The Blood of Olympus
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CCFY - The Coward Lion

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Mensagem por Alexandre Valentino em Dom Fev 24, 2019 8:30 pm


The Coward Lion
I am thinking of you. Thinking of you. You're the best



As mãos pequenas e agitadas de Alex moldavam a argila fresca com alegria. Lentamente uma forma nova se formava do que antes era apenas um pedaço de barro. De fato, ele era perfeito para esse trabalho, modelagem era uma das únicas coisas as quais o rapaz conseguia manter o foco, e seus dedos ágeis conseguiam faze-la com perfeição. Sorriu fracamente ao ver a forma criada, uma pequena raposa com um olhar curioso.

Colocou-a junto com as outras, ao lado de um pato e um pinheiro em miniatura. Seu quarto era cheio delas. Meninas e meninos, aviões, árvores, animais, doces, todas as formas possíveis e imagináveis feitas de argila. Passou alguns segundos apreciando sua coleção quando ouviu o chamado de seu pai.

Colocou o anel de pedra vermelha que usava todos os duas e subiu as escadas correndo. Alex podia ter medo de muitas coisas, mas, diferente de muitas crianças, o porão não era uma delas. Afinal, como em sua casa não houvesse muito espaço, lá sempre fora seu quarto. Seu pai, Matteo, o esperava na sala, com o baú aberto.  — Alex, Coloque os seus aqui por favor.

Era claro que Alex não havia feito apenas uma raposa. Não, passara a manhã toda fazendo todo o tipo de escultura, e agora iria para a feira com seu pai tentar vendê-las. Não tinha certidão de nascimento nem RG, não ia a escola e todos os dias saiam pai e filho vender as esculturas feitas.  Leo com orgulho testemunhava o talento e avanço rápido do filho nessa arte, e tinha certeza que logo conseguiria criar coisas cada vez maiores e mais bonitas.

Antes de saírem, sua mãe Eleonora o beijou na testa. — Você é um garoto muito fofo e corajoso. — Era o que sempre dizia. Corajoso ele não podia ter certeza, mas com certeza demonstrava uma fofura infantil mesmo estando quase na puberdade. Muitas das pessoas que paravam na barraca vinham apreciar o rostinho juvenil que tentava vende-los bonecos e figuras.

Hoje, porém, quem se aproximava não tinha nenhuma intenção de apreciar nada. Aproveitando-se de que Matteo estava distraído numa conversa alegre com um cliente, se aproximaram de Alexandre que distraidamente olhava as imagens de um gibi. Ele olhou pra cima e se deparou com as figuras infelizmente conhecidas.

Três rapazes, um ruivo, um alto e um robusto o encaravam com uma expressão de tédio. — Ei, Xande, o que está fazendo com esse gibi se você nem sabe ler? — Perguntou o alto com um tom provocador de falsa causalidade.

Alexandre suspirou. — Eu sei ler, apenas demoro, e eu estou vendo as imagens.

O ruivo riu com sua voz franzina — Deixe-me ver essas tais imagens — E tomou o gibi das mãos de Alex. O menino ficou de pé e levantou a voz. — Ei! Esse gibi é meu!

O rapaz alto se aproximou a ponto de ficar a apenas 10cm de distancia do garoto. — Você me parece muito atrevido pro meu gosto, será que você gostaria que contássemos seu segredo para a Giulia e para todas as pessoas da cidade?!

Alex engoliu em seco. Giulia era a garota mais bonita do bairro, com seus olhos cor de mel e longos cabelos castanhos. Ele já fizera dezenas de esculturas para tentar impressiona-la e morria de medo de que ela descobrisse sua paixão por ela. Ele fitou o chão, desconcertado.

— Ótimo. — Retomou o rapaz alto. — Senhor Valentino, vamos dar uma volta com o Alex, tudo bem? — Gritou ele para o pai do garoto, o qual assentiu e distraidamente voltou a conversar com o cliente, tomando os rapazes como amigos de seu filho. — Agora siga-nos.

Alexandre suspirou de novo, não fazia ideia do porque esses garotos sempre vinham o atormentar. Talvez fosse por ser baixinho, ou por ser medroso, ou por sentirem inveja dele não ir à escola. Mas de qualquer forma seria melhor fazer o que lhe era proposto, não queria seu segredo revelado.

Andaram até um bairro próximo, um dos mais pobres da cidade. Recentemente ocorrera lá uma tentativa de gentrificação, que foi severamente desaprovada pelos moradores do bairro e abandonada. Desde então o lugar estava decadente. O custo de vida já estava caro pros antigos moradores, que abandonaram o lugar, e outras pessoas não queriam morar lá visto que ainda era um lugar perigoso. Sendo assim, estava cheio de casas desocupadas.

— O que é isso? — Perguntou Alex com um mau pressentimento.

— Oras, Xande, você é tão burrinho que nem conhece sua própria cidade?

— Eu conheço! Só não sei o que viemos fazer aqui.

O rapaz alto riu, apontando para uma das casas. — Está vendo ali? Vamos explorar lá, um pouco de aventura faria bem para nós. — Ao ver o olhar amedrontado do pequeno, revirou os olhos e comentou, de forma provocadora. — Mas você está com medo de uma casinha abandonada, Xande? Quer que a Giulia saiba que você é um covarde?

— N-não... — Murmurou Alexandre, com o corpo encolhido enquanto o garoto robusto arrombava a tranca frágil e o empurrava para dentro da casa.

— Então não se acanhe! Vamos com você, venha.


Entraram na casa. Tinha cheiro de mofo e de comida podre. Os cômodos estavam maltratados e as paredes sujas e com as tintas descascando, era compreensível porque ninguém gostaria de morar ali. Os rapazes se divertiam chutando móveis e destruindo algumas poucas louças no armário, mas Alex andava tímido e vagarosamente, tinha uma sensação muito ruim quanto àquele lugar.

— E-ei, quando vamos embora? —
Perguntou, com medo. O rapaz ruivo riu e piscou para os colegas.

— Você eu não sei, mas eu vou agora!


Saíram os três correndo e fecharam a porta, impedindo a saída de Alex, que tentava abri-la enquanto os garotos riam. Provavelmente os três seguravam a porta no lado de fora, tornando quase impossível para Alex abri-la. Ele gritou e bateu na porta em vão, arrancando gargalhadas dos que estavam lá fora.

— Você realmente acha que Giulia vai algum dia gostar de você? Um anão fraco e analfabeto?!

Alexandre tentou ao máximo ignorar a provocação. Gritando para que abrissem a porta. Olhou para trás e viu a escuridão, as portas quebradas, os móveis sujos e chorou de medo. As lagrimas caindo pelo seu rosto, horrorizado com a ideia de ter alguma presença misteriosa ali. Foi então que viu algo assustador como nada antes. Dois homens com carrancas feias, unidos pelas costas, compartilhando um mesmo corpo.

Um grito desesperado e aterrorizado ecoou pelo cômodo. — ME DEIXEM SAIR! EU NÃO ESTOU BRINCANDO, TEM ALGO AQUI! — E os garotos do lado de fora apenas continuavam a zombar — Agora ele está vendo espíritos! Que piada!

A criatura avançou em direção à Alexandre, que desesperado se jogou para o lado, caindo em uma prateleira velha. Suas costas doíam pelo acidente, mas continuou a correr pela casa. Atravessou a sala em direção à cozinha e fechou a porta, trancando-a com a chave na fechadura, o que não adiantou muito uma vez que poucos segundos depois a criatura quebrou a porta.
Alexandre se encolheu na parede, chorando desesperado de medo, e a criatura se aproximava cada vez mais. Parecia estar pronta para dar o golpe final quando se ouviu um estrondo vindo da sala. Matteo havia aberto a porta e, com um martelo, avançava diante à criatura.

A criatura virou-se para lutar contra o novo alvo, e enquanto isso Alexandre engatinhou para debaixo da mesa, fechou os olhos e tapou os ouvidos. Nas poucas vezes que teve coragem de abrir os olhos, via imagens que achou que nunca veria. A criatura sem piedade atacando seu pai com golpes ferozes, sangue caindo e Matteo lutando como nunca pensaria que seria possível.

Em algum momento, não sabia se era 5 minutos ou uma hora depois, tudo se normalizou. Matteo veio até o filho, ensanguentado e exausto. — Venha para casa, vou lhe explicar tudo lá.


[...]

— Você disse que ele era um comerciante que fugiu do governo, não um deus grego! — Exclamou ele para a mãe, que tentava explicar.

— Eu sei, filho, mas eu não podia te contar a verdade. Quanto mais cedo você soubesse, mais cedo seria atacado.

Alexandre sempre soube que Matteo não era seu pai de verdade, mas a revelação o deixara extremamente chocado. Seu pai o olhava assentindo com a cabeça e confirmando o que sua mãe dizia.

— O que era aquilo? Como você sabia? Como podemos nós dois sermos filhos de deuses?

— Aquilo eram Makhais, você provavelmente vai aprender sobre isso no acampamento. Eu sabia pelo anel que você sempre usa. Como você sabe, eu tenho um igual, eu mesmo os forjei e o meu aperta meu anelar quando um monstro se aproxima de você. Assim que senti corri pra onde o anel me guiava, e assim que vi aqueles garotos perto daquela casa, corri para lá. Eles saíram correndo assim que me viram e eu invadi o lugar. — O filho o observava atônito.

— Acampamento? Que acampamento? — Perguntou com a voz estridente. Matteo fez um sinal com a mão para que ele esperasse e sua mãe começou a falar.

— Há 12 anos me apaixonei perdidamente pelo seu pai biológico, Alex. Após ter engravidado de você e ele ter ido embora, fiquei desolada. Mesmo sendo uma mortal, sempre consegui ver criaturas mitológicas, e um dia uma delas me atacou. Por sorte, Matteo estava por perto, ele me salvou e nos apaixonamos quando você ainda era um bebê. Mas ele cresceu e por muitos anos viveu em um lugar onde vamos o mandar agora, um lugar seguro.

A garganta de Alexandre se fechou em um nó e ele sentiu as lagrimas inundarem seus olhos. — M-mas eu não quero ir! — Choramingou ele. Sentiu o abraço de sua mãe o apertar, e chorou mais ainda ao perceber que não sentiria mais isso em um longo tempo.


[...]


Já faziam 2 meses que Alexandre estava no acampamento meio-sangue. Ele não gostava de lá. Seus irmãos o davam medo, as aulas o davam medo, pegar em armas o dava medo, até as brincadeiras o dava medo. E é claro que isso servia para ser alvo de zoação de seus irmãos, e também de outros campistas. Como na vez em que tentava dar banho nos cavalos, com medo de que eles se rebelassem e partissem pra cima dele e ouviu duas filhas de deméter que conversavam.

— Da pra acreditar que ele é filho de Phobos??? Que engraçado. — Riu uma.

— Ah, pelo menos ele é fofinho, tão pequenino! E ele fala engraçado.


Ele fitava o chão e se sentia constrangido ao ouvir isso. Antigamente ele gostava quando sua mãe o chamava de fofo, agora era só um motivo para se sentir embaraçado. Tambem se envergonhava do seu sotaque italiano. Matteo havia o ensinado a falar inglês, embora ele não fizesse ideia de como era a escrita, mas ele ainda sim errava algumas palavras.

Voltou para o chalé fedendo a fezes de cavalo e foi tomar um banho. Ao terminar de se vestir viu um de seus irmãos mais velhos o chamando. — Ei, você tem um treino hoje, é obrigatório!

Ele arregalou os olhos, surpreso. — Hoje? Mas ninguém me avisou!

O outro deu de ombros com desdém. — Bem, devia ter perguntado. De qualquer forma você precisa ir ate a arena, vem, eu te acompanho.

Andaram lado a lado até o local. Nele já estavam 2 outros semideuses que treinavam. Um era bem forte e empunhava uma espada, fazendo movimentos fortes e bruscos. O outro era mais magro, porém mais rápido. Alexandre olhou para os lados, um tanto confuso sobre o treinamento. Seu irmão sorriu de canto, um tanto cínico. — Boa sorte, maninho. — Deu meia volta, e foi embora.

Fitou os dois que lutavam. Assim que seu irmão saiu de vista, a dupla parou de lutar e se voltaram para o garoto. — Então você que é o novato de Phobos, né? — Exclamou o mais forte. — Meu nome é Franz, sou filho de Ares e esse é Greg de Nice. Ouvimos dizer que você...Bem, não tem o perfil que é suposto para você. — Pegou uma espada guardada em um lugar próximo e lhe entregou. —  Bem, infelizmente, isso vai ter que mudar.

Mal acabou de dizer isso e Greg avançou para cima de Alex, que gritou, e desviou para o lado. Estava lá a apenas 2 meses e tudo que aprendera fora uns truques de sombra e como segurar uma espada decentemente. O outro era claramente superior. Avançava e não lhe dava um segundo de descanso.

Alexandre pulava de um lado para o outro tentando ao máximo desviar dos ataques. — Hunf, o garoto sabe desviar. — Resmungou o filho de Nice com um sorriso estranho. Ao se desequilibrar e quase cair, Alexandre gritou. — Por que?!

Franz, que observava calado, exclamou — Porque fracos e medrosos não tem lugar aqui! — Mal acabou de falar e Greg partiu com a espada para cima de Alexandre

— Argh! — Exclamou ele ao ver a espada se aproximando de seu braço. Porém, para sua surpresa, não sentiu nada. Tinha conseguido transformar o braço em sombra, e Greg havia se desequilibrado para frente ao sua espada atingir puro ar. Alex aproveitou a distração e correu, tirando suor da testa onde a franja cobria.

— Pare de fugir, seja homem! — Provocava Franz, enquanto Greg, que já havia se recomposto, corria em sua direção novamente. Após algumas investidas, Alexandre se desequilibrou e caiu de costas, sendo um alvo fácil para o filho de Nice que avançava sem dó. O mais novo gritou e ouviu o filho de Ares gritar antes de ser atacado — Você vai mesmo ser um alvo tão fácil? Que patético!

No momento seguinte Alex gritou de dor, sentindo lagrimas nos olhos e a pele ardendo. Sua barriga havia sido atingida e sangrava. Lagrimas já caiam do queixo quando ele gritou — Não!

Num movimento de insanidade aparente, Alexandre protegeu-se de outro golpe usando sua mão, que fora extremamente ferida pela espada. Porém, ao contrario do que Greg esperava, Alexandre avançou ainda mais e esfregou a mão ensanguentada no rosto do oponente. A feição do filho de Nice mudou de determinado e ofensivo para uma expressão de horror. Ele gritou, largando a espada para limpar o sangue do rosto com as duas mãos, aterrorizado pelo liquido viscoso, repugnante e com cheiro de ferro.

Alexandre aproveitou o momento e pegou a espada inimiga e jogou-a longe. Fugindo com as costas curvadas e o outro braço na barriga que latejava de dor como se estivesse sendo queimada. Ele arfava, desesperado para fugir quando sentiu uma mão grande em sua cabeça. Olhou pra cima e gritou, se deparando com o filho de Ares.

Franz pegou uma garrafa de néctar e deu ao garoto. —Calma, não precisa se preocupar, não vou te atacar.

Hesitante, Alex pegou a garrafa a bebeu o líquido, sentindo um grande alivio na barriga e na mão. — Eu sei que meus métodos são suspeitos, mas ei, você conseguiu fazer algo! Você teve coragem. — Disse Franz, colocando a mão do ombro do filho de phobos. — Você já tinha conseguido fazer isso antes? — Perguntou e recebendo um balanço de cabeça como resposta.

— Pois bem, agora você consegue. Você acha que é medroso, mas é porque não conhece seu potencial.

Greg, que já havia se recuperado da hemofobia, voltava e parou ao lado do amigo. — É, você foi bem até, filho de Phobos. — Deu uma piscadinha. — Só não conta pra ninguém que eu quase te matei.

Alex deu um sorriso atrapalhado. — O- Obrigado — Timidamente deu meia volta e partiu de volta ao chalé para tomar outro banho. Ele podia ter medo de tudo e não fazer juz a seu pai, porém, talvez ele pudesse aprender algumas boas coisas aqui.


[...]
Tinha acabado de sair do banho pela segunda vez ao dia. Seu irmão que o guiara para a arena deu uma piscadinha e uma risada suave, a qual foi retribuída por Alex. Ao deitar em sua cama, exausto, sentiu algo duro e incomum. Vasculhou e, embaixo do colchão, se encontrava uma bela foice um bilhete escrito em grego.

“Para os momentos de medo
Assinado: Phobos
Ps: Não me procure mais”

Alexandre riu de leve. Era a primeira vez que ouvia — Ou no caso lia — qualquer coisa de seu pai. Deitou-se, virou pro lado e fechou os olhos, talvez o acampamento não fosse tão ruim.

notes: Bláblá  tagged: words: wearing:
thanks weird for ♣️


Habilidades:


Nível 1
Nome do poder: Transformação em Sombras I
Descrição: As sombras de certa forma podem ser assustadoras, elas causam temores, e vem acompanhada daquela sensação estranha de estar sendo observado. Os filhos de Phobos/Timmor, conseguem transformar partes do corpo em sombras, ficando com a aparência desfocada, semelhante a fumaça negra flutuante. Nesse nível, no entanto, só conseguem transformar um membro do corpo por vez, braços ou pernas. Qualquer coisa que tocar as sombras, passara através, sem atingir o semideus. Estando dessa maneira, com a parte do corpo envolta em chamas, também não poderá causar danos físicos aos seus oponentes, ou segurar armamentos.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Hemofobia
Descrição: O semideus pode induzir Hemofobia contra seu oponente, ou seja, o fazendo sentir medo de sangue. Assim sendo, ao sentir esse medo, poderá cortar o oponente, ou a si mesmo, e respingar sangue sobre ele, o medo será tão forte, que o deixara sem ação, ou tremulo, por um período de tempo, o fazendo errar boa parte de seus ataques.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: O inimigo fica hesitante por um turno, dando chance ao filho de Phobos de atacar.
Alexandre Valentino
Alexandre Valentino
Filhos de Phobos/Timmos
Filhos de Phobos/Timmos


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CCFY - The Coward Lion Empty Re: CCFY - The Coward Lion

Mensagem por Cupido em Seg Fev 25, 2019 6:34 pm


Alexandre

Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3.000 XP e 4.000 dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

RECOMPENSAS: 3.000 XP e 4.000 dracmas + item de herança.

Comentários:
Alex, querido, que história curiosa! Estou ansioso para ver o desenvolvimento da sua personagem, de verdade! O único problema que encontrei em seu texto, porém, e preciso ressaltar, é sobre uma revisão mais atenta. Encontrei poucos erros, incluindo "deméter" e "phobos", quando deveriam ser iniciados por letras maiúsculas, então atente-se, por favor! No mais, meus parabéns e seja muito bem vindo!

item recebido:
• Taste The Fear [ Uma foice de ferro estígio que tem capacidade de adaptar seu peso de acordo com a necessidade de quem a segura. Concedido a Alexandre como presente de herança. | Efeito 1: Ao segurar bem forte a arma, é concedido ao usuário um controle maior de seu medo e sua coragem, semelhante a uma resistência/buff de 15%. | Efeito 2: Se adapta ao peso de quem a segura, podendo se tornar mais leve ou mais pesada dependendo da necessidade. | Ferro estígio | Sem espaço para Gemas | Beta | Status: 100% Sem danos | Mágico | Presente de Herança de Phobos]

Cupido
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