The Blood of Olympus
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Mensagem por Alfred Camb. Holdeen em Dom Mar 03, 2019 12:03 pm



A ganância será sua ruína



—Pai! — Foi a primeira coisa que eu disse quando a porta do apartamento foi aberta. — Que saudade, velho. — Falei, o abraçando e sendo abraçado de volta com certa força.

—Alfred… — Ele disse, baixo no meio do abraço. — É sempre um alívio quando você volta vivo pra casa. Você sabe, eu nunca vou me acostumar com essa história de acampamento para seamideuses. Não teria sequer acreditado se você não tivesse me provado tantas vezes.

—Eu sei, nem espero que você entenda, mero mortal. — Respondi, com ênfase na última palavra. Eu adorava irritar Hans com aquela expressão. — Mas tem me feito muito bem, estou cada dia mais forte.

—Daqui a pouco vai estar tão poderoso quanto eu. Melhor eu tomar cuidado. — Ele respondeu, rindo.

Sentei-me no sofá da sala, largando a minha mochila no chão. Tinha algumas roupas e as minhas armas dentro dela. Liguei o videogame e coloquei o Resident Evil 5 para rodar. Eu havia começado a jogar com alguns filhos de Hermes, e agora queria aproveitar o tempo fora do acampamento para zerar. Selecionei o modo de jogo e logo estava atirando na cabeça de alguns zumbis da Umbrella Corporation. Meu pai foi para a cozinha e não tinha voltado desde então. Imaginei que ele estivesse esquentando o almoço, pelo cheiro de cebola e tempero picado que se espalhava pelo apartamento. Pausei o jogo quando ouvi uma voz feminina avisando que o almoço estava pronto. Achei aquilo muito estranho e me levantei do sofá em estado de alerta, indo até a sala de jantar, tendo vista para a cozinha. Limpando o fogão, estava uma mulher ruiva extremamente bela. Ela era ágil e ao mesmo tempo que limpava o pano, aproveitava para lavar as verduras para uma salada. Usava roupas largas, porém davam um estilo agradável. Ela falava como se tivesse uma batata na boca, sempre com os lábios fechados.

—Quem é ela? — Perguntei pro meu pai quando ele apareceu na porta da cozinha.

—Filho, eu quero te apresentar Michelle. Estamos tendo um… eu não sei bem explicar em que ponto estamos, mas…

—Um envolvimento, querido. — A mulher completou, andando com um rebolado sensual como o de uma gata para o lado do meu pai, passando os braços pelo seu pescoço. — Mas ficaremos sérios quando você finalmente parar de pedir pra eu trazer as minhas amigas toda sexta-feira. Aliás, devo fazer isso hoje? Acho deselegante com seu filho aqui.

—Eu sou filho de uma prostituta com um cara que ela achou na rua. Não tem como ser mais deselegante do que isso. — Eu falei, encarando os olhos da mulher. Ela não me cheirava bem, literalmente. — Além disso, meu pai já fingiu que não me viu nu e bêbado no sofá às três da madrugada muitas vezes; desde que meu quarto fique intacto, pode trazer quantas mulheres ele quiser.  

—Ah, ele é simpático. — Michelle respondeu, olhando para mim e depois para Hans. — E bonito também, Hans, você não tinha me dito que ele era um homem assim, tão… robusto. Sua barba combina muito bem com seu rosto, meu querido. — Ela respondeu, com sua voz de batata quente.

—Hoje a noite é dos homens, querida. Você e suas amigas estão dispensadas. — Hans disse, com um sorriso, fitando a mim. — Vamos tomar umas cervejas, filho. Temos muito o que conversar.

Depois desse diálogo peculiar, nos colocamos a almoçar. Michelle insistiu em servir a minha comida, mas eu não confiava nela. Ela era muito persuasiva e eu não conseguia ficar com raiva dela. Eu podia farejá-la, ela não era um ser humano comum. Eu mesmo me servi e almocei, desconfiado da própria comida. Não queria ficar no mesmo ambiente que ela, queria me espairecer um pouco. Pegando algum dinheiro mortal, fui até o bar mais próximo, o pub de Mainne, um velho amigo de infância e pai do meu primeiro namorado. Infelizmente nós terminamos e ele teve câncer logo depois, morreu aos dezesseis anos. Desde então, me aproximei muito mais da família dele. Eles não sabiam sobre minha verdadeira identidade e pensavam que eu estava estudando no Canadá e voltava ocasionalmente para Nova York.

—Alfred! A cada vez que te vejo você está mais barbudo, homem! Vai virar um lobisomem? — Mainne me cumprimentou, abrindo os braços para receber um abraço. — Quanto tempo, rapaz.

—Faz um tempo sim, Mainne. Como o senhor está?

—Feliz como jamais poderia estar, Holdeen. Eu e Felipa finalmente conseguimos a permissão do estado de Nova York para adotar uma criança. — Ele disse, pegando um pano em seu ombro para limpar o balcão em frente a mim, enquanto eu sentava-me em um banco de bar. — Você sabe, desde que Victor foi morar com os anjos… não pensávamos que poderíamos amar novamente uma criança. Mas ele é tão especial…

—Isso é ótimo, cara! Estou muito feliz por vocês. — Eu falei, sorrindo. Eu não era exatamente a pessoa mais empática do mundo, mas naquele caso, eu estava sendo sincero. O carinho que eu tinha pela família do meu ex-namorado era imenso. — Como é o nome dessa criança?

—É Louie. Ele veio da França, está aprendendo a falar inglês ainda. Dizem que a mãe tentou vendê-lo a troco de cocaína. — Ele disse, com um olhar entristecido. “Eu sei bem o sentimento de Louie”, pensei. — Mas agora ele encontrou uma família que irá amá-lo incondicionalmente. Tem só doze anos, acredita?

—Pensei que fossem adotar um bebê ou recém-nascido. — Comentei, pegando o cardápio do bar nas mãos e lendo as opções. — Me prepare um misto quente, por favor?

—É pra já. — Ele disse, virando de costas para preparar o sanduíche. — Íamos sim adotar um bebê, mas quando vimos Louie no orfanato, foi como se ele tivesse algum poder de encantamento, estamos apaixonados.

—Isso é legal, Mainne. — Eu disse. — Por falar em paixão, meu pai arrumou uma namorada nova e não estou gostando nada disso.

A partir daí, eu desabafei tudo que sentia sobre Michelle e porque eu não gostava das namoradas do meu pai. Claro, não revelei nenhum detalhe sobre ser um semideus ou sobre os esquemas de corrupção de Hans. Mainne me aconselhou e, depois de comer o misto quente, ainda fiquei no pub para ajudá-lo com os clientes. Eu gostava tanto de Mainne que não me importava de trabalhar de graça, mas ele sempre acabava me dando algum dinheiro quando eu ficava lá para auxiliar e é óbvio que eu aceitava sem cerimônias.

Quando a noite caiu, decidi voltar para o apartamento. Meu pai havia pedido que eu estivesse lá antes das sete horas. No elevador, eu me encontrei com Michelle. Não a cumprimentei, mas ela crispou os lábios em um sorriso forçado. Subi até o décimo segundo andar e abri a porta. Sob a mesa de jantar, meu pai havia colocado algumas garrafas de vinho, duas taças, dois pratos e uma caixa de pizza de pepperoni. Me sentei em uma cadeira e esperei que ele aparecesse.

—Pai?! — Perguntei.

—Estou indo, filho. — Ele avisou, de dentro de algum dos quartos.

Ele apareceu com os cabelos molhados de um banho e fechando o zíper de sua calça. Estava com uma camisa social entreaberta. Eu estava vestido do jeito que eu gostava mesmo, com uma regata verde-musgo e um shorts jeans azul. Nunca entendi porque meu pai gostava de ser tão formal comigo, mas eu sabia que aquele tipo de evento sempre significava que nós iríamos falar sobre negócios, ou melhor, sobre ilegalidades.

—Precisamos conversar. Está na hora de darmos um passo grande no nosso esquema. — Disse Hans, sentando-se na outra cadeira e pegando uma garrafa de vinho. — Você está prestes a se tornar um empresário de sucesso.

—Então estou sendo promovido de funcionário-fantasma para empresário? Imagino que a minha empresa não exista.

—Você está pegando o jeito, Alfred. — Ele disse, orgulhoso e sorrindo. — Sabe, todo mundo pensa que você estuda em Quebec, não é? Que tal se a sua empresa for canadense?

—Eu sempre gostei mais dos nossos amigos do norte, papai. — Respondi, cortando um pedaço de pizza para me servir. — Mas o mais importante, de quanto estamos falando?

—De um total de quase trinta milhões de dólares, só para nossa família. Pelo seu envolvimento, dividiremos meio-a-meio.
— Ele disse, e eu quase engasguei com a pizza. — O que acha de quinze milhões na conta, rapaz?

Pai, isso é arriscado. Se esse esquema for pego… — Eu disse, assustado porém também tentado. — Quer dizer, quanto nós transacionamos até agora? 110 mil dólares? Como isso vai saltar para 30 milhões?

Meu pai começou então a explicar o esquema. Ele também tinha um tom confiante e persuasivo. Ele disse que essa associação vinha de um grupo social, popularmente conhecido como quadrilha, que havia entrado em contato com Hans depois de saber do sucesso do esquema de multiplicação de dinheiro que ele havia criado em Liechtenstein. Todo o dinheiro que nós ganhávamos, investíamos em posses que impediam as investigações de alcançarem a fonte do dinheiro. O próprio condomínio onde morávamos oficialmente pertencia ao meu pai, e eu era o porteiro que recebia um salário de cinquenta mil dólares mensais. A polícia até tentou, mas não conseguiram chegar em nenhuma conclusão.

—Certo. Eu acho que eu topo. — Eu disse, mas com um pé atrás. Aquilo era arriscado demais para qualquer um. — Por favor, eu não quero ser preso.

—Já estamos envolvidos demais, filho. Caímos na rede, agora vamos aproveitar. Pense no que não faríamos com todo esse dinheiro.

—É… é tentador.

—Um brinde, aos novos milionários de Nova York! — Ele disse, erguendo a taça com vinho. Não muito animado, brindei aos negócios. — Hans Holdeen, e Alfred Holdeen.

. . . . .

Depois de acabarmos com a garrafa de vinho, estávamos bêbados demais. Meu pai foi vomitar no banheiro, mas eu que estava acostumado com os filhos de Dionísio só me deitei na cama e adormeci profundamente. Por volta das três da manhã, ouvi alguém abrindo a porta e senti uma unha tocando meus pés descalços. A sola dos meus pés foi beijada e eu olhei para quem estava fazendo aquilo. Era uma mulher. Ela veio beijando a minha canela e me provocou sexualmente com carícias íntimas.

—Quem é você?! — Eu indaguei, em estado de alerta. — Não vai conseguir nada aí.

—Está se subestimando, Alfred Holdeen?
— A mulher respondeu, olhando para mim. Então me dei conta de que era Michelle. Eu sabia que não deveria confiar nela. — Pois eu acho que você tem uma… grande surpresa pra mim.

—Não pra você.
— Eu respondi, sem saber o que falar enquanto ela me massageava.

—Não gosta de mim, Alfred?
— Ela perguntou, sentando-se em minha cintura e rebolando sobre minhas roupas. Aquilo não tinha efeito nenhum sobre mim, ela era uma mulher.

—Eu sou gay, Michelle. — Eu disse, a empurrando de cima de mim. — E você é uma vadia. — Afirmei, apertando o pescoço dela.

Você só percebeu agora? — Ela colocou as mãos dela em meu pescoço e suas unhas começaram a me ferir, abrindo pequenos cortes.

Acertei um soco no nariz dela e ela bateu a cabeça na parede. Desacordada, eu arrastei Michelle pela sala e a coloquei dentro do elevador. Apertei o botão do térreo e esperava que alguém fizesse algo. Ninguém teria coragem de denunciar o dono do condomínio, portanto não me preocupei com o que os mortais iriam pensar. Tornei a dormir em minha cama, como se nada daquilo fosse real. Mas o sangue no meu pescoço não iria deixar eu me esquecer.

. . . . .

Quando acordei no outro dia de manhã, lavei o rosto e escovei os dentes, tirando também o sangue seco do meu corpo. Meu pai ainda estava morto na cama. Ouvi barulhos na cozinha e peguei a faca de bronze em minha mochila e também uma faca normal no quarto, não sabia se seria um mortal ou um monstro. Silenciosamente me aproximei e observei quem estava lá. Como se a última noite não tivesse acontecido, Michelle estava acendendo o fogo para ferver água. Eu já sabia o que ela era, eu só precisava de uma confirmação, que viria naquela mesma hora.

Olhando e me concentrando nas chamas do fogão, usei todo o meu poder para aumentar o fogo. Criei uma nuvem de fogo que durou mais ou menos quatro segundos enquanto Michelle estava bem na frente do fogão. Seu corpo foi exposto às chamas durante todo esse tempo, mas perdi o controle e o fogo voltou ao tamanho normal. Quando olhou para mim, muito assustada, a mulher estava inteira e sem queimaduras. Ela era feita de fogo. Era uma empousa.

—Eu sei o que você é, maldita!

—Vá para o Tártaro, semideus! — Ela disse, sem conseguir usar seu charme. De repente sua feição mudou e ela começou a falar algo com uma voz lânguida. — Por que não sentamos e conversamos? Eu não vou fazer mal.

—Cala a boca! — Eu disse e em seguida comecei a gritar, gritei muito alto. Ela não poderia me afetar com seu charme se eu não conseguisse ouvi-la.

Brandindo a minha faca, eu corri até ela e acertei um chute em seu peito. Ela agarrou a minha perna e abriu um enorme corte em minha panturrilha. Com dor, pisei em sua cabeça e a deixei presa, enquanto ela cravava as suas garras em mim. Consegui me desvencillhar de suas mãos, espetando seu braço direito com a faca, atravessando seus músculos até os ossos.

—Não estou sozinha, semideus. — Ela dizia, com raiva e em desespero. — Há uma legião de mim atrás do seu pai. Queremos os trinta milhões e o filho dele.

—Cale a boca.

—Eu sou a mais fraca delas, Alfred. Você está morto.

—Eu disse… — Eu tirei a faca do braço dela e coloquei em seu pescoço. —
Para calar a boca.

O sangue espirrou do pescoço da empousa, ela revelou sua verdadeira forma, mas logo se desfez em uma areia densa e depois em pó dourado. Meu pai acordou com a gritaria e só se deparou comigo na cozinha, com a panturrilha empapada de sangue.

—Papai, eu… eu me machuquei.

Poderes e Habilidades:


Nível 4
Nome do poder: Pensamentos Velozes
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano possuem uma capacidade de analisarem rapidamente a situação em que se encontram e criarem uma estratégia param se safarem dela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham um turno para conseguirem agilizar mecanismos e armadilhas, e assim, criarem algo para ganhar vantagem perante a batalha.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.

Nível 2
Nome do poder: Controle do Fogo I
Descrição: O semideus filho de Hefesto pode controlar uma pequena quantidade de fogo. Isso quer dizer que ele pode move-lo, aumentar as chamas – pequena quantidade – ou algo semelhante, mas não o cria. Filhos de Hefesto/Vulcano com poderes para criar fogo são raros, a maioria apenas consegue fazer algo semelhante a isso. Nesse nível, o controle se resume a uma tocha de tamanho médio, ou o fogo baixo de uma lareira.
Gasto de Mp: -15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Arsenal:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

 


Alfred Cambridge Holdeen

Don't care about your outside beard, it's the inside beard that counts.

Alfred Camb. Holdeen
Alfred Camb. Holdeen
Filhos de Hefesto
Filhos de Hefesto

Idade : 20

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= A ganância será sua ruína = - CCFYs de Alfred Holdeen Empty Re: = A ganância será sua ruína = - CCFYs de Alfred Holdeen

Mensagem por Deméter em Dom Mar 03, 2019 1:13 pm


Alfred


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 2.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 49%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 1.960 XP + 1.960 dracmas (-15MP)

Comentários:

Dear, sua escrita é boa, contudo, os descontos foram resultado de alguns erros ortográficos encontrados em meio da sua narração. O primeiro desconto foi também resultado de algumas carências de detalhes que pude sentir/notar durante seu texto. No mais, parabéns!

Atualizado pela Lady Ártemis.


Deméter
Deméter
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários

Localização : Jardim do Éden

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Mensagem por Alfred Camb. Holdeen em Seg Mar 11, 2019 10:50 pm



A ganância será sua ruína



A semana seguinte após a morte de Michelle se sucedeu de uma maneira muito estranha. Meu pai não sabia que a sua amante era um monstro que queria sugá-lo (no mau sentido da palavra) e ainda me matar. As últimas palavras dela ainda ecoavam em minha mente. “Eu não estou sozinha semideus, há uma legião de mim atrás do seu pai, queremos os trinta milhões e o filho dele”. O que aqueles monstros fariam com tanto dinheiro mortal? Qual era o plano das empousai? Qual o tamanho do risco que eu corria? Eram tantas perguntas, e eu parecia estar muito distante da mais breve resposta.

Mas nesta parte da minha história, não quero contar o que houve com os monstros, mas sim um segundo fato paralelo a tudo o que houve em Nova York.

Nos primeiros dias depois da morte de Michelle, meu pai parecia despreocupado. Ela não estava o respondendo pelas mensagens e nem atendendo suas ligações, mas ele achou que não passava de charme, por ele ter a expulsado de casa para passar a noite comigo. Mas com a morte da empousa e sua volta para o Tártaro, as evidências de sua existência começaram a sumir do mundo mortal. As memórias mentais de Hans ainda eram nítidas, mas as fotos em que ela aparecia sumiram misteriosamente do celular, o contato dela foi apagado de agendas físicas e virtuais, seu facebook, instagram e outras redes sociais foram deletados sem nenhum tipo de histórico salvo. Seu número de telefone foi passado pra uma pessoa comum, que não fazia ideia de quem fosse Michelle. O dinheiro que ela tinha foi espalhado pelos quatro cantos da cidade, e mendigos e pessoas de sorte encontravam as notas no chão. Simplesmente foi como se eu tivesse voltado no tempo e tivesse impedido que Michelle nascesse.

Ao passar de sete dias, isso começou a atordoar o meu pai. Ele não dormia direito, ia à delegacia todos os dias, mas os registros indicavam que ninguém com aquele nome sequer existia, muito menos foi dado como desaparecido. Procurou por detetives corruptos que auxiliavam nos esquemas de corrupção confundindo o FBI. Ninguém sabia quem era ou havia visto Michelle. Desesperado, vi Hans caindo nas bebidas pela segunda vez na vida. Em parte, eu me sentia culpado por aquilo, mas… culpado por ter salvo a vida dele? Um instinto semideus, uma espécie de intuição, dizia que eu não deveria contar a verdade para ele. Eu confio muito em meus pressentimentos.

Passei a cuidar do meu pai como cuidava de uma criança que precisa de atenção especial. Fazia refeições saudáveis, preparava chás de ervas (inclusive as ilícitas), sucos e garantia que ele fosse ficar vivo e atento. Para passar o tempo, montei uma máquina de café com ele, eu mesmo a projetei e levamos alguns dias soldando tudo. É claro, eu faria aquilo em menos de 24h, mas eu queria enrolar e ver meu pai se ocupando com algo além de se desesperar pela falta de Michelle. Terminamos de montá-la em uma sexta-feira, por volta das três horas da tarde.

—Agora, dois copos de capuccino, que tal? — Ofereci a Hans. — Pra celebrar.

—É pra já, com ou sem açúcar?

—Amargo.
— Eu disse, sem titubear.

No momento em que meu pai apertou o botão para preparar o café, a sua imagem começou a ficar ondulada e embaçada, como se a realidade estivesse se transformando em água. Aquilo poderia me assustar, e de fato assustou nas primeiras vezes, mas depois de tantos anos, a coisa mais fácil do mundo era reconhecer uma mensagem de Íris. Ela não era como um celular, então eu não podia ir pra um lugar reservado. Contudo, meu pai não podia vê-la ou ouvi-la.

—Pai, estou recebendo uma mensagem, não estou louco e nem falando sozinho, tudo bem?

Não prestei atenção na resposta dele, pois logo nitidamente surgiu a imagem de uma criança chorando. Tinha cabelos louros e olhos azuis, agora avermelhados por conta das lágrimas. Imediatamente reconheci o rosto de Valentinne, a irmã mais nova da minha quase-irmã, Candace Lammar. Foi a primeira pessoa que eu conheci quando cheguei ao acampamento, ela já estava lá há um ano. Ela sempre me incentivou a seguir com meus projetos, eu construí sozinho com ela uma casa na árvore para nós dois. Eu a via todos os dias, almoçávamos juntos fora do refeitório, ela me dava poções e presentes e eu lhe forjava joias e armas sem exigir nada em troca. Eu sabia os detalhes mais sórdidos da vida dela, desde namoradinhos até missões de resgate e importantes para o acampamento. Candace era filha de Afrodite e recebera uma bênção especial de Hécate que a permitiu se tornar uma poderosa feiticeira. Lutou ao lado do Olimpo na guerra contra Nyx e desempenhou um dos papéis-chave na batalha.

No meio da guerra, o medo e a insegurança fizeram com que ela se afastasse de mim e se aproximasse de um grandalhão do chalé de Perséfone. O tal Logan Painne parecia uma muralha. Às vezes até eu tinha vontade de pedir socorro em um abraço dele. Mas era um bobão. Candace me apresentou a ele, mas não nos bicamos muito. Eu tinha ciúmes dele, e ele parecia legal demais pra não estar escondendo algo. Depois que a guerra acabou, Candace constantemente reclamava de Logan. Dizia que ele estava a tratando diferente, que ele mal a beijava, que ela vestia as roupas mais sensuais e usava os perfumes mais caros, mas ele não queria mais ter sexo com ela. “Ele tem outra, Candy”, eu dizia, mas ela preferia acreditar na palavra de Logan, que negava ter outro tipo de envolvimento.

Pois bem, decidindo ver com meus próprios olhos, segui o filho de Perséfone um dia em que ele me parecia particularmente suspeito. Ele foi para o lago do acampamento muito tarde para que fosse apenas nadar. Desconfiado, fui discretamente o seguindo pelo bosque, até que o encontrei no lago. Peter Gallagher. Era esse o nome do sufrágio de Candace. Não quis ver o que ia acontecer com os dois ali, mas suponho que Candace queria muito estar no lugar do filho de Eros.

Contei tudo para ela. Candy além de não acreditar, me acusou de estar tentando sabotar o relacionamento dela. Disse que isso não era uma atitude de quem era amigo há tantos anos, que eu deveria repensar os meus atos, atacou a mim e meu pai, disse as piores coisas possíveis. Eu queria muito bater nela, mas eu posso até ser um homem dono de 15 milhões de dólares ilegais, todavia continuo sendo um homem e jamais levantaria um dedo contra uma mulher, por mais que Candace merecesse. Preferi acreditar em “karma is a bitch” e a deixei de lado. Foi nessa situação que parti do acampamento meio-sangue, voltando para Nova York pra ficar com meu pai, até o momento que descrevi agora.

—Alfred, Candace desapareceu há dois dias. Ela não voltou pro chalé, eu não sei o que está havendo.

—Vale, como assim? Onde ela foi da última vez?

—Ela saiu para treinar com o Logan, eu fui com eles, mas eu acabei me separando porque um menino que eu gostava estava lá e… enfim! Eles disseram que iam apostar corrida até a praia e depois ir almoçar. Candace não apareceu na mesa do chalé de Afrodite, nem no chalé… procuramos pela praia e por Logan, mas não encontramos ele. Eu encontrei com o filho de Eros que está sempre com ele e perguntei sobre o Logan.

—O que ele disse?

—Não me deu muitos detalhes… — Ela respondia, frustrada e tornando a entrar em uma crise de choro. — Disse que ele viu os dois brigarem e ela empurrou o Logan no mar, e ele se afogou. Ele resgatou o outro e levou pra enfermaria, mas que a última vez que ele viu Candace foi indo embora da praia e batendo o pé.

—Eu sabia! Eu sabia que eu estava certo sobre o Logan! Ele fez alguma coisa, eu tenho certeza! — Berrei, e fiz meu pai derrubar o capuccino com o susto. — Aquele filho de uma…

—Alfred, por favor, me escuta, eu ainda não terminei…— Vallentine continuou, e eu respirei fundo, tentando me acalmar. — Depois disso, eu perguntei onde Logan estava, e Peter pediu que eu o deixasse em paz. Mas eu não obedeci, eu precisava saber onde Candace estava. Eu fui atrás de Logan no chalé de Perséfone, e encontrei ele muito abatido. Ele estava muito magro, com os olhos fundos e as costelas aparentes. Você consegue imaginar isso, Alfred?

—Não. — Respondi. Não tinha muito o que dizer, Logan era uma muralha. — Não consigo, Valle.

—Ele estava, e tinha uma cicatriz gigante no braço esquerdo, por cima das tatuagens, era muito visível e parecia ser recente. Ele estava passando um extrato floral por cima dela, mas eu consegui ver. Eu o peguei de surpresa, e ele se irritou. — Vallentine continuou a contar, em total tom de tristeza e desabafo. — Mas se ele tivesse feito algo com minha irmã, não estaria naquele estado, ele teria fugido ou simplesmente se feito de desentendido. Quando eu perguntei o que houve, ele disse que não se lembrava. Tentei usar o charme, tentei enfeitiçá-lo, mas todas as vezes ele dizia que não se lembrava. Não é possível que seja mentira, Alfred.

—É, de fato pouco provável. — Falei, me contrariando, portanto em tom de voz baixo. — Mas ele não deu mais nenhuma pista?

—Não. Depois disso o filho de Eros me achou no chalé e mandou eu ir embora. Acabei obedecendo, porque não achei que eu fosse conseguir tirar qualquer informação do Logan e ele parecia realmente adoentado.

—Se algo ou alguém fez isso com Logan, deve ter o libertado e apagado a sua memória. Mas e Candace? Por que não fizeram o mesmo?

—Eu não sei! — Vallentine gritou, desatando em choro novamente. — Por favor, volte pra cá, Alfred, eu preciso de você, é meu único amigo e o único que vai entender o que estou passando. Candace era como uma irmã pra você, e eu sou irmã de verdade dela… somos uma família!

Depois deste apelo emocionado, a mensagem de Íris desapareceu e meu pai estava olhando para minha cara, com um pano na mão, depois de ter limpado o capuccino no chão. Eu estava simplesmente estático, apático, senti tanto medo, tristeza, rancor e desespero que os sentimentos se misturaram e se anularam. Senti como se uma força superior estivesse esmagando o meu crânio e forçando minhas pálpebras para baixo. Sentindo o meu sangue correr como gelo em minhas veias, vi a minha visão escurecendo e meu corpo perdendo o próprio sustento. Meu pai largou o pano e correu em meu socorro. Eu só podia sentir os seus braços e ouvir os seus gritos, mas não tinha como reagir, até que tudo simplesmente apagou.

Quando abri meus olhos, uma máscara de oxigênio estava tampando a minha boca e o nariz. Hans e Maine estavam ao meu lado. Pelo que pude reconhecer, eu estava na sala de emergência de um hospital, ao lado de velhos infartados e crianças com ossos quebrados. Meu braço estava espetado e eu recebia uma solução fisiológica com algum remédio para me manter vivo.

—Finalmente, Alfred. Meu Deus, você me deixou tão preocupado. — Meu pai disse, agarrando a minha mão sem a agulha, ainda estava gelada. — Não entendo o que houve!

—Parece uma queda súbita e grave de pressão sanguínea. Este soro fisiológico contém uma solução de metilsulfato de amezínio, pode causar taquicardia, mas acho que a dose está certa. — Maine dizia, analisando a etiqueta no soro fisiológico. — Ainda mais porque ele apresentou uma redução da frequência cardíaca. — Ele completou, olhando para meu pai.

—Você precisa esfregar na minha cara que é médico? Porque não cura meu filho de uma vez? — Meu pai respondeu, nervoso. — Ah, deve ser porque trocou salvar vidas por embebedar universitários pela madrugada.

—Você não sabe nada da minha vida, Hans Holdeen! Não me acuse sem antes olhar pro próprio rabo, seu irresponsável.

—Parem! — Eu disse, o mais alto que consegui. — Obrigado por vir, Maine, mas pode me deixar com meu pai. Vou visitá-lo no pub assim que estiver livre dessa maca.

Maine acenou com a cabeça e deixou o quarto. Meu pai apertou novamente a minha mão, preocupado. Uma enfermeira entrou na sala e pediu que meu pai aguardasse do lado de fora. Obediente, Hans foi para a sala de espera, enquanto a enfermeira desconectava o soro do acesso venal. Ela tinha um cheiro muito estranho, um cheiro que eu havia sentido recentemente. Ela se entregou quando acidentalmente abriu a boca e eu pude ver os seus caninos mais afiados que o normal.

—Meu anjinho! — Ela disse, olhando para mim com um charme acalentador, um olhar materno. — Que bom que acordou, posso liberá-lo agora mesmo. Só vou aplicar um remédio em suas veias para evitar que sua pressão caia novamente, tudo bem?

—Não. — Eu respondi. Confesso que estava tentado a abraçá-la, ela parecia como uma mãe, mas eu tinha visto seus caninos e mantive aquilo na cabeça. — Saia daqui ou eu te mato.

—Certo, irei sedá-lo novamente! — Ela agora parecia menos maternal, e tinha uma seringa com uma agulha muito grossa fixada em sua ponta. — Ainda não está em bom estado.

—Ah, eu estou ótimo! — Eu respondi, fixando o meu olhar na agulha. Uma aura magnética emanava de meu corpo naquele momento.

A enfermeira ficou sem entender o que estava acontecendo. Quando ela amoleceu a mão, usei toda a energia que pude reunir para atrair a agulha até a minha mão, trazendo a seringa junto.

—Ei, o que você está faz… — Antes que a enfermeira pudesse completar a sua fala, espetei a injeção em seu pescoço e a apertei com força. Os olhos dela ficaram vermelhos, arregalados e quase saltando de suas órbitas. — Se… mi… deus… — Ela tentou dizer e agarrar o meu pescoço, mas logo caiu no chão, se contorcendo em convulsões.

Antes que ela terminasse de fazer o seu show de morte, saltei da maca e corri para a sala de espera. Agarrei a mão do meu pai que estava sentado em um banco e saímos o mais rápido possível do hospital. Ele dirigiu até o apartamento e queria que eu descansasse o resto do dia, mas depois do meu pequeno acidente, eu tinha os meus pensamentos em ordem.

Era hora de fazer as malas e voltar para o acampamento, antes que mais algum semideus desaparecesse como Candace.

Poderes e Habilidades:

Nível 4
Nome do poder: Pensamentos Velozes
Descrição: Os filhos de Hefesto/Vulcano possuem uma capacidade de analisarem rapidamente a situação em que se encontram e criarem uma estratégia param se safarem dela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganham um turno para conseguirem agilizar mecanismos e armadilhas, e assim, criarem algo para ganhar vantagem perante a batalha.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Magnetismo I
Descrição: É a habilidade que permite aos filhos de Hefesto/Vulcano, controlarem o magnetismo. Nesse nível, ainda não são tão desenvolvidos, mas podem fazer pequenos metais que forem atirados em sua direção, mudar o curso, ou até mesmo voltar-se contra aquele que o lançou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona com objetos relativamente pequenos, como porcas e parafusos, ou objetos de até 20kg. O dano será a critério do narrador, e da forma com que o poder foi utilizado.

Arsenal:
Nenhuma arma utilizada

 


Alfred Cambridge Holdeen

Don't care about your outside beard, it's the inside beard that counts.

Alfred Camb. Holdeen
Alfred Camb. Holdeen
Filhos de Hefesto
Filhos de Hefesto

Idade : 20

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= A ganância será sua ruína = - CCFYs de Alfred Holdeen Empty Re: = A ganância será sua ruína = - CCFYs de Alfred Holdeen

Mensagem por Somnus em Ter Mar 12, 2019 2:44 pm


Alfred


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 4000XP e Dracmas

DESCONTOS:
Nenhum.

Comentários:
Achei um pouco estranho você acordar numa maca de hospital depois de ter sido envenenado e já sair pulando e correndo como se nada tivesse acontecido, porém decidi dar somente um aviso em vez de descontar pontos. No mais, você escreve bem e mesmo que eu tenha me perdido em alguns momentos por não haver uma quebra de texto indicando a passagem de tempo, não é algo que descontaria pontos por si só. É isto.

Atualizado por Lady Diana




Somnus
"Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso."
Somnus
Somnus
Deuses Estagiários
Deuses Estagiários


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= A ganância será sua ruína = - CCFYs de Alfred Holdeen Empty Re: = A ganância será sua ruína = - CCFYs de Alfred Holdeen

Mensagem por Alfred Camb. Holdeen em Ter Mar 12, 2019 4:40 pm

Somnus escreveu:

Alfred


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 4.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 4000XP e Dracmas

DESCONTOS:
Nenhum.

Comentários:
Achei um pouco estranho você acordar numa maca de hospital depois de ter sido envenenado e já sair pulando e correndo como se nada tivesse acontecido, porém decidi dar somente um aviso em vez de descontar pontos. No mais, você escreve bem e mesmo que eu tenha me perdido em alguns momentos por não haver uma quebra de texto indicando a passagem de tempo, não é algo que descontaria pontos por si só. É isto.

Aguardando Atualização.


Só gostaria de usar esse espaço para justificar o que foi comentado, caso o staff que for avaliar ache injusto o não-desconto, etc.
O Alfred não foi envenenado. Ele desmaiou por uma queda de pressão devido ao estresse, conforme o Maine avaliou. Quando o pai dele saiu, a empousa tentou envenená-lo com a seringa, mas ele desconfiou disso e usou a seringa contra a própria empousa, envenenando a ela e não a si mesmo. Não faria sentido ele se recompor tão rápido se estivesse sob efeito de um veneno.
Trata-se apenas de um erro de interpretação!

Obrigado pela atenção.


Alfred Cambridge Holdeen

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