The Blood of Olympus
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Enfermaria das Fadas

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Enfermaria das Fadas Empty Enfermaria das Fadas

Mensagem por Athena em Ter Maio 07, 2019 4:29 pm















Enfermaria das Fadas
É um local mágico que aparece esporadicamente no meio da floresta sempre que o semideus estiver machucado/ferido e precisar se curar. Ele poderá pedir ajuda das fadas curandeiras para aplicar poções em seus machucados, ou pedir ajuda de outro semideus para usar os instrumentos da tenda mágica que aparece sempre que necessário.

Curandeiros, filhos de Apolo e estudantes de medicina que fizerem postagem curando outros personagens ganham até 3.000 XP e Dracmas + 5 Fragmentos.


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Mensagem por Rodrik Andrews Lefford em Sex Maio 17, 2019 8:19 pm




Um semideus nos contos de fada!
Enfermaria das Fadas!


Infelizmente eu não sentia tão bem após a fuga do castelo do rei. Entendam, eu sou um semideus ligado a magia, não ao físico. Percorrer longas distancia não me fazia bem. Eu costumava sempre me cansar antes dos outros.

— Eu não aguento mais isso! – Exclamei para Frida. A gata que normalmente era alegre e aventureira, parecia um pouco desgastada. Pisava no solo como se estivesse pisando em brasas, sem vontade, arrastando aquele enorme corpanzil obeso. — Temos que achar água. – Completei.

Água não era a única coisa que me incomodava. A cada do buraco aberto pelo coelho havia me feito mais mal do que eu queria admitir. Eu não tinha enfrentado nenhuma aventura que necessitasse utilizar o meu cajado, mas ainda assim sabia que doeria. Meus músculos estavam rígidos, doíam absurdamente. E levemente eu mancava por razões da corrida exagerada nas olimpíadas dos gigantes.

— Chega, vamos parar para descansar. – Falei. Apoiei-me em um galho e vergonhosamente ele se partiu. Não havia nada do outro lado para me apoiar, por conclusão comecei a descer enormes encostas, levando pedra, folha e outros galhos pequenos que se encontravam no meu caminho. Frida, a gata invejavelmente conseguia utilizar de sua agilidade para simplesmente descer a encosta se apoiando no terreno íngreme.

Cheguei ao fundo do barranco e bati forte com a cabeça em uma pedra. Senti minha visão se escurecer. Vi Frida pular sobre mim e me dá um tapa sujo na cara. Ela iria se ver comigo depois. Abusada! Lentamente percebi que não havia sido uma batida qualquer, um líquido quente escapava da minha testa. Passei levemente as mãos e vi a substância viscosa e cheirando a ferrugem

— Eu juro que ouvi um barulho por aqui. – Ouvi uma voz deixando algumas folhas. — Olha, um humano.

Minha visão deveria estar muito debilitada, pois eu via duas moças jovens vestindo trajes sensíveis. Elas tinham duas orelhas pontudas, um rosto ossudo demais para serem normais e asas cintilantes nas costas. Fadas!

— Ele se machucou. Temos que ajuda-lo. – Uma das fadas fez menção de se aproximar, entretanto, Frida se colocou entre elas e eu. Retirou as garras e chiou para elas. — Um felino. Que lindo! Qual o seu nome, nobre criatura?

Houve um silêncio constrangedor. Eu com dores fortes, Frida ainda ameaçadora e as fadas esperando a minha gata falar alguma coisa. Acorda, ela não fala! E elas demoraram bastante tempo para distinguir aquilo.

— Ou não gosta da gente ou não pertence a floresta encantada. – Deduziu a segunda ainda que muito tarde. — O que pode significar que ele veio como os outros. Não vamos machuca-lo, gatinha. – Frida odiava ser chamada de gatinha, mas eu não tinha como avisar. Mal conseguia me manter consciente, ainda mais prevenir alguém. — Vamos cuidar dessa criatura estranha com você senão ele pode morrer. Olha como bateu forte na pedra.

Elas ficaram me observando até Frida abaixar a guarda. Chiou uma última vez para mostrar quem mandava ali e se afastou com o orgulho ferido. Tentei me segurar em alguma coisa quando meu corpo flutuou do chão. Ele foi guiado rumo à frente. Uma aura clara me rodeava, eu reconhecia aquilo como magia.

Ouvi novas vozes e então pessoas começaram a surgir no meu campo de visão. Claro, poderia ser alucinações. Havia macas espalhadas pela floresta e quando adentrei a uma pequena cabana improvisada, senti o cheiro de ervas sendo cozidas. Então era uma enfermaria e não um local cientifico para me abrir e estudar. Relaxei um pouco o corpo.

— Ele tem magia no corpo. – Falou uma das fadas.

— É mesmo! Que criatura mais estranha! – Falou uma segunda.

— Pegue a essência de gotas de orvalho. Dê três gotas para ele. Em seguida espalhe no seu corpo uma poção de reativação mágica. E termine inserindo um pouco de cura de aura. Isso será o necessário para fechar os machucados e reanimar o poder estranho dele. – A primeira fada logo se afastou voando. — E um pouco de pólen sempre ajuda, uma pitadinha, a última vez você exagerou e deixou aquele caçador louco por semanas.

Ok, a fada número dois tinha permissão para me drogar.

Meus lábios foram abertos para adentrar o líquido que eu acreditava serem gotas de orvalho. Mas, não era aquele o sabor. Pareciam gotas de suor de alguém preso em um metrô lotado por horas. Fiz cara de repulsa, mas o líquido desceu mesmo assim. E para ali não tinha três gotas, parecia um balde entre os meus lábios. Ou seria apenas a sensação?  

Senti as roupas do meu corpo sendo despidas e fiquei incrivelmente envergonhado. Principalmente por ter certeza que a fada me olhava com curiosidade. Eu esperava que aquilo fosse supridos só nos meus mamilos, não precisava descer nem mais um centímetro abaixo.

O pano molhando lambuzou o meu corpo, meu rosto e meu cabelo. Tinha um cheiro estranho, mas não fedia. A sensação dos seus dedos me fizeram dormir. Acordei sentindo com uma voz gritando no meu subconsciente. Baal, o demônio que dormia dentro de mim implorava pelo fim da tortura. Abri os olhos e vi a fada murmurando encantos, fazendo literalmente a minha magia dançar para fora dos meus poros.

Eu me sentia muito melhor.

— A sua magia está uma bagunça. – Falou ela. — Tem alguma coisa interferindo nela. Algo negro e parecido com uma criatura trevosa. Você é um lobisomem?

— Ah, não. Não sou um lobisomem, mas conheço alguns seguidores de Lycan. – Respondi percebendo que minha voz parecia ter voltado ao normal.

— Ah, então você simplesmente não sabe lançar os seus feitiços. – Ela prosseguiu. — O seu corpo está involuntariamente querendo sugar toda a minha magia. Se eu não tiver cuidado, posso acabar desgastada.

— Me chamo Rodrik! – Falei tentando mudar de assunto. Como explicar a presença do meu segundo subconsciente preso dentro de mim?  

— Ailee. – Respondeu a fada. — A sua gata está sendo cuidada. Engraçado, ela tem a magia dos animais da floresta mais não fala. Será que ela não gostou de mim?

Porque todo mundo achava que Frida falava? Era chato aquilo. O seu máximo era um miado enjoado.

— Com o tempo ela aprende a gostar. – Respondi mexendo os dedos e vendo que a dor havia ido embora. — Onde estou?

— Floresta encantada. Montamos um acampamento para receber os feridos da guerra. – Ela respondeu. — Você está indo muito bem. Seu corpo está quase sarado completamente. Agora você só precisa dormir. Minha chefe quer conversar com vocês depois.

— Mas, não estou com sono. – Respondi. Fui surpreendido por um pó lilás fluindo dos dedos de Aillee para mim, soltei dois espirros e adormeci em seguida.    

Explicações:
Post referente a cura do meu HP e MP. Não citei o final porque a continuação será de Rodrik aprendendo uma habilidade com as fadas. No mais, acho que narrei todo o processo.
Utilizei minha mascote:
Frida [Worgen | Fêmea | Filhote]

Nome da Criatura: Worgen [Frida]
Descrição: Os Worgens são uma raça amaldiçoada composta de pessoas de Guilnéas que foram afligidas por uma antiga maldição druídica, fazendo-lhes se transformar em uma mistura mortal de homem e animal. Ao juntar-se a Terra, local onde a magia é limitada, tornar-se humanoide é praticamente impossível. Frida é uma gata da raça Chausie, imagem que adotou após colidir com o planeta, e como tal adquiriu as habilidades felinas. Chausie é uma das maiores raças de gato, portanto Frida é de tamanho grande. Seu corpo é longo, alto e esbelto, do tipo atlético, claramente construído para correr e saltar. Os músculos são fortes e firmes. A cabeça é em formato de cunha modificada, com maças do rosto altas e angulares. As orelhas são largas, retas e preferencialmente apresentam tufos de pelo, são inseridas próximas e no alto da cabeça. Os olhos são medianos, ovais, levemente redondos na parte inferior e achatados na parte superior, a sua cor é uma mistura de amarelo ouro e cinza. Frida é estéril por não habitar o seu corpo original. A sua parte humanoíde é desperta na idade jovial. Mesmo tendo a aparência de um gato, ela possui magia druida dentro de sim e é graças a essa magia que ocorre a sua transformação para mulher-fera.
       


Vestindo: Uniforme do acampamento Acompanhado: Muitos Campistas, irene, irene, irene, iren,irene Aonde: Arena de Espadas Nota: Sofrendo com a brutalidade. Música: Aqui


Piloto Automático
O universo é uma harmonia de contrários. As palavras são os suspiros da alma. O ser capaz mora perto da necessidade. Uma vida não questionada não merece ser vivida.
Rodrik Andrews Lefford
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Líder dos Eruditos
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Mensagem por Athena em Sab Maio 18, 2019 1:17 pm


Rodrik Andrews Lefford


HP e MP recuperados

Frida recebe 50 XP e 1 Nível de lealdade.



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Mensagem por Simon M. Stilinski em Sab Maio 18, 2019 4:13 pm

I FIND MYSELF.
Atenção: Devido à falta de avaliação dos eventos anteriores no momento de criação deste texto, esse texto está livre de referencias e sem citação da arma criada em minha op, pelo bom desenvolvimento do personagem.

Meu corpo estava cansado de eventos anteriores, mas nenhum machucado era aparente. A floresta encantada era um lugar desconhecido e qualquer coisa podia aparecer e me matar, eu nem saberia o que fazer, eu não conseguiria fazer. Levando Taylor em meus braço, escutando-a cantar “Enchanted” eu me aventurei floresta a dentro, talvez alguma planta me dissesse o que eu poderia fazer para me recuperar, ou talvez eu até mesmo achasse meu caminho para casa.

Passando por árvores das mais diferenciadas, consegui me afastar da parte escura da floresta, indo para uma área em que o sol penetrava melhor por entre as árvores e diversos passarinhos cantavam, e junto com eles eu pude ouvir duas outras vozes, ambas femininas e em perfeita sintonia. Eu conseguia sentir a magia de suas vozes e uma onda de alivio e animo tomava conta de mim, ao mesmo tempo que me tirava do estado de alerta, quase me hipnotizando e levando-me a elas.

Em um campo florido, cercado por árvores, duas mulheres estavam colhendo um buque, enquanto os pássaros e outros animais ficavam as assistindo cantar. Nem mesmo as plantas ou Taylor cantavam naquele momento. Uma das mulheres estava em um vestido rosa e tinha longos cabelos loiros, com uma pequena coroa triangular dourada em sua cabeça, enquanto a outra usava um vestido rodado amarelo com azul e apenas uma faixa vermelha prendia seus cabelos negros.

— Quem é você garoto? — Perguntou a de cabelos loiros, que parou de cantar assim que me viu.

— Olha, ele carrega consigo um bebê, não deve ser de todo mal. — Se referiu a Taylor que se escondia em meus braços.

— Meu nome é Simon. Eu estou perdido. — Respondi. E assim que falei, Taylor as olhou, se revelando uma boneca.

— Ah! Magia Negra! — Disse a de vestido amarelo, e imediatamente todos os animais ali em frente tomara posição de ataque.

— Não! Nada disso, eu não deveria estar nessa floresta, nem mesmo sei o que é esse lugar. — Disse apressado, tentando evitar uma morte. Mas Taylor pulou de meu colo, o que certamente seria a pior coisa a se fazer agora, por revelar sua pequena espada.

— Long live that look on your face and bring on all the pretenders, i’m not afraid. (Vida longa a esse olhar em seu rosto, e tragam todos os impostores, eu não tenho medo.) — Taylor levantou sua espada, como se falasse que me protegeria, mesmo que para isso precisasse se sacrificar.

— One day... (Um dia... ) — A de coroa dourada continuou, como se soubesse a letra da música.

— ...we will be remembered. (Nós seremos lembrados.) — A outra completou. — Tudo bem meus amores, vocês podem nos deixar a sós. — Ela acenou para os animais que se espalhavam pela floresta.

— O que? — Não sabia se eu estava mais confuso pela reação delas pela música, ou o controle da morena sobre os animais. — Me desculpem, eu queria saber se há algum lugar aqui onde eu possa recuperar minhas forças, não queria assustar. — Falei apressado. — Há muitos Trolls nessa floresta e eu já não tenho forças para luta.

— Tenho sim. Eu sou a princesa Aurora. — Disse a loira. — Você pode vir conosco até a aldeia das fadas e descansar lá, preciso falar com minhas fadas madrinhas mesmo.

— E meu nome é Branca de Neve. — Ela disse, enquanto tirava uma aljava e um arco do meio das flores. — Uma dama precisa saber se defender. — Falou ao ver meu rosto de surpresa.

[...]

Nós caminhamos pela floresta, enquanto as três cantavam em coro “Love Story” e vez ou outra falávamos sobre o que estava acontecendo na floresta e como a chegada do garoto do meu mundo estava mudando a floresta. Chegamos a uma parte diferente da floresta, e imediatamente pude sentir o cheiro das árvores de canela, luzes por todos os lados, mas diferente dos vagalumes, esses pareciam polinizar o ar, com um pó dourado, ou pelo menos era o que eu pensava até uma dessas luzes parar para falar conosco.

— Oi, Aurora! — Disse uma voz infantil para a princesa. O garoto tinha uma luz amarela o envolvendo, usava uma tanga verde, sem camisa e tinha cabelos curtos e castanhos.

— Boa tarde, Andrew. — Disse Aurora. — Você poderia nos levar ao reino das fadas? — Perguntou.

— Agora mesmo! — Ele girou em volta de nós, jogando o pó amarelado que tirava de uma bolsinha em suas costas.

O pó gelado caiu em nossa pele, que foi rapidamente absorvida e convertida em uma luz que cobria todo nosso corpo e itens, e ao completar isso, nos encolhia em um piscar de olhos e nos transportava para um local totalmente diferente do que estávamos antes, onde as fadas eram do nosso tamanho, mas as tulipas eram grandes e usadas de casa. As fadas andavam de um lado para o outro e trabalhavam com várias coisas, assim como uma cidade normal, o que me deixava um pouco frustrado, pois deveria ser um lugar incrível, onde as pessoas usavam magia para tudo.

— Andrew, se importa de levar Simon até a enfermaria? Ele precisa se recuperar. — Disse Branca de neve.

— Farei isso! — Afirmou, entendendo o recado de que era para tomar cuidado comigo, assim como eu também havia entendido.

As palavras que a princesa havia dito, me afetou de maneira negativa, mesmo sabendo que era uma medida de segurança compreensível, mas me fez permanecer calado durante todo o percurso, até pararmos de frente para uma grande tulipa roxa e branca, onde várias fadas entravam e saiam. Andrew abriu caminho por uma das pétalas, nos deixando em uma sala vazia, onde apenas o teto era aberto e um fada, que já devia ter muitos anos de vida, estava nos esperando em pé no local.

— Boa tarde. — Os olhos da fada se esbugalharam, como se analisasse meu corpo.

— Boa tarde, eu pre- — Antes que eu pudesse completar, a fada me interrompeu.

— Cansaço, entendo, não deve ter sido fácil chegar até aqui... — Ela disse. — Mas eu posso resolver isso para você.

Andrew saiu do local, me deixando sozinha com a curandeira, ela se aproximou de mim, parando a minha frente e posicionando sua mão em minha barriga e testa. A senhora fechou os olhos e suas mãos criaram um brilho esverdeado, me dando uma sensação calorosa por todo o corpo, até que eu pudesse sentir a energia invadir meu corpo, e mesmo sem a necessidade de dormir, eu sentia que eu havia recuperado minhas forças para lutar novamente.



Enfermaria das Fadas Hp210HP: 170/170 Enfermaria das Fadas XQKY0MP: 001/170


Considerações:

- Tudo tentativa.
- Taylor está em meus braços e ela fala cantando.
- Faca na mochila.
- Frases em inglês são frases cantadas, para combinar com a personalidade de Taylor.
- Minha intenção é recuperar minha MP.



Recompensas E Missão:





Habilidades:


[/color]


Bolsa:

Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Marionete Cantor [Boneco de madeira entalhado e personalizado para reproduzir e se parecer com cantores de festivais – temos todos os modelos, mas em tamanho único – e o melhor de tudo, o boneco vêm com a personalidade de seu ídolo! Como se tudo isso não bastasse para torna-lo realmente incrível, o boneco ainda vem com uma mini espada de bronze celestial (que você não pode retirar de sua mão ou ele para de funcionar, tenha cuidado), e servem para atacar seus inimigos toda vez que ordenado, pois criam certa ligação com seu dono. Os golpes dessa marionete podem retirar até 5 HP de seus inimigos cada vez que conseguirem atacar o inimigo. Ele não é muito rápido, nem muito esperto, mas é um ótimo companheiro, e muito divertido. | Efeito 1: ligação empática com o dono, boneco vivo. | Madeira, engrenagens e bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]


Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS




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Mensagem por Poseidon em Seg Maio 20, 2019 11:02 am


Simon M. Stilinski

MP recuperado.
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Mensagem por Eddie Quincy em Seg Maio 20, 2019 3:52 pm

DREAM
000
Corvus oculum corvi non eruit
O susto de Eddie foi relativamente considerável quando, em um instante, toda uma enfermaria surgiu ao seu redor. Ele mal conseguia se manter consciente e seu corpo não reagia aos próprios comandos. O estado deplorável em que tinha chegado fora decorrente do seu uso abusivo dos poderes semidivinos durante as missões do grande evento.

Sem poder reagir ao surgimento das fadas, o campista apenas piscou os olhos de maneira frenética conforme estas se aproximaram dele. A última coisa que visualizou foi uma delas voando em sua direção com uma tesoura que tinha o dobro de seu tamanho, e então enfim desmaiou. Aparentemente seu tempo de tratamento foi longo, porque quando acordou já não era mais noite e sim tarde.

Deitado na grama da floresta, o meio-sangue olhou ao seu redor e observou toda a enfermaria montada ali. O tamanho das estruturas e objetos eram normais, o que não combinava nem um pouco com o tamanho das fadas. Além disso, havia outras pessoas e até criaturas (como uma dríade) que eram tratadas ali também.

Quando Quincy tentou se levantar, notou que ainda estava muito fraco e, por isso, desistiu. Era estranho não ter com quem conversar, uma vez que as enfermeiras miúdas falavam baixo demais para ele ouvir. Assim sendo, aproveitou para esvaziar a mente e apenas focar no próprio descanso. A comida vinha de três em três horas, seguindo o que parecia ser um cronograma das responsáveis pelo acampamento improvisado.

Eddie nunca fora fã de comida japonesa, mas ele não recusou os bolinhos de arroz com peixe. Tampouco entendeu porque serviam aquele tipo de comida ali. O néctar dos deuses era servido em outros momentos. Os poucos ferimentos que tinha no corpo tinham sido remendados durante seu sono, de maneira que, quando acordado, ficou até o anoitecer naquela situação.

Quando a Lua finalmente surgiu no céu, o filho de Hermes foi capaz de se manter de pé. Não fosse seu metabolismo avançado, teria precisado de mais tempo. Na hora de ir, ele tentou agradecer as fadas, mas estas levantaram acampamento e foram embora num passe de mágica. Sozinho novamente, o rapaz nem se deu conta de quando os outros pacientes tinham partido.

"Talvez a gente se encontre de novo depois", pensou a respeito do agradecimento que ficou em falta, todavia se lembrou que um reencontro implicaria nele machucado ou até morto e torceu para que não.

Habilidades Passivas de Cura:
Nome do poder: Metabolismo Acelerado III
Descrição: Por serem tão rápidos, os filhos de Hermes têm um metabolismo extremamente acelerado que necessita de muita energia, no caso alimento, para se manter funcionando. Sendo assim, a recuperação do herói é muito mais rápida que a dos outros semideuses. Nesse nível, funciona para todos tipos de ferimentos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60 de HP e +60 de MP.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Cura vespertina III
Descrição: Durante a tarde, o que está associado às deusas que regem o grupo, o guardião consegue recuperar suas energias mais rápido. Não só isso, ele também se torna capaz de se curar através da luz do período. Entretanto este último fator só ocorre se estiverem em contato direto com o ar livre e luzes da tarde. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 80 de HP e MP.
Dano: Nenhum
naxz @epifania


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Mensagem por Shin Dak Ho em Sab Maio 25, 2019 4:45 pm




man muss noch chaos in sich haben um einen tanzenden stern gebären zu können
heal me



Agora que eu consegui me livrar de ficar preso em Auradon cuidando do jardim da Fera por causa de uma pequena confusão — e estou falando isso sem pausas propositalmente, quero ser dramático e ninguém vai me segurar —, eu podia finalmente me preocupar com algo mais relevante: o corte no rosto que o Peter Pan fez o favor de causar. Eu não tinha dado muita atenção antes porque na hora do aperto eu acabei não sentindo demais, mas agora que praticamente rolei na areia tava começando a arder. Dei uma limpada num laguinho próximo mas ainda assim estava incômodo. Uma pena nenhum dos meus parentes divinos ter poder de cura direto, né? Ou se tem pelo menos eu não sei.

O lance é que minha procura pelo Coelho Branco continuou apesar de tudo. Eu lavei uma folha de árvore com cuidado e a pousei em cima do corte como se fosse um curativo improvisado. Quer dizer, eu nem sei se isso é algo recomendado, não sou nenhum médico, mas me pareceu melhor cobrir com alguma coisa. De qualquer maneira, quando sentei encostado em uma árvore para descansar um pouco as folhas à minha frente começaram a rodopiar. Me afastei um pouco, porque não sabia do que se tratava, e então por entre as folhas surgiram várias coisas. Era como um quarto de hospital mais rústico. Nesse momento comecei a me levantar sem desviar o olhar daquela cena.

— Enfermaria das Fadas ao seu dispor. — uma fadinha que soltava um brilho rosa foi quem se pronunciou, e ao mesmo se aproximou do meu rosto tirando a folha de cima — Quer ajuda com seu ferimento?

— Poxa, eu quero sim.
— a essa altura eu só podia pensar que isso era obra do meu digníssimo pai, né, mandando ajuda quando o filhão tava precisando, então me aproximei da maca de madeira e me sentei — Também posso descansar um pouco?

— Claro, pode deitar enquanto cuidamos do seu rosto. Se quiser tirar um cochilo não tem problemas também.


E isso era tudo o que eu precisava ouvir. Eu estava evitando dormir desde que me perdi do Coelho porque não teria quem me vigiasse. Como a Floresta Encantada era uma caixinha de surpresas eu não poderia arriscar. Agora que estava sob a custódia das fadas eu tinha segurança o suficiente para enfim ter meu merecido descanso. Depois daquele voo prolongado eu estava mesmo precisando repor as energias.

finalidade:
Gastei algum MP nas últimas duas missões (links aqui e aqui) e embora eu não tenha a gastado por completo eu estou me resguardando e postando aqui para resetar minha MP bem como o ferimento citado no roleplay, decorrente da missão no primeiro link.
habilidade que auxilia na recuperação:
Nível 15
Nome do poder: Cura por Sono II
Descrição: Desde que dormindo, filhos de Hipnos/Somnus são capazes de se recuperar de maneira mais rápida. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 40 de HP e MP.
Dano: Nenhum.




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Mensagem por Shin Dak Ho em Dom Maio 26, 2019 5:02 am




man muss noch chaos in sich haben um einen tanzenden stern gebären zu können
so tired



Estava começando a ficar recorrente eu precisar de longos momentos de descanso porque as missões estavam começando a ficar cada vez mais pesadas. Desta vez não chegamos a nos ferir porque improvisamos muito bem, mas no que diz respeito ao gasto de energia para utilizar minhas habilidades, cara, eu nunca me senti tão esgotado. Usei ao limite todo o meu poder ilusório e depois abusei da habilidade de abafar som para abrir nosso caminho por entre os guardas em segurança. Enquanto o restante do grupo estava recebendo seus elogios e aplausos pela missão ter sido concluída, eu resolvi continuar com meu conceito não intencional de lobo solitário e somente observar da tenda da enfermaria o movimento. Em dado momento me senti estranhamente sufocado por aquilo tudo e resolvi tirar um tempo para andar.

Não fui muito longe. Andei por poucos minutos quando encontrei uma pedra mais alta e me encostei nela para tomar um ar. A brisa da floresta parecia me acolher naquele momento, e eu me permiti relaxar de olhos fechados por aqueles instantes. Os dias tinham sido agitados, ter um momento para sentar e refletir parecia o ideal para mim. Eu andei bastante agitado até então, pela curiosidade de conhecer aquele mundo e os personagens fantásticos, mas no fundo eu me questionava se eu deveria mesmo me esforçar tanto. Concluí, pelo menos por agora, que eu deveria sim ficar forte. Eu não pretendia ficar no acampamento para sempre. Isso não estava nos meus planos. Eu precisava ganhar experiência, conhecer melhor minhas habilidades e aprimorar minha desenvoltura em combate. Assim, eu poderia voltar para casa e proteger minha família. Minha mãe teria seu merecido descanso das suas obrigações como semideusa e minha tia enfim poderia parar de se preocupar com as missões perigosas da irmã.

Eu estava começando a ficar emotivo quando folhas rodopiantes apareceram à minha frente. Àquela altura e não sendo a primeira vez eu já sabia do se tratava.

— Vocês são pontuais mesmo, viu.

— A gente tenta. Ah, você de novo. Se meteu em mais confusão?
— a fadinha parecia surpresa por ter precisado aparecer para me ajudar em um intervalo tão curto, mas fazer o que, eu realmente estava precisando de ajuda.

— Só um labirinto que tentou me matar, mas vou sobreviver. Consegue me ajudar com esses ferimentos? Eles não doem muito, mas ainda são um incômodo.

— Podemos sim, deita aí.


Enrolei alguns segundos antes de enfim me levantar do chão e caminhar até a maca que a fada me indicou. Não tenho muito o que falar depois disso. Ela passou algumas pomadas e limpou meus ferimentos dos chicotes de vinhas que o labirinto usou para me atacar e então cobriu cada um com um curativo, incluindo meu ferimento no rosto.

— Você parece cansado. Bebe isso aqui, vai melhorar rapidinho. — me estendeu um copinho com um líquido azul dentro, que eu primeiro cheirei e só depois bebi. O gosto era bem forte, o que me arrancou umas resmungadas e a fada começou a rir — Desse tamanho fazendo careta pra remédio?

— Não consegui controlar. Posso tirar um cochilo como da outra vez?

— Pode sim, é o tempo que os remédios fazem efeito e eu termino os curativos.


E assim eu fiz.

finalidade:
RP feito para me recuperar dos acontecimentos no mini evento, tanto o HP perdido na primeira parte quanto a MP gasta nas duas partes que participei até então. Como sempre, tudo segue uma ordem cronológica.
habilidade que auxilia na recuperação:
Nível 15
Nome do poder: Cura por Sono II
Descrição: Desde que dormindo, filhos de Hipnos/Somnus são capazes de se recuperar de maneira mais rápida. Só pode ser usada a cada 3 turnos;
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 40 de HP e MP.
Dano: Nenhum.




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Mensagem por Júpiter em Sex Maio 31, 2019 1:20 pm


Eddie Quincy


HP e MP recuperados




Shin Dak Ho


HP e MP recuperados




Que Zeus te perdoe, porque eu não vou!

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Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Sab Jun 08, 2019 8:34 pm

Reino da Fantasia
Mesmo que seja estranho e complicado, eu não trocaria essa história por nenhum conto de fadas.
Só descobri o verdadeiro risco da missão do labirinto depois que Francesca já tinha sumido de vista. A outra Blackwell tinha me garantido que voltaria em segurança e eu tinha confiado nela, até descobrir que muitos já tinham desaparecido dentro daquele lugar. Alice tinha me designado a enfermaria para ajudar os feridos que retornavam da missão e eu tratava dos ferimentos mais simples para ocupar a cabeça e evitar ficar louca. Francesca que não retornasse para ver!

Enquanto pensava nisso um novo paciente adentrou a enfermaria com cortes pelo rosto, as bochechas inchadas e alguns poucos hematomas na pele clara. Seu olhar aparentava cansaço, o que indicava que ele tinha abusado de seus poderes, mas não a ponto de desmaiar como a semideusa internada no fundo da enfermaria que agora recebia tratamento de Tessa Henz.

— Sente-se aqui, vou dar um jeito no seu rosto — Brinquei risonha antes de apontar uma das macas e abrir a maleta ao lado da cama, já separando os componentes que iria precisar.

Vesti as luvas descartáveis e peguei a lanterninha antes de me aproximar novamente e erguer seu queixo de leve, ajustando sua posição antes de erguer dois dedos e pedir a ele que acompanhasse o movimento. O intuito era analisar seus sentidos e ter certeza de que sua coordenação motora não tinha sido prejudicada, mas a princípio estava tudo bem. Ajeitei a lanterna na mão livre e abri um de seus olhos apontando a luz para dentro a fim de analisar suas pupilas, eu já tinha percebido que ele tinha gasto energia demais, mas queria comprovar assim mesmo.

Larguei a lanterna de lado assim que consegui a comprovação, então entreguei a ele uma das poções restauradoras e pedi para que bebesse enquanto separava o que precisava para iniciar o processo de cicatrização. Koda bebeu tudo rapidamente e me devolveu o frasco, dando-me chance de descartá-lo antes que eu voltasse a trabalhar em seu rosto. Espalhei uma das pomadas nos pequenos cortes antes de posicionar a mão em sua nuca e pressionar os dedos na região. Em seguida transferi minha energia para ele e levei-a por seus pontos de chakra da cabeça para guiá-la até os machucados em seu corpo, lentamente fechando as feridas e apagando os hematomas.

Ao terminar sorri em sua direção enquanto analisava meu trabalho, seu rosto estava novinho em folha e a cor tinha retornado as suas bochechas. — Olha só, para sua sorte nenhuma cicatriz vai enfeitar seu rosto bonito, descanse um pouco está bem? Esse mundo ainda vai precisar das suas energias então enquanto pode tente poupá-las — Brinquei divertida, piscando um olho em sua direção antes de me afastar para atender o próximo paciente.

Poder usado:

Nível 42
Nome do poder: Manipulação energética IV
Descrição: Além de perceber a energia vital, os curandeiros podem manipula-la e restaura-la. Conforme evoluiu em seu treinamento, também aprendeu a manipular a energia do corpo de forma a poder restaurar completamente ossos quebrados, infecções, parar hemorragias feias e curar doenças mais sérias, que outrora não conseguia.
Gasto de Mp: 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 50% de HP e MP por uso.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.
Itens:

• Lenitivo [Uma maleta mais que completa de primeiros socorros, com compartimentos secretos e comandos simples que auxiliam o curandeiro, o tornando rápido e eficaz. Basta pensar no que precisa e a maleta ajuda a encontrar magicamente, além disso, os itens dentro da maleta são infinitos, ou seja, nunca acabam. Apresenta-se com uma leveza e capacidade de transporte formidável, pois, sempre se amplia magicamente. Contém comprimidos para febre, gaze, curativos, xaropes para tosse, analgésicos gerais, bisturis pequenos para incisões, seringas e agulhas (descartáveis ou não), linha, pomada (cura 10% do HP e pode conter inflamações referentes a machucados). E mais! O kit também possui cremes para cicatrização (que impedem que cicatrizes de se formarem na pele, restaurando o corpo a sua forma original depois de dois turnos), algumas poções regeneradoras (para feridas diversas, recuperam 20% do HP) e por último, mas não menos importante: Também poções que que podem cortar efeitos de veneno e impedir morte instantânea (salvamento de última hora!), ataduras e talas e muito mais. Sendo que no caso de tais poções ou itens que impedem a morte instantânea de indivíduos, apenas poderá ser utilizado uma vez por evento, missão, mpv etc. | Efeito 1: Os itens ali dentro se repõem automaticamente, o que impede que o conteúdo dentro da maleta tenha fim. | Efeito 2: Transforma-se em bracelete com inscrições em grego antigo, que representam juramentos a respeito do que os curandeiros acreditam. | Material único | Espaço para uma gema | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]
C



Charlotte Aimée Blackwell
One of the happiest moments is when you find the courage to let go of what you can’t change.
Charlotte A. Blackwell
Charlotte A. Blackwell
Curandeiros de Asclépio
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