The Blood of Olympus
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Cachoeira

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Cachoeira

Mensagem por Vênus em Sex Nov 14, 2014 9:50 pm

Cachoeira

Suas águas são mágicas, tendo em si o poder de curar pequenos machucados, já que foi abençoada por Febo. A temperatura da cachoeira varia de pessoa para pessoa, se adequando aos seus sentimentos, e também tem um grande poder relaxante.Também é contado que uma criatura mágica, denominadas Náiades. Criaturinhas muito travessas que costumam aprontar com os campistas. Quando alguém vai sozinho para a cachoeira, corre grande risco de ser vítima das brincadeiras dessas criaturas. Ele está aprontando a qualquer hora.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Izzy Sawyer Blankenheim em Seg Nov 17, 2014 7:54 pm




Amizade Muda Tudo


A amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor.
Com o tempo, você analisa que abrir mão de algo muito importante, só se faz quando se tem um motivo maior que esse algo: seja um propósito, uma crença, um valor íntimo, uma obstinação qualquer que te oriente para essa escolha que já se sabia tão dolorosa. É um sacrifício voluntário por algo mais pleno, mais grandioso em Beleza. E, nestas análises, você descobre outras perdas que são positivas: perde-se também a ansiedade, a insegurança e a ilusão.
Percebi muitas coisas ao longo de minha jornada, para chegar onde estou na posição em que me encontro não foi nada fácil, é difícil encontrar-se quando o caminho é longo, a jornada é perigosa e o destino em nada lhe ajuda, por muito tempo após a derrota e a partida, o sacrifício e ter o sangue escorrendo em mãos por tentar defender alguém eu permaneci sozinha. Lutei batalhas, diversas delas que não eram minhas, permaneci isolada e me senti culpada por isso.

O lugar ao que me encontro agora jamais pensei existir, literalmente uma luz no fim do túnel, ainda assim permanecia sozinha, por não saber me comunicar, e o único ser que aqui conhecera desde minha chegada precoce, partira, e eu não sabia mais onde encontra-lo, a garrafa de vinho permanecia intacta no bidê ao lado da cama ainda, esperando o momento certo para ser aberta, nada mais importava, os treinos se tornaram rotina, e eu não tinha com quem contar.
A jornada era longa, o lago brilhava enquanto eu olhava as pedras ao fundo, querendo pular nele e esquecer de tudo que me acontecia, alguém jogou água em meu rosto me fazendo rosnar e olhar para o lado.
-Porque tão quieta? Não parece a Beatrice mais- Disse o ser com rosto de anjo e pele levemente azulada, seus olhos eram cristalinos como gelo.
-Me deixa em paz Teon, não quero falar com ninguém quero ficar sozinha- Respondi emburrada para a Ninfa travessa que a pouco tempo virara sua amiga quando ninguém mais ficava por perto, não que ela tivesse feito amigos ali.

-Vamos lá Trice, conte o que houve com você menina- Ela tentou de volta enquanto sentava-se na pedra ao meu lado, deixando tudo molhado e fazendo uma careta se formar em minha face.
-Não quero falar Teon – Rebateu de novo, a Ninfa lacrimejou os olhos- Ei! Isso é chantagem e sabe disso- Ela apontou o dedo em sua face onde agora formava-se um biquinho fofo de manhã, o que me fez revirar os olhos- Está bem, conto a você, não é nada demais, apenas não consigo me adaptar, permanecer aqui está me fazendo sentir o coração doer, não pertenço a lugar algum, me parece que nunca conseguirei me adaptar, e ainda assim isso aqui foi minha salvação, isso é normal?- Perguntei me virando pra ela.

-Trice, nunca virei amiga de nenhum campista daqui, a maioria gosta de me maltratar, mas você nunca fez isso e é filha de Marte, por isso faço brincadeiras com eles, sou travessa mas queria ter mais amigos, e você esta aqui comigo, então é um ser de espirito livre, não ligue para o resto- Ela disse sorrindo enquanto entregava a menina uma gota de orvalho congelado, parecia um pequeno cristal, era bonito.
-Obrigado Teon, você é a melhor amiga que alguém poderia arranjar por aqui- As duas se abraçaram rindo e passaram a tarde ali a observar a agua fluindo da cachoeira despencando abismo abaixo.

Pequenos passos evitam grandes decepções...
(c)


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Gostaria que você soubesse que existe dentro de si uma força capaz de mudar sua vida, basta que lute e aguarde um novo amanhecer.
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Re: Cachoeira

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Sab Maio 02, 2015 4:12 pm



Lar doce Lar

Becka apreciava o sol da manha contra seu rosto, a brisa fria que jogava seus cabelos para trás levemente a fazia sorrir, e até mesmo o farfalhar das folhas nas arvores trazia aquela sensação de paz a muito esquecida. Permanecera presa em um subsolo por muito tempo, era o preço a pagar por ser tão petulante, mas em nada se arrependia, muito pelo contrario, ela faria tudo novamente se preciso fosse, gostava da sensação de adrenalina contra seu corpo enquanto desafiava os limites de sua capacidade, a loucura a dominando por completo. Tachava os idiotas que a achavam completamente fora da casinha, pois acreditava que eles sequer sabiam o que era viver de verdade, viviam enfurnados em um refugio de fantasias seguros que não era real, ela não, a garota era completamente dona de si e suas vontades, fazia o que queria e quando queria e não se importava com a opinião alheia.

Sentou-se a beira da cachoeira observando as águas cristalinas que jorravam em cascatas caindo sobre pedregulhos e formando uma barreira natural, um paraíso em meio ao fim do mundo, poucos como aquele ainda restavam. Jogou uma pedrinha branca apenas para vê-la quicar sobre a água antes de fechar os olhos deitando sobre a pedra quente apenas para ver o sol-Quanto tempo- Murmurou em um suspiro apoiando a cabeça sobre as mãos e ficando em silencio pelo tempo seguinte, precisava disso, um momento de paz.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Layla Klasfox La'Fontaine em Qui Maio 07, 2015 5:08 pm

Preguiçosamente
"A verdadeira força reside em reconhecer as próprias fraquezas."

Layla não sabia exatamente o que a levou até aquelas bandas, o sol estava quente e a filha de Baco não via motivos para continuar no dormitório, nem tinha o menor ânimo para sequer cogitar treinar. Era um verdadeiro dia preguiçoso, desejava se jogar na relva, fechar os olhos e não pensar em nada complexo demais. A menina carregava uma garrafa de vinho tinto seco pela metade, sorvendo goles de tempos em tempos. Ouvia os comentários alheios sobre o quão brava era sua irmã gêmea e aquilo só fazia crescer sua curiosidade, por diversas vezes a confundiam com ela e sentia-se estranha por, provavelmente, vir a ser a última a conhece-la dentre todos daquele lugar. – Da próxima vez pego um “demisec”. – murmura para a garrafa que segurava balançando os cabelos numa tentativa de afastar os pensamentos. – Você não é dos melhores. – retruca antes de beber mais um gole, fitando a silhueta da cachoeira relativamente próxima dali.

A menina caminha até o local, parando bruscamente ao reconhecer a si mesma deitada sobre uma das pedras, parecendo pensativa. Não imaginava que se sentiria tão chocada, talvez por uma parte de si acreditar que todas aquelas pessoas as confundindo estivessem, de fato, exagerando. Mas a verdade é que Becka era mais do que parecida com Layla, eram absolutamente idênticas, coisa que por mais tolo que possa parecer, ela não esperava. “Qual é, Layla, você sabia que eram gêmeas, esperou tanto por isso, agora mexe esse traseiro e vai até lá falar com a sua irmã.” Ela pensava tentando vencer o estado de letargia, sentou-se na pedra ao lado assim que criou coragem para tal, e ficou em silêncio por um tempo. Não eram necessárias palavras por enquanto, talvez sua irmã também precisasse assimilar os fatos. – Você deve ser a famosa Becka. – disse com um sorriso no rosto, estendendo a mão. – Caramba, garota, decorei seu nome de tanto ouvir me chamarem por ele. – estendeu a garrafa de bebida, oferecendo a ela um gole, como filhas de Baco, esperava que compartilhassem ao menos o bom gosto por vinho.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Qua Maio 13, 2015 12:02 am



Lar doce Lar

Rebecka sentiu a aproximação da garota antes mesmo de ouvir sua voz, digamos que seus passos sobre a relva e a forma como a floresta se curvava a sua presença a denunciaram logo de cara, e quando a garota por fim abriu os olhos fitando o mar de vinho que eram os da menina presente ela notou a semelhança de que todos falavam, não algo comum que apenas se vê em filmes, não era semelhança, elas eram completamente idênticas- Sim e você seria minha copia- Voltou a fechar os olhos estralando o dedo com as mãos para que as folhas cobrissem seu rosto em um leque impedindo o sol de bater contra seu rosto- Deve ser estranho ser chamada pelo nome de outra pessoa- Resmungou olhando ela e abrindo um sorriso, mesmo a desconhecendo já sentia como se partisse dela desde o principio pela primeira vez sentindo-se completa de alguma forma, não esperavam mesmo que ela fosse revoltar-se com uma irmã não é mesmo? Se sim estavam enganados, Rebecka já planejava diversas travessuras que poderia aprontar com os outros obtendo alguém idêntico a si, ela não era de fato uma garota normal.

Abanou a mão em frente aos olhos bocejando de leve- Então copia, para que não continue a chamando assim que tal começar me dizendo seu nome?-Perguntou voltando a abrir os olhos e encarar a garota, possuía um brilho revigorando no ar, seu cheiro de uva emanando poder por toda floresta, seus cabelos loiros brilhando como nunca, e um sorriso triunfante de quem acabara de descobrir algo realmente bom permanecia intacto sobre seus lábios rosados.- Também se não quiser me dizer, te dou um apelido- Murmurou pensativa a olhando da cabeça aos pés- Você pode ser uvinha, você me lembra uvas, e tem cheiro de uva também, mais semelhante impossível- Murmurou soltando uma gargalhada estrondosa.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Layla Klasfox La'Fontaine em Qui Maio 14, 2015 3:20 pm

Preguiçosamente
"A verdadeira força reside em reconhecer as próprias fraquezas."

Layla fitava a irmã com uma expressão amena, seria possível que até as vozes fossem idênticas? A relva ao redor não estava indiferente à presença das filhas de Baco, e o aroma campestre parecia intenso ao redor delas, como se estivessem dentro de uma videira. – Não me importo que nos confundam, é a pessoa mais venerada deste lugar, ser confundida contigo é honroso. – diz bagunçando os cabelos sentindo como se a ligação entre elas fosse de longa data. E de fato era, apesar da falta de convívio.

Uma risada frouxa saltou dos lábios da jovem ao ouvir as palavras da irmã. Seu nome, não o havia dito ainda, talvez por conhecer tão bem o nome da menina deitada a seu lado, parecia desnecessário se apresentar. – O apelido não cai mal. – ergue os ombros. – E o cheiro é o meu hálito, ando bebendo vinho no lugar de água desde que... – deixa a frase morrer. – Não importa, me chamo Layla, e sinto que não vai tardar até saber tudo sobre sua cópia. – deito a seu lado, enfiando os dedos na terra, uma gavinha se enroscou em meu braço, como um bracelete verde adornado de folhas. – Estive esperando sua volta desde que cheguei, como foi a missão? – pergunta brincando com uma das folhas da gavinha, com cuidado para não cortar o dedo nas bordas.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Sab Maio 16, 2015 1:30 pm



Lar doce Lar

Um sorriso sarcástico preencheu o rosto da filha de Baco ao ouvir o pronunciamento da irmã gêmea, venerada? Ela? Era de se gargalhar mesmo- Acho que ouviu errado, sou conhecida como a garota fora da casinha- Um sorriso distinto agora deixava seus lábios curvados em um ângulo mais confortável- Meus feitos devem ser realmente algo grandioso, não que enfrentar um deus com loucura e taxa-lo de pirata deve ser considerado algo heroico- Murmurou pensativa ainda com os olhos fechados, mais plantas se curvando em sua direção formando um leque perfeito. O estranho ali era que de fato a jovem sentia-se completamente a vontade na presença da irmã que mal conhecia, era como se com ela nada lhe faltasse, parecia natural e até mesmo algo fora do comum, mas bom ao mesmo tempo e extremante confuso- Vinho é bom- Suspirou pensativa ao pensar naquilo- E não se incomode ao falar que só bebe isso, eu faço o mesmo- Uma gargalhada espontânea deixou seus lábios.

Layla era um nome bonito, contraditório com significado esplendoroso, bela como a noite, se encaixa bem para garotas como elas, não apenas isso, a origem também descendia de deuses, mas não do lado romano, pois bem não importa por hora-Rebecka, mas prefiro que me chamem de Becka- Anunciou se levantando e sentando sobre as rochas- Costumava pensar que se me apresentasse pelo nome todo então me roubariam minha identidade verdadeira, colocar um apelido seria mais fácil assim ninguém obteria o conhecimento de quem eu era ou o que podia ser, no entanto você me parece alguém digno de obter esse segredo-Olhou a garota com a gavinha enrolada em seu pulso- Não era bem uma missão- Dizia esta enquanto enrolava uma mecha do cabelo entre os dedos- Um labirinto de provas, saltei de um trem, debochei de uma esfinge e fui morta por uma semideusa de asas, para no fim descobrir que não passou de um sonho, só me faltou chutar a cara daquele deus de nariz empinado- Resmungou olhando o lago cristalino- O que tem feito desde sua chegada?- A pergunta pareceu comum, como se velhas conhecidas fossem apenas colocando a fofoca em dia.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Layla Klasfox La'Fontaine em Sab Ago 08, 2015 1:31 pm

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"A verdadeira força reside em reconhecer as próprias fraquezas."

A semideusa observava a expressão divertida da irmã, e sentia-se bem. Era como ter finalmente encontrado uma peça que faltava, uma parte de si mesma que estava perdida. – Hum, creio que ser fora da casinha neste mundo é um grande elogio, afinal, o que importa o modo como você age, desde que sobreviva? – o sol parecia brincar de refletir na água da cachoeira, a fazendo ter vontade de pular dentro dela para se refrescar. Era reconfortante até mesmo descobrir as pequenas semelhanças que tinha com a gêmea, de modo que Layla não pôde evitar soltar uma bela gargalhada ao ouvi-la afirmar que também bebia o tempo todo. – É bom finalmente conhecer você, me sinto como se fôssemos íntimas, de certa forma. – suspira se sentindo um pouco boba. – Habitamos a mesma barriga por nove meses, o que é uma vida inteira longe quando se compartilha isso? – deixa a pergunta no ar, enquanto ouve a outra dizer o próprio nome, seguido do apelido.

Nunca havia parado para pensar nas coisas que ela dizia, seu nome era, de fato, parte de sua identidade, mas não fazia de ninguém algo diferente. – Certa vez li em um livro que o nome não é algo assim tão diretivo. – endireita as costas, fitando o cabelo esvoaçante da irmã. – “Acaso não seria a rosa da mesma forma que conhecemos, se não se chamasse de rosa? Acaso teria menos espinhos ou perfume diferente?” – recitou a frase do livro não de forma literal, mas da forma com que se lembrava, a irmã agora falava sobre a missão em que esteve, o que fez a filha de Baco fechar os olhos por alguns instantes, tentando imaginar tudo aquilo. – Na próxima, vamos juntas, é uma promessa. – disse estendendo a mão até o ombro da menina, para logo cair numa gargalhada gostosa e sincera. – Daria uma vida para vê-la debochar de uma esfinge, e daria duas pela sua expressão ao descobrir que se tratava de um maldito sonho. – a felicidade não era algo que a preenchia rotineiramente, Layla podia aparentar ser só sorrisos e um tanto bêbada, porém poucos sabiam que grande parte do tempo a menina amargava uma angústia sem igual. Mas aquele momento na cachoeira, o fato de poder estar no mesmo ambiente que a única pessoa que poderia chamar de família, ficaria para sempre gravado como um dos melhores de sua vida.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Sab Set 12, 2015 11:04 am



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Ao que tudo indicava até mesmo os pensamentos de ambas eram interligados. Becka entendia sim cada palavra que saia dos lábios da irmã e internamente ria daquilo enquanto mantia os olhos fechados, pretendendo mais tarde quem sabe adormecer contra aquela pedra, porem tinha algo mais complexo a resolver no momento, aquela aura que apenas Layla possuía. Ser abençoada pelos deuses devia ter lá sua vantagem, a principio a filha de Baco pensou estar confusa de verdade, porem com o passar do tempo aprendera a lidar com aquele estranho dom com que fora amaldiçoada ou abençoada, a maioria escolheria a segunda opção, mas ela, bem era confusa demais para definir certas coisas. Virou-se para o lado encarando o rosto da irmã- Você tem historias promissoras, um grande coração, e uma grande amargura escondida em seu ser- Fora na lata, realmente, a jovem não conseguia aguentar enrolações, não nascera para isso, era alguém animado e grotesco, mas que também entendia o que era a dor.

Becka se levantou fazendo com que as plantas se dispersassem, a tarde chegava ao fim dando descanso a prole finalmente, o sol era algo que ela realmente não gostava- Quando era pequena, eu costumava acreditar que tinha um baú, no fim do arco íris- Ela riu ao lembrar-se disso, nem sabia o porque contava apenas queria faze-la entender algo- Mas o ouro, na verdade, aquele que acreditamos estar no fim não passavam de denarios jogados a uma deusa, que também seria o duende da fabula- Deu de ombros virando-se para encarar seus olhos- O que quero dizer é, nossa vida é rodeada por segredos, que só descobrirmos quando encontramos o que chamam de lar, em um dia você pode estar bem, exibir um sorriso falso e encher-se de vinho, como você faz Layla- Respirou fundo- E no outro a dor toda volta, eu vejo sua aura, e sei que mente pra mim- Completou mudando o rumo da conversa e retornando a cachoeira- Conte quando estiver pronta- Completou.


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Re: Cachoeira

Mensagem por Jason Grace em Sex Dez 25, 2015 5:23 am


Viajava em meus pensamentos, estava só e a noite me acalmava de maneira impressionante.  Deixei que a preguiça tomasse conta de meu corpo de maneira preguiçosa jogando o meu corpo sobre o tronco da árvore e apoiando minha cabeça em seu tronco com ambas as mãos em minha nuca, deixando o tronco um tanto que confortável. Era tudo diferente quando não tinha a presença dela ao meu lado, e mudava de forma drástica. Revirei-me, virando-se para o lado e admirando a água cristalina do local com um sorriso disfarçado em meus lábios ao lembra-se do jogo de natal ao qual fora eliminado, sorrindo mais abertamente. O tempo correu de forma rápida e, quando eu menos esperei já estava dormindo e um dos campistas me acordou, jogando-me a água em meu rosto, despertando-me de meu sono profundo e dê minha visita a um dos deuses ao qual considerava um tanto que calmo como nenhum outro no olimpo: Hypnos.

-Mas oque aconteceu? - Perguntei. Em meu rosto estava estampado uma expressão um tanto preocupada, não era comum eu ser acordado daquela forma. Mordisquei o lábio inferior percebendo a garota e sorri, ao ver ela sorrir e responder para mim com toda gentileza "Nada... Apenas achei que estivesse perdido por aqui", murmurou a loira que me chamou a atenção sorrindo e zangando-me um pouco naquele instante balançando a cabeça de forma negativa.- Agradeço! Mas sei como chegar ao meu dormitório - Sorri, vendo-a se afastar e aos poucos sumir na noite. Levantei-me me espreguiçando e voltando ao dormitório da minha coorte.







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