The Blood of Olympus
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CCFY - Homecoming (Volta pra casa e tentativa de entrar para os Lycans de novo.)

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Mensagem por Renly d'Alviano em Ter Mar 05, 2019 8:35 pm

It's the end of the world
as we know it

Era sempre a mesma coisa, sempre o mesmo sonho. As árvores tão próximas e ao mesmo tempo, passando tão rápido por mim que não parecia simplesmente que eu estava correndo mas sim voando pelo gramado enquanto criaturas da noite faziam seus sons. Eu podia ouvir as corujas, os morcegos tentando se localizar com seus ecos e ouvia o som da natureza se torcendo abaixo dos meus pés; eu podia sentir, eu podia ver. Via coisas que o homem jamais entenderia e no fim de tudo era sempre tudo igual: O homem na floresta, seu olhar dourado e uma mão à espera de um tratado.

Toda a noite era sempre a mesma tortura, dores por todo o corpo enquanto eu tentava entender o que havia acontecido comigo e com toda a cidade. Notícias correm rápido e a tragédia é sempre a forma mais fácil e corriqueira de unir toda uma nação, principalmente quando se tem um inimigo em comum. “Terroristas!” gritavam os telejornais que eu assistia enquanto no refeitório do hospital em meio a tantos outros sobreviventes, com seus pratos de sopa diante de si e olhares tão cabisbaixos. “Caçados, procurados e executados! Cada dia mais serão pegos pelas organizações militares!” Anunciavam enquanto mostravam rostos na televisão e a estranha sensação de familiaridade com aqueles exibidos chegava a dar um misto de calafrio e indiferença afinal, eram apenas rostos para um homem sem memórias e sem uma aparente vida para se viver. Todo o dia era sempre a mesma rotina: Acordar, escovar os dentes e se alimentar, sair para trabalhar, voltar para o refúgio dos desabrigados e então dormir depois de uma cambuca de sopa para ter então o mesmo sonho. Estava cansado de viver assim. As pesadas olheiras estavam cada vez mais evidentes e os casos de surto durante as noites estavam cada vez mais frequentes diziam; rosnados e golpes em moradores próximos à mim estavam se tornando mais comuns do que o costume e isso estava assustando os outros. Quem eu era? Por que fazia aquilo? Ninguém sabia, nem mesmo eu conseguia responder mas sabia que isso, de alguma maneira, estava ligado ao meu passado.

Estive em coma por aproximadamente um mês depois do incidente. Meu corpo foi encontrado próximo aos escombros de um prédio, cercado de mortos, e a havia sangue em meus cabelos mesmo que não houvesse nenhuma ferida em minha cabeça. O caso particular da perda de memória era um mistério para os médicos que associaram, até então, a perda com alguma batida forte na cabeça que me fez esquecer os acontecimentos passados e até mesmo meu nome. Para eles eu era apenas Caolho devido meu olho esquerdo cego em decorrência de um ferimento sobre o mesmo. Estranhamente eu tinha uma hiperatividade que não era comum entre os cidadãos feridos e abalados da tragédia, eu estava sempre me movendo ou tentando colocar as coisas sob movimento enquanto uma parte apenas queria chorar suas perdas quase dois meses depois. Era notável também minha habilidade com facas e objetos cortantes além de minhas mudanças constantes de humor durante as fases da lua que, vez ou outra, aconteciam ou não, como se algo externo estivesse inferindo… Como uma antena velha de televisão tentando entrar em sintonia com algum canal que não estava conseguindo com tanta eficácia.

Cada vez mais eu sonhava de forma mais realista. Cada vez mais eu assustava os outros ao meu redor. Cada vez mais eu parava mais e mais perto do homem em meu sonho.

Foram longos seis meses vivendo dessa forma, em meio a sonhos dolorosos e repletos da cansaço físico até que eu finalmente estivesse perto o suficiente para segurar sua mão e quase de imediato sentir todo o cansaço se esvair como quem finalmente encontra uma estranha sensação de paz, de conforto ou somente tranquilidade. — Você é alguém bizarro, sabia, d’Alviano? — Eu ergui meus olhos em sua direção e o sorriso em seu rosto era o mesmo que me dava em todos os sonhos. — Você não lembra? Não sabe quem você é? — Então soltei sua mão e todo o cansaço voltou de uma única vez, me fazendo cair de joelhos e segurar meu corpo em posição fetal como se fosse possível segurar meus pedaços. — O que é isso? Quem é você e o que você quer de mim? — Eu esperava respostas mas apenas sentir o mundo girar depois de receber um golpe brusco que me acordou. Homens próximos de mim, armados. Paus, soqueiras e facas. Xingamentos sobre uma monstruosidade era tudo que eu ouvia enquanto eles me agrediam e, ainda que uma parte de mim estivesse tentando entender o motivo para a violência, eu só lembro de agir no reflexo para me defender.

O primeiro chute atingiu um dos homens na altura da canela, seguindo para um segundo que pegou em cheio em seu joelho e o fez gritar de dor com a fratura exposta que agora manchava sua calça de sangue. Eu me levantei e senti a dor nas costas quando recebi uma paulada nas costas, me virando rapidamente para socar o desgraçado que havia me atingido mas eram tantos que eu deveria ter a certeza de que iria morrer mas… Mas por que eu me sinto tão bem aqui? Eu podia sentir meu sangue escorrendo conforme me cortavam com facas, eu sentia um misto de fúria e alegria a cada soco dado, a cada chute aplicado e cada homem diante de mim que tombava mas, ainda sim, me faltava algo… — Nome. — Sussurrei antes de caminhar até a janela e então me deixar banhar na luz fraca da lua que, aos poucos, cedia seu lugar para o sol dominar os céus e iluminar toda a cidade em ruínas. Um dos homens atrás de mim se levantou, estava armado com uma faca e veio em minha direção em um rompante de fúria cega que o levou em direção da morte. Girei sobre meus pés, desviando de sua lâmina e o atingindo com uma cotovelada nas costas. Quando estava para cair, puxei seus cabelos e o fiz cair de joelhos diante de mim e fora tudo tão rápido que eu sequer senti quando torci seu pescoço e senti o mesmo quebrar sob minha força. O corpo molenga caiu nos meus pés e eu não sentia remorso, aliás, eu sentia como se aquilo fosse comum para mim. — Oeste. — Uma voz disse atrás de mim enquanto eu encarava o corpo. — Seu destino está ao oeste, Renly. — Eu me virei mais uma vez e os corpos, mesmo feridos, estavam de pé de novo. Foi uma longa noite antes de partir…

Alguma vez você já saiu de casa sem ter algum rumo em mente? Não que eu esteja dizendo que eu estou saindo de casa já que, pelo visto, aqui nunca foi o meu lar mas eu não me sentia confortável lá então, bom, você entendeu o que eu quis dizer, não é? Eu estava viajando seu rumo, totalmente para oeste e a sensação de estar fazendo uma corrida para oeste em pleno século XXI era algo que me fazia rir em alguns momentos e me preocupava em outros. Ao menos agora eu tinha um nome: Renly d’Alviano. E isso ninguém mais me tiraria. Estranhamente, quanto mais para o oeste eu seguia, mais eu conseguia me localizar e mais eu me envolvia em confusões com outras… Coisas. Quer dizer, os homens lá no refúgio para desabrigados eram apenas caras, sabe? Gente, humanos e eu estava cada vez mais perto do meu tal destino e essas coisas continuavam aparecendo! Gente gigante com dentes afiados atrás de mim, coisas que mais pareciam um Ciclope e até mesmo uma espécie de Sucubus estava me perseguindo por três dias seguidos antes de desistir! Eu devia estar ficando louco, sim, eu provavelmente estava ficando louco por que nada dessas coisas fazia o menor do fodendo sentido! E, como sempre, não bastassem essas coisas, eu continuava sonhando com aquele cara estranho na clareira e agora, cada vez mais, lobos surgiam ao fundo quando eu me aproximava dele. — Está perto de casa, sabia? — Ele falou enquanto ajeitava a faixa sobre o peito, exibindo as medalhas de batalhas e vitórias em tantas guerras como se fosse um general de combate. — Que tipo de casa é essa que eu estou indo mesmo? — Perguntei enquanto ainda segurava sua mão, apertando-a com força na esperança de esmagar seus dedos mas o desgraçado era forte, viu? Muito, muito forte. — Está tentando me machucar, Renly? — Ele perguntou e nesse momento, rimos como se fôssemos dois amigos de longa data praticando um jogo macabro onde cada um tenta quebrar a mão do outro em um aperto de mão. Obviamente ele venceu e eu cedi de joelhos. — Tome cuidado, você está chegando perto demais de casa e nem sempre isso significa estar… Seguro. — Foi um ótimo aviso antes de sumir e me deixar sozinho para mais um dia.

São Francisco fora minha última parada e, pelo visto, derradeira. A cidade em si era linda, eu estava surpreso como ali não parecia ter tido tantos danos quanto o local onde eu me encontrava mas no fim, algo ainda me guiava para casa. Conforme eu me aproximava do que deveria ser a entrada para algum lugar, mais eu sentia o arrepio descendo minha espinha, como se me alertasse para algum tipo macabro de armadilha. — Saia. — Eu falei em alta voz enquanto parava de frente para a entrada do túnel e nada, nenhum aviso ou nenhum som me alertando da presença de alguém até que dois corpos saíram da escuridão armados com espada e lança com armaduras que lembravam bem o jeito romano de vestimenta militar. Os golpes eram velozes, precisos e seriam fatais se me atingissem mas pareciam estar quase… Em câmera lenta? Eu pude sentir que se moviam mais devagar do que eu mas, ao parar e analisar a situação, eu estava mais rápido. Bem mais rápido. E a sensação de êxtase que isso me causava era incrível.
Você jamais entrará no território romano, invasor. A primeira Coorte dará cabo de você. — Romano, coorte… Por que isso me era tão familiar, Deuses? Espera, DeusES? A ponta da lança perfurou meu ombro nesse momento breve de desligamento mas o reflexo rápido me fez agarrar o cabo da arma e eu apertei seu centro para travar o garoto comigo. — Péssima escolha, xará. — Resmunguei pronto para atingir o rapaz mas o segundo estava vindo em minha direção e eu precisava agir rápido, mais rápido que ele. Girei meu corpo, e o guerreiro na minha frente, na direção do outro e este parou seu golpe segundos antes de atingir o amigo, o que me deu uma brecha para encaixar um chute no lanceiro e o lançar contra o espadachim. "Filhos da puta!" Pensei enquanto puxava a lança do meu ombro e quebrava o cabo da arma em meu joelho. O espadachim se levantava bem devagar, eu não era muito bom com lanças mas vamos lá, não é mesmo? Teria tudo pra dar certo se não fosse o raio no meio do meu peito que me lançou alguns muitos metros para trás.

Tudo girou, escureceu e então voltou a girar mais uma vez. Eu sentia o cheiro de carne queimada e sentia a ardência no meu peito embora não estivesse sentindo o cheiro do sangue escorrendo. Me coloquei sentado e assisti ao longe enquanto os meninos terminavam de se ajudar a levantar. Com calma, levei meus dedos até o ferimento no meu ombro e, para minha surpresa, estava fechado. Já? Isso… Isso levaria meses para fechar! Anos! Novamente pensei mas não me deixei ficar preso nesse fluxo de pensamentos, rolei em uma cambalhota para frente, peguei a ponta da lança que estava em minha mão anteriormente e então arremessei contra o desgraçado que me lançou aquele raio. Ver a cara dele de dor e ouvir seu grito foram coisas reconfortantes para mim. Eu avancei contra o espadachim que deu dois golpes cruzados formando um X diante de mim. Eu desviei com passos para trás, pisei com toda a força que podia em seu pé mas acabou que quem sentiu dor, na verdade, fui eu. — Hahaha! Você achou mesmo que isso iria funcionar? — Ele perguntou e eu respondi com um chute fortíssimo entre suas pernas que o fez se ajoelhar com lágrima nos olhos. O peguei pelos cabelos e apliquei uma cabeçada que o deixou nocauteado após o golpe. — Bom, isso vai. — Respondi em um resmungo antes de me virar para o outro ferido. Ele estava se levantando depois de tirar a lança do braço e eu avancei contra ele, girando meu corpo no meu pé esquerdo e aplicando um golpe giratório com meu pé direito em seu rosto desprotegido antes que fizesse sua defesa.

Era pra ter sido apenas isso: Uma vitória sob dois jovens e finalmente voltar para casa, talvez? A adaga arremessada próximo ao meu pé era o anúncio de que mais coisas estavam por vir. — Mate-os. — O homem em meus sonhos estava ali, acima do túnel, sentado com suas pernas balançando no ar. Ao seu lado, um lobo me encarava como se fosse uma pessoa e me julgava pacientemente por todas minhas ações. — Como é? — Repeti enquanto me abaixava para pegar a adaga e observar sua lâmina e toda sua extensão. Era uma arma leve, rápida e letal. Da guarda até a ponta da lâmina eram 18 centímetros e, se enterrada até o final em uma pessoa, certamente mataria com tranquilidade. Excelente. — Mate eles, são seus inimigos, não são? — Perguntou ele antes de sorrir mais uma vez e o lobo ao seu lado se ajeitar em suas quatro patas. Eu olhei para o túnel, não conseguia ver muita coisa além senão luzes trêmulas de tochas distantes. Eram, realmente, meus inimigos mas ele mesmo disse que não era seguro estar em casa e, se não era seguro estar em casa, talvez fosse necessário se proteger. — Estavam apenas fazendo seu papel. Você entende o que é isso, não entende? — Falei antes de arremessar a faca para o homem que a pegou ainda no ar e me encarou de forma mais atenta. — Servir e proteger, isso que eles estavam fazendo, você entende o que é isso, não entende? — Perguntei de novo e finalmente ele olhou para o lobo ao seu lado e riu, uma risada alta o suficiente talvez para ser escutada do outro lado daquele túnel. — Eu não falei que ele ainda continuava o mesmo, Lupa? É o mesmo rebelde de sempre. — E saltou para o solo, finalmente parando na minha frente.

A presença do homem era aterrorizante. Seu semblante me causava arrepios mas, ao mesmo tempo, trazia uma estranha sensação de semelhança. — Apagamento de memória, hein? Que coisa, Renly, que coisa… Como você foi se deixar cair em um truquezinho tão banal como esse? — O homem perguntou enquanto me oferecia a mão e então, eu finalmente a apertava pessoalmente. Na palma de minha mão, um frasco de vidro com um líquido que lembrava vinho estava. — Vamos dizer que isso é o máximo que a Lupa pode fazer por você, d’Alviano. A influência dela com os deuses é algo… Considerável. — Eu olhei em direção da loba que, de maneira sutil, assentiu e me deu confiança o suficiente para abrir o frasco e beber o líquido que nele estava em um único gole, até sua última gota.

A sensação era de que minha cabeça ia, certamente, explodir. Eu caí de joelhos e todas as lembranças, toda a enxurrada de sentimentos, emoções e memórias que me foram tirados vieram tudo de uma única vez e saíram como um jorro de vômito que quase respingou no pé do Deus parado à minha frente. — Puta merda… — Resmunguei enquanto tentava me colocar de pé mas o choque da realidade ainda me deixava tonto. — O que você quer de mim, Terror? — Perguntei enquanto apoiava minhas mãos nos joelhos e respirava ofegante, sem tirar os olhos daquele homem ainda mais agora que eu sabia bem o seu nome. — Viu, Lupa? Funcionou. Ele voltou a se lembrar de quem era. — Comentou enquanto dava de ombros e tomava de minhas mãos o frasco, tampando-o por sinal. Terror fez um momento com as mãos e o símbolo dos lobos se acendeu no ar por alguns instantes antes de sumir. — Digamos que eu seja o seu novo… Patrono, Renly. Ordens na casa, nova direção. Você entende bem o que é isso, não entende? — O tom sarcástico do homem em usar minhas palavras contra mim foi algo que me fez sorrir, um sorriso de canto que me fez sacudir a cabeça como se desse corda para ele continuar. Pelo visto, ele sabia das histórias e do fato que eu tinha assumido o cargo de Alfa dos Lycans não apenas uma vez como duas, huh? Fez bem o dever de casa. — Novo patrono, novo pacto. Você sabe bem os termos, não sabe? — Terror me ofereceu a mão e eu a olhei com calma, ponderando pacientemente sobre o que ele tinha à oferecer. — Termos que são…? — Ele revirou os olhos, impaciente. Era mesmo o irmão gêmeo de Timmor para ser tão inquieto. — Serventia, d’Alviano. A mim e à Marte, meu pai. Você não necessariamente estará aliado ao acampamento mas, por hora, seremos sempre bem vindos por estarmos junto dos olimpianos. Sua ações respondem a mim, ao seu Alfa e claro, à Marte. De todo o resto você… É livre para uivar por onde quiser, sempre. — Eu esperei alguns segundos antes de apertar sua mão e então notar seu sorriso sanguinário e aterrorizante que agora sim entendia por que me era tão familiar, eu era um lobo no final das contas. Sempre fui e sempre seria, independente de quem fosse meu patrono. — As suas ordens, meu patrono. — Sussurrei antes de largar sua mão e ele me virar as costas. Eu estava pronto para entrar em Nova Roma mais uma vez depois de um ano e meio tão longe de casa.

Por fim, Terror parou pouco antes de entrar no túnel, virou-se para mim e me olhou de cima a baixo. — O cabelo branco era mais legal, sabia? — E sumiu conforme caminhava para dentro do túnel. Eu puxei meus cabelos para frente dos meus olhos e reparei os fios castanhos-ruivos na minha cabeça, algo que me fez rir antes de pegar os dois jovens desacordados e os carregar até a enfermaria. Eu ainda teria uma longa mudança à frente para fazer antes de finalmente estar em casa...


wearing: Camisa

thanks fallen angel for this code


Poderes:

PASSIVOS DE MERCÚRIO

Nível 30
Nome do poder: Velocidade III
Descrição: Hermes/Mercúrio é o deus mensageiro, portanto, precisa ser rápido. Por isso a ele é atribuído o dom da velocidade. Com o tempo e o treinamento adequado conseguem ficar ainda mais rápidos, e nesse nível, sua velocidade causa inveja nos demais campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de velocidade.
Dano: Nenhum

Nível 35
Nome do poder: Furtividade II
Descrição: Com o tempo você aprendeu a ser ainda mais furtivo. Assaltar lojas, roubar coisas dos bolsos sem ser notado, entre outras coisas, ficaram ainda mais fáceis para você. Ser pego? Não é uma opção.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de furtividade
Dano: Nenhum

Nível 40
Nome do poder: Metabolismo Acelerado III
Descrição: Por serem tão rápidos, os filhos de Hermes têm um metabolismo extremamente acelerado que necessita de muita energia, no caso alimento, para se manter funcionando. Sendo assim, a recuperação do herói é muito mais rápida que a dos outros semideuses. Nesse nível, funciona para todos tipos de ferimentos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +60 de HP e +60 de MP.
Dano: Nenhum

Renly d'Alviano
Renly d'Alviano
II Coorte
II Coorte

Idade : 24

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Mensagem por Macária em Sex Mar 08, 2019 5:27 pm

Renly

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 5.000 xp e dracmas


Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 49%
Gramática e ortografia – 19%
Criatividade – 29%

TOTAL: 4.850 xp e dracmas

Comentários:

Renly,
Não percebi grandes erros e achei a missão bem coerente. No entanto, a letra de seu template é pequena e ele é bem estreito, o que dificultou um pouco minha leitura. No mais, não tenho o que pontuar, seja bem-vindo de volta.




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