The Blood of Olympus
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A História Escarlate. - Trama de Sophie-Anne Baudelaire.

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A História Escarlate. - Trama de Sophie-Anne Baudelaire.

Mensagem por Sophie-Anne Baudelaire em Sab Out 18, 2014 9:50 pm

Aviso: contem violência e cenas impróprias (não tão imprópria quanto você está pensando)

***

Meu nome é Sophie-Anne Baudelaire, e eu tenho uma história para contar. Esta não é uma história sobre amor e perdão.
Pelos últimos quatrocentos anos, minha família foi massacrada por uma deusa, minha mãe, meu pai... minha vida. Tudo foi destruído naquele dia.

[...]

-Temos que ir logo! – Dorothée gritava constantemente enquanto a casa móvel se movia lentamente de volta para a sua casa. Já fazia cinco meses que a sua filha sumira junto com Zeus e Hera, os deuses que lhe ajudavam a se proteger durante a grande revolução francesa. Dorothée não sentia nada mais do que raiva em seu interior, com certeza aquela bastarda havia seduzido Zeus e fugido com ele. Ela esperava que Hera lhe desse um belo castigo. Mas Dorothée não poderia arriscar ficar mais tempo do que o necessário naquela casa. Ela havia humilhado Hera na frente de Zeus, graças á sua língua afiada, Hera jurou vingança e Dorothée sabia que deveria levar essa ameaça a sério.
Então quando de repente tudo parou, o coração de Dorothée se apertou e ela engoliu em seco. Ela lentamente abriu a porta e então os seus olhos se arregalaram, sua boca formou um perfeito “O”.
Uma mulher com o vestido ensanguentado estava lhe encarando com os seus olhos totalmente negros. Seus cabelos castanhos caiam pelos seus ombros perfeitamente, suas diversas joias de ouro também estavam num tom escarlate com o sangue. A mulher deu um sorriso e então investiu contra Dorothée.
Ninguém nunca mais ouviu falar dela.

[...]

A ordem que me alimentava e me vestia, me tratava com carinho e me ensinou magia, foi destruída cruelmente por seres puritanos.

[...]

A multidão se reunia em volta, gritando palavras contra Satanás, aquele que todos achavam que era o líder da ordem... bando de inocente. Na verdade eles veneravam a deusa da natureza magica, a deusa da noite e o deus escarlate. Todos gritavam e jogavam frutas podres contra o Velho, líder da ordem, que não fazia nada. Para todos, ele parecia impotente, mas o Velho poderia se livrar e jogar uma praga que mataria todos ali. Mas ele estava cansado de viver.
Então as chamas lhe consumiram.

[...]

Apesar das centenas de anos, eu sobrevivi, mas deixei um rastro, de corpos de pessoas que eu amava, no caminho. Agora, eu, Sophie-Anne Baudelaire, quero que a justiça caia sobre todos aqueles que foram responsáveis por destruir o meu passado e o meu presente. Uma vez que uma alma inocente é destruída, o mundo estará em perigo.
E aqueles que causaram sofrimento á alma inocente são devastados e massacrados da maneira mais lenta e cruel que existe. Pois vingança não é vingança quando a pessoa simplesmente morre, ela tem que sofrer a mesma coisa que a alma inocente sofreu e depois então, uma morte como presente aceito de bom grado.

Quando tudo o que você ama é roubado de você, alguém tem que pagar.

PORQUE O QUE VAI.
O pôr do sol estava glorioso no horizonte, com um crepúsculo absoluto. A cidade estava enegrecida, ofuscada pela gloriosa luz alaranjada do sol. No céu havia um espetáculo de cores, rosa, azul, preto e mais mil cores e mais uma. O mar ia e vinha, fazendo o iate balançar constantemente. O vento acariciava a face de Sophie com força, fazendo o seu véu e o seu vestido branco balançar junto com o vento. Seu cabelo de cor escarlate dançava com o vento no ar como se fosse fogo. Sophie olhava para aquilo com um olhar triste, por ser uma mulher aprisionada, mas depois daquela noite, a sua tristeza entraria em declínio, junto com rei do olimpo.
-Agora... – ela sussurra para si mesma e então ela ouve passos pesados virem ao seu encontro. Ela se vira e observa a sombra que vinha e se revelou um filho de poseidon. Ele chorava muito e soluçava. Um olho seu estava menor que o outro. Ele estava bêbado! – cuidado com o que você fará... – ela diz com um tom clemente, o medo estava na voz dela. Então o filho de Poseidon apontou uma arma para ela, e seu choro se tornou mais forte.
-Você me enganou... – ele grita, com raiva em sua voz.
-Desculpe... – Sophie sussurrou e então a arma disparou.
Uma dor insuportável e inexplicável floresceu na barriga de Sophie. Uma expressão de pânico dominou em sua face e então ela dá alguns passos para trás. Outro disparo se é ouvido e em outro ponto a dor floresceu. Sophie dá outro passo para trás e então escorrega para fora do iate. As lágrimas brotavam em seu rosto e então ela acerta a água, com seu vestido de noiva. Ela olhava para o céu, raios podiam ser visto. Ela sabia que Zeus lhe observava.
E então seus olhos se fecharam e a morte lhe acolheu de bom grado.

VOLTA

Zeus lhe jogava na parede e espalhava os beijos em seu pescoço, dando suspiros durante o processo. Ele passava as mãos pelas pernas de Sophie e lhe beijava desesperadamente. Ele ia tirando a roupa dela com rapidez enquanto acariciava todo o seu corpo. O sentimento de nojo com os toques dele dominava Sophie, mas ela não podia demonstrar que estava com nojo. Ela dava gemidos durante o processo e então ela olhou para a parede.
Ninguém viu, mas lágrimas brotavam no rosto dela, junto com um sorriso glorioso.
Ninguém sabia, mas Zeus sofreria as consequências por ter destruído um coração inocente.


Zeus, eu estou indo por você.

Missões.:
Missão pra Líder.
Campeonato de gladiadores.

Quem está, quem não tá.:
Todos os inimigos de Zeus, ou alguém que Zeus feriu, está na trama (Hades, Plêiades e etc.)



A Morte Escarlate


É por fraqueza que odiamos um inimigo e pensamos em nos vingar; é por preguiça que nos acalmamos, desistindo da vingança.
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Sophie-Anne Baudelaire
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