The Blood of Olympus
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[CCFY] Kátharsis

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Mensagem por Eren Leonhardt em Dom Mar 31, 2019 10:59 am

My only salvation is...
Kátharsis

Tópico destinado a trama pessoal de Kyros A. Máximos
Eren Leonhardt
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Mensagem por Eren Leonhardt em Dom Mar 31, 2019 11:41 am

Minha única salvação é...
kátharsis


Ato 1 — Schadenfreude

Estava bastante frio naquela noite. Eram em noites assim as quais eu me sentia mais solitário. Eu não era de muitos amigos ou muitos amores, na verdade além de Haru, Koda e alguns poucos outros, eu também não tinha amor algum, nenhum tipo de romance florescendo por aí. As luzes da cidade eram lindas como sempre, e eu ficava encantado por aquele festival toda vez que saía para caçar.

Ajeitei a jaqueta olhando para a avenida movimentada abaixo. Minha Kagune se agarrava em uma das górgonas estranhas daquele prédio e eu me pendurava, procurando por qualquer possível vítima. Nova York era uma cidade movimentada, que nunca dormia e extremamente perigosa de noite, o que era perfeito para mim. Usuários de drogas, adolescentes, isso tudo era bastante comum pela região e por isso era meu território de caça perfeito. Olhei para uma das ruas, e o que eu vi me agradou, um garoto andando sozinho em direção a parte mais perigosa da cidade. Ele devia ter quinze ou dezesseis anos, era negro e bastante atlético, tinha a vida toda pela frente... pena que isso nunca me faria retroceder. Saltei do prédio até uma varanda, e desta saltei até outra, usando as Kagunes para estabilizar meu equilíbrio e me ajudar a me manter invisível pela noite. Toquei no chão, dando uma cambalhota para amenizar o impacto e passei a seguir o garoto a pé. A noite me encobria perfeitamente. Mantive meus olhos focados em minha presa enquanto caminhava completamente calmo, eu precisava ser inteligente e acertá-lo sem chamar a atenção.

Só haviam duas almas ali, eu e ele, e por isso decidi que era a hora certa de atacar. Comecei a correr em sua direção, e quando ele se virou para ver o que fazia o barulho retirei uma das kagunes de minhas costas, acertando-o na lateral da cabeça com um movimento de chicote, o que o nocauteou na hora. Ele nunca mais iria acordar. O peguei pelos braços e subi em um prédio próximo usando as kagunes, indo até o topo tal como um leopardo faria com sua presa. O coloquei no chão, pegando o que quer que ele pudesse ter com ele (20 dólares) e comecei a comer.

Primeiro quebrei seu pescoço para me certificar de que morreria sem dor, e em algum tempo já me alimentava com todo o cuidado para não me sujar muito com sangue. Eu odiava ter que comer pessoas, mas precisava fazer aquilo para manter a sanidade… aquele mundo era bastante cruel, e eu era forçado a participar de suas crueldades. Tudo causado por falta de força.

As vezes eu me perguntava que tipo de pessoa minha mãe era. Olhei para a cidade, que brilhava na luz da noite. Quantas pessoas eu ainda teria que comer? Supondo que fosse uma por mês…

Comecei a fazer os cálculos quando o som de algo grande e pesado atrás de mim me atrapalhou. Respirei fundo, irritado antes de me levantar e olhar para trás. Pelo que parecia era um ciclope. Meu olho esquerdo ficou vermelho, eu já me preparava para a luta.

— Essa área é minha, garoto.— Ele rosnou de maneira bem territorial, o que me fez revirar os olhos. — Vá comer em outro lugar.

— Ou? — o vento bateu mais forte ali, conforme ele sorria.  Começamos uma pequena dança, o ciclope avançou em minha direção com seu porrete, atacando de cima para baixo e no segundo seguinte foi empurrado pelo ar até a beira do prédio. Apenas um dos meus tentáculos o segurava, e qualquer movimento brusco faria ele cair. — Péssima escolha.

Comecei a andar em direção a beira do prédio. Uma queda daquelas mataria qualquer um, eu e ele sabíamos bem daquilo. Ele começou a se desesperar enquanto eu me aproximava calmamente.

— Espera, essa área é sua, ela é sua!

— Sim… ela é. — o joguei do prédio, deixando que seu grito avisasse os outros monstros de que eu era quem mandava naquele território, e então voltei a comer.

Mas é claro, como se não bastasse o fato de eu ter sido interrompido uma vez, minha refeição teve de ser interrompida de novo, dessa vez por uma risada que veio logo acima de minha cabeça. Era uma voz bastante familiar, olhei para cima e encontrei exatamente quem eu esperava… Euro, o vento tempestuoso e imprevisível do leste. Respirei fundo, desejando não ter que lidar com aquilo.

— Você continua impiedoso como sempre, Kyros. — Acenei para ele calmamente e continuei comendo. O que diabos a corja que servia ao meu pai queria?

— É preciso ser assim para viver entre os monstros… e então, o que você quer? — limpei o canto da boca, suspirando e esperei. Ele pousou em minha frente, com um sorriso divertido que causou um arqueamento em minha sobrancelha. Não podia ser coisa boa. Ele sempre observava minhas caçadas, mas raramente falava comigo… naquele dia, pelo que parecia, ele ia falar.

— Vim ver o seu progresso, é claro. Você é bem divertido de observar, é sempre tão volúvel… é quase como uma tempestade, sabia? Certeza de que não é meu filho? — ele usou um tom bem maldoso. A ideia por ter sido gerado por aquele imbecil fazia meu estômago revirar.

— Entendo, bom, já pode ir embora. — Me preparei para descer do prédio, notando o olhar levemente irritado de Euro, o tempo começava a fechar literalmente acima de mim. Dei um meio sorriso — ora ora, você devia ser menos tempestuoso. — Saltei para outro prédio com facilidade devido às Kagunes, seguido de perto por ele.

Ora, tinha que ter alguma coisa que aquele desgraçado quisesse para me importunar. Ele sabia que eu acabaria cedendo hora ou outra. Me virei para ele com um olhar irritado. Euro sorriu, maliciosamente, como uma criança que mal pode esperar para contar um segredo. Ele só estava esperando que eu perguntasse, mas ao invés disso…

— E então, onde está seu mestre? —Perguntei, seco, antes de pular para outro prédio mais à frente. Ele continuou me seguindo, como eu esperava que fizesse.

— Bom, sua localização é um segredo até para nós, os Grandes Ventos, mas não é sobre isso que eu vim falar, Kyros…

— E sobre o que veio falar? — Saltei para outro prédio, notando pelo rabo do olho que o Vento dava um sorriso rasgado.

— Sua mãe. — aquilo atrapalhou toda a trajetória do meu salto, me fazendo me espatifar contra o telhado do outro prédio. Ele começou a rir audivelmente enquanto eu juntava os caquinhos da minha dignidade. Eu estava completamente focado na palavra “mãe".

— O que tem ela? — ele ficou quieto. — O QUE TEM ELA?

Eu tinha perdido completamente a compostura, e o outro percebeu isso, dando um sorriso quase diabólico. Ele estava se divertindo muito, o desgraçado. Respirei fundo, tentando manter a calma.

— Certo então. — voltei ao tom indiferente e saltei para outro prédio, ele continuou a me seguir em silêncio. Tentei manter a calma pelo máximo de tempo possível, mas a presença daquele merda era o suficiente para me deixar alterado. Botei a mão no rosto, me dando por vencido. — O que é?

— Tenho um presente para você.

Um presente de Euro era, no mínimo, suspeito. Considerei minhas opções. Eu nunca tinha falado com minha mãe antes, mas constantemente tentava encontrá-la, procurava pistas com meus avós, procurava pistas na internet… enfim, simplesmente em qualquer lugar, e agora uma pista bem quente se apresentava para mim de bom grado.

— Leve isso para Psiquê. Ela entenderá. Sua mãe me pediu para guardar isso para você, então… bom, apenas procure Psiquê caso queira saber mais. — e sem dizer mais nada, tão rápido quanto apareceu, foi embora, me deixando com inúmeras dúvidas. Respirei fundo, ele sempre sabia me irritar. Olhei em direção à long island… será que ele nem mesmo podia ter a graça de me dar carona?

Apertei com força a esfera negra em minha mão, suspirando. Que segredos eu teria que desvendar agora?

Equipamento:
• Duas caras [Inicialmente toma forma de um canivete e, de acordo com a vontade de Kyros, pode tomar a forma de dois objetos. O Primeiro é um escudo de bronze celestial largo com a imagem de um homem acorrentado gravada em sua face. A segunda é a de uma espada bastarda com 110. A espada é cheia de gravuras com a palavra “Lute” em diferentes línguas| Até os menores cortes da espada fazem com que o oponente (se humano) sofra sangramento. | Bronze Celestial | Sem espaço para Gemas| Beta| Status: 100% Sem danos | | Comum | Item Inicial]

FPA:

Habilidades:
Nível 24
Nome do poder: Aerocinese II
Descrição: Permite ao semideus controlar, manipular, gerar e absorver o elemento do vento. Agora o semideus já desenvolvido consegue criar ventanias mais fortes, podendo fazer inclusive o oponente levitar alguns poucos centímetros do chão, e atira-lo para longe de si com uma força considerável (ainda pequena).
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Não existe um dano fixo para esse poder.
Extra: Nenhum

Maldição: Kagunes
Descrição: Depois de ser submetido a um experimento, o semideus desenvolver quatro tentáculos compridos em suas costas, na altura da cintura, sendo que eles apenas se fazem presentes ao desejo do semideus. Eles funcionam para agarra, empurrar e bater, mas não podem provocar danos como perfuração. Elas também podem auxiliar o semideus em sua locomoção, o deixando mais rápido e ágil. No entanto, um outo efeito colateral é o fato de que seu olho esquerdo muda de "aparência" tornando-se preto na esclera e vermelho em sua íris e pupila.
Gasto de MP: 60 MP para ativar. 10 por turno ativo.
Gasto de HP: 5 HP
Bônus: +25% de velocidade e agilidade.
Dano: A critério do narrador (dano de impacto).
Consequência: O semideus pode ser atacado por qualquer outro semideus por ter o aspecto diferente, assemelhando-se mais a uma criatura ou monstro do que a um humano.
Extra: Caso o semideus passe mais de um mês sem consumir carne humana, ele torna-se mais semelhante à um animal irracional, sendo completamente incapaz de reprimir seus instintos primitivos.

Nome da Habilidade: Controle corporal
Descrição: A vida na rua e a sobrevivência fora no Acamapamento fez com que o semideus aprendesse a maximizar as habilidades de seu corpo de modo que o mesmo possui um excelente domínio corporal.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +15% de esquiva, flexibilidade e agilidade.
Extra: Nenhum.

Nome da Habilidade: Regeneração RC
Descrição: As células especiais dentro do corpo de Kyros (denominadas de células RC) possuem uma função semelhante à celulas tronco, mas uma capacidade infinitamente maior de duplicação.
Gasto de MP: 50% do dano que necessita curar (ex: Vai recuperar 100 HP, tem um gasto de 50 MP), ou 250 MP para regenarar completamente um órgão.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: As células simplesmente se dividem e assumem as funções que as células mortas não podem mais cumprir, regenerando tecidos ou até mesmo orgãos inteiros.
Extra: Embora o uso excessivo dessa habilidade possa acabar causando um envelhecimento precoce nas células do corpo de Kyros e, em casos extremos podem até mesmo aumentar sua fome e fazer com que ataque qualquer humano ou semideus próximo.

Nome: Perícia em Parkour
Descrição: Parkour é a capacidade de usar movimentos naturais do corpo humano como correr, saltar e escalar combinadas com técnicas específicas que melhoram o desempenho do praticante perante obstáculos do ambiente. Com essa habilidade, o semideus potencializa sua habilidade corporal podendo realizar movimentos complicados e acrobáticos por causa do treino. Pode realizar saltos complexos, pular de um ponto a outro (dentro dos limites lógicos), escalar paredes, andar em locais inclinados, passar por obstáculos do cenário, escalar mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio, velocidade e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Nome: Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Nome: Pontos Críticos
Descrição: Ao participar da aula de combate corporal, o semideus aprendeu quais pontos do corpo humano provocam mais danos. Estes locais são chamados de diversas formas, como pontos críticos, pontos de pressão ou pontos de impacto. Ao aplicar um golpe nas áreas como: traqueia, queixo, têmpora, testículos, costela flutuante, diafragma, lateral do nariz, clavícula, parte interna da coxa e a parte interna da junta do cotovelo; o semideus poderá aumentar as chances de crítico e seu dano.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% de acertar os pontos mencionados acima, graças ao treinamento; +40% de dano somados ao dano crítico.
Extra: Funciona principalmente em formas humanoides.

Nome: Taekwondo I
Descrição: O taekwondo é uma arte marcial milenar da Coreia. Em coreano a palavra taekwondo possui o seguinte significado: caminho dos pés e das mãos através da mente. Após assistir a aula de combate, o aluno agora possui noções básicas e sabe melhor do que ninguém aplicar chutes referentes ao taekwondo. Ainda sabe apenas o básico do taekwondo, mas logo estará preparado para os golpes mais complexos que esta modalidade permite aprender.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano em chutes; +30% equilíbrio, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum

Nome: Muay Thai
Descrição: O Muay Thai é uma arte marcial de origem Tailandesa conhecida como Thai Boxe ou Boxe Tailandês e revela um método de combate corpo a corpo (full contact) muito agressivo. É conhecido mundialmente como “a arte das oito armas”, pois caracteriza-se pelo uso combinado da técnica e da força dos membros do corpo humano, nomeadamente: os dois punhos; os dois cotovelos; as duas canelas das pernas e os dois joelhos. O semideus que participou dessa aula tem conhecimento sobre o muay thai, podendo usar de suas técnicas para golpear o seu adversário, principalmente ao usar os cotovelos e os joelhos para atingir o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +25 de dano ao usar cotovelos e joelhos no golpe; +30% força, agilidade e flexibilidade.
Extra: Nenhum.

Nome: Krav Maga - Defesa Pessoal
Descrição: O krav maga é um sistema de combate corpo-a-corpo desenvolvido em Israel que se baseia em uma abordagem que não necessita de equipamentos ou armas. Graças ao comparecimento na aula e o árduo treinamento, este personagem consegue usar de técnicas para defender-se e escapar de situações complicadas, tais como enforcamentos, agarrões, socos diretos, abordagens com facas e armas de fogo como pistola e revolveres.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Maiores chances de escapar de situações em que se possa aplicar a defesa pessoal; +30% de esquiva, equilíbrio e agilidade.
Extra: Nenhum

Objeto:
??? — Uma esfera perfeita feita de ferro estígio. Aparentemente não tem nenhuma utilidade.



Última edição por Kyros A. Máximos em Seg Abr 01, 2019 6:28 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Hipnos em Dom Mar 31, 2019 11:58 pm


Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000  exp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc –18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS:  5880 xp e dracmas

Spoiler:
Não tenho muito do que reclamar da sua missão, foi interessante. Apenas peço para que leia os seus textos, as vezes você repete muitas palavras ou até mesmo coloca um plural onde não deve. Mas no geral é isso.

Sobre o item no final ele é meramente estético, por isso não precisa ser atualizado em sua ficha, apenas o cite na parte II, caso for usar.

Atualizado pelo Júpiter!
Hipnos
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Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

Localização : Estrela de que se vamo tudo morre minha irmã?

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Mensagem por Eren Leonhardt em Dom Abr 07, 2019 6:35 pm

... dormir e ter doces sonhos.
kátharsis


Ato 2 — Roots

Demorou pouco para chegar até o acampamento, mas imediatamente depois de chegar tentei criar uma forma de contatar a deusa. Rezar funcionava na maior parte dos casos, eu sabia, mas eu não era muito familiarizado com aquele método. Afinal, que outra escolha eu tinha? Nunca tive contato com a deusa e sequer era seu servo. Iria ela me escutar? Sentei no meio do meu quarto, fechando os olhos e usando toda a concentração que tinha. Ainda era meio da noite, eu só tinha tomado um banho quando cheguei no chalé (afinal de contas, quem quer falar com uma deusa fedendo a sangue?) e usava roupas leves.

Me sentei no centro do quarto, assumindo uma posição de meditação. Fiquei concentrado na imagem mental da Deusa que representava a alma humana, pedindo sabedoria, ajuda, e principalmente coragem para saber o que aquela esfera negra significava. Sentia um frio na barriga, eu não sabia quase nada da minha mãe, que tinha morrido quando eu ainda era muito novo, mas agora surgiram sinais, aparentemente do nada, de que ela era bem familiarizada com o mundo mágico, o que me deixava ainda mais perdido.

Quando criança, sempre imaginei-a como o modelo de ser humano, sempre sorrindo, sempre gentil, sempre amigável, ela nunca recusava um desafio e sempre parecia pronta para defender os que amava, enquanto eu sempre fui um moleque franzino, fraco e indeciso. Algo, bem no fundo de minha alma me dizia que ela podia estar viva.

— Eu sei que não sou muito de rezar… eu nunca rezei a vida inteira, eu nunca tive qualquer amizade com os deuses ou com vossa divindade, mas por favor, agora eu realmente preciso de ajuda… — apertei a esfera com força enquanto fechava os olhos, rezando para que Psiquê aparecesse. Porque ela, entre todas as divindades estaria envolvida com minha mãe?

O quarto ficou ainda mais quieto do que já estava e eu me mantive de olhos fechados, rezando mentalmente, implorando. Teria a deusa alguma bondade em seu coração para me ajudar? Após tanto silêncio eu respirei fundo, porque ela deveria? Quando tentei me levantar deparei-me com uma das mulheres mais bonitas que já tinha visto. Psiquê ficou parada, em minha frente com um olhar bastante sereno. Me ajoelhei diante a divindade, levemente nervoso.

— Filho de Éolo. — Ela deu um sorriso curto e misterioso — Você cresceu.

Eu pisquei com aquela última frase. Ela me conhecia de alguma forma. Levantei os olhos para encará-la e não me surpreendi muito com o que tinha visto. Como nas lendas, Psiquê era uma deusa com beleza de rivalizar Afrodite e mesmo com essa afronta, essa lenda terminava com um final feliz. Talvez, só talvez, eu também tivesse essa chance.

— É uma honra, Milady. — peguei a esfera e a ergui, acima da cabeça. A deusa fitou o objeto curiosa e o pegou na mão, acariciando-o. — Me pediram para entregar isso a você.

— Fazem uns doze anos desde que eu não vejo isso… Você deve ter vinte agora, certo? — Assenti. Meu aniversário havia sido no começo do mês de março, quando completei duas décadas de existência. A deusa sorriu, gentilmente com a informação, passando a mão em minha cabeça. — Parabéns.

Fiquei sem saber exatamente o que falar ou como reagir, então apenas abaixei a cabeça de novo. Psiquê afastou-se com a esfera em mãos, olhando-a atentamente, como se estivesse avaliando-a, pensando o que fazer em seguida. Tomei a liberdade de me levantar, e como ela não repreendeu o ato, permaneci assim. Ficava desconfortável ajoelhado diante de deuses, mas bem, na maioria das vezes eu não tinha escolha.

— Imagino que você já seja relativamente poderoso, não é? — Aquilo era muito, mas muito relativo. Claro, eu partia mortais comuns no meio com um golpe, mas não era nada comparado a outros semideuses mais experientes do acampamento.

— Recentemente perdi um treino de um jeito meio patético, então não acho que eu seja tão forte assim. — Ela tirou os olhos da esfera e olhou nos meus olhos, arqueando a sobrancelha.

— E o que isso tem a ver? Você ainda perderá batalhas, Kyros, inúmeras. As histórias sobre Perseus, Hércules, todas lendas não contam que eles também falharam inúmeras vezes, assim como você. Quando se quebra um osso, ele se torna mais forte e mais difícil de ser quebrado novamente no futuro, é isso que “Se tornar forte” significa.

Era uma lição importante de se aprender. Suspirei, admitindo que seu argumento tinha lógica. No entanto, ela ergueu um dedo.

— Entretanto, consigo sentir que há algo impedindo-o de alcançar seu verdadeiro potencial, tanto físico quanto mental… Diga-me, Kyros, você ainda tem duas personalidades conflitantes? — Pisquei, levemente surpreso e sem conseguir falar nada além de encarar a deusa surpreso.

— Como a senhora sabe disso?

Psiquê deu um suspiro e me jogou a esfera. Agarrei-a no ar e voltei a fitar a deusa.

— Bom… Como deve saber, essa esfera veio de sua mãe. — Aquilo não foi nenhuma surpresa para mim. — É feita de ferro estígio colhido do rio Estige… diretamente por ela. Há algo que te esconderam a vida toda, Kyros, está disposto a descobrir o que é?

Fiquei quieto por algum tempo, me sentando na cama e olhando atentamente para a esfera. Como diabos ela podia ter ido até o rio estige? Que segredos minha mãe escondia de mim? Porque Psiquê sabia dos meus problemas mentais? Respirei fundo, tentando me acalmar. “Isso, não adianta ficar desesperado.” Coloquei a mão no peito, apertando a camisa com força enquanto tentava não ter um ataque de pânico. Psiquê se manteve esperando, paciente. Por algum motivo eu consegui lembrar do rosto de minha mãe, um olhar maldoso e repreensivo enquanto uma das mãos estava levantada, pronta para me acertar. Aquilo não me ajudou.

Tentei prender a respiração, contar até dez, andar, tudo que podia fazer uma pessoa se acalmar. A deusa se manteve estática no quarto, esperando uma resposta. Ela provavelmente sabia o que estava acontecendo comigo, mas decidira não intervir, e com razão. Se eu não conseguisse lidar nem mesmo com aquilo, como poderia descobrir mais?

Eventualmente, entretanto, eu comecei a me acalmar. As possibilidades corriam por minha mente enquanto meu coração e pulmão pareciam voltar ao normal. Segurei minha tensão aos poucos, sem entrar em um colapso. Eventualmente parei, tirando a mão do peito e olhando a deusa.

— Sim. — Olhei para a deusa, com um ar determinado. Ela se manteve inexpressiva e se aproximou.

— O caminho vai ser duro, você pode acabar morto. — Parou em minha frente, fitando-me como se procurasse qualquer tipo de sinal de fraqueza em minha mente.

— Estou ciente.

— Pode acabar não descobrindo nada.

— Sim.

Ela fez uma pausa, enquanto me fitava nos olhos.

— Pode se decepcionar com a imagem que criou dela. — Ela estava tentando causar uma reação semelhante ao meu primeiro “quase ataque de pânico.”, agora eu tive certeza.

Aquilo me fez ficar quieto por algum tempo, mas ainda assim…

— Estou disposto a fazer qualquer coisa para despertar meu verdadeiro potencial.

Por fim a deusa sorriu sutilmente. Ela me deu o que pareceu um olhar nostálgico.

— Esses olhos determinados, são da sua mãe. Isso é ótimo, se os olhos são a janela da alma, então pode querer dizer que vocês dois são semelhantes. — ela se afastou, virando-se novamente. — Pode significar que você conseguirá ser tão poderoso quanto ela algum dia.

— Quem exatamente era minha mãe?

Psiquê pareceu quase triste por um segundo, e então suspirou.

— Uma serva bastante devotada e uma Mentalista muito poderosa. Passava os dias sonhando acordada e a maior paixão dela foi o céu… No fim ela até conseguiu gerar uma cria com o Senhor dos Ventos. — Era a primeira vez que ouvia alguém falar bem da minha mãe, na maioria das vezes ela era só uma delinquente que engravidou por não tomar cuidado… mas agora ela parecia ser uma pessoa respeitável.

— E porque ela te deu isso? — levantei a esfera para a deusa.

— Bom, você é uma existência… única. Você estava colapsando, morrendo, incapaz de conter a própria força em um corpo tão pequeno, você era muito frágil. Sua mãe era uma Mentalista extremamente poderosa, Mia usou um poder raro entre os mentalistas, e extremamente poderoso, capaz de criar outra personalidade dentro de ti. Você cresceu como um garoto gentil, amoroso, sorridente… mas a outra parte, a parte que representa seu poder bruto, ela sempre esteve lá, tentando se libertar, contendo o poder pacientemente até a hora em que você estivesse pronto.

Todas as vezes em que eu “briguei comigo mesmo” passaram em minha mente.Por muitas vezes eu deixava que “ele” assumisse o controle, e ele sempre se provou apto a conter qualquer situação de perigo. Era como se fosse bem mais forte do que eu, por algum motivo… Mas ele não queria só ajudar, ele queria o controle, eu sentia até mesmo um certo desespero na parte dele para que ficasse constantemente no poder, para que ficasse constantemente na superfície.

— Sim, mas bem, depois de passar por alguns… problemas, eu consigo lidar com ele. — disse, me referindo aos experimentos que tinha sofrido. Psiquê sorriu, talvez pela minha ingenuidade.

— Você não lidou com ele, ele ainda está aí, posso sentir o poder de sua mãe ainda afetando sua mente. Só adiou o fato de que você vai ter que lidar com o problema. — Ela parecia estar me repreendendo. Abaixei a cabeça, respirando fundo e me deixando disposto a acatar qualquer ordem que ela quisesse me dar. Por fim ela se silenciou novamente e pegou a esfera de minhas mãos. — Ela me pediu para que livrasse-o desse dilema quando estivesse forte o suficiente, deu a esfera negra para Euro, seu maior confidente, e pediu para que ele esperasse os seus vinte anos.

Era estranho ouvir falar de Euro daquela forma. O maior confidente de minha mãe? Ele era o maior babaca que eu conhecia.

— E agora acha que estou forte o suficiente para lidar com isso?

Ela não enrolou.

— Acho. Você é filho de Mia, afinal de contas. Se não for, entretanto, morrerá.

Mesmo com aquilo  estava certo do que queria. Não tinha medo de morrer se preciso fosse. Queria saber mais sobre quem eu era, sobre minha mãe, sobre o motivo dela ter qualquer conexão com Psiquê, eu estava cansado de ser cego para a “Verdade deste mundo”. Acenei positivamente e ela assentiu.

— Certo, há um lugar para onde preciso te levar, Kyros. Você precisará viver em uma ilha por algum tempo, quanto tempo isso vai ser só depende de ti, uma semana, um mês, dois anos… E no fim, pode ser que não ganhe nada com isso. Tem certeza de que está apto?

— ...Sim.

— Certo… então venha comigo.

O abismo entre um humano normal e um semideus era profundo. Fazíamos coisas que os mortais apenas sonhavam em fazer, todos os dias eram uma luta pela vida e por isso nosso físico normalmente estava no auge. Entretanto o abismo entre um semideus e um deus era algo infinitamente maior. Psique me levou, em um estalar de dedos, de um ponto a outro no mundo e não pareceu minimamente cansada em fazer isso. Só os Deuses podiam saber onde estávamos agora, mas visto que eu estava na companhia dela apenas relaxei e esperei, afinal ela de certo explicaria e tudo ficaria bem.

Estávamos em uma floresta, pinheiros e outros tipos de árvores cobriam quase que totalmente o céu. Eu não sabia onde estávamos, mas sabia que não deviamos estar muito longe na questão de latitude, o ar estava gelado e a noite ainda estava acima de nossas cabeças. Apertei a esfera negra em minha mão com um pouco mais de força pela ansiedade que tudo aquilo me causava, mas tentei me manter firme.

— Kyros. — ela me chamou e eu saí do pequeno transe em que estava. — Me acompanhe.

A primeira pergunta que me passou pela cabeça foi; “Porque, então, não nos teleportar direto para lá?”, mas é claro, uma pergunta dessas poderia ofender a deusa e fazer com que ela me forçasse a viver o resto da minha vida como a Senhora Marocas alterando minha mente. Eu gostava mais do Kyros do que da Senhora Marocas, então permaneci calado e seguindo a deusa, pronto para acatar qualquer ordem.

Havia algo de estranho naquela floresta. Para começar, não tinha um grilo. Era de se esperar que naquela noite os grilos fossem cricrilar por conta da temperatura e também pelo fato de serem o que eram, mas ao invés disso a floresta estava em um silêncio mortal, exceto pela eventual coruja. Após algum tempo passei a ouvir o som de algo caindo, água. Era uma cachoeira? Porque ela me levava até lá? Eu queria perguntar, mas achei que fazê-lo seria redundância, ela me falaria hora ou outra. Por fim chegamos em uma clareira com uma pequena cachoeira que formava um laguinho. Próximo ao laguinho tinha uma cabana de pau-a-pique. Havia iluminação, então deduzi que fosse habitada mas não tivesse eletricidade, afinal era só uma leve chama.

— Esse lugar é conhecido como “A cachoeira da verdade”. — Psique falou, se aproximando do lago sob meu olhar atento. — Quem medita aqui consegue ver seu “verdadeiro eu” sair de trás da cachoeira.

— E quem mora aqui?

— Um hermitão. Você o conhecerá. — a porta se abriu e de dentro dela saiu um velho. Ele tinha a pele morena, até onde a luz da lua me permitia enxergar) uma longa barba branca e usava apenas laranja com alguns ornamentos. Ao ver Psiquê ele se ajoelhou, começando algumas preces, mas a deusa rapidamente dispensou o ato com a mão. — Aatmadeva, é sempre um prazer te ver bem.

— O prazer é todo meu, minha senhora. — O sotaque dele era um sotaque indiano carregado. Ele era o esteriótipo de monge sábio. — Com o que posso ajudar a senhora hoje?

— Este rapaz quer desfrutar da cachoeira da verdade. Ele tem a minha permissão de passar por todos os estágios que vem depois disso. Você aceitaria guiá-lo?

— Seu desejo é uma ordem, senhora.

Ela deu um sorriso cordial para ele e então se virou para mim, séria.

— Por favor, siga os conselhos dele e tente aprender o máximo que puder. Qualquer falha aqui pode resultar na sua morte, então seja atencioso.

Eu não soube o que pensar da situação, e nem tive tempo de perguntar, Psique já tinha ido embora no instante seguinte, me deixando sozinho com Aatmadeva. Eu não sabia exatamente o que fazer ou o que falar, mas por sorte não precisei.

— Vá até ali. — ele apontou para uma pequena ilha que ficava próximo a cachoeira. Tirei os meus sapatos para que não se molhassem e segui sua ordem, caminhando pela água gelada da madrugada até chegar na ilhazinha. — Sente-se em posição de Lótus e reflita sobre sí, a cachoeira mostrará a verdade sobre quem é de verdade.

Ele parecia calmo, então eu imaginei que não fosse algo tão difícil ou tão assustador quanto parecia. Me sentei da forma que ele indicou e tentei me concentrar, começando uma meditação que durou horas. Era bem mais complicado do que parecia, a ponto de eu começar a achar que aquilo era tudo uma bobeira, e que Psique só queria sacanear alguém, mas quando eu abri os olhos a cachoeira estava diferente. Ela ainda caia como água, mas ao invés de formar um pequeno lago e um riacho, agora caía direto em um mar de flores brancas. Era uma vista linda que realmente me deixou maravilhado. Peguei em uma flor, observando-a e sentindo seu aroma… aquilo era uma ilusão?

— Fome. — Uma das rosas em minha mão se transformou e tornou-se negra. Olhei para a fonte da voz e vi uma imagem difusa atrás da queda d’agua. — Precisamos comer…não é? — Ele começou a sair da cachoeira, uma réplica exata minha, mas com os dois olhos vermelhos. Engoli seco, sabendo que aquilo era minha representação aos olhos da cachoeira. Ele deu mais alguns passos para frente e eu me levantei, assumindo uma posição de luta que o fez me encarar surpreso, e então cair na gargalhada.

— Qual é a graça? — O perguntei, já ativando as Kagunes. Estava mais que pronto para derrotar aquela coisa. Me senti estúpido quando ele próprio ativou kagunes também, sorrindo. Aquilo seria um problema.

Corri em sua direção, fazendo uma finta com o punho direito indo em direção a seu queixo, e não muito diferente de mim ele também correu, de punho erguido. Fingi tentar acertar seu queixo enquanto seu punho veio em minha direção. Ambos seguramos os punhos e, quando tentei me aproveitar da distração causada pelo momento atacando-o na lateral com as Kagunes, ele se defendeu com os tentáculos dele, enroscando-os nos meus.

Ficamos naquele jogo de força por alguns instantes até que eu me afastei, com um salto para trás e, como eu imaginei que ele faria, ele imitou perfeitamente meu movimento. “Claro!” percebi, o olhando apreensivo “Ele tem exatamente o meu estilo de luta.” O outro eu se manteve parado, esperando meu próximo movimento.

— Quem diabos é você? — Perguntei, recuando os tentáculos ao perceber que aquilo seria inútil. Ele também o fez, parecendo arrogante, confiante, como se pudesse vencer um exército sozinho, e também parecia irritado, esgotado e… por algum motivo triste, embora soubesse mascarar tudo aquilo com um sorriso de escárnio.

— Eu sou você. O você de verdade, mas você já soube disso assim que colou os olhos em mim, não é?

Respirei fundo, precisando formular uma estratégia diferente. Meu outro eu parecia… paciente. Ele não se moveu até que eu me movesse, continuava com seu sorriso malicioso, esperando a próxima oportunidade de se provar mais inteligente do que eu, mais rápido, mais forte, era isso o que ele queria. Fui em sua direção novamente, tentando acertar um chute alto na lateral de seu corpo, que foi bloqueado com seu antebraço. Recuei a perna, voltando para a posição de base e então tentei acertar um soco em seu diafragma, mas ele se defendeu cruzando os braços logo acima daquele ponto, absorvendo a maior parte do impacto.

Foi a partir desse ponto que decidi começar a usar os poderes, criando uma esfera espiral em minha mão, movimento que foi imitado. Avançamos em direção um do outro e as duas esferas colidiram, fazendo um turbilhão de ar que despedaçou todas as rosas ao redor. Ficamos por horas lutando, um tentando encontrar fraquezas na defesa do outro, e ambos falhando. Eu estava exausto mentalmente, e ele não parecia estar tão diferente, com gotas de suor escorrendo pela testa. Eu não podia vencer aquela batalha, não daquele jeito.

Sai do meu transe, agora estando de volta na cachoeira. Respirei fundo, me levantando, virando e encarando o monge. Ele balançou a cabeça para os lados com um olhar atencioso.

— Eu só consegui vencer a mim mesmo depois de cinco anos. A primeira vez sempre é a mais complicada.

Me aproximei dele com os olhos suplicantes, completamente esgotado mentalmente.

— E como venceu? — Ele me deu um sorriso gentil ao ouvir a pergunta.

— Dizendo para mim mesmo o que eu precisava ouvir. É difícil encontrar as palavras certas, você não pode mentir para si mesmo ou só falar o que quer ouvir. Medite sobre isso por alguns dias e tente novamente.

Item:
OBJETO:
??? — Uma esfera perfeita feita de ferro estígio. Aparentemente não tem nenhuma utilidade.
Equipamento:

• Duas caras [Inicialmente toma forma de um canivete e, de acordo com a vontade de Kyros, pode tomar a forma de dois objetos. O Primeiro é um escudo de bronze celestial largo com a imagem de um homem acorrentado gravada em sua face. A segunda é a de uma espada bastarda com 110. A espada é cheia de gravuras com a palavra “Lute” em diferentes línguas| Até os menores cortes da espada fazem com que o oponente (se humano) sofra sangramento. | Bronze Celestial | Sem espaço para Gemas| Beta| Status: 100% Sem danos | | Comum | Item Inicial]
FPA:
Eren Leonhardt
Eren Leonhardt
I Coorte
I Coorte

Idade : 20

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[CCFY] Kátharsis Empty Re: [CCFY] Kátharsis

Mensagem por Júpiter em Seg Abr 08, 2019 4:23 pm


Avaliação


Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa a ser obtida: 6.000  exp e dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc –20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

RECOMPENSAS:  5100 xp e dracmas

Spoiler:
Primeiramente, gostaria de pedir que, pelo amor de Zeus (já que você é grego) que aumente um pouco mais essa fonte e a largura do seu template. Se possível, também, coloque em preto o seu texto, porque assim a staff consegue ler melhor suas postagens. Só reclamei porque eu sou Míope, gafanhoto.

Seguinte, criaturinha de Éolo, você escreve bem e tem uma criatividade interessante. Mas pecou algumas vezes em discordância e alguns erros de digitação. Também encontrei muito início de frase - após o ponto final - com letra minúscula. Tirando isso, você foi bem. Parabéns!

É nóiz que tah!



Que Zeus te perdoe, porque eu não vou!

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[CCFY] Kátharsis Empty Re: [CCFY] Kátharsis

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