The Blood of Olympus
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The French Prince ♔

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Mensagem por Anton Bartholomew III em Ter Fev 19, 2019 1:26 am

Who dat?!
Os olhos azuis fitavam a Lua cheia enquanto os pés debatiam-se contra a superfície rígida de uma rocha. — Tem certeza que eu vou ficar bem? — a desconfiança era nítida na minha voz rouca, os dedos gélidos arranhando a epiderme que recobria o meu braço. Por mais que fosse a época de “volta as aulas” – eu não sabia exatamente o significado disso, mas Quíron me explicara que era quando as crianças retornavam aos seus respectivos institutos de educações –  a última coisa que eu desejava era ir embora do Acampamento . Apesar da adaptação um tanto quanto difícil no começo, eu consegui encaixar-me com perfeição dentro do sistema de engrenagens ali dentro. Entretanto, o verdadeiro motivo para eu não querer deixar o Camp era um só: segurança. Por mais que lutasse contra diversos monstros todos os dias, eu me sentia seguro ali dentro.

— Você vai ficar bem. Acabei de falar com a família que irá te receber, é um casal de semideuses que estão pensando em ter o primeiro filho e você irá funcionar como uma espécie de cobaia... — o centauro sorriu retirando-me de todos os meus devaneios profundos; a sua barba parecia mais suja do que o normal.

O ar foi expulso pela pequena abertura existente entre os meus lábios com uma intensidade anormal, formando um claro bufar. No fundo estava frustrado comigo mesmo. Como assim eu, o filho do rei dos deuses e herdeiro do trono da dinastia francesa, sentia medo de partir em direção ao desconhecido? Aliás, partir em direção ao desconhecido era o que os maiores governantes sempre fizeram, conquistando terras e vencendo guerras. Ou seja, aquilo literalmente estava no meu sangue.

— Ora, você deveria estar grato, meu garoto, não é todo dia que alguém aqui dentro recebe uma oportunidade dessas... — o homem cavalo retirou um pedaço de bacon – provável remanescente do café da manhã – dos fios que compunham sua desgrenhada barba. — Além disso, finalmente poderá  ver como está o mundo mortal nos dias de hoje, não era isso o que tanto queria? — ele completou dando um tapinha nas minhas costas.

É verdade, Quíron tinha razão.

Desde que eu chegara ao Acampamento Meio-Sangue, sempre sonhei com o dia em que eu voltaria a entrar em contato com a população mundial. É claro que na minha mente esse encontro seria daqui um ou dois anos, quando, segundo as minhas ambiciosas pretensões, eu já estaria entre os semideuses mais fortes, contando com uma gama de poderes incríveis para defender-me.

— Você tem razão. Eu consigo fazer isso. — ousei retribuir com um sorriso de canto. — Além disso, são apenas quatro semanas, o que de pior pode acontecer nesse curto espaço de tempo? — fiquei de pé fitando a Colina bem distante dali.

O centauro ameaçou responder, mas acho que suas palavras não seriam nada encorajadoras e ele limitou-se a soltar uma risada leve. É, quando o Sol raiasse, eu finalmente realizaria um dos meus desejos e reencontraria a sociedade humana. Por mais que o sentimento interno que predominasse fosse a empolgação, a angustia e o receio também marcavam forte presença. E foi com esse misto de sensações que eu segui até o chalé para arrumar minha mala.

—X—

Poucas vezes na minha vida eu havia dormido tão pouco numa noite como daquela vez. O frio na barriga e a mente frenética, trabalhando nas mais diversas situações que eu poderia enfrentar lá fora, tornavam qualquer tentativa de adormecer completamente inútil. A última vez que eu sentira algo parecido com aquilo foi há mais de 200 anos atrás na noite que antecedeu a minha fuga no navio pirata. Fuga essa que acabou revelando-se a pior decisão que eu já tomei, e é claro que eu estava com medo de que a história se repetisse e a minha saída do Camp terminasse em tragédia.

O fim daquele “oceano” motivado pela ansiedade, só teve fim com o surgimento dos primeiros raios solares. Ufa, o martírio havia terminado! Tomei um banho frio, vesti uma roupa que julguei confortável o suficiente e aos poucos fui jogando os meus pertences mais importantes dentro de uma pequena mochila que eu ganhara de uma das ninfas. Confesso que senti um arrepio correr pela espinha quando chegou o momento de recolher as minhas armas. Eu desejava não precisar delas, mas meus irmãos me haviam aconselhado a levar pelo menos duas ou três. Optei por carregar comigo as que eu tinha maior familiaridade e as equipei no lugar indicado.

Uma vez que terminei de arrumar a mochila, ainda passei no refeitório para pegar duas maças e poucos instantes meus passos já me guiavam até o topo da colina, onde o motorista oficial do Acampamento – que por acaso era um ciclope - já me esperava.

— Chegou vinte minutos adiantado, senhor, está tudo bem?
— a criatura abriu a porta da van para que eu pudesse entrar.

— Sim, está tudo ótimo. Podemos partir agora mesmo. — retruquei jogando minha mochila no banco de trás antes de meus dedos começarem a brincar com alguns botões que jaziam no painel do veículo. — Aparelho maneiro, o que ele faz? — perguntei ingênuo, recebendo a resposta segundos depois quando uma melodia rara começou a tocar. Porra, como eu desejava jamais ter tocado aquele objeto, aquele som era horrível! O ser caolho girou a chave e eu soube que não havia mais volta, eu estava saindo do Camp.

—X—

Uma hora e várias músicas péssimas depois, o monstro freou e me mandou descer, disse que a partir dali eu tomaria um ônibus cinza que me levaria até Miami, local onde meus “pais de aluguel”, por assim dizer, me receberiam. Apanhei minha única bagagem e segui até o ponto onde supostamente um ônibus deveria parar. Fitei o bilhete da minha passagem na tentativa de identificar em qual horário ele chegaria e deuses! Ainda faltavam quase vinte minutos, o quê diabos eu faria naquele meio tempo? Como se a minha vida fosse um filme e o roteirista lesse meus pensamentos, uma linda garota surgiu, sentando-se justamente do meu lado. Seus fios claros, traços finos, olhos cristalinos e as curvas sinuosas funcionavam como atestado de beleza. Eu era péssimo flertando, minha única experiência com aquele tipo de situação havia resultado em um beijo... Seguido por um forte tapa na cara e uma semideusa extremamente irritada. Ou seja, daquela vez eu estraguei tudo.  

Buscava as palavras certas na minha mente frenética quando tive os problemas resolvidos pela própria jovem. — Eai fofinho, tudo bem? — seu tom de voz era tão meigo quanto o seu rosto. Certo, desse jeito ficava difícil não se apaixonar...

Aliás, se tinha uma coisa que eu amava no século atual, era o fato das mulheres terem maior autonomia e liberdade. Digo, se estivéssemos em 1700, por exemplo, uma garota como aquela JAMAIS teria feito aquilo. Zero por cento de chance. Sorri um tanto quanto sem graça, “fofinho” não era estava exatamente no topo da minha lista de adjetivos favoritos, mas certamente indicava interesse. — Hm, tudo bem sim, e contigo? Também esperando pelo próximo ônibus? — questionei abrindo um sorriso amigável.

— Na verdade não, eu estava esperando por... — a fisionomia da garota foi mudando, aos poucos assumindo um aspecto horrendo. — Você! — seu tom de voz mudou por completo assim como a sua forma.

Ah certo, eu fico fora do Acampamento por vintes minutos e já sou atacado por uma dracaenae, que divertido! O mundo mortal não poderia ser mais decepcionante! Recuei o mais rápido possível, meus dedos gélidos abrindo a mochila e tirando de lá um pequeno canivete suíço.

— Acha que vai conseguir ganhar de mim com isso? — a outrora maravilhosa garota desdenhou da minha arma. Porém , ela o fez cedo demais e logo engoliu as próprias palavras quando a pequenina lâmina transformou-se numa foice.

Segurei o cabo do objeto com força, o suor aos poucos surgindo nos poros espalhados por todo o meu corpo. Aquele não seria apenas mais um treinamento, aquela criatura provavelmente não hesitaria em tirar a minha vida, sendo totalmente diferente dos autômatos que eu havia enfrentado na arena. Isso aliado ao de não ter absolutamente nenhuma ajuda, fizeram com que o medo de antes voltasse.

Entretanto, se o nervosismo me impedia de tomar a dianteira, o monstro o fez sem nenhum problema. Utilizando uma espada que sabe se lá de onde ela tirou, realizou um ataque vertical com a lâmina, forçando-me a recuar ainda mais. Tentei colocar-me em posição de batalha, mas a dracaenae foi rápida e usou sua arma para atingir o meu ombro direito de raspão. Ouch! Apesar da proteção mágica da minha jaqueta, aquilo ainda doía! Joguei meu corpo em direção ao lado oposto caindo de maneira brusca sobre o asfalta nada fofo. Precisava reagir logo ou aquele ali seria o fim da linha. Felizmente o ferimento me fizera despertar, a sensação da dor substituindo a da angústia.

Era a minha vez.

Segurei com firmeza no cabo da foice e realizei vários ataques em sequência. O pouco peso da lâmina me permitia efetuar cortes rápidos e letais sem que eu me cansasse muito, o que a tornava simplesmente perfeita. A criatura até desviou da primeira série de golpes, mas dada a quantidade exacerbada deles, é óbvio que um acabou acertando-a em cheio. Swish! Uma das mãos repleta de garras afiadíssimas caiu no chão e virou puro pó. A mulher serpente urrou em sinal de dor.

Deixei que um sorriso breve brotasse no canto dos meus lábios. Senti uma injeção de confiança penetrar minhas veias e decidi iniciar uma nova investida. A dracaenae pareceu aceitar o meu desafio e logo nós começamos a travar uma acirrada disputa. O som das lâminas era o único ruído existente naquela estrada deserta, onde a pista de asfalto havia virado um ringue de batalha. Após uma boa sucessão de golpes por parte dela, foi a minha vez de urrar alto quando a ponta da sua lâmina tocou o meu abdômen de raspão. Droga, eu deveria ter lembrado de fechar a droga do meu casaco antes que a batalha começasse!

O ferimento não me impediu de seguir batalhando, os olhos azuis fixos na minha oponente. Após uma série de colisões entre as lâminas, tanto eu quanto ela já parecíamos cansados e nos preparávamos para a que possivelmente seria a última troca de golpes quando uma buzina estrondosa desviou o foco da minha atenção. Totalmente atentos na luta, nenhum de nós dois percebeu a aproximação de um gigantesco carro até que fosse tarde demais.

Pelo menos para ela.

Num reflexo divino fui capaz de levitar o meu corpo no ar o suficiente para afastar-me da colisão intensa. E é claro que a dracaenae não teve a mesma sorte. O protagonista do acidente desceu da sua camionete completamente desesperado.

— Meu Deus! Eu acabei dormindo ao volante, me perdoe! — seu tom de voz era tão desesperado quanto a sua expressão. — Eu juro que ajudo a tomar conta da sua namor...

Não deixei que ele concluísse a frase.

— Suma daqui agora ou eu mesmo vou cortar o seu pescoço. — murmurei mostrando minha arma que já assumira a forma de um canivete. Minha postura deve ter sido realmente intimidadora, pois o homem simplesmente subiu no carro e obedeceu minhas ordens. Ao vê-lo afastando-se, me aproximei do corpo caído da criatura visivelmente ferida. — É isso que acontece quando você mexe com quem está quieto. — afirmei fincando a lâmina pontiaguda bem no centro do seu peito, penetrando fundo até que seu corpo virasse puro pó divino.

Como já virara um hábito depois de cada situação adversa, eu soltei um longo suspiro. Ok, primeiro desafio fora do Camp foi superado. Não tive nem tempo de comemorar, porque assim que retornei ao assento para poder descansar, o ônibus cinza surgiu reluzente no horizonte. “Miami, aqui vamos nós! Não pode ser pior do que Long Island.” Pensei mordaz enquanto meus pés subiam as escadarias que me conduziram até o interior do veículo. Bem, a minha poltrona não era exatamente o que se podia chamar de “primeira classe”, mas era minimamente confortável, fato que por si só já me deixou impressionado.

—X—

A primeira parte do percurso seguiu sem o menor problema, observar a paisagem lá fora parecia uma excelente distração, muito melhor do que assistir o filme péssimo que um pequeno televisor posicionado na parte anterior do ônibus mostrava. Depois de um começo nada animador, a viagem em si parecia promissora e caminhava na direção oposta do início desalentador.

Quando atingimos as três primeiras horas de viagem o motorista estacionou num pequeno posto de conveniência para que nós passageiros pudéssemos ir ao banheiro e saciar a fome. Cansado de ficar tanto tempo sentado, decidi descer para esticar os pés um pouco e explorar mais o ambiente mortal. Por falar nisso, minhas primeiras horas novamente vivendo entre humanos estavam sendo bem desconfortantes. As pessoas de hoje tinham um gosto péssimo para todos os tipos de artes. Os filmes clássicos perderam espaço para comédias estúpidas que qualquer idiota podia assistir. Ah se eles soubessem o nível de patente necessário para assistir uma singela peça de teatro na minha época....Com certeza valorizariam mais aquele tipo de espetáculo.

Entretanto, de longe o que mais me irritava eram as músicas. Quando não era a letra ostentadora do rap, era o ritmo irritante do estilo country. O único gênero musical atual que de fato me agradava era a eletrônica, onde a melodia acelerada casava perfeitamente com a frequência descompassada das batidas do coração. É bem verdade que eu só conhecia esses três tipos, mas o placar por enquanto marcava: estilos ruins 2 x 1 estilos bons. Isso aparentou mudar quando, entrando na loja de conveniência, ouvi um som agradável. As frases faziam sentido e seu “balanço” não era tão frenético quanto ao da música eletrônica.

— Me desculpe, mas de onde vem essa melodia tão adorável?
— perguntei ao homem que estava sentado no caixa.

O indivíduo encarou meus olhos azuis. Seu cabelo e barba desgrenhada o faziam parecer um verdadeiro ogro, mas ao menos era um ogro gentil, pois me dera a origem do que eu perguntara. — Passando por aquela portinha ali você vai encontrar com o Phill, ele é o responsável por coordenar a sala de som, mas eu duvido você conseguir o fazerele falar mais do que “grrr”. — o trabalhador simulou o que parecia um grunhido e eu caminhei em direção à porta.

Uau, não a chamavam de portinha por acaso, ela era, se em comparação as de tamanho normal, realmente pequena. Com muita dificuldade, consegui fazer impulsionar o meu corpo para dentro do espaço apertado e assim que o fiz me arrependi por completo. Desemboquei numa sala escura onde a única iluminação provinha de uma tela de monitor que jazia no centro. Em volta do aparelho jaziam três criaturas que eu conhecia bem: zumbis. E claro que a minha presença não passou desapercebida por eles, os monstros viraram-se na minha direção e ,como se eu fosse um delicioso banquete, guiaram seus apetites lascivo até eu.

E de repente toda a estratégia da portinha fez sentido. Era óbvio que existia uma outra via de acesso até a sala, mas se eu entrasse pela porta minúscula, não conseguiria fugir assim tão rápido. Além disso, a escuridão ambiente inviabilizava qualquer alternativa de fuga rápida ou ao menos as ocultava. Saquei o meu canivete do bolso. Eu teria que derrotar aqueles três sozinho, de preferência antes que o meu ônibus saísse.

O ritmo lento dos zumbis me deu o mínimo de tempo necessário para bolar uma estratégia decente e quando nossas distâncias diminuíram, eu logo o coloquei em prática. Valendo-me da propriedade de um dos itens que eu ganhara do centauro Quíron, gerei cinco grandes descargas elétricas que partiram das minhas mãos e atingiram em cheio o peito de cada um dos monstros, derrubando-os no chão. O segundo passo foi aniquilar por completo o exemplar que caíra mais próximo, e eu utilizei a foice para isso. A lâmina penetrou o tronco alheio várias e várias vezes, finalizando com uma decapitação perfeita.

O sucesso logo de cara fez com que a hipótese de que tudo aquilo não fosse tão complicado surgisse como um lapso na minha mente.

Ledo engano.

Acabei surpreendido com um corte no meu pé esquerdo, o monstro de aspecto cadavérico ostentando uma lâmina tão velha quanto ele. Aquilo era... Uma faca de cozinha? Franzi o cenho impressionado. Uau, aquilo era a última coisa que eu esperava. Senti o ferimento recém adquirido arder e instantaneamente acender o fogo da minha ira. Eu tinha uma intolerância à dor muito grande, desenvolvendo uma espécie de fúria como resposta para sempre que isso acontecesse. Num gesto de pura agilidade, lancei minha foice no pescoço do zumbi que me ferira, degolando-o.

Simples e letal. Digno de um verdadeiro assassino.

Estreitei a visão em busca do último dos oponentes, o ambiente escuro impedindo que eu pudesse identificá-lo. Foi aí que eu cai, ou melhor, fui derrubado. Senti dois largos braços me empurrarem em direção ao solo, golpeando as minhas costas contra a dura superfície do solo. A dor da pancada foi imediata e eu grunhi alto, o corpo do monstro ainda sobre o meu.  

— Você não deveria ter feito isso, seu otário. — murmurei segundos antes de soltar uma esfera de energia na sua barriga, afastando-o alguns metros. Manquitolando, consegui ficar de pé e já com a minha arma em mãos outra vez, pus um fim ao duro combate, mandando o maldito ser para as profundezas do Tártaro.

Ah sim, como era difícil ser um semideus! Cortei um pedaço da minha blusa para realizar um pequeno curativo na perna e, depois de alguns minutos de busca, consegui encontrar a verdadeira saída da sala, deixando o local, porém, não sem antes descobrir o nome da música que me atraíra até ali: Pumped up Kicks. Gravei o nome na minha memória fotográfica e segui até o ônibus, finalizando o trajeto até Miami sem maiores dificuldades.

Itens Utilizados:
• Foice Curta [Embora pareça com o instrumento agrícola comum, essa foice é balanceada e reforçada para o combate, sendo que sua lamina é capaz de se alongar. | Efeito 1: A lâmina, feita de bronze celestial e capaz de alongar, ganhando até doze centímetros e, da mesma forma com que alonga, pode também diminuir, ganhando a aparência de um canivete. | Efeito 2: A arma nunca é perdida, sempre retornando para seu dono na forma de canivete caso seja perdida. | Bronze celestial. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

• Eletric Aizer [ Anel de ouro imperial com um raio entalhado em seu centro, a parte de dentro terá o nome do semideuses gravado em grego antigo. | Efeito 1: Permite ao semideus, uma vez por missão, evento ou luta, criar e disparar cinco pequenos raios das palmas de sua mão sem gasto de MP. Tais raios serão conduzidos pelo anel e ao atingirem o inimigo tiram 10 HP cada.| Efeito 2: Aumenta o dano de poderes elétricos em +20.| Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Comum | Presente de Natal de Zeus]

Nemeia’s Protection [ Casaco produzido a partir de partículas da pele de um leão da Nemeia, adquirindo a cor que o cliente preferir na compra e adaptando-se ao seu tamanho.{Preto com um detalhe azul em forma de raio no peito esquerdo} | Efeito 1: Devido ao produto original, o casaco protege o tronco e braços do semideus perfeitamente, neutralizando 70% dos ataques físicos dirigidos à parte superior do corpo. | Efeito 2: Mantém o corpo do semideus aquecido mesmo quando estiver condicionado a baixíssimas temperaturas. | Pele de Leão da Nemeia | Sem espaço para gemas | Alfa | 100%, sem danos | Mágico | Comprado na loja “Ferreli & García - Mode et Style | Presente de Beau G. Edmond ].

Rime [Um anel grosso feito totalmente de ouro imperial, tem exatamente cinco cm de espessura e em seu centro existe um pequeno diamante em forma de raio| Aumenta em 5% a força de poderes ligados à eletricidade| Ouro imperial e Diamante | Sem espaço para gemas| Sigma | Status: 100% sem danos| Mágico | Presente de Lee Chae-rin]

Poderes Utilizados:


PASSIVOS

Nível 2
Nome do poder: Ouro Imperial
Descrição: O ouro imperial é o material perfeito para Zeus/Júpiter, o olimpo é feito de ouro, suas armas são feitas de ouro, e se duvidarmos, Zeus/Júpiter reluz em ouro. Com isso, os filhos de Zeus/Júpiter ganham um bônus de batalha ao lutarem com armas feitas de ouro imperial, pois tem facilidade em lidar com elas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Quando o semideus lutar com armas feitas de ouro imperial ganha +10% de força
Dano: 5% de dano a mais se o adversário for acertado pela arma do semideus.

Nível 6
Nome do poder: Cura Elétrica I
Descrição: Ao entrar em contato com uma corrente elétrica baixa o suficiente para deixar um semideus comum atordoado o filho de Zeus/Júpiter poderá se curar. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos e a cura só ocorre se a corrente/eletricidade que entrar em contato com o semideus seja igual ou menor a 20mA).
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Recupera +25 de HP.
Dano: Nenhum.



ATIVOS


Nível 5
Nome do poder: Voo II
Descrição: O semideus aprendeu a controlar a gravidade ao redor do corpo, e ao compreender o que o mantem preso na superfície, também é capaz de solta-la e molda-la da maneira que quiser. Agora já consegue ficar mais tempo, voar mais rapidamente e se erguer em altitudes mais elevadas. Podendo permanecer por mais tempo no céu. Seu controle também melhorou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Já pode se erguer até 2 metros do chão.

Nome do poder: Bolas de Energia
Descrição: O semideus consegue acumular sobre a ponta dos dedos, cinco esferas de energia pequena, e atira-las contra o inimigo como se fossem balas – só que mais rápidas – que ao baterem contra o corpo do inimigo, deixando a sensação de dormência no local atingido, e o membro ou parte do corpo formigando de uma forma irritante, o deixando mais lento, e atordoado durante um turno inteiro.
Gasto de Mp: 5 MP por esfera de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 7 HP por esfera que atingir o corpo, totalizando 35 HP
Extra: Nenhum

FPA:

História da Personagem:

MISSAO FIXA:
De volta para casa: As férias chegaram ao fim e as aulas estão prestes a começar para boa parte dos semideuses. É hora de voltar para casa e vivenciar novas aventuras no mundo mortal, acontece que esse retorno pode não ser o que você esperava. O caminho de volta também é traiçoeiro, monstros estão a espreita por toda parte e a seita ainda não foi 100% derrotada, embora sejam poucos eles ainda existem. E então? Como vai ser seu retorno? Conte-nos a aventura vivenciada por seu personagem no caminho de volta.

RECOMPENSA MÁXIMA: 10.000 XP e Dracmas + 3 moedas de verão.

INFORMAÇÃO ADICIONAL: Nada a acrescentar.
BY MITZI


Anton Bartholomew
She met me on Eastside
where the sun don't set
Anton Bartholomew III
Anton Bartholomew III
Filhos de Zeus
Filhos de Zeus


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Mensagem por Hela A. Deverich em Qua Fev 20, 2019 4:07 pm

Anton


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 10.000 XP + 3 moeda de verão

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc. – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência. – 15%


RECOMPENSAS: 7.500 xp e dracmas + 3 moedas de verão.

Você escreve muito bem. Eu me vi presa em sua escrita porque ela é fluida e não é nenhum grande sacrífio manter a atenção no que está descrito ali. No entanto, eu fiquei confusa em determinados momentos de seu combate, tentanto imaginar e até tentando reproduzir alguns dos movimentos feitos, com a sensação de que eu havia perdido alguma coisa da narrativa, mesmo lendo-a. Embora esse tenha sido um dos problemas, houve um outro ponto que me fez descontar de sua criatividade: você narrou apenas metade do caminho. O que aconteceu durante a outra metade? Como sua família postiça lidou com a sua presença? Você foi bem recebido? Se sentiu confortável com eles? Ficaram muitas perguntas sem respostas e, com isso, parece que fez o texto às pressas.

Atualizado por Hades.


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