The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Gwendolyn K. Edwards em Ter Maio 07, 2019 6:12 pm

Roleplay focada aos usuários Hyuk Bae-Choi e Latisha Del-Martín.


Kindly Unspoken
Gwendolyn K. Edwards
Gwendolyn K. Edwards
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 17
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Latisha Del-Martín em Sab Maio 11, 2019 12:12 pm

Seus passos eram rápidos e aparentemente consumidos pelo medo. Um encontro inesperado, impróprio?

Quando Latisha se viu amiga de um semideus grego, nunca imaginara que estaria quebrando muitas regras de seu pai a cada segundo que se aproximava do moço de pele clara e de traços asiáticos.

— Eai, Hyuk?  — Seu sorriso belo ecoou de seus lábios achocolatados.

— Olá, Del-Martín. Como estas? — O jeito encantador, tímido e calmo proveniente do filho de Athena chegava a tornar a hiperatividade da semideusa um incômodo até para ela mesma.

— Ah, vai indo. Ei, você trouxe os biscoitos amanteigados que falou que ia trazer? — Sim, a cada mês eles se encontravam em meio a uma floresta para a entrega de biscoitos amanteigados, vulgo o alimento preferido da prole de Marte. Nada mais justo, pois adorava os biscoitos feitos pelo seu melhor amigo.

— Trouxe sim, toma. — Falais, entregando os biscoitos para a mulata que não resistira em esboçar um grande sorriso em seu rosto. A calma eminente que se mantinha regular no ambiente florestal foi interrompida com alguns barulhos na moita.

— O que foi isso? — Mesmo que inteligente, Hyuk era tímido e medroso, características certamente contrárias de sua maior - e melhor - amiga.

— Ei, quem tá querendo nos machucar? Vem pra porrada! — Gritava a garota, exibindo seus punhos a um simples amontoado de folhas e espinhos. De um simples arbusto que parecia ser domado pelo vento, surgiu uma figura branca correndo para longe. De modo instintivo, Latisha correu atrás do animal, deixando o garoto filho de Athena muitos metros atrás.

— Aonde você está? — Dizia, sussurrando a si mesma. Alguns barulhos atrás de uma árvore denunciaram a Del-Martín aonde estaria a criatura.

— Peguei! — Naquele exato momento suas mãos estariam completamente cheias de pelos brancos e a sua frente estaria se localizado um coelho.

— Me solte! — O coelho gritou.

— AAAAH! — Responder apavorada pela fala do animal fez com que Latisha o soltasse imediatamente, dando-lhe chances para fugir. Mesmo apavorada, ela não se permitiria vencer por um simples animal falante, por isso o perseguiu novamente até quase cair em uma fenda.

— Você acha mesmo que vai me "trollar"? — Observava o coelho, segurando uma corda.

— E-esper.. — Antes que continuasse, o coelho puxou a corda e o resto de terra atrás da morena a empurrou para dentro do buraco. Que coelho engenhoso!

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. F5bc4de9bd5a753d1905899055df40547170269f_hq

O buraco era sem fim, repleto de coisas diversas dentro. Camas, pianos, sucos que não derramavam e até animais como vacas! Aquilo era louco, mas também real. Os olhos de Latisha mal acreditavam no que estariam vendo. Seu medo e choro acabou-se por completo até que pode cair numa floresta, mas diferente da qual estava.

— O que é isso? — Sua boca perguntara, mesmo  com medo suficiente para não pronunciar nada. Para sua sorte, ou azar, alguém conhecido se chocou sobre suas costas.

— Ai, porra! — Gritou, antes de sorrir ao ver que seria Hyuk.

— Você caiu aqui também, Hyuk?

— Acho que sim, pelo jeito.

Antes de qualquer palavra ou balbucio, ou até mesmo antes dos semideuses se levantarem, um chamado ou frase foi ouvido:

— Bem-vindos a floresta encantada!

Coisos:
armas e itens + hab:


Nível 1
Nome do poder: Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

• Bigtransporte [Uma biga de aparência velha que passa despercebida pela maioria dos semideuses. Tem desenhos em toda a sua espessura que contam as histórias de feitos dos heróis. | Efeito 1: Essa biga pode se transformar em qualquer meio de transporte que o campista desejar, desde um carro, a uma pequena lancha ou um jato particular para até duas pessoas, já que não pode carregar mais passageiros do que isso. | Efeito 2: Caso o semideus tente transportar mais de 2 pessoas por vez – e ela está contando nessa soma, ou seja, só pode levar mais um consigo – a biga volta ao normal e deixa de funcionar. Efeito 3: Pode invocar dois cavalos fantasmas – feito de ossos que lembram um cavalo caveira – para leva-lo por aí quando esse transporte está em forma de biga. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas. | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

levando meu alto astral também pra vagar nesse mundo maravilhosoo e pra dar umas porrada nuns vilão aí também!

#001 // Missão Fixa Inicial // COM: Hyuk-Bae Choi // ONDE: Floresta encantada (atualmente)

— Ross


Everdream
Eu quero ver o que as lentes vão mostrar Eu quero ver o pôr do sol em Okinawa Escalar o monte Fuji só pra degustar as luzes acesas Quero ver seus olhos a se esticar
Latisha Del-Martín
Latisha Del-Martín
V Coorte
V Coorte

Idade : 20
Localização : Acampamento Júpiter.

Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Gwendolyn K. Edwards em Sab Maio 11, 2019 1:48 pm



Aonde estou?
Missão Fixa
A lua estava extrovertida no céu quando decidi deixar o chalé de Athena para encontrar uma velha amiga. Meus passos hesitavam em se guiarem ao encontro que parecia errático, mas meu cérebro dizia outra coisa.

Aquele era apenas um encontro de bons amigos, assim pensei. Ver a garota correndo com seus cachos longos até mim me fez soltar um sorriso do meu rosto, já que a companhia dela parecia ser muito confortável para uma pessoa tão pouco extrovertida, como eu.

— Você trouxe os biscoitos? — Perguntou, mesclando seu olhar ao meu.

— Trouxe sim, tome. — Falei, após um cumprimento desajeitado logo entregando o pequeno saquinho de biscoitos que ainda se mantinham quentes pelo ato de terem saído recentemente do forno.

— E então, como vai? — Indaguei. Mesmo com o rumo da conversa em ordem, tudo acabou por se ceder com um barulho vindo da moita.

— O que foi isso? — O medo não hesitou em me tomar por completo, enquanto me aproximava da romana esperando auxílio e proteção.

— Ei, quem está querendo nos machucar? Vem pra porrada! — Ela recitou, preparando seus punhos para uma luta furtiva. Nossas paranoias nos levou para um encontro estranho com um animal claro que fugia da moita como rato de um gato faminto. Latisha, com seu jeito instintivo, o seguiu.

Como de costume, fiquei plantado no local igual uma árvore morta e sem vida enquanto podia observar a garota correr com seu jeito desengonçado atrás do que parecia ser alguma criatura. De qualquer forma, estaria com muito medo para arriscar ir atrás dela.

— "O que farei?" — Pensei. Meus olhos me mostravam uma pequena parte escura da floresta, iluminada de modo escasso pela luz da lua. Entrar nele foi apenas ordem de meu corpo, pois minha alma de longe desejaria entrar. Meus passos corridos e trêmulos me fizeram tropeçar e bater de cara com uma pedra que me feriu de modo grave.

Como ex-curandeiro eu sabia que poderia ser complicado a situação que eu me encontrava, mesmo assim, levantei e continuei. Estava muito escuro e via apenas um nada. Seria aquele o inferno? Por um momento, desconfiei. O machucado em minha cabeça fez com que eu desmaiasse e sentisse como se estivesse caído em um vazio sem fim.

Mesmo desmaiado pude sentir um vento constante em meus cabelos e uma caída eterna era detectada que chegava a dar tremedeira em pelos que eu não sequer diria onde se localizavam. Um tombo feio em alguém pode me fazer acordar na mesma hora.

Por sorte era alguém conhecido, Latisha.

— Ai, porra! — Ela exclamou, antes de me abraçar com um sorriso no rosto.

— Você caiu aqui também, Hyuk? — Indagou.

— Pelo jeito, sim. — Nossa conversa havia voltado a ordem novamente desde nosso último encontro. Mas antes que levantássemos, uma voz rouca e distante nos disse:

— Bem-vindos a floresta encantada!



Kindly Unspoken
Gwendolyn K. Edwards
Gwendolyn K. Edwards
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 17
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Athena em Sab Maio 11, 2019 2:51 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
Máximo de XP da missão: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento


Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento para Ambos

Comentários:

E eu realmente não esperava por essa.
 
Atualizado



Palas Athena...
Sometimes the power must bow to wisdom. You can be strong, may have power, but if you are wise, you are all well. And more than that, yes you can defeat them. Once warned that to save the world destruiri you-your friends, maybe I was wrong.
Athena
Athena
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Latisha Del-Martín em Dom Maio 12, 2019 12:37 am


Os olhos de botão : A sorte de Coraline foi que ela conseguiu escapar da outra mãe, descobrindo assim que sua realidade era melhor do que qualquer fantasia que pudesse criar. Infelizmente, você foi parar no mundo secreto, lugar que se adaptou para a sua vida, só que melhor . Porém, a condição para que vivesse nessa realidade melhorada era que costurasse botões em seus olhos. Você precisa escapar daí, antes que fique preso e perca a sua alma para o mundo secreto!
Recompensas: 4.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 3.

A breve caminhada que a semideusa enfrentara só mostrava a ela o quando aquela floresta não era encantada, pelo menos, não como esperava.

— Eu não aguento mais, Hyuk! — Falara, arregalando seus olhos demonstrando breve ironia.

— Acalme-se, Latisha. Tudo vai dar certo! — Mais uma vez a positividade do homem de Athena pisou sobre o desanimo intenso da semideusa.

— Que seja. Ei.. Aquilo é uma casa? — Exclamara, vendo uma casa além da névoa branca que cobria os olhos de ambos.

— Me parece que sim, que tal vermos o que é?

— Não vou te julgar já que pensei o mesmo. — A ideia dos bons amigos logo se tornou curiosidade. A mesma que fez com que os dois partissem para dentro do recinto que seria a casa distante.

Seu interior grunhia com suas madeiras antigas, seu recinto cheirava a mofo e tudo lembrava o século II de tão antigo que se demonstrava ser.

— Isso é uma casa ou um museu? — Indagou a mulata.

— Provavelmente os dois. — Assentiu o outro. Um e outro caminharam o interior inteiro da casa, mas o que os chamou atenção foi uma pequena porta localizada na sala de estar, onde (dentro de si) se localizava um portal.

— Você está vendo o mesmo que eu? — Perguntou.

— Pelo jeito, sim. Tem certeza que quer entrar aí? — Hyuk desde sempre sabia que a face de sua amiga era plena indecência e curiosidade alheia, mesmo que tal fosse arriscado, não era nada leigo sabendo que Latisha entraria ali mesmo com ele negando seu pedido.

Sem mesmo responder, a garota entrou feito rato dentro da toca, até o fim. Hyuk a seguia, como um servo submisso. Ao terminarem o denso túnel, o resultado foi a mesma casa que estavam.

A diferença? O cheiro de limpeza, o chão brilhando e o grande aroma de um belo jantar sendo preparado. A fragrância dos preparativos especiais logo atiçaram as barrigas loucas e famintas de ambos semideuses.

— Eita Hyu, que fome!

— Devo concordar.. Mas será que é confiável? — A desconfiança geral que dominava o intelecto da prole da Athena chegava a incomodar a filha de Marte.

— É sim, olha só uma casa limpinha! — A alegria e ilusão de Latisha era visível em seus olhos, ela estaria mais do que feliz. Sem demorar, os dois (principalmente a moça) puderam correr até a cozinha onde encontraram uma moça elegante preparando a refeição noturna.

— Meus filhos, bem-vindos! — Seria uma piada?

— Filhos? — A conectividade do moço e da cacheada fez com que pronunciassem até a mesma palavra juntos.

— Sim! Vocês encontraram esse mundo alternativo, por sorte eu estava aprisionada aqui e segundo a profecia, meus filhos viriam me salvar. Mas antes, vocês precisam aproveitar esse belo jantar! — O convite foi inoportuno, mas com certeza nunca seria negado.

Latisha e o menino Choi se sentaram e deglutiram alimentos em abundância, ficando com a barriga cheia em poucos minutos.

— Essa foi farta! — Pronunciou a jovem, limpando seus dentes com um palito.

— Vamos meus queridos, vou apresentar o quarto de vocês! — A voz doce e calmante da mulher só podia trazer mais segurança para a prole da guerra e o jovem de Athena, mesmo que o segundo estivesse hesitando compartilhar tal harmonia.

Sendo assim, subiram até os quartos e se deitaram para uma boa noite de sono. Todos estavam dormindo, mas a romana pouco conseguia se sentir confortável estando com pesadelos. Sonhara com ratos, teias e aranhas. Seria algo incomum?

— AAAH! — Acordais. Ainda estava na casa e se tomou conta de que aquilo não era um sonho, não ainda.

— Ei, Hyu, Hyu! — Foi-se até a cama ao lado da sua para clamar ao outro que acordasse. Hyuk parecia cantarolar uma música coreana de um grupo favorito pertencente a si, provavelmente BTS.

— O que foi? — Resmungou, amolado por ter perdido seu sonho que pelo visto parecia ser muito bom.

— Eu acho que essa velha tá tentando nos enganar, Hyuk. Ela tá boazinha demais e acho que tem coisa aí! — O sexto sentido da garota aparentava mostrar algo para ela.

— Eu te falei, garota. É melhor vermos o que ela está planejando. — Antes que pudessem continuar seu diálogo, foram interrompidos por um barulho de panelas na cozinha. Ainda estava de noite e o cenário ao seu redor (sendo visto pela janela) amanheceu de modo rápido, literalmente "do nada'.

— Viu? Ela está controlando tudo! É melhor que joguemos na cara dela a verdade, vamos brincar para sairmos daqui! — Tramava. Logo os dois puderam se dirigir a cozinha, onde a mãe estaria fazendo um café da manhã que, apesar de tudo, tinha um cheiro maravilhoso.

— Sabemos do seu joguinho, queridinha. — A voz grossa de Latisha ecoou o cômodo, do estilo grosseira que era típico da menina.

— Que jogo, crianças? — Insistiu a "mãe".

— Olha, perdoe minha amiga. Sabemos simplesmente que você pode estar nos manipulando. — Hyuk abordou com seu jeito calmo uma situação particularmente difícil e isso, era algo que muito se era admirado nele.

No mesmo momento a feição da dona logo se tomou por uma aura angelical e doce, algo que os descendentes semidivinos conheciam bem como mentirosa.

— Ok. Tenho uma condição a vocês e ela é bem simples. Fiquem comigo e costurem botões em seus olhos, por favor. Não vai doer, prometo! — Seria uma proposta absurda.

— Nunca! — Gritaram.

— Pois bem, haha. — Pausou, assumindo uma forma diferente da anterior com uma pose ainda mais macabra.

— Olha, podemos jogar? Se ganharmos, sairemos daqui. Se perdemos, você costurará os olhos na gente! — Algo perigoso, mas que devia ser dito pela jovem Del-Martín.

— Já que deseja, eu aceito. Então... Vocês terão um tempo limitado que será definido pela lua para recuperarem três objetos, se não serão obrigados a ficarem aqui comigo. Eles estão localizado em três principais atrações, meus amores. A primeira, a floresta. A segunda, o porão. A terceira, a sala de brinquedos localizada dentro da casa.

— E mais uma coisa, para que não fique injusto. Precisa nos dar uma dica de cada situação, para que tenhamos uma certa vantagem pois sabemos que não irá facilitar.

— Pois bem, senhorita. A floresta é simples, precisam achar apenas uma adaga de ouro no meio da mesma, mas detalhe: É cercada por árvores sussurrantes.

Elas lhe dirão e lhe mostraram coisas e cobiças que você terá ou tem, se aceitar qualquer uma delas viverá numa vida plena e feliz mas nunca poderá sair dela! A segunda é o porão, lá existe uma criatura chamada grandenhair que come as pessoas vivas, mas ela odeia luz.

Com isso, antes de entrar você terá uma lanterna e sempre quando ouvir uma música pare e escute, se estiver muito perto vire e acenda luz antes que seja tarde, mas cuidado, se acender a luz mas ela estiver longe e no alcance dela, ela correrá e lhe matará automaticamente pelo susto que levou.

No segundo desafio você vai precisar me trazer uma chave de ouro. O terceiro é a sala de brinquedos e é semelhante ao segundo. Na sala, você precisará rebobinar uma caixinha de música frequentemente para que não deixe sua música acabar.

Se acabar, o espirito que guarda os brinquedos te possuirá e pegara seu corpo para ele.  Lá, você precisará pegar um ursinho de pelúcia dourado. Me traga esses três objetos antes do tempo e vocês poderão sair!

Ela havia sumido.

— É melhor que a gente se separe, Hyuk! Eu pego o primeiro desafio, você pega o segundo e eu o terceiro! — O número de desafios era desproporcional ao total de participantes e a dona da casa havia feito de propósito para que um desistisse.

Os semideuses se separaram para entrarem no que parecia ser seus desafios eminentes. O tempo era curto e precisavam recuperar os objetos o quanto antes.

(...) I desafio: A floresta


[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. 155-600x401

A floresta era densa e a névoa insistia em piorar tudo aquilo para a jovem semideusa. Seus olhos mal enxergavam nada, contudo, a manhã viria para ajudar a semideusa para com sua relação na procura do objeto.

— Finalmente amanhecendo, né caralho! — Permanecia feliz por algo bom ter acontecido. Se separar de seu melhor amigo Hyuk não parecia ter sido uma boa ideia, mas não daria tempo de ambos completarem as missões em dupla.

A moça podia começar a ouvir vozes:

— Você quer dinheiro? Jóias raras? Armas, poder? — Pequenas vozes vinham e iam do ouvido da filha de Marte. Uma pior que a outra. Logo um homem loiro e bonito apareceu, clamando por amor.

— Você me quer, querida? — Dizer para uma jovem feminista certas palavras era certamente errático.

— Sai daqui, por favor. — Determinação era uma das mais marcantes personalidades da filha de Marte, que não cederia por qualquer coisa por mais irresistível que parecesse. Após andar alguns quilômetros extensos, ela chegou ao que parecia uma adaga de ouro.

— Deve ser essa! — Disse, esboçando um sorriso de seus lábios carnudos. Hyuk havia aparecido em meio aos arbustos.

— Oh, Martín eu finalmente te achei sua vadia! — Hyuk aproximou-se dela, pedindo um abraço.

— Hyuuk, Você voltou! — Por quase alguns metros ela não abraçara o homem. — Espera... Você não é o Hyuk! — Acusou.

— Como assim, é claro que sou!

— Não, não é! O Hyuk Bae-Choi que conheço nunca me chamaria de vadia independente de nosso grau de intimidade. — Aquelas palavras fizeram o aparente Hyuk desaparecer em cinzas. Não demorou para que a mulata empunhasse a adaga, que fez com que a floresta se tornasse apenas um vazio em branco (como uma teia se desfazendo).

Saindo da floresta, pisou em um papel antigo com o desenho de vários brinquedos e uma criança.

— Mark? Quem é esse? Da mesma forma, é melhor eu guardar! —Ainda terminando a trilha que era apenas um branco vazio, argumentou:

—  Tudo isso é uma teia? Foi por isso que sonhei com teia e aranhas! Ela moldou tudo para uma vida perfeita e mesmo a gente sabendo que não existe pudemos cair no jogo dela. Mas agora é a vez de ganharmos! — Antes mesmo de celebrar a mesma pode caminhar de modo ágil para a sala de brinquedos, seu próximo desafio.

(...) Desafio III: A sala de brinquedos
[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Tumblr_ltaso2fu3h1qdwkr8o1_1280_large

A pequena pouco se importava para tempo, somente esperando - e rezando - para que conseguissem recuperar os itens o mais rápido possível.

— " Como o Hyuk está? " — Entrou na casa, que ficava cinza e se degradava de pouco a pouco apenas demonstrando que seu tempo estava acabando. A sala de brinquedos era vasta e continha uma grande caixa de música em seu centro, que se rebobinou sozinha a partir do momento em que a mulata entrou na sala.

Uma melodia harmoniosa tomou todo o cômodo e era simplesmente magnífica.

— Que linda música. Mas preciso rebobinar a caixinha. — Falava, girando a manivela de volta conforme visse que a música se dissipava. Mas não poderia sequer ficar ali para sempre, precisava encontrar o ursinho dourado.

— Onde você está — Recitara, perneando a sala a procura do que parecia ser o tal "ursinho". Sua vasta procura havia sido em vão, já que ele não estaria ali de jeito nenhum.

— Pense... Pense! — Pausou, suspirando. — Espera, antigamente objetos dourados eram feitos para simbolizar a alma de uma pessoa mortal. Então quer dizer que ela não controla essas atrações, essas atrações são apenas almas que ela aprisionou aqui! O espírito dos brinquedos, as vozes atormentadas da floresta e por fim a grandenhair! — Sua descoberta havia sido inédita.

— Eles protegem suas almas para que ela não vos pegue e os devore!

Antes que ela sentisse um forte braço lhe tocar por trás, só se viu em perigo quando parou de ouvir a música. Uma escuridão surgiu, prestes a engolir aquela que chamavam de Latisha Del-Martín.

A eterna escuridão (o espírito) sumiu no mesmo instante que uma luz forte de uma lanterna iluminou tudo. A luz de sua vida, Hyuk.

— Hyuk! — Um encontro de amigos foi bem recebido com um abraço caloroso de poucos segundos.

— Também senti saudade, Latisha. — Sorriu. O tempo estava quase no fim e eles tinham apenas dois objetos: a adaga e a chave.

— Espera ai... — A jovem pronunciou, retirando o papel que havia encontrado na floresta. — Mark?

O espirito negro ressurgiu, mas como um lindo menino.  

— Obrigado senhorita, por nos libertar. Meu nome é Mark, sou uma das três crianças aprisionadas.

— O que aconteceu, Mark? — Hyuk insistiu.

— Ela nos ofereceu uma vida de luxo, riqueza. Nos deu de tudo, uma vida farta! Mas não caia nessa, moça. Ela não é quem diz que é! Nós, iludidos com a vida perfeita, queríamos viver mas sem os botões e por isso, ela nos enfeitiçou nos transformando em criaturas. Quando somos transformados, perdemos a nossa alma e ela se torna um objeto dourado, que está na mão de vocês. Ela nunca conseguiu pegar e se ter eles em suas mãos vai fazer com que possa nos controlar e nos devorar. Ela nunca deixará vocês saírem e sabe disso, por isso, vou lhes dizer que a única saída é por onde entraram. E também, não há como sairmos daqui se tocarmos sozinhos em nossas almas já que precisamos que alguém nos entregue.

No mesmo momento uma menina entrou na sala, abraçando Mark, o menino.

— Quem é essa? — Demandou Latisha.

— Eu também libertei ela, Latisha. Pequenos ratos me deixaram um papel com um nome, similar a esse seu. Antes que ela pudesse me atacar, falei seu nome e simplesmente se tornou uma garotinha, Betty. — Tudo havia sido esclarecido.

— Mas e as árvores sussurrantes?  — Questionou a morena.

— Elas são só almas já devoradas, moça. A adaga é apenas uma das almas, é apenas enganação! — Betty ressurgiu, dizendo.

— Se é isso, tomem. — Os semideuses entregaram as almas as crianças, que agradeceram, se dissipando.

— Vamos acabar com isso, Hyuk. — A coragem proveniente de um e outro fizeram com que subissem até a sala, onde se localizava a falsa mãe.

— Acharam o que pedi, meus jovens? — Resmungou, com um sorriso negro.

— Sabemos do seus truques. Das almas, de Mark e Betty e das árvores. Libertamos eles!

— O QUE? — O pavor no rosto da agora criatura fez com que a sala se dissipasse em uma grande teia. — Vocês vão morrer!

O gritinho fino e absurdo de Hyuk só pode tornar a situação engraçada para a filha de Marte, mesmo num ambiente perigoso. A falsa mãe pulou no fundo da teia e os semideuses subiam o mais rápido possível.

Latisha havia conseguido entrar na porta, mas Hyuk estava muito abaixo e a criatura se aproximava muito rápido.

Com um sorriso no rosto a criatura puxou a perna do garoto de traços asiáticos mas para  a sorte do mesmo Latisha havia feito o contrário, puxando seu braço para si. Era uma luta para ver com quem ficaria o filho de Athena.

Com grande esforço, Latisha pode puxar o filho de Athena para dentro, onde a porta se fechou. A falsa mãe gritava, agonizando de dor. A sua voz de amargura era imensa mas tudo havia terminado.

Na casa, os semideuses deitaram-se e sorriram, juntos.

— Finalmente, acabou. — Os dois disseram. Passariam mais algum tempo deitados para descansarem daquele dia cansativo. O que a floresta deu para eles não foi nada de encantado, com certeza!

Coisos:
armas e itens + hab:


Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

• Bigtransporte [Uma biga de aparência velha que passa despercebida pela maioria dos semideuses. Tem desenhos em toda a sua espessura que contam as histórias de feitos dos heróis. | Efeito 1: Essa biga pode se transformar em qualquer meio de transporte que o campista desejar, desde um carro, a uma pequena lancha ou um jato particular para até duas pessoas, já que não pode carregar mais passageiros do que isso. | Efeito 2: Caso o semideus tente transportar mais de 2 pessoas por vez – e ela está contando nessa soma, ou seja, só pode levar mais um consigo – a biga volta ao normal e deixa de funcionar. Efeito 3: Pode invocar dois cavalos fantasmas – feito de ossos que lembram um cavalo caveira – para leva-lo por aí quando esse transporte está em forma de biga. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas. | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

levando meu alto astral também pra vagar nesse mundo maravilhosoo e pra dar umas porrada nuns vilão aí também!

#002 // Olhos de Botão// COM: Hyuk-Bae Choi // ONDE: Casa da mãe (atualmente)

— Ross


Everdream
Eu quero ver o que as lentes vão mostrar Eu quero ver o pôr do sol em Okinawa Escalar o monte Fuji só pra degustar as luzes acesas Quero ver seus olhos a se esticar
Latisha Del-Martín
Latisha Del-Martín
V Coorte
V Coorte

Idade : 20
Localização : Acampamento Júpiter.

Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Gwendolyn K. Edwards em Dom Maio 12, 2019 11:44 am



Aonde estou?
Missão Fixa
E stou dentro do horário do bônus do evento, meus fragmentos devem ser duplicados."

(...)

A exaustão cognitiva que estaria presente em meu corpo e no de minha melhor amiga era mais do que notável.

— Eu não aguento mais, Hyuk! — Latisha sabia muito bem quando o assunto seria reclamar. Mesmo com a insatisfação da moça, ergui minha sobrancelha e esbocei um sorriso.

— Acalme-se, Latisha. Tudo vai dar certo! — O melhor jeito de prevenir o tédio é acreditar que ele não existe.

— Que seja. Ei... Aquilo é uma casa? — Suas palavras estavam num tom indecente e eu sabia muito bem que era só a curiosidade falando a partir daquele momento. Mesmo não negando querer saber o que se localizava lá dentro, poderia de fato, ser perigoso.

— Me parece que sim, quer ver o que é? — Latisha estava com sua curiosidade entreaberta e eu era a chave para que aquela porta enferrujada se abrisse de vez.

— Não vou te julgar já que pensei o mesmo. — Nossa breve caminhada até a casa nos denunciava (ao entrar) que sua estrutura era claramente antiga. Suas madeiras pareciam desgastadas e todas mofadas, o cheiro cada vez nos lembrava um cemitério pois com certeza alguma coisa ali deveria ter morrido.

— Isso é uma casa ou um museu? — O bom-humor da filha de marte ainda podia me trazer um sorriso no rosto, por mais amedrontado que eu já estivesse.

— Provavelmente os dois.

Mesmo que tudo ali apontasse confusão, digamos que pernear a casa em busca de satisfazer a curiosidade, na verdade, não tinha sido uma má ideia. Nossas desventuras nos levaram a uma sala de estar mau-ajeitada que claramente mostrava que uma faxina não acontecia a anos.

Em seu interior um papel de parede com escrituras parecia um tanto familiar, mas o que me fez com certeza esboçar uma reação sequer amedrontada foi o aparentemente portal no meio do local.

— Você está vendo o mesmo que eu? — Mesmo que semideuses (filhos de deuses com mortais) aquilo parecia ainda surreal. Mas só do fato de estarmos num mundo mágico já tornava tudo ainda mais louco.

— Sim. Mas tem certeza que quer entrar ai? — Meu sexto sentindo apontava alguma coisa a respeito daquele aparentemente portal localizado no meio de uma casa estranha e coberta pela névoa. Sabia que a romana pouco se importaria com minha opinião e sim com só a sua, entrando de uma vez pelo portal.

Também sabia que Latisha precisaria de mim, por isso, segui indiferente. Ao terminarmos o túnel sem fim, encontramos o que parecia ser a mesma casa, mas com uma diferença.

O cheiro de lavanda e de uma grande refeição atraiu imediatamente meu estômago para cozinha, e aquilo, com certeza, seria inevitável.

— Eita Hyu, que fome! — Nenhuma novidade vindo de alguém tão esfomeada.

— Devo concordar... Mas será que é confiável? — Mesmo que faminto, escutar meu sexto sentido me ajudava a me separar desse mundo que só mentia sua magia para nós, semideuses. Seria tudo uma ilusão?

— É sim, olha só: Uma casa limpinha! — De fato eu percebi naquele momento que minha jovem amiga já estava alienada pelo local. O barulho da madeira nova derrapando com nossos sapatos direcionou nossas faces para o olhar de uma mulher jovial.

— Meus filhos, bem-vindos!

— Filhos? — Ficaria surpreso com a habilidade conectiva entre mim e a mulata, pelo menos o suficiente para pronunciar a mesma palavra juntos.

— Sim! Vocês encontraram esse mundo alternativo, por sorte eu estava aprisionada aqui e segundo a profecia, meus filhos viriam me salvar. Mas antes, vocês precisam aproveitar esse belo jantar! — Estava na cara a grande habilidade de manipulação da mulher, com certeza algo que me faria desconfiar de seu intelecto até o fim. Mas negar uma comida generosa nunca foi meu forte!

Sentamos e comemos com certo nível ilimitado de saciedade. Parecíamos grandes trituradores!

— Essa foi farta! — Sequer novidade? Novamente, acho que não.

— Vamos meus queridos, vou apresentar o quarto de vocês! — A voz da mulher se mantinha doce e angelical, sua pose mais ainda. Subindo as escadas, notávamos que até os mais pequenos detalhes eram perfeitos dentro daquele recinto.

— ''Intrigante" — Pensei. A cama que me deitei estava muito confortável e fofinha, fazendo-me afundar nos grandes travesseiros brancos de tão maciços. Adormeci em questão de segundos.

(...) Sonho

널 위해서라면 난 슬퍼도 기쁜 척 할 수가 있었어
널 위해서라면 난 아파도 강한 척 할 수가 있었어
사랑이 사랑만으로 완벽하길
내 모든 약점들은 다 숨겨지길
이뤄지지 않는 꿈속에서 피울 수 없는 꽃을 키웠어
I'm so sick of this fake love, fake love, fake love
I'm so sorry but it's fake love, fake love, fake love

— Em meu pequeno sonho, um grupo k-idol cantarolava uma música para mim, enquanto podia ser aplaudido a dançando na frente deles. Mas tudo foi interrompido.

(...)


Ei, Hyu, Hyu!— Raramente ficava infeliz ao ouvir a voz da filha de marte, contudo, daquela vez pude me decepcionar pela primeira vez.

— O que foi? — Clamei, bocejando.

— Eu acho que essa velha tá tentando nos enganar, Hyuk. Ela tá boazinha demais e acho que tem coisa aí! — finalmente o sentido da garota havia sido apurado em relação a mulher.

— Eu te falei, garota. É melhor vermos o que ela está planejando. — Antes que continuássemos nossa prosa, ouvimos alguns barulhos originados da cozinha. Para melhorar, a noite aparentemente do nada se tornou dia. Ela estava manipulando tudo e nossa teoria tinha sido confirmada.


— Viu? Ela está controlando tudo! É melhor que joguemos na cara dela a verdade, vamos brincar para sairmos daqui!

— Acho justo, bora! — Assenti, para que partíssemos para a cozinha. Enfrentando nossa falsa mãe com um olhar debochado no rosto, Latisha se colocou a falar algo que ninguém ali queria deixar evidenciado.

— Sabemos do seu joguinho, queridinha. — A romana tinha um enorme aspecto de sinceridade e confronto e eu admirava aquilo.

— Olha, perdoe minha amiga. Sabemos simplesmente que você pode estar nos manipulando. — Abordei, com calma e percepção.

— Pois bem, haha. — A mulher se tornou uma figura amedrontadora, uma criatura.

— Olha, podemos jogar? Se ganharmos, sairemos daqui. Se perdemos, você costurará os olhos na gente! — Algo perigoso, com certeza.

— Ok. Tenho uma condição a vocês e ela é bem simples. Fiquem comigo e costurem botões em seus olhos, por favor. Não vai doer, prometo! — Claramente uma proposta absurda.

— Nunca! — Exclamamos.

— Já que deseja, eu aceito. Então... Vocês terão um tempo limitado que será definido pela lua para recuperarem três objetos, se não serão obrigados a ficarem aqui comigo. Eles estão localizado em três principais atrações, meus amores. A primeira, a floresta. A segunda, o porão. A terceira, a sala de brinquedos localizada dentro da casa.

— E mais uma coisa, para que não fique injusto. Precisa nos dar uma dica de cada situação, para que tenhamos uma certa vantagem pois sabemos que não irá facilitar. — Del-Martín estava focada em combater aquela bruxa velha.

— Pois bem, senhorita. A floresta é simples, precisam achar apenas uma adaga de ouro no meio da mesma, mas detalhe: É cercada por árvores sussurrantes.

Elas lhe dirão e lhe mostraram coisas e cobiças que você terá ou tem, se aceitar qualquer uma delas viverá numa vida plena e feliz mas nunca poderá sair dela! A segunda é o porão, lá existe uma criatura chamada grandenhair que come as pessoas vivas, mas ela odeia luz.

Com isso, antes de entrar você terá uma lanterna e sempre quando ouvir uma música pare e escute, se estiver muito perto vire e acenda luz antes que seja tarde, mas cuidado, se acender a luz mas ela estiver longe e no alcance dela, ela correrá e lhe matará automaticamente pelo susto que levou.

No segundo desafio você vai precisar me trazer uma chave de ouro. O terceiro é a sala de brinquedos e é semelhante ao segundo. Na sala, você precisará rebobinar uma caixinha de música frequentemente para que não deixe sua música acabar.

Se acabar, o espirito que guarda os brinquedos te possuirá e pegara seu corpo para ele.  Lá, você precisará pegar um ursinho de pelúcia dourado. Me traga esses três objetos antes do tempo e vocês poderão sair!

— Ela poderia sumir e não voltar nunca mais! — Falei, após ver ela desaparecer.

— Concordo, haha! — Estaria disposto a fazer uma piadinha sem graça para ver o sorriso dela mais uma vez.

— É melhor que a gente se separe, Hyuk! Eu pego o primeiro desafio, você pega o segundo e eu o terceiro! — Era justo, pois eu era o mais medroso da dupla e a prole da guerra tinha conhecimento disso. Mas em contrapartida, eu havia pegado o mais amedrontador.

No momento em que nos separamos, eu me dirigi ao porão para encontrar um dos maiores pesadelos da minha vida!

(...) Desafio II: Grandenhair

Minhas pernas claras e trêmulas mais pareciam bamboo do que sequer feitas de carne e osso. Me aproximei do porão, pegando uma lanterna deixada a beira da porta que seguiria escada baixo.

— Será que devo mesmo ir? — A partir dali meus pensamentos não seriam os mesmos. Mesmo fraquejando, me permiti continuar. — "Você consegue!" — Acreditar em mim mesmo naquele ponto era importante.

Antes de abrir a porta, encontrei numa toca de rato um papel semiaberto que estava (em manuscrito) uma palavra ou nome: Betty. Guardei-o e prossegui, abrindo a porta.

A escuridão do porão me deu de presente uma música de fundo que me havia sido alertado pela falsa mãe de ser a criatura. Só poderia ligá-la caso estiver muito perto de mim a tão aclamada melodia, caso contrário, morrerei.

Minhas mãos tremiam de forma constante, minha face estava oleosa de tanto suor. Meu coração estava acelerado e sentia como se ele quisesse fugir do meu peito para bem longe dali. Eu mal conseguia me movimentar e sentia a melodia mais perto.

O grito veio e a luz se chocou contra a pior criatura da minha vida, grandenhair. Ela gritou com a luz em seu rosto, agonizando de dor como se aquela força superior a queimasse. Seus cabelos brancos encaracolados me lembrou uma figura: a do papel.

— Betty? — Falar o nome fez com que a criatura horrenda virasse uma inocente alma de uma pequena criança.

— O que está acontecendo aqui? — Questionei. Naquele momento, onde vi que o perigo se dissipou, usei toda a minha capacidade de inteligência que restou do meu sangue semidivino com minha mãe, Athena.

— Você estava aprisionada, não? Isso quer dizer que todos os monstros aqui são crianças?

— Exatamente, moço. Nós fomos aprisionados aqui pela bela dama. Ainda temos que resgatar o Mark, meu irmão. Venha, rápido! — Ela me guiou pela casa até um sala de brinquedos, onde num ato instintivo (ao abrir a porta) acendi a luz da lanterna.

A criatura negra por poucos momentos quase atacou Latisha, minha amiga.

— Hyuk! — Um encontro de amigos foi bem recebido com um abraço caloroso de poucos segundos e eu estava adorando reencontrar minha amiga saudável e sem sequer nenhum ferimento.

— Também senti saudade, Lat. — Sorri.


— Espera ai... — Ela pausou, antes de dizer: — Mark?

A criatura negra, semelhante a Betty, transformou-se em um menino.

— Obrigado senhorita, por nos libertar. Meu nome é Mark, sou uma das três crianças aprisionadas.

— O que aconteceu, Mark? — Insisti, determinado.

— Ela nos ofereceu uma vida de luxo, riqueza. Nos deu de tudo, uma vida farta! Mas não caia nessa, moça. Ela não é quem diz que é! Nós, iludidos com a vida perfeita, queríamos viver mas sem os botões e por isso, ela nos enfeitiçou nos transformando em criaturas. Quando somos transformados, perdemos a nossa alma e ela se torna um objeto dourado, que está na mão de vocês. Ela nunca conseguiu pegar e se ter eles em suas mãos vai fazer com que possa nos controlar e nos devorar. Ela nunca deixará vocês saírem e sabe disso, por isso, vou lhes dizer que a única saída é por onde entraram. E também, não há como sairmos daqui se tocarmos sozinhos em nossas almas já que precisamos que alguém nos entregue.

No mesmo instante Betty, que estava do lado de fora, entrou. Abraçar Mark, seu irmão, foi uma das coisas mais lindas que havíamos visto daquele local de horror.

— Quem é essa? — Demandou Latisha.

— Eu também libertei ela, Latisha. Pequenos ratos me deixaram um papel com um nome, similar a esse seu. Antes que ela pudesse me atacar, falei seu nome e simplesmente se tornou uma garotinha, Betty. — Contar aquela história era um orgulho para mim.

— Mas e as árvores sussurrantes?  — Questionou a morena.

— Elas são só almas já devoradas, moça. A adaga é apenas uma das almas, é apenas enganação! — Betty dizia. Entregamos as almas deles para os mesmos, assim os libertando com orgulho daquele inferno.

— Vamos acabar com isso, Hyuk. — O veredito tinha sido dado. Era o final de uma era?

Chegando no salão principal da casa, subindo as escadas, vimos a falsa mãe sentada esperando os objetos.

— Trouxeram? — Indagou.

— Sabemos do seus truques. Das almas, de Mark e Betty e das árvores. Libertamos eles! — A romana sabia causar impacto, com certeza.

— O QUE? — A face de incômodo da falsa mãe moldou uma criatura gigante e a sala acabou por se transformar numa teia. Precisávamos atravessar a porta antes que fosse tarde demais. Estávamos subindo em cordas que eram pegajosas e grudavam nos deixando em desvantagem.

Latisha foi rápida, eu, por outro lado, nem tanto. Exercendo uma força sobre minha perna, a bela dama insistia em me querer de todas as formas. Mas a semideusa, contudo, não me deixaria na mão.

— Venha, Hyuk! — Sua força foi tamanha para me puxar para dentro do portal, encerrando o mundo real daquele mundo perfeito mas "imperfeito". Tudo havia terminado?

— Finalmente, acabou. — A moça recitou, enquanto minha reação foi só chorar de medo. Ela me abraçou, consolando-me.

— Tudo vai ficar bem, Hyuk. Temos um ao outro, e sempre estaremos unidos! Nada vai nos impedir e nossa amizade vai ganhar, relaxe. Eu estou aqui para o que der, e vier.


hab:


Nível 4
Nome do poder: Conhecimento de Monstros
Descrição:  Duas vezes por evento o filho de Athena pode solicitar ao narrador que indique algo sobre o monstro que possa ajudar na batalha. As dicas dependem do narrador.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de descobrir um ponto fraco.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Furtividade I
Descrição: Assim como as corujas, o campista consegue se deslocar pelos lugares sem ser notado com facilidade. Nesse nível, saberá localizar locais onde oferece maior proteção ou fazem menos barulhos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 10% de chance não ser notado
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Estratégia I
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Agilidade I
Descrição: Os filhos de Athena/Minerva podem não ser tão fortes quanto os de Ares/Marte, mas possuem um controle corporal ainda mais aprimorado. A agilidade da prole da deusa é apurada, permitindo movimentos cada vez mais elaborados e complexos.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nível 16
Nome do poder: Furtividade II
Descrição: Assim como as corujas, o campista consegue se deslocar pelos lugares sem ser notado com facilidade. Desenvolvendo mais a habilidade, o filho de Athena ao ser furtivo consegue silenciar mais os movimentos do seu corpo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 20% de chance não ser notado
Dano: Nenhum





Kindly Unspoken
Gwendolyn K. Edwards
Gwendolyn K. Edwards
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Idade : 17
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Hefesto em Seg Maio 13, 2019 9:15 pm


Latisha Del-Martín e Hyuk-bae Choi


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
Máximo de XP da missão: 4.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas –50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc –20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência –30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 4.500 XP e Dracmas + 4 Fragmentos

Leiam com atenção:
Senhores, vocês foram muito bem na execução de sua missão. Ainda mais dividindo tarefas para obter êxito em vencer o desafio. Hyuk, você pode prosseguir com seu objetivo de virar líder do chalé de Athena, porém ou terá que fazer na OP especial do evento ou terá que pedir uma missão fora do evento para tal.

É nóis que tah!

Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Latisha Del-Martín em Dom Maio 26, 2019 11:09 am

Por favor considerar que as próximas missões serão feitas individualmente, por Latisha Del-Martín.


Everdream
Eu quero ver o que as lentes vão mostrar Eu quero ver o pôr do sol em Okinawa Escalar o monte Fuji só pra degustar as luzes acesas Quero ver seus olhos a se esticar
Latisha Del-Martín
Latisha Del-Martín
V Coorte
V Coorte

Idade : 20
Localização : Acampamento Júpiter.

Voltar ao Topo Ir em baixo

[Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín. Empty Re: [Rps] Hyuk Bae-Choi, Latisha Del-Martín.

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum