The Blood of Olympus
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Mensagem por Eddie Quincy em Sab Maio 04, 2019 4:21 pm


UM REINO DE CONTOS DE FADAS


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Mensagem por Eddie Quincy em Sab Maio 04, 2019 5:39 pm

DREAM
001
Corvus oculum corvi non eruit
Jeffrey não ouviu da primeira vez que gritaram por seu nome. Talvez porque Jeffrey já não era mais como o chamavam.

Eddie.

Eddie Quincy, se muito necessário uma identificação formal.

Era incrível o tanto de pessoas que questionavam seu real nome, uma vez que Eddie mais parecia um apelido ou versão mais íntima de outro nome. E ironicamente o filho de Hermes, que tanto se julgava sagaz e esperto, nunca tinha pensado nisso. Portanto, para todas essas perguntas, sua resposta era sempre a mesma: não lembro meu nome. E então ele ganhava as pessoas. Semideuses constantemente tinham essas perdas de memória, ou simplesmente não se lembravam de seu passado. Uma desculpa recorrente e bastante atual - top trending, se pudesse comentar.

Mas a grande verdade era outra. Jeff havia retornado à vida recentemente, após ter sido assassinado pelas mãos de um demônio de Nyx. Na época o meio-sangue seguia a primordial por esta ter o ajudado com suas necessidades, não obstante a mesma não demorou até mostrar suas reais intenções para com ele. E uma delas, após ter usado ao máximo todas as suas habilidades, fora o sacrifício em que o submetera para fortalecer Gideon (o demônio que o matara).

Sua grande redenção viera através do perdão de seu pai e Zeus... ou pelo menos a promessa desta. Os deuses nem sempre eram tão carrascos assim, e foi em um desses momentos bons que Hermes resgatara seu filho do pós-vida. Seu retorno ao Acampamento Meio-Sangue, no entanto, não fora exatamente um retorno. Isto porque, em sua história, Jeffrey nunca havia pisado no camp grego. Dessa forma, nem mesmo Quíron sabia de sua existência. Em outras palavras: um pleno e completo recomeço.

Mas quem disse que recomeçar é sempre a melhor saída?

O fato de ter vivido tudo o que vivera para só então recomeçar a vida em um acampamento daquele tipo não agradava o semideus. Sua ambição era muito grande para ser contida. Seus anseios o impediam de dormir em paz toda a vez em que deitava a cabeça naquela maldita beliche para descansar. A sensação de insatisfação ao sentir o cheiro de meia suja de seus meio-irmãos no chalé também não ajudava em nada. Mas para tudo há um começo, ele tentava dizer para si mesmo.

E esse foi seu mantra por longas três semanas.

Até que sua história virou de cabeça para baixo...

Os gritos por seu nome não paravam nem por um instante. Jeffrey entre-abriu os olhos após muita reluta, observando ainda cheio de sombra e remela a figura que se postava ao lado de sua cama de dois andares. Ou melhor, a ausência de uma figura. Confuso, o rapaz notou que não havia ninguém ali. Porém até instantes atrás uma voz o chamava. Seria aquilo algum tipo de brincadeira de seus irmãos mais novos, ou teria ele alcançado seu limite mental de resistência e enfim surtado de vez? A segunda opção pareceu a mais certeira quando, ao se sentar para despertar, enfim visualizou o coelho que batia o pé direito no chão e o encarava.

Ah! o gritinho de espanto soou fino e genuíno, sendo abafado por sua destra logo em seguida.

— Eddie! Que sono de pedra é esse, rapaz! — o coelho respondeu, notavelmente impaciente. — É esse seu nome, não é? Tá escrito aqui na beliche — apontou para o nome cravado na madeira da cama.

Não... seu sono o impediu de raciocinar direito quer dizer, sim, é saltou da cama, pondo-se de pé perto do coelho. E, ao fazer isso, foi uma vítima fácil para seu puxão.

O bicho, com uma velocidade impressionante, agarrou Eddie pelo pulso direito e começou a arrastar-lhe através deste. "Que forte", o campista pensou. Sem entender o que estava acontecendo, ele seguiu junto ao animal mágico por achar aquilo algo normal para o acampamento. Entretanto, conforme o despertar mental vinha com cada passada que dava, foi percebendo que aquele coelho não era tão estranho assim. O paletó, o relógio...

Espera, eu sei quem você é! o membro da prole de Hermes se desvinculou da criatura, parando a caminhada. O céu da noite era belo e aconchegante, mas a paisagem da floresta que adentraram continuava assustador e misterioso.

— Sim, sou eu. O coelho da Alice... — tentou responder, mas foi logo interrompido pelo meio-mortal.

Ashford de Morfeu! Jeffrey chutou, animado pera, quê?

— Ash quem? Tá doido? Por que eu seria um filho de Morfeu? — se agitou, nada satisfeito com aquilo.

Eles... podem se transformar em animais, então... calou-se logo em seguida, envergonhado. Mas então, quem é você? E o que quer? bateu o pé em mesma intensidade que o coelho, demonstrando uma determinação maior.

— É uma longa história garoto. Eu não queria estar aqui igual você não queria ter sido acordado por mim, mas já foi então é o que o destino quis para nós dois — ele voltou a saltar para longe, certo de que seria seguido.

E foi mesmo.

Pera aí! o semideus correu atrás do bicho, jogando toda a sua determinação de segundos atrás no lixo.

— Alice e os outros precisam de mim. Escolhi você porque parecia ser o maior daquele chalé, mas aparentemente deveria ter chamado alguém mais inteligente — o coelho resmungou sem diminuir o ritmo.

Ou, olha lá, hein! Jeffrey acelerou ainda mais para acompanhar sua companhia quem é Alice e que ajuda é essa?

Com as perguntas certas enfim feitas, o coelho finalmente confidenciou o que estava acontecendo. De acordo com ele, um semideus chamado Josh havia, de alguma forma, viajado para o reino mágico de onde ele viera e virado tudo de cabeça para baixo. O meio-sangue se juntara a Rainha de Copas e dera início à destruição do País das Maravilhas. Alice e seus amigos escaparam e, a seu mando, o coelho correu para outras realidades em busca de ajuda. Somente um semideus para derrotar outro semideus, ele disse.

Uau... então quer dizer que...

— Sim, é uma situação gravíssima!

Aquela mulher do cabeção e corpinho existe mesmo!

— Não! Quer dizer, sim! Que diabos, garoto. Você nunca foca no que realmente importa!

Ei, eu tô tentando, tá certo? A gente tem esse negócio de déficit de atenção. Além do mais, melhor do que se desesperar e por tudo a perder comentou ao passo em que se aproximaram de uma das árvores da floresta do acampamento. A ideia de ajudar alguém com certeza não passava pela cabeça de Jeffrey àquela altura. Todavia, aquela era uma excelente oportunidade de provar sua redenção a seu pai e, de quebra, escapar daquela rotina chata e petulante que os gregos levavam.

— Entre, garoto, não há tempo a perder — o coelho parou do lado de um buraco aberto ao pé da árvore.

Como assim entrar? Vai ser igual ao filme mesmo? Porque eu tenho medo de altura falou, andando um pouco relutantemente em direção à entrada. De repente a ideia de se meter naquela confusão já não era mais tão interessante assim. Ele não havia pego item algum para levar na missão e muito menos sabia o que o aguardava lá. E nada disso importou no instante em que o coelho o empurrou para dentro do buraco e ele começou a cair.

E cair.

E cair...

E cair.

A impressão que o helênico teve foi de estar caindo por horas, mas quando bateu de bunda no chão percebeu que foram apenas alguns segundos. Sem voz devido ao grito incessável enquanto caía, com o coração acelerado devido à adrenalina e trêmulo por conta de seu medo, ele se viu novamente em uma floresta. Porém, diferente da que estava acostumado, aquela parecia estranha. Mais... mágica, como notou.

— Bem vindo à Floresta Encantada, semideus — uma voz disse, chamando a atenção do jovem.

Você é... seus olhos piscaram com força e sua boca foi escancarada em surpresa. Ele estava mesmo diante de...
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Mensagem por Trivia em Seg Maio 06, 2019 11:26 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 500 XP/Dracmas + 1 Fragmento

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP/Dracmas + 1 Fragmento

comentários:
Adoro quando o jogador faz questão de explicar a trama da sua personagem quando não é necessário. Obrigada por isso, Eddie, e boa sorte com o que vem por aí. Estou ansiosa!

Atualizado por Athena
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Mensagem por Eddie Quincy em Sab Maio 11, 2019 7:52 pm

"Estou dentro do horário do bônus do evento, meus fragmentos devem ser duplicados."

DREAM
002
Corvus oculum corvi non eruit
Sininho? Eddie disse, confuso.

Se o filho de Hermes achou por um instante que pararia no tal reino de Alice, se enganou. Aquele definitivamente não era o País das Maravilhas, embora fosse tão maravilhoso quanto... de um jeito meio doido, talvez. Para onde quer que olhasse caminhos e mais caminhos pareciam esconder destinos desconhecidos e mágicos. Era como estar em um lobby de um mmorpg, a um instante de um teleporte para outra cidade ou mapa. No entanto, mesmo com tantas coisas para pensar e locais para explorar, à sua frente encontrava-se a fada mais famosa dentre as fadas. Sininho, com toda sua fofura e graciosidade, batia as asas de maneira rápida e impaciente.

Apesar de saber que a figura de contos infantis costumava falar no ouvido dos outros, Quincy se assustou brevemente quando ela fez o mesmo com ele - seu humor estava sensível e tudo parecia mil vezes pior para ele. Tanto é que, quando Sininho explicou o que estava acontecendo, o rapaz levou uma mão à boca para abafar o grito de espanto. De acordo com ela, Peter Pan não era exatamente o anjinho pró infância que os livros e filmes costumavam representar. Em fato, o imortal era um antigo ceifador rejeitado por Thanatos que se mantinha eterno ceifando almas de crianças para tal.

E você deixava isso acontecer? ele rapidamente falou, abismado com o choque de realidade.

Ela se adiantou dizendo que por muito tempo vivera crendo que aquilo era a única coisa a se fazer. Fadas eram egoístas por natureza, portanto viver eternamente sob a crença de Peter Pan e seus seguidores parecia confortável. Porém tudo nessa vida tinha limite, como dissera, e Sininho não aguentava mais ajudar o ceifador em suas maldades - mesmo que isso significasse o fim de sua existência. "Não tem porque continuar julgando", o garoto pensou, afirmando que a ajudaria então a por um basta naquilo.

Embora ele não fizesse ideia de como derrotaria um ser imortal e assassino sendo apenas... ele.

Conforme corria pela Floresta Encantada, o meio-sangue enfim ficou sabendo que aquele lugar era um tipo de estação mágica. Um local onde se podia chegar em qualquer reino mágico existente ou imaginado, bastando apenas desejar ir até lá - e caminhar, porque sedentarismo nunca foi incentivado nas histórias infantis. E, devido a isso, ele andou. E andou. E correu. E rastejou. E andou. E depois correu mais um pouquinho.

A gente não vai chegar nunca não, hein? perguntou, já impaciente e cansado.

Para sua felicidade, após o que pareceu horas de caminhada, a floresta começou a mudar de cenário e, quando ele menos esperava, um cenário paradisíaco e costeiro surgiu à vista. Estavam de fato na Terra do Nunca, com direito ao navio do Capitão Gancho acostado na praia. Mesmo estando internamente encantado com tudo aquilo, Sininho apontou que estavam ali de passagem pois, como apontou para o céu azulado e perfeito, Pan estava voando em direção ao mundo real. Eles precisavam agir.

Sem saber o que fazer, Eddie deu voltas sem sair do lugar de tão adoidado e ansioso que estava. Era fato que precisavam seguir o ceifador, mas como o confrontariam? O semideus sempre fora bastante esperto e sabia reconhecer quando perderia uma luta. Com isso em mente, ele pediu um favor a Sininho: que ela buscasse as crianças que viviam ali junto a eles para que elas fossem junto. Tendo essa parte sido acordada, a fada usou seu pó mágico para fazer o campista voar e o mandou atrás do assassino enquanto ela foi atrás da outra parte do plano.

Voar definitivamente fora uma experiência única e engraçada. Quincy sentiu um mega frio na barriga já no início, então quando alcançou uma altitude muito acima do mar, começou a ficar tonto devido ao seu medo de altura. Literalmente passando mal e verde igual um abacate, ele fechou os olhos enquanto o cenário ao seu redor mudava e a mágica do transporte de fadas fazia seu efeito. Quando abriu os olhos, estava voando sobre uma cidade desconhecida durante a noite. "Londres?", reparou no Big Ben, o imponente relógio que era um dos pontos turísticos mais famosos do mundo. Aquele era mesmo o destino comum de Peter nas histórias, portanto julgou estar na cola dele.

E estava mesmo.

De alguma forma o pó mágico não só o permitia voar, como também o fazia automaticamente seguir Peter Pan por onde quer que ele voasse. E o menino não voava igual um doido? Manobras pelos prédios, arrancadas aéreas, corridas por telhados. O menino que nunca envelhecia parecia se divertir com aquilo, como um abutre se diverte antes de se banquetear com carne podre de algum bicho. E Eddie quase morria com as manobras enquanto o seguia - tudo isso sem se perguntar nem por um segundo: como ele não percebe que está sendo seguido? Talvez fosse a arrogância de Pan, que era uma característica bastante acentuada e sempre apontada por Gancho nos filmes. Seja como for, quando enfim alcançaram o destino do imortal, a ação começou.

Ou pelo menos o que era para ser uma cena de ação.

Os dois estavam no terraço de um prédio. Na cobertura abaixo deles, uma janela entreaberta com a luz acesa lá dentro. Peter observava um menino acordado em seu quarto brincando com um cachorro de pelúcia. Havia outras camas no cômodo e em cada uma delas uma outra criança encontrava-se dormindo. "Um orfanato", Eddie instantaneamente concluiu. Óbvio. Assim era mais fácil não se importarem tanto com o sumiço do garotinho já que ele não tinha uma família de fato. "Ele pode não ter uma família, mas agora tem eu", o filho de Hermes mentalizou ao se manter escondido no terraço vizinho ao do órfão em questão.

Ei, Peter Pan! o semideus gritou em meio à ventania noturna da metrópole inglesa.

Pan se virou surpreso com a presença do desconhecido, mas não teve nem tempo de reação porque Eddie tropeçou ao andar em direção à beirada do prédio e caiu. Durante sua queda o pó mágico pareceu estar em tempo de recarga, porque só voltou a funcionar a poucos metros do chão. Apesar do susto e de ter molhado um pouquinho a parte da frente da cueca, o grego voltou para o topo com a ajuda da fada e tentou seu melhor para não parecer assutado.

— Quem é você? — Pan questionou, em um tom de deboche usual — você sabe voar mesmo?

Claro que eu sei, tô ótimo aqui, ó fez o quatro com as pernas enquanto se mantinha no ar, pedindo aos deuses para não cair de novo e tremendo igual um viciado em reabilitação.

— Tá, mas e quem é você? — voltou a perguntar, começando a ficar impaciente.

Não interessa quem eu sou, só que vim parar seu plano maligno de ceifar a alma de crianças! bradou, partindo para cima de Pan na esperança do pó mágico fazer algo além de o permitir voar.

Guess what, leitor: ele não fazia.

Peter deu um belo de um soco no rosto de Eddie assim que ele avançou cobre ele e o derrubou sobre o terraço do prédio em que estava. Tonto (por tudo o que tinha passado aquele dia e a pancada), o semideus ficou arriado ali mesmo pensando na maldita hora em que seguira o coelho falante. Àquela altura estaria em sua beliche ainda dormindo plenamente. Todavia, quando tudo pareceu perdido e inútil, Ed observou pequenos pontos no céu escuro crescerem cada vez mais. Aquela era a cavalaria que tanto aguardava. Os seguidores de Pan chegaram voando junto de Sininho e, para a grande sorte do dia, pegaram Pan no pulo quando ele raptou a criança à força da cama.

E então o que se seguiu foi uma grande lavagem de roupa suja. Mesmo um pouco tonto, Quincy conseguiu se por de pé e começou a falar o que estava acontecendo. Sininho já tinha contado a grande verdade, mas eles só acreditariam vendo - e foi isso o que aconteceu. O descendente olimpiano sabia que jamais derrotaria Peter Pan em uma batalha, portanto o venceu tirando dele tudo o que tinha: seus seguidores que inflavam seu ego. Ele tinha apenas uma escolha: continuar com aquilo e perder seus amigos e Sininho, ou parar de ceifar crianças em prol de sua imortalidade. E, apesar dos pesares e para a surpresa de Eddie, o ceifador escolheu a segunda opção.

Se colocasse na ponta do lápis, Pan sairia perdendo caso tentasse algo mais radical - estava em menor número e Sininho encontrava-se contra ele. Assim sendo, ele aceitou a rendição e redenção sob a promessa de que seria uma pessoa melhor; mesmo que isso significasse envelhecer e eventualmente ter um fim. Um final feliz para todos, como as boas fábulas e contos demandavam. Exceto, claro, para o meio-sangue que retornou com a ajuda de Sininho para a Floresta Encantada.

Valeu pela oportunidade, mas vou passar. Tenho que ajudar um coelho maluco ainda comentou quando foi convidado a ficar pela Terra do Nunca. Era um convite tentador, só que sem a parte de não envelhecer mais a graça se perdia... obviamente esse pensamento foi guardado para si a fim de evitar um arrependimento por parte do até então redimido Peter Pan.

De volta ao início do evento, Eddie estava um pouco satisfeito em ter solucionado uma situação ruim apenas com inteligência e diálogo. Contudo, ciente de que eventualmente teria de encarar Josh e outros inimigos mágicos, preocupou-se por não saber até onde essa sua estratégia o levaria. Por hora, concentrou-se em procurar o coelho desaparecido para retornar à sua missão principal...

Missão Realizada:
O ceifador I: A maioria das histórias retrata o jovem Peter Pan como um herói que não queria crescer, quando na verdade a realidade pode ser um tanto macabra. O herói da terra do nunca é na verdade um antigo ceifador que tornou sua alma negra o suficiente para ser rejeitado por Thanatos e para se manter imortal captura e mata crianças do mundo real a fim de consumir sua essência e sua alma. Dessa forma o garoto fica jovem para sempre. Peter Pan está prestes a capturar mais uma criança e você precisa impedi-lo antes que isso aconteça. Conte-nos como descobriu que o herói de contos de fada é na verdade um vilão e o que fez para salvar um órfão, impedindo Peter Pan de ceifar sua alma.
Recompensas: 4.500 XP e Dracmas + 3 Fragmentos.
Requisito mínimo: Nível 3.
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Mensagem por Eddie Quincy em Sab Maio 11, 2019 9:26 pm

"Estou dentro do horário do bônus do evento, meus fragmentos devem ser duplicados."

DREAM
003
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Enquanto vagava sem rumo pela Floresta Encantada, Eddie ficava cada vez mais exausto mentalmente de procurar pelo coelho. Se por um lado ele estava realmente a fim de encontrar quem o colocara naquela aventura, por outro temia se meter em outro reino mágico doido e ficar preso sem ajuda por lá. Assim, seus passos eram precisos e as direções escolhidas com cautela para evitar cair em um buraco ou algo do tipo. Contudo, em meio à essa preocupação e falta de sentido, ele acabou tropeçando em um objeto que foi ignorado por sua visão focada no horizonte.

Piru! ele xingou ao sentir seu dedinho doer devido à batida.

Mesmo irritado pelo inconveniente, o meio-sangue notou que aquilo não era um objeto normal. Em fato, tratava-se de uma lâmpada dourada bastante peculiar. Considerando a realidade em que vivia e o mundo onde estava, julgou aquilo como uma obra divina como recompensa por ter ajudado Sininho e os outros. "Obrigado, meu pai", pensou sozinho e contente, sem perder tempo em esfregar a lâmpada. Seria ousado e pediria coisas magníficas e que ajudassem a todos:

Em primeiro lugar, gostaria de uma MCoferta Duplo Quarteirão com extra batata e refrigerante grande;

Depois, um repelente porque os mosquitos daquele lugar estavam sugando todo seu sangue semidivino;

E obviamente por fim a solução para a situação do País das Maravilhas e fim de Josh e sua trupe.

Com tudo isso em mente e na ponta da língua para pedir, o filho de Hermes foi pego de surpresa ao se ver em um cenário diferente do nada. Foi tudo muito rápido e sem tempo de reação. Assim que terminou de esfregar o artefato, uma fumaça estranha o envolveu e literalmente o sugou para dentro deste. Lá, reparou que estava dentro do que parecia ser um quarto sem janelas ou portas. Tudo era laranja e não havia mais nada além dele no cômodo. Quando olhou para cima, notou que o teto na verdade era feito de nuvens que o permitiam visualizar parte do mundo lá fora. E, de pé sobre ele, o gênio que imaginou que realizaria seus desejos.

Nossa, o que rolou? perguntou, confuso.

— Você caiu na minha armadilha, semideus! Eu, Chamyto, o gênio dos gênios, me libertei! — o gênio, que era idêntico ao do leite fermentado só que mais feio (se é que isso era possível), falou.

Sério que seu nome é Chamyto e você parece com o maluco do Chamyto? questionou, intrigado.

— Óbvio! De onde acha que veio a ideia para o produto? Gênios não concedem desejos sem um porém, garoto — disse, fechando os braços enquanto flutuava — certo dia um homem me pediu riqueza sem fim e eu o dei. Em troca, o fiz ficar rico às custa de leite fermentado que pra sempre carregaria meu nome e imagem como representação de glória!

Eu tenho certeza de que a história não é bem essa respondeu, fazendo uma nota mental para pesquisar sobre aquilo na Wikipedia uma outra hora. Mas e então, doidão, por que eu tô aqui? Você tinha que realizar meus desejos! protestou.

— Errado, semideus! Fiquei preso a essa lâmpada por milênios arquitetando um plano de fuga — seu tom era autoritário e ao mesmo tempo meio boboca — e teria dado certo muito tempo atrás, se aquele idiota com aquele tapete voador não tivesse me deixado cair aqui e me perdido — resmungou, transtornado.

Sem tempo, irmão. Como eu saio daqui? Tenho assuntos a tratar, taoquei disparou.

— Ora essa, da maneira tradicional: realizando desejos! Atenda três desejos do próximo que esfregar a lâmpada e então estará livre daí!

Meu? Como assim? Isso não é justo! Quem vai passar por aqui agora? se desesperou ao perceber que passaria a eternidade preso àquele lugar e como eu vou realizar desejo se nem poder eu tenho, cacete!

— Bom, eu não pensei exatamente nessa parte, mas — o gênio coçou a cabeça — não é mais problema meu! Adeus, semideus! — e então ele desapareceu de vista.

Eddie aceitou que não tinha o que fazer e sua vida estava condenada a fechar os olhos e imaginar situações. Ele sempre se perguntou se, em uma situação de isolamento total como aquela, era possível se abstrair da realidade e viver um sonho. Porém sabia que a mente humana não era capaz de tal feito. Ele poderia criar um amigo imaginário, então. Só que era péssimo com nomes e provavelmente chamaria o amigo de amigo mesmo. Eram tantas questões para resolver e todo o tempo do mundo. Literalmente.

Ele não saberia dizer quanto tempo passou ali, mas do nada sentiu tudo ao seu redor tremer. Alguém estava esfregando a lâmpada! Seu coração acelerou em esperança, contente por estar muito perto de se libertar daquilo. Ele nem pensou na hora em como faria para atender aos pedidos, só queria sair dali o mais rápido possível. Contudo, para seu desespero, não era quem seria seu contratante e sim o quê. Seus olhos piscaram com força quando a mesma fumaça de antes o fez sair do item. Aquilo era irritante.

— Oh, que gênio bonitão! — a dríade que o libertara parcialmente comentou.

Não sou um gênio! rebateu.

— Mas você saiu da lâmpada, gênios não vivem em lâmpadas? — ela questionou.

Sim respondeu, um pouco confuso minha história é complicada, tá. Vamos com isso, que tu quer? disparou novamente. Era estranho estar flutuando em uma fumaça sobre a lâmpada que o ligava a ela - deixando claro que a qualquer momento poderia ser sugado novamente.

— Nossa, que gênio chato — se chateou — eu ia pedir um beijo, mas deixa pra lá né.

Eddie ficou desesperado ao ouvir isso, porque não sabia se aquilo seria bom ou não: era um desejo simples, só que ao mesmo tempo ele não queria realizar o ato. Dos piores, o menor. Espera! Tem certeza? Dizem que o beijo de um gênio é o melhor beijo que existe! mentiu, como um bom filho de Hermes.

— Oh, é mesmo? — ela parecia um pouco inocente — então quero um beijo seu! — fechou os olhos e esperou pela ação.

Respirando fundo, Quincy flutuou até a dríade e lhe um beijo. Simples como um selinho, mas que pareceu mágico e incrível para ela.

— Uaaau, é verdade mesmo! — deu um pulinho de felicidade — ainda tenho quantos desejos, senhor gênio bonitão?

Dois. Quer mais beijo? tentou, porque quem não arrisca não petisca.

— Não. Preciso de dracmas para pagar umas dívidas que tenho — pediu.

"Puta merda, como eu vou fazer brotar dinheiro do nada agora?" amaldiçoou o maldito gênio que o prendeu ali. Sem alternativa e dando graças por ser filho de quem era, ele se lembrou de um truque que conhecia e pegou umas pedras do chão da floresta. Tome, tudo isso é dracma para você. Sempre que voltar aqui, poderá pegar mais usou seu poder para fazer a dríade crer que aquelas pedras eram mesmo dracmas.

— Muito bom, muito bom! — ela saltitou de alegria novamente — agora falta só a última coisa.

Esperando por outra coisa fútil como os dois primeiros pedidos, Ed se embasbacou quando a ninfa da floresta pediu para ele matar alguém. Quer dizer, não era bem um alguém e sim um bicho. Aparentemente um tigre das neves havia escapado de algum reino distante e estava causando por aquelas bandas. Assim sendo, ela desejou que o gênio sumisse com ele. Fizesse ele desaparecer. O matasse, em livre tradução.

Tendo de recorrer aos seus poderes mais... impactantes, o semideus disse que faria aquilo e apenas pediu para a dríade levar a lâmpada com ele até lá. Ser transportado através de uma lâmpada mágica, enquanto pairava sobre ela em uma fumaça, tinha entrado para a lista de momentos mais nada a ver de sua vida. Desejando que aquilo terminasse logo, os dois se esconderam atrás de uma árvore próxima a um riacho que cortava a região. Bebendo dele estava o tal tigre - que parecia como qualquer outro, não fosse sua cor esbranquiçada.

Mesmo tentando se manter em silêncio, a dupla foi notada pelos sentidos aguçados do bicho e ele logo se virou para atacar. Ciente de que lutar sozinho contra aquela coisa era doideira, ele invocou três espíritos de ladrões para lutar por ele. A luta foi rápida e sem muita firula. Era um animal não muito racional, no fim das contas. Contudo, feroz o bastante para levar os três espíritos armados com estacas e pedras junto dele. Ao fim do combate, Eddie se viu liberto da fumaça e, consequentemente, do artefato.

Tô livre! gritou em comemoração.

— Livre do quê? — ela ficou sem entender nada.

Nada, anjo. Por que você não vai pegar mais dracmas que deixei lá atrás antes que alguém roube eles? sugeriu com toda sua lábia.

— Verdade! Bem lembrado. Já volto, gênio! — e correu para o local de antes.

Sabendo que ela descobriria a verdade e poderia acabar brigando com ele, Quincy correu com tudo assim que ela deu as costas. Não queria ter mais nada a ver com aquelas doideiras e precisava logo voltar aos trilhos. Restava saber se o tal coelho também o estava procurando, já que a impressão que tinha era de que ambos andavam em direções opostas. Mas se ele tinha conseguido ser um gênio da lâmpada por um dia, não havia nada que não pudesse fazer...

Exceto talvez comer a cebola do McDonalds. Isso era impossível.

Poderes Utilizados:
Nome do poder: Ouro dos Tolos
Descrição: O filho de Hermes/Mercúrio consegue "subornar" outras pessoas, que acreditam piamente que este está lhes pagando quando na verdade recebem algo sem valor. Necessita de um material para que a ilusão possa agir - um guardanapo de papel seria visto como uma nota de dinheiro, por exemplo. Não pode ser usado em trocas comerciais dentro do acampamento.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A ilusão dura apenas 3 turnos, depois é desfeita. Caso queira ativar tal ilusão novamente, é necessário gastar mais MP.

Nome do poder: Mestre dos ladrões II
Descrição: O filho do deus dos ladrões consegue invocar espírito de ladrões mortos para lutar a seu lado. Nesse nível, consegue invocar apenas três espíritos e eles lutarão ao seu lado por três turnos.
Gasto de Mp: 20 MP (por criatura invocada)
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP Por golpe dos fantasmas.
Extra: Ficam em campo por 3 turnos.

Nome do poder: Manipulador III
Descrição: Monstros de inteligência mediana e campistas até cinco níveis mais alto que você caem facilmente na sua lábia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de persuasão e poderes de enganação ou ilusão.
Dano: +25% de dano se o inimigo for pego.

Missão Realizada:
A armadilha da Lâmpada Encantada: Para que um gênio seja libertado é necessário que outro fique em seu lugar, afinal ninguém sabe, mas na verdade a lâmpada mágica é na verdade a melhor prisão do mundo da fantasia. A lâmpada do gênio foi amaldiçoada e você acabou encontrando-a e bem, como todo bom entendedor de histórias infantis o seu personagem sabe o que acontece ao esfregar a lâmpada. E foi exatamente isso que você fez esperando ter seus três desejos atendidos. Acontece que ao esfregar a lâmpada o seu personagem acabou preso dentro dela e libertando o gênio que tinha bolado uma armadilha perfeita para poder escapar. Agora você é o gênio e precisa atender os três desejos do próximo personagem encantado que esfregar essa lâmpada para poder se libertar dela, quebrando o feitiço que te prendeu.
Recompensas: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.
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Mensagem por Eddie Quincy em Seg Maio 13, 2019 5:02 pm

DREAM
004
Corvus oculum corvi non eruit
Vagar pela Floresta Encantada estava se tornando repetitivo e simplesmente insuportável. A todo instante o guardião (que até então se passava como simples filho de Hermes) deparava-se com figuras de outros contos além do que pretendia salvar. E, em determinado momento, acabou decidindo que era apenas uma questão de tempo até ser posto frente a um desafio do qual não poderia lidar. Pelo menos não desarmado. Assim sendo, se antes estava à procura do coelho mágico que o metera naquela aventura, passou então a procurar pela maneira de retornar para casa.

Ironicamente foi não procurando pela lebre que ele acabou esbarrando com ela novamente.

Onde tu tava? Ed estava feliz pelo reencontro e ao mesmo tempo puto da vida por ter levado tanto tempo.

— Ocupado! Você não foi o único recrutado para enfrentar Josh — o coelho falou de maneira ríspida.

Bom saber. Vou voltar pra casa, já que é assim se emputeceu, mas logo lembrou de um detalhe como eu volto pra casa mesmo?

— Francamente... achei que você seria de mais ajuda — seu tom, do nada, passou de irritado para entristecido. E muito mais rápido de como fizera para trazer Eddie para aquele mundo, ele abriu um buraco em uma árvore próxima a eles. — Entre, vai te levar para o seu acampamento.

Quincy engoliu em seco ao notar que não houve resistência alguma por parte do outro. Isso inevitavelmente o atingiu de maneira direta em seus sentimentos, deixando-o culpado e pensativo. Não tinha como negar que estava sendo egoísta ao querer ser o herói especial, mas também entendia que nem ele seria capaz de resolver tudo sozinho. E bem ou mal as aventuras em que estivera se metendo durante aquele tempo foram divertidas.

Espera. Você consegue manter esse buraco aberto por alguns minutos? Eu sou rápido, só preciso pegar uma coisa. É vapt vupt alegou, mudando completamente de ideia.

— Então você não vai desistir? — os olhos dele brilharam novamente em esperança.

Não, peludinho. Confia em mim piscou para o felpudo, certo do que estava fazendo.

Sem muita alternativa e esperançoso por natureza, o coelho fez conforme pedido e esperou no mesmo lugar. Um minuto havia se passado. Depois dois. Cinco. Até que estava se aproximando dos dez, quando a lebre, já impaciente, julgou ter sido tapeada. Decepcionada, ela começou a fechar o buraco e foi nessa hora que Eddie surgiu caindo por este - o que foi engraçado já que não fazia sentido em questão de leis da gravidade.

Tem sempre que cair desse jeito, é? ele coçou a bunda em desagrado, todo afetado pela queda.

— Por que demorou tanto? — o coelho bateu o pé no chão, inquieto.

Esqueceu de quem sou filho? Meus meio-irmãos fizeram questão de "confiscar" essa coisinha aqui mostrou o cajado que havia pego no chalé mas agora tô pronto pro que vier. Vamos nessa? se ajeitou rapidamente, determinado a seguir com aquilo.

Item levado:
• Cajado da Relva [Um cajado longo feito a partir de galhos de uma árvore mágica e tão antiga quanto os deuses, é intrincados com runas ligadas à natureza. | Efeito 1: O cajado se transforma em um relógio de bolso, mostrando a real forma quando aberto. | Efeito 2: O cajado é capaz de invocar trepadeiras que obedecem aos desejos de seu dono, podendo se enroscar para atrasar ou prender seu oponente. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hespérides.]
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Mensagem por Hécate em Seg Maio 13, 2019 7:18 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão O Ceifador I: 4.500 XP e Dracmas + 3 Fragmentos
Recompensa máxima da missão A armadilha da Lâmpada encantada: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos


Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 9.500 XP e Dracmas + 14 Fragmentos

STATUS:
HP:   260/370
MP: 370/300

comentários:
Não tenho palavras para descrever o quanto eu adorei ler suas missões, sua criatividade é incrível e nos faz mergulhar a fundo diante de suas aventuras. Ri do começo ao fim, foi muito gostoso vê-lo lidando de forma "leve" com as situações. Parabéns.

É nóiz que tah!



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Mensagem por Phobos em Ter Maio 14, 2019 2:19 am


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas + 1 Fragmento

comentários:
Eddie, é a primeira vez que leio um de seus textos e afirmo: uma das narrações mais primordiais que já tive o prazer de avaliar. Sem erros grotescos, fluída, atraente, sucinta para um entendimento e compreensão eficazes. Junto ao personagem, carismático como foi mostrado, acredito que sua jornada no evento será uma das mais importantes. Confesso, fiquei curioso em como você retornaria ao reino das fadas já estando nele e você me surpreendeu com a solução -- tão simples que mal pude supor. Meus parabéns e bem-vindo de volta ao evento!


É nóiz que tah!
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Mensagem por Eddie Quincy em Seg Maio 20, 2019 8:45 pm

DREAM
005
Corvus oculum corvi non eruit
O encontro com Roger e Anita, os dois protagonistas do conto dos 101 Dálmatas fora um tanto quanto... estranho. Eddie não sabia que aqueles personagens de fato existiam e, portanto, ficou surpreso quando esbarrou com ambos procurando ajuda na Floresta Encantada. De acordo com eles, Cruella estava recrutando pessoas pelos reinos mágicos para sequestrar dálmatas de todos os cantos. Ou seja, ela não estava satisfeita em ir atrás dos cães de seu mundo, mas de outros também!

Movido pela necessidade de querer fazer o bem e ajudar o pobre casal a por um fim naquilo, o semideus se viu mais uma vez colocando sua missão principal em espera. Já estava ficando manjado aquilo de personagens de contos surgindo para lhe pedir ajuda (no fundo ele gostava e se sentia importante, pelo menos um pouco). Ou seja, tinha aceitado que estava em algum roteiro do desenho Pokémon, onde o protagonista enrolava vários episódios em histórias paralelas até chegar em seu objetivo.

E quem ainda usa pele de animal, bicho comentou consigo mesmo ao passo em que seguia pelo bosque até a passagem que o levaria à Mansão De Vil.

Seu plano era bastante simples: entrar, libertar os cães e sair sem ser percebido em nenhuma dessas etapas. Mas obviamente não foi isso que aconteceu e ele mal sabia àquela altura que o grande culpado por isso seria mais de uma pessoa. Se é que pessoa poderia classificar os meliantes. Seja como for, quando de volta a Londres do reino mágico, Quincy visualizou a mansão e percebeu que aquilo seria mais trabalhoso do que ele imaginava.

Os guardas estavam espalhados ao redor da residência, com suas lanternas atentas à qualquer movimentação próxima. O meio-sangue se sentiu em um jogo de invasão ou fuga de cenário, onde precisava passar pelas brechas quando as luzes não estavam apontadas para ele. E de fato seria exatamente isso para qualquer um que não fosse membro da prole de seu pai. Isto porque, em um instante o rapaz estava lá e no outro havia sumido.

Invisível e, por conseguinte, completamente ignorado pelos guardas, Eddie usou outro poder seu para dar um teletransporte até uma das janelas mais altas da mansão que encontrava-se aberta - digno de um filme de crianças, de fato. Assim conseguiu se infiltrar sem muitos problemas no local (exceto pela parte de ir pela janela, já que ele morria de medo de altura). Lá dentro, percebeu tarde demais que não fazia ideia de onde as coisas ficavam, então vagou sem rumo por um bom tempo.

Durante a busca pelos cães o campista teve de parar alguns momentos para recarregar sua invisibilidade. Nesse meio tempo ele foi se escondendo em cômodos que não estavam trancados, porém não teve sorte em todos. Durante duas dessas ocasiões acabou se deparando com guardas aleatórios lá dentro. Assim sendo, não teve outra alternativa além de os derrotar - e mesmo isso foi feito no maior silêncio possível usando sua lábia para distrair os homens e os nocautear logo em seguida.

Um dos guardas, no entanto, aparentemente tinha um treinamento superior ao do restante pois resistiu aos ataques do semideus. "Eles não mentiram que não seria fácil", Quincy pensou a respeito das palavras de seus contratantes. Impaciente e ciente de que cada segundo importava, o rapaz usou sua habilidade para descobrir as brechas na postura de seu adversário e então atacou.

A cena parecia ter saído direto de um filme de ação, com os dois adversários usando os móveis e rolando pela cama do quarto aleatório. Cada coisa que o mortal tacava no meio-mortal este último se jogava para pegar antes de cair no chão e fazer barulho. Cômico e agoniante em mesmo peso. De qualquer forma, percebendo que aquilo estava se prolongando demais, o mocinho usou seu poder de teletransporte para aparecer atrás de seu oponente e o nocautear de uma vez por todas.

Que chato resmungou enquanto recuperava o fôlego.

Quando enfim alcançou o nível mais baixo da mansão, Ed notou que havia uma escada que levava ao subsolo. Não foi preciso muito para juntar um com um e perceber que seu objetivo estava lá. E de fato estava. No porão da mansão havia não só várias celas com dálmatas presos como também a própria Cruella em carne e osso. Havia tantas coisas que ele poderia falar para ela naquele momento, mas todas elas envolviam se revelar e isso não estava em seus planos.

Ainda sem ser visto por ninguém o rapaz usou seus truques de arrombador nato para abrir as celas dos cães. Porém isso condenou completamente suas ideias e plano, porque os cachorros não eram nada furtivos e começaram a latir e correr. Cruella obviamente se alarmou na hora e então vários guardas desceram para ajudar na situação. "Putz grila", o helênico pensou. Roger e Anita garantiram que os cães voltariam magicamente para casa e que ele só precisava os libertar.

Então é isso falou sozinho, o que assustou quem estava no recinto já que ele continuava invisível.

No instante seguinte o guardião invocou três espíritos de ladrões que rapidamente se armaram com os objetos que encontraram por ali: tesouras, pedaços de madeira e ferro. Daí a cena consistiu em os espíritos enfrentarem os guardas enquanto Quincy ia libertando os cães. Não obstante a própria Cruella começou a tentar pegar os cães ela mesma e, percebendo isso, o garoto teve de agir contra a vilã.

Três facas surgiram em suas mãos e o meio-sangue as arremessou contra a megera. As lâminas acertaram as beiradas do casaco de pele da mulher e a prenderam contra uma das paredes. Ela até gritou de raiva, alegando que aquilo era pele de leopardo, contudo não pôde fazer muito além de se debater conforme rasgava ainda mais a peça de roupa que tanto adorava.

— Quem quer que esteja fazendo isso irá pagar! — Cruella gritou, enfurecida — vou arrancar sua pele e usá-la como bolsa!

Eu não faria isso, minha pele é mega oleosa debochou e eu comi muito amendoim ontem terminou dizendo.

Por um momento a impressão que o salvador tivera fora de que havia na verdade 1001 dálmatas ali, porque era cão que não acabava. Contudo, quando todos se libertaram, ele ordenou que os espíritos abrissem caminho pelos inimigos e então, finalmente visível, liderou a matilha para fora da mansão.

Missão cumprida disse aliviado, já do lado de fora enquanto observava os animais fugindo.

Duplicador de um dia – O semideus ganha um bônus de XP, todo e qualquer exp ganho por ele terá o valor duplicado. Valido por 24 horas após a troca ser atualizada. (Valido de 20/05/2019 até 21/05/2019 às 13h00).

Poderes Utilizados:
Nome do poder: Manipulador III
Descrição: Monstros de inteligência mediana e campistas até cinco níveis mais alto que você caem facilmente na sua lábia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de persuasão e poderes de enganação ou ilusão.
Dano: +25% de dano se o inimigo for pego.

Nome do poder: Diplomacia
Descrição: Agora os filhos de Hermes/Mercúrio  se tornam diplomatas natos, sabendo ser intermediador em momentos decisivos, até mesmo evitando batalhas desnecessárias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem convencer inimigos a não atacarem apenas com palavras, eles são bons diplomatas, logo tem mais chance de evitar um combate direto apenas usando elas. +30% de chance de evitar um combate, e conseguir convencer o inimigo de seu propósito através da persuasão.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Trapaça
Descrição: Os filhos de Hermes/Mercúrio podem trapacear, sabotar e/ou enganar um oponente, tornando-o mais fácil de vencer (seja em batalha, seja em um jogo ou disputa). A energia do semideus percorre a área ao redor, tornando mais fácil para ele trapacear.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de conseguir trapacear e fazer inimigos caírem em suas armadilhas e trapaças.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Especialista em arrombamentos
Descrição: Os filhos de tal divindade possuem a habilidade de arrombar qualquer fechadura existente, apenas aquelas encantadas por deuses conseguem escapar dessas crianças.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Invisibilidade II
Descrição: Com prática o poder evoluiu e agora a prole do deus ladino pode ficar invisível por até três turnos.
Gasto de Mp: 20 Mp (por turno)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Não impede de te detectarem pelo cheiro, pela audição, ou etc.

Nome do poder: Mestre dos ladrões II
Descrição: O filho do deus dos ladrões consegue invocar espírito de ladrões mortos para lutar a seu lado. Nesse nível, consegue invocar apenas três espíritos e eles lutarão ao seu lado por três turnos.
Gasto de Mp: 20 MP (por criatura invocada)
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP Por golpe dos fantasmas.
Extra: Ficam em campo por 3 turnos.

Nome do poder: Num Piscar de Olhos III
Descrição: Os filhos de Hermes/Mercúrio só precisam piscar para se teletransportar de um lugar para o outro. O campo de movimento agora é mais amplo, eles podem se mover com tal habilidade em um raio de dezesseis metros.
Gasto de Mp: 35 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Missão realizada:
Resgate dos Dálmatas – Cruela está recrutando pessoas para sequestrar dálmatas por todo o reino. Ela deseja um novo casaco e não poupou esforços para roubar os filhotinhos, contudo os donos dos pequenos não estão satisfeitos com isso e pediram a ajuda do povo para recuperar os filhotes. Invada a mansão de Cruela e liberte os 101 Dalmatas antes que ela perceba, mas cuidado! Os capangas da vilã estão espalhados por toda parte e a segurança foi reforçadas desde a ultima invasão, não será nada fácil pegar os filhotinhos.
Nível Mínimo: 30
Recompensas: 7.500 XP e Dracmas + 8 Fragmentos.
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Mensagem por Eddie Quincy em Seg Maio 20, 2019 8:46 pm

DREAM
006
Corvus oculum corvi non eruit
Ainda enquanto vagava pela Floresta Encantada, Eddie assobiava uma canção antiga que adorava. Sem saber exatamente para onde ir, uma vez que a lebre que o metera naquela confusão havia desaparecido, o semideus apenas tentava se manter a salvo de mais gigantes sequestradores - ou hordas de trolls assassinos. Nessa, acabou entrando por um caminho bonito e convidativo do bosque e terminou próximo a um riacho agitado.

De cara o campista notou que já estava provavelmente em algum outro reino diferente - como das outras vezes. Dessa forma, entrou no modo suspeito e atento olhando para todos os lados e já esperando por alguma ameaça. Porém, para sua surpresa, nada aconteceu. Na verdade, o grego pôde desfrutar de alguns minutos em paz à margem do riacho.

Seu momento de paz, no entanto, não durou muito porque enquanto apenas descansava acabou ouvindo um barulho alto. A impressão que teve foi de que alguma montanha tinha caído, pois até um pequeno tremor afetou o solo da região. Alarmado, Quincy se levantou e correu em direção ao som para descobrir do que se tratava.

Lá, deparou-se com uma entrada de mina soterrada por pedregulhos. Com um ar meio desleixado, julgou que não era nada sério por simplesmente ignorar a possibilidade de ter alguém ali dentro. Inocente. Assim que deu as costas, os gritos de socorro começaram. "E lá vamos nós", pensou ele.

Quem está aí? Eddie gritou de volta.

— Atchim! — uma voz respondeu.

Saúde? disse, confuso.

— Ele não espirrou — uma outra voz falou.

— É o nome dele, seu burro — comentou uma terceira.

Ah corou então quem são vocês? indagou, intrigado.

— Como assim quem somos nós? E tem algum outro anão chamado Atchim por essas bandas? — a mesma voz zangada de antes rebateu.

Espera levou alguns segundos para somar uma informação à outra os sete anões da Branca de Neve!

— Isso mesmo, pessoa. Quer dizer, você é uma pessoa, não é? — um quarto anão desconhecido comentou.

Sim, sou sorriu, divertido com aquela situação - apesar de não parecer muito boa. Nunca imaginou que encontraria personagens tão icônicos como aqueles.

— Certo, e como é seu nome? — o quinto perguntou.

Eddie, meu nome.

— Eddie? E isso não é um apelido? — Zangado resmungou.

— Escute, Eddie, você pode me chamar de Mestre — o líder dos anões falou — preciso que nos faça um favor. Consegue pedir por ajuda? A Rainha Má nos prendeu aqui.

— É, ela não tem o que fazer mesmo, uma desocupada hihihi — um anão zombou, seguido de um soluço de outro.

Eu posso pedir ajuda, mas é mais fácil eu mesmo tirar vocês daí — disse, decidido a ajudar os anões a se safarem daquela armadilha.

O filho de Hermes chamou a responsabilidade para si, mas não demorou até se lembrar que não era nenhum filho de Ares para sair levantando as pedras por aí. E por pensar nisso tudo ficou ainda mais claro que não era nenhum filho de Athena, ou então teria sido esperto o suficiente para se tocar disso antes. Ainda assim, poderia muito bem ser filho de algum deus da sabedoria pois teve toda essa análise para chegar em um plano satisfatório.

Recorrendo aos seus poderes enquanto guardião das Hespérides e ao cajado, Quincy usou as próprias pedras para dar vida a um golem. Sua criação não usou todas as rochas, então o restante delas foi pouco a pouco retirado pelo bicho. Não havia um grande truque ou jeito de fazer aquilo mais rápido, pelo contrário. Paciência e cautela eram os fatores chaves da missão.

Nesse meio tempo em que esperavam pelo bichão fazer fazer o serviço, Eddie e os anões conversaram bastante. O campista tinha muitas perguntas a fazer: Dunga realmente não falava? Atchim já tinha testado antialérgicos antes? Quantos dias seguidos Soneca já tinha dormido? Como notável, apenas questões importantes.

Ao fim da tarde, todas as pedras tinha sido removidas com segurança da mina e os sete anões puderam respirar o ar livre novamente. Contentes com a ajuda, eles convidaram Eddie para jantar junto deles e da Branca de Neve que estava hospedada na casa em seu lar por aqueles dias. Com fome e sem saber para onde iria depois dali mesmo, o jovem adulto aceitou e seguiu junto deles.

Eu voooooou — começou a cantar.

— Não cantamos mais essa música há anos! — Feliz comentou, surpreso.

Até parece que eu vou perder essa oportunidade rara, bora — puxou o bonde.

— Eu vou, eu vou, para casa agora eu vou. Parara-tibum, parara-tibum, eu vou, eu vou!— continuaram.

Eddie sorriu no meio da fileira indiana que fizeram durante a caminhada eu vou, eu vou, sentar agora eu vou...

Duplicador de um dia – O semideus ganha um bônus de XP, todo e qualquer exp ganho por ele terá o valor duplicado. Valido por 24 horas após a troca ser atualizada. (Valido de 20/05/2019 até 21/05/2019 às 13h00).

Habilidade Utilizada:
Nome do poder: Guardião elemental II
Descrição: O semideus, através do controle elemental, consegue criar uma criatura feita puramente de um dos quatro elementos da natureza. O construto funciona como um guardião, defendendo e atacando os inimigos do semideus. A invocação pode chegar até dois metros e meio de altura e se comporta com base no elemento escolhido. A de pedra, é mais resistente e forte mas em compensação mais lenta, por exemplo.
Gasto de Mp: 45 para ativar e 25 cada turno para manter.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Cada golpe do guardião pode dar no máximo 50 de dano, mas ainda fica para o narrador decidir o valor certo
Extra: O construto dura 5 turnos, antes de desaparecer ou ser destruído.

Item Utilizado:
• Cajado da Relva [Um cajado longo feito a partir de galhos de uma árvore mágica e tão antiga quanto os deuses, é intrincados com runas ligadas à natureza. | Efeito 1: O cajado se transforma em um relógio de bolso, mostrando a real forma quando aberto. | Efeito 2: O cajado é capaz de invocar trepadeiras que obedecem aos desejos de seu dono, podendo se enroscar para atrasar ou prender seu oponente. | Resistência Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendário. | Presente de Reclamação dos Guardiões das Hespérides.]

Missão Realizada:
Ao Resgate: A rainha má adora encontrar maneiras de atingir a Branca de Neve, mesmo que não diretamente. Ela descobriu que sua enteada está hospedada na casa dos sete anões e como forma de vingança os prendeu em sua mina com um desabamento. Os sete homenzinhos estavam trabalhando quando escutaram o ruído das pedras bloqueando sua entrada/saída e entraram em desespero. A rainha por sua vez deixou o local feliz da vida por ter conseguido executar o seu plano. Encontre uma maneira de resgatar os sete anões.
Recompensas: 4.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 2.
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