The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

[MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville

Ir em baixo

[MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville Empty [MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville

Mensagem por Kalel Levitz em Seg Fev 25, 2019 12:51 am

and when i smile,sun shines
Anjinho guardião protetor dos cuidadores

Missão escreveu:De volta para casa: As férias chegaram ao fim e as aulas estão prestes a começar para boa parte dos semideuses. É hora de voltar para casa e vivenciar novas aventuras no mundo mortal, acontece que esse retorno pode não ser o que você esperava. O caminho de volta também é traiçoeiro, monstros estão a espreita por toda parte e a seita ainda não foi 100% derrotada, embora sejam poucos eles ainda existem. E então? Como vai ser seu retorno? Conte-nos a aventura vivenciada por seu personagem no caminho de volta.

Orientação: Deve narrar no mínimo dois desafios enfrentados por seu personagem, pode desenvolver tramas pessoais e relações com o mundo mortal, os pais do seu personagem, os avós, se alguém foi busca-lo ou etc. O importante é contar como foi a aventura do retorno de volta para casa, quanto mais criativo melhor.

Recompensas: Até 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão. A recompensa poderá ser diminuída de acordo com a criatividade, o desenvolvimento, o desavio criado, a ortografia ou outros fatores que possam influenciar a avaliação.
Kalka’il estava animado com o fato de terem vencido a guerra, assim como com as férias que havia chegado, não que ele ainda fosse legionário ou precisasse trabalhar, já que a riqueza de sua família podia o sustentar por pelo menos mais trinta anos. De qualquer forma ele não ligaria se tivesse que trabalhar, mas suas responsabilidades como celestial não permitiam que ele fizesse.

Assim que ele saiu do banheiro, jogou a toalha por cima dos ombros, sem nem mesmo se secar o suficiente. Notou então Uriel, parado na sua frente, encarando-o totalmente pelado. Levitz sorriu de canto com a sugestão do rapaz, ignorando o fato de estar nú.

— Seu pai parece ser bem legal, adoraria conhecer ele... Afinal tenho que pedir sua mão pra ele, certo? — Ele se aproximou do noivo e bateu levemente o dedo na ponta do nariz dele, fazendo um som de ‘bup’ quando pressionou o local. — Avião? Barco? Comigo te carregando? Vamos como?

Assim que o mais novo o respondia, o filho de Belona foi colocar uma cueca. Depois a sua calça de couro preto e seus coturnos. Uma blusa cavada e toda transparente cobria — ou não — o tronco do celestial. O rapaz encarou o noivo com uma carinha triste.

— Vou ter que deixar isso de lado... Eu odeio fazer as malas. — Faz bico.

Sorriu de canto quando ouviu que o garoto iria comprar as passagens e eles apenas iriam. Afinal fazia o total sentido comprar roupas ao invés de levar as próprias e ter uma mala gigante pra fazer. A empresa dos Levitz continuavam ativa mesmo depois do pai de Kal desaparecer, todos os cartões e cheques funcionavam e os negócios apenas cresciam mais cada vez.

Enquanto Uriel falava sobre o quão gato ele estava, Kalka’il não conseguiu evitar a risada e negar com a cabeça. Ele pegou então a sua coroa e a encaixou na cabeça e também colocou o par de luvas pretas. Sabia que poderia parecer gótico de mais ou até mesmo esquisito para outras pessoas, mas estava cagando para o que iriam pensar. Vários anéis ficaram adornando seus dedos, todos eram armas que poderiam ser usadas, assim como uma corrente dourada com alguns pingentes.

Mas por que tantas armas? Os dois haviam decidido que iriam de a pé até o aeroporto assim poderiam ir com toda a calma, conversando e tudo mais, mas ainda assim tinham o risco de enfrentar algum monstro pelo caminho, afinal boa parte do trajeto seria pelo meio da floresta. Mesmo que a idade de Kalka’il e o perfume de Uriel pudessem não atrair criaturas, era melhor garantir.

Eles andavam de mãos dadas enquanto Uriel falava sobre as coisas que eles poderiam ver e fazer em Paris. Kalka’il riu balançando a cabeça de forma negativa com o fato de um café ter bebidas alcoólicas, aquele seria o paraíso para ele.

— Lugar perfeito então! Eu posso encher a cara enquanto você pede aquelas bebidas que eu nem sei falar o nome direito. Depois podemos ir pra praça tirar uma panca... Não sei se você faz isso, mas eu amo.

Foi então que ele ouviu um galho caído no chão estalar, logo atrás deles. Graças ao seu pensamento rápido e alta atenção ao redor, ele pode ter uma reação rápida. Da sua coroa ele invocou seu Iryak, o segurando firme em mãos. Puxou a corda, materializando uma flecha e a lançou na direção de uma das árvores, a qual o som parecia ter vindo de trás.

— Temos companhia Uriel, se prepara pra lutar.

Da trás da árvore uma Harpia surgiu, parecia estar extremamente irritada com a presença deles ali e então ela começou a correr na direção dos dois, pronta para atacá-los. Kalkai’l guardou seu arco e então fez com que as suas luvas ganhassem garras e foi na direção da criatura. Sua destra tentou acertar ela no ombro direito, mas acabou sendo falho por que ela conseguiu desviar para o lado e fazer um pequeno corte com as garras no antebraço do semideus.

Kalka’il arfou levemente com a ardência do corte, olhou para ele apenas para ver se era fundo, afinal graças a sua regeneração rápida machucados se recuperavam rapidamente. O que aconteceu depois quase passou despercebido pelo rapaz. Uriel havia acertado uma flecha na harpia, que por sua vez foi correndo na direção do filho de Cupido.

Assim que ele focou o olhar na luta viu que seu noivo quase fora decapitado pela criatura, que estava extremamente enfurecida por algo que ele não fazia a menor ideia. Mas pouco importava, eles eram semideuses e ela iria com tudo para cima. Esperou para que ela focasse completamente em Uriel para que pudesse fazer algo.

Ele então começou a usar a sua aerocinese para conseguir controlar o ar ao redor da criatura. Como se fosse uma espécie de redemoinho as folhas de lá começaram a girar ao redor da harpia e consequentemente de Uriel. Eles não conseguiriam ver nada do que estava para fora, afinal o vento acabou levantando um pouco de terra também. Usaria uma das táticas que aprendeu com os dez anos que serviu a legião: ser furtivo.

Então ele começou a manipular a luz ao redor do seu corpo o tornando completamente invisível. Com o auxílio do som que o vento produzia a criatura não iria conseguir ouvir os passos que ele dava, assim a sua estratégia furtiva seria ainda mais fácil. Ele foi caminhando normalmente até ela, pois sabia que se corresse a luz iria falhar e mostrar onde ele estava.

Se aproximou o suficiente da criatura e então fez com que o vento cessasse. Sua destra foi na direção da cabeça dela enquanto a canhota mirava na direção do pulmão. Como ela estava de costas não iria perceber quando Kalka’il ficasse novamente visível. Como um acerto crítico a criatura ficou estática quando foi perfurada nas duas regiões. Com o auxílio de sua força, o celestial levantou a harpia e a jogou para trás, fazendo om que a mesma se transformasse em pó dourado no ar, antes mesmo de atingir algo.

Uriel falou sobre a batida nas costas e os cortes que a criatura havia dado nele. Kalka’il até estava feliz com aquilo, mas sua expressão mudou e seus olhos giraram com o selinho do mais novo e com o fato de que ‘o amor iria curá-lo’, por ser filho de Cupido. O celestial nunca gostou de romantismo ou coisas melosas, mas seu noivo fazia questão de demonstrar isso quase o tempo todo.

O garoto se desfez das luvas logo após Uriel ver que não tinha mais ninguém com eles ali e guardar o seu arco. O filho de Belona até tomou um certo susto com a expressão que Uriel fez ao olhar o celular e ver que eles estavam atrasados. Kalka’il nunca entendeu direito o porquê o rapaz andar com um daqueles aparelhos, afinal poderia atrair mais monstros pra eles.

— Bom, devemos ir voando e eu te levar. — Falou depois deles pensarem um pouco sobre como iriam rápido até o lugar. — Sou mais rápido e mais forte, consigo te levar sem afetar minha velocidade.

Kalka’il retirou a sua camisa, pois ela era linda de mais pra ser rasgada e estragada. Entregou para Uriel que a guardou e então abriu as suas asas, brancas com as pontas das asas completamente douradas, parecendo ouro maciço, porém eram macias e delicadas como... penas!

Voar era a melhor opção, afinal se fossemos atacados não teríamos nada impedindo a gente de ver, assim como não tinham árvores ou um terreno tortuoso para atrasar eles ainda mais. Não se preocupava muito em ser visto pelos outros, por isso voo o mais alto que conseguia sem dificultar a respiração de Uriel.

A cada dez segundos o filho de Cupido fazia questão de pegar o celular e falar que estavam atrasados. Aquilo estava o irritando, de fato, afinal ficar falando sobre o atraso não iria fazer ele voar mais rápido ainda, afinal já estava no seu limite de velocidade. Mas a última vez que ele fez aquilo foi a gota d’água.

O celestial simplesmente soltou o garoto dos seus braços o fazendo cair por alguns metros. A cara de desespero do rapaz era impagável, por isso Kalka’il deu um rasante e o pegou nos braços de novo, voltando a voar o mais rápido que conseguia enquanto ria de forma descontrolada do noivo.

— Eu não faço mais isso se você parar de falar que estamos atrasados ou ficar falando quanto tempo temos. Isso está ajudando um total de vários nadas, Uriel.

Depois daquilo a viagem foi completamente tranquila. Conseguiram chegar a ‘tempo’ no aeroporto. Kalka’il pousou entre uns galpões e prédios que tinham ali perto, assim nenhum humano os veriam. Agora só faltava entrar e partir pra toda a burocracia chata.

Passaportes conferidos. Detector de metais quase perfeito, exceto pelo fato de implicar com a fivela do cinto que o celestial usava. Pra sorte não havia implicado com os anéis e ele teve que ficar segurando a coroa na mão, por que parecia não ser agradável usar naquele lugar. Como não tinham malas o que restou foi apenas embarcar.

O avião estava atrasado e tiveram que esperar mais meia hora pra de fato entrar lá. Já dentro do transporte eles se acomodaram nas poltronas designada e Levitz se sentou ao lado da janela, para que pudesse apreciar a vista enquanto voavam. Uriel começou a falar sobre os acontecidos até aquele momento.

— Ah, se eu soubesse que o avião ia atrasar eu teria brincado mais com aquela harpia chatona.

Uriel deitou sua cabeça no ombro do mais velho, que ficou olhando pela janela. Não estava pensativo de fato, afinal não conseguia pensar em nada específico, mas ainda assim estava perdido em devaneios aleatórios até o filho de Cupido começar a falar.

Falaram de tudo que podiam, do acampamento, da legião, de monstros e planos futuros. Até mesmo o endereço do pai de Uriel foi citado e de coisas que existiam lá perto que eles poderiam aproveitar e se divertir fazendo. Foi aí que Kalka'il percebeu que dois homens que estavam sentados no banco de trás não paravam de encarar os dois. Mas ele deu de ombros, achou que estavam olhando pra ele por ter colocado a coroa de volta.

Depois de quase quatorze horas no voo eles finalmente chegaram em paris. Uriel parecia completamente animado e nostálgico por ter voltado pra lá, era bonitinho ver ele daquela maneira, por isso Kalka’il sorriu de canto, todo abestalhado. Mas foi então que ele sentiu algo gelado encostar em suas costas, era uma arma de fogo e ele sabia disso. Não tinha olhado para trás, mas eram os caras que estavam sentados atrás deles no avião.

— Vocês dois vão ficar quietos e nos acompanhar como se nada estivesse acontecendo. — Falou a pessoa que estava atrás de Uriel — Se tentarem alguma gracinha, os dois morrem. — Completou o outro, sorrindo de forma debochada. — Não só os dois, como o papaizinho também.

— Ora, ora, ora. Sabia que tinha algo de estranho com os dois babacas atrás de nós. Mas ok, seguiremos vocês.

Então eles foram levados até o estacionamento do aeroporto. Assim que chegaram lá, o rapaz atrás de Kalka’il o empurrou levemente para frente, apontando a arma na direção da cabeça dele. Para a sorte de ambos, aqueles homens estavam sem o inibidor de poderes, Levitz sentia que seu poder ainda estava ali, intacto.

— Sabe o lado ruim de tentar briga com pessoas como nós? — Disse Kalka’il, ativando o seu poder e alterando a sua aparência, para não ser flagrado pelas câmeras. — Nós temos poderes, somos semideuses.

— E nós somos da seita, tão entendendo? Vocês estão fodidos.

— Pelo que sabemos, os membros da seita possuem inibidores de poder, não? Então por que eu posso fazer isso?

Ele ativou as suas asas e então avançou na direção do rapaz, que tentou atirar e acabou acertando de raspão o pescoço do garoto. Kalka’il arfou com a dor e fez com que soltasse o rapaz, mas pra sua sorte conseguiu fazer ele ser arremessado para trás e derrubar a pistola de lado. Ele se levantou e correu na direção do homem que também já havia se levantado.

Eles começaram a trocar socos. Kalka’il tomou alguns no rosto e no seu peitoral e mesmo assim conseguiu executar algum dos golpes com maestria no outro. O membro da seita acabou com o lábio cortado, que estava sangrando. Levitz não sabia se o que escorria no seu rosto era sangue o suor pela rapidez que ele estava lutando com o outro.

Mas em meio a um descuido o rapaz acabou sendo acertado na perna, no joelho pra ser exato, e isso acabou fazendo com que ele caísse no chão, dando brecha pro outro o acertar no rosto com vários golpes. Naquela altura ele tinha a certeza de que o que escorria pelo seu rosto era sangue. Por alguma razão os socos que recebeu no rosto o deixaram atordoado o fazendo não conseguir revidar ou se levantar.

O membro da seita segurou Levitz pela garganta, tentando o deixar sem fôlego para ele definitivamente não levantar.

— Então, seu viadinho. Ta achando que por que a gente não tem poder não podemos dar conta de dois semideuses como vocês? Vocês são patéticos.

Kalka’il precisava pensar rápido para conseguir se manter vivo e por isso a única coisa que conseguiu pensar foi em acabar com a vida do homem a sua frente. Pensou se aquilo seria correto e justo, mas chegou a conclusão de que se não o fizesse teria a sua vida tirada, o seu adversário tinha um bônus na escolha por ser parte de uma organização que fazia coisas terríveis.

O celestial respirou fundo e mirou um soco na direção da barriga do cara, assim que atingiu o local fez com que a sua luva voltasse a criar garras. Elas perfuraram o homem, dando a chance de Kalka’il acabar com ele ali mesmo. Subiu a sua mão para cima, fazendo com que as três lâminas de sua luva cortassem todos os orgãos internos daquela região.

O homem caiu no chão, agonizando com a dor e soltando o celestial.

— Sim, eu to achando exatamente isso mesmo. Agora padeça e vá para o inferno que é o seu lugar.

O homem ficou no chão, engasgando com o próprio sangue. Demoraria poucos minutos para ele estar completamente morto, mas iria sofrer e agonizar até os últimos segundos da sua vida. O outro que estava com ele estava atrás de Uriel, não parecia querer machucá-los mais, mas entendeu que era por causa dos poderes de seu noivo. Kalka’il suspirou de forma pesada com a sugestão do filho de Cupido de deixar o homem apenas desacordado.

O celestial negou com a cabeça, sabendo que aquilo seria uma burrice gigante. A seita podia não ter sido completamente destruída e que deixar um deles vivo poderia trazer atenção indesejada e ferrar ainda mais com eles e com sua segurança, fora que outros semideuses poderiam correr perigo, caso fossem achados.

— Com toda certeza não, Uri. Ele já nos viu, sabe nossos rostos, matei o amigo dele. Não vão deixar barato. Não é uma opção ele ficar vivo.

Caminhou até o homem atrás do mais novo e então cravou as garras da luva no peitoral dele, matando-o instantaneamente. O outro continuava engasgando em sangue e sofria de uma maneira que até dava dó. Uriel sentia isso, claramente, por isso resolveu que iria dar um fim ao sofrimento do outro.

Kalka’il mal prestou atenção naquilo. Procurou por uma torneira ali por perto, que pra sua sorte ficava perto de um poste e lavou a sua mão e luva para que pudesse retirar o sangue do membro da seita, sua camisa estava rasgadas nas costas, mas não se importava com aquilo, até achou que deu um charme a mais, logo depois retraiu elas. Assim que ele retornou viu que Uriel não havia o matado, de fato, mas feito algo para parar com a sua dor e sofrimento.

Percebeu que ele estava chorando após se desfazer da armadura, mas apenas sorriu de canto para o garoto e limpou o sangue da própria boca. Seus machucados logo iriam se recuperar por conta da sua recuperação rápida provinda de Éter.

Eles pegaram um taxi para poderem ir até a casa do pai do Uriel. O caminho foi tranquilo, sem brigas ou lutas, mas um silêncio se instaurou entre eles, talvez pelo fato de Kalka’il não estar ligando pro fato de ter tirado uma vida e seu noivo estar ligando muito para aquilo.

Assim que chegaram até a casa o filho de Cupido pagou com um cartão de crédito. Ele parou na frente da casa e respirou fundo fechando os olhos. Kalka’il se aproximou do garoto e segurou a mão dele, entrelaçando seus dedos e mostrando que tudo ia ficar bem, mesmo sem falar nada. Uriel sorriu e o anjo piscou pra ele, o dando apoio.

Bateram na porta e esperaram para que Pierre, o pai de Uriel, os atendesse. O homem abriu a porta e olhou para eles surpreso de mais. Seus olhos fitavam as mãos dos semideuses juntas, mas ele claramente já havia entendido o que eram. Kalka’il sorriu de canto, de forma simpática. Afinal precisava causar uma boa impressão e não queria parecer um bocó.

Depois deles se abraçarem e conversarem um pouco — e deixarem Kalka’il meio sem graça por não estar incluído naquilo — Uriel resolveu apresentar o noivo para o pai. O celestial sorriu e estendeu a mão para ele, tentando ser o mais simpático possível.

— Fala tu, sogrão... Prazer, filho de Belona, seguidor de Éter a sua disposição. — De forma educada, mesmo que tenha falado de forma descontraída, ele beijou a mão do homem. — Seu filho fala muito de você.

E então, foram convidados a entrar.


TO BE CONTINUED.  


Arsenal, poderes e considerações finais

Pack escreveu:Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: 10/02/2019)].
Considerações:
Bom, terá uma segunda parte, então nos perdoe caso algumas coisas tenham ficado em aberto, iremos continuar e explicar tudinho.

Quero usar essa MF como primeira parte do teste de liderança dos celestiais.

Tudo de necessário está nos spoiler abaixo. Tentei ser direto e sem enrolações para não ficar uma narrativa cansativa.

É isso, amo vocês;
Arsenal:
• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. |  Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento] (Vinculado a coroa)

• Ryujin no ken [Uma armadura de exoesqueleto na cor azul e prata. Cobre o corpo inteiro do semideus, incluindo o rosto com uma espécie de capacete. Quando não está ativada em forma de armadura se transforma em uma jaqueta preta com um raio em spikes na parte traseira. Na parte das mãos possui um sistema que permite o usuário usar seus poderes ativos que dependam da mão. | Efeito de transformação: pode assumir a forma de uma jaqueta; Efeito de ligação: retorna ao dono quando perdida ou roubada | Efeito 1: Graças a runa de regeneração, a jaqueta sempre quando danificada pode ser regenerada voltando ao seu estado perfeito. | Bônus de forja: +15% de dano; bônus de FPA: +30 de dano| Vibranium | Super Alfa | Espaço para 1 gema | Dano base (com o bônus): 86 |Status: 100%, sem danos | Mágico | Forjado por Nikolaev, encantado por Farrier] (Emprestada para Uriel)

• Wo kurae [Uma katana feita de ouro imperial com espaço pra uma gema. Apesar do material ela é pintada para se parecer com a armadura, em tons de azul e prata. Se transforma em um pingente quando não estiver empunhada. Quando em forma de espada ela pode se transformar em uma lança a desejo do dono.| Efeito mecânico: vira um pingente | Efeito 1: A arma pode transformar rapidamente em uma lança de mesmo material e similar aparência, sem o custo de uma ação em uma narrativa; Efeito 2: Encantada com o elemento raio, a arma é revestida pela eletricidade sendo uma fonte de energia para o filho de Zeus, além de provocar chances de paralisia ao atingir o inimigo com a lâmina eletrificada. Dura três turnos, sendo necessário um de intervalo para usar novamente | Bônus de forja: +15% de dano; bônus de FPA: +30 de dano | Ouro Imperial | Alfa | Espaço para 1 gema | Status: 100%, sem danos | Mágico | Forjado por Nikolaev, encantado por Farrier] (Numa corrente no pescoço)

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]. (mindinho esquerdo)

• The Rebel [ Anel feito de ouro imperial, representando a amizade de Kalel e Uriel. Polido de forma atenciosa, o anel possui inúmera linhas brilhosas que parecem cordas. Forjado para transformar-se em uma espada 1.20 Cm. A espada possui entalhes únicos, em seu cabo bem trabalhado, as asas de uma águia aberta em posição de caça. A lamina possui 0,5 cm e completamente cortante de dois gumes, com uma ponta afiada. Quando perdido, o objeto torna a voltar em forma de aliança para o seu dono. | Efeitos 1: O metal é envolto por uma camada de luz multicolorida que aumenta em 10% o dano causado através de queimaduras e deixa um rastro de arco-íris por onde passa durante a movimentação. | Efeito 2: Uma vez a cada três turnos a espada pode liberar um forte clarão que ofusca todos ao seu redor por 1 turno. A cada ativação é gasto 15 MP. | Efeito 3: Quando atinge o alvo, deixa uma marca luminosa no mesmo que faz com que o próximo ataque bem sucedido de Uriel recupere 5% do seu HP/MP.  | Por ser forjado de ouro imperial, suga 10% de HP e MP por golpe atingido, Multiplica-se por 5 o dano em criaturas aéreas. Dano base em semideuses 30, Dano Base em monstros 40. Quando atingir o alvo, deixa uma marca luminosa no mesmo que faz com que o próximo ataque de Uriel recupere 5% do seu HP/MP. | Bônus FPA +20 de dano  | Ouro Imperial | Espaço para uma Gema | Beta | Status: 100% Sem Dano | Mágico | Forjado por Ella Harris, Encantado por Louise S. Mitchell ] (Anelar esquerdo)

• Pistolas de água [ Dois anéis de bronze celestial que se encaixam perfeitamente nos indicadores de Henry. Sem decoração alguma, passam despercebidos facilmente. | Efeito 1: sempre retornam ao seu dono magicamente | Efeito 2: permitem que Henry atire com as pontas dos dedos tiros feitos de água - um tiro por cada dedo de cada vez, ou seja dois por turno. O dano dos tiros é localizado e funciona como dano do material dos anéis, no caso bronze celestial, podendo ser aumentado com passivas e poderes que melhorem ataques físicos. | Efeito 3: os anéis podem, juntos, se transformar em um tridente de tamanho normal | Bronze celestial | Um espaço para gema | Beta | Status 100%, sem danos | Mágica | A Song of Sun and Sea] (Um no dedo do meio direito e outro no dedo do meio esquerdo)

• Pulseira de perícia avançada [Pulseira de platina que se ajusta perfeitamente ao pulso do usuário, então é fácil de equipar-se com ela, se for danificada, ou destruída, perde totalmente o efeito, ou seja, é preciso estar em uso, no pulso, para que o efeito continue a ser efetivo para o semideus, do contrário, ele perde o bônus da perícia completamente. Só funciona através da pulseira | Aumenta a perícia de uma arma de sua escolha em +50%, provocando um dano de +30% (Arquearia) | Platina| Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Loja Especial do BO] (pulso direito)

• Underworld Prince | Descrição: Uma coroa de adamantino pintada de preto. Diferente das habituais, ela não possui as partes pontiagudas para cima e sim para baixo, indo na direção do rosto do semideus, ajudando a fixar na cabeça e a não sair durante as batalhas. No meio possui uma pequena parte elevada, como as pontudas, porém tem o formato de uma meia lua virada para baixo, sendo ali o espaço para a sua gema principal. Ao lado dela existem duas meia lua para cima, sendo o espaço para as outras duas gemas. | Efeito 1: Permite o usuário invocar uma arma de seu arsenal mesmo que não esteja em posse da mesma, utilizando uma forma alternativa de viagem nas sombras para isso. Tal habilidade só pode ser usado em um único item, sendo estabelecido um vínculo permanente com o mesmo. (Arma: Iryak) | Efeito 2: Quando o usuário utilizar uma habilidade que envolva moldar as sombras, a coroa permite que ela cause um dano base equivalente ao material  do item como se realmente fosse feita deste. Sua resistência, entretanto, continua sendo a mesma da habilidade. | Efeito 3: Efeito de ligação. Este faz com que o item retorne ao dono caso seja perdido, roubado ou arremessado. | Adamantino | Alfa | Espaço para três gemas | 100% sem danos | Lendário | Roleta de Natal 2018 | Encantado Por Hyejin. |] (Cabeça)

• Saaghan Baltob [Par de luvas pretas, com três spikes em cada uma. Confeccionada a mão, da para perceber cada detalhe que foi minuciosamente feito. Quando em modo de luta os spikes se transformam em três garras, semelhantes a do herói dos quadrinhos, Wolverine | Efeito: As pontas das garras possuem veneno que deixam o local atingido dormente por dois turnos. Só funciona no mesmo membro em um intervalo de três turnos após o efeito terminar. Ex: Se ele acertar o braço direito do inimigo agora, o braço irá ficar dormente por dois turnos e depois do efeito cessar devera esperar três turnos para poder reativar o efeito| Material utilizado: Bronze celestial| Sem espaço para Gemas| Beta| Status: 100% Sem danos | |Comum | Item Inicial] (Mãos)

• Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style](pés)
Poderes ativos (Grupo):
Nível 10
Nome do poder: Aerocinese I
Descrição: Permite ao celestial controlar, manipular e gerar e absorver o elemento do vento. Nesse nível consegue controlar apenas pequenas rajadas de vento, podendo aumentar ou diminuir a pressão do mesmo em campo, dificultando movimentos alheios, ou fazendo as coisas flutuarem ao seu redor. O poder ainda é fraco.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Não existe um dano fixo para esse poder.
Extra: Pode usar pra atrapalhar os inimigos, a visão, ou os movimentos, podendo por exemplo, manipular o ar para jogar uma pedrinha no adversário. (seu poder ainda é fraco, e a força é superficial).

Nome do poder: Invisibilidade I
Descrição: Ao manipular a luz ao redor de si, o seguidor de Éter consegue ficar invisível. Não apenas o seu corpo, mas o que está vestindo e carregando. Nesse nível inicial, a habilidade permanece ativa apenas com movimentos calmos e lentos, para que a manipulação de luz o acompanhe. Caso seja feito algum movimento brusco, a habilidade é instantemente interrompida.
Gasto de MP: 20MP por turno ativo.
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Habilidade só funciona com o semideus.

Nível 11
Nome do poder: Voo II
Descrição: A habilidade de voo tornou-se significativamente melhor. É acrescentado agora uma mobilidade incrível, sendo possível até mesmo arriscar algumas acrobacias mais elaboradas. A velocidade se torna formidável, apesar de não ser nada super ou aprimorado, atingindo um limite de 35km/h em um voo em linha reta.
Gasto de MP: 15
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Ao carregar alguma pessoa, sua velocidade e mobilidade cai pela metade (caso seja alguém dotado com passivas de força essa observação se torna nula).

Nível 8
Nome do poder: Benção Elohim
Descrição: Elohins são conhecidos por serem grandes mestres do disfarce, hábeis em se adaptarem as etnias e grupos sociais. Ao ativar essa benção, os celestiais conseguem se misturarem a multidão, assumindo características físicas mais comuns do ambiente ao seu redor. O disfarce é uma ilusão complexa, mudando tanto roupa quanto aparência física. A benção também concede ao celestial a capacidade de falar a língua local e entender até mesmo os significados das gírias usadas.
Gasto de MP: 30MP por turno ativo
Gasto de HP: nenhum
Bônus: nenhum
Dano: nenhum
Extra: nenhum
Poder passivo (Grupo):
Nível 1
Nome do poder: Olhos celestiais
Descrição: Sempre ao usarem os poderes, os olhos dos celestiais ganham uma tonalidade mais celeste e brilhante. Poderes de luz os olhos ficam dourados; poderes ligados as estrelas e ao ar ficam azulados ou esverdeados; poderes ligados as bênçãos os olhos ficam vermelhos. Ao usar os demais poderes, as írires ficam em tonalidade prateada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Asas
Descrição: Os celestiais são reconhecidos principalmente pelas suas asas. Majestosas e belas, as asas são geralmente brancas em sua totalidade, mas ainda há alguns seguidores de Éter que possuem detalhes nas extremidades de suas penas. São como asas de anjos, nunca assumindo a tonalidade negra. Cada celestial pode descrever suas asas, porém uma vez feito não poderá muda-lo. As asas crescem a partir dos ossos das costas, por isso, muito cuidado com as camisas, elas consequentemente ganham dois rasgos nas costas sempre que permitem o alongamento das asas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Atributos melhorados I
Descrição: Ao se tornar um seguidor de Éter, o semideus possui os atributos do corpo melhorado. Podem se mover com mais facilidade, conquistando uma esquiva avantajada e reflexos ainda mais apurados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de velocidade, esquiva e reflexos.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Respiração Avantajada
Descrição: Os celestiais conseguem atingir grandes altitudes sem sofrer com o ar rarefeito, respirando normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder:  Precisão
Descrição: É a capacidade que permite ao semideus ter grande foco e atenção aos detalhes, de forma que sempre que realize uma mesma tarefa mais de uma vez o faça com perfeição. Eles aprendem com muita facilidade, e isso permite que dominem armas, resolvem enigmas e descubram alguma coisa de maneira mais rápida e precisa.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: +30% de percepção e inteligência. +20% de descobrir algo. Pode pedir ao narrador uma única pista ao resolver um enigma ou uma charada.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Atributos melhorados II
Descrição: O celestial agora está mais evoluído. A experiência em batalhas melhorou ainda mais as suas condições físicas. O semideus seguidor de Éter torna-se ainda mais veloz e esquiva-se com mais facilidade. Seus reflexos também melhoraram.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade, esquiva e reflexos.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Cura Acelerada
Descrição: Ao adentrar nos celestiais de Éter, o semideus terá o seu metabolismo acelerado. Graças a isso, o processo de cura torna-se mais rápido e eficiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Os ferimentos pequenos se fecham depois de 2 turnos. Ferimentos profundos levam 4 turnos e ossos quebrados um dia inteiro.
Dano: Nenhum

Poder passivo (Progenitor):

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Hipercinese I
Descrição:  A hipercinesia é o controle completo e sincronizado da mente e o músculo. Em pessoas comuns há uma pequena quantidade de tempo entre o pensar e o agir. Os semideuses filhos de Belona possuem esse tempo bastante reduzido e, com o tempo, praticamente nulo. Graças a isso, sua mente e corpo tornam-se mais afiados e verdadeiras armas. O equilíbrio, a coordenação motora e os reflexos tornam-se cada vez mais perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos.
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Telumkinesis
Descrição: É a habilidade de manipular o armamento. Como filhos da deusa da guerra, a prole de Belona tem a capacidade de reconhecer facilmente qualquer armamento, mesmo que antes não tivesse estudado ou visto a arma/equipamento antes. Essa é uma habilidade estritamente ligada a dois outros poderes passivos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: reconhecer qualquer arma que ver pela frente, sabendo os pontos fortes e fracos no uso bélico. Porém, não confere perícia automática, como ocorre com espadas e lanças.
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Ignorando a dor I
Descrição: Capacidade que o filho de Belona tem de ignorar a dor. Essa habilidade permite apenas enganar a mente, não processando a dor física, permitindo que o semideus guerreiro permaneça lutando ignorando a dor sentida. Porém, ao passar o efeito, as dores retornaram e poderão ser piores pois ao ignorá-las o semideus deixa de trata-las ou, corre o risco de piorá-las. Nesse nível apenas é possível ignorar a dor de golpes que não causem ferimentos profundos, ou que incapacite um membro do semideus. (cortes leves, e feridas pequenas)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Continuará lutando normalmente desde que os ferimentos sejam de grau baixo, como cortes superficiais, queimaduras de grau baixo ou hematomas.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Força superior
Descrição: Os filhos de Belona são mais fortes do que a maioria dos campistas, podendo aguentar grandes cargas em suas costas sem alterar sua postura ou desempenho. Podem carregar até 3 sacos de farinha sobre os ombros, ou até mesmo uma pessoa em suas costas por uma longa distância, sem alterar seu desempenho físico.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força.
Dano: +5% de dano caso usem para atacar alguém.

Nível 12
Nome do poder: Conhecimento Estrangeiro I
Descrição: Era comum na Roma Antiga pedir pela proteção de Belona antes de partirem para batalhas contra estrangeiros. Graça a esse ritual tão fortificado, o filho de Belona aprende naturalmente uma língua estrangeira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O semideus poderá escolher uma, e apenas uma, língua estrangeira para ter conhecimento fluentemente.
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Last One I
Descrição: Mesmo que a prole de Belona seja, ironicamente, contra batalhas, ao adentrar em uma ele será o último a cair. Isso porque seu corpo segue naturalmente o seus instintos de combate e torna-se melhor a cada inimigo derrotado. Para continuar sempre batalhando e vencedor, a cada inimigo que cai ou desiste, o semideus filho de Belona ganha HP e MP, conseguindo energias e vitalidade para permanecer sempre vencendo em combate.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50 de HP e MP a cada vitória.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Hipercinese II
Descrição:  A hipercinesia é o controle completo e sincronizado da mente e o músculo. Em pessoas comuns há uma pequena quantidade de tempo entre o pensar e o agir. Os semideuses filhos de Belona possuem esse tempo bastante reduzido e, com o tempo, praticamente nulo. Com o tempo, o cérebro desenvolve mais atenção e percepção do ambiente ao seu redor, permitindo uma reação quase perfeita a uma reação, assim como uma análise de trajetória.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio, coordenação motora e reflexos.
Dano: Nenhum



Última edição por Kalka'il Levitz em Seg Fev 25, 2019 1:43 pm, editado 1 vez(es)
Kalel Levitz
Kalel Levitz
Filhos de Belona
Filhos de Belona

Idade : 25

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville Empty Re: [MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville

Mensagem por Uriel Neuville em Seg Fev 25, 2019 1:24 am

Through The War and Love
A guerra enfim tinha terminado, o clima de ânimo e celebração era uma constante em ambos os acampamentos e perdurava durante algum tempo sem esfiar. Os representantes do Júpiter e do Meio-Sangue até estavam organizando algumas atividade recreativas para fortalecer os laços entre os residentes de ambos os locais, mas ainda levaria um tempo para concluí-las.

E em meio a isso tudo eu simplesmente não podia estar mais animado.

Mesmo não fazendo mais parte da legião, eu ainda morava em Nova Roma junto de Kalel - ou Kalka'il, como ele passou a se chamar - e o clima festivo se extendia atá lá com facilidade. Isso e o início das férias de verão fizeram com que a maioria dos semideuses fossem viajar, portanto decidi que seria bom fazer o mesmo. Eu estava morrendo de saudades de casa, sem falar que seria bom dar uma volta para respirar novos ares. Então era isso: eu e meu noivo faríamos uma visita surpresa ao meu pai.

Seria ótimo, pois assim o celestial poderia conhecer seu sogro e o filho de Victória conheceria o genro. O que poderia dar errado?

— Amooor! — Cruzei a casa com passos apressados em busca do maior, ostentando um sembrante que denotava ânimo e ansiedade. — A gente vai viajar, se arru... — Travei brevemente na porta do quarto ao vê-lo sair do banheiro que havia no mesmo, nu e com a toalha jogada sobre os ombros.

Por um momento até esqueci do que eu falava, passando a admirar com o olhar cada detalhe do corpo perfeito que o filho de Belona possuía. Ah, sempre tão lindo. Aquela com certeza era uma visão da qual eu nunca enjoaria.

Sequer cheguei a me atentar ao fato dele estar respingando água por todo o caminho que passava, pois acabei me distraindo demais para isso. E né, como seria diferente? Também senti meu rosto arder na região das bochechas e sorri feito bobo, desviando o olhar poucos instantes depois.

— O que acha de aproveitarmos esse tempinho de férias para irmos a Paris? — Indaguei, voltando a sorrir de forma animada ao invés de envergonhada. — Pensei em fazer uma visita surpresa ao meu pai, estou morrendo de saudades saudades. E né, poderia aproveitar a viagem para apresentar um ao outro já que ele só fala mas nunca vem nos visitar. — Imaginei como seria a reação de ambos ao se conhecerem e não pude deixar de rir baixinho com a cena.

Eles provavelmente se dariam muito bem.

Ao ouvir o comentário do maior a respeito do pedido que faria ao meu pai, ergui ambas as sobrancelhas em demonstração de surpresa e até arregalei um pouco os olhos, mas no fim acabei esboçando um sorrido um tanto sonhador. Este por sua vez veio acompanhado de um olhar distante e imaginativo, além da tonalidade rubra que meu rosto decidiu assumir com aquilo. Ele realmente sabia como me deixar sem jeito, e eu adorava isso.

Só fui desperto do breve devaneio romântico graças ao toque que recebi na ponta do nariz, piscando os olhos algumas vezes antes de alargar o sorriso.

— Ahn... Por mais que a última opção seja tentadora, não quero que se canse tanto. A viagem é meio longa, então acho que de avião seria mais prático. — Dei de ombros e me sentei na beirada da cama conforme o via se arrumar. — Mas ainda quero voar contigo qualquer dia desses. — Por mais que eu tivesse asas, era legal ser carregado por ele de vez em quando e ambos parecíamos nos divertir com aquilo. — Quer que eu já vá comprando as passagens?

Kalka'il concordou e eu peguei meu smartphone novo, começando a digitar em sua tela com certa pressa por conta do entusiasmo. Nós finalmente iríamos em uma viagem ser ser para salvar ou resgatar alguém, matar algo ou recuperar alguma coisa. Seria realmente uma viagem que poderíamos aproveitar, e de quebra ainda mataria as saudades de meu pai e Chris.

— Eu sei que odeia, bobo. — Ri baixinho e me levantei, inclinando o corpo para poder selar meus lábios aos dele já que seu biquinho era - além de adorável - muito convidativo. — Por isso disse pra só se arrumar. Não acho que vamos ficar lá por muito tempo, e qualquer coisa é só comprar as roupas lá mesmo. — Dei uma divertida piscadela e voltar a me sentar na cama.

— E nossa, você tá um gato. — Completei, analisando-o de cima abaixo com uma expressão de "puta que pariu, que homão da porra!" — Eu pegava. — Assoviei e então desatei a rir, afinal o fazia com frequência. Não que eu chamasse nosso amor de pegação, mas enfim.

Sabia que Kalka'il não era o tipo de pessoa que colocaria um terno caro, uma gravata apertada e ficaria todo engomadinho só para impressionar o meu pai, e isso era só mais uma das coisas que eu amava nele. Espontaneidade e sinceridade, o filho de Victória com certeza gostaria do meu noivo só por demonstrar tais virtudes. Sem falar da ousadia que ele esbanjava com seu visual gótico e trevoso.

Era meu anjinho gótico.

— Prontinho, passagens compradas. — Avisei e fiz um joínha com a mão enquanto piscava um dos olhos, levantando outra vez para me arrumar. Pensei por um momento e então estalei os dedos para alterar minhas vestes, optando por algo mais condizente com as do meu par - mas não tão diferente do que estou acostumado a vestir.

Calça preta um tanto justa e rasgada na altura dos joelhos, coturnos e uma camiseta básica da mesma coloração por baixo de uma jaqueta de couro que peguei emprestada do filho de Belona. A única coisa que distoava do look "all black" era o colar que meu pai tinha me dado a alguns anos, tendo este um pingente feito de uma pedra multicolorida que criava um destaque bacana pro visual.

— Quer pegar alguma coisa ou já podemos ir? — Indaguei, mal conseguindo conter os ânimos. Já faziam anos desde a última vez que fui para minha cidade natal, e só de pensar nos diversos lugares que faria questão de levar o celestial minha mente fervilhava de ideias. Eu com certeza faria aquela ser a melhor viagem de todas!

•••

Nossa primeira ideia foi chamar o Táxi das Irmãs Cinzentas para nos levar até o aeroporto mais próximo, mas como tínhamos tempo de sobra e não queríamos ficar esperando o avião chegar optamos pela alternativa: ir andando. Além de saudável seria até mais divertido, pois poderíamos conversar durante o caminho, nos distrair e seguir no nosso próprio ritmo sem preocupações.

Após pegarmos alguns de nossos pertences essenciais como itens e armamentos favoritos, coloquei o necessário  - vulgo escovas de dente e coisas parecidas - em uma pequena mala de mão, trancamos a casa e logo deixamos Nova Roma. A rota escolhida foi a da floresta perto da cidade romana que nos levaria até uma estrada, e esta facilitaria a ida até o aeroporto.

Por mais que eu não chamasse a atenção dos monstros pelo fato do meu perfume natural mascarar o cheiro do sangue semidivino, Kalka'il não tinha a mesma sorte - apesar de já ter passado dos vinte e dois anos - e não iríamos querer estar desprotegidos no caso de algo ruim acontecer. Afinal de contas éramos semideuses, coisas ruins sempre aconteciam quando menos esperávamos. Por isso as precauções.

O começo do percurso foi bem de boa, o clima estava ameno e não havia praticamente ninguém por perto já que literalmente estávamos caminhando pelo meio da floresta. Eu já conhecia uma parte do lugar por tê-lo explorado de maneira rasa, mas nunca ousei me aventurar demais por achar meio arriscado. Mas agora era dia e eu não estava sozinho, portanto não fiquei com medo.

— Lá perto de casa tem um café maravilhoso que a gente tem que ir. — Comentei, gesticulando e ostentando um alegre sorriso no rosto. — O ambiente é agradável, os doces são maravilhosos, as opções são quase infinitas e... tem várias coisas com bebidas alcoólicas. — Deixei um baixo riso escapar por lembrar de uma das últimas visitas que fizemos ao café de Nova Roma, onde o maior praticamente pediu whisky puro se tivesse.

— E não muito longe desse café tem um parque com um dos jardins mais lindos que eu já vi, podíamos tirar umas fotos lá depois. — Eu já imaginava cada parte da viagem, ansiando por sua chegada. — A noite esse lugar também é muito bonito, porque tem várias luzes coloridas e tal. Você ia gostar. — Como estávamos de mãos dadas, usei o polegar para acariciar a mão do filho de Belona com delicadeza e fiz uma pausa.

Eu estava falando demais devido a todo o entusiasmo que sentia, por isso mal o dava tempo de responder.

Ri um pouco mais alto com o comentário a respeito dos nomes supostamente difíceis de algumas bebidas que eu gostava, tendo que cobrir os lábios com a mão livre enquanto balançava a cabeça para os lados em negação.

— Você fala como se não soubesse francês tão bem quanto eu, bobão. — Cutuquei-lhe com o dedo indicador na altura da costela para tentar provocar cócegas e logo pisquei com um dos olhos. — E admito que fica ainda mais charmoso falando a língua do amor. Ou cantando com ela. — Realmente ouvi-lo cantar (ainda mais em francês) era outra de minhas paixões.

Continuamos caminhando, mas estranhamente o som dos pássaros que poderíamos ouvir ao adentrar a floresta tinha cessado. Não que eu tivesse percebido logo de cara, até porque não podia estar mais distraído com a conversa e os roteiros mentais que fazia para aproveitarmos ao máximo nossa viagem.

— Sobre tirar uma panca... bem, eu já tentei uma vez a alguns anos e fiquei rindo feito um idiota por qualquer coisa. — Coloquei o dedo indicador sobre os lábios e voltei os olhos para cima, pensativo. — Também lembro que as comidas pareciam muito mais gostosas, por isso me enchi de doces. Mas não é algo recorrente. — Imaginei como seria a sensação de admirar as luzes coloridas do parque estando chapado e considerei que talvez fosse uma boa ideia.

— Podemos tentar sim, e eu soube que... ahn... — Mordi o lábio inferior e desviei o olhar para o chão. — Fazer 'certas coisas' sob esses efeitos é bem legal. — Senti as bochechas ruborizarem e logo tratei de me corrigir. — M-Mas é claro que podemos só curtir o momento, vendo as luzes, conversando sobre assuntos bem aleatórios e viajando nas ideias. — Aquilo tinha despertado a minha curiosidade de saber como seriam as sensações, mas não falei mais nada a respeito.

Foi quando de repente houve o som de um galho caindo no chão perto de nós, Kalka'il se virou, empunhou seu arco e disparou uma flecha contra algo. Tudo aconteceu tão rápido que até fiquei meio zonzo, possivelmente por ter sido arrancado dos meus pensamentos de maneira brusca.

— Ah, certo. — Pisquei algumas vezes e imediatamente fiz com que um dos meus colares se transformasse em um arco, vendo que nossa oponente era uma harpia. Ela tinha uma expressão nada amistosa, algumas de suas penas estavam eriçadas e a criatura parecia bem disposta a nos enfrentar.

Assim que meu amado trocou de arma para um par de garrar e avançou contra a feiosa, segurei o arco com maior firmeza usando a canhota e tencionei sua corda com a destra, materializando uma flecha que logo estava apontada e preparada para ser lançada. Porém aguardei até que tivesse uma brecha.

Continuei mirando com calma, controlando a respiração e mantendo a postura firme até que a harpia jogou o corpo para o lado na tentativa de esquivar de um dos ataques do celestial - e com isso o cortou de leve no braço. A cena me deixou meio irritado, então franzi o cenho e aproveitei que a maldita tinha aberto a guarda. Prendi a respiração, fechei um dos olhos e rapidamente abri os dedos, soltando a flecha que cortou o ar em grande velocidade. O resultado foi uma perfuração na asa esquerda do meu alvo.

Eu estava mirando no tórax, perto daquele mesmo ombro, mas pelo menos acertei.

Não demorei para preparar uma outra flecha e mirá-la na direção da oponente, mas antes que tivesse a chance de efetuar o disparo fui obrigado a recuar alguns passos em reflexo para não ser atingido pela investida que ela deu contra mim. Aparentemente a mulher-galinha não tinha ficado muito feliz por eu tê-la ferido, e por isso naquele momento me tomou como alvo principal.

O lado positivo era que a criatura deu a costas para Kalka'il, já o negativo era que eu não parecia tão rápido quanto ela.

Em questão de segundos a harpia cruzou a distância entre nós usando as asas para se impulsionar, acabando por tentar me cortar na altura do pescoço usando as garras que ela tinha nos pés. Tive sorte em conseguir bloquear o ataque com o arco, erguendo-o a tempo se não ter a cabeça decepada, porém fui lançado contra uma árvore e consequentemente bati de costas nela.

Soltei um grunhido de dor devido ao impacto e tossi algumas vezes, tentando recuperar o ar que fora tirado dos meus pulmões. Tinha sido uma pancada e tanto, e pelo jeito não acabaria por ali. Quando a vi avançar outra vez na minha direção, rolei o corpo para o lado e acabei sendo acertado apenas de raspão perto do ombro. Pelo canto dos olhos a vi fazer alguns cortes contra o tronco da árvore na qual eu havia sido jogado, e no mesmo istante agradeci aos deuses por não ter sido fatiado. Engoli a seco, levantei e me concentrei em recuperar a vantagem que possuíamos.

Ainda éramos dois contra uma.

De repente o vento se agitou e começou a formar uma espécie de redemoinho, levantando folhas e até um pouco areia ao meu redor e da nossa oponente. Eu logo soube que o responsável por tal fenômeno tinha sido o meu noivo, que certamente utilizava os poderes concedidos por Éter para manipular o ar e criar uma distração ou cobertura. Era uma estratégia inteligente, portanto decidi confiar nele e fechar os olhos - mesmo que fosse arriscado - para não ser prejudicado demais por sua técnica.

Graças a isso o perfume naturalmente exalado pelo meu corpo tornou-se mais concentrado no local, portanto não foi necessário mais do que um simples sorriso para que a pobre harpia ficasse bastante confusa em relação a mim. Sentimentos conflitantes de ódio e encanto provavelmente travavam uma batalha interna na criatura, onde parte dela queria me matar e outra simplesmente não conseguia. Era uma das vantagens de ser filho do deus do amor.

Graças a ventania que nos cercava, encontrei dificuldades de ouvir com clareza os sons que vinham do lado de fora, portanto nem eu nem a monstrenga devíamos ser capazes de notar a aproximação de Kalka'il. Levou alguns instantes, talvez quatro ou cinco segundos, até que a habilidade repentinamente cessou e com isso duas lâminas atravessaram a criatura. Uma perfurou sua cabeça e outra ficou alojada no centro do seu peito, dando fim a sua vida na terra.

Quando abri os olhos tudo o que vi foi uma nuvem de pó dourado se dissipando ao vendo logo atrás do meu amado e ele me analisando como se procurasse por algo em meu corpo. Provavelmente queria saber se eu estava bem, por isso eu sorri.

— Eu bati as costas e a cabeça quando ela me jogou na árvore, então elas tão um pouco doloridas. Os cortes que ela fez no meu ombro estão ardendo pra caramba, mas tirando isso tá tudo bem. — Me aproximei dele, fiquei sobre as pontas dos pés, olhei fixamente em seus olhos e então lhe dei um rápido selinho. — Nada que o seu amor literalmente não cure. — Ri baixinho ao vê-lo revirar os olhos, retomando minha postura normal.

Sabia que ele não gostava muito de declarações melosas e coisas do tipo, e era justamente por isso que tinha graça.

Olhei ao redor em busca de outras possíveis ameaças, até porque a feiosa podia muito bem não estar sozinha, mas por sorte não encontrei nada. Deixei um suspiro escapar por entre os meus lábios, relaxei os músculos e fiz com que meu arco voltasse a sua forma de acessório. Então peguei meu celular apenas para confirmar as horas, e quando o fiz tomei um baita de um susto.

— Aaaaaah! — Virei para Kalka'il com os olhos arregalados, correndo o risco até de assustá-lo sem querer. — A gente tem que chegar logo no aeroporto! Tipo, em no máximo uns vinte minutos, se não vamos perder o voo! — Mostrei a ele a tela do celular, apontando para onde estava o relógio.

Ao invés de matar apenas tempo acabamos por matar também uma harpia, e o que antes tínhamos de sobra agora nos faltava. Estávamos atrasados.

•••

Após deliberarmos sobre qual seria a melhor maneira de chegarmos ao aeroporto com rapidez, Kalka'il tirou sua camisa, me entregou para que eu a guardasse e logo abriu as majestosas asas que possuía. A visão como sempre me deixou um pouco bobo, sorridente, pois era como se um lindo anjo da guarda tivesse vindo ao meu socorro. Mas todo este momento de torpor não durou muito uma vez que o maior se inclinou para me pegar no colo e rapidamente alçou voo em direção as nuvens.

Prendi a respiração e segurei firme em seu corpo para não cair, mesmo sabendo que ele estava me segurando e nunca deixaria que isso acontecesse. Gostava de quando fazíamos aquilo, até porque apesar de também possuir asas eu ainda não conseguia voar tão bem quanto ele. Levitz sempre foi o melhor de nós quando se tratava de habilidades atléticas e físicas no geral.

Lá de cima olhei para a floresta e todos os arredores com um alegre sorriso no rosto, pois sensação de liberdade que eu sentia toda vez que estava no céu era simplesmente única. Sem falar da vista diferenciada que isso nos proporcionava, sendo estas belas e incríveis. Pena que desta vez eu só conseguia pensar no quão atrasados estávamos.

Eu não queria perder o avião por causa de uma harpia feiosa que estava de mau-humor e decidiu nos atacar sem motivo.

Por sorte o caminho pelo ar foi mais tranquilo. Não fomos atacados por nenhuma amiga da monstrenga alada que encontramos mais cedo e não tínhamos que nos preocupar com o terreno desregular da floresta, assim como os obstáculos que as numerosas árvores representavam em nosso caminho. Porém deveríamos pousar um pouco antes de chegarmos ao nosso destino, até porque não seria nada bom um anjo pousando no aeroporto com um garoto para pegar um avião. Exposição era sempre um problema.

De dez em dez segundos eu pegava o celular para checar a horas como se isso fosse ajudar a fazê-la passar mais devagar, porém tinha o efeito contrário. Sempre que eu olhava via que tínhamos menos tempo para chegar, e aquilo estava me deixando louco.

— Treze minutos, Amor. — Comentei com um olhar de preocupação, mordendo de leve a parte interna da bochecha. Estava ansioso e isso era uma merda, pois parecia que eu queria apressá-lo mesmo sabendo que o celestial estava indo o mais rápido que podia.

Definitivamente não era essa a minha intenção.

Foi então que o filho de Belona simplesmente me soltou sem aviso prévio, fazendo com que um forte frio tomasse conta da minha barriga e um grito de susto escapasse por entre os meus lábios. Também quase deixei meu celular cair, mas antes que eu sequer tivesse tempo de abrir minhas asas ele me pegou novamente em um rasante.

— Palhaço! — Fiz questão de dar um soquinho com a parte de baixo dos punhos contra o peito do maior, emburrado. — Não faz mais isso.

Kalka'il desatou a rir como se tirasse sarro da cara que eu fiz ao cair, me fazendo inflar as bochechas e revirar os olhos. Aquilo tinha sido maldade. Em seguida ele se recompôs e me pediu pra parar de lembrá-lo do horário a cada minuto, pois sabia que estávamos atrasado e aquilo não estava ajudando.

A partir disso a viagem seguiu tranquila.

Pousamos nos arredores do aeroporto em uma área onde haviam alguns galpões e prédios que nos forneciam certa cobertura, evitando assim de sermos vistos pelos humanos que estavam presentes. Então eu lhe entreguei a camisa de volta para que ele pudesse se vestir, olhei no relógio e vi que tínhamos apenas sete minutos para chegarmos até o local, passarmos por toda aquela burocracia chata e embarcarmos. Poderia dar tempo, mas precisávamos correr.

Chegando lá foi uma correria e tanto. Enfrentamos fila na hora de fazer a verificação do passaporte, corremos para o detector de metais - que implicou com a fivela do cinto de Kalka'il - e por sorte não tínhamos levado malas para despachar. Mas a maior sorte foi que o voo atrasou, caso contrário não teria dado tempo de embarcar. Portanto tivemos que esperar cerca de meia hora por lá, mas conseguimos.

Uma vez dentro do avião, já sentados nas macias e confortáveis poltronas de nossos lugares, ambos finalmente nos permiti relaxar um pouco. Eu não fazia ideia de que aquele dia seria tão corrido e cheio de emoções, mas quando a adrenalina do momento passou as lembranças se tornaram até que engraçadas.

— Eu ainda não acredito que conseguimos. — Falei com certo alívio e ânimo presente em meu tom de voz. — Mesmo com aquela harpia feiosa tentando nos matar e quase nos fazendo perder o voo. — Ri baixinho e balancei a cabeça para os lados em negação. — Mas no fim foi divertido, né? Assim a viagem já começa animada.

Me inclinei um pouco para o lado e pousei a cabeça sobre o ombro do maior, podendo sentir seu perfume suave e amadeirado. Se tinha uma coisa que eu gostava era de ficar assim com ele, como quando assistíamos filmes e séries juntos ou das vezes que adormeci em seus braços sem querer. Era reconfortante.

Ele estava do lado da janela, olhando através dela para as nuvens que nos cercavam em meio ao imenso céu. Tudo parecia minúsculo lá de cima e o meu anjinho estava - ou demonstrava estar - pensativo. Talvez estivesse tentando imaginar como seria finalmente conhecer meu pai, se ambos realmente se dariam bem e o que faria quando o encontrasse cara a cara. Ou então só ele estava com fome mesmo. De qualquer forma permaneci ali, juntinho dele.

No caminho falamos sobre várias coisas. Assuntos do acampamento, alguns planos pro futuros, ideias para fazermos na viagem, o endereço da casa do meu pai e locais próximos que achava interessantes, séries, comida, monstros, momentos engraçados e diversos outros temas triviais para passar o tempo. A viagem seria um pouco longa, por isso teríamos como conversar sobre quaisquer coisas que quiséssemos até chegarmos no aeroporto de Paris. Até assistimos um filme projetado pelo meu cristal de luz, mas eu acabei acabado um pouquinho na metade depois de umas oito horas de voo.

Foi uma viagem bem de boa, com nada fora do normal além do incidente com a harpia. Ou pelo menos foi isso o que pensamos.

•••

Quatorze horas depois do embarque, pousamos no aeroporto de Paris e um alegre sorriso imediatamente se instalou em meus lábios. Tinha sido cansativo ficar tanto tempo sentado sem fazer quase nada, mas sabia que o esforço valeria a pena.

Quando descemos do avião, ergui os braços para cima da cabeça no intuito de me espreguiçar e parei por um segundo para admirar o ambiente ao nosso redor. Era lindo. Poderia não parecer nada demais para a maior parte das pessoas que ali estavam, sendo possivelmente um aeroporto como qualquer outro, mas para mim significava algo mais. Era um retorno, mesmo que eu não fosse ficar por muito tempo.

Só então percebi o quanto eu sentia saudades de casa.

— Já fazem quatro anos... — Murmurei para eu mesmo, absorto.    

Porém não tive muito tempo para pensar muito naquilo, já que de repente os dois homens que estavam sentados nas poltronas atrás de nós acabaram abordando Kalka'il e a mim do lado de fora com armas de fogo apontadas para nossa costas.

— Vocês dois vão ficar quietos e nos acompanhar como se nada estivesse acontecendo. — Disse o que estava atrás de mim, fazendo com que meu corpo imediatamente travasse sem que eu entendesse bem a situação em que nos encontrávamos. Afinal como é que eles entraram no avião com aquelas coisas? E quem eram eles?

— Se tentarem alguma gracinha, os dois morrem. — Completou o outro, sorrindo de forma debochada. — Não só os dois, como o papaizinho também.

Tais palavras fizeram meu estômago se revirar e um repentino frio percorrer minha barriga. Como ele sabia que viemos visitar meu pai?

O contato do metal da arma contra minhas costas me fez começar a andar cabisbaixo para sabe-se lá onde eles pretendiam nos levar, e meu olhar perdido logo buscou por algum conforto nos do meu noivo.

O que é que estava acontecendo? Por que estavam fazendo aquilo com a gente?

O homens desconhecidos nos levaram para uma parte mais afastada do estacionamento local, onde só haviam dois carros meio distantes um do outro. Como fomos guiados na direção de um deles, o preto com vidro fumê, deduzi que aquele era o veículo dos caras.

Kalka'il então se manifestou de forma um tanto convencida, tendo percebido que nossos poderes não estavam sendo suprimidos. Depois de uma breve percepção senti que os meus também não estavam sofrendo nenhuma interferência, e isso me fez sorrir de canto. Aqueles caras provavelmente não tinham os dispositivos que anulavam poderes divinos dentro de uma área que já tínhamos ouvido falar pelo acampamento, portanto claramente estavam em desvantagem.

Assim que meu noivo usou um de seus poderes para mudar a aparência, pensei por um instante e entendi o motivo. Caso houvessem câmeras de vigilância nas proximidades, ao menos nossos rostos não estariam estampados em cada uma das filmagens. Era uma estratégia inteligente que eu não tinha sequer considerado, por isso era ele quem geralmente se encarregava de criar os planos.

A minha sorte era que segui cabisbaixo durante todo o percurso até lá, logo não precisaria me preocupar tanto com a questão da identificação.

Quando a luta entre o celestial e o homem que o acompanhava começou, notei que o outro rapaz detrás de mim mudou seu alvo para o meu amado, apontando a arma para ele. No mesmo instante senti minha barriga gelar e tratei de me pronunciar.

— Por favor, não atire! — Havia medo e certa pressa em minha voz, mas também algo a mais. Uma possível influência disfarçada de pedido para amolecer o coração do oponente. — V-Você não precisa fazer isso. Ninguém precisa se machucar.

Eu sabia que graças ao tempo de exposição ao meu perfume ele provavelmente estaria meio confuso, inclinado ao meu favor, e unido a minha aparência ele dificilmente me atacaria se eu não demonstrasse perigo. Dessa forma encenar o papel de um alvo frágil e indefeso seria bem oportuno para a situação.

Com calma e as mãos ainda posicionadas sobre a cabeça, virei devagar para o homem sem fazer nada que ele pudesse julgar como algo suspeito. Então inclinei o rosto um pouco para o lado e esbocei um sorriso indiscreto, que por sua vez foi responsável por incitar um pouco de desejo no outro. Era algo um pouco desconcertante e que eu realmente não me sentia confortável fazendo, mas achei necessário.

E isso foi suficiente para baixar a guarda do oponente.

Sem perder tempo para aproveitar a brecha, ativei o efeito da jaqueta para que ela se tornasse uma armadura e logo transformei um dos meus colare em um arco. Neste eu imediatamente preparei uma flecha e tratei de apontá-la para a perna esquerda do rapaz, impregnando-a com minha energia de modo a fazê-la emanar uma sensível aura rosada.

— Desculpe. — E não pensei duas vezes em soltar a corda do arco e deixar que o projétil passasse de raspão no local mirado. Era justamente essa a intenção.

No momento seguinte ele não só tinha perdido a vontade de lutar como também buscava me proteger. Com a flecha eu havia induzido sentimentos de preocupação, solidariedade e até um pouco de culpa no membro da seita, portanto não teríamos que nos preocupar com ele por um tempo.

Ignorei os falsos pedidos de desculpa que me foram lançados e voltei o olhar para onde estava o filho de Belona, que também já parecia ter acabado o seu combate. Só fui obrigado a desviar o olhar na hora pois o outro rapaz, que estava perto dele, encontrava-se agonizando no chão com muito sangue ao seu redor. Uma cena bastante desagradável.

— Acho que não precisamos nos preocupar com esse aqui. — Apontei com o polegar para o homem que estava atrás de mim, parecendo meio bobo por conta do efeito que eu lhe tinha induzido. — Talvez só desacordá-lo ou sei lá.

Kalka'il imediatamente discordou, alegando que ele era um perigo por já ter visto os nossos rostos e saber demais. Eu não soube bem o que aquilo significava, até que ele se aproximou e rapidamente cravou as garras no peito do mesmo. Ao menos tinha sido uma morte rápida.

Fechei os olhos esboçando uma breve careta e virei o rosto, não querendo presenciar o ocorrido.

Enquanto isso o outro ainda agonziava no chão, se contorcendo conforme emitia horríveis grunhidos de dor e vez ou outra parecia se engasgar com o próprio sangue. Os ferimentos certamente iriam matá-lo em alguns minutos, mas até lá ele permaneceria sofrendo de forma que eu nem conseguia imaginar. Seria cruel deixar aquilo continuar.

Tomado por um sentimento que unia pena e complacência, puxei a corta do meu arco e materializei mais uma flecha sobre o mesmo. Andei até estar próximo do homem, a apontei para sua testa, respirei fundo, contei até três e... não consegui dar um fim a sua vida. Minhas mãos ficaram trêmulas, uma ínfima quantidades de suor se fez presente na região dos palmos e eu simplesmente travei.

— Eu não consigo... — Sussurrei de forma quase inaudível, sentindo os olhos lacrimejarem. — Desculpe, eu não posso fazer isso. — Ele era um humano, afinal. Matá-lo não seria igual a acabar com um monstro, que se dissiparia em pó dourado sem deixar um corpo para trás. Seria assassinato, independe de poder ou não usar a justificativa de legítima defesa.

Abaixei o arco e segurei apenas a flecha com a destra, concentrando-me para que ela fosse banhada por uma aura esbranquiçada.

— Mas posso te dar um fim menos doloroso. — Foi tudo o que eu disse antes de me inclinar e espetar seu dedo com a ponta da flecha.

Esta imediatamente o fez respirar de forma diferente, mais serena, e olhar para o céu com um sorriso fraco porém crescente no rosto. Suas expressões e linguagem corporal também não demonstravam mais a dor e o sofrimento de outrora, por mais que tais sentimentos só estivessem ocultos por debaixo das visões de extrema alegria induzidas pela flecha do amor ágape.

Uma lágrima escorreu por cada um dos meus olhos, mas como eu estava de capacete graças a armadura que usava elas sequer ficaram evidentes.

— Vamos... Vai ser problemático se alguém nos vir aqui junto deles. — Proferi para o maior, só então parando para ver que ele estava com o rosto machucado. A cena só piorou o meu estado, mas conforme a armadura volta a sua forma de jaqueta eu me apressei em secar os olhos com as costas das mãos.

Não gostava que ele me visse chorar.

Sabia que Kalka'il logo se recuperaria daquilo, portanto não me preocupei tanto e juntos seguimos de volta para o aeroporto. Lá pedimos um táxi, eu dei o endereço da casa do meu pai e passamos o restante da viagem em silêncio.

Chegando lá paguei o taxista com o cartão e desci do carro junto do filho de Belona, ainda me sentindo meio estranho. Tudo aquilo tinha sido demais para mim. Antes de ir de encontro a porta eu parei por um momento, fechei os olhos e respirei fundo. Foi quando senti o maior segurar minha mão com delicadeza, demonstrando que estava ali comigo mesmo sem a necessidade de palavras. Ele sabia o quanto aquele tipo de coisa me afetava, por isso me senti grato pelo gesto. Sorri.

* Toc, toc, toc *

Levou alguns instantes para a porta ser aberta, e quando isso aconteceu eu esbocei o melhor sorriso que pude antes de erguer minha mão livre e gritar.

— Surpresa! — Proferi com tom animado, tentando focar no ânimo e na empolgação de estar ali novamente. Era nostálgico.

A cara de susto e surpresa do meu pai foi impagável, mas não se comparava com a de curiosidade/dúvida de quando ele franziu o cenho ao ver que Kalka'il e eu estávamos de mãos dadas. Ele já sabia do que se tratava, ou ao menos imaginava.

Corri ao encontro do filho de Victória e de repente o abracei o mais forte que pude, pousando o rosto em seu peito para não ter que fitá-lo nos olhos por muito tempo. Eu não estava tão bem quando gostaria, e não queria que ele percebesse.

— Que saudades... — Murmurei, levando alguns segundos para me recompor antes de me afastar um pouquinho. — Como você tá? — Abri um genuíno sorriso de felicidade. — E o Chris, tá de folga hoje?

— Caramba, por que não avisou que vinha? Eu tô ótimo, e você? — Ele sorriu todo bobo e retribuiu o gesto, claramente contente com a visita. — Também senti saudades. — Espalhou meus cabelos e me tirou do chão por um momento, todo abobalhado. — Tá sim, ele só foi comprar algumas coisas no mercado aqui perto e daqui a pouco já volta.

Eu cruzei os braços e fingi uma expressão irritadiça.

— Sentiu mesmo? — Esbocei um biquinho manhoso. — Não parece, porque se eu não vier aqui você não vai pra Nova Roma me visitar. — Revirei os olhos e sorri, deixando parte da divertida encenação de lado. — Nem foi ver nossa nova casa.

Só então me dei conta que não tinha apresentado o celestial ao meu pai, e por causa disso bati com a destra na própria testa como quem dizia "Alô, Uri! Acorda pra vida."

— Pai, esse é Kalel Levitz. — Fiz uma pequena pausa e senti minhas bochechas ficarem ruborizadas. — Meu noivo.

TO BE CONTINUED...

Coisos:
Itens em Posse:
• Ryujin no ken [Uma armadura de exoesqueleto na cor azul e prata. Cobre o corpo inteiro do semideus, incluindo o rosto com uma espécie de capacete. Quando não está ativada em forma de armadura se transforma em uma jaqueta preta com um raio em spikes na parte traseira. Na parte das mãos possui um sistema que permite o usuário usar seus poderes ativos que dependam da mão. | Efeito de transformação: pode assumir a forma de uma jaqueta; Efeito de ligação: retorna ao dono quando perdida ou roubada | Efeito 1: Graças a runa de regeneração, a jaqueta sempre quando danificada pode ser regenerada voltando ao seu estado perfeito. | Bônus de forja: +15% de dano; bônus de FPA: +30 de dano| Vibranium | Super Alfa | Espaço para 1 gema | Dano base (com o bônus): 86 |Status: 100%, sem danos | Mágico | Forjado por Nikolaev, encantado por Farrier] (Presente no arsenal de Kalka'il, porém emprestada a Uriel durante a interação.)

• Rainbow Love [Um colar muito bem trabalhado e de aparência delicada feito de bronze celestial - banhado a prata - que possui um pequeno pingente em forma de coração composto de quartzo arco-íris. Este foi concedido a Uriel por seu pai como presente de herança, podendo ser usado para ajudar aqueles que ama em momentos de necessidade. | Efeito 1: Através do toque permite ao usuário doar até 20% de sua HP ou MP total para um aliado. (Este efeito só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos.) | Bronze Celestial | Sem espaço para Gemas | Beta | Status: 100% Sem danos | Comum | Presente de Herança ]

• Sérénité [Um arco feito de bronze celestial com uma corda transparente, sendo este de tamanho ideal para o seu usuário. Possui limbos com design semelhante a asas angelicais, os quais são banhados a prata e possuem detalhes multicoloridos na posta de cada uma das "penas" que o compões. Quando o filho de Íris puxa a corda, flechas se materializam magicamente - e estas são do mesmo material do arco. | Efeito 1 : O arco se transforma em um colar com pingente em formato de pena feito de prata.  | Efeito 2: Uma aura multi-colorida surge a partir da arma, fazendo qualquer oponente se render a batalha - mesmo querendo atacar, os danos serão drasticamente diminuídos diante ao portador do arco -, dando oportunidade ao semideus vencer um confronto sem a necessidade de briga. (Só pode ser usado uma vez por missão.) | Bronze Celestial | Sem espaço para gemas. | Beta | Status 100%, sem danos |  Mágico | Presente de Íris]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ]

• The Charmer [ Anel feito de ouro imperial, representando a amizade de Kalel e Uriel. Polido de forma atenciosa, o anel possui inúmera linhas brilhosas que parecem cordas. Forjado para transformar-se em um arco e flecha de aproximadamente 1,40 Cm. O arco possui entalhes únicos, em seu cabo bem trabalhado, runas elficas enfeitam o metal a ponto que a semelhança com armas medievais se torna absurda. Quando perdido, o objeto torna a voltar em forma de aliança para o seu dono. | Efeitos 1: Ligado a elemento raio, o arco invoca flechas infinitas com as mesmas propriedades. As flechas medem aproximadamente 60 Cm, com uma ponta oval e pontuda que reluz. Estas ao acertar o alvo causam dano equivalentes ao material da arma com um adicional de 10% por conta da eletricidade. Além disso, possuem a chance de paralisar a área atingida por 1 turno. 20 MP por flecha lançada. Só é possível atirar três flechas a cada turno. | Efeito 2: A arma libera uma descarga elétrica menor (igual ou inferior a 20mA) ao redor do portador, a qual ativa e aumenta a eficácia da cura elétrica de Kalel em 10%; | Efeito 3: Quando atinge o alvo, deixa uma marca eletrizada no mesmo que faz com que o próximo ataque bem sucedido de Kalel recupere 5% do seu HP/MP. | Por ser forjado de ouro imperial, suga 10% de HP e MP por acerto, Multiplica-se por 5 o dano em criaturas aéreas. Dano base em semideuses 30, Dano Base em monstros 40. | Bônus FPA +20 de dano | Ouro Imperial | Espaço para uma gema | Beta | Status: 100% Sem Dano | Mágico | Forjado por Ella Harris, encantado por Louise S. Mitchell ]

• Velociraptor linha Luxo [ Nessa linha não é apenas o conforto que predomina, mas também o poder, apesar de aparentar ser um tênis comum, esse foi fabricado para auxiliar e estimular o semideus a melhorar seus movimentos em combate, o tornando mais forte e mais rápido | Efeito 1: O calçado muda de acordo com o dono e suas preferências, o tênis será alterado magicamente para o modelo que mais o agrada. Efeito 2: Promove +40% de velocidade ao portador. Efeito 3: Quando estiver com o tênis nos pés, golpes relacionados as pernas, como chutes ou saltos ganham 30% a mais de força | Material mágico especial |Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

• Cristal de Luz [Um cristal mágico que cria hologramas a partir da mente do usuário. Assim, a pessoa poderá assistir até mesmo um filme ou fazer suas lembranças se tornarem audiovisuais. As imagens se propagam em até 5m de distância, tendo como ponto de referência o cristal. De proporção e imagem, conseguem tomar uma parede de 4m de altura e 6m de largura. Qualquer imagem pode ser criada e os sons são reproduzidos graças a conexão empática da pedra com a memória do usuário. Quando usado em missão, as imagens duram por 3 turnos, são bastante úteis para causar distrações ou até mesmo enganar | Efeito: Foram usadas as runas Jera, Algiz e Tiwaz para que o cristal criasse luz e som a partir de memórias | Cristal | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Mágica | Encantada por Evie Farrier, comprado no Pandevie Magie]

• Diário de um Meio-Sangue [Um diário especial de capa dura que possui uma tira com um pequeno cadeado para impedir que bisbilhoteiros leiam seu conteúdo sem permissão. A capa é lisa e de coloração rosa pastel, tendo a presença da silhueta de um unicórnio estampada em tons 'galáticos' de rosa, roxo, lilás e azul na parte central, com um pouco de gliter prateado para representar as estrelas. Logo abaixo da gravura está a palavra "Believe", comporta por letras cursivas e bem desenhadas. Já as páginas são divididas em sete blocos diferentes, sendo estes de colorações referentes a cada uma das cores que compõem o arco-íris.]. | Permite que a pessoa possa guardar suas lembranças nas folhas. Através da escrita, os momentos ficam guardados ali para sempre e podem ser revividos com um simples toque. Porém muito cuidado, qualquer um que encostar em seu interior estará passível de reviver a cena, o que pode ser bom para mostrar algo a alguém ou perigoso por revelar um segredo, por exemplo. | Comprado na Contes D'Or.]

• Smartphone Divino [Um smartphone feito especialmente para os semideuses. Ainda é um aparelho tecnológico, sendo necessário ter uma passiva que permita uso de tecnologia ou um item com o mesmo objetivo. O smartphone possui um sistema operacional próprio e mais avançado do que os conhecidos Android e iOS. Ele vem com aplicativos especiais para o meio-sangue: bestiário; mapa de locais mitológicos conhecidos; visão de raio-x; identificador de monstros; locais mais próximos seguros (estabelecimentos ou semideuses adultos que oferecem abrigo); disk taxi das irmãs cinzentas; mensagens de íris ao colocar um dracma contra o sensor de objetos na parte traseira do smartphone; identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades. | Efeitos: Além de ter todos os programas populares de um smartphone, possui aplicativos exclusivos para semideuses; Efeito 1: possui runas de resistência e renovação, permitindo que o celular se reconstrua caso quebrado | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

• Personalizer [Uma caneta Montiblanc personalizada e encantada para criar tatuagens magicas sobre a pele. Aparenta ser normal, até ter a tinta – totalmente magica – aplicada sobre a pele, é ai que a coisa muda de figura. O desenho que surgir sobre a pele pode criar movimentos únicos – caso esse seja o desejo do portador da caneta – ou não, tudo é claro depende da mente. A caneta cria uma espécie de ligação empática com a mente de seu portador, e os desenhos que ali surgirem são magicamente transferidos para a pele, fazer tatuagem nunca foi tão fácil. Infelizmente esse efeito não é permanente, e some dois dias depois, sendo necessário fazer uma nova aplicação caso deseje ficar com a tatuagem. | Material: Caneta comum + Tinta Mágica | Efeito: Tatuagem mágica, não permanente | Sem espaços para gemas | Sigma | Status: 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora, comprado no Pandevie Magie]
Habilidades Utilizadas:
Passivas:
• Nome do poder: Pericia com Ilusões
Descrição: Os filhos de Eros/Cupido, são bons em criar ilusões, portanto, quando utilizarem-se dessas, poderão enganar com mais facilidade, ainda mais se for uma ilusão relacionada ao amor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: +5% de dano se usarem ilusões

• Nome do poder: Beleza Divina
Descrição: O filho de Eros/Cupido, é naturalmente bonito. A beleza de seu pai era comparada a de um anjo, sendo ele mesmo semelhante a um. Assim como Eros/Cupido, seus filhos são extremamente bonitos, charmosos, e graciosos, e quando entram em batalha, é difícil olhar para outro canto que não seja eles, pois, naturalmente se tornam o centro das atenções. Os inimigos do semideus, podem se sentir intimidados, ou admirados pela beleza do filho de Eros/Cupido, e em um combate, isso os deixa confusos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer o inimigo hesitar em te atacar durante um turno, geralmente, o inicial.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Cura por emoções I
Descrição:  O filho de Eros/Cupido consegue literalmente se alimentar da luxúria e amor alheio para se recuperar em luta. Funciona com emoções induzidas pelo semideus ou intrínsecas da pessoa. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera 10 HP e 10 MP do semideus.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Perfume Inebriante
Descrição:  Seu cheiro natural é um perfume delicioso para qualquer ser. Todos os seres vivos ficam com o humor melhor perto de você, monstros nunca te detectaram, pois seu perfume lembra a eles cheiros dos seus habitats naturais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será rastreado por monstros. Pode confundir o inimigo em luta, inclusive, o fazendo hesitar ao sentir seu perfume, errando ataques durante um turno.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Mira do Cupido
Descrição: A principal arma de Eros/Cupido e sua mais famosa era o arco-e-flecha, no qual Eros/Cupido acertava os deuses e mortais, criando e desfazendo casais. Por conta disto, os filhos de Eros/Cupido possuem uma mira muito boa, comparada a dos filhos/seguidores dos Gêmeos Arqueiros. Isso não funciona apenas com flechas, mas com facas, e armas de arremesso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de acertar pontos críticos em lançamento de armas, arremesso de armas, como facas, adagas, lanças e flechas.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Luxuria e Sedução
Descrição:  Os filhos de Eros/Cupido conseguem seduzir os outros com extrema facilidade, usando desde o seu andar até o seu tom de voz para seduzir. Funciona normalmente com seres de ambos os sexos independente da opção sexual das vítimas desse poder. Você consegue despertar o desejo nos outros sem se esforçar para isso, com pequenos gestos e olhares. Isso acontece porque as crias do deus são naturalmente belas, e acabam despertando a libido dos outros pelo charme natural que exibem, sejam gestos, o corpo estonteante, o olhar, ou a aparência meticulosamente diferente, sensual e atrativa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer o inimigo se sentir atraído por você durante um turno, nesse turno, você dificilmente será atacado. Mas se o filho de Eros/Cupido tentar algo agressivo, o efeito passa.
Dano: Nenhum

• Nome do poder: Pericia com Arcos II
Descrição: O filho de Eros/Cupido, aprendeu a lidar um pouco melhor com o arco, e agora já consegue acertar os alvos de uma maneira melhor, mas ainda não aprendeu a atirar mais de uma flecha, muito menos consegue acertar pontos críticos, mesmo que se sinta mais à vontade ao lidar com arcos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% de assertividade no manuseio do arco.
Dano: +15% de dano se a arma do semideus acertar.

• Nome do poder: Aura da Vitória I
Descrição: A presença de um filho de Nice/Victória é tão arrebatadoramente inspiradora que todos os aliados, em batalha, ganham força de vontade e inspiração para conseguirem a tão almejada vitória.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Potencializam todos os atributos dos aliados em 10%. Não afeta filhos de Athena. + 10% de bônus em dano e defesa dos aliados. Não afeta filhos de Athena.
Dano: Nenhum
Ativas:
• Nome do poder: Esteticista
Descrição: Eros/cupido é filho da pobreza e da riqueza. Portanto, seus filhos podem transformar sua aparência de acordo com seus objetivos e com a conveniência, podendo tornar suas vestimentas sofisticadas e de marca, manter sua beleza ao extremo e seus acessórios todos esbanjando riqueza, mas também pode tornar sua aparência deplorável, sujo, hirsuto e descalço, afim de se disfarçar ou de provocar pena.
Gasto de Mp: -30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

• Nome do poder: Ágape
Descrição: Você pode encantar uma flecha com aura esbranquiçada. Ao atirar tal flecha contra o inimigo, se acerta-lo, causara ilusões estranhas. Na mente dele, surgirão imagens que o deixem feliz, entorpecido pela aura de alegria, o impedindo de atacar e tendo alucinações.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP
Extra: Durante um turno, o inimigo da prole de Eros/Cupido, sofrera ilusões de alegria, que o impedirão de atacar. (Ilusões podem ser descritas pelo filho de Eros/Cupido, ou pelo narrador). Só pode ser usado 1 vez a cada 2 turnos.

• Nome do poder: Storge
Descrição: Ao tocar uma flecha, poderá impregna-la com uma aura rosada, sensível. Ao atira-la, se acertar seu inimigo, fara com que ele se sinta acuado, e ao perceber o estrago que está causando, se sentira solidário, querendo em vez de machucar seus oponentes, cuidar deles. Ele ficara preocupado, e evitara matar, destruir, ou machucar as pessoas ao redor.
Gasto de Mp: 30 MP (por flecha)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 20 HP (por flecha)
Extra: Fara com que o inimigo não ataque ninguém (pela preocupação, e sentimento de solidariedade), durante dois turnos.
Missão Realizada:
• De volta para casa: As férias chegaram ao fim e as aulas estão prestes a começar para boa parte dos semideuses. É hora de voltar para casa e vivenciar novas aventuras no mundo mortal, acontece que esse retorno pode não ser o que você esperava. O caminho de volta também é traiçoeiro, monstros estão a espreita por toda parte e a seita ainda não foi 100% derrotada, embora sejam poucos eles ainda existem. E então? Como vai ser seu retorno? Conte-nos a aventura vivenciada por seu personagem no caminho de volta.

Orientação: Deve narrar no mínimo dois desafios enfrentados por seu personagem, pode desenvolver tramas pessoais e relações com o mundo mortal, os pais do seu personagem, os avós, se alguém foi busca-lo ou etc. O importante é contar como foi a aventura do retorno de volta para casa, quanto mais criativo melhor.

Recompensas: Até 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão. A recompensa poderá ser diminuída de acordo com a criatividade, o desenvolvimento, o desavio criado, a ortografia ou outros fatores que possam influenciar a avaliação.
Duplicadores:
• Duplicador de EXP [Usado uma única vez em qualquer narrativa (missão, evento, mvp etc), o jogador terá sua experiência duplicada. Após uso, o duplicador será retirado da mochila]

• Pack de XP [ Todo e qualquer XP ganho pelo personagem sofre um acréscimo de 30% durante os próximos sete dias (Valido até: 10/02/2019)].
Considerações:
Primeiro de tudo eu gostaria de pedir desculpas ao avaliador pelo tamanho da missão. Juro que esta definitivamente não era a intenção, mas não consegui desenvolvê-la sem ser dessa forma. Foi mal mesmo. :c

Também quero informar que haverá uma continuação para a missão, como sugere o "To be continued..." presente no final. Se ela já ficou grande dividida em duas partes, imagina só como seria se fosse desenvolvida de uma vez só. Zeus me dibre! Então gostaria que você, caro avaliador, levasse isso em consideração caso ache que o encontro dos dois semideuses com o pai de Uriel foi muito breve. Prometo que ainda haverão algumas reviravoltas nessa viagem. ;p

Sobre a aparição de membros da seita, foi nos informado que mesmo com a destruição da maioria das bases da organização - o que reduziu muito seu poder e influência - ainda há alguns membros na ativa, portanto achamos oportuno colocar alguns deles aqui. Espero que não seja um problema. :3

No mais, obrigado por se dispor a ler e avaliar esta narração. Espero que tenha gostado. *-*
ross.



▬▬▬ Uriel Neuville
If I Can Help You, I Will Do This
Uriel Neuville
Uriel Neuville
Filhos de Cupido
Filhos de Cupido

Idade : 20
Localização : Stardust - Nova Roma

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville Empty Re: [MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville

Mensagem por Macária em Qua Fev 27, 2019 6:42 pm

Avaliação

Valores máximos que podem ser obtidos
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%
Total de XP e dracmas que pode ser obtido: 10.000 xp e dracmas + 3 moedas

Kalka'il
Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 47%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%

TOTAL:  12.610 xp e 9.700 dracmas + 3 moeda de verão

Uriel
Resultado obtido:
Enredo e coerência de batalha – 47%
Gramática e ortografia – 20%
Criatividade – 30%

TOTAL:  19.400 xp e 9.700 dracmas + 3 moeda de verão

Comentários:

A falha da missão de vocês foi, basicamente, a mesma: as lutas. Eu me peguei confusas com algumas ações por não ter (exatamente) certeza de quem estava sendo atacado. No mais, não tenho o que pontuar. Foi uma boa missão.
Kalka'il: aprovado para a segunda fase.
P.S.: Uriel, os packs de xp não são cumulativos. Então, considerei apenas o duplicador.




this a good death
money and diamonds can't save your soul

Macária
Macária
Deuses Menores
Deuses Menores

Localização : Em qualquer lugar

Voltar ao Topo Ir em baixo

[MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville Empty Re: [MF de verão] Kalka'il Levitz e Uriel Neuville

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum