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Modelo de ficha para semideus

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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Diego Brian em Ter Mar 11, 2014 8:53 pm


DIEGO BRIAN

  Desde pequeno sou radiante, todas as vezes que minha mãe estava preocupada eu a animava. Eu moro com minha mãe, mais não é em uma casa já que ela é ativista e vive defendendo os animais e as plantas então sempre estamos viajando, com essa historia dela já conheci vários lugares comuns e lugares diferentes, uma vez viajamos para a groenlândia e ficamos lá por três meses onde quase fomos presos e acusados de pirataria. Eu não ia pra escola então tinha aulas com um outro ativista amigo de minha mãe que tinha uma filha Clarisse, eramos amigos desde pequenos mais apenas amigos já tentamos ser mais que isso, mais não rolou devido a nossa amizade antiga. No meus tempos livres sempre estava lendo,tocando Harpa, que ganhei de minha mãe quando tinha 10 anos,desenhando e pintando, gosto de cores vivas em meus desenhos,a que eu mais desenho é amanhecer, o por do sol em geral o Sol, desde pequeno tenho essa obsessão em desenha-lo.Uma vez estávamos desembarcando no porto de San Francisco quando um gigante com um olho só veio correndo em minha direção gritando que eu iria morrer então minha mãe me puxou pelo braço até um estacionamento e roubou um carro, coisa que não erá novidade, e me meteu lá dentro e acelerou só paramos em alguns lugares para comer, e dormir até que chegamos a Long Island onde ela me disse que nunca queria que isso acontecesse, e era por causa de seu pai, mais foi interrompida pelo ciclope que agora tinha trazido um amigo, ela disse rapidamente corra por esse caminho até chegar ao acampamento e nos despedimos então segui o caminho e só escutei o barulho do carro acelerando estava sem intender nada mais cheguei ao tal acampamento. Agora é tentar me adaptar e ser proclamado por meu pai Apolo.

 
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Cabelo claro e curto mais sempre bem penteado, pele bronzeada mais as vezes pode parecer pálida , olhos dourados mais as vezes parecem esverdeados, gosto de usar roupas neutras e que não chamem muita atenção  não uso pulseiras e nada desse tipo gosto de me sentir livre e não gosto de coisas brilhantes porque brilho já tem o meu. kkkkkkkkk.

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Sou bem exagerado com palavras, sempre estou rindo, e gosto de ler, cantar e tocar qualquer instrumento, sou bem simpático, comunicativo e brincalhão, também gosto de pintar quadros e falar em rimas, sou ativo então quase nunca fico parado, sou bem gentil, e não gosto de escuro, não dispenso uma boa amizade, meus amigos são todo pra min. 



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 sou bem esperto, sou um amigo grudento, e não tenho medo de falar a verdade doa a quem doer, apesar de tudo não sou sentimentalista, mais não largaria meus amigos por nada, sou fiel a todos e as vezes isso pode me prejudicar, perdoo todos dai meu apelido coração mole 


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Athena em Qua Mar 12, 2014 5:52 pm

Ficha Aceita
Spoiler:
Sua ficha foi aceita, mas tome cuidado, precisa melhorar sua pontuação, e sua ortografia, a palavra moro se escreve com apenas um R você escreveu "Morro" e separar palavras "Amimava" não existe e sim "a mimava"


Palas Athena...
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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Rafael I. H Przysiezny em Sab Mar 15, 2014 9:31 pm


Rafael Ivanovic Halep Przysiezny

Uma história feliz começa com ‘’Era uma vez’’. Mas esta não é uma história feliz. Felicidade não tem lugar nestas linhas. Sorrisos, quanto mais. É uma palavra desconhecida no que vem abaixo. Eu lhe aviso: pânico, medo e suspense são palavras comuns no que segue nas linhas de baixo. Não me responsabilizo por qualquer arritmia cardíaca. Boa sorte.

Meu nome é Rafael. O que leva a crer que minhas origens são latinas. Errado. Sobrenomes? Ivanovic. Halep. Przysiezny. Quantas nacionalidades diferentes. Latim + Sérvio + Romeno + Russo. Nada disso parece se encaixar, até agora. Você verá a relação entre as quatro culturas diferentes que se estende.

Tenho 16 anos. Nascido no Hospital Nevamed (Rússia), na Sala de Parto 2, em 30 de Dezembro de 1997. Conta meu pai que minha mãe não aguentou durante o parto e veio a falecer, mas esse fato não tem pé nem cabeça. Creio que ela tenha brigado com meu pai e ido embora, já que meu pai não fala de jeito nenhum sobre minha mãe/ex-mãe. Mas, se isso aconteceu, por que ela não havia me levado consigo? Minha vida realmente é estranha. E o que surge abaixo, a tornará ainda mais estranha.

Bom dia, tarde, noite. Não importa nada se seus olhos se abrirem num clarão de luz durante a madrugada. Despertador da natureza e do fim do mundo na minha casa. Terremoto domiciliar. Minha cama tremia e me fazia sacudir batendo a cabeça na cabeceira. O chão rachava e voltava ao normal repetidas vezes. O clarão encheu a casa de brilho e me fez acordar junto a meu gato de estimação, Lucius, e meu pai, David. Lucius deu um pulo na minha cama e começou a me arranhar loucamente enquanto miava. O clarão se apagava aos poucos e minha cabeça latejava. Eu enxergava o suficiente para notar que eu estava caindo na cama. Reflexo? Nenhum. Caí da cama e bati as costas. Lucius permaneceu ali, rolando na cama e se embaraçando com o lençol. Meu pai e eu nos encontramos na sala de estar depois que o tremor parou. A casa parecia em perfeito estado, exceto pela bagunça masculina normal. Discutimos sobre aquilo pelo menos por meia hora com interrupções de Lucius subindo em meu colo e me distraindo. Meu pai suspirava e abaixava a cabeça a todo momento que iniciava a fala. Eu o conhecia e quando ele o fazia, significava uma mentira.

- Pai, o que diabos está acontecendo? Fale a verdade. Por favor.
- Raf... – suspirou. – Eu nem sei o que dizer... eu... sinto muito por mentir para você por 16 anos.
- Como assim?
- Sua mãe. Ela não morreu. Não nos abandonou de forma que você imagina. Ela foi como obrigada a te abandonar. Você já estudou deuses da mitologia grega?
Assenti.
- Não creio que seja uma boa notícia para você. – prosseguiu. – Mas, a verdade é crucial. Você, Rafael Przysiezny, é um filho de uma divindade muito importante na mitologia grega.
Engoli em seco. Como eu poderia aquilo? Eu me sentia completamente comum, como todas as outras pessoas. Meus amigos escolares, meu pai, vizinhos... todas as pessoas pareciam correspondentes a mim.

- Mas... o que eu sou? O que faz de mim? O que eu vou fazer? Isso aqui não me parece o lugar certo. Se eu sou isso que você diz, então eu devo herdar algum poder! Eu poderia fazer algo catastrófico! Eu posso destruir nossa cidade! Para onde eu vou? Vou ser sacrificado? E por último, não menos importante... quem é minha mãe?

Suspira meu pai. Sua aparência jovem que eu sempre notei parecia mais cansada. Se eu lhe desse uma idade, seria 32. Agora parecia... 50. Sua expressão lhe dava uma aparência idosa, como um velho imaginando em que asilo ia ser posto.

- Bom... sabe sua paixão por plantas?

Uma bigorna havia caído sobre minha cabeça, metaforicamente. Haviam 3 deuses gregos que me vieram a cabeça que tinham relação com plantas: Perséfone, deusa das flores... Cronos, deus da agricultura... e Deméter, deusa da agrigultura. Cronos era homem, exclui da lista.

- QUEM? – berrei, ansioso. – DEMÉTER? PERSÉFONE? QUEM É MINHA MÃE?

- Bom... Deméter. E agora é a minha vez de falar. – iniciou. – Você é um semideus. Eu sou seu pai e... Deméter é sua mãe. Você vai para um lugar para pessoas como você. Entre 7 bilhões de pessoas, você não pode ser o único diferente. Esse lugar se chama Acampamento Meio-Sangue. Será treinado. Viverá lá. Aprenderá tudo que precisa ser aprendido. Será uma pessoa normal entre os outros. Fará amigos. Quem sabe, arranje uma garota? Você será feliz, Raf. Muito feliz. – sorri.

O que notei: Lucius me interrompendo, a expressão cansada de meu pai.
O que não notei: suas mãos abaixo da mesa o tempo inteiro.

Ele finalmente levantou as mãos e pôs uma panela na mesa, por qual motivo ninguém sabe. Lucius recuou e correu para o quarto. Meu pai deu um sorriso meio que assassino.

- Pai? O que é isso?
- Desculpe. Nos vemos no carro. Até mais tarde.

Um ‘’blang’’ se alojou nos meus ouvidos e eu apaguei.

Acordei depois, deitado no banco traseiro do carro. Me espreguicei e perguntei o que estava acontecendo. Meu pai me mandou calar a boca e disse que precisávamos ser silenciosos. Fiquei com uma expressão de dúvida no rosto e me manti quieto, observando a paisagem ao redor. Apenas plantas. Me senti jovem, enérgico e nada cansado. Disposto a qualquer coisa. Apesar de estar de noite, eu estava bem. Dirigimos por uns 15 minutos e vi um portão imenso com as letras gravadas em pedra. Li ‘’Acampamento Meio-Sangue’’. Meus olhos se apagaram por um momento e quando vi, estava fora do carro com um cavalo-homem na minha frente.

- Prochitayte fayl . Dobro pozhalovat' .*

*Tradução: li sua ficha. Bem-vindo.
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Sou bonito, porém... porém nada. Sou lindo. Meu cabelo é bem-cortado (mas levemente bagunçado) e castanho. [Fato: quando meus pais tinham raiva de mim, me chamavam de Cabelo-Cor-de-cocô.] Meus olhos são castanhos (olhos-cor-de-cocô). Meus dentes são brancos devido a um tratamento eficaz e meu corpo é bem definido devido a visitas diárias na academia. Sou meio baixinho. 1,66m, em 17 anos de vida.

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Existem várias palavras para descrever e caracterizar um ser. Cada um tem seu conjunto de adjetivos. Os meus são estes: tímido, porém extrovertido. Gentil, porém chato às vezes. Paciente, porém um pouco (muito) agitado. Dica bônus: eu amo plantas. Se fizer mal, te faço engolir espinhos garganta abaixo.



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Ai, é sério isso? Sou horrível nesses troços de apresentação. Mas ok. Gosto de fazer novos amigos sempre (assim apresento os novos aos antigos e todo mundo vira amiguinho :3) e conversar um pouquinho (tipo, só um muitão e toda hora). Pessoas irônicas e engraçadas geralmente se tornam meus melhores amigos. (oi mãe. Mentira). Gosto de rock (rock paulera –n) e um pouco de eletrônica (tuts tuts –q). Gostou? Riu? Não? Ok. Beijos de minha pessoinha chata. ;3) Musiquinha p vcs: tananan tananana



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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Afrodite em Sab Mar 15, 2014 10:00 pm

Ficha Aprovada!
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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Kaya Elizabeth Crawford em Dom Mar 16, 2014 4:51 pm


Katherine Pallas Crawford
No dia 25 de dezembro de 1997, a família Pallas Crawford foi presenteada com o nascimento de duas lindas crianças gêmeas, filhos de Annie Pallas Crawford – a executiva mais velha e quem cuidava atualmente dos negócios da família, fazendo-a explodir no sentido econômico – chamadas de, respectivamente Katherine e Karolinne Pallas Crawford. A festa no chalé corria muito bem, estava a todo vapor, com músicas da época e danças divertidas e engraçadas da família. Por todo lugar podia-se ver que todos se divertiam. Parentes, amigos, conhecidos e até os próprios vizinhos celebravam o nascimento das gêmeas.
A verdade por trás do nascimento das gêmeas era um segredo que somente Annie e o pai das crianças sabiam. Para o restante da família, ela havia se apaixonado - em uma de suas viagens de negócios - por um executivo chamado Aron e ao voltar para Califórnia, carregava no ventre duas sementes do futuro da família. Após o nascimento das filhas, Aron desapareceu sem deixar rastros, deixando as duas crianças pálidas de olhos e cabelos escuros crescerem sem um pai. Sem ter explicação exata para os acontecimentos e o surgimento das crianças, a família aceitou tal teoria como a mais provável, mesmo que não compreendessem o desvio de conduta de sua filha prodígio. Porém ante todos os fatos, Katherine e Karolinne não eram comuns, muito menos meros mortais. O verdadeiro pai das crianças não era Aron, o executivo misterioso e sim Ares, o deus da guerra que havia se encantado pela natural segurança em si mesma, o modo talentoso e amável para com as outras pessoas e como qualquer deus teria poder, seduziu a mulher até conseguir tomá-la para si em seu leito.

Conforme os anos se passavam, Kath e Karol mostravam-se verdadeiras herdeiras dos genes que puxaram de sua mãe, aos cinco anos eram bilíngues – por necessidades de comunicação de sua cidade – possuíam domínio completo em italiano e em espanhol. Aos sete anos possuíam domínio em mais duas línguas, eram elas: russo e francês. Mas foi em um dia de verão em que tudo começou a dar errado na vida de Katherine...

Ela não tem certeza de como essa briga começou (os especialistas chamaram isso de negação por trauma), mas em um momento as duas irmãs gêmeas estavam brincando e no momento seguinte estavam dando chutes, socos, empurrões, puxões e coisas que nem precisamos comentar. Gritos e xingamentos chamaram a atenção da mãe, Annie – que milagrosamente estava em casa e correu para a base das escadas pensando que seria só um grito de: “Comportem-se!”, e as coisas voltariam a ser a paz de minutos antes... Um grande erro de sua parte. Em um momento de raiva, Kath não considerou sua força um pouco maior que a da gêmea e com um empurrão próximo demais da escada, fez a mais baixa descer rolando escadaria abaixo e... Parando com o pescoço, braço esquerdo, perna direita e cabeça dobrados nem um pouquinho num ângulo normal.

Após o acidente com Karolinne - que veio a falecer antes da ambulância chegar à casa, em menos de dez minutos – Annie entrou em uma depressão. Trancou-se na suíte e de lá saia poucas vezes, às vezes comida era deixada na porta e no dia seguinte só metade dela estava lá. Dois meses se passaram assim. Até que um dia, a filha – agora única - desistiu de esperar. E contrariando Ronald (o psicólogo que a acompanhava a todo lugar desde o dia do acidente, contratado por sua avó), esmurrou a porta até que ela abrisse. Com um prato com algumas comidas leves, frutas e suco, Kath entrou no quarto, a expressão seca. Encontrou a mãe encolhida no canto mais afastado com uma faca prateada nas mãos.

- Mãe... Coma alguma coisa... Você precisa... – Ela sussurrou no tom mais calmo possível, o que era um pouco difícil controlar sua raiva naquele momento. Mas sua mãe não estava normal. Tampouco com saúde mental. A menina se aproximou um pouco mais, mas tudo que Annie fez foi levar a mão aos ouvidos, gritar, espernear, gemer e continuar com os olhos arregalados e fixos em um único local, que a menina não conseguiu distinguir qual era. Qualquer um que visse sua mãe assim estaria chorando, e foi isso que ela tentou fazer para amolecer a mãe. Bem, somente tentou. A fúria que sentia pela mãe era tão grande que não conseguiu expressar sentimentos que realmente queria mostrar, mas que não eram dela.

- O que o pai iria falar se te visse assim? – Murmura em um tom de quem sente dor em cada palavra, o que na verdade nunca sentira, nem quando brigara com Karolinne anos atrás.

As palavras pareceram surtir o efeito errado em Annie . A mulher parou de gritar e passou a apontar a faca para o fruto do próprio ventre. Lágrimas rolavam brilhando na face da moça. E as palavras ríspidas, gélidas e mortais foram proferidas:

- Ares. – Pronunciou como se fosse uma maldição que deveria ser esquecida em algum canto - Aquele deus desgraçado não fez nada por mim! Emprenhou-me com duas malditas crias! Duas pragas! Duas garotas que atraiam monstros para minha vida! Para minha casa! Para minha família! E você é a maior dos monstros! Empurrou a inocente da sua irmã escada abaixo! Você, Katherine Elizabeth, é que é o verdadeiro monstro.
Ela vomitou as palavras, com desprazer e nojo em sua voz. A jovem sentiu-se como um réptil. Um frio percorreu seu sangue e ela ficou mais pálida do que antes, ficando quase transparente. O coração falhou. O sangue gelou como se tivesse sido transformado em nitrogênio líquido e o coração falhou as batidas. A cada grito, a mulher de cabelos negros e pele branca enfiava a faca em seu próprio corpo. Perna, cintura, pescoço, braço, e em todos os cantos que conseguia. Sangue vermelho vivo misturado ao negro de hemorragia escorria por praticamente todo o corpo da mãe. A bandeja caiu com os alimentos da mão da garota, e ela correu até a mãe, sem escolha. A única coisa que conseguiu fazer foi observar a morte lenta e dolorosa da mãe. Embora não quisesse, lágrimas quentes escorriam por seu rosto. Era isso que ela era. Um monstro. Uma criatura anormal.

Nem haviam se passado um mês do enterro a irmã gêmea - Karolinne – e lá estava a herdeira Crawford novamente no cemitério enterrando outro parente próximo: a mãe. Não demorou muito para que ela começasse a escutar os burburinhos. “A criança é amaldiçoada!”, “Ela fez com que a irmã cometesse suicídio!”, “Não! Foi ela mesmo que empurrou!”, “Ela fez um pacto com o demônio! Matava a irmã e a mãe e conseguiria o dinheiro da família!” e piores iam ficando. A cada comentário, o coração de Katherine tornava-se menor, como se estivesse sendo compactado em uma máquina de pressão. Ela não tinha nenhuma expressão no rosto, e tentava manter-se firme e dura como pedra, mas por dentro ela se desfazia em névoa e lágrimas.

Anos depois, ela encontrava-se em uma rotina simples: em casa dormia, comia, se trancava em seu quarto escutando “pop, pop punk e rock” e escrevendo em uma espécie de diário. Os anos que se passaram, ela era rodeada de uma infelicidade, desprezo, raiva, mágoa e por ai seguia a lista de sentimentos ruins que atormentavam a mente e coração da mesma. Não posso esquecer-me de comentar que a menina pegou a mania de cortar-se e fumar para tentar aliviar a dor que os sentimentos ruins lhe causavam. E em uma dessas tentativas, um dos cortes acabou indo forte demais e por consequência desse fato, Kath acabou indo parar no hospital.

Enquanto estava no hospital, durante a noite que passou lá, ela teve a experiência... Mais sobrenatural, empolgante, assustadora e estranha de toda a sua vida. A irmã, vestida com um vestido negro e longo – Kath sentiu uma pontada de inveja – apareceu sentada na cama em que repousava. Ela a observava curiosa. Possuía o mesmo rosto que tinha quando morreu. Com a voz infantil e fina, ela sussurrou: “Kath? Tenho que ser rápida. A culpa não foi sua.” Ela piscou mais lenta do que o normal, para certificar-se de que aquilo tudo não era uma miragem ou um pesadelo. A irmã havia desaparecido. Recostou-se na cama e adormeceu.

No dia seguinte foi liberada. A única mudança foi o cuidado para não deixar os cortes fundos por ter certo receio de ficar em hospitais. Não conseguindo tirar a aparição da irmã da cabeça, desistiu que não ficaria mais naquele chalé que possuía tantas lembranças fixas dela. Durante o dia encheu uma mochila com algumas mudas de roupa, um pouco de dinheiro, pegou seus cartões, os enfiou na carteira e deixou a mochila no canto. Jogou-se na cama e se permitiu pegar no sono. No dia seguinte, acordou antes do amanhecer. Sem se importar com coisa alguma, levantou e foi tomar um longo banho. Ao terminar vestiu uma roupa totalmente negra, calça jeans, camisa de uma banda qualquer de rock, jaqueta de couro negro opaco, apanhou as chaves do Dodge Charger 1970, a mochila e deu um adeus ao chalé.

Passou umas duas semanas na estrada antes de encontrar um garoto moreno, aparentemente da mesma idade que a sua, pedindo carona. Mesmo sabendo que era estupidez, ofereceu carona a ele. Nas primeiras cinco horas poucas palavras foram trocadas e ela sentava-se desconfortável, e jurava avistar uma criatura estranha perseguindo o carro, mas por via das duvidas apenas acelerava mais o carro e isso deixava Tom (nome do garoto que veio a descobrir depois de estar com o menino duas horas ao seu lado) um pouco nervoso.

- Eu devo estar cansada... Estou vendo há quase uma hora vultos atrás do carro. – Murmurou ela depois de esfregar os olhos e ajustar os espelhos do carro.

- Deve ser. Não me importa que acelere mais. Na verdade, acelere mais. Bem mais.

O tom de voz dele era preocupante, enquanto olhava para trás e avistava a sombra de um minotauro se formando a uns metros de distancia. Ela pareceu não notar o fato de que Tom parecia um maníaco olhando compulsivamente para trás e para os lados. Engoliu em seco e começou a ditar o caminho que Kath deveria seguir. Após duas horas fazendo isso, ela relaxou e desatou a falar sobre assuntos aleatórios, iniciando uma conversa até que divertida sobre coisas diferentes uma das outras. Ao entrarem em um caminho de pedra, Tom ditava o caminho, passaram por uma grande casa e chegaram a um local com uma espécie de arco grego, ela conseguiu ler em outro idioma (talvez grego?): “Acampamento Meio-Sangue”. Ele murmurou com um sorriso de alivio quando eles desceram do carro e atravessaram o portão, ambos exaustos:

- Bem-vinda a sua nova casa...
Ela ergueu uma sobrancelha e percebeu que o garoto tirava as calças. Desviou o olhar, visivelmente desconfortável. Quando olhou novamente, percebeu que ele tinha pernas peludas... de bode?

17 ANOS
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FILHOS DE ARES


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CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Meus olhos são de coloração azul intensa, o que os ressalta muito devido a minha pele clara. Às vezes por algum motivo, eles adquirem um tom mais acinzentado, mas é bem raro. O meu olhar pode ser por vezes inocente e outras desafiador. É a principal arma contra quem não me conhece, então tenho verdadeira adoração por eles. Minha pele é clara, com exceção do verão quando adquire um tom mais bronzeado. Ela é fina e lisinha. Sem marcas ou qualquer defeito, exceto alguns sinais no rosto, tenho lábios avermelhados e carnudos e bochechas levemente coradas. Meus cabelos são loiros acastanhados (essa palavra existe?), longos e ondulados somente nas pontas. Tenho exatos 1,56 de altura e peso 46 quilogramas. Magra pela genética dos Pallas, e baixa pela genética dos Crawford, que em geral tem baixa estatura. Os lábios vermelhos, a pele pálida, o cabelo claro, contribuíram no meu primeiro apelido quando criança: Cinderela. Era como a minha mãe me chamava. E só ela podia.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Não é fácil falar sobre mim, aliás, nada em mim é fácil. Nunca foi.
Me julgo uma decepção, um caso que deu muito errado e que não tem mais volta. Tenho inúmeras fraquezas e inúmeros defeitos, mas luto constantemente pra que eles não me façam desistir de mim. Tenho um orgulho enorme, pedir perdão às vezes se torna uma missão impossível porque eu me acho “A” dona da razão. Possuo medo de tempestades, borboletas e o uma fobia de escuro, algo inexplicável que me impede de dormir de luz apagada ou sozinha, mas sou corajosa pra coisas que poucas pessoas se arriscariam a fazer, então podemos dizer que eu forte e fraca ao mesmo tempo. Tenho um sério problema em fazer amigos, não coleguinhas, tô falando de amigos que vão estar ali quando precisar, meu pai costumava dizer que eu sou exigente com as pessoas, e é a pura verdade, é difícil eu gostar de alguém de cara. Me apego rápido, e sou tão vulnerável ao amor quanto qualquer ser humano. Mas digamos que eu não sou fácil de iludir ou enganar, depois de tantas decepções você aprende a diferenciar quem é de verdade e quem é de mentira e eu aconselharia a não me subestimar, porque eu brinco com sentimentos que é uma beleza. Sou extremamente impulsiva, inconsequente e irresponsável, não diria bipolar, meu humor varia de acordo com as situações do dia-a-dia, porém se acontecer algo que me deixe muito brava, vou virar a cara e emburrar o resto do dia. Possessiva ao extremo, tornando-me até um pouco paranoica quando estou com ciumes (não divido nem chocolate). Muito orgulhosa, não admito o erro jamais, e dificilmente peço perdão a alguém.

Responda :

Por que escolheu esse grupo? Porque Ares, quem eu escolhi como meu progenitor divino, tem sua própria maneira de ser deus. Não manda e desmanda em nada concreto, não tem um elemento terreno e nenhum lugar a onde estar preso (como oceano ou terra). Ares tem um poder abstrato que atua em cada um que considera a guerra, a violência, a sede por sangue um caminho a se seguir.
Apelidos : Kath, Kate, Crawford.
Um segredo ? Desde a aparição de Karolinne, continuo a vendo constantemente em todos os lugares que vou, embora sempre que desvio o olhar ela não esteja lá.
O que mais te irrita ? Pessoas desastradas, sem dúvida.



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Certo... Sou hiperativa e viciada em computador. Não consigo me desgrudar de meus RPGs; minhas edições bem chatas no Photoscape e minhas músicas. Cara, minhas músicas. ♥ Não sou muito fã de sair de casa, somente uma boa tarde lendo, jogando Wii ou até mesmo conversando em RPGs já são suficientes para me satisfazer. Me consideram inteligente, mas sou meio devagar. Aliás, não sou inteligente. Não me empenho aos estudos, apenas sei mais que eles já que eu não tenho preguiça de ler um livro em vez de ouvir funk e rebolar na rua. Acho que isso é o básico. Não consigo me lembrar de outras coisas no momento... Tenho poucas amizades. A minha melhor amiga, atualmente, chama-se Laura. Temos os mesmos gostos e jogamos em um RPG igual. Ela é semideusa e Potterhead, assim como eu. Mas também sou tributo e adoro Imagine Dragons.


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Athena em Dom Mar 16, 2014 5:03 pm

Ficha Aprovada
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Menina sinceramente seu potencial é enorme, não se encaixa, como filha de Ares, eu diria de um deus diferente, mas bem parabéns adorei sua ficha


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Pandora Wolves em Dom Mar 16, 2014 6:42 pm



Pandora Foxer

_Hey... Você pode me ouvir? - No fundo eu tinha consciência de quão idiota eu deveria parecer... Mas acho que aqueles garotos e garotas já estavam acostumados - A senhora não sabe o quão estranho é jogar minha comida na fogueira enquanto meu estômago ronca e falar sozinha enquanto os outros me olham... Mas eu estou fazendo, não estou? Estou fazendo por... - Por ela? Não, eu não estava fazendo isso pela mãe que me abandonara quando eu era pequena e que nunca viera me visitar. Não estava fazendo isso pela mulher imortal que se sentara em seu trono e me vira rezar dia após dia para que ela estivesse bem quando ainda era muito pequena... Já fazia muito tempo que eu deixara de fazer tudo por ela. Eu fazia isso por mim. Estava fazendo isso para que quando eu me deitasse esta noite em algum lugar quente, onde outros jovens de minha idade também se deitavam sem remorso ou ódio, eu não tivesse que ouvir os lamentos pelo abandono ou os choros de saudades... Estava fazendo isso para que pelo menos uma vez em minha vida eu pudesse simplesmente dormir. Sem pesadelos, sem memórias, sem nada. Apenas dormir. - É, eu estou mesmo fazendo isso por mim. - Completei com os olhos baixos, suspirando com certo cansaço. Por que tinha que ser assim? Por que eu não podia ser normal? Por um momento uma pequena faísca de ódio brilhou em meu peito... Não ódio por minha mãe, mas ódio pelo que eu era, mas eu não seria assim se não fosse por ela. -Sabe, eu não me importo de ser egoísta dessa vez. Não me ocupo em negar e dizer que estou fazendo por ti e por todo o amor que tenho em meu peito... Até por que você sabe quando estou mentindo, mas não me preocupo com isso. Por que? Porque quando eu era muito pequena fui abandonada pela senhora na casa de meu pai. Por alguns anos funcionou bem e tudo mais... Acho que ele tinha remorso de me deixar.. Mas o álcool serve pra isso neh? A bebida curou o remorso e depois que ele se foi não sobrou nada. Meu pai, se é que posso chamá-lo assim, me largou na frente do orfanato. Eu cresci la, sabia? As crianças tinham medo de mim. As funcionárias tinham medo de mim.. E quando eu era adotada as famílias me devolviam! Sabe por que? POR TEREM MEDO DE MIM! - As palavras escaparam em um turbilhão e várias imagens tomaram minha mente. O homem barbudo de hálito quente e cabelos negros me olhando pela janela do carro antes de se afastar do orfanato, a mulher de roupa branca que me levara para uma sala pequena e me fizera perguntas sobre tudo em mim, as primeiras crianças que tocaram minha pele e perceberam que ela era fria, o primeiro quarto que dividi com alguém, meu primeiro aniversário naquele lugar, minha primeira adoção, minha primeira devolução... Fora tudo extremamente rápido.
Um pouco impaciente usei a mão direita para arrumar uma mecha atras da orelha antes de voltar a falar, tomando fôlego com certa decepção - Sabe mãe... Eu perdi coisas demais, tive que me despedir de pessoas demais. Você se lembra não é? Tive um ou outro amigo no orfanato, mas sempre que alguém me aceitava acabava sendo adotado e eu nunca mais o via. Quando era adotada me devolviam em menos de uma semana e depois de tudo ainda tinha você. Antes eu rezava todas as noites para que você viesse me buscar ou para que simplesmente estivesse bem.. Mas você nunca respondeu, não é? Nunca tive qualquer vislumbre de que você ainda era viva ou qualquer sinal de que me ouvia. Em troca eu recebi outra coisa não foi? É, você sabe que sim. Hoje é meu primeiro dia de acampamento e não sei bem o que eu devia fazer... Na maioria dos acampamentos você vem de ônibus ou coisa assim... Mas eu tive que vir carregada mas costas de um centauro, não é? Tive que ver o orfanato sendo queimado por aquela besta idiota e eu não pude fazer nada... O centauro a chamou de fúria, sabe.. Não sei se significa algo para você, mas para mim parece um nome idiota. - Um sorriso desanimado tocou meus lábios e meu olhar se voltou para as chamas. Até que não parecia tanta loucura assim. - A única casa que tive algum dia agora não passa de cinzas e as únicas pessoas que conhecia acreditam que eu sou uma criminosa revoltada. Não que eu me importe com o que as pessoas pensam, mas não sei se essa é uma boa fama para cultivar. - Murmurei dando de ombros para a ultima parte. - Bom... Parece que agora você teria que me 'reclamar' ou algo do tipo... Um sinal, sabe? Quer dizer, claro que sabe... Mas não faz mal avisar. Olha mãe, você não é exemplar. Você não é carinhosa, não é atenciosa, não é amorosa e não chega nem perto de ser responsável, mas eu não tenho ódio por ti. Acho que deveria saber disso enquanto decide se vai se revelar ou não... Bom... Tem mais alguns 'sem-teto' por aqui, então acho que eu vou me sentar. Hum... Amém? - A palavra soou quase como uma pergunta enquanto minhas sobrancelhas se arqueavam para o fogo. - Não sei se devo ou não falar amém, entao eu vou falar ok? Bom... Não demore ok? Acho que talvez eu precise sim sentir o gostinho de como é ter mãe. Han... Amém. - O 'amém' ja não era uma pergunta. Mas também não parecia religioso... Era como uma espécie de despedida, sendo a ultima palavra pronunciada antes de eu me afastar, andando para a mesa de Hermes poucos segundos antes de ver a projeção de um floco de neve ampliado girando sobre minha cabeça. Sem reação apenas voltei a encarar o vermelho vivo das chamas, boquiaberta com a 'agilidade' de minha progenitora, e assentindo com um gesto de cabeça muito leve para todos aqueles que me davam tampinhas mas costas ou coisas do tipo. Vagamente pude ouvir o centauro que me buscara falando sorridente - Quione! - Dissera ele. O resto do jantar passara como um borrão e a ultima coisa que pude ver foi o teto azul claro do chalé para o qual eu havia sido mandada, dormindo quase instantaneamente em meio aos outros filhos da deusa de gelo.
16
Héterossexual
Filhos de Quione


Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Loira com os cabelos lisos, a jovem Pandora nunca foi exatamente 'alta' em comparação as pessoas a seu redor. Não que se considerasse muito baixa, mas os seus longos 1,60 pareciam não ser o suficiente para alcançar lugares muito elevados.
Com olhos grandes e brilhantes e bochechas quase sempre rosadas a jovem menina mulher, apesar de apreciar as próprias curvas, nunca foi de se exibir com roupas extravagantes ou decotes exagerados... Mas isso não significa que não goste de se cuidar. Raras são as ocasiões em que os lábios carnudos não estejam avermelhados, mesmo que muito fracamente. Bom, para resumir, a filha do gelo não é exatamente vaidosa, mas também não deixa de se arrumar quando pede a ocasião.
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.


Estressada, carinhosa, chata, meiga, implicante, divertida, descuidada, animada, boba... Bem, em uma única palavra Pandora é extremamente BIPOLAR. Seu temperamento muda drasticamente em questão de segundos e o que poderia ser um encontro fofo pode passar a ser uma discussão ampla sobre toda e qualquer coisa do universo. Mas a jovem não muda sem motivos. Ela mesmo se define como um diamante de várias faces que é visto de acordo com a posição do observador. Cada um pode ter um prêmio dependendo da 'chave' que usa.


Mais sobre você off.
Sobre você

Idade : 15
Nome : Taynah
Ano escolar : 2º ano - Ensino Médio

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OBS : Apenas se quiser colocar. Caso não queira deixe os espaços acima em branco.

Fale um pouco de você.

Bom, a off é extremamente parecida com a on. Sou bipolar e posso ser tanto carinhosa quanto fria nas mesmas proporções. Faço amizade com muito facilidade e tenho grande facilidade para interação. Sou bem eclética em relação a gosto musical, apesar de ter certa aversão a funk, e gosto bastante de ler. Fora isso não tenho muito o que falar sobre mim.


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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Héstia em Dom Mar 16, 2014 9:19 pm

Pandora:
Parabéns, sua ficha foi aprovada. Gostei bastante da sua história apesar de ele ter ficado bem parecida com um post ao invés de uma história e tal. Seja bem-vinda.


Héstia...
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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Christopher Sant'Angelo em Dom Mar 16, 2014 10:57 pm

Christopher Sant’Angelo

Sabe uma coisa boa de ser criado no exercito? Você aprende a lidar com armas desde pequeno e desenvolve um bom físico, além de é claro da experiência escolar mais completa e realista do mundo, ou pelo menos é o que o meu pai diria a qualquer um que perguntasse para ele e por incrível que pareça muitas pessoas perguntam, e o que eu acho de ser criado no exercito? Eu sou o único garoto de dezesseis anos ali, e também o único que nos treinos de guerra ocupa a posição de franco atirador, e apesar de tudo isso parecer muito legal e tudo mais, é bem chato, pois sou tratado como um soldado e uma criança ao mesmo tempo, o que para aqueles que não sabem, é uma mistura estranha de respeito e orgulho com impaciência e cuidado. Mas não é de todo moral morar em uma base do exercito, pelos menos eu pude aprender Savate e a ser franco atirador, o que era realmente muito legal.
E pensar que há quatro horas essa era a minha vida e eu queria que algo mudasse, daria tudo para que tudo fosse como antes.
(...)
No começo era um dia comum para mim, por que não seria? Eu havia acordado às cinco horas da manhã como em qualquer outro dia, tomado um banho e vestido minhas roupas de treino padrão: Calça preta, camisa branca e um coturno preto com pico de aço e uma lâmina escondida na sola (Todos precisam de seus truques não?).
Logo após ter me vestido eu não pude evitar sorrir para o meu reflexo, não por que estivesse me achando bonito ou algo assim, mas por que meu pai sempre me dizia que eu tinha o sorriso de minha mãe e isso era o máximo que ele dizia sobre ela.
— Vamos lá, manter minhas presas afiadas. Murmurei para o meu reflexo enquanto me encaminhava para o local que eu e meu pai sempre treinávamos: A geleira
(...)
A geleira não passava de uma geladeira gigante e vazia onde os soldados eram obrigados a treinar para poder movimentar seu corpo em um lugar frio e inóspito, para que mesmo em frio absoluto pudéssemos nos mover bem o suficiente e não morrer congelados, no meu caso a geleira não era mais do que uma arena comum, pois em nada me afetava aquele frio, mesmo que para alguns soldados aquilo fosse o inferno congelado.

— — Está prestando atenção Christopher? Olhei para o homem que até agora estava falando sobre relatórios do dia e sorri de canto, apesar de eu ter o sorriso de minha mãe, todo o resto eu devia a ele. Assim como eu ele possuía uma pele morena e um corpo definido por várias horas de treinos e musculação, mas comparado com ele meu corpo podia ser considerado em fase de crescimento, pois tudo em meu pai era feito de puro músculo e força, mesmo ele já estando em seus quarenta e poucos anos. Seus cabelos pretos eram mais curtos que os meus e seguiam aquele padrão militar que graças a deus eu havia conseguido fazer com que ele não me obrigasse a seguir.
— Alto e claro senhor Falei enquanto sem emitir sequer um aviso saltei sobre ele em uma voadora que mirava sua cabeça, mas ele não seria pego por um golpe tão simples e logo desviou para a esquerda dando um risinho de desprezo enquanto eu aterrissava suavemente no chão. O treino ia começar.
(...)
Savate: Arte marcial francesa que mistura chutes e socos potentes. Era isso que eu fazia, era isso que meu pai fazia e que pelo que eu sabia toda a minha família sabia. Lutar era algo que vivíamos fazendo a gerações, éramos guerreiros, soldados, lutadores. E naquele dia lutamos até não mais aguentamos ficar de pé e então vamos dormir.
(...)
Sabe o que é ser acordado sendo carregado por uma criatura meio mulher meio pássaro de levando pelo céu em um voo iluminado pela lua cheia? É bem menos romântico do que parece. Assim que eu acordei a primeira coisa que pensei foi “mas que merda!” e logo depois eu soube que era hora de aterrissar no telhado mais perto, sabe a coisa boa de treinar até não aguentar ficar de pé? Você continua com as roupas que usou no treino. Usando a flexibilidade da minha perna chutei a mulher-ave em uma das suas asas e sorri ao ouvir ela gritando e me soltando no ar, o único problema foi: Não tinha telhado por perto e eu cai.
(...)
Só tinha uma coisa que podia tornar meu dia ainda mais estranho: Cair em cima de uma garota morena e amortecer a minha queda, o que de fato aconteceu. Aquela noite prometia.
(...)
— Sai de cima de cima de mim! Essa foi à primeira palavra que eu ouvi sair da boca daquela garota enquanto me levantava e via a harpia (Havia me lembrado do nome enquanto caia) voando em nossa direção em velocidade máxima, pelo visto a garota também a via, pois logo ela estava com uma espada de bronze na mão pronta para a batalha, por um momento eu quis saber de onde ela havia tirado uma arma daquele tamanho, mas antes que eu pudesse me perguntar mais alguma coisa a harpia estava vindo em minha direção, suas garras mirando em meus olhos.
— O inferno que vai Murmurei enquanto dava um passo para o lado enquanto dava um chute lateral acertando em cheio a cara humana da harpia e a mandando para trás, eu não estava de bom humor naquele momento.
— Nada mau garoto, agora se cair em cima de mim de novo eu te mato Murmurou a garota enquanto avançava em direção a harpia, pronta para dar o golpe final, infelizmente antes que ela matasse a harpia mais duas apareceram e nos levaram para o céu, xingando e gritando enquanto tentávamos em vão nos soltar e então, quando estávamos bem alto no céu as harpias nos soltaram para nossa queda eminente, aquela era a segunda vez que eu estava caindo do céu e não estava sendo mais divertido que a primeira.
(...)
Antes que o chão ficasse ainda mais assustadoramente perto de nós uma grande brisa gelada nos atingiu e então a próxima coisa que eu vi foi uma multidão de garotos e garotas sentadas nas mesas de um tipo de refeitório enquanto um cara gordinho e um centauro me olhavam surpresos.
— Alguém pode me explicar o que raios está acontecendo? Falei enquanto me anunciava e via que em minhas mãos agora haviam um arco e um escudo feito de puro gelo, coisas que eu tinha certeza que não tinha levado para minha viagem surpresa. E então eu vi, todos os garotos se curvando diante de mim enquanto olhavam para algo acima de minha cabeça.
Essa cena durou alguns minutos, nenhum som se ouvindo por todo o lugar até que então o centauro se curvou a minha frente, anunciando.
— Salve Christopher, filho de Quione!

16 anos
HETEROSSEXUAL
Filhos Quione
Mais sobre você on.
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Christopher possui um corpo moreno e definido por seus anos treinando Savate, seus olhos são de um castanho escuro e seus cabelos negros como a noite, a única característica que ele herdou da mãe, foi o seu sorriso que sempre parece frio e distante, mesmo quando verdadeiro. Ele possui uma cicatriz pequena em seu lábio inferior e tatuagens de asas de anjo negras em suas costas.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS.

Christopher é completamente ciente de seus defeitos e qualidades, não possuindo o costume de mentir ou fingir quando conversa com outras pessoas ou ao falar de qualquer coisa, alegre e calmo busca sempre fazer amizades, mas não se preocupa em agradar ninguém e nem finge ser o que não é. No campo de batalha ele age calmamente e nunca hesita em matar seu inimigo, assumindo uma postura firme e decidida, seu lema é: “Só lutamos por aquilo que amamos, só amamos aquilo que respeitamos e só respeitamos aquilo que conhecemos.”

Responda:

Por que escolheu esse grupo? : Gosto da deusa
Apelidos: Leão e Chris
Um segredo? : Admira Adolf Hitler
O que mais te irrita?: Pessoas impotentes.



Mais sobre você off.
Sobre você

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Ano escolar : 3º Ano – Ensino Médio
Redes sociais

Skype: Noah- Matthew

Fale um pouco de você.

Alegre e calmo, eu não sou de procurar por brigas, mas não fujo de nenhuma, tento ser agradável com todos, mas não finjo ser o que não sou, adoro ajudar em tudo que posso e aconselhar as pessoas na melhor linha de ação possível, sempre que elas me pedem por conselhos e sou simplesmente assim, um tipo tranquilo de pessoa.


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Eu sou o rei.
Me desafie e será devorado.
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Re: Modelo de ficha para semideus

Mensagem por Héstia em Dom Mar 16, 2014 11:58 pm

Christopher:
Ficha aceita, parabéns e seja bem-vindo *_*


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Re: Modelo de ficha para semideus

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