The Blood of Olympus
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Ingressão nos mentalistas - Scar Hernández

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Ingressão nos mentalistas - Scar Hernández Empty Ingressão nos mentalistas - Scar Hernández

Mensagem por Scar Hernández em Dom Mar 10, 2019 11:42 pm

Chapter I - O mentalista
— Olá, sou o Diego Hernández — Ele disse para a recepcionista. — Tenho uma visita para o Michael Johnson. Quarto quarenta e dois.  

— Ah sim, você deve ser o moço bonitão que viria ver ele hoje. — Ela virou um caderno que estava no balcão para o rapaz, assim ele poderia assinar — Uma mulher veio aqui liberar a visita para você. Ela é responsável por ele.  

— Nossa, ela disse que eu sou bonitão? — O rapaz sorriu ficando levemente corado, sabia que aquilo havia sido obra de Psiquê, afinal a missão havia sido passada diretamente por ela. — Fico lisonjeado por isso.  

— Ela disse, e eu também achei. — Ela conferiu a assinatura e o liberou.  

A recepcionista era bonita e completamente simpática. Scar se sentia levemente estranho e triste por ter que fingir ser uma pessoa que não era, afinal ele tinha treze anos e estava disfarçado em um corpo de vinte e oito, graças a poção de mudança corporal dada pelos chefes da empresa a qual ele fazia parte: os los muertos.

Psique sabia do que a organização fazia, antes eles eram caridosos, ajudavam semideuses e mortais que precisavam, até mesmo agiam como se fosse Robin Wood roubando de empresas grandes e corruptas pra isso. Depois que a seita surgiu os los muertos começaram a atacar e matar mortais achando que eles eram uma ameaça para os semideuses.

Mas por que a patrona de Scar confiava nele? Ele não concordava com isso, claro que Diego, o verdadeiro nome do semideus, lutava por suas causas, mas ele não achava certo o que faziam com os humanos, para o filho de Dionísio tudo estava bem antes da seita surgir. Por causa disso Psique e Scar acreditavam que poderiam mudar o rumo que los muertos havia tomado.

Ele estava nervoso naquele momento, tinho que admitir, era suaa primeira tarefa com um seguidor de Psiquê, tinha medo de falhar. Como ele faria aquilo? Convencer uma pessoa de ela não era esquizofrênica e que tudo que julgaram sobre ela estava errado... Era um tanto quanto complicado. Mas assim que Scar parou na frente da porta do quarto quarenta e dois algo pareceu lhe indicar o que deveria ser feito.  

A enfermeira que o acompanhou abriu a porta e permitiu que ele entrasse.  Michael estava deitado na cama, amarrado. Aquilo fez com que o coração do semideus se partisse, ver uma cena daquelas bagunçava a mente de qualquer um. Naquele momento Scar não conseguia pensar em mais absolutamente nada, apenas focava na sua missão e no que precisaria ser feito para ajudar aquele mortal.  

— Legal, outro doutor pra me tachar de louco. — Disse Michael revirando os olhos pra o garoto.  

— Na real, eu estou aqui é pra fazer o contrário. — Ele sorriu, se aproximando do rapaz e sentando numa cadeira logo ao lado da cama. — E por favor, não sou um doutor, eu só tenho treze anos...Tá que eu to parecendo um velho de quase trinta, mas ainda assim sou uma criança.

— Mas você não é uma criança. — O rapaz retrucou com um olhar confuso.  

— Ih, alá, ele é louco mesmo. — Encarou o rapaz um pouco sério, mas depois se lembrou que não podia culpá-lo, afinal de fato parecia não ser uma criança. — Enfim, o que eu vim fazer aqui não é isso. Você quer sair daqui e parar de ser comparado a um esquizofrênico, né? Então, eu posso te ajudar, mas você tem que prometer que não vai achar que eu sou pirado.  

— Sério, cara? — Ele tentou erguer as mãos que estavam amarradas e encarou a cria de Dionísio. — Se tem uma coisa que eu não vou falar é que você é louco né. Olha pra mim.  

— Tá... Foi mal! — Disse soltando um pequeno riso. — Meu pai é considerado deus da insânia também, então estamos em casa. — Scar encarou o homem enquanto cruzava as pernas. — Fiquei sabendo que você vê algumas coisas. Monstros, pessoas com pernas de bode, mulheres pássaros, as vezes ciclopes. Hoje você teve a sorte de conhecer uma criança filha de um deus. E digamos que uma criança prodigio, por que com treze anos já sou super importante na minha organização.

— Você não é uma criança... — O rapaz interrompeu o mentalista, que por sua vez fez um sinal pra ele ficar quieto.  

— Você é o louco, eu to te ajudando. Me ajuda a te ajudar. — Ele foi até a janela e a abriu para que pudesse entrar alguns raios de sol por lá.  

Se concentrou para entrar na mente do homem. Teria que mostrar para que ele pudesse acreditar, por isso a partir daquele momento decidiu que falaria com o rapaz mentalmente. ‘Bom, pode parecer um pouco estranho para você, mas está tudo bem. Todas essas coisas que você vê são reais. Isso faz parte do meu mundo’. A reação dele foi bem estranha, no caso a sua feição.  

— Tá... Tá. — Ele começou a falar. — Estar falando comigo sem mexer a boca pode ser aquele negócio de fantoche. Isso não prova nada e nem se quer me ajuda em algo.  

Scar não é de ficar irritado facilmente, mas aquele carinha conseguiu fazer isso. Ele retirou a sua faca que estava escondida na bota e fez um leve corte em seu antebraço. Michael ficou com um pouco de medo e começou a pedir para que o mentalista parasse, que não era pra fazer nada com ele. Hernández apenas riu e estendeu a mão para a janela aberta, fazendo com que uma videira surgisse.

A planta que surgiu criou alguns cachos de uva na sua ponta. Scar retirou algumas das frutinhas e as comeu, logo em seguida ele estendeu o ferimento na direção do homem amarrado, o corte foi se fechando aos poucos, até estar completamente fechado.  

— Sou Diego Hernández, filho de Dionísio, deus do vinho. — Jogou um copo que estava em cima de uma mesa na direção dele, mas antes que o atingisse fez com que levitasse. — Também sou mentalista, seguidor da deusa Psiquê.  

— Dionísio? O deus grego lá? — O sorriso surgiu nos lábios daquele rapaz, o que fez com que o semideus sorrisse junto.  

Depois daquilo Michael pareceu mais aberto para conversas, levando Scar a ficar quase meia hora explicando tudo o que eu conseguia para ele, desde que aparentava ser um humano que podia ver através da névoa, até os detalhes sobre os ataques dos demônios em Nova Roma. Ele pareceu ficar um pouco confuso, afinal teve várias perguntas sobre, mas ficou bastante feliz por saber que não era louco.  

— Peço desculpas pelos humanos sem visão te tratarem assim. — Scar disse com certa tristeza em sua voz. — Não é justo sabe? Por isso eu vim aqui. Minha missão era ver se você ia acreditar nisso, se de fato era um humano que conseguia ver pela névoa. Quer a minha ajuda?

— Mas é claro que eu quero, Diego! — A empolgação era evidente no rosto dele.  

— Tudo bem, vou ver o que consigo fazer por agora, ok? — Levitou o copo novamente e jogou na testa dele, que pra sua sorte era de plástico. — E eu sou uma criança! — Olhou para as amarras na mão dele e repousou a sua por cima, fitando Michael com um olhar acolhedor. — Não se preocupa, ta? Prometo que conseguiremos te libertar disso. Desculpa pelas brincadeiras, apenas queria descontrair.  

— Obrigado... Você me fez sorrir. Coisa que eu não fazia a muito tempo.  

Assim que o semideus se retirou do quarto ele se locomoveu até a recepção. Notou que havia apenas a recepcionista por lá. Nada de pacientes, enfermeiros ou seguranças, apenas ela. Ele se manteve um pouco distante e então invadiu a mente dela procurando por algumas informações para saber como agir. Descobriu que o computador que ela estava usando havia tudo sobre os pacientes, desde a ficha médica até o dia da alta. Inclusive ela era esposa do médico dono do hospício.

Scar então fez com que uma máscara branca surgisse em seu rosto, assim quem o visse iria enxergar alguém que ama, o que seria útil, já que a mulher iria ver o seu marido. Ele se aproximou dela, que já se levantou pronta para ouvir as ordens do esposo. O semideus achou aquilo estranho, pois parecia que ela era submissa ao marido e o mentalista achava isso ridículo.

— Olá, querida. Preciso que você vá até o quarto cento e cinco, no segundo andar, urgente. Nossa enfermeira pediu a sua ajuda.

Ela sem hesitar se retirou e subir para o quarto indicado. Aquele era o quarto em que o filho dela, fora do casamento, estava trancado como louco. Na leitura pela mente dela conseguiu ver que a criança era de um homem que ela se apaixonou, mas a abandonou depois que descobriu que estava grávida, depois disso ela se casou com esse médico.

Assim que ela se retirou desesperada para o quarto de seu filho, Scar retirou manteve a máscara no rosto para a câmera não notar e ver quem ele realmente era, e se sentou na frente do computador. Começou a fuçar pasta por pasta até que pudesse achar os registros de Michael, o que não demorou muito já que elas as informações estavam separadas por quartos.

Ele notou que nos registros estavam falando que ele estava tendo uma melhora com os remédios, mas que caso tivesse um daqueles surtos a noite iriam ter que aumentar a dosagem. Procurou por mais algumas notações e então percebeu que o homem tinha vinte e três anos, não havia registro algum de seu pai nos seus documentos apenas a mãe. Scar começou a pensar que o homem poderia ser orfão ou um semideus.

Isso explicaria por que ele constantemente via criaturas mitológicas, mas eram apenas chutes e suposições, teria que verificar aquilo depois.  

Scar era o hacker dos los muertos, sempre foi inteligente, mesmo com seus treze anos ele era considerado uma mente brilhante, ainda mais com um leve buff que ser mentalista proporcionava para ele. Começou a alterar tudo o que conseguia naquela ficha para colocar a saída de Michael naquele mesmo dia algumas horas mais tarde. Desde remédios novos, a picos de melhoras rápidas, tudo o que podia ajudar.

Antes de se retirar do computador alguma coisa fez com que ele quisesse abrir a pasta do filho da moça da recepção. Acreditava que sempre que algo surgia em sua mente era Psiquê falando para ele fazer algo, por isso sempre acatava as ordens dela. Ele abriu a pasta do quarto cento e cinco e notou que o garoto era completamente igual ao Michael. Estava quase acreditando que ambos eram semideuses e não humanos que viam através da névoa.

Alterou o registro da criança também para a liberação no mesmo horário de Michael, depois fechou todas as coisas que abriu para não notarem nada diferente. Pegou um papel e uma caneta e anotou um endereço. Iria tentar ajudar ambos os casos. Correu para os bancos da recepção e se sentou lá, retirando a máscara logo em seguida. A recepcionista chegou com uma cara de frustrada, como se esperasse por algo que não aconteceu.

Scar se levantou e foi na direção dela.

— Oi, tudo bem? Fiquei sabendo que o Michael vai ser liberado hoje né? Pode conferir se é isso mesmo?

— Claro, verei. — Ela abriu os arquivos do rapaz e de um olhar surpreso para a tela. — Bom, sim ele sai daqui a meia hora, mas como você já está pra pegar ele, deduzo eu, vou pedir para já liberarem ele.

Demorou coisa de quinze minutos para que Michael fosse liberado e levado até a recepção com uma mala com as coisas que de quando ele chegou por lá. Mandou que ele esperasse na porta e voltou para o balcão, olhando a esposa do dono do lugar. Ele colocou o papel em cima e empurrou levemente para ela.

— Hey. — Ele falou meio baixo. — Olha para a ficha do seu filho... Dei meu jeitinho, ok? Eu posso te ajudar, preciso que vá nesse endereço e fale para o Kayn que o Scar que te mandou, ok? Estarei lá te esperando para ajudar o seu filho.

Antes de saber se ela iria acreditar nele ou não, o mentalista se retirou do local junto de Michael, prontos para irem até a casa de seu pai postiço. Kayn sempre fora um bom homem e sabia que ele iria ajudar no que fosse preciso.

FPA:
Ativos de Mentalista:
Nível 1
Nome do poder: Telepatia I
Descrição: A telepatia permite ao seguidor de Psiquê ler pensamentos alheios ou comunicar-se mentalmente com alguém. Nesse nível, é possível fazer apenas leituras de pensamentos de até duas pessoas. É necessário manter o foco nessas duas pessoas, estando em uma distância máxima de 50m da pessoa. O contato visual da(s) pessoa(s) ajuda a conectar-se com a mente dela mais rapidamente. A comunicação ainda não é muito boa, mas é possível enviar pequenas mensagens.
Gasto de MP: 5 por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: A telepatia é uma habilidade que permite apenas a leitura e comunicação mental, não há nenhum controle ou influência mental.

Nível 2
Nome do poder: Telecinese I
Descrição: A telecinese nada mais é do que a capacidade de manipular e controlar objetos com o poder da mente. É possível levitar, mover, atirar ou até mesmo quebrar objetos. Nesse nível inicial, o mentalista pode controlar os objetos mais facilmente com movimentos de mãos do que com apenas a mente, ligando tanto mente quanto corpo a habilidade.
Gasto de MP: 15 por objeto.
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: É possível levitar apenas objetos leves e pequenos, como pequenas pedras, papel, vidro, facas. Limite de 3 objetos por vez.
Poderes passivos de mentalista:
Nível 1
Nome do poder: Capacidade cerebral aumentada
Descrição:  Ao se tornar um Mentalista, o semideus potencializa a capacidade cerebral. Suas sinapses são mais eficientes e sistema nervoso funciona melhor do que qualquer outro semideus ou ser vivo. Isso permite que o Mentalista use de sua mente como sua principal arma, sem enlouquecer ou sofrer danos cerebrais durante o uso das habilidades.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Inteligência Múltipla – Lógica.
Descrição: O cérebro possui múltiplas inteligências que os seres humanos desenvolvem com treinos ou a desenvolvem naturalmente. O mentalista agora possui a inteligência lógica apurada, tendo o seu “Centro de Broca” mais ativo no momento. Essa é a inteligência empregada para resolver problemas lógicos e matemáticos. É a capacidade para utilizar o raciocínio dedutivo e de calcular corretamente. É a inteligência que costumam ter os cientistas, matemáticos, engenheiros e aqueles que utilizam cálculos e deduções (trabalham com conceitos abstratos, elaboram experimentos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Suas estratégias ganham mais credibilidade; +20% de assertividade em arremesso de itens, graças aos cálculos realizados
Dano: Nenhum
Poderes ativos de Dionísio:


Nível 9
Nome do poder: Mascaras de Teatro
Descrição: Ao ativar esse poder o filho de Dionísio/Baco terá o rosto coberto por uma máscara branca, mas será o único a se ver dessa forma, para seu oponente o filho de Dionísio/Baco assumira a forma de alguém que ele ama. Um melhor amigo, um namorado, pai ou mãe. Isso serve para extrair informações ou em combate, enganar seus oponentes, os fazendo hesitar em atacar, causando uma tremenda confusão.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O efeito dura até 3 turnos, só pode ser usado uma vez por missão, luta, ou evento.
Poderes passivos de Dionísio:
Nível 3
Nome do poder: Uvas e Vinhos I
Descrição: Ao consumir vinhos e/ou uvas as proles de Dionísio/Baco poderá recuperar um pouco de sua energia e vitalidade. Nesse nível, não é nada muito elaborado e só funciona com corte superficiais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +5 de HP e +5 de MP.
Dano: Nenhum.
Scar Hernández
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Filhos de Dionísio
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Ingressão nos mentalistas - Scar Hernández Empty Re: Ingressão nos mentalistas - Scar Hernández

Mensagem por Nêmesis em Ter Mar 12, 2019 6:39 pm

Scar

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: -

Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 20%
Gramática e ortografia – 10%
Criatividade – 10%

TOTAL:  500xp

Comentários:
Scar, sua tentativa não foi bem sucedida. O método escolhido, ainda que dentro do escopo permeado por alguns poderes de Psique, não foi favorável para a sua aprovação. Psique é conhecida como a deusa patrona das almas, não necessariamente você teria que convencer algum esquizofrênico de que ele não tem a doença psicótica. Aconselho que faça uma pesquisa mais específica sobre os adornos que pode inserir no contexto de uma nova tentativa. Além disso, encontrei diversos erros de ortografia que poderiam ser evitados com uma revisão.  

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