The Blood of Olympus
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Fichas para grupos secundários

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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Chloe von Rewards em Qui Dez 15, 2016 2:48 am


Chloe von Rewards

O gosto férrico em minha língua me traz à tona a realidade que eu me encontrava. Estava caída de costas ao chão, sentindo que algo pegajoso escorrer pelo meu cabelo e ficar grudado em meu rosto. – Chloe? Chloe? – uma voz me chamava e minha visão custava para entrar em foco. – Por Zeus! O que aconteceu com você? – a voz masculina me tirava de meu devaneio, me ajudando a sentar. – Ué! Chloe não fez nada! – eu dizia olhando fixamente para Paul, meu líder. Não conseguia puxar nada da memória, do que aconteceu antes de eu me encontrar caída ao chão, e com um gosto delicioso de sangue na boca. – Você surtou! Atacou a Grace no momento que ela iria enfrentar o Minotauro, mas... nossa. Você acabou com ele, e parecia estar fora de si. – Ele parecia estar sentindo medo de mim, ou achando que eu era louca. E receber aquele olhar depois de tantos meses fora do sanatório. – Mas o sangue é tão gostoso! E Grace não saberia atacar aquele monstrinho nem em um milhão de anos, se quer saber. – reviro os olhos, me levantando e batendo a terra das vestes. Meu líder gostosão me olhava com reprovação, virando-se de costas a mim. – Nyx não gostará disso, você sempre soube que tem que trabalhar em equipe, e não sei se ela aprovaria uma pessoa dement... – ele se interrompe, mas eu sabia o que ele falaria. Puxando uma adaga de dentro do cós da minha jeans, em dois passos largos pulo nas costas dele, enrolando minhas pernas em sua cintura e colocando minha adaga contra seu pescoço.  – Uma pessoa demente, Paulzinho? – sussurro apertando mais a lâmina contra sua pele, sentindo um filete delicioso de sangue começar a escorrer. – Você vai pensar duas vezes antes de me chamar assim, docinho. – Sussurro novamente, passando a língua pela nuca dele e segurando com uma mão em seu queixo e a outra na sua nuca, torço levemente sua cabeça apenas para o fazer desmaiar, caindo como um saco de batatas podre no chão. – Se alguém me seguir, vai se foder comigo! – Eu sabia que estaria ferrada por tudo aquilo, mas ficar ali não estava me trazendo diversão. Eu precisaria encontrar Nyx. Só ela me entenderia, uma vez que fora ela que me chamou para seu grupo.

Flashback ON

A noite estava escura, apenas alguns pontos luminosos se espalhavam pelo céu. Eu realmente gostaria de apreciar aquilo em um outro momento, como deitada em um gramado numa pousada, ao lado de uma pessoa legal, jogando conversa fora. Ou quando eu observava as estrelas de dentro da minha cela no sanatório, apenas eu e o silêncio.  Não no que eu estava, ou como eu estava. Estava caída ao chão mais uma vez, em um terreno baldio. Eu sentia que estava nua da cintura pra baixo, e quem ligava? Não eu. Não mais. As lágrimas já haviam secado em meu rosto, e a dor também se fora, bem, veja bem: Depois de tantas vezes, nem doía mais. Eu apenas ficava lá, parada, deixando o filho da Diva se divertir entre minhas pernas. Mas, claro que depois era minha vez de aproveitar a diversão. Fungando e me levantando com certa dificuldade, observo minhas roupas rasgadas e balanço a cabeça em desaprovação. – Ah! Chloe comprou essa roupa ontem, estava novinha! – observo os estragos em meu vestido e dou de ombros. Era a hora da caçada!

Eu sabia que ele perambulava sempre por aquele beco a qual havia me pegado. Talvez estivesse novamente lá, usando drogas e contando aos outros que havia me estuprado, se vangloriando o quanto havia me batido, ou o quanto eu havia resistido. Todos os homens eram assim, se vangloriavam (mentindo) de coisas para sempre estarem por cima, como o "macho alfa".

Vi ele encostado em um beco a dois metros de distância de onde ele havia me pegado. Estava entretido contando algumas notas de dinheiro e não viu minha aproximação, o que fora perfeito. Sem deixar ele me ver, crio uma pequena ilusão em sua cabeça. Essas coisas fluíam naturalmente de mim, herança dada por papai. Ele ficou um pouco perturbado de início, olhando em volta sempre, como se soubesse que alguém o mataria em breve. Sussurrando ordens ao meu pequeno leãozinho da montanha, ordeno que o mesmo se aproxime lentamente do homem, vendo o medo tomar conta do homem ao ver um Leão (mesmo que pequeno) se aproximar dele. Ainda tomada pelas sombras, vejo o homem caindo ao chão com o peso de Luke, o medo o impedindo de gritar por socorro. – Isso, fique quietinho como eu fiquei... – murmuro me aproximando dele e ficando no lugar de Luke sobre seu corpo. Com minha adaga faço pequenos cortes em seu rosto, como se estivesse desenhando. – Tá gostando, amor? – eu dizia "cavalgando" sobre o colo dele, reproduzindo os movimentos sexuais. Ele me olhava horrorizado, como se não acreditasse no que via. Você deve me perguntar, por que eu deixei ele abusar de mim mais cedo e por que não o impedi. Porque eu amava a sensação, de vê-lo todo poderoso sobre uma garota indefesa, e logo após, guinchando de dor – Eu perguntei se está gostando, docinho. – digo mais furiosa, repetindo o que ele dizia pra mim. Olhando para a expressão dele, vinha à minha mente todos os anos no sanatório, mas tais lembranças não me deixavam mau... Me deixavam feliz e com saudades.

Minha adaga começou a deslizar pelo pescoço dele, bem próximo as suas cordas vocais. – Talvez esteja com problemas de voz. Vamos verificar? – pergunto docemente, passando a lâmina pelo pescoço dele profundamente, estendendo a língua e fechando os olhos quando o sangue começa a jorrar em meu rosto. Abrindo um dos olhos e lambendo os lábios, com a ponta da adaga puxo pra fora a carne e tudo o que havia em sua garganta. – Oh. Não tem problema algum... – faço um biquinho, triste porque acabei com minha diversão rápido demais. – Luke, fique com o resto. – digo entediada ao meu leãozinho, que se atraca em devorar o que restou daquele pedaço de merda.

Encostada na parede do beco, limpando minha adaga, sinto uma brisa gélida soprando fazendo-me arrepiar. Não era normal aquilo, e quando balancei a cabeça voltando ao que estava fazendo, sinto meus músculos se endurecessem no lugar instantaneamente, me fazendo ficar completamente imóvel. – Quem está ai? – Não estava com medo, já que essa palavra nunca fez parte do meu vocabulário. Estava curiosa, pois a força que exercia sobre mim era algo surpreendente. – Sou Nyx. A deusa da noite. – uma voz suave ressoa pelo beco, me fazendo prender a respiração brevemente.

O que uma deusa fazia ali? Falando justamente comigo? Eu tentei falar, mas minha língua estava presa no céu de minha boca. – Tenho te observado, prole de Phobos. Conheço suas ambições e receios, seu coração está repleto de trevas e ao mesmo tempo de uma luz tão intensa que me incomodou. Tudo o que você passou naquele sanatório te transformaram na mulher que é hoje, e suas habilidades muito me agradam. – Habilidades? Uma deusa pode ser demente? – Muitos te olham com olhar de reprovação, pensando talvez que você não seja merecedora de nada, mas não eu jovem semideusa. Quero você ao meu lado. Quero usar desses seus dons únicos. Quero que seja minha demônia particular.

Flashback OFF

19 anos
Panssexual
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Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Uma moça esguia e de pele alva. Com cabelos loiros na altura dos ombros. Possui olhos claros e misteriosos; É magra e isso ajuda em sua agilidade.
Caracteristicas psicológivas

Chloe é o tipo de pessoa que corre atrás daquilo que deseja mas ainda assim luta incansavelmente para conseguir mais. Ela está constantemente à procura de um sentido de identidade, mas não sabe como o conseguir. Na verdade, dentro de Chloe existem fragmentos de diferentes personalidades que entram em conflito, fazendo dela uma pessoa de extrema complexidade.
Ela é muito inteligente, seu lado racional existe, no entanto ele geralmente é ofuscado pela sua crise de identidade, a levando a tomar atitudes impulsivas e mal pensadas. Acredita-se que Chloe sofre de uma doença do foro psicológico - dissociação.
Mas como ela lida com essa constante crise de identidade?  Através da obsessão, é claro.Chloe utiliza suas obsessões para  se definir a ela mesma.
Em última análise, Chloe é uma pessoa que vive com paixão. Em vez de permitir que sua vida seja comandada por normas supostas a ditar as suas ações, ela sente que só é livre quando faz aquilo que quer e ela o faz com paixão. Paixão pela vida talvez.  Não é niilista apesar das suas ações provocarem o caos. No fundo ela apenas tenta incessantemente perceber quem ela é e qual sua função nesse mundo.
Apesar das suas manias, Chloe tem um forte senso de compaixão e lealdade para com as pessoas que fazem parte da sua vida.
Para concluir, não há um perfil psicológico em que Chloe se encaixe. Ela é uma mulher obcecada com a vida e a liberdade, mas não sabe como alcançar sua ideia de uma vida plena. Ela é confusa e tenta encontrar as respostas para as suas questões através das outras pessoas. No fundo, está tentando descobrir o mundo, tal como todos os outros humanos, mas apenas tem uma maneira muito extrema de fazê-lo. Ela não é uma vilã ou uma heroína  ela é apenas Chloe von Rewards

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Porque quero dar andamento à essa personalidade louca da Chloe, e sendo demônio ajudará muito.
Apelidos : Não tem
Um segredo ? Não possui
O que mais te irrita ? Pessoas normais



Informações Adicionais
Sobre você

Um medo? Não possui. Sou filha do medo
Gostos e Desgostos? Matar *-*
Se descreva em apenas uma palavra? Louca.
Redes sociais

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OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil ? É esperto(a) ?
Conte-nos sobre você.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Hefesto em Qui Dez 15, 2016 1:47 pm

AS FICHAS DE CHLOE E ROBIN SERÃO AVALIADAS EM BREVE.
AS FICHAS ESTÃO FECHADAS A PARTIR DESSE MOMENTO, E NENHUMA NOVA SERÁ ACEITA ATÉ JANEIRO. AGRADEÇO A COMPREENSÃO.




SENHOR DAS FORJAS
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Minerva em Qui Dez 15, 2016 2:10 pm

Robin A. Deverich: Ficha Aceita.
Chloe von Rewards: Ficha Aceita.





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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Liz Castellaños Velásquez em Qua Dez 21, 2016 6:23 pm


Liz Castellaños Velásquez

Antes de tudo, todos têm o direito de saber por que Liz deixou a feitiçaria de uma vez por todas.

Os eventos que serão narrados a seguir são de total veracidade, sendo um relato interno e externo.

Liz no alto de seus dezessete anos já viveu experiências suficientemente arrebatadoras, carregar sangue divino sendo neta de duas divindades nunca foi fácil, mas a garota sempre se esforçou em provar seu valor, por mais que sua família pudesse ser ausente ao mesmo tempo em que estivesse a seu redor, a menina compreendia que todos naquele Acampamento eram uma só família, mas como em reuniões que as pessoas podem ter, sempre há aquela que se sentirá excluída, e no caso, Liz era essa pessoa.

Entrar para as feiticeiras de Circe foi tanto uma válvula de escape como um pedido de clemência, um naufrágio em um cruzeiro marítimo fez com que Liz chegasse a ilha de Circe e consequentemente aceitasse sua oferta, vendo que talvez não houvesse outra saída para voltar ao Acampamento. Mas sim, haviam outras saídas, tanto que Liz voltou ao acampamento e foi de grande ajuda contra os cavaleiros e os ataques recentes que se sucederam ao local. Mas a colombiana havia feito um trato, um trato que já não aguentaria mais sustentar, e acabou por quebrar. Sabia que muito do que conquistou se devia a Circe, mas percebia de todos eram irmãos e não apenas uma parcela, Liz era mais nobre do que imaginava. E teria de deixar de ser feiticeira para tal.

Logicamente a notícia não foi bem aceita por Circe, estar com vida já era uma vitória e tanto para a colombiana, que ainda poderia ter refúgio no Acampamento. A tirar pelas preocupações e possíveis maldições que poderia estar carregando, Liz se viu pela primeira vez feliz. O ditado de que só se dá valor depois da perda caiu como uma carapuça que serviu adequadamente a jovem. Sem Bloodmary, o corvo, a menina se viu capaz de ser ela mesma, sem amarra alguma. Mesmo assim, ainda haviam resquícios pontiagudos que perfuravam a membrana de tranquilidade recém construída pela moça. Liz tinha consciência de que haviam riscos sérios em não ter um caminho a seguir, algo a movê-la. Uma motivação de vida e existência que a impulsionasse.

Então Liz orou.

Todas as noites, antes de adormecer. Ou no chalé de Perséfone ou no Chalé de Hades. Liz orava. Orava pedindo orientação, um caminho, uma luz que não apenas a iluminasse, mas também aquecesse seu coração e lhe desse paz. Estava confusa, mas tinha fé de que sua vida poderia melhorar.

Doze noites.

A jovem dedicou-se todas as noites em orações fervorosas, dedicadas uma a cada Deus, sabia que o panteão era grandioso e que deveria se esforçar, e que não apenas pedir, também deveria agradecer. Estar viva era apenas uma das dádivas que lhe poderiam dar. Sobreviver ao ataque foi um presente dado aos privilegiados. Apesar de querer, a menina não pôde testemunhar cerimônias que duravam dias inteiros para celebrar a morte dos heróis que deram a vida por todos, Liz ouviu tudo da enfermaria, lágrimas rolavam por seu rosto não por tristeza, mas por desespero, ás vezes queria estar no lugar dos outros, poderia se tornar uma mártir. Mas este não poderia ser seu foco, teria que dar valor a si mesma e compreender que não poderia desperdiçar a chance de fazer algo melhor.

A décima terceira noite caracterizou uma aparição incomum, assim que abriu os olhos Liz pôde vislumbrar uma bela menina moça que sentia o odor das flores no chalé de Perséfone como se fosse algo familiar, Liz não conhecia nenhum dos deuses pessoalmente e sua mente se pôs a pensar em tudo o que poderia dizer a sua avó. Mas sua mente deu um branco assim que ouviu a mesma se proclamar como Héstia. A deusa parecia ter a aparência de uma irmã, e chamando Liz para sentar-se ao seu lado na cama contou que ouvira todas as orações da menina e que infelizmente atendê-la seria algo que contrariaria o livre arbítrio, já que nem todas as pessoas possuem um coração bom e altruísta.

Liz a encarava sem piscar os olhos tampouco se mover, estar na presença de Héstia era como ser envolvida em um abraço quente, daqueles que lhe promovem segurança, uma sensação que para Liz, era o clímax da felicidade. Uma pausa da deusa permitiu que a morena perguntasse como ela poderia ajudar nesse caso, e uma oferta lhe foi proposta. Héstia lhe deu a chance de ser sua patrona, ignorando qualquer marca passada da morena tendo em foco que deveria manter-se casta, gentil e fiel as atividades de seu lar. Assim seria abençoada com a Chama Sagrada. Um sorriso satisfeito foi o suficiente para que a deusa tocasse os lábios como uma mãe sobre a testa de Liz, preenchendo-a do calor do fogo Sagrado.
Dezessete Anos
Heterossexual
Vestais de Héstia


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Por conta de viver grande parte de sua vida na Colômbia, a pele de Liz acabou adquirindo um tom bronzeado que a torna alguém de pele parda, algo que contrasta de maneira exótica com seus penetrantes e observadores olhos amendoados, com os quais Liz faz questão de não deixar escapar absolutamente nada. A necessidade de uma vida dura fez com que o corpo de Liz assumisse uma aparência atlética, algo que sua altura de 1,72m e 55Kg contribuíram em parte. Sempre optou pelo modo simples de vestir-se, apegando-se à jeans e blusas que deixem os ombros a mostra. Liz acaba por desgrenhar de maneira um tanto quanto rebelde e proposital seus cabelos negros longos com os quais possui um apego e preocupação maiores. É alguém atenta com a própria aparência, mas que não exagera, prefere ser sutil e natural, exceto quando a ocasião exigir um vestido justo tomara que caia curto e um par de saltos altos.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Liz é uma garota que ainda procura se encontrar dentro de uma sociedade que geralmente a tratou de maneira hostil, desde aquele que se mostra como o mais distante desconhecido até aqueles que se diziam como seus amigos. Com isso, Liz ainda se demonstra um pouco carente de afeto e busca em diversos elementos uma companhia fiel a quem pode plenamente confiar. É alguém extremamente observadora, porém não é nem um pouco serena, agindo conforme pensa, optando por jogar longe qualquer filtro que pudesse refinar seus pensamentos; é alegre e extrema, uma bomba-relógio dentro de uma caixinha de surpresas. Seu senso de observação a permitiu tornar-se perceptiva o suficiente para visualizar elementos que a maioria não presta atenção, além disso, é alguém que sabe quando e como agir, já que possui conhecimento das possibilidades que a envolve. Mesmo com uma vida rude, tenta ao máximo manter-se livre de qualquer rancor ou mágoa, apesar de ser extremamente difícil e árdua esta tarefa, já que o sentimento de vingança e raiva a perseguem constantemente.

Responda :

Por que escolheu esse grupo? Por nunca ter vivido a experiência de interpretar uma Vestal de Héstia, além disso, percebo grandes formas de evolução da personagem desta forma, consequentemente adquirindo melhor desempenho em suas atividades.

Porque devo aceita-lo no grupo? Pois terei a chance de aprender mais, de tornar minhas mãos instrumentos de forças que eu jamais imaginaria controlar. E claro, representar aquela que é capaz de providenciar toda esta experiência, aprendizado e história de vida para cada uma de suas seguidoras.

Apelidos: Flor, Chica.

Um segredo? De fato sou alguém que possui poucos segredos, já que faço questão de tornar minha vida um livro aberto, expressando opiniões e agindo da maneira mais verdadeira possível, porém, o meu passado colombiano não é exposto em sua totalidade, e já fui uma mula do narcotráfico, viajando a América carregando drogas no estômago, de fato eu era uma bomba-relógio.

O que mais te irrita? Pessoas que não prestam atenção em instruções e depois aparecem com uma expressão de vítima perguntando sobre o que é para se realizar.



Adicionais.
Sobre você

Um medo? Insetos e Roedores.

Gostos e Desgostos? Gosto da diversidade e da forma como as coisas podem se transformar, admiro o diferente, o novo, o exótico. Porém tudo isto citado antes pode ser odiado por mim caso seja apresentado por alguém que esteja o fazendo de forma intensamente falsa, a mudança vem de dentro, e quando isto não acontece, se torna uma piada. Não gosto daquilo que não pode ser revisto e alterado, o padrão não me agrada, na verdade me afronta, é como colocar uma forma única de se fazer as coisas, uniformizar, controlar, eu não gosto de ser controlada, sou livre para tomar minhas próprias decisões e absolutamente ninguém poderá tirar isso de mim.

Se descreva em apenas uma palavra? Determinada.

Redes sociais

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Skype : -- // --

Fale um pouco de você.

Primeiramente sou alguém que admira a todos e a cada um por suas qualidades e o modo de agir entre os demais. Muitos me consideram a cabeça pensante do grupo, porém eu mesma me considero alguém extremamente observadora, analisando cada detalhe para que enfim eu possa formar uma opinião concreta e próxima da verdade propriamente dita. Sou prática, e prezo a confiança, a verdade e a liberdade acima de muita coisa. Respeito aqueles que preferem o próprio silêncio, com a condição de que isto seja recíproco. Possuo muitas amizades, porém conto nos dedos de minhas mãos as quais são de fato verdadeiras e as quais merecem de fato minha confiança. Prezo muito pelo social, porém sempre procuro manter o físico e o mental em equilíbrio e posso ser uma lâmina afiada com aqueles os quais não demonstrem o mínimo de educação. De resto, sou um amor de pessoa.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Zeus em Qui Dez 22, 2016 6:25 pm

Ficha recusada, você já está inserida em um grupo secundários. E um recado acima, de Hefesto, dizia claramente que as fichas para grupos secundários estão trancadas até janeiro, não sendo possível adentrar em grupos até o dia 03/01/2017. Agradeço a compreensão.


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Re: Fichas para grupos secundários

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