhe foi dito. Mas a situação traumática dificilmente seria aceita ou sairia da memória de Pipper tão cedo. E o tempo gasto inconsciente e com cuidados mágicos certamente foram benéficos para afastar o choque e pavor que a adornavam antes que fosse apagada.

Repentinamente o cérebro de Pipper pareceu experimentar uma quentura anormal e o espaço acima das pálpebras pareciam pesados com os esforços que ela realizava para abri-las. Ela tentou, mas desistiu, contemplando a própria sonolência antes de tentar novamente, conseguindo abrir os olhos e vislumbrando o mundo de forma embasada, distinguindo prateleiras cheia de frascos e o verde e marrom predominantes pelo local. Pipper abriu a boca para perguntar onde estava, porém tudo o saiu de seus lábios fora um som estrangulado e baixo, como ganido. As pálpebras deixaram de pesar, dando lugar a própria cabeça da semideusa, que ergueu as sobrancelhas como se o ato pudesse fazer o cérebro deixar de pesar mais do que duas bolas de boliche. Enquanto Pipper piscava em uma tentativa de clarear a própria visão, um retângulo e uma mão entram em seu campo de visão. Ela levou muito tempo para se concentrar no suco de maçã 100% natural, sem adição de açúcar para perceber que havia alguém o segurando.

Ela se virou de lado, pegando o suco aberto e o bebendo a longos goles. Fechando os olhos por longos minutos, sentindo como a própria cabeça parecia retornar ao estado normal. Pacientemente, ao seu lado, estava um homem pequeno e de tez escura que parecia possuir trinta anos ou mais. Pipper não conhecia sua aparência, mas sabia quem ele era. Quando moveu novamente as pálpebras, ela pode perceber que o local que estava se assemelhava a… um depósito ou loja de ervas e itens mágicos, adornado de madeiras e cheirando fortemente a incenso. O formigamento que ela sentia ao cheirar o ar e a calmaria repentina era um indicativo da magia pelo ambiente.

- Você é Jack? ─ Ela questionou, movendo as mãos para os pulso de forma automática, em um receio que as algemas gélidas ainda estivessem ao redor dos próprios pulsos. Mas, da mesma forma como o medo surgiu, ele também se foi.

O semideus assentiu, sorrindo para Pipper e lhe entregando outro suco natural ─ que ela duvidava que fosse realmente apenas suco natural, porém não questionou ─ e se sentando em uma espécie de bancada adornada de livros antigos.

- Eu estive te esperando por alguns dias, Pipper, o futuro é bem incerto, mas alguns dos semideuses acharam você e eu achei eles.

- Futuro? ─ Questionou, arqueando a sobrancelha para a prole de Hécate a sua frente.

- Sua namorada deve ter te explicado e alguns de nós nascem com algumas coisas mais apuradas, eu posso ver o futuro, não com clareza ou grandes fatos, mas eu posso ver pequenas e coisas médias, como a sua visita ou que você estava estudando nas últimas semanas. Mas não consigo ver Hela ou o que ela faz em missão, antes que me pergunte. Algumas energias são fortes o suficiente para se ocultarem de videntes comuns como eu. ─ Jack respondeu com um sorriso, retirando o suco vazio das mãos de Pipper e seguindo por um corredor, indicando que ela deveria segui-lo. E ela só notou que estava deitada sobre uma bancada quando levantou, percebendo também que estava descalça.

O rapaz era menor do que Pipper e parecia disposto a ajudar e, assim como ela, não parecia ser um semideus forjado para a batalha, composto de músculos e ferocidade nos olhos. Ela já havia visto muitos semideuses ao longo dos anos que havia passado entre ambos os Acampamentos, mas nenhum deles se parecia de algum modo, sempre com objetivos e jeitos diferentes, apesar de compartilharem do mesmo progenitor. Hela e Jack eram a prova viva de tal fato.

- Eu vou te ajudar com o seu ritual, com o início dele. Você precisa completá-lo sozinha. Mas você vai precisar me pagar alguns dracmas, claro. É difícil manter algum dinheiro quando se está fora do acampamento e maioria dos semideuses que vem aqui não sabem o que é dracma.

- Eu sei.

Ela indicou, quase sorrindo diante da possibilidade que ela havia pensado quando decidiu ir atrás do autor de um dos livros que havia estudado. O semideus em questão, Jack, indicava no próprio livro que poderia ajudar alguns interessados e deixava a localização como Nova Iorque, possivelmente confiante que poderia achar aqueles que o buscavam. Eles adentraram em uma sala completamente vazia, com um tapete antigo ao centro e velas sustentavam a iluminação, ainda que nenhum dos dois precisassem de luz para enxergar. Só então a adolescente percebeu que Jack carregava uma pequena bolsa que lhe pertencia e uma sacola plástica. Os materiais que sigilavam-se ali eram: arruda, alecrim, sal grosso, essência de sálvia e olíbano. Dentro da própria mochila havia uma adaga e… sangue. Para Pipper era relativamente fácil conseguir sangue da namorada, levando em conta todas as vezes que Hela feria-se em batalha e o fato de viverem juntas.

De imediato a adolescente alcançou a própria mochila, retirando a adaga junto a uma blusa adornada do sangue da Deverich, junto a um giz. Desenhando o talismã ritualístico no chão ao lado do tapete onde havia se ajoelhado, responsável por afastar energias negativas que poderiam estar impregnadas pelo local ou por ela e Jack – que naquele instantes espalhava o alecrim e arruda pelo ambiente –. Desenhando também o talismã da sorte, ainda que seu uso não se aplicasse a rituais a existência do mesmo no local garantia uma segurança maior a semideusa.

- Você sabe o que fazer, certo? – O semideus questionou, deixando os itens ao lado de Pipper, se retirando do quarto assim que a Kang acenou em uma afirmação.

Em seguida a adolescente, utilizando a adaga propícia para rituais, riscou a madeira do chão, traçando a forma da runa Raidho, a responsável pela união e ligação, com determinação. Deslizando a adaga mais vezes do que era necessário em uma tentativa de garantir que a runa pudesse ser ativada ao todo. E, em meio a suspiros de nervosismo, Pipper deixou a adaga, pegando alguns de materiais de dentro da sacola plástica, os posicionando em seus joelhos para que os alcançasse assim que deixasse o sangue pintar a runa, o que não tardou a ocorrer. A adolescente agarrou a adaga e a pressionou contra a pele da mão esquerda, deixando a adaga para trás antes de pressionar a mão contra a runa, agarrando a camisa com sangue seco de Hela e a pressionando junto com a mão cortada. Deixando o tempo correr enquanto um formigamento anormal percorria pelos membros. No próximo segundo a prole da Noite abriu o saco do sal grosso, derramando o suficiente nos próprios dedos e colocando a essência de sálvia e as pequenas pedras de olíbano na mesma mão, os unindo ao sangue que adornava a runa em uma selagem de união sanguínea.

O formigamento que antes parecia um zumbido distante se apossou de Pipper, como se o próprio sangue enfrentasse uma mudança para qual não havia se preparado. Pipper moveu o corpo para trás, contemplando as próprias mãos em uma ação que não compreendia, se sentindo fraca repentinamente e deslizando para a inconsciência de imediato. Mas ao contrário do sono forçado que havia experimentado anteriormente, aquele desmaio traçava um sucesso da primeira parte do ritual de ligação. Quando abriu os olhos novamente, Jack limpava a sala, movendo as cortinas para que a iluminação do final da tarde adentrasse na sala, parecendo satisfeito e calmo com a situação.

- Sabe, você deve se perguntar o motivo para eu estar te ajudando e ele é bem simples na verdade. – Indicou, sem virar para olhá-la, possivelmente havia previsto o momento exato onde a consciência retornaria para a semideusa. – Eu queria que alguém pudesse ter me ajudado quando precisei de ajuda, por isso vivo aqui, fora dos acampamentos e ajudando todos os semideuses que são capazes de me achar.

Ela não sabia o que falar, arrumando o próprio corpo no tapete e fechando os olhos por alguns segundos.

- Obrigada, Jack.

Murmurou ao não encontrar palavras para a informação recebida. Mais tarde, ao ingerir outro suco de maçã, a semideusa deixou uma quantia razoável de dracmas para meio-irmão da namorada, escapando para as ruas que desconhecia e sentindo um nervosismo a adorná-la assim que se afastou o suficiente da loja de Jack. Em uma confirmação da magia que ele estivera exercendo sobre ela e impedindo que Pipper entrasse em choque diante dos fatos presenciados durante aquela manhã.


Armas/Itens:
Túnica do Mago Conjurador [Uma túnica unissex repleta de estilo e beleza, seu tecido é vermelho escuro e os adornos em dourado. O seu tecido mágico é melhor aproveitado por aqueles que possui magia correndo por suas veias, ou esse item será apenas um belo traje a ser usado, sem ter seus efeitos ativados | Efeito 1: Aumenta em 25% a força dos feitiços. Efeito 2: Aumenta a defesa mágica em 40% | Tecido mágico | Beta | Espaço para uma joia/gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

• Gêmeas [ Duas adagas feitas de ferro estígio com o cabo envolto em tiras de couro, sua lâmina tem cerca de 23 cm e são consideravelmente leves, com lâminas afiadas. | Graças às runas, as adagas possuem um poder de aumentar em 15% a racionalidade, equilíbrio mental e assertividade para as estratégias de seu portador. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Comum e Mágico. | Curso de Forja / Forjado por Hela.]
Poderes passivos de Nyx:
Nível 2
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

Nível 30
Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem
Poderes passivos de Afrodite:
Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Fluência em Frances
Descrição: Não importa se você nunca teve contato com o idioma, mas por ser a língua do amor, você pode fala-lo fluentemente, lê-lo e escrevê-lo com perfeição, como se esta fosse sua língua materna.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum

Nome do poder: Símbolos
Descrição: Como prole de Afrodite/Vênus o semideus consegue identificar qualquer símbolo ligado ao amor e seus derivados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Ritual (tentativa de criação):
Ritual: Ligação de Almas e Compatibilidade Energética
Descrição: O ritual pode-se apenas ser utilizado uma vez durante toda a existência de um indivíduo (e da pessoa que é ligada consequentemente) e não é rompido nem através da morte. E seus efeitos consistem em uma bênção conjunta que confere as duas pessoas uma troca de MP e HP, que faz com que o valor de ambos os campos se igualem entre os dois portadores (apenas uma vez por missão, mvp, pvp etc. independentemente das duas pessoas possuírem a marca, se uma usar será contado para ambos) e bônus de 15% ao lutarem em conjunto. O ritual é feito em até duas partes, no mínimo, e três partes no máximo. A primeira parte consiste na abertura da energia dos envolvidos, sendo necessária a purificação do local, sal grosso, sangue de ambos, essência de salvia e olíbano – primeiramente quem realiza o ritual deverá purificar o ambiente seja usando runas ou itens como arruda, alecrim etc. após purificar o local é necessário desenhar a runa Raidho e a energizar com o sangue de ambos, espalhando uma mistura entre sal, essência de salvia e olíbano pela runa, para que haja a selagem da união. Ao concluir a primeira parte ambos estarão ligados através do sangue e entrando em sintonia espiritual, mas ainda não foi concluído. A segunda parte consiste nas energias entrarem em sintonia, podendo ser realizada através de um outro ritual ou de algum feitiço que permita a sintonização energética, com isso a pessoa que é passiva ao ritual entrará em uma espécie de sono induzido que consiste na aceitação da ligação. Caso a pessoa não aceite a ligação todos os efeitos do ritual será cancelado. O ritual estará completo quando aparecer uma marca especifica em uma parte determinada do corpo de ambos os envolvidos.
Gasto de Mp: - 400 de MP na primeira parte e o gasto de MP na segunda parte é determinado pelo narrador e/ou pelo novo ritual que permite compatibilidade de energias (para que sejam trocadas).
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua cheia, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: A ligação, caso bem-sucedida, concede uma bênção a ambos os portadores.

Runas Utilizadas:
Raidho
Posição normal: Causa união, geralmente aplicada a grupos de pessoas (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Invertida: Rompimentos, geralmente aplicada a grupos de pessoas (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Talismãs Utilizados:
Talismã Ritualistico
Afasta energias negativas que possam está impregnas no semideus no momento do ritual, fazendo com que tudo de ruim se mantenha afastado, garantindo sucesso nos rituais e/ou em poções. Funciona apenas em rituais/preparo de poções onde más energias proviniente de outras pessoas podem afeta-lo.

Talismã Ritualistico de Sorte
O mais fraco dentre os talismãs, porém essencial. Tal talismã faz com que, ao colocar magia em alguma arma ou armadura, os encatamentos ali presentes possuam o funcionamento desejado. Provoca 15% de sorte na hora de encantar armas/armaduras.
Itens:
  • Sangue de Ambas
  • Sal Grosso
  • Essência de Sálvia
  • Olíbano


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Re: Central Park

Mensagem por Éter em Ter Jul 10, 2018 8:26 pm


Kang Pipper


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa: 2.500 exp e 2.500 dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia + inteligência – 30%


Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 10%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensas: 2.250 exp + 2.000 dracmas; ritual validado.
PS: Você precisa criar um Livro de Magia, para que o ritual seja acrescentado lá. isso pode ser feito ao clicar Aqui. Posteriormente, post em atualização pedindo para que o ritual seja acrescentado em seu livro por algum ADM, assim qualquer outro staff poderá realizar o registro.

comentário:
Eu fiquei bastante confuso no início, apesar de entender que foi um conjunto de postagens, a cada introdução eu me pegava com algumas dúvidas. Seria interessante, mesmo que repetitivo, que existisse um pequeno resumo ou uma explicação direta do que aconteceu na postagem anterior, principalmente porque elas se encontram espalhadas e interligadas. Pode acontecer de ser um avaliador que não vem acompanhando a sua trama e a da Pipper, aumentando as chances de uma compreensão menor dos acontecimentos.

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Re: Central Park

Mensagem por Kalel Levitz em Qui Ago 23, 2018 3:13 am

Thunderboy

My love is on fire. Now burn, baby, burn.

Os braços fortes do semideus se esticavam para cima enquanto ele se espreguiçava todo sonolento. Por alguma razão o seu metabolismo estava um pouco bagunçado naquele dia ensolarado, por isso resolveu que iria caminhar pelo central park, tentaria ao máximo evitar seu mal humor estranho.

Sua blusa regata e seu shorts um pouco corto deixavam amostra os músculos bem definidos do rapaz. Seus passos seguiam ritmos iguais enquanto ele corria, sua respiração era controlada para que não lhe fizesse mal, contudo ele estava um pouco devagar para quem estava correndo pelo parque. Gostava de sentir o vento bater pelo seu rosto enquanto praticava seu exercício. O som das pessoas conversando e os carros buzinando o deixavam estranhamente alegre.

Correu por cerca de meia hora, até que decidiu dar uma pausa. Se sentou em um dos bancos enquanto bebericava a água da garrafa que havia levado.




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Re: Central Park

Mensagem por Gideon Cox em Sex Ago 24, 2018 3:48 am

Lonely Road
Ainda um pouco cansado das atividades sem fim a mando de Nyx, Gideon encontrou no Central Park a possibilidade de descanso e tranquilidade que há muito não tinha. Sua matrona o havia recrutado para uma grande missão e, considerando como as coisas estavam acontecendo de maneira rápida, aqueles poderiam ser seus últimos momentos off duty.

Ou, quem sabe, vivo.

Despretensioso, guiou seus passos lentos por onde a maioria das pessoas corriam. Parecia estar intencionalmente contrariando aqueles que praticavam a caminhada rápida pelo parque. Porém, encontrava-se era distraído demais para perceber o deslocamento físico em meio aos outros e, portanto, não teve má intenção alguma. Somente quando esbarrou em um homem mal-encarado que se tocou e enfim saiu dali.

Sem ideia de onde ir, julgou os bancos próximos ao caminho de terra - por onde idosos andavam vagarosamente -, como melhor alternativa para o momento. Lá, notou um jovem rapaz bebericando água enquanto descansava de algum exercício.

Tá racionando água? perguntou, repentinamente. O filho de Eros achou engraçada a maneira como o outro bebia o líquido.



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Última edição por Gideon Cox em Ter Ago 28, 2018 4:51 am, editado 1 vez(es) (Razão : Esqueci de alterar o título no template)
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Re: Central Park

Mensagem por Kalel Levitz em Seg Ago 27, 2018 3:48 am

Thunderboy

My love is on fire. Now burn, baby, burn.

O lycan continuava a tomar a sua água em pequenos goles. Após fazer exercícios, que demandem que você fique ofegante, e beber água de forma rápida e abundante pode causar dores e sensação de peso, por isso o rapaz estava fazendo daquela maneira.

Foi nesse instante que um homem, deveras bonito, se aproximou do filho de Zeus achando engraçado a forma como ele bebia, até mesmo perguntando se ele racionava água. Seu mau humor lupino quis fazer ele mandar o outro se foder, mas seu lado Kalel fofo apenas sorriu de forma sínica para o outro.

— Não. Estou evitando que eu tenha dor no abdome por beber muita água depois de correr e cansar muito. Por que? — Ofereceu a garrafa para o outro. —Ta precisando de um pouco?


Poderes passivos dos Lycans:
Nível 1
Nome do poder: Instinto de Fera I
Descrição: Ao se tornar um lycan, o semideus está em contato constante com a ferocidade e a selvageria. Isso o torna o limite de irritabilidade baixo, ou seja, pequenas coisas podem irritar ou zangar um Lycan facilmente. Entretanto, por essa conexão animalesca, o seguidor de Deimos/Terror está em um estado de alerta constante.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% de percepção, cabendo ao narrador lhe alertar de algo que ache cabível durante a narração.
Dano: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Aura Bestial
Descrição: A presença de um grande e perigoso predador sempre provocou sensações na vítima ou na presa. Graças a isso, os lycans emitem uma aura de fera perigosa, gerando as reações corporais referentes ao medo, terror e pânico.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de chances de provocar emoções negativas como medo/pânico/terror.
Dano: Nenhum.





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Re: Central Park

Mensagem por Gideon Cox em Seg Ago 27, 2018 4:43 am

Lonely Road
Acuado com a resposta grosseira por parte do desconhecido, o demônio de Nyx colou uma perna na outra e pôs as mãos sobre as coxas, claramente constrangido. Ali mesmo já tinha desistido da ideia de interagir, mas a oferta de água por parte do mesmo rapaz grosseiro o pegou de surpresa. A mudança de atitude foi contraditória demais.

Não, obrigado sorriu de maneira amigável para o outro. Não sabia disso, não costumo praticar esportes nem nada do tipo confessou. Não era de fato uma mentira, já que suas atividades físicas envolviam tudo menos esporte. A menos que assassinatos e lutas contra monstros contassem como um.

Mas você parece saber bem sobre isso, com esse visual desviou o olhar após admirar a aparência do outro, com seu charme.

Habilidades Passivas - Filho de Eros:
Nome do poder: Beleza Divina
Descrição: O filho de Eros/Cupido, é naturalmente bonito. A beleza de seu pai era comparada a de um anjo, sendo ele mesmo semelhante a um. Assim como Eros/Cupido, seus filhos são extremamente bonitos, charmosos, e graciosos, e quando entram em batalha, é difícil olhar para outro canto que não seja eles, pois, naturalmente se tornam o centro das atenções. Os inimigos do semideus, podem se sentir intimidados, ou admirados pela beleza do filho de Eros/Cupido, e em um combate, isso os deixa confusos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer o inimigo hesitar em te atacar durante um turno, geralmente, o inicial.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Perfume Inebriante
Descrição:  Seu cheiro natural é um perfume delicioso para qualquer ser. Todos os seres vivos ficam com o humor melhor perto de você, monstros nunca te detectaram, pois seu perfume lembra a eles cheiros dos seus habitats naturais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será rastreado por monstros. Pode confundir o inimigo em luta, inclusive, o fazendo hesitar ao sentir seu perfume, errando ataques durante um turno.
Dano: Nenhum



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Re: Central Park

Mensagem por Kalel Levitz em Ter Ago 28, 2018 3:19 am

Thunderboy

My love is on fire. Now burn, baby, burn.

Kalel percebeu que havia sido rude com o outro, o que fez com que ele ficasse um pouco chateado consigo mesmo. Odiava ter aquele humor mutável, mas por alguma razão o outro conseguiu o deixar calmo. Assim que o homem pareceu ser completamente simpático, o filho de Zeus se sentiu ainda pior. Colocou sua mão em cima da do rapaz e virou levemente seu corpo para ele.

— Me perdoa. Não quis ser rude ou qualquer outra coisa. — Sorriu tentando parecer simpático. — Bom eu finjo que sei sobre esportes. Minha praia é a música sabe? — Dessa vez seu sorriso foi completamente sincero. — Você não precisa saber sobre esportes, você é lindo.

Sua analogia não pareceu fazer sentido, o que demonstrava que o garoto estava um pouco nervoso com a situação.

— Por sinal, sou o Kalel!




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Re: Central Park

Mensagem por Gideon Cox em Ter Ago 28, 2018 5:36 am

Lonely Road
O toque de mãos pareceu íntimo demais para o rapaz que, até então, sequer tinha mantido contato físico com alguém. Talvez em algum momento em sua vida já tivera até mesmo beijado outra pessoa - ou quem sabe mais -, mas, sem as lembranças, considerava a si mesmo como ainda um virgem em todo o sentido que a palavra podia ter.

Gideon não se recordava de nada antes do encontro com Moros, mantendo consigo apenas as informações básicas de quem era e o seu propósito em vida. Não havia curiosidade da parte do semideus a respeito de sua vida antes daquele ponto, mas coisas triviais como o simples tocar de mãos o deixavam inquieto. Estava carente, contudo, de quê?

Música? piscou os olhos em surpresa. Cox não tinha se desvencilhado do outro, entretanto, ao perceber os olhares dos idosos que passavam por parte, corou; para piorar, quando Kalel disse que ele era lindo, sentiu algo estranho esquentar seu corpo. Não era inocente ao ponto de não entender o que estava acontecendo, só estava surpreso com o interesse romântico repentino e apressado.

Talvez o demônio estivesse se sentindo tão isolado e carente que a menor demonstração de afeto (e única há dias) o fez derreter.

Pode me chamar de Zero lembrou-se do nome que a voz sussurrara como seu apelido. Estava exalando seus hormônios divinamente sedutores sem nem mesmo perceber.

Habilidades Passivas - Filho de Eros:
Nome do poder: Beleza Divina
Descrição: O filho de Eros/Cupido, é naturalmente bonito. A beleza de seu pai era comparada a de um anjo, sendo ele mesmo semelhante a um. Assim como Eros/Cupido, seus filhos são extremamente bonitos, charmosos, e graciosos, e quando entram em batalha, é difícil olhar para outro canto que não seja eles, pois, naturalmente se tornam o centro das atenções. Os inimigos do semideus, podem se sentir intimidados, ou admirados pela beleza do filho de Eros/Cupido, e em um combate, isso os deixa confusos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer o inimigo hesitar em te atacar durante um turno, geralmente, o inicial.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Perfume Inebriante
Descrição:  Seu cheiro natural é um perfume delicioso para qualquer ser. Todos os seres vivos ficam com o humor melhor perto de você, monstros nunca te detectaram, pois seu perfume lembra a eles cheiros dos seus habitats naturais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será rastreado por monstros. Pode confundir o inimigo em luta, inclusive, o fazendo hesitar ao sentir seu perfume, errando ataques durante um turno.
Dano: Nenhum



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