The Blood of Olympus
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Trilha da Floresta

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Re: Trilha da Floresta

Mensagem por Anthony Beauford Lewis em Sab Dez 19, 2015 11:36 am



- - - - - - - - - Nothing compares for you!
I know fear is what it really was Now here we are, so close Yet so far, haven't I passed the test When will you realize Baby I'm not like the rest Don't wanna break your heart Wanna give your heart a break I know you're scared it's wrong Like you might make a mistake There's just one life to live



O carinho dela, por mais singelo que fosse me fazia sentir certo frenesi, me deixava um tanto afoito querendo gruda-la cada vez mais a mim, permaneci de olhos fechados enquanto as mãos pequenas de Livien percorriam meus cabelos e prendiam minha nuca. Voltei a abri-los minutos depois, e não pude deixar de rir de suas palavras- E vou dar ataques de ciúmes contínuos, e sim eu vou descontar em você- Completei ciente do quanto ficava mal humorado cada vez que alguém olhava para ela, mas eu sabia que ela fazia de proposito quando se enfiava naquelas roupas minúsculas só para me provocar-Então agora vou gritar a todos que é só minha, e furar os olhos de quem se quer ousar olhar para você!- Sorri mais ainda, um sorriso que se estendia em meus lábios enquanto prendia as mãos na cintura dela e a erguia no ar só para voltar a desce-la sobre o chão e encher seu rosto de beijos, por fim tomando os lábios dela para mim a beijando profundamente.

SHINJI @ OPS!


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Re: Trilha da Floresta

Mensagem por Oliver Ehlert Nordberg em Dom Mar 27, 2016 2:11 pm

I'm gonna make you bend and break...

Dos seus finos lábios de um tom roseado quase pálido, do pequeno espaço entre ambos, surgiu um caloroso suspiro de “proporções” longas, o qual estendeu-se por alguns meros e singelos segundos. A mão apalpava com toques pressionados por sobre um papel, um panfleto de coloração que não saber cor é, enquanto as seus translúcidas vistas percorriam minuciosamente o local em uma velocidade um tanto quanto rápida, por isso não encontrou nada o que procura. Estufou o peito e o esvaziou simultaneamente, agora olhando com mais calma e diligência. Perpassou os globos oculares em uma analista leitura no que há escrito no papel, o qual carrega consigo. Uma missão, a primeira que faria em sua vida, fora “contratado” pela Deusa Romana do Amor – Vênus -, essa que um tipo de bilhete com uma tarefa inusitada: os ovos de seu coelho foram capturados por criaturas, as quais ele até então achavam que não existiam, dragões, e a deusa necessita do auxílio de experientes semideuses com o intuito de recuperar tais ovos e entrega-la. O local, onde Allen localiza-se é belo, o doce aroma de mata nativa pairam em meio ao ar daquela trilha na agora enorme floresta no Acampamento Júpiter. “E agora?”, foi o que veio em sua mente de consecutivo, pensativo.

As orbes oculares límpidas da prole submundana lentamente perpassaram mais uma única a vez à procura do dragão que ali deveria jazer. Respirou pesadamente enquanto escorreu seus dentes pela parede destra interna da sua própria bochecha, bufando calúnias em seus devaneios por ali estar e não achar o que busca. Contudo, um som o surpreendeu e o fez virar bruscamente cento e oitenta graus. Um sonido de algo que se assemelha a um galho a se quebrar com um piso sobre a sua superfície. – Luuk? – Indagou, arqueando a sobrancelha ao alto em sinal de dúvida e, principalmente, ironia. – Veio atrás do mesmo ovo? – Prosseguiu, entortando os lábios em um sorriso malfeito, desfeito logo em seguida. – Poderíamos nos ajudar, que tal? – Indagou mais uma vez, entretanto, antes que o rapaz pudesse responder, ambos foram ‘amedrontados’ por duas criaturas que supostamente não deveriam existir; Allen contraiu a musculatura facial, franzindo o cenho ao direcionar o estreitado olhar a elas. – Dragões... gêmeos. – Falou, puxando a Sword of the Vacuum da bainha, a qual reside no contorno lateral canhoto da cintura.

Tateou o cabo da espada com a palma destra, deixando seu corpo invisível logo em seguida com Cover of Darkness/Κάλυψη του σκότους – uma capa feita especialmente para os Necromantes de Érebus que contem a capacidade de deixar o usuário invisível a quem não pertença ao meu grupo -. Suspirou silenciosamente, semicerrando as vistas mais uma única vez. – Luuk! Eu pego o dragão da direita! – Exclamou, cerrando o punho da mão livre, levemente apreensivo. – E não venha maliciar! – Comentou ainda em exclamação, cobrindo a área que só atingiria Allen e o dragão adversário em uma profunda escuridão, a qual não afeta o necromante devido à habilidade de poder enxergar perfeitamente até mesmo no escuro.

Tudo parecia sobre controle para o jovem até o momento em que perdeu o dragão de vista. – Ahn? – Não compreendeu inicialmente o que havia ocorrido. Haveria ela fugido do combate contra ele por medo? Dificilmente seria isso. Foi então na mente do mesmo veio a provavelmente resposta. “Sobre o Dragão: Coral e Cristal são dragões verdes do tipo Arma Cilada, chamados assim porque podem ser considerados um tanto traiçoeiros. São ambas meninas. Se sentir cheiro de chocolate tome cuidado pode ser o dragão a sua espreita, o dragão se disfarça de planta dificultando de ser encontrado, Coral e Cristal são gêmeas ardilosas capazes de engolir um semideus por inteiro, e não serão nada fáceis de derrotar”, recitou mentalmente o que há escrito nas anotações do caderno que a deusa o deu. – Sacanagem, ela se camufla. – Murmurou, contraindo e descontraindo o nariz enquanto virou o crânio de um lado para o outro. Fungou em busca do cheiro de chocolate. “Ali!”, exclamou em seus devaneios quando sentiu o aroma adocicado achocolatado. Nesse instante, uma labareda flamejante e enegrecida se formou na palma canhota do filho do submundo, sendo lançada logo em seguida em Cristal. A mesma foi surpreendida pela chama no último segundo, assim, não conseguir reagir a tempo suficiente para esquivar e acabou sendo queimada.

Ela irritou-se, baforou um hálito chamuscado em todas as direções possíveis, assim como a do garoto Charbonneau, esse que de relance com a velocidade elevada conseguiu esquivar, mas queimou o ombro destro e parte do bíceps. – Tsc. – Suspirou e respirou profundamente, recuperando e regenerando o ferimento com a cura sombria, a qual é eficaz já que estava contornado por sombras. Não desviou o olhar de Cristal por nenhum instante; ela, por sua vez, estava à procura dele, o que seria complicado de acha-lo já que o mesmo se encontrado no estado impossível de ser visto por quem não seja um necromante. – Não dessa vez. – Disse baixo quando notou que ela estava para lançar mais um bafo de fogo, mas o moreno a interceptou instantes antes, a desequilibrando ao gerar um suave terremoto; o dragão ficou cambaleando, atirada sobre o solo. Foi então que Allen aproveitou a posição em que ela jazia, criando uma fissura sobre o corpo escamoso de réptil dela, a banindo para o mundo ínfero. – Espero que goste daí. – Disse, olhando para o buraco em que se formou no chão; riu mentalmente quando se fechou.

Dispersou a escuridão que envolvia o local, no qual combatia com o dragão por algum longo tempo. Quando elas se extinguiram por completo, notou que o companheiro havia derrotado também o outro réptil. – Divertido, não? – Comentou, desviando o olhar do semideus até os ovos. OS OVOS. – Luuk... – Disse, dando um tipo de leve tapa no tronco do mesmo. – São ovos gêmeos! – Falou, ponto a mesma mão que o ‘bateu’ sobre o ombro direito alheio. – Nada mais justo do que serem dois ovos quando são dois dragões. – Moveu-se em direção aos objetos, lado ao lado com o demônio de Nyx. Com ovo em meio a ambas as mãos para que não caísse. – Falou, Luuk. – Despediu do parceiro de confronto, rumando por aí com uma das recompensas.


Adendos:
Itens & Equipamentos:
§ - Sword of the Vacuum - Uma espada com a lamina negra, que quando o jovem a utiliza, ela pode lançar uma rajada de vácuo, que ai invés de jogar o alvo para longe, faz com que o local acertado seja contraído/esmagado de certa forma (não esmaga completo, apenas causa grande dor).

§ -Cover of Darkness/Κάλυψη του σκότους - Uma capa que cobre o corpo do necromante de Érebus, impedindo que qualquer um o veja, ou escute onde ele está, é como se o mesmo não estivesse no local. Apenas quem os necromantes querem que os veja, os vê.

8- Pressa: Uma vez em batalha quando portando o colar com um pequeno pingente de olho, o semideus consegue se mover 20% mais rápido podendo se livrar de ataques de pessoas no mesmo nível ou abaixo de si com mais facilidade.
Filho de Hades/Poderes Passivos & Ativos:
- Passivos:

Level 2: Cura sombria I. Os filhos de Hades ao ficarem debaixo da sombra conseguem se recuperar involuntariamente. No primeiro post recupera 10HP, no segundo 20HP e assim por diante, levando em conta que tem de permanecer debaixo da sombra e não sair dela ou então só irá recuperar 10HP.

Level 1: Pericia com a espada. Como mostrado no arquivos de semideuses, a espada se tornou um símbolo de Hades e por isso você tem mais facilidade em manusear essa arma que qualquer outro semideus.

- Ativos:

Level 2: Terremoto iniciante. Você consegue causar leves tremores, em inimigos mais leves e fracos pode ocorrer de cair, em inimigos mais pesados pode tirar o equilíbrio.

Level 3: Portões do Inferno I: Habilidade que permite ao semideus criar um pequeno abalo sísmico contra o chão abrindo uma fissura. Tal abertura dará passagem ao filho de Hades para o submundo, e também permite que o mesmo expulse monstros ou criaturas para o reino inferior. Nesse nível consegue passagem apenas para os campos de Asfodelos.


Level 4: Fogo Maldito I: Também conhecido como fogo negro, é a chama utilizada por Hades para queimar, torturar, ou iluminar o reino dos mortos, usadas de muitas maneiras por este. O semideus, sendo filho do senhor de inferno possui a capacidade de dominar uma pequena parcela dessa chama, podendo usa-la para causar queimaduras em seu oponente. Lembrando que esse tipo de fogo não queima de maneira normal, ao tomar o corpo de alguém consome a região atingida até essa virar carne podre que dificilmente se regenera, permanece em estado morto. Nesse nível o semideus consegue criar no máximo duas bolas de chamas, uma pra cada mão, em pequenas quantidades. O Uso dessa habilidade consome 10 MP por turno usado.
Necromante de Érebus/Hades/Poderes Passivos & Ativos:
- Passivos:

> Nível 3, Escuridão – Meus necros são capazes de criar escuridão, a sua vontade.

> Nível 1, Visão – Você é capaz de enxergar tão bem no escuro, quanto enxerga no claro.



"See, he tastes like you only sweeter"
plut. with Luuk and Dragoon


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Re: Trilha da Floresta

Mensagem por Luuk Köhler Bradshaw em Dom Mar 27, 2016 9:22 pm

Party
Oh yeah!
Monday, Tuesday, Wednesday and Thursday, Friday, Saturday, Saturday and Sunday...Get get get get get with us...You know what we say...Party every day!

O polegar canhoto deslizava sutilmente pelas lâminas reluzentes, forjadas já a algum tempo, mas ainda assim duradouras, esplendorosas, magníficas, simplesmente Dead e Pool. O dono de tais armas, Luuk Köhler Bradshaw, continuava a manusea-las, agora passeando-as entre o indicador e o médio, num gesto repetitivo e para ele divertido. "Será que estou 'enferrujado'?" a pergunta retórica surgiu do além no instante em que os globos translúcidos deparavam-se com um pequeno envelope rosado, pós banho. "Que merda é essa?" a pergunta surgiu quase que automaticamente na cabeça do galês, sumindo depois de alguns minutos, logo após o demônio de Nyx descobrir que se tratava de uma pequena "missão", por assim dizer. Ao observar o remetente, o jovem semideus motivou-se, tomando impulso e guardando ambas as katanas nas suas respectivas bainhas, depois de muito tempo, Luuk Köhler Bradshaw retornaria a vida ativa de meio sangue, para um treino razoavelmente difícil, em busca de um ovo especial, guardado por uma criatura medonha, um dragão. Antes porém, necessitaria decifrar a charada que lhe fora imposta, o que sinceramente não lhe tomou muito tempo, afinal o único lugar onde é possível encontrar-se flores em meio a floresta negra, é numa trilha um tanto quando oculta até a mesma. O único problema era a localização...Acampamento Júpiter, San Francisco. Á passos firmes e longos, o galês deixou seu chalé para trás, aos poucos já avistando o primeiro seu destino, o estábulo, logo apanhando seu pégaso e sumindo em meio ao céu anil.

A viagem seguiu tranquila, até que por fim Bradshaw pôde enfim avistar seu destino final, este que era frequentemente visitado por casais apaixonados. Precavido, o loiro desceu do mascote, deixando logo na entrada da trilha, e caminhou lentamente pelo local, tentando fazer o mínimo barulho possível, isso devido a duas coisas, a primeira era que ele planejava surpreender o dragão, não ser surpreendido; e a segunda, bem, ele não sabia quantos outros semideuses também estariam atrás de um ovo poderoso como aquele. Depois de mais alguns passos, o seguidor das trevas escutou um barulho estrondoso e tratou de desembainhar Dead e Pool simultaneamente, suas fiéis companheiras, segurando-as com firmeza, não sabia o que viria a seguir. Surpreendeu -se com a chegada de um conhecido. — Allen... — murmurou coçando o queixo e franzindo o cenho. Antes que qualquer outra frase escapasse dos lábios da prole de Afrodite, duas criaturas cuspidoras de fogo surgiram, provavelmente haviam farejado os semideuses através do faro aguçado. — Vamos lá, é hora do show. — gritou um entusiasmado Luuk, apenas assentindo com o que Allen dissera minutos depois, ele se encarregaria do monstro à esquerda, enquanto o necromante destruiria o outro.

Astuto, o demônio aproveitou a escuridão criada pelo comparsa para ativar sua capa e ficar invisível, podendo assim utilizar-se do famoso efeito surpresa. Já mais seguro, o galês partiu para o ataque, não perdendo tempo e desferindo um corte ortogonal no crânio do animal, que rugiu irritadiço, e começou a cuspir diversas labaredas de fogo. Bradshaw desviou das primeiras chamas com rolamentos limitados para ambos os lados, mas repentinamente foi pego por uma bola de fogo um pouco maior que as demais, chamuscando sua roupa e deixando uma marca escarlate na altura do peitoral definido. — Merda. — praguejou o atingido, agora parcialmente desnudo. Outrora Luuk ficaria irritado e atacaria o adversário com pura força bruta, de maneira irracional, mas agora não. Ele respirou fundo, apanhando suas katanas e voltando a desaparecer em meio as sombras. — Vem brincar com o papai. — a voz do garoto saiu provocativa, atiçando ainda mais as coisas. O dragão tornou a exibir suas presas gigantes e saltou sobre o lugar onde antes estava o filho do amor, futilmente errado, assim abrindo uma brecha para um contra ataque por parte do demônio, que não exitou e distribuiu diversos cortes diagonais sobre o tronco do animal.

Sorridente e agora na dianteira, parecia apenas uma questão de tempo para que a "guerra" terminasse, mas o seguidor de Nyx cometeu um erro crasso, diminuiu a tensão do corpo, relaxando a mente e aumentando a tão deliciosa adrenalina, permitindo que esta corresse com mais facilidade, por um instante parando para deleitar-se com a sensação. O resultado daquilo? A fera usou uma das garras para atingir o menino no pescoço, bem próximo da veia aorta, aproveitando a deixa para camuflar-se em meio as plantas do local. Furibundo, o meio sangue nem ousou murmurar nada, apertou as armas e concentrou-se no olfato, por fim reconhecendo um aroma adocicado muito peculiar, chocolate. Já ciente da localização do oponente, não tardou em atacar com diversos cortes, um horizontal, outros dois diagonais e finalizando com uma meia volta na vertical. Os três primeiros golpes entraram parcialmente, mas o último foi executado com exímia maestria, acabando de uma vez por todas com o monstrengo cuspidor de fogo.

— É, o ditado é verdadeiro, quem é rei nunca perde a coroa. — murmurou o galês orgulhoso, antes de ir em direção a Allen, que aparentemente também dera uma surra no outro dragão. — Bom trabalho, cara! Agora vamos a recompensa... — proferiu caminhando sem pressa até um pequeno "ninho" que havia mais adiante, onde DOIS ovos se encontravam. — Bom, pelo menos não vou ter que te matar agora. — brincou soltando uma leve risada. — Nos vemos por aí, parça. — finalizou apanhando o que agora era dele e indo tratar de suas feridas, para depois voltar ao seu lar.

Armas e Outros:

Capa da Noite: A capa de seda negra, extremamente leve e confortável, pode parecer apenas uma questão de vaidade... Mas a roupa, abençoada por Nyx, possui a propriedade de armadura, podendo reduzir até 50% do dano total causado em seu usuário, além de tornar o demônio praticamente invisível de noite. (Para a invisibilidade o portador deve deixar bem claro que usa essa habilidade, mas dependerá também do narrador - em casos de missão, PvP ou MvP - se sentir convencido de que você está usando direito o presente. Caso esteja, poderá se esconder até seu próximo ataque ou até o narrador achar que falhou com sua descrição) - Só pode ser retirada pelo dono.

Katanas Infernais (Dead e Pool) - Duas Katanas forjadas para ter corte igual a espadas comuns mais com menos peso, agilizando mais o golpe. E nas pontas de ambas as espadas possuem um veneno letal, que deixa seu oponente confuso a ponto de querer se matar

Mascote

Spark - Pégaso.






Notas: Notas notas ou qualquer coisa.





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Re: Trilha da Floresta

Mensagem por Arthur Lefebvre em Sab Abr 22, 2017 4:54 am

Xeque-mate

O James – meu amigo que também era semideus – me apresentou o Acampamento Júpiter por completo. Eu estava definitivamente muito feliz com minha presente situação. Afinal, somente agora eu estava descobrindo a minha verdadeira capacidade. Havia acabado de sair do alojamento dos meninos da V Coorte. A minha mais nova família aparentemente, que não tinha muita gente, por sinal. Afinal, era a ultima Coorte criada.

Estava com vontade de conhecer os arredores do Acampamento, visto que o James me apresentou apenas a parte de dentro. Apesar de ele ter me dito várias vezes que era perigoso, eu não tinha medo. Talvez pela minha mais nova descoberta, de ser filho da deusa da fúria da guerra. Não que fosse algo que eu só viera a sentir agora. Não. Já é algo que sinto dentro de mim a tempos.

Afinal, eu tenho vinte anos e o normal era que os semideuses fossem tragos ao Acampamento Júpiter aos treze, que é quando começam a ter um odor mais forte para os monstros. De acordo com o James, isso não me acontecera antes pelo meu pai ser um homem de grande influência e bastante rico e por isso, circulou nossa mansão com vários guardas semideuses que eram bem pagos com dracmas. Por este motivo, eu não corria muito perigo.

Carregava comigo o meu mais novo escudo e trajava a minha mais nova armadura branca que cobria todo o meu corpo. Eu os achava itens magníficos! Poderosos e bastantes úteis, até onde pude verificar, apesar de não ter testado suas capacidades por completo. Meu destino era a floresta, queria explorá-la um pouco mais, apesar de saber os perigos.

Quando chego à floresta, avisto de cara uma trilha bastante larga. Pensei comigo mesmo “porque não?” só poderia levar a algum lugar interessante, não é mesmo? E assim, comecei a seguir aquela trilha. Queria ver onde a mesma daria. Era bom, ouvir os animais, as brisas que passavam pelas árvores. Por outro lado, havia alguns insetos e eu odeio insetos.

— Filho da puta. — Xinguei enquanto matava um mosquito que repousava em meu braço, sujando o meu braço de sangue.

À medida que fui andando, a trilha foi se estreitando e talvez fosse ali que a floresta começaria a ser realmente perigosa. Não havia mais ninguém ali além de mim naquele local. Eu estava confiante, crente de que ia chegar ao meu objetivo. Mas, de repente, uma pessoa surgiu à minha frente. Não sei o porque exatamente, mas a sua expressão era sombria, o que me causou certo arrepio.

— Quem é você? — Perguntei, pondo o lado branco do meu escudo à minha frente para me proteger de quaisquer golpes, caso acontecessem.

— Alguém entediado a procura de alguma diversão. — Ele disse enquanto olhava diretamente em meus olhos.

De repente, o seu olho ganhou uma coloração vermelha e o ambiente ao meu redor já não era mais o mesmo. As árvores e todas as plantas que nos arrodeavam haviam sido transformados em nada. Um imenso e frio vazio era onde eu me encontrava agora. Exceto pelo fato de que entre mim e a pessoa – provavelmente um semideus – havia um tabuleiro de xadrez.

Eu e ele estávamos nas posições dos reis. Ele ergueu a mão e nas posições das peças surgiu energia negra do chão que depois tomaram forma, transformando-se em pessoas com as características das peças de xadrez. Na minha mão, surgiu uma espada que reconheci ser feita de ouro imperial e na minha cabeça uma coroa. Engraçado, agora eu era literalmente o rei Arthur. Só que de um jogo de xadrez.

— O que é isso?! — Perguntei assustado.

— Antes que eu lhe explique, devo alertá-lo. Caso saia da sua posição fora das regras do jogo, que acho que você conhece, irá conhecer a morte instantânea. — Ele disse e eu engoli em seco.

— Por acaso estás louco? — Apontei a espada pra ele, perguntando indignado. — Quem é você? Porque está fazendo isso?

— Sou um demônio de Nox e isso é uma ilusão. — Ele sorriu. — Só estou entediado e gostaria de brincar um pouco, oras.

Um demônio de Nox? O que isso significava? Eu ainda não sabia, afinal, ainda era muito novo em todo aquele assunto. Certamente precisarei ir a uma biblioteca outrora para me atualizar sobre o meu mais novo mundo. Ajeitei-me no meu quadrado, olhando para as peças que me eram companheiras. Eu era o rei e eu iria comandá-las. De certo modo, aquilo seria interessante. Sempre fui um bom estrategista, o que facilitaria a minha vitória.

— O que acontece se eu perder? — Perguntei curioso.

— Levarei você para ser recrutado pela Nox. Não poderá recusar. — Ele deu ênfase na ultima frase. — Caso ganhe, poderá sair daqui vivo. Sou uma pessoa justa, no fim das contas.

Assenti com a cabeça e suspirei.

— Quem começa?

— Você está com as peças brancas. Você começa.

Observei todas aquelas “peças” que não pareciam peças por terem forma humana e estarem agindo como tal. Os peões eram todos as mesmas pessoas. Assim como as torres, os bispos, os cavalos e as rainhas. Só diferenciavam-se entre si. Os únicos que não eram iguais eram os reis porque éramos eu e o demônio de Nox.

Considerei que o tabuleiro fosse dos clássicos em que as laterais eram formadas por letras e a base por números e assim fiz o meu primeiro movimento.

— Peão na E5. — Eu ordenei e assim o peão o fez, dando dois passos à frente. O peão carregava um pequeno escudo e uma pequena espada. Por algum motivo, sentia que aquela seria uma partida fácil.

— Peão na D5. — Ele comandou, botando a sua peça a frente da minha. Eles se encaravam, mas, nenhum movimento ofensivo.

— Bispo na E3. — Comandei o bispo, que estava com o seu caminho livre por ter mexido o peão anteriormente. Ele se pôs na posição, parando de imediatamente, o que mexe a sua armadura pesada. Ficou com a mão no cabo de sua espada, pronto para o ataque.

— Cavalo na C3. — Ele move o cavalo do lado esquerdo do tabuleiro que por sinal, havia um cavaleiro em cima com uma armadura também pesada e segurando uma enorme lança medieval.

— Rainha na D8. — Ordenei e a rainha, que segurava uma pequena e delicada adaga moveu-se até a sua nova posição. Seus cabelos negros voavam enquanto se movimentava. Ela era bela ao seu modo.

— Cavalo na C6. — Comanda o seu mestre, e ele move-se. Comecei a rir demasiadamente. Ele mal havia percebido qual havia sido a minha jogada e agora, já era tarde demais. — Porque rides semideus?

— Tão tolo. Não percebeste a jogada mais manjada do xadrez. Realmente, estava tão entediado que resolveu jogar algo que não faz nem ideia de como se joga. — Continuei rindo mais um pouco e então fiz meu movimento. — Rainha na B6 e... Xeque.

A moça vulgo rainha move-se mais uma vez. Ao aproximar-se da posição, havia um peão esperando-a. A rainha segurou o peão pelo seu cabelo e degolou-o, fazendo com que o chão ficasse repleto de sangue. A rainha estava agora na diagonal do demônio, que é o rei, deixando-o exposto a um ataque caso não fizesse nada. E mesmo que fizesse, já estava condenado. Pobre demônio, péssimo em estratégias.

— Droga... Não pode ser. — Ele reclamou, serrando os punhos e me olhando furiosamente. — Rei na B6.

Ele ergue a própria espada e desfere um golpe certeiro no pescoço da rainha, decapitando-a. Logo depois ele toma o lugar da rainha e enquanto tudo isso acontecia, eu continuava rindo. Afinal, em poucas rodadas já havia acabado o jogo, visto que meu próximo movimento seria derrotar o rei – completamente exposto – com o bispo que se encontrava à alguns quadrados em sua diagonal.

— Xeque-mate. — Eu batia as palmas de minha mão em meu joelho enquanto estava agachado de tanto rir.

Ele desfez a ilusão e antes que percebesse, já estava próximo demais. Ergui o meu escudo com a parte branca e assim que o vi, expandi-o, evitando o golpe seja lá de onde viera. Apenas escutei o trincar de sua espada no escudo que eu ganhei da minha mãe. Comprimi o escudo novamente para o seu tamanho normal e felizmente, a espada que ele havia me dado ainda estava em minha mão. Rapidamente, tento desferir um corte na horizontal em sua costela mas ele consegue se esquivar com sucesso, recuando.

— Não tens honra em tua palavra, demônio! — Falei, apontando-lhe a espada.

Poucos segundos depois, pude ouvir vários passos e quando olhei para trás, avistei o James que havia trago toda a sua legião. Ele encara o demônio com certa raiva e ergue a sua lança, logo depois lhe arremessando em sua direção. Infelizmente, o demônio simplesmente desaparece em uma das sombras que havia ali naquela árvore e não retorna mais.

— Pensei que pudesse estar em perigo. — Ele disse, sorrindo ao ver que eu estava bem. — Percebi que havia sumido durante muito tempo. Sabia que iria te encontrar aqui.

Ele se aproximou e estendeu-me o braço para que eu o apertasse. Entreguei-lhe meu antebraço e agarrei o dele e nos cumprimentamos.

— Tá brincando? — Eu ri do que ele dissera. — Muito tempo? Eu derrotei esse cara no xadrez rapidinho.

— Xadrez? — Ele pergunta franzindo o cenho. — E essa espada?

— Exatamente. Ele nos pôs em uma ilusão e disse que se eu perdesse iria me levar para ser recrutado por Nox. E caso eu vencesse, ele me deixaria vivo e em paz. — Ajeitei o meu cabelo loiro que havia sido bagunçado por causa do pequeno esforço que fiz mais cedo. — Mas pudemos ver que ele estava mentindo, não é mesmo? Quanto à espada, ele me dera durante a ilusão, mas ela não sumiu quando ele desfez. Creio que foi uma invocação, e não ilusão. E por isso ela continua aqui. É bom, afinal, eu estava precisando de uma mesmo.

— Nox?! Agora tudo faz sentido. — Ele rosna. — Aquela maldita quer tomar o Olimpo e nos fazer de escravos. Vem, vamos voltar ao acampamento que lá eu lhe explico tudo. E sim, fique com a espada, realmente irá precisar.

E assim nos viramos em direção ao Acampamento. O James era um Centurião, o que me deixou bastante maravilhado quando descobri aquilo. Seus legionários vinham logo atrás da gente, conversando sobre como o James fizera o demônio correr apenas aparecendo no local. Ele tinha homens de confiança em seu comando, o que era muito legal. Espero que um dia eu alcance o mesmo patamar que o dele.

HABILIDADE PASSIVA:
Nível 1:

Nome do poder: A arte da guerra
Descrição: Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

ITENS:
♦ Pain Steel – Uma armadura completamente branca que cobre todo o corpo do filho de Belona, ao usar essa armadura todas as capacidades físicas do filho de Belona aumentam em 100% o deixando mais forte, mais rápido e mais ágil. Mas a habilidade real dessa armadura é absover a dor do campo de batalha se tornando completamente negra e fazendo com que qualquer pessoa que a toque sinta uma dor intensa e agonizante.

♦ Double Shield – Um escudo largo que possui dois lados, um branco e um negro. Ao usar o lado branco do escudo para se defender o filho de Bellona pode fazer com que o escudo fique do tamanho que quiser e usando o lado negro o filho de Bellona consegue ocultar completamente invisível enquanto estiver imóvel.

PRÊMIO REQUISITADO:
♦ Espada de Ouro Sagrado.

OBS.: POR FAVOR, UTILIZAR OVO DA PÁSCOA GANHO NO EVENTO DE PÁSCOA PARA DUPLICAR EXP. DESDE JÁ, AGRADEÇO.
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Re: Trilha da Floresta

Mensagem por Psique em Dom Abr 23, 2017 10:13 pm



Método de avaliação:

Realidade de postagem + Ações realizadas. –  1.200  xp
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc. –  1.200 xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência.  – 1.200  xp

TOTAL: 3.600 xp + 6.000 dracmas

(Os valores acima são referentes a valores máximos, não necessariamente significa que você terá essa pontuação.)

Arthur

Realidade de postagem + Ações realizadas. – 1.170 xp
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc. –  1.180 xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência.  – 1.175 xp

TOTAL: 3.525 xp (x2) + 5.000 dracmas = 7.050 xp + 6.000 dracmas

Obs: Dúvidas devem ser retiradas via MP.



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