The Blood of Olympus
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Alice, uma saga de pensamentos;

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Mensagem por Alice em Dom Mar 10, 2019 3:49 pm

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Mensagem por Alice em Dom Mar 10, 2019 4:47 pm

Chapter I. Unwanted Baby

Alice, uma saga de pensamentos;.

A noite era fria.

— Isso seria mesmo correto? — Indagou a garota — É claro que é correto, Alice. Sei que não é algo digno como roubar diamantes, mas serve. — Clarice, minha irmã por consideração. Traficante de drogas, sempre contava com meu auxílio para que tivesse seu lucro. Me mandava roubar objetos especiais para ela, mesmo que eu não concordasse. Dessa vez estaríamos na mansão Armani, Rio de Janeiro. Me sentia a mais nova ladra do mundo — Ainda não concordo com isso, nem sei o porque estou o fazendo. — Para uma garota inteligente e pensativa como eu, roubar era algo improvável. Tentara subir o muro sem ser tomada pela atenção dos cachorros. Uma cidade perigosa como o Rio poderia sim ter seu bairro de classe alta, e nele, cercas elétricas ou de cacos de vidro nem existiam. A entrada pelos muros foi um sucesso. — Esqueci que concordei em fazer isso sozinha. — Prossegui. A entrada do casarão era um tanto deslumbrante e encantadora. Uma face de surpresa me domou no mesmo instante que vi a fachada e o resto do terreno. As portas estavam trancadas mas eu sabia muito bem como lidar com tal. Retirando um grampo fino de meu cabelo, pressionei a trava da porta empurrando ainda mais o grampo com um palito de dente encontrado em meu bolso, para enfim, destravar o que abriria a mim a possibilidade do roubo. Ouvir o barulho de vozes no fundo da casa atraiu totalmente um sentimento de medo a mim, prendendo-me igual uma corrente larga no tornozelo de um escravo. Tentei não entrar numa crise de pânico e me esconder atrás da porta, que segundo pesquisas é um local muito óbvio para ser procurado por um dono de casa amedrontado e por isso os mesmos não o faria.

— Eu sabia que eles voltariam, José! — Exclamou uma jovem mulher que aparentava ter cerca de trinta anos.— Acalme-se, Raissa. Está tudo bem. — Um homem calmo dizia a sua mais amada mulher. Pelo tom de voz de ambos, notei que eles já poderiam ter passado por tal situação de destranque de porta. — Vamos procurar esse vagabundo, rápido! — Ela recitava, movendo-se pela casa em alta agitação. O homem provavelmente seria aquele tipo de animal que perneava sua dona conforme onde iria. Patético. Por julgar ser uma casa grande, o velho com certeza teria um escritório, que por notar seu terno formal e seu jeito de negócios denunciava isso a mim. Os passos frios dele sobre o chão também davam uma resposta sobre a madeira que grunhia, me dizendo que ele já havia passado por ali várias vezes e estava acostumado. Seria ali seu escritório? Movimentei-me de forma calma e singela com as pontas dos pés, pois não fariam tanto atrito com o chão e não resultaria em grunhidos nas tábuas. O jovem (quando na porta, onde eu estaria o observando pela pequena fechadura aonde estava por trás escondida) mantinha uma postura impaciente ao mesmo tempo que conversava com sua amada mulher, que me clamava que ele estava era louco por uma privada.

Com esse pensamento, ele virou a direita, então seu escritório seria a esquerda. — Eu estava certa. Clarice realmente não faria nada sem mim. — Pensei. A porta estava semi aberta quando entrei, por isso envolvi minha mão sobre um pano branco limpo e virei a maçaneta. Entrando, deixei a porta do jeito que estava. Analisei calmamente o lugar procurando por uma pista de onde estaria escondido a droga no qual o homem vendera escondido de sua mulher. De forma a olhar atentamente cada detalhe, percebi que certo papel de parede no canto inferior esquerdo da sala estava dobrado. Não demorei muito para puxar e ver que aquela ideia de esconderijo era muito ruim. — O velho truque do papel de parede. Que ridículo. — Ironizei. Os meus pensamentos logo se deram por encerrados quando eu ouvi o rosnar do cão atrás de mim, juntamente com a mulher ao meu lado. Um puxão de orelha para fora foi suficiente para que eu me sentisse arrependida. — Vamos te levar pro devido lugar, mocinha! — Exclamou. Ainda sim, ela me denunciou para o conselho tutelar e acabei por parar num velho orfanato mofando igual uma mosca. A partir dali eu poderia dizer adeus a minha família. Mesmo sendo um estrangeira americana, sabia que o Brasil não seria um dos melhores países para acolher bandidos e criminosos.

Um mês depois eu fui literalmente excomungada de volta aos Estados Unidos. Eu nunca havia tido sequer nenhuma paixão por Nova Iorque, mas não podia reclamar porque pelo menos não tinha precisado cobrir o custo da viagem. Pouco eu sabia de minha mãe e de minha verdadeira família, contudo, fui recolhida por um casal bandido que vivia da rua e aprendi a roubar livros didáticos. Por isso hoje sou tão inteligente. De fato, fui convidada por uma família hospedeira para viver temporariamente com os mesmos. A casa era um tanto rústica e tinha um odor amadeirado que agradava minhas narinas "emo" afetivas. A primeira coisa que fiz foi deixar a minha marca na primeira cama que encontrei, devido ao cansaço da viagem. — Querida, venha comer! — Ditou a "mãe". O jantar era sopa e aquilo para mim nem era uma comida cientificamente provável como sequer um alimento. Não encostei nem no talher que acompanhava aquele líquido. — Não estou com fome, obrigadinha. — Falei, subindo as escadas para voltar ao "match" ao qual estava inserida. Parei e sentei numa pequena mesa que era acompanhada de uma janelinha, que quando virei pude ver um ser com cascos e chifres.

Aquela coisa aparentemente pedia para que eu descesse pela janela. Abrindo o armário com alguns panos, amarrei um aos outros e desci rapidamente sobre a abertura. Minha surpresa nem foi tanta, no caso fiquei mais do que curiosa em saber se aquela coisa realmente existia. — O diabo já veio me buscar? — Perguntei. — Ainda não, mas virá se você não me seguir, corra! — Se era para correr, eu correria. Meus passos eram rápidos e extensos e minha garganta coçava para que ele respondesse minhas dúvidas. Chegamos a uma floresta e dali eu já podia ouvir os gritos da minha falsa mãe ecoarem em busca de mim. Eu na verdade não estava nem aí para o amor que ela tinha, pois com certeza não era recíproco. — Estou no labirinto do fauno? — Indaguei. — Fique quieta, por favor. — Ele disse. Que insulto! Após andarmos e andarmos igual dois atletas, uma outra criatura apareceu e tentou me sequestrar, contudo o tal fauno me protegeu. Antes que pudesse correr ou auxiliar o que sequer seria aquele ser, fiquei plantada imaginando se tudo aquilo seria uma ilusão e se eu já estaria no manicômio até aquele ponto. A outra criatura era um lobo muito grande. Prestando atenção em seus aspectos, percebi que seu ponto fraco seria o pequeno arranhão profundo em sua pata, logo, adverti para que o fauno atirasse algo ali. E ele claramente me obedeceu, atirando uma adaga na pata do lobo e o impedindo de correr. Com "pernas para quem te quero" fugimos dali.

Antes que concluísse minhas intenções ele acabou por segurar a minha mão e me puxar até um grande arco, empurrando-me para dentro. — Nunca mais me manda salvar um filho de Athena, por favor! — Falou, ofegante. — Athena? — Balbuciei. Fatos são fatos, América!
Powers:


Nome do poder: Inteligência
Descrição: Um filho de Athena é naturalmente inteligente, por sua mãe ser a deusa da sabedoria, o semideus aprende as coisas mais rápido, o que também permite que ele note coisas que outras pessoas não percebem. O semideus de Athena sempre procura uma saída lógica, consegue bolar um plano e encontrar pontos chaves, pois tudo aquilo que não consegue entender lhe deixa frustrado. Ele sempre buscará respostas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de descobrir alguma coisa, ou aprender alguma coisa. (Aumenta conforme em +5% a cada 2 níveis que o semideus adquirir).
Dano: Nenhum

Nome do poder: Furtividade
Descrição: Assim como as corujas, o campista consegue se deslocar pelos lugares sem ser notado com facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 60% de chance de não ser notado

Nome do poder: Camaleão
Descrição: O filho de Athena sabe como procurar um esconderijo. Normalmente se camufla muito bem, conseguindo encontrar um lugar pra fugir do perigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: a chance do semideus ser encontrado baixa em 25%

Nome do poder: Estratégia
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas, menor, ou seja, a margem de erro será inferior ao dos outros semideuses.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques previamente elaborados.

Observação: Queria dizer que sei que a missão ficou bem curtinha, então eu gostaria de pedir para que eu não ganhe xp pela narrativa, thank you!
(já que eu realmente precisaria dessa ccfy e seria desanimador anular)

by @takoyaki
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Mensagem por Afrodite em Dom Mar 10, 2019 6:49 pm

Infelizmente sua ficha teve que ser reprovada por a regra é clara e diz que deve ter no mínimo 2.000, sendo assim a sua não está apta a receber qualquer tipo de recompensa, mesmo que seja unicamente a sua reclamação. Mas devo dizer que a sua história é boa e tem um ótimo plot para uma trama futura. Espero que não desista.
regra escreveu:• O mínimo de palavra é 2.000 e sabemos que é um número pequeno dado a quantidade de coisas a serem desenvolvidas.



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