The Blood of Olympus
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Fichas para grupos secundários

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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Perséfone em Qui Dez 08, 2016 4:42 pm

Ficha Aceita. Bem vinda .


dark lady

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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Aidan Ehlert Nordberg em Sab Dez 10, 2016 2:55 am


Eileen Van Dekker

i.- O futuro te assusta. Deixe-o. Não há vergonha em temer imprevisibilidade e incerteza. Mas querida, não deixe que o medo a consuma.

Você não quer imaginar o que é ser fúnebre. Pelas camadas e os confins terrestres, o seu sussurro pode ser ouvido, mas nada pode ser mais feito. Eu sei que isso é pretensioso da minha parte, mas nessa altura com uma pá na mão, não posso dizer nada mais que a verdade. Você, um jovem rapaz de apenas vinte anos morreu ano retrasado em um acidente no acampamento e me contatou através de meus sonhos. Não sabia como definí-lo somente agora que fito sua carcaça no fundo do caixão. Dedos entrelaçados, olhos fechados e lábios comidos. Por todos os deuses, o que estou fazendo? Eu sei que quando pequena vivi meia parte da minha vida em uma capela e outra em um cemitério, mas a imagem que tinha do seu corpo era simplesmente atraente. Não de uma maneira sexual - jamais possuiria pensamentos assim apesar de eu ser quem sou -, mas de uma redescoberta. O manto que marcava seu tronco foram retirados por meus dedos. No sonho, você pegou a minha mão e pressionou contra seu peito dizendo que precisava assistir tudo que se passou por ali se eu quisesse respostas para o que queria.

O tecido era leve demais e desceu sem problemas. O seu odor me entorpecia e revirava meu estômago de forma imprevisível. Meus lábios ficcionam contra os seus na mesma pergunta que me foi desejado ser feito. Você sabe onde está o corpo de Marguerit? - Sua reação foi constrangedora. Suas mãos apertaram meu braço e de repente me vi presa entre o breu da tampa do caixão e seu corpo, frio como qualquer outra pessoa que havia partido. O ar parou de convergir e o medo começou a me dominar. Era claro, já fazia algum tempo que realizava aquela mesma tarefa de investigação e apuração de casos, mas nunca numa realidade humana e inumana, prestei-me a perceber que o seu caso fossem um dos piores. Escutei uma súplica no meu melhor sonho, o verde predominante, a minha família e Noah segurando meu ombro de forma conselheira. Porém tudo ficou preto e só pude enxergar dois corpos jogados ao chão. O seu, numa reluta na linha frontal do vivo e morto e de uma moça já em decomposição. Você me sussurrou três palavras em exasperação, e eu apenas anotei. O gosto do cano da arma que tinha provado sendo saboreado por mim querendo mais informações e pedindo mais, desloquei meus dedos até sua nuca olhando congelada a seus glóbulos parados. Soprei com os lábios carnudos contraído e assisti sua reação; Suas mãos explorando a própria moradia, a madeira morta malcheirosa, e minha pele viva e pulsando energizando os segredos que precisava saber sobre o corpo de sua amada.

Sabe o que é pior neste cenário todo de um cemitério a noite, de uma semideusa trancada dentro de um caixão com um morto desperto? Era que quem costuma acordar depois de um longo tempo de sono, demora para dar-se ao conforto de Hipnos novamente.

E eu só queria algo que não pode-se tocar, eu só desejava algo que seria difícil buscar. As respostas. Nossos hálitos se mesclaram em uma labareda confusa. Eu e meu cheiro de chuva e você o cheiro de podridão. Engoli toda aquela propensão e me endireitei ao seu lado já enxergando parte de você me atravessar, indo por cima da tampa para puxar a minha mão.

E despertei novamente. Minhas narinas contraíram e enxerguei o turvo manto vermelho em minhas mãos que escorrem como água espumada. Cabelos louros se adornavam meus braços em tufos volumosos e mais um corpo foi se estendendo. Seios fartos, uma boca fina e coxas torneadas. Minhas íris se arregalaram e simplesmente desacreditada encontrei que você, caro semideus, procurava. Sua noiva também foi morta de acordo com as informações ganhas pelos meus dígitos. E sabe porque você codificou um sonho ruim como aquele? Você sabe que sou sonâmbula e encontraria nesta hiperconsciência o corpo dela.

Agora creio que o melhor a fazer, é arrastá-la para o seu túmulo e deixar com que os vivos fiquem com os vivos e os mortos, com os seus.
18 ANOS
BISSEXUAL
Necromantes de Erebus
Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS


Eileen tem sua estatura de 1,77 e pesa cerca de 63 kg que são proporcionados por todas as suas regiões físicas sem deixar nenhum  ponto exagerado. Suas madeixas são longas e possuem, um tom castanho médio. Seus olhos são azuis com leves toadas cor verde que se inclina para uma estampa bem propagada por toda a sua íris. Não tem costume de vestir roupas extravagantes, Eileen seria um estereótipo perfeito de alguém muito simples e necessário sempre imaginando se algo ali em seu corpo não irá atrapalhar algum programa a ser realizado. Esta também possui um piercing no septo e tem grandes lábios carnudos bem lustrosos como a pele saudável exalando a alma ainda juvenil parada no tempo.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.


Uma mulher de tendências inovadoras, Eileen tem a  exalar mesmo com a sua vida sofrida no passado um ar notório de conhecimentos. Inteligente e perspicaz, L costuma ser compreensiva, mas odeia se prender a qualquer tipo de pessoa adotando o relacionamento a ela na base do “coleguismo” ou apenas levá-la como um simples conhecido. Intuitiva, esta moça não deixa ninguém lhe passar a perna tão facilmente, pois, engloba além da sua própria intuição e essência, pega também as essências dos outros. Como uma típica aquariana,  ao centro das emoções, para Eileen isto é uma palavra um tanto desconhecida, todavia se regulariza como uma máquina capaz de apenas entender os pontos racionais ou  da lógica. Fria e prepotente, a mesma impulsiona a negação da necessidade de um elogio, um galanteio ou uma demonstração de carinho. Tudo tem de ter uma razão, uma lógica.
Responda :

Por que escolheu esse grupo ? 
A adivinhação é um dos temas que podemos ampliar seja por um lado religioso ou simplesmente crítico, é um dos temas que me interessam consequentemente também os que se encaixam na história da Eileen numa interminável histeria do que é ser um semidivino capaz de pressentir a impureza das pessoas. De fato, é um pouco complicado colocar na folha lisa o que é a ser Van Dekker. Tudo combina com ela entre o contato com os mortos a comunicação - por ser praticamente taciturna - e desta forma desenhar aquela linha congruente do poder e a submissão às sombras.
Porque devo aceitá-lo no grupo?
Eileen é cooperadora apesar de ter o egocentrismo a flor da pele. É uma pessoa bastante diversificada o que faz bastante típica de frequentar dois mundos ou até mesmo, tomá-los formas afim da compreensão. É uma garota lógica e usa de suas vantagens quando bem quer. Por outro lado, esta é cuidadosa e odeia chamar atenções o que para a serventia auxiliaria muito. Fora os requisitos agora dizendo como autora, de ligar o elo do passado dela com esta habilidade prepotente e peculiar de ver o futuro por meio daqueles que estão sem. É uma criatura extraordinária, ela laceia tudo que está a sua volta e consegue se portar na ambientalização. Em outras palavras, Eileen seria tipicamente a necromante investigativa, importando razões meios e conteúdo sendo baseados no que viveu ou então, no que enxerga dentro do acampamento.  
Apelidos : Lee, L e Leen.
Um segredo ?
Foi abusada quando menor e por isso, costuma privar certos detalhes sobre a palavra crer.
O que mais te irrita ? 
Pessoas falsas, as mentiras, injustiça e falta de liberdade.


Adicionais.
Sobre você

Um medo?
Estar presa ao outro mundo sem volta.
Gostos e Desgostos?
Gosta de ambientes escuros, coisas ligadas ao racional e tem um gene bastante apurado para observar ambientes. Ama lugares livres e atividades que envolvam seu tipo argumentativo.Desgosta de ambientes fechados, úmidos ou que a façam perder o ar como climas áridos também. Não gosta de rosas e nenhum tipo de for que leve a cor vermelha como predominância.
Se descreva em apenas uma palavra?
Bipolar.
Redes sociais

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Fale um pouco de você.

Dificilmente consigo estar inclusa em um grupo ou que alguém me considere uma pessoa “prioritária” para discutir assuntos do momento, até mesmo fazendo com que tenhamos contato por muito tempo. Gosto disso todavia but, sou uma pessoa livre e tenho certeza que se conversarem comigo, dê para formar uma boa amizade. q
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Cody Morgensten em Sab Dez 10, 2016 10:35 am


Cody Morgensten
Cody sequer se sentia cansado após acabar a batalha com o autômato. Apesar de ter realizado diversos movimentos totalmente novos e desgastantes, que normalmente o fariam suar, o filho de Ares estava pronto para enfrentar outra dezena de lutas como aquela. De alguma maneira, ele sabia que tinha algo a ver com a arma que empunhara no combate: nunca havia se sentido tão sincronizado com um item como quando tocou a foice. Mesmo sendo perito em qualquer arma criada pelo homem, uma cortesia do deus da guerra, com aquela era diferente. O rapaz sentiu como se pudesse acabar com um exército quando empunhou a foice.

— Ei, garoto — o filho de Ares já estava em seu caminho para fora da arena, assim como todos os outros semideuses que haviam comparecido à aula, quando a voz da professora chamou sua atenção. Ele não via qualquer motivo para ela o chamar, mas por via das dúvidas virou-se para olhar a morena.

— Eu? — disse, simplesmente, sem olhar pros olhos da semideusa. O rapaz não era bom interagindo com outras pessoas, especialmente fazendo contato visual.

— É prole de quem? — ela disse, seca. O filho de Ares não se sentiu confortável com o tom de voz, mas não falou nada a respeito.

— Ares... — respondeu, quase tão seco quanto a garota. Mas Cody não conseguia manter essa pose por muito tempo, ele não era de tratar aos outros assim. Portanto, adicionou duas palavras para suavizar um pouco o tom. — Por quê?

— Imaginei, pela habilidade com armas — a professora respondeu, com a cara ainda mais fechada que antes. Morgensten levou como um elogio, apesar de não ter certeza se essa era a intenção da garota. — Há quanto tempo está no acampamento?

— Estou aqui há alguns meses — disse, relaxando um pouco a postura, ainda preocupado em ter sido muito seco na resposta anterior. — Embora este tenha sido o meu primeiro treino.

— E por que um filho de Ares está há tantos meses sem treinar?! — Cody sentiu a pergunta chegando, mas não estava preparado para respondê-la. Por um breve momento, pensou sinceramente em contar a verdade à morena, mas decidiu que não era a melhor opção. Sequer sabia o seu nome, não era o tipo de pessoa pra quem ele devesse revelar seus segredos. Supondo que havia uma pessoa para isso.

— Eu... Bem, eu passei anos inteiros da minha vida fazendo nada além de treinar. Acho que eu precisava descansar um pouco — não era exatamente uma boa desculpa, embora fosse a melhor que ele conseguiu criar rapidamente. E não era total mentira, na verdade.

— Não deve ser o orgulho de seu pai, então — ela falou, ainda no tom de voz que deixava o rapaz desconfortável.

— Não me importo muito com isso, na verdade... — ele olhou para os olhos dela, pela primeira vez, apenas para vê-la revirá-los com as suas palavras seguintes. — Sou forte o bastante para me cuidar sem ele.

— Se você acha — ela ficou calada por alguns instantes. — O que acha da morte, prole de Ares?

— Tirando o fato de que ela parece me seguir... Não tenho muito a dizer.

— E o que acha de segui-la? — a garota finalmente mudou o seu tom. Algo no modo em que ela falou dizia a Cody que aquilo significava bem mais do que ele poderia imaginar.

— Depende do que quer dizer com isso — o filho de Ares respondeu, tenso.

— A morte precisa de você, filho de Ares.

...

Aproximadamente uma semana havia se passado desde que o filho de Ares começara a seguir o deus da morte, recrutado pela própria líder do grupo. Até aquele momento, ainda não havia feito contato com o deus da morte em si, mas as coisas estavam preste à mudar naquela noite. Cody estava tendo um sonho tranquilo, o que era bem raro para um semideus, especialmente para ele. Sonhava com um dia normal no acampamento: um treinamento rápido na arena, pra se manter em forma, depois uma caminhada pela praia, pra sentir a brisa e relaxar... Enfim, apenas um dia como outro qualquer, quando tudo mudou.

O rapaz sentiu um súbito frio levando embora toda a luz da praia. Os semideuses que estavam próximos a ele começaram a se dissolver em uma névoa negra, que começou a se reunir bem na frente do garoto, tomando a forma de uma capa, que logo em seguida se estendeu e moldou até que havia um homem de frente para Morgensten. Sua pele era pálida, e seus cabelos eram completamente escuros, assim como o manto que trajava. O semideus não precisava ter visto Thanatos antes para reconhecê-lo. Em um movimento rápido, fez a única coisa que parecia correta: abaixou-se, tocando um joelho no chão em sinal de respeito.

— Levante-se, jovem — o deus falou, e sua voz soou calma e fria, mas de alguma forma o filho de Ares pôde sentir nas palavras do deus um tom de... Seria gentileza? Ele obedeceu à morte, colocando-se de pé rapidamente, e esta pode continuar. — Eu tenho uma tarefa para você. Mostre-se digno dos poderes que agora possui, Cody.

— O que devo fazer? — o rapaz perguntou, simplesmente. Havia sido um soldado durante toda a sua vida, cumprir ordens em mais uma missão não seria nada demais para ele.

— Primeiramente, eu devo explicar o porquê da sua missão — o deus começou, e Morgensten apenas acenou a cabeça, sem dizer uma palavra. Não ousaria interrompê-lo, então apenas ficou parado enquanto esperava que ele desse as informações. — Creio que você se lembra de Dianna, a pequena enfermeira que cuidou de seus ferimentos no passado... Digamos que ela possui habilidades além do comum para um semideus, especialmente da idade dela. No entanto, um poder grande assim não é fácil de conter, e o corpo dela ainda é fraco para resistir a certos... Ataques. Ainda assim, ela faz o possível. Recentemente, no entanto, um fugitivo do mundo inferior conseguiu se apossar de seu corpo, e os resultados disso podem ser bastante trabalhosos para mim. Sua missão é encontrá-la, expulsar o espírito que a está possuindo e retornar em segurança com ela ao acampamento.

— Considere feito, senhor — o filho de Ares respondeu, simplesmente. Havia um turbilhão de perguntas se formando na mente do soldado, mas ele não havia sido treinado para perguntá-las, apenas deveria cumprir as suas ordens e ser bem-sucedido em qualquer missão que lhe fosse dada. — Onde posso encontrar a garota?

— Enquanto conversamos, o ser que possuiu Dianna está na casa da família adotiva da garota, se passando por ela — o deus respondeu, começando a dar as costas para o filho de Ares. — Quando acordar, cheque seu bolso e saberá onde encontrá-la. Haverá outro item lá também, para auxiliá-lo em sua tarefa. Quando encontrar Dianna, toque-a com ele. Ela irá expulsar o seu inimigo do corpo da jovem, e irá materializá-lo, para que possa causar dano com seus itens.

E então tudo começou a ruir, como se o cenário do sonho começasse a se destruir por completo. O próprio céu desabou antes que Cody acordasse agitado e suando frio. Com um salto, o rapaz se levantou da cama, e rapidamente checou o bolso da bermuda que usava para dormir. Seus dedos tocaram um pedaço de papel do qual não se lembrava, então ele o puxou para ver do que se tratava: era um pedaço rasgado de uma folha de caderno, e nela, escrito em uma letra majestosa, havia o endereço de uma casa em Nova Iorque. Morgensten já havia visitado aquela parte da cidade antes, com Alexia e Erick, então sabia exatamente onde estava indo.

Antes de ir, no entanto, ele checou o bolso mais uma vez, sentindo algo que não havia notado antes. Quando retirou a mão, viu que segurava uma espécie de pedra em formato oval, tão lisa que parecia com a lâmina de uma espada. O objeto emanava um brilho fraco, e possuía algumas inscrições gravadas sobre ele, em uma língua que o rapaz simplesmente não conseguia entender, mas isso não importava. Ele confiaria em Thanatos, e faria o possível para conseguir usar seu efeito contra a enfermeira.

A prole da guerra passou alguns minutos selecionando os itens necessários para a batalha que viria. O pingente de Ares e o anel do acampamento, como sempre, estavam com ele, além da montante de dois metros – maior que o próprio semideus – e da couraça de ferro. Os demais itens seriam guardados em seu espaço próximo à cama, pois não seriam necessários. Guardando a pedra no bolso e decorando o endereço mais uma vez, o rapaz de Ares sacou a espada gigante, concentrando-se no ponto exato que queria ir: a fachada da casa indicada. Então, em um piscar de olhos, seu corpo foi levado para lá.

Cody então usou o anel para transformar a montante em uma adaga, para conseguir ser o mais rápido e furtivo possível naquele lugar. Aproximando-se com cuidado, ele olhou pela janela, mas não foi capaz de avistar ninguém. No entanto, sua audição era aguçada o bastante para ouvir as vozes, que vinham do andar de cima da casa. “Por que não podemos comer bolo de novo, mamãe? Eu quero bolo!” A voz era a de Dianna, disso o guerreiro se lembrava, mas aquilo simplesmente não se parecia com ela. Pelo que ele conseguia recordar-se da jovem enfermeira, seu tom era sempre imponente, como se ela fosse superior, ou algo assim. Aquilo era definitivamente o oposto.

O filho de Ares ouviu a mãe responder algo, mas quase não conseguiu entender. Ele só conseguia perceber uma coisa: havia medo na voz da mulher. Algo maior que isso, ela estava apavorada. Uma voz masculina, que o rapaz julgou ser do pai, falou alguma coisa que para o Morgensten pareceu um pedido de desculpas, talvez... Ele também estava com medo. E então a mulher gritou, e o plano do guerreiro de ser furtivo foi por água abaixo.

Com um chute, o semideus arrombou a porta e correu diretamente para as escadas, subindo-as apressadamente e seguindo a direção do som que ouvia. Seus passos eram silenciosos, apesar de apressados: uma vantagem de seguir a Thanatos. Então, mais um chute, e o semideus abriu a porta para chegar ao quarto na qual a família estava, para se deparar com uma cena que ele não esperava. De relance, ele pôde ver Dianna de pé, com uma mão erguida, e apontada para o alto, na direção da parede, onde estavam... Os pais. Eles estavam levitando, presos contra a parede, e movimentavam-se em desespero, como se estivessem se sufocando.

Ele não pôde ver isso por muito tempo, no entanto, pois assim que entrou no quarto, a pequena enfermeira agitou a mão para o alto e o semideus foi lançado para longe, suas costas se chocando com a parede. Respirando com dificuldade e sentindo uma dor forte o bastante para que ele achasse que alguma costela havia sido quebrada quando ele caiu no chão, apoiando-se sobre os braços e tossindo antes de recuperar o fôlego. Mas claro, ele apenas foi lançado novamente, com uma força tão esmagadora que se não fosse a couraça, ele já teria morrido. Dianna abaixou a mão que segurava os pais, e ambos caíram, apertando os pescoços como se estivessem repentinamente livres, e então a garota passou a ignorar aos dois, caminhando na direção de Cody.

— É incrível, não é? — ela disse, com a voz infantil. — O que esse corpo pode fazer... E isso não é nem metade da capacidade total dele.

Como que para comprovar o argumento, ela moveu a mão mais uma vez, lançando Cody escada abaixo, até voltar ao térreo. O que foi o primeiro erro do espírito. Finalmente distante dos poderes da garota, o filho de Ares retirou a pedra do bolso, e começou a correr. Mas não foi uma corrida qualquer... Usando a habilidade dos ceifadores, ele conseguia avançar vinte e sete metros a cada segundo, era impossível para qualquer um ver algo além de um borrão. O corpo do filho de Ares estava extremamente dolorido, mas um nascido da guerra não hesitaria por isso.

Em sua velocidade máxima, ele tocou a pedra no corpo da pequena, que foi lançada para trás com o impacto. Não era a intenção de o rapaz machucar a criança, mas não havia outra forma de fazê-lo com aqueles poderes. No lugar em que antes estava Dianna, uma fumaça negra começou a surgir, tomando forma... Morgensten recuou dois passos e fez com que a adaga se tornasse uma espada curta – não havia possibilidades de usar uma montante ou uma foice dentro de um lugar fechado como aqueles.

Da fumaça, um corpo começou a surgir... Humanoide, mas feito inteiramente de sombras. Seus braços e pernas eram extremamente longos, e ele era bastante magro. Garras enormes saíam de seus dedos, e onde deveria haver olhos só havia esferas esbranquiçadas. No momento em que a coisa saiu do corpo da garotinha, ela desmaiou no chão. O filho de Ares avançou correndo contra o monstro, tentou arranhá-lo com um golpe, mas sua força não era nem metade da que costumava ser. O semideus conseguiu esquivar-se facilmente abaixando, e girou a espada no ar, decepando o braço da sombra, que pareceu nem notar: apenas atacou novamente, pressionando as garras contra o peito de Cody. Elas atravessaram a sua armadura e seu corpo, e ele sentiu que a própria alma estava sendo ferida.

O anel fez a espada virar uma adaga novamente, e o filho de Ares cravou-a no pescoço do ser, que o atirou para longe, mas Morgensten estava ferido. Respirava pesadamente, caído no chão, e sombra apenas se aproximava. Mas o semideus não poderia desistir. Com esforço, ele conseguiu se colocar de pé, e a adaga se transformou em uma maça, que atingiu a cabeça do monstro com força antes de se transformar em uma espada novamente. Com mais um golpe, o corpo da sombra foi partido ao meio, e explodiu em fumaça, caindo sobre o chão e então simplesmente sumindo.

Alguns minutos depois, Dianna acordou, confusa. Cody ajudou a pequena a levantar, explicando da melhor forma possível tudo o que havia acontecido, e então ela correu para o quarto, onde os pais ainda estavam sem ação, paralisados de medo com o que havia acontecido. A criança os abraçou com força, começando a chorar, mas eles demoraram vários instantes antes de perceberem o que estava havendo, quando também caíram em lágrimas, abraçando a filha. Cody esperou por vários minutos antes de tocar no ombro de Dianna.

— Precisamos voltar ao acampamento — ele falou, com uma voz tranquilizadora.

— Eu não posso — a garota disse, entre soluços, olhando para o rapaz. — Isso vai acontecer de novo. Meu corpo é fraco demais pra conter meus poderes.

— Sim, ele é — o filho de Ares falou. — E é por isso que eu vou te ajudar. Volte comigo, e eu vou treinar você.

18 anos
Heterossexual
Ceifadores de Thanatos


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

O físico de Cody é uma das poucas características do rapaz que faz jus ao deus que o gerou. Com 1,85 metros de altura, seu porte é atlético, com um corpo musculoso e bem definido, mas sem exageros. Seus cabelos são curtos, geralmente bem aparados e perfeitamente penteados, sendo castanho-escuros, e sua barba está quase sempre por fazer, se opondo ao cabelo. Possui olhos azuis, e uma beleza quase que rústica, bruta, que nunca passa despercebida pelas multidões. Caucasiano, o filho de Ares possui a pele branca, um pouco mais clara que o normal, sem chegar a ser albino. Pesa 75 quilos, e seu corpos sempre se porta de uma maneira ameaçadora, resultado do seu treinamento. Sua voz é grave, levemente rouca, e o jovem carrega o número 1 tatuado nas costas da sua mão.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Se tratando do psicológico, o guerreiro é complicado de se definir. Constantemente em conflito, toda a sua mente é tomada por ideias opostas, um resultado do choque entre duas realidades vividas por ele. Ainda assim, não se trata de uma dupla personalidade, ou bipolaridade, visto que Cody não alterna entre facetas diferentes. Pelo contrário, sua única personalidade é um reflexo de ambas, unidas.

A primeira delas é o resultado dos anos de treinamento em uma base secreta dos Estados Unidos. Garoto frio, treinado para ter completo controle sobre os seus sentimentos, de modo a nunca ser atrapalhado por qualquer um deles. Todo esforço é pouco quando se trata de cumprir os seus objetivos, e a criança não hesita antes de esmagar qualquer um que fique entre ele e sua missão, não importando quem seja. Disciplinado, o pequeno sabe reconhecer seus superiores, respeitando-os e seguindo os seus comandos cegamente. Não sabe interagir socialmente, sendo um completo inútil em qualquer tipo de conversa, embora não seja classificado como tímido. Ele apenas não sabe o que fazer. Apesar de fazer de tudo pela sua missão, o garoto é calculista e não entra em batalhas que sabe que não pode vencer, analisando todas as possibilidades antes de iniciar uma briga. Não é competitivo, muito menos faz o tipo que age por interesse ou vingança, visto que esse tipo de motivação é fútil e desnecessário. Não confia em ninguém, e não é uma pessoa boa ou ruim. Apenas faz o que deve.

O segundo resulta da vida de crimes, os anos em que passou ao lado de sua 'família' adotiva. Homem sagaz e extremamente esperto - o que não necessariamente se refere à sua inteligência, podendo também ser definido como sua manha para lidar com o mundo. Emotivo, não tem medo de agir de acordo com os seus sentimentos, que acabaram se mostrando quando tiveram a chance. Ainda assim, não é impulsivo, sabe a hora certa para agir e o que fazer quando necessário. No entanto, quando se trata de defender alguém importante para ele, não hesita antes de iniciar uma briga, mesmo que contra um deus. Embora tenha dificuldades para manter uma conversa por um tempo muito longo, ou com um grupo muito grande, consegue falar com as pessoas. Rebelde, não se importa em quebrar a lei para o que considera importante. É difícil conquistar a sua confiança, mas quem o fizer a terá para sempre.

O choque entre o homem e o garoto chama-se Cody Morgensten.

Responda :

Por que escolheu esse grupo?
Principalmente pela trama da personagem, que pretendo iniciar em breve. O grupo de Thanatos é o que mais se adapta a uma parte da história que pretendo montar para Cody, além de proporcionar bons poderes e itens para ajudá-lo.

Porque devo aceita-lo no grupo?
Pretendo fazer com que Cody seja uma representação do patrono e do grupo, cumprindo as tarefas que lhe forem designadas e ajudando os ceifadores no que for necessário.

Apelidos: Nope

Um segredo?
O cara é um ex-agente secreto procurado pela polícia e por sabe-se lá mais quem, com um conflito interno que atormenta a sua mente... Um segredo? A cor favorita dele é vermelho.
O que mais te irrita?
O Cody é disciplinado, ele não costuma se irritar com facilidade, apesar de ser um filho de Ares. A não ser que alguém mexa na salada dele. Ninguém mexe na salada dele.


Adicionais.
Sobre você

Um medo?
É on ou off? Ah, não importa, a resposta vai ser a mesma de qualquer jeito.

Gostos e Desgostos?
Gosto de não gostar das coisas que não gosto.

Se descreva em apenas uma palavra?
Seilá


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OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Hefesto em Sab Dez 10, 2016 12:53 pm

Ambas as fichas foram aceitas, bem vindos




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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Hefesto em Sab Dez 10, 2016 12:55 pm

Devido a implantação de novos sistemas - previstos para a primeira semana de janeiro de 2017, em 20 dias - e a reformulação de poderes até o dia 30 desse mês, as fichas para grupos secundários só serão aceitas até o dia 15/12/2016, a partir dessa data nenhuma ficha para grupo secundário será aceita até que os novos sistemas estejam postados - em janeiro dentro de poucos dias - Agradeço a atenção de todos, e continuem se divertindo dentro do forum.




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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Ahri Kiev Razvan em Sab Dez 10, 2016 3:49 pm


Ahri Kiev Razvan

Não que alguma das irmãs Razvan fosse normal, tivesse o mínimo de tato ou habilidades sociais invejáveis, contudo, o que ocorria nos últimos dias desafiava até mesmo o observador mais atento a encontrar um padrão lógico ou um roteiro minimamente confiável; pensava a adolescente encarapitada na beirada da cama, uma expressão perdida a nublar seu semblante de porcelana. Os olhos escuros focavam as pegadas encharcadas que Mihay deixara ao sair intempestivamente do chalé, batendo a porta atrás de si enquanto falava sentenças sem nenhuma coerência.

Noites atrás, vira por entre a consciência e o sono a mais velha, Serena, deixar o quarto na calada da noite, sem nenhuma explicação, assim como a pequena que parecia estar sob o efeito de algum controle mental. Um sorriso irônico formou-se nos lábios da garota, enquanto seu olhar percorria o chalé, observando os irmãos até encontrar Serena igualmente adormecida. Parecia estranho como algo parecia chamá-las para fora, não apenas da habitação, mas para fora de si, não raras vezes, Mihay vira pelo canto do olho um vulto negro a espreitá-la, como se cochichasse para ela, lhe dissesse que também precisava ir.

Suspirou. Naquele instante a irmã já estaria longe floresta adentro, incrivelmente, embora tivesse gritado para que ela voltasse, seus instintos lhe diziam que não deveria segui-la. Não se sentia impelida a ver o que quer que a irmã tivesse ido buscar no frio noturno da floresta isolada e pouco explorada. Dando de ombros, moveu-se de sua posição ereta e apanhou o casaco, vestindo-o lentamente e então se aproximou de Serena. — Acorda! Acorda! Mihay precisa de nós. — Disse tocando o ombro da irmã para acordá-la de seu sono leve.

Embora com alguns protestos, a mais velha a acompanhou. Não havia de fato muito que ela pudesse dizer além de que Mihay estava em perigo para fazê-la seguir a do meio até a floresta em uma noite como aquela. Estranhamente a aura de Serena sempre calma, estava errática e sombria… Os pelos de seus braços se eriçavam a medida que se embrenhavam mais na mata, seguindo até o lago, onde o corpo de Mihay repousava serenamente, desacordado entre as pedras das margens do lago, brancas como a noite a resplandecer sobre a pele da irmã gêmea.

Serena não se aproximou, estava estranha, mas a garota se sentia atraída pelo corpo semimorto da irmã, e essa tocou-lhe o pulso para saber se ainda estava viva.  Foi uma péssima ideia, a mão livre de Mihay se fechou ao redor de seu pescoço, e seus olhos se abriram, negros como a noite, e sem qualquer foco, parecia tomada pelas trevas. Ahri se engasgou enquanto a irmã se levantava, ainda a enforcando sem vê-la de fato, inutilmente, a garota tentou afastá-la de si. Naquele momento Serena surgiu ao lado de Mihay, com uma lâmina diferente em mãos, também negra, iluminada de forma precária. Ahri nunca tinha visto aquela arma antes, e sabia bem que aquela não pertencia a Serena.

Ahri cuspiu sangue, incapacitada de respirar adequadamente pelo aperto no pescoço, e viu quando a pele de Mihay tingiu-se de vermelho, o vermelho do sangue que pertencia a ela. A garota fez força, mas ainda não conseguiu se afastar, e não encontrou outra alternativa senão chutar a irmã com força. Nunca gostara de machucar as irmãs, mas no momento não eram elas ali presentes. Engasgou-se soltando das garotas, afastando-se até cair de bunda nas margens do lago, fuzilando as gêmeas com o olhar.

— O que diabos deu em vocês duas? – Reclamou, a voz saindo falha e rouca, a garganta ainda ardendo. Ela sabia que teria as marcas dos dedos de Mihay ali presentes por um bom tempo, mas no momento a questão não era aquela. Ahri se afastou por um momento, as irmãs a encarando como se não a vissem, pareciam tomadas pela escuridão que lhes preenchia as almas, e não a enxergavam. — Mate-as! – Uma voz gritou no interior de sua mente, a fazendo franzir a testa em confusão. Mas não foi isso que lhe chamou a atenção, e sim o punhal prato a flutuar em frente aos seus olhos. — Mate-as e o poder delas será todo seu, mate-as e elas não vão mais atacá-la, não são suas irmãs a sua frente, são monstros, ela a enforcou, mate-a! — Repetiu a voz, tão tentadora a soar em sua mente, não passava de um sussurro, contudo, parecia reverberar em cada extremidade de seu corpo, no limiar de sua mente agora confusa pelo choque e pela dor que ainda sentia.

— Não são elas… Não podem ser elas… — A adolescente cedia, olhando freneticamente de uma para a outra no que pareceu uma eternidade dentro dos segundos que se seguiram. Sem pensar, tomou o punhal prateado em suas mãos, sentindo a frieza do metal contra sua palma quente, cuja mão tremia. — Afastem-se, não quero machucá-las! — Disse em um fio de voz, sabendo de antemão que era inútil. Uma risada rascante e debochada fez caminho pela garganta de Serena, que empunhava ainda a estranha lâmina contra ela, ao seu redor uma névoa negra que Ahri suspeitava ter a ver com o tempo em que fora impedida de respirar… Aquilo não podia ser real. A respiração de Mihay parecia suspensa quando ela aproximou-se mais uma vez da irmã, os olhos negros fitando-a impiedosos quando ela tomou a mão que segurava o punhal e sorriu de forma macabra, enterrando a lâmina no próprio peito.

O choque percorreu o corpo da criança de Éris, seus joelhos tremendo a ponto dela pensar que não seria capaz de sustentar o próprio peso. Horrorizada, ouvia a risada de Serena como um eco e diante dela, não estavam mais as irmãs, contudo, ela não se encontrava sozinha na mata, na ponta da lâmina, a névoa negra se transformava em uma figura alta, que a fitava insistente com seus olhos bicolores. — Ah, minha criança… Como pôde demorar tanto para responder ao chamado do seu senhor? — Perguntava em voz macia, segurando ainda a mão de Ahri contra a dele, o punhal, desaparecendo na névoa, deixando nada mais do que a pele de ambos se tocarem.

16 anos
Heterossexual
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Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Ahri possui um olhar penetrante, por vezes é como se ao olhar para uma determinada pessoa conseguisse observar muito além do que a mesma lhe mostra. Seus cabelos variam de cor dependendo da luminosidade, contudo, sua coloração natural é loira. Opta por deixar os fios sempre soltos, cascateando por suas costas lhe oferecendo um ar infantil e meigo. Seu corpo é magro e sua estatura é baixa, mesmo que aparente ser frágil consegue ser muito forte quando assim deseja.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Dona de uma personalidade forte e peculiar, Ahri pode ser considerada uma pessoa egocêntrica, cética e insana. A única coisa real em sua vida é a presença das suas irmãs gêmeas, as quais não consegue viver sem. O resto, bom, qualquer um que se intrometer em seu caminho provavelmente será acometido de um arrependimento terrível, isso se não pagar com a própria vida. Sua sede de sangue chega a ser doentia, mas procura se controlar nos seus momentos de fúria. É calada e observadora, sempre avalia bem uma situação antes de agir, contudo, não consegue escapar de uma boa briga. Gosta do tilintar das lâminas em um combate, isso soa como música para seus ouvidos. Ahri, apesar da pouca idade, tem um acúmulo de decepções e magoas que carrega desde os primórdios de sua vida, mas procura esconder em um canto obscuro de sua mente. É bastante fria, não consegue se apegar ou gostar de ninguém além das suas duas sombras.
Responda :

Por que escolheu esse grupo ? É importante para o desenvolvimento da trama.
Porque devo aceita-lo no grupo? Eu fiz a ficha, isso já deve ser motivo suficiente.
Apelidos : Não possuo.
Um segredo ? É frágil quando se trata das irmãs.
O que mais te irrita ? Pessoas dramáticas e convencidas.



Adicionais.
Sobre você

Um medo? Perder Mihay e Serena.
Gostos e Desgostos? Gosta de deitar sobre a grama em um fim de tarde apenas para observar o céu. Normalmente não gosta de nada que envolva estar na presença de outras pessoas.
Se descreva em apenas uma palavra? Insana.


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OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil ? É esperto(a) ?
Aprendi com a dor a dura realidade do mundo, então não me venha com meios termos, pois eu aprendi a viver no mundo da forma com que ele quer que eu viva.


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I look at you and I see myself. I have the same faucet in my eyes, so your tears are mine.
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Athena em Sab Dez 10, 2016 4:57 pm

Ficha aceita, bem vinda


Palas Athena...
Sometimes the power must bow to wisdom. You can be strong, may have power, but if you are wise, you are all well. And more than that, yes you can defeat them. Once warned that to save the world destruiri you-your friends, maybe I was wrong.
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Calíope Böhr Wingërkaroff em Ter Dez 13, 2016 11:23 am


Calíope Silene Böhr Wingërkaroff

Acampamento Meio-Sangue, Long Island. Part One - The First Suicide Mission.

Da janela do chalé de Dionísio, Calíope observava o nascer do sol com um semblante tristonho na face. Seus cabelos loiros estavam presos em um coque desarrumado e ela suspirava enquanto sentia a brisa fria da manhã acalentar seu rosto enquanto as lágrimas desciam por suas bochechas. Sua mente vagueava em lembranças, onde ela ainda permanecia ao lado do seu amado pai adotivo, Akilles, e eles estavam no barco dos Wingërkaroff observando o sol emergir do horizonte. Ela fungou e enxugou as lágrimas e continuou escorada na janela imersa em seus pensamentos até notar os primeiros indícios de movimentação no acampamento. Um novo dia em uma longa lista de anos.

❦❦❦

Não deixe a guarda muito baixa. Espere! Não golpeie agora. Vamos Cali, agora! Ei, por que parou? Desistiu? – a voz de Caius soava em meus ouvidos como uma sinfonia muito mal tocada e eu estava desejando a todo o momento e de todo o meu ser que ele calasse a maldita boca e deixasse que eu me concentrasse no treino.

Se você calar a boca por 5 segundos e deixar que eu me concentre no alvo, tenho certeza que seria capaz de derrubar um cão infernal com um só golpe. – retruquei e ele deu um sorriso presunçoso girando o cabo da espada na mão. Maldito seja! Filho de Ares. No instante em que ia desafiá-lo para um duelo, uma garota adentrou a arena e chamou meu nome.

Calíope Wingërkaroff. Quírion requer sua presença na Casa Grande. – ela falou tão autoritária e formal que não pude deixar de franzir o cenho observando ela andar em direção à saída da arena. Olhei por cima do ombro e vi Caius me olhar confuso, apenas dei de ombros e saí atrás dela, imaginando o que tinha feito de tão errado para que o diretor de atividades do acampamento solicitasse minha presença.

Contando, esta era a segunda vez que ia à Casa Grande durante o meu curto período no acampamento. A primeira vez que pisei os pés na sala de estar da enorme casa, havia sido pelo motivo de uma discussão com uma das filhas de Éris e não havia sido uma discussão apenas de palavras bonitas e bem planejadas. Retornar ao local já não era a mesma coisa e já ia imaginando do que haviam me acusado desta vez, mas fiquei surpresa ao notar Quíron me esperando na porta de entrada da Casa Grande.

Como vai Calíope? – Quíron me saudou assim que me aproximei dele, ainda tentava me acostumar comas criaturas que me rodeavam nesse meu novo estilo de vida. Sempre ouvi lendas sobre essas criaturas mitológicas, mas saber que eles eram reais e bem vivos? Nunca havia passado pela minha cabeça tal pensamento.

Vou muito bem, Quíron. – respondi observando as feições do centauro com curiosidade, esperando alguma reação que me fizesse entender o motivo de estar sendo requisitada por ele. – Só estou um pouco curiosa para saber o motivo da solicitação da minha presença na Casa Grande. – murmurei sem poder me conter, a curiosidade e a discrição não eram as minhas melhores qualidades.

Receio que esta explicação fique para mim. – Uma garota surgiu de dentro da Casa Grande e veio em minha direção, ela tinha um olhar rude e uma postura de líder. Franzi o cenho confusa e ela sorriu. – Eu sou Svetlana e sou prole de Ares assim como seu amigo Caius, estou saindo em uma missão e necessito de outros semideuses para me acompanhar. – ela murmurou e eu revirei os olhos. – Então, cria do velho bêbado. Estou te convocando para esta missão suicida no triângulo das bermudas ou mar de monstros, como queira chamar. – ela despejou as informações com um sorriso perverso nos lábios e eu não pude evitar em fechar os punhos com força diante da forma presunçosa como ela se referiu a mim. – Pense bem, esta pode ser a sua chance de se provar útil neste acampamento, pois vá por mim, não é treinando dia e noite que você irá ter honras e glórias. – ela murmurou e apesar de estar odiando o jeito dela não podia negar uma pontada de vontade de participar da expedição, mesmo sabendo que muito provavelmente eu não voltaria com vida, mas que se dane! Eu iria provar o meu valor.

- Está bem, Svetlana! Aceito o desafio. Irei com sua expedição e lhe mostrarei do que sou capaz. Espere até ver o que a "cria do velho bêbado" aqui sabe fazer. – murmurei estampando um sorriso tão presunçoso quanto o dela e lhe dei uma piscadela. Talvez aquela fosse a melhor maneira de morrer.

Acampamento Meio-Sangue, Long Island. Part Two – The Suicide Travel.

Caius parecia não acreditar enquanto eu falava e arrumava minha mochila, observei suas feições e ele parecia verdadeiramente preocupado. Aquele olhar penoso dele foi o ápice para que eu me irritasse de fato. Por que todos achavam que eu não seria capaz de fazer algo heroico ou perigoso só por ser filha de Dionísio? Tudo bem que pai não tinha a melhor Divação* entre os campistas, mas ele também era o deus da loucura e eu tinha menos da metade das habilidades dele em minhas veias e ninguém parecia se importar.

Escute Caius, nada do que você vier a me falar irá ser de grande valia. Estou decidida e irei sim. Não quero dar motivos para aquela “general” vir a me ridicularizar. Oh não! Eu irei mostrar para aquela brutamontes do que sou capaz. – murmurei socando a cama com força e olhei para ele.  – Espero que esteja melhor com a espada quando eu voltar, pois eu irei voltar e irei te mostrar quem é a pinguça. – murmurei e ele me olhou com um olhar vencido e suspirou.

Tome cuidado e lembre-se do que lhe ensinei, eu sei que não foi muita coisa, mas você pode se safar de alguma enrascada usando aqueles truques. – ele murmurou e eu o abracei.

Eu sei. Irei me lembrar de tudo e voltarei para te dar uma surra. – falei rindo e ele me acompanhou. No momento seguinte ouvi passos no assoalho da varanda do chalé e logo após a voz estridente e masculina de Svetlana me chamando. Era hora de ir.

❦❦❦

O navio que iria nos conduzir para “Missão Suicida” se assemelhava muito aos navios que os piratas usavam nos filmes, tentei imaginar uma caveira na bandeira que ficava no topo do mastro e sorri balançando a cabeça, logo subindo a bordo. Só depois de alguns instantes me dei conta do por que da missão e então meu olhar se encontrou com a prole de Ares.

Svetlana, qual a real intenção nesta missão? Por que até onde me lembro, você não me contou absolutamente nada. – perguntei ríspida e ela me encarou um pouco, divertida?

Para uma filha de Dionísio, você é um tanto sóbria. Será que você foi reclamada pela deus certo? – ela brincou e eu revirei os olhos.

- Pare de gracinhas e me diga logo. Para onde estamos indo? – perguntei rudemente e ela também revirou os olhos.

- Ah, está bem! Estamos tentando chegar à ilha de Polifemo, necessito resgatar algo da deusa Afrodite e estava sem opções, pois quase nenhum campista quis vir comigo. – ela murmurou e eu suspirei.

Após certo período no navio, descobri que havia mais filhos de Ares do que qualquer outro semideus, o que me levou a crer que a maioria dos campistas achava a missão uma grande furada e então eu comecei a me arrepender amargamente de ter aceitado, mas estando já tão distante do acampamento, não havia como voltar atrás.

❦❦❦

Observei apreensiva as manchas escuras enquanto o barco se aproximava, e então as figuras entraram em foco. Ao norte, uma enorme massa de rocha se erguia do mar – Uma ilha com falésias de pelo menos trinta metros de altura. Cerca de um quilômetro ao sul, a outra macha de escuridão era uma tempestade que se formava. O céu e o mar ferviam juntos em uma massa trovejante. De início pensei que era um furacão, mas lembrei dos mitos sobre o Mar de Monstros. Oh droga!

Você é louca, garota! – murmurei olhando para Svetlana e ela me olhou dando de ombros. - Vai acabar nos matando. – gritei para ela e seu olhar enfurecido não aplacou a minha fúria.

É a única maneira de entrar no Mar de Monstros, você sabe disso. Precisamos navegar por entre Squila e Caríbdis. Não tenho culpa se você aceitou vir na missão, eu lhe avisei que era uma missão suicida. Arque com suas consequências, prole de Dionísio. – ela gritou de volta, pensei em retrucar, mas ela estava certa. Eu havia escolhido isso.

- Certo! Então como vamos passar por Squila e Caríbdis? – perguntei olhando para ela e então percebi que não havia um plano. – Eu não acredito que a filha de Ares não tem um plano. – murmurei e ela me olhou como se fosse me fuzilar pelo olhar.

- Eu só não pensei em algo, ainda. – ela resmungou baixo e eu comecei a rir, mas logo parei ao lembrar da minha posição. Não estava melhor do que ela.

- Que os deuses tenham piedade de nós. – murmurei em uma prece rápida e olhei para Svetlana. – Tenho uma ideia, é meio estúpida, mas é melhor do que morrer. Manteremos o curso do navio baixo e assim que passarmos próximo a Squila, descemos para o compartimento de baixo e rezamos para sairmos vivos. – murmurei para Svetlana e ela revirou os olhos. – O que? É melhor do que enfrentarmos os dois monstros e morremos no processo. – retruquei e mais uma vez ela revirou os olhos.

- Iremos lutar, filha de Dionísio. Sairemos vivos e com um pedaço da Squila de recompensa. – ela murmurou e eu a olhei incrédula, só sendo muito estúpida para dizer aquilo.

- Faça como quiser, mas você não irá me arrastar para a morte. – disse firmemente e ela me olhou com desdém e saiu andando pelo convés dando ordens e mais ordens, deixando um bando de semideuses desconfortáveis e temerosos.

Mar de Monstros, Navegando para a morte. Part Three – The Island.

A cada segundo que o navio se aproximava do local onde era muito provável que era a caverna de Squila, meu coração dava saltos de nervoso. Svetlana proibira descer até o compartimento que ficava abaixo do convés e com isso foi-se a minha chance de sobrevivência. Olhei furiosa para ela e desejei de toda a minha essência que ela morresse, mas se ela morresse... Como eu iria voltar ao acampamento? Suspirei finalmente aceitando meu destino trágico e perecer como heroína, assim esperava. Fiz uma prece para meu pai e sentei-me no convés quando percebi que estávamos muito próximos do local. Ouvi o barulho das vozes dos semideuses preparando-se para lutar e pensei comigo mesma “Era assim que eu iria morrer? Sentada em um convés sem fazer absolutamente nada? Não! Eu não iria!”. Levantei e ergui minha espada indo para próximo de Svetlana que empunhava uma enorme espada de dois gumes, ela sorriu quando me viu em posição e então aguardamos. Ouvi um silvo distante e então dois tentáculos marrons e verdes surgiram do alto e agarraram dois semideuses os erguendo para o alto, olhei apreensiva para Svetlana que mantinha um olhar furioso e aguardava. Foi então que entendi o plano e técnica dela, por isso tantos semideuses para uma missão, quanto mais Squila se ocupava em matar vários semideuses, daria tempo para o navio avançar para longe do local da luta e seguir seu curso sem interrupções. Mas ela não contava com a rapidez do monstro e quando percebeu já era tarde demais. Squila dizimou mais da metade da expedição e continuava tão rápida e feroz. Eu desviava o melhor que podia dos tentáculos dela usando minha espada e minha limitada velocidade, mas quando ela agarrou Svetlana e a ergueu no ar eu soube que tudo estava perdido. A espada dela caiu próxima a mim e então senti meu pé ser laçado por algo gosmento e logo fui erguida no ar, numa atitude impensada golpeei o tentáculo que me erguia no ar com minha espada, cortando o aperto que me prendia a aquela coisa e então caí direto na água, a pancada foi tão forte que acabei desmaiando.

❦❦❦

Acordei sentindo uma brisa fria em meu rosto, imaginei que morrer devia ser assim, reviver as suas melhores sensações, mas por que me sentia tão viva? Abri os olhos com um pouco de dificuldade e vi apenas escuridão, mas aos poucos vi o brilho frio das estrelas e a luz da lua e percebi que não havia morrido. Tentei me sentar, mas sentir uma dor forte nas costelas e deduzir que algumas estavam quebradas. Senti algo roçando em minha perna e me assustei imaginando ser Squila novamente em meu encalço, mas era apenas minha espada e agradeci mentalmente ao deuses por ele não ter se perdido pelo extenso mar que nos banhava, olhei em volta e não vi mais ninguém. Estava sozinha nesta jornada.

Sentei gemendo de dor, vi pontos pretos se formar em meu campo de visão e achei que iria desmaiar, mas logo fui me acostumando com a dor e tentei levantar. O lugar onde estava era uma incógnita para mim, não fazia a mínima ideia e duvidava que houvesse alguém por ali para me situar, engoli em seco e avancei em direção ao desconhecido.

Enquanto eu andava ouvia sons estranhos se aproximando de mim, olhava para trás constantemente sentindo um arrepio percorrer minha pele. Avistei ao longe uma construção e dei mais uma vez graças aos deuses, mas os sons estranhos retornaram e estavam mais perto. Um alerta de perigo soou em minha mente e sem pensar duas vezes empunhei minha espada e me virei a tempo de ver algo se rastejando em minha direção, me joguei para o lado me arremessando no chão quando aquilo se jogou contra mim. Rolei para o lado e me apoiei no joelho direito, a dor em minhas costelas se intensificou e ficou difícil me levantar, mas com esforço consegui e logo focalizei o que era a criatura. Inferno! Era uma dracaenae.

Observei seus movimentos e ela os meus, tinha uma vaga noção de uma luta com monstros e todos as vezes Caius estava comigo, mas naquele momento eu estava sozinha. Ela me rondava como uma presa e eu me senti enjoada com a dor, mas teria que me manter forte, pelo menos até matar aquela coisa. Notei que só contava com minha espada e com as habilidades que possuía de luta e com isso, aguardei o movimento da dracaenae. Esperei ela avançar até a mim, mas ela parecia esperar por meu ataque, um movimento de defesa? Talvez, mas eu não iria atacar primeiro e então comecei a recuar, percebi que quanto mais recuava, mais ela avançava e então eu sorri a olhando, aquilo deve a ter tirado do sério, pois ela veio em minha direção. Tentei sair do movimento de sua espada, mas fui devagar demais e a lâmina abriu um enorme talho em meu braço, em seguida senti um forte tapa em meu rosto e rolei pelo chão. Me levantei rapidamente quando ela golpeou o lugar onde eu outrora estava caída e avançou contra mim, saí do caminho a tempo e pulei nas costas da criatura. Se sou estúpida? Sim, com certeza, mas estava desesperada e se fosse para morrer, queria morrer da maneira que eu escolhesse. Ela se debateu tentando me soltar, sua pele era escorregadia e escamosa e temi se ela conseguisse me soltar, a mão dela socou minhas costelas e eu urrei de dor, peguei a espada e cravei nas costas dela assim que tive a oportunidade e então caí no chão coberta de um pó dourado malcheiroso.

O esforço me fez cair de joelhos novamente e os pontos negros voltaram a permear minha visão, mas desta vez eu sabia que iria desmaiar. Mas antes que meu corpo tombasse no chão, vi a figura de uma bela mulher se aproximar de mim lentamente e então eu apaguei.

❦❦❦

Quando eu acordei novamente estava deitada em uma cama, a meu lado havia um copo com um líquido estranho, por ser semideusa achei instintivamente que era néctar, mas assim que comecei a beber o gosto era completamente diferente. Sentei-me na cama e notei de imediato que minhas roupas haviam sido trocadas por vestidos de seda estilo os vestidos gregos, apesar de achar aquilo demais, nunca havia me sentido tão bela. Depois de o que pareceu uma eternidade, notei uma bela moça sentada em um divã me observando. Fiquei alerta e ela sorriu levantando-se e vindo em minha direção.

- Não tenha medo criança. Não irei machuca-la. – ela murmurou e sua voz era tão suave e gentil que me acalmei instantaneamente. – Sabe onde está minha jovem? – ela perguntou e eu apenas balancei a cabeça negativamente. – Você está em minha ilha, você deve ter sido arrastada pela corrente do mar de monstros e veio parar aqui. – ela falou e eu a olhei um pouco melhor, o olhar gentil me era tão familiar, de uma pintura que vi no acampamento, franzi o cenho tentando me lembrar de onde eu a conhecia e então minha mente clareou e eu lembrei. Meu olhar luminoso se encontrou com o dela e ela alisou meus cabelos.  – Acho que você já sabe quem eu sou não é minha jovem? – ela sorriu docemente e me encarou.

- Você é Circe, a deusa feiticeira. É uma grande honra conhece-la. – eu disse respeitosamente e ela sorriu.

- Eu vi você lutando contra a dracaenae, foi singelo, mas vi potencial e empenho em você minha querida.  Diga-me, você tem interesse em magia? – ela me perguntou e eu corei diante dos elogios.

- Sim. Magia é uma fonte de poder tão poderosa e eu almejo o poder mais do que tudo. – murmurei baixo e ela me olhou maternalmente.

- Tenho uma proposta para você minha querida semideusa. Junte-se a mim e as minhas feiticeiras e então terá o poder que tanto almeja. Olhe para tudo isso, eu posso lhe ensinar a dominar a magia e só peço seu amor e devoção a mim em troca. Você é valiosa para mim e quero que seja capaz de ter o mundo a seus pés, minha criança. – ela falou e eu me inclinei tentada a aceitar, usar a magia era algo que eu sempre admirei e ainda mais depois que virei semideusa, olhei para Circe que me olhava como se eu fosse uma de suas protegidas e então eu finalmente sorrir e a olhei.

- Sim, Lady Circe, eu aceito ser sua feiticeira. Prometo honrá-la e amá-la e prometo usar meu empenho e meu potencial para trazer glória as feiticeiras e a senhora.

* Se sair Divação é por que a palavra é Reput-ação. Não sei o motivo de trocar a palavra por Divação.
18 y.o
Bicuriosa
Feiticeiras De Circe


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Calíope possui os cabelos loiros e medianos, a pele clara e os olhos castanhos claros. Ela mede em torno de 1,65 de altura e pesa 56 kg. Possui diversos sinais de nascimento espalhados por seu pescoço e costas e possui algumas tatuagens, dando destaque a um cálice no pulso esquerdo e um cacho de uvas no pulso direito indicando seu progenitor, Dionísio.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Psicologicamente, Calíope possui um carisma invejável. É uma garota divertida, alto-astral e brincalhona. É leal a seus amigos e irmãos e os defende com unhas e dentes se preciso for, mas como todo ser humano possui seus defeitos. Ela é ambiciosa e muito calculista, a ponto de passar por cima de tudo e todos para alcançar seus objetivos e o que ela almeja. Apesar de ser carismática, Calíope consegue ser mais fria que as proles de Quione e não aceita ser contrariada, e contradizendo a sua própria personalidade, consegue ser grossa, sarcástica e bastante cruel.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Circe é uma das deusas das quais mais admiro. A admiro por ela usar a magia como elemento de maior valor e importância máxima e por ter um instinto tão maternal com suas feiticeiras, o que a torna uma deusa “segunda” mãe para suas pupilas. A trama de feiticeira se encaixaria perfeitamente para Calíope, pois ela é uma jovem que anseia pelo poder e quer mais poder do que dominar a magia?
Porque devo aceita-lo no grupo? E por que não me aceitar? Sou uma potência a ser explorada, possuo força de vontade e energia suficientes para dominar magia, aprendo rápido e tenho um bom raciocínio lógico e por que eu quero muito a corzinha das feiticeiras.
Apelidos : Cali
Um segredo ? Just Keep in Secret.
O que mais te irrita ? Plástico Bolha.



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Um medo? Altura
Gostos e Desgostos? Pizza. Não ter pizza.
Se descreva em apenas uma palavra? Crazy.


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I live my day as if it was the last; Live my day as if there was no past; Doing it all night, all summer; Do it the way I wanna; Yeah I'mma dance my heart out 'til the dawn; But I won't be done when morning comes; Doing it all night, all summer; Gonna spend it like no other. It was a crush, It was.
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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Vênus em Ter Dez 13, 2016 3:59 pm

Ficha aceita, bem vinda.


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Re: Fichas para grupos secundários

Mensagem por Robin A. Deverich em Qua Dez 14, 2016 4:52 pm


robin ahn deverich

Sua respiração se tornava descontrolada, seu corpo inteiro suava em uma discordância com o clima ao qual o ambiente possível, porém em sua mente, as coisas não se passavam tão bem quanto gostaria.
Robin possuía pesadelos desde que se entendera por gente, e neles, tudo se repetia como um filme. Ela sempre correndo por uma floresta extremamente escura e fechada, e uma voz ao seu ouvido sussurrando palavras em uma língua desconhecida para ela, porém, era o suficiente para que soubesse exatamente como fazer, e no final, a pequena garota de cabelos rosa acabava com uma faca cravada ao peitoral de alguém sem rosto. E como em todas as noites, a garota era desperta em um susto, sentindo seu coração tão acelerado a ponto de explodir.

E em como todas as noites a quais ela está inquieta, Robin vestiu-se de forma prática para um treino pesado durante a madruga, e saiu sobre as pequenas estradas do vasto acampamento. Estranhamente, não parecia haver ninguém acordado. A garota andava olhando para todos os lados a qual podia, sentindo uma neblina espessa cada vez cobrir o lugar a qual ela estava. - Venha... - ouviu a voz a chama, sentindo seu corpo arrepiar-se ao reconhecer aquela voz. - Quem esta ai? - Gritou a pequena garota, ouvindo sussurros da voz novamente, notando-as que vinha de direções que levava a floresta. Atenta e curiosa, a garota retirou sua faca de bronze de bolso, a mantendo firme em suas mãos ao correr diretamente pela trilha que a levava ao local onde jurara que a voz se encontrava, porém, o que ela encontrou fora o suficiente para que lhe deixasse em um estado de choque. Aquele realmente era o seu pai?

-Papai? - Perguntou, porém ele não parecia ouvi-la, e aquilo a instigou. A garota se aproximou em passos largos e ligeiros, e ao tentar agarrá-lo, sua mão acabou por atravessá-lo, como se aquilo fosse uma miragem. - O que está acontecendo? - Olhou para a sua mão, sentindo seus olhos encherem-se de lágrimas. - O que você vê, filha de Hécate? - Ouviu a voz novamente, desta vez ela não lhe pareciam tão terna e firme. - O que esta acontecendo? - Ela precisava de respostas! Suas mãos estavam tremendo, porém ainda segurava como se valesse sua própria vida aquela pequena faca de bronze. - Você foi escolhida por mim, Lord Thanatos, a levar esta pobre e medíocre alma ao seu juízo final. - Robin sentiu-se cada vez mais irada. Alma? Ele dissera. Então seu pai havia sido morto. A garota engoliu em seco, olhando novamente ao redor para ver se conseguiu enxergar o portador daquela voz. - E... quem fez isso com ele? - Sua voz estava firme, ela sentia que precisava defender daquilo, principalmente o seu orgulho e amor a qual sentira pelo seu pai. - As respostas a qual procura, devem ser feitos a pessoa com quem possui o mesmo sangue. A que diz protegê-la. - Os olhos de Robin se tornaram tão vermelhos quanto sangue, e a fúria existente dentro de si transbordava ao ponto da garota sentir tão fria quanto impiedosa.

Um vento forte soprou sobre ela, e estranhamente a garota já sabia o que deveria ser feito. Robin prostrou-se sobre a frente do que restara de seu pai, e ergueu sua mão em direção ao local que seu coração deveria estar, e uma estranha luz surgindo, tornando aquela almas em pequenos fragmentos de luz que desceram em direção ao submundo. - Tsc... - cuspiu Robin. Ela jamais perdoaria sua única família por aquele ato.

18 ANOS
ASSEXUADA
CEIFADORES DE THANATOS


mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Olhos escuros como a noite, porém sempre escondidos com lentes de contatos. Seus cabelos tão incomuns quanto seus olhos, estando sempre de alguma tonalidade diferente e sempre muito bem alinhados, o que contrasta com sua pele alva, chegando ao ponto de ser pálida. O rosto triangular possui nariz invejável, as maçãs do seu rosto são levemente salientes e coradas, a boca sempre em um tom mais rosado sendo este o seu tom natural.  Dentes brancos, perfeitamente alinhados. Estranhamente possui uma altura um pouco menor que da sua irmã, dando-lhe a aparência ainda mais de alguém frágil, além do seu físico que passa a impressão da mesma ser uma pequena ‘’boneca.’’ Possui uma tatuagem no pulso, sendo idêntica a da sua gêmea.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Sua aparência meiga não engana as pessoas, de fato ela possuí uma personalidade feliz e contagiante, mesmo que as pessoas não soubessem que em seus pensamentos, as coisas não eram extremamente assim. É alguém bastante medrosa, escondendo-se atrás de sua irmã na primeira oportunidade que lhe é dado, porém bastante corajosa quando o ambiente lhe permite, a fazendo ser tão durona quanto Hel. Se mostra sempre observadora e pensativa, enquanto sua irmã costuma fazer as coisas mais agressivamente, ela observa esperando o momento certo para que algo seja feito, sendo uma grande vantagem para si. Ela é dita como o cérebro, enquanto sua metade é o corpo.

Dificilmente se abre com as pessoas para algo pessoal, porém gosta de manter o ambiente agradável e as pessoas sorrindo, sempre contando alguma piada boba ou entrando em brincadeiras divertidas.


Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Porque é um grupo a qual deveria ser obtido mais interesse, além de que é uma ótima combinação com os poderes dos filhos de Hécate.
Porque devo aceita-lo no grupo?: E por que não? posso mostra-me ser bastante útil, respeitando o idealismo, além de estar sempre aberta a novas aprendizagens.
Apelidos : Rob
Um segredo ? Got a secret, can you keep it? huhuh, Melhor eu não contar, é um segredo não é mesmo?...
O que mais te irrita ? Injustiça.



informações adicionais
Sobre você

Um medo?

Hidrofobia: Robin possui medo de qualquer lugar com água muito funda, pois uma vez tentaram lhe afogar na escola.
Aracnofobia: Uma vez viu uma aranha entrar na boca de sua irmã, criando o medo de que esse pequeno aracnídeos fosse mata-la.

Gostos e Desgostos?: Ama tocar teu pequeno violino e ler, porém odeia qualquer coisa que tente se intrometer em sua bolha com Hela, ou seja, a vida social.
Se descreva em apenas uma palavra?: Determinação.

Redes sociais

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Fale um pouco de você.

Meu coração é aberto para novas amizades, e gosto quando as pessoas são mais abertas a conversar. Ajudo a quem eu posso, e me sinto bem quando os vejo feliz. Por fim, sou alguém movida ao amor ao próximo, mesmo que seja egoísta em uns mínimos aspectos.



Código por Oyuki ? 2012


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Robin A. Deverich
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