The Blood of Olympus
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Modelo de ficha para semideus

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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Vênus em Qui Dez 15, 2016 7:10 pm

Aceito bem vindo


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Vênus
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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Rory Christensen em Dom Dez 18, 2016 1:06 am


Rory Christensen

A noite é sua amiga.
Metade da face esquerda de Rory encostava o chão enquanto ele se deitava, o sangue percorria o seu rosto como um pequeno rio. Ele ouvia um barulho no fundo de sua mente, e se escutasse com bastante atenção, ele ouvia uma simples frase “A noite é sua amiga”. Era isso o que ele escutava durante a noite.
Infelizmente para Rory, a noite na Suécia durava muito mais do que no resto do mundo, principalmente na sua cidade.
O garoto coloca as duas mãos na cabeça e vira de peito para cima e começa a gritar desesperadamente, foi quando percebeu todo o sangue do seu rosto que sujou toda a sua mão. O garoto finalmente percebeu o seu estado e sentiu bastante náuseas, enquanto sentia o cheiro de ferro no ar. Rory estava preso no depósito da lojinha de turismo de seu pai, reconheceu pois já havia passado bastante tempo ali empilhando caixas junto com ele. Rory tenta abrir a porta, mas vê que ela está trancada.
-Pai? – ele pergunta sem esperanças. – Por favor, alguém tá ai? – a sua voz parecia falhar de tão baixa que estava. As lágrimas quentes se misturavam com o sangue e escorriam pelo corpo pálido e magro do garoto.
A noite é sua amiga. O garoto ouve o sussurro novamente e começa a gritar e bater com força na porta.
-Me deixa sair. – ele não sabia com quem estava gritando, apenas queria sair. O desespero se torna tanto, invade tão profundamente a sua mente, que ele começa a arranhar a porta com força. A parede de madeira machucava os seus dedos e arrancava algumas unhas. Ele gritava com bastante força.
-Filho! – Falou uma voz masculina forte. – Por favor, para! Agora!
O garoto recua da porta com suas mãos tremidas.
-Pai... – ele juntava o pouco de força que tinha para falar. – abre essa porta agora. – ele falou lentamente, com medo.
-Se você sair dai, eu juro que atiro em você filho. – A voz saia chorosa.
Essas palavras atingiram Rory como um soco. Seu pai lhe amava profundamente assim como ele amava o seu pai, o que havia acontecido pra ele falar aquilo? O garoto tentava se lembrar, mas só conseguia ouvir um zumbido agora.
-O que aconteceu? Por favor, pai! Por favor! – ele diz em meio as lágrimas. – eles estão aqui. – ele dá um tapa na sua própria cabeça. – eles estão aqui comigo, eu to sentindo.
-Quem? Eu não vou mais aguentar isso. – O choro se torna tão angustiante que Rory sente pena do seu pai ali do outro lado da porta. – Você matou a Cláudia. Você matou ela por essas suas maluquices.
O sangue é da Cláudia. Eu matei a Cláudia... Pensou Rory. Não! Essa voz matou a Cláudia.
A escuridão é sua amiga. A voz murmura na mente.

-Pai, me deixa sair agora ou eu juro que vou sair a força. – Rory tenta juntar toda a sua coragem para tentar parecer firme.
-E se tu sair, eu atiro em você. Você é meu filho e eu te amo, mas... – há silencio por um minuto. – você não é meu filho, isso ai é um monstro. Um monstro assassino. – Ele carrega a arma pronta para atirar.
Ele não é seu pai. A voz sussurra e Rory se surpreende, já que é a primeira vez que a voz falava alguma coisa diferente.
-Eu vou sair. – ele diz enquanto olhava rapidamente o depósito. Pegou ali um pedaço de madeira grosso e pesado e começa a bater na maçaneta da porta – eu sou seu filho. Não faz isso comigo. – ele bate com bastante força até que a maçaneta quebra e deixa a porta destrancada.
Ele abre lentamente a porta e vê o seu pai uns dois metros longe, apontando uma arma de caça na direção de Rory. Seu pai era caçador, então ele sabia que poderia morrer se o seu pai quisesse.
-Você matou a minha mulher, a mulher que te criou. – Ele disse com ódio na voz, como um cão raivoso. Nem parecia mais o seu pai. – Morre... – ele fala com a voz falha e então atira.
A bala chicoteia no ar e faz um furo na parede á esquerda. Não deveria ter acontecido isso, era pra Rory ter morrido ali com um tiro certeiro, mas algo lhe salvou.
-O que foi isso? – Os olhos de seu pai quase saltaram de tanto espanto.
Eu disse que era a sua amiga. O murmúrio vira mais do que um simples sussurro, agora podia se ouvir em alto e bom som no quarto.
-Morre, seu desgraçado. – Então ele atira no teto, achando que a voz vinha de lá, mas não acerta nada. Apenas alguns pedaços do teto quebram e caem no chão. – Eu não tenho família. – ele grita.
Enquanto ouve os tiros, Rory se joga no chão tentando se proteger dos tiros. Sua cabeça doía devido ao grande barulho, mas isso era o de menos. No mesmo tempo que Rory se levantou, uma sombra emergiu do chão, totalmente escura e tinha a forma humanoide. A sombra atravessa meu pai, quando ela atravessa, o homem que sai dela tinha a mesma aparência de seu pai, mas não era mais o mesmo. Parecia que a consciência dele havia sido apagada, pois ele só fica do joelho e começa a babar como um bebê.
-Você é a voz... – O primeiro extinto de Rory deveria ter sido ver o seu pai e tentar lhe ajudar, mas era uma pessoa prática, já sabia que seu pai estava no fim. Ele não também não conseguia pensar na sua madastra, nunca teve sentimentos fortes por ela. A única coisa que importava agora era que a voz havia se materializado e se chamava Noite, ou era o que ela dizia.
-Você tem que voltar para o jogo, garoto. – A sombra se dissipa em névoa e envolve todo o garoto em forma de redemoinho. Quando a névoa se dissipa, ele contempla os campos escuros da Suécia, fazia dias que aquele lugar não via o sol.
-O... – Rory recua alguns passos em pânico, seu coração batia tão forte que ele sentia-o batendo em seu peito como um soco, suas pernas tremiam e todos os extintos dele falavam pra ele correr, mas a curiosidade falou mais alto. – Que jogo? Não me mata, por favor...
-Aquele homem não era seu pai, ele só te adotou. A sua verdadeira mãe tá a sua procura, e eu te achei. – a sombra finalmente se materializa na frente dele, na forma de um homem de 50 anos com os cabelos grisalhos, seus olhos eram totalmente preto. – Aqui nos domínios nórdicos, os gregos não possuem poderes, por isso eu mesmo vim. Você precisa ir para a américa do norte, em direção a nova York, ache os seus e os reuna. Esse é o máximo que posso te falar. Aliás, toma. – O homem joga uma adaga curta para o rapaz, tinha a cor de prata, mas Rory não fazia a mínima ideia do que era aquilo. –Adeus. – ele some.

As próximas semanas se passaram como um relâmpago. Rory recebeu o seguro de seu pai, que estava á beira da morte, de acordo com alguns médicos que achavam que ele havia tido alguma espécie de derrame. Com o dinheiro, ele viaja para a nova York e aluga um apartamento. De vez em quando ele achava que tinha visto homens de um olho só e monstros enormes com garras, mas sumiam antes dele prestar atenção. Tudo parecia tão normal e diferente. Dia e noite de 12h, temperatura era quentinha e confortável. Era estranho, mas ele gostava.
Após ficar alguns dias na cidade, ele andou pelos arredores da cidade, foi quando uma luz azulada apareceu bem na frente dele durante a noite e lhe foi guiando até uma floresta. Ele andou por alguns minutos até achar um grande arco com algumas palavras gregas nele. Ele sabia que era grego, só não sabia como identificar bem.
-Ei, você! – uma voz lhe chamou. – Você é novo por aqui?
-Onde é aqui? – Rory disse, olhando até onde podia, no fundo haviam algumas casas.
-Não sei como você chegou aqui, mas bem vindo, semideus.
Semideus. Pensou.
-Vamos ver quem foi o desleixado deus que quis uma farra e acabou te tendo. Vamos? Ele sorriu e guiou Rory para dentro do acampamento



17
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Nyx


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Rory possui a pele bastante pálida pelo lugar que nasceu e o rosto bastante magro, parecendo doente. Seu cabelo negro bate nas suas bochechas. É baixo, medendo 1,64. Durante a noite ele parece ainda mais jovem, parecendo uma criança de verdade. Seus braços há sinais de multilação causados por um surto psicológico e tem uma certa fraqueza nas mãos, o que pode lhe dificultar com armas. Seu corpo não é atlético, mas consegue correr bastante.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Rory é bastante pragmático, não perde tempo com causas perdidas e não para para lamentar, por isso pode ser um tanto frio. Ele não se lamenta pela morte dos outros, está sempre atrás de novas resposta. Seu psicológico é bastante abalado pela experiência traumática que teve, tende a ouvir vozes e ter surtos psicóticos, por isso prefere se afastar das pessoas e fazer tudo sozinho, mas as vezes ele tenta não ser assim.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Pois Nyx é a Deusa mais interessante, com mais mistério, assim como o personagem.
Apelidos : x
Um segredo ?
O que mais te irrita ? Nada, é bastante frio.



Informações Adicionais
Sobre você

Um medo? Escuro
Gostos e Desgostos? Nada em específico
Se descreva em apenas uma palavra? Danificado
Redes sociais

Facebook :
Twitter :
Tumblr :
Skype :

OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Bastante anti social e costume a ser complicado



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Rory Christensen
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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Alexis C. Chwe em Dom Dez 18, 2016 1:17 pm


ALEXIS CARTER CHWE

Alexis cresceu em meio ao que via ser uma família feliz, apesar da diferença entre ela e os colegas da vizinhança, da escola e etc, ainda os tinha como seu grande ponto de referência sobre cumplicidade e felicidade. Desde que se entendia por gente vivia com sua mãe, Charlotte Lee Carter, e seu padrasto Evan Chwe. Ambos sempre empenhados em falar para a garota coisas sobre a vida especial deles e como eram diferentes dos outros. Sua mãe era filha de Afrodite - sim, a deusa do amor - e seu padrasto de Ares, o que não condizia muito com a forma amorosa com que Alexis era tratada por ele. A garota via tudo sobre Ares com total respeito e como uma fonte de poder de batalha. Aprendeu com eles sobre a vida de um semideus e desde muito pequena ouviu como era importante saber lidar com os perigos que isso causava. Era engraçado para si saber que suas figuras paternas não eram um casal, que aquela cumplicidade e união deles se resumia na amizade mais linda que já tinha visto e que para todos os outros parecia uma brincadeira de duas pessoas bobas.

Charlotte contava de forma sonhadora sobre seus tempos no acampamento meio-sangue, onde conheceu Evan e, principalmente, começou a admirar o deus Apolo. Sempre foi uma mulher à favor de todo tipo de amor e que, apesar de amar, não se apegava a ninguém romanticamente. Achava cada caso e aventura melhor do que uma vida presa na monotonia e tédio que ela chamava de casamento. Não que fosse descaso com uma união tão bela, mas Char enjoava fácil das pessoas caso elas parassem de lhe causar aquele frio na barriga e a sensação do primeiro encontro. Poucas pessoas conseguiam ficar de forma fixa próxima dela e uma delas era o tal filho de Ares, seu melhor amigo e primeiro amor do acampamento.
Evan namorou com a garota mais bela que havia visto no chalé 10 por exatos 15 meses, o ano e três meses mais importantes de sua vida, mas depois desse tempo já sabia o bastante sobre a bela moça para saber que ninguém realmente a teria para si. Quando saíram do acampamento para ir para a faculdade os dois já tinham a cumplicidade mais intensa que poderiam ter visto em anos, desde à Grécia antiga, eles sabiam que estavam destinados a andarem lado à lado, seja como fosse, e foi isso que os moveu pelo resto de suas vidas.

A mulher nunca citou para a filha quem era seu pai olimpiano, ela costumava dizer que quando fosse para o acampamento seu pai a proclamaria e aí sim seria mais emocionante. Emoções como essa apreensão fariam bem para Lexi, dizia a mãe. Até estar "pronta" aos olhos de seus guardiões a menina treinava com auxílio de Evan. Treinavam intensamente, mas por mais que a garotinha tentasse o 'pai' sempre a desafiava mais, menos em arco e flecha, Lex era magnifica naquilo desde que pegou no arco a primeira vez aos 8 anos.

Cresceu estudando em casa, recebendo acompanhamento e proteção o tempo todo até completar 12 anos, quando Charlotte e Evan decidiram ser a hora de levá-la até o acampamento meio-sangue. Eles prepararam tudo com atenção, procuraram estar prontos para tudo, pois sabiam que seria um caminho difícil da pequena vila nas montanhas em que escolheram viver para o acampamento. Monstros, perigos e tudo que tiveram que passar não foram o suficiente para parar as tentativas de chegada ao local. Foram 3 delas, uma que destruiu o carro da família, outra que causou ferimentos graves em Evan e, finalmente, a que fez Alexis cruzar a colina e finalmente estar pronta para um novo começo.

Combinaram de deixar a pequena em tempo integral, sabia que lá ela estaria mais segura e teria mais liberdade para tudo já que o cheiro de três semideuses juntos seria um risco maior. Charlotte chorou, muito mesmo sabendo que poderia visitar sua menininha quando houvessem recursos e coragem de atravessar todo esse caminho, mas assim que se despediu entregou uma adaga enrolada em um tecido nas mãos da filha.

"Eu sei que as batalhas de longe são o seu forte e que seu appa te ensinou a usar uma espada muito bem, mas acredite, se for para lutar de perto é bom que use isto sem medo. Era minha e me tirou de muitas enrascadas."

A adaga de Alexis era com cabo cromado e lâmina de bronze celestial. Em cada parte do cabo em que os dedos da menina se encaixavam havia escrito um sentimento: 'Ciúmes', 'Saudade', 'Desilusão'. Todos que estavam relacionados a amor.

"Ela se chama Αγάπη. Literalmente amor, Agápi. Ela tem entalhada cada sensação dolorosa que o amor pode trazer."

Evan não falou muito, apenas sorriu e abraçou a garotinha que havia criado com tanto empenho. Retirou um cordão dourado do bolso com um pingente mediano no formato da clave de sol, o colocando no pescoço de sua pequena e afagando os seus cabelos.

"Que as suas lembranças desse lugar sejam tão boas quanto as minhas. Qualquer dúvida de batalha... Uma prece pra Ares resolve muitas coisas, tente. E sobre o colar, bem... É especial, use-o sempre, okay? Foi alguém importante quem deu. Mais tarde você descobre."


O primeiro lugar que conheceu - depois daquele vídeo que viu na casa grande - foi o chalé de Hermes. Sua mãe tinha contado um pouco sobre o lugar, disse que provavelmente ela se daria muito bem com algumas pessoas dali, o que foi exatamente o que aconteceu. Alexis e Allura tiveram conexão quase que instantânea, possivelmente com a mesma intensidade que Charlotte e Evan, porém em outra variação do amor que tanto aprendeu a presar.

Foi com um misto de dor e felicidade que teve sua proclamação. A habilidade da menina em arco e flecha já havia chamado a atenção de muitos campistas, mas foi em uma pequena competição durante um treino que ela deixou todos boquiabertos, não só por vencer uma aposta contra um semideus mais velho do chalé de Apolo, mas também por ser proclamada pelo pai dele. Sair do mesmo chalé, de dividir a beliche com Allura foi como se deixasse uma parte de si no chalé de Hermes depois daquele tempo que passaram juntas, mas sabia que cada emoção a formava e amadurecia para ser uma semideusa tão admirável quanto sua mãe e seu padrasto.


17 ANOS
HETEROSSEXUAL
LEGADO DE AFRODITE - APOLO


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Lexi era até que alta para a sua idade e descendência, media 1,68cm em plenos 17 anos e já achava isso o suficiente. A pele era clara, levemente tocada pelo sol de forma sutil como uma carícia. Os olhos, por mais que escuros, reluziam com um brilho, de formato pequeno, porém de grande impacto quando os traços de sua mãe e a aura de sua avó a faziam encarar as pessoas de forma penetrante. Os lábios eram definitivamente herdados de Charlotte, rosados e desenhados deixando o sorriso da menina ainda mais belo. Alexis era linda, mas essa não era sua principal característica.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Alexis é muito alegre e amigável, sorri com frequência e é totalmente 'easy going' quando dão corda. Ela ama fazer amizades e, diferente da mãe, tem um apego maior nas pessoas pelas minimas coisas. É ciumenta e bastante birrenta quando se sente magoada ou ofendida, ela dificilmente sai do sério, mas quando sai dura um tempo considerável. Apesar de sorridente, nesses momentos de raiva e preocupação, ela se torna a pessoa mais séria do mundo. Lex também é muito exigente, por clara influência de Evan, pode ser grossa no momento de raiva e se estiver com razão para a bronca que deu na pessoa não vai expressar remorso. É racional em muitos momentos, mas em outros de mais ardor de suas emoções se deixa levar pelo intuito sendo o que a mãe chama de 'melhor dos dois mundos".

Responda :

Por que escolheu esse grupo Sou fascinada por Apolo e cada uma das variações de seus domínios. Particularmente ele tem uma importância imensa para mim e não me vejo em outro chalé.
Apelidos: Lexi, Lex, Alex.
Um segredo: Tem medo do abandono, ela não sabe o porque, mas quando se vê sozinha entra em pânico. Não conta para ninguém, porque tem receio de pedir ajuda.
O que mais te irrita? Alguém importante se arriscar à toa, injustiça e criticarem os talentos de alguém com desdém.



Informações Adicionais
Sobre você
Alexis é divertida, piadista, muito carinhosa e completamente aconchegante. É feliz o tempo todo e, mesmo quando não está realmente feliz, um sorriso na face a faz esconder muito bem. É bem criança em muitos momentos, gosta de seu lado infantil, mas sempre foi preparada para seriedade e para a luta. Muito responsável para sua idade sempre pensando mais nos outros que em si mesma. Totalmente altruísta, anseia por ter a habilidade de cura trabalhada para ajudar mais pessoas. Dizem que seu abraço traz calma e sensações boas.
Um medo? Tubarões, água. Não sabe nada, definitivamente. Abandono.
Gostos e Desgostos? Ama batata, muito. Junk food é seu deleite. Viciada em sorvete e que detesta legumes e verduras. Lexi odeia o frio, muito. Dias chuvosos são o seu terror também. Ama frutas e vive tomando sucos e água.
Se descreva em apenas uma palavra? Radiante.
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Fale um pouco de você.

Não tem mínimo de linhas. Mas fale como costuma agir com as pessoas, faz amizade fácil? É esperto(a)?
Conte-nos sobre você.

Sou muito easy going, adoro conhecer pessoas e fazer amizades. Quando as pessoas se tornam importantes sou 100% dedicada. Fiel e que toma a frente de qualquer amigo em qualquer briga.


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Psique em Dom Dez 18, 2016 6:47 pm


Fichas ACEITAS, bem vindos!

Rory Christensen:

Apenas algumas considerações mesmo, no decorrer da sua história encontrei alguns erros ortográficos e algumas passagens que ficaram um tanto quanto confusas, aconselho que antes de postar releia novamente o que escreveu, assim poderá evitar alguns errinhos como os que encontrei.



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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Susanne Nthrythnarg em Ter Dez 20, 2016 5:51 pm


Susanne Nthrythnarg

Nascida e criada em Vancouver, Susanne fora criada com todo amor e carinho que um casal pode lhe proporcionar. Mesmo sendo da classe média, os pais da menina lhe colocavam nas melhores escolas particulares, para que assim sua sabedoria fosse vasta, e sua visão do mundo fosse ampla. Contudo, ao fazer seus 7 anos, sua mãe acabou por morrer em um acidente de carro envolvendo um bêbado e estrada molhada. Aquilo não chegou a desolar a menina como todos imaginaram que iria acontecer, afinal, a Nthrythnarg tinha apenas 7 anos. Uma criança, sem dúvidas. Contudo, a pessoa que mas sofreu com a perda fora o pai da menina, que entrou em uma profunda depressão.

A situação continuou durante anos, e a menina fora obrigada a crescer junto a seu tio, John, com quem sempre teve afinidade, visitando seu pai sempre que possível. Contudo, o homem sempre a mandava embora, já que Susanne era muito parecida com sua mãe, e assim que o mais velho a via, ficava pior do que já estava, levando a sua morte em um suicídio, anos depois do ocorrido. Por estar tão afastada dele, a Nthrythnarg não ficou tão abatida, mas isso fez com que ela repensasse o que queria fazer da vida, já que Sussy estava a procurar faculdades especializadas na mente humana.

Ao entrar na faculdade, se tornou amiga de Marcus, um garoto que precisava usar moletas para andar. Contudo, suas notas vinham decaindo, e se concentrar era cada vez mais difícil a cada aula. O garoto tentava ajuda-la como podia, mas a semideusa sempre negava, alegando que tudo estava bem, quando na verdade, estava longe disso. Sentia-se cada vez pior, e mesmo deixando de se alimentar com os mantimentos fornecidos pela faculdade, Susanne começou a vomitar sangue, percebendo enfim que o casa era realmente sério. Procurar um médico ou alguém especializado no assunto estava fora de questão, afinal seu tio trabalhava na área de medicina, e quem o conhecia, sabia que ele criou a menina,

Para sua sorte, Marcus acabou por descobrir o que acontecia a semideusa, e logo foi-se descoberto que a Nthrythnarg estava sendo envenenada aos poucos por um veneno desconhecido. O sátiro, temendo que a menina acabasse por morrer, levou-a para o acampamento Meio-Sangue, descobrindo no caminho que na verdade Susanne já sabia de sua ascendência, pois seu tio a havia contado. Com a ajuda do nectar dos deuses e alguns outros medicamentos, a toxina saiu de seu corpo, mas vez ou outra acaba por passar mal, e o sangue pode ser visto de longe.
17
Heterossexual
Quione


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Dona de cabelos negros como carvão, Susanne deixa-os na maioria das vezes bem acima do ombro, gostando de sentir o frio abraça-la como uma mãe faria. Sua pele é de um tom bem branquinho, quase tão branco quanto a neve, e olhos de um azul marinho penetrante. Gosta de usar suas usuais jaquetas de couro, e está sempre a mostrar um sorriso pervertido.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Susanne é uma garota séria e decidida, que não mede esforços para ter o que quer. Uma ótima atriz, escondendo o que sente na maioria das vezes, mas sempre está com um sorriso malicioso no rosto, que misturado ao seu jeito de "tó nem aí", a torna meio solitária, mas igualmente mortal quando assim deseja. Fala o que pensa e não tem papas na língua. Odeia mentir, e odeia ainda mais aqueles que mentem para ela.

Responda :

Por que escolheu esse grupo? Porque acho a Quione legal
Apelidos: Sussy, Suh, Sus, Sussa.
Um segredo? Nop.
O que mais te irrita? Gente mentirosa



Informações Adicionais
Sobre você

Um medo? Medo da morte.
Gostos e Desgostos? Frio de maneira real e abstrato. Tentou me enganar? Minha lista negra te espera <3
Se descreva em apenas uma palavra? Irrefreável.
Redes sociais

Facebook: Aqui
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Skype: the_serafimmm

Fale um pouco de você.

Inteligente é uma palavra que bem define a semideusa, bem como coragem, mas se o que ela tem é de fato coragem ou estupidez é você quem decide.


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Susanne Nthrythnarg
Filhos de Quione
Filhos de Quione

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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Balthier Lyserg em Ter Dez 20, 2016 9:01 pm


Balthier Lyserg



Ínicio.

Há quase 19 anos atrás, em Montreal, uma mulher deixou uma grande cesta de cor sépia em frente à uma casa no Suburbio da cidade, tocou a campainha e sumiu em meio a escuridão. A senhora Ivanna Lyserg, dona da casa, logo saiu para ver do que se tratava e quando avistou a cesta espantou-se ao ver o que tinha dentro dela: Um bebê recém-nascido. O espanto foi tão grande que chamou seu marido, Balmung Lyserg, para ver aquela criatura. Ivanna já possuía outro filho, este com apenas 4 meses e decidiu adotar o desconhecido, nomeando-o como Balthier.

Infância.

A infância de Balthier fora muito conturbada. Brigava quase sempre com seu irmão, filho biológico dos seus pais adotivos, e sempre ficava de castigo por isso e por mais que o ameaçasse com uma punição mais severa, ele tampouco importava-se com isso.

Adolescência Fase I.

Balthier enfim cresceu e a sua aparência diferente dos jovens de sua idade fez com que o menino tivesse poucos amigos no colégio particular que estudava e aqueles que não eram seus amigos sentiam medo só de olhar para o rosto do rapaz, impedindo-os de se aproximar do mesmo. Contudo, isso não fora nenhum empecilho para o garoto que, pouco a pouco, introduziu-se ao seleto grupo dos “rebeldes” de onde estudava. Festas, bebidas, pegação, tudo isso fez parte da adolescência de Balthier, mas por vezes sentia-se estranho pelas pessoas ao seu redor evitarem o contato ocular ele, era como se algo estivesse errado com sua aparência enigmática.

Adolescência Fase II.

Por anos o garoto sentiu-se isolado da família que o acolheu, pareciam cada vez mais distantes e pouco importavam-se com o que ele fazia ou deixava de fazer e aquilo incomodara e muito o jovem Lyserg. No seu aniversário de 16 anos, seu pai Balmung Lyserg, contou-lhe da vez em que o encontraram abandonado em frente a porta. Aquela velha história já era conhecida pelo garoto, porém havia algo a mais: Uma carta endereçada a ele que veio junto da cesta e que somente poderia ser aberta por ele ao completar 16 anos. Tão logo o menino abriu sua carta, não possuía data nem sequer assinatura mas a letra era muito bonita, era a letra de sua mãe e o conteúdo de sua carta era cheio de segredos jamais desconfiados pelo rapaz, sua data de nascimento, seu local de origem e, claro, seu pai que nunca conheceu: Phobos. Aquilo obviamente parecia loucura para o garoto, até que as coisas começaram a mudar em sua vida…

O Atentado.

Certo dia, ao voltar de seu treino de boxe que fazia no ginásio local, Balthier encontrou seu pai e sua mãe adotiva assassinados no sofá, com sangue espalhado pelos móveis e pegadas de sangue que levavam até o quarto de seu irmão. Ao chegar lá deparou-se com uma criatura humanóide, segurando seu irmão desacordado no chão enquanto esperava por algo ou “alguém”. Assim que Balthier, enraivecido, olhou-o nos olhos, o ser desconhecido estremeceu e soltou o corpo inconsciente do garoto que segurava. Então ele disse: — Então é você! Filho de Phobos, como disseram que era. É hoje que eu decreto o seu fim...

Apesar de não sentir medo de nada, Balthier correu para fora de casa quando o homem o perseguiu a segurar uma espada em mãos. No lado de fora da residência, os dois travaram uma luta sangrenta, os ensinamentos de Boxe que o rapaz tinha o ajudaram a desviar de quase todos os golpes daquele ser desconhecido e seus golpes o acertavam em cheio no rosto. Apesar dos cortes da espada espalhados pelo corpo desde seu ombro até as costas, o Lyserg não se abateu, continuou a lutar bravamente por sua vida e pela vingança de seus pais adotivos. Eis que uma flecha mágica cortava o ar naquele instante emblemático, perfurou o crânio da fera humanóide e o desmanchou em cinzas bem diante dos olhos de Balthier que sem entender nada procurava pelo atirador. De repente surge um Sátiro a saltar do telhado da casa do rapaz, cordialmente apresentou-se como o seu protetor e disse também que o vigiava todas as noites, a fim de evitar que criaturas como aquelas fossem atrás dele, tudo a mando de seu pai Phobos, que via um potencial enorme em seu filho.

Acampamento.

O sátiro, cujo nome era Odnaref, informou tudo que ele precisava saber sobre sua linhagem, seu pai, seus poderes e, claro, o acampamento meio-sangue que abrigava pessoas como ele. O Semi-deus não hesitou em segui-lo para o local determinado, mas antes deixou uma carta com um pedido de desculpas para seu irmão e disse que logo voltariam a se encontrar. Balthier fora muito bem recebido assim que chegou, apesar de sua peculiaridade e seu poder amedrontador, literalmente. Entretanto fazer amizades não era nada fácil, ainda mais para um garoto que há pouco tempo perdeu os pais, decidiu por opção própria isolar-se da maioria dos semi-deuses, evitando inclusive o contato visual com muitos deles já que não queria passar uma má impressão.


OBS: NÃO SERÃO TOLERADOS ERROS ORTOGRÁFICOS.
18 anos.
Heterossexual
Phobos


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Balthier é um rapaz alto, cerca de 1,77 metros de altura e pesa 60 kg. Seu corpo é magro e esguio, apesar de praticar boxe como sua unica atividade física, o jovem pouco se interessa em possuir músculos avantajados ou um corpo extremamente atlético. Sua pele é alva como a neve, assim como seus cabelos. Seus olhos são verdes, por vezes azuis a depender da intensidade que os raios solares invadem o seu globo ocular.

Seu rosto é triangular e de uma aparência incomum, assim como quase todos os semi-deuses é deveras atraente. Todavia, o seu olhar enigmático e feições inexpressivas deixam-no com um ar obscuro por trás de sua beleza, o que muitas vezes é motivo para as pessoas evitarem o contato social com ele.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

É um rapaz quieto e emblemático, como quem esconde um grande segredo por trás de seu olhar. Como um notório filho de Phobos, ele gosta de usar a persuasão para conseguir o que quer através da intimidação e do incentivo do medo nas pessoas. Não tem medo de nada, fazendo-o ser diferente da maioria das pessoas e exercendo trabalhos e realizando missões no lugar de pessoas que possuem certo tipo de fobia. Nunca se sabe quando se está dizendo a verdade sobre determinado assunto ou não, já que seu tom de voz e olhar enigmático quase nunca se alteram, o que causa desconfiança nas pessoas por pensarem que este está a usar seus poderes para conseguir o que quer.



Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Foi o deus mais condizente com a temática da personagem que eu queria fazer, embora aspectos físicos não fossem o forte dele foi um dos que mais me agradaram.
Apelidos : Bal; Balt; Balthanás.
Um segredo ? Não gosta de filhos de Zeus por achar que eles querem sempre mandar em tudo.
O que mais te irrita ? Filhos de Zeus querendo bancar o herói.



Informações Adicionais
Sobre você

Um medo? Filhos de Phobos não têm medo de nada.
Gostos e Desgostos?  Comer e Dormir.
Se descreva em apenas uma palavra? Pânico.
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Twitter : @sempreogui(não me segue eu sou idiota)
Tumblr : n/a
Skype : axguiih

OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Eu sou idiota. É sério, não é pra rir. Eu falo muita merda mesmo, falo muito palavrão mesmo, e sempre to enchendo o saco de alguém nos chats por aí. Me intrometo em todos os assuntos alheios, sou o famoso introsão :v A narrativa do Riordan me da preguiça de ler e nunca me interessei em terminar o 1º livro de Percy Jackson e nem ligo :v(prefiro o filme mesmo). Mando nudes no snap sem consentimento.


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Vênus em Qua Dez 21, 2016 11:53 am

Fichas aceitas, bem vindos


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Jerem Selenvine. em Qua Dez 21, 2016 3:04 pm


Aphopis

Foi concebido à mais o menos 12 anos atrás pela mãe de todos os monstros: Equidna. Logo quando nasceu a criatura era minúscula perto de sua mãe, e quando já haveria se limpado, Equidna lhe explicou toda a história: em uma relação amorosa entre ela e o deus Hefesto, a criatura havia surgido. E para que o Tifão - seu marido - não descobrisse sobre a traição lhe jogou por águas desconhecidas na América Latina.

Sem saber o que fazer e ainda recém nascido, tudo veio como mágica e assim quando caiu aprendeu a se deslocar nadando e o básico da língua dos homens, talvez conhecimento deixado pela mãe de todos os monstros. Para sobreviver começou a devorar tudo o que encontrava, eram eles tucunarés, pirarucus, e até mesmo, humanos. Fazia absolutamente tudo para saciar sua enorme fome, mas por matar um número significativo de homens fora caçado por guerreiros de uma tribo indígena, o que lhe obrigou a sair daquelas terras e ir para longe.

Seu conhecimento fora lhe dado quando começou a explorar terras distantes, descobrindo peixes e águas que este ainda não conhecia, apelidando com os nomes que lhe achava certo. Em sua busca por comida, enquanto nadava pela America do norte, descobriu que o seu cheiro era delicioso. Por ser parte monstro e semideus podia sentir o próprio cheiro, o que lhe dava ainda mais fome, e assim como sentia o seu próprio cheiro outros monstros também o sentiam, o que lhe fez ser caçado por um enorme monstro com tentáculos, seria obrigado a lutar por sua sobrevivência se quisesse verdadeiramente viver.

Seu tamanho não era tão menor do que a criatura e com suas enormes presas, arrancou tentáculo por tentáculo e por vim o enorme bico da criatura, lhe devorando por completo, até mesmo suas entranhas. Após aquela grande batalha correu para águas mas rasas acabando por entrar em terra, e sem muito esforço rastejar-se por uma floresta que carinhosamente apelidou por: Ninho de Aphopis. Seu conhecimento linguístico era claramente defeituoso, e dificilmente sabia diferencias períodos e nem mesmo, utilizar algumas palavras de maneira correta. Entretanto quando estava dormindo uma espécie de bode/humano lhe apareceu, sedando a enorme criatura e lhe fazendo comer uma pílula para controlar seus instintos agressivos. Quando o sedativo teve seus efeitos sessados Aphopis já não possuía tamanho sentimento assassino e conseguia se portar devidamente, o que não lhe deixou devorar o sátiro, e lhe rendeu uma passagem só de ida para um lugar distante, que nunca havia visitado, o acampamento dos semideuses, teria que enfrentar preconceitos por ser parte monstro? Conseguia se controlar? Cabia o tempo dizer.
12 Anos
Hétero Sexual
Hefesto/Equidna


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Tendo 15 metros e aproximadamente 2 toneladas é um animal gigantesco, tendo escamas alaranjadas por todo o seu corpo, e penas esverdeadas em sua coluna vertebral, seu corpo é semelhante a uma cobra sendo grosso após sua cabeça e afinando-se pela extensão de seu corpo, há detalhes em verde ao decorrer de seu corpo, manchas, por assim dizer. Sua cabeça é sua parte mais bonita, tendo a cabeça de uma cobra real sendo laranja, verde, seus olhos são brancos não tendo pupila ou nem algo do tipo. Ao decorrer de seu pescoço e barriga as escamas são azuis o que diferencia sua parte de baixo da de cima.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Tenta controlar seu instinto assassino por várias situações, mas ao ser irritado perde totalmente o controle fazendo de tudo para matar quem lhe fez mal, quando tem fome come tudo o que avista menos sapos pois algo lhe diz que o gosto é horrível, além de ter fobia a sapos. Costuma brincar com suas vítimas e companheiros, sendo sádico e por muitas vezes cruel, apesar de ter uma intenção boa em quase todas as situações sua personalidade agressiva vem a tona, tomando seu corpo por poucas vezes, o que lhe faz fazer coisas que mesmo sendo um monstro, não acha certo.

Responda :

Por que escolheu esse grupo ? Queria criar um monstro, mas para isto teria de ter controle sobre o fogo, ou seja, uma coisa levou a outra.
Apelidos : N/a
Um segredo ? Tem medo de sapos
O que mais te irrita ? Ser ferido



Informações Adicionais
Sobre você

Um medo? Sapos
Gostos e Desgostos? Gosta de brincadeiras e jogos, não gosta de sapos
Se descreva em apenas uma palavra? Monstruoso
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Fale um pouco de você.

Não tenho muito talento com escrita, mas costumo ser bom na prática, em estratégia e afins. Faço amizade bem rápido e procuro sempre deixar todos contentes sobre meu respeito.


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Zeus em Qui Dez 22, 2016 6:23 pm

Jerem, sua ficha foi recusada, pois a ficha de monstro não é essa. Por favor, confira esse link -> http://www.bloodolympus.org/t492-ficha-pra-criaturas-mitologicas


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Agma Nalgae em Ter Dez 27, 2016 6:43 pm


악마 날개 (Agma Nalgae)

Não. Esse não é meu verdadeiro nome. Não, eu não sei o meu verdadeiro nome. Desde pequeno eu via essas mesmas duas palavras, escritas no meu alfabeto nativo, e quando você lê a mesma coisa por quase 15 anos, torna-se automático que ela fique gravada em sua mente. É estranho, a princípio, mas logo você acostuma, se ignorar o verdadeiro significado.
Desde os 2 anos de idade, quando minha memória fraca apenas começa a ver borrões de lembranças, eu estava ali, naquela mesma cela, no segundo andar daquele manicômio. Desde os dois anos de idade, a única coisa que eu tinha pra comer era pão com queijo, e água. De vez em quando uma fatia de presunto, se eu fosse sortudo o suficiente. Por quinze anos, a única brincadeira que eu podia fazer era cantarolar algo sem sentido em coreano, olhando para as paredes brancas e estufadas, por segurança, caso eu tentasse cometer suicídio batendo a cabeça contra elas.
Por 15 anos, a única companhia que tive foi as visitas ocasionais, depois de 5 sóis e 5 luas, do Dr. Soohyeon.
Sim, ainda agora me lembro de seu rosto. Frio, sem sombra de sorriso, uma cicatriz imensa no olho esquerdo, que parecia horrivelmente uma garra de urso, sua voz rouca e monótona enquanto me fazia perguntas. As mesmas perguntas de sempre... As mesmas malditas perguntas, toda vez.
"Por que você os matou? Como os matou? Se lembra de algo? Tem algo que queira me contar?".
E as minhas respostas eram sempre as mesmas. Um olhar. Um sorriso. Uma lembrança, vaga, de gritos femininos. E uma sombra, enorme, imensa, que parecia tomar o quarto todo. Sangue.
Minha história de fato não é de seu interesse. Muito menos eu a quero contar. Vamos direto ao ponto. Eu não tenho família, minha mãe e meu pai foram assassinados. Aparentemente eu era o assassino, com apenas 1 ano de idade. Passei a vida em um manicômio, até meus 17 anos, quando a explosão aconteceu.

No começo eram apenas gritos. O som da correria era abafado parcialmente pela porta selada, mas eu curiosamente podia sentir. O terror. O medo. O cheiro do medo era inebriante, era como se eu estivesse em êxtase com tudo aquilo. Cada parte de meu corpo arrepiava-se em resposta. Eu queria dominar tudo, fazer com que aquela sensação de medo fosse constante, que nunca acabasse, que seguisse. Que permanecesse. Para sempre.
Os gritos foram subindo. Andar por andar, cela por cela. Não demorou muito até que os gritos chegassem a minha direita e esquerda. E junto com eles, um sussurro, quase inaudível, na minha cabeça.
- Não tema.
Mas aquilo não precisava ser dito. Medo era algo que eu não me lembrava de ter sentido em minha vida, nem que fosse uma fagulha. Tudo que eu conhecia era ataque. Sangue. Um rosnado profundo saiu da minha garganta, baixinho, junto com o sorriso em meu rosto.
- Domine-os.
A porta se abriu com violência, e homens vestidos com roupas de exército entraram no quarto, todos armados com metralhadoras. A roupa de um deles estava completamente coberta de sangue, tornando o verde, vermelho. Os cinco entraram no quarto, me olhando cautelosamente enquanto falavam rapidamente em coreano, mas rápido demais para que eu, desacostumado com conversas rápidas, pudesse compreender.
- Eles tem medo, filho. Domine-os.
Sim, eu podia sentir o medo. Exalando de cada poro em suas peles. Ao virar a cabeça, eles apontaram as armas rapidamente, gritando. Me limitei a sorrir na direção de um, um sorriso frio e assassino.
- Eu vejo você, Jeon. Vejo você e sua irmã. - Sem conseguir me conter, a gargalhada escapou de minha garganta, alta, reverberando por todo o local. Os homens me olhavam com olhos esbugalhados. - Ela está morta. E você também.
O dedo do homem tocou o gatilho, mas uma força maior me controlava. Sem pensar, me joguei contra as suas pernas e o mordi. Meus dentes atravessaram roupa e se afundaram na carne, fazendo o homem gritar. A luz da sala começou a piscar de forma louca, mas eu via tudo como se estivesse sempre claro. A escuridão emanava de mim, os engolfava, dominava. Três deles correram, enlouquecidos, para fora do quarto, largando as armas. O outro que ficara tentou atirar, mas sua bala errou por centímetros onde eu estava.
Olhei para ele fixamente, e de repente o homem congelou, sem desviar o olhar. O rosnado voltou a sair da minha garganta enquanto me levantava, deixando o soldado Jeon cair enquanto gritava de agonia com a batata da perna rasgada. - Hana... Dul... Set... - O homem foi andando para trás, respirando rapidamente como se estivesse se afogando. - Hana... Dul... Set... - Ele gritava, sem parar de olhar em meus olhos. - Hana. Dul. Set. - Uma bolha de sangue saiu de sua boca enquanto ele caía, apertando o peito e tentando puxar ar para os pulmões.
- Fuja.
A voz era clara, mas não me apetecia fugir. Por um momento, olhei para os dois soldados, pensando em como me divertiria com eles.
- Mandei fugir. Fuja.
Com um rosnado contrariado, andei decidido em direção a porta. Os elevadores funcionavam, só precisei ignorar os corpos amontoados dentro dele, completamente cravejados de tiro.
Agma Nalgae. Aquele seria um ótimo nome para mim. Enquanto saía pela porta da  frente, vi ao longe os três soldados que tinham fugido. Todos deitados, de borco, como se tivessem morrido enquanto corriam. Respirando fundo, puxei a touca contra a minha cabeça e comecei a andar. Não sabia onde ia, mas a voz na minha cabeça me guiava. "Esquerda" dizia, e eu virava para a esquerda e andava. "Direita" e eu virava para a direção indicada. Pegar um avião não fora difícil. Acredito que possamos pular a viagem.

Talvez duas semanas se passaram, antes que eu chegasse até o arco de pedra. Inspirei profundamente o ar, reunindo todos os cheiros ali presentes. Medo. Medo. Medo. Amor. Ódio. Medo. Muito medo. Um sorriso passou pelo meu rosto enquanto lambia os lábios. A voz em minha cabeça, que eu sabia ser um deus, novamente fez seu comando.
- Erga-se, filho de Phobos. Domine-os.

17
Indefinida
Phobos


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Extremamente magro, cabelo liso e negro que cobrem seus olhos. Aproximadamente 1,70m. Sua falta de peso faz com que todos os ossos em seu corpo pareçam querer saltar para fora. Olheiras pesadas sobre os olhos, a boca é fina e quase sempre ostenta um sorriso frio e sem emoção. Olhos castanho-escuros.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Por não ter se comunicado com muitas pessoas, sua habilidade de fala foi extremamente prejudicada, forçando-o a evitar conversas prolongadas que não sejam respondidas por "sim" ou "não". Evita as pessoas o máximo possível, mas é atraído pelo cheiro do medo. Não tem amigos. Frequentemente é ouvido rosnando, como se fosse um animal prestes a atacar. Evita atacar pessoas com armas... Já que existem coisas piores que um corte.

Responda :

Por que escolheu esse grupo? - Porque é perfeito para a trama.
Apelidos. - Nenhum
Um segredo? - Nenhum
O que mais te irrita? - Lágrimas



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Um medo? - Nenhum
Gostos e Desgostos? - Nenhum
Se descreva em apenas uma palavra? - Medo.
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Prefiro não fazê-lo, obrigado.


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Re: Modelo de ficha para semideus

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