The Blood of Olympus
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Central Park

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Mensagem por Sasha Pearcy em Ter Out 22, 2019 9:48 pm


Born a goddess and
forged warrior
Tell me would you kill to save a life? Tell me would you kill to prove you're right?


Dei uma risada levemente debochada ao escutar o comentário do moreno: — Ele é bem meais velho que você. Tem uma cara de emburrado o tempo todo e mau humor que parece que tem mil anos que ele não transa. — Encostei na cadeira e revirei os olhos: — Apensar de não duvidar disso. Acho que nunca dei tempo para uma folga. — Comentei com sarcasmo, enquanto colocava mais uma colher de doce na boca.  Pensar que Richard não seria um problema era quase impossível e talvez já valesse a pena colocar essa carta na mesa, empurrei meu pratinho para o lado e o encarei. Aqueles olhos me matavam aos poucos: — Richard ser um problema? Quase certeza que sim. Provavelmente quando ele descobrir o que fizemos ele vai querer te matar. E você deve saber como é lidar com essas coisas de raiva. — Dei um longo suspiro e revirei meus olhos: — Mas eu sei lidar com ele. — Dei de ombros falando com displicência.

Ele tinha um jeito único de falar ou seria eu que estava muito boba por ele. Enfim... Não me interessava no momento racionalizar isso. Minha língua estalou no céu da boca: — É! Quase isso. — Dei uma risada de canto e voltei a olhar para ele: — Acho que no fim, eu queria fazer todas as coisas erradas que garota da minha idade poderia fazer. O estereótipo de certinha nunca deu certo comigo. Pouco antes de ter aulas em casa, minha mãe foi chamada na Escola por eu ter quebrado o nariz da filha de um senador. Não foi legal. — Eu ri de mim mesma por estar contando aquele fatídico episódio para o cara que eu estava claramente tendo um envolvimento. Mas essa era eu e meu péssimo talento de esconder as coisas: — Mas apesar do meu cárcere, sempre consegui subornar um ou outro empregado para me trazer bebida e cigarros. Podia ficar em casa, mas não deixava muito barato para minha mãe. — Me perguntava se deveria contar da vez que dei uma festinha para as minhas amigas na ausência da minha mãe.

Haviam tantas razões pelas quais minha mãe fazia aquilo, algumas ainda incompreensíveis para mim, já outras se tornaram cristalinas como um lago: —  Há uma lacuna que nem eu sei te dizer. Minha mãe veio para cá eu tinha uns dois anos. Quando chegamos ganhamos novas identidades. Falar meu nome real me soa estranho. Não me lembro de ter uma vida normal, nunca. Mas eu nunca a questionei. Deduzo que fosse o medo de algo acontecer comigo, tendo em vista quem meu pai é. — Eu pelo menos preferia acreditar que era isso, apesar de ter escutado uma ou duas conversas atrás da porta que no mínimo eram suspeitas. Para mim, Visenya era uma outra pessoa que já estava esquecida nas minhas memórias, mas o que levou minha mãe tomar essa atitude? Eu não fazia a mínima ideia.

O clima mudou levemente como se nossos passados viessem nos assombrar naquele instante, eu fitei a mesa por alguns instantes e depois voltei meu olhar para o semideus: — Então você sabe como isso deixa um vazio. Não importa onde se está preso. O vazio sempre vais estar lá. Pensar nas pessoas que conhecemos, nos momentos que perdemos e nos prazeres que não vivemos. Essa foi minha vida nos últimos dezenove anos e tende a arrastar por toda a minha vida. — Eu sorri para ele com certa malícia e mordisquei meu próprio lábio: — Ou não. Parece que o destino soprou algo de novo e bom para mim. Talvez mesmo presa, já não seja tão solitário e vazio.— Meu olhar voltou a ser curioso e ponderei um pouco sobre as questões que passavam na minha mente. Só havia uma forma de descobrir: — Você pode ser o badboy, mas não bandido. Então eu estou pensando no que pode ter roubado sua liberdade. — Naquele instante constatei que eu era realmente péssima para medir minhas palavras.



Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]



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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Ter Out 22, 2019 11:40 pm

Demons or Angels

THOSE GREEN EYES turned EVERYTHING in GREY
Balancei a cabeça em negação olhando para o vazio: - You're wrong, Sasha. I'm not the badboy. I'm the bad guy.  - Falei, encarando os olhos da loira em seguida. Respirei fundo. - Eu ganhava parte da vida com a oficina, é verdade, mas parte do dinheiro que eu ganhava vinham de formas ilegais. - Revelei, falando baixo e bem próximo do seu ouvido. - Com dezesseis anos eu entrei pro submundo das lutas de Nova Iorque. - Disse sem pestanejar, em um tom sussurrado. - A principio por necessidade, para sobreviver, só que depois eu consegui me formar e podia largar, mas... - Continuei falando e tive de me afastar para olhar ela nos olhos. - Eu gostava. Não larguei mesmo quando pude. Eu não estou falando de MMA ou qualquer coisa do tipo, eu estou falando de lutas que quase sempre acabavam em assassinato. Luta suja, pela vida. - Conclui, encostando no banco e ficando distante dela. Quase pedi outra dose de uísque, mas me contive.

- Eu fui preso por um ano e três meses. Agressão qualificada. - Disse sem rodeios, finalmente respondendo a pergunta dela, aquela era com certeza a parte mais sombria da minha vida. Não só a prisão, mas tudo que eu estava contando até ali. Agora eu saberia se ela realmente estava falando sério sobre não ser do tipo certinha, mas não me importava como ela iria reagir, eu não me mentiria para ela. - Uma noite no bar que eu costumo frequentar dois caras importunaram uma das garçonetes e eu pedi com respeito para que eles não fizessem isso. Eles não se importaram, não eram frequentes na região então não estavam dando a minima. Eu conversei com eles numa boa, mas eles me acharam... - Disse, procurando a palavra correta. - Covarde. É isso. Acharam que eu não queria confusão e era "maricas", pois a própria garçonete não reclamou, mesmo uma cara de nojo não foi suficiente. - Falei e fiz uma pequena pausa, cocei atrás da nuca e voltei a encarar a filha de Poseidon.

- Então a gota da água foi quando eles chamaram a Candice e tocaram ela na minha frente. Ela nem teve reação, todos ficaram olhando para nós. Eu expulsei os dois do bar, mas eles não queriam sair, eles preferiram socar minha cara e cuspir em mim. Eu não me controlei, quase matei os dois bastardos. Um quebrou a espinha de tanto que eu... - Expliquei, me arrastando mais que o necessário. - Enfim. Eu não podia ser acusado de tentativa de assassinato, pois fui atacado primeiro, mas o juiz entendeu que eu fui além da minha legítima defesa. Eu realmente fui e eu gostei de quase matar os desgraçados. Fui mandado para a penitenciaria de Auburn, neste mesmo estado, a prisão de segurança máxima. - Finalizei para ela, e soltei um longo suspiro.

- Então, ainda acha que não sou o bandido? -


Poderes:
Nenhum
Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Pulseira de perícia Avançada [Pulseira de couro que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, possui amarras de cordinhas na parte de baixo, então é fácil de equipar-se com ele, se for cortado, ou destruído, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente, só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia de uma arma de sua escolha em +50%, provocando um dano de +30% (Machados) | Couro | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos | Mágico | Loja especial do dia dos namorados]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Trufa do Amor (x7) – Tem formado de coração e licor de morango como recheio, ao consumir a trufa o semideus pode recuperar até 100 HP. (Ao consumir, some do perfil)


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Mensagem por Sasha Pearcy em Qua Out 23, 2019 12:23 am


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De todas as coisas que eu esperava ouvir naquela noite, Damon superou minhas expectativas em alguns pontos. Mas eu acabei superando qualquer expectativa com relação a mim mesma naquela noite. Eu podia notar pelo olhar dele, o semblante levemente tenso que a história que ele começaria a contar era um pouco mais pesada do que qualquer assunto que havíamos tocado naquela noite. Ele falar que ganhava a vida com briga de rua não me assustava e nem fazia eu mudar minha opinião sobre ele até o presente momento. Mas eu deixava ele contar sua história tranquilamente, mas mesmo assim, ainda havia algo que o perturbava. Eu era boa em muitas coisas e olha que posso fazer uma lista bem grande, mas mascarar o que eu pensava estava muito longe delas. Ok! Era ilegal o que ele fazia? Sim! Mas eu não sou nenhuma idiota que vive em um mundo de Alice no País das Maravilhas. Cada um tem sua forma de se manter. Uns mais errados que os outros. Eu jamais ia julga-lo por isso convivendo no centro político do país.

— Espera só um minuto antes de continuar. — Pisquei para ele esperei até que a garçonete se aproximasse de nós: — Uma vodka dupla. Por favor. — A garota me olhou e saiu anotando o pedido. Eu tinha certeza que a melhor parte da história era a que ele começaria agora. Ele não fez nenhum rodeio, foi direto ao ponto expondo seu pecado para mim. E eu gostava, eu não via máscaras, mentiras ou apenas tentativas de me dizer o que eu queria ouvir. Eu jamais poderia imaginar o inferno que ele havia passado dentro da prisão e jamais eu teria como comparar o que passamos. Não sei que tipo de garota ele estava imaginando que eu era, mas eu acho que agora ele entenderia que eu estava longe de ser qualquer uma que ele havia convivido até o momento. Eu olhei para ele e sorri discretamente, passei a mão entre os cabelos e deixei que eles caíssem bagunçados sobre os ombros.

Levou um tempinho até que a menina finalmente trouxesse meu drink e nas caixas de som começou a tocar Psycho Killer de Talking Heads. Me toquei que era uma banda da cidade. Peguei o copo e tomei uma boa dose, sentindo o líquido queimar minha garganta. Tinha malditos três meses que eu não bebia e aquela estava muito boa por sinal. Levemente apoiei meu corpo sobre a mesa e olhei para ele: — Não. Você continua não sendo um bandido para mim. E você se considera um por bater em dois caras que desrespeitaram uma garota? — A palavra garota foi um tanto quanto perturbadora na minha mente, mas eu continuei mesmo assim: — Ou por gostar de lutar arriscar a própria vida. Se algo desse errado quem morreria seria você. Se você matasse estava defendendo a própria vida. Já pensou por esse lado? — Indaguei enquanto arqueava a sobrancelha esquerda.

Eu já vivia com um cara parecido com ele a minha vida inteira, ele gostar de viver daquele jeito não me espantava em nada: — Olha, baby. — Bebi mais um pouco antes de continuar: — Você sabe o que somos. E pelos planos o que vamos fazer o resto da nossa vida é matar. E nem sempre vão ser os monstros que estão nos perseguindo. Ouvi isso da pessoa que me criou a vida toda. Nosso destino é matar ou morrer. Ver nossos amigos e entes queridos matarem ou morrer. Quem tem que te julgar não sou eu. — Foi então que a verdadeira pergunta que estava todo o tempo na minha cabeça escapuliu da minha boca antes que eu pudesse segurar: — Quem é Candice, Damon? — Virei o resto da bebida de uma só vez na boca e aquilo desceu como fogo puro, mas até estava com saudade: — Amiga, ficante ou... Namorada? — Parabéns Pearcy! Pelo menos ele já tinha ideia de onde eu havia herdado aquele leve sentimento de posse.


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• Sabre [Uma espada onde a destreza é mais influente que a força, podendo infligir grandes danos, feita com ferro estígio na lâmina e com o cabo revestido por um tipo de couro resistente e que se encaixa perfeitamente na mão daquele que a porta. | Efeito 1: A arma possui a característica incomum de ganhar um aspecto assustador quando está em um ambiente escuro, intimidando inimigos de menor nível, porém tal intimidação não é muito efetiva ao verem quem porta tal arma (rs). | Efeito 2: O sabre pode se tornar um anel liso e feito de ferro estígio. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]



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Mensagem por August Damon Wolfstorm em Qua Out 23, 2019 10:33 am

Demons or Angels

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Mostrei um sorriso para ela e disse: - Depende, qual te excitaria mais? - Questionei com sarcasmo e seus olhos pegaram fogo. "Certo, talvez um pouco demais", pensei, repreendendo a mim mesmo. - Acho que me expressei mal, ela é só a garçonete que estava sendo assediada, só isso. Mas eu conheço todos no Rockbar 66, morei nos fundos por seis meses, trabalhei lá por um tempo. A dona, Eunice, é casca grossa mas tem um grande coração. - Disse, me sentindo relaxado. O fato dela estar disposta a entender, não querer manter segredos, achava que era um bom começo. Significava que eu não precisaria mudar, ela não estava querendo me confortar e dizer que eu podia ser um cara bom. Não, ela simplesmente disse que aos olhos dela eu não era o vilão. Segurei sua mão e mordi os lábios. - Certo docinho. Acha que podemos ir? Tem mais sobre mim, a parte boa. Eu gostaria de te mostrar. - Falei e fui no banheiro lavar o rosto rapidamente.

Pedi para que encerassem a conta e paguei com dinheiro. Sasha queria argumentar, mas eu a interrompi antes que ela pudesse alongar demais o assunto. - Nada disso, blondie. Eu te apresentei esse lugar, quando você me levar para jantar, você paga a conta. - Disse e sorri. Era verdade, eu não estava pagando por ela ser mulher ou qualquer coisa machista deste tipo, era só educação. Se eu estava levando ela para sair, eu pagaria a conta, assim como faria e já havia feito com amigos. Quando ela me apresentasse um lugar, me convidasse para jantar, então seria sua vez. - E se prepare, pois eu sei que você pode pagar uns uísques caros. - Continuei com tom de brincadeira e sorri. Assim que saímos da lanchonete, fomos diretamente para a Harley. As ruas ainda estavam agitadas mesmo já tendo passado das dez horas da noite, com certeza culpa do festival.

Ela já sabia aonde eu a levaria agora, iriamos diretamente para a oficina. - Está na hora de você conhecer a coisa mais preciosa que tenho no mundo. A minha microempresa. - Falei, e subi na moto com um sorriso. Ela retornou o sorriso caloroso e mordeu o lábio, colocando o capacete enquanto eu dava partida na moto. - Eu posso te ensinar a andar, se você quiser. - Falei e sorri. Seguimos até a Quinta Avenida e descemos contornando o Washington Square Park. Salva a ironia, atravessei a Williamsburg Bridge e adentrei o coração do bairro. Depois de cinco minutos tínhamos chego em um edifício grande e alto, tinha cerca de trinta andares e uma entrada residencial bonita. Parei em frente a uma loja de conveniência e puxei Sasha para dentro comigo.

- Williamsburg é conhecida como o bairro mais descolado de Nova Iorque. - Falei e dei um sorriso para ela, enquanto pegava uma garrafa de vodca ela ia passeando por um corredor próximo. Peguei um engradado de cervejas e coloquei a cabeça no corredor que ela estava. - Não há vinte anos, esse lugar era vazio e escuro. Prostitutas, tráfico. Muito descolado - Falei com bastante sarcasmo, sorrindo para ela. O homem no caixa fez algum barulho de descontentamento, rolei os olhos para seu patriotismo barato. Aquilo era verdade, esse bairro era uma desgraça. Continuamos conversando e depois que tínhamos pego tudo fomos para o caixa, eu disse para ela que se ela sentisse fome de madrugada não teria nada para comer em casa, já que eu estava voltando de uma longa saída, então era melhor ela pegar algo se fosse sentir fome.

- Ela não tem vinte e um anos. Eu tenho certeza. - Disse o atendente do caixa e eu sorri com escárnio.

- "Ela" tem nome. Que tal você ser mais educado? - Questionei e lancei um olhar irritado para o homem. Um cara de meia idade, cabelos loiros e porte físico desleixado, a conveniência estava vazia. Ele não gostou do meu tom, mas recuou um pouco.

- Desculpe... - Disse o atendente e ela respondeu com tom seco: "Sasha". - Certo. Desculpe, mas preciso ver a identidade da senhorita Sasha. - Falou o homem, mostrando um sorriso amarelo. Rolei os olhos e entreguei meu documento para ele. - Certo, você tem vinte e cinco, mas e ela? - Questionou novamente, pedindo a identidade e esticando a mão.

Eu segurei a jaqueta de trabalho dele e me aproximei através do balcão, neste exato momento ter um metro e noventa dois ajudou bastante. - Que tal... - Disse e olhei o homem, lendo seu crachá. - Bill, você me entregar a bebida, eu te dou o dinheiro e nós saímos, pode ser? - O homem tentou soltar minha mão, mas eu segurei com mais força e o aproximei. - Ou então você pode preferir que eu quebre essa garrafa de vodca na sua cabeça  e antes que você possa apertar o botão de panico ai do seu lado corte sua garganta com com ela. Prefere assim? - Questionei, e ele balançou a cabeça com o não. - Então me vê um Malboro Black, por gentileza. - Finalizei com um sorriso, sem alterar o tom em nenhum momento.

Pegamos nossas coisas e saímos. - A proposito eu tenho vinte e dois, otário. - Disse Sasha quando deixamos a conveniência, ela tinha um sorriso maldoso no rosto que me deixou na dúvida se ela falava sério ou estava mentindo. Subi na moto e nem coloquei o capacete, só foi preciso virar uma rua e paramos em frente a uma fachada com os dizeres "Wolfgarage - Muscle Car e Motorcycle -" e um sorriso estampou meu rosto, o mais bonito e largo da noite.


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• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Pulseira de perícia Avançada [Pulseira de couro que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, possui amarras de cordinhas na parte de baixo, então é fácil de equipar-se com ele, se for cortado, ou destruído, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente, só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia de uma arma de sua escolha em +50%, provocando um dano de +30% (Machados) | Couro | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos | Mágico | Loja especial do dia dos namorados]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

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