The Blood of Olympus
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[RP Fechada] When the dark rises

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Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Fev 20, 2019 7:35 pm

Do you dare to look him right in the eyes?
 O tópico foi criado para uma interação fechada entre a semideusa de Hécate, Hela A. Deverich, e o deus do submundo, Hades. Qualquer interrupção será prontamente ignorada.


“You should know the difference between secrets and lies.”
– Red Queen

DETALHES:

Forest Park Chapel
+ NYC
+ 05:40 A.M.
+ -11° C.


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[RP Fechada] When the dark rises Empty Re: [RP Fechada] When the dark rises

Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Fev 20, 2019 7:37 pm



I used to be a darling starlet like a centerpiece
Had the whole world wrapped around my ring.

 ʤ  listening way down we go with Hades ʤ words: xxx  ʤ


Hela não era católica. Na verdade, passava bem longe disso. Mas não tinha ideia de onde encontrar Hades em um lugar fora do submundo. Exceto uma capela mortuária em Forest Park. E foi por isso que ela mandou o recado pelo corvo, que foi até o inferno e repetiu ao deus exatamente as palavras que ela dissera.

"Lord Hades.
Sei que já abusei de sua boa vontade ao pedir para descer com um exército de vivos por seu reino. Mas gostaria de vê-lo outra vez para tratar de alguns assuntos que vêm me atormentando. Infelizmente, referem-se a você."


Não sabia se aquilo seria o suficiente para que ele fosse até ela, em um local mundano de Nova Iorque. Mas queria acreditar que sim. O inverno ia sumindo aos poucos, mas por sua magreza, Hela ainda sentia muito frio. Usava jeans pretas e um suéter justo de mesma cor por baixo do sobretudo cinza. O cabelo escuro e levemente ondulado estava solto e a maquiagem era tão leve que ela sequer parecia usar. Em uma tentativa de se fazer mais alta, usava saltos finos e que faziam a pele exposta de seu pé mostrar-se levemente arroxeada, assim como a carne sob suas unhas.

Acendeu uma vela para sua avó, olhando a chama de forma fixa. Era cedo e o tempo ainda estava escuro do lado de fora, assim como o vento soprava o cabelo das pessoas lá fora. O trânsito infernal da cidade que nunca dorme já dava seus primeiros indícios e ela soltou o ar pesadamente. Por um momento, Hela considerou esperar por Hades no carro. Mas a aura de sombras, morte e poder que preencheu o ambiente assim que o pensamento se finalizou apenas a fez se virar devagar, encarando-o com os olhos negros. A coloração da morte. Ou, ao menos, de seu presságio. ㅡ Obrigada por ter vindo. — sorriu gentilmente. Infelizmente para ela, o deus continuava tão bonito quanto ela se lembrava. Será que mantinha aquela aparência por estar confortável ou porque achava que ela estaria confortável? “Por ele, claro. Deuses não fazem absolutamente nada pensando em mortais.”, sua consciência a repreendeu e ela sabia que sua mente tinha razão.

Em caso de necessidade:

Bênção:

Nome da bênção: Eclipsado
Descrição: Graças a benção de Levi, o semideus poderá ocultar a sua presença divina totalmente. Não será detectado por monstros ou criaturas por causa de sua essência como descendente dos deuses, sendo ocultado o cheiro e a aura. Para muitos, será apenas um humano comum.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Dano: Nenhum
Bônus: Nenhum
Extra: Nenhum
Itens levados:
• Blood 꽃 [Espada longa, com cerca de 120cm ao todo, sendo um metro de lâmina com dois fios de corte, pequenos desenhos de flores de vinha virgem podem ser vistos na lâmina a depender da iluminação e em seu cabo há entalhes de flores de camélia. | Efeito de ligação: a espada retorna ao dono em forma de acessório, depois de perdida ou roubada; Efeito de transformação: vira um bracelete | Efeito 1: Graças ao encantamento com o signo da luz, a espada é capaz de conduzir o elemento. Graças a isso, também provoca 50% de dano a mais em criaturas ligada ao elemento sombras/trevas |  Bônus de forja, de FPA e lendário aplicados no dano base | Bônus lendário (Elemento): Ganha propriedade de conduzir o raio e o fogo, qualquer poder de raio ou fogo lançados contra ela poderá ser rebatido e lançado novamente para o lançador. Tal dano ainda poderá ser neutralizado pela arma. | Ouro Imperial | Alfa | Gema Atração: É uma gema com magia ilusória, mas que não funciona ou tem efeitos para seu portador, mas sim seus oponentes. Ao ser combinada com uma lâmina (lanças, espadas e adagas) encherão essa com uma propriedade única de beleza, deixando a lâmina diferente, mais bonita, mais elegante. A magia e o poder presente nessa farão com que todos aqueles que se virem como oponentes do semideus que portar essa lamina (com a gema embutida) se sintam atraídos por ela, ou seja, ficam apaixonados, é um efeito de vicio, eles sentirão uma vontade estranha de serem cortados por ela, é algo – literalmente – sádico. Um amor unilateral por uma arma, cuja a essência é atrair inimigos para a morte. O efeito é cortado no momento em que o inimigo desviar o olhar da espada, contudo, ainda é um vício, ele se sente tentado a olhar para ela, e é difícil resistir, mas não impossível. Se o portador da arma for derrotado, o efeito é quebrado totalmente.| Rubi imperial: +40 de dano | Tanzanita real: 15% de roubo de vida. (Todo dano causado volta para a vida do usuário. Caso o golpe com a arma causa 100 de dano, 15 viram HP para o semideus atacante.) | Dano em semideuses: 139 (-10% HP e MP por golpe); em monstros: 150 (x5 monstro aéreo) | Lendário | Forjado por Nikolaev]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].




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Mensagem por Hades em Qua Fev 20, 2019 8:13 pm


Hades Adventures

A ausência de Allyria doía mais do que a divindade se permitia demonstrar. Cada guerra vinha acompanhada de consequências irreparáveis e seria estúpido determinar que um Deus seria incapaz de compreender com precisão o peso de mortes graças a confrontos. Apesar da sua existência ser marcada pela imortalidade isso não o tornava menos humano em seus sentimentos ou incapaz de lamentar por cada morte, principalmente aqueles que via com afeto. Seu sofrimento foi silencioso, ausente da figura da esposa, que mantinha-se tão gélida quanto a noite mais fria daquele inverno, marcando ainda mais o afastamento entre os dois. Como todo homem que conhecia bem a mulher com quem estava casado ele reconhecia os sinais de uma crise e chateação mútua. Mas não havia preocupação profunda.

Ao contrário de casais divinos, como o casamento de um dos seus irmãos, sua relação não era baseada em status ou poder. Mantida a trancos e barrancos, com discussões que causavam tempestades e com sangue humano e semi-divino em seu caminho. Mesmo que ele e Perséfone não fossem ausentes de pecado, eles ainda se amavam e se respeitavam. A história dos dois começou errada, mas foi mantida por puro amor e dedicação. Exatamente por isso Hades a ignorava, consciente que tentar dialogar naquele momento iria resultar em brigas. E honestamente ele ainda não havia a perdoado totalmente pelo que ela havia feito a uma de suas crianças por puro ciúme…

Talvez por uma mistura de sentimentos que ele não sabia como nomear que decidiu atender ao chamado da semideusa de olhos interessantes e pensamentos inconstantes. Ela cheirava a problema e parecia atender aos padrões de mulheres que a própria esposa odiaria, caso não caísse de amores. O lugar escolhido o lembrava que ainda era uma divindade e havia poder fluindo por seus músculos, tendões e ossos. Aquele corpo continha parte de sua verdadeira forma, mas ainda era poderoso, a própria terra era sentida como se fizesse conexão com suas terminações nervosas.

O corvo enviado, mascote de Hela ao que tudo parecia, estava em seu ombro, dócil como toda criatura do submundo e ligada a morte de alguma forma. Eram criaturas fascinantes em sua opinião, Keera era apropriado a mulher que detinha sua lealdade.

Ela era bonita de uma forma curiosa, suas feições não revelavam sua idade de fato. Caso ela quisesse poderia assumir uma aparência inocente, alguém que é difícil levantar a mão em qualquer situação possível. Mas a forma como se portava e se vestia deixava claro que ela era uma mulher mais forte do que sua aparência denunciava. Em afirmativa as suposições feitas, Hela percebeu sua presença, lhe dando um sorriso gentil. Suas memórias dela no submundo eram vividas e mesmo enfrentando um Deus, seus olhos possuíam ardência. E experimentar de tal gentileza quase o fez rir. Ainda precisava conhecê-la.

- Seu corvo me passou uma mensagem e aqui estou. Bastante curioso sobre esses assuntos atormentantes que me envolvem.

Cada palavra foi pronunciada sem que Hades desviasse seus olhos da semideusa presente, sentando-se em um dos bancos e analisando as paredes do lugar. Era relativamente recente, não haviam muitas almas atormentadas, porém muitas pessoas de caráter péssimo. E talvez ele estivesse incluso.
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Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Fev 20, 2019 8:36 pm



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Talvez, em alguma outra vida, Hela tivesse sido da realeza. Talvez, ela tivesse sido uma das mulheres mortas na fogueira. Talvez, tivesse sido alguém que não se calava ou se encolhia para homens ou figuras de autoridade. Não importava quem ela havia sido, nessa vida, ela era mais forte do que nunca. Inquebrável. Ou esperava ser. Sentia-se estranha com ausência das alianças em seus dedos. Mas não achou apropriado.

Ela pôde observar Keera, sentiu as emoções dele. Em paz. Uma paz que, normalmente, não tinha nem mesmo com a garota.  ㅡ Keera é sempre muito eficiente.  ㅡ ela murmurou, vendo o deus se sentar. Ela ainda se ressentia com o deus por ter usado um de seus maiores medos, mas entendia que fora necessário. Aliás, ela entendia que muitas coisas eram necessárias. Mas havia algo diferente em Hades. Mesmo com sua insolência no mundo inferior, ele parecera bem humorado e agora... então, algo estalou em seu cérebro. O templo construído para cinco jovens deuses. Não era uma das deusas uma filha dele? Bem, sobre perder um filho, ela podia entender e muito bem. Manteve-se de pé por mais algum tempo, sentando-se ao lado do deus a uma distância segura.

Hades, você sabe que minha mãe consegue ver... o futuro. As possibilidades. Não sei se eu deveria lhe contar ou questionar, mas a falta de respostas me enlouquece. No dia, ou na véspera, do acidente que me deixou em coma... tive uma visão onde eu e você nos beijávamos.  ㅡ soltou o ar, indicando que uma das piores partes (para si), já havia ido. Não conseguia deixar de encarar a vela que acendera para a avó, mas precisava encarar o deus. Olhá-lo e ver o quanto ele sabia. Talvez, bem menos que a si mesma.  ㅡ Creio ter tido alucinações ao resto do dia porque você estava em meu carro, me dizendo para ter cuidado ou me instigando a fazer algumas coisas. Mas então veio o acidente e enquanto eu estive no limbo... eu escolhi ficar. Estava no inferno. Com você. E escolhi ficar.

Então, veio algo que poderia ser considerado uma das piores partes. E ela achou prudente se levantar. Ficou de pé novamente, em frente ao deus, engoliu em seco, buscando os olhos do imortal antes de pronunciar as tão temidas palavras.  ㅡ Eu era sua amante.  ㅡ agora, ela parecia não ter um ponto. Por que o chamara ali?  ㅡ Sabe me dizer o que isso tudo significa? Eu preciso de respostas. Não posso me casar se...  ㅡ "se eu te amar a ponto de ficar com você também", pensou. Embora não tivesse conseguido verbalizar. As palavras haviam se perdido no meio do caminho e ela suspeitava que não encontraria a própria voz até ter uma resposta. E, caso precisasse correr, tinha certeza de que suas pernas também não responderiam.

Sabia que não o podia ter. Não um imortal. Um deus. Um deus casado.

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Dano: Nenhum
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[RP Fechada] When the dark rises Empty Re: [RP Fechada] When the dark rises

Mensagem por Hades em Qua Jul 03, 2019 9:21 pm


Hades Adventures

Em uma comprovação dos milhares de pensamentos que haviam fluído por seu cérebro – onde maioria de suas reflexões se concentrava onde sua existência estava condensada naquele momento, ou seja, na mulher com quem dividia o estranho local para se marcar um encontro, mas não tão estranho a considerar as ligações divinas de Hela e seu próprio domínio de poder. Ele tinha notado que havia uma percepção peculiar presente nos olhos interessantes dela, que não hesitava em olhá-lo. Talvez o seu poder e status de divindade não pudesse afetá-la como boa parte dos seres semi-divinos. Quiçá essa fosse a razão pela qual muitos Deuses buscassem se envolver com homens e mulheres sem qualquer ligação com a mitologia que os cercava: a possibilidade de ser tratado como se não houvessem poderes complexos vibrando em suas peles.

Mas a opção lhe parecia bastante fraca a considerar o quão complexa era aquela pequena mulher, seus pensamentos eram caóticos e lhe soavam como uma voz que parecia repleta de certeza, mas também incertezas. Era quase como ouvir a cabeça de um ser divino e que suportava milênios de existência e que havia visto mais sofrimento do que uma cabeça humana poderia suportar. Por alguns segundos ele contemplou a própria admiração pela figura bela, certamente estava se envolvendo mais do que seria aconselhável, mas não conseguia importar-se com as velhas consequências.

E a linha de pensamentos que Hela seguiu, acompanhava das palavras que havia pronunciado eram... um doce acaso. Infelizmente ele não era capaz de controlar as próprias feições faciais com perfeição, a informação não era nova, mas vê-lá o confrontar diretamente sobre algo que poderia ser classificado como constrangedor nada mais era do que um doce prazer a ser apreciado. Principalmente a julgar pelo assunto e pela distância que haviam entre os dois naquele banco.

- Não tenho respostas satisfatórias sobre o futuro certo que pode nos esperar, mas tenho certeza do que eu desejo e quero nesse momento. – Ele tinha murmurado, sem deixar de fitá-la. Seus olhos revelavam muito além da beleza óbvia. E como um homem péssimo em romance, Hades segurou o pulso fino e humano de Hela a puxando em um misto de delicadeza e a falta completa de modos para que se sentasse sobre sua perna. Suas mãos formigavam com o desejo de segurá-la. Seus dedos se fecharam contra a coxa de Hela, sentindo o tecido contra a palma, mas também os músculos da semideusa. Ainda não era o suficiente.

+18:
A excitação fluía como veneno e o poder da própria existência acumulava-se em suas veias. O que ele queria?! Hades queria derrubá-la naquele banco e marcar a igreja com suspiros, mas seu desejo pela semideusa era mais profundo do que o carnal. E ele não se importava o suficiente para que desse um fim naquele caso. Hades queria mergulhar em Hela e ficar bêbado na essência da semideusa. Ela parecia entrar em completa sintonia com tudo o que passava pela mente imortal, tanto que suas mãos se fecharam contra o colarinho da blusa social que trajava, percorrendo a curta distância que os separava até que seus lábios estivessem juntos.

E a satisfação e antecipação que explodiram pelos membros dele foi inevitável. Se ele considerava-se péssimo no romance a imortalidade lhe deu uma ótima experiência sexual. Hades não evitou que uma de suas mãos subissem para a cintura de Hela, a puxando para mais perto quando ela decidiu que manter os lábios selados não era o suficiente. A roupa que se agarrava ao corpo dela era um incômodo desnecessário, mas ele poderia afirmar com facilidade que a genética tinha sido generosa com ela, lhe dando curvas e uma beleza inegável. Hela era uma mulher perigosa.

A própria excitação parecia inegável e ele não tinha percebido o quão duro estava até que a mão de Hela fosse parar em proximidade ao seu pênis, fazendo-o perceber que estivera com uma ereção desde o momento em que ela havia o questionado inicialmente. Lhe pareceu lógico fechar a entrada da igreja, ignorando o fluxo de poder que pressionava a forma humana e limitada que assumia. O desejo de assumir a sua forma original era latente, junto com a sensação efervescência que parecia intrínseca ao ichor que percorria suas veias divinas. Ele tinha certeza de que havia uma vermelhidão se espalhando pelo seu rosto e pescoço, mas ele não se sentia nem um pouco envergonhado. Uma de suas mãos ainda estava na coxa de Hela e o simples desejo de que pudesse sentir a pele dela havia se manifestado na mudança da calça que ela trajava.

Ele sabia que era uma saia, mas não havia realmente uma decisão assertiva de como seria a peça, pois realmente não importava. Afinal ele tinha a mão pressionada contra a coxa despida de Hela. Mover a mão para o quadril dela, por baixo da saia, foi uma decisão fácil. Junto ao desejo que tinha de beijar o pescoço alvo e atraente. Naquele momento Hades não estava em posição de negar a si mesmo qualquer desejo que sentisse em relação a Hela, principalmente pela receptividade que ela apresentava. Seus próximos movimentos foram movidos pela ansiedade e desejo que o consumiam, movendo-se mais rápido do que pretendia, mas daquela vez não estava com uma mortal. Deitando a semideusa no banco de madeira e permanecendo entre as pernas dela, com as mãos pressionadas contra os quadris de Hela.

Se eu soubesse que você seria assim, eu teria me apresentado antes a você, Hela. – As palavras foram pronunciadas meio abafadas, já que ele tinha movido o rosto para o colo dos seios dela, aproveitando-se da pele que era exibida através da blusa. Seus dedos descendo pela curva dos quadris e puxando a calcinha dela para o lado. Seus dedos se aproximando da buceta úmida quase de imediato, o polegar pressionando o clitóris em movimentos circulares enquanto o dedo médio deslizava para dentro dela com facilidade. Havia uma satisfação e excitação por conseguir deixá-la tão molhada, sentindo seu pênis latejar pela necessidade de tê-la. Porém havia tempo e futuro.

Hades mal conseguiu registrar o próprio desejo de ter uma parte dele em Hela, permanentemente. O desejo era tão forte que a sua percepção dele o surpreendeu, mas seus movimentos não cessaram, mas a decisão de que poderia engravida-la através daquele contato havia sido tomada, muito mais fácil do que deveria. E ele não pensou tanto em qualquer provável consequência, movendo os lábios para beijá-la na boca. Faminto por ter mais dela.
Hades
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Mensagem por Hela A. Deverich em Qui Jul 04, 2019 9:56 am



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Keera, o corvo, sabia reconhecer uma tempestade quando ela estava se aproximando. E naquele momento, a tempestade era sua dona. Hela havia ido atrás de respostas, mas a forma como Hades a olhava só lhe causava cócegas no baixo ventre e uma vontade insuportável de beijá-lo. Ou matá-lo. Talvez ambas coisas. Ela não precisava que ele a instigasse. Não precisava daquelas palavras que, agora, se arrastavam como serpentes por sua mente. A ave saiu sem se fazer ser notada. Talvez sendo mais esperta do que Hela jamais pensaria em ser. Talvez, temendo acabar no meio do fogo cruzado que aquilo poderia virar.

Suas pernas pareciam nem existir e ela sentia-se bem menos corajosa e determinada do que aparentava. De repente, sentia-se pequena e impotente. Um peão. Mas a forma como ele a olhava fez com que sua pele se arrepiasse por debaixo do suéter preto. Talvez não fosse um peão. Não para ele. Diferente do que Ariel dissera, Hades não parecia como os outros deuses. Todo o calor de seu corpo pareceu se concentrar em uma região específica, queimando seu colo e seu pescoço, ela reconhecia o sentimento. Parecia com luxúria. Desejo. Ela não saberia dizer que vinha dela mesma ou da divindade que a encarava como se ela fosse a coisa mais fascinante em que ele já havia colocado os olhos. Talvez, viesse de ambos.

A pergunta seguinte quase a fez desarmar sua postura altiva. O que ela desejava era realmente relevante? Ela desejava não trair sua noiva. Ela o desejava. Ela desejava não ser amante de alguém outra vez. Mas a segunda opção era a única que lhe saltava a mente com maior clareza do que qualquer uma das outras duas coisas que desejava. Perséfone, e Pipper, não pareciam realmente obstáculos para o que ela queria.

Desejava a divindade em sua frente. Não pelo poder que ele tinha. Se ela fosse completamente sincera, havia… admiração. Hela o admirava. Hela o respeitava. "Merda.", pensou consigo mesma. Naquele momento ela teve absoluta certeza de estar apaixonada pelo deus. Admiração e respeito eram sentimentos reservados para pouquíssimas pessoas, ao menos, da parte dela. Ela sabia que não era o tipo de pessoa que continha seus impulsos. Nunca fora boa nisso. Deliberadamente, escolhia a opção mais complexa e dolorosa de todas. Aquela que causava maiores estragos.

As palavras dele removeram-na do transe em que havia entrado. Sua respiração agora estava difícil. Pesada. Um estranho formigamento percorreu sua pele no local onde a pele dele entrou em contato com a dela e Hela se viu arfando discretamente. Suas pernas, moles como gelatina, não apresentaram nenhuma objeção ao puxão gentil do imortal para que ela se aproximasse. — E o que você quer agora? — ela, finalmente, falou. A voz era fraca, baixa. Um misto de nervosismo e desejo com as coisas que se passavam em sua cabeça naquele instante. Estava em seu colo. A mão livre agarrou-se ao colarinho de seu terno elegante. Hela já havia estado com mais homens do que conseguiria contar. Mas poderia contar perfeitamente quantos deles haviam lhe causado algo parecido. Dois. Sendo que o imortal era o segundo a conseguir tal façanha.

+18:
Hades podia fulminá-la. Alguém podia aparecer e acusá-los de estarem profanando um local sagrado, mas ela se inclinou mais em direção ao homem, deixou seus olhos percorrem todo o rosto alheio, tentando gravar em sua memória cada detalhe porque não sabia quanto teria a oportunidade de fazer aquilo novamente. Por fim, acabou beijando-o. Inicialmente, apenas um selar delicado. Quase ingênuo. Apenas para sentir a textura dos lábios dele sob os próprios. Mas então, ela se atreveu a entreabrir os próprios lábios, mais para tentar tornar a própria respiração leve do que para tornar o ato mais intenso. Entretanto, foi inevitável não se render para a própria luxúria que parecia queimar qualquer resquício de juízo que, um dia, ela tivera.

Havia aquele arrepio que subia por sua coluna e aquecia ainda mais a pele sob as mãos do deus apenas pelo puro êxtase em tê-lo tocando-a. Foi bem rápido para ela se ajeitar no colo da divindade, mantendo-se confortável ali enquanto o aperto de suas mãos no tecido macio da camisa se afrouxava com o desejo de despi-lo. Seus dedos enrolaram-se nos fios curtos que se encontravam na nuca do imortal quando a destra subiu e a canhota desceu, não demorando para que os dedos magros da garota passassem pela virilha da divindade em uma clara tentativa de provocá-lo enquanto deixava que seus lábios e sua sanidade fossem domados pelo homem.

Hela procurou pelo volume que sentira pressionado em sua perna, acariciando com a palma de sua mão antes de pressioná-lo entre seus dedos de forma sutil ao pressionar o próprio tronco contra o de Hades apenas para senti-lo melhor, saciando aquele desejo insano de tê-lo tão perto de si quanto era fisicamente possível. Foi com uma mordida discreta no inferior alheio que ela se afastou minimamente, buscando os olhos da divindade com um sorriso luxurioso, mas acabou cerrando as próprias pálpebras de forma involuntária quando os lábios de Hades tocaram seu pescoço, lhe arrancando suspiros baixos. A palma dele por sua coxa era, simplesmente, demais para que ela conseguisse manter alguma linha coerente de pensamento.

E havia aquela parte de si que queria que ele arrancasse logo a porcaria da calcinha que já havia se tornado mais do que um incômodo. Ela estava tão pronta para ela que o nada que a preenchia era quase desesperador e ela podia sentir-se apertando ao redor daquele mesmo nada como um pedido silencioso para que ele a tomasse logo. Em algum ponto, ele a havia deitado e estava por cima dela.

Cada pedacinho de pele onde a divindade tocava ardia como brasa. Um gemido baixo percorreu seus lábios quando ele apertou seus quadris. A voz abafada lhe causando um arrepio e um aperto no ventre. — Hades… — ela tentou provocá-lo, mas simplesmente não conseguia formular uma frase coerente. Sua voz saiu quase como uma súplica, baixa, incerta. Foi com alívio que ela o sentiu afastar sua calcinha, livrou-se dos sapatos que usava facilmente e passou uma das pernas ao redor dele quando seus dedos finalmente pareceram encontrar o exato local de seu corpo que mais implorava por atenção. Era possível vê-la morder o lábio para conter um gemido mais alto de satisfação quando ele finalmente a preencheu. Sua mãos puxaram os fios de cabelo do imortal, ao passo em que perna que mantinha ao redor do outro o impedia de se afastar.

Quando os lábios dele passaram a abafar os novos gemidos de Hela com um beijo ainda mais voraz que o anterior, a semideusa não hesitou em abrir cada um dos botões do complicado terno e despi-lo enquanto o pé daquela perna que mantinha-se livre roçava delicadamente contra a ereção do imortal. Hela livrou os braços do suéter e desatou o próprio sutiã antes de afastar-se apenas o suficiente para remover as peças do próprio corpo.  

As mãos o abraçaram e sua unhas passaram a descer com força pela linha da coluna do outro. Hela o queria. Tanto que não mediria qualquer consequência do que estava fazendo ou com quem estava fazendo. Apenas deleitava-se em sentir o próprio corpo reagir com cada toque que ele lhe dava enquanto testava até onde ele resistiria às provocações e carícias sem tomá-la para si.

Eu quero você, Hades. Eu quero muito… não me faça implorar mais. — murmurou depois de algum tempo, pousando uma das mãos delicadamente em seu rosto, olhando-o nos olhos, ao passo que a canhota pacientemente abria sua calça. Hela logo alcançou seu falo quando o libertou da calça, não ousando tocá-lo para além da cueca. Ainda assim, seu polegar correu toda a extensão do membro assim que o capturou entre os dedos, circulando sua glande.




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