The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[RPs] Hans N. Kültzer ☼

Ir em baixo

[RPs] Hans N. Kültzer ☼ Empty [RPs] Hans N. Kültzer ☼

Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Sab Abr 20, 2019 9:18 pm



Tópico referente ao evento "Um Reino de Conto de Fadas", onde será postado tudo referente ao mesmo. Hans, filho de Apolo, estará acompanhado de sua mascote Calima, assim como poderá contar com participação de outros jogadores eventualmente.

ein MärchenreichTextos por Hans Nikolai Kültzer


Hans Nikolai Kültzer
Hans Nikolai Kültzer
Lider de Apolo
Lider de Apolo

Idade : 19

Voltar ao Topo Ir em baixo

[RPs] Hans N. Kültzer ☼ Empty Re: [RPs] Hans N. Kültzer ☼

Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Seg Abr 22, 2019 7:32 am

I settled my grievance by crafting a maskand I never looked back
Meu sono estava sendo tranquilo e isso por excelência era algo incomum, nenhum sonho profético ou algo do tipo. Porém algo me despertou, Calima soltou um piado na cabeceira da minha cama e como resultado, recebi uma travesseirada de algum irmão revoltoso com minha ave lhe incomodando o sono. Ao me levantar para acalmar a minha companheira, mas percebi que algo a incomodava. Algo estava acontecendo no acampamento e para nossos padrões semidivinos, eu deveria me preocupar e, em poucos instantes eu estava vestido e armado. Calima rumou para fora do chalé e eu segui ela, as chances de eu ser pego pelas harpias eram altas, mas eu confiava o suficiente na minha mascote para saber que ela sabia quando algo estava de errado.

Não demorou para que minhas habilidades de caça somada as da Calima me ajudassem para saber o que estava acontecendo. Um animal percorrendo todos os prédios, com uma admirável pressa, a princípio eu poderia ignorar e voltar para a minha cama, mas aquele bicho felpudo me despertou um interesse. A passos silenciosos para não chamar a atenção das "guardas noturnas" do acampamento e não fosse notado pelo bicho. Ele seguiu em direção a floresta e eu continuei o seguindo, Calima sobrevoava o topo das árvores como uma boa caçadora que era. Eu estava me arriscando ao adentrar na floresta nessa hora da madrugada, mas algo naquele bicho estava me instigando a continuar.  

O brilho da lua era a única fonte de luz que me era permitida e eu me sentia incomodado de estar ali fora da proteção do meu pai, segui o rastro que o animal me deixava, o forrageio da mata estava bagunçado e arrastado que era um claro sinal de que ele estava correndo. Em poucos instantes cheguei a uma clareira, próxima ao punho de Zeus, Calima desceu dos céus para parar ao meu lado, nossos olhos automaticamente começaram a rastrear qualquer sinal da nossa caça, Calima parecia determinada em acabar com aquela história em poucos instantes:

Calima, só aja de acordo como o combinado ao meu comando. — Recebi um olhar insolente, porém obediente.

Logo eu localizei o que procurávamos e, aparentemente aquele bicho era um coelho, mas...ele estava vestindo um paletó e perceber que o observava, sacou um relógio de um dos bolsos do seu paletó e seus lábios mexeram, como se dissesse alguma frase. Meus olhos piscaram numa vã tentativa de despertar de algo que me parecia incomum, porém rapidamente me lembrei que eu era um semideus e que normalmente eu estava falando com criaturas mitológicas, então quis acreditar que aquilo que estava vendo era algo totalmente dentro do comum.

Ele voltou a se mexer com velocidade para dentro da floresta e assim que eu comecei a caminhar próximo ao punho de Zeus para seguir aquela figura estranha, Calima e eu caímos num buraco.

Eu esperei para sentir o chão embaixo de mim, mas continuava a cair, Calima ao meu lado não conseguia estabilizar o voo e em poucos segundos meus olhos se perderam da minha mascote. Eu não conseguia medir o tempo que estava caindo, parecia ser minutos, ou segundos e eu continuava a cair. A luz acima de mim já sumira e eu estava num completo silêncio e escuridão, a sensação de queda já não existia, mas meu corpo ainda estava inerte, não sentia ele tocar em nada. E como se aquilo tudo não passasse de um sonho muito louco, me encontrei deitado numa relva de uma floresta que me era estranha, rapidamente me levantei para procurar por sinais da Calima, porém ela não parecia estar comigo.  Meus passos eram cautelosos pela situação que me encontrava e com um ato totalmente inesperado para mim, um grito rompe o silêncio da floresta:

Bem-vindo a floresta encantada. 

Importante:


Missão fixa inicial: Para adentrar no evento de contos de fada é necessário fazer a missão fixa acima, sendo encontrado pelo coelho e guiado por ele até uma toca que o guiara para o mundo mágico. Você deve explicar como foi atraído pela criatura e o que te fez seguir ela, a missão termina com seu personagem caindo em um buraco que parece não ter fim, mas que num piscar de olhos também desaparece, te deixando em uma floresta estranha, onde alguém grita: Bem vindo a floresta encantada. 

Recompensas: 500 XP e 500 Dracmas + 1 Fragmento.
Itens Levados:

• Solaris [ Um arco recurvo feito com mogno, em suas lâminas diversas runas quando expostas ao sol emitem um leve brilho dourado, além de conferir o poder do arco incendiar suas flechas. A aljava de couro possui 20 flechas que têm suas pontas feitas de bronze celestial. | Efeito 1: As flechas quando atiradas à luz solar, se incendiam |Efeito 2: A aljava contem vinte flechas, que quando esvaziadas, se repõe automaticamente após dois turnos | Mogno e bronze celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Solarium [Armadura de bronze celestial composta de quatro partes: colete, espaldar apenas do lado esquerdo, braceletes e grevas. Todas as partes da armadura têm entalhes de raios solares, já no colete, existe um sol entalhado bem no centro. No bracelete do braço direito, está adaptada uma dedeira para facilitar o uso do arco e flecha. | Efeito 1: Reduz em 40% todos os golpes físicos lançados contra o portador. Efeito 2: Reduz 20% de golpes mágicos lançados contra o portador. Efeito 3: Transformar-se em uma camiseta básica preta, para uso diário. (Não é possível colocar mais efeitos nessa armadura) | Bronze Celestial | Espaço para uma gema | Alfa | Status 100% sem danos | Épico | Evento cidade dos monstros]

• Tri Dagger [Também conhecida como Jagdkommando, a Tri Dagger possui o design de uma das armas brancas mais letais, feita exclusivamente para matar pessoas. A lâmina, feita de ferro estígio, tem três arestas afiadas que se torcem para um ponto. O design contínuo, ainda funcional, desta arma é combinado por furos. É uma adaga devastadora, com a lâmina de 18cm de comprimento, possuindo ao todo 30 cm. | Efeito 1: a arma é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos; Efeito 2: Transforma-se em um chaveirinho geek de um cogumelo negro| Ferro Estígio | Beta | Espaço para duas gemas | Status: 100%, sem danos | Épico | Ganhado no evento: quando o passado revive]

• Pulseira de perícia avançada [Pulseira de platina que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, então é fácil de equipar-se com ela, se for danificada, ou destruída, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente. Só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia de uma arma de sua escolha em +50%, provocando um dano de +30% (Arco e Flecha) | Platina | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Loja Especial do BO]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Tatuagens:


  • Bart Allen | Velocidade | Tatuagem circular em estilo Thai, com diversas inscrições na língua de sua origem tailandesa, estas inscrições se referem a nobreza de espírito, humildade, como uma espécie de mantra | Aumenta a velocidade do semideus em 30% | Panturrilha esquerda | marca mediana| Permanente.



  • IPeper | Percepção | Cruz simples | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| Dedo anelar direito | marca pequena | Permanente.

Poderes utilizados:

Habilidades Passivas:

Nome do poder: Visão Aguçada I
Descrição: Um bom arqueiro precisa de uma visão perfeito, e os filhos de Apolo/Febo herdam de seu pai olhos perfeitos, melhores que os dos mortais comuns.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 25% de assertividade com qualquer habilidade de lançamento, disparo ou afins.
Dano: + 20 de dano ao lançar algo em algum inimigo e o acerte em cheio não valendo para golpes que peguem de raspão.

Nome do poder: Ecolocalização

Descrição: Filhos de Apolo/Febo possuem a audição naturalmente mais apurada do que os outros semideuses. Capacitando-os de detectar a disposição dos corpos em um ambiente através de ondas ultrassônicas emitidas por eles, eles analisam as reflexões destas e com isso adquirem consciência da posição e distância dos ''obstáculos'' no arredor. Isso também faz com que possam interagir e alterar a rota de outros animais que se utilizam desta habilidade, como morcegos e golfinhos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Habilidades Ativas:




MONTY


Hans Nikolai Kültzer
Hans Nikolai Kültzer
Lider de Apolo
Lider de Apolo

Idade : 19

Voltar ao Topo Ir em baixo

[RPs] Hans N. Kültzer ☼ Empty Re: [RPs] Hans N. Kültzer ☼

Mensagem por Hécate em Ter Abr 23, 2019 3:38 pm


Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 500 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 500 XP e Dracmas e 1 Fragmento.

150 XP para o mascote.

Comentários:

Alguns erros de digitação foram encontrados, assim como a repetição de algumas palavras tornaram um pouco a leitura cansativa, mas nada que mereça ter os pontos descontados.

Atualizado por Nêmesis!




Hécate
Hécate
Deuses Menores
Deuses Menores


Voltar ao Topo Ir em baixo

[RPs] Hans N. Kültzer ☼ Empty Re: [RPs] Hans N. Kültzer ☼

Mensagem por Hans Nikolai Kültzer em Seg Maio 20, 2019 11:47 pm

Fear Op
Um pai tinha dois filhos, o mais velho deles era sábio e sensato, e sabia fazer de tudo, mas o mais jovem era tolo, e não conseguia aprender nem entender nada, quando algo precisava ser feito, era sempre o mais velho que fazia, mas se o seu pai pedia ao mais velho que fosse buscar qualquer coisa quando já era tarde, ou já estivesse escuro, e o caminho tivesse de passar perto do cemitério, ou de qualquer outro lugar assustador, ele respondia:

— Oh não, pai, eu não vou lá, isso me causa arrepios! — Porque ele sempre tinha medo.

Ou quando histórias em volta da fogueira eram contadas a noite, ele ficava todo arrepiado, e aqueles que estavam por perto sempre diziam:

— Oh não, estou ficando com medo! — O mais jovem ficava sentado no canto e escutava as histórias com o resto das pessoas, e não conseguia imaginar o que significava tudo aquilo.

— Eles estão sempre dizendo: "estou ficando com medo, estou ficando com medo!". — Eu não estou ficando com medo, pensava ele. — Talvez essa fosse uma arte que eu precisava entender!

E então, aconteceu que seu pai um dia disse a ele:

— Ouça-me, garoto que está sentado aí no canto, você está ficando alto e forte, e você deve aprender alguma coisa com a qual possa ganhar a vida. Veja como o teu irmão trabalha, mas você não ganha nem sequer para comprar um quilo de sal.

— Bem, pai, — respondeu ele, — eu tenho vontade de aprender alguma coisa, de verdade, e se isso pode ser ensinado, eu gostaria de aprender a ter medo. Eu não entendo nada disso.

O pai suspirou e respondeu:

— Você logo aprenderá o que é ter medo, mas você não terá o teu sustento com isso.


Conto: A História do jovem em busca de saber o que era o medo - Irmãos Grimm

• ☼ • ☼ • ☼ • ☼ •

Anoitecia. Eu já estava em meu quarto após o jantar servido na estalagem que  me hospedava, toda aquela jornada em terras fantásticas vinham me trazendo as mais diversas experiências que mesmo em anos no Acampamento Meio-Sangue, eu jamais imaginei que teria. Mas diante dessa experiência, vinha também a preocupação em auxiliar aquele mundo que estava sob o ataque dos mais diversos vilões e, com isso, a minha constante incursão em diversos reinos sob a tentativa de ajudar com seus problemas, isso estava gerando um grande cansaço mental e físico, quando finalmente chegava na hospedaria, só conseguia pensar em descansar, já consciente do próximo pedido de ajuda que viria a qualquer momento.

O pedido aconteceu mais cedo do que eu previa.

Eu estava sentado em minha cama, organizando meus equipamentos quando o estaleiro veio bater em minha porta. Me levantei para atendê-lo e assim que abri  para ele,  perguntei qual era o problema, ele em toda sua cordialidade me perguntou se eu estava bem acomodado, mas eu sabia que aquilo era só um pretexto para ele pedir alguma outra coisa. Respondi que tudo estava bem por ali, porém se tinha alguma outra coisa que ele queria me falar.

— Oh senhor Kültzer, não queria ter que vir incomodá-lo, mas tem uma pessoa lá embaixo que está precisando de auxílio, pensei em chamá-lo,  mas posso pedir para alguma outra pessoa caso o senhor queira descansar.

— Não precisa Baldrick, já estou descendo. — Então completei. — E lembre-se que já pedi para me chamar só de Hans.

— Ah sim, certo senhor Hans. — Eu dei um breve sorriso com a atitude extremamente educada do estaleiro. — Avisarei que o senhor estará no salão em breve.

Guardei rapidamente meu equipamento, entretanto logo teria que voltar para pegá-lo provavelmente, conforme fosse o pedido que me aguardava e assim desci as escadas que levavam para o salão da estalagem.

O salão da hospedaria era o espaço onde se servia as refeições para os hóspedes e também havia um balcão que servia de taverna para os moradores daquela vila, várias mesas e cadeiras estavam distribuídas pelo espaço, a iluminação ficava por conta de diversos lampiões presos nas colunas estruturais do local. Senhor Baldrick e sua gentil esposa eram os responsáveis por manter aquela estalagem, com a ajuda de uma de suas filhas, o outro filho do casal servia as forças do rei. Todo este ar medieval fazia eu me sentir como um aventureiro de alguma aventura de Dungeons and Dragons,  sabia que qualquer jogador mortal faria de tudo para ter a oportunidade de estar em meu lugar, mas depois de tanto tempo indo nos mais diversos reinos aquilo para mim já se tornara algo normal e costumeiro.

Assim que me viu, o estaleiro me indicou onde a misteriosa figura que veio atrás de ajuda estava, agradeci com um aceno e fui em direção a mesa que ficava encostada na parede do salão.  Para minha surpresa não havia ninguém ali, talvez a pessoa tivesse saído para ir ao banheiro, então resolvi sentar para esperar. Assim que puxei a cadeira e fiz a menção de me acomodar, ouvi um grito de protesto:

— Ei, cuidado! Não está vendo que o lugar está ocupado? — Uma figura diminuta estava "sentada" na cadeira, logo a pequena criatura levantou voo. — Vocês por serem grandes sempre ignoram nossa presença, surpreendente.

A pequena criatura tinha asas quase transparentes, as veios d veias da asa eram brilhantes e formavam desenhos espiralados, seus cabelos eram ruivos e suas orelhas levemente pontudas, como de elfos.

— Me desculpe, não percebi que a cadeira estava ocupada. — Respondi para a figura alada que agora estava frente a frente comigo. — Mas o que...perdão, quem é você?

— Típico. — A criatura respondeu. — Sou Krixi e o que eu sou? Lhe respondo: sou uma fada.

Naquele momento só conseguia sentir vergonha pelo constrangimento que havia sido instaurado, eu tentei continuar me desculpando com o pequeno ser, todavia ela tinha assuntos a tratar mais urgentes que meus pedidos de desculpa e logo dispensou o pedido de desculpas.

— Bem, estou aqui a pedido do Rei Edwin, sou a mensageira do reino. Estamos tendo um problema e seus feitos estão percorrendo o reino, logo pensamos que poderia nos ajudar.

— Pois bem, qual o problema? — Tentei não demonstrar a vergonha que senti ao ouvir que meus "feitos" estavam sendo observados.

— Faz alguns meses que estamos passando por um mistério, alguns aldeões têm sido sequestrados e semanas depois eles retornam, mas não são as mesmas pessoas.

"Elas voltam parecendo que estão mortas por dentro, como se toda sua alegria tivesse sido arrancada delas, nós tentamos buscar o autor dessa atrocidade, porém sem sucesso. Pensamos que talvez uma ajuda externa fosse necessária, então chegamos até você.", a fada concluiu.

— Talvez eu possa ajudar, vocês não conseguiram nenhum tipo de pista?

— Bem, é por isso que viemos até você, nós suspeitamos de um lugar, porém a última pessoa que foi até lá para investigar, voltou como qualquer outro, como morto-vivo.

— Ah sim! Muito animador o seu convite. — Disse, deixando levemente um tom irônico escapar.

— Entenda, nós dessas terras temos poderes, porém sabemos que vocês que vieram do outro lado também possuem algum tipo de poder. — A Fada continuou. — O que estou querendo dizer é que essa pessoa que está fazendo isso, talvez ele consiga prever nossas ações, porém não vai estar esperando por alguém como você.

— Bem, imagino que você tenha a certeza que eu aceitaria o convite.

— Que bom que chegamos a um acordo. — Sem esperar que  a resposta fosse dada, a fada levantou voo e completou a sentença. —  Esteja pela manhã no castelo, mais informações serão passadas lá.

— Amanhã estarei lá.

• ☼ • ☼ • ☼ • ☼ •

Despertei após um sono conturbado, a preocupação tecida pela Fada Krixi na noite anterior fizera com que eu levasse isso para meus sonhos. Vultos espectrais me rondavam e tiravam minha alegria, monstros que já havia enfrentado antes reapareceram e reavivaram todo medo que senti quando os enfrentei, a guerra contra Nyx também apareceu em meus sonhos. Ser filho de Apolo e ter sonhos neste nível sempre podia significar alguma coisa, um alerta talvez. Eu não sabia quem enfrentaria, portanto precisava estar pronto, vesti minha armadura que agora estava transformada numa camiseta e peguei meu fiel arco, colocando a aljava nas costas.

O castelo não ficava distante da vila, caminhei cerca de quinze minutos até chegar nas muralhas da fortificação, assim que me viram  e sabiam o porquê eu estava ali, pois  aguardavam minha chegada, os guardas começaram a descer a pesada ponte de madeira e ferro que levava para o interior da fortaleza. Depois de eu me apresentar para os guardas e confirmar para que tinha sido chamado, um deles me guiou para onde o rei estava. O soberano me aguardava em seu trono, confesso que esperava ver um rei como em meu mundo, um senhor bonachão, barrigudo e com jeito de já estar senil. Porém Rei Edwin era claramente um guerreiro, o corpo forte por debaixo dos trajes, seu olhar era rígido, porém tinha um rosto bonito, pensei que aquele era um rei típico do reino das fadas, tendo em vista outros príncipes e princesas dos filmes que via quando criança.

— Temos aqui nosso herói, vossa majestade. — disse o guarda que me acompanhava.

— Se apresente, herói. — Completou Rei Edwin.

Dei um passo à frente e uma leve inclinada com o corpo, estava tentando reproduzir qualquer coisa que aprendi com os filmes, mas eu devia estar parecendo qualquer coisa, menos formal.

— Me chamo Hans Kültzer, majestade. — Respondi. — Filho de Apolo.

Eu não sabia se existia o panteão grego naquele mundo, ou se eles eram cristãos, se o cristianismo existisse também, entretanto não achei sensato mencionar que era filho de um deus. Percebi a aproximação de Krixi, a mensageira do monarca, ela foi até o rei e falou algo que só ele pudesse ouvir e depois de encerrado o diálogo, a atenção do rei se voltou para mim novamente.

— Pois bem, senhor Kültzer. Como já deve ter sido informado, estamos passando por alguns problemas aqui na redondeza e por isso pedi para que minha mensageira fosse lhe buscar.

— Estou ciente disso, sim senhor.

— Você está apto para cumprir esta missão? Espero que possa resolver os problemas desse vilarejo, caso consiga, recompensas lhe aguardam.

— Eu não busco recompensas, vossa majestade, só quero poder ajudar o máximo de pessoas que eu puder. Lhe garanto que todo o preparo foi me dado por aqueles que me treinaram.

— Bem, você ficará acomodado aqui até o momento que desejar partir.

— Eu prefiro sair agora, aproveitar o tempo que resta dos raios do Sol, me sinto mais confortável sob a proteção dele. — Conclui sem deixar transparecer que sair num horário que meu pai não tivesse domínio me deixava desconfortável.

— Se assim preferir, lhe desejo boa sorte, herói. Krixi irá passar mais informações para você.

Me reuni novamente com a fada, ela me relatou onde eles supunham que estava acontecendo os ataques e era para onde deveria seguir para investigar. Eu verifiquei se estava com todos os equipamentos que me serviriam, decidi por levar poucas coisas para ser o mais furtivo possível, mas Krixi também me forneceu uma mochila com algum alimento, roupas limpas e alguns itens caso eu precisasse passar a noite ao ar livre.

Agora eu estava sozinho, somente com pequenos indícios do que esperava pela frente, então iniciei minha caminhada seguindo para o norte, pela estrada do reino, esta estrada me levaria para onde havia um antigo castelo, agora em ruínas, pouco se sabia sobre o local, mas seria um local perfeito para que alguém pudesse se esconder.

Depois de deixar os domínios do reino para trás, chegou o momento de sair da estrada. Eu teria que tentar ser o mais discreto possível e seguir pela estrada só traria visibilidade para minha presença. Segui margeando a estrada, através da floresta que margeava o caminho, o Sol ainda estava no céu, me ajudando a manter meu curso sem me perder quando chegava em pontos da estrada que o caminho se dividia, além disso, sabia exatamente quantas horas do dia teria pela frente.

Isso me preocupava.

Pelas minhas contas eu chegaria nas ruínas ao anoitecer, ou seja, estaria em total desvantagem de ter que explorar um local desconhecido, sem estar sob a proteção do domínio do meu pai, mas já tinha passado por situações parecidas durante minha vida de semideuses, uma coisa que sempre aprendi era a capacidade de me adaptar as mais adversas situações, semideuses por natureza precisavam se adequar o tempo inteiro, portanto segui em frente.

Depois de longas horas de caminhada, com pequenas pausas para me alimentar e recuperar minha energia, finalmente cheguei as ruínas que esperava encontrar e, como previra, o sol ia também se pondo. O local realmente parecia abandonado fazia muito tempo, eu teria que entrar para investigar se ele estava sendo habitado ou não, naquele momento senti falta de Calima, ainda não tive contato com ela desde que havíamos chegado ali, eu estava preocupado com a minha mascote, nessas horas ela seria de grande auxílio para mim.

Eu precisava me concentrar, teria que ser o mais silencioso possível, eu conseguia ouvir cada som que vinha em minha direção e tentei controlar os sons que eu produzia, a partir daquele ponto comecei a ingressar nas ruínas, de forma a passar despercebido sob qualquer um que pudesse estar vigiando o local.

A escuridão e o silêncio eram perturbadores, parece que tudo culminou para o clima aterrorizante que aquelas ruínas traziam. Tentei me manter calmo diante do que eu poderia esperar daquelas terras mágicas, algum monstro talvez? Minha imaginação começou a aflorar os mais diversos tipos de criaturas que eu pudesse conceber.

Agora estava dentro do castelo, voltar já não seria uma escolha naquele ponto, vir em uma missão sozinho era arriscado, porém precisava conseguir ajudar aquela gente. Eu ia passando por várias câmaras, salas com paredes caídas, todavia não havia nenhum sinal de estar habitado. Cheguei a uma escada circular, que levava para o piso superior do castelo e, ao fim da escada, estagnei. Tinha alguém ali, consegui sentir a presença de outros dois corpos, um se movimentava mais que o outro, que parecia estar parado. Eu armei meu arco com uma flecha, não sabia se a melhor escolha era entrar numa luta, mas deveria estar preparado para qualquer surpresa.

Com passos silenciosos, fui me aproximando da porta onde eu sabia que aqueles corpos estariam, a tensão ia aumentando cada vez que eu chegava mais próximo, a porta estava entreaberta dando a possibilidade de eu tentar espiar o que estava acontecendo lá dentro. Talvez este tivesse sido meu erro, quando tentei olhar pela fresta a porta se abriu, aquele momento de súbita surpresa fez com que eu ao tentar me afastar da porta tropeçasse e duas mãos me agarraram, tentei lutar contra, porém uma forte bancada em minha cabeça fez com que tudo ficasse escuro.

Minha cabeça latejava, deveria estar sangrando também. Meus olhos demoraram para conseguir focar e saber o que tinha acontecido, senti meus braços amarrados, assim como minhas pernas. Levantei minha cabeça para olhar em volta, ainda estava no castelo, porém aquela sala parecia se distanciar do que era um reino feudal, ela tinha alguns equipamentos tecnológicos, telas piscando, mas tudo parecia funcionar a vapor, como algum ficção steampunk. Pude ver qual era a pessoa que eu percebi que estava imóvel, era um homem sentado numa cadeira, suas mãos presas com grossas tiras de couro, seu rosto estava preso e na frente uma tela ficava passando diversas imagens confusas, eletrodos grudados em seu crânio iam com seus fios em direção a máquinas fumegantes que registravam algum tipo de dado que eu não conseguia entender. A outra pessoa que era provavelmente quem havia me capturado olhava para os monitores, fazia algumas anotações. Era um rapaz alto, provavelmente mais alto do que eu, não pude ver seu rosto, mas ele deveria ser mais velho também. Ele finalmente se virou pude ver seu jovem rosto, porém grandes cicatrizes vermelhas marcavam a lateral. Ele abriu um sorriso ao perceber que o observava.

— Ah você acordou, peguei você bisbilhotando, isso é muito feio...semideus.

Tentei manter a calma diante daquela situação desfavorável, meu cérebro estava a mil tentando achar uma saída daquele enrosco que eu havia me metido, mas mesmo assim dei conta de tentar descobrir mais informações sobre o sujeito.

— Quem é você? Como sabe o que eu sou?

— Vocês terem ao virem para estas terras chamaram muita atenção, logo os boatos começaram a percorrer diversos reinos, não demoraria para que alguém descobrir quem eram essas pessoas que vinham do outro lado. Agora quem sou eu? Essa é uma pergunta mais difícil de responder. Digamos que sou só um curioso.

— É você que está transformando as pessoas em mortos-vivos?

— Ah que isso, eu só fiz alguns testes neles. Fico feliz que Rei Edwin tenha mandado você, está cada vez mais arriscado eu sair do meu castelo para conseguir pessoas para eu fazer meus experimentos.

O outro homem amarrado soltou um extenso grito de pavor, o "cientista maluco" olhou indiferente para ele e voltou a olhar para os gráficos nos monitores. Aquela situação havia chegado no limite, eu teria que começar a ser mais convincente em conseguir informações.

— Que tipo de experimentos você está fazendo?

— Essa é uma longa história, mas acho que ainda vou demorar com esse aqui, até passar para você, então dará tempo de contar.

"Bem, desde pequeno eu nunca entendi o que era o medo, cresci com essa dúvida e ela era tão grande que meu pai me expulsou de casa por algumas que aconteceram quando eu tentava descobrir o que era o medo. Eu rumei pelos mais diversos locais, as mais diversas pessoas tentaram me mostrar o que era o medo, mas eu nunca consegui compreender. Foram anos tentando sentir medo, até que um dia eu entendi que talvez eu devesse fazer os outros sentirem medo, para que eu pudesse compreender melhor o que era esse sentimento. Passei então a construir essas máquinas que induzem as pessoas a sentirem seus mais diversos pavores, infelizmente tivemos alguns fracassos, que foram aquelas pessoas que você diz terem virado mortos-vivos, acidentes nos experimentos sempre acontecem, não é mesmo? Pois bem, acho que terminamos com esse, já posso colocar você para o teste." concluiu o homem.

Eu precisava ganhar mais tempo até pensar numa maneira de sair dali, mas não conseguia mais pensar em nada, aquele homem parecia estar conseguindo obter avanços em suas maluquices e precisava ser parado de alguma forma.

— Eu posso fazer você sentir medo.

O homem parou.

— Muitos já tentaram, nenhum conseguiu.

— Você sabe que sou um semideus, eu tenho poderes que podem lhe induzir sentir medo. — menti, mas usei todo o poder de convencimento que eu conseguia colocar na minha voz.

Ele hesitou por alguns segundos, mas então retirou da cadeira o homem que agora parecia inerte e começou a me preparar para eu passar por aquela sessão de aparente tortura. Eu continuei a falar como eu poderia fazer ele sentir medo, que meu pai era o deus do pavor e que eu conseguiria fazer ele compreender aquela sensação, é claro que tudo não passava de uma invenção minha, mas eu era filho do deus que abençoava as musas e eu tinha um pouco de talento com interpretação. A cada argumento que eu usava, ele ia ficando mais tentado a me soltar, aquilo estava funcionando, portanto continuei.

— CHEGA! — Ele gritou me interrompendo. —  Você não vai conseguir, eu só preciso de mais um para meu experimento terminar.

Ele ligou os eletrodos em minha cabeça e ligou a máquina, aquele seria meu fim? Eu precisava lutar, eu precisa ser determinado e conseguir resistir. As imagens começaram, elas pareciam ser retiradas da minha mente, coisas que só eu sabia que tinha passado. Aquilo começou a me perturbar, elas eram passadas rapidamente e em cores que confundiam minha vista, agora eu entendia porque aquelas pessoas saiam naquele estado, eu estava começando a sucumbir ao medo.

Não!

Eu tinha que lutar, eu não deveria me entregar ao medo e saber que ele fazia parte de mim, era ele que gerava minha sobrevivência, principalmente sendo um semideus. O medo faz parte da evolução humana, eu não tinha que renega-lo, eu tinha que aceitá-lo. Aquelas imagens já não faziam sentido para mim, eu compreendi o medo, jamais deixaria de temer algumas coisas, mas agora sabia que poderia lidar de outra forma.

Do lado das máquinas o homem que não sentia medo olhava confuso para os ponteiros, tentando entender o que estava acontecendo de errado.

— O que você fez? Por que não está funcionando com você?

— Eu disse, sou filho do medo, sua máquina não me afeta. Me solte e vai ter um vislumbre do que é sentir o medo. — as palavras saíam da minha boca sonoramente, tudo tentando fazer com que ele acreditasse em mim.

Então ele me soltou.

Eu poderia tentar fugir, mas ele teria que aprender da pior forma. Encostei o dedo em sua testa e canalizei o poder que meu pai tinha, ele não só trazia a cura, mas quando os homens lhe desagradavam, ele podia trazer a doença. O homem começou a ficar pálido, como se tivesse com calafrios.

— O que você está fazendo comigo?

— Vou fazer você temer a doença, as pragas, a doença, a morte. Sou filho do deus Apolo, deus da verdade e da luz, aquele que traz a cura, mas também a tira. Senhor do Sol, das pragas. Eu sou o detentor do seu poder e com ele farei você sucumbir.

Ele se ajoelhou diante de mim, eu não sabia se ele estava com medo, meu poder não era poderoso a ponto de causar grandes danos, mas minhas palavras influenciavam aquele momento. Ele começou a vomitar, tentou pedir para eu parar. Eu parei.

Senti pena dele, ele talvez tivesse se descontrolado, mas ele causou mal a outras pessoas, teria que provar alguma coisa. Ele começou a levantar debilitado, aquele momento seria decisivo para saber se o que eu tinha feito tinha funcionado. Será que eu tinha sido radical demais? Ele então começou a falar:

— Agora consigo compreender o que é o medo, você tinha razão, você conseguiu, mas eu não quero continuar sentindo.

Ele foi em direção a bancada, com diversas vidrarias, onde alguma coisa química estava sendo produzida, ele continuou falando com sua voz cada vez mais afetada.

— Sabe, eu ia tentar testar essas injeções nas minhas cobaias, para ver se elas deixavam de ter medo como eu. Mas agora preciso voltar a ser como eu era antes, suas palavras me afetaram, eu não quero mais, não...sai, eu não quero.

— Você pode aprender a lidar com o medo, você não precisa temê-lo.

— NÃO! Eu não aguento.

Ele enfiou uma agulha com um líquido esverdeado no braço. Comecei a dar passos em direção a saída, aquilo viraria um problema em breve, eu tinha certeza. Ele começou a se transfigurar, seu rosto foi ficando cada vez mais distorcido. Eu comecei a procurar meu arco e minha aljava, achei eles num canto daquela sala.

Então ele urrou.

Quando me virei, um monstro estava no lugar do homem, ele gritava se debatia, quando me viu, correu em minha direção. Eu saí pela porta e corri em direção as escadas, ele vinha logo em seguida me perseguindo dando urros guturais. Infelizmente aquilo teria que ser feito, armei uma flecha, atirar correndo era sempre mais difícil, mas era minha vida em jogo novamente, me virei e disparei a primeira flecha eu errei, corri mais que eu podia para tomar distância no corredor do andar térreo, então com a flecha já armada no arco, parei e me virei, disparei logo em seguida.

Ouvi o corpo caindo no chão. Suspirei decepcionado, aquilo poderia ter terminado de outra forma, eu esperava que acabasse de outra forma. Agora eu estava parado em frente ao corpo sem vida daquele que só buscava entender o que era o medo.

• ☼ • ☼ • ☼ • ☼ •

O Rei Edwin queria me recepcionar com uma grande festa em seu palácio, mas eu recusei, me sentia mal pois aquele não tinha sido o desfecho que eu esperava. Eu percebi que as Parcas sempre podiam tecer os destinos mais surpreendentes e que nós não controlavamos nada, meu poder era mínimo perto daquelas que teciam o destino. Eu não sabia o nome daquele homem que só queria entender o medo, mas ele conseguiu fazer com que eu entendesse melhor do que ninguém o que era o medo, quem sabe era eu quem buscava compreender melhor o medo.

Importante:


Essa Op tem como objetivo a liderança do Chalé de Apolo, eu utilizei como base para a história um conto dos irmãos Grimm chamado "A História do Jovem em Busca de Saber o que é o Medo", caso queiram ler o link está aqui, além disso a sua transformação em monstro tem como base o livro "O Médico e o Monstro", onde ele tenta separar o lado bom do lado mau, nesse caso ele tentou separar o seu medo.

Além disso eu tenho o bônus da Alice [Parabéns você acaba de ganhar um bônus e durante duas postagens de sua escolha ganhará +30% de XP (0/2)]
Itens Utilizados:


  • Solaris [ Um arco recurvo feito com mogno, em suas lâminas diversas runas quando expostas ao sol emitem um leve brilho dourado, além de conferir o poder do arco incendiar suas flechas. A aljava de couro possui 20 flechas que têm suas pontas feitas de bronze celestial. | Efeito 1: As flechas quando atiradas à luz solar, se incendiam |Efeito 2: A aljava contem vinte flechas, que quando esvaziadas, se repõe automaticamente após dois turnos | Mogno e bronze celestial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

  • Solarium [Armadura de bronze celestial composta de quatro partes: colete, espaldar apenas do lado esquerdo, braceletes e grevas. Todas as partes da armadura têm entalhes de raios solares, já no colete, existe um sol entalhado bem no centro. No bracelete do braço direito, está adaptada uma dedeira para facilitar o uso do arco e flecha. | Efeito 1: Reduz em 40% todos os golpes físicos lançados contra o portador. Efeito 2: Reduz 20% de golpes mágicos lançados contra o portador. Efeito 3: Transformar-se em uma camiseta básica preta, para uso diário. (Não é possível colocar mais efeitos nessa armadura) | Bronze Celestial | Espaço para uma gema | Alfa | Status 100% sem danos | Épico | Evento cidade dos monstros]

Tatuagens:


  • Bart Allen | Velocidade | Tatuagem circular em estilo Thai, com diversas inscrições na língua de sua origem tailandesa, estas inscrições se referem a nobreza de espírito, humildade, como uma espécie de mantra | Aumenta a velocidade do semideus em 30% | Panturrilha esquerda | marca mediana| Permanente

  • IPeper | Percepção | Cruz simples | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| Dedo anelar direito | marca pequena | Permanente.

Poderes utilizados:

Habilidades Passivas:

Nome do poder: Senso de Direção
Descrição: Filhos de Apolo/Febo são ótimos com direções para se orientar assim como são ótimos com qualquer tipo de direção mecânica, podendo pilotar carros, motos e até mesmo aviões (em momentos de maior desespero, ainda que não sejam especialistas)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Relógio Diurno
Descrição: Desde o primeiro momento que os primeiros raios solares aparecem até o último que se põe, os filhos de Febo/Apolo saberão com uma precisão assustadora que hora do dia é.
Gasto de Mp:: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ecolocalização
Descrição: Filhos de Apolo/Febo possuem a audição naturalmente mais apurada do que os outros semideuses. Capacitando-os de detectar a disposição dos corpos em um ambiente através de ondas ultrassônicas emitidas por eles, eles analisam as reflexões destas e com isso adquirem consciência da posição e distância dos ''obstáculos'' no arredor. Isso também faz com que possam interagir e alterar a rota de outros animais que se utilizam desta habilidade, como morcegos e golfinhos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Audição Aguçada I
Descrição: Músicos não possuem só uma capacidade técnica apurada, eles também têm um ouvido muito sensível e com os filhos de Apolo isso não seria diferente. O Semideus neste nível consegue distinguir os sons a sua volta, além de ouvir numa distância muito maior do que outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 30% de vantagem em escutar ao seu redor, diminuindo a chance de ataques surpresas contra ele.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Persuasão
Descrição: Apolo/Febo é um deus naturalmente bonito, e o chame do deus é passado para os filhos com uma precisão impressionante. Persuasão é o poder que permite ao semideus – através de palavras e gestos – conquistar as pessoas com mais facilidade, isso faz com que elas queiram ceder a você, ou sintam uma imensa vontade de te ajudar, mesmo sem saber exatamente o porquê. Basta um sorriso, um olhar, e as palavras certas, você é certamente um conquistador nato, e as pessoas acabam gostando de você.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de chance de conseguir alguma informação
Dano: Nenhum

Nome do poder: Arqueiro III
Descrição: O semideus consegue fazer movimentos mais difíceis com a adaptação do arco, podendo manusear agora até três flechas por vez, sua pontaria também melhorou, e agora você está aprendendo a lidar com flechas encantadas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  +45% de assertividade no manuseio do arco.
Dano: + 20% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Habilidades Ativas:

Nome do poder: Silenciar I
Descrição: Essa habilidade possui três formas de uso. Nesse nível, o filho de Apolo/Febo consegue apenas silenciar os seus movimentos, abafando os sons que provoca.
Gasto de Mp: 15MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Toque Doentio I
Descrição: Apolo/Febo é capaz de curar uma doença com muita facilidade, mas também pode cria-las, causa-las. Tal dom virou sua herança, e assim como Apolo/Febo você é capaz de fazer alguém cair doente com apenas um toque. Nesse nível apenas doenças simples afetam o inimigo, como gripe, enjoo, mal-estar, diarreia, entre outros. (Só pode ser usado uma vez por evento ou missão).
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: (a pessoa ficara doente por dois turnos).
Dano: - 30 HP

MONTY


Hans Nikolai Kültzer
Hans Nikolai Kültzer
Lider de Apolo
Lider de Apolo

Idade : 19

Voltar ao Topo Ir em baixo

[RPs] Hans N. Kültzer ☼ Empty Re: [RPs] Hans N. Kültzer ☼

Mensagem por Hefesto em Qui Maio 23, 2019 8:46 pm


Hans Nikolai Kültzer


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
Recompensa máxima da missão: 7.000 XP e Dracmas + 8 Fragmentos + Pedido


Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 9.100 XP e 7.000 Dracmas + 8 Fragmentos + Pedido

Comentários:

Senhor Kültzer, sua utilização e mescla de histórias foi o ponto alto de sua missão. Ainda mais histórias que não são tão divulgadas como as demais. Você soube usar muito bem suas habilidades e principalmente suas limitações. Creio que os filhos de Apolo encontrarão em você um líder exemplar. Parabéns pelo seu novo cargo, jovem semideus.




Atualizado por Athena
Hefesto
Hefesto
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos


Voltar ao Topo Ir em baixo

[RPs] Hans N. Kültzer ☼ Empty Re: [RPs] Hans N. Kültzer ☼

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum