The Blood of Olympus
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[RP's] Sofya I. Petrovna

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Mensagem por Sofya I. Petrovna em Sab Maio 04, 2019 7:23 pm

Tópico destinado para todas as RP's de Sofya Petrovna, referente ao evento "Um Conto de Fadas".
 


Tenente {Sofya} Petrovna
You can get addicted to a certain kind of sadness. Like resignation to the end, always the end. So when we found that we could not make sense. Well, you said that we would still be friends. But I'll admit that I was glad that it was over.
Sofya I. Petrovna
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Tenente das Caçadoras
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Mensagem por Sofya I. Petrovna em Ter Maio 07, 2019 11:36 pm

WELL, WELL, WELL.
ONCE UPON A TIME!
Já havia passado alguns dias desde que a deusa concedeu o privilégio de fazer parte das caçadoras. Confesso que era um mundo totalmente novo e diferente para mim, nada surreal, mas ter que manter-me afastada de algumas pessoas do meu ciclo social era um pouco incômodo, mesmo sabendo que com o tempo conseguiria achar até satisfatório. Só que no fundo, ficar afastada, principalmente dos homens até que trazia uma certa paz de espírito e todos deveriam experimentar.

Fiquei algum tempo encarando o arco de caçada que estava a minha frente porquê havia parado para descansar um pouco e aproveitar o ar gélido que tocava meu rosto. Sabia que aquilo era uma forma de ter meu progenitor por perto, o único homem que realmente importava e o único que possivelmente ligava para minha existência.

– Oi, papai. Também estou com saudades. – Falei em um tom um pouco mais alto que o normal, sentindo a brisa em minhas bochechas como se fizesse cócegas.

Talvez aquele dia fosse o contato mais próximo e íntimo que tive com o homem que contribuiu com minha existência e até que isso não era de todo ruim. Mas, não poderia permanecer parada por muito tempo, já que mesmo que não parecesse, nós tínhamos um cronograma a ser seguido e ainda precisava caçar nem que fosse uma minhoca. Fazia parte do nosso treinamento e formação como caçadora.

Peguei o arco pronta para prosseguir no que já estava fazendo antes de descansar e a frente pude notar o farfalhar de alguns arbustos, seguidos de sons indistintos e ágeis. Algum animal estava fugindo para longe e eu não poderia deixar. Não que fosse mata-lo e comê-lo, só que o dia estava tão ruim que era praticamente questão de honra pegá-lo.

Coloquei o arco nas costas, além de ter alguns itens que nunca saia sem e corri atrás do que pudesse estar escapando de mim. No primeiro momento não pude ver nada, mas ouvia o bater das patas pequenas em algumas folhas e galhos quebrados, porém, as pegadas que passei a enxergar, indicavam que algum coelho ou lebre estava por perto e isso despertou mais ainda minha vontade de caçá-lo, afinal, era um pouco difícil encontrar animais como esses perambulando por ali.

Apertei o passo e pude vê-lo ao longe, correndo com toda a pressa que possuía e em suas mãos um objeto dourado reluzia. Talvez tivesse roubado de alguma pessoa desavisada e estava levando para o ninho, mas não só isso chamou minha atenção. Confesso que todas as coisas que já passei desde o dia em que cheguei no acampamento não eram lá as coisas mais normais do planeta, mas aquilo já era demais.

- Um... Terno? – Indaguei para mim mesma e parei. Curiosamente o pequeno animal sabia da minha presença e olhou para trás, encarando-me com seus grandes olhos vermelhos. Os dedos longos tamborilavam no objeto dourado, que com perfeição pude notar que era um relógio de bolso. Ele não só estava com pressa, ele estava querendo mostrar isso. – Que loucura, minha Ártemis. Que loucura.

Qualquer pessoa poderia considerar aquela cena um tanto quanto normal, mas não para mim. O sentimento que eu tinha era que o mesmo queria atrair a minha atenção o quanto pudesse e não foi muito difícil. Pisquei os olhos algumas vezes para ter certeza que não era efeito de algum cigarro especial que havia fumado horas antes e no exato momento em que o encarei outra vez, o coelho pulou. Não vi para onde pudesse ter ido, mas àquela altura a curiosidade era tanta que fui atrás.

No meio da floresta uma grande árvore enfeitava o local, possuía folhas verdinhas por causa da época do ano, galhos longos que produzia sombras refrescantes e embaixo tinha um buraco relativamente grande o bastante para uma pessoa da minha estatura passar. E ali esperei alguns minutos para ver se o bichinho voltava, mas nada feito.

Abaixei diante da árvore, coloquei o arco nas costas, verifiquei se todo os outros itens estava na bolsa que levava comigo e quando constatei que estava tudo comigo e que não seria roubada ali por alguém, inclinei para frente, apoiei as mãos no chão e enfiei a cabeça no buraco. Não dessa forma que você está pensando, mas enfiei. E uma ventania estranha iniciou ali dentro, como se um vórtice estivesse puxando meu corpo e mesmo que tentasse de todas as formas impulsionar para trás, era muito mais forte que eu e em questão de segundos senti meu corpo caindo enquanto via figuras abstratas e móveis flutuantes no ar. Fechei os olhos com toda força que podia, acreditando que a queda seria muito feia, mas o máximo que senti foi uma leve dor nas nádegas no exato instante que atingi o chão. Foi como se só tivesse tropeçado e caído sentada. Abri os olhos e encarei o local, era uma floresta muito mais viva e colorida da que estava habituada a ver quando caçava.

- Bem-Vinda a floresta encantada. – Uma voz feminina ecoou e a frente o coelho ainda tamborilava em seu relógio.

- Você conseguiu ser mais lerda que os outros, eu hein. – Disse o coelho.

Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Koniec [Um bastão retrátil de um metro e meio feito de bronze celestial. Riscos abstratos feitos de ouro imperial e em alto-relevo estão espalhados por toda extensão da arma, simbolizando os ventos sobre os quais Éolo impera. | Efeito 1: O bastão transmuta-se quando retraído e pressionado em suas extremidades, concedendo à dona um par de grandes leques bronzeados, cujas lâminas apresentam-se no ouro. | Efeito 2: A segunda transformação da arma é num majestoso arco com uma aljava, ambos de bronze sagrado, cujas flechas, além de sônicas, são de ouro imperial. Ao fim dos 20 projéteis, outros se materializam magicamente.| Beta | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja]

• Arco e Flechas Lunares [Feitas de prata lunar, durante a noite o arco parece emitir uma luz semelhante à da lua, assim como suas flechas. | O arco e as flechas – que são infinitas, se enchendo na aljava sempre que estão perto de acabarem – são invisíveis e intangíveis, até que a semideusa estenda o braço no ar, sendo possível toca-lo e o tornando completamente visível. | Prata Lunar. | Não possui espaço para gemas. | O arco e as a flechas são indestrutíveis, entretanto caso a caçadora deixe a caçada ou quebre seus votos os mesmos irão se quebrar, em caso de morte o arco e a flechas não irão mais funcionar. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Caçadoras de Ártemis.]

• Taco apimentado [ Um taco de milho crocante, recheado com carne apimentada, alface fatiado e queijo. | Efeito: Recupera 180 HP e MP de quem o consome. | Efeito imediato. | Uso único, some após o consumo (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
TEMPLATE BY EU MESMA SOFYS !!!


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Mensagem por Hefesto em Qua Maio 08, 2019 12:28 am


Sofya I. Petrovna


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
Máximo de XP da missão: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento


Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento


Comentários:

Uma missão simples, direta ao ponto e que apresenta um pouco da sua personagem. Parabéns, Senhorita Petrovna. Divirta-se no evento
 
Atualizado por Macária

Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Sofya I. Petrovna em Sab Jun 01, 2019 9:54 pm

WELL, WELL, WELL.
ONCE UPON A TIME!
- .... Então quer dizer que existe vários portais espalhados pelo mundo e que são separados somente pelo espaço-tempo? – Indaguei muito mais para mim mesma do que para o coelho que caminhava ao meu lado. Desde a hora que despenquei naquele lugar, o animal fez questão de explicar-me cada ponto importante dos motivos pelos quais eu estava ali. Em resumo, para que você possa entender, o mundo dos contos de fadas é tão real quanto esse mundo que nós conhecemos e existimos ou quanto qualquer outro que sequer temos a percepção que exista. Nós crescemos acreditando fielmente que eram apenas histórias para nos fazer dormir, mas a realidade é que tudo pode existir se assim a gente quiser. “Eu acredito em fadas, acredito. Acredito”, lembra? E além disso tudo, aquele lugar estava completamente ameaçado, doenças assolavam vilarejos, coisas eram roubadas aqui e ali, os vilões que se fortaleciam ao invés de enfraquecer. A fenda da realidade de cada conto de fada estava abalada e precisavam de ajuda, a mínima que fosse. E de alguém que estivesse disposto a deixar tudo em equilíbrio novamente.

- E esses portais ligam não somente um ponto diferente no mesmo universo, como também um mundo paralelo, assim como o nosso. – Gesticulou o coelho, encerrando sua explicação ou o máximo que ele conseguia naquela situação, pois, ainda eram visíveis a pressa e a preocupação que estampavam suas feições. O que de certa forma preocupava-me e deixava-me compadecida, a ponto de não relutar e aceitar acompanha-lo em uma aventura.... Ou cilada. Isso eu descobriria mais a frente.

A floresta em que estávamos era composta por um caminho feito de pedras douradas, cogumelos dispostos em locais estratégicos para enfeitar a paisagem e feitos de tamanhos e cores variadas. Flores também compunham todo aquele espetáculo e podia jurar que além disso tudo, algumas fadas passaram voando e cantarolando por entre as folhagens dos arbustos, como se estivessem apostando algum tipo de corrida ou só quisessem chamar a minha atenção. Porém, o que realmente fez isto, foi uma árvore diferente de todas as outras que ali estavam, muito parecida com a que me sugou e me fez parar aqui. Estava no meio de alguns cogumelos vermelhos e algumas rosas, notei também que era o fim da estrada que seguíamos e além dela não havia mais nada.  – Essas árvores são os portais, correto? Notei porquê a aparência desta é completamente parecida com a que estava no acampamento. – Perguntei, enquanto meu indicador apontava para frente ao mesmo tempo que ele fazia “sim” com a cabeça.

- Funcionam como gateway, passamos por ele e assim nos deixa onde precisamos estar. Agora vem! Há um vilarejo que preciso deixa-la ao menos para descansar e alimentar, terá um dia completamente cheio e agitado. Essa bagunça precisa ser limpa. – Concluiu, entrando aos saltinhos pelo buraco que estava no tronco da grande árvore e o segui, sem questioná-lo ou enchê-lo de perguntas como realmente estava querendo. Não só eu estava cansada e não passava por minha cabeça o tanto que aquele animalzinho havia sofrido até encontrar o mundo real e naquele instante só desejava realmente uma comida saborosa e um lugar quentinho. O que estaria por vir pensaria amanhã.

Dinastia Han, algo entre 206 a.C. e 220 d.C.

A sensação de atravessar um portal era a mesma de quando emergimos do mar gélido, no começo o coração dispara ao ponto de acreditarmos que vai parar, mas depois passa e o desespero dá lugar ao alívio. Era assustador. Mas, a partir dali precisei ouvir mais algumas explicações. O portal basicamente nos transportava para outro lugar, como você já entendeu, mas não para lugares muito longe. Nós poderíamos viajar à vontade para mundos paralelos no presente e passado, mas não simplesmente pular para um país muito distante do outro, e, portanto, nós acabamos indo parar na China, já que era o único país perto o suficiente da árvore onde fizemos a travessia. O vilarejo em que nos encontrávamos era bastante simples, o que me fez perceber que estávamos em alguma província distante da capital Chinesa e além da arquitetura antiga das casas que nos cercavam, as vestes dos moradores denunciavam que possivelmente estivéssemos no passado.

- Eu não posso ser vista usando roupas da minha época, concorda? – Sussurrei para que o animal pudesse me ouvir e entender com clareza. – Aliás, por que viemos ao passado e por que aqui? – O questionei curiosa, já que desde o momento em que o encontrei, o mesmo limitou-se a dizer muita coisa sobre a real situação dos contos de fadas. Pude notar que a relutância e a razão estavam lutando dentro daquele bichinho, talvez tivesse medo de contar o porquê nossa primeira parada havia sido naquele vilarejo, mas sabia que não poderia esconder as coisas de mim por muito tempo.

- Aqui é a Dinastia Han, onde passa a história de Fa Mulan. – Olhei em volta quando ele começou a falar. – Acontece que alguns demônios foram liberados por algo ou alguém e Mulan, juntamente do capitão Li Shang, foram enviados hoje mais cedo para que pudessem acabar com essas ameaças. – Não havia percebido que a essa altura da história já estava prendendo a respiração de nervosismo por conta de todas as informações. – Eu te chamei para que pudesse ajuda-los, mas você precisa descansar antes. Não sabemos quanto tempo a batalha durará e um corpo cansado nunca vence uma luta. – E o animal tinha razão, mesmo que estivéssemos apenas um meio-dia juntos, eu havia passado horas antes caçando para a deusa Ártemis e meu corpo começava a cobrar sobre o cansaço que sofreu. Além do mais, era bastante audível o barulho que meu estômago fazia por causa da fome.

Acobertada pelo coelho que vigiava as ruas, me escondi em um espaço entre duas casas pequenas e troquei as minhas roupas. Um pouco mais cedo ele havia conseguido algumas vestes imperiais com algum morador e entregou para que eu pudesse usá-las. Eram justas, mas deixava meus movimentos totalmente livres o bastante para empunhar o arco ou uma espada, já que em uma batalha era crucial não ter nada que pudesse atrapalhar. Por fim, escondi dentro de um barril as roupas que usava antes para que ninguém pudesse pegá-las e coloquei em um saco, o qual carregaria comigo, os itens que precisava ter comigo o tempo todo, afinal, não saberia quando uma guerra estouraria ou não.

- Onde nós ficaremos? Na casa dos pais da Mulan? – Apesar de toda a seriedade dos acontecimentos, não pude conter a animação em minha voz ao falar da família de uma das maiores guerreiras dos contos de fadas. Cresci ouvindo sobre as histórias de como ela conseguiu conquistar o respeito de toda a dinastia e talvez no fundo, isso tenha contribuído com a minha decisão de ter entrado para as caçadoras, porque um dos maiores sonhos, mesmo que bobo, era ser uma guerreira ao lado da deusa Ártemis. Mas, deixei todos os devaneios de lado para concentrar no que viria a seguir e sem demora ouvi do pequeno companheiro que infelizmente ficaríamos em uma hospedaria do vilarejo, pois, seria muito mais seguro e porquê partiríamos logo pela manhã. Concordei com todas as informações dadas a mim e o acompanhei para o lugar em que descansaríamos mesmo que por poucas horas.

Intimamente agradeci aos deuses por ter tempo de descanso e algo para alimentar-me, precisava estar forte para enfrentar os supostos demônios que assombravam a China ou qualquer outra ameaça que poderíamos encontrar pelo caminho. Aprendi sempre a trabalhar com possibilidades e não descartar nenhuma situação, mesmo sendo uma das mais loucas situações, só que naquele momento a única coisa que conseguia pensar era no prato quente de sopa que estava a minha frente, pronta para ser degustada. – O cheiro está de despertar até um dragão adormecido. – Comentei mais para mim mesma do que para o animal e o dono da estalagem que terminava de colocar uma cesta com pães frescos a mesa. Sem demora tomei a primeira colherada da sopa de legumes e dali em diante só parei quando comi o último pão molhado na sopa, estava incrível.

Ao término da refeição, agradeci novamente pela mesma e segui em direção ao primeiro andar, onde encontrava-se o shoji, um local que continha painéis estruturados com madeiras e preenchidos com papeis translúcidos, chamados de washi. Era feito dessa forma para que assim houvesse a entrada de luz natural para o interior do ambiente. Mas, no meio do caminho o coelho se despediu, alegando que precisava tomar conta de outros assuntos e antes que pudesse questioná-lo sobre qualquer coisa, o vi saltitar para as escadas e sumir rapidamente da minha visão. Dei de ombros e obriguei a não pensar em problemas naquele instante, apenas adentrei o local e joguei o meu corpo na esteira ao qual iria dormir, fechando os olhos e espantando qualquer pensamento e ansiedade que pudessem me tirar o sono. E naquele mundo totalmente surreal, adormeci.

- Sofya! Sofya! – Em meio aos meus sonhos mais loucos e inconsistentes, ouvi uma vozinha chamando ao fundo. Neguei abrir os olhos de primeiro momento por estar bastante cansada e o conforto da esteira abaixo de mim não ajudava nenhum pouco, porém, pude ouvir mais uma vez alguém me chamando e o tom desesperador que vinha da voz foi o que realmente me despertou. – O imperador foi sequestrado. – Ao término da frase já estava alerta e com os olhos abertos, portanto, levantei com rapidez e isso causou uma leve tontura em meu corpo. Minha mente ainda processava a informação que chegou aos meus ouvidos. Era sabido que por conta do imprevisto ocorrido no Norte, alguns soldados haviam acompanhado Fa Mulan e seu marido, mas ainda assim, muitos ficaram para a proteção do Imperador. O desespero começou a invadir o meu corpo, enquanto pensamentos rápidos passavam por mim. E se algum dos demônios tivessem vindo para a cidade afim de acabar com a vida dele? Tínhamos que fazer algo.

- Como isso aconteceu? Foi algum monstro? O que houve? – As perguntas saiam mais rápido do que eu imaginava, mas não era minha culpa, a ansiedade e o nervosismo faziam com que as palavras fossem cuspidas por mim sem nem perceber. E tudo isso misturado fez com que juntasse todas as minhas coisas e saísse do shoji pronta para rumar a algum lugar.  Desci as escadas e ao fundo podia ouvir o que realmente havia acontecido. Naquela época era comum os imperiais irem para outros lugares afim de propor tratados e reforçar alianças, geralmente algum general fazia isso, mas na atual situação era óbvio que o único que realmente poderia ter saído para uma viagem era o próprio Imperador. O mesmo estava a caminho da Mongólia quando foi interceptado por um grupo de homens armados e que o fizeram refém, mas até então era incerto para qual propósito haviam o sequestrado. – Mas, como você sabe disso tudo? – Indaguei, girando meu corpo em sentido horário para poder encarar o animal. Aquela época era difícil uma notícia chegar tão rápido, mesmo ali não sendo bem um mundo normal.

- Um dos soldados tem como bicho de estimação uma águia que serve para avistar inimigos vindo de longe, mas imagino que tenham sido muitos, já que a ave precisou vir pedir por socorro. E você precisa ajuda-lo, Sofya. Não poderei ir com você, mas podemos achar a localização exata de onde estava com ajuda da Águia e podemos reunir os moradores para que possa lhe acompanhar. – Não era hora de fazer nenhum questionamento e sim aceitar tudo o que era me passado. As instruções eram bastante claras, juntaríamos o máximo de pessoas saudáveis e que pudessem participar de uma possível luta, tentaríamos intercepta-los antes que fossem longe demais e dali em diante teríamos que improvisar bastante.

Daqui para frente, posso adiantar que consegui juntar cerca de cinco pessoas, alguns mais velhos que eu e outros novos demais para ver sangue derramado, mesmo sendo preciso. Com essa parte resolvida, a outra era um pouco mais fácil. Encontrei a ave se alimentando e por mais que estivesse inquieta o bastante para nos esperar, pedi que nos levasse até onde exatamente eles estavam. A nossa sorte de ter um animal que pudesse nos ajudar e que pudesse me entender, era a simples vantagem de que não seria tão complicado encontrar seu dono, mesmo que os inimigos estivessem longe o bastante, ainda poderíamos pegá-los. Troquei as vestes imperiais pelas vestes de soldado e assim partimos. No caminho repensava mentalmente o plano que não tínhamos, tudo seria basicamente improviso e eu não sei se daria certo, mas teríamos que tentar ou a China entraria em um risco gigantesco.

Em um certo ponto do trajeto já estávamos envoltos por árvores enormes e galhos compridos que dava a impressão de que não haveria saída e a única coisa que ainda nos guiava além da Água, era a estrada não tão grande assim e os rastros da carruagem imperial que indicavam que nada mais além deles havia passado por ali. Mentalmente dava graças por meu senso de direção ser bastante aguçado, caso contrário todos estariam perdidos, afinal nenhum ali realmente era um soldado treinado e que tinha noção do que de fato estava fazendo.

Andamos um meio-dia e a preocupação maior era chegar quando a noite caísse, por mais que meus sentidos fossem ótimos por causa das minhas habilidades como caçadora, os demais eram completamente humanos e não poderíamos ter essa desvantagem, por mais pequena que fosse. Fora toda essa situação, precisava arquitetar um plano ou ao menos um começo, para que ninguém saísse dali morto ou ferido, nem mesmo o Imperador da China. – Esperem!!! – Bradei, parando e sendo seguida por todos os outros logo depois. – Quon Yin e Chang Yan! Preciso que vocês façam a linha de frente. – Ordenei para os dois mais novos do nosso grupo. A linha de frente era uma medida de controle de espaço de combate, era uma infantaria de reconhecimento para nos dizer se era seguro ou não atacar. E colocar os mais resistentes era uma ótima ideia, caso descobrissem-nos, com toda a certeza os dois serviriam de distração para armar qualquer outra coisa em minha mente.

- Jin Meng Tseu, você fica comigo e faz minha retaguarda. Os demais se escondam entre as árvores e ataquem quando ordenado, ok? Caso vejam que algo dará errado e que possa sair fora dos eixos, ataquem. – Suspirei pausadamente e prossegui. – E por favor, protejam a vida do Imperador o máximo possível. Não sabemos com quem estamos lidando e nem se ainda há homens dos nossos vivos, hum? Cuidado e que Ártemis nos proteja. – A última parte disse mais para mim mesma do que qualquer outra coisa. Apesar do medo que estava crescendo dentro de mim, precisava me concentrar e focar somente no que estava por vir. Nada mais além da vida do soberano chinês importava, nem mesmo a minha.

Voltei meus olhos ao céu e pela posição do sol, com toda a certeza já passava das três horas da tarde. Não saberia por mais quanto tempo ainda iríamos andar e até mesmo a esperança de encontra-los estava se esvaindo de mim. O silêncio absoluto reinava em meio aquele mato todo e só desejava estar descansando ou nunca ter seguido aquele maldito coelho. – Que saco. – E no mesmo instante em que minha voz saiu ríspida demais, ouvi ao longe a ave dando seu sinal. Nós os encontramos.

Com um assovio baixo, indiquei que o momento de fazermos tudo o que havia dito horas atrás tinha chegado. Cada um se posicionou conforme o planejado e dali em diante eu só pude observar até que fosse preciso ataca-los. A frente era possível ver a carroça imperial parada, cinco homens altos e com aspectos de sujos estavam atrás dela e outros quatro estavam a frente, o quinto encontrava-se um pouco mais distante, aliviando suas necessidades fisiológicas em uma árvore. Eram o dobro de nós, todos possuíam um armamento pesado, carregavam espadas de lâmina longa, além de conter explosivos pendurados ao lado de fora da carruagem. – São hunos. -–Sussurrei mais uma vez para mim mesma. Antes de entrar no acampamento, já havia estudado sobre a china antiga e sabia muito bem como era a aparência de um huno e por mais que na história de Mulan todos estivessem mortos, parecia que um deles ainda vivia e aterrorizava por ali.

Estávamos distantes o suficiente para que não percebessem nossa chegada, tudo até então estava saindo como pensado, mas não contava com o que via a seguir. O rapaz mais novo que nos acompanhava e que aparentava ter uns 13 anos, tropeçou em seus próprios pés deixando que sua espada caísse ao chão, chamando atenção para nós e os dez hunos que estavam a nossa frente se viraram e deram de cara com nossa frontaria. Me escondi o máximo que pude atrás de uma árvore chamada Baobá, ela possuía um tronco grande e grosso, o suficiente para que ninguém notasse que estava ali.

Rapidamente uma luta foi iniciada, os quatro homens que estavam fazendo a guarda atrás, certificaram-se de que ninguém chegasse próximo ao imperador, os demais, juntamente aquele que antes estava urinando, aproximaram dos nossos dois soldados. O barulho alto das espadas batendo uma na outra era ensurdecedor e por alguns minutos Quon Yin e Chang Yan seguraram os homens. Yin derrubou um deles ao chão e desferindo um golpe de cima para baixo, cortou-lhe a orelha direita, arrancando um grito de dor do atingido. Mas, Yan não contava que sua distração fosse maior e foi pego por trás, tendo a lâmina afiada posta em seu pescoço, enquanto o huno que o segurava, colocava um dos braços do garoto para trás, impossibilitando-o de se mexer.

- Quem são vocês, seus nojentos? O que querem aqui? Vieram morrer igual os outros amiguinhos e resgatar o Imperador? – Gritou o que parecia ser o líder deles. Tinha uma aparência mais velha e sua postura indicava que não era a primeira batalha que participava. – Eu não quero ouro, não quero nada além da vida desse velho que fez questão de acabar com a vida do meu pai, mesmo que não diretamente. Mas foi ele que ordenou que Li Shang e seu exército caçassem meu pai, o Shan Yu. – Meus olhos se arregalaram no mesmo instante em que ouvi o nome do grande líder dos hunos que foi morto na primeira história sobre Fa Mulan. Sabia que alguns haviam sobrevivido, mas dali a saber que ele havia tido um filho e que o mesmo seguiu seus passos em busca de vingança era demais. – Eu sou Átila, o huno. E irei acabar com a vida de vocês.

O som que eu ouvi a seguir não desejo que ninguém mais escute. O baque que a cabeça de Yan fez ao cair ao chão foi de causar arrepios extremamente longos por todo meu corpo. Sua cabeça rolou e caiu aos pés de Átila, que pegou e levantou, mostrando que ali nós não teríamos saída. Respirei fundo e empunhei meu arco, estava na hora de acabar com aquilo. Disparei a primeira flecha, que acertou um dos joelhos do líder deles. Seus olhos direcionaram-se para mim e sem dar alguma pausa, novamente disparei outra flecha, dessa vez acertando a garganta do huno que havia matado Chang Yan. – AGORA!!!!! – Gritei e três soldados saíram de trás das árvores e atacaram os capangas, fazendo com que fossem obrigados a se afastar da carruagem e não tivessem nem a oportunidade de pegar o Imperador para servir de escudo.

Em seguida lancei mais cinco flechas para que atingisse os cincos hunos que estavam mais a frente, mirei na garganta de todos eles e nossos homens fizeram questão de terminar o resto. Vi quando mataram dois hunos, agora só sobrava seis. Quando virei para trás, para dar ordens ao soldado que estava comigo, um liquido vermelho espirrou em meu rosto. Era sangue, mas não meu. O soldado caiu de joelhos em meus pés, o sangue escorria até o chão, fazendo-o agonizar ali na minha frente. Os olhos arregalados quase podiam sair para fora e a voz esganiçada não dizia nada com nada, ele estava morrendo e eu não poderia ajudá-lo. Meus olhos se encheram de lágrimas e foram de encontro a quem havia feito tal barbaridade. Átila estava a minha frente e no calor daquela luta eu sequer havia notado que ele estava tão próximo de mim. A espada apontada em minha direção não deixava que eu fizesse qualquer outro movimento. – Solte o arco, gracinha. – A voz aguda daquele homem se fez presente no local, ao mesmo tempo em que dava um passo em minha direção. Obedeci ao que foi mandado e deixei meu arco cair, não ousando piscar uma vez sequer.

O sangue fervia dentro das minhas veias, o ódio crescia no meu peito e tudo que eu mais queria era acabar com aquele imundo. Mais um passo foi dado e era hora de agir ou morreria como todos os outros. Com rapidez, saquei a faca de bronze e arremessei em Átila, afim de atingir seu olho esquerdo e por mais que não obtivesse sucesso, a distração já seria o suficiente para mim. O homem derrubou sua espada com o susto e nessa brecha pude pegar meu arco e o empunhando novamente, atirei uma flecha em seu pescoço, atingindo a artéria carótida comum. – É por isso que a Rihanna odeia homens. – Esbravejei e mais uma vez atirei uma flecha, dessa vez em seu peito, fazendo-o cair no mesmo instante. Átila estava morto.

Em meio a tudo aquilo, os soldados que sobraram conseguiram dominar os hunos que restaram quando os mesmos comemoraram a morte do rapaz que fazia minha guarda. O imperador estava a salvo e minha missão estava completa. Agradeci intimamente a deusa que me guiou e protegeu em todos os momentos, enquanto via ao longe o coelho chegar com mais proteção. – Agora que você chega? Sério? – Estava irritada, mas no fim ele nem tinha culpa por ter demorado tanto.

- Se não percebeu está de noite e fica complicado achar pessoas no mato a noite. Mas parabéns, Sofya. Você foi muito corajosa. Agora vamos, temos mortos para enterrar. – Respirei alto e rumei de volta ao vilarejo, sem saber ao certo o que mais enfrentaria no outro dia.

O Imperador nos agradeceu, nos deu honraria e toda a China já conhecia os heróis que tinham o salvado, mas aquele dia jamais sairia da minha mente. Nunca havia enfrentado a morte tão de perto, nem mesmo quando quase fiquei presa no reino dos sonhos. Todas as vezes que deitasse minha cabeça no travesseiro, seria atormentada pela visão daqueles corpos caídos diante de mim e do terror que passamos. Com toda certeza voltaria para o meu mundo mudada, mas alguém melhor, bem melhor.

Considerações:
Eu quero poder conseguir com essa OP a posição de tenente das caçadoras de Ártemis, por favor. Obrigada.
Poderes Passivos das caçadoras de Ártemis:
Nome do poder: Comunicação Animal
Descrição: Comumente aves como falcões, lobos e cães são utilizados em caçadas. De forma que, as caçadoras poderão compreender tais animais e estabelecer comunicação com os mesmos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Frieza em Batalha
Descrição: Ao entrarem em batalha, as caçadoras adquirem uma espécie de foco e de frieza. Podendo lutar até ser a última a tombar no campo de guerra sem se abalar por possíveis mortes de companheiras e aliados. No entanto, isso não significa que, após a batalha, a caçadora não seja atingida pela dor da perda de companheiros.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Força
Descrição: Ao lutarem em um ambiente natural, como florestas, a força da semideusa se torna maior, pois estão no local que as fortalece. Sendo mais difícil derrota-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% de força ao lutarem em florestas.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Arco V.
Descrição: As Caçadoras de Ártemis possuem uma facilidade natural com o manejo de tal arma, podendo rapidamente usá-la em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% de assertividade no manuseio de Arcos.
Dano: + 30 de dano ao ser acertado
Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Koniec [Um bastão retrátil de um metro e meio feito de bronze celestial. Riscos abstratos feitos de ouro imperial e em alto-relevo estão espalhados por toda extensão da arma, simbolizando os ventos sobre os quais Éolo impera. | Efeito 1: O bastão transmuta-se quando retraído e pressionado em suas extremidades, concedendo à dona um par de grandes leques bronzeados, cujas lâminas apresentam-se no ouro. | Efeito 2: A segunda transformação da arma é num majestoso arco com uma aljava, ambos de bronze sagrado, cujas flechas, além de sônicas, são de ouro imperial. Ao fim dos 20 projéteis, outros se materializam magicamente.| Beta | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja]

• Arco e Flechas Lunares [Feitas de prata lunar, durante a noite o arco parece emitir uma luz semelhante à da lua, assim como suas flechas. | O arco e as flechas – que são infinitas, se enchendo na aljava sempre que estão perto de acabarem – são invisíveis e intangíveis, até que a semideusa estenda o braço no ar, sendo possível toca-lo e o tornando completamente visível. | Prata Lunar. | Não possui espaço para gemas. | O arco e as a flechas são indestrutíveis, entretanto caso a caçadora deixe a caçada ou quebre seus votos os mesmos irão se quebrar, em caso de morte o arco e a flechas não irão mais funcionar. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Caçadoras de Ártemis.]

• Taco apimentado [ Um taco de milho crocante, recheado com carne apimentada, alface fatiado e queijo. | Efeito: Recupera 180 HP e MP de quem o consome. | Efeito imediato. | Uso único, some após o consumo (1/1) | Mágico | Comprado no Tea Drop ]
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Tenente {Sofya} Petrovna
You can get addicted to a certain kind of sadness. Like resignation to the end, always the end. So when we found that we could not make sense. Well, you said that we would still be friends. But I'll admit that I was glad that it was over.
Sofya I. Petrovna
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Tenente das Caçadoras
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Idade : 19
Localização : O que disse, machista?

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Mensagem por Hefesto em Dom Jun 02, 2019 7:16 pm


Sofya I. Petrovna


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
Máximo de XP da missão: 7.000 XP e Dracmas + 8 Fragmento + Cargo


Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 7.000 XP e Dracmas + 8 Fragmento + Cargo


Comentários:

Em um primeiro momento, estava indeciso em te dar o cargo almejado. Uma caçadora evita estar perto de homens o máximo possível. Entretanto, uma líder sabe que, em momentos de extrema necessidade, tem que utilizar todos os recursos ao seu dispor, mesmo se isso implicar em lutar ao lado de homens. Dito isso, você mereceu o seu novo cargo. Parabéns, Tenente Petrovna.
 
É nóiz que tah!

Hefesto
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Deuses Olimpianos
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