The Blood of Olympus
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Fichas para grupos secundários

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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Hades em Qua Set 24, 2014 11:45 pm

Ficha recusada.

Motivo:
"A historia deve ser uma em que você já faça parte do grupo, um exemplo quer ser do grupo das caçadoras, deve fazer uma historia em que você esteja caçando com suas companheiras e Artemis." <<< Este é o comando. Sua história não envolveu o grupo que almeja entrar, você nem o citou. Faltou inúmeros detalhes creio que possas melhorar.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Joshuel Claws Luther em Qui Set 25, 2014 8:30 pm


Joshuel Claws Luther

Caminhava isolado do meu grupo em meio a floresta, mais uma vez como em todas as outras, porém esta tinha algo de diferente, nosso mestre havia nos mandado caçar algo e não explicara muito sobre o que era.
   Continuei caminhando por alguns minutos, ate que o som de algo se movendo em meio a folhagem me fez parar, parecia que algo me observava e o som que emitia era aterrorizante, preparo minha foice pronto para o combate e sabia que seria logo, escuto mais um ruido e me viro a tempo de ver um enorme cão infernal surgiu a minha frente e pela coleira que meu mestre havia descrito era este mesmo, rapidamente inicio um combate contra o monstro, rapidamente se inicia um combate feroz e sangrento. O monstro era poderoso e sentia que logo poderia ser derrotado, ataquei com todas as minhas forças e a luta se prolongou por um longo tempo, logo meu corpo começou a se cansar e mover meus braços se tornou cada vez mais difícil, quanto mais tentava lutar mais perdia minhas forças ate que finalmente e não me envergonho de dizer que meus companheiros chegaram a tempo portando suas foices e se não fosse por eles eu teria sido morto, olhamos para os rostos cansado uns dos outros ate que finalmente nos afastamos indo para nosso respectivos lares.



OBS: NÃO SERÃO TOLERADOS ERROS ORTOGRÁFICOS.
Dezoito
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Ceifadores de Thanatos


Mais sobre você on.
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Tenho cabelos castanhos, olhos castanhos claros, lábios finos e sensuais, olhar penetrante, rosto angular, corpo definido e musculosa, cerca de 1;90, pele bronzeada, cabelos arrepiados e repicados, um jeito simples e especial de andar, sorriso fácil nos lábios e um ar de calma e serenidade no rosto ao mesmo tempo que mantenho um ar misterioso e sensual.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

)Como poderia descrever como sou em meu psicológico?
Sou um tanto quanto calmo, em momentos complicados consigo manter a calma e a serenidade, porém guardo uma grande raiva em meu interior que pode explodir a qualquer momento, normalmente não demonstro meus sentimentos, mas mesmo assim me apego fácil as coisas e logo inicio um sentimento de super proteção, gosto de ficar sozinho por medo de me machucar ou de machucar alguém e é por isso que vivo uma vida solitária.


Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Por que sou devoto a ele
Porque devo aceita-lo no grupo? Por que dedicarei minha vida e minha morte como seu servo
Apelidos : Josh
Um segredo ? Matar me Diverte
O que mais te irrita ? Gente que não tem atitude.



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Um medo? Perder quem amo
Gostos e Desgostos? Desenhar, cozinhar, escrever, ler. Artes.
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Fale um pouco de você.

Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil ? É esperto(a) ? Não sei como posso me descrever, sou um cara um tanto quanto isolado, não me apego fácil as pessoas, porém quando me apego me torno um leal amigo, estou sempre disposto a ajudar aqueles que considero. Gosto de bolar estratégias e planos para chegar ate meus objetivos.
Conte-nos sobre você.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Afrodite em Qui Set 25, 2014 11:14 pm

Ficha aceita.




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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Arya Doprav em Qui Set 25, 2014 11:34 pm


Arya Doprav

A escuridão invadia o quarto. Mas, ainda restava uma pequena e fraca luz que vinha de uma das brechas da cortina, o singelo raio do luar chegava até minhas íris de um azul tão intenso quanto o mar, sendo as únicas coisas a serem iluminadas no cômodo. Hipnos parecia não me querer na sua adorável terra do sono. Eu fitava o teto fixamente, podia nitidamente perceber os detalhes da lâmpada que minutos atrás iluminava o quarto. Meus dedos se chocavam contra uma pequena estante de madeira a meu lado, fazendo uma pequena melodia sombria ecoar do batuque.
Impulsionei o corpo para fora da cama. Agora, o som ecoado era dos meus passos. Definitivamente eu não conseguia adormecer. Minhas mãos tatearam uma pequena cadeira até sentirem um pano frio e grosso, seguidos do tatear de uma lâmina curva. Desdobrei a capa negra e a vesti, a foice ficara na minha mão direita, a qual eu deixava sob a veste. Sai sorrateiramente do chalé, o que não foi nada difícil. Assim que pus os pés para fora meu olhar encontrou o céu sem estrelas, a grande lua que a priori iluminava tudo estava sendo coberta por uma imensa nuvem preta. Analisei as sombras envolverem tudo ao meu redor. Meus lábios se curvaram em um pequeno sorriso sem vontade. Eu apreciava aquele ambiente, sentia-me bem com aquilo.
Eu não tinha um rumo naquela noite. Deixei meus passos seguirem sem direção. Os olhos distraídos. A pele sendo atingida por uma brisa noturna fria. Os pensamentos estavam descansando, o que raramente acontecia. Tudo graças ao ambiente tão propício para aquele passeio. Claro, para muitos aquilo estaria longe de ser um passeio. Entretanto, difiro-me muito da maioria.  
Logo algo me fez atentar para onde eu estava caminhando, o vento começou a ficar mais forte e mais frio. Balancei levemente a cabeça, voltando para o plano real. Meus olhos se arregalaram ao perceber que eu estava ultrapassando a fronteira do Acampamento. Forcei meus pés a frearem a caminhada. Talvez fosse melhor retornar para o chalé. Retornar ao chalé? Pera... Essa não é a Arya que eu conheço. Sorri de canto e continuei me afastando até me recostar em uma árvore alta. Fitei o céu, algo que acho muito interessante. A nuvem negra se dispersava e metade da lua podia ser visualizada novamente. Eu estava prestes a relaxar novamente os pensamentos quando escutei o som de folhas secas sendo esmagadas. E não, aquilo não era o vento. Foi então que senti uma segunda presença.
“É uma alma presa a terra. Mande-a para seu devido lugar, minha ceifadora.” A voz grave ecoou no meu subconsciente. Eu não precisava ver o rosto da voz, era minha obrigação reconhece-la, era Thanatos. E eu faria o meu dever, servir a morte. Esgueirei-me por entre as árvores, esperando a hora certa para atacar a alma. Porém, fui atacada primeiro. Senti um punho se chocar contra minhas costas com tamanha força, que meu corpo foi impulsionado contra o caule. Uma mão agarrava minha nuca, forçando minha face contra a madeira. Praguejei mentalmente. Eu só tinha uma saída. Usei o pé esquerdo para desferir um chute para trás.
Não sei dizer aonde a acertei, mas funcionou para que eu me livrasse. Girei o corpo, encarando o vulto que avançava em minha direção. Ergui a foice e assim que a alma estava perto o suficiente lancei um golpe em diagonal. A maldita desviou e me acertou no estômago. Senti o ar faltar nos pulmões por alguns segundos. O suficiente para acender uma faísca de ódio dentro de mim. Eu não iria falhar no meu serviço. Flexionei os joelhos e observei a alma se preparar para outra investida, um sorriso beirando a insanidade surgiu nos meus lábios. Aquele era o momento... A nuvem negra revelou por completo a lua gigante. A lâmina da foice começou a refletir a luz do luar. O vulto fechava o punho e o direcionava para meu rosto, minha mão segurava com força a foice que rumava ao pescoço da alma. Ambos os ataques foram bem sucedidos. Mas, a desvantagem foi para a alma, pois assim que a lâmina a tocou, ela foi enviada para seu devido lugar, o submundo. Senti o gosto de ferro invadir minha boca, até que aquela coisa tinha uma boa mira. Limpei o líquido vermelho que escorria pelo canto de um dos lábios, sorrindo. Permaneci um pouco mais fora do Acampamento e antes do sol trazer seus primeiros raios, retornei.  

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Estatura mediana, apesar de que parece que todo mundo é sempre maior que Arya. Cabelos escuros, o contraste perfeito com a pele pálida. As íris variam de uma coloração verde até o azul mar, o que depende da situação em que se encontra a cria de Poseidon. Algumas olheiras insistem em se fixar abaixo dos olhos da garota, sempre que esta não consegue dormir a noite – fato que frequentemente ocorre. A semideusa possui curvas bastantes definidas devido aos inúmeros exercícios físicos praticados antes da chegada ao Acampamento, porém estas ficam escondidas sob as vestes folgadas.


CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Falar do psicológico de Arya é algo muito complexo. Seus comportamentos já foram os mais variados possíveis devido às situações que a semideusa passou em sua vida antes do Camp. Por hora, posso ceder algumas informações que já são perceptíveis. A garota tem certa preferência pelo isolamento, não sempre. Mas há momentos em que a mesma não gosta de ser importunada por ninguém e quando o fazem sua reação pode ser um tanto agressiva ou simplesmente ela ignora. É extremamente analítica, se você acha que ela deixa algum detalhe – por mais que seja mínimo – passar, saiba que está enganado. Possui grande determinação e luta pelo o que almeja até o final. O resto... Ao desenrolar da trama será descoberto.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ?
Evolução. Talvez seja a palavra que melhor expresse minha escolha. Quero me fortificar por intermédio do grupo. Claro, não é a única que identifica esta minha opção. O psicológico dos ceifadores é algo que me atrai. Eu não encontro isso como filha de Poseidon, na verdade, diferencio-me muito de meus irmãos. Os serviços que terei que prestar, isso me é convidativo também.  
Porque devo aceita-lo no grupo?
Pelo fato que irei me dedicar ao grupo. Esforçando-me ao máximo como sempre busquei fazer. E servindo arduamente a Morte.
Apelidos :
Um segredo ?
O que mais te irrita ?



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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Thanatos em Qui Set 25, 2014 11:52 pm

Ficha Aceita


Seja bem-vinda, nova ceifadora.
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Augustus Owen McKnight em Sab Out 11, 2014 7:38 pm


Ruppert Owen McKnight


Eu sorri medonhamente para o monstro. Fazia exatos dois dias que eu não caçava nada e ficar no acampamento me dava agonia, não era essa a palavra, era só que matar monstros, proteger tudo, eu vivia por isso. Ser um Gladiador era tudo que eu podia desejar na vida. Havia exatos cinco cais infernais a minha frente, todos medonhamente grandes, mas havia um, para qual eu sorri, aquele sim era um verdadeiro cão infernal. Os olhos de todos, vermelho injetados, me fitavam no escuro. O melhor ambiente para eles, o pior para mim, era assim que eu gostava. Olhei no olho de cada um deles, eles rosnavam com ferocidade. Eu peguei o Ipod e liguei Almosty Easy no volume máximo, no mesmo instante o primeiro dos cães saltou sobre mim, eu fui mais rápido, já tinha transformado minha tatuagem em forma de pássaro em uma armadura e exatamente quando ele estava a dois metros acima de mim eu comandei as espadas de outro para e encravarem no corpo do mesmo, em pleno ar o monstro não teve nem chance e explodiu em poeira. Eu transfigurei meu gládio e aumentei sua extensão com eletricidade a passo que cantava com a musica alta: - I'm not insane, I'm not insane. -

Dessa vez o ataque veio em dobro, ordenei mentalmente que King se transformasse em um rinoceronte, enquanto um dos cães me ataca o outro foi interceptado por King que descarregou milhões e milhões de kilowatt's sobre o o monstro, mas eu não tinha muito tempo pra me preocupar com o monstro que logo iria ser explodido em fumaça, por que naquele instante, eu comecei uma corrida em direção ao monstro, diminuindo o tamanho da minha espada, quando cheguei perto o suficiente deslizei para o chão e passei por baixo do monstro com certa velocidade, mas não sem antes usar a magia da espada e alongar a mesma para o tamanho de três metros, fazendo com que o monstro fosse não só explodido em raios, mas também cortado ao meio. Eu levantei todo sujo de poeiras, gosma prata e suor. Arranquei a camisa e limpei o rosto e tudo que e era possível com a parte interna do tecido. Derrotar o quarto monstro foi muito fácil, ele era um pouco maior que os outros, mas nada comparado ao ultimo, no ritmo que avançou foi fácil pegar meu outro gládio, o capaz de invocar um leão de ouro e combinar ataques com o gládio elétrico, empunhei as duas armas e corri em direção ao monstro, saltamos ao mesmo tempo no ar, ficando frente a frente. O meu salto foi da altura do dele eu joguei o corpo pra frente e esperei o momento em que ele daria o bote e tentaria me abocanhar. Eu enfiei minhas duas espadas atravessando sua cabeça, o monstro soltou algo que foi uma mistura de rosnado e lamento e eu cai sobre seu corpo, posteriormente rolando pro lado. Posicionei-me no chão, de forma que parecia que eu ia começar uma corrida como um maratonista.

- Agora! - Falei eu telepaticamente com King, a mesma, já em forma de raposa, veio correndo até mim e saltou contra minhas costas, mas em vez de ser barrado ele adentrou meu corpo. Presas cresceram, no instante em que ela se fundiu ao meu corpo, saltando para fora da boca, minha íris ficou riscada, uma cauda surgiu acompanhada por um rabo. Eu sorri para medonhamente para o maior cão infernal que já vi na minha vida. Ele se levantou e começou a correr em minha direção, no mesmo instante eu estiquei a mão para o céu e dois tornados se criaram a partir dai, na palma de minha mão. Eu redirecionei o mesmo para monstro, mais exatamente para a sua barriga, quando o tornado atingiu o chão e sua barriga o monstro que avançava foi lançado para o lado. Eu corri em sua direção e a verdadeira luta começou, o primeiro ataque dele só foi desviado com um rolamento para o lado, invoquei o meu leão das sombras a partir do gládio que encravei no animal, feito que só foi possível pelo animal sombrio, que serviu como distração. Parte do meu plano já estava completo, rolei outra vez, mas dessa vez para o lado oposto ao que eu havia encravado a espada, que por sinal o monstro nem sentiu.

Dessa vez eu tinha que ser mais rápido, o monstro já havia derrotado o leão, agora era só eu e ele, ainda transformado eu transfigurei minha tatuagem para armadura com as quatro espadas. Juntei isso ao feito de invocar outro tornado, que distraia o monstro a minha frente, enquanto ele lutava contra o desastre natural e recebia leves cortes da espadas eu alcancei seu lado esquerdo, o monstro, por ordem minha, foi atingindo pelas quatro espadas, que formaram um arco simétrico, combinando com o primeiro gládio, completei o mesmo arco com a ultima espada, a que eu segurava. O monstro rugiu de raiva e deu uma abocanhada lenta, devido a todos os meus ataques, eu saltei para trás e desviei, mas não foi o suficiente, o monstro ainda conseguiu me lançar no ar com o focinho. Em pleno ar eu convoquei todos os seis raios, o estouro e flash teriam me cegado e ensurdecido, se eles não fizessem parte da minha natureza. Eu cai de costas no chão, e quando levantei a cabeça para ver a cena tive a oportunidade de assistir as cinco espadas caírem no cão, completamente vermelhas, como se acabassem de sair do fogo. Eu soltei um suspiro de alivio e encostei a cabeça no chão, completamente exausto. Finalmente podia retornar para o acampamento, acho que deveria ter descansado mais para atender esse tipo de chamado.


IDADE
HETEROSSEXUAL
GLADIADORES DE LUPA


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

O garoto tem cabelos completamente negros, como uma tempestade escura e sombria, os olhos azuis mais eletrizantes possíveis. Ainda contando com porte atlético o garoto é forte e bem treinando, como um ótimo gladiador. Tem os braços fortes e empunha armas como ninguém, os olhos dele transmitem intimidação e frieza sem igual.

Costuma se vestir rigorosamente no acampamento e em missões, deixa os trajes de lado em momentos de lazer e calmaria.



CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.


A respeito de sua mente, o garoto é calculista, sabe quando recuar se for preciso, preciso, não faz nada sem prensar, não se alia a qualquer um, pense sempre mais no seu bem estar do que nos outros, pensa nas consequências de seus atos e o que vai ter que fazer e quem usar para conseguir atingir seus objetivos. O garoto é frio, muito frio, não se importa se você é mulher, homem, adulto ou criança, aleijado ou normal, se você puder apunhar uma arma, ele vai lutar com você com tudo que tem, claro que não se importa com você e nem com seus sentimentos. Por fim é um homem sério, não gosta de gracinhas e não tem nem um pouco de humor em batalha, nunca teve tempo pra isso na infância. Acho que é por isso que não cai em pegadinhas emocionais e psicológicas, ele não se importa com ninguém, não liga para o que acontece com os outros, exceto com ele mesmo. Apesar disso tudo, emprega o tom irônico quase que com naturalidade.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ?

Por que sou forte, sou leal e tenho grande afinidade com as tarefas que os Gladiadores devem cumprir, para mim o medo é uma impotência e isso me leva a crer que sou apto a esse grupo, além dos poderes e presentes, os Gladiadores são admitidos pelo os demais, coisa que eu levo em conta.

Porque devo aceita-lo no grupo?

Primeiramente, não vou decepcionar, sou fiel e leal, forte e acredito que tenho boa escrita, posso seguir as ordens de um superior como ninguém, visando a postura de um romano. Além disso, acho que minha escrita é boa e se encaixa muito bem ao que precisam para o grupo.

Apelidos: Rupp

Um segredo ?

Não.

O que mais te irrita ?

Pessoas fracas de espirito e desleais.



Adicionais.
Sobre você

Um medo?

Não ter armas com qual enfrentar o inimigo, ou seja, ser inutilizado para enfrentar os inimigos.

Gostos e Desgostos?

Heavy Metal, é um gosto musical, o Rock Clássico também. Gosto muito do tempo de sobra, pois é nele que posso ler tranquilamente. Odeio pessoas desleais.

Se descreva em apenas uma palavra?

Audácia.

Redes sociais

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Tumblr :
Skype :

OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil ? É esperto(a) ?

Sou reservado, meio timido com quem não tenho afinidade e acho que só. Me considero esperto, bonito, leal, costumo fazer amizades com facilidade

Conte-nos sobre você.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Plutão em Sab Out 11, 2014 9:58 pm

FICHA ACEITA
Sua ficha foi aceita. Porém não quero me decepcionar. Vi que possui cede por sangue e gosta de batalhar, o que é algo que me agrada. Mas vendo sua forma de escrita, percebo que repete muitas palavras. Tente procurar sinônimos. Apesar de alguns errinhos estou aprovando-lhe, porém busque melhorar.
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Alexia Z. Watts em Seg Out 13, 2014 7:37 pm


Alexia Malone Watts Zerstören

Nascida em Atlantic City, uma cidadezinha muito conhecida por sua arquitetura moderna ao sudeste de New Jersey, tendo a fama por seus casinos e também por seu território ser quase a metade ocupada por água. Alexia Malone Watts Zerstören residia numa mansão de frente para o mar, com sua mãe (uma empresária quase-aposentada de tão rica) e sua meia-irmã mais nova, que tinha apenas cinco anos de idade. Para entender a história de Mell, vamos ter que viajar um pouco no tempo, apenas um pouco, em como sua mãe, Camile, conheceu seu pai e como todo esse inferno começou.

Camile era uma mulher alta e atlética que surfava nos horários vagos e trabalhava no aquário da cidade; ela era jovem, muito jovem, tinha 19 anos na época. Ela amava surfar todas as madrugadas até o sol nascer, não precisava se preocupar com nada, nem com dinheiro, uma vez que sua família era bem sucedida. A mansão ficava bem em frente a praia, e uma parte da praia até pertencia a família Zerstören. Netuno não conseguia ficar longe de Atlantic City, por motivos óbvios e por ele ter “construído” a cidade para ele, um lugar onde ele se sentisse bem, como se fosse seu reino fora de água, mas é claro que ele não governava a cidade nem nada disso. Ele só ficava em paz. Quando Netuno viu Camile pela primeira vez, surfando, ficou fascinado primeiramente pela beleza da mulher, tinhas olhos castanhos, mas muito brilhantes e encantadores, e cabelos cor de mel com luzes loiras, pele bronzeada, perfeita aos olhos de Netuno. Mais tarde o deus se inscreveu na companhia de surf em que ela era instrutora para poder se aproximar ainda mais dela. Após algumas semanas, eles acabaram se apaixonando. Camile era perfeita para Netuno, gostava de surfar para relaxar, tinha um bom senso de humor, adorava pregar peças e mesmo parecendo tão criançona, sabia realmente falar sério e agir com situações delicadas. Dois meses depois, a notícia de que Camile estava grávida mudou tudo. Camile ficou ciente de tudo, ou quase tudo, mas a situação ficou muito mais grave por causa dos pais de Camile, que eram políticos influentes em Atlantic City. Forçaram Camile a se casar com Netuno em menos de três dias, apenas no cartório. Camile, ciente de tudo, não queria, e muito menos Netuno; casamento era algo que não poderia acontecer jamais entre um mortal e um deus. Mais eles se casaram mesmo assim. Eles ainda se amavam, mas não era perfeito como antes. Tinha compromisso, tinha pressão. Tinha um filho. Netuno já explicara a situação diversas vezes para Camile, e ela tinha que concordar. Nascera uma menina, deram-lhe o nome de Alexia, graças a Camile, pois Netuno queria colocar Yemanja, que significa princesa do mar. Dá pra perceber que o deus não tem muita noção de nomes atuais. Quando Alexia completou sete meses, Camile e Netuno forjaram um acidente em qual Netuno não sobrevivera, claro que era uma façanha para os pais de Camile, então, ela constou no cartório como viúva. Foi a única solução que encontraram para o problema que seus pais tinha com o status na sociedade. Um ano depois da morte de seus pais em um avião, Camile casou-se com um homem repugnante, Alexia tinha oito anos de idade. O tal cara sempre costumava maltratar Alexia, chegando a humilha-la simplesmente pelo fato de ser filha de outro homem. Camile engravidou do homem quando Alexia tinha dez anos de idade, sua meia-irmã mais nova atualmente tem seis anos de idade e se chama Melissa. Até hoje Alexia acha uma sorte a sua meia-irmã ter nascido com a aparência de uma boneca, devido ao pai que tem.

Alexia estudava em uma escola chamada St. Avery, a única escola particular de toda a cidade, uma vez que a economia de Atlantic City é suficientemente forte para implantar escolas de boas qualidades. Os fatores que levaram Alexia a estudar no St. Avery desde seus sete anos foi seu déficit de atenção e sua hiperatividade, sem falar ela costumava a imaginar coisas, como visões borradas. A garota sempre portou o surf como seu hobby principal, mesmo tendo uma carinha um tanto quanto delicada e angelical para um esporte tão praiano. Gosta de compor músicas com sua irmãzinha, e fez-lhe uma canção de dormir, que sempre canta; Alex ama de coração, alma e tudo que tem direito, algodão-doce de coloração verde e azul. Não ofereça sorvete de Blue Ice para ela, se não é capaz de você perder até a colher, ela come verduras só porque são verdes. Em Atlantic os parques de diversão eram montados nos gigantes píeres na praia, e ela ia praticamente todo o pôr do sol sentar-se ao pier. Seu santuário era passear pelo Atlantic City Aquarium, onde passava horas lendo ou até mesmo escondida depois de uma briga com alguém. No lugar Alex também prestou serviços comunitários apenas para passar mais tempo no ambiente. La era o lugar perfeito para surfar, para não ter amigos, para ser excluída, para não participar de festas, para estudar num colégio de retardados, de ser uma menina de 12 anos problemática... A garota amava Atlantic City!

No décimo segundo aniversário da garota as coisas começaram a ficar muito complicada, tudo começou a se embolar e perguntas começaram a brotar na cabeça da garota; sonhos estranhos começaram a assombrar as noites da menina. Às vezes eram coisas estranhas como monstros, sombra, vultos, pessoas encapuzadas dizendo coisas sem sentidos. Às vezes, eram coisas agradáveis, o fundo do mar, um grande castelo, corais, uma voz masculina tranquilizadora. Sua mãe começou a se comportar de forma estranha e assustada, ela já sabia do futuro de sua filha, já haviam a alertado sobre sua descendência e da urgência necessária em enviar Alexia para o acampamento para semideuses. Camile pensara que Alex ia para um acampamento para semideuses perto, como Netuno lhe informará, e não para um acampamento do outro lado do país.

Uma tarde normal, a garota foi admirar a beleza marinha nas dunas, procurando possíveis ovos de tartaruga nas areias. Andava pela as areias até que chegou a um conjunto de rochas enormes perto da água, embaixo e um píer. Ela viu algo brilhar lá dentro, uma luzinha estranha e convidativa; curiosa, a garota se aproximou do lugar e entre uma rocha e outra, ela escorreu para dentro de uma fissura íngreme. Ao tocar o chão Alex percebeu que já não se encontrava entre os rochedos da praia de Atlantic City, ela estava em um lugar com péssima iluminação, um lugar onde não se tinha sinal de celular e um lugar com barulhos estranhos.

Alexia não sabia que havia encontrado o Labirinto de Dédalo, se soubesse tal fato na época talvez teria se desesperado ainda mais. Ela procurou uma saída, mas não encontrou o lugar de onde caíra; clamou por ajuda, mas ninguém a socorreu. Não vendo outra alternativa ela começou a correr entre os corredores, utilizando sua boa audição para correr dos estranhos barulhos que se eram produzidos. Desesperada, ela começou a correr. Depois de mais ou menos algumas horas ela começou a ter ilusões, a ficar fraca, a ficar com fome e sede. Alexia não se lembra quantas vezes havia desabado no chão, inconsciente, só se lembra de ter encontrado uma luz e corrido para ela. Escalou a parede rochosa e se fez presente em uma floresta não muito densa; com seu instinto ela se guiou até um rio. Machucada e assustada, a pequena Alexia se esbaldou na margem do rio, a última coisa que se lembra deste dia foi às estrelas do céu e um lobo.

A notícia circulou pelo país inteiro, o curioso desaparecimento de Alexia Zerstören, de apenas doze anos. Enquanto todos se horrorizavam com a fatalidade, Alexia tentava acreditar nas palavras de Lupa e aceitar seu treinamento. Em seus cinco dias com Lupa e seus lobos tendo seu treinamento, Lupa descobriu a hipótese de Alex ser filha de Netuno e quando a garota viu as coisas sobrenaturais que poderia fazer começou realmente a acreditar na existência dos deuses romanos.

Depois de ser devidamente treinada ela foi levada para o Camp Jupiter.. A garota começou a estudar profundamente a mitologia grega e romana, criando suas próprias teorias. Ouvia vários semideuses dizendo como foram parar ali, e que como eram perseguidos por monstros, isso fez pensar que Atlantic City era um lugar bom para se viver, o denso odor marítimo devia ocultar seu cheiro de meio-sangue... se falar que seu padrasto também não era muito cheiroso. Alexia passou a morar em Nova Roma até mesmo no período de férias, mesmo não gostando muito da ideia de viver longe de sua família. Quando ligou para sua mãe e contou-lhe oque tinha acontecido, perguntou se ela queria morar em Nova Roma com ela, Camile já tinha se separado do traste de seu marido e agora viva com Melissa naquela mansão sozinha; o local do acampamento era demasiadamente longe de seu país para poder fazer uma visita de três meses a sua família. O conselho não deixou com que a mãe e a irmã de Alexia morassem em Nova Roma, seria perigoso demais, complicado demais. Não era permitido mortais e fim. Nas férias, onde alguns poucos semideuses voltavam para suas famílias, Alexia viajou para Atlantic City, foi de carro com uns amigos semideuses que moravam perto de New Jersey. Alexia passou apenas duas semanas de normalidade com sua mãe e sua meia-irmã, quando a casa, do nada, explodiu, com todos dentro. Alexia fora arremessada pelos ares, caindo perto da água do mar (já disse que a mansão ficava de frente por mar? Pois bem). A explosão não parecia ter sido causada por fogo, de longe Alex poderia deduzir oque causaram, mas ela estava perdendo a consciência, estava se sentindo fraca... se sentia morrendo. Sua única saída foi arrastar-se para a água e banhar-se; ali, perdeu a consciência, a única coisa que se lembra antes de desmaiar foi uma voz indistinta e sinistra e ecoar em sua mente “Foi para o seu bem, elas eram uma distração. Agora você se tornara uma guerreira melhor”. Alex tinha certeza de que aquela voz em sua mente não estava prezando pelo bem da garota. Só acordou horas depois, em uma cama de hospital. Ao acordar descobriu que sua mãe e sua irmã tinham morrido e que a explosão aconteceu por causa de um botijão de gás. Claro, um truque da Névoa. Não ficou muito tempo acordada, logo perdeu a consciência novamente. Seus amigos, souberam do que aconteceu com Alexia através da televisão  e correram para Atlantic City, sequestraram a garota do hospital e correram para o acampamento Júpiter.

Alexia é poderosa demais, é impulsiva também, oque a torna até perigosa. Sendo filha de um dos Três Grandes, ela já teve grandes feitos e nunca passa despercebida, porque, afinal, ela é filha de um dos Três Grandes. Tem perícia com espadas e lanças, e como nem família a resta, considera os amigos acima de tudo. Aquela voz estava certa: após o assassinato de sua mãe e irmã, a garota passou a treinar três vezes mais, tentando distrair sua mente, mas ela ainda estava um pouco avoada e distraída, olhar perdido como se tivesse mil pensamentos rondando sua mente. Ela se tornara fria e calculista, mas aquela menina, a pequena Alexia, ainda existia.

17 anos
Heterossexual
Amazonas


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Tem traços angelicais e a voz muito aveludada, e, assim, passa a imagem de boa moça. Pronta para para enganar qualquer pessoa. Charmosa, a pele bronzeada e olhos encantadoramente azul-oceano, características herdadas pelo pai (embora as vezes seus olhos adquiram coloração cinzenta). Tem um corpo atlético e emana um cheiro similar à maresia. Seus cabelos são naturalmente castanhos e bem ondulados, todavia a garota gosta de deixa-lo loiro e o deixando cair em cascatas por suas costas. Caucasiana e apesar da idade é dona de curvas sinuosas que as vezes chama exagerada atenção. É um pouco baixinha, mas não se engane pela altura, ela tem grande capacidade. Tem uma cicatriz em seu tornozelo que nunca a deixa esquecer da explosão de sua casa em Atlantic City; em seu braço as letras SPQR estão gravadas, fora isso, não tem nenhuma outra marca significativa em seu corpo, apenas pequenas cicatrizes ali e aqui, mas nada grandioso.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Poderosa, impulsiva e descontrolada. Com certeza nunca que essa mistura iria prestar. A garota realmente não tem papas na língua, e nem não conhece o termo “pensar antes de falar”, que é uma das coisas que despertam o seu lado imprudente; seja em falar, seja em ações. A garota consegue ter humor ácido quando bem quer, e preza o bom “perco o amigo mais não perco a piada”. Compreensiva, divertida, uma boa companhia para horas de tédio, Alexia consegue ser uma pessoa “convivível”, mas acho que essa palavra não existe. Gênio forte e um pouco compulsivo, dona de uma bipolaridade quase que fora do comum e uma perseverança inquebrável. Gosta de liderar, e não de ser liderada, por mais que não saia mandando em todos de forma desagradável, e nem fica irritada quando não a escolhem como líder, ela só gosta de mostrar oque é capaz.. Portadora oficial do poço de sarcasmo e ironia. Ela é secretamente sádica e ás vezes costuma ser um tanto quanto ciumenta, maldosa e agressiva. Apesar disso, Alexia é um amor de pessoa com quem realmente ama. Durona, diga-se de passagem, não entra os fios tão rapidamente e tenta resistir até o fim, acha que ter uma morte que sempre será lembrada é algo que o ser humano deve buscar. Tem medo de cair no esquecimento e busca adrenalina, coisa que para ela é a melhor sensação do mundo mortal. Como uma boa participante do grupo dos loucos, a garota tem algumas manias estranhas, tais como colocar sua concha do mar perto do ouvindo para ter a sensação do mar presente. Loucura sim, claro, mas seria ainda mais se eu te contasse que o nome desta concha é Rose e que Alex as vezes fala com ela como se fosse sua melhor amiga. Mesmo dizendo que os filhos de Netuno são totalmente desconexos, Alexia é muito atenta ao que faz e é extremamente estudiosa e inteligente. Ainda não tem seu conceito formado sobre ela mesma, mas Alexia apenas vive intensamente, sem se preocupar com filosofias.

Responda :

Por que escolheu esse grupo?
Porque, primeiramente, eu admiro as guerreiras de Belona. As amazonas, além de receberem um respeito maior perante os outros semideuses por serem guerreiras, elas são ricas. E quando digo ricas, é tipo... Riquérrimas. Ok, não é só por isso, juro. Eu quero expandir o meu ramo de habilidades também.

Porque devo aceita-lo no grupo?
Eu sou uma pessoa que gosta desse senso de liberdade da forma como as amazonas são imponentes, como não abaixam a cabeça pros homens e travam suas próprias batalhas, elas se mostram mulheres de fibra e que podem ser melhor que qualquer garoto, eu sou assim, por isso quero me juntar as minhas semelhantes.

Apelidos: Lexi; Alex

Um segredo?
Não sei escrever meu último sobrenome.

O que mais te irrita?
Pessoas extraordinariamente cínicas e mentirosas.



Adicionais.
Sobre você

Um medo? O esquecimento.

Gostos e Desgostos?
Gosta de músicas eletrônicas e livros de romance, assim como é qualquer tipo de comida com alto teor de glicose; odeia qualquer tipo de comida saudável como verduras e legumes.

Se descreva em apenas uma palavra?
Perseverante

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Fale um pouco de você.

Reservada talvez seja uma palavra mais bonita do que tímida para me definir. Sou educada com todos, mas dificilmente pego amizade com alguém.  Esperto? Digo que sim, pelo menos em determinados assuntos.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Plutão em Ter Out 14, 2014 7:20 pm

Sua ficha foi algo bem escrita. Chamou-me atenção sua história e os detalhes que colocou na mesma. Porém deixou muito a desejar no quesito "porque escolheu este grupo". Seus motivos foram banais, certamente seria recusada se dependesse apenas desta questão. Mas quando respondeu a questão sobre porque eu deveria aceita-la em tal grupo deixou-me impressionado. Sendo assim, seja bem vinda as amazonas.
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Sophie-Anne Baudelaire em Qua Out 15, 2014 6:41 pm


Sophie-Anne Baudelaire

As chamas se erguiam no céu noturno dando um belo espetáculo, onde o laranja rompia a solitária escuridão da noite. Os gritos que saiam dali eram inevitáveis por causa da grande dor que o corpo na fogueira sentia. Era estranhamente bom estar do outro lado da fogueira. Na época de Salem, seu corpo foi queimado até a morte, não antes de ela massacrar uma grande parte dos puritanos, mas o seu corpo foi morto até então um dia ela voltar. O maior feiticeiro filho de Hécate que já pisou na terra lhe fez ressurgir das cinzas para a ascensão do olimpo.
O mal nunca morre, apenas se ausenta.


Janeiro, 01. 1693.
-Você sabe, senhor... – a criança falava. Seus olhos alaranjados brilhavam naquela noite de janeiro, a primeira do ano. Seus cabelos ruivos caiam sobre seus vários véus de cor escarlate. Sua pele formosa de porcelana dava um toque de inocência na pobre garota, que não era tão inocente quanto sua imagem demonstrava, apesar de ser uma criança justa e serena. – Quando uma pessoa sai, os seus desejos ecoam pelo mundo por mil anos e mais um. – ela sorri, passando a mão nas cinzas. – Uma pessoa morre, seus desejos não. A necromancia é feita graças á isso, sem isso, não podemos fazer nada. – ela espalhou as cinzas e então pegou um pouco e lhe segurou firmemente com a mão, ela se aproximou e a assoprou no poste de madeira.
O Velho observava tudo aquilo com toda a cautela que ele tinha, esperando para saber até onde aquilo lhe levaria, se a ordem, que ele treinou e fez com tanto esforço, iria cair nas mãos dos puritanos para queimar. O Velho vestia roupas velhas e surradas o bastante para não chamar a atenção dos padres, que realmente estavam á um passo de pega-lo e queima-lo. Nas mãos enrugadas do Velho, estavam diversos tipos de tatuagens e símbolos, os portais entre um mundo e outro.
-Não sou uma feiticeira... – a criança diz. – mas eu sei alguns truques e com sua ajuda... – a criança estende a mão para perto do Velho e ele a segura.
-Demônios dos mundos. – o Velho diz com sua voz rouca. – dos mundos entre os mundos e também entre eles. - Su hijo está fuera del mundo de los vivos! – O Velho diz e então uma segunda voz fala junto com a dele, mas essa voz vinha dentro dele. Era como se ele cantasse duas notas de uma vez. A criança olhava atentamente para as cinzas, a mão que segurava a do Velho pegava fogo, um fogo azul, que não machucava nenhum dos dois. - Diosa de la magia, devolver al niño! – Ele diz e sua mão se move para o amontoado de cinzas ali, sua mão tremia bastante graças á sua idade. As suas tatuagens ardiam em vermelho, ele era o necromante mais forte que existia. - traer de vuelta! – ele diz e então as cinzas começam a se mover. - traer de vuelta! – ele diz e elas começam a se juntar cada vez mais. - traer de vuelta! – e então ela toma a forma de um corpo. - traer de vuelta! – suas feições começam a aparecer. - traer de vuelta! – e então o corpo aparece, suas queimaduras enormes e abertas começavam a se curar. - traer de vuelta! Ahora! – e então Sophie-Anne abre os olhos, renascida das cinzas.

Outubro, 06. 1891.
O oceano agora ia cada vez mais dominando a água, enquanto suas águas salgadas arrebatavam os lugares de descanso dos banhistas. Apesar de que ninguém ia ali desde o massacre que manchou as praias com a cor de sangue por quase três anos. Cada onda que vinha até o rosto de Sophie, era o seu destino que ia se fechando cada vez mais. A água fazia o seu rosto arder fortemente, de tantas vezes que ela já havia se afogado em um tempo de trinta minutos. O sol nascia no horizonte, mas era cada vez mais ofuscado pelo mar que subia. O sal do mar fazia as feridas de Sophie arderem mais e mais, feridas que foram causadas por ela ter falhado num treinamento só. Infelizmente ela tinha que aprender que no mundo da vingança, estar só é a prioridade. Você não pode confiar em ninguém. Ela aprendera essa lição várias vezes, viveu o bastante pra ver a morte de milhares de pessoas. Ela tinha um coração grande, que acolhia qualquer um, mas todos um dia morriam. Se o tempo não os matava, os seus inimigos o faziam por ela.
Sophie não conseguia olhar para baixo sem se afogar, ela tinha que treinar o seu corpo sem ser capaz de ver sua situação. Héstia havia posto um tronco na praia ás onze da noite e colocou duas correntes curtas na mão dela e lhe passou por trás do tronco. A paciência era o caminho para a vingança. Justiça com as próprias mãos nem sempre são as respostas, matar o alvo não cura a dor, mas faze-lo sofrer até o ultimo segundo da vingança... isso sim é prazeroso. Ela teria que ficar ali até então o sol começar a nascer, era quando a maré já estaria alta o bastante para conseguir mata-la se ela não conseguisse se soltar.
Muitas pessoas falam que vingança não ajuda, que não trás a pessoa amada de volta... eles estão certos, mas não totalmente. Sophie tentou muitas vezes superar a morte de todos os seus entes queridos, no massacre feito pelos deuses. Eles sofreram as consequências, mas não a justiça verdadeira.
Você deve lutar. Héstia lhe dissera na sua mente. Não é a corda que lhe prende, é o seu medo.
Conforme as ondas vinham, Sophie ficava sob a água e seus pulmões doíam de tanto que ela já havia se afogado ali. Ela tentava a qualquer custo se libertar dali, mas como Héstia havia dito: o medo lhe prendia como a corda. Sophie-Anne fazia de tudo para se libertar, ela rebatia a sua mão na água numa tentativa de romper a corda, ela tentava ir para cima e se libertar por ali, mas o pânico lhe prendia. Ela fazia tudo de maneira atrapalhada. Até então uma ultima onda vir e Sophie ficou totalmente sob a água do mar. Ela então relaxou seus movimentos, seu tempo de vida estava esgotando. Ela deixava escapar o ar lentamente embaixo d’agua na esperança de lhe dar mais tempo. Na melhor das hipóteses, ela tinha um minuto para se libertar.
Enquanto ela estava submersa, as memórias mais escondidas na mente dela vieram á tona. As memórias do rosto de Zeus, como ele lhe tocava naquela noite, como ele passava a mão por todo o corpo dela mesmo ela clamando por misericórdia. Então Sophie estava livre. Com todas as forças ela veio á tona e então respirou, aliviada com toda a sua força.

[...]

A Jovem Loba andava pelos campos verdes que estavam enegrecidos graças á noite. Ninguém que passasse ali iria notar a presença dela a não ser pelos seus olhos vermelhos na escuridão, como os olhos de um lobo faminto por sangue. Do alto, duas silhuetas podiam ser vistas, elas sobrevoavam com todas as forças o céu noturno enquanto uma delas ia quebrando-lhe. A adaga ia na mão da jovem loba enquanto seu bando de lobos iam lhe seguindo. Agora a Jovem Loba estava mais forte, abençoada por Héstia.
Ela se lembrava da gloriosa tarde onde fora aceita como Vestal, para ser a líder deles. Vestais eram seres puros assim como Sophie, mas a sua pureza era diferente. Ela era tranquila agora, não se deixava levar pelas provocações e muito menos era tentada por situações em que parecia que ela não tinha saída. Ela estava bem.
-Agora é a hora... – Sophie sussurrou para si mesmo, enquanto seus olhos brilhavam. – é a hora do acerto.
Então a noite foi preenchida pelas canções provocadas pelos rugidos dos lobos e ela era iluminada pelo fogo da Vestal.  
Idade indefinida
Hétero.
Vestais de Héstia


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CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Sophie tem cabelos ruivos e olhos roxos. Seus lábios são vermelhos naturalmente e sua pele é branca como porcelana. Ela tem várias cicatrizes escondidos debaixo de suas roupas, cicatrizes causadas por várias torturas que ela passou durante seu tempo de vida, além de ela ter a tatuagem de três pássaros voando no seu pulso, cada um representando os líderes da ordem de Salem (O Velho, a Mãe e o Estranho)

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Sophie é obcecada por vingança, ela durante todo o seu tempo de vida corre atrás das pessoas que lhe causaram mal, como Zeus e os descendentes de Salem. Ela é fechada, não se comunicando muito com o mundo, apenas com aqueles que são necessários para completar sua vingança. Mas ela é capaz de fazer amizades muitas vezes, até mesmo ela compreende que tem que ter amigos fiéis ao seu lado para lhe apoiar.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Para ser franca, eu escolhi esse grupo por não ter ninguém nele, gostaria de fazer as diferenças, além de ter gostado bastante dos poderes. Não vou falar que é por admirar Héstia, apesar de gostar bastante da deusa, mas os principais motivos são esses.
Porque devo aceita-lo no grupo? Além dos motivos listados, acho que deveriam me aceitar para eu representa-la, mostrar que não é preciso estar em grandes grupos para fazer diferença.
Apelidos : Nenhum
Um segredo ? Sophie já foi casada e matou o marido!?!
O que mais te irrita ? O fato de não poder me irritar mais, se fosse de Héstia. Mas fora isso...



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Sobre você

Um medo? Insetos
Gostos e Desgostos? Comida e romances água com açúcar.
Se descreva em apenas uma palavra? Lecau.


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OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Não faço amizades muito fácil, apesar de ter bastante. Eu sou bastante impulsiva para falar a verdade, sempre falando o que vier na cabeça na hora da raiva.


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A Morte Escarlate


É por fraqueza que odiamos um inimigo e pensamos em nos vingar; é por preguiça que nos acalmamos, desistindo da vingança.
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Sophie-Anne Baudelaire
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Re: Fichas para grupos secundários

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