The Blood of Olympus
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Mensagem por Marie A. Devereaux em Qua Mar 06, 2019 11:28 am


Olá, meu querido avaliador! Aqui você estará prestes a embarcar numa viagem extremamente longa da vida da Marie (que não vai acabar tão cedo). Você vai sofrer, vai chorar e pode até sorrir. Mas lembre-se sempre de que:

O intuito aqui é sempre transmitir a alegria e a positividade que marcam o rosto desta amada menina chamada Marie Alina Devereaux.

Acontecimentos futuros (ccfy):
@1 — an adventure in the stars, my origin; (✔️)
@2 — The broken heart; (✔️)
@3 — Rescue of Olivia Devereaux; (✔️)

@4 — The end of the saga; (✔️)
@5 — A new passion? ( )
@6 —The search of the city of the dead, egypt; ( )

Atente-se!:

obs: essas ccfys/missões tem o objetivo de desenvolver a história marcante da personagem Marie A. Devereaux. Contudo, almejarei um item (ou mais) durante essa jornada. Já que não é apenas uma missão e sim várias.


Última edição por Marie A. Devereaux em Sex Mar 08, 2019 8:07 pm, editado 5 vez(es) (Razão : atualizando.)


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Mensagem por Marie A. Devereaux em Qua Mar 06, 2019 11:35 am


Prólogo


Aqui se inicia uma nova trilha. Marie Alina Devereaux é uma jovem legado e neta de Nyx que procura saber de suas origens e principalmente de seu passado. Em meio a seus devaneios a garota acaba por receber uma carta de seu verdadeiro pai (para entender a história que percorre em maioria a jovem, clique aqui) alegando que ele sabe de tudo. E realmente, ele sabe. Com sua curiosidade dominando seu ser ela decide embarcar numa viagem para o centro de Nova York em busca de maiores informações.


@1 — 16 de maio, quarta-feira.

Era um dia claro e ameno. As árvores balançavam com os ventos calmos da manhã e os pássaros respondiam de forma harmoniosa. Nova York nunca esteve tão bonita aos olhos da neta da tão aclamada primordial. O que restava para o futuro de Marie Alina Devereaux?

•••

"Tic, tac". Aquele era o som que perneava sobre meus ouvidos a partir do meu relógio de pulso. O som lento de alguma forma me trazia sossego, algo que raramente tinha. — Quando me disseram que não seria fácil olhar para a janela de um ônibus e relembrar o passado não achei que iriam falar tão sério. — Dizia, encarando o vasto céu a partir da janela enquanto não planejava ou sequer pensava no futuro ali adiante. Me localizava num pequeno ônibus de rua que me levaria a praça principal, onde, - segundo meu pai - seria um local de despedida sobre todas as mentiras. Me mantinha ansiosa mesmo sabendo que descobriria muitas coisas a partir daquela decisão. Aquela era a minha escolha.

Não demorou muito para que chegássemos ao fim da jornada. — Graças a deus, quase pedi um sarcófago. — Ironizava, sorrindo. Descendo do veículo, movimentei-me de forma ágil para o que parecia ser uma praça. Contudo, seria a certa? — Vai GPS, liga! — Bater na tela sempre funcionava. Sempre me lembrei de comprar um novo celular mas sabia que dinheiro nunca havia sido meu forte. Desde minha atual estadia no acampamento meio-sangue só pensava em economizar dracmas e havia esquecido totalmente dos dólares. Sentei-me num banco enquanto esperava a resposta do meu aparelho. Suspirei fundo antes de realmente desistir daquela ideia maluca e voltar para casa.

Pouco antes de decidir voltar, tombei com o que parecia ser um homem de olhos verdes ou azuis com um tom claro em sua pele. — Finalmente você chegou. Venha, vamos para um local mais afastado. — Sussurrou. Confiar num homem em que você havia acabado de conhecer nunca tinha sido uma boa ideia. Todavia, necessitava das informações que ele tinha. De longe o lugar mais afastado seria uma lanchonete movimentada. — Esse é o lugar mais afastado que você achou? — Indaguei. — Não me julgue por ser anti-social, obrigado! — Tal vocabulário foi suficiente para me provocar um riso. Sem muita demora colocamos nossos traseiros nas cadeiras, nos encarando de forma predatória um ao outro.

— Pois bem, estou aqui. Me conte a verdade e por favor não enrole. — Afirmei. Tinha muitas dúvidas mas não podia sufocar ele de inicio. Precisava que ele entendesse que eu só queria aquelas informações e não um monte de sentimentalismo. — Para não dizer que estou mentindo, leia primeiro esta carta e não venha me criticar depois. O que você descobrir ai será por sua conta e risco. — Falava, igual um cachorro entregando milho pra galinha e pedindo para não comer. Um babaca, com certeza. Meus dedos tremiam enquanto podia sentir o ácido do papel. Abrir aquela ferida foi minha única escapatória do momento.

Aquela letra foi tudo o que me arrasou. O "abrir" e ver aqueles caracteres redondinhos foi o meu declínio.

"Minha filha, primeiramente peço perdão. Pedi para que ele te entregasse essa carta. De qualquer forma saiba que ainda lhe tenho em meu coração. Eu sumi e sei que o que isso gerou para você e seu pai, principalmente. Se vê isso, é porque ainda estou viva! Tenho pouco tempo para explicar minha querida, contudo, venha até mim e me ajude antes que eles acabem com o que sobrou de mim! Por favor, corra!"

Aquela mensagem me destruiu. Minhas lágrimas passaram a cair feito fogos de artifício no céu. Minha mãe estaria viva e eu sequer sabia disso. — Porquê ela nos abandonou? — Indaguei. — Ela não te abandonou... Ela foi sequestrada. Sua mãe foi sequestrada por uma união chamada de união das águias que seria um enorme e quase gigantesco grupo de semideuses renegados que preza pela destruição dos filhos da deusa primordial, Nyx. Eles a capturaram e estão a usando como uma espiã para adquirirem informações do mundo divino sem precisarem deixar sua base principal. Perdoe-a, Marie. — Tamanho choque foi suficiente para me fazer debruçar sobre a mesa e apenas chorar.

A tremedeira que me acompanhava desde o inicio tomou posse do meu físico. — Porque? .... — Uma pausa dramática foi suficiente. — Você conhece a história de sua mãe, Marie. Ela nunca lhe abandonaria sem motivo. Pela sua certa fama no acampamento eles procuraram especificamente por ela. Mas a missão de recuperá-la não é minha e sim sua. — Recitou. — Recuperá-la? Mas como eu nem sei minha origem direito como vou saber recuperar uma semi-deusa filha de Nyx de uma base avançada que eu nem sei aonde fica?! — As lágrimas e o ódio falavam por mim naquele momento.

— Minha mãe me abandonou, eu não vou atrás dela! — Nesse momento a voz alta foi grande e relevante suficiente para atrair a atenção de todos para mim. Levantei-me rapidamente com os olhos vermelhos e sai da lanchonete. O homem não demorou para correr atrás de mim. — Prove que é filha de Olívia Devereaux e corra atrás do seus sonhos! — Ele disse. Eu parei por ali e meus passos cederam. Não resisti em gritar no meio da calçada e ser direta de forma bem explícita. — E quem é você!? Quem é você para me dar lição de moral cara? Eu nem sei seu nome, me poupe! — A raiva me dominou. Era melhor ele se preparar porque tudo o que estivesse ao meu redor voaria diretamente a ele.

Parecia irreal. A magia que percorria meu sangue naquele momento se ativou por completo. O vento havia parado mesmo assim as árvores se mexiam de forma violenta. O chão começava a tremer o clima se tornava cada vez mais tenso. Ele apenas estendeu sua mão e tudo se cedeu. — Meu nome é Jone Lawiet. Sou filho de Hécate e você é minha filha! Hoje a magia que você tem é minha! — Ele gritou. Por sorte os nova iorquinos ainda não estavam com muito movimento nas ruas. As lágrimas desciam em meu rosto de forma em que eu não podia mais controlar. — T-tudo bem. Me diga então, aonde fica essa base? — Finalmente perguntei.

Naquele momento a tensão era significativa porém só pausei e decidi deixar tudo de lado. Estava confusa mas se minha mãe estava viva ela poderia me dar as respostas que eu precisava. — No Alasca. — Falou. — Você tá brincando, né? Bem no local onde os deuses não tem sequer nenhuma posse divina? Caralho eu... Preciso pensar. Eu não sou assim! — Falava. Eu Estava descontrolada. Um abraço quente e reconfortante de meu verdadeiro pai foi o que me deixou em um êxtase maravilhoso. Eu por um momento me senti segura.

— Eu sei a confusão que está em sua mente agora, Marie. Sei que está confusa minha filha, contudo, eu estou aqui. Pro Alasca não tem avião direto, vai precisar passar por outra região primeiro. Os voos diretos estão muito requisitados hoje em dia. Se apronte pois daqui a duas horas você irá para o Alasca resgatar sua mãe, por isso, estou lhe dando além da passagem seu passaporte falso, gravador de som e um mapa para lhe guiar até a base. Boa sorte, minha criança! — Sorria.

@2 — Mesmo dia, duas horas depois.

O som abafado do avião era tudo o que me restava no momento. O encontro com meu pai havia sido um tanto esclarecedor, realmente. Sentei-me no acento e coloquei-me com minhas mãos sobre o mapa. — Estou indo, mamãe.


Última edição por Marie A. Devereaux em Qua Mar 06, 2019 3:14 pm, editado 2 vez(es)


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Mensagem por Marie A. Devereaux em Qua Mar 06, 2019 2:27 pm


Informações adicionais (@1/@2)

União das águias:
UN (União das águias)

A união das águias é um tipo de comissão com até duzentos semideuses renegados que mantém um certo "nojo e/ou ranço" de Nyx. Por esse mesmo motivo eles assassinam as proles da primordial e seus aliados ou as sequestram, mantendo-as em cativeiro.  O objetivo dessa união é manter a raça de semideuses primordiais (incluindo os legados) fora de alcance. Seu líder é o jovem russo Jobnér Skovich. Sua base foi construída de modo proposital para ser idêntica a uma base da união soviética. O grupo usa Olívia (mãe de Marie) como uma espiã para que eles tenham informações divinas.

A união se manteve escondida no Alasca, onde não existe posse ou influência dos deuses.

01.base
Leia!:

• Tentei deixar a leitura a melhor possível. Caso encontre erros, perdoe-me!
• A ccfy/missão funciona em capítulos, por isso é importante que eu peça avaliação frequentemente (respeitando a regra de sete dias).
• Obrigada por ler até aqui e obrigada novamente por acreditar nessa menininha tão boazinha quanto Marie!



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Mensagem por Íris em Qua Mar 06, 2019 5:15 pm


Marie Alina Devereaux


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3.250 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 45%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 2990 XP + 2.990 dracmas

Comentários:
Primeiramente, eu gostaria de explicar o motivo pelo qual a recompensa máxima foi reduzida nesta avaliação. Portanto peço que não se assuste.

Segundo a regra encontrada aqui, as CCFY's devem possuir um número mínimo de palavra para serem válidas na promoção de início de ano - e este não foi o caso. Porém, como seria muito desmotivante anular sua missão por completo apenas por causa disso, o valor final será dado de forma proporcional a quantidade apresentada (pouco mais de 1.300 palavras).
Regras escreveu:• O mínimo de palavra é 2.000 e sabemos que é um número pequeno dado a quantidade de coisas a serem desenvolvidas.

Sobre o texto, eu o comparei com os anteriores (que você mesma linkou no prólogo) e com suas respectivas avaliações, podendo ver que houve uma melhora no que diz respeito a repetição de palavras. Ainda percebi alguns casos em que isso ocorreu, mas foram bem menos do que antes e isso é um avanço. Continue assim. O meu problema foi que os parágrafos um tanto extensos com falas e ações misturadas me deixaram meio confusa, fazendo com que em alguns momentos eu não soubesse quem dizia ou fazia o que. Por conta disso precisei ler alguns deles uma segunda vez, e isso é algo que atrapalha muito a fluidez da leitura. Parte dos descontos foram por causa disso.

No que diz respeito a trama, eu achei muito interessante a ideia apresentava e você conseguiu capturar minha atenção ao mesmo tempo que despertou minha curiosidade. Fiquei com vontade de saber mais sobre esta tal organização, os desafios que ainda enfrentará até chegar lá e como fará para resgatar a sua mãe. Estarei lendo para ficar pro dentro do desenrolar desta história.

Já sobre a questão de desafios, admito que senti falta de alguma dificuldade. Não estou falando de combate em si, até porque nem faria sentido colocar um nessa parte da trama, mas sim de um elemento problemático forte. Sei que é apenas o início do arco e que o ponto mais marcante foi a descoberta do pai verdadeiro juntamente com a situação da mãe e toda o conflito emocional que isso trouxe, mas foi algo tratado de maneira rasa e até um pouco simples. Tente melhorar um pouco nesses aspectos da próxima vez.

No mais, eu gostaria de parabenizá-la pelo carisma da personagem e pela boa organização do tópico, que denota o planejamento que tem a respeito da trama - algo que eu, particularmente, acho muito importante no desenvolvimento de qualquer história. Continue assim.



ATUALIZADA POR AFRODITE.



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Mensagem por Marie A. Devereaux em Qua Mar 06, 2019 9:41 pm


Introdução ao post:
Esse post é datado durante um tempo antes do envio da carta do pai de Marie. Conta uma descoberta importante futuramente para a aventura dela no egito (próxima missão/ccfy após o resgate de sua mãe) e também será de grande utilidade para ela durante a aventura no Alasca.
obs: será irrelevante como parte principal da trama por isso não vale avaliação!

01. Mansão Devereaux
02. Biblioteca

5 de abril, antes da carta.

Após permanecer uma certa estadia no acampamento meio-sangue eu sabia que visitar a minha casa não faria mal. Nova roma tinha seus valores como uma cidade muito importante. Meu propósito era claro e objetivo e meus passos até a porta principal foram esclarecedores e fez com que os funcionários ficassem assustados. Mesmo com o passar do tempo, nossos serviços (por ser algo de família) nunca foram cortados. — Jorge! Lavine! — Exclamei. Lavine e Jorge eram antigos amigos da família que estão trabalhando até hoje na mansão, mesmo que sozinhos. — Marie, minha querida e amada menina! O que faz aqui? — Indagou Lavine. — Eu estou pesquisando o antigo Egito, por isso, preciso de alguns livros da biblioteca. — Dizia. — Sem problemas, venha, venha! — Recitava, com ânimo.

Com o subir das escadas fomos logo levadas a biblioteca da mansão. Era de longe um dos locais mais extensos, contudo, era suficiente. Posicionei-me sobre uma escada de madeira e passei de estante em estante para ver o que achava sobre o assunto. Não conseguia encontrar nada de valor tão significativo para minha pesquisa. — Argh. — Tudo o que me restou foi resmungar. Exercendo uma força repentina de meu pé direito com a escada pude acabar por quebrar um dos pinos do objeto de madeira. Com esse resultado finalizei a ação por cair de costas e a ponta da escada passou a derrubar alguns outros livros do outro lado da sala. Antes que pudesse gritar e xingar decidi dar uma espiada para ver o que parecia ser tais pedaços de papéis encadernados com couro.

— Análise do antigo Egito, tumbas. Joseph Bardox Lawiet Bordeau II. — Mesmo que houvesse procurado algum dos livros mais importantes para mim acabara caindo literalmente em meus pés. Quem seria Joseph? Ali ficava a questão que me assombrava. Quando parei para pensar vi que não existia ninguém na família com tal nome. Folheando o suposto livro ou caderno observava que lá continham informações das maiores tumbas do Egito que visando hoje em dia estariam em ruínas. Não conseguia manter a excitação só para mim, claramente meu rosto faria tal ato primeiro. Na última página estava uma pequena fita de áudio. Seria curioso ver o que me aguardava, no mais, quais seriam a finalidade daqueles itens?


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My Life; Empty Re: My Life;

Mensagem por Marie A. Devereaux em Sex Mar 08, 2019 8:05 pm



Minhas pernas eram trêmulas e eu só tinha um mapa. Sabia que tudo ali era uma confusão mau ajeitada. Contudo, prossegui. — Porquê ainda estou fazendo isso? — Perguntei-me. Parada em meio ao aeroporto, procurei esperar do lado de fora para pedir o primeiro táxi que viesse. Com o táxi em posse, movimentei-me conforme as instruções do mapa, contudo, estaria ali uma pequena observação. “A base se localiza em uma floresta bem extensa e afastada das principais civilizações. Siga claramente de modo objetivo essas instruções e boa sorte!”.

— A maior estupidez dessa instrução foi me desejar boa sorte. — Recitei. — Disse algo, senhorita? — Indagou o homem com a mão no volante. Havia me esquecido completamente que precisava dar a ordem ao táxi para que ele se movimentasse. — Poderia me levar para a trilha da floresta Ludwig, por favor? — Pedi, com carinho. — É claro, senhorita. — Ponderou, logo ligando o que parecia ser o motor. Conforme a estrada se passava eu era claramente tomada pelas minhas preocupações quanto a meu futuro ali adiante. — “vou sobreviver?” — Pensara. Ao frio do Alasca não era só rumor e eu havia acabo por descobrir aquilo conforme me aproximava da floresta.

— Pare aqui, por favor. — Disse, esperando o homem para logo o carro para que eu o pagasse. Por fim, teria de seguir minha trilha sozinha. — Até mais, senhorita! — Ligou o carro, indo embora. Caminhar para dentro de uma floresta em meio as quatro horas da tarde no frio não era uma boa ideia para mim, todavia, não estaria ali para discutir o que seria ou não conveniente. — Vire à direita. Espero que esse mapa esteja realmente certo. — Argumentei, olhando de cabeça para baixo a fonte de informação. Para minha sorte acabei por parar no que aparentava ser uma caverna. — Uma base na caverna? Com certeza nada inteligente.  — Ironizei.

Ao adentar no pequeno buraco, resultei numa pequena cavidade iluminada pelos furos das rochas. Lá estaria um monte de ossos. — O que é isso? — Perguntei, com medo. Um rugido de urso foi o que quase me fez defecar nas calças, só não pude por que não sentia vontade. Correr foi a minha solução, mas o animal foi um pouco mais ágil. Com suas patas (esquerda e direita), me puxou para dentro do buraco e começou a me arranhar. Se debater contra um animal mortífero era fatal. Com minha esperteza (mesmo com os ferimentos e arranhões já na face) passei a me fingir de morta.

Conforme o tempo passava o animal parou perto de meu pescoço e começou a literalmente me cheirar com seu focinho. Ouvia os passos dele se distanciando em meio ao escuro. — “Quase, Marie!” — Pensou. Devagar, fui me arrastando para fora da caverna com medo de olhar para trás e ver o animal me perseguindo de novo. Quando pude finalmente ver a luz do dia, corri com felicidade em meio a floresta fria.  Quando percebi que estava olhando o mapa pelo lado errado comecei a rir de mim mesma. — Por sorte acertei que seria na floresta. — Disse, com um suspiro de alívio.

Andando podia perceber que havia me encontrado num local com um gerador e uma mesa cheia de papéis. Poderia ser alguma base pequena de vigilância da união. — Preciso sair daqui. — De fato tentar fugir foi um total fracasso para uma garota como eu. Quando me virei para correr bati num peito forte e duro, aparentemente masculino. — Ora, o que teríamos aqui? Uma garotinha machucada? — Ele falou, segurando meu corpo e aproximando-o ao dele. — Me larga! — Gritei. O alvoroço logo trouxe mais quatro rapazes. Demorou pouco para que eles começassem a tirar minha roupa em meio a aquela floresta quase congelante.

Gritar para parar não bastava. Estaria quase prestes a ser estuprada e não poderia fazer nada. Mesmo com meus poderes, caso fossem mesmo membros da união eles também seriam semideuses. Rezei para que Deus me ajudasse naquele momento. Fechei meus olhos enquanto sentia eles rindo enquanto tiravam meu sutiã. Me ver despida na neve nunca foi o que imaginara para minha primeira vez. O barulho de lâminas pairou sobre o ar e os gritos dos homens me assustaram. Quando abri os olhos apenas os vi com uma machadinha (cada um) em sua cabeça. Mesmos os semideuses poderiam ser pegos desprevenidos. O susto que eu sentia no momento era enorme, conseguia observar um homem de olhos castanhos escuros e corpo atlético me dar uma pedrada e depois de tudo apenas pude enxergar um vasto breu.  

Quando acordei a única coisa que vi foi uma casa de madeira quentinha e com um cheiro de comida vindo de algum lugar. O mesmo homem estava afiando um punhal. — Finalmente acordou. — Pausou. — Coma um pouco. — Disse, me oferecendo um prato com pão e algumas nozes. Aquilo não sustentaria uma provável esfomeada como eu, contudo, bastaria. — O-obrigada. — Tímida, respondi. — Porquê me ajudou? — Perguntei, ainda meio rouca pelo sono. — Não é de meus votos ver uma mulher sendo abusada e eu não fazer nada. — Argumentou. — Você vai me matar? É da união? — Indaguei. — Não. Sou um semideus filho de Ares que é um dos membros da rebelião anti-união. — Explicou.

— Existe isso mesmo? Que maneiro. Aliás... Eu também estou lutando contra a rebelião e vim aqui salvar uma pessoa. Meu vocabulário foi suficiente para fazer o jovem homem cair na gargalhada. — Você mal conseguiu se defender de uns soldadinhos, imagina um exército inteiro. Vá embora menina, aqui não é o seu lugar. — Advertiu. — Meu nome é Marie Alina Devereaux, filha de Olívia Devereaux. Não irei sair daqui nem que eu morra para salvar minha mãe. — Você disse Olívia? — Gaguejou o homem. — Sim, porquê? — Não consegui me conter em perguntar. — Ela foi uma grande lutadora da rebelião por algumas semanas, mas acabou sendo pega. Extremamente inteligente aquela mulher. Pena que daqui a alguns dias será morta.

— Morta? — Preocupei-me. — Sim. A união, segundo nossos confidentes, irá executar sua mãe brevemente daqui a alguns dias. Mas relaxe, é questão de semanas ainda. Ela foi a mais que durou, com certeza. — Ele dizia. — Me ensine a lutar, por favor! — Pedi, com clemência. — Não irei perder meu tempo com você. Vá embora, por favor. — Ironizou, se afastando. — Por favor, me ajude moço! Eu preciso salvar minha mãe e necessito saber lutar pelo menos o básico, por favor eu imploro! — Me ajoelhei sobre seus pés, puxando sua mão. — Tudo bem, tudo bem! Eu te ajudarei. Temos pouco tempo mas tentarei o possível para lhe tornar uma ótima combatente.

— Muito obrigada, senhor. — Recitava, com ânimo. — Meu nome é Alex. — Argumentou. Ainda sim duas semanas de treino árduo corpo a corpo se passou e eu pude aprender diversos golpes. Consegui derrubar até o próprio Alex algumas vezes. Me sentia preparada o suficiente. O dia da morte estava próximo e eu precisava agir o quanto antes. — Estou indo, mamãe. (...) Após uma noite breve de sono nós dirigimos a uma trilha mais reservada dentro da mata da floresta no objetivo de chegar na parte de trás da base, para que não fossemos descobertos. Eu tinha um plano que Alex mal desconfiava. Eu precisaria colocá-lo em ação. Ao mesmo instante em que nos encontrávamos perto o suficiente da base, empurrei Alex com o pé e o entreguei aos soldados da união.

— Esse é o cara que vocês procuravam, Alex. Meu nome é Sara Armani e eu sou uma semideusa renegada igual vocês. Esse vagabundo estava perneando a floresta e consegui capturá-lo! — Com a história que percorria Alex, não demorou muito para que os soldados o levassem e me deixassem entrar na base pela suposta “confiança” que já tinham em relação a mim. — Filha da puta. — Ouvi no corredor aquele sussurro de Alex, que supostamente sentia raiva de mim. Eu voltaria para buscá-lo, contudo, precisava de reconhecimento. Haviam colocado uma faixa no meu braço e me levado a uma sala chique que parecia ser de alguém importante. Lá, com a ordem dos soldados, sentei numa cadeira muito confortável.  

— Bom dia, senhora Sara. — A voz que exibia testosterona era claramente do chefe da porra toda, pelo fato de eu poder enxergar de forma objetiva as diversas medalhas que ele tinha em sua roupa militar. — Sou Jobnér, o mestre de operações da união. Sabe, senhorita Sara... Fiquei curioso quanto ao seu saber da união. Como soube exatamente dela? — Perguntara. — Quando soube que essa seria uma união focada em exterminar os aliados de Nyx fiquei orgulhosa, pois minha madrasta era da deusa e eu só pude esfaqueá-la. — Tentei agir naturalmente sem que ele percebesse. O sucesso se deu por confirmado quando vi um sorriso maníaco sair de seu rosto. — Que bom que pensa assim, loirinha. Pois bem, bem-vinda a união. Mulheres bonitas como você geralmente não ficam em lugares como estes. Para conhecer melhor o local que tal beber comigo hoje à noite? — Indagou.

Eu literalmente estava sendo convidada para jantar pelo general da união. Poderia claramente usar aquilo como uma vantagem para conhecer melhor aonde estaria minha mãe. — Tudo bem. — A resposta causou uma alegria inteiramente repentina ao homem. Mesmo que para um homem bonito, ter mulheres num ambiente inteiramente masculino como esse deveria ser raro. — Ótimo. Te guiarei a sua barraca. Me encontre na tenda principal da união as oito horas em ponto e não se atrase. Pode andar livremente mas cuidado com as celas, se chegar perto delas você será morta e eu estarei pouco me fodendo para isso. — Naquele instante eu vi que o amor e sentimentalismo teria acabado. Precisava encontrar minha mãe mas teria de fazer escondida sem ser percebida no local das celas.

Com o passar do tempo na sala me movimentei de forma a olhar calmamente cada parte da união. Ela era realmente grande e anda por ali sem sofrer algum ataque era de certa forma estranho. Comentários preconceituosos vinham de todas as partes. — Aquela é a ninfetinha do chefe? Bonitinha mesmo. — Os sorrisos maliciosos dos soldados para mim eram um tanto desconfortáveis. Quando cheguei na parte das celas a primeira coisa que vi foi o rosto de alguém que eu conhecia muito bem. Era minha mãe. Na hora meu amor tomou a frente e eu não resisti em correr e gritar enquanto ia até ela.

Tudo o que me lembrei depois foi dos soldados me arrastando e me trancando na cela. — Sabia que você não era de confiança. Preparem a cabine de gás, pois jajá ela será executada. — Aquela foi uma das piores falas e a mais traumatizante para mim. Eu precisaria abrir aquela cela e escapar dali. Ao me virar – pela ironia do destino – percebi que bem ao meu lado estaria Alex, meu ex-companheiro. — Alex! — Exclamei. — Não venha me pedir ajuda agora. Você sabe o que fez e não irei te perdoar. Eles vão nos executar e tudo foi culpa sua. Porquê estragou nosso plano, droga! — Gritou o homem. — Foi tudo meu plano. Só espera que eu vou explicar quando sairmos daqui, tudo bem?  Rápido, desamarre sua corda arrastando-a naquele ferro enferrujado no canto da parede. O erro deles foi ter me deixado desamarrada. — Sorria, mostrando que era tão inteligente quanto minha mãe.  

Reparei nos objetos que estariam em meu ambiente e comecei a planejar algum plano com a inteligência que ainda sobrara.  Arranquei um grampo de meu cabelo e com ele levei alguns minutos para abrir o cadeado antigo da cela. Por sorte aquele ambiente era pouco vigiado, algo que deveria ser o mais observado da comissão. Ainda com o mesmo grampo desatei o cadeado dele e seguimos sobre atrás da barraca a esquerda para que não nos vissem. — Qual é seu plano agora? — ele perguntou.

— Simples. Eu reparei que os mesmos têm algum tipo de tecnologia nas celas das espiãs. Observei que além do cadeado também tem uma impressão digital. Na barraca aonde eu estava que era a do chefe continha uma cama. De certo, ele dorme lá. Eu guardo um pó de rosto no sutiã e dentro dele contém algo chamado fita transparente, igual aqueles sabonetes que você tira o papel para guardar na privada, sabe? Enfim, eu irei pegar a digital dele com a fita e coloca-la sobre a trava digital e abrir o cadeado com o grampo. — Finalizei. — Genial. — Ele sorriu. (...) Nos escondemos até que pudesse ser de madrugada, onde entramos de modo sorrateiro no quarto do mestre de operações.

Foi extremamente fácil conseguir a digital da mão dele sem que ele acordasse, já que pelo o que parecia ele dormia com um sono de pedra. Saindo da barraca dele corremos até onde seria a cela de minha mãe. Na mesma hora ela me reconheceu. Sabia que ela nunca teria me esquecido.  — Como você escapou, filha? Saia daqui, rápido! — Ela dizia. — Calma mamãe, estou aqui. Vamos sair daqui logo logo. — Coloquei a fita sobre meu dedo e pressionei a trava ao mesmo tempo que destravei o cadeado. Havia obtido sucesso. No mesmo tempo sem que pudéssemos perceber um alarme havia sido tocado. — Ele deve ter acionado na cela e o controle está com ele. Maldito... Corram! — Falei, puxando minha mãe com Alex logo atrás da gente. Correr era a nossa única saída. Quando conseguimos chegar na saída estávamos cercados.

Mais do que cem estavam já nos cercando com suas armas divinas. Era tarde demais. Meus objetivos haviam chegado no fim e eu não teria sequer nenhuma escapatória. Poderia dizer adeus pois a partir dali nem os deuses meu ouviriam. — Acabou, desistam! — Disse o mestre. Alex apenas tirou um anel de seu dedo e jogou sobre o chão, explodindo o mesmo em fumaça. Senti um puxar de mão muito forte que me levou em questão de instantes para fora da base por meio de um caminho alternativo. Com a força apenas cai ladeira a baixo dentro da floresta. Minha mãe estava do meu lado mas ouvi o barulho de um único tiro. Alex estava morto e havia se sacrificado por nós.

Não daria tempo de chorar, precisávamos correr. Sentia a dor ainda do machucado do urso em meu rosto e o arder da neve como resultado do tombo que estavam me destruindo por dentro. Tudo era pela minha família. Nos escondemos antes que os soldados nos encontrassem. — Achem-na! Não podemos deixar que elas escapem! — A voz do general/mestre de operações era clara. Passamos algumas horas dentro de um arbusto espinhoso esperando que fossem embora. Estávamos feridas e exaustas. Andamos pela trilha até chegarmos no que parecia ser uma vila. Com o tempo, desmaiamos completamente e perdemos a noção da realidade.

Quando acordamos no dia seguinte tomamos conta de que estaríamos num tipo de chalé. — Não falem, estão feridas e estamos tratando de seus ferimentos. — Recitou um aldeão enquanto limpava nossos ferimentos com um mano com álcool. Mesmo ardendo eu sabia que aquela não dor não seria pior do que o amor e a alegria que sentia no momento. — O importante é que você está comigo mamãe. — Falei, chorando enquanto tentava abraçá-la. — Você corajosa, minha filha. Nunca achei que seria capaz de enfrentar tais desafios para me resgatar. Provou que a inteligência vence a força bruta. Suas avós teriam orgulho de você agora. — Sorriu minha mãe, acariciando meu rosto. — Onde estamos? O que é aqui? — Indaguei.

— Você está na rebelião anti-união. Relaxe, eles não pegarão vocês aqui. — Aquilo parecia uma boa mentira, por mais que eu fosse inocente suficiente para acreditar e me sentir mais segura. Após tamparem nossos ferimentos, eles nos levaram para um local aonde nos alimentaríamos. Eu estava feliz só com o fato de estar com a minha amada mãe. Não poderia estar mais feliz. — Por mais que aqui seja seguro precisamos partir do Alasca, minha filha. Não poderemos ficar aqui por muito tempo. — Falou minha mãe. — Eu sei, mamãe. Contudo, vamos aproveitar para dormir um pouco antes de pegar um avião ou sei lá. Será o melhor. — Pausou. — Concordo. — Ela disse.

Depois de alguns instantes, ouvimos um abate de portão. Tiros e fogo estavam no ambiente em questão de segundos. — Estamos aqui, Olivia. E iremos te pegar. — Aquela voz eu conhecia. — Rápido, venham garotas ali atrás tem um veículo que vocês podem usar para fugir. — Aquela senhora salvou nossa vida. Corremos até o veículo e ligamos o motor. Quando nos víamos nos afastando cada vez mais percebemos uma explosão atrás de nós. — Aonde vamos, mamãe? — Perguntei. — O aeroporto é uns trinta minutos daqui, mas se acelerarmos iremos chegar em vinte. Lá seu pai, Jone, está nos esperando com a passagem. Ele tinha recebido a ordem para esperar mesmo que você morresse.

O silêncio da estrada era um tanto mortal. Não sabia como lidar com aquilo e aquela situação estava me destruindo cada vez mais por dentro. Em meio aos problemas o carro acabou por morrer e tivemos que completar alguns minutos a pé. A chegada no aeroporto foi um dos momentos mais reconfortantes que eu teria. — Papai! — Falei, correndo para abraçá-lo, juntamente com minha mãe. — Marie, Olívia! — Um abraço em mim e um beijo caloroso em minha mãe foi o que acendeu a chama que eu poderia chamar novamente de “família”.  — Rápido, embarquem! — Disse. Assim se fez seu desejo, embarcamos.

No avião, chorei. Meu coração estava a mil.  

(...)


— Sim chefe, elas estão no avião. Poderemos continuar supervisionando-as por NY mesmo. É claro que eu entendo do meu trabalho, Oliver! — Sim. Algo que não sabíamos nem desconfiávamos. Meu pai verdadeiro era da união e estava trabalhando com meu pai, filho de Eos. Algo que nos atormentaria novamente, mais cedo ou mais tarde.



I always like to show
get a little bit, come a little close, no. take it home on your camera phone, get a little bad, watch me blow it down.
Marie A. Devereaux
Marie A. Devereaux
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Idade : 18
Localização : Mansão Devereaux, Nova Roma.

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Mensagem por Hermes em Sab Mar 09, 2019 3:26 pm


Máximo de XP da missão: 4.000 XP e dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 35%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Total: 3.320XP + 3.320 dracmas.

Comentários:
Semideusa! Você escreve muito bem e achei a sua trama envolvente e criativa. De longe um dos textos mais interessantes que li até o momento. No entanto, devo lhe alertar em primeiro lugar que: faltou o spoiler com o arsenal e os poderes utilizados. Além disso, encontrei alguns (poucos) erros ortográficos. Uma outra observação que faço é que o estilo de escrita de colocar as falas em travessões sem separá-las em linhas deixa o texto muito confuso para ler, por isso demorei tanto a dar a avaliação final, toda hora precisava voltar porque não entendia quem estava falando; Saramago é legal, mas não precisa imitá-lo no RPG haha!  Por fim, em uma próxima CCFY, sugiro colocar um pouco mais de ação em vez de apenas trama, trama e mais trama pessoal.
Espero poder avaliá-la novamente em breve!

Atualizado por Macária.




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