The Blood of Olympus
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Mensagem por Avery Hernández em Seg Abr 22, 2019 7:41 pm

▬Reino de Fantasia


Fixas e Batalhas do evento de Avery Hernandez, e seus companheiros que quiserem postar com ela.

Avery Hernández
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Mensagem por Avery Hernández em Seg Abr 22, 2019 7:44 pm


Era uma Vez
Os passos que você dá não precisam ser grandes. Eles só precisam te levar na direção certa.

Retirei o capacete de forja e cocei os olhos algumas vezes. Minha vista estava cansada por ter ficado tanto tempo sem os óculos e agora, eu sentia minha cabeça começando a latejar. Eu sabia que não podia fazer isso, mas adorava passar meu tempo aprendendo com os filhos de Hefesto e ainda não tinha adaptado o capacete, por isso o utilizava sem os meus óculos e no fim, ficava daquele jeito.

Meus olhos estavam um pouco vermelhos e lacrimejando, por isso demorei a notar que estava sozinha e quando percebi também cheguei o relógio. Já passava das sete da noite, a maioria dos campistas deveria estar no refeitório jantando, algo que não percebi por estar entretida demais em meu novo projeto.

Suspirando juntei minhas coisas e peguei os óculos antes de sair para o lado de fora, onde fiz questão de fechar o galpão com cuidado, para em seguida começar a andar. Eu ainda estava cansada e minha visão parecia estar me traindo, tinha algo diferente na noite, por isso assim que avistei o coelho tive certeza de estar alucinando.

Coelhos não usam roupas, não andam como humanos e nem usam relógios, exceto o do conto de fadas que li quando ainda era criança. Eu passava muito tempo na biblioteca quando mais nova, por isso era normal que eu misturasse algumas coisas, ainda mais nesse mundo estranho, novo e surreal.

— Minhas orelhas! Está tarde, tarde, muito tarde! — Proferiu ele, me fazendo arregalar os olhos curiosa por estar entendo o bichinho, que ao dizer essas palavras disparou floresta adentro.

Algo dentro de mim se remexeu ao ver isso, afinal, e se ele não fosse uma alucinação? E se estivesse perdido, em perigo ou pior?

Mordi o lábio com força e sem pensar muito virei nos calcanhares para seguir o coelho, correndo para dentro da floresta em busca da criaturinha. Mesmo no escuro não seria difícil achá-lo, as arvores ao meu redor sussurravam dicas para me guiar até o coelho branco, que no escuro parecia brilhar para prender minha atenção. Eu queria muito saber o que ele era e mais que isso, queria entender por que tinha sido atraída, era como mágica, não fazia o menor sentido e ainda assim insistia em se remexer em meu estomago.

— Como está ficando tarde, tão tarde — Repetia ele enquanto se misturava por entre as arvores, até desaparecer bem no meio de uma delas.

Um tanto confusa me aproximei rapidamente da arvore para ver o que acontecia e foi assim que me deparei com um buraco de tamanho médio. Me abaixei para ver melhor o lado de dentro e procurar pelo coelho, mas bastou apoiar a mão sobre a borda para que o galho se quebrasse. Me desequilibrei por conta disso e disparei de cabeça para dentro da toca, deslizando para o fundo que parecia não ter fim.

Nesse momento tive certeza de que estava sonhando, porque o meu mundo, a toca e uma floresta estavam formando imagens borradas na minha frente. Imagens essas que não duraram nem um minuto, porque bastou que eu tentasse forçar minha mente a entendê-las melhor para despencar em um monte de folhas no meio de uma floresta.

Okay, isso pode soar estranho quando vemos da perspectiva que eu sai de uma e que agora estava em outra, porém não foi só isso que me fez ter certeza de que fui transportada para outro lugar. Foi o fato de que ali ainda era dia e que no acampamento já estava noite!

Onde diabos eu estava?

Minha mente mal perguntou isso e já foi respondida, porque bastou que o pensamento apavorante surgisse para que o coelho surgisse a minha frente novamente apenas para me dizer.

— Bem vinda a floresta encantada.

Itens:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Shurikens [Três lâminas de mão afiadas feitas de bronze celestial. Se assemelham a uma estrela de quatro pontas e são de fácil lançamento, por serem muito afiadas quando acertam o alvo podem ter uma perfuração mais limpa, o que permite ao corte ser mais profundo. | Efeito 1: Tais armas funcionam como uma beyblade, sempre retornando para seu dono ao ser lançada, porém é necessário tomar cuidado para não se ferir no processo. | Efeito 2: O primeiro golpe com tais shurikens irão causar +10% de dano. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]

• Kairós [ É uma Tekko-kagi Claws que se encaixa perfeitamente a mão do usuário. Diferente das comuns, essa Tekko-kagi tem apenas três garras e elas não são completamente alinhadas e nem possuem o mesmo tamanho. A lamina de cima é mais grossa e um tanto mais comprida, curvada na ponta, a fazendo lembrar a lamina de uma foice. A da esquerda é fina e um pouco mais afiada, enquanto a da direita se a assemelha a lamina de uma espada ou faca, mas muito menor. As três laminas são ligadas as tiras de couro e o bronze, e os dedos ficam fechados sobre a Tekko o tempo todo, deixando a mão em punho com os dedos enrolados ao renor da empunhadura de bronze. Os desenhos ao redor das laminas da Tekko-kagi Claws lembram vagamente o alfabeto grego e se iluminam quando a arma está sendo empunhada. | Efeito 1: Resistencia a magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolço do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. (Não é possível acrescentar outros efeitos a essa arma). | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | [Épica | Evento Cidade dos Monstros]

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Mensagem por Hécate em Ter Abr 23, 2019 3:52 pm


Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas e 1 Fragmento.

Comentários:

Seu texto me deixou completamente curiosa em ver mais ainda o desenvolvimento de sua personagem, apesar de curto e simples, não fugiu da proposta e ainda aguçou minha curiosidade. Parabéns e bem-vinda ao evento.

Atualizado por Nêmesis!




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Mensagem por Avery Hernández em Dom Abr 28, 2019 5:51 pm

OMG! IS REAL
um reino de fantasia
Os passos que você dá não precisam ser muito grandes, eles só precisam te levar na direção certa.
Não sei dizer por quanto tempo fiquei encarando a criatura e esperando ela desaparecer, mas sei que em algum momento fui obrigada a reagir. A floresta e o coelho não tinham desaparecido e esse último permanecia firmemente parado a minha frente, como se realmente esperasse alguma reação.

— Entonces.... — Pigarrei para limpar a voz. — Quando você vai me explicar qué estoy haciendo aquí?Perguntei meio atrapalhada.

Não importava se meu bumbum ainda estava doendo, se minhas roupas estavam sujas de terra ou se eu continuava sentada em folhas macias em uma floresta estranha, a questão principal não era essa.

— Eu sou o Coelho Branco — Estranhei seu jeito de começar, afinal eu não tinha perguntado aquilo, mas o deixei prosseguir assim mesmo. — E você está na floresta encantada, nosso mundo corre muito perigo e trouxemos heróis para ajudar a salvá-lo — Continuou, mas já tinha um ponto negativo, afinal eu não era nenhuma heroína. Tentei dizer isso a ele, mas o coelho me interrompeu antes de continuar.

— Nosso mundo foi tomado por um bruxo malvado e o país das maravilhas foi destruído, não podemos deixar que isso aconteça com os outros contos de fada...

—  Espera! Contos de fada? Bruxo? — Eu entrei em um livro? Me questionei mentalmente, completamente confusa com a situação. O coelho me repreendeu com o olhar, me fazendo baixar a cabeça e ajeitar os óculos um tanto envergonhada por ter sido afobada.

— Josh é poderoso e quer tomar os outros reinos, não sei que tipo de mal está se abatendo sobre eles, mas sei que precisamos ajudar — O coelho concluiu, me fazendo erguer a cabeça novamente.

— Então... eu chego em um conto de fadas e pergunto: Ei algum problema que eu posso resolver hoje? Estou aqui para bancar um desenho e salvar o dia! — Mudei a voz para parecer menos cética, afinal aquilo tudo só podia ser brincadeira.

— Acha que estou mentindo?

— Não, só acho que essa não seja toda a verdade e que provavelmente estou sonhando — Dei de ombros, essa era a resposta mais lógica.

— E você acha que sonhos podem fazer... — O coelho se aproximou me deixando confusa, em seguida beliscou meu braço com força com suas garrinhas minúsculas. — Isso?

— Aí! — Resmunguei esfregando o braço. Ok! Ele tinha um ponto. — Isso não pode provar tudo — Tentei, mesmo ainda desconfiada.

— Tem razão, mas talvez eu possa te levar a um lugar que te faça acreditar — O coelho respondeu, abrindo um sorriso que me deixou receosa e com medo.

— Eu devo perguntar onde? — Questionei temerosa.

— Ah! Com toda certeza você não deve! — Respondeu ele, me fazendo se tocar de algo que até então não tinha percebido.

Como diabos eu estava entendendo aquele coelho?

...

Nós andamos pelas trilhas da floresta por um longo tempo, mas o coelho não me contou para onde iriamos ou o que iriamos fazer, preferindo focar nas perguntas que eu tinha sobre a floresta encantada a me responder diretamente. E por falar nela, bem, era um lugar realmente mágico e não digo isso como uma metáfora engraçada por poder sentir a vida vibrando em todas as cores por aquele lugar, e sim ao fato de que ela parecia viva, como se me observasse.

Eu sabia que não estávamos mais em New York, que aquela era uma dimensão diferente e nova muito semelhante ao reino dos sonhos. Afinal, durante as aulas de história antiga no acampamento tinha aprendido a diferença entre os vários lugares e buracos que se espalhavam pelo mundo. Mas devo confessar que saber disso me assustava, primeiro porque não tinha ideia de como voltar, segundo porque eu também não sabia onde começar a procurar e duvidava muito que o coelho fosse me ajudar com isso.

— Então a Rainha má é a maior vilã desse reino? — Perguntei novamente, apenas para ter certeza de que tinha entendido certo aquela situação.

Estávamos em uma parte da floresta onde a Branca de Neve era considerada uma vilã, tinha cartazes com o rosto dela espalhado por vários troncos de arvore e pelo que o coelho explicara era porque a Rainha – sua madrasta – a estava procurando em busca de vingança.

— Isso mesmo, então mova-se mais rápido porque não queremos que os guardas do castelo nos encontrem antes de chegarmos ao nosso lugar — O coelho retrucou, me fazendo revirar os olhos antes de apressar o passo para acompanhá-lo.

— E os outros reinos, tem vilões diferentes? — Perguntei curiosa, querendo saber mais sobre aquilo.

— Sim é claro — Ele respondeu, subindo em direção ao morro para pegar uma trilha diferente, e foi nesse momento que ouvimos o primeiro grito.

O coelho ergueu as orelhas e ficou em alerta, seus pelos arrepiados me fizeram entrar na defensiva apenas por lhe observar e então veio o segundo grito. Alguém ali perto estava pedindo socorro, mas o som era tão baixo que eu não sabia dizer ao certo de onde vinha o barulho. O coelho, no entanto, farejou o ar e dobrou a ponta das orelhas para ouvir melhor.

— Que es eso? — Perguntei baixinho, a voz não saindo mais alta do que um sussurro.

— São os anões, acho que estão presos — O coelho respondeu antes de ajeitar o palito e sair correndo, sem me dar escolha a não ser segui-lo floresta a dentro.

Subimos mais a trilha, passando por um tronco caído e várias árvores até atingir a montanha, onde uma enorme quantidade de pedras parecia estar bloqueando a entrada de uma caverna.

“Socorro”

“Nos tirem daqui”

“Branca de Neve”


Os gritos ficaram mais nítidos assim que atingimos o monte de pedras, era possível escutar as vozes de vários meninos gritando e batendo com algum tipo de metal nas paredes das cavernas e rochas. Uma cena intrigante quando consideramos toda a situação.

— Alguma ideia de como tiramos eles? — O coelho perguntou, me fazendo olhá-lo de maneira confusa. — Só existe uma saída e uma entrada dessa montanha — Ele apontou o monte de pedras para me explicar, fazendo minha ficha finalmente cair em compreensão.

— Não tenho certeza — Respondi incerta antes de me aproximar para analisar as rochas mais de perto, eram pesadas e grandes demais para um coelho pequeno e uma garota magrela conseguirem mover. Também estavam perto demais uma das outras, não seria uma tarefa fácil, porém...

— Newton! — Gritei, de repente, assustando o coelho que me olhou com cara de bravo. — Desculpe.

— O que seria Newton? — Ele me perguntou antes que eu pudesse sacar a chave inglesa do bolso para testar minha teoria.

— É uma lei da física — Expliquei ao circular ao redor para procurar uma brecha, vez ou outra batendo nas pedras para produzir eco em busca de um barulho. Eu encostada o ouvido sobre as rochas toda vez que fazia isso para examiná-las, porque precisava ter certeza que a parte de dentro era oca e em que locais isso não acontecia.

— Eu não entendi — O coelho coçou a cabeça, mas balancei a mão no ar pedindo silencio quando encontrei o que procurava. Bati na rocha algumas vezes para ter certeza, então desci com a chave em busca da abertura e ao encontrar acabei sorrindo para mim mesma.

— Aqui veja, temos a brecha — Mostrei o buraco ao coelho. — As rochas foram provocadas, não estão aqui ao acaso — Comecei a explicar, porém mais gritos de socorro e pedidos de ajuda atrapalharam minha concentração, me fazendo bufar. — Estamos aqui! Fiquem calados para que possamos tirar vocês daí — Gritei com a rocha antes de voltar o olhar para o coelho.

— Como eu dizia, as rochas foram provocadas então a formação delas é incerta, o que deixa buracos como esse espalhados na estrutura — Mostrei o buraco a ele mais uma vez e enfiei a chave por ele para provar minha teoria, então a movi para cima, fazendo pedregulhos voarem a nossa volta. — Viu?

— Você vai nos matar desse jeito — O coelho se afastou, me fazendo revirar os olhos novamente.

— Eu sei o que estou fazendo — Retruquei antes de completar. — Newton escreveu e provou que para toda ação existe uma reação — Continuei. — Então se estimularmos as pedras nos pontos corretos, podemos provocar outro desmoronamento sem machucar ninguém, veja — Me levantei e caminhei em direção a trilha antes de apontar o tronco caído pelo qual passamos. — Provocamos as rochas e elas deslizam até o tronco, que contem o desmoronamento impedindo qualquer um de se machucar, a passagem já está trancada, então não é como se fossemos mudar muita coisa mesmo — Conclui o pensamento, fazendo o coelho me olhar intrigado.

— Você é inteligente — Sorri envergonhada e ajeitei os óculos no rosto com o elogio. — Então, como fazemos isso? — Ele perguntou.

— Eu faço, se afasta — Pedi antes de me posicionar perto de uma arvore na lateral esquerda e colocar as mãos no chão para poder me concentrar.

As raízes daquelas arvores eram largas o suficiente e se espalhavam por baixo da terra por longos quilômetros, então eu poderia trazê-las para cima de forma a germinar mais folhas e frutas. Minha ideia era atiçar parte dos galhos por entre as pedras e então fazê-los explodir em crescimento, provocando as rochas para se moverem e rolarem trilha abaixo.

E foi exatamente o que eu fiz. Concentrei minhas energias nas raízes da arvore atrás de mim e as movi em direção as rochas, fazendo-as sair de baixo da terra para que eu pudesse guiá-las para os pontos certos. Assim que consegui isso estimulei as plantas a germinarem por entre as pedras, movendo seus espaços para fazer com que elas se movessem. E com isso a mágica se completou sozinha, as pedras se soltaram e uma após a outra e rolaram trilha abaixo, deixando a entrada da caverna completamente livre.

— Pelos meus bigodes! Isso foi incrível — O coelho aplaudiu batendo os pés no chão animadamente, me arrancando uma risada breve que durou apenas alguns segundos, pois no seguinte eu já encarava os novos personagens que saiam da mina.

Eram homenzinhos, não meninos como eu imaginava. Tão pequenos, barbudos e sujos que por um momento senti meu cérebro estalar com uma lembrança de infância. Mas foi só quando um deles se aproximou para me agradecer que eu me toquei de quem eles eram.

— Dios mio! Ustedes son los siete enanos — Deixei os sete confusos com minha fala estranha, eles se entreolharam antes de voltarem a me encarar de maneira divertida, em meio a isso eu surtava...

Porque...

OMG!  Os contos de fada eram mesmo reais.

Missão realizada:

Ao Resgate: A rainha má adora encontrar maneiras de atingir a Branca de Neve, mesmo que não diretamente. Ela descobriu que sua enteada está hospedada na casa dos sete anões e como forma de vingança os prendeu em sua mina com um desabamento. Os sete homenzinhos estavam trabalhando quando escutaram o ruído das pedras bloqueando sua entrada/saída e entraram em desespero. A rainha por sua vez deixou o local feliz da vida por ter conseguido executar o seu plano. Encontre uma maneira de resgatar os sete anões.
Recompensas: 4.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 2.
Poder usado:

Nível 8
Nome do Poder: Gênese vegetal II
Descrição: Capacidade de fazer qualquer flora germinar a partir de sua energia. Estas podem ser de grande porte.      
Gasto de MP: 30
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum  
Dano:  Nenhum
Extra: Essa habilidade não funciona no submundo.
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Mensagem por Afrodite em Dom Abr 28, 2019 6:59 pm


Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 4000 XP + 4000 dracmas + 4 fragmentos

STATUS:
HP: 260/260
MP: 230/260

Comentários:
Avery,

Gostaria de dizer que a parte que mais me agradou foi quando o coelho beliscou seu braço para provar a teoria de que sua personagem não estava sonhando. A criatividade dessa cena, juntamente com a forma como você resolveu o problema dos anões - utilizando Newton, genial! - me fez não hesitar em lhe dar a pontuação máxima para essa missão fixa.

Aurevóir!




Aphrodite
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Afrodite
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Mensagem por Avery Hernández em Qua Maio 01, 2019 8:56 pm

OMG! IS REAL
um reino de fantasia
Os passos que você dá não precisam ser muito grandes, eles só precisam te levar na direção certa.
Descobrir que o reino da fantasia era de verdade fez com que todos os meus sonhos de infância explodissem bem a minha frente. Era como morder um donut e sentir o chocolate pinicando na língua, trazia uma sensação de magia fenomenal.

— Eu queria ter conversado mais com eles — Resmunguei, fazendo o coelho me olhar torto uma quarta vez.

Desde que saímos da mina dos sete anões eu estava repetindo aquilo. Sempre quis conhecer o Dengoso e o Zangado, mas o Coelho Branco não me deu muito tempo para conversar, pois segundo ele precisávamos chegar no porto o mais rápido possível. Aparentemente jeans e moletom são um problema nesse reino, já que meu companheiro de jornada garantiu que eu estava chamando atenção demais e que precisava me misturar. Era por isso que tínhamos que descer a encosta até o porto dos piratas pelas trilhas montanhosas. Eu não estava muito contente com isso, mas entendia a lógica da situação.

— Foque no momento Srta. Avery, o que acabei de te ensinar? — O coelho questionou, me fazendo revirar os olhos e suspirar baixinho antes de soltar.

— O mapeamento da floresta, o posicionamento das arvores e das montanhas em relação a... — Tentei lembrar a última parte, mas esqueci completamente.

— Aos reinos — Ele concluiu por mim, me fazendo assentir rapidamente. — Você também precisa se lembrar que as estações também interferem no local em que você está — Continuou. — Podemos ter verão, inverno, primavera e outono tudo ao mesmo tempo, por isso é tão importante que você esteja preparada — Assenti antes de tropeçar em uma pedra e deslizar mais para frente, fazendo o coelho rir do meu jeito atrapalhado.

Estávamos andando há algumas horas e ele estava me ensinando á como me localizar dentro da floresta. Os reinos não estavam posicionados aleatoriamente, tinha algo a ver com a geografia dos contos de fada e era fácil estudá-la pelas flores, arvores e montanhas da região.

Nenhuma trilha era igual e eu podia reconhecer a diferença nos detalhes. O castelo da Bela e da Fera por exemplo, tinha um jardim de rosas, mas para chegar ao reino era necessário passar por uma trilha de espinho. As arvores se fechavam ao seu redor porque no solo existiam viscos, e durante a noite eles cresciam e acabavam prendendo quem se aproximava.

O coelho estava me ensinando sobre os mares piratas quando, de repente, um urso gigante despencou bem a nossa frente. Estávamos andando rentes as montanhas e por pouco não fomos atingidos pela bola de pelo que ao se virar arregalou os olhos antes de soltar um:

— Eu ia gritar cuidado, mas quando vi meu traseiro já tinha batido no chão!

Okay, por essa eu não esperava. Além de falante o urso ainda era tremendamente atrapalhado e estava preocupado em nós avisar. Se eu não estava sonhando, com toda certeza agora tinha virado personagem de livro.

— Relaxa, está todo bienDei de ombros antes de completar com um sorriso. — Eu sempre quis saber qual a sensação de ser esmagada por um bumbum gigante — Afirmei risonha, atraindo os olhares do urso e do coelho em minha direção. Bom, talvez aquela frase tivesse saindo mesmo um pouco estranha. — Era brincadeira... — Expliquei baixinho, sentindo meu rosto corar forte e para disfarçar, ajeitei os óculos que tinham escorregado pelo nariz.

— Bom, como eu ia dizendo... — O urso desviou o olhar para cima e sua expressão se tornou pesarosa. — Eu ia avisar, mas não consegui fazer isso a tempo, estava tentando pegar a colmeia, mas uma abelha me picou e então eu cai, por sorte não foi em cima de vocês. — Ele se levantou ao terminar a história e se recostou sobre a montanha, como se estivesse pronto para começar a escalar novamente e foi assim que uma ideia repentina me ocorreu.

— Eu posso ajudar, se você quiser. — O urso se virou em minha direção e me encarou desconfiado, como se questionasse como uma garotinha pequena e magrela pudesse ajudá-lo em uma missão tão importante. — Sou boa com animais e consigo entendê-los... — Expliquei.

— Então vamos pegar aquele mel — O grandão se animou, me fazendo rir enquanto o coelho atrás de mim me repreendia por nossa segunda parada. Mas horas, não era minha culpa se um urso grande e faminto precisava de ajuda era?

....

— Já consegue vê-la? — Balu gritou lá de baixo, me fazendo bufar baixinho antes de agarrar mais um galho e impulsionar meu corpo para um novo rochedo. Escalar era difícil e no acampamento eu ainda não tinha passado por esse tipo de treinamento, por isso improvisei ao amarrar um cipó na cintura antes de começar a subir o penhasco.

— Ainda não — Gritei de volta, mas na verdade eu já estava vendo sim. A colmeia estava apenas alguns poucos metros acima da minha cabeça agora e eu já podia ouvir o zumbido familiar das abelhas.

Balu precisava de mel, mas ele estava tentando consegui-lo da maneira errada e por isso eu queria ensinar uma coisa nova a ele, é claro, se conseguisse convencer as abelhas a me darem um pouco da sua produção. O coelho Branco não tinha gostado disso, mas eu o convencera com uma cartada que ele não esperava. Ou seja, lhe jogando na cara o motivo de me trazer até ali. Se eu tinha vindo ajudar os contos de fada com problemas, porque não podia ajudar Balu a se alimentar?

Depois disso ele ficou calado, refletindo sobre meu argumento enquanto eu abusadamente iniciava minha nova aventura.

ZzzZzzz

ZZzzzzZzzz

zzzzzzzzzz


O zumbido ficou mais alto quando atingi o último rochedo. As abelhas ficaram em alerta e passaram e me olhar de maneira desconfiada, mas tudo que fiz foi me ajeitar e sentar sobre uma das pedras enquanto acenava para elas rapidamente.

— Oi pessoal, lindo dia hoje não acham? — Comecei, atraindo a atenção de mais abelhas para mim, com isso o zumbido ficou mais alto e até mesmo as abelhas mais tímidas passaram a sair da colmeia.

Elas agiam de maneira arisca, estavam desconfiadas e eu não as culpava por isso. No lugar delas também não teria gostado de ter um urso assaltando o meu lar. — Eu preciso de ajuda, tenho um amigo morrendo de fome lá embaixo sabe?

ZzzZZzzz

ZZzzzz


— Isso mesmo, é aquele urso grandão, me desculpem pelo comportamento dele aliais, ele não sabe bem como se controlar — Expliquei em um tom de voz que que demonstrava toda a minha indignação.

— Sim eu sei, também ficaria chateada com isso.

zzzzZZzz

— Pero lo siento mucho — Juntei as mãos e as balancei no ar. — Podem desculpá-lo? — Perguntei.

A essa altura as abelhas já circulavam ao meu redor um pouco mais tranquilas, perceberam que eu entendia elas tão bem quanto elas me compreendiam, afinal conseguia me comunicar perfeitamente com qualquer tipo animal.

ZZzzzzzZz

— Acho que posso fazer isso, si, si — Concordei antes de relaxar os ombros para finalmente fazer meu pedido. — Eu tenho um acordo — Comecei. — Balu vai parar de incomodar vocês, mas eu queria um pouco de mel para poder dar a ele e em troca posso encher a colina ali embaixo de flores! — Apontei ao redor. Tinha muitas arvores naquela parte da floresta, mas as flores eram escassas e devia ser por isso que as abelhas estavam tão revoltadas por terem seu mel roubado, era difícil conseguir pólen suficiente para fazerem a produção.

— Eu percebi que temos um bom espaço e eu consigo fazer um jardim inteiro, sou filha de uma deusa sabem? A deusa da natureza — Atrai a atenção das abelhas ao dizer isso. — Então, acordo fechado?

ZzzZzzzz

Zzzzzzz

ZZzzZzzZzzzz


A agitação das abelhas me deixou um pouco zonza, eram tantas falando ao mesmo tempo que por um momento fiquei confusa com a mensagem que elas estavam tentando me passar. Mas por fim entendi que sim, elas concordavam em dar parte do mel em troca das flores, mas também queriam que o urso não as roubasse mais. Foi assim que acabei tendo uma nova ideia.

— Escutem — Atrai a atenção delas novamente. — Balu é grande e forte certo? Ele pode trabalhar em troca de um pouco de mel — Mordi o lábio antes de finalmente soltar. — E se ele cuidasse das flores e espantasse os intrusos para que ninguém roube de vocês? Assim Balu teria mel, vocês poderiam fazer a produção de vocês tranquilamente e tudo se resolveria, é um bom acordo não acham?! — Perguntei sorrindo.

ZzzzzZzz

zzZzzzZzzZZ


As abelhas discutiram mais um pouco entre elas. Falavam, entravam e saiam da colmeia completamente agitadas e tornavam difícil que eu acompanhasse tudo que estava acontecendo. Afinal lá embaixo Balu também tinha começado a gritar alguma coisa e para calá-lo atirei um dos pedregulhos do penhasco em sua cabeça.

zzzZzzzZZZZ

— Isso! — Comemorei assim que obtive a reposta, eu tinha conseguido o acordo e as abelhas forneceriam o mel a Balu, desde que ele concordasse com os termos que eu tinha estabelecido com elas. Algo que garanti que aconteceria.

Com um acordo fechado voltei a descer o penhasco, sabendo que as abelhas seriam responsáveis por me trazer um pouco do mel enquanto eu criaria o tão famoso jardim.

Ao pisar sobre o chão novamente Balu me olhou completamente decepcionado, mas ri antes de explicar a ele tudo que tinha acontecido. Não poupei detalhes, contei tudo que abelhas disseram, expliquei sobre seu novo oficio e então comecei a trabalhar.

Com a ajuda de Balu e do coelho consegui algumas sementes de flores que estavam mais distantes e em conjunto espalhei todas elas pelo gramado em frente ao penhasco. Escolhi um local onde as arvores não atrapalhariam o sol, dando chance das flores ganharem os nutrientes que precisavam para sobreviver ao longo dos dias.

Ao terminar de preparar o terreno fiz com que todas as flores germinassem mais rápido, criando um campo grande o suficiente para que as abelhas conseguissem produzir seu mel. Balu ficaria responsável por cuidar dele e afastar pragas e inimigos, então o campo não teria problema em permanecer do jeito que estava.

Contentes, minhas novas amiguinhas cumpriram sua professa, finalizando meu dia com uma casca de mel tão docinha, mas tão docinha, que nem mesmo o coelho resistiu.



Missão realizada:

Animais falantes: Uma das peculiaridades da floresta encantada é que ali a maioria dos animais fala! Isso mesmo, as criaturas conseguem falar e entender a língua humana perfeitamente e Balu, um urso bastante dengoso e viciado em mel é um deles. O peludo está faminto e não consegue alcançar a colmeia de Mel sozinha, mesmo já tendo bolado todos os planos possíveis. Você estava de passagem quando notou a situação do urso. Ajude Balu a conseguir seu mel sem ser atacado por um enxame enraivecido.
Recompensas: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.
Passivas que explicam a situação:

Nível 10
Nome do poder: Empatia Animal
Descrição: Similar a comunicação com a vegetação, a empatia animal segue o princípio de compreender os animais. Porém, não há uma linguagem específica. Animais não passaram a falar mentalmente em sua cabeça. Há um entendimento, uma sensibilidade muito grande com as intenções. A empatia com o animal é enorme, você consegue interpretar suas ações e reações, sabendo quando está com medo, agressivo, contente etc. No entanto, o animal compreenderá o que você fala e principalmente o que você pretende fazer.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de chances de ser obedecido por um animal.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Conhecimento Natural
Descrição: O filho de Deméter/Ceres possui uma grande conexão com a natureza, aprendendo e associando rapidamente todo o conhecimento que a natureza pode oferecer. Assim, esse semideus consegue distinguir plantas e sentir, quase que como uma forte intuição, quais são benéficas ou venenosas. A mesma facilidade se dar para com os animais, podendo saber detalhes de sua espécie com uma simples observação. Poderia, por exemplo, analisar se o animal tem sangue frio ou quente, qual sentido é mais apurado e menos apurado etc. Em uma luta contra monstros, esse tipo de conhecimento será bastante útil na criação de estratégias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de chance de sua estratégia contra o monstro funcionar, baseado nas análises que você fez da espécie.
Dano: Nenhum
Extra: Poderá solicitar ao narrador, uma vez na missão, que diga pelo menos 2 informações sobre o monstro ou a planta que encontrou na natureza.

Nome do poder: Domador Natural II
Descrição: Pela ligação com a fauna, o filho de Deméter/Ceres tem mais facilidade em domar – momentaneamente – um animal. O animal o auxiliará, seja oferecendo-se como guia, apontando para dicas ou ajudando em combate. Agora o semideus possui mais influência na natureza e isso reflete em sua capacidade de dar comandos e domar. Os animais de médio porte e de inteligência já prestam auxílio ou são domados mais facilmente (aves de rapina, lobos, ursos etc)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 100% de chances de um animal de pequeno porte ou de baixa inteligência o obedecer/ajudar. +60% de chance dos outros animais fazerem o mesmo. +30% de chances com animais mitológicos.
Dano: Nenhum
Extra: O animal não permanecerá com o semideus depois da missão/evento. Apenas dois animais.

Nível 13
Nome do poder: Reproduzir sons da natureza II
Descrição: O semideus filho de Ceres/Deméter sabe imitar vocalmente os sons provindos da natureza. É uma capacidade peculiar, mas que pode ajudar a causar confusão e/ou distrações nas missões. Nesse nível, o semideus além de imitar os animais consegue reproduzir sons da natureza, tais como o barulho de ondas do mar, de chuva ou até mesmo vocalizar os sons de uma tempestade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Poder usado:

Nível 8
Nome do Poder: Gênese vegetal II
Descrição: Capacidade de fazer qualquer flora germinar a partir de sua energia. Estas podem ser de grande porte.      
Gasto de MP: 30
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum  
Dano:  Nenhum
Extra: Essa habilidade não funciona no submundo.
Avery Hernández
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Filhos de Demeter
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Mensagem por Hefesto em Qui Maio 02, 2019 8:10 pm


Avery Hernández


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 2.500 XP e Dracmas + 2 Fragmentos.

STATUS FINAL:
280/280 HP
220/280 MP

Comentários:

Senhorita Hernández, sua missão foi muito divertida. Sua saída para todos ficarem felizes foi o fator que mais pesou na sua avaliação e, por isso, merece a recompensa máxima. Continue assim e suas aventuras na Floresta Encantada serão cada vez mais mágicas.


ATUALIZADO POR ATHENA


Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


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Mensagem por Stefan dei Cavalieri em Qui Maio 09, 2019 9:03 pm

EVENTO
C'erauna volta
O sequestro do Jolly Rogers – O navio do capitão gancho acaba de ser levado por ninguém mais, ninguém menos que o famoso Barba Negra. O pirata perdeu seu navio e decidiu que seria divertido roubar para si o navio mais rápido de todos os mares, ou seja, o Jolly Rogers. Ganchoe sua tribulação tinham ancorado no porto dos piratas e acabaram se dando mal ao perder seu meio de locomoção e agora precisam de ajuda para recuperá-lo. Navegue com o capitão gancho em um navio inferior para  enfrentar Barba Negra e trazer de volta o Jolly Rogers. E lembre-se, isso não será fácil, afinal o pirata lendário não tem esse nome à toa.
Recompensas: 8.000 XP e Dracmas + 6 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 30.


Stefan tinha encontrado o melhor lugar nos reinos mágicos: uma taverna a beira mar. Ele tinha em mãos um instrumento similar a um violão, tocando acordes aleatórios que combinava com a trupe que tinha aglomerado ao seu redor para fazerem música. O italiano estava confortável com a bagunça, o clima de festejo, mesmo que o cheiro ali fosse marcado pelo rum e sal marinho. Sobre a cabeça dele Midnight – um morcego místico – sobrevoava fazendo alguns movimentos engraçados; aos pés do renascentista estava a raposa de pelugem dourada e branca. Eles estavam confortáveis, tendo experimentado uma boa refeição de frutos do mar a menos de uma hora atrás.

Abruptamente a porta da taverna fora aberta, reproduzindo um som estrondoso ao colidirem contra a parede. Da entrada, um homem aparecia seguido de alguns marujos. Stefan não precisava de seus conhecimentos modernos para entender o que aquele desconhecido representava: ele era um pirata. Desde as épocas mais antigas essa raça vivia nos mares, dotados de aventuras e mistérios em alguns contos; sendo os verdadeiros monstros cruéis dos oceanos em outros. Os dedos de Stefan paralisaram sobre as cordas, a música havia sido encerrada só com a presença do Capitão Pirata.

Eu estou recrutando homens! Aceito qualquer merda que tenha o mínimo de coragem e bolas o suficiente para aguentar uma aventura! — O capitão esbravejou. — Eu vou recuperar o meu navio daquele desgraçado do Barba Negra!

Os murmúrios começaram com força, fazendo com que Faye encolhesse entre as pernas de Stefan e Midnight pousasse em seu ombro, praticamente se escondendo na curva de seu pescoço. O italiano ignorou, esticando a mão para pegar a caneca de rum quando um movimento brusco o impediu. Um gancho tinha sido fincado na mesa, entre a caneca e a mão de Cavalieri. Ele levou um tempo para perceber que o item ofensivo era na verdade a mão do pirata.

Você parece bom o suficiente. Está bem, roupas inteiras, sem o olhar de desespero. Lute comigo! — O capitão exigiu.

Não, grazie! Eu não sei lutar. — O que era uma realidade para o mago erudita.

Não estou sendo criterioso, metade das pessoas estão cagando de medo para o Josh, a outra está se escondendo. Aquele maldito do Barba Negra deve estar trabalhando para aquele miserável.

O Josh?

Stefan estreitou o olhar e apesar do capitão ter um aspecto totalmente duvidoso, parecia genuíno com a sua preocupação com o navio e o ódio que sentia pelo outro capitão. Apesar das aventuras que tinha vivido até ali, o filho de Hécate não tinha esquecido o seu verdadeiro propósito: ajudar o Coelho Branco – que tinha sumido – a dar um basta nas ações de um mago das trevas. Ao que parecia, o destino o tinha levado para uma aventura marinha.

Va bene! Mas espero que tenha bastante rum a bordo.

Grrr, somos piratas, não monges. Sou o Capitão Gancho, sairemos em trinta minutos!

•••

A embarcação não era das melhores. As velas possuíam mais remendos do que Stefan achava apropriado para uma navegação segura. A madeira rangia constantemente, dando uma noção de que era velha e desgastada. Mas se não tinham afundado até aquele momento, o italiano julgava que aquela banheira seria o suficiente para cumprir a missão.

Estava na proa do navio velho, encostado na coluna de madeira quando avistou um monte de pelo branco saltitando. Era o coelho! Avançando a passos largos, atraindo a atenção de Faye e Midnight que descansavam sobre um barril, ele se aproximou do grande roedor.

Eccoti! O que pensa que estava fazendo ao me deixar ser servido aos gigantes, coelho?! — Exigiu saber assim que se aproximou o suficiente.

Mesmo que o tivesse feito os gigantes não te comeriam, não tem carne o suficiente aí — O coelho dobrou uma das orelhas e torceu o focinho ao encarar o semideus e completar. — Mas não fui eu, foi uma das minhas várias duplicadas, eu escolhi aquela ali.

O animal apontava para uma garota. Deuses, como não a tinha notado antes? Stefan piscou duas vezes, atordoado com a falha em sua percepção em reconhecer uma beleza como aquela em um ambiente tão hostil. Pigarreou tentando disfarçar, olhando novamente para a criatura felpuda.

Está dizendo que há duplicatas de você e que trouxeram outros para essa loucura? — Tentou racionalizar o que estava acontecendo.

O coelho deu de ombros, fazendo Stefan balançar a cabeça negativamente. O mundo estava mesmo acabado se era preciso coelhos se multiplicando e encontrando campeões. Cavalieri decidiu ignorar isso por enquanto, tendo coisas mais urgentes para resolver. Ele aproximou da garota, sorrindo de maneira simpática e naturalmente sedutor, afinal ainda era um legado de Afrodite.

Buona notte, bella ragazza. — Cumprimentou fazendo uma breve reverência. — Acredito que também é de algum acampamento?

O sotaque latino não era desconhecido para Stefan. Ele possuía uma colega no curso de Belas Artes cuja origem era espanhola, o que fazia com que a morena falasse constantemente palavras soltas na língua materna. Saber que não era o único que não falava apenas inglês trouxe certo conforto ao italiano. O coelho anunciou que o navio estaria zarpando logo, o que fez com que os marujos piratas começassem a mover pelo navio. Ele finalmente tinha notado os tipos de olhares que eles lançavam em sua direção e, instintivamente, aproximou ainda mais da semideusa.

Não se afaste tanto. — Murmurou, repousando a mão na base das costas dela — Apesar de não culpa-los por querer admirar uma beleza como a sua. — A fala veio espontaneamente para o filho de Hécate, que passou a conduzi-la até onde estava antes. — Não vim sozinho, tenho meus pequenos. Esse é o Midnight e essa mocinha é a Faye.

Os animais místicos ainda estavam sobre o barril, repousando depois de terem comido demais dentro da taverna. Não passou despercebido aos olhos claros do mago o jeito defensivo que a outra semideusa possuía, mas não a culpava. Assim como também percebeu quando ela derreteu perante a fofura das criaturas, o que o fez sorrir de lado e relaxar um pouco mais.

A viagem em mar aberto prosseguiu sem maiores adventos. O que deixou Cavalieri levemente ansioso, ele não tinha mentido quando alegou que não sabia lutar. Não era um cavaleiro, um guerreiro e muito menos um herói. Preferiu deixar a garota, que descobriu se chamar Avery, com suas mascotes, já que era com eles com quem ela se sentia mais confortável.

A tranquilidade não perdurou tanto quanto o filho da magia desejava. Logo um pirata gritava do alto do mastro que tinha localizado o navio do Capitão Gancho. O homem sem a mão rugiu de felicidade, ordenando que os homens pegassem suas armas. Stefan sentiu o corpo ficar tenso prontamente, olhando para Avery a ponto de dizer que deveriam ficar juntos. Mas sentiu no olhar e na postura dela de que isso não era realmente uma opção.

Buona fortuna! Nos encontramos depois de conquistarmos um navio pirata. Faye, Midnight, não se afastem de maneira alguma. Estamos no meio do mar, então sem brincadeiras.

Quanto mais próximo do Jolly Rogers ficavam, mais barulho era produzido por ambas as embarcações. O outro navio era maior, gracioso, como uma verdadeira embarcação pirata deveria ser. Eles se alinharam e gritaram praticamente ao mesmo tempo:

Arqueiros! — Stefan abriu bem os olhos, como eles iriam atirar uns nos outros sem ter defesa alguma?! — Preparar!

Stefan segurou Faye no colo enquanto o morcego se prendia em seu pescoço, agarrando em seus cabelos. O mago correu para detrás de um pequeno muro amadeirado, onde do lado oposto estavam encostadas algumas lanças. Escutou os arqueiros ficarem prontos para atirar, os olhos buscando freneticamente pela outra garota grega. Quando a encontrou, retirou o anel do dedo o transformando em uma varinha, apontando em direção a companheira de acampamento.

Ele conjurou duas barreiras escuras, fazendo com que elas surgissem sobre os corpos de ambos. Quando as flechas cortaram a noite calma e infligiram dano a ambos os navios, os projéteis eram desviados assim que encostavam nos escudos invocados pelo mago. Quando o ataque cessou, os que tinham sobrevivido gritaram em resposta ao clima de combate. Stefan tinha estudado o suficiente sobre estruturas para poder realizar artesanato e esculturas; ele sabia quando algo feito de madeira não iria durar tanto. Consequentemente, permanecer naquele navio velho era como cometer suicídio através do naufrágio. Ele soltou Faye, olhando de maneira confiante para seus pequenos antes de murmurar o feitiço “Saeptum”. Era uma magia de proteção, pois o garoto jamais colocaria os animais em risco se não tivesse um plano para mantê-los seguros.

Com os pequenos protegidos, Stefan finalmente adentrou a batalha. Não que ele fosse realmente guerrear no meio do mar, porém o italiano tinha uma extrema facilidade em atrapalhar os planos alheios. Atravessou o convés indo até as pranchas que interligavam os navios, esticando os braços paralelo ao corpo enquanto cambaleava sobre aquele pedaço de madeira, tentando bravamente não pensar que iria cair nas águas do mar. No entanto, ao chegar do outro lado, foi presentado com um ataque repentino de um pirata inimigo que também tinha a intenção de atravessar para o outro lado. O punho do pirata teve um encontro certeiro e preciso contra o estômago do mago. O ar tinha escapado por completo, somado a dor na região abdominal. Stefan caiu de joelhos para o lado, observando aquele enorme pedaço de gente maligna atravessando a prancha.

Cadent! — Disse quase sem fôlego, o que provocou uma voz fina e resfolegante.

Não importava o tamanho daquele inimigo, ele ao ser atingido pela magia foi empurrado para o lado, caindo para o oceano. Cavalieri colocou-se de pé, olhando ao redor enquanto a mão livre repousava sobre a barriga ainda dolorida. A última vez em que ele viu um caos como aquele tinha sido apenas em uma festa de casamento que resultou em um belo escândalo quando o nobre noivo flagrou a sua linda e não tão inocente esposa transando com o um membro de uma casa nobre rival. Tinha sido uma confusão parecida com aquela que quase resultou em um combate de vida e morte entre as famílias.

Um pirata surgiu a sua frente, rindo de maneira maníaca e o lembrando que ele também era um participante ativo naquela peça infernal. Stefan posicionou-se, a memória o colocando de volta a uma aula de defesa com uma amazona. O inimigo era careca e usava um tapa-olho, mas tinha uma desenvoltura assustadora com uma espada. O italiano tinha treinado esquivas, e talvez fosse por isso que ainda não tivesse sido partido ao meio, pois apesar de ter um bom reflexo o seu treinamento tinha sido apenas em combate desarmado. Ele recebeu um bom corte na parte superior do braço, um pouco abaixo do ombro, um que provocou um rasgo em sua jaqueta.

Cuzzo! — Recuou colocando a mão sobre a ferida, sentindo o sangue escorrendo por entre os dedos.

O homem apenas gargalhou e parecia se preparar para o ataque final, quando Midnight finalmente apareceu voando sobre a cabeça do pirata. Ele literalmente se jogou no meio do rosto do homem, já que não tinha cabelo para se segurar, acabava por arranhar todo o couro. O pirata parecia gritar de susto e depois tentava puxar a criatura de sua face, mas isso apenas o arranhava mais ainda. Quando o inimigo ergueu a espada para bater em Midnight, Stefan encolheu em simpatia com o que aconteceu a seguir. Faye veio correndo, saltando e mordendo bem no meio das pernas do pirata.

Um pirata aliado apareceu e percebendo o alvo fácil, apenas aproximou e fincou a espada no meio da barriga do inimigo, acabando com o sofrimento dele. Stefan estava processando ainda a morte de alguém quando uma flecha quase o atingiu, passando de raspão em sua bochecha. O garoto piscou, sentindo a leve ardência e sensação úmida contra a pele, o sangue escorrendo levemente.

Meu rosto....! Não o meu rosto!

Stefan respirou fundo e avançou pelo convés. Ele gritava feitiços para auxiliar os piratas aliados quando os reconhecia, atrapalhando movimentos aqui e acolá. “Frigus reptant” para congelar um pé de um adversário e fazê-lo cair de cara no chão enquanto corria, tendo a cabeça chutada por um aliado. Ele pegou a espada do caído, sorrindo com a ideia que tinha vindo a mente.

Adversus inanimata — Proferiu o feitiço que tornaria aquela espada, um item inanimado, em algo que tivesse vida e vontade própria. — Et multiplicare! — Finalizou com a magia que faria aquela mesma espada “viva” se multiplicar em várias.

As espadas flutuaram ao redor do mago, lutando para proteger o seu invocador. Midnight parecia estar em um parque de diversões, arranhando rostos e mordendo onde encontrava um alvo, chegando até mesmo atingir um aliado ou outro com suas pequenas garras. Já Faye, mantinha-se perto de Stefan, mordendo os pés dos inimigos que se aproximavam do seu protetor.

Em um determinado momento, Gancho finalmente tinha encurralado o Barba Negra. A moral da trupe inimiga sendo esmagada, fazendo com que aquela briga insana no meio do oceano finalmente tivesse acabado. Stefan assoviou chamando seus pequenos para perto, Midnight ainda arranhando o rosto de um marujo acuado e assustado, se negando a obedecer ao seu “mestre”.

Perdona il bambino — Pediu um tanto envergonhado, recebendo uma mordida no polegar. — Auch! Você quer ficar sem o café da manhã?

Midnight finalmente pareceu perceber o que estava acontecendo, olhando confuso para o seu dono. Stefan deixou os ombros caírem, apenas agradecendo pelo seu feitiço de proteção ter funcionado. Com o olhar, buscou pela garota latina, relaxando apenas quando a encontrou ao lado do coelho branco. Eles, de alguma forma, tinham vencido aquele combate inteiros.


Itens levados:
✧ Anel da Vitória [O anel da vitória é um anel especial, apesar de ser um dos anéis mais simples é o que contém mais poder. Sendo feito em ouro divino o anel se transforma em quaisquer objetos cortantes pequenos de bronze celestial que o semideus desejar como canivetes e facas pequenas ou até uma adaga menor. | Mecanismo: O anel sempre irá retornar para seu dono. | Efeito 1: Pode alterar a forma para qualquer lâmina pequena, a alteração é rápida, sem custo de ação para tal. | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status 100% | Mágico | Item de reclamação]

✧ Multiforme [Originalmente um bastão de meio metro que muda de forma, podendo virar qualquer arma desejada pelo portador. No entanto, há uma condição para isso acontecer: o portador deve ter tocado em uma arma similar anteriormente, ou ter conhecimento (assertividade) sobre ela, senão o bastão quebrará e não poderá ser recuperado | Efeito 1: Transforma em armas que o portador possua conhecimento | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status 100% | Mágico | Origem desconhecida]

• Repulso [Um relógio de pulso cheio de detalhes e escritos em runa, que brilham quando seu poder é ativado | Quando uma magia é lançada contra o portador desse relógio, esse se ativa automaticamente, cria um escudo invisível ao redor do portador (aquele que estiver usando) e rebate a magia contra quem a lançou. O efeito, no entanto, só dura dois turnos, depois o relógio entra em espera por outros dois turnos inteiros. | Raro | Alfa | 100% sem danos | Épico |   Festival das estações. ]

• Cuore Nobile [Uma varinha de 30cm, feita de metal prateado conhecido como arambarium. Em sua extensão existem símbolos mágicos cravados, que conferem ao item encantamentos. Em sua forma de anel, é de metal escuro e com espaços adequado para futuras jóias. | Mecanismo de transformação: pode virar um anel, funcionando com os mesmo efeitos da varinha; Efeito de ligação: retorna para o dono depois de perdido ou roubado, aparecendo em seu dedo depois de um turno | Efeito 1: Reduz o custo de MP quando usa magia em 20%; Efeito 2: Reduz o tempo de conjuração, fazendo com que a magia se manifeste de maneira mais rápida que o comum. | Bônus aplicados: forja +15% de dano, FPA e lendário +60 de dano, metal amplifica os poderes mágicos em 25% | Arambarium | Alfa Prime | Espaço para 3 gemas | Status 100% | Lendário | Forjado por Nikolaev]

• (2x) Pokemonster [Uma bolinha baseada no designer da famosa Pokebola, do anime, Pokemon. É preta e dourada, se expande nas mãos do portador e cria um portal seguro, que transporta a criatura para seu interior, e levando para uma dimensão parare-la. Possui um botão retrátil, ao apertar, libera a criatura novamente de seu mundinho particular.| Efeito 1: Ao pressionar o botão pela primeira vez, quando a Pokemonster está vazia, essa criara uma espécie de portal em frente a criatura. Um circulo luminoso repleto de escritos em grego ou latim, que se misturam a runas, criando um portal que suga a criatura para o interior da Pokemonster, o levando para uma dimensão paralela. Efeito 2: O interior é semelhante a um bosque, idêntico ao da maleta fantástica, que deixa a criatura livre para brincar, se divertir e melhor, manter-se segura enquanto seu dono está lutando do lado de fora. Efeito 3: Transforma-se em um chaveiro com o mesmo designer, que pode ser facilmente carregado por aí.| Desconhecido | Sem espaço para Gemas | Beta | Status: 100% Sem danos | Mágico | Comprado no Fantastic Beasts]

• Adaga [Uma adaga de aparência comum, feita de arambarium e contendo um símbolo entalhado na lâmina, tal símbolo é semelhante a uma tocha acesa, cabendo perfeitamente na mão do semideus. | A lâmina possui um brilho próprio, semelhante a fogo, podendo iluminar locais escuros, a mesma não poderá ser utilizada em combate ao ser utilizada para iluminar ambientes. Ao ser encaixada em locais como portas/caixas trancadas/cadeados/locais a mesma poderá abri-los, desde que não seja selada com algum meio divino/magico. | A adaga pode transformar-se em um cajado caso seja esse o desejo do semideus portador, fornecendo um bônus de 10% de chance de acerto na utilização de feitiços. | Arambarium. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Eruditas de Prometheus.]
Feitiços:

Feitiço: Saeptum
Descrição: Um feitiço de proteção. Só funciona com pessoas de níveis inferior ao seu.
Gasto de Mp: - 15 de MP por turno.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser realizado de forma não verbal.

Feitiço: Cadent
Descrição: Serve para empurrar ou derrubar pessoas, coisas e criaturas.
Gasto de Mp: -20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: -10 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.

Feitiço: Frigus reptant
Descrição: Congela o membro atingido por um turno.
Gasto de Mp: - 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 15 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser realizado de forma não verbal.

Feitiço: Et multiplicare
Descrição: Serve como distração, ao jogar esse feitiço em um objeto ele começará a se multiplicar várias e várias vezes por dois turnos.
Gasto de Mp: - 10 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.

Feitiço: Adversus inanimata
Descrição: Faz com que animais ou objetos ataquem o atingido.
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Depende do narrador/objeto/animal.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.
Passivas:
Erudita:
Nível 1
Nome do poder: Conhecimento
Descrição: O semideus possui um raciocínio rápido, capaz de assimilar com facilidade novas coisas. Possuindo sede de conhecimento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Companhia
Descrição: Ao estarem acompanhados de humanos o semideus em questão se torna mais forte e mais rápido, afim de proteger seus companheiros de batalha.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força e velocidade.
Dano: +20% de dano ao utilizar feitiços.

Nível 32
Nome do poder: Agilidade III
Descrição: O semideus é dotado de uma agilidade superior, caso comparado a outros semideus que não possuem ligação a deuses ágeis.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nível 18
Nome do poder: Afinidade Mágica III
Descrição: O seguidor de Prometheus possui uma afinidade natural com a magia, conseguindo compreender a mesma assim como efetuá-la de maneira que, ao realizar um feitiço, o mesmo será mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: +35% de dano ao realizar um feitiço.

Hécate:
Nível 20
Nome do poder: Pericia com Varinhas II
Descrição: Você evoluiu conforme o esperado, e agora já entende a importância da varinha na sua vida, tanto para reduzir danos relacionados a magia, como para usá-la em batalha. Seu manejo se tornou ainda melhor, e agora seus movimentos se tornaram mais precisos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar a varinha para executar o feitiço, reduzindo o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 10 MP para ser realizado, na posse de uma varinha só gastaria 5 MP. (O semideus deverá lançar o feitiço pela varinha, ou o gasto ainda será o mesmo).
Dano: +10% de dano se for acertado pela magia da varinha.

Nível 19
Nome do poder: Cura Noturna III
Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, você aprendeu a lidar com elas, e agora as feridas mais fundas se fecham mais rapidamente, e as mais leves se curam por completo. Uma grande parte de sua energia também será restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +40 HP e +40 MP
Dano: Nenhum


Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.

Nível 8
Nome do poder: Sensitivo
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia são bastante sensitivos e possuem a capacidade de ler auras e emoções, estas se manifestam através de seus olhos que mudam de cor de acordo com quem se está lendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhos Noturnos
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, a noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo magico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus feitiços.
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Habilidades Aprendidas:

Nome: Atleta olímpico
Descrição: O triatlo é um esporte olímpico de origem grega que compreende natação, ciclismo e corrida. O atleta desta competição precisa exercitar suas habilidades motoras para um bom desempenho nestes esportes, que exigem resistência física, velocidade e controle do corpo. Portanto, após experienciar o triatlo, o semideus terá desenvolvido sua condição física tal como um atleta deste esporte.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de resistência física, velocidade e controle corporal
Dano: Nenhum

Nome da Habilidade: Defesa e Contra-ataque
Descrição: Após uma aula de combate corporal, o aluno aprendeu a defender-se em um combate corporal, melhorando seus bloqueios, esquiva e apurando o seu reflexo. Consequentemente, também melhorou sua probabilidade de desferir um contra-ataque poderoso e eficaz.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de esquiva e reflexo
Dano: +15% de dano em golpes de contra-ataque.
Extra: +10% de resistência corporal.

Nome: Blood of Chaos
Descrição: O semideus detentor dessa habilidade ganha uma capacidade extrema se de concentrar em meio à difíceis situações, sejam elas de desastres naturais, em problemas de relacionamento, em lutas ou em uma guerra. Consegue situar-se com mais facilidade do que os outros semideuses, podendo sair de grandes enrascadas por saber exatamente como agir sob uma grande pressão.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade em situações que precisem da inteligência.
Extra: +5% de velocidade, caso use a habilidade em situação que necessite de rapidez.

Mascotes:

Faye

Nível 1
Nome da habilidade: Imunidade mágica
Descrição: Pela sua natureza puramente mística, a raposa é imune a ataques mágicos.
Tipo: Passivo
Gasto de MP: Nenhum
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 2
Nome da habilidade: Atributos físicos
Descrição: Mesmo filhote, a raposa da ilha de Arcádia possui as habilidades físicas de uma raposa adulta. Assim, elas são rápidas, ágeis e furtivas mesmo quando pequenas. A leveza de seu caminhar também garante movimentos silenciosos.
Tipo: Passivo
Gasto de MP: Nenhum
Dano: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade, furtividade e agilidade.
Extra: Nenhum

Midnight

Nível 1
Nome da habilidade: Imunidade e resistência
Descrição: O morcego é uma criatura mágica e trevosa. Graças a isso, a criatura possui imunidade contra poderes trevosos e sombrios; e uma boa resistência contra-ataques mágicos.
Tipo: Passivo
Gasto de MP: Nenhum
Dano: Nenhum
Bônus: Imunidade a trevas/sombras; 70% de resistência a magia.
Extra: Nenhum

Nível 2
Nome da habilidade: Ecolocalização
Descrição: A espécie do morcego é naturalmente dotada da ecolocalização: ele emite ondas ultrassônicas (frequência maior que 20000 Hz, inaudíveis para humanos). Essas ondas atingem obstáculos no ambiente, onde sofrem reflexão e voltam na forma de ecos. Esses ecos são percebidos pelos morcegos com uma frequência maior que a emitida originalmente, devido à aproximação entre os mesmos e os obstáculos. Com base no tempo em que os ecos demoraram a voltar, nas direções de onde vieram, e na frequência relativa dos ecos, os morcegos sentem se há obstáculos no caminho, assim como suas distâncias, formas e velocidades relativas.
Tipo: Passivo
Gasto de MP: Nenhum
Dano: Nenhum
Bônus: Com a presença do morcego, ele consegue identificar o campo ao redor, aumentando as chances de evitar um ataque surpresa.
Extra: Nenhum


carpe diem

「R」
Stefan dei Cavalieri
Stefan dei Cavalieri
Eruditas de Prometheus
Eruditas de Prometheus

Idade : 20
Localização : Acampamento Meio-Sangue.

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[RP's] Avery Hernández Empty Re: [RP's] Avery Hernández

Mensagem por Avery Hernández em Qui Maio 09, 2019 9:12 pm

OMG! IS REAL
um reino de fantasia
Os passos que você dá não precisam ser muito grandes, eles só precisam te levar na direção certa.
Tínhamos finalmente chegado à vila dos piratas, que na verdade não passava de um tipo de cidade em linha reta com várias tabernas, barcos gigantescos e iguarias. Nada impressionante, mas o coelho queria ir por algum motivo e tinha sido ele a me ensinar tudo que eu sabia daquele reino até agora, então confiar em suas escolhas era minha melhor opção.

— Fique abaixada e tente não chamar atenção, vou buscar roupas para você e já volto — Ele me alertou assim atingimos um dos becos, me deixando escondida atrás de um barriu velho e vazio antes de voltar a caminhar pelas ruas, algo que não gostei.

Por que ele tinha que ficar com toda a diversão enquanto eu ficava escondida? Eu queria olhar ao redor! Cheirar as comidas, ver as coisas e observar as pessoas, descobrir mais desse mundo estranho em que ele vivia. Mas não podia, tinha que ficar ali escondida sem fazer nada.

Frustrada chutei uma pedrinha na parede oposta e observei as coisas ao meu redor. Não era um lugar agradável e o cheiro não era dos melhores. As paredes do beco estavam sujas de fuligem e carvão, o chão tinha restos de comida, pedaços de ferro, madeira e garrafas de bebida quebrada. Um completo desastre!

Eu não queria ficar ali, eu precisava sair e ver mais e estava pronta para fazer isso, cheguei a colocar o rosto para fora do beco quando o coelho me intercedeu, fazendo meu corpo todo gelar com o susto. — Eu te disse para não sair! — Ele repreendeu, me fazendo arfar e cair de bunda no chão.

Meu coração ainda disparado pela forma com que ele me abordara e ter sido pega em flagrante deixara meu rosto completamente vermelho, ou seja, uma completa humilhação. Ainda assim tratei de disfarçar enquanto ele me jogava um saco com alguma coisa dentro. — Vista isso, assim poderemos andar livremente sem que ninguém te incomode — Peguei o saco e olhei dentro para analisar as vestimentas, em seguida voltei a encarar o coelho com uma pergunta no olhar. — Ah, claro, que indelicadeza a minha — Ele se virou de costas, me fazendo bufar completamente incrédula.

— Você quer que eu me vista aqui onde qualquer um pode ver? — Perguntei irritada, ajeitando os olhos que escorregaram pelo meu nariz.

— Não é como se eu pudesse te levar a algum lugar com você vestida desse jeito, use o barril e seja rápida — O coelho alertou antes de completar. — Eu vou vigiar e aviso se vir alguma coisa.

Pudores para que né?

Trinquei os dentes e me esgueirei por trás do navio um tanto desconfiada, mas fiz o que ele pediu assim mesmo. Joguei minhas velhas roupas dentro do barriu vazio e as troquei pelas novas, que consistiam em uma camisa branca, uma capa verde e uma calça de couro. Para completar o visual eu agora tinha um par de botas marrom escuro que iam até um pouco abaixo dos joelhos. Eu estava terminando de calçá-las quando ele me alertou que vinha alguém, me fazendo erguer o corpo e ficar totalmente em alerta.

O ouvi dizer algo para o desconhecido, em seguida vi um jovem alto passar em frente ao beco alegre com a resposta do coelho, que se virou para me encarar. — Está pronta? Acho que conseguimos uma nova aventura, o barco do capitão Gancho vai partir em breve e aquele rapaz ali acabou de nos convidar para embarcar — Ele sorriu, me fazendo suspirar antes de terminar de puxar a bota e pegar minha chave inglesa para prender na calça – naquele lugar destinado a espadas em roupas antigas.

— Essa terra é mesmo estranha, de onde eu vim pessoas não convidam outras para passeios de navio — Revirei os olhos e me juntei a ele na entrada do beco.

— Pois, de onde eu vim, os piratas recrutam qualquer um quando alguém ousa manchar sua reputação, então vamos logo, temos um navio para recuperar.

...

No caminho até o porto onde o navio estava ancorado o coelho me explicou a situação. O jovem na entrada do beco era na verdade um marujo embriagado em busca de recrutas para uma aventura. O capitão Gancho tinha sido roubado e agora estava procurando piratas, camponeses e bem... qualquer outra pessoa que sobrasse e estivesse disposto a lhe ajudar, categoria ao qual eu me encaixava perfeitamente. O coelho tinha aceitado o convite porque desconfiava que a confusão podia estar sendo causada por Josh, quando na verdade não tinha certeza disso, embora eu tenha guardado esse pensamento só para mim.

Assim que atingimos o navio – uma embarcação velha para um pirata – o coelho se apresentou e explicou que estávamos ali para fazer parte da aventura. Em seguida me empurrou barco a dentro de uma maneira nada delicada e foi assim que eu percebi que tinha me metido em encrenca. Pois, assim que coloquei os pés dentro do navio um monte de homens se virou para me encarar. Os sorrisos que abriram não eram nada inocentes e bastou que eu olhasse ao redor para ter certeza do motivo, não tinha mulheres a bordo e eu era apenas uma garotinha.

Ainda assim ergui o olhar, empinei o queixo e não me deixei intimidar por nenhum deles, eram piratas, nada mais, eu podia lidar com eles certo?

A dúvida permanecia no ar e me fazia vacilar em minha decisão, para ajudar meu coelho não estava mais do meu lado e ao erguer o olhar na tentativa de procurá-lo acabei me deparando com o desconhecido. Aquele era o homem mais lindo que eu já tinha visto na vida. Seus cabelos bagunçados o deixavam tremendamente charmoso, a barba por fazer lhe dava um ar mais sério e bastante sensual. Ele tinha um sorriso lindo, era alto como aqueles atores que só apareciam em filme e te faziam vacilar. Perdi tempo demais encarando ele e por conta disso demorei a perceber que ele tinha se aproximado. Quando dei por mim o estranho já fazia uma reverencia e me perguntava sobre o acampamento, algo que me fez despertar do transe causado por sua beleza para pigarrear e desviar o olhar.

Si, soy[i] do meio sangue — Respondi rapidamente antes de me dar conta de sua pergunta realmente, algo que me deixou perplexa e me fez virar novamente. — [i]Usted también vino del otro ladoMurmurei mais para mim mesma do que para ele. — Achei que estava sozinha do lado de cá, mas se mais de nós vieram talvez ainda tenha uma maneira de voltar — Meus pensamentos estavam a mil com as possibilidades naquele momento. Quantos tinham vindo? Quem eram? Alguém já tinha descoberto alguma passagem? Eu tinha tantas perguntas para fazer, mas não sabia se seria prudente encher o estranho com elas e para minha sorte não precisei, porque como sempre meu coelho deu um jeito de estragar tudo e mudar meus planos completamente.

— Sugiro que procurem algum canto para se apoiar, o navio está partindo, não é seguro ficar na beirada. — O coelho anunciou, dando a chance que o semideus precisava para se aproximar e apoiar a mão descaradamente na base de minhas costas, algo que por um momento me deixou em choque.

Demorei a reagir e deixei que ele me arrastasse até um ponto para não atrair tanta atenção, mas assim que percebi que estávamos sozinhos me afastei rapidamente. Eu tinha entendido sua jogada, mas isso não queria dizer que daria liberdade ou facilitaria para ele. Contudo, bastou que ele me explicasse que não estava sozinho e apontasse em direção a dupla de animais para que minha postura mudasse completamente. De novo!

Deuses aquele mundo estava mesmo me deixando estranha e mexendo comigo.

A curiosidade voltou com tudo, meus olhos ganharam um brilho natural e eu me abaixei rapidamente para ver de perto as criaturas fofas. — Hola, madre de dio, vocês são tão fofos! — Soltei divertida, mas sem me aproximar para não assustar os pequenos. — Eu sou Avery, e estou encantada em conhecê-los Midnight e Faye, vocês são lindos, vieram de muito longe? — Desandei a falar, animais tendia a mexer um pouco demais comigo, eu ficava meio tagarela na presença deles.

As mascotes se mostraram envergonhados no começo, algo que achei adorável, mas conforme eu ia conversando com eles e os conhecendo um pouco melhor eles foram se soltando. Era divertido ver como eles reagiam ao perceber que eu os compreendia, afinal como filha da deusa da natureza eu possuía uma ligação natural com qualquer criatura que a ela pertencesse.

Faye e Mid me contaram mais sobre as aventuras deles naquele reino de um jeito infantil, elogiaram o jeito de seu dono – que eu descobri ao acaso se chamar Stefan – e me deixaram curiosa sobre ele enquanto me contavam suas histórias. Eu até cheguei a baixar um pouco a guarda e me distrai a ponto de perder a noção do tempo, me dando conta do que realmente acontecia quando os preparativos para a batalha já estavam em seu ápice. Stefan tinha chamado nossa atenção para o ataque e eu me levantei rapidamente, pronta para ajudar quando a primeira bomba de canhão explodiu.

Nesse momento, Cavalieri fixou seus olhos sobre os meus, me deixando tensa novamente e um tanto afetada por sua beleza, porém não baixei a guarda e me armei com tudo que possuía para conseguir ganhar vantagem de alguma maneira. Ele entendeu o recado e me desejou boa sorte antes de partir, seguindo com os demais piratas para invadir o outro navio, que só naquele momento eu percebi estar presente. Deuses! Como eu não tinha notado aquele negócio antes? Era enorme e apavorante, digno dos filmes de saqueadores e vilões, estava mais do que na cara o motivo de Gancho querer recuperá-lo.

— Ei você, proteja a retaguarda — Um dos piratas gritou antes de lançar uma espada em minha direção, me fazendo arregalar os olhos e me atrapalhar toda para pega-la ainda no ar. Algo que consegui apenas pelo que chamam de sorte de principiante, porque na verdade eu não fazia a menor ideia de como maneja-la.

O coelho Branco voltou a aparecer nesse minuto, me fazendo questionar mentalmente onde ele tinha se metido.

— Eu estava do seu lado o tempo todo, você que não me viu — Ele resmungou birrento, me fazendo soltar um “ah” baixinho sem notar que na verdade, ele estava com ciúmes.

As coisas começaram a ficar mais quentes nesse momento. Guerreiros segurando arcos se prostraram mais em frente a beirada do navio e ergueram as armas, prontos para atirar em direção ao inimigo que parecia estar se posicionando do mesmo jeito. Assustada recuei bons passos para tentar fugir da linha de tiro, percebendo que não conseguiria fazê-lo a tempo assim que a primeira saraivada de flechas cortou o ar em minha direção. Fechei os olhos esperando ser atingida enquanto rezava para os deuses que me protegessem, porém nada aconteceu!

Abri os olhos estranhando aquela reação e percebi que uma espécie de campo brilhava ao meu redor, desviando as flechas e me protegendo. Confusa olhei ao redor a procura da origem daquela coisa e foi quando percebi que Stefan me olhava um tanto aliviado. Acabei sorrindo para ele, o garoto tinha acabado de conquistar alguns poucos comigo por ter me protegido daquela maneira e futuramente eu pretendia retribuir.

— Vamos, eles já estão atravessando — O coelho avisou, me fazendo voltar encarar os guerreiros.

De alguma maneira os piratas tinham conseguido erguer pranchas de acesso que nos permitiam passar de um navio ao outro sem cair no mar. Como eu estava na retaguarda não perdi tempo em segui-los, porém, ao chegar na ponta da prancha percebi que os piratas inimigos também tinham colocado um acesso ao nosso navio e já tentavam atravessar por ela e tentar chegar do nosso lado. E ver a situação acabou me fazendo ter uma ideia curiosa que talvez nos fizesse ganhar tempo. Eu podia não ser uma guerreira, mas tinha meus truques para ajudar na batalha.

Parei bruscamente no meio da ponte de acesso e fiz o coelho se chocar com minha perna, então me concentrei na madeira da prancha ao lado e a tornei mais escorregadia, criando uma armadilha para eles. A ideia era fazer com que todos caíssem antes de chegar do outro lado e torcer para que nenhum fosse da nossa equipe. Assim que consegui preparar a armadilha corri para o outro lado a fim de não virar alvo dos piratas que pertenciam ao adversário.

Pisei na ponta e saltei para dentro, segurando minha espada e a apontando para todos os lados como se desafiasse alguém a me encarar, algo que não demorou muito a acontecer. Um grandalhão de tapa olho se aproximou segurando uma lâmina semelhante à minha, grunhiu em minha direção e me atacou de forma rápida, me desarmando completamente. Minha espada foi parar longe e o pirata aproveitou a chance para tentar me atacar com uma estocada lateral em direção a minha cabeça. Abaixei rapidamente e aproveitei que estávamos perto para invocar cipós e enrolá-los em suas pernas, o fazendo perder o equilíbrio.

O pirata ficou furioso e tentou me atingir novamente, rolei para o lado, mas não fui capaz de evitar a lâmina por completo e ela passou rasgando a lateral do meu braço, me fazendo arfar antes de conseguir me afastar e levantar. Nesse momento o coelho voltou a aparecer – ele só aparecia quando eu não precisava mais dele!

A criatura branca e peluda saltou sobre a lateral do corpo do pirata e o fez perder o equilíbrio, para ajudá-lo coloquei o pé em frente ao seu corpo e o fiz tropeçar de vez para perto da borda do navio, onde ele bateu a cabeça e acabou perdendo a espada.

Dios mio! ¿Estás bien?Perguntei assim que o ouvi gemer e cair para o lado, me dando chance de perceber um corte grande em sua testa. Droga! Ele estava sangrando.

Me aproximei pronta para ajudar, mas o grito do coelho me fez lembrar de que ele era o inimigo e na pressa de fazer alguma coisa acabei me atrapalhando e agindo de maneira impulsiva e desleixada. Soquei o nariz do pirata com tudo fazendo algo estalar e um som estranho ecoar ao meu redor. Arregalei os olhos e puxei a mão ao perceber que tinha sido meus dedos e não o nariz do pirata tombado e sangrando no chão. Gemi de dor e meus olhos encheram de lagrimas, não bastasse o corte e agora eu tinha me machucado sozinha.

Definitivamente eu não tinha nascido para ser uma guerreira...

Balancei a mão no ar para tentar espantar a dor algumas vezes enquanto a batalha ainda acontecia. Eu era um desastre, mas pelo menos os outros guerreiros estavam se saindo bem. Muitos do time inimigo já tinham caído no mar, o Barba Negra tinha sido encurralado pelo capitão Gancho e os inimigos que restavam já não lutavam como anteriormente, estavam mais lentos e menos destemidos ao perceber a derrota. Que veio com um grito de guerra dos marujos a bordo do Jolly Rogers e que com toda certeza pertenciam a nossa equipe.

Meu olhar rapidamente buscou pelo do outro semideus e ao perceber que ele estava bem e brincando com sua mascote fiquei ainda mais animada. Comemorei junto com os piratas desconhecidos sem me importar se estava com o braço sangrando ou a mão machucada, afinal tínhamos vencido aquela batalha e o melhor de tudo é que ainda estávamos vivos.

O SEQUESTRO DO JOLLY ROGERS – O NAVIO DO CAPITÃO GANCHO ACABA DE SER LEVADO POR NINGUÉM MAIS, NINGUÉM MENOS QUE O FAMOSO BARBA NEGRA. O PIRATA PERDEU SEU NAVIO E DECIDIU QUE SERIA DIVERTIDO ROUBAR PARA SI O NAVIO MAIS RÁPIDO DE TODOS OS MARES, OU SEJA, O JOLLY ROGERS. GANCHOE SUA TRIBULAÇÃO TINHAM ANCORADO NO PORTO DOS PIRATAS E ACABARAM SE DANDO MAL AO PERDER SEU MEIO DE LOCOMOÇÃO E AGORA PRECISAM DE AJUDA PARA RECUPERÁ-LO. NAVEGUE COM O CAPITÃO GANCHO EM UM NAVIO INFERIOR PARA ENFRENTAR BARBA NEGRA E TRAZER DE VOLTA O JOLLY ROGERS. E LEMBRE-SE, ISSO NÃO SERÁ FÁCIL, AFINAL O PIRATA LENDÁRIO NÃO TEM ESSE NOME À TOA.
RECOMPENSAS: 8.000 XP E DRACMAS + 6 FRAGMENTOS
REQUISITO MÍNIMO: NÍVEL 30.
Passivos:

NÍVEL 10
NOME DO PODER: EMPATIA ANIMAL
DESCRIÇÃO: SIMILAR A COMUNICAÇÃO COM A VEGETAÇÃO, A EMPATIA ANIMAL SEGUE O PRINCÍPIO DE COMPREENDER OS ANIMAIS. PORÉM, NÃO HÁ UMA LINGUAGEM ESPECÍFICA. ANIMAIS NÃO PASSARAM A FALAR MENTALMENTE EM SUA CABEÇA. HÁ UM ENTENDIMENTO, UMA SENSIBILIDADE MUITO GRANDE COM AS INTENÇÕES. A EMPATIA COM O ANIMAL É ENORME, VOCÊ CONSEGUE INTERPRETAR SUAS AÇÕES E REAÇÕES, SABENDO QUANDO ESTÁ COM MEDO, AGRESSIVO, CONTENTE ETC. NO ENTANTO, O ANIMAL COMPREENDERÁ O QUE VOCÊ FALA E PRINCIPALMENTE O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER.
GASTO DE MP: NENHUM
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: +75% DE CHANCES DE SER OBEDECIDO POR UM ANIMAL.
DANO: NENHUM

NÍVEL 15
NOME DO PODER: DESCENDENTE DA NATUREZA II
DESCRIÇÃO: AO ESTAR EM UM AMBIENTE ONDE A NATUREZA PREVALECE, TAIS COMO CAMPOS, FAZENDAS, FLORESTAS, PÂNTANOS... O FILHO DE DEMÉTER/CERES SE SENTIRÁ MAIS CONFORTÁVEL E SEGURO DE SI, TENDO MAIS DOMÍNIO DE SEU PRÓPRIO CORPO. ISSO ACONTECE, POIS, OS ATRIBUTOS CORPORAIS EM AMBIENTES NATURAIS TORNAM-SE MELHORES.
GASTO DE MP: NENHUM
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: +20% DE VELOCIDADE, FORÇA E AGILIDADE
DANO: +10% DE DANO EM GOLPES FÍSICOS

NOME DO PODER: INTELIGÊNCIA INTRAPESSOAL
DESCRIÇÃO: QUEM POSSUI A INTELIGÊNCIA INTRAPESSOAL BEM DESENVOLVIDA TEM A CAPACIDADE DE SE CONHECER E COMPREENDER A SI MESMO, DESDE SEUS MEDOS, FRAQUEZAS A CAPACIDADES. DENTRE AS SETE, É A INTELIGÊNCIA MAIS RARA QUE ALGUÉM PODE DESENVOLVER, POIS ESTÁ LIGADA À CAPACIDADE DE NEUTRALIZAÇÃO DOS VÍCIOS, ENTENDIMENTO DE SEUS LIMITES, PREOCUPAÇÕES, ESTILO DE VIDA, AUTOCONTROLE E DOMÍNIO DAS EMOÇÕES. COM ESTA HABILIDADE, O SEMIDEUS É CAPAZ DE CONHECER SUAS FRAQUEZAS E SUPERÁ-LAS, ATRAVÉS DE AUTOCONTROLE E CONCENTRAÇÃO.
GASTO DE MP: NENHUM
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: +10% DE INTELIGÊNCIA; +20% DE AUTOCONTROLE E CONCENTRAÇÃO.
DANO: REDUZ EM -10% OS DANOS QUE VISEM AFETAR AS EMOÇÕES DO SEMIDEUS.

NÍVEL 18
NOME DO PODER: RESISTÊNCIA A ENVENENAMENTO II
DESCRIÇÃO: O SEMIDEUS PROLE DE CERES/DEMÉTER POSSUI UMA RESISTÊNCIA NATURAL AO VENENO. INDEPENDENTEMENTE DE COMO SEJA FEITO O CONTATO COM O VENENO (CONTATO COM A PELE, INALAÇÃO, INGESTÃO, APLICADO DIRETAMENTE NO SANGUE), O SEMIDEUS POSSUI UM SISTEMA IMUNOLÓGICO QUE O DEFENDERÁ. QUANTO MAIOR FOR O DESENVOLVIMENTO DO MEIO-SANGUE, MELHOR SERÁ A DEFESA CONTRA VENENOS.
GASTO DE MP: NENHUM
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: +30% DE RESISTÊNCIA A VENENOS.
DANO: NENHUM
EXTRA: ESSE PODER FUNCIONA DE ACORDO COM A SITUAÇÃO, ELE PODERÁ RETARDAR O EFEITO DO VENENO, DIMINUIR SUA INTENSIDADE OU DIMINUIR OS TURNOS EM QUE ESTARÁ ATIVO. ESSAS QUESTÕES, QUANDO ENVOLVER MISSÕES/EVENTOS NARRADOS, DEPENDERÁ DO JULGAMENTO DO NARRADOR.

NÍVEL 19
NOME DO PODER: ADERÊNCIA FÍSICA I
DESCRIÇÃO: É A CAPACIDADE DE ADERIR-SE A QUALQUER SUPERFÍCIE, PODENDO ATÉ MESMO ESCALAR SUPERFÍCIES BASTANTES ÍNGREMES. O FILHO DE CERES/DEMÉTER POSSUI UMA ADERÊNCIA FÍSICA INATA, QUE COM O TEMPO E TREINAMENTO VAI TORNANDO-SE CADA VEZ MELHOR.
GASTO DE MP: NENHUM
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: +20% DE SUCESSO EM ESCALADAS, +10% DE EQUILÍBRIO
DANO: NENHUM

NÍVEL 4
NOME DO PODER: PENSAMENTOS VELOZES
DESCRIÇÃO: OS FILHOS DE HEFESTO/VULCANO POSSUEM UMA CAPACIDADE DE ANALISAREM RAPIDAMENTE A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRAM E CRIAREM UMA ESTRATÉGIA PARAM SE SAFAREM DELA.
GASTO DE MP: NENHUM
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: GANHAM UM TURNO PARA CONSEGUIREM AGILIZAR MECANISMOS E ARMADILHAS, E ASSIM, CRIAREM ALGO PARA GANHAR VANTAGEM PERANTE A BATALHA.
DANO: NENHUM
Ativos:

NÍVEL 18
NOME DO PODER: PROJEÇÃO DE CIPÓS II
DESCRIÇÃO: OS MEMBROS INFERIORES E SUPERIORES DO SEMIDEUS ASSIM COM AS COSTAS PRECISAMENTE NA REGIÃO DAS ESCAPULAS, CONSEGUE PROJETAR CIPÓS AGORA BEM MAIS RESISTENTES DE COR VERDE ESCURA, SUA FORÇA É EQUIPARADA A FORÇA BRAÇAL DO FILHO DE DEMÉTER/CERES, ASSIM PODENDO UTILIZA-LOS PARA AGARRAR E APRISIONAR SERES.
GASTO DE MP: 30
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: NENHUM
DANO: - 10 HP DE CONCUSSÃO.
EXTRA: NENHUM

NÍVEL 13
NOME DO PODER: MUDANÇA TERRESTRE I
DESCRIÇÃO: É A CAPACIDADE DE MODIFICAR O TERRENO AO SEU REDOR DE FORMA A AUXILIÁ-LO EM COMBATE. NESSE NÍVEL NÃO É POSSÍVEL MODIFICAR UM TERRENO PARA OUTRO DIFERENTE, PORÉM É POSSÍVEL TORNAR O CHÃO ESCORREGADIO, DEIXANDO A GRAMA MAIS ÚMIDA, A TERRA LAMACENTA, DENTRE OUTRAS POSSIBILIDADES. CONSEGUE MODIFICAR UMA ÁREA DE APENAS 5M².
GASTO DE MP: 30
GASTO DE HP: NENHUM
BÔNUS: NENHUM
DANO: NENHUM
EXTRA: NÃO FUNCIONA NO MAR OU NO AR. (FOI USADO NA PRANCHA)
Duplicador de Dracmas:
18. PRÍNCIPE ENCANTADO [PARABÉNS VOCÊ ACABA DE GANHAR UM BÔNUS E DURANTE DUAS POSTAGENS DE SUA ESCOLHA SEUS DRACMAS SERÃO DUPLICADOS (0/2)]
Avery Hernández
Avery Hernández
Filhos de Demeter
Filhos de Demeter


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[RP's] Avery Hernández Empty Re: [RP's] Avery Hernández

Mensagem por Hécate em Sex Maio 10, 2019 2:14 am


Avaliação Stefan & Avery


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 8.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 8.000 XP + 8.000 dracmas + 6 Fragmentos para Stefan e 200 XP para Faye e Midnight. 8.000 XP + 16.000 + 6 Fragmentos para Avery

STATUS STEFAN:
HP:   410/410
MP: 410/315

STATUS AVERY:
HP:   300/300
MP: 300/240

Comentários:

Essa dupla me fez rir bastante e torcer muito pelo desenrolar da missão. Vocês conseguiram prender a minha atenção do começo ao fim. Parabéns aos dois.



Atualizado por Macária.
Hécate
Hécate
Deuses Menores
Deuses Menores


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