The Blood of Olympus
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[RP's] Avery Hernández

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[RP's] Avery Hernández - Página 2 Empty Re: [RP's] Avery Hernández

Mensagem por Avery Hernández em Ter Maio 14, 2019 10:53 pm

OMG! IS REAL
um reino de fantasia
Os passos que você dá não precisam ser muito grandes, eles só precisam te levar na direção certa.
Nós corremos pelo que me pareceu um longo tempo. Era fim de tarde e a floresta parecia mais densa e escura conforme avançamos pelas trilhas. O coelho estava me guiando para um lugar distante e insistia em afirmar que em breve estaríamos em segurança, mas eu não me sentia assim.

Os animais estavam inquietos, as árvores sussurravam segredos entre si e a terra abaixo de meus pés parecia cada vez mais pesada. O coelho não sabia, mas estávamos andando em círculos há pelo menos uma hora e isso não acontecia ao acaso. Algo sombrio estava rondando a floresta e esse algo... nos perseguia.

...

— Já chega — Parei bruscamente ao perceber que tínhamos passado pelo carvalho branco uma terceira vez. Não íamos chegar a qualquer lugar desse jeito e eu estava verdadeiramente cansada de tudo aquilo. A última perseguição tinha me desgastado, eu tinha saído do reino dos gigantes depois de ter sido selecionada para uma competição de morte. Depois disso, os Trolls apareceram e nos encurralaram, fugimos por pouco, mas eu ainda tinha a sensação de estar sendo seguida, observada.

— Se não formos logo não chegaremos lá antes de escurecer — O coelho ralhou. Ele já tinha me dito e eu confiara nele, mas não podíamos continuar daquele jeito, não mais.

— Eu sei, mas estamos perdidos e quanto antes você admitir isso mais fácil será — Expliquei paciente. Estava frustrada, mas não iria descontar no coelho - primeiro porque não tinha certeza sobre o que estava acontecendo, segundo porque a sensação era uma intuição que eu não conseguia explicar.

— É logo ali na frente — Ele tentou de novo, estava me persuadindo a fazer o que ele queria mais uma vez.

— Você disse isso pelo menos quatro vezes na última hora — Retruquei um tanto birrenta.

— E chegamos a algum lugar, não é mesmo? — Ele perguntou, me fazendo arquear a sobrancelha e bater o pé no chão antes de resmungar.

— Não, não chegamos a lugar nenhum!

— A menina está certa — Uma terceira voz se juntou a nossa discussão. Vinha do meio das árvore s e estava oculta por entre as sombras, impedindo-me de ver a quem ela pertencia.

— Quem está aí? — Gritou o coelho e então eu os senti.

Eu estava absorta e preocupada, por isso não fui capaz de discernir outras pessoas na floresta, mas as árvores estavam me avisando o tempo todo e agora que eu parava para ouvi-las conseguia entender um pouco melhor.

“Eles estão perto.”

“Ela está vindo.”

“Tenha cuidado.”


Sussurravam entre si enquanto contavam histórias das malandragens daquela rainha com o bruxo e o pirata. Eles tinham armado, ganhado tempo e conseguiram nos encurralar com perfeição. A questão era: quem eles realmente queriam?

— Você... — O coelho estremeceu e recuou um passo em minha direção, colocando-se entre mim e a desconhecida que surgira por entre as árvores.

— É ela? — Perguntou a desconhecida a um terceiro indivíduo, que surgiu misteriosamente da mesma direção. Ele se vestia como um pirata e me encarava com certo fascínio.

— É ela — Confirmou antes de completar. — Foi ela que eu a vi durante a batalha do navio, estava com os marujos do Gancho e o ajudou a derrotar nossa tripulação sabotando a ponte e invocando plantas no meio do mar — Pisquei confusa com sua revelação, a última batalha não tinha acontecido daquele jeito.

Eu tinha realmente sabotado a ponte para tornar a madeira escorregadia e impedir os soldados de nos atacarem. Tinha conseguido criar os cipós para prender meu inimigo por um tempo, depois o machucara e me arrependera – mas isso não vem ao caso. Porém, em nenhum momento pensei que alguém tinha notado meus feitos patéticos, afinal eu não era uma lutadora e tudo que conseguira durante aquela batalha fora me machucar, me atrapalhar e causar uma tremenda confusão. Jamais pensei que alguém estivesse de olho nas minhas bizarrices, entretanto me enganei, aparentemente alguém estava.

A estranha deu um passo em minha direção e meu coelho corajosamente se colocou a minha frente, como se estivesse mesmo disposto a me proteger. A mulher não gostou muito disso, arqueou a sobrancelha e ergueu os dedos em direção ao Coelho Branco, em seguida os moveu para o lado e como num passe de mágica o atirou em qualquer direção.

— Guardas, livrem-se disso — Proferiu em voz alta, e nesse momento notei que mais deles surgiram de dentro da floresta. Eram homens de uniforme militar nas cores azul e prata, não pareciam benevolentes ou piedosos e estava claro que não hesitariam na hora de matar.

Fraquejei diante disso e me sentindo impotente cai de joelhos sobre o chão. Que diabos estava acontecendo? Por que eu não reagia a ela? Porque... não ajudava o coelho?

— Diga-me criança, o que você é? — A mulher se aproximou, me dando chance de ver seu rosto. Ela era linda, absurdamente linda!
Seus lábios rosados tinham aquele toque mais cheio e feminino que tornava qualquer mulher atraente, seus cabelos negros eram levemente ondulados na ponta, sua pele clara devia ser muito macia. Mas seus olhos... esses eram puro gelo. O azul brilhante e vívido era tão frio que eu não era capaz de sustentar seu olhar, então apenas o desviei de maneira dura e procurei encarar qualquer ponto da árvore mais próxima, buscando forças para enfrentá-la de alguma maneira.

— Quem é você? — Minha voz não passava de um sussurro e minha teimosia insistia em me dizer que se eu iria morrer agora, então morreria sem dar a ela o que ela queria.

— Eu, minha querida, sou Grimhilde — Respondeu antes de completar. — A rainha má.

— Você prendeu os sete anões! — Gritei esbaforida, cortando-a antes que ela tivesse chance de falar qualquer outra coisa.

— Criaturas idiotas, eu diria — Abanou a mão no ar, andando ao meu redor de maneira acusadora, como se me examinasse. — Você é muito mais preciosa e eu desejo aquilo que está dentro de você — Continuou, me fazendo arfar e fechar as mãos em punho para conter a raiva. Aquela mulher tinha prendido os anões na mina por nada! Isso, isso era tão... malvado. E sim, essa é a minha melhor definição para o termo ruim, logo percebemos que não sou muito criativa em conseguir diferir os caras de lá (os caras maus).

— ¿Qué quiere de mí? — Perguntei entre dentes, minha mandíbula estava travada e meu corpo estava todo tenso. Eu tinha me levantado para não dar a ela o gostinho de me vencer caída, porém agora me arrependia disso completamente. A rainha tinha chegado mais perto e seu rosto agora estava muito, muito perto do meu.

— Seu poder — Ela sorriu largo, um sorriso que me deixou – pela primeira vez – com medo saindo pelos poros. Meu corpo inteiro estremeceu e minhas pernas ficaram bambas. Tentei dar um passo atrás, mas a rainha ergueu a mão mais uma vez e me obrigou a fechar os olhos com força esperando pelo tapa.

Eu conhecia aquela posição ofensiva, já tinha visto nos olhares dos adultos milhares de vezes, sabia o que viria a seguir, quase podia sentir sua mão ardendo em minha bochecha, mas não foi isso que aconteceu.

— Levem-na e façam com que fique calada — Abri os olhos e pisquei perplexa com sua fala e a surpresa foi o que me fez baixar a guarda para ser pega desprevenida. Eles foram rápidos, me cercaram e prenderam meus braços com uma espécie de bracelete verde muito semelhante a uma algema de couro. Me debati entre os braços dos soldados, mas eles me ergueram facilmente do chão. Gritei, esperneei e tentei invocar a ajuda da floresta, implorei às árvores que me ajudassem, mas nenhuma delas me respondeu.

— Sr. Coelho! Sr.Coelho por favor me ayude! — Tentei uma última vez, buscando pelo animal branco por todos os lados. Ele também não estava ali, ele também não me respondeu.

Eu estava sozinha novamente e perceber isso me fez murchar de vez e desistir de brigar com os soldados que me arrastavam. A rainha ao perceber isso olhou por sobre os ombros, me encarou e sorriu.

— Boa menina — Parabenizou ela. — Agora você sabe, ninguém pode te ajudar — Proferiu, confirmando minha teoria de que tinha me metido em encrenca e que dessa vez ninguém iria me ajudar. Mas a pior parte não era essa...

A pior parte estava em saber que um pensamento antigo se tornava vivo outra vez.

“Se ninguém no mundo se importa com você, você realmente existe?”

....

Eu adormeci no meio do caminho até o palácio. A exaustão e a falta de esperança me fizeram cair no sono rapidamente, me deixando em um estado de torpor e lentidão que me fizeram sentir ainda pior. Eu estava começando a acreditar que tudo ficaria bem quando ela apareceu para me confirmar que não estava, me arrancando a esperança mais uma vez.

Eu deveria estar acostumada aquela sensação, mas não estava, afinal quem gosta de se apegar a sofrimento, falta de controle e solidão?

Acredito que ninguém.

Eu não estava longe da floresta, tinha certeza disso, mas também não estava mais no coração dela. A fortaleza de pedra era cercada de muros e separava meu mundo particular do reino da rainha, deixando-me a beira de um ataque de pânico. Eu estava deitada sobre uma mesa gelada, meus pulsos estavam presos em correntes de ferro ao lado do meu corpo, meus pés pareciam algemados e meu corpo parecia dormente.

— ¿Lo que hiciste para mí? — Perguntei meio grogue. Minha cabeça estava estranha e meus pensamentos pareciam todos embaralhados. Eu não conseguia enxergar corretamente, a sala parecia embaçada e a imagem da rainha sobre mim estava completamente distorcida.

— Shhii minha criança, vai acabar logo eu prometo — Dedos delicados traçando o contorno da minha bochecha e desceram por meu queixo. — Eu posso senti-la vindo, vou fazer sua agonia passar — Completou, me fazendo piscar mais forte para conter a vontade de chorar.

— Por quê? Por que está fazendo isso comigo? — Elas desceram sem permissão, eram mornas contra meu rosto gelado, molhavam minha pele deixando minhas bochechas úmidas. Meu nariz trancou e minha respiração ficou mais pesada, mas a rainha continuou a sorrir.

— Eu também quero ter meu final feliz — Ela se abaixou perto do meu rosto e retirou as mechas do meu cabelo perto do meu ouvido, minha mente embaralhou um pouco mais. — E você é a chave para isso pequena, você tem o poder que eu preciso e para desperta-la eu estou tirando sua ligação com aquilo que você tanto ama, eu vou despertar seu poder e depois vou consumi-lo inteiro para poder criar minha maldição das trevas — Ela falava baixo como se estivesse me contando um segredo. Sua voz era calma e a fazia parecer gentil quando na verdade ela não era. — Esse reino será meu, todo meu — Completou antes de se levantar.

Atordoada com a nova informação tentei mover os dedos e puxar minhas mãos para cima, mas tudo que consegui foi mover meu corpo minimamente. Aquelas algemas estavam muito apertadas e meu corpo parecia não estar respondendo corretamente.

— Poupe esforços se quiser sobreviver — A rainha proferiu, me fazendo ofegar e virar a cabeça para o lado novamente.

Ela estava de pé bem no centro da mesa de pedra em que eu estava deitada, suas mãos estavam estendidas sobre meu corpo e uma energia estranha saia por entre seus dedos. A rainha passou a murmurar alguma coisa e minha cabeça ficou confusa mais uma vez.

Foi então que eu percebi.

A floresta estava me abandonando mais uma vez e o sopro de vida que um dia me sustentara parecia estar sumindo por entre meus dedos. Os animais foram os primeiros a desaparecer, senti que perdi a empatia com eles, que já não os entendia. Minha compreensão sobre criaturas se tornou nula e eu já não os via como adoráveis, mas sim como feras selvagens que queriam me matar.

Os frutos e as raízes vieram em seguida, a floresta agora estava cada vez mais distante e amedrontadora. Meu refúgio, meu lar... foi transformado em medo e destruição, arrancando mais lágrimas dos meus olhos. Eu estava brilhando e não percebia.

— Lágrimas de oliva — Minha cabeça tombou para o lado e a rainha pegou uma de minhas lágrimas por entre os dedos com a mão esquerda, já que a direita continuava a subir e descer com sua magia pelo meu corpo.

Meu coração acelerou de leve e as batidas frenéticas entraram em sintonia com as flores, o perfume pareceu se expandir por todo o ambiente e o sopro de vida das pétalas preencheu meu pulmão por um momento antes de também ser surrupiado. Foi como uma faca, desceu congelando pra dentro do meu coração, queimou meus ossos e exalou por minha pele, me fazendo suspirar.

Lentamente, um a um, meus dons de ligação que me tornavam filha de Deméter foram se esvaindo, meus poderes divinos foram bloqueados e meu corpo se tornou fraco e impotente. Eu não sabia o que tinha acontecido, mas a sensação era de que tinha sido violada.

...

A rainha me largou por cerca de uma hora naquele estado, mas eu não fui capaz de reagir. A falta de esperança mesclado ao sentimento de violação tinha me deixado em um estado deprimente. Eu não me movi, não tentei brigar, não tentei fugir. Eu simplesmente fiquei ali existindo como uma flor morta que tinha acabado de ter sua raiz cortada, o que no meu caso tinha mesmo acontecido.

Meu olhar se ergueu brevemente apenas quando ela voltou para a sala, dessa vez segurando materiais desconhecidos que espalhou por todo o ambiente. Eu sabia que não tinha acabado, ela tinha deixado claro que quebraria minha ligação para despertar algo maior, mas o que eu ainda não sabia. Algo adormecido ela dissera, mas o que podia ser se toda minha energia já tinha sido consumida?

Eu não sabia responder, mas internamente torcia para que ela fracassasse.

Grimhilde terminou de espalhar seus objetos pela sala e se aproximou da mesma mais uma vez. Ela conferiu meu corpo inerte, encarou meus olhos e então voltou a erguer as mãos no ar e murmurar baixinho naquela mesma língua estranha. Eu não entendia o que ela dizia, mas podia sentir a energia que se propagava pela sala.

A fumaça subia lentamente ao meu redor, envolvia meu corpo e acariciava minhas pernas arrepiando-me completamente. A rainha falava rápido, fazia gestos com as mãos e os dedos, então tocava partes especificas do meu corpo como se estivesse mesmo despertando algo.

Eu demorei a sentir.

Foram longos minutos de desgaste antes que a energia se propagasse novamente e dessa vez não como uma tortura lenta e agoniante, mas como uma chama que arde e se espalha. A dor veio rápido, me fez virar a cabeça e abrir a boca em choque antes que meu tronco se levantasse até onde as algemas permitiam.

Estava vindo e era forte.

Gritei alto assim que senti meu corpo começar a queimar e gritei de novo ao ter meus ossos pulverizados por dentro. Meus olhos se tornaram laranja vivo e a rainha gargalhou ao fundo enquanto me fazia agonizar. Queimando... eu estava queimando de dentro pra fora e a dor era tão grande que eu não sabia se seria capaz de suportar.

Meus olhos pinicavam embaçando minha vista, sangue pingou do meu nariz e escorreu por minha boca, me fazendo sentir o gosto de ferro pinicando minha língua e meus dentes. Nesse momento algo dentro de mim se partiu e meu peito inflou totalmente, me arrancando uma lufada de ar. Estremeci sobre a mesa de ferro, as correntes se partiram e outro grito escapou dos meus lábios fazendo a rainha recuar sem entender.

— Mas o que... — Furiosa a bruxa ergueu as mãos para frente e tentou outro feitiço, porém meu corpo continuava a sacolejar fazendo meus olhos revirarem e lampejos de poder explodirem. Minhas mãos se transformaram em fogo puro e chamas cresceram em torno da mesa, fazendo meus cabelos levitarem ao meu redor e meus olhos mudarem de cor mais uma vez.

Aquilo estava me controlando e eu nem mesmo sabia identificar o que era.

Sentei-me sobre a mesa de pedra e virei a cabeça lentamente em direção a rainha, que recuou dois passos antes de erguer a mão em minha direção. Repeti o gesto de maneira inconsciente e senti quando o poder rompeu entre meus dedos. As chamas descontroladas voaram todas em direção a ela, um jato direto que foi devidamente bloqueado pela mágica da rainha.

— O que é você? — Exigiu ela, ampliando sua dose de poder e fazendo minhas chamas recuarem para mais perto de mim. — Me de sua magia! Você me pertence agora, eu criei você — Ela literalmente surtou. Atirou coisas em minha direção e me lançou feitiços, que foram prontamente bloqueados pelas chamas. Elas não me obedeciam, tinham vida própria e me defendiam sem que eu pedisse.

— Semideusa — Ouvi-me dizer em alto e bom tom. — Eu sou uma semideusa.

— Então você não serve pra mim — A rainha devolveu antes de estalar os dedos no ar. — Morra.

...

Ao contrário do que muitos pensam eu não morri, mas foi quase!

O feitiço da rainha enviou-me de volta para a floresta e me fez retornar ao mesmo ponto onde tudo começara. Não me peçam explicações quanto a isso, não entendo muito de magia para explicar em detalhes o que aconteceu, eu simplesmente apareci lá e acabei arrumando mais uma confusão.

O meu corpo já não me respondia e eu estava fraca, cambaleando... mas ainda assim exibia para quem quisesse que estava consumida pelo poder.

Meus olhos claros tinham um brilho intenso de vermelho, meus cabelos continuavam a se mover sozinhos e meu corpo parecia brilhar nitidamente em laranja. Eu cambaleei para perto de uma árvore e tentei me apoiar sobre ela, mas bastou que minha palma encostasse na madeira para que uma bola de fogo surgisse em minhas mãos, chamuscando o tronco do carvalho e me fazendo recuar assustada.

Eu me encolhi no meio das árvore s e evitei me aproximar novamente, não queria machucar nenhuma delas mesmo tendo perdido a ligação sobrenatural. Sozinha e perdida eu acabei surtando. Estava balançando de um lado para o outro e murmurando comigo mesmo que aquilo não era real. Lágrimas continuavam a cair dos meus olhos e minhas mãos ainda tremiam, mas eu evitava movê-las demais porque toda vez que o fazia as chamas apareciam e queimavam alguma coisa. Contei quatro bolas de fogo atiradas em qualquer direção – fora a quinta que tinha acertado a árvore – antes de decidir que era melhor mantê-las daquele jeito.

Pela primeira vez eu me sentia lamentável.

Funguei baixinho e limpei o nariz na manga da camisa, em seguida me encolhi mais ainda sobre a terra molhada e tentei me concentrar para ver se a sentia, mas nada. A pulsação da vida tinha sumido completamente, a anergia da floresta estava adormecida, perdida em algum lugar dentro de mim e o que me restara era aquele poder que eu não tinha ideia de como controlar.

A floresta era vida, o fogo era a morte e sem equilíbrio entre essas partes eu acabaria destruindo tudo que amava.

Era desesperador!

Meu corpo balançou mais forte de trás para frente, minha respiração se tornou pesada e meu coração acelerou dentro do peito. Eu estava apavorada e a sensação de agonia era tão grande que me impedia de ver o mundo que se expandia através da minha bolha. Foi por isso que não o notei.

O coelho apareceu do nada e tocou meus ombros com gentileza para prender minha atenção. Meu coração quase saiu pela boca de susto e me fez dar um pulo no mesmo lugar. O animal se ajoelhou a minha frente e me encarou um tanto perplexo.

— Não! — Gritei assustada e o empurrei para longe, recuando para impedi-lo de se aproximar. — Não se aproxime! Eu não quero machucar você também — Balancei a cabeça de um lado para o outro enquanto falava e enfiei as mãos fechadas em meu peito, aquela era a única maneira que eu tinha para me controlar.

— Avery! O que aconteceu com você? — Ele perguntou, sendo cuidadoso com suas palavras e com a forma que se movia.

— Ela, ela... — Solucei alto, lágrimas voltando a escorrer sem permissão por meu rosto. — Ela tirou tudo de mim! E você não estava lá, não estava! Ninguém estava! — Trinquei os dentes e voltei a me balançar.

“Não é real, não é real”

Repeti para mim mesma, tentando me apegar a qualquer coisa que possuísse vida, mas nada, nem um fiapo, eu não podia mais sentir e a floresta também tinha me abandonado.

— Eles me capturaram e quando consegui escapar já era tarde demais, já tinham levado você — O coelho explicou, mas eu estava magoada demais para lhe escutar.

Pense logicamente.

Incentivei para tentar me controlar. Eu estava vendo embaçado porque minha visão era ruim e meus óculos tinham sumido na última batalha. Minhas roupas não me pertenciam, tinham sido um presente do coelho e ele estava bem na minha frente.

O que mais?

Perguntei a mim mesma, mas não tive chance de me responder. As vozes ao meu redor romperam minha bolha de silêncio e me fizeram erguer o olhar esperançosa por poder ouvir as árvores. Mas não eram elas, e isso me fez murchar completamente.

A minha frente surgiu um homem com pele escamosa e cabelos cacheados, seus dentes eram como os de um tubarão, meio afiados nas pontas. Seus olhos me faziam lembrar os orbês de um crocodilo, eram amarelos e brilhantes. Pisquei confusa e limpei os olhos para ver se estava vendo direito, mas ele cometeu um erro e deu um passo em minha direção.

— Não se aproxime! — Gritei estendendo as mãos em frente ao meu corpo, fazendo mais bolas de fogo serem atiradas de qualquer jeito. Ele nem se afetou, simplesmente estalou os dedos e veio parar bem ao meu lado, escapando rapidamente do meu ataque mau calculado.

— Vejo que está descontrolada, queridinha — Proferiu sorrindo. — Mas eu posso te ajudar.

— Quem é você? — Perguntei confusa.

— Eu sou o senhor das trevas — Cantarolou orgulhoso. — Eu sei de tudo, vejo tudo, resolvo tudo... — Sorriu mais ainda antes de completar. — Por um preço.

— Não confie nele, Avery! — Gritou o coelho, me fazendo lembrar que ele ainda estava ali, mesmo que no momento meu foco estivesse naquele outro.

— Eu posso te ensinar a controlar seus poderes, posso recuperar sua ligação com a floresta — Persuadiu, roubando minha atenção para si novamente. Como ele sabia sobre aquilo?

— O que você quer? — Perguntei na lata, não era boba de achar que ele faria tudo aquilo sem pedir nada em troca, já tinha conhecido o suficiente daquele reino para saber que era tudo um jogo e que nem sempre os dois lados saiam ganhando.

— Um acordo, eu sempre quero um acordo — Respondeu simplesmente, sem se preocupar em me contar os detalhes.

— E se eu aceitar — Comecei incerta, meio perdida. — Vai mesmo conseguir me devolver o que eu perdi? — Perguntei baixinho, desviando o olhar para minhas mãos.

— Eu consigo fazer qualquer coisa, queridinha — Ele respondeu e no momento para mim aquilo bastava.

— Então eu aceito — Respondi firme.

— Avery, não! — O coelho gritou, mas era tarde. O senhor das trevas já tinha conseguido e agora, eu estava nas mãos dele.

...

Rumplestiltskin era mais paciente do que eu esperava. Eu tinha descoberto isso em meu primeiro dia no palácio, embora também tivesse aprendido com outras informações. Rumple – senhor das trevas – era uma criatura peculiar amaldiçoada com um poder tremendo provindo de uma adaga, que sustentava seu vício por acordos manipulando pessoas como eu.

Ele conseguia muitos favores em troca de ensinamentos, armas, poções e outras coisas que prefiro nem comentar, embora esse não seja o ponto.

A questão era que ele estava conseguindo. Uma semana e eu já podia sentir meu controle melhorando em relação aos poderes de fogo, já podia entender melhor sobre a energia que me consumia e sabia como dominar parte dela sem machucar alguém ou alguma coisa.

Rumple tinha sido cuidadoso ao me explicar sobre o que tinha acontecido comigo e isso me ajudara a entender em partes o que a rainha tinha feito. Meus canais de Chi tinham sido bloqueados e a restauração deles levava tempo, por isso eu tinha perdido minha ligação com a floresta. Ela ainda estava dentro de mim, mas devido a magia da rainha eu não conseguia mais me conectar com essa parte e levaria um tempo até que o senhor das trevas pudesse reverter esse bloqueio. Eu não pertencia a esse mundo e não era simples para ele desfazer a magia por conta disso.

A rainha tinha me confundido com uma bruxa e achara que meus genes adormecidos eram na verdade os poderes de “guardiã”, um tipo especial de bruxa nesse reino, com magia suficiente para recriar a maldição das trevas que ela tanto queria. Infelizmente para ela eu não era a sua garota e acabei sendo descartada como lixo por simplesmente não servir ao para o feitiço em questão.

Ah!

Eu também não tinha mais visto o coelho, mas sabia que ele estava me vigiando pelas redondezas porque o Senhor das trevas já o pegara espionando mais de uma vez. Isso de certa forma me confortava e me fazia sentir que não estava sozinha em meu treinamento, embora eu não quisesse encontrá-lo até terminar o que tinha ido fazer ali. Eu não queria machucar o Coelho Branco, ele era bondoso comigo e mesmo me dando sermões sempre me ajudava, eu não me perdoaria se o ferisse seriamente.

— Está viajando de novo — Rumple me repreendeu, me fazendo corar por ter sido pega no flagra.

— Não estou — Expliquei antes de desviar o olhar, voltando minha atenção aos bonecos de treinamento na sala em que ele tinha preparado para mim.

— Está sim — Retrucou, voltando a atenção para o que quer que estivesse fazendo com aquele livro enquanto eu tentava me concentrar.

Meus dias eram divididos em três partes: pela manhã eu treinava naquela sala o controle e o aprimoramento com as chamas. Eu tinha toda uma preparação para aprender a guiar o fogo, dar formas a ele e usá-lo para atacar inimigos ou proteger meu corpo. Era desgastante e me consumia completamente, mas por estar melhorando eu tendia a não reclamar. Pela tarde eu fazia meditação e aprendia sobre a energia, o que me ajudava a manter o foco e o controle de minhas emoções, meu poder e meu corpo. A noite eu estava livre para fazer o que desejasse, desde que não fosse longe ou não mexesse nos aposentos particulares e proibidos de Rumple.

A vida tinha se tornado cansativa, mas a necessidade de aprender tinha me feito ficar.

— Concentre-se — Ele exigiu novamente, me fazendo bufar e lançar uma bola de fogo em sua direção para obrigá-lo a se mexer, mas Rumple simplesmente estalou os dedos e desapareceu no ar.

— Boa garota — Sua voz soou bem ao meu lado, me fazendo pular de susto e fazer uma careta. — Agora volte a treinar.

...

Mais três dias tinham se passado até que ele descobrisse um jeito de desbloquear minha ligação com a natureza. A essa altura meu controle sobre as chamas estava muito melhor e eu já percebia que tinha conquistado outros tipos de poderes e conhecimentos. Por algum motivo podia ver mais claramente o formato das armas, distingui-las e remontá-las em minha cabeça. Era como se uma rede nova de informações tivesse aberto em meu cérebro e me permitisse trabalhar em meio a rede. Eu também era capaz de sentir o metal sobre a terra, conseguia mover as armas com a mente e gerar redes de energia pura entre meus dedos, o que em um primeiro momento me parecia tremendamente assustador.

Se antes eu não entendia a genética divina, agora simplesmente estava surtando com ela!

— Você pode entrar em combustão como da primeira vez ou pode simplesmente entrar em equilíbrio depois disso — Rumple me alertou.

Estávamos em uma de suas muitas salas no castelo e ele me explicava pacientemente das consequências de me desbloquear. Noite passada ele tinha me contado de sua descoberta e do que faria, agora me preparava mentalmente para o que eu iria enfrentar uma segunda vez.

— Não estou com medo — Respondi teimosa, mesmo que por dentro estivesse tremendo. Eu tinha queimado inteira ao libertar os poderes de fogo, o que aconteceria quando recuperasse minha ligação com a floresta?

— É claro que não está — Ele retrucou antes de levar as mãos a minha testa. — Tente não morrer queridinha — Completou antes de pressionar dois dedos entre minhas sobrancelhas e soltar minha energia divina toda de uma vez.

Meu peito inflou de ar e me olhos se abriram. Minha cabeça tombou para trás enquanto tudo dentro de mim voltava a fluir corretamente. Senti quando a energia voltou a subir por meus dedos, arrepiando minha pele e me fazendo sentir aquele sopro de vida do qual eu tanto sentia falta.

Meu mundo se expandiu novamente, as cores se tornaram brilhantes, os pássaros voltaram a cantar e as flores dançaram ao meu redor. Gargalhei alto sentindo a emoção predominar em meu peito, chorei de novo, mas dessa vez de pura alegria.

...

Levei mais alguns dias para conseguir entrar em equilíbrio novamente e quando consegui fui finalmente lembrada do acordo. Não vou mentir que não o temi por todo esse tempo, Rumple podia ser um cara tranquilo, mas ainda era o senhor das trevas e também tinha tendência a ser maldoso.

— Então, o que vai ser? — Perguntei nervosa.

Ele riu, não de um jeito tranquilo ou bem-humorado, mas como quem sabia que finalmente iria ganhar.

— Eu te expliquei qual era a magia mais poderosa desse reino, não foi? — Ele perguntou, me fazendo assentir confusa antes de responder.

— Amor verdadeiro.

— Exato! — Rumple se acomodou a sua poltrona e cruzou as pernas antes de voltar a falar. — E você tem algo que eu quero e que está impregnado disso — Ele riu de novo, me fazendo estremecer inteira.

— Eu não tenho ninguém, sou sozinha — Expliquei confusa.

— Mas você tem algo tão poderoso quanto — Ele continuou, me fazendo bufar e revirar os olhos antes de incentivá-lo a seguir em frente. — Eu quero a chave — Ele apontou para o pedaço de ferro preso as minhas roupas, uma ferramenta que não teria qualquer serventia para alguém como ele.

— Isso? — Perguntei ao retirar a chave inglesa do cinto e erguer em direção a ele, Rumple confirmou. — Mas, isso não vale nada, não é nada... — Murmurei confusa e agoniada também.

Podia não ser nada, mas quando eu me referia a nada era nada para ele. Aquilo não teria qualquer serventia para o senhor das trevas, mas para mim significava muito.

Quando entre no acampamento o primeiro refúgio que encontrei foi nas forjas e o primeiro item que ganhei foi aquele. Ethan, um dos filhos de Hefesto, tinha me dado a chave inglesa como um amuleto de sorte e desde então eu simplesmente o carregava por aí como se ele realmente fosse um. Era apenas um símbolo, mas um que demonstrava toda minha paixão por aquilo que eu criava e pelo que eu era, porque no fundo eu sempre soube que era alguma coisa.

— O amor verdadeiro nem sempre está nas pessoas, não precisa ser o amor de um ser para o outro — Rumple explicou, me fazendo erguer o olhar. — O amor está no que a gente faz, no que a gente cria, no que a gente se apega e em quem a gente é — Continuou. — E esse objeto está impregnado com essa magia é por isso que eu o quero.

Fechei meus dedos ao redor do metal gelado, sentindo meu coração pesar com suas palavras. Eu entendia aquele sentimento e podia sentir o que ele queria dizer, mas isso não significava que seria fácil simplesmente entregar meu amuleto.

Suspirei baixinho e encarei o objeto mais uma vez, em seguida dei um passo em direção a Rumple e o entreguei a ele. — Seus acordos não são nada fáceis, o preço é um pouco alto demais — Murmurei meio tristonha.

— E é por isso que nem todas as pessoas estão dispostas a pagar por ele — Ele respondeu feliz por finalmente estar com meu amuleto da sorte.

...
Pedido:

Com a CCFY gostaria de me tornar legado completo se tiver um bom rendimento
Ativo de Hefesto:

Nível 12
Nome do poder: Controle do Fogo II
Descrição: Agora já consegue manipular uma quantidade maior de fogo, também aprendeu a desviar as chamas, podendo fazer com que elas queimem algo próximo a si especificamente, ao seu desejo, mas não pode retira-las do lugar. Por exemplo, pode atrair parte das chamas e move-las mais para frente da tocha, se alguém estiver perto das chamas, seria queimado por ela, podendo inclusive, aumenta-las de forma gradativa – não muito – para conseguir êxito em sua tarefa, mas não consegue fazer muito mais que isso. (Só funciona com fogo comum, o fogo magico, ou infernal não pode ser controlado por você).
Gasto de Mp: -25 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O dano é dado conforme o uso do player em relação ao poder, a critério do narrador e da forma com que foi utilizada.
Passivos em geral:

Nível 1
Nome do poder: Comunicação Vegetal
Descrição: Por ser filho da deusa da Agricultura e plantas, você consegue conversar com as plantas, arvores, e com qualquer vegetação da floresta mentalmente, sendo muito útil em coleta de informações e coisas do tipo. Essa habilidade consiste em fazer com que o filho de Deméter possa se comunicar com espíritos arbóreos mentalmente, podendo pedir informações sobre algo que passou por ali, ou qualquer outro tipo, responderão com vontade e felicidade, pois saberá que estará ajudando o filho da deusa da natureza e agricultura.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Resistência a mudanças climáticas
Descrição: O semideus prole de Ceres/Deméter não sentirá os efeitos das mudanças climáticas como os outros humanos ou meio-sangues. É necessário que seja um frio ou calor muito intenso para que o semideus filho da deusa da vegetação e influenciadora do clima sinta algum incomodo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de resistência a poderes que alterem a temperatura ambiente
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Similar a comunicação com a vegetação, a empatia animal segue o princípio de compreender os animais. Porém, não há uma linguagem específica. Animais não passaram a falar mentalmente em sua cabeça. Há um entendimento, uma sensibilidade muito grande com as intenções. A empatia com o animal é enorme, você consegue interpretar suas ações e reações, sabendo quando está com medo, agressivo, contente etc. No entanto, o animal compreenderá o que você fala e principalmente o que você pretende fazer.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de chances de ser obedecido por um animal.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Conhecimento Natural
Descrição: O filho de Deméter/Ceres possui uma grande conexão com a natureza, aprendendo e associando rapidamente todo o conhecimento que a natureza pode oferecer. Assim, esse semideus consegue distinguir plantas e sentir, quase que como uma forte intuição, quais são benéficas ou venenosas. A mesma facilidade se dar para com os animais, podendo saber detalhes de sua espécie com uma simples observação. Poderia, por exemplo, analisar se o animal tem sangue frio ou quente, qual sentido é mais apurado e menos apurado etc. Em uma luta contra monstros, esse tipo de conhecimento será bastante útil na criação de estratégias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de chance de sua estratégia contra o monstro funcionar, baseado nas análises que você fez da espécie.
Dano: Nenhum
Extra: Poderá solicitar ao narrador, uma vez na missão, que diga pelo menos 2 informações sobre o monstro ou a planta que encontrou na natureza.

Nível 12
Nome do poder: Bússola Natural II
Descrição: Em meio a ambientes naturais, principalmente em florestas e campos, um filho de Deméter/Ceres jamais perderá o sentido do norte, podendo assim guiar-se com as referências cardeais. Nesse nível o sentido de direção do semideus está tão apurado que ele poderá dizer, intuitivamente e sem erros, as coordenadas geográficas de onde está (latitude e longitude).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Habilidade não funciona em locais urbanos, por mais simples que seja (como pequenos vilarejos).

Nome do poder: Domador Natural II
Descrição: Pela ligação com a fauna, o filho de Deméter/Ceres tem mais facilidade em domar – momentaneamente – um animal. O animal o auxiliará, seja oferecendo-se como guia, apontando para dicas ou ajudando em combate. Agora o semideus possui mais influência na natureza e isso reflete em sua capacidade de dar comandos e domar. Os animais de médio porte e de inteligência já prestam auxílio ou são domados mais facilmente (aves de rapina, lobos, ursos etc)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de chances de um animal de pequeno porte ou de baixa inteligência o obedecer/ajudar. +60% de chance dos outros animais fazerem o mesmo. +30% de chances com animais mitológicos.
Dano: Nenhum
Extra: O animal não permanecerá com o semideus depois da missão/evento. Apenas dois animais.

Nível 13
Nome do poder: Reproduzir sons da natureza II
Descrição: O semideus filho de Ceres/Deméter sabe imitar vocalmente os sons provindos da natureza. É uma capacidade peculiar, mas que pode ajudar a causar confusão e/ou distrações nas missões. Nesse nível, o semideus além de imitar os animais consegue reproduzir sons da natureza, tais como o barulho de ondas do mar, de chuva ou até mesmo vocalizar os sons de uma tempestade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Descendente da Natureza II
Descrição: Ao estar em um ambiente onde a natureza prevalece, tais como campos, fazendas, florestas, pântanos... O filho de Deméter/Ceres se sentirá mais confortável e seguro de si, tendo mais domínio de seu próprio corpo. Isso acontece, pois, os atributos corporais em ambientes naturais tornam-se melhores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de velocidade, força e agilidade
Dano: +10% de dano em golpes físicos

Nível 16
Nome do poder: Rastreador Inato II
Descrição: Não há rastreador melhor, em ambientes naturais, do que um filho de Ceres/Deméter. Ele poderá, nesse nível, notar sinais que destoam do quadro normal do ambiente, podendo descobrir qual caminho alguém seguiu mesmo depois de horas. Também poderá dizer informações mais refinadas como tamanho, espécie etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de chances de encontrar pistas em ambientes naturais
Dano: Nenhum

Hefesto

Nível 9
Nome do poder: Sensibilidade Mecânica
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano  pode detectar falhas em minérios de metal e identificar o tipo de maquinaria e uso por toque.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá o que está errado e como concertar
Dano: Nenhum

Nome do poder: Resistencia ao Fogo II
Descrição: Agora o fogo magico também não incomoda o filho de Hefesto/Vulcano como a maioria, ainda sofre alguns danos, e se machuca, mas adquiriu uma resistência natural, que impede seus ferimentos de serem mais graves.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques relacionados a fogo magico agora são 30% menos efetivos em filhos de Hefesto/Vulcano, e o dano também é 30% menos nele.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Geek
Descrição: Sua familiaridade com máquinas o torna apto a usar qualquer tipo de tecnologia e aprimorá-la, futuramente, em seus projetos. Além disso, não atrai monstros ao utilizar aparelhos mecânicos/ tecnológicos, como celulares e afins.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 22
Nome do poder: Detector Natural
Descrição: os filhos de Hefesto/Vulcano são como detectores de metais. Não precisam olhar, eles apenas sentem quando há metal por perto e sentem também o local onde estão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode solicitar ao narrador que indiquem se existe metal ou algo semelhante por perto, a quantidade e onde está localizado.
Dano: Nenhum
Avery Hernández
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Filhos de Demeter
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Mensagem por Júpiter em Qua Maio 15, 2019 11:54 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 7.000 XP e Dracmas + 8 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 7.000 XP e Dracmas + 8 Fragmentos. + Legado completo de Hefesto


Comentários:

Você cada vez surpreendendo ainda mais. Eu amo sua escrita desde que comecei a ler suas missões nesse evento, o toque de tensão nos deixa preso na leitura, desejando ler mais e mais. A forma como lidou com a descoberta do legado foi linda e eu não teria outra palavra para te dizer além de Parabéns.

Hécate, Hefesto e Júpiter

É nóiz que tah





Que Zeus te perdoe, porque eu não vou!

Júpiter
Júpiter
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Avery Hernández em Qui Jun 20, 2019 8:18 pm

OMG! IS REAL
um reino de fantasia
Os passos que você dá não precisam ser muito grandes, eles só precisam te levar na direção certa.
— Você não precisa ficar me vigiando, eu já disse que eu estou bem — Sussurrei para que apenas o coelho me ouvisse, afinal a posição em que estávamos era tremendamente comprometedora.

Eu tinha sido liberada da enfermaria mágica há apenas um dia e já estava ansiosa por uma nova aventura com o Coelho Branco, que por sua vez tinha virado meu vigia particular. Eu já tinha pego ele me olhando fixamente milhares de vezes e sabia que era porque estava preocupado comigo, mas a verdade era que eu nunca estive tão bem como naquele momento. Charlotte tinha feito mágica com meu corpo e me deixado novinha em folha, então claro que eu estava pronta para descobrir algo novo daquele reino mágico.

Ao sair da enfermaria tínhamos escutado uma conversa sobre o sequestro de filhotes de cachorro em um dos reinos e claro, que isso me deixou furiosa o suficiente para querer ir atrás do autor. Quem em sã consciência sequestrava cachorrinhos? E por que essa história me parecia tão familiar?

Até o momento eu não me recordava, mas se descobrisse o vilão iria pagar por estar maltratando criaturas tão dóceis como aquelas.

E então voltamos ao agora...

O senhor Coelho tinha descoberto uma informação crucial que nos levara até os fundos de uma antiga mansão de aparência refinada, que porventura também vinha a ser o lar de uma das vilãs mais famosas dos contos de fada, Cruela Devil.

Foi assim que acabei descobrindo o porquê do sequestro me soar familiar, eu assistira os filmes dos dálmatas quando era criança e estava no orfanato e sempre torcia para que a malvada se ferrasse. Agora seria eu a ferrar com ela, desde que conseguisse uma maneira de entrar.

Deitada embaixo de um arbusto eu tentava camuflar meu corpo e o do coelho enquanto vigiávamos a parte dos fundos da mansão, contando os guardas e procurando uma maneira de invadir o local sem sermos vistos. Até então não tínhamos tido muito sucesso e era justamente isso que estava me frustrando. Como eu iria sequestrar os filhotes se nem entrar na mansão eu conseguia?!

Suspirei baixinho enquanto tentava articular algum outro plano, um que não me levasse a morte, mas não fui muito longe, pois no minuto seguinte algo diferente tomava conta de minha mente.

A voz penetrou fundo meus pensamentos e me fez travar no mesmo lugar. Meu coração acelerou forte enquanto meus pensamentos gritavam que ele tinha retornado, que os capangas da rainha má tinham me achado mais uma vez. Eu não queria retornar para ela e não acreditava em pessoas que falavam dentro da minha mente, já tinha sido roubada e violada o suficiente para aprender a não confiar.

Assim sendo agi por impulso ao puxar os pés mais para dentro do arbusto antes de manipular as flores e raízes para que se enroscassem no pé do estranho atrás de mim. Em seguida o derrubei no chão e o puxei para dentro do meu pequeno esconderijo, envolvendo boa parte do seu tronco com as folhas antes de o fuzilar com o olhar. — Quem é você? O que quer aqui? — Minha voz não passava de um sussurro, mas era baixa e ameaçadora o suficiente para impedi-lo de revidar – ou assim eu esperava.

— Avery! — O coelho me repreendeu de forma baixa. — Solte o garoto, ele está do nosso lado.

— Cómo puede estar seguro? — Retruquei malcriada sem desviar o olhar do garoto.

— Solte logo, vamos — O coelho pediu de novo, me fazendo resmungar baixinho antes de fazer as plantas recuarem.

— Discúlpeme — Pedi antes de voltar a posição inicial para poder vigiar a mansão.

— Não ligue, ela está sensível desde nossas últimas missões — O coelho deduro, me fazendo revirar os olhos antes de procurar as palavras para poder me comunicar com o garoto sem ter que fazer gestos para que ele pudesse me entender.

— Creo que, no... — Suspirei antes de tentar novamente. —  Você sabe algo sobre os cachorros? Conhece alguma maneira para podermos entrar? — Perguntei em um inglês arranhado, que saia com o sotaque forte do espanhol.

Escutei tudo atentamente, processando cada informação antes de absorvê-las para entender o que acontecia. A situação era pior do que eu pensava, mas com ajuda do garoto talvez pudéssemos fazer isso dar certo.

— Você consegue me colocar lá dentro e me falar onde ficam os cachorros? — Questionei, já pensando em uma alternativa curiosa e arriscada para tirá-los de lá. — Eu consigo guiá-los para fora sem fazer nenhum barulho, consigo falar com animais e comandá-los, posso me entender muito bem com eles — Expliquei antes de completar. — Meu problema são os humanos.

O destino parecia estar jogando ao meu favor ao me fazer encontrar aquele jovem, afinal ele parecia ter a solução para boa parte de nossos problemas. O garoto tinha sido genial em completar meu pequeno plano e se conseguia lidar com os humanos para mim estava perfeito.

Sua tentativa de falar espanhol tinha feito um sorriso largo se abrir em meu rosto, só isso era suficiente para me fazer simpatizar com ele antes de erguer a mão em sua direção. — Si está, pero que preciso de una rota de fuga — Pigarrei antes de continuar. — Consegue criar uma pra mim? — Questionei baixo, afinal entrar era a parte fácil, sair é que seria difícil.

Para meu alívio, no entanto, o moreno também tinha pensado nisso e que conseguira me deixar completamente ansiosa por colocar logo nosso em plano em prática. Com a estratégia pronta conseguiríamos salvar os filhotes logo e era justamente isso que eu queria, tirar todos eles de lá.  

— Oh! — Ri baixinho ao vê-lo se apresentar, com tudo que tinha acontecido tínhamos deixado as boas maneiras de lado. — Avery, soy Avery — Eu não precisava completar com as coisas triviais que como faziam no acampamento certo?

Quer dizer, as pessoas eram realmente estranhas naquele lugar e tinham costumes diferentes. Elas não diziam apenas seus nomes quando se apresentavam, costumavam completar com o número do chalé, o nome do deus de quem eram filhos e outras coisas triviais como: sou líder de chalé, sou instrutor, sou ferreiro. Para mim isso não fazia o menor sentido e era por isso que ao dizer meu nome resolvi permanecer em silencio, chegando à conclusão de que todo o resto poderia ser descartado.

— Err... vamos? — Perguntei por fim, quebrando aquele silencio estranho que se instalara para não ficar descontável com o garoto, que futuramente poderia se tornar um bom amigo.

Koda se levantou para atender meu pedido e estendeu a mão em minha direção, me dando chance de fazer o mesmo. Eu nunca tinha me teletransportado, mas já passara por um portal então conhecia a sensação de ser desfragmentada em milhões de pedacinhos antes de ser materializada novamente. A ciência chamaria isso de loucura, eu chamo de magia, pois é algo que não consigo explicar.

O mais velho foi rápido e não me deu tempo para ficar pensando nisso, rapidamente nos levou para o lado de dentro e conectou nossas mentes para que não fizéssemos barulho. Me mantive grudada ao braço de Koda para que seu poder não deixasse de funcionar e deixei que o garoto me guiasse por entre os corredores da mansão até o quarto onde os filhotes se encontravam.

A partir dali deveríamos nos separar para executarmos a parte mais difícil do plano, eu daria um jeito de libertar os cachorrinhos e cuidar para que eles não fizessem barulho e Koda seguiria abrindo caminho para sairmos dali em segurança.

— [/i] Vou aguardar o sinal[/i]. — Pensei antes de abrir a porta e me esgueirar para o lado de dentro, ficando visível novamente. Isso acabou alertando a atenção dos filhotinhos, que animados com uma presença desconhecida e com a aura natural que eu possuía acabaram fazendo barulho demais.

Os latidos preencheram o ambiente e me fizeram agir de forma rápida ao tentar acalmá-los. Eu corria por entre as gaiolas para deixá-los sentir minha aura tranquila enquanto conversava com eles, mas foi justamente por isso que quase fui pega.


Os cachorros estavam agitados e alguém percebeu isso cedo demais. Me joguei para trás de uma das gaiolas mais a fundo e usei as sombras para evitar sem vista. Um homem abriu a porta e gritou com os filhotes, os mandando ficar em silencio antes de se afastar como se detestasse aquele trabalho.

Malditos! Todos eles por tratarem criaturinhas tão dóceis daquele jeito.

— Shi, fiquem quietos, vou tirar vocês daqui — Pedi baixinho antes de sair do esconderijo para poder analisar os cadeados das gaiolas. Seria fácil tirá-los dali a parte difícil seria mantê-los em silencio.

— Atenção todos vocês — Eu falava baixo conforme manipulava os cadeados para se abrirem lentamente, deixando-os livros para circularem pela sala. — Vamos sair daqui em silencio certo? Sim eu sei — Eu os respondia conforme soltava mais e mais deles, a tarefa parecia não ter fim e quando dei por mim já estava cercada com inúmeros filhotes. Eu não era capaz de contá-los apenas olhando a quantidade absurda deles que se amontoava ao meu redor, mas era capaz de supor que já ultrapassavam os cem.

— Meu amigo está lá fora e ele precisa da nossa ajuda, vamos escapar dessa casa maldita então me sigam e evitem fazer barulho — Pedi ao me aproximar da porta e abri-la lentamente, encarando o lado de fora para ter certeza de que estava vazio.

Ao constatar que sim guiei os cachorros pelo corredor que Koda tinha seguido, sabendo que era aquela a direção certa da qual ele falara anteriormente. Como prometido o garoto tinha deixado o espaço livre e eu e os cachorros seguíamos em silencio pelos corredores. Sempre que passávamos por algum lugar mais aberto eu vigiava antes, então os pedia para ir na frente e ia logo atrás para garantir a segurança dos pequenos.

Quando atingi certo ponto Koda conseguiu conectar novamente nossas mentes e passou a me guiar sempre dizendo “por aqui” ou “por ali” enquanto me levava na direção certa. Foi assim que segui pela mansão sem ser pega pelos capangas de Cruela e foi dessa maneira que também consegui encontrar Koda me esperando com um sorriso largo no ponto de saída.

E assim a confusão estava armada.

Ao verem o garoto os filhotes de dálmatas se agitaram e começaram a latir novamente. Me obrigando a agir rápido e expandir mais minha aura enquanto conversava com eles e pedia silencio.

— Ele é amigo!

— Sim eu sei o que ele fez, por favor fiquem quietos!

Minha voz saia baixa e aos poucos os cachorros iam se acalmando, enquanto Koda atrás de mim parecia apreensivo.

— Peça desculpas — Pedi ao ver que os filhotes ainda estavam chateados. Em conjunto, vários pares de olhos encararam o garoto em expectativa, exatamente como eu fazia com ele.

Koda teve que se desculpar para que pudéssemos sair dali em segurança e com os animais quietos, mas pelo menos funcionou.

Juntos tiramos os cachorrinhos da mansão e saímos de lá antes que nos pegassem, afinal ainda tínhamos um longo caminho pela frente para devolver os filhotes aos seus donos mais uma vez.

Resgate dos Dálmatas – Cruela está recrutando pessoas para sequestrar dálmatas por todo o reino. Ela deseja um novo casaco e não poupou esforços para roubar os filhotinhos, contudo os donos dos pequenos não estão satisfeitos com isso e pediram a ajuda do povo para recuperar os filhotes. Invada a mansão de Cruela e liberte os 101 Dalmatas antes que ela perceba, mas cuidado! Os capangas da vilã estão espalhados por toda parte e a segurança foi reforçadas desde a ultima invasão, não será nada fácil pegar os filhotinhos.
Nível Mínimo: 30
Recompensas: 7.500 XP e Dracmas + 8 Fragmentos.
Poderes usados:

Nível 23
Nome do poder: Domador Natural III
Descrição: Pela ligação com a fauna, o filho de Deméter/Ceres tem mais facilidade em domar – momentaneamente – um animal. O animal o auxiliará, seja oferecendo-se como guia, apontando para dicas ou ajudando em combate. O meio-sangue alcançou o título de mestre domador, podendo influenciar com facilidade – ainda passível de erros – os animais mitológicos. Há algumas criaturas que são independentes demais para serem domadas, porém elas podem tender a oferecer informação ou um breve auxílio.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de chances de um animal de pequeno porte ou de baixa inteligência o obedecer/ajudar. +100% de chance dos outros animais fazerem o mesmo. +60% de chances com animais mitológicos.
Dano: Nenhum
Extra: O animal não permanecerá com o semideus depois da missão/evento. Apenas dois animais.

Nível 10
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Similar a comunicação com a vegetação, a empatia animal segue o princípio de compreender os animais. Porém, não há uma linguagem específica. Animais não passaram a falar mentalmente em sua cabeça. Há um entendimento, uma sensibilidade muito grande com as intenções. A empatia com o animal é enorme, você consegue interpretar suas ações e reações, sabendo quando está com medo, agressivo, contente etc. No entanto, o animal compreenderá o que você fala e principalmente o que você pretende fazer.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de chances de ser obedecido por um animal.
Dano: Nenhum
Poder ativo:

Nível 15
Nome do poder: Magnetismo II
Descrição: É a habilidade que permite aos filhos de Hefesto/Vulcano, controlarem o magnetismo. Já consegue manipular objetos de porte médio, podendo faze-los se voltar contra os inimigos que os lançaram em sua direção, ou manipula-los para se voltar contra os mesmos. Pode desviar e controlar tais objetos.
Gasto de Mp: 30 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Funciona com objetos de porte médio, máximo de 70 kg. O dano será a critério do narrador, e da forma com que o poder foi utilizado.
Avery Hernández
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Mensagem por Koda Smith em Sab Jun 22, 2019 5:46 pm



The Rescue


MISSÃO REALIZADA:
Resgate dos Dálmatas – Cruela está recrutando pessoas para sequestrar dálmatas por todo o reino. Ela deseja um novo casaco e não poupou esforços para roubar os filhotinhos, contudo os donos dos pequenos não estão satisfeitos com isso e pediram a ajuda do povo para recuperar os filhotes. Invada a mansão de Cruela e liberte os 101 Dalmatas antes que ela perceba, mas cuidado! Os capangas da vilã estão espalhados por toda parte e a segurança foi reforçadas desde a ultima invasão, não será nada fácil pegar os filhotinhos.
Nível Mínimo: 30
Recompensas: 7.500 XP e Dracmas + 8 Fragmentos.

A primeira parte do meu plano já estava concluída. Os dálmatas ainda estavam vivos e com suas peles. Cruella, por mais que tivesse seus rompantes de loucura, era paciente o suficiente para esperar o maquinário necessário para criar o tão sonhado casaco de pele. Por dois dias inteiros, vigiei a mansão, esperando para agir no momento certo. O problema era que eu não sabia dizer qual era o momento.

Todo e qualquer plano parecia arriscado demais para que eu executasse sem ferir nenhum cachorro. Meu tempo, porém, estava acabando, e o nervosismo começou a tomar conta de mim. Ao fim do segundo dia, quando estava quase perdendo as esperanças, alguma coisa em minha mente despertou. No fundo da minha consciência, senti que não estava sozinho. Havia mais dois seres vivos por perto. Comecei a procurar pela fonte de energia, até que achei algo que quase entregou minha posição.

Dois pés estavam para fora de um arbusto. Pareciam pés humanos, pois utilizavam botas de caminhada. Pés de mulher, a julgar pelo tamanho. Parecia que alguém estava escondido. Focando melhor minha visão, pude ver duas auras dentro de um arbusto. A aura da dona dos pés era uma linda mescla de verde e alaranjado, como se o fogo estivesse dançando por alguma floresta, mas sem queimar nada. Já a segunda aura era mais familiar. Roxa, em forma de um coelho. Talvez aquilo pudesse ser o que eu estava procurando.

Com todo o cuidado do mundo me aproximei sorrateiramente do local, até que pude ver a dona dos pés. Era uma garota, não muito mais velha que eu, aparentemente. Ela parecia estar de tocaia com o coelho. Me concentrei na garota e tentei enviar uma simples mensagem telepática, para que não causássemos um escândalo ali.

Não grite nem faça movimentos bruscos. Eu sou amigo. O Coelho me conhece.

Infelizmente, fui lento demais para ler as emoções da garota. No momento em que identifiquei um tipo de raiva emanando dela, algo havia se prendido em meu pé e me derrubado no chão. No segundo seguinte, estava sendo arrastado por algo que parecia ser raízes e flores.

Parecia que ela havia tido más experiências nesse reino, então esperei pacientemente a discussão entre ela e o Coelho. Por fim, senti as raízes recuando, finalmente me liberando. Enquanto o Coelho explicava a situação, me sentei de modo mais ou menos confortável, observando a garota voltar sua atenção para a mansão.

No momento em que ela fez a pergunta sobre os dálmatas, olhei para o Coelho, como se procurasse uma indicação de que ela era confiável. O animal acenou freneticamente com a cabeça, quase derrubando seu monóculo, então achei seguro revelar meu plano.

— Infelizmente, sei mais do que eu gostaria. — Minha voz estava quase silenciosa, apenas um leve sussurro. — Alice me mandou para cá, para sequestrar os dálmatas. Eu tive que fingir ser um capanga de Cruella para que os animais e seus donos não sofressem com o sequestro. Tive que fazer tudo parecer verídico, e estou a dois dias tentando encontrar uma forma de tirar eles de lá, acabar com Cruella e seus capangas, tudo isso de uma forma que não os machuque.

Escutar aquela pequena centelha de plano me deixou aliviado. Se ela conseguisse conduzir todos os dálmatas em sigilo, as coisas seriam mais fáceis.

— Posso te colocar lá dentro. Sei exatamente onde eles estão guardados. — Minha voz havia assumido um tom confiante. — Deixe os humanos comigo. Eu lido com eles enquanto você organiza e tira os cachorros. Coelho, você ficará aqui, de vigia. Se alguma coisa acontecer, grite, faça um escândalo, qualquer coisa, mas garanta que nós sejamos avisados.

Fechei meus olhos e comecei a desenhar um mapa do lugar em minha mente, Graças a minha memória fotográfica, me lembrava de todos os detalhes do local onde os animais estavam presos. Alguém poderia nos ver, mas felizmente eu tinha um ponto cego desenhado no mapa, e de lá, poderia camuflar nós dois para que ninguém nos veja.

— Certo, o plano é esse: vou nos teleportar para dentro do esconderijo. De lá, nos camuflarei. Será quase como nos deixar invisíveis. Vou te levar até os primeiro cães, enquanto eu lido com qualquer segurança que tiver no local. A partir de lá, nós vamos tocando o plano até que todos estejam livres. ¿Estas lista? — Meu rosto corou quando percebi o que tinha feito. — Desculpe, é fácil para mim aprender outros idiomas, então palavras assim saem aleatoriamente.

Pude sentir um grão de esperança brotar na alma da garota. Parecia que tudo realmente daria certo. Quando ela perguntou sobre uma possível rota de fuga, me lembrei de um caminho pelos fundos da mansão. Se eu conseguisse neutralizar a segurança daquele lugar antes de tudo, seria uma rota fácil. No pior, eu seria uma ótima isca.

— Deixe essa parte comigo. Avisarei quando tudo estiver pronto. — Então me lembrei de uma coisa tão trivial que quase me fez cair na gargalhada. — Que modos os meus. Estamos indo para uma missão de resgate e eu ainda não sei seu nome. Me llamo Koda. ¿Y usted?

Avery era um nome bonito. Por causa da telepatia que eu havia utilizado, alguns fragmentos de seus pensamentos vieram ate mim. Era engraçado reparar que realmente quase todos os semideuses contavam sua linhagem divina ao se apresentar. Por isso, decidi manter minha apresentação restringida ao nome.

Quando o silencio foi quebrado pela voz de Avery, percebi que era hora de colocar o plano em prática. Me levantei e estendi a mão para que a garota a segurasse.

— Já se teleportou antes? É bem fácil. — Mantive o tom de voz amigável. — Haja o que houver, não solte da minha mão. Recomendo você fechar os olhos. A vertigem é bem menor. E, por favor, não fale nada ao chegarmos. Vamos nos comunicar por telepatia, tudo bem? Coelho, fique atento. — E então deixei que a luz azul do teleporte tomasse conta de nós.

Quando chegamos ao local, imediatamente pude ouvir algumas vozes dos capangas de Cruella. Parecia que ela não havia economizado em segurança, pois o local estava mais protegido que antes. Imediatamente ativei minha camuflagem, deixando nós dois invisíveis.

Minha camuflagem não funciona se você ficar muito longe de mim. Mais ou menos uns vinte metros é o limite. — Mantive o link telepático aberto com Avery, tornando a conversa muito mais fácil. — Vou te levar até a primeira gaiola e então causar a distração. Limparei o caminho enquanto você conduz os cães, certo? — Com a afirmativa de Avery, deixei que ela iniciasse sua parte do plano, enquanto eu focava na minha.

Se eles fossem monstros, seria muito mais fácil derrotá-los usando meu machado, mas eles eram humanos demais para isso. No fim, optei por utilizar somente minhas habilidades de luta desarmada e um pouco do meu escudo.

Meu primeiro alvo foi o segurança que estava guardando a saída dos fundos. Me aproximando sorrateiramente dele, por trás, ativei meu escudo e o atingi na nuca. O golpe foi suficiente para fazê-lo desmaiar. O final da rota já estava livre. Aproveitei que havia alguns arbustos altos perto do local e o escondi, para que ninguém o encontrasse.

Após isso, comecei a me focar no interior do local. Precisava atrair a atenção de todos ali, para que Avery tivesse passagem segura com os cachorros. Por sorte, o próprio lugar oferecia algo perfeito para mim. Subi em uma estrutura alta, que me dava uma boa visão de tudo, puxei meu machado do suporte presos às minhas costas e comecei a bater a arma no escudo. O eco era ensurdecedor e parte de mim se sentiu culpado pelo barulho, afinal a audição dos cães era muito melhor que a dos humanos, mas isso deveria ser suficiente.

Assim que todos os capangas chegaram ao local, mais uma vez utilizei minha camuflagem para ficar invisível e sair do local. Vi que todos estavam atônitos com o barulho. Isso era bom, pois tirava toda a atenção de Avery. Mas havia um único guarda que não havia abandonado seu posto. Ele estava na rota de fuga dos cães. Se eu não fizesse alguma coisa, todo o nosso plano iria por água abaixo.

Podia sentir que a conexão telepática com Avery estava voltando aos poucos. Eu já podia sentir a presença da semideusa, embora ainda não pudesse ouvir seus pensamentos.  Sentindo que não havia tempo a perder, fiquei frente a frente com o guarda e apliquei um golpe em sua traqueia. Sabia que, dependendo da força do golpe, eu poderia matá-lo, mas dosei a potencia, para que ele apenas desmaiasse. Depois de alguns segundos, ele finalmente caiu como um saco de batatas no chão.

Corri para a saída, já com a conexão mental totalmente estabelecida. Como eu conseguia sentir a aura de Avery, não foi difícil guiá-la pelo caminho que eu havia preparado. De fato, quando o primeiro cão saiu, fiquei aliviado, pois sabia que a missão havia sido um sucesso.

Um sorriso brotou em meu rosto, mas rapidamente sumiu, pois os cães estavam agitados ao me verem. Eu sabia que havia feito o que fiz para ajudá-los, mas eles ainda não entendiam isso. Começaram a latir ameaçadoramente, até que Avery começou a acalmar os cachorros. Por fim, tive que pedir desculpas a todos pelo que fiz. Em nenhum momento reclamei, afinal era o mínimo a ser feito.

No fim, saímos da mansão com os cento e um dálmatas. Ainda teríamos que andar até a casa deles, mas a missão maior estava cumprida. Cruella não teria seu casaco de pele de dálmata, os filhotes estavam seguros e eu havia conhecido uma excelente aliada. As coisas estavam voltando aos trilhos, finalmente.


Poderes passivos Athena:
Nível 5
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Comunicação Animal
Descrição: O campista pode se comunicar com corujas e com qualquer outro animal noturno.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 17
Nome do poder: Memorização
Descrição: A mente do semideus é capaz de arquivar informações com mais facilidade, lembrando-se de caminhos percorridos, dados sobre coisas que já viu ou conheceu. A boa memória do semideus o faz capaz de lembrar informações importantes sobre o cenário ou sobre inimigos que já enfrentou.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de inteligência e +30% de capacidade memorial
Dano: Nenhum
Extra: Caso o semideus já tenha enfrentado determinado inimigo ou passado por alguma situação, se lembrará de detalhes que o ajudem a superar o problema.

Nível 24
Nome do poder: Estratégia II
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome: Aprendizado apurado II
Descrição: A inteligência de um filho de Athena é um dos pontos mais fortes do semideus, quando bem desenvolvida e estimulada. Ao estudar algo, o filho da deusa da guerra estratégica ganha mais domínio sobre o assunto do que qualquer outro semideus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de bônus em habilidades aprendidas.
Dano:  +10% de dano em habilidades aprendidas.
Extra: Necessário colocar essa habilidade em destaque, para que narrador esteja ciente do aumento no bônus e dano.

Nível 26
Nome do poder: Foco
Descrição: Com uma das mentes mais apuradas, é difícil distrair um filho de Athena quando este está dedicado a suas ações.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 40% de foco em combate ou atividades.
Dano: Nenhum.

Poderes passivos Psiquê:
Nível 1
Nome do poder: Capacidade cerebral aumentada
Descrição:  Ao se tornar um Mentalista, o semideus potencializa a capacidade cerebral. Suas sinapses são mais eficientes e sistema nervoso funciona melhor do que qualquer outro semideus ou ser vivo. Isso permite que o Mentalista use de sua mente como sua principal arma, sem enlouquecer ou sofrer danos cerebrais durante o uso das habilidades.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Memória Fotográfica
Descrição: Os mentalistas possuem uma memória perfeita. Ao se depararem com um estímulo, ele irá lembrar futuramente, mesmo depois de um longo tempo. A memória aqui não se prende apenas ao visual, envolve também os outros sentidos do corpo. Senso assim, poderá lembrar de um som, de um cheiro, de um gosto em específico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Corpo equilibrado I
Descrição: O seguidor de Psiquê tem tanto mente quanto corpo alinhados. Isso acaba por potencializar o equilíbrio corporal. Nesse nível o mentalista ainda começa a aprender noções de seu corpo, tendo um ótimo equilíbrio que um humano treinado teria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de equilíbrio
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Lógica.
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência lógica apurada, tendo o seu “Centro de Broca” mais ativo no momento. Essa é a inteligência empregada para resolver problemas lógicos e matemáticos. É a capacidade para utilizar o raciocínio dedutivo e de calcular corretamente. É a inteligência que costumam ter os cientistas, matemáticos, engenheiros e aqueles que utilizam cálculos e deduções (trabalham com conceitos abstratos, elaboram experimentos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Suas estratégias ganham mais credibilidade; +20% de assertividade em arremesso de itens, graças aos cálculos realizados
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder:  Leitura empática
Descrição: a empatia é a capacidade de sentir e/ou perceber o que os outros estão sentindo no momento. Nesse nível, os mentalistas conseguem interpretar as emoções dos outros seres vivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder:  Detector de Mentiras II
Descrição: O mentalista é capaz de perceber quando alguém está mentindo, sentindo uma sutil pontada na cabeça. Neste nível, ele irá detectar a mentira mesmo que esta esteja sendo contada para outra pessoa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: caso continuem contando a mentira repetidamente, poderá gerar dor de cabeça no mentalista.

Nível 15
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Espacial
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência espacial apurada, tendo o hemisfério direito mais ativo no momento. É a habilidade para pensar em três dimensões. Uma capacidade que nos possibilita perceber imagens externas, internas, transformá-las ou modificá-las e produzir ou decodificar informações gráficas. Pilotos, escultores, pintores, marinheiros e arquitetos são exemplos claros. Pessoas que gostam de elaborar mapas, quadros, desenhos, esquemas, plantas de casas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de HP: nenhum
Bônus: Ganha uma visão espacial, podendo ter noções de tamanho, profundidade e densidade de prédios e ambientes urbanos. Sabe ler qualquer tipo de mapa.
Dano: Nenhum

Nível 27
Nome do poder:  Corpo equilibrado II
Descrição: O equilíbrio do corpo do seguidor de Psiquê está cada vez melhor. Agora ele consegue equilibrar-se em superfícies escorregadias e em espaços pequenos de se locomover. Porém, ainda é necessária certa concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de equilíbrio
Dano: Nenhum

Nível 23
Nome do poder:: Auras
Descrição: Os seguidores de Psiquê possuem a capacidade de ver a aura dos seres vivos. São como uma luz translucida que envolve tudo o que é vivo. Dizem que é a habilidade de ver a cor da alma. Cada mentalista tem uma interpretação diferente para as cores das auras, não havendo assim um padrão de cores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Poderes Ativos (Psiquê):
Nível 20
Nome do poder: Telepatia III
Descrição: O mentalista está se tornando um mestre telepata. Agora, ele consegue ler até cinco mentes diferentes e comunicar-se entre elas de maneira clara e sucinta. Nesse nível, a comunicação pode dar-se até mesmo com imagens, não reproduzindo apenas a voz do telepata na mente dos outros.
Gasto de MP: 5 por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A telepatia é uma habilidade que permite apenas a leitura e comunicação mental, não há nenhum controle ou influência mental.

Nível 37
Nome do poder: Teletransporte III
Descrição: O seguidor de Psiquê tornou-se um teletransportador veloz, apesar de não ter atingido o ápice ainda, seus teletransportes podem durar agora um piscar de olhos. Nesse nível também é possível teletransportar outras pessoas, desde que esteja tocando no mentalista. A distância também aumenta para vários quilômetros de distância. Na prática, é como transportar de um estado para o outro.
Gasto de Mp: 15 a 35 (+10MP por pessoa)
Gasto de Hp: 5
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Ao usar o teleporte, o mentalista deixa um pequeno rastro azul em seu ponto inicial.

Nível 30
Nome do poder: Camuflagem telepática II
Descrição: A habilidade de enganar a mente alheia quanto a sua aparência aumentou. Agora você pode alterar as percepções das pessoas ao redor tornando-se “invisível”. Elas não conseguirão vê-lo, mas poderão escutá-lo e, sendo o caso, poderão sentir seu cheiro. Também é possível camuflar mais duas pessoas e o seu alcance aumentou para 20 metros.
Gasto de MP: 30 (15 por turno ativo)
Gasto de HP: 10
Bônus: nenhum
Dano: nenhum
Extra: nenhum
(OBS: Eu utilizei esse poder duas vezes.)

Fpa:

Equipamento:
• Escudo Guardião [Um escudo circular, diferente dos escudos a moda grega, que fica retraído em uma manopla, sendo ativado a um comando mental do usuário, se expandindo e ativando, para a proteção do usuário. Grande o suficiente para proteger metade do corpo do usuário. | Efeito de transformação: Sua forma original é uma manopla que cobre todo o antebraço, mas apenas uma parte da mão. Com o desejo do usuário, ele se expande formando o escudo. | Efeito 1: Quando ativado no momento certo, segundos antes de receber um ataque proveniente de energias (raios, trevas, elementos, etc.) O escudo pode refletir o ataque; Efeito 2: Quando utilizado ofensivamente, o Escudo tem 60% de chances de provocar atordoamento com o impacto, deixando-o mais lento e confuso (Custo de 20MP por impacto).| Bônus de forja, bônus de dano épico e FPA aplicados no dano base | Bônus épico: + 20% de dano crítico. | Vibranium | Espaço para 2 gema | Super Alfa | Dano base: 109 | Épico | Status 100%, sem danos | Forjado por Nikolaev]

Leviathan [Machado com 73cm de comprimento, possuindo uma face laminada extremamente afiada. Seu corpo é feito de madeira reforçado, o metal presente no item possui runas que confere ao machado a propriedade de magicamente perigoso. | Efeito 1: Ao jogar o machado, o usuário poderá comandar que ele volte para a sua mão. Só possui efeito em uma distância de até 50m, mais do que isso o retorno irá falhar.; Efeito 2: Encantado com o elemento gelo, o machado irá produzir uma rajada congelante que provocará lentidão nos movimentos. A depender da proximidade, poderá retirar -25HP e congelar um membro do corpo. Só pode ser usado 1 vez a cada três turnos. | Ferro Estige | Beta | Espaço para 1 gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]


Koda Smith
Koda Smith
mentalistas de psique
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Idade : 22
Localização : #PrayForJose

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[RP's] Avery Hernández - Página 2 Empty Re: [RP's] Avery Hernández

Mensagem por Hipnos em Qua Jun 26, 2019 2:47 am


Avery


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 7.500 XP + 8 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 7.500 XP + 8 dracmas

STATUS:
HP:  450/450
MP: 420/450

Comentários:
Achei bem interessante fazerem a missão em conjunto, mas por outro lado, achei as soluções para o problema muito simples.

A missão consiste no resgate, não no encontro entre as personagens, e sendo assim achei que ela não teve tantos desafios. Faz sentido com suas habilidades ser ótima com os animais, no entanto poderia ter colocado algum empecilho no caminho para deixar as coisas com uma realidade maior.

Isso fica como uma dica para a próxima missão, pois para essa irei recompensá-los com o valor máximo, principalmente por ter gostado do que li e em relação a missão ser feita em conjunto. Leia um pouco as dicas que dei para o Koda, algumas podem se aplicar a você, também.




Koda


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 7.500 XP + 8 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 7.500 XP + 8 dracmas

STATUS:
HP:  565/590
MP: 470/590

Comentários:
Koda, em sua última missão eu te alertei sobre as dificuldades das missões. Observei que nessa alguns dos pontos foram melhorados, mas ainda acho que a dica para você é a mesma.

Não tem por que você ter medo de um combate em que um inimigo lhe ataca, isso torna as coisas mais reais e em uma missão desse tipo, você que controla o NPC, dificilmente ele te mataria. Sei da questão da camuflagem e entendo você querer utilizar furtividade, e isso é bem plausível, mas podia ter colocado algum elemento que lhe colocasse em perigo.

Enfim, percebi que se preocupou com pelo menos três situações de "risco" para seu personagem. Mas ainda assim senti um gostinho de que as coisas foram todas muito simples e muito fáceis, sem grandes desafios. O ataque de sua própria aliada foi o maior risco do seu personagem nessa narrativa.

Eu darei a nota máxima porque gostei do trabalho que fizeram com a missão em conjunto e principalmente porque vi seu esforço em relação ao que comentei anteriormente (eu prezo muito por isso), mas não deixe de focar nas dicas que dei. Você escreve muito bem e acho os seus posts bem criativos e divertidos, se começar a utilizar maiores desafios na trajetória de seu personagem, imagino que só tenha a ganhar.

Atualizado por Hades.

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