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Fichas para grupos secundários

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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Artemis em Dom Ago 17, 2014 8:59 am

ficha aceita bem vindo
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Artemis em Seg Ago 18, 2014 6:06 pm

Ficha aceita bem vinda
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Louis Brancoft em Qua Ago 27, 2014 9:07 pm


Louis Brancoft

Já fazia uma semana que eu cheguei ao acampamento. O lugar era legal, mas eu me sentia meio que excluído. Estava andando rumo à floresta, vestia a camisa do acampamento, um short jeans surrado e um par de sandálias roxas. Fazia mais um dia normal no acampamento com o mesmo clima de quase todos os dias, satiros correndo atrás de ninfas. Comecei a rir com a cena de uma pequena briga de náiades. Logo depois cheguei a um lugar afastado da floresta.

Por algum motivo, naquele dia eu não estava bêbado ou de ressaca – o que era estranho para um filho de Dionísio. Naquele dia não estava afim de farriar e principalmente beber, Eu andava lentamente com as mãos no bolso, ouvi um grito próximo ao local onde eu estava. “Socorro” Era a única coisa que a voz feminina repetia. Corri em direção a voz me orientando pela mesma, passei por uma arvore e encontrei o corpo de uma menina jogado no chão. A menina vestia um short curto e a mesma camisa do acampamento que a minha, mas a dela estava manchada de sangue.

- Socorro – Repetiu a menina com a voz falha e rouca, gotas de suor brotavam de sua testa.

- Deuses! – Foi a única coisa que consegui falar, corri em sua direção e me abaixei levantando a cabeça da menina, o rosto dela possuía traço finos e delicados e seus cabelos eram em um tom vivo de ruivo. – O que aconteceu? – Perguntei a ela.  Deixei a menina no chão e rapidamente tirei a minha camisa e a peguei novamente apoiando a sua cabeça com uma das mãos e a outra enxugando o seu suor com a camisa.

- Fui atacada... por um monstro... ou semideus... não lembro – A garota respondeu a minha pergunta olhando nos meus olhos.

- Certo não fale mais nada, irei ajudar como posso. – Eu sabia que não daria tempo levar ela até a enfermaria, seu corpo estava fraco demais. Teria que agir. Olhei para os lados e vi que um cantil e o peguei. Deixei o corpo reto no chão e levantei a sua camisa. Um corte lateral estava na sua barriga, examinei a ferida e logo abri o cantil. Joguei a bebida dos deuses no corte lavando o mesmo.

Coloquei as duas mãos em cima da ferida, fechei os meus olhos e cantei uma cantiga de Asclépio. Por algum motivo eu não cantei uma para Apolo, preferi cantar para Asclépio. Abri os olhos e ao lado do corpo da garota estava um pote com uma pasta dourada e uma atadura. Nem me perguntei o porquê daquilo estar ali, peguei o pote e tirei com dois dedos um pouco de pasta e passei por cima da ferida, novamente cantei para Asclépio e passei a atadura por cima da ferida. Olhei para a menina e ela estava corada. Eu a ajudei a levantar com dificuldade.

- Obrigada – Foi à única coisa que a menina falou.

Juntos, saímos da floresta e a levei até a enfermaria do acampamento.
Depois daquela agitação toda, eu voltei para a floresta. Andei até onde o corpo da menina estava jogado e comecei a fitar o lugar.

- Você agiu muito bem – Disse uma voz masculina atrás de mim. Virei-me e vi que era um cara com barba e cabelos castanhos vestindo um terno preto. Asclépio?

- Então foi você que me ajudou com a pasta e a atadura.
Ele apenas assentiu.

- Sabe. – começou o deus – eu não tenho muitos aprendizes. E eu vi hoje que você me daria um ótimo pupilo garoto.

- Pupilo? - Perguntei

- Sim. Eu vou lhe fazer um convite. – o deus suspirou, - Aceitas entrar nos curandeiros de Asclépio?

O mundo girou ao meu redor. Eu não havia visto ninguém no chalé de Asclépio muito menos os seus curandeiros.

- Sim, Eu aceito servir ao deus da medicina, Asclépio.

18 anos.
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Possui 1,74 m e 64 kg, cabelos negros e sedosos normalmente penteados para o lado. Os olhos castanhos podem chegar a um tom amarelado quando entra em contato com o sol. Tem um rosto fino com as bochechas sempre coradas, a pele pálida combina perfeitamente com o rosto. Lábios rosados e finos. Corpo magro, não tem muitos músculos, apenas uma leve divisão na barriga.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Extrovertido e despreocupado. Assim que muitas pessoas descreveriam o garoto, mas até que elas estão certas. Um garoto de fácil sorriso e uma curiosidade acima do limite. Amante dos felinos, gostaria de ter um gato de estimação. Não gosta de ser contrariado, quando é dificilmente ouve a opinião alheia fazendo bico e empinando o nariz. Como todo bom filho de Dionísio, Louis é louco por vinho e quando está bêbado pode soltar umas verdades nada agradáveis.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Acho os Curandeiros interessantes. Gosto dos poderes e presentes de reclamação. Também gosto de dar suporte. E também será uma honra servir a tal deus.
Porque devo aceita-lo no grupo? Sinceramente, eu não sei. Só acho que serei apto a servir tal deus.
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Um segredo ? A sua sexualidade.
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Não sou muito bom falando de mim mesmo, mas vamos tentar. Um garoto calmo e irritante. Me acho um pouco inteligente, gosto de ficar fazendo palhaçadas quando estou com os meus amigos. Sou bem social e otimista, não tenho problemas em criar amizades, pode-se dizer também extrovertido. Normalmente falo coisas em duplo sentido.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Quione em Qui Ago 28, 2014 2:28 pm

FICHA RECUSADA
Bem, percebi grandes erros de pontuação e alguns de coerência. Creio que pode fazer melhor. Também acho que faltou detalhes, você poderia ter colocado alguma oração para Asclépio.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Alex Prescott em Sab Set 06, 2014 1:36 am


Alex Prescott


Uma nevoa leve resolveu surpreender o acampamento naquela noite, a maioria dos campistas já haviam se dirigido para seus chalés o silencio deixava o ambiente misterioso. Alex já se dirigia para o reduto dos filhos de Hefesto, apesar de uma constante inquietação que mexia com seu interior, mas o garoto não sabia a causa então um arrepio atingiu a sua nuca. Quando o ceifeiro se virou e viu o cavalo de pelo preto e crina igualmente negras.

O que você esta fazendo aqui? -  o cavalo relinchou batendo a pata direita no chão, apesar de não ser um filho de Poseidon Thanatos concedia aos seus seguidores falar com todas as criaturas sobre seus domínios– Tenho algo pra você garoto. – nesse momento Alex pode ver um pequeno envelope negro preso ao seu pescoço. Assim que leu foi surpreendido duas vezes uma pelo conteúdo da carta outro pelo remetente da mesma.

MENSAGEM: "As portas da morte não são mais as mesmas,
Thânatos está perdendo sua força,
Seus ceifadores devem ajudar-lhe fazendo tarefas
E eis aqui a sua:
- Encontrar e capturar 2 almas que vagam por NY assustando os mortais.
Quando encontrar, capture da melhor forma possível e envie-os em nome de Thânatos
Que eles serão transportados pelas sombras até o Hades."

Ass, Hades

Hades?!! – o ceifeiro viu o envelope se transformar em fumaça preta e o cavalo zumbi evaporar como a carta.

Na manhã seguinte Alex acordou cedo, arrumou organizadamente todos os equipamentos que possuía em cima da cama e escolheu entre elas sua foice e seu manto de ceifeiro. O meio sangue se equipou das armas e saiu na direção da casa grande para falar com Quiron.

Após explicar a situação e repetir o conteúdo da carta algumas vezes, Quiron autorizou que o ceifeiro partisse e também lhe deu uma quantia de aproximadamente 100 dólares. Do lado de fora da casa grande Sobek, o cavalo zumbi de Thanatos, já lhe esperava – Vamos temos muito trabalho a fazer. – o cavalo pareceu desgostoso – é o que parece! – Alex deixou seu ar sair pesadamente como se já tivesse visto aquela atitude antes - não seja tão mal humorado! – Sobek levantou uma das patas dianteiras e pisou com força no pé do ceifeiro – ahh desculpe não vi seu pé! -. Alex por sua vez resmungou de dor preferindo ignorar o acontecido.

Alex pode senti a firmeza do mascote ao monta-lo – Vamos. – falou com gentileza, então o cavalo começou a trotar, depois a correr e logo o acampamento ficou para trás.

Não demorou muito para que chegassem a NY, criaturas mitológicas podiam ser bem rápidas quando conveniente – Pra onde devemos ir primeiro? – Sobek indicou a direção com a cabeça - Para noroeste. – Alex colocou o  capuz sobre a cabeça e deu um pequeno toque nas laterais do cavalo traçando rumo ao caminho indicado.

O manto permitia que o filho de Hefesto ficasse despercebido de ante dos olhos mortais o que era muito útil. Após um tempo Sobek parou em frente a um velho galpão – Ele está ai dentro. – Alex olhou para a construção – Espere aqui! – ele disse para Sobek “Quem ele pensa que é...” o garoto não terminou de ouvir a frase, mas imaginou que o cavalo estava lhe xingando das piores coisas possíveis.

Por dentro o galpão não estava em suas melhores condições varias vigas estavam espalhados e as paredes apresentavam rachaduras “Isso está prestes a desabar!”. Então as poucas caixas que existiam no local começaram a tremer violentamente – Eu sei quem você é! – disse uma voz rouca – Eu não vou voltar pro Hades, ceifador! – na mesma hora os caixotes começaram a voar um após o outro, Alex corria e rolava se esquivando dos ataques, o garoto vasculhava todo o ambiente a procura de algo invisível então... “ Ai está você!”. A lâmina da sua foice ganhou alguns cristais negros e quando Alex atacou houve uma forte vibração que se espalhou para todo o prédio, isso foi o suficiente para que o teto começasse a cair, se esgueirando com velocidade o garoto saiu dali.

Houve um forte impacto e a poeira subiu Alex montou no cavalo e lhe disse – Menos um! – disse ele – Ótimo o próximo está apenas a alguns quilômetros daqui.

A medida que ganhavam distância Alex escutava o som de sirenes seguindo na direção do galpão – Por Thanatos seja um pouco menos barulhento da próxima vez – disse Sobek Alex pensou explicar o estado do prédio quando chegou, mas percebeu que seria em vão.

Sobek logo entrou numa larga avenida que possuía um fluxo intenso de veículos. Assim que seu parceiro indicou o local onde o próximo espirito estava ele exclamou - Wall Street! – Logo após passar pelas portas giratórias Alex já estava vestido num elegante terno preto o meio sangue adorava esse artificio do manto em se transformar em qualquer peça de roupa. O ceifeiro sabia que precisaria ser discreto.

Desculpe! – ele disse assim que ele esparrou nos credores o mesmo lhe olhou com uma expressão séria e saiu Alex olhou o cartão de identificação que havia furtado do homem e caminhou tranquilamente até as roletas.

O salão onde eram realizados os pregões estava fervilhando gritos se espelhava para todo o lado homens estressado rasgavam papel de negociações mal sucedidas. Sem chamar atenção o ceifeiro caminhou tranquilamente a procura de algum sinal da alma fujona.
Até que uma agitação diferente tomou conta de um pequeno grupo, Alex se aproximou sorrateiramente observando atentamente a situação um dos investidores começou a se debater violentamente seus olhos estava totalmente branco, a atenção de mais e mais pessoas começava a ser atraída para a cena então o homem começou a gritar.

Vocês vão me pagar pelo que me fizeram!!! – as luzes do ambiente começaram a piscar descontroladamente gritos de medo tomou todo o local à maioria correu para a saída. O ceifeiro investiu contra o engravatado com a mesma técnica que havia usado no primeiro espírito, mas dessa vez teve um resultado diferente, pois o atormentado lhe arremessou com força contra uma parede, o mesmo se colocou de pé não poderia matar o corpo do possesso só faria isso
se não tivesse outra opção.

Então o filho de Hefesto usou seu poder de dano espiritual  o semideus correu na direção do seu alvo com agilidade se esquivando de todos os objetos lançados que tinham todos os tamanhos e formas, então o ceifeiro deferiu um golpe na vítima, mas apesar de preciso o golpe não causo nenhum dano ao corpo, porém a alma não poderia dizer a mesma coisa. Logo o corpo cai no chão e Alex percebeu que tudo tinha acabado.

Alex deixou o homem respirando pesarosamente e usou as sombras para sair do local. Numa rua lateral ao Wall Street Sobek lhe esperava antes que o cavalo pudesse falar qualquer coisa – Eu sei preciso ser mais discreto. – Porém a missão havia acabado. - Vamos vou leva-lo de volta ao acampamento. - disse Sobek.


OBS: NÃO SERÃO TOLERADOS ERROS ORTOGRÁFICOS.
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Alex tem Estatura mediana, cabelos loiros curtos, seus olhos são castanhos e demostra confiança,  feições serenas, porém  demonstra alguém que é dado ao trabalho pesado, Corpo atlético pelo trabalho no manuseio  de suas ferramentas e matérias primas (metais), porém não marombado, possui uma pequena queimadura embaixo do queixo, provocado por um acidente em sua infância    


CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.


Alex é Criativo adora trabalhar com maquinas e equipamentos manuais, totalmente Imperativo, totalmente detalhista e extremamente perfecionistas com seus projetos, como bom filho de Hefesto, analítico e um tanto critico com atitudes que não lhe agradam sendo um pouco impulsivo em certas situações, adora desafios, extremamente observador na maior parte do tempo gosta de ser solitário,porém quando necessário pode ser bem sociável.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Gosto das características do grupo e dos seguidores de Thanatos e por já ter experiência e se encaixa perfeitamente com a peorsonalidade d meu personagem
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Um segredo ? Aguardem...
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Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil ? É esperto(a) ?
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Zeus em Sab Set 06, 2014 8:45 am

aceito bem vindo


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Vince Le Fay Karkaroff em Dom Set 07, 2014 6:19 pm


Victor Kwiatkowski Schweinsteiger

O verão no Acampamento Meio-Sangue estava por fim encerrando-se. A Cerimônia para a recepção da primeira de muitas das Contas que preencheriam meu colar com o passar dos anos havia executado-se de maneira agradável, meus mais novos irmãos desde o início de minha aparição no Acampamento acolheram-me de maneira amigável, de fato sentia-me em casa dentre tais Semideuses, porém, ainda haviam familiares biológicos fora dali, e como promessas são dívidas, resolvi deixar o Acampamento para retornar apenas no próximo verão.

Todas as proles de Apolo possuem o quesito intensidade elevado em seus devidos interiores, sendo em diversos aspectos, porém isso era refletido na maioria de maneira emocional, algo que rendeu uma despedida longa entre todos. O codinome Russo estava marcado nos corações de todos ali, principalmente em Mark, o primeiro a conhecer-me e o último a abraçar-me na manhã em que deixaria o Acampamento e a Colina Meio-Sangue.

[...]

Rudolph, o mesmo Sátiro que dera conhecimento de minha existência como Semideus ao Sr. Hopkings, o Centauro, fez questão de acompanhar-me até o fim da Colina Meio-Sangue. Tendo consciência de que neste ponto a maioria das pessoas não estavam acostumadas a aparência habitual de um Sátiro, Rudolph vestiu-se com um jeans surrado, disfarcando seus cascos com tênis all-star. Seu caminhar denunciava seu desconforto, porém nada citei á respeito disso, já que este fizera questão em acompanhar-me.

- Victor, porque não permanece no Acampamento? Sabes que todos aqui gostam de tua presença. - Apesar do tom sereno de Rudolph, seu olhar indicava em certo ponto uma ação de súplica, desviei o olhar ao perceber seus castanhos olhos encarando-me. Estava a enfrentar um conflito interno entre permanecer ou não no Acampamento, e já que havia enfim tomado uma decisão, não hesitaria e tampouco mudaria minha palavra final - Assim como possuo familiares dentro do Acampamento, possuo familiares fora dele. Além do mais, minha mãe não quer em hipótese alguma que eu deixe os estudos universitários em segundo plano. - Minha justificativa final de fato pareceu convencê-lo, já que este apenas assentiu de maneira positiva diante de minhas palavras e logo silenciou-se.

Logo no instante em que a Colina Meio-Sangue mostrou-se a distância entre nós, percebi o Honda Civic negro de minha mãe, Olga. Um abraço silencioso foi dado a mim por Rudolph que deixou-me rapidamente. Desta vez minha mãe dispensara o motorista, algo incomum que fizera-me deduzir segundas intenções á respeito do que esta estava para executar. Logo que adentrei no veículo, ouvi um breve questionamento de única palavra, mas que pelo tom de voz de minha mãe fez-me ter um calafrio que percorreu minha espinha - Preparado? - Estava confuso demais para questionar algo elaborado, dizendo-lhe - Preparado para o que exatamente? - Um largo sorriso foi exposto entre os lábios vermelhos desta, que respondeu-me - Iremos á um Cruzeiro pela Baía Grega. - Estava sem palavras, nunca poderia imaginar algo do tipo, resolvi não questioná-la mais á respeito de tão repentina viagem, de fato ainda haviam algumas semanas para o período de admissão nas Universidades, e esta ação apenas justificasse uma maneira de aproveitar o curto período de tempo em que juntos estaríamos.

[...]

Um imenso transatlântico jazia ancorado no porto de Nova York, o Rio Hudson estava calmo naquela manhã ao contrário de mim, que carregava um imenso fardo sobre minhas costas que referia-se ao meu futuro como Universitário, algo que deveria conciliar com minha vida como Semideus. Um agravante fazia-se presente no fim da fila, Augustus, o mais novo namorado Floridense de minha mãe. Um firme comprimento se fez entre mim e Augustus, meu olhar tipicamente Russo demonstrou certa seriedade diante deste, que por sua vez, evitou o diálogo.

[...]

Os dois primeiros dias do Cruzeiro resumiram-se á visitas breves á Piscina regados á muito protetor Solar e horas extensivas de Sono dentro da Cabine, algo que se fazia totalmente o oposto das atividades de minha mãe e seu namorado, que contrariando totalmente o esteriótipo de descanso ao Sol, executava diversas atividades dentro do Cruzeiro, das mais variadas espécies, desde dança até noites de jogos. Cada um divertia-se á sua maneira, porém, mesmo com a paisagem paradisíaca diante de meus olhos, ainda haviam preocupações em minha mente.

No sexto dia, enfim nos localizávamos próximos a tão requisitada Baía Grega, o alvoroço entre os tripulantes do Transatlântico era inevitável: ricas mulheres cochichavam á respeito de compras nas sofisticadas lojas de grifes famosas, enquanto seus maridos entregavam-lhes diversos Cartões de Crédito, crianças saltitavam alegres por enfim terem Terra á Vista, porém, mesmo com toda a exaltação ali presente, poucos, senão ninguém, tomavam foco á uma Ilha que demonstrava-se á certa distância, de maneira quase inóspita. A curiosidade típica do geminiano que em mim existe fazia-me coçar as mãos para explorá-la, uma breve visualização do mar através do convés fez-me perceber não somente que o mar estava calmo, mas também que um bote fazia-se disponível para utilizações necessárias.

Muitos poderiam julgar como louco alguém que em meio á um Cruzeiro optava por utilizar-se de um bote inflável para explorar uma Ilha Deserta, porém estava apenas seguindo meus impulsivos instintos e uma única suspeita que martelava minha mente "...Se ninguém prestaste devida atenção á Ilha, algo que Divino lá existe.... Os raios solares que penetravam minha pele apenas deram-me mais força para içar-me do convés do Navio até o Mar, dessa forma, estando enfim livre de toda a Socialização mundana, munido apenas de um par de remos amadeirados, inicio uma rápida condução á Ilha que situava-se a alguns poucos quilômetros de minha localização.

[...]

Ofegante, enfim atraquei na curiosa Ilha. Ao aguçar meus ouvidos, pude notar que a Ilha não era inabitável, pelo menos não quando o quesito referia-se a animais, já que o som de animais silvestres, em sua maioria pássaros, faziam-se intensamente presentes. Numa ação rápida, amarrei o bote á um toco de madeira, mantendo-o preso á esta por pura garantia. A floresta em frente a praia revelava uma trilha única, a qual eu segui de mãos limpas, já que havia deixado os remos no Bote.

A visão a mim proporcionada após a breve trilha era impressionante, um Templo com características tipicamente Gregas fazia-se presente de maneira firme diante de meus olhos, suas colunas negras proporcionavam-me um aspecto ainda mais obscuro ao local, a presença de uma figura masculina no topo das escadas de mármore negro era apenas um agravante diante de minha situação. Um calafrio percorreu minha espinha no instante em que ouvi sua macabra voz - Aproxime-se meu jovem, são raríssimas as Visitas á Ilhado Rio Aqueronte.

- Aqueronte? - O questionamento escapou involuntariamente de meus lábios, enquanto buscava lembrar-me de alguma citação á respeito deste nome, porém o homem de aspecto divino solucionou as dúvidas que começavam a formar-se de maneira intensa em minha mente - O Aqueronte é um dos pontos de Acesso ao Mundo Inferior... Qual és vosso nome caro Semideus? - Sua fria voz demonstrava-se como algo ameaçador, algo que fez-me utilizar de certo esforço para manter-me em pleno foco diante daquele incomum diálogo - Victor Schweinsteiger...

- A maioria dos semideuses que aqui atracam são meros náufragos... - A divindade aproximou-se rapidamente de mim, sua altura demonstrava-se maior do que a minha, porém esta ainda demonstrava-se num aspecto humano. Já que no Acampamento Meio-Sangue, muitos dos quais já estiveram no Monte Olimpo referiam-se aos Deuses como seres de tamanho gigantesco - Porém quanto a vós, de maneira especial... Percebo uma aptidão mágica que percorre por suas veias, algo incomum dentre os demais, podes ser um excelente guerreiro Victor... - Suas frias mãos tocaram meu rosto da mesma forma que um atleta almeja um Troféu.

- Victor... Torne-se meu Seguidor e aprendiz das artes ocultas necromânticas, terás companheiros fiéis que serão de grande valia na busca por seus objetivos... - Um sorriso cativante brotou dentre os lábios da divindade, a expectativa diante de minha resposta estava latente em seu negro olhar - Sim. aceito segui-lo de bom grado, prometendo-lhe não decepcioná-lo... - Sua expressão tornou-se mais séria no instante em que estendeu suas mãos diante de mim, para que eu pudesse posicionar as minhas mãos sobre as do Deus - Deves executar o Juramento Victor...

- Eu... Victor Kwiatkowski Schweinsteiger... Prole de Apolo, juro, diante da Deus da Escuridão Érebus... Segui-lo de modo a tornar-me aprendiz das Artes Ocultas Necromânticas, dedicando-me e comprometendo-me á devido aprendizado. - O sorriso acolhedor retornou á expressão da Divindade, que de maneira satisfeita pronunciou - Agora és um de nós, Necromante. - O mesmo retornou á passos breves ao topo da escada de mármore, uma breve reverência por mim fora executada diante deste. Um negro corvo pousou em meu ombro exposto no momento em que meu olhar baixou-se, retornando ao lado do Deus logo que encarei-o. Em poucos segundos vi o mesmo desaparecer diante de meus olhos, dessa forma, ao desbravar a pequena ilha com os pés descalços em retorno ao bote, pude de fato que perceber que uma longa jornada ali se iniciava.
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Por conta de viver grande parte de sua vida no gélido frio da Rússia, a pele caucasiana de Victor manteve-se num tom branquíssimo, confundido por muitos com algo relacionado ao Albinismo, algo que contrasta de maneira exótica com seus penetrantes e observadores olhos azuis, com os quais Victor faz questão de não deixar escapar absolutamente nada. Por hábitos passados de geração em geração entre os Militaristas da Família Schweinsteiger, a Rotina fez com que o corpo de Victor assumisse uma aparência atlética, algo que sua altura de 1,80m e 75Kg contribuiram em parte. Sempre optou pelo modo simples de vestir-se, apegando-se a moletons, gorros e cachecóis, porém, em ocasiões que este tipo de roupa não é cabível, Victor acaba por desgrenhar de maneira um tanto quanto rebelde e proposital seus cabelos castanhos com os quais possui um apego e preocupação maiores.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Victor é um garoto que ainda procura se encontrar dentro de uma sociedade que geralmente o tratou de maneira hostil, desde aquele que se mostra como o mais distante desconhecido até sua progenitora e Militar Mãe. Com isso, Victor ainda se demonstra um pouco carente de afeto e busca em diversos elementos uma companhia fiel a quem pode plenamente confiar. É alguém extremamente observador e sereno, algo que é confundido por muitos com uma frieza gélida, da qual Victor pode atingir quando afrontado. Seu senso de observação o permitiu tornar-se perceptivo o suficiente para visualizar elementos que a maioria não presta atenção, além disso, é alguém que sabe quando e como agir, já que possui conhecimento das possibilidades que o envolve, mesmo com uma vida rude, tenta ao máximo manter-se livre de qualquer rancor ou mágoa, mesmo sendo extremamente difícil e árdua esta tarefa e que o sentimento de Vingança e Ódio o persigam constantemente.

Responda :

Por que escolheu esse grupo: Primeiramente por nunca ter vivido a experiência de interpretar um Necromante de Erebus, além disso, sempre fui um legítimo fã de Necromancia em qualquer espécie, o Ocultismo e o Mistério neste ramo provocam-me certa atração.
Apelidos: Vics e Russo, prefere mais o segundo apelido, por ser um Russo extremamente patriota.
Um segredo: Sua Opção Sexual, algo que se mostra como Motivo de Óbito diante da Mãe Militar que possui.
O que mais te irrita: Pessoas que desistem facilmente de seus objetivos, as quais consequentemente não se esforçam para tal. Além disso, pessoas que me privem de minha própria liberdade irritam-me imensamente.



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Primeiramente sou alguém que admira a todos e a cada um por suas qualidades e o modo de agir entre os demais. Muitos consideram-me a cabeça pensante do grupo, porém eu mesmo considero-me alguém extremamente observador, que analisa cada detalhe para que enfim possa formar uma opinião concreta e próxima da verdade do que realmente é. Sou prático, e prezo a confiança, a verdade e a liberdade acima de muita coisa. Respeito aqueles que preferem o próprio silêncio, com a condição de que isto seja recíproco. Possuo muitas amizades, porém conto nos dedos de minhas mãos as quais são de fato verdadeiras e as quais merecem de fato minha confiança. Prezo muito pelo Social, porém sempre procuro manter o físico e o mental em equilíbrio. Posso ser uma lâmina afiada com aqueles os quais não demonstrem o mínimo de educação, do mais, sou um amor de pessoa.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Zeus em Dom Set 07, 2014 7:32 pm

Aceito parabéns


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Joshuel Claws Luther em Qua Set 24, 2014 8:46 pm


Joshuel Claws Luther

Olá meu nome é Joshuel Claws Luther, sinceramente não sei o que posso contar sobre minhas vida, porém isto é necessário para que posso entrar no acampamento, então é melhor que comece logo.
Por segurança daqueles que deixei para trás prefiro não dizer aonde nasci, sei que isso é um pouco chato, porém quero me reservar este direito, tenho dezoito anos, coisa que é muito para um semideus, mas como sou filho de uma deusa menor isto nunca me causou grandes problemas, meu pai sempre me falou sobre minha mãe, como ela era linda e inteligente, cativante e especial e graças a isso que mesmo nunca a tendo conhecido, pude a amar como um filho ama uma mãe, sei que isso é um pouco bobo mais sempre senti que ela esteve perto de mim.
Mas vamos continuar, estou enrolando aqui e não parto direto para o assunto, como todos os semideuses eu sempre tive problemas na escola e em outras áreas da vida e graças a isto tive de ser enviado ao reformatório de onde só sai quando completei meus quatorze anos e assim que sai encontrei um sátiro que me trouxe ao acampamento e desde então eu vivo aqui.



OBS: NÃO SERÃO TOLERADOS ERROS ORTOGRÁFICOS.
Dezoito
Heterossexual
Ceifadores de Thanatos


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS


Tenho cabelos castanhos, olhos castanhos claros, lábios finos e sensuais, olhar penetrante, rosto angular, corpo definido e musculosa, cerca de 1;90, pele bronzeada, cabelos arrepiados e repicados, um jeito simples e especial de andar, sorriso fácil nos lábios e um ar de calma e serenidade no rosto ao mesmo tempo que mantenho um ar misterioso e sensual.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

)Como poderia descrever como sou em meu psicológico?
Sou um tanto quanto calmo, em momentos complicados consigo manter a calma e a serenidade, porém guardo uma grande raiva em meu interior que pode explodir a qualquer momento, normalmente não demonstro meus sentimentos, mas mesmo assim me apego fácil as coisas e logo inicio um sentimento de super proteção, gosto de ficar sozinho por medo de me machucar ou de machucar alguém e é por isso que vivo uma vida solitária.


Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Por que sou devoto a ele
Porque devo aceita-lo no grupo? Por que dedicarei minha vida e minha morte como seu servo
Apelidos : Josh
Um segredo ? Matar me Diverte
O que mais te irrita ? Gente que não tem atitude.



Adicionais.
Sobre você

Um medo? Perder quem amo
Gostos e Desgostos? Desenhar, cozinhar, escrever, ler. Artes.
Falhar

Se descreva em apenas uma palavra?
Insano

Redes sociais

Facebook :
Twitter :
Tumblr :
Skype :

OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil ? É esperto(a) ?
Conte-nos sobre você.


Código por Oyuki ♣ 2012
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Joshuel Claws Luther
Filhos de Hecate
Filhos de Hecate

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Data de inscrição : 21/09/2014

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