The Blood of Olympus
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[RP's] Tessa S. Henz

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Mensagem por Tessa S. Henz em Dom Abr 21, 2019 9:41 pm

▬Fixas


Área destinada as fixas  e batalhas realizadas por Tessa S. Henz e seus mascotes Sif e Eir. Podendo ou não haver interações com terceiros.



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Mensagem por Tessa S. Henz em Dom Abr 21, 2019 10:11 pm


Um passo para o mundo
Quando se é um semideus, uma coisa bem simples deve se colocada em sua mente. Dificilmente passara mais de um mês sem que algo estranho se interponha em seu caminho. Aquela não era só a lei que regia a vida de um semideus, como também era praticamente uma regra não dita que poderia ser facilmente vista a olhos nus. Então, após uma semana cansativa demais até para os parâmetros que regiam aquele último semestre da universidade de Medicina, eu me preparava para voltar ao meu dormitório doado de maneira adorável pelos romanos aqueles que ocupavam um cargo como o meu. Eu não tinha certeza de quanto tempo meu corpo aguentaria aquela rotina, mas eu sabia que devia aquele trabalho pesado a mim mesma, por todos aqueles anos que eu havia me negado a oportunidade de ser algo além daquela pequena e insignificante Tessa.

Quando um monte de pelos brancos apareceu em frente a mim, cocei os olhos buscando acabar com aquilo que eu acreditava ser uma alucinação. Coelhos não usam roupas, muito menos o que me parecia ser um relógio antiquado para os tempos atuais. Um item que provavelmente seria apreciado por meu avô, ou por meu bisavô se eles ainda estivessem vivos. Seus alhos avermelhados se encontraram com os meus e seu corpinho pareceu se mover de forma com que exigisse que eu o seguisse. Claro que aquilo poderia ser uma loucura. Eu certamente deveria seguir meus instintos e ir contra aquilo que ele queria, e fazer o que o meu corpo ansiava desde que o plantão daquele dia havia se finalizado. Seguir desconhecidos nunca era uma boa escolha.

Principalmente, quando o desconhecido mais parecia ser um pet saído dos contos de fadas. -Aff, que seja- resmunguei prendendo meus cabelos rapidamente em um coque antes de procurar pela criaturinha. Sua pelagem branca deixava tudo mais fácil em se considerando o contraste que acabava tendo com as coisas ao redor. Para seu tamanho minúsculo, o coelho definitivamente era bem mais rápido do que eu esperava a princípio. Não foi grande surpresa vê-lo adentrar o único espaço onde continha árvores no Acampamento Júpiter, afinal, coelho, árvores. Definitivamente dava pra ver a ligação. Considerando meu histórico, eu sabia que ia me ferrar. Tessa Henz sem se ferrar em algo era quase como pedir por um milagre.

Foi inevitável que minha sobrancelha esquerda se arqueasse quando o vi adentrar uma espécie de toca, que mesmo em todo o tempo que eu havia passado no acampamento Júpiter eu jamais havia visto. Dando de ombros, pulei dentro do buraco dando gritos quando uma queda que parecia infinita se iniciou. Piscando meus olhos de maneira desconcertada, engoli o grito que permanecia em meus lábios quando meu corpo pousou em um gramado fofo. Meus olhos passaram pelo ambiente identificando detalhes que indicavam que eu estava em meio a natureza. A frase gritada ao fim fez com que eu soltasse um suspiro. Primeiro eu me colocara em um manicômio liderado pelo louco dos loucos, lorde Phobos. Depois eu me colocara em uma Ilha Assombrada. Agora, eu me colocava em uma floresta encantada. Se minhas experiências anteriores fossem indícios do que me esperava, eu definitivamente estava ferrada.
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[RP's] Tessa S. Henz Empty Re: [RP's] Tessa S. Henz

Mensagem por Trivia em Ter Abr 30, 2019 1:13 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 500 XP/Dracmas e 1 Fragmento

comentários:
Tessa, sugiro que você faça uma revisão atenta ao terminar o post, porque assim poderá evitar erros ortográficos! Por ser a primeira avaliação que faço, preferi apenas te alertar, ok? Boa sorte!

Atualizado por Persefone.
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Mensagem por Tessa S. Henz em Sex Maio 24, 2019 9:12 am


A maldição da lâmpada

A armadilha da Lâmpada Encantada: Para que um gênio seja libertado é necessário que outro fique em seu lugar, afinal ninguém sabe, mas na verdade a lâmpada mágica é na verdade a melhor prisão do mundo da fantasia. A lâmpada do gênio foi amaldiçoada e você acabou encontrando-a e bem, como todo bom entendedor de histórias infantis o seu personagem sabe o que acontece ao esfregar a lâmpada. E foi exatamente isso que você fez esperando ter seus três desejos atendidos. Acontece que ao esfregar a lâmpada o seu personagem acabou preso dentro dela e libertando o gênio que tinha bolado uma armadilha perfeita para poder escapar. Agora você é o gênio e precisa atender os três desejos do próximo personagem encantado que esfregar essa lâmpada para poder se libertar dela, quebrando o feitiço que te prendeu.
Recompensas: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos
Requisito mínimo: Nível 1.

Todo semideus tem seus momentos. Raros, mas talvez não tão breves, nos quais o seu único desejo é manter-se só, e em silêncio pela maior quantidade de tempo possível. Foi levada por um desses momentos que eu me aventurei a adentrar a floresta encantada. Até então, ela não me havia fornecido nada de tão animador, no entanto como a esperança tendia a ser a última a se esvair, eu me dera o direito de mantê-la por mais algum tempo.

A brisa tocava minha face com leveza, conforme minhas passadas se mantinham ritmadas. A natureza tendia a ser bela, e aquela floresta por mais surpresas desagradáveis que pudesse conter anda assim, era uma mistura de tudo aquilo que uma pessoa poderia esperar de um ambiente puro, sem grande contato humano. Pelos menos, não humanos interessados em transforma-la em um completo caos.

Foi em meio a esses pensamentos a respeito do quão belo um lugar poderia parecer, que meu pé foi de encontro a uma superfície endurecida. Eu não tendia a ser tão distraída, e foi com desconfiança que observei a lâmpada mágica. A história de Aladdin, era o suficientemente conhecida para que eu soubesse, o que um encontro com um objeto tão raro como aquele poderia significar.

Não me fiz de rogada por muito tempo, pegando a lâmpada encantada com certo cuidado. Eu não sabia ao certo se havia um macete para conseguir fazer com que o gênio se retirasse de seu esconderijo, então, optando pelo mais fácil, esfreguei minhas mãos pela lâmpada, dando um sorriso quase automático quando o espaço foi preenchido por uma fumaça branca.

Mas, claro que eu deveria saber melhor. As coisas no mundo dos contos de fadas, por mais encantadoras que fossem pintadas, não eram lá flores. Minha perturbação não durou por muito mais que alguns segundos, mas foi o suficiente para que a gargalhada que preencheu o lado de fora se fizesse presente na sala na qual eu havia sido confinada.

-Você não tem ideia de quanto tempo esperei por isso. Poder sentir o vento em meu rosto, ver as árvores com meus próprios olhos- a voz masculina se fez presente, a lâmpada sendo sacudida de maneira parcial.

-Foram meses planejando essa maldição e uma quantidade ainda maior de tempo aguardando que alguém me encontrasse, então você apareceu. A princípio pensei que você desistiria, mas você não o fez. Graças a Merlin!- o homem colocou seu olho na abertura da lâmpada com o intuito de me ver.

-O que diabos você fez? Não é você quem realiza os desejos? - questionei confusa passando os olhos pelo lugar que me encontrava.

-Eu os realizava. Durante anos, meu castigo sem fim, minha prisão. Ver todos terem aquilo que desejavam, enquanto meu desejo mais profundo era mantido em segredo. Mas você me possibilitou isso, minha liberdade-  a voz não era mais que um sussurro e seu dono parecia impaciente em me deixar.

-E como é que eu vou sair daqui?- questionei chamando sua atenção.

-Realizando desejos. Você é um gênio agora. Pode ser que leve horas, dias, talvez até mesmo meses. Mas, você precisa ser encontrada e solicitada. Três desejos e sua libertação ocorrera, e então a lâmpada ficara vazia até que uma nova prisão seja necessitada. Boa sorte moça- anunciou a última frase ao longe fazendo com que eu soltasse um bufo de frustração.

Visando o fato de que a espera poderia levar horas, comecei a fazer a única coisa plausível quando se esta presa em um lugar desconhecido. Reconhecimento de território. O lugar que a princípio poderia parecer minúsculo, continha mais salas do que eu achava ser possível. Havia um ambiente banhado a ouro contendo uma longa lista de gênios que já haviam ficado aprisionados ali, um pergaminho envelhecido contendo não só nomes como desejos realizados em seu tempo de trabalho.

A pena mágica, registrava a mais nova prisioneira. Meu nome escrito ali, em tinta permanente, fez com que meu coração se apertasse por alguns instantes, antes que eu pudesse dar as costas aquela saleta. Uma biblioteca contendo os mais raros e excêntricos volumes compunham uma segunda sala. O quarto, no entanto, foi o ambiente que mais chamou minha atenção. Aparentemente ele se moldara ao meu gosto pessoal, adquirindo as cores que haviam em meu próprio quarto.

Passei minha mão pela colcha, sentindo sua textura, antes de meu corpo ser impulsionado para fora de maneira abrupta. Meus olhos foram de encontro as figuras pequenas que me encaravam com curiosidade. Parecendo no inicio de sua juventude um garotinho de cabelos loiros, piscava confusamente enquanto, a garota a seu lado de cabelos tão loiros quanto os seus se posicionou ao seu lado, tomando uma posição de combate.

-Você não parece um gênio pra mim
- anunciou a garotinha constatando o que provavelmente era obvio a seus olhos.

-E você não me parece ter idade o suficiente para andar sozinha por aí- anunciei em resposta.

-Eu sou a Maria e esse é o meu irmão João- anunciou a garotinha de forma petulante, como se seus nomes devessem ser reconhecidos.

-E, como eu posso ajuda-los?- questionei piscando meus olhos inocentemente.

-Você é um gênio, que vive em uma lâmpada. Nós conhecemos a história, temos direito a três desejos- anunciou o garotinho timidamente.

-Sim. Três desejos e nada mais, escolham bem- expliquei cruzando as pernas conforme me sentava no chão.

-Maria, nós podemos pedir pra que aquela casinha passe a ser nossa- murmurou João para irmã, piscando seus olhos, um sorriso se abrindo em seus lábios.

-Como você que encontrou João, você pode fazer dois pedidos e eu vou fazer um, pode ser?- anunciou a menina, come se viesse planejando aquilo a muito tempo.

A seriedade em sua voz, fez com que eu arqueasse minha sobrancelha esquerda em desconfiança. Maria em seus cabelos loiros e olhos esverdeados me lembrava a criança que Manu havia sido um dia. Minha irmã mais velha tendia a tomar todas as dores para si, e a irmã mais velha de João parecia fazer o mesmo, evitando assim que ele perdesse sua esperança.  

-Eu desejo uma casa feita de doces igual a da bruxa- anunciou João dando pulinhos de alegria.

Soltando uma gargalhada movi a cabeça para baixo, estralando os dedos em seguida. Como em um passe de mágica, uma casa de tamanho mediano, toda feita dos mais diversos tipos de doce apareceu no terreno a nossa frente. As crianças não esperaram por permissão antes de atacar a casa, se servindo de tudo aquilo que tinham vontade. Se não fosse a minha atual condição, eu provavelmente faria o mesmo. Por minutos a fio, os dois pequenos se divertiram desfigurando a casa e empanturrando seus estômagos vazios com os doces que a formavam.

-Prontos para o segundo desejo?- questionei ao vê-los deitaram-se ao chão, parecendo satisfeitos como nunca antes em suas vidas.

-Qual você acha que seria melhor? Um jardim com as melhores flores pra gente poder brincar o dia todo ou uma horta cheia de coisas legais pra comer a qualquer momento? – perguntou João lutando para ficar sentado.

-Isso depende, você gosta mais de flores ou de comida?- questionei deixando que meus pensamentos se voltassem para a história daqueles dois.

Haviam sido abandonados na floresta, a madrasta optando por deixa-los ali ao morrer de fome junto a eles. A miséria sempre tendia a mostrar o pior das pessoas, aquela não era nenhuma novidade. As crianças provavelmente teriam morrido de inanição, se não houvessem encontrado uma casinha de doces como aquela que havia sido desejada por João.

-Comida. Eu desejo uma horta completa que dê coisas de comer durante todas as épocas do ano!- anunciou João ao passo em que eu repetia o mesmo movimento com a cabeça e o estralar dos dedos.

Dois desejos já haviam sido utilizados, o que me deixava ainda mais próxima de minha liberdade. Era inevitável não ficar alegre com a situação.

-Meu pai e minha madrasta nos deixaram aqui, disseram que voltariam, mas nos sabemos que eles não vão voltar, não querem morrer de fome
- anunciou Maria se levantando e sentando ao lado do irmão.

-Ser criança é difícil sabia? Os adultos pensam que a gente não entende, mas nos entendemos sim- anunciou João colocando sua mão junto as mãos da irmã.

-Nós queríamos poder voltar pra casa, mas nós sabemos que vai acontecer de novo- sussurrou Maria deixando que uma lágrima escorresse de seus olhos.

-Então, nós queremos uma coisa diferente- murmurou João falando pela irmã.

-Eu desejo, que nós possamos ser adultos- anunciou Maria fazendo com que meu coração se apertasse.

Realizar aquele desejo seria minha libertação, mas a condenação daquelas crianças que precisavam crescer antes do tempo. Queriam se cuidar sozinhos, ter a chance de viver quando a fome era tudo o que conheciam. Com grande pesar fiz os movimentos necessários para que o desejo fosse realizado, em instantes os dois corpos pequenos se transformavam em corpos adultos.

-Ser adulto não significa abrir mão da felicidade, é só saber viver como a criança que um dia foram- anunciei observando as feições já não infantis.

-Obrigada gênio, você nos deu uma casa, uma fonte de alimentação e nossa liberdade- anunciou Maria se aproximando e colocando suas mãos entre as minhas.

-Use sua nova condição com sabedoria. E obrigada a vocês também, se não houvessem me encontrado, só os deuses sabem quem o teria feito. Boa sorte!
– anunciei segundos antes de seguir meu rumo. A liberdade que era tão valorizada, poderia ser diferente para cada um de nós. Para mim significava poder seguir meu caminho para casa, para João e Maria, significa construírem seu próprio lar.
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Mensagem por Hefesto em Sex Maio 24, 2019 1:30 pm


Tessa S. Henz

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Recompensa máxima da missão: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 5.000 XP e Dracmas + 4 Fragmentos

comentários:
Devo admitir que sua missão me deu muito no que pensar, principalmente o final dela. Utilizar João e Maria para ser o condutor da trama foi algo excepcionalmente inteligente, Senhorita Henz. Você soube utilizar todo o drama dos dois irmãos para construir uma história coesa e com um final digno de um conto de fadas. Meus parabéns.


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