The Blood of Olympus
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Setor 1

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Mensagem por Nêmesis em Seg Mar 18, 2019 8:44 pm

Setor Um
blood of chaos

Setor 1: Desastres Naturais

Os Desastres Naturais representam um conjunto de fenômenos que fazem parte da geodinâmica terrestre, portanto, da natureza do planeta. Quando ocorrem, podem trazer consequências catastróficas para o ser-humano e por mais que a tecnologia na área seja avançada, muitos desastres naturais são imprevisíveis. Note que eles são fenômenos naturais e representam a mudança de ciclo na Terra, no entanto, nos tempos atuais, essas ocorrências tem aumentado de maneira significativa, o que nos leva a crer nas estatísticas e estudos sobre o meio ambiente.

Terremotos (Sismos) e Maremotos (Tsunamis): Também chamados de abalos sísmicos, representam fenômenos de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, que ocorrem por meio da movimentação das placas rochosas, bem como da atividade vulcânica e dos deslocamentos de gases no interior da Terra. Os maremotos ou tsunamis são os terremotos que acontecem dentro dos mares, provocando imensas deslocações de água.

Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação.

Inundações: As inundações ou enchentes são fenômenos da natureza, intensificados pela ação humana e que vem aumentando de maneira significativa nas últimas décadas. Um exemplo é o excesso de lixo, os quais entopem os bueiros, impedindo a passagem de água. As enchentes e inundações, causadas pelo aumento de quantidade das chuvas e impedimento da evacuação, provocam desabamentos que podem levar a morte de milhares de pessoas, além de grande destruição.

Regras escreveu:• Sistema de dados: Os dados serão usados para a definição do cenário que o semideus irá enfrentar, de acordo com o setor, que será de sua escolha. O semideus deverá lançar os dados após a criação do seu tópico na área do setor escolhido antes de fazer as postagens referidas ao local;
• A rolagem de dados acontecerá na RP do tópico que o semideus escolheu para postagem;
• As postagens podem ser feitas individualmente, em dupla ou em trio, contanto que todas sejam em formato One-Post;
• Se a RP for feita por dois ou três semideuses, apenas um deles deverá fazer a rolagem de dados para que todos vivam o mesmo cenário do setor escolhido;
• Se a RP for feita por dois ou três semideuses, a situação deve ser escolhida pelos três, e as postagens devem ser coerentes umas com as outras, ou as avaliações serão anuladas;
• Ariel irá induzir o semideus à situação e o cenário que ele está prestes a viver. O início de todas as narrativas deverá conter esse detalhe da participação da líder dos mentalistas;
• Os semideuses poderão postar quantas vezes quiser em cada setor, em cada cenário, porém, terão que, obrigatoriamente, mudar a situação, se cair o mesmo dado;
• Escolha da situação: Após o cenário sorteado, fica ao encargo do semideus de escolher a situação específica que ele irá passar no cenário determinado, instigando assim a criatividade do player. Por exemplo: O semideus rolou o dado do Setor 1, de desastres naturais, e caiu no cenário de Terremotos e Maremotos. Então, ele se coloca na situação de que está hospedado num hotel no Havaí, e uma tsunami lhe pega de surpresa, tendo ele que narrar o que sentiu e o que fez parar escapar da situação, se salvou alguém, se viu alguém morrer, se quase se afogou...E por aí vai;
• As avaliadoras tem um prazo total de 5 dias para a avaliação dos pedidos no tópico "Pedidos de Avaliação", encontrado aqui;
• A falta de postagem do semideus após a rolagem de dados não acarretará em consequência, pois é um evento sem risco de morte;
• O uso de pets será permitido e eles não contarão como um membro na dupla ou trio, nas postagens que forem em grupo;
• Qualquer poder passivo ou ativo será aceito nessas postagens;
• Apenas 5 itens serão aceitos nessas postagens;
• Qualquer habilidade será aceita nessas postagens.
「R」
Nêmesis
Nêmesis
Deuses Menores
Deuses Menores


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Mensagem por Alexandra Nikolaev em Ter Mar 19, 2019 11:57 pm

This is
WAR
Chaos - Seca


http://www.bloodolympus.org/t4599-rps-alexandra-nikolaev#95288

Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação.
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Esqueçam Nox tomando o lugar de Júpiter no trono olimpiano. Naquela realidade a qual fui jogada, era Febo quem tinha aliados forças com Hélio e agora dominava o mundo. O calor era tamanho que minha jaqueta agora encontrava-se amarrada ao redor de minha cintura, enquanto que o cachecol que eu tanto amava usar permanecia pendurado sobre meu ombro esquerdo.

A sensação era de que estávamos caminhando por horas, quando eu poderia apostar que estávamos naquele inferno seco por apenas alguns aglomerados de minutos. A boca estava seca, as únicas sombras eram as produzidas pelos prédios. Nada parecia funcionar bem, nem mesmo a tecnologia já que – provavelmente – todas as formas de produção de energia devem ter entrado em colapso com o clima quente e seco, alterando as usinas que buscavam forças da natureza. Ao meu lado, Lunafreya era a aposta de quem estava mais sofrendo naquele calor absoluto, mas graças a sua ligação natural com o fogo, mesmo que com aquela bela pelugem a mascote estava bem. Assim como Noctis, o cão infernal que, bem, era do inferno. O que restava a mim, uma pobre meio-humana que, mesmo possuindo também resistência ao fogo, sentia como se os próprios ossos estivessem derretendo.

O cenário de São Francisco foi fácil de assimilar. Eram os mesmo prédios e construções que eu constantemente vislumbrava ao passear pela capital californiana. Ao chegar na Union Square, no entanto, me surpreendi ao ver um grupo de humanos ajustando mochilas grandes de acampamento.

— Papa! Papa! Tem alguém mais chegando!

Uma linda menina puxou a blusa de quem deveria ser seu pai. Um homem barbudo, com a camisa colada nas costas devido ao suor e boné sobre a cabeça. Ele prontamente levou a mão a cintura, erguendo uma arma de fogo no segundo seguinte. Noctis rosnou perante a postura hostil, sendo prontamente imitado pelo cão-leão fêmea. Pousei as mãos no dorso de cada um, tentando impedir que uma pequena briga acontecesse sem nem ao menos uma troca de palavras civilizadas.

— Não vamos machucar! — Garanti no meu melhor tom apaziguador.

— Você consegue dominar os animais? — Um garoto negro e alto apareceu do outro lado da rua, a arma automática também repousando nas mãos.

— São meus amigos. — Respondi prontamente, achando a palavra “domar” forte demais para criaturas inteligentes como aquelas.

— Uou! Isso é incrível, eu pensei que todos tinham ido a loucura por causa da seca! — A menina veio correndo sem apresentar medo. — Eles são tão grandes!

— Bianca, não se afaste!

O pai parecia desesperado, perdendo a compostura ao correr em direção a pequena, a agarrando antes que alcançasse Lunafreya. Mais de perto, eu conseguia ter um vislumbre melhor da menor. Ela tinha a pele visivelmente ressecada, as bochechas que deveriam ser gordinhas estavam côncavas.  A garotinha, Bianca, também aparentava estar pesando dez quilos a menos do que deveria. Engoli em seco, abaixando o meu corpo para ficar na altura dela, basicamente um pouco mais baixa do que os próprios animais místicos ao meu lado.

— Essa é a Lunafreya, e esse garotão aqui é o Noctis! — Apresentei usando de um tom carinhoso, mas ao erguer o olhar para o senhor tanto minha expressão como meu timbre tinha mudado para mais sério. — Não vamos machucar, pelo contrário, estou surpresa de encontrar pessoas aqui.

— Sou Jack! Essa é a Bianca e o velho ranzinza é o Gary. — O garoto apresentou animado. — Não vemos outras pessoas durante semanas, mas ouvimos falar de um lugar que está racionando água! Dá para acreditar? ÁGUA POTÁVEL!

A animação dele deveria, supostamente, me animar e oferecer esperanças. Mas meu peito estava apertado com a simples ideia de que naquela realidade a água estava tão escarça ao ponto de gerar aquele tipo de reação. Levantei o corpo, sorrindo amigavelmente para Gary, não deixando que a expressão desconfiada e taciturna dele me abalasse. O homem estava apenas protegendo aquelas crianças, afinal de contas.

— Se esses bichos fizerem qualquer rosnado na direção das crianças, eu juro que meto bala! — Ele ameaçou e ajustou a mochila nas costas. — Agora vamos que logo será noite, não queremos ser caçados por aquelas bestas.

— Bestas? — Perguntei curiosamente, aproximando de Bianca para pegá-la e coloca-la sobre as costas de Lunafreya. Noctis ainda era um cão infernal, não aceitando muito bem quando estranhos tentavam acaricia-lo ou montá-lo. A criança abriu os olhos como se estivesse montando um verdadeiro unicórnio com cores de arco-íris. — Quais são os perigos?

— Garota, como você tem sobrevivido sem saber dos animais? — Jack riu e caminhou ao lado do homem ranzinza, ele era mais fácil de conversar e socializar. — Quando a seca veio todos nós sofremos. Quase não venta a não ser em tempestades de areia. Não temos alimentos abundantes ou até mesmo saudáveis. Mas não foram só os humanos a sentirem esse impacto, os animais também tiveram de migrar e mudar sua forma de caçar, eles se tornaram ainda mais selvagens e loucos, até ficarem violentos e com a intensão de comer tudo o que tiver vivo pela frente. Eles malmente sobrevivem em bandos grandes, se alimentando dos mais fracos.

Meus ombros caíram sobre aquela informação, apesar de fazer sentido a repercussão do que uma seca a nível global provocaria na natureza e comportamento da fauna. Jack e Bianca dominavam todos os assuntos, conversando sobre tudo e qualquer coisa. Sobreviver durante a noite tinha sido um verdadeiro desafio, pois se os dias eram infernalmente quentes, no período oposto a temperatura caía drasticamente. Bianca e Jack dormiram praticamente embolados em Lunafreya, enquanto que dei o meu cachecol para Gary. Ele inicialmente estranhou a bondade, mas eu argumentei que os ossos de velho dele precisavam muito mais do que eu. E realmente precisavam. Noctis ficou de vigia, sempre sumindo nas sombras quando todos já estavam dormindo, provavelmente indo caçar os animais e mente-los longe do acampamento improvisado.

Pela direção que tomávamos na manhã seguinte, sabia que estávamos indo para a fronteira da cidade. Era pleno meio dia, tínhamos encontrado alguns cactos que cresceram na lateral de uma igreja. Estava ajudando Gary a colher água da planta do deserto, sem questionar o porquê de algo tão inusitado estar crescendo no meio de São Francisco. Foi quando escutamos um grito forte e agudo, de pura agonia e dor.

Largamos tudo e corremos, apenas para ver Jack sendo devorado por dois coiotes gigantes. Uma Bianca paralisada pelo medo estava sendo cercada por um terceiro animal, maior e mais feroz ainda do que os outros dois. Levei dois dedos a boca, assoviando alto, arrependendo amargamente de ter mandado Lunafreya e Noctis para uma patrulha ao redor. Gary não hesitou, gritando de raiva ele tirou a pistola e atirou contra um dos coiotes que devoravam o garoto. O coiote atingido encolheu e rosnou para o homem. Quase sem ter tempo, empurrei Gary para o lado o impedindo de receber as garras do coiote que pulava em sua direção. Criei uma barreira de luz ao redor do animal, mas tinha calculado terrivelmente mal a potência que uma criatura que cresceu no apocalipse desértico possuía. O animal pulou a barreira praticamente a escalando ao cravar as garras ali, saltando diretamente no Gary derrubado no chão. Ele não morreu quando teve as mandíbulas do animal ao redor de seu pescoço, mas sim com o impacto das patas sobre seu peito, as garras afundando profundamente no tórax.

Rosnados vieram de todos os lados, Noctis surgindo da sombra da igreja para logo estar se jogando no que parecia ser o alfa. Lunafreya veio em sua corrida veloz, atingindo o coiote sobrevivente com suas garras e dentes afiados. Priorizando a vida da criança, acabei correndo em direção a Bianca, a pegando no colo enquanto fazia erguer as minhas asas. Ao tê-la segura em meus braços lancei voo distanciando dos animais esfomeados e desnutridos, desesperados pela sobrevivência. Lunafreya lançou uma bola de fogo para acabar de vez com o coite que lutava, enquanto Noctis se vangloriava ao balançar a cabeça de um lado para o outro, tendo os dentes cravados na nuca de seu alvo.

Assoviei duas vezes dando o comando para que eles parassem. Sem precisar dizer uma palavra, voei baixo, permitindo que as duas mascotes me seguissem de perto até a fronteira da cidade. De uma altura considerável, eu consegui ver o abrigo. Suspirando de alívio, pousei e retrai as asas uma vez mais, para sustentar o disfarce de humana comum.

— Por que você não salvou o tio Gary e Jack? — Bianca questionou em um fio de voz.

Meu olhar desceu para o da criança, meu coração sendo partido ao ver como ela finalmente rompia em um prato dolorido.

— V-você tem asas, é um anjo? Porque então não protegeu eles? Eles não eram pessoas más! Eu sou, eu comi toda a carne seca e tio Gary não brigou comigo! E-eles...!

Bianca não terminou de falar, pois não conseguiria. Eu a abracei, mesmo que por vezes ela tentasse negar os meus braços ao seu redor. Caminhei em direção ao abrigo, entregando a criança para os vigias. Mas eu não consegui adentrar o lugar, pois a pergunta dela ainda martelava em minha cabeça. Por que eu não tinha conseguido salvar todos eles?



itens levados:
• Cachecol Vermelho [Em termos de aparência, parece um cachecol vermelho como outro qualquer, bastante bonito. Porém, ele está entrelaçado com fios de vibranium, conferindo a resistência do famoso material de defesa. Por estar encantado com o elemento fogo, oferece proteção contra o mesmo além de manter o corpo de quem o usa aquecido e confortável. | Efeito de ligação: retorna ao usuário depois de perdido ou roubado, por ter sido encantado com o sangue de Alexandra. | Efeito 1: Graças aos símbolos mágicos, pode transformar-se rapidamente, alongando seu comprimento pra até 20m, ou crescendo na mesma proporção virando um manto ou um lençol; Efeito 2: Graças ao encantamento de fogo, o tecido pode esquentar de tal maneira a provocar queimaduras de terceiro grau. Também mantem o corpo aquecido. (Custo de 20MP para esquentar, 15MP para sustentar o cachecol em nível extremamente quente); Efeito 3: Graças a um encantamento, o item pode ficar invisível por 2 turnos, sendo necessário mais 1 para voltar a usá-lo. (Custo de 40MP)| Efeito lendário Sangramento: ao provocar feridas/cortes, continuará aberto e sangrando por até 8 turnos, causando um dano de 15HP por turno independente da ferida/corte. | Bônus de tecido mágico: +30% de resistência | Bônus de forja, dano lendário e FPA aplicados no dano base | Vibranium | Rubi Imperial, espaço para 2 gemas | Super Alfa | Dano base: 167 | Lendário | Status 100%, sem danos | Forjado por Nikolaev]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

Curadores Unissex [Camiseta branca básica do tipo sem estampas, o tecido é liso e bastante leve, gruda no corpo como se fosse uma sobre-pele, mas mais confortável. Manga curta de cor única. | Efeito 1: A blusa pode restaurar até 50% do HP do usuário dentro de dois turnos, 25% no primeiro turno, 25% no segundo turno. O efeito só funciona uma única vez por evento, luta ou missão. Efeito 2: Foi feito de forma que possa ser usado por baixo de outras roupas, o tecido é fino, o que faz parecer com que o semideus não esteja vestindo nada, além disso, possui uma mágia que o impede de sentir calor. Efeito 3: Se ajusta perfeitamente ao corpo do usuário. | Tecido mágico | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

• Aeon [Adaga de aparência extremamente bela e delicada, mas tão afiada quanto. Possui apenas um corte e é mais leve do que aparenta, dando a sensação de que conseguiria cortar até mesmo o ar para alcançar o seu objetivo. A empunhadura possui um rico detalhe de asas, assim como uma guarda mão feita de vibranium. | Efeito 1: Encantada com o elemento ar, a adaga possui uma camada de ar que tornam o item extremamente afiado, aumentando a profundidade do corte. Essa camada também envolve as adagas aumentando a sua proporção de alcance, estando a cinco centímetros de distância da lâmina real. | Efeito 2: Aeon possui a habilidade de ficar intangível por apenas um turno, precisando de outro turno para ser usada essa propriedade novamente. Enquanto intangível, as adagas não provocam dano ao ultrapassar algo ou alguém, apenas quando estiver em sua forma física. 40MP por uso. | Bônus de forja e FPA aplicados | bônus lendário: Elemento Trevas e Raio - Ganha propriedade de conduzir treva e raio, qualquer poder de raio/treva lançado contra ela poderá ser rebatido e lançado novamente para quem lançou o poder. Tal dano ainda poderá ser neutralizado pela arma. | Lâmina de ouro imperial, empunhadura de vibranium | Super Alfa | Rubi imperial, espaço para 2 gemas | Dano base semideus: 149 + 10% retirado da HP e MP; monstro: 161| Status 100%, sem danos | Lendária | Forjada por Nikolaev, obtido através de feitiço de cópia]

• Martelo Mágico de Forja [Um martelo de forja, com traços rústicos, feito de bronze celestial e aço reforçado. Possui runas mágicas que lhe dão propriedades mágicas. | Efeito de ligação: funciona apenas nas mãos de Alexandra, nas mãos de outra pessoa se torna apenas um martelo comum, assim como retorna a sua dona depois de dois turnos, caso perdido ou roubado; Efeito de transformação: vira um chaveiro com uma réplica menor do original | Efeito 1: Graças as runas de sorte, transformação, mudança, equilíbrio e sabedoria, o martelo é capaz de com poucas marteladas fazer com que o metal tome a forma que a ferreira deseja. Funciona apenas para efeitos de forja, não será permitido uso em PvPs, porém poderá ser usado e levado em missões | Bônus de forja: 15% a mais de dano; bônus lendário: Quando o inimigo for atingido pela espada, por menor que seja o corte, o mesmo irá continuar aberto e sangrando por, até, oito turnos. Causando um dano de 15 de HP a cada turno, independente da ferida.| BC e aço reforçado | Alfa | Espaço para 3 gemas | Status 100%, sem danos | Lendário | Forjada por Nikolaev]

Habilidades:
Passivas de Vulcano:
Nome do poder: Visão Espacial
Descrição: Filhos de Hefesto/Vulcano são especialistas na montagem de coisas, portanto, possuem a visão lógica e espacial mais desenvolvida que outros semideuses sabem em que lugar colocar uma peça intuitivamente, e qual será o efeito, seja para consertar ou destruir um aparato mecânico-tecnológico. Esta noção espacial pode ser utilizada em outras situações quando chega a tal ponto de aprimoramento, podendo usá-la agora para descobrir a exatidão de distâncias e medidas utilizando somente o olhar. Podendo calcular distâncias entre corpos somente com uma rápida olhada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ao observarem o ambiente ao redor e conhecerem o campo, entenderem como funcionam, ganham uma vantagem de campo de +20%, seus atributos de velocidade, resistência, e esquiva serão melhorados em +10%, lhe dando uma vantagem diferente.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detalhistas
Descrição: Meus filhos são acostumados a lidar com engenhocas e peças, reparando em pequenos detalhes, por isso é mais difícil esconder algo deles - são observadores atentos. Isso permite que encontrem coisas com mais facilidade, descubram segredos, e coisas ocultas – como o Bunker na floresta quando Leo Valdez seguiu a trilha deixada pelo dragão – esconderijos, e outras coisas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham vantagem em encontrar pistas, e achar rastros.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Força de Vontade
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano são considerados semideuses voláteis e extremamente teimosos. Com isso, caso o HP deles seja zerado, uma vez por missão ou evento, conseguirão recuperar uma parte de seu HP, a fim de continuarem vivos. (Essa habilidade só pode ser usada uma vez por missão ou evento).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +30 HP
Dano: Nenhum

Nome do poder: Força II
Descrição: Você ficou ainda mais forte, conforme cresce, se desenvolve, e executa seus treinamentos – além de claro, trabalha nas forjas, pois, se sente extremamente atraído por elas – também desenvolve uma força superior aos demais campistas, você está se saindo bem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força.
Dano: +10% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

Nome do poder: Corpo de Aço
Descrição: Todos os equipamentos de defesa usados por meus filhos irão adquirir maior resistência enquanto estiverem em seus corpos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de defesa em ataques desferidos contra os corpos de mecanismos como armaduras.
Dano: O dano diminui em +5% caso o semideus seja atingido, enquanto estiver usando uma armadura ou algo semelhante.

Nome do poder: Resistencia ao Fogo II
Descrição: Agora o fogo magico também não incomoda o filho de Hefesto/Vulcano como a maioria, ainda sofre alguns danos, e se machuca, mas adquiriu uma resistência natural, que impede seus ferimentos de serem mais graves.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques relacionados a fogo magico agora são 30% menos efetivos em filhos de Hefesto/Vulcano, e o dano também é 30% menos nele.
Dano: Nenhum

Passivas Celestiais:
Nome do poder: Asas
Descrição: Os celestiais são reconhecidos principalmente pelas suas asas. Majestosas e belas, as asas são geralmente brancas em sua totalidade, mas ainda há alguns seguidores de Éter que possuem detalhes nas extremidades de suas penas. São como asas de anjos, nunca assumindo a tonalidade negra. Cada celestial pode descrever suas asas, porém uma vez feito não poderá muda-lo. As asas crescem a partir dos ossos das costas, por isso, muito cuidado com as camisas, elas consequentemente ganham dois rasgos nas costas sempre que permitem o alongamento das asas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Respiração Avantajada
Descrição: Os celestiais conseguem atingir grandes altitudes sem sofrer com o ar rarefeito, respirando normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Detectar intenções
Descrição: A intuição do celestial é bastante apurada. Ele saberá reconhecer quando está sendo enganado ou quando alguém está sendo sincero. Durante o combate, ele sentirá o desejo de atacar do outro, podendo ficar em alerta e diminuir as chances de ser pego em um ataque surpresa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum


Nome do poder:  Precisão
Descrição: É a capacidade que permite ao semideus ter grande foco e atenção aos detalhes, de forma que sempre que realize uma mesma tarefa mais de uma vez o faça com perfeição. Eles aprendem com muita facilidade, e isso permite que dominem armas, resolvem enigmas e descubram alguma coisa de maneira mais rápida e precisa.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: +30% de percepção e inteligência. +20% de descobrir algo. Pode pedir ao narrador uma única pista ao resolver um enigma ou uma charada.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Atributos melhorados II
Descrição: O celestial agora está mais evoluído. A experiência em batalhas melhorou ainda mais as suas condições físicas. O semideus seguidor de Éter torna-se ainda mais veloz e esquiva-se com mais facilidade. Seus reflexos também melhoraram.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade, esquiva e reflexos.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Cura Acelerada
Descrição: Ao adentrar nos celestiais de Éter, o semideus terá o seu metabolismo acelerado. Graças a isso, o processo de cura torna-se mais rápido e eficiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Os ferimentos pequenos se fecham depois de 2 turnos. Ferimentos profundos levam 4 turnos e ossos quebrados um dia inteiro.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Resistência a mudanças climáticas
Descrição: Mudanças climáticas bruscas não causam tanto efeito nos celestiais, pois são bençoados pelo céu superior. Porém, altas ou baixas temperaturas ainda causam incomodo para o semideus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Determinação
Descrição: O celestial é um guerreiro com determinação inabalável, determinação e força interior. Sabe aquela coragem de passar por algo difícil? Suportar a dor? Eles têm ela dentro de si, por isso, dificilmente se deixam abalar em situações de tortura ou que exijam coragem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de coragem para o celestial. +10% de resistência a dor.
Dano: Nenhum

Ativas:
Nome do poder: Voo III
Descrição: Voar tornou-se tão natural quanto respirar. Agora a mobilidade e a velocidade se tornaram quase perfeitas. O semideus pode atingir uma velocidade de voo similar a 80km/h.
Gasto de MP: 20
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Ao carregar alguma pessoa, sua velocidade e mobilidade cai pela metade (caso seja alguém dotado com passivas de força essa observação se torna nula).

Nome do poder: Construto de Luz III
Descrição: Os construtos são perfeitos e ainda mais poderosos. Agora o semideus consegue criar coisas complexas como automóveis medianos (carros e motos por exemplo). É o ápice da habilidade e parece que o único limite que o celestial irá encontrar é o limite de sua própria criatividade. Os construtos ganham resistência alfa e duram 3 turnos.
Gasto de MP: 60 por construto criado
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 35% de dano a mais em criaturas das trevas/submundo.
Dano base: 45
Extra: A gama de criação é bastante ampla, podendo variar desde coisas simples até mecanismos mais complexos feitos de luz. Porém, criações exageradas não serão permitidas (como uma enorme pista de corrida).
Tatuagens:
Infinite Power [ Atributos | Tatuagem pequena na lateral do dedo mindinho da mão dominante do semideus. Forma o símbolo do infinito em cores diversas, que mudam conforme o humor do seu portador sempre que este entra em combate, ativando seu efeito automaticamente. | Aumenta todos os atributos que o semideus já possui em +10%. | Lateral do dedo mindinho | Marca pequena | Permanente.]

Invicto | Inteligência | Ramo de flor em estilo aquarela atrás da orelha | Amplia a mente do semideus, o fazendo aprender mais rapidamente tudo que lhe é ensinado. Além disso, sua capacidade de descobrir coisas e sua percepção sobre situações aumenta em 20%, seus planos e estratégias com isso, ganham bônus de 20% de chance para darem certo| Ainda recebe bônus de 5% em habilidades adquiridas em aula.| Acima do tornozelo | marca pequena | Permanente.

IPeper | Percepção | Pássaros voando | Aumenta a percepção do semideus em +30%, aumentando as chances de descobrir algo ou alguma coisa, além de reduzir as chances de ser enganado por meio de palavras, rastros e pistas forjadas, entre outras coisas. Além disso, ele fica mais habilidoso quando está procurando por algo ou alguma coisa, e as chances de encontrar rastros, pistas ou coisas deixadas, também se torna maior.| Parte frontal do ombro esquerdo | marca pequena | Permanente.
Pets:
Noctis - Cão Infernal nível 4

Nível 1
Nome da habilidade: Imortalidade
Descrição: Como qualquer outro monstro mitológico o cão infernal não pode ser morto. Ele renasce no tártaro assim que é destruído, contudo pode ter sua lealdade e personalidade – ou simpatia – alterada, caso isso aconteça. O único metal que verdadeiramente pode acabar com um cão infernal é o ferro estigio, caso esse seja atingido/morto por ferro estigio, então desaparecera por completo, para cães infernais esse material serve como um calcanhar de Aquiles.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum

Nível 2
Nome da habilidade: Garras
Descrição: Consegue fazer com que suas garras cresçam, consideravelmente, mesmo quando cortadas, tornando-as mais afiadas e destrutivas. As perfurações das garras de um cão infernal são semelhantes a perfurações de laminas curtas (como adagas), mas causam uma dor aguda e demoram mais tempo para curar.
Tipo: Ativo
Dano: 20 HP por arranhão.
Bônus: Nenhum

Nível 3
Nome da habilidade: Viagem pelas Sombras I
Descrição: Agora o filhote já consegue viajar pelas sombras, mas ainda é pequeno demais, e não consegue levar ninguém consigo. Isso é uma boa alternativa para um semideus em apuros, pois se o pet for fiel ao seu dono, poderá levar recados ou ir em busca de ajuda.
Tipo: Ativo
Dano: Nenhum
Gasto de MP: 10
Bônus: Nenhum

Nível 4
Nome da habilidade: Olhos demoníacos
Descrição: Ao olhar diretamente nos olhos do inimigo, poderá causar um medo terrível, o fazendo arrepiar e hesitar durante dois turnos. O oponente da fera fica aterrorizado, errando os golpes e tendo dificuldade de atacar.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Faz o inimigo hesitar durante dois turnos, tornando-o alguém amedrontado.



Lunafreya - Komainu nível 8

Nível 1
Nome da habilidade: Elemento fogo
Descrição:  Os Komainu são criaturas ligadas ao elemento do fogo, sendo bastante resistente as chamas e ao calor. O cão leão também possui o corpo quente.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: +90% de resistência ao elemento fogo e ao calor.
Extra: São poucas as situações em que o calor e o fogo causam dano ao pet, mas não é impossível de acontecer. O que torna o cão leão não imune, mas resistente ao elemento e a temperatura.

Nível 2
Nome da habilidade: Incansável
Descrição:  Desde filhotes o cão leão possui uma grande resistência física, o permitindo se cansar muito mais vagarosamente em comparação há outras criaturas.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: +60% de resistência física, quando referente ao desgaste físico.
Extra: Não se aplica a defesa de golpes, apenas ao cansaço.

Nível 4
Nome da habilidade: Montaria
Descrição: Agora jovem, o pet pode ser montado por uma pessoa sem sofrer penalidades. É o momento ideal para usá-lo como montaria, caso necessário.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum
Extra: Apenas quando adulto o cão leão é capaz de carregar mais pessoas.

Nível 5
Nome da habilidade: Velocidade Mística I
Descrição:  Os komainu são famosos por sua capacidade de fazer longas viagens em uma velocidade formidável. Nesse nível, o pet consegue alcançar a velocidade de 80km/h sem dificuldades.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: +40% de velocidade.
Extra: Nenhum

Nível 7
Nome da habilidade: Lança-chamas
Descrição: O cão leão consegue reunir energia flamejante em sua boca e, similar a um dragão, lançar chamas em direção ao inimigo. O alcance é de até 25m de distância.
Tipo: Ativos
Gasto de MP: 30
Dano: 60-80
Bônus: Grandes chances de provocar queimaduras.
Extra: Nenhum

Nível 8
Nome da habilidade: Cão de guarda
Descrição: Sua ligação com o lado canino confere ao Komainu uma sensibilidade com o perigo. Nesse nível, o cão leão consegue pressentir quando ele e o dono estão sobre algum tipo de risco, podendo ter a iniciativa para proteger o mestre ou a si mesmo.
Tipo: Passivo
Dano: +20% de dano no contra-ataque.
Bônus: +60% de percepção do ambiente.
Extra: Nenhum





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☾★I'd prefer machines rather than humans! ★☽
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Mensagem por Kendall Burkhard em Qua Mar 20, 2019 12:36 pm



Stand up and salute
Ladies all across the world, listen up: We're looking for recruits. If you're with me, let me see your hands, stand up and salute. Get your killer heels, sneakers, pumps, or lace up your boots representing all the women. Salute



dado escreveu:http://www.bloodolympus.org/t4625-rps-kendall-burkhard#95358

Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação.

Após ser encaminhada pelas instrutoras até uma área específica da arena - onde várias cabines foram disponibilizadas - Kendall se acomodou numa delas, orientada a relaxar e indispor qualquer nervosismo onipresente. A russa sossegou os pensamentos, ainda que se tornasse impossível a tarefa de dar evasiva total, visto que estava prestes a sofrer uma indução desconhecida. Dentro da cabine existia um iPad modificado para concentrar algumas informações que somente Ariel e Halsey possuíam conhecimento do conteúdo, tendo a filha de Éris ativado o aparelho, enquanto a líder dos mentalistas me olhava fixamente. A intensidade nos olhos âmbar da latina transmitiam uma calmaria que em muito se aproximava de uma sonolência, me fazendo piscar algumas vezes para ter certeza de que ainda estava consciente.

Zero dois. — Halsey comunicou para a outra líder, que assentiu e inclinou o rosto para mais perto da ex-amazona. Poucos segundos depois, Kendall se viu caindo no sono.

/*/*/*/*/

Kendall, sai daí!!!!!!

Piscando os olhos com dificuldade, a legionária apertou as mãos em torno de Devoradora, lambendo a última gota de água dentro do seu galão. Junto com diversos grupos de semideuses enviados para controlar a situação da seca, Kendall vinha tendo provas de que o cenário não possuía nenhuma forma de salvação apresentável. Filhos de Netuno eram os mais afetados com o problema, os filhos de Athena enviados do panteão grego não possuíam nenhuma estratégia inteligente o suficiente para propor um pouco mais de água. Assim como os mortais, não sobreviveriam ao fim do mundo. Angustiados, tentavam apressar as ações, agravando a própria situação do grupo ao destruir os recursos finais em tentativas falhas de expandir a quantidade de água ainda existente.

Saia daí, a tempestade vai levar tudo!

Gritos vinham por todos os lados, o barulho da destruição em massa confrontava os corajosos, que em muito pouco se mostravam presentes para alguma coisa. A ventania chamou a atenção da romana quando sentiu grãos de areia causando cortes superficiais em sua pele, logo transformando-os em feridas mais sérias com o passar dos segundos. Quando olhou para trás, viu a furiosa tempestade de areia próxima demais para tentar fugir. Tudo o que fez, foi puxar o pano que cobria a mesa de estratégias para proteger o corpo do que conseguia, não resultando em muita coisa.

Poucos segundos depois estava sendo engolida, junto de todos os outros que tentavam fugir. Viu Zac ser esmagado por um carro voador, enquanto Roxie e Kahli foram arrastadas por uma barra de ferro gigante. Não podiam fugir do destino final, por que se daria o trabalho de tentar? Não existia mais vida.

Um susto despertou a russa, que abriu os olhos enquanto sua garganta palpitava, sedenta. Os lábios rachados combinavam com a sensação de ter areia arranhando as córneas, a pele endurecida e a sede marcando uma forte presença. O calor era duro, a vegetação não existia e tudo o que podia encontrar era uma Moscou completamente desertificada. A loira se levantou do chão sem saber como tinha ido parar lá, não podendo se dar o trabalho de descobrir o que aconteceu pelo único fator de máxima importância: Poucos metros mais para frente, uma barulheira se segmentou dentro do que parecia ser um bar estilizado para parecer com um ambiente dos tempos de faroeste. Com dificuldade, se locomoveu para chegar ao estabelecimento, não precisando passar pelas portas duplas para encontrar o caos formado por todos os lados.

No balcão, nenhuma garrafa possuía líquido e o que deveria ser os inúmeros clientes, eram saqueadores prontos para fazer a limpa em qualquer tipo de coisa que pudesse matar a sede. A situação estava tão precária que, de onde estava, Kendall pôde ver que o dono do bar enchia algumas garrafas com o líquido apodrecido de umas azeitonas em conserva. Tão pouco que nem mesmo um gole seria dado, e se dado, alguma doença poderia se retirar daquilo. Se esgueirando para a lateral esquerda, se escondeu quando percebeu que os saqueadores estavam batendo em retirada, não sem antes darem umas bofetadas no senhor por trás do balcão.

Esperou o grupo ir embora para entrar no estabelecimento e conferir a integridade do senhor, que se escorou na pia logo atrás enquanto sangue escorria por alguns cortes profundos na pele. — O se…. Senhor está bem? — Com a garganta seca era difícil falar sem precisar de uma pausa para umedecer os lábios. A saliva era tão escassa quanto a pouca quantidade de água ainda restante no corpo.

Assustado com a nova presença, o senhor apenas ergueu os braços.

Leve o… O que-que quiser.

Toda a situação era lamentável.

Kendall jamais se aproveitaria de alguém que tinha a idade para ser seu avô, ainda que pudesse fazê-lo para sobreviver por mais algumas horas. Se arrastando, conseguiu chegar até o balcão e se sentar num dos bancos que já estava se esfarelando por causa do calor extremo. Um vento forte trouxe areia para dentro, fazendo-os se agarrar na primeira coisa que vissem para não serem arrastados pela força sobrenatural da ventania.

Não vim para isso. Eu vi-vi o que a… Aconte-ceu.

O senhor baixou os braços somente alguns minutos depois, tendo a legionária concentrado o olhar nele para transmitir alguma verdade além de suas palavras. Não que ele tenha saído da defensiva por este motivo; Eram muitos os caridosos que chegavam para ajudá-lo, quando na verdade, tinham falsas intenções. A falta de forças lhe motivou a não discutir, deixando para lá qualquer tentativa de escape. Não teria um fim agradável de uma forma ou de outra.

Nenhum dos dois tinha muito mais tempo. Kendall podia sentir suas entranhas parando de funcionar como devido, seus dedos travavam e mal podia movimentar demais alguma coisa sem sentir os ossos esbarrando na pele. Tinha quase vinte quilos a menos, podendo facilmente se destacar pela anorexia visível.

Es-stamos morrendo. — Cansado, o homem se empurrou pelo balcão, rolando com dificuldade até se sentar ao lado da garota. Existia algo não revelado em sua mão esquerda.

Ele estava tão magro quanto Kendall, mas existia pele pendendo de seus braços, barriga e pernas, vestígios de um ex-obeso que emagreceu graças a um desastre natural provocado pelo próprio homem. Kendall teve vontade de chorar, mas nenhuma lágrima cairia de seus olhos, devido a impossibilidade daquilo ser feito. Não tinha água suficiente no corpo para isso. Os rins doíam pela falta d’água, sentia as partes íntimas arderem pela alta concentração de sódio que não era expelida pela falta de urina, piscar os olhos estava se tornando um trabalho exaustivo e tudo o que fazia lhe evidenciava a falta de recursos para manter sua própria vitalidade.

Minha missã-o e-ra aju-dar… — Lamentou, deitando a cabeça na madeira rija do balcão cheio de cortes superficiais. Quase não tinha mais voz.

Ni-ninguém pode, cri-criança. Ni-ninguém pode ajudar.

Abrindo a mão, revelou o conteúdo. Poucas foram as vezes que a russa tinha visto uma cápsula daquela. Continha três tipos de cloreto que, em funcionamento conjunto, causava a morte letal em apenas um minuto. Existiam três delas na palma rachada da mão do senhor, que honrosamente lhe oferecia um escape mais fácil daquela situação devastadora. Kendall não conseguia mais mover nenhum músculo, impossibilitada de suas próprias ações. Seus olhos brilhavam com tristeza extrema, constatando que aquele era mesmo o seu fim. Uma explosão de calor levantou mais areia do lado de fora, fazendo grãos voarem para todos os lados numa velocidade fatal para quem estivesse por perto. Novos cortes preencheram as roupas já desgastadas da dupla, tal como a pele que nem sangue possuía para derramar. As poucas gotas rapidamente secavam. Ele serviu a russa com uma das cápsulas e ingeriu as outras duas, intencionado pelo aceleramento do processo.

Fadados ao fim, simplesmente fecharam os olhos enquanto a morte os abraçava.

/*/*/*/*/

Um novo susto despertou a romana, que derramava uma quantidade imensa de lágrimas. O peito subia e descia rápido demais, tal como a surpresa em sentir o rosto banhado por alguma coisa que não fosse areia. Quando abriu os olhos, visualizou Ariel encarando-a com uma expressão enigmática, como sempre parecia transmitir. Halsey segurava o iPad, digitando rapidamente. Do lado de fora da cabine, Octavia aparentava estar preocupada.

Um pouco de ambrosia com um tempo para respirar resolve. — Ouviu Ariel dizer, enquanto se afastava com a outra líder, que se aproximou para checar o atendimento antes de seguir para a próxima cabine.

Um silêncio perturbador se intensificou dentro do cubículo, tendo Octavia entendido que não era o momento para nenhuma graça. A filha de Apolo via beleza nos traços da romana, que permanecia quieta, com olhos distantes. Abriu uma bala de ambrosia, lhe entregando depois de uma tentativa de colocá-la dentro da boca alheia. Má ideia. Kendall cuspiu o doce curativo com tanta força que assustou a garota.

Acabou, Kendall. Você está bem. Coma a bala, vai te acalmar.

Contrariada, saiu da cabine sem nada a dizer. De todas as experiências que já tinha enfrentado, aquela lhe trouxera a pior das sensações, uma verdade violenta: Poderia unir mil homens e mulheres para combater as artimanhas proporcionadas pelos deuses, mas, jamais teria forças para enfrentar uma desgraça provocada pelo próprio homem.

setor 1, a seca ••• wearing ••• blood of chaos



A million thoughts in my head
Nothing lost but something missing.
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Mensagem por Adélia Harcourt em Qua Mar 20, 2019 4:06 pm



✽ A Semideusa e as Flores ✽

Código:
Terremotos (Sismos) e Maremotos (Tsunamis): Também chamados de abalos sísmicos, representam fenômenos de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, que ocorrem por meio da movimentação das placas rochosas, bem como da atividade vulcânica e dos deslocamentos de gases no interior da Terra. Os maremotos ou tsunamis são os terremotos que acontecem dentro dos mares, provocando imensas deslocações de água.

O suspense momentâneo presente na arena foi algo que incomodou bastante a curandeira. Ariel colocava, um por um, numa espécie de transe e isso incluía uma vasta concentração, silêncio - algo que ambas as instrutoras haviam pedido no início do treinamento - e, principalmente, muita energia vital. A concentração só a líder dos mentalistas poderia adquirir, o silêncio fazia parte do dever dos alunos. Quanto a energia, ela com certeza tirava dos frascos de poções azuladas que ela ela bebericava depois de cada aluno que treinava. Claro, isso era o que a ruiva imaginava enquanto esperava por sua vez, que não demorou muito para acontecer.

— Adélia! - Halsey quebrou o silêncio Incômodo.

"Finalmente!" Imaginou enquanto esboçava um sorriso apenas com os lábios, sem mostrar os dentes. Caminhou com sua bolsa até a morena e aferiu, antes de ficar frente a frente com ela, se estava com tudo o que trouxera: Faca, grimório, caneta, colar de asas e escudo. Sim, ela estava pronta para começar.

Ariel bebeu a última dose da poção e olhou fixamente para a filha da magia. A respiração profunda da mentalista anunciou o cheiro de néctar e ambrosia misturados, mas não ara apenas isso, pois ela não suportaria doses tão altas dos alimentos divinos, pois mesmo eles curando, podem ser mortais à saúde de um semideus. Bem, ela deveria saber muito bem o que estava fazendo.

Antes que Adélia pudesse perguntar se iria sentir alguma dor, ela piscou e sua mente viajou para longe dali enquanto seu corpo permaneceu imóvel e com os olhos fechados, como se estivesse num sono profundo, diminuindo seu metabolismo e sua respiração.

Quando abriu os olhos de volta, a menina se viu cercada por uma arquitetura extremamente linda e que lhe trazia paz interior. Ela não sabia exatamente onde estava, mas podia imaginar que era em algum lugar da Ásia, mas que era bastante próximo do mar, pois o cheiro da maresia adentravam em suas narinas como nunca sentira. Virou-se rapidamente e percebeu o grande mar que estava às suas costas. Caminhou até os prédios e percebeu que o lugar era repleto de flores coloridas, mas não haviam tantas plantas quanto turistas que andavam de um lado a outro, como se alguma coisa errada estivesse acontecendo.

O grito ensurdecedor de uma mulher ganhou a atenção da curandeira, como se alguma coisa muito errada acontecesse ali. Um tremor, seguido de um segundo e um terceiro um pouco mais forte.

— Merda! - Proferiu a americana enquanto virava-se para o mar que começava a avançar com ondas de longos metros.

Correr não adiantaria contra o abalo sísmico, mas Adélia não ficaria ali para, simplesmente, ser acertada por uma onda imensa que pretendia engolir a praia inteira e parte da cidade que se escondia atrás do grande hotel. Escolheu entrar no corredor das plantas, pois odiaria ter que passar pelo local onde as vitrines deslumbrantes se estendiam, assim evitaria corte banais com os vidros que, possivelmente, se quebrariam com o toque agressivo das águas de Poseidon.

Sua velocidade, por fim, foi vencida pela água que carregou a menina por alguns metros até que ela se chocou com uma árvore que lhe cortou a panturrilha numa fissura vertical de, aproximadamente, cinco centímetros, mas não muito profunda.

Harcourt, com seus pensamentos de curandeira, buscou encontrar um local mais alto que o nível de água que começava a baixar, mas muito lentamente. Subiu uma escada com cautela e cuidado, tentando evitar olhar o corte antes de conseguir mexer nele. Chegou na área coberta onde um grupo de pessoas, também machucadas, entravam para dentro do Hotel. Médicos, que estavam de férias no local, ofereceram-se para ajudar os mais feridos e a ruiva preferiu não tirar o lugar de alguém que estivesse pior do que ela.

Quando tomou coragem, arrancou um galho que ainda estava preso em sua carne e fez com que uma luz cintilante de tom dourado coubesse em sua mão, colocando esta sobre a ferida, assim higienizando a ferida para, assim, começar seu processo de cura. Após ter eliminado qualquer intruso que tentasse se proliferar em seu machucado, a menina concentrou-se e emitiu sua energia para a enfermidade que a árvore lhe causara, fazendo com que ela se fechasse em poucos minutos, cessando a dor, deixando apenas o desconforto do trauma.

Antes que levantasse, a cria de Hécate checou seus pertences, erguendo-se logo após perceber que estavam todos consigo. Foi até onde haviam criado uma ala médica improvisada e ajudou os médicos mortais a exercer seus trabalhos comunitários.

Setor 1 2695

— Água! - Gritou um cirurgião que, naquele momento, trabalhava fazendo sutura em uma menina de doze anos que havia entrado no corredor das vitrines.

— Infelizmente não há água limpa em lugar nenhum - Respondeu uma ajudante em tom baixo, mas graças aos seus sentidos canídeos mais apurados, a ruiva ouviu.

Adélia revirou os olhos e lembrou de algo que havia lido em seu grimório em uma das noites de insônia. Pegou uma bacia metálica e levou para um canto menus populoso, podendo se concentrar com mais facilidade. Avisou que procuraria alguma coisa para ajudar e enfiou-se num banheiro e fechou a porta. Buscou saber se estava vazio e se a água que saía realmente estava suja e o que viu foi um líquido marrom sair da torneira.

— Tudo bem, Adélia, você consegue! - Disse a si mesma enquanto fazia um pequeno corte no mindinho, dedo que julgou ser o que menos lhe atrapalharia naquela ocasião.

A ruiva colocou a ponta da caneta que trouxera na bolsa e esta se recarregou com seu próprio sangue mágico. Abriu o grimório na parte em que explicava o funcionamento das runas e os efeitos que estas proporcionavam. Com medo, a menina usou o mármore da pia para treinar o desenho das runas, usando a faca para não ter contato com seu sangue.

Quando percebeu que as runas estavam idênticas com as do livro, pegou a caneta e começou seu encantamento, sabendo que precisaria ser rápida para preencher as três runas que estavam em sua mente. No fundo do objeto metálico, Adélia desenhou a runa Eihwaz que lhe proporcionou água límpida e não infectada ou suja pela areia ou lama. Próxima da primeira, a curandeira desenhou a marca Kenaz, que serviria para que a água se renovasse o tempo todo, mesmo que fosse tirada qualquer quantidade. Antes que a água limpa transbordasse, desenhou a runa Gebo que serviria para dar equilíbrio ao item e assim não faria a bacia transbordar.

A semideusa sorriu alegremente ao ver seu encantamento funcionar perfeitamente. Por ser sua primeira tentativa, ela realmente estava feliz ao poder ajudar alguém com algo que sua mãe lhe proporcionava. Rezou baixo para Hécate e saiu dali com a bacia metálica nas mãos e deixou próximo dos médicos, saindo dali sem ser notada, fingindo ser uma paciente qualquer que caminhava com certa dificuldade.

Numa das suas piscadelas, Adélia voltou para sua realidade e a primeira coisa que voltou a enxergar foram os olhos da instrutora de sobrevivência. Um breve tontura foi sentida pela curandeira, mas, com alguns goles d'água oferecidos por outros curandeiros, ela estava pronta para o próximo treino.

Das duas uma: Ou ela ela enlouquecia de vez, ou sanava sua doidice.

Itens Levados:
Blood Magic [Uma caneta aparentemente comum, porém de aparência elegante. Porém essa caneta não funciona com tinta normal, mas apenas com sangue. Para encher o tubo, é preciso encostar a ponta da caneta em um pequeno machucado ou qualquer fonte do sangue a ser usado. Sua grafia varia de acordo com o desejo do dono, podendo ser mais forte e assim usando mais da tinta sangrenta, ou mais fina e delicada. Feita basicamente de arambarium - metal que conduz magia com mais facilidade – e ouro compondo todos os detalhes. | Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo. Foi encantada para criar runas mais duradouras, e com uma intensidade 10% maior do que de uma runa original, além disso, a caneta diminui o gasto de MP em 50%, e da choques em qualquer um que tentar rouba-la. A caneta possui sangue suficiente para a criação de até 10 runas, depois disso precisa ser recarregada novamente. | Arambarium e Ouro | Resistência: Beta | Status: 100%, sem danos | Mágica | Comprado no Pandevie Magie]

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

Amuleto de Asas [ Um colar feito de ouro e ouro branco trançado com um pingente feito de uma pedra única e colorida como arco-íris, sendo que esta é totalmente negra em um ambiente sem luz. | Uma vez por narrativa o amuleto pode ser ativo, fazendo com que o semideus ganhe um par de asas perfeitamente funcionais por três turno inteiros. | Ouro, ouro branco e pedra desconhecida. | Sem espaço para gemas | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Underworld's Poisons.]

Escudo Auxiliador [Um escudo de aparência comum que, a princípio, parece ser mais velho e desgastado, porém não se engane. O seu formato e redondo, se encaixando no pulso do semideus que o porta, deixando a mão do mesmo livre, já que o encaixe é no pulso e antebraço. | Ao ativar o efeito o escudo torna-se transparente e seu peso torna-se nulo, permitindo que o semideus porte armas ou quaisquer objetos no mesmo braço onde encontra-se o escudo, como se não estivesse com nada preso ao braço. O escudo também se expande, podendo englobar o semideus e mais outra pessoa, sendo indispensável em curas em batalha, por exemplo. Ambos os efeitos podem ser ativados simultaneamente, entretanto só podem ser ativos uma vez por missão/evento etc, durando dois turnos. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | 10 de HP (caso seja utilizado para atingir outros semideuses). | Presente de Reclamação do grupo Curandeiros de Asclépio/Esculápio.]
Passivos Hécate:
Nível 10
Nome do poder: Descendente da Magia II
Descrição: Sua magia ficou ainda mais forte. Ao entender como ela funciona, o filho de Hécate/Trívia começou a compreender como deixar seus feitiços ainda mais fortes, e agora consegue usa-las de uma forma ainda mais potente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 15% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +10% de dano se os feitiços acertarem.
Passivos Curandeiros:
Nível 1
Nome do poder: Imortalidade
Descrição: No momento em que um semideus se une a Asclépio/Esculápio, seu corpo jamais irá envelhecer, tornando-se resisten a doenças - como gripes, febres etc. -, não mais podendo falecer por causas naturais (doenças) ou velhice. No entanto, caso o curandeiro sofra um golpe fatal durante uma batalha, ele morrerá. Esta é a única forma de interromper a vida de um curandeiro de Asclépio/Esculápio.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Mãos gentis
Descrição: Suas mãos são leves e delicadas para tratar de feridos. A dor que você causa é mínima, e você saberá muito bem como colocar ataduras, talas, bandagens, torniquetes e etc. no lugar correto, do jeito correto, e com o mínimo de tempo e dor possível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Saúde de ferro
Descrição: Os curandeiros não são suscetíveis à doenças contagiosas ou inflamações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano:  Nenhum

Nível 23
Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% agilidade
Dano:  Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum
Ativos Curandeiros:
Nível 4
Nome do poder: Higiene I
Descrição: Como Asclépio é pai da Deusa da Higiene, Higéia, os curandeiros poderão descontaminar itens pequenos, descontaminando de venenos, poluentes e micro-organismos.  
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenum

Nível 18
Nome do poder: Sentidos caninos I
Descrição: Sendo o cão um animal de Asclépio, os curandeiros são capazes de aprimorar momentaneamente sua audição, assemelhando à potência auditiva de um cão, e  identificar ruídos distantes.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 26
Nome do poder: Cura Acelerada II
Descrição: Seu corpo consegue se curar de feridas e cortes não tão profundos
Gasto de Mp: 50.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera 15% de HP e MP por turno ativo
Dano: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Pode ser usado por até 2 turnos seguidos.
Runas Utilizadas:
Eihwaz
Posição normal: Invocação da Água (Tal runa deverá ser aliada a outras runas para ter efeito mais efetivo, caso não seja, uma pequena área, irá surgir o elemento invocado. Será o suficiente para caber na mão de uma pessoa e desaparecerá depois de um turno).
Invertida: Essa Runa não tem posição invertida.

Kenaz
Posição normal: Renovação (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Invertida: Perda de prestígio social (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).

Gebo
Posição normal: Equilíbrio (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).
Invertida: Não tem posição invertida.
Item criado. Foi deixado no Hotel:
Bacia de Alumínio [Bacia de alumínio de tamanho mediano podendo caber até três litros de água. | Efeito: Graçar as runas Eihwaz, Kenaz e Gebo, o item libera água o tempo todo, de forma lenta e, assim, renovando a água limpa sem parar. Possui uma runa de equilíbio para que não transborde quando não utilizada. | Mágico | Alumínio | Sigma.




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Mensagem por Amberlee Jean Elessedil em Qui Mar 21, 2019 2:29 pm






And the guns, shot above our heads, And the shame, was on the other side. Oh, we can beat them, forever and ever, Then we could be heroes just for one day


Inundações: As inundações ou enchentes são fenômenos da natureza, intensificados pela ação humana e que vem aumentando de maneira significativa nas últimas décadas. Um exemplo é o excesso de lixo, os quais entopem os bueiros, impedindo a passagem de água. As enchentes e inundações, causadas pelo aumento de quantidade das chuvas e impedimento da evacuação, provocam desabamentos que podem levar a morte de milhares de pessoas, além de grande destruição.
Aquele treino estava servindo, para Amberlee, muito mais do que apenas um aprendizado de batalha, ou um aperfeiçoamento para situações de risco. A garota tinha reencontrado o melhor amigo e descoberto que ele era tão semideus quanto ela, além de que talvez – mas só talvez – tivesse começado a sentir uma pontinha de atração por Eretria, cuja companheira de atividades não sabia nada além do seu primeiro nome. Para a filha de Nice, era estranho já estar sentindo certo apego pela garota que não sabia nem de quem era filha, não que isso importasse bastante. Caminhando até as pequenas tendas disponibilizadas pelas instrutoras, sentou confortavelmente em uma cadeira, tamborilando os dedos até que Ariel e Halsey, enfim, adentraram o local.

Não queremos que sinta medo, Amberlee. Se precisar de qualquer coisa, tiraremos você da situação, trazendo-a para o real, onde curandeiros e filhos de Apolo estão dispostos a ajuda-la de qualquer maneira. – a morena apenas assentiu com a cabeça para as palavras da filha de Éris, que mexia com rapidez no tablet que carregava nas mãos. Olhando para Ariel, pronunciou apenas duas palavras. – Zero três. – a mentalista, por fim, assentiu com a cabeça e olhou fixamente nos olhos de Amberlee, que começou a sentir certa sonolência, pendendo a cabeça para o lado esquerdo e cedendo aos poderes que Ariel induzia.

{...}

Vamos, vamos! O que vocês estão esperando? – Amber balançou a cabeça negativamente, franzindo a testa e observando ao redor, enquanto ela mesma segurava uma corda de escalada, acompanhada de inúmeras pessoas desconhecidas. O cenário claramente tinha mudado: era uma espécie de barragem, na parte mais densa de uma grande e úmida floresta. Todos vestiam roupas e proteções para um momento de escalada, e subiam um atrás do outro, alguns com bastante prática do que estavam fazendo. A instrutora – alguém muito parecida com Halsey – falava palavras de incentivo para os que estavam começando a subida pela primeira vez na vida. – Elessedil, você está parecendo um espantalho, parada aí por tanto tempo. Por favor, comece a escalar, queremos sair daqui antes do anoitecer. – sem mais delongas, a filha de Nice apoiou as pernas na parede da barragem úmida, e começou a sua subida, junto com os demais.

Não foi difícil chegar lá em cima. Para uma atleta, Amberlee tinha prática com a maioria dos esportes, principalmente os radicais, que lhe interessavam mais. Subiu sem dificuldade até o topo da barragem, e segurou com força a corda, fazendo impulso com os pés para descer novamente, encostando no solo poucos minutos depois que iniciou sua subida. Juntou seus pertences e virou de costas, começando a andar em direção à saída da floresta, quando ouviu o primeiro tremor atrás de si. Franziu a testa, e teve a confirmação de que não tinha sido a única a escutar aquele barulho. Os que estavam andando junto com a Elessedil se entreolharam, e a morena girou no calcanhar para olhar em volta. O barulho foi ouvido novamente, só que, dessa vez, Amberlee arregalou os olhos.

A barragem tremia e começava a soltar grandes pedras do seu topo, fazendo com que aqueles que subiam o local começassem a se desesperar para descer. A filha de Nice avistou um garoto com cerca de seis anos de idade, sentado perto de onde as bolsas estavam alojadas e, sabendo o que estava prestes a acontecer, correu até ele, segurando o menino nos braços e inspirando para gritar. – AFASTEM! – ela mesma começou a correr, para livrar o garoto o máximo que conseguia do desastre que estava por vir. – AGORA, MERDA! AGORA! – o estrondo aumentou, e ninguém precisava olhar para trás para saber do que se tratava.

A barragem estava desmoronando, levando consigo as poucas – mas significativas – pessoas que ainda faziam a sua escalada. Aqueles que estavam no solo corriam desesperadamente para longe, enquanto outros voltavam para tentar salvar os que estavam presos às cordas de escalar, ou até aqueles que estavam chegando ao solo quando toda a tragédia começou. Amberlee se recusava a olhar para trás, enquanto o garotinho nos seus braços chorava copiosamente, chamando sua mãe que provavelmente tinha acabado de ser soterrada. Colocando o menino no chão, longe do que estava acontecendo, e deixando que ele fosse levado por aqueles que fugiam, a filha de Nice reuniu-se aos que pretendiam ajudar, com toda a coragem que carregava em si. – Nós podemos salvar a maioria daqueles que conseguirmos. Mas, por favor, vamos tomar cuidado.

Os demais assentiram, e, enquanto eles desciam para a piscina de água e lama que se formava em sua frente, a Elessedil estremeceu. Tantas pessoas tinham perdido as suas vidas, tantas mães ficariam sem os seus filhos, tantas famílias seriam atingidas...E, com que propósito? O que era que levava os seres etéreos causarem tanta destruição e sofrimento em inúmeras pessoas? Ela não entendia, e preferia não pensar muito sobre isso. Suspirou, mordendo o canto interno da bochecha e impedindo-se de chorar. Aquele não era o momento propício para aquilo. Levou o dedo indicador e o polegar até os lábios e assoviou, vendo o planar de Winner sobre sua cabeça em cerca de meio segundo. A águia estava abismada com o que acontecia, mas não tinha tempo para conversas paralelas. – Preciso que avise aos bombeiros o que está acontecendo, nós precisamos de resgate. Tem crianças aqui, Winner, não me decepcione. – com uma espécie de meneio positivo de cabeça, a águia afastou-se, e Amberlee correu para ajudar aqueles que precisavam.

Vendo uma mão saindo de dentro da lama, a legado de Dionísio invocou uma vinha para enroscar-se na mão desesperada e servir de corda, pelo menos para segurá-la enquanto Amberlee se aproximava para puxar. Assim que a mão segurou com força a corda improvisada da garota, a morena correu até ela, segurando seu pulso e puxando para fora, deixando pelo menos a cabeça e os ombros fora do lamaçal que, segundos atrás, impedia a pessoa de respirar. Era uma mulher, com cerca de trinta e poucos anos, que estava coberta de lama dos pés a cabeça. Amberlee procurava puxá-la mais e mais para fora, enquanto escutava os gritos ecoando pelo local, e os estrondos da barragem aumentando cada vez mais. A mulher olhou para a filha de Nice, e proferiu as seguintes palavras: – Meu filho. Você salvou o meu filho.

{...}

As mãos de Amberlee tremiam quando ela abriu os olhos. O coração batia num ritmo tão frenético, que os olhos arregalados da garota entregavam a adrenalina que atravessava as suas veias. Ariel observava-a, sondando para saber se nenhum tipo de problema grave tinha acontecido com a menina, durante o experimento, enquanto Halsey findava a experiência de Amberlee em seu tablet. – Vai precisar apenas de água e um relaxante. Descanse, Amberlee. – as palavras da mentalista foram proferidas mais para os curandeiros do que para a filha de Nice, que apenas assentiu com a cabeça e levantou com dificuldade da poltrona que foi colocada para eles.

Poderes passivos de Nice:
Nome do poder: Discurso Motivacional I
Descrição: Antes de uma batalha os filhos de Nice/Victória podem soltar palavras animadoras e inspiradoras para seus aliados, que se sentirão inspirados e até mesmo um pouco mais fortes do que o normal. Mas lembre-se de que os inimigos não costumam ter código de honra e não costumam esperar pelo término da parlatória.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15% de eficácia em qualquer movimento dos aliados. + 5% de bônus em dano dos aliados.
Dano: Nenhum
Extra: Uma vez por evento/tópico.

Nome do poder: Aura da Vitória I
Descrição: A presença de um filho de Nice/Victória é tão arrebatadoramente inspiradora que todos os aliados, em batalha, ganham força de vontade e inspiração para conseguirem a tão almejada vitória.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Potencializam todos os atributos dos aliados em 10%. Não afeta filhos de Athena. + 10% de bônus em dano e defesa dos aliados. Não afeta filhos de Athena.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Vigor Atlético I
Descrição: Sendo Nice/Victória a deusa que representa a vitória, tanto em campos de batalha quanto em arenas desportivas, seus filhos herdaram a vontade da deusa e, assim, possuem grande vigor atlético, podendo correr, nadar, saltar e escalar tão bem quanto qualquer um atleta olímpico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15% de eficácia em qualquer movimento físico ao nível humano, com exceção de ataques. + 5% de bônus em dano relativo a força.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Empatia com Seres alados
Descrição: A empatia mutua com seres alados é quase instantânea com filhos de Nice, como pegasus, pássaros  e etc. Ao se tratar de águias que são um símbolo ancestral da vitória, os semideuses ainda são capazes de não apenas entender o animal, como também os usar uma vez por evento/missão para realizarem uma tarefa que objetive alcançar a vitória sobre uma dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Poderes ativos de Nice:
Nome do poder: Invocar Águia
Descrição: A águia é o animal que representa o poder e vitória. Ainda com a grande amizade entre Nice e Zeus, esse símbolo ficou comum a ambos, cada um com uma forma diferente de ser abordada e importância distinta. Os filhos da deusa alada conseguem invocar uma águia americana comum. A águia conseguirá se comunicar com o semideus, servindo como uma companheira. Por ser um animal comum, não irá aceitar lutar contra criaturas mitológicas, podendo ajudar em combate apenas contra humanos ou semideuses. A águia permanece com o semideus até que ela morra, que seja deixada para trás ou que acabe a missão/evento.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode ser usado uma vez por evento/tópico
Poderes passivos de Dionísio:
Nome do poder: Empatia natural
Descrição: Assim como o seu pai, o filho de Dionísio/Baco é capaz de sentir a natureza ao seu redor e entender os seus sinais, sabendo assim quando algo está errado ou quando algum perigo se aproxima.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: São naturalmente perceptivos e conseguem entender pelos sinais da natureza (floresta ou animais), quando algo está prestes a acontecer, sua empatia lhes permite planejar ataques mais facilmente, pois acabam esperando por um ataque sempre que este está prestes a acontecer.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Videiras
Descrição: Pode controlar as videiras quase que de acordo com sua vontade. As trepadeiras geradas por você podem produzir um cacho de uva e chegar a sete metros de comprimento. Além disso quando passar próximo a plantação de uvas essas ficarão mais vivas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: As plantas perto de você crescem mais rapidamente, as frutas amadurecem, e as flores se abrem, isso ainda permite que você ganhe +5% de força em seus poderes ativos relacionados a natureza e o controle da mesma.
Dano: Nenhum
Poderes ativos de Dionísio:
Nome do poder: Vinhas I
Descrição: Possui a capacidade de fazer brotar vinhas/videiras de solos férteis ou não, além de adquirir um breve controle sobre elas que podem prender qualquer oponente ou até mesmo exalar um aroma para reanimar plantas recém mortas através da força mental. Os filhos de Dionísio/Baco iniciam com a habilidade de controlar apenas videiras já existentes, podendo aumentar seu tamanho até os pés do inimigo ao desenvolvê-la em uma velocidade maior.
Gasto de Mp: 15 MP por turno usado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Podem fazer as videiras reanimar as plantas, ou se enroscarem aos pés dos inimigos, dificultando sua passagem, mas essas ainda são finas e podem facilmente serem rompidas, o que faz com que sirvam apenas de distração ou atraso.
itens levados:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Alabarda [É como uma lança-machado. A lâmina na ponta é muito boa para impactos, e o outro lado bom para parar investidas. A haste é feita de um tipo de madeira resistente e encantado para tal, e a lâmina e pontas são feitas de ouro imperial. Exige força e treinamento para ser utilizada com maestria. | Efeito 1: Tal arma pode passar a ter o peso nulo, durante dois turnos, caso seja utilizada em batalha, porém pode durar mais tempo caso seja usada fora de batalha. | Efeito 2: A alabarda é capaz de encolher, ficando do tamanho de um pequeno pingente, ainda conservando a sua forma, mas apenas diminuída. | Ouro Imperial e Madeira. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

treino especial • inundação • usando isto e isto








run, girl, run
Amberlee Jean Elessedil
Amberlee Jean Elessedil
Amazonas
Amazonas

Idade : 18

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Mensagem por Maisie K. Blackwood em Qui Mar 21, 2019 11:37 pm

Chain reaction, it's so electric
Dry...


Dado sorteado: 2 - Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação. (Link)

Amber, Enzo e eu havíamos concordado em participar da simulação juntos, já que a atividade possibilitava a formação de trios. Claro que aquilo rendeu alguns minutos de discussão, mas Amber havia deixado claro que eu não entraria no treinamento apenas com Enzo, pois ela estava convencida que ele traria problemas. Eu havia deixado claro que não deixaria meu amigo sozinho. E o filho de Eolo apenas ficou no centro da discussão. E como eu já havia percebido que Enzo nutria uma paixonite por minha irmã, esperava que fosse interessante vê-los juntos durante o treino.

– Sentem-se juntos na cabine - a líder dos mentalistas orientou, enquanto a outra instrutora operava os computadores que dariam vida à simulação.

Logo após, a filha de Hades olhou fixamente para mim, transmitindo um esvaziamento de minha mente e me levando a um estado de sonolência. Em alguns segundos, havia ficado inconsciente, assim como Amber e Enzo.

(...)

Minha mente sabia que aquilo não era real, mas custava a acreditar. Quando abri os olhos, pude vislumbrar o que a ganância e o desrespeito com a vida fariam com São Francisco em alguns anos. À minha frente, estava um futuro distópico em que o desmatamento e a falta d’água devastaram a cidade californiana. Em nada ela lembrava o que já havia sido, apenas a formatação das ruas e a Golden Gate Bridge.

– Deuses… - murmurei quando vi a transformação total daquele cartão postal da cidade. A ponte sobre o Golden Gate era um ícone da cidade, uma das construções mais famosas do país e uma das sete maravilhas do mundo moderno.

Seco. Era o estado que se encontrava o lago. Apenas o formato da ponte lembrava o que aquele local havia sido um dia. A ponte, no entanto, ameaçava cair aos pedaços ao menos indício de peso sobre ela.

No meu ombro, Capitu observava o cenário comigo e parecia igualmente surpresa. A cidade parecia ter se tornado fantasma, ninguém estava nas ruas naquele momento. Os poucos que víamos estavam sujos e com as roupas em frangalhos. Todos magros e desidratados, sofrendo na pele o que a total ausência de água fazia a uma população. E o cheiro daquele lugar… Misericórdia, ninguém tomava banho ou lavava as ruas há tempos.

– A senhora está bem? - Enzo apressou-se em ajudar uma idosa que havia caído de fraqueza, auxiliando-a a se levantar.

– O que vocês fazem aqui? Precisam ir para o abrigo antes que… - ela não concluiu, pois começou a tossir desesperadamente. Uma tosse seca, que parecia arranhar sua garganta e desgastar seus pulmões.

– Nós vamos ajudar a senhora a ir para lá - disse a ela, mesmo sem que ela tivesse completado sua frase. Seria nossa oportunidade de saber onde o abrigo ficava e caminhar pela cidade para verificar a situação.

Enzo mostrou-se um verdadeiro amigo das velhinhas no trajeto, ajudando a pobre idosa em sua dificuldade para caminhar. Amber estava mais introspectiva, observando tudo com atenção como se a qualquer momento pudéssemos ser atacados. E ela tinha razão, os destroços da cidade e prédios abandonados podiam esconder muitos perigos.

Quanto a mim, estava em choque com a situação que a cidade estava. Embora fosse uma simulação, sabia o quanto aquilo poderia se tornar real em algum tempo. A humanidade não tinha o devido respeito com a natureza e colhia o fruto das suas ações. Sabemos que, se algo não for feito, a água se esgotará ou ficará inacessível, e teremos situações como aquela.

– O que foi isso? - Amber perguntou, antecipando-se ao perceber que algo estava prestes a dar errado.

A situação de seca e desequilíbrio climático começaram a provocar uma intensa ventania ao nosso redor. De imediato, retirei Capitu do meu ombro e a abracei, segurando-a pertinho de mim e abrigando-a abaixo de meu casaco. Caso ela tentasse voar, tinha medo que ela se perdesse em meio a tão fortes ventos.

Aquela ventania também começou a trazer areia. Além das praias próximas, haviam regiões desérticas ao nosso redor e aquelas que se tornaram totalmente secas após anos sem água. Agora, estávamos no epicentro de uma tempestade de areia, sem ter para onde fugir dela, apenas tentar se proteger.

– O abrigo é ali! - a idosa disse, apontando para um prédio que talvez tenha sido uma cafeteria. Ele ainda parecia resistente e poderia ser realmente seguro durante a tempestade.

Com dificuldade, enfrentamos a ventania intensa para atravessar a rua e entramos no prédio, fechando a porta estrondosamente atrás de nós. Watson agitou o corpo a fim de retirar o excesso de areia de seus pelos e Capitu deixou o esconderijo dentro do meu casaco, voltando ao meu ombro. Enzo ajudou a senhora idosa a entrar, mas agora quem parecia precisar de ajuda era ele.

– O que ele tem?? - Amber perguntou com certa preocupação.

– Asma - disse apenas, indo rapidamente até meu amigo para tentar ajudá-lo.

Durante uma crise asmática, uma das preocupações era levar a pessoa para um ambiente livre de pó, mas aquilo era impossível na situação em que estávamos. Ajudei Enzo a manter o tronco ereto, para que ele ficasse numa posição melhor para respirar. Logo em seguida minhas mãos foram ao zíper do casaco dele, abrindo-o para evitar o abafamento, e comecei a procurar em seus bolsos a bombinha de asma.

Encontrando o objeto salvador da pátria, levei-o à boca de Enzo e pressionei-o, fazendo o ar entrar em seus pulmões. A ação foi repetida outras três vezes, até que o meu melhor amigo recuperasse a normalidade da sua respiração. Ele havia ficado pálido e algumas veias haviam inflado durante a crise, mas agora ele voltava a ter um semblante normal.

– Obrigado. Já estou bem - ele disse, depois de ter recuperado o ar e tranquilizando-me. Respirei fundo aliviada ao vê-lo bem, mas sabia que as condições climáticas não eram favoráveis ao seu estado de saúde. Então a tranquilidade não era completa, apenas parcial.

A idosa nos contou que estávamos em um abrigo, onde há algum tempo algumas pessoas vinham sobrevivendo ao estado de destruição e seca da cidade. Estávamos apenas nós ali. Todos haviam saído em busca de algum recurso, água, comida, talvez roupas, mas ninguém tivera sucesso até então.

Na rua, a tempestade não havia dado trégua, apenas tornava-se mais intensa. Uma rajada de vento chegou a estremecer o prédio e derrubar pó sobre nós. Ergui um dos braços sobre a cabeça e abracei Capitu para protegê-la, mas logo eu estava ainda mais suja com poeira e areia. E, com a intensidade dos ventos, uma janela se quebrou, trazendo cacos e areia em nossa direção. Espalmei ambas as mãos diante do corpo e me posicionei em frente à idosa, utilizando a telecinese para segurar no ar os cacos de vidro e desviá-los para outra direção sem nos ferir.

Enzo havia ido em direção à janela e logo trouxe um alerta: – Maisie, Amber, tem pessoas do lado de fora, precisamos ajudá-los!

– Meus amigos - a idosa disse. Sua voz trazia um pouco de alívio por saber que estavam vivos e tentando chegar ao abrigo, mas também estava preocupada por eles estarem na rua durante uma tempestade. Com dificuldade, pude ver uma das pessoas com algumas sacolas, indicando que haviam conseguido mantimentos para mais alguns dias por ali.

O filho de Éolo responsabilizou-se por  deter a tempestade por curtos minutos para que fôssemos até aquelas pessoas e trouxéssemos elas até o local seguro. Então, sem tempo a perder, colocamos nosso simples plano em prática.

– Capitu - chamei por minha mascote. – Vá na frente e guie o caminho - disse à coruja. Com sua visão aguçada e instinto predador, ela alertaria em tempo se algo estivesse errado. E, com os ventos controlados por Enzo, era possível para ela voar sem se perder.

Capitu deixou o prédio primeiro, sendo seguida de perto por mim, que corri em direção ao pequeno grupo de pessoas que tentavam chegar ao abrigo. Eles não compreenderam como o vento havia cessado apenas naquele trecho, mas compreenderam que era a oportunidade de chegar em segurança ao prédio.

Havia outro idoso no grupo. Um homem magro, de cabelo ralo e barba desgrenhada estava entre os últimos do bando, caminhando com dificuldade. Ele trazia uma pequena sacola de mantimentos consigo que não parecia pesada, mas complicava um pouco mais o seu trajeto. Corri em direção a ele, envolvendo seu tronco com o braço e deixando que ele se apoiasse em meus ombros.

– Vou ajudar o senhor a chegar no abrigo - disse a ele. Ele não respondeu, apenas esboçou um sorriso fraco e aceitou o auxílio.

As complicações de saúde e a desnutrição faziam o idoso caminhar devagar, o que estava nos deixando para trás. Necessitei encontrar o equilíbrio entre a paciência e a perseverança, sem exigir mais do que ele podia, mas mantendo o estado de alerta. Em certo momento, enquanto tentava se apressar, ele chegou a tropeçar e quase caiu. Só não foi ao chão porque eu o segurei com firmeza, embora tivesse me desequilibrado. Sua sacola caiu com tudo contra o chão e algo pareceu quebrar, o que o fez ficar sem reação por um segundo.

Capitu voou próximo a nós e deu um rasante, recolhendo a sacola e levando-a consigo para o abrigo. Antes, ela piou preocupada para nos apressar. – Rápido, rápido! Enzo não vai conseguir por muito tempo!

Aquelas palavras fizeram com que eu apressasse nosso passo mesmo que o idoso não conseguisse acompanhar facilmente, fazendo-o alcançar a porta e entrar em segurança. Algumas pessoas mais jovens haviam conseguido chegar ao abrigo por conta própria, outros haviam sido levados por Amber até ali. Ainda restavam umas quatro pessoas na rua e Enzo já dava sinais que ia desmaiar enquanto tentava conter os ventos.

– Capitu, fique - ordenei à minha mascote, em um tom que não deixou espaço para contradições. Caso a tempestade voltasse com força total, não poderia arriscar feri-la ou perdê-la.

Voltei a correr em direção às pessoas que permaneciam na rua, com mais dificuldade de se apressar. Uma delas era uma mulher gestante e o homem que a acompanhava. Também havia uma criança e alguém ferido, pelo que pude enxergar. Mas, antes que eu conseguisse alcançá-los, os ventos voltaram a se intensificar ao meu redor e a areia voltou a enevoar a visão e me fazer tossir.

Enxergava apenas vultos próximos a mim, incluindo os quatro refugiados e minha irmã. Só não sabia muito bem quem era quem.

Seria impossível caminhar aquela distância com quatro pessoas com mobilidade reduzida. Não sem antes a areia aumentar e acabar soterrando mais trechos da cidade, incluindo os corpos. Alcançando os quatro vultos, levei a mão esquerda ao pulso e ativei minha pulseira. Ela abriria um portal em frente a eles e levaria-os direto para dentro do abrigo.

– Entrem! - bradei, o mais alto que pude para sobrepujar o vento. Isso me custou a entrada de areia em meus pulmões e garganta. Mas, com o recado dado, alguns deles atravessaram o portal sem tempo para hesitar. Não havia muito o que pensar.

Entretanto, após o terceiro atravessar a passagem mágica, o portal desapareceu. Havia atingido seu limite e não havia mais possibilidade de outra pessoa se transportar magicamente. “Droga, Perigo”, pensei comigo mesma, tentando ser divertida em meio a uma tragédia.

Ainda havia um vulto à minha frente e vi-me incapacitada de ajudá-lo. Estreitando os olhos, virei-me tentando olhar na direção do abrigo. Era praticamente impossível enxergar alguma coisa, mas era possível entender que eles estavam em segurança. Preocupei-me com Enzo, pois ele provavelmente havia desmaiado após todo aquele esforço. E Amber? Eu praticamente não havia a visto desde que começamos a correr para salvar aquelas pessoas. E uma delas talvez não sobrevivesse.

Parecia que o vento ao meu redor ia me fazer levitar e voar para longe. Restava-me apenas proteger a face, mas a respiração já estava bastante dificultada. Aquela aventura teve fim apenas quando algum destroço ou pedregulho me atingiu, fazendo-me perder a consciência.

Abri os olhos assustada, inspirando o ar com alívio ao conseguir respirar perfeitamente. Deparei-me com a líder dos mentalistas, e foi apenas quando lembrei que era tudo uma simulação.


Poderes & Habilidades:


Passivas de Athena:

Nível 5
Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Comunicação Animal
Descrição: O campista pode se comunicar com corujas e com qualquer outro animal noturno.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 26
Nome do poder: Foco
Descrição: Com uma das mentes mais apuradas, é difícil distrair um filho de Athena quando este está dedicado a suas ações.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 40% de foco em combate ou atividades.
Dano: Nenhum.

Nível 29
Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Os filhos de Athena/Minerva podem não ser tão fortes quanto os de Ares/Marte, mas possuem um controle corporal ainda mais aprimorado. A agilidade da prole da deusa é apurada, permitindo movimentos cada vez mais elaborados e complexos.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +20% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nível 31
Nome do poder: Racionalidade
Descrição: Apesar de não serem frios e calculistas, filhos de Athena/Minerva possuem como uma de suas principais características a suas capacidades cognitivas apuradas. Graças a isso, eles conseguem ser mais racionais e até mesmo camuflar algumas emoções sentidas. Conseguem captar facilmente traços ou dicas que os ajudem pensar logicamente perante uma situação.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 33
Nome do poder: Campo de visão
Descrição: Tão ligados a coruja, símbolo de Athena/Minerva, os filhos da deusa desenvolvem a capacidade de enxergar o campo ao seu redor como uma coruja que pode virar seu pescoço a quase 360º graus.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +50% de chances de perceber um ataque surpresa.
Dano: Nenhum.

Ativas de Athena:

Nível 7
Nome do poder: Telecinese II
Descrição: Agora pode levitar objetos de porte um pouco maior e até pessoas ou monstros mais magros e menores. Porém ficará um pouco mais cansado com o esforço chegando a perder energia física por turno usado, dependendo do nível do semideus.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: 5 HP
Bônus: Nenhum
Dano: 10 a 35 HP dependendo da forma com que for usada.
Extra: A telecinese não é usada apenas para levitar ou arremessar objetos, vai da criatividade do semideus.

Passivas de Belona:

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Habilidades Aprendidas:

Nome: Perícia Corporal I
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a agilidade, a esquiva e o reflexo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em agilidade, esquiva e reflexo.
Dano: Nenhum

Nome: Perícia Corporal II
Descrição: Treinar o corpo e a mente para tornar-se um melhor guerreiro é quase que uma obrigação de cada meio-sangue, caso ele deseje sobreviver nesse mundo louco. Assim sendo, depois de uma aula de perícias, o corpo do semideus foi condicionado e treinado para melhorar a resistência corporal. Irá se cansar mais dificilmente, estando preparado para realizar exercícios físicos mais complexos. Assim, possui um melhor desempenho em combate, podendo permanecer lutando mais tempo que outros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em resistência física.
Dano: Nenhum

Nome: Magnificência Semidivina
Descrição: Após um longo dia de treinamento, no qual as capacidades físicas do semideus foram postas à prova, o resultado apareceu. Assim sendo, o aprimoramento de seus atributos corporais - força, constituição, destreza, controle corporal e velocidade - agora é evidente.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +10% nos atributos corporais.
Dano: Nenhum.

Itens levados:

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

Ice and Fire [Adagas gêmeas, feitas de bronze celestial. As lâminas possuem 30cm de cumprimento e são mais afinadas na ponta, facilitando o ato de perfuração. As adagas possuem efeitos únicos e elementais | Efeito 1: Uma das adagas possui runas e escritos antigos que confere o poder do elemento fogo. Assim, ao atingir alguém, também poderá causar queimaduras intensas a depender da eficácia do ataque; Efeito 2: A outra adaga também possui escritos e runas em sua lâmina, o que lhe confere um encantamento do elemento gelo. Ao atingir alguém com essa adaga, provocará um leve resfriamento do local ou até mesmo o congelamento a depender da eficácia do golpe. Também poderá provocar lentidão pelos músculos estarem frios | Bronze Celestial | Beta | Espaço para uma gema | Status: 100%, sem dano | Mágica | Dano base: +10 de dano pelos encantamentos elementais | Comprado no Pandevie Magie]

• Goma respiradouro [ Uma pequena goma redonda, verde clara, com gosto de limão. | A goma permite que o semideus respire por até quatro turnos debaixo d’água, fazendo com que guelras “surjam” no pescoço do usuário. | Goma e poção. | Sem espaço para gema. | Sigma. | Status: 1/1 | Mágico. | Underworld's Poisons.]

• Corda de violão encantado [Uma corda de violão feita de ferro estígio, que pode formar o fio para um colar, que aparenta ser completamente comum. | Efeito 1: A corda, abençoada por Orfeu e por Apolo, o protege de ataques baseados no som ou ruídos, emudecendo os sons à sua volta uma vez por evento ou missão. | Efeito 2: A corda nunca irá se perder ou romper, sempre retornando para o seu dono. | Ferro estígio. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]

• Amuleto de portal [ Uma pulseira feita de bronze sagrado e pedras pequenas água marinha em formato circular irregular. A pulseira possui várias pedras água marinhas ao seu entorno, a do meio possui uma runa de mudança que auxilia o semideus a abrir um portal por tempo o suficiente para que a sua passagem e mudança de ambiente se realize com sucesso, podendo levar consigo até duas pessoas. | Efeito 1: Abre um portal para qualquer lugar que o semideus deseja ir, por dois turnos, dando tempo para levar consigo até duas pessoas. | Efeito 2: Caso o semideus perca a pulseira, após um turno ela retorna para o mesmo. | Efeitos duram dois turnos. | Gasto de MP: 50 MP por uso. | Após uma ativação deverá esperar quatro turnos para poder ser ativado novamente. | Água marinha e Bronze Sagrado | Resistência Gama | Mágico | Comprado no Tea Drop ]

Tatuagem:

Tatuagem SPQR [Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de uma coruja, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito III Coorte. Uma vez por missão/evento, as estratégias do semideus se tornam mais eficazes do que normalmente e se torna impossível retirar a concentração do membro da 3ª Coorte. O efeito funciona durante três turnos após sua ativação, tendo 5% de eficácia.]

Mascote:

Nome: Capitu
Nível: 9
Tipo (raça): Coruja / Ave comum
Mais informações: http://www.bloodolympus.org/t4045-fpa-maisie-k-blackwood#83732

Make a wish change to reality


Maisie Blackwood
intelligence is the only way we have to master our instincts.
Maisie K. Blackwood
Maisie K. Blackwood
Centuriã III coorte
Centuriã III coorte


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Setor 1 Empty Re: Setor 1

Mensagem por Enzo Hawley em Sex Mar 22, 2019 9:04 pm



Blood Of Caos
Foi com certo custo e persuasão que Maisie tinha conseguido convencer a irmã a me deixar participar da atividade com elas, afinal a morena ainda era desconfiada e desde nosso último encontro – do qual ela sairia como vencedora – as coisas não tinham ficado muito bem.

Amber não confiava muito em mim devido a aproximação intima que eu tinha com a minha melhor amiga, mas eu não me importava, tinha colocado na cabeça que encontraria um jeito de ganhar sua confiança e faria o possível para fazê-lo.

Eu tinha um longo caminho pela frente e enquanto não conseguia bons resultados me contentava em permanecer como espectador. Amber era uma figura misteriosa que raramente sorria, seu cachorro não era lá muito simpático e bem, isso apenas a tornava mais intimadora.

Devo admitir...

Eu gostava disso nela.

— Então, agora que estamos em acordo podemos ir? — Perguntei abrindo um sorriso de canto, apenas para ganhar um olhar desconfiado da mentalista. Olhar esse que devolvi a altura antes de piscar um olho em sua direção.

Ela poderia ter reagido, mas nesse momento Ariel se juntou ao nosso trio e nos deu as instruções que precisávamos para seguir em frente. Quando dei por mim já estava sentado no meio das duas filhas de Athena e entrando em um mundo de imersão.

...

Despertei em uma realidade completamente nova e apocalíptica. A cidade da Califórnia estava coberta por areia, a maioria dos prédios tinha sido soterrada e o mar já não existia.

Era tudo... um enorme deserto.

O calor era insuportável e o ar estava tão seco que por um momento senti minha garganta se fechar. Ignorar a sensação não era fácil, ainda mais sabendo o que aquilo significava, embora lutar contra ela tenha se tornado um perjúrio ao longo dos anos. Todos diziam que iria melhorar, mas a verdade é que a asma nunca melhora, nem mesmo aquela que é provocada por nós mesmos.

Respirei fundo – mesmo sabendo que o cheiro era desagradável e que a areia seca adentraria direto em meus pulmões – e procurei me acalmar. Não consegui totalmente, embora minha mente agora buscasse outras alternativas e preocupações para sair daquele inferno, mesmo sabendo que nosso desafio tinha apenas começado.

Amber foi quem tomou a dianteira para avançarmos pela cidade em busca de pistas e informações. Como trabalhava na policia era normal para ela nos dar ordens e seguir pela cidade de maneira lógica, afinal não encontraríamos nada parados em um mesmo ponto. Maisie seguia ao meu lado com uma expressão nada boa, enquanto eu tentava acompanhar com os olhos o que restara da ponte enquanto encarava poucas pessoas que sumiam ao nosso redor.

Ok... eu talvez estivesse ficando um pouco assustado.

A falta de água acabou deixando os humanos magros e a cidade completamente destruída, sendo que aquilo era apenas um requisito do que tinha sobrado. Se uma cidade inteira estava daquele jeito, o que tinha acontecido com o restante do mundo?

Conforme avançamos pela cidade mais rastros de destruição apareciam pelas ruas. Alguns prédios tinham sumido por inteiro, outros não tinham sido consumidos pelas tempestades e sobreviviam bem, embora sujos e com rastros de poeira. Trinquei os dentes e busquei algo que pudesse nos dar pistas de como ajudar e foi nesse momento que acabei vendo uma senhora de idade caindo no chão. Ela estava tão magra e com tantas olheiras que por um momento jurei que não aguentaria muito tempo e foi justamente isso que me fez reagir.

Em passos apressados cobri a distância entre nossos corpos e me ajoelhei a sua frente, passando os braços ao seu redor de maneira cuidadosa para ajuda-la a levantar. — A senhora está bem? — Perguntei depressa, mas quis me estapear no momento seguinte por perceber como deveria ter soado estupido, afinal era obvio que ela não estava bem.

— Venha, vou te ajudar a sentar em algum lugar e... — Ela se atropelou na minha frente e não me deixou terminar. Deixou-me confuso ao citar um abrigo antes que sua frase fosse cortada por uma tosse violenta.

Angustiado por saber como aquilo funcionava e em que estado nos deixava manipulei o ar ao redor dela e o limpei para envia-lo para dentro. Eu nunca tinha feito aquilo antes, mas o instinto me fazia compreender seu funcionamento e a vontade de ajudar era tamanha que de algum jeito fiz dar certo. Limpei os pulmões dela antes de me posicionar melhor para poder carrega-la até o abrigo.

Minhas costas serviram de apoio para o corpo da velhinha, avançamos com cuidado pelas ruas. Amber nos guiando com as instruções da senhora, eu a carregando e Maisie cobrindo nossa retaguarda junto às mascotes.

Conforme seguíamos mais o ar se tornava denso e a areia começava a sobrevoar ao nosso redor, dando indícios de que uma tempestade se aproximava. Minhas narinas inflaram por conta disso, as bochechas ganharam um tom pálido e minhas vias respiratórias começaram a fechar. Eu tinha em mente que terminar a missão era mais importante, mesmo que o ar estivesse cada vez mais denso e que em breve pudesse sufocar por conta de um ataque de asma. Garanti a mim mesmo que resistia até chegarmos ao abrigo, onde eu colocaria aquela senhora em segurança.

— Esconda o rosto em meu pescoço, acho que as coisas vão piorar daqui pra frente — Murmurei assim que percebi o vento piorar, estava tentando poupar o ar conforme ficava mais ofegante, mas a tempestade estava próxima e a areia já tinha penetrado minhas narinas, eu sabia que a crise estava cada vez mais perto.

Ignorei a ardência em meu peito assim que ouvi a voz de Amber perguntando o que estava acontecendo. Maisie avançou mais a frente e minha visão embaçou por um momento, mas forcei minhas pernas a continuarem e acelerei os movimentos exigindo mais do meu corpo até adentrar no abrigo, onde cuidadosamente coloquei a senhora no chão antes de ofegar uma última vez.

A tosse veio forte e terminou de fechar minhas vias respiratórias. Meu coração passou a palpitar mais rápido e um borrão de imagens e sons se formou a minha frente. Tentei conter a crise violenta, mas quanto mais puxava o ar para dentro parecia que menos ele entrava.

Lagrimas se acumularam em meus olhos conforme eu piscava para tentar conter o desespero. Senti alguém apalpando meu corpo em busca de algo, mas meus joelhos a essa altura já tinham cedido e meu corpo curvado para frente me impedia de identificar quem era. Até que a esperança bateu quando o aparelho foi colocado entre meus lábios e o ar foi forçado para dentro, uma, duas vezes antes que eu pudesse voltar a respirar.

Ergui as mãos para tocar a bombinha e aperta-la novamente, então respirei com mais cuidado enquanto a mente voltava a clarear as imagens se tornavam nítidas mais uma vez. — Obrigada — Sussurrei rouco ao ver minha melhor amiga e provavelmente a salvadora de toda aquela situação. Seu rosto estava em pânico, algo que me fez sorrir para tentar tranquiliza-la. — Já estou bem — Garanti antes de me erguer e guardar a bombinha, embora ainda me sentisse um tanto exausto, algo normal depois de uma crise.

— Que lugar é esse? — Perguntei para ninguém em particular.

— Um abrigo — A senhora que eu tinha carregado respondeu. — Mas não sei por quanto tempo, a cada tempestade a estrutura fica mais frágil, a comida acabou dois dias atrás e não conseguimos água potável para nada. Não sei quantos de nós ainda sobreviveram, mais cedo um grupo de dez saiu atrás de recursos em outros prédios. Até agora eu fui a única a voltar e como vocês podem ver... sem nada.

As paredes ao redor sacudiram de leve assim que ela terminou de falar. Areia despencou do teto direto sobre nossas cabeças enquanto do lado de fora o vento uivava. Estremeci por isso, afinal sendo filho do deus do vento eu podia sentir a intensidade e o poder que emanava do lado de fora e era tão grande, que contê-lo seria praticamente impossível

Um vidro se rompeu na parte dos fundos, cacos voaram ao nosso redor e mais areia adentrou para dentro. Corri para aquele lugar e tentei manipular o vento para jogar a areia para fora, mas sabia que não podia suportar aquilo por muito tempo. Por conta disso eu os vi.

A tempestade estava impedindo outras pessoas de alcançarem o abrigo e se não agíssemos rápido provavelmente nenhum deles sobreviveria. — Maisie, Amber, tem pessoas do lado de fora, precisamos ajuda-los! — Gritei para as duas antes de manipular o vento e puxar uma tabua até a janela, a prensando ali de qualquer jeito para manter a estrutura enquanto retornava até as garotas.

— Eu acho que consigo conter a tempestade por um tempo para trazê-las para dentro, mas vocês quem tem que garantir que elas vão chegar aqui — Fui rápido em explicar para as duas que nem pestanejaram antes de concordar, embora tivessem acrescentado alguns detalhes ao meu plano.
Eu iria sim abrir caminho, mas só faria isso, os resgastes seriam por conta delas e nenhuma das duas me ajudaria a voltar. Eu estaria por conta assim que elas conseguissem resgatar os refugiados daquele abrigo.

Colocamos nosso plano em prática no exato momento em que abri a porta. O puxão veio rápido e meu ventre contraiu e revirou conforme eu dobrava a tempestade como podia, abrindo um corredor no meio do caminho para abrir passagem as garotas. Avancei junto a elas, cobrindo seus corpos enquanto lutava com o vento e era açoitado por ele, embora não de forma física.

Meus ossos pareciam estar derretendo por dentro, eu podia sentir meus músculos reclamando enquanto agitava as mãos e concentrava minha mente, a obrigando a dobrar o vento a minha vontade. A tempestade, no entanto, estava me vencendo. Parecia que quanto mais eu lutava mais ela me obrigava a ceder um pouco e assim os minutos iam passando.

Meus olhos adquiriram uma tonalidade azul intensa, como gelo, e então ficaram mais claros a medida que o vento me vencia bravamente. Meus músculos ardiam e pontos vermelhos sugiram contra minha pele. Respirar tinha se tornado difícil, eu ofegava, trincava os dentes e fazia força enquanto meus joelhos fraquejavam, até que cai no chão. Vi quando Maisie passou voando com mais uma pessoa e quando Amber passou com o ultimo refugiado. Então forcei mais o vento e o empurrei para longe para proteger as duas, em seguida forcei uma das pernas para tentar me levantar, mas cedi.

Estar com elas a salvo me tirou a motivação completamente fazendo com que a tempestade me consumisse. Fui derrotado e açoitado, meu corpo não resistiu e toda a força do vento se voltou contra meu corpo. Não fui capaz de segurar a tempestade e quando dei por mim, já tinha sido consumido por ela, com o corpo levado, a mente apagada e os olhos escurecendo, mas não importava. Elas estavam a salvo então minha missão, tinha sido comprida.

...

Tentei abrir os olhos, mas a visão escureceu enquanto minha cabeça fisgava e ardia. Puxei o ar com força para dentro, mas meus pulmões não queriam obedecer, se recusavam a trazer o ar. Tossi e ofeguei em desespero sentindo as bochechas inflarem enquanto a garganta fechava um pouco mais. A dor da morte tinha mexido com meus nervos e a energia mesclada ao estresse, ao medo, acabaram desencadeando uma nova crise de asma e pior, as meninas ainda estavam despertando, não seriam capazes de me ajudar.

Dado sorteado: 2 - Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação.
Passivos:

Nível 11
Nome do poder: Atributos melhorados II
Descrição: O celestial agora está mais evoluído. A experiência em batalhas melhorou ainda mais as suas condições físicas. O semideus seguidor de Éter torna-se ainda mais veloz e esquiva-se com mais facilidade. Seus reflexos também melhoraram.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade, esquiva e reflexos.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Cura Acelerada
Descrição: Ao adentrar nos celestiais de Éter, o semideus terá o seu metabolismo acelerado. Graças a isso, o processo de cura torna-se mais rápido e eficiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Os ferimentos pequenos se fecham depois de 2 turnos. Ferimentos profundos levam 4 turnos e ossos quebrados um dia inteiro.
Dano: Nenhum

Nível 14
Nome do poder: Resistência a mudanças climáticas
Descrição: Mudanças climáticas bruscas não causam tanto efeito nos celestiais, pois são bençoados pelo céu superior. Porém, altas ou baixas temperaturas ainda causam incomodo para o semideus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Determinação
Descrição: O celestial é um guerreiro com determinação inabalável, determinação e força interior. Sabe aquela coragem de passar por algo difícil? Suportar a dor? Eles têm ela dentro de si, por isso, dificilmente se deixam abalar em situações de tortura ou que exijam coragem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de coragem para o celestial. +10% de resistência a dor.
Dano: Nenhum

Nível 27
Nome do poder: Sentidos Aguçados
Descrição: Os sentidos dos celestiais ao chegarem nesse nível se tornam mais aguçados e apurados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de melhoria nos cinco sentidos.
Dano: Nenhum

ÉOLO


Nível 16
Nome do poder: Ginasta II
Descrição: Filhos de Éolo são bons acrobatas, por estarem acostumados a grandes altitudes, também consegue saltar mais alto do que qualquer outro campista, e ao caírem – se jogarem – de uma arvore por exemplo, não se machucam como outros campistas. São como gatos, sempre caem de pé, agora já conseguem fazer movimentos mais precisos, dar cambalhotas no ar, e saltar do telhado de uma casa média sem machucar-se de fato, são peritos e gatunos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +22% de Agilidade e +15% de altura em saltos, ao cair de altitudes baixas não ira se machucar.
Dano: Nenhum

Nível 18
Nome do poder: Cura aérea II
Descrição: Agora os filhos do deus vento recuperam um pouco mais de energia ao ser atingido pelo vento, também terão as feridas do corpo fechadas com mais rapidez. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera + 30 HP e +30 MP ao entrar em contato com um arco Iris.
Dano: Nenhum

Nível 23
Nome do poder: Respiração II
Descrição: Com o tempo, os filhos de Éolo aprimoram sua habilidade, e com isso consegue ficar sem respirar por mais tempo. O reservatório de oxigênio ficou mais amplo, e a criança do deus dos ventos além de conseguir respirar em uma altitude ainda mais elevada, consegue ficar sem respirar por até quatro rodadas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode permanecer até quatro turnos sem respirar.
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Ginasta III
Descrição: Sua perícia se desenvolveu como o esperado, agora além de conseguir cair de altas altitudes, e conseguir realizar saltos e cambalhotas perfeitamente, também consegue encontrar onde se segurar, agarrar ou pendurar. O filho de Éolo é perito em escaladas e montanhas, e como as grandes altitudes não lhe afetam, ele se torna um mestre em acrobacias perigosas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de Agilidade e +22% de altura em saltos, ao cair de altitudes baixas não ira se machucar.
Dano: Nenhum
Ativos:


Nível 2
Nome do poder: Produção de Oxigênio
Descrição: Existem lugares sobre o céu, a terra e o inferno, que não produzem ar ou oxigênio, e muitas vezes podem causar morte justamente por isso. O filho de Éolo, é capaz de criar e produzir oxigênio para si e para um colega, mas só consegue manter vivo duas pessoas ao mesmo tempo, e uma dessas, é ele mesmo.
Gasto de Mp: 15 por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Pode criar oxigênio em qualquer superfície.


Nível 19
Nome do poder: Desvio dos Ventos I
Descrição: O semideus consegue usar o ar, e o vento, para manipular armas lançadas contra eles, e desvia-las em um confronto, ou seja, se o inimigo lançar flechas, adagas, e facas em sua direção, ele consegue usar o vento, e diminuir a velocidade da arma para não atingi-lo, ou até mesmo desviar seu curso, a fazendo bater contra uma pedra ou uma arvore, e evitar sofrer o ataque. Nesse nível só consegue desviar duas armas por vez.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só consegue desviar duas armas por vez.


Nível 24
Nome do poder: Aerocinese II
Descrição: Permite ao semideus controlar, manipular, gerar e absorver o elemento do vento. Agora o semideus já desenvolvido consegue criar ventanias mais fortes, podendo fazer inclusive o oponente levitar alguns poucos centímetros do chão, e atira-lo para longe de si com uma força considerável (ainda pequena).
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Não existe um dano fixo para esse poder.
Extra: Nenhum (Lista de Éolo)

Nível 20
Nome do poder: Aerocinese II
Descrição: Permite ao celestial controlar, manipular, gerar e absorver o elemento do vento. Agora o semideus já desenvolvido consegue criar ventanias mais fortes, podendo fazer inclusive o oponente levitar alguns poucos centímetros do chão, e atira-lo para longe de si com uma força considerável (ainda pequena).
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Não existe um dano fixo para esse poder.
Extra: Nenhum (Lista dos celestiais)
Itens:

• Acheron [Uma espada de 70cm bastante peculiar. A lâmina possui dois cortes, ou seja, possui dois gumes afiados. O metal predominante é o Bronze Celestial, cravado em seu corpo metálico está palavras em enoque – língua dos celestiais – que confere a arma uma benção-maldição. A guarda mão da espada é um dos pontos mais belos, pois possui o formato de asas. Sua empunhadura é feita de madeira reforçada e com ondulações suaves que melhoram a forma de segurá-la. | A espada pode se transformar em um chaveiro com um pingente de sua miniatura. Ela sempre retorna ao celestial depois de perdida, em sua forma de acessório; e, ao ser empunhada por um ser não celestial, a espada se torna extremamente pesada, ao ponto de nem mesmo os dotados com força apurada podem levantá-la. | Bronze Celestial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Celestiais de Éter.]


• Pasta Corrosiva [Um mini tubo de pasta de dente que cabe na palma da mão. Basta abrir a tampa e apertar o tubo para que a mágica seja feita. | Efeito: O liquido corrói qualquer tipo de material de resistência beta para baixo, criando pequenos buracos no local atingido. Em carne humana, de monstros e animais pode causar feridas graves que retiram 20% do HP. A quantidade no tubo permite atingir uma area de apenas 10 centimetros. | Desconhecido | Sem espaço para Gemas | Uso único, some após ser usado |Beta |Status: 100% sem danos | Mágico | Evento de Verão]



Enzo Hawley
Enzo Hawley
Enzo Hawley
Celestiais de Èter
Celestiais de Èter


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Mensagem por Amber K. Blackwood em Sab Mar 23, 2019 1:08 am

Chain reaction, it's so electric
Bloody Chaos


Setor feito com Maisie e Enzo.

Dado sorteado: 2 - Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação.

Se Maisie era teimosa por natureza, ao estar ao lado daquele garoto esse traço parecia ter ainda mais expressão e intensidade. Eu não queria deixa-la sozinha, não com ele, mesmo que eu falhasse em explicar com coerência o porquê de ser tão resistente a ideia. Parecendo sentir o meu humor, Watson possuía um semblante de poucos amigos (Click) sempre que olhava para um dos dois, principalmente para o filho de Éolo.

Um acordo foi feito, um que eu não estava totalmente satisfeita, mas que permitia que aquela pequena discussão não fosse mais prolongada. Iriamos os três juntos para aquela etapa do treinamento, um desfecho que me fazia desejar que pelo menos tudo desse certo e Watson não mordesse alguém... Muito forte.

•••••••••••••••••••••••••

Eu poderia ter crescido no Acampamento Júpiter e ter vivido em Nova Roma, mas São Francisco era a minha cidade. Desde que tinha adentrado a academia de polícia para a realização de um sonho, eu vinha encontrado ainda mais amor pela capital californiana. Mesmo com todos os poderes e situações que refletiam a perversidade humana, aquele era o meu lar. Onde as pessoas vinham para poder se expressarem, serem felizes e tentarem ter algum sentindo na vida. Era minha função protege-los, como uma futura detetive, como uma guerreira romana, como uma mulher que acreditava que ações poderiam fazer a diferença.

Ver a cidade naquele estado... Foi mais doloroso do que um golpe de um gládio envenenado. A seca tinha devastado São Francisco, deixando o clima árido invadir a metrópole. A água que ficava abaixo da ponte mais famosa da costa oeste tinha evaporado, literalmente, deixando uma das minhas paisagens favoritas devastada. Um misto de emoções rodeava minha mente e coração, deixando-me quieta e em estado de alerta enquanto caminhava ao lado dos semideuses mais novos. Meu instinto protetor estava em seu ápice, Watson, meu jovem husky siberiano, parecia imitar meu estado ao estar com as orelhas em constante movimento.

— A senhora está bem? — Enzo foi o primeiro a falar algo.

Meus olhos repousaram na senhora de idade, era impossível não notar o quanto estava magra e com a pele ressecada. Ela começou a tossir, revelando um estado de saúde precário. Observar como Maisie se dispôs prontamente a ajudar ofertou um sentimento bom de orgulho em meio ao caos desesperador que afligia meu peito. Caminhamos para o abrigo e mesmo que não tivéssemos conversando sobre, tínhamos assumido funções. Enzo auxiliava a senhora de idade, oferecendo suporte e tranquilidade. Maisie e Capitu seguiam de perto para protege-los de um ataque eminente, enquanto a mim e a Watson estávamos mais afastados, atentos para que Maisie não precisasse cumprir a sua função.

Um calafrio perpetuou minha espinha e Watson rosnou perante os sons estranhos que começaram a se formar ao nosso redor.

— O que foi isso? — Questionei em bom som para que a senhora, mais experiente naquela realidade, pudesse responder.

A ventania logo se fez presente, Watson mantendo-se mais próximo de mim do que antes. Minha pele começou a formigar, como se recebesse pequeninas picadas de algo minúsculo. Não tardei a descobrir o que era aquilo, algo que me fez engolir em seco e saber o que estava por vir: uma tempestade de areia.

– O abrigo é ali!

A senhora apontou para uma cafeteria antiga, mas que aparentava ter estruturas fortes o suficiente para aguentar uma tempestade. Gritei para seguirmos logo, indo na frente apenas para garantir que assim que entrássemos eu pudesse lidar com qualquer situação de ameaça. Algo que não foi necessário, mas que não diminuiu meu estado de alerta. Segurei a porta para que essa não fechasse enquanto Enzo, a senhora e Maisie entravam no local seguro. Watson balançou o corpo em uma tentativa de tirar a areia, me fazendo resmungar baixo ao ser atingida levemente pelos pequeninos fragmentos de terra.

A falsa sensação de segurança logo foi quebrada, quando Enzo começou a passar mal. Mesmo que eu não simpatizasse com o garoto, eu precisava admitir que ele estava mudando essa concepção pouco a pouco. O modo como ele tratou a senhora durante todo o caminho, como não reclamou em nenhum momento de ser o suporte dela, tinha dado alguns pontos ao celestial.

— O que ele tem? — Não disfarcei o tom preocupado.

Asma. O quanto era irônico um filho de Éolo e celestial de Éter sofrer de asma?! Estava para avançar e oferecer ajuda, mas Maisie parecia saber o que estava fazendo e, mais ainda, como ajuda-lo durante a crise. Logo ele estava com uma bombinha, fazendo com que meus ombros caíssem em sinal de alívio quando Enzo finalmente demonstrou estar melhor. Abaixei o corpo para ficar na altura de Watson, acariciando o pescoço dele enquanto escutava as histórias contada pela senhora. O husky tinha se saído bem, mesmo que não tivéssemos enfrentado um perigo real, ele tinha se mostrado preparado para caso acontecesse.

Repentinamente tudo pareceu explodir ao nosso redor. Meu braço puxou Watson para baixo de meu corpo em uma tentativa de proteger o canídeo. Janelas quebraram e uma forte ventania invadia o espaço seguro. Tive vislumbres do controle de Maisie sobre o vidro que se partiu com o impacto das correntes de ar, levantando para também ficar pronta para as emergências. Algo que foi anunciado por Enzo.

— Maisie, Amber, tem pessoas do lado de fora, precisamos ajudá-los!  Eu acho que consigo conter a tempestade por um tempo para trazê-las para dentro, mas vocês quem tem que garantir que elas vão chegar aqui.

— Você tem certeza? — Não era uma pergunta que desafiava a capacidade dele, mas sim uma preocupada com o estado em que o garoto ficaria ao controlar uma força natural tão violenta. Mas o olhar dele deixou claro que mesmo assim ele tentaria. Apertei meus lábios não gostando daquela ideia, mas existiam pessoas lá fora que não poderia esperar por um plano melhor. — Tome cuidado, kiddo. Maisie, vamos!

Ao abrir a porta, assoviei para que Watson me seguisse. Maisie pareceu ter a mesma ideia ao usar Capitu para ajuda-la a encontrar os sobreviventes.

— Watson, fareje procurando pessoas, eu sei que você consegue isso. — Comandei o cachorro, não tardando para receber um latido e ter de acompanha-lo pela lateral da rua. — Bom garoto!

O husky me levou até um beco onde três crianças estavam abraçadas umas as outras, uma forma de se protegerem e tentarem manter no chão. A julgar pelo físico delas, seriam facilmente levadas pelo vento se saíssem do beco. Estava para falar algo tranquilizador, quando escutei o som de metal quebrando. Virei o corpo a tempo de ver a porta de um carro voando em nossa direção, se desprendendo de um veículo do outro lado da rua. Prendi a respiração, erguendo as mãos instintivamente enquanto usava da telecinese para parar a ameaça em pleno ar. Joguei a porta metálica para o lado, virando o corpo em direção aos pequenos uma vez mais.

— Precisamos ir, levarei vocês em segurança, eu prometo! — Tentei usar de meu tom mais apaziguador.

— Não! Nós vamos... Nós vamos morrer como... como todo mundo! Eles sempre morrem na tempestade! — A criança mais velha prontamente começou a chorar.

— Não vamos! Está vendo esse cachorro aqui? Ele se chama Watson e eu sempre sai do perigo quando ele está ao meu lado. Ele vai nos guiar até o abrigo! Foi ele quem achou vocês, então ele também vai nos ajudar agora.

As crianças se entreolharam e de maneira hesitante concordaram. Peguei a menor em meu colo enquanto a outra segurou firmemente em minha mão, o mais velho agarrou-se a Watson, curvando um pouco o corpo. O cachorro não reagiu de maneira negativa, pelo contrário, tentou manter o passo rápido, mas não de forma a deixar que o garotinho perdesse o equilíbrio.

Ao chegar no abrigo coloquei as crianças em um local seguro, longe das janelas. Lancei um olhar preocupado para Enzo, percebendo que ele estava começando a fraquejar. No fundo, o achava corajoso e teimoso, pois eu sabia das consequências de usar muito dos nossos poderes divinos. Ainda existiam outros lá fora, mas quando eu estava para sair uma das crianças me segurou. O olhar de medo e pânico falou tudo o que palavras seriam capazes de expressar.

— Watson, fique com as crianças. — Ordenei ao meu companheiro, recebendo um pequeno latido como resposta. Baguncei o cabelo do pequeno que tinha me segurado, sorrindo gentilmente para ele. — Vocês estão protegidas agora, mas há outros lá fora com medo como vocês. Preciso ir ajuda-las ok?

Ele finalmente me soltou, me permitindo partir para mais um resgate. Sem o husky eu precisei encontrar outra estratégia para me guiar. Fechei os olhos brevemente, tentando concentrar e expandir o meu alcance mental. Tentava ler as mentes, encontrar cada uma delas ao nosso redor para poder me guiar até onde as que precisavam de ajuda se localizavam. Um grupo de quatro pessoas estava mais a frente, o que fez minhas pernas funcionarem rapidamente. Era perceptível o quanto o vento ganhava cada vez mais força. Tentei não pensar na relação disso ao estado do filho de Éolo, pois precisava focar no resgate.

Estava prestes a alcança-los quando a tempestade atingiu sua força total. Meu corpo começou a ser empurrado pela força da corrente de ar, a areia machucando minha face e agredindo os olhos de maneira a obrigar as pálpebras abaixarem em forma de proteção. Mantendo o rosto baixo e a mão a frente, tentava me aproximar mesmo que com dificuldade. Tive vislumbres de um portal sendo aberto, sabendo que isso seria obra provavelmente de minha irmã mais nova. Forcei minhas pernas a andarem, a tosse cada vez mais constante parecia agravar a dor em meus pulmões.

Quando estive mais próxima, vi que o portal se desfez e que duas pessoas estavam ainda remanescentes em meio a tempestade. Uma delas eu sabia que era Maisie, ela nunca seria a primeira a atravessar; o que me fazia deduzir de que a segunda era outro sobrevivente. Em meio ao caos eu sabia que poderia ajudar apenas a uma.

Mas qual delas?

Qual seria a Maisie?

Eu deveria ajudar o civil e rezar para que os poderes de Maisie a protegesse?

Ou deveria priorizar a minha família?

A dúvida, a hesitação, o conflito... A indecisão acabou por levar a melhor, fazendo-me cair no pequeno monte de areia que já se formava. Os meus sentidos foram se deteriorando, a garganta travada e os olhos ardendo. Ao despertar da simulação, existia um gosto amargo em minha boca: no fim, no momento mais crucial, eu teria perdido tanto um civil inocente quanto minha preciosa irmã.

Itens:
• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Tatuagem Azul [Uma pequena tatuagem azulada, com o desenho de preferência do mentalista, que pode deixar a pele do semideus, se transformando em uma espada de acordo com o desejo do seu portador. | O efeito da espada, quando ativado, faz com que o mentalista seja capaz de se comunicar mentalmente com qualquer forma de vida animal, podendo o controlar por até dois turnos. Sendo que animais de porte pequeno, como insetos, podem ser controlados em quantidade, ao contrário de animais grandes como coelhos, veados etc. Tal poder só poderá ser utilizado até duas vezes por missão, evento, pvp etc. | Ouro Imperial. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Mentalistas de Psiquê.]
Podes e habilidades:
Passivas Mentalista:
Nome do poder:  Corpo equilibrado II
Descrição: O equilíbrio do corpo do seguidor de Psiquê está cada vez melhor. Agora ele consegue equilibrar-se em superfícies escorregadias e em espaços pequenos de se locomover. Porém, ainda é necessária certa concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60% de equilíbrio
Dano: Nenhum

Nome do poder:  Detector de Mentiras II
Descrição: O mentalista é capaz de perceber quando alguém está mentindo, sentindo uma sutil pontada na cabeça. Neste nível, ele irá detectar a mentira mesmo que esta esteja sendo contada para outra pessoa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: caso continuem contando a mentira repetidamente, poderá gerar dor de cabeça no mentalista.

Nome do poder:  Detectar Presenças
Descrição: O seguidor da deusa Psiquê pode notar presenças escondidas dentro do ambiente em que se encontra, mesmo que elas estejam camufladas ou invisíveis. É uma sensação forte de que a algo a mais ali. Caso concentre-se um pouco mais, poderá sentir a origem da presença.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de HP: nenhum
Bônus: 75% de chance de encontrar coisas invisíveis e camufladas. Caso o item tenha sido encantado por alguém mais forte ou o semideus "escondido" seja alguém mais forte, não conseguirá encontrar a presença, apesar de saber que ele ou o item está ali.
Dano: Nenhum

Nome do poder:  Leitura empática
Descrição: a empatia é a capacidade de sentir e/ou perceber o que os outros estão sentindo no momento. Nesse nível, os mentalistas conseguem interpretar as emoções dos outros seres vivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Inteligência Múltipla – Lógica.
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência lógica apurada, tendo o seu “Centro de Broca” mais ativo no momento. Essa é a inteligência empregada para resolver problemas lógicos e matemáticos. É a capacidade para utilizar o raciocínio dedutivo e de calcular corretamente. É a inteligência que costumam ter os cientistas, matemáticos, engenheiros e aqueles que utilizam cálculos e deduções (trabalham com conceitos abstratos, elaboram experimentos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Suas estratégias ganham mais credibilidade; +20% de assertividade em arremesso de itens, graças aos cálculos realizados
Dano: Nenhum

Nome do poder: Capacidade cerebral aumentada
Descrição:  Ao se tornar um Mentalista, o semideus potencializa a capacidade cerebral. Suas sinapses são mais eficientes e sistema nervoso funciona melhor do que qualquer outro semideus ou ser vivo. Isso permite que o Mentalista use de sua mente como sua principal arma, sem enlouquecer ou sofrer danos cerebrais durante o uso das habilidades.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Passivas Athena:
Nome do poder: Foco
Descrição: Com uma das mentes mais apuradas, é difícil distrair um filho de Athena quando este está dedicado a suas ações.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: 40% de foco em combate ou atividades.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Estratégia II
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Visão de batalha
Descrição: Com o decorrer dos anos e a inteligência avançada, vem a visão aprimorada de uma batalha. Essa visão permite ao semideus entender a forma como os outros lutam mais rapidamente, e conseguir identificar e se adequar às diferenças. Por exemplo: um romano e um grego não são soldados da mesma maneira, assim como um humano também não o é. Ao compreender isso e adquirir essa visão, o semideus também consegue achar meios mais eficazes de se defender e de derrotar um inimigo, apenas o estudando.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de chance de acertar o alvo em pontos críticos.
Dano: + 15% de dano se o golpe acertar.

Nome do poder: Furtividade II
Descrição: Assim como as corujas, o campista consegue se deslocar pelos lugares sem ser notado com facilidade. Desenvolvendo mais a habilidade, o filho de Athena ao ser furtivo consegue silenciar mais os movimentos do seu corpo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 20% de chance não ser notado
Dano: Nenhum

Nome do poder: Agilidade I
Descrição: Os filhos de Athena/Minerva podem não ser tão fortes quanto os de Ares/Marte, mas possuem um controle corporal ainda mais aprimorado. A agilidade da prole da deusa é apurada, permitindo movimentos cada vez mais elaborados e complexos.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de agilidade.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +5% das estrategias darem certo. (Aumenta em +5% a cada 5 níveis que o semideus adquirir = +25%).
Dano: Nenhum.
Legado de Belona:
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Ativas:
Nome do poder: Telecinese II
Descrição: Agora pode levitar objetos de porte um pouco maior e até pessoas ou monstros mais magros e menores. Porém ficará um pouco mais cansado com o esforço chegando a perder energia física por turno usado, dependendo do nível do semideus.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: 5 HP
Bônus: Nenhum
Dano: 10 a 35 HP dependendo da forma com que for usada.
Extra: A telecinese não é usada apenas para levitar ou arremessar objetos, vai da criatividade do semideus.

Nome do poder: Telecinese III
Descrição: O seguidor de Psiquê começa a ganhar destaque com o poder de sua mente. A telecinese torna-se mais apurada e eficaz.
Gasto de MP: 15 para leves e médios, 20 para objetos pesados.
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: É possível levitar objetos pesados, como carros, cofres com conteúdo etc. Limite de 1 objeto pesado por vez, sem limites para objetos pequenos e medianos.
Watson:
Nível 1
Nome da habilidade: Audição apurada
Descrição: Os canídeos são conhecidos por terem uma audição muito apurada, eles conseguem escutar tudo ao seu redor.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum

Nível 3
Nome da habilidade: Olfato apurado
Descrição: Os canídeos são conhecidos por serem grandes rastreadores de cheiro. Eles conseguem facilmente distinguir cheiros e até mesmo localizá-los. É uma de suas principais armas para rastrear a sua presa.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum

Nível 4
Nome da habilidade: Corrida resistente
Descrição: Apesar de não ser tão rápido em comparação a alguns felinos, os canídeos possuem mais resistência em suas corridas. Assim, o seu mascote se cansa muito menos mesmo que correndo demasiadas distâncias. Geralmente ao caçar presas maiores eles as vence pelo cansaço.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: +10% de resistência física

Nível 8
Nome da habilidade: Líder da Matilha
Descrição: Seu mascote agora é, literalmente, o alfa. Em sua presença, outros canídeos selvagens irão respeitá-lo e obedecê-lo sem questionar. Ele é mais forte, mais rápido e mais feroz do que qualquer outro canídeo de sua raça.
Tipo: Passivo
Dano: Nenhum
Bônus: Aumenta 20% dos atributos físicos.

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Amber K. Blackwood
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mentalistas de psique
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Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Sab Mar 23, 2019 3:08 pm

Someday, somehow, I'm gonna make it all right but not right now
Mesmo que Ariel tentasse me passar tranquilidade enquanto me induzia a simulação ela não conseguiu. Sua presença por si só era bastante intimidadora e confesso, eu tinha um pouco de medo do que iria encontrar em minha mente. Meu coração estava inquieto e isso dificultou um pouco o trabalho da mentalista, que embora paciente acabou demorando um pouco mais para conseguir fazer seu trabalho comigo. Ainda assim eu não percebi como ou quando ela conseguiu induzir minha mente para outra realidade, em algum momento, eu tinha apagado.

...

Quando voltei a ter consciência do meu próprio corpo percebi que á não estava no acampamento, mas sim em um lugar completamente novo e aterrorizante. As ruas de Nova York tinham virado um cenário de horror e boa parte estava com rachaduras que as partiam ao meio. Prédios inteiros tinham desabado e boa parte da cidade tinha virado entulho e eu estava bem no meio de tudo isso.

Em algum lugar ali perto sirenes prendiam minha atenção junto a pedidos de ajuda. Uma equipe de resgate estava perto e tinha feridos por todos os lados, eles precisavam de médicos e bem... eu era uma.

A surpresa deu lugar ao dever e me fez reagir de maneira automática. Virei o corpo e deixei o cenário de lado para poder correr até o som, sendo guiada apenas pela sensibilidade e pela certeza de que poderia ajudar, mesmo que de maneira atrapalhada. Eu não fazia ideia do que tinha acontecido, mas pessoas precisavam de ajuda e eu tinha a resposta para fazê-las se sentirem melhor.

Meus passos eram apressados e conforme eu me movia mais destruição surgia a minha frente. Eu podia ver o Empire não muito longe e o central Park coberto por fuligem, pedras e poeira. Além disso, eletrodomésticos, peças de roupas e corpos também estavam espalhados por ali, coisa que por si só era suficiente para me embrulhar o estomago.

Tudo piorou quando atingi o centro da cidade, onde as sirenas estavam mais altas e a população parecia ter se reunido de alguma maneira, ali boa parte dos prédios e casas tinha sobrevivido e as pessoas que não estavam feridas pareciam auxiliar em algum tipo de resgate. Sem perder tempo corri até um grupo embaixo de tendas que cuidava dos feridos e puxei uma das mulheres para o lado. — O que está acontecendo? — Perguntei meio desesperada. — Eu sou médica, posso ajudar — Expliquei rapidamente, fazendo seu olhar desconfiado mudar para algo completamente diferente.

— O último terremoto acabou destruindo o ultimo refugio da cidade, estamos tentando construir um novo e resgatar os feridos, mas sem recursos e pessoas especializadas continuamos dando tiros no escuro — Explicou frustrada antes de continuar. — Você não é daqui certo? Deve ter vindo de um dos lugares atingidos pelos tsunamis. — Concluiu me deixando um pouco mais confuso.

Terremotos? Tsunamis? Era assim que o mundo terminava? Shakespeare deveria estar orgulhoso agora, afinal um de seus poemas mais famosos sempre preverá o fim do mundo como atingidos por tempestade e fogo. Aparentemente parte dele estava certo.

— Eu cuido da enfermaria, traga o máximo possível de feridos para cá — Alertei antes de ativar minha maleta sobre a mesa mais próxima e começar a separar pomadas, injeções, gazes e álcool. Eu não poderia fazer o trabalho todo sozinha, mas tinha voluntários o suficiente para guiar conforme avaliava os feridos, portanto sabia que conseguia lidar com a situação completamente. Eu cuidaria dos casos mais complicados e guiaria os voluntários para que fizessem o resto.

Macas estavam espalhadas por todas as barracas improvisadas, peguei meus equipamentos e me pus a passear por entre elas e avaliar os feridos, anotando em uma prancheta caso a caso antes de começar a trabalhar. Para cada maca eu estava direcionando materiais diferentes e métodos de cura eficazes para que as pessoas se recuperassem rápido e pudessem ajudar.

— Você aí, pegue isso e limpe o ferimento desses dois homens, vou fecha-los em um minuto — Orientei um dos meninos mais jovens ao canto antes de pedir a outra mulher que aplicasse algumas injeções. A ensinei a fazer isso rapidamente então pedi ajuda a alguns voluntários para encher bolsas de sangue e fazer aplicação de soro.

Conforme distribuía os recursos, aplicava pomadas e fazia curativos mais feridos apareciam, alguns com ferimentos leves, arranhões pequenos e cortes espalhados pelo corpo. Outros com casos sérios de hemorragia, ossos quebrados e membros faltando. Trabalhar nesse ponto se tornou ainda mais difícil, os recursos eram escassos e o lugar não era adequado para tratar pacientes, qualquer erro e eles poderiam piorar, pegar uma infecção ou morrerem, o que me deixava constantemente preocupada.

Eu não descansei durante as primeiras 12 horas que passei ali, nem pelas doze seguintes que sucederam a essas. Quanto mais tratava de pacientes, mais deles surgiam precisando de cuidados, tornando minha situação difícil e complicada, mas eu precisava...

Precisava salvar todas as vidas que surgiam em meu caminho.

A promessa que fiz ao deus da cura permanecia firme em minha mente e aos meus propósitos, eu tinha um dever com cada uma daquelas pessoas e era por isso que me esforçava tanto. Trabalhar durante horas era apenas um costume, parte do treinamento recebido no hospital. A questão maior era.

Quanto mais tempo eu poderia aguentar?

Usar os métodos simples e convencionais não seria suficiente para sempre, mas utilizar de conhecimentos e magias ou poções de cura poderiam entregar minha posição. Humanos não sabia sobre semideuses e os que sabiam nos odiavam, caçavam e torturavam. Era frustrante perceber que eu poderia ajudar mais e estava limitada, mesmo assim continuava trabalhando.

E foi justamente esse o meu erro.

Eu esqueci do mundo e das limitações que possuía como humana, então em algum momento deteriorei de cansaço. O gasto de energia mesclado a falta de descanso me tomou por completo, fazendo meu corpo implorar por descanso, até que esse vencesse a batalha e levasse minha consciência para longe. Ou melhor, retornasse ao seu devido lugar.

...

Despertei com lagrimas nos olhos e o coração apertado por toda dor e sofrimento vivido. Se o fim do mundo era daquele jeito quanto tempo eu seria capaz de suportar? Eu podia salvar todas aquelas vidas por um tempo, mas o tempo era algo escasso em uma realidade como aquela, onde as catástrofes tomavam o mundo e varriam tudo ao redor como se fossem nada. Éramos como monstros mesmo, um dia... nos tornaríamos poeira.


Terremotos (Sismos) e Maremotos (Tsunamis): Também chamados de abalos sísmicos, representam fenômenos de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, que ocorrem por meio da movimentação das placas rochosas, bem como da atividade vulcânica e dos deslocamentos de gases no interior da Terra. Os maremotos ou tsunamis são os terremotos que acontecem dentro dos mares, provocando imensas deslocações de água.
Itens levados:

• Lenitivo [Uma maleta mais que completa de primeiros socorros, com compartimentos secretos e comandos simples que auxiliam o curandeiro, o tornando rápido e eficaz. Basta pensar no que precisa e a maleta ajuda a encontrar magicamente, além disso, os itens dentro da maleta são infinitos, ou seja, nunca acabam. Apresenta-se com uma leveza e capacidade de transporte formidável, pois, sempre se amplia magicamente. Contém comprimidos para febre, gaze, curativos, xaropes para tosse, analgésicos gerais, bisturis pequenos para incisões, seringas e agulhas (descartáveis ou não), linha, pomada (cura 10% do HP e pode conter inflamações referentes a machucados). E mais! O kit também possui cremes para cicatrização (que impedem que cicatrizes de se formarem na pele, restaurando o corpo a sua forma original depois de dois turnos), algumas poções regeneradoras (para feridas diversas, recuperam 20% do HP) e por último, mas não menos importante: Também poções que que podem cortar efeitos de veneno e impedir morte instantânea (salvamento de última hora!), ataduras e talas e muito mais. Sendo que no caso de tais poções ou itens que impedem a morte instantânea de indivíduos, apenas poderá ser utilizado uma vez por evento, missão, mpv etc. | Efeito 1: Os itens ali dentro se repõem automaticamente, o que impede que o conteúdo dentro da maleta tenha fim. | Efeito 2: Transforma-se em bracelete com inscrições em grego antigo, que representam juramentos a respeito do que os curandeiros acreditam. | Material único | Espaço para uma gema | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Zahir [ Um conjunto de arco e flechas com certa de 1,35 centímetros. Possui uma cor semelhante a prata brilhante, mas que é ofuscada por uma luz vermelho alaranjada que fazem parecer que o arco está em chamas. Possui uma curvatura delicada e uma corda simples, não é pesado e seu manejo é fácil, permitindo a portadora realizar movimentos mais ousados. As flechas desse arco são incorpóreas, e quando disparadas, dão a impressão de estarem pegando fogo. A iluminação ao redor é coberta por marcas delicadas e palavras em grego antigo, que sempre formam a frase “Uma vez tocado ou visto, jamais é esquecido”, a mesma frase que está gravada no arco. | Efeito 1: A arma se encaixa perfeitamente na mão do seu portador, assim sendo, quando esse escolhe batalhar com essa arma, eles ficam ligados de uma maneira única, e durante os dois primeiros turnos do combate, todo dano causado por essa arma contra os oponentes do semideus, terão 50% dos danos revertidos em HP para o seu portador. Ex: O semideus retirou 100 HP da vida do seu oponente, 50 são revertidos em vida para o portador da arma. Efeito 2: O semideus pode usar a arma para converter seu corpo em magia de teletransporte, usando-a para se mover de um canto a outro, contudo, a arma só consegue leva-lo para até 500 metros de distância do ponto de partida, além disso, cada vez que usar o poder, perdera 50 MP. Efeito 3: Transforma-se em uma tatuagem de clave de sol que ficará fixa na palma do semideus, sumindo após um tempo, para ativa-la, o semideus só precisa cortar o dedo polegar e pingar uma gota de sangue sobre a palma da mão dominante, a arma ativa automaticamente, aparecendo em sua mão. (Não é possível colocar mais efeitos nessa arma). | Vibranium | Espaço para 3 gemas | Alfa Prime | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 20 para domínio completo da arma | Lendária | Evento Cidade dos Monstros]

• Pingente Eihwaz (ᛇ) [ Uma runa de jaspe verde esculpida rusticamente, sem ter uma forma geométrica exata, com o símbolo da runa Eihwaz (ᛇ) esculpido em seu centro. Eihwaz é a runa nórdica do teixo, cujo significado é associado à proteção e recomeços. | Efeito 1: Com seu efeito ativo, esta runa cria um escudo mágico em torno do seu portador e aliados, protegendo de ataques físicos por até dois turnos. Consome 35 MP. | Efeito 2: Uma única vez por missão ou evento, a runa também o protege totalmente de ataques mentais. | Jaspe verde | Sem espaço para gemas | Alfa | 100%, sem danos | Mágico | Evento Cidade dos Monstros ]

• Ipseidade [ Diferente de uma armadura comum que deixa o semideus com uma aparência militar, essa lembra vagamente vestimentas semelhantes a um uniforme, sem deixar a proteção de lado. A armadura é composta por botas de combate que vão até os joelhos, cujo os detalhes da frente fazem que pareçam semelhante a cadarços, sem serem de fato. A calça é feita de tecido liso e negro, bastante resistente o que permite uma boa locomoção. Já a parte de cima é feito de um peitoral do mesmo tecido, mas na cor branca, esse se assemelha muito a um colete militar com detalhes em dourado, sobre ele é colocado um sobretudo na mesma cor, cuja os detalhes deixam a frente colada no quadril e solto nas costas, dando um ar angelical a curandeira. A armadura ainda possui um par de luvas negras, lisas e delicadas feitas de um material delicado e um lenço vermelho para ser colocado no pescoço. Apesar de parecer feita de tecido ela não é, o metal nela foi modificado de forma a parecer uma vestimenta comum, ou um uniforme militar. | Efeito 1: Reduz 50% de danos físicos. Efeito 2: Aumenta a esquiva da portadora em 40%. Efeito 3: Quando inativo se transforma em um colete jeans delicado e sem mangas, com detalhes em pedraria que tornam qualquer tipo de vestimenta charmosa. | Adamantino | Gema Elemental: amplia os poderes do elemento luz em +10% aumentando seu dano na mesma porcentagem, e diminuindo o gasto de MP de poderes relacionados a esse elemento em 20%. Além disso, a gema também deixa a armadura resistente ao elemento, ganhando um bônus de 40% de resistência ao elemento escolhido. | Gema refletora: aumenta a resistência dessa em +10% além de refletir ataques. A armadura combinada a essa gema ganhara um espelho invisível, que quando ativo reflete dois ataques relacionados a poderes ativos ou magias lançadas contra seu portador. O efeito dura apenas dois turnos, e precisa de outros três turnos para que seja ativo novamente | Alfa | Status: 100% sem danos | Épico | Evento de ano novo]



Charlotte Aimée Blackwell
One of the happiest moments is when you find the courage to let go of what you can’t change.
Charlotte A. Blackwell
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Curandeiros de Asclepios
Curandeiros de Asclepios


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Mensagem por Kendall Burkhard em Sab Mar 23, 2019 10:05 pm



Stand up and salute
Ladies all across the world, listen up: We're looking for recruits. If you're with me, let me see your hands, stand up and salute. Get your killer heels, sneakers, pumps, or lace up your boots representing all the women. Salute



dado escreveu:http://www.bloodolympus.org/t4625-rps-kendall-burkhard#95465

Inundações: As inundações ou enchentes são fenômenos da natureza, intensificados pela ação humana e que vem aumentando de maneira significativa nas últimas décadas. Um exemplo é o excesso de lixo, os quais entopem os bueiros, impedindo a passagem de água. As enchentes e inundações, causadas pelo aumento de quantidade das chuvas e impedimento da evacuação, provocam desabamentos que podem levar a morte de milhares de pessoas, além de grande destruição.

Desistir? Depois de tudo o que considerou para revigorar os instintos?

Suspirando, Kendall se viu de frente para a dupla de instrutoras mais uma vez. Halsey possuía uma feição menos enigmática que a de Ariel, muito mais receptiva e falante, ainda que não fosse tão simpática quanto ela. No melhor dos pesares, a ex-amazona se agarrou no espectro de melhorias e pediu pelo novo cenário. Questionada de que aquilo era mesmo o que queria, as gerentes do evento lhe deram exatamente o que pediu. Induzida sob os poderes da mentalista, a legionária se permitiu relaxar um pouco enquanto perdia a consciência para dar lugar ao imaginário controlado pela instrutora plenamente capacitada.

/*/*/*/*/

O fim de tudo, 16:45 da tarde.

Gritos paravam de repente. A força da água era sobrenatural.

Kendall não conseguia mais respirar enquanto o próprio corpo estava repleto de ferimentos e escoriações que não mais importavam. A legionária finalmente desistiu de remar contra a própria vida. Não tinha mais forças. O que poderia fazer? Aquele era o seu final.

/*/*/*/*/

O despertar, 10:04 da manhã.

Com água sendo jogada contra seu rosto, a russa despertou com um susto. As risadas seguiram o “ataque”, causando um revirar de olhos na loira, que em poucos segundos estava acompanhando o riso. — Certo, certo. Admito que eu vacilei, mas vocês deveriam me dar um desconto. Meus olhos não conseguiam se manter abertos e vocês todos decidiram dormir! Fiquei sozinha na ronda. — Resmungou, arrumando a jaqueta quando se levantou.

Há algumas horas tinha sido enviada junto com um batalhão de semideuses para conter a situação em Ohio. Inundações atingiam vários pontos da cidade, obrigando os cidadãos a evacuar suas áreas residenciais sem tempo para levar algo junto. Enquanto os civis faziam o trabalho da evasiva dos mortais, os campistas cuidavam dos semideuses que perambulavam pela área, mantendo o olho naqueles que não possuíam sangue divino nas veias também. Todos precisavam de ajuda, não era uma decisão tomada. Era obrigação.

Ela tem razão, pessoal. Não deveríamos ter dormido todos de uma vez. — Judy, uma proativa filha de Ceres se mostrou presente no assunto e antes que qualquer outro legionário pudesse formar uma piada, ela apontou no apetrecho tecnológico que segurava um ponto com uma enorme bola vermelha onde antes não existia uma.

Mais uma inundação.

Não existiu tempo para conversa ou brincadeiras, todos se organizaram e se prepararam rapidamente para averiguar a situação. Um ajudava o outro a prender as armaduras, outros se revestiam precariamente com o colete de couraça cedido pelo acampamento enquanto bradavam cânticos num latim antigo que rogava por proteção. Sentada na cadeira da frente, a celestial endireitou o capacete de guerra, respirando profundamente. Na rodovia ao longe era possível ver a fúria do mar que se arrastava por entre o distrito mais afastado, destruindo tudo pelo caminho.

Irado. — Marvin comentou, atraindo o olhar de todos no jipe, levando tapas e bofetadas. — Au, tá, tá. Não é, au, irado. Au! Parem!

Não tem nada de irado no fim do mundo. — Comentou mais para si mesma do que para alguém dentro do veículo, ainda que todos tivessem escutado.

Aquela frase foi o bastante para seguirem o caminho num completo silêncio.

Quase quatro horas depois de terem saído das margens da cidade, o grupo chegou ao que Kendall poderia chamar de subúrbio. A marginalização era presente até numa situação devastadora como aquela, onde traços evidentes de roubo podiam ser notados de uma longa distância. A demora da viagem tinha se dado pelo fato mais importante da ida: Evitar as enchentes. Ziggy, o motorista - filho de Mercúrio - tentou traçar as rotas mais prováveis, fazendo uso de um GPS específico para semideuses em ação com estilo militarista.

Olhem, o primeiro ônibus está vindo! — Ziggy apontou para onde o ponto amarelo surgiu no final da rua, fazendo-os saltar do jipe para tomar notas do que estava acontecendo. Não podiam simplesmente invadir.

Buzinando, o ônibus foi reduzindo a velocidade ao notar os jovens vestidos de soldados do exército americano, disfarçados. Foi difícil manter um diálogo com os passageiros, que ao mesmo tempo em que gritavam para o motorista dar a partida enquanto ainda podiam ir embora, também berravam a situação para os militares ali presentes.

Não restou nada e está vindo para cá. Saiam enquanto ainda dá tempo! VAMOS MOTORISTA, EU NÃO QUERO MORRER HOJE!

Um dos passageiros mais próximos da janela comunicou, gritando mais do que os outros. Kendall sinalizou para o transporte seguir caminho, alcançando o motorista do outro lado para informá-lo as rotas mais acessíveis. Todos seguravam armas recostadas ao próprio corpo, prontos para conter qualquer aproximação, ainda que os objetos estivessem encantados para terem o aspecto de armas de fogo, quando na verdade se tratavam de seus itens pessoais: Espadas, foices, lanças, arcos e flechas.

Siobhan, a filha de Vulcano, apontou para o horizonte, onde uma enorme enchente alagava tudo pelo caminho, destruindo estabelecimentos e os corpos, objetos e tudo o que estava adiante. O choque de realidade retardou a retirada do local, sobrando para a celestial forçar o retorno da consciência dos amigos ao beliscá-los e gritar para voltarem pro jipe. A água vinha em alta velocidade e se Ziggy não acelerasse, seriam as próximas vítimas. O semideus filho de Mercúrio tinha lágrimas nos olhos, enquanto as mãos trêmulas e o nervoso impediam suas capacidades automobilísticas, o que obrigou Kendall a assumir o controle. Empurrando-o para o lado, se sentou no assento do motorista e pisou no acelerador, engatando a marcha mais veloz do transporte.

Mas, quando dizem que o mar é traiçoeiro, as pessoas devem dar ouvidos.

Enquanto traçavam as rotas para o destino final da viagem, aquele ponto, mal tinham percebido que a fúria marítima circulava a região com cheias, encurralando o grupo, que se conscientizaria de tal fato num futuro breve.

O GPS indicava outra rota, preocupando Kendall e Siobhan, que ocupou o lugar do carona no caminho de retorno, enquanto os outros tentavam trazer Ziggy de volta. Desviando para o novo rumo, em menos de dois minutos uma outra alteração foi feita, preocupando a prole de Belona.

Está mudando muito rápido, veja. — Apontou no mapa, onde várias rotas começavam a mudar repentinamente.

De repente, vários círculos vermelhos se posicionaram no radar.

ESTAMOS CERCADOS! — Siobhan alertou aos demais, portando uma frieza incomum para sua serenidade característica.

O desespero se formou, com choros e gritos surtindo nos efeitos iniciais. A celestial não podia se deixar abalar naquele instante, já que se responsabilizava pela vida de todos dentro do veículo. Um mínimo segundo de distração seria o bastante para acabar com tudo muito antes das inundações.

Tendo que frear e desviar do estouro de água que formara uma fonte natural no meio da estrada, o jipe quase capotou. Com o coração batendo forte, Kendall questionou brevemente se todos estavam bem, obtendo respostas divergentes. Ziggy permanecia do mesmo modo, enquanto Siobhan e Xavier terminaram se machucando ao tentar não cair do veículo, já que estavam na ponta que roçou num rochedo enorme próximo ao momento da curva feita. Afundando o pé ainda mais no acelerador, só percebeu o caminho que fazia quando já era muito tarde.

Água apareceu por todos os lados, engolindo-os como se fosse uma brincadeira de mal gosto aprontada por semideuses irritantes. A força da água separou todo mundo, indo cada um para um lado diferente enquanto voltas e voltas eram dadas debaixo d’água. Kendall não possuía vínculos com Netuno ou qualquer entidade aquática que lhe ofertasse a habilidade de respiração debaixo d’água, obrigando-a a nadar contra a fortíssima correnteza para ter alguma chance de escape.

Na primeira tentativa, quase foi imprensada por um carrinho de sorvete, que girava afoito no meio de um pequeno redemoinho. Em poucos segundos toda a rota se encontrava emergida pela água violenta. Para escapar da morte, sacrificou mais do próprio oxigênio ao erguer os braços e se forçar para baixo ao fazer um movimento rápido, dando a pressão necessária para descer. Siobhan não teve a mesma sorte que a russa, encontrando-se com uma das pernas presas nos cordões de vários balões. Poderia ter escapado, caso um caminhão não tivesse se prendido ao puxador do carrinho. A semideusa afundou em questão de segundos e Kendall não precisava pensar demais: A situação era clara e perturbadora.

A filha de Vulcano não podia ser salva. Estaria se matando caso fosse atrás. E, como um lembrete mortal, começou a sentir o ar se acabar nos pulmões, começando a bater as pernas e forçar os braços para nadar o mais rápido que conseguia. Mas, antes de se mover de qualquer forma, sofreu a colisão da perna esquerda com uma estátua voadora do que parecia ser um gnomo muito maior que o tamanho original. Uma fratura exposta se formou no mesmo contato, e se já não estivesse debaixo d’água, lágrimas de dor banhariam o rosto da guerreira, que se concentrou para ignorar aquela dor enquanto tentava, a todo custo, se salvar.

Mas, quanto mais tentava se mover, mais esforço precisava fazer com a perna boa. Várias pedras voavam vagarosamente em sua direção, tratando-se de uma ilusão causada pela forma em como era acostumada a ver as coisas se movendo na água. Não era uma movimentação qualquer. Era uma inundação violenta, perigosa. Fatal. Uma das pedras atingiu a semideusa na testa, quase perdendo o olho se não tivesse se abaixado a tempo, sofrendo o hematoma de raspão ao ser atingida por outra pedra, que vinha de uma direção contrária. Outras duas acertaram-lhe o estômago e o queixo, deslocando a mandíbula e afetando o órgão numa situação interna. Uma hemorragia.

Era inútil lutar. Não alcançaria a superfície ao tempo de recuperar o fôlego, e por mais que pudesse ignorar uma porcentagem da dor, havia atingido um ponto insuportável. Por dentro, a hemorragia provocava uma inundação particular no corpo da russa, que foi atingida por vários outros objetos cortantes e de peso exacerbado para sua capacidade de fuga atual. Com um suspiro, fechou os olhos ao perceber que aquele era, sim, o fim do mundo. Poderia não ser o literal apocalipse, com os rumores bíblicos ressaltando o final em fogo ou água, mas era o final de sua vida.

Ali, afogando-se em meio ao desespero e a dor, Kendall desistia de mais uma vida.

/*/*/*/*/

Com um solavanco, despertou da simulação enquanto se debatia no assento disponibilizado. As mãos fortes de Ariel pausaram a movimentação agitada, sacudindo a celestial para que pudesse despertar de uma vez. — Kendall? — Chamou, induzindo a mente alheia para retornar ao modo consciente de uma vez.

Hm? Acabou? — Tossiu, fungando.

A latina assentiu, fitando-a com os mesmos olhos inexpressivos. Curiosamente pensou em como Halsey podia lidar com alguém que aparentava não ter sentimentos, mas lembrando-se de que a outra era filha de Éris, não se aprofundou nos esquemas mentais. Talvez elas se merecessem. Que tipo de pessoa provocava um sentimento como o caos? Que tipo de pessoa induzia a outra ao sacrifício pessoal sem nem mesmo tocá-la para isso? Mas, se levada em conta a forma em como permaneceu na cadeira e apontou o objeto na mão da outra loira presente, se questionou:

Que tipo de pessoa continuava ali?

Outra vez.
 

informações adicionais:
A falta do spoiler com habilidades e itens se dá pelo único motivo de que não estou utilizando-os nas simulações, preferindo tratar de um modo bastante pessoal. Caso exista algum problema com esse modo de operar a narrativa, por favor, me avisem.

setor 1 ••• inundações ••• blood of chaos



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